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Automóveis 17 02 2016

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Macaé (RJ), quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016, Ano XL, Nº 8943

Fundador/Diretor: Oscar Pires

AUTOMÓVEIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ

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Nissan Frontier SV Attack 4X4 AT: gostosa de dirigir Sem alterações mecânicas, picape traz como novidade uma inédita central multimídia de 6,2” integrada com o sistema de navegação e a câmera de ré por R$ 134.990

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nquanto a linha portenha da Nissan Frontier não desembarca no Brasil, o modelo produzido em São José dos Pinhais (PR) chega à linha 2016 sem alterações no conjunto mecânico, mas com novidades dentro da cabine. A versão SV Attack 4X4 da picape da Nissan já havia herdado a opção de câmbio automático como upgrade no ano passado. Ela continua a abrigar um honesto motor 2.5 quatro cilindros turbodiesel de 190 cv a 3.600 rpm e 45,8 kgfm a 2.000 giros que pode ir acoplado a uma transmissão manual de seis marchas ou um câmbio automático de seis velocidades. PÁG. 6

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Renault inaugura primeira fábrica na China Kadjar é o primeiro modelo a entrar em produção na nova planta

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Mitos e verdades sobre o seguro obrigatório DPVAT

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AUTOTAL por LUIZ FERNANDO LOVIK Facelift do EcoSport é flagrado nos EUA A nova geração do Ford EcoSport deve ficar para 2018. Isso porque um flagra capturado nos Estados Unidos mostrou o utilitário compacto em testes, mas com poucas mudanças em relação à versão atual. Para 2016 fica reservado um facelift com mudanças na grade, conjunto ótico frontal e traseiro, além de porta-malas e para-lamas. As imagens do portal especializado em flagras Autome-

Nova Versão Ainda este ano, a Jeep vai começar a vender no Brasil os modelos Renegade, Grand Cherokee e Wrangler em uma nova versão especial e limitada, batizada de "75th Anniversary". Em comemoração aos 75 anos da marca norte-americana, os carros ganham alguns detalhes especiais de acabamento. Por exemplo, todos serão pintados em um tom especial de verde e terão detalhes alaranjados. Já as rodas terão acabamento em tom de bronze acetinado. Selos com a inscrição "75th Anniversary" estão espalhados pela carroceria.

dia mostram um modelo com a mesma estrutura atual, inclusive, com o estepe à mostra. A expectativa é de que o compacto herde componentes inspirados nas novas versões dos SUVs Edge e Escape. Ainda segundo o Automedia, a nova geração ddo EcoSport depende da renovação do hatch Fiesta, com quem divide plataforma. Tal mudança só deve ocorrer mesmo daqui a dois anos.

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Renault inaugura primeira fábrica na China Kadjar é o primeiro modelo a entrar em produção na nova planta

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Renault inaugurou nessa segunda-feira (1º) sua primeira planta na China, fruto de uma joint venture com a montadora local Dongfeng. A fábrica, localizada na cidade de Wuhan, recebeu investimento de quase US$ 1 bilhão (cerca de R$ 4 bilhões) e tem capacidade de produção de 150 mil unidades anuais inicialmente. O primeiro veículo a ser produzido no local será o Kadjar. A Renault afirma que, em sua capacidade máxima de operação, a planta consegue fabricar até 300 mil carros por ano. Além da linha de montagem e produção dos compontes, a fábrica possui centro de pesquisa e desenvolvimento para adaptar os produtos às escolhas dos consumidores, segundo a Renault. O Kadjar entrará no mercado chinês no mês que vem com um motor a gasolina 2.0 local e algumas mudanças em relação à versão europeia. O SUV chinês terá a opção de teto solar panorâmico, suspensão lateral independente e 4Control. Ainda esse ano, outro SUV começará a ser produzido no local. Em 2017, o elétrico Fluence ZE se juntará ao time, mas será vendido na China com o logo da Dongfeng e não com o da montadora francesa.


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Nissan Frontier SV Attack 4X4 AT: gostosa de dirigir Sem alterações mecânicas, picape traz como novidade uma inédita central multimídia de 6,2” integrada com o sistema de navegação e a câmera de ré por R$ 134.990

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nquanto a linha portenha da Nissan Frontier não desembarca no Brasil, o modelo produzido em São José dos Pinhais (PR) chega à linha 2016 sem alterações no conjunto mecânico, mas com novidades dentro da cabine. A versão SV Attack 4X4 da picape da Nissan já havia herdado a opção de câmbio automático como upgrade no ano passado. Ela continua a abrigar um honesto motor 2.5 quatro cilindros turbodiesel de 190 cv a 3.600 rpm e 45,8 kgfm a 2.000 giros que pode ir acoplado a uma transmissão manual de seis marchas ou um câmbio automático de seis velocidades. A novidade é que a partir de agora a linha intermediária do utilitário SV Attack conta com uma nova central multimídia de 6,2”, que integra um sistema de navegação GPS e câmera de ré. A linha Frontier 2016 chegou às lojas no fim do ano passado sendo oferecida por preços que partem de R$ 109.690 na configuração SV Attack 4X2 (MT) e por R$ 129.890 na versão SV Attack 4X2 (MT). A variante SV Attack 4X4 (AT), avaliada por Autoesporte, é tabelada em R$ 134.990, enquanto a unidade de entrada S 4X4 (MT) tem preços que partem de R$ 109.690. E, finalmente, a versão topo de linha SL 4X4 (AT) com preço de R$ 151.890. IMPRESSÕES AO VOLANTE

A Nissan Frontier SV Attack 4X4 AT tem direção hidráulica leve e macia, a posição de dirigir é boa e a cabine acolhe bem o motorista e mais quatro pessoas, embora não haja cinto de segurança nem encosto de cabeça para o quinto elemento (que viaja no centro do banco traseiro). O volante multifuncional de couro tem boa pegada, mas ajuste apenas de altura. Na cabine a visibilidade é ótima, a posição de dirigir, alta e os bancos de tecido são confortáveis. O acabamento interno

tem bastante plástico, mas a impressão é de cuidado com os arremates (não há rebarbas). O rodar com a Frontier é macio, sem que o motorista perceba o que se passa debaixo do assoalho. O mérito vai para a acertada suspensão composta por um sistema independente com braços triangulares duplos, molas helicoidais e barra estabilizadora na dianteira, além do tradicional conjunto de eixo rígido traseiro. Outras qualidades que se destacam na picape são o câmbio automático, que efetua trocas suaves, e a potência do motor 2.5 turbo diesel de 190 cv a 3.600 rpm e 45,8 kgfm a 2.000 giros, que como já dissemos aqui não chega a ser o mais potente da categoria, mas dá conta de empurrar com competência os 2.054 quilos do veículo. Em nossos testes, o utilitário mostrou-se econômico para o segmento fazendo uma média de consumo de diesel de 9,4 km/l na cidade e 11,6 km/l na estrada. Na cidade, a picape se mostrou valente para transpor obstáculos como valetas e lombadas com seus 32° de ângulo de ataque, 24° de ângulo de saída e 22 cm de altura do solo. Viajando em rodovias a 120 km/h, o ponteiro do conta-giros fica em 2.500 rpm. Como todo o torque está disponível logo às 2.000 rotações, basta encostar no acelerador para sentir o turbo encher rapidamente. Bom para terrenos acidentados e escorregadios, o sistema de tração 4X4 pode ser acionado manualmente por um botão na parte inferior do painel central. A Frontier SV Attack 4X4 AT vem de série com ar-condicionado manual, direção hidráulica, trio elétrico, airbag duplo frontal, freios ABS com EBD, rádio com CD/DVD e MP3, entrada auxiliar, USB e central multimídia com tela de 6,2” e seis alto falantes. Também são originais de fábrica os faróis máscara negra, faróis de neblina, câmera traseira integrada à tela do rádio, computador de bordo, controle de velocidade

de cruzeiro, párabarro rígido nas rodas dianteiras e traseiras, parachoque dianteiro na cor do veículo e traseiro cromado e rodas de liga leve aro 16 que calçam pneus All Terrain 255/70. A Nissan posiciona muito bem os seus produtos. Por esse motivo, fica evidente que a ausência dos bancos de couro reforça a estratégia da marca de diferenciar a versão topo de linha SL AT. Por isso, a picape só fica devendo mesmo em detalhes como a ausência do espelho no parassol do motorista, do acendimento automático dos faróis, do retrovisor fotocromático e do cinto de segurança e do encosto de cabeça para o terceiro passageiro do banco de trás. A princípio, a nova central multimídia não é lá muito amigável. Mas depois que você entende a lógica do funcionamento do equipamento tudo fica mais simples. A tela principal traz pequenos ícones interativos que dão acesso ao rádio, ao GPS, ao telefone, ao Bluetooth e a diversas outras funções. A sensibilidade da tela é boa, as respostas são rápidas e há ainda entrada para cartão SD e micro SD e entrada AUX.


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Mitos e verdades sobre o seguro obrigatório DPVAT Tire suas dúvidas sobre o tributo que deve ser pago junto com o IPVA

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omeço de ano é sempre assim: contas e mais contas para pagar. No caso de carros e motos, como se já não bastasse o temido IPVA, é preciso arcar ainda com o seguro obrigatório DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre). Pode até doer na hora de sacar a grana, mas a apólice garante diversos direitos que muita gente nem sabe do que se trata. Separamos alguns mitos e verdades sobre o seguro que existe desde 1974. Dá uma olhada:

1 – O SEGURO DPVAT COBRE DESPESAS DE DANOS MATERIAIS – MITO

A cobertura não vale para roubo, colisões, incêndio, etc. As indenizações valem para casos de morte, invalidez permanente e despesas hospitalares. 2 – O CULPADO PELO ACIDENTE NÃO TEM DIREITO À INDENIZAÇÃO – MITO

Qualquer pessoa que tenha se ferido tem direito ao seguro mesmo que tenha causado o acidente. 3 – POSSO PEDIR INDENIZAÇÃO ATÉ TRÊS

ANOS APÓS O ACIDENTE – VERDADE

A vítima não precisa solicitar a indenização de imediato. Mas vale lembrar que o recebimento dos valores não é cumulativo.

permanente, quando o repasse pode mudar conforme a gravidade da lesão. No caso do reembolso por despesas hospitalares, o pagamento é de até R$ 2.700 por vítima.

4 – OS VALORES DO SEGURO MUDAM DE ACORDO COM O TIPO DE AUTOMÓVEL – VERDADE

6 – SOMENTE HERDEIROS E CÔNJUGES PODEM RECEBER A INDENIZAÇÃO – MITO

Carros de passeio e aluguel, além de táxis e de auto-escola têm tarifa de R$ 105,65. Para ciclomotores o valor sobe para R$ 134,66, enquanto para caminhões o preço é de R$ 110,38. Estes tipos de automóveis só aceitam pagamento à vista. Podem parcelar em até três vezes os donos de motos (R$ 292,01), micro-ônibus e ônibus com cobrança de frete (R$ 396,49), além de micro-ônibus de até dez lugares ou ônibus sem cobrança de frete. 5 – O VALOR DA INDENIZAÇÃO MUDA DE ACORDO COM O ANO DO VEÍCULO – MITO

A indenização varia apenas de acordo com o tipo de ocorrência. Por morte, o valor a ser recebido é de R$ 13.500. Este também é o teto de valor no caso de invalidez

Na falta de pessoas indicadas acima, o benefício pode ser concedido a quem dependa da vítima. Isso vale para o caso de morte. Quando o assunto é invalidez permanente e despesas hospitalares, a vítima é quem recebe o valor. Mas se a vítima em questão é menor de 16 anos, o pagamento é feito ao representante legal. Se tiver 17 ou 18 anos, a indenização é repassada ao menor, desde que com consentimento de seu responsável. 7 - A INDENIZAÇÃO É PAGA EM ATÉ 30 DIAS – VERDADE

O valor é liberado em até 30 dias após a entrada com o pedido em um dos pontos de atendimento da Seguradora-Líder, que é quem administra o seguro DPVAT.

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