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Macaé (RJ), quarta-feira, 16 de dezembro de 2015, Ano XL, Nº 8891
Fundador/Diretor: Oscar Pires
AUTOMÓVEIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
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Abram alas para o Renegade, o novo queridinho do Brasil PÁG. 8
OFICINA MECÂNICA
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À frente da Mecânica Grão Mogol, Gilmar Fadel diz que bom atendimento e serviço de qualidade são essenciais. Do contrário, empresário está fadado ao fracasso
Viagens de fim de ano abrem boa temporada para oficinas mecânicas Movimento gira o ano inteiro, mas na véspera das férias tem aumento na demanda, em função das revisões preventivas. Entender do negócio é fundamental para quem quer investir no segmento. PÁG. 4
PICAPE
SEDAN
Fiat Toro é fotografada sem disfarces na fábrica de Pernambuco na versão Volcano
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Picape é flagrada na versão topo de linha. Fiat Toro Volcano tem motor 2.0 turbodiesel de 170 cavalos, câmbio automático de nove marchas e tração 4x4 PÁG. 3 DIVULGAÇÃO: FIAT
Kia vai lançar quatro carros no Brasil em 2016 e tentar recuperar vendas "Não vamos fechar". A afirmação é do presidente da Kia Motors no Brasil. Montadora coreana tem nova fábrica no México e inicia nova fase no Brasil. PÁG.4
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AUTOMÓVEIS
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SUV
JAC T5 chega em março de 2016 para competir com Duster e EcoSport SUV chinês terá preços entre R$ 59 mil e R$ 72 mil. JAC Motors T5 tem motor 1.5 16V JetFlex de 125/127 cv e câmbio manual de seis marchas
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JAC Motors confirmou para março de 2016 o lançamento do T5, SUV compacto que vai disputar mercado com Ford EcoSport e Renault Duster. A marca chinesa também divulgou a faixa de preços da novidade: entre R$ 59 mil e R$ 72 mil. O JAC T5 tem motor 1.5 16V VVT Jet Flex, capaz de render até 127 cavalos com etanol e 125 com gasolina. A primeira versão a ser lançada terá caixa manual de seis marchas. em Agosto de 2016, chega a opção automática, que será do tipo CVT (continuamente variável), como o Honda HR-V. O SUV tem 4,325 metros de comprimento e 2,56 m de distância entre-eixos. Tradição entre os importados chineses, terá ampla lista de itens de série, como vidro elétrico nas quatro portas, ar-condicionado, luz diurna, direção hidráulica, faróis de neblina e rodas de liga-leve. De acordo com a versão, o T5 poderá vir equipado também com controle eletrônico sde estabilidade (ESP), controle de partida em rampa (Hill Control), bancos revestidos em couro, sensor de estacionamento, ar-condicionado digital e kit multimídia com tela de 7", mirror link e câmera de ré.
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A primeira versão a ser lançada terá caixa manual de seis marchas
SEDÃ DIVULGAÇÃO
Peugeot 408 reestilizado chega ao mercado a partir de R$ 75,9 mil Sedã está com dianteira atualizada, motor turbo THP flex e novo câmbio de seis marchas. Para atrair comprador, Peugeot oferece revisões grátis e desconto para clientes
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á está na rede de concessionárias o modelo 2016 do sedã médio Peugeot 408. O carro francês foi reestilizado e exibe a nova linguagem de estilo da marca na dianteira, a exemplo do ‘irmão’ 308. Além disso, o motor THP agora é flex e há nova caixa automática de seis velocidades. Os preços partem dos R$ 75.990 com motor 2.0 e R$ 86.990 na versão THP. A principal alteração está na dianteira. Os faróis de dupla parábola têm novo desenho, assim como a grade, onde é aplicado o símbolo do Leão, que emigrou da parte superior do capô. As luzes diurnas de LED agora são horizontais, localizadas acima dos faróis de milha. Para-choques também foram redesenhados. Na lateral, novas rodas de ligaleve de 17”, comuns às duas versões. Na traseira, novos para-choques e desenho interno das lanternas. O interior está segue como o mesmo visual da linha 2015. O volante não evoluiu e tem design similar ao original do 307. Para a versão reestilizada, o principal destaque interno está na central multimídia com tela touch de 7” e apliques com acabamento Black Piano. O equipamento agora possui espelhamento com celulares através dos aplicativos
NÚMEROS
R$ 75.990
PEUGEOT 408 Allure 2.0 BVA
R$ 86.990
PEUGEOT 408 Griffe 1.6 THP
Mirror Link (para Android) e Apple Car Play (para iOs). Os bancos têm o mesmo desenho, mas receberam nova forração e tecidos para melhorar o conforto. O 408 também recebe o novo motor turbo THP Flex de 173 cavalos com etanol e torque máximo com 24,5 kgfm, já com 1.400 rpm. Esse propulsor já havia sido aplicado no 2008 e 308. A Peugeot também colocou uma a transmissão automática EAT6, que além de mudar o escalonamento das marchas agora possui os modos Sport e ECO. Esse último, pode reduzir em até 7% o consumo de combustível, diz a marca. O 408 Allure é equipado com o motor 2.0L 16V VVT Flex, capa de render até 151 (e)/143 (g) cavalos de potência. O torque fica nos 22 kgfm a 4.000 rpm com etanol e 20 kgfm a 4.000 rpm no caso da gasolina. O câmbio também é automático de seis marchas, mas de uma geração anterior
Se não pode combater rivais como o Toyota Corolla ou Honda Civic, a estratégia para 2016 é crescer pelo menos um pouco mais
ao do THP. O carro segue com a grande lista de equipamentos de série, que inclui seis airbags (frontais, laterais e de cortina), Isofix, controles eletrônicos de tração e estabilidade, ar-condicionado digital e bancos de couro, dentre outros. Apesar dos predicados, o 408 responde por apenas
1,76% das vendas do segmento, utilizando o mês de outubro com exemplo, e está muito longe dos líderes. Se não pode combater rivais como o Toyota Corolla ou Honda Civic, a estratégia para 2016 é crescer pelo menos um pouco mais. “Temos casos de até 6% de participação no Sul do Brasil, mas em estados do Nordeste
o 408 praticamente não aparece. Nossa expectativa é de chegar pelo menos em 2,5% no país”, comenta Sérgio Davisco, gerente de produto da Peugeot. Para tentar subir nas vendas e aumentar a participação, a marca também quer reduzir um dos problemas do modelo, a desvalorização. Para isso, a Peugeot
passa a oferecer o um plano de descontos para clientes. Caso o potencial comprador seja proprietário de um veículo Peugeot, vai ganhar um bônus de R$ 5 mil que pode ser utilizado em acessórios, desconto no valor de tabela ou para aumentar da avaliação do usado no negócio. Além disso, vai ganhar três revisões grátis.
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AUTOMÓVEIS
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PICAPE
Fiat Toro é fotografada sem disfarces na fábrica de Pernambuco na versão Volcano Picape é flagrada na versão topo de linha. Fiat Toro Volcano tem motor 2.0 turbodiesel de 170 cavalos, câmbio automático de nove marchas e tração 4x4
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ais fotos vazaram na internet com o próximo lançamento da Fiat, a picape Toro. Quatro imagens feitas dentro da fábrica da marca em Pernambuco revelam as linhas do modelo e identificam qual será a versão top de de linha do carro: Fiat Toro Volcano. O veículo tem motor 2.0 turbodiesel e câmbio automático de nove velocidades. A tração é integral permanente. É o mesmo powertrain do ‘primo’ Jeep Renegade, fabricado no mesmo local. Os detalhes técnicos são identificados nos logotipos ‘AT9’ na tampa traseira e ‘4x4’ e
‘Diesel’ aplicados nas portas dianteiras. Além da versão 2.0 diesel, a Fiat Toro terá uma versão de entrada com o velho conhecido 1.8 E.torQ. Segundo o site Autos Segredos, a potência deste vai pular dos 132cv para 138 cavalos, além de melhorias no torque, que vai chegar aos 20kgfm. Na traseira, é possível perceber a tampa com incomum abertura pelos lados. O veículo já tem comprimento confirmado: 4,915m e capacidade de carga de 1 tonelada. As imagens foram postadas na comunidade Jeep Renegade, no Facebook.
Na traseira, é possível perceber a tampa com incomum abertura pelos lados
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Hatch premium Rio é o mais vendido da marca no mundo e chega em julho
VENDAS
Kia vai lançar quatro carros no Brasil em 2016 e tentar recuperar vendas "Não vamos fechar". A afirmação é do presidente da Kia Motors no Brasil. Montadora coreana tem nova fábrica no México e inicia nova fase no Brasil
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ão vamos fechar". A afirmação é do presidente da Kia Motors no Brasil, José Luiz Gandini. Depois de um ano difícil para as importadoras de automóveis, a montadora tem esperanças na nova planta do México para melhorar as vendas no Brasil. A marca foi uma das mais afetadas pelo Inovar Auto, regime automotivo adotado desde 2013, que limita a cota de importação sem o IPI elevado. Mesmo assim, 2016 será o início de uma nova fase para a Kia, com agenda de quatro importantes lançamentos. A grande novidade é o Rio, o modelo mais vendido da marca no mundo. O hatch será lançado em julho antecipadamente, trazido da Coreia do Sul, durante os Jogos Olímpicos do Rio, em três versões – hatch de duas portas, de cinco portas e o sedã. Só no último bimestre de 2016 que virá do México. Não há confirmação de detalhes como motorização e versões, mas a aposta é no motor o 1.6 16v de 128 cavalos, o mesmo do HB20. O hatch tem perfil de compacto premium e deverá se situar entre o Picanto e o Cerato hatch para brigar contra Ford Fiesta, Citroën C3 e Peugeot 208. Outro modelo aguardado é o Sportage, apresentado no último Salão de Frankfurt. "O público já está interessado, procurando informações, até porque este é um dos carroschefes da marca e agora virá diferente, mais largo", revela
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Apresentado no Salão de Frankfurt, Sportage abre ano de lançamentos da montadora
o gerente comercial da Intervia, revenda Kia localizada na Avenida Norte e no bairro da Imbiribeira, Felipe Azevedo. Com visual de Porsche, o
Sportage desembarca no país em março, o primeiro do portfólio a ser renovado, ainda via Coreia do Sul, para só em junho ser importado do Mé-
xico, quando também chega o Optima. O mais vendido da marca, o Cerato, recebeu um facelift e vem em junho, também da planta mexicana,
fechando as novidades. BALANÇO
A Kia já foi a maior importadora do Brasil com 180 concesDIVULGAÇÃO
Optima chega em junho após facelift
sionárias. Enquanto em 2011, a Kia vendeu 77 mil unidades, a previsão para 2015 é desanimadora. A previsão é fechar o ano com 16 mil veículos vendidos e 120 revendas (60 a menos). Apesar do balanço desanimador e de um 2016 difícil, a expectativa para o próximo ano é vender mais modelos da marca. “Depois de cinco anos, pressionados pela imposição de 30 pontos percentuais no IPI, tudo indica que teremos em 2016 uma pequena recuperação”, acredita Gandini. A aspiração com a nova fábrica do México é aumentar o volume de vendas para 21 mil unidades/ano - atualmente são 4.800 unidades/anuais. Vale ressaltar: a tributação do IPI permanece sobre os importados, mesmo com a produção mexicana. “Estamos esperando um 2016 melhor, apesar da falta de expectativa de reação do mercado no primeiro semestre, graças as novidades. Acredito que o Rio deva custar entre R$ 60 mil e R$ 70 mil”, aposta Carlos Felipe Azevedo, da Intervia.
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OFICINA MECÂNICA
Viagens de fim de ano abrem boa temporada para oficinas mecânicas Movimento gira o ano inteiro, mas na véspera das férias tem aumento na demanda, em função das revisões preventivas. Entender do negócio é fundamental para quem quer investir no segmento
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asta chegar o período de férias para muitas pessoas viajarem com a família de carro. Porém, o cuidado deve ser redobrado com a segurança e a melhor coisa a ser feita antes de colocar o pé na estrada é levar o veículo até uma oficina mecânica para fazer uma revisão preventiva. Freios, embreagem, suspensão, câmbio e regulagem do motor são fatores muito importantes para uma viagem segura e devem ser observados por alguém de confiança antes de buscar novos rumos, como alerta o mecânico Gilmar Martins Fadel, da Mecânica Grão Mogol. “Não se pode brincar com coisa séria”, aconselha. Gilmar conta que a demanda aumenta bastante no fim do ano, mas lamenta que o mercado tenha dado uma retraída por causa da crise econômica pela qual o país está passando. “Apesar da dificuldade, tivemos uma reação nos últimos três meses, e acredito que o movimento vá melhorar cada vez mais. Próximo de férias e feriados a oficina é muito procurada para revisão, o que é muito importante. Fazemos uma revisão geral, que inclui sistemas de freio, elétrico e de arrefecimento, troca de óleo, alinhamento, balanceamento, motor e suspensão. Se as rodas não estiverem alinhadas haverá um desgaste enorme dos pneus”, alerta. Gilmar emprega hoje três pessoas e diz que não tem a intenção de ampliar o negócio. “Estamos muito bem desse jeito. O importante é fazer um serviço benfeito e conquistar o cliente. É isso que temos buscado ao longo desses quatro anos da oficina. Por outro lado, já estou há mais de 30 anos no ramo e minha experiência sempre me mostra o que deve ser feito. Não se pode querer dar um passo maior do que as pernas. Gosto do que faço e procuro fazê-lo da melhor
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curiosos. Se o serviço for de má qualidade, o cliente não retorna nunca mais.” BARULHINHO
Willy Otto Keppel, da Checkauto, que completa 15 anos em 2015, não reclama da crise: "Estamos indo muito bem"
maneira. Se o cliente traz o carro e quer uma revisão porque fará uma viagem, olhamos tudo e mostramos a ele o que deverá ser feito para que possa fazer um passeio tranquilo, sem colocar em risco sua vida e a dos ocupantes do veículo.” Segundo Gilmar, nesse ramo de negócios, caso o empresário não ofereça um bom atendimento e não preste um serviço de qualidade, ele estará fadado ao fracasso. “Se o cliente for mal atendido, com certeza não voltará e ainda sairá falando mal de sua oficina por aí. Ser honesto com a clientela, proporcionar um bom atendimento, ter preços acessíveis e oferecer garantia dos serviços prestados são itens básicos que sempre procuro atender. Além do mais, gosto da minha profissão de trabalhar com automóveis e
de conhecer pessoas e aqui na oficina sinto-me realizado”, garante Gilmar. CLIENTELA FIEL
Para Wellerson Ferreira Fontes, do Centro Automotivo Lesson, no qual é sócio com a mulher, Vilma Cerqueira Santos, a revisão preventiva é mais importante do que a corretiva. Sempre. A oficina existe desde 1998 e hoje emprega cinco pessoas. “Não trabalhamos com lanternagem e pintura. Nosso serviço é mecânica em geral e autopeças. Porém, se o cliente quiser comprar uma determinada peça que terá de ser trocada, poderá fazê-lo, sem problemas. Fica ao gosto de cada um”, salienta Lesson. “Como disse, é muito importante fazer uma revisão antes de viajar para não colocar em risco a vida dos ocupantes do
veículo. Às vezes, uma pastilha de freio gasta ou uma suspensão ruim podem ocasionar um acidente fatal. Portanto, não se pode brincar com isso, pois é um assunto muito sério”, adverte o especialista, que está há 33 anos no ramo. Wellerson diz que a demanda maior é para a revisão geral, que inclui os sistemas de arrefecimento (responsável por regular e controlar temperaturas consideradas ideais) e freios, mecânica, suspensão, embreagem, correias, câmbio e regulagem do motor. “Entrei nesse ramo por influência de um amigo. Na época tinha 16 anos e fui trabalhar com ele. Gostei e, com o tempo, fui fazendo cursos e praticando. Gosto do que faço e não tenho a intenção de mudar de profissão. Acredito que o sucesso de minha oficina esteja pautado
no bom atendimento e na garantia de nossos serviços. Confiro tudo, não deixo passar nada. Talvez seja por isso que minha clientela seja grande e fidelizada”, orgulha-se. O pequeno empresário garante que não tem do que reclamar. Embora lamente que o movimento tenha caído um pouco, considera o faturamento bom. “Tenho muitos clientes que me acompanham há muitos anos. Além disso, a cada dia aparecem outros e, como procuro fazer um serviço de qualidade, esses também se fidelizam.” Para abrir uma oficina, Lesson acredita que o empreendedor não investirá um capital menor do que R$ 80 mil. “Nesse ramo é preciso entender muito do assunto, proporcionar um bom atendimento e ser honesto com o cliente. Não há lugar para
No ramo há mais de 25 anos, Willy Otto Keppel é o proprietário da Checkauto. Ele diz que a demanda aumenta bastante no fim do ano exatamente porque as pessoas que vão viajar de férias, principalmente para lugares mais distantes, resolvem fazer revisão antes de ganhar a estrada. “Isto é muito importante. Às vezes, um barulhinho, que pode parecer coisa boba, pode não ser e acaba acarretando algo maior, levando o veículo a sofrer algum tipo de acidente”, alerta. Willy diz que quando o cliente leva o carro para uma revisão faz questão de dar uma geral. “Tenho oito colaboradores e fazemos questão de olhar a suspensão, sistemas elétrico e de freio, regulagem do motor, alinhamento, balanceamento, pneus, enfim, olhamos todo o sistema de segurança do veículo, que pode estar sujeito a alguma falha. Agora, a revisão não deve ser deixada somente para quando a pessoa vai viajar. É necessário levar o carro até uma oficina de tempos em tempos”, orienta. Além de serviço de mecânica em geral, a Checkauto, que está completando 15 anos, trabalha com lanternagem e pintura. Keppel não lamenta pela crise e garante que o movimento da oficina está indo muito bem. “Procuro fazer um serviço de alta qualidade, oferecendo atendimento personalizado, aliado a preços acessíveis e à honestidade para com o cliente. Agindo assim, não tem como dar errado. Os clientes sempre voltam, além de divulgar a Checkauto. Por outro lado, ao longo desses anos conseguimos fidelizar uma boa clientela.”, orgulhase o empresário.
SALÃO MOTO BRASIL
Rio de Janeiro terá salão de motos em janeiro Salão Moto Brasil substitui Salão Bike Show com sete fabricantes confirmados. Concurso de motocicletas customizadas é uma das atrações
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ouco mais de três meses depois do Salão Duas Rodas, em outubro, o setor de motocicletas volta a se movimentar no fim de janeiro no Salão Moto Brasil. Substituto do Salão Bike Show, tradicional mostra realizada há cinco anos no Rio de Janeiro, o evento reunirá 80 expositores no Riocentro de 28 a 31 de janeiro. Apesar da crise econômica e a consequente quedas nas vendas que vem esvaziando o setor, sete grandes marcas já confirmaram presença: BMW, Dafra, Harley Davidson, Honda, Suzuki, Yamaha e Triumph. Além da mudança de nome e 10.800m2 de área, uma das novidades será a segunda edição do Bike & Art Show, concurso de motos customizadas que demonstrou grande interesse do público na 5ª edição esse ano. A programação terá ainda shows de manobras radicais e freestyle na área externa; test rider; Espaço da Mulher Motociclista, com produtos e serviços dedicados ao público feminino; e festival de food trucks.
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INFORMAÇÕES
Salão Moto Brasil Confira os horários de funcionamento e como adquirir o seu ingresso: SERVIÇO ● SALÃO MOTO BRASIL
de 28 a 31 de janeiro ● ONDE: Pavilhão 2 do Riocentro (Av. Salvador Allende, 6555, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro) ● QUANDO:
● HORÁRIOS DE
FUNCIONAMENTO: Dias 28
e 29 – das 14h às 22h; Dia 30 – das 12h às 22h; Dia 31 – das 12h às 20h ● ESTACIONAMENTO: gratuito para motos e triciclos. Carros pagam R$ 22. ● INGRESSOS: R$ 40, nos pontos de venda oficiais. Os bilhetes online serão vendidos em três lotes, de R$ 20, R$ 30 e R$ 40, por meio do site www. ingressorapido.com.br. ● MAIS INFORMAÇÕES: www. salaomotobrasil.com.br
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O evento reunirá 80 expositores no Riocentro de 28 a 31 de janeiro, no Rio de Janeiro.
Organização espera superar público de 80 mil pessoas desse ano
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JEEP DIVULGAÇÃO
Jeep Renegade: mais de 6.000 vendas/mês e potencial de crescimento superior ao do Honda HR-V em 2016
Renegade, o novo queridinho do Brasil Modelo da Jeep emplaca o segundo mês seguido com as melhores vendas na categoria SUV/crossover, torna-se o sétimo carro mais vendido do País no ranking mensal e desbanca o Honda HR-V como sonho de consumo
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m outros carnavais muito se falou da modelo que sambou sem calcinha ao lado do presidente e da coleira da Luma de Oliveira, mas no Carnaval passado, nos meios automobilísticos, só se falava da chegada dos novos crossovers: Honda HRV, Jeep Renegade e Peugeot 2008. Para não ficar atrás, a Renault deu uma garibada no Duster. Até a JAC entrou na onda, trazendo o T6. Só a Ford, dona do pedaço, líder do nicho durante uma década, achou melhor ficar quietinha. Manteve o EcoSport tal como era e pagou para ver. Quando decidiu reagir, era tarde. Já tinha perdido a liderança para o HR-V, foi engolida pelo Renegade e, nos últimos dois me-
ses, acabou superada até pelo Duster. Caiu para quarto lugar no acumulado do ano! No próximo Carnaval, entretanto, a tão comentada “guerra dos crossovers” já vai ser assunto antigo. Como o 2008, embora seja um ótimo carro, não consegue romper a barreira das 700 vendas/mês, a disputa ficou resumida somente a dois modelos: Jeep Renegade e Honda HR-V. Sozinhos, o Renegade e o HR-V (sim, agora nessa ordem) venderam mais em novembro do que seus próximos 12 seguidores: Duster, EcoSport, Hyundai ix35, Hyundai Tucson, Chevrolet Tracker, M i t s u b i s h i A S X , Toy ot a SW4, Mitsubishi Outlander, Kia Sportage, Peugeot 2008,
Audi Q3 e Toyota RAV4. Podemos incluir ainda as vendas do Chevrolet Trailblazer nessa lista e ainda assim a dupla Renegade/HR-V vence a disputa de novembro por dois carros de diferença. É um banho comercial! Desde abril o Honda HR-V vende mais que o EcoSport, sempre na casa de 4.0005.000 unidades/mês. A arrancada do Renegade começou um pouco mais tarde, em julho, quando rompeu a barreira dos 4.000 emplacamentos/mês. De lá para cá, o HR-V obteve três vitórias e o Renegade as duas últimas. As diferenças pró HR-V foram de 401 carros em julho, 837 em agosto e 71 em setembro. As vantagens pró Renegade
foram de 177 carros em outubro e 88 em novembro. Mas o Jeep foi o primeiro a romper a casa dos 6.000 emplacamentos (foram 6.078 em novembro). No ranking deste ano, o Honda será o campeão, pois acumula 44.618 vendas contra 32.211 do rival. Isso porque ele chegou causando: emplacou 8 carros em fevereiro, 2.382 em março e já saltou para 4.959 em abril. Um fenômeno. A subida do Jeep foi mais lenta: 66 carros em março, 575 em abril, 2.492 em maio, 3.059 em junho e 4.028 em julho. Mas no ano que vem o Jeep pode disparar. Apesar do enorme equilíbrio entre ambos, o Renegade deve continuar subindo em 2016, pois tem uma fábrica
inteira só para ele e para a futura picape da Fiat em Goiana (Pernambuco). O HR-V, por sua vez, será prejudicado pela decisão da Honda de suspender a inauguração da fábrica de Itirapina (São Paulo) até a economia melhor. Assim, ele divide a produção com outros carros de sucesso da Honda: o Civic, o Fit e o City. O Renegade começou titubeante, mas é o atual queridinho dos consumidores brasileiros. Homens confiam nele; mulheres o amam. Aos poucos, a força da marca Jeep vai se impondo perante os consumidores, graças à associação com a Fiat (líder do mercado brasileiro). O fato de ter versões 4×2 e 4×4 e motores 2.0 a diesel e 1.8 flex não é nada desprezível, pois
sua gama de ofertas é bem maior que a do HR-V, disponível apenas com motor 1.8 flex e tração 4×2. O desempenho da dupla Renegade/HR-V também serve de lição para um mercado choroso diante das terríveis perdas de 24,2% em 2015. Enquanto isso, o nicho de SUVs/ crossovers subiu 2,8% no acumulado de 11 meses, passando de 267.235 emplacamentos para 274.641. Em volume, foram apenas 7.406 carros a mais. Entretanto, os SUVs/ crossovers representam hoje 12,2% do mercado automotivo brasileiro, enquanto eram menos de 9% há apenas um ano. Isso mostra que, mesmo na crise, os consumidores compram as boas novidades.
PORTA-OBJETOS
Quando viramos reféns dos porta-objetos Os porta-trecos podem nos ajudar, mas eles reservam às vezes algumas surpresas
“Q
uantos porta-objetos tem esse carro?”. Já cansei de escutar essa frequente pergunta. Aliás, o que decide a compra entre o carro “X” e “Y”: a tecnologia, seja de segurança ou de diminuição do consumo, ou ter a máxima quantidade de portacacarecos espalhados pelo interior do carro? E será que precisamos tanto deles assim? Ou os porta-objetos viraram uma arma de marketing para vender mais carros? Smartphone, iPod, iPad, garrafa de água, bolsas, sacolas de mercado. Enfim, a lista de itens do dia a dia é enorme. Está certo, que o carro vira uma extensão da nossa casa, mas assim como os portaobjetos ajudam, eles também guardam armadilhas. Primeiro, no trânsito, a carteira e os eletrônicos ficam mais aos olhos da criminalidade – igual aos suportes de celulares. Segundo, aquela bebida (água, refrigerante, energético) vira um “chá quentinho” em dias
de calor. Isso sem mencionar que os porta-objetos podem virar uma fonte de ruído ou acumular sujeira. Entretanto, alguns fabricantes pensam em maneiras criativas de posicionarem os seus porta-cacarecos. Antigamente, tanto o Renault Scénic quanto o Citroën Xsara Picasso traziam porta-objetos sob o assoalho. O Scénic ainda tinha um porta-objetos no console central com capacidade para até três latinhas e uma gaveta sob o banco dianteiro. Atualmente, a Ford, por exemplo, também criou uma solução interessante e o compacto Ka possui um portatreco escondido na lateral do painel. Perfeito. Dá para acomodar tanto a carteira quanto o celular tranquilamente. A verdade é que não importa quantos porta-objetos existem no carro. As fabricantes podem continuar aprimorando esse aspecto da cabine, desde que não seja a única evolução para o próximo ano/modelo.
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Está certo, que o carro vira uma extensão da nossa casa, mas assim como os porta-objetos ajudam, eles também guardam armadilhas