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Automóveis 15 07 15

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Macaé (RJ), quarta-feira, 15 de julho de 2015, Ano XL, Nº 8759

Fundador/Diretor: Oscar Pires

AUTOMÓVEIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ

FOTOS DIVULGAÇÃO

Os mais vendidos no 1° semestre de 2015 Pela 1a vez em anos o Gol não lidera categoria de Entrada no semestre

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ouve poucas novidades no ranking dos carros mais vendidos no Brasil, por categoria, no 1° semestre, por categoria. A briga mais quente acontece entre os SUVs, com tantos lançamentos de peso nesta primeira metade do ano. Sem mudanças importantes desde a segunda geração, em 2012, o Ford EcoSport segurou por pouco a liderança, com apenas 274 unidades de vantagem sobre o novato Honda HR-V, lançado em março. No geral, as vendas de automóveis e comerciais leves (picapes e furgões) amargaram o pior 1° semestre desde 2007, com queda de 20,7% sobre o mesmo período de 2014, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). PÁG. 4

TESTE

VITRINE

Tempero sem exagero

DIVULGAÇÃO

Versão T-Jet reforça a esportividade do Fiat Bravo, mas estética prima pela discrição PÁG. 6 DIVULGAÇÃO

Combinação explosiva Mini JCW de terceira geração adota motor 2.0 turbo e se torna o mais potente da história PÁG. 7


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AUTOTAL por LUIZ FERNANDO LOVIK Grandes possibilidades A Renault apresentou na última semana seu novo modelo compacto global, o Kwid. O carrinho, mostrado como conceito no Salão de Paris ano passado, é o primeiro produto da parceria entre a marca francesa e a Nissan. O modelo tem 3,68 metros de comprimento e 18 cm de distância livre para o solo e deve ser o provável sucessor do Clio aqui no Brasil. Sobre o visual, o novo hatch lembra um pouco o Sandero, principalmente na parte dianteira,

devido aos faróis e à grade. O interior não foi revelado, mas cogita-se que o Kwid tenha uma tela multifuncional de 7 polegadas “touch”, além de direção, vidros, travas e retrovisores elétricos. Sob o capô, o modelo deverá ser equipado com o propulsor 1.0 litro de três cilindros, o mesmo do Nissan March. A mais forte especulação é que o Kwid deverá ser fabricado no Brasil e será o carro de entrada da Renault para a América Latina.

Audi TT tecnológico

Prestes a desembarcar no Brasil, a terceira geração do Audi TT já tem site exclusivo por aqui. Ainda sem preços definidos, o cupê será vendido em duas versões: Atraction e Ambition – a primeira com rodas de liga leve aro 18 e faróis de xênon, e a segunda com rodas liga leve aro 19 e faróis de leds. Internamente, o modelo chama atenção pelo seu painel de instrumentos totalmente digital com tela de LCD de 12,3 polegadas com até dez funções, detalhes

em alumínio, bancos de couro e volante multifuncional de pegada esportiva. Em ambas as configurações, o cupê esportivo será impulsionado pelo motor 2.0 TSFI de 230 cv de potência, acoplado a transmissão S Tronic de dupla embreagem e sete velocidades. Com tal motorização, o Audi TT é capaz de percorrer o zero a 100 km/h em apenas 5,9 segundos, com velocidade máxima limitada eletronicamente a 250 km/h.


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VITRINE

Os mais vendidos

Briga mais quente foi entre SUVs, com EcoSport e HR-V disputando topo

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ouve poucas novidades no ranking dos carros mais vendidos no Brasil, por categoria, no 1° semestre, por categoria. A briga mais quente acontece entre os SUVs, com tantos lançamentos de peso nesta primeira metade do ano. Sem mudanças importantes desde a segunda geração, em 2012, o Ford EcoSport segurou por pouco a liderança, com ape-

nas 274 unidades de vantagem sobre o novato Honda HR-V, lançado em março. No geral, as vendas de automóveis e comerciais leves (picapes e furgões) amargaram o pior 1° semestre desde 2007, com queda de 20,7% sobre o mesmo período de 2014, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

RANKING FENABRAVE

Sedans pequenos

RANKING FENABRAVE

Entrada

1. 2. 3. 4. 5.

Fiat Palio - 62.757 unidades Ford Ka - 45.988 unidades Volkswagen Gol - 44.900 unidades Fiat Uno - 43.777 unidades Volkswagen Up! - 27.729 unidades

Na categoria que mais vende, a maior diferença para a lista do 1º semestre de 2014 é a troca na liderança. Dominada pelo Gol até o ano passado, agora ela é liderada pelo Fiat Palio - assim como fazia com o hatch da marca alemã, a Fenabrave soma vendas da geração antiga (Palio Fire, na foto acima) com a atual

do modelo. O Gol, cuja geração antiga (G4) foi aposentada no início de 2014 e desde então só conta com os emplacamentos da atual, ficou em terceiro, atrás no novato Ford Ka, que não existia no 1º semestre do ano passado. E o Up!, sucessor do Gol G4, é apenas o 5º.

RANKING FENABRAVE

GM Prisma - 34.459 unidades Fiat Siena - 31.973 unidades Hyundai HB20S - 26.495 unidades Volkswagen Voyage - 23.637 unidades Chevrolet Classic - 18.136 unidades

Os modelos no top 5 continuam os mesmos. A novidade é a liderança do Chevrolet Prisma sobre o modelo da Fiat. O "se-

dan do Onix" era vice-líder até o fim de 2014. O "sedan do HB20" manteve o terceiro lugar do 1º semestre do ano passado.

RANKING FENABRAVE

Sedans compactos 1. 2. 3. 4. 5.

Honda City - 15.010 unidades GM Cobalt - 13.104 unidades Ford New Fiesta - 3.993 unidades Volkswagen Polo Sedan - 1.395 unidades Jac J3 Turin - 704 unidades

Chevrolet Onix - 55.789 unidades Hyundai HB20 - 51.349 unidades Volkswagen Fox/CrossFox - 43.059 unidades Renault Sandero - 38.382 unidades Ford Fiesta - 23.035 unidades

A renovação, no fim do ano, empurrou o City para a liderança, superando o Cobalt. Na verdade, estes são os dois únicos "jogadores" da categoria. Os demais t|êm números

muito abaixo. Vale registrar o "sumiço" do GM Sonic Sedan, com o fim das importações, o que deve acontecer, mais para frente, com o Polo, que está se despedindo.

RANKING FENABRAVE

Os top 5 são os mesmos do 1º semestre de 2014 e do fechamento do ano passado, com alguns alternando posições. O Onix segue na liderança, mas o Fiesta, que estava em 2º no 1º semestre de 2014, ainda somando os emplacamentos do New Fiesta Hatch com os da geração antiga, Rocam, aposentada no ano passado, caiu para 5º.

Outra curiosidade é que os 2 primeiros colocados, Onix e HB20, venderam mais, individualmente, que os top 5 da categoria de Entrada, exceto o Palio. Mas a categoria Hatch Pequeno foi a que mais teve redução na participação nos emplacamentos em geral, saindo de 26,07% no 1º semestre de 2014 para 23,08%.

RANKING FENABRAVE

Hatch médio 1. 2. 3. 4. 5.

Fiat Punto - 8.444 unidades Ford Focus - 7.497 unidades Volkswagen Golf - 5.414 unidades GM Cruze Sport6 - 5.137 unidades Fiat Bravo - 1.627 unidades

Foram poucas as novidades da categoria neste ano. A reestilização levou o Bravo a entrar para o top 5, dispensando o Peugeot 308. O Focus

180 foi um dos poucos que conseguiram crescer as vendas neste 1º semestre. O C 250 ficou em quarto. Quem sumiu do top 5 foi o "primo" CLA, assim como o Hyundai Azera. O Audi A4 entrou.

RANKING FENABRAVE

SUVS 1. 2. 3. 4. 5.

Ford EcoSport - 17.847 unidades Honda HR-V - 17.573 unidades Renault Duster - 16.772 unidades Hyundai iX35 - 8.142 unidades Hyundai Tucson - 6.525 unidades

Na categoria mais animada do ano, com diversos lançamentos, o EcoSport ainda se segura na liderança, mas o novato HR-V, lançado em março, está bem perto: no acumulado, a di-

ferença entre eles foi de apenas 274 unidades. Outro "calouro", o Jeep Renegade, lançado em abril, também mostrou fôlego e não chegou ao top 5 por pouco (ficou em 6º).

RANKING FENABRAVE

Hatch pequeno 1. 2. 3. 4. 5.

1. 2. 3. 4. 5.

O Série 3 segue firme na liderança com o modelo intermediário, 320, que tem motor flex. A BMW emplacou ainda o 328, mais caro, na terceira colocação. O vice-campeão, Classe C

segue em segundo: o efeito do lançamento da reestilização, que acaba de ocorrer no Brasil, só deverá ser sentido no 2º semestre.

Pick-ups pequenas 1. 2. 3. 4. 5.

Fiat Strada - 54.508 unidades Volkswagen Saveiro - 32.398 Chevrolet Montana - 13.993 Hafei Mini - 17 Ford Courier - 1 (estoque: deixou de ser produzida em 2014)

Sedans médios RANKING FENABRAVE 1. 2. 3. 4. 5.

Toyota Corolla - 31.935 unidades Honda Civic - 17.196 unidades Nissan Sentra - 7.804 unidades Chevrolet Cruze - 6.109 unidades Volkswagen Jetta - 4.498 unidades

O lançamento da nova geração, em março de 2014, já tinha feito o Corolla roubar a liderança do City no fechamento do ano. O modelo deu uma "surra" no rival e emplacou mais do que o dobro do que o

City, campeão de Sedans Compactos. A falta de novidades também prejudicou o Cruze, que perdeu posição para o Sentra. O Jetta voltou ao top 5, desbancando o Ford Fusion.

RANKING FENABRAVE

Sedans grandes 1. 2. 3. 4. 5.

BMW 320 - 2.566 unidades Mercedes-Benz Classe C180 - 1.619 unidades BMW 328 - 565 unidades Mercedes-Benz C 250 - 550 unidades Audi A4 - 545 unidades

Pick-ups grandes 1. 2. 3. 4. 5.

Chevrolet S10 - 19.023 unidades Toyota Hilux - 16.611 unidades Ford Ranger - 9.669 unidades Mitsubishi L200 - 7.872 unidades Volkswagen Amarok - 6.313 unidades


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Se carro esportivo dependesse de visual espalhafatoso, o Fiat Bravo T-Jet estaria excluído dessa classificação. Mas apenas por esse quesito. Porque motor potente e bom comportamento dinâmico estão presentes. A versão “top” do hatch médio da marca italiana parece um carro “civil”

TESTE

Tempero sem exagero

Versão T-Jet reforça a esportividade do Fiat Bravo, mas estética prima pela discrição por Raphael Panaro Auto Press

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ão tem jeito. Por mais que as versões esportivas valorizem a imagem de agressividade e sofisticação de um carro “comum”, na prática, funcionam melhor no marketing do que nas vendas. Por muito tempo essa teoria não se aplicava ao Fiat Bravo T-Jet, que arrebatava expressivos 10% do “mix” de vendas da linha – que chegou a emplacar mil unidades mensais. Porém, atualmente essa máxima é bem plausível ao hatch médio da marca italiana. Hoje, a participação da versão turbinada é mais realista – apenas por 5% dos quase 400 emplacamentos/mês do Bravo. Apesar do declínio nas vendas, que reflete a situação geral do mercado automotivo brasileiro, o Bravo T-Jet não perdeu suas premissas básicas: aliar bom comportamento dinâmico e motor potente sem deixar de lado a praticidade e o conforto de um carro para o uso diário. Um dos fatores que colabora no cotidiano é o visual discreto. Em fevereiro deste ano, toda linha do Bravo recebeu uma branda atualização estética. Visto de frente, há uma nova grade de ar, agora reforçada por uma barra cromada com o logotipo da marca centralizado. O para-choque traz linhas bem acentuadas e uma barra cromada em V, que acomoda as novas molduras dos faróis de neblina. O conjunto traseiro apresenta para-choque redesenhado com defletores de ar, novas lanternas com molduras pretas e spoiler traseiro. O T-Jet ainda conta com discretas saias laterais, rodas de 17 polegadas e grafismos nas laterais específicos da configuração. Sem um visual “vitaminado”, a esportividade do Bravo T-Jet é garantida pelo que está escondido sob o capô. Lá reside o conhecido motor 1.4 16V turbinado, que fornece 152 cv a 5.500 rpm e torque de 21,1 kgfm entre 2.250 rpm e 4.500 rpm. Ainda há a função Overbooster, que eleva a pressão do turbo de 0,9 para 1,3 bar e, consequentemente, o torque sobe para 23 kgfm nas 3 mil rotações. A transmissão é sempre manual com seis velocidades. Os dois alavancam o hatch de 1.435 kg a 100 km/h em 8,7 segundos e à velocidade máxima de 206 km/h. Por ser a topo de linha, a versão T-Jet é a que melhor tem a oferecer em termos de equipamentos. Ela traz de série volante multifuncional, arcondicionado de duas zonas, teto solar duplo, assistente de partida em rampa, piloto auto-

mático e controles eletrônicos de estabilidade e tração. O novo sistema de entretenimento Uconnect Touch agora substitui a opcional tela de 6,5 polegadas oferecida anteriormente. Nele, funções de mídia e telefone são comandadas por voz a partir de um toque no volante multifuncional – revestido em couro. Ele tem tela sensível ao toque de 5 polegadas, que pode reproduzir a imagem da câmara de ré e aceita audio streamming, Bluetooth e USB compatível com iPod e iPhone, além da entrada auxiliar. Com estes itens, a Fiat pede iniciais R$ 79.980 pelo Bravo T-Jet. Porém, a conta pode chegar a muito mais. Com faróis de xenon, GPS integrado, airbags laterais, de cortina e de joelho, revestimento dos bancos parcialmente em couro, retrovisor interno eletrocrômico, sensor de estacionamento dianteiro, câmara de ré, entre outros, o custo/benefício do Bravo T-Jet vai pelos ares: R$ 96.714.

PONTO A PONTO – Motores turbinados costumam ser sinônimo de desempenho. No Fiat Bravo T-Jet, isso acontece diferente. O 1.4 litro turbo de 152 cv consegue deixar o hatch bem explosivo. Porém, só depois das 3 mil rpm quando o “turbolag” é vencido. Antes da turbina encher, o modelo tem um comportamento “pacato”. A sensação de esportividade é ampliada pelo câmbio manual de seis marchas, que tem o escalonamento correto, mas merecia engates mais precisos. Nota 9. ● ESTABILIDADE – O Bravo é um hatch com uma bela dinâmica. A versão T-Jet só incrementa as coisas. O acerto um pouquinho mais firme da suspensão colabora para ampliar o controle sobre o carro. O médio segura bem nas curvas – com rolagens da carroceria controladas – e uma ótima sensação de segurança. Nota 9. ● INTERATIVIDADE – Apesar de seus muitos botões, é fácil lidar com o Bravo T-Jet no dia a dia. O arcondicionado bizone e o novo sistema Uconnect Touch têm comandos intuitivos. Os pedais ● DESEMPENHO

com acabamento em alumínio são adequados à proposta do T-Jet. Talvez o volante com o diâmetro menor reforçasse ainda mais a sensação de esportividade. Nota 8. ● CONSUMO – O Programa Brasileiro de Etiquetagem do InMetro não foi generoso com o Fiat Bravo T-Jet. O hatch – movido somente a gasolina – registrou média de 9 km/l na cidade e 10,4 km/l em trecho rodoviário. As notas dadas foram “E” dentro do segmento e “C” no geral. Já o índice energético ficou em elevados 2,29 MJ/km. Durante a avaliação, o computador de bordo do Bravo marcou 8,7 km/l em ciclo urbano e 10 km/l na estrada. Nota 5. ● CONFORTO – O Bravo T-Jet oferece um bom espaço para os ocupantes frontais. Os bancos também são aconchegantes. Atrás, duas pessoas se acomodam relativamente bem. Porém, dependem da boa vontade e do ajuste dos bancos do condutor e carona para melhorar o conforto. O conjunto suspensivo

mais esportivo não afeta tanto o rodar – as pancadas secas como resposta a buracos mais fundos continuam. Nota 7. ● TECNOLOGIA – A lista de equipamentos de série do Bravo T-Jet conta com itens interessantes, como ar-condicionado dual zone, teto solar, controles de estabilidade e tração e sistema multimídia com tela sensível ao toque. Os opcionais podem deixam o hatch ainda mais equipado, com faróis de xenônio, airbags adicionais e GPS integrado. O câmbio importado da Itália poderia ter trocas mais precisas. Nota 8. ● HABITABILIDADE – O teto solar na frente e atrás – só o dianteiro é rebatível – eleva a sensação de espaço no Bravo T-Jet. Os porta-objetos poderiam ser mais eficientes em levar itens de uso rápido, como carteira, celulares e chaves. Já entrar na parte de trás do hatch pode se tornar uma sessão de alongamento por causa do caimento acentuado do teto. Nada grave, no entanto. O porta-malas “engole” razoáveis 400 litros. Nota 7.

● ACABAMENTO – A reestilização do

Bravo T-Jet chegou ao interior. Uma nova iluminação branca nos comandos internos e uma grafia diferente no quadro de instrumentos dão um toque sofisticado ao habitáculo. Soma-se ainda o painel todo em plástico emborrachado e com uma textura agradável ao toque. Em partes menos nobres, há um material mais duro, mas que não compromete o acabamento. Os encaixes também mostram precisão. Nota 8. ● DESIGN – O Bravo T-Jet é um exemplo de que a esportividade não está atrelada a um visual espalhafatoso. O hatch médio preza mais pela elegância do que para os “penduricalhos” estéticos. No recente face-lift, a Fiat optou por manter a discreção. A versão TJet é identificável apenas pelas rodas com desenho exclusivo e decalques nas laterais alusivos à versão. Nota 8. ● CUSTO/BENEFÍCIO – O Fiat Bravo T-Jet custa iniciais R$ 79.980 e, além do motor turbo de 152 cv, traz ar-condicionado dual zone, hill assist, teto solar e um sistema

FICHA TÉCNICA

Fiat Bravo T-Jet A gasolina, dianteiro, transversal, 1.368 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e comando duplo de válvulas no cabeçote. Turbocompressor, intercooler, injeção eletrônica

● MOTOR:

multiponto sequencial e acelerador eletrônico. ● TRANSMISSÃO: Câmbio manual de seis marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Possui controle eletrônico de tração. ● POTÊNCIA máxima: 152 cv a 5.500 rpm.

multimídia com tela de 5 polegadas. O valor pode ultrapassar os R$ 96 mil com opcionais, como airbags laterais, de cortina e de joelho, GPS integrado, revestimento dos bancos parcialmente em couro, retrovisor interno eletrocrômico, sensor de estacionamento dianteiro e câmara de ré. Um concorrente direto é o Peugeot 308 THP, que é equipado também com um propulsor turbinado, mas 1.6 de 165 cv e câmbio automático de seis marchas. O preço é de R$ 80.490. O valor é mais caro, porém o hatch francês vem com airbags de cortina – opcionais no T-Jet. Já o porta-malas é inferior: 343 litros. O Citroën DS4, dotado do mesmo propulsor, começa na casa dos R$ 100 mil. O Volkswagen Golf parte de R$ 74.300 na versão Confortline dotada do motor 1.4 TSI de 140 cv e transmissão manual de seis relações. A conta do hatch alemão pode beirar os R$ 90 mil com todos os opcionais. Nota 6. ● TOTAL – O Fiat Bravo T-Jet somou 74 pontos em 100 possíveis.

0-100 km/h: 8,7 segundos. ● VELOCIDADE máxima: 206 km/h. ● TORQUE máximo: 21,1 kgfm entre 2.250 e 4.500 rpm. Com o Overbooster ligado: 23 kgfm a 3 mil rpm. ● DIÂMETRO e curso: 72 mm x 84 mm. Taxa de compressão: 9,8:1. ● RODAS semi-independentes e barra estabilizadora. ● ACELERAÇÃO


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Combinação explosiva AUTOMUNDO

Mini JCW de terceira geração adota motor 2.0 turbo e se torna o mais potente da história por Raphael Panaro Auto Press

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ito e feito. Antes de apresentar a terceira e atual geração do Cooper, a Mini adiantou que a numerosa gama do icônico carrinho sofreria mudanças. A fabricante, que pertence ao Grupo BMW, afirmou que iria se concentrar em “apenas” cinco carrocerias para o modelo – a antiga geração tinha sete. Nos planos da marca inglesa estão a existente hatch – com duas e quatro portas –, o conversível, o crossover Countyman, a station Clubman e um futuro modelo ainda indefinido. Com isso, as configurações roadster e cupê deixam a linha. Outras variantes que permanecem em pauta são as esportivas preparadas pela John Cooper Works. E, claro, a primeira a aparecer nessa nova fase é no tradicional Cooper. O novo JCW chega com a credencial de ser o Mini mais potente a ser oferecido em 55 anos de história. Para dar esse título ao modelo, a engenharia mandou para longe a ideia de downsizing. O motor 1.6 THP de 211 cv e 26,5 kgfm de torque – que equipava o modelo anterior – deu lugar ao 2.0 litros turbinado, que está atualmente sob o capô da versão “normal” Cooper S. Porém, em vez de 192 cv, o propulsor foi calibrado para fornecer 231 cv entre 5.200 e 6 mil rpm, além de 32,6 kgfm de torque entre 1.250 e 4.800 rotações. Com transmissão manual de seis marchas, o Cooper JCW cumpre o zero a 100 km/h em 6,3 segundos. Já com a caixa automática, também de seis relações, o tempo cai para 6,1 segundos. A velocidade máxima é de 246 km/h.

A vocação esportiva ainda aparece no visual, porém de forma menos “exagerada”. Com 3,87 metros de comprimento, 1,72 m de largura, 1,41 m de altura e 2,49 m de distância entre-eixos, o Mini John Cooper Works conserva muito do design do conceito apresentado no Salão de Detroit, nos Estados Unidos, em janeiro de 2014. Os para-choques são diferenciados com mais tomadas de ar, há saias laterais, spoiler integrado e dupla saída de escapamento central. As rodas são de 17 polegadas com desenho exclusivo para a versão – 18 polegadas são opcionais. A potência extra demandou alguns cuidados da Mini em relação à segurança. O modelo conta, de série, com airbags frontais, laterais e de cortina, além de freios da Brembo. O conjunto suspensivo foi recalibrado e o carrinho ganhou bloqueio eletrônico de diferencial com a opção de controle eletrônico de amortecimento. Entre as comodidades para o motorista estão os bancos esportivos, sistema multimídia, head-up display, park assist, câmaras de ré, ar-condicionado digital bizone e som premium Harman Kardon. Na Inglaterra, o Mini John Cooper Works parte de 24.380 libras – cerca de R$ 116 mil. O carro aterrisa no Brasil ainda esse ano, mas sem preço definido.

DIVULGAÇÃO

NÚMEROS

2.0 litros Motor 2.0 litros turbinado

231 cv Potência máxima

O Mini John Coopers Works é o mais potente de todos os tempos. Combina a sensação de um carro de corrida com uma “pegada” premium. Graças à tecnologia do motor, a aerodinâmica e tecnologia de suspensão derivada diretamente das pistas, possibilita um prazer de condução extremo. Tração dianteira, baixo centro de gravidade, ampla largura e arquitetura rígida são outros itens que corroboram esse “feeling”


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