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Automóveis 13 04 2016

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Macaé (RJ), quarta-feira, 13 de abril de 2016, Ano XL, Nº 8991

Fundador/Diretor: Oscar Pires

AUTOMÓVEIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ

FOTOS DIVULGAÇÃO

Ford Ranger evolui em segurança Linha 2017 da Ford Ranger segue reestilização adotada na Ásia com alteração no painel e novos itens de segurança. Garantia é de cinco anos

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ma semana depois das versões diesel 2.2 XLS manual (de entrada) 3.2 Limited (topo de linha), a Ford apresenta toda a linha da Ranger 2017 – composta ainda da 2.2 XLS automática, 3.2 XLT automática, 2.5 flex XLS, XLT e Limited, todas com câmbio manual. A picape média produzida na Argentina segue as atualizações de design na parte frontal e painel primeiramente adotadas na Ásia, novos recursos de segurança e garantia ampliada de três para cinco anos. O objetivo da Ford é equiparála em tecnologia à nova geração da Toyota Hilux e se antecipar à também reestilizada Chevrolet S-10, que chega no

segundo semestre. A partir de agora, Ranger de cabine simples, só por encomenda. Preços vão de R$ 99.500 a R$ 179.900. O visual da Ranger 2017 se destaca na dianteira, com novos faróis de duplo refletor (exceto na XLS), grade frontal de barras cromadas, capô sustentado por molas a gás e novas rodas – que passaram de 17 para 18 polegadas na Limited (as demais versões utilizam aro 17, sempre de alumínio). Na traseira, tudo igual. INTERIOR

O painel também mudou e acrescenta dois itens à versão Limited: quadro de instrumentos com duas telas con-

figuráveis e sistema de entretenimento Sync com tela de oito polegadas, comandos de voz, navegador e assistente de emergência, no lugar da tela anterior de cinco polegadas (demais versões permanecem com a tela de 4,2 polegadas). Recurso já conhecido do Fusion, o quadro permite ao motorista escolher as funções exibidas, como computador de bordo, conta-giros, áudio ou navegação. Na tela sensível ao toque o Sync agrupa ainda operações de áudio, telefone por Bluetooth e ajustes do ar-condicionado. Há também a estreia da chave configurável My Key, que permite programar limitações de velocidade. PÁG. 4

O painel também mudou e acrescenta dois itens à versão Limited: quadro de instrumentos com duas telas configuráveis e sistema de entretenimento Sync com tela de oito polegadas, comandos de voz, navegador e assistente de emergência

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O principal foco do novo motor é o desempenho, mas o consumo também foi priorizado pela marca

Tecnologias caras, mas que pouca gente utiliza Pesquisa americana mostra que consumidores de carros novos pagam por recursos embarcados que dificilmente irão usar PÁG. 6 DIVULGAÇÃO

Hyundai HB20 ganha motor 1.0 turbo O novo 1.0 Kappa turbo é o primeiro turbo flex da Hyundai no mundo PÁG. 2

Cerca de 10% do valor de um carro corresponde ao que se paga por equipamentos de conectividade


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AUTOTAL Hyundai HB20 ganha motor 1.0 turbo A

Hyundai revelou hoje (12) seu novo motor 1.0 três cilindros turbo flex para a linha HB20 e HB20S. As novas versões chegam às lojas no dia 23 de abril, com preços iniciais de R$ 47.445 para o hatch e R$ 51.475 para o sedã. O motor de 12 válvulas entrega 105 cavalos de potência quando abastecido com etanol e 98 cv com gasolina. O torque é de 15 kgfm com etanol e de 13,8 kgfm com gasolina, disponível a partir das 4.500 rpm. O câmbio que acompanha o novo motor é manual de seis marchas. O novo motor estará disponível apenas para as versões intemediárias Comfort Plus e Comfort Style, sem mudanças no pacote de equipamentos. Os

preços são, em média, R$ 2.650 mais baratos que o das configirações 1.6 e R$ 3.700 mais caras que as equipadas com motor 1.0 aspirado. Com esse posicionamento de mercado, as versões equipadas devem representar cerca de 8% do mix de vendas, segundo a Hyundai. NOVO 1.0 TURBO DA HYUNDAI

O novo 1.0 Kappa turbo é o primeiro turbo flex da Hyundai no mundo. Desenvolvido na Coreia do Sul e capaz de render até 105 cv de potência e 15 kgfm de torque com etanol, o novo três cilindros oferece até 47% a mais de torque e 31% a mais de potência em relação ao 1.0 aspirado. Segundo o Hyundai, a

novidade preenche uma lacuna de 48 cv existente entre os motores 1.0 e o 1.6 aspirados. Isso quer dizer que, na linha HB20, o novo 1.0 não substituirá o atual motor 1.6 de 128 cv. Pelo menos, por enquanto. O principal foco do novo motor é o desempenho, mas o consumo também foi priorizado pela marca. Segundo os dados divulgados pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular do Inmetro, tanto HB20 quanto HB20S receberam nota A. O hatch tem consumo de etanol de 8,2 km/l na cidade e 10,1 km/l na rodovia. Já com gasolina, os números são de 11,6 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada. São números de consumo melhores que o do HB20 1.0 aspirado

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Ford Ranger 2017 evolui em segurança Linha 2017 da Ford Ranger segue reestilização adotada na Ásia com alteração no painel e novos itens de segurança. Garantia é de cinco anos

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ma semana depois das versões diesel 2.2 XLS manual (de entrada) 3.2 Limited (topo de linha), a Ford apresenta toda a linha da Ranger 2017 – composta ainda da 2.2 XLS automática, 3.2 XLT automática, 2.5 flex XLS, XLT e Limited, todas com câmbio manual. A picape média produzida na Argentina segue as atualizações de design na parte frontal e painel primeiramente adotadas na Ásia, novos recursos de segurança e garantia ampliada de três para cinco anos. O objetivo da Ford é equiparála em tecnologia à nova geração da Toyota Hilux e se antecipar à também reestilizada Chevrolet S-10, que chega no segundo semestre. A partir de agora, Ranger de cabine simples, só por encomenda. Preços vão de R$ 99.500 a R$ 179.900. O visual da Ranger 2017 se destaca na dianteira, com novos faróis de duplo refletor (exceto na XLS), grade frontal de barras cromadas, capô sustentado por molas a gás e novas rodas – que passaram de 17 para 18 polegadas na Limited (as demais versões utilizam aro 17, sempre de alumínio). Na traseira, tudo igual.

INTERIOR

O painel também mudou e

acrescenta dois itens à versão Limited: quadro de instrumentos com duas telas configuráveis e sistema de entretenimento Sync com tela de oito polegadas, comandos de voz, navegador e assistente de emergência, no lugar da tela anterior de cinco polegadas (demais versões permanecem com a tela de 4,2 polegadas). Recurso já conhecido do Fusion, o quadro permite ao motorista escolher as funções exibidas, como computador de bordo, conta-giros, áudio ou navegação. Na tela sensível ao toque o Sync agrupa ainda operações de áudio, telefone por Bluetooth e ajustes do arcondicionado. Há também a estreia da chave configurável My Key, que permite programar limitações de velocidade. SEGURANÇA

Foram incorporados ainda importantes recursos de segurança antes registros à SUVs e modelos de luxo. Todas as versões vem de série com sete airbags (frontais, de joelhos para o motorista, laterais dianteiros e de cortina), direção com assistência elétrica, controles eletrônico de estabilidade e tração, encostos de cabeça e cintos de três pontos e fixação Isofix para cadeiras

infantis. A versão Limited acrescenta sistemas de alerta de colisão, aviso de baixa pressão dos pneus, assistente de faróis altos, controlador de distância em relação ao carro da frente (sem função para e anda) e monitores de proximidade e de saída da faixa de rolamento. REDUÇÃO DE CONSUMO

O motor 2.2 diesel de quatro cilindros passou por alterações no turbocompressor e nas válvulas a fim de reduzir o consumo. Ganhou 10cv, indo de 150cv (cavalos) para 160cv de potência e 38,2kgfm de torque para 39,3kgfm (acréscimo de 1,1kgfm). O motor 3.2 turbodiesel de cinco cilindros passou pelas mesmas mudanças, mas manteve os 200cv de potência e o torque de 47,9kgfm. A partir de agora também oferecida com o motor 2.2, a transmissão automática de seis velocidades foi revista em calibração e conversor de torque, o que, segundo a Ford, contribuiu para a redução de consumo de combustível em até 15%, aliado a fatores como a direção de assistência elétrica em toda a linha (antes era hidráulica) e pneus de menor resistência ao rolamento na Limited.

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Tecnologias caras, mas que pouca gente utiliza Pesquisa americana mostra que consumidores de carros novos pagam por recursos embarcados que dificilmente irão usar

C

erca de 10% do valor de um carro corresponde ao que se paga por equipamentos de conectividade. Porém, um estudo americano da consultoria JD Power revela que poucos proprietários usam todos os recursos oferecidos. Serviços de concierge e wi-fi são os líderes de desprezo dos proprietários. A maioria dos respondentes afirma que o recurso indesejado veio como equipamento de série. Outra reclamação recorrente foi a falta de explicações no momento da compra do carro. "Quando o consumidor nem é apresentado aos recursos da central multimídia, há uma probabilidade enorme de ele nunca utilizar a tec-

nologia. Ou pior, nem saber de sua existência", explica Kristin Kolodge, diretora da JD Power. A pesquisa entrevistou 4.200 donos de carros novos nos Estados Unidos. O estudo selecionou apenas recém-proprietários, três meses após a compra. Segundo os pesquisadores, nesse período os motoristas têm a maior chance de adotar as novas soluções tecnológicas do carro. "Os primeiros 30 dias são críticos. As fabricantes precisam acertar de primeira. Os sistemas precisam ser intuitivos ou, então, os consumidores usarão seus celulares." A pesquisa mostra ainda que quem tem entre 21 e 38 anos usa mais o smartphone dentro

do carro, preferindo o aparelho à central multimídia."Esses consumidores já estão familiarizados com a operação dos celulares e, em sua maioria, os consideram mais precisos", afirma Kristin. Por causa disso, 20% dos entrevistados disseram não verem necessidade de ter em seu próximo carro sistemas como o Apple CarPlay e Android Auto. RECURSOS

Menos utilizados ● SERVIÇO

de concierge -

43% - 38% Assist - 35% ● HEAD-UP display - 33% ● APP da marca - 33% ● WI-FI

● PARK

RECURSOS

Mais utilizados de ponto cego de estacionamento sonoro ou por câmera ● SISTEMAS que evitam colisão, como a frenagem automática ● ALERTA

● SENSOR


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