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Macaé (RJ), quarta-feira, 13 de janeiro de 2016, Ano XL, Nº 8915
Fundador/Diretor: Oscar Pires
AUTOMÓVEIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
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Ford garante Fusion, 1.0 turbo e "OnStar melhorado" no Brasil Fusion 2017: sedã renovado chega ao Brasil ainda este ano com tecnologia de auxílio FordPass e sistema Sync 3
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elo que mostrou -- e contou -- no Salão de Detroit 2016, a Ford terá um ano agitado. Além de lançamentos e remodelações, a marca deve lançar no Brasil o FordPass, seu serviço de assistência pessoal (nos mesmos moldes do Chevrolet OnStar), novos Fusion e Ranger, além do motor 1.0 turbo da família Ecoboost. A marca inicia sua agenda em abril com nova Ranger, picape produzida na Argentina que passará por sua primeira reestilização dentro desta atual geração. Em seguida, em maio, a empresa deve (finalmente) lançar o novo Edge no país. Em junho será a vez do Fiesta Sport estrear o motor 1.0 Ecoboost (turbo e injeção direta) no Brasil, que deve aos poucos se espalhar também pela gama de Focus e EcoSport. PÁG. 4
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Audi lança A1 Sportback reestilizado, que parte de R$ 106.990
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Versão top de linha Ambition de 192 cv tem preço sugerido de R$ 124.990 PÁG. 3 DIVULGAÇÃO
Setor de seminovos comemora crescimento de 33,6% em 2015 PÁG. 7
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AUTOTAL por LUIZ FERNANDO LOVIK Onix é o carro mais vendido de 2015 O Chevrolet Onix foi carro mais vendido do Brasil em 2015, superando o Fiat Palio, líder de 2014, com 125.931 unidades emplacadas contra 122.364 do rival, informou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) nesta quarta (6). A diferença foi de pouco mais de 3,5 mil emplacamentos a favor do carro da General Motors - as vendas do Palio inclui tanto o modelo atual quanto o Palio Fire (geração antiga). Desde novembro, o Onix já havia ultrapassado o Palio no
Nova Versão Ainda este ano, a Jeep vai começar a vender no Brasil os modelos Renegade, Grand Cherokee e Wrangler em uma nova versão especial e limitada, batizada de "75th Anniversary". A série foi apresentada na semana passada e, durante o Salão de Detroit, que abriu as portas à imprensa hoje, a empresa confirmou que chegará ao Brasil. Em comemoração aos 75 anos da marca norte-americana, os carros ganham alguns detalhes especiais de acabamento. Por exemplo, todos serão pintados em um tom especial de verde e terão detalhes alaranjados. Já as rodas terão acabamento em tom de bronze acetinado. Selos com a inscrição "75th Anniversary" estão espalhados pela carroceria.
acumulado do ano. É o segundo ano seguido com um campeão novo de vendas. Em 2014, o Palio quebrou o reinado de 27 anos de carro mais vendido, do Volkswagen Gol, porém com uma diferença bem menor, de apenas 408 unidades. É ainda a primeira vez em décadas que a GM coloca um modelo como líder de vendas, depois de ver o Monza no lugar mais alto em 1984, 1985 e 1986, antes de começar a "era Gol". Antes do Monza, o Chevette foi o preferido dos consumidores em 1983.
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Audi lança A1 Sportback reestilizado, que parte de R$ 106.990 Versão top de linha Ambition de 192 cv tem preço sugerido de R$ 124.990
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Audi A1 Sportback chega ao Brasil reestilizado e em versões mais potentes. O compacto vem nas versões Attraction (R$ 106.990) e Ambition (R$ 124.990), com direto a novos acabamento e cores. A nova versão Ambition vem equipada com o motor 1.8 Turbo FSI de 192 cv de potência. Na versão Attraction o A1 traz motor 1.4 Turbo FSI de 125 cv. O carro ficou 2 centímetros mais longo, com comprimento total de 3,97 metros. A cúpula do teto é pintada em cor contrastante com o restante da carroceria. Seu chassi o torna mais esportivo e ágil. A nova direção eletromecânica garante que o motorista tenha assistência ideal em todas as situações de rodagem. O nível de assistência é reduzido conforme a velocidade do veículo aumenta. Uma novidade é a introdução do sistema Audi Drive Select, oferecido na versão Ambition 1.8. O motorista pode utilizá-lo para alterar as características do motor e do câmbio S tronic entre três modos: auto, eficiência e dinâmico. O ESC (Electronic Stabilization Control, ou controle eletrônico de estabilidade) torna a direção ainda mais precisa e estável e a vetorização de torque diminui a tendência do carro a sair de frente (subesterço) quando guiado no limite. Dados de fábrica indicam que na nova versão Ambition, a aceleração de 0 a 100 km/h leva 6,9 segundos, ante 7 segundos do modelo 2015. O propulsor de maior cilindrada faz o A1 atingir a velocidade máxima de 234 km/h, contra 227 km/h do modelo 1.4. Na versão Attraction o A1 acelera de 0 a 100 km/h é em 8,9 segundos, contra 9 segundos do modelo anterior. A velocidade máxima subiu de 203 para 204 km/h. As duas versões são oferecidas com câmbio S tronic de dupla embreagem com sete velocidades.
Na versão Attraction há rodas de liga leve de 16 polegadas de diâmetro e pneus 215/45. Já a Ambition traz rodas de 17 polegadas, com pneus 215/40. Por trás das rodas ficam os poderosos freios, com discos dianteiros ventilados com 256 (Attraction) ou 310 milímetros de diâmetro (Ambition). Nas traseiras as duas versões usam discos com 230 milímetros, seguros por pinças flutuantes de alumínio. Nas frenagens de emergência, as luzes de freio adaptativas piscam para alertar os motoristas que vêm atrás. O acabamento interno da versão Ambition é preto brilhante e os dois bancos esportivos dianteiros têm ajuste de altura. O teto é revestido de tecido preto. O volante e a manopla da alavanca da transmissão são de couro. Por fora a versão top de linha se destaca pelas rodas de 17 polegadas e pelo contraste entre a pintura dos painéis, o arco preto brilhante e o pacote S-Line. O teto também traz pintura contrastante e, opcionalmente, o carro pode trazer o teto solar Open Sky, com acionamento elétrico. Os faróis são bixenônio, com luzes de condução diurna de LEDs, limpadores e ajuste automático de altura, de acordo com a distribuição interna de carga. A versão Ambition vem equipada de série com o Audi music interface e o Audi Sound system, além de rádio MMI e sistema Bluetooth de conexão para telefones celulares. O A1 Attraction também conta com conexão Bluetooth e rádio MMI. Tanto a versão Ambition como a Attraction podem receber também o pacote opcional WDI de tecnologia, que inclui controlador de velocidade, sistema de chave Keyless-go e o equipamento de som Bose surround. Na versão Attraction, o WDI inclui ainda o pacote de luzes, item já de série na versão Ambition.
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A Ford terá um ano agitado. Além de lançamentos e remodelações, a marca deve lançar no Brasil o FordPass, seu serviço de assistência pessoal, novos Fusion e Ranger, além do motor 1.0 turbo da família Ecoboost
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Ford garante Fusion, 1.0 turbo e "OnStar melhorado" no Brasil Vice-presidente executivo da Ford, Raj Nair apresenta Fusion 2017; sedã renovado chega ao Brasil ainda este ano com tecnologia de auxílio FordPass e sistema Sync 3
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elo que mostrou -- e contou -- no Salão de Detroit 2016, a Ford terá um ano agitado. Além de lançamentos e remodelações, a marca deve lançar no Brasil o FordPass, seu serviço de assistência pessoal (nos mesmos moldes do Chevrolet OnStar), novos Fusion e Ranger, além do motor 1.0 turbo da família Ecoboost. A marca inicia sua agenda em abril com nova Ranger, picape produzida na Argentina que passará por sua primeira reestilização dentro desta atual geração. Em seguida, em maio, a empresa deve (finalmente) lançar o novo Edge no país. Em junho será a vez do Fiesta Sport estrear o motor 1.0 Ecoboost (turbo e injeção direta) no Brasil, que deve aos poucos se espalhar também pela gama de Focus e EcoSport. Na sequência a marca passa a trazer do México o Fusion reestilizado, apresentado agora em Detroit.
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CONSERVADOR
Este tapa no visual do Fusion deixou o modelo 2017 genérico se comparado ao anterior: faróis dianteiros mais estreitos e nova assinatura de LED padronizam a frente do carro ao design global da empresa e traseira cheia de cromados tira a exclusividade do desenho. No pacote tecnológico, boas notícias: a alavanca de câmbio foi substituída por um seletor giratório (assim como nos carros da Jaguar/Land Rover) e todas as versões passam a contar com o Sync 3, que além de todas as funções já existentes, ainda pode espelhar o celular e utilizar o telefone para travar e destravar o carro, dar partida no motor e consultar informações do computador de bordo. O Fusion também passa a ser equipado com sistemas como assistente para evitar evasões de faixa e detector de pedestre. Nos EUA, modelo ganha ainda nova versão, chamada de Sport (motor V6 Ecoboost de 2,7 litros, 328 cv e 48,4 kgfm de torque), com tração integral, suspensão a ar adaptativa e rodas aro 19.
"ONSTAR MELHORADO"
O FordPass, uma espécie de "OnStar da Ford", promete que "será mais atual e moderno", segundo executivos locais
da marca. Está previsto para surgir no Brasil junto com -ou pouco após -- a chegada do Fusion. O sistema é atrelado ao Sync 3, sistema da marca que deixa de ser apenas multimídia e passa a responder como cérebro dos novos carros. Com ele, será possível não
apenas dar assistência ao condutor, mas também interligar o carro com a residência do condutor, outros veículos e com a central da Ford. De acordo com a Ford, todos os carros que já possuírem Sync poderão receber a atualização para o FordPass, mas
só os novos terão a interface Sync 3. O RETORNO DO ECOSPORT
Por fim, no Salão de São Paulo, entre outubro e novembro, a marca deve mostrar a primeira reestilização da se-
gunda geração do EcoSport, lançada no Brasil em 2012. O objetivo será claro: fortalecer novamente o SUV para que este volte a brigar pela liderança e recordes do segmento, perdidos para Honda HR-V e Jeep Renegade. EcoSport será a grande es-
trela da empresa no evento. Já o clássico Mustang, cogitado por diversas vezes no Brasil, ficará para sempre em "fase de homologação" enquanto o dólar beirar os R$ 4. Nos EUA, a Ford deve apresentar o primeiro facelift do muscle car já em 2017.
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Nas ruas, o Fiat Panda versão Cross, não passa despercebido: o visual é típico de um modelo aventureiro
AUTOMUNDO
Aparência com essência
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No mercado europeu, Fiat Panda alia vocação lameira às dimensões urbanas na versão Cross, com tração integral por Márcio Maio Auto Press
E
m 35 anos de existência, o Fiat Panda pode ser considerado um fenômeno na Europa. O subcompacto já emplacou mais de 10 milhões de unidades e, para muitos adeptos da aventura ou profissionais do ambiente agrícola, é um dos melhores custos/benefícios no competitivo mercado europeu. Isso porque o modelo tem inusitadas versões 4X4, que desde 1983 permite ao compacto urbano – que é construído sobre a mesma plataforma do Uno vendido no Brasil – se arriscar em trilhas com sua tração nas quatro rodas. E até com “roupagem” mais “off-road”, em sua configuração Cross, uma das vertentes da terceira geração do Panda, lançada em 2011. O Panda Cross europeu é movido por um motor dois cilindros TwinAir Turbo 0.9 litro a gasolina, que entrega 90 cv de potência e torque de 14,8 kgfm ou um diesel 1.3 MultiJet de 80 cv e 19,4 kgfm de torque. Mas o primeiro conta com um modo de direção econômico que, ao ser acionado, reduz drasticamente esses valores, garantindo mais autonomia para o veículo. Desta forma, potência e torque caem para 77 cv e 10,2 kgfm. Com gasolina no tanque, o trem de força é completado por uma transmissão de seis velocidades, enquanto a versão com propulsor diesel traz câmbio de cinco marchas. Ambos contam com sistema start/stop de série, que desliga o motor quando o veículo é parado e o pedal do freio se mantém pressionado, caso dos sinais de trânsito, por exemplo. O sistema de tração nas quatro rodas acompanha um controle de seleção que permite escolher entre três opções. A primeira, Auto, divide a força automaticamente com o eixo traseiro ao identificar situações de baixa aderência. O modo Off-Road adota a tração nas quatro rodas, priorizando sempre as que necessitam de mais força. Já o Hill Descent Control é indicado para
descidas íngremes e controla automaticamente os freios e a velocidade do veículo para manter a segurança. Na Itália, onde o Panda Cross é fabricado, a Fiat cobra iniciais 19.650 euros pela sua versão de entrada, movida a gasolina. Ou seja, são aproximadamente R$ 66.900. Um preço que até chama a atenção em função da tradição e da capacidade “off-road” da versão. Mas, pelo tamanho compacto do modelo, pode ser considerado um tanto salgado para quem pretende usufruir mais de suas características urbanas. PEQUENO MULTIFUNCIONAL
O Fiat Panda Cross é um carro com dimensões de veículo de passeio compacto. Mas esconde uma personalidade “off-road” capaz de impressionar. Nas ruas, não passa despercebido: o visual é típico de um modelo aventureiro, com inserções vistosas de proteção em plástico nos para-lamas e para-choques da frente e de trás e dois ganchos de reboque vermelhos na parte frontal. A bordo, é confortável e tem boa visibilidade dianteira. Já atrás, em função das pequenas janelas, é indicado investir nos opcionais sensores de estacionamento traseiros. As partes superiores do velocímetro e tacômetro ficam escondidas pelo aro do volante, o que atrapalha um pouco a interação entre o condutor e o automóvel. E o painel é coberto com plástico acobreado – infelizmente, não há possibilidade de mudar esse tom. Retomadas e saídas de sinal são boas, assim como o isolamento acústico. Trata-se de um modelo projetado para uso “off-road” e na cidade, mas o grande destaque fica mesmo na sua vertente aventureira. Há uma capacidade digna de elogios para enfrentar obstáculos graças ao ângulo de ataque de 24° para frente e 34° para a retaguarda. E para quem pretende utilizar mais o carro no ambiente urbano, a presença da sexta marcha no propulsor a gasolina contribui consideravelmente para a economia de combustível.
NÚMEROS
0.9 litro TwinAir Turbo
90 cv
Potência máxima
14,8 kgfm Torque máximo
FICHA TÉCNICA
● VELOCIDADE máxima: 167 km/h.
Fiat Panda Cross ● MOTOR: A gasolina, dianteiro,
transversal, 0,875 cm3, dois cilindros paralelos, quatro válvulas por cilindro e comando variável de válvulas. Injeção direta de combustível e acelerador eletrônico sobrealimentado por
● TORQUE máximo: 14,8 kgfm a
turbocompressor. ● TRANSMISSÃO: Câmbio manual
com seis marchas à frente e uma a ré. Tração integral. ● POTÊNCIA máxima: 90 cv 5.500 rpm (77 cv no modo Eco). ● ACELERAÇÃO de 0 a 100 km/h: 12 segundos.
1.900 rpm (10,2 kgfm a 2 mil rpm no modo Eco). ● DIÂMETRO e curso: 80,5 mm x 86,0 mm. Taxa de compressão: 10,0:1. ● SUSPENSÃO: Dianteira com rodas independentes do tipo McPherson, com braços oscilantes. Traseira com rodas conectadas por eixo de torção.
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ECONOMIA
Setor de seminovos comemora crescimento de 33,6% Carros com até três anos foi a alternativa do consumidor diante da falta de confiança na economia
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um ano em que as vendas de veículos novos tiveram uma das maiores quedas da história (-25,6%), o setor de usados só tem a comemorar: foram vendidos nada menos do que 13.357.296 carros usados em 2015, volume parecido com o do ano anterior (13.360.306), com um aumento residual de 0,02%. Manter o volume de vendas num ano tão difícil como 2015 já é motivo de comemoração, mas se o foco for o segmento de carros seminovos (com até três anos de uso), aí sim é só alegria. As vendas de carros seminovos tiveram um aumento de 33,6% no ano passado, com um volume total de 4.035.316 unidades entre todos os segmentos (carros, comerciais e motos), contra 3.019.558 unidades vendidas em 2014. Qual a razão de uma discrepância tão grande entre os seminovos e os outros segmentos (novos, usados e velhinhos: veja abaixo quanto cada um caiu no ano)? O medo. Diante das incertezas da economia, o consumidor resolveu segurar o dinheiro. Optou pelo usado em detrimento do OKM, desembolsando menos dinheiro e adiando a compra do zero. Do ponto de vista financeiro foi uma boa alternativa: investiu num carro já depreciado e fez uma poupança para um futuro incerto, procedimento que confirma a tese de que o País vive uma crise de confiança e não exatamente de dinheiro. Outro elemento que corrobora com a tese é que milhares de cartas de créditos de consórcios contemplados não foram utilizadas por seus portadores, que estão adiando a compra esperando um momento mais favorável do mercado.
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As vendas de carros seminovos tiveram um aumento de 33,6% no ano passado, com um volume total de 4.035.316 unidades
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