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Macaé (RJ), quarta-feira, 9 de novembro de 2016, Ano XL, Nº 9171
Fundador/Diretor: Oscar Pires
AUTOMÓVEIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
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Honda WR-V faz estreia mundial no Brasil com a presença do CEO global Posicionado abaixo do HR-V, ele é o menor modelo na família de SUVs da marca SALÃO DO AUTOMÓVEL
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Jeep Renegade 2017 estreia motor 1.8 flex evoluído com 139 cv Modificações no motor 1.8 Flex que prometem deixá-lo até 10% mais econômico PÁG. 5 DIVULGAÇÃO
Novo Cruze Sport6 2017 chega com design e acerto mais esportivos O Cruze Sport6 chega em 2017 e será vendido nas versões LT e LTZ PÁG. 4
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AUTOTAL Toyota C-HR é apresentado no Brasil para testar reação do público A
inda não foi desta vez. A Toyota optou por não trazer o C-HR de produção para o Salão do Automóvel de São Paulo, mas a vinda da versão conceitual não deixa de indicar o interesse real da marca em vendê-lo no Brasil. Já apresentado na Europa e com estreia pública marcada ainda para este mês nos Estados Unidos, o modelo é uma resposta direta ao sucesso dos rivais Honda HR-V e Jeep Renegade, além de novidades como Nissan Kicks e Renault Captur. Na versão de produção, o CHR mede 4,36 metros de comprimento e conta com 2,64 m de distância entre-eixos, sendo ligeiramente maior que seu principal rival, o HR-V (4,29 metros e 2,61 m de entre-eixos). A plataforma é a base modular TNGA, a mesma que será usada pelo próximo Corolla. Um dos destaques é o pacote especial de itens de segurança, que inclui piloto automático adaptativo com frenagem autônoma e reconhecimento de pedestre, além de alerta de evasão de faixa com controle da direção e faróis com facho alto automático. O lançamento nacional ainda não foi confirmado, mas o conjunto formado pelo motor 2.0 do Corolla aliado ao câmbio automático do tipo CVT é o mais cotado para o nosso mercado.
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Embota a Toyota negue, a rede da marca pressiona para que o modelo seja oferecido localmente no máximo em 2018.
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Honda WR-V faz estreia mundial no Brasil com a presença do CEO global Posicionado abaixo do HR-V, ele é o menor modelo na família de SUVs da marca
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ostrando a importância do Brasil em sua operação, a Honda WR-V faz a sua estreia mundial no Salão do Automóvel. Com a presença de Takehiro Hachigo, CEO Global da Honda, o modelo é uma das principais estrelas no estande da marca japonesa. Mais que um Fit Twist, o novo aventureiro traz design exclusivo e inicia um subsegmento, abaixo dos SUVs compactos. Tão curioso quanto o visual é seu nome. Conforme explica a Honda, a sigla WR-V tem sua origem na expressão Winsome Runabout Vehicle, onde “Winsome” significa alegre, agradável e atraente em inglês. Posicionado abaixo do HR-V, ele é o menor modelo na família de SUVs da marca e irá concorrer com as versões mais baratas de Ford EcoSport e Renault Duster, entre outros. Desenvolvido pelo time de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda Automóveis no Brasil, o WR-V é apresentado pela Honda como “um mini-crossover” baseado no Fit que se difere pela NÚMERO
116 CV
O conjunto mecânico deve ser o mesmo do Fit, ou seja, motor 1.5 Flex de 116 cv
dianteira alta e mais robusta e faróis com luzes de uso diurno (DLR) em LED, enquanto a traseira traz um desenho mais horizontal na traseira, com lanternas que invadem a tampa do porta-malas. Também é marcante o desenho hexagonal, assinatura de design do WR-V, replicado em vários pontos do modelo, como na grade inferior frontal, nas rodas, nas molduras dos paralamas e em outros pontos-chave do modelo. Completa o visual o friso cromado na porta traseira e o para-choque com molduras. Embora a Honda não tenha confirmado oficialmente, o conjunto mecânico deve ser o mesmo do Fit, ou seja, motor 1.5 Flex de 116 cv, que pode ser associado ao câmbio manual de cinco marchas ou ao CVT. A Honda também não confirmou a data de lançamento, se limitando a dizer que o modelo chegará ao mercado no primeiro semestre de 2017 e que posteriormente será lançado em outros países da América do Sul. NÚMERO
2017
A Honda se limitou a dizer que o modelo chegará ao mercado no primeiro semestre de 2017
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Novo Cruze Sport6 2017 chega com design e acerto mais esportivos O Cruze Sport6 chega em 2017 e será vendido nas versões LT e LTZ com oito opções de cores
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Chevrolet abre o primeiro dia de coletivas do Salão de São Paulo com um dos mais esperados lançamentos do evento. O Cruze Sport6 chega em nova geração com visual totalmente diferente do anterior, mesmo conjunto propulsor do irmão sedã e modificações exclusivas para quem busca maior esportividade. Apostando em públicos distintos entre hatch e sedã, o novo Cruze Sport6 logo de cara mostra uma personalidade diferente. A dianteira tem traços mais esportivos com a adoção de uma grade exclusiva (inspirada no Cruze RS americano) e para-choque com desenho diferenciado na região dos faróis de neblina. Por falar neles, possuem formato retangular ao invés do circular presente no sedã. Na traseira, chama a atenção o desenho de hatch com caída menos acentuada da tampa. Também é destaque o para-choque mais robusto, com molduras em formato de extratores que dão desenho mais esportivo para o Sport6. As lanternas horizontais invadem a tampa do porta-malas, que por sua vez leva 290 litros – pequeno para o segmento. Em proporção, o Cruze hatch ficou ligeiramente menor do que anterior, porém com a maior distância entre-eixos (2,70 m), traz mais espaço interno e melhor aproveitamento da cabine. Como na geração anterior, o Cruze Sport6 tem teto solar elétrico (somente na versão LTZ) e ganha novos serviços OnStar e rodas exclusivas de 17”. Boa notícia para quem gosta de um estilo de condução mais dinâmico são os acertos específicos para a suspensão, mais firme, e para a direção elétrica, ligeiramente mais pesada. “Apesar de compartilharem o mesmo DNA, Cruze e Cruze Sport6 são produtos complementares e de apelo distintos. Enquanto o sedã se destaca pelo maior espaço
para bagagem, o hatch entrega mais esportividade”, explica Hermann Mahnke, diretor de Marketing da Chevrolet. Já o conjunto mecânico é o mesmo do sedã, formado pelo motor 1.4 turbo flex com injeção direta de 150/153 cv e 24,5 kgfm de torque ligado ao câmbio automático de seis marchas. Infelizmente, porém, o Sport6 não ganhou as borboletas para troca de marchas no volante – item presente nos rivais Golf e Focus. Entre os itens disponíveis estão o sistema de estacionamento semiautomático e o assistente de permanência na faixa, capaz de detectar uma saída involuntária da pista e realizar automaticamente pequenas correções na trajetória do veículo. A versão 2017 do Cruze também traz mais novidades na tecnologia OnStar. Além dos conhecidos serviços de emergência, segurança, proteção patrimonial, concierge e navegação, há uma nova versão do aplicativo, chamada Diagnóstico Avançado, que informa se há condições irregulares no motor, transmissão, airbags, controles de tração, freios ABS, emissões e pressão dos pneus. O Cruze Sport6 chega em 2017 e será vendido nas versões LT e LTZ com oito opções de cores: Branco Abalone, Vermelho Edible Berries, Cinza Satin Steel, Preto Ouro Negro, Branco Summit, Prata Switchblade e as inéditas Vermelho Glory (cor de lançamento) e Azul Petróleo. O modelo está previsto para chegar às concessionárias no fim de novembro. Preços ainda não foram divulgados, mas a GM adianta que ficarão próximos aos do sedã. NÚMERO
1.4 turbo flex Motor 1.4 turbo flex com injeção direta de 150/153 cv e 24,5 kgfm de torque
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Jeep Renegade 2017 estreia motor 1.8 flex evoluído com 139 cv Modificações no motor 1.8 Flex que prometem deixá-lo até 10% mais econômico
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Jeep lança no Salão do Automóvel a linha Renegade 2017 com importantes modificações no motor 1.8 Flex que prometem deixá-lo até 10% mais econômico. Outra novidade é a nova versão 1.8 Limited, até então restrita à configuração equipada com motor diesel. Com as mesmas mudanças no 1.8 eTorq que foi lançado na Toro, o agora chamado eTorq EVO, recebeu novo de admissão variável (VIS) e o sistema de partida a frio agora dispensa o tanque auxiliar. O SUV também ganha sistema Stop&Start, monitoramento indireto da pressão dos pneus (iTPMS), indicador de troca de marchas no quadro de instrumentos, pneus superverdes, alternador inteligente, bomba de combustível inteligente e óleos de baixo atrito para motor e transmissão. O resultado é a melhora das respostas em baixas rotações, uma das maiores críticas do Renegade, e aumenta os seus números: sai de 130/132 cv para 135/139 cv e ganha 0,2 kgfm de torque com ambos os combustíveis, indo para 18,8/19,3 kgfm aos 3.750 rpm. Já a nova versão de topo com o motor 1.8 Flex, chega com pintura prata na grade dianteira, capas dos retrovisores externos e barras de teto, pintura exclusiva em preto do teto e rodas de 18 polegadas tabém com pintura exclusiva. Entre os equipamentos adicionais que a versão Longitude 1.8 estão bancos de couro, chave de presença Keyless Enter’n Go, tela de TFT de 7 polegadas, colorida e configurável no quadro de instrumentos, faróis de xenônio, sensores de faróis e de chuva, rebatimento elétrico dos retrovisores e espelho interno eletrocrômico. NÚMEROS
1.8 Flex
Modificações no motor 1.8 Flex prometem deixá-lo até 10% mais econômico
135/139 cv
Renegade, e aumenta os seus números: sai de 130/132 cv para 135/139 cv
PREÇOS
Renegade 2017 Flex MT5: R$ 72.990 1.8 Flex MT5: R$ 79.490 ● SPORT 1.8 Flex AT6: R$ 85.990 ● LONGITUDE 1.8 Flex AT6: R$ 90.990 ● LONGITUDE (teto*) 1.8 Flex AT6: R$ 97.790 ● LIMITED 1.8 Flex AT6: R$ 97.990 ● LIMITED (teto*) 1.8 Flex AT6: R$ 104.790 ● SPORT 2.0 Diesel AT9 4X4: R$ 115.990 ● LONGITUDE 2.0 Diesel AT9 4X4: R$ 123.490 ● TRAILHAWK 2.0 Diesel AT9 4X4: R$ 136.990 ● * versão com teto solar panorâmico Command View ● 1.8
● SPORT
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Motor 3-cilindros põe Uno em nível de consumo de híbridos Uno "mil" está bem mais espertinho, 72/77 cv de potência e 10,4/10,9 kgfm de torque (gasolina/etanol)
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urpreende o silêncio a bordo e o consumo de combustível do Uno 2017 equipado com o novo motor 1.0 3-cilindros Firefly, que estreou nesta quinta-feira (15) ao lado do 1.3 de 4-cilindros -- responsável por aposentar o defasado 1.4 Fire flex. Agrada também o baixo nível de ruído interno, semelhante ao do up!, tão bom a ponto de virar referência no segmento de compactos com motores tricilíndricos. O Uno 3-cilindros é silencioso e isso passa a sensação de categoria superior. O ronco é semelhante aos motores de mesma arquitetura conhecidos do mercado, um pouco mais agudo que um 4-cilindros. Outro ponto extremamente positivo foram os números registrados no computador de bordo da unidade avaliada durante quase 80 quilômetros de test-drive: média de 14 km/l com gasolina, com alguns picos em momentos de trânsito menos intenso de impressionantes 16,7 km/l. Estes dados, obtidos com gasolina no tanque, são próximos aos do Peugeot 208 PureTech, que bate de frente com modelos híbridos em percurso urbano. O Uno 1.3 (Way e Sporting) também registrou ótima média (12,5 km/l na cidade). Suspensão é ligeiramente mais firme na versão esportivada Sporting e mais molinha na aventureira Way. Em nenhum momento, mesmo em algumas lombadas ignoradas, ela chegou ao final do curso. Porém, ao contrário do 1.0, o motor de 1,3 litro é barulhento. MAIS ESPERTO
Desempenho do 1.0, 72/77 cv de potência e 10,4/10,9 kgfm de torque (gasolina/etanol), é muito similar ao do up! MPI (aspirado), o que significa que o Uno
"mil" está bem mais espertinho. Muito disso vem do trabalho para entregar bom torque a regimes mais baixos. Já o 1.3 tem força de... 1.3: empolga menos do que os 101/109 cv e 13,7/14,2 kgfm fariam prever, mas não chega a decepcionar. Bem melhor, certamente, do que o velho 1.4 Fire. Em suma, novo Uno chega -- atrasado, é verdade -- para finalmente colocar as coisas em ordem na casa da Fiat, decretando oficialmente o fim do Palio Fire (vendido agora apenas para frotistas) e posicionando o Mobi como veículo de entrada da marca. LADO RUIM
Apesar da intensa e sensível evolução mecânica, ainda há pontos que precisam melhorar, e a maioria deles já são conhecidos pelo público. O câmbio segue mole, com engates imprecisos e facilmente desencaixáveis -- uma esbarrada de joelho na manopla, por exemplo, pode facilmente tirar a alavanca da engrenagem da quarta marcha. O acabamento não tem baciada de plástico duro, mas tampouco oferece partes emborrachadas nem corresponde a um carro que pode chegar a quase R$ 54 mil -- assim como acontece no up!. Nesse ponto há carros com preços parecidos, embora maiores, que alcançam nível mais requintado. Fora isso, o sistema multimídia é o mesmo do Uno anterior, sem possibilidade de conexão interativa com o celular dos passageiros, como espelhamento de tela ou projeção via CarPlay ou AndroidAuto. A Fiat afirma que, em algum momento, irá oferecer ao Uno o sistema Live On, já prometido para o Mobi?, mas que até agora não chegou ao consumidor.
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