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Macaé (RJ), quarta-feira, 05 de outubro de 2016, Ano XL, Nº 9141
Fundador/Diretor: Oscar Pires
AUTOMÓVEIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
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Hyundai i30 mostra nova geração, a terceira, no Salão de Paris 2016 Nova geração, está tão europeia que... lembra o Golf quando visto de traseira
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Motor 3-cilindros põe Uno em nível de consumo de híbridos Uno "mil" está bem mais espertinho, 72/77 cv de potência e 10,4/10,9 kgfm de torque (gasolina/etanol) PÁG. 5
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Honda Civic hatch tem nova versão de produção revelada Modelo chega primeiro aos EUA e produção é feita no Reino Unido. Carro tem motores 1.5 turbo PÁG. 4
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AUTOTAL Novo Land Rover Discovery estará no salão do automóvel de SP
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quinta geração do Discovery será uma das atrações da Land Rover no Salão do Automóvel de São Paulo. Apresentado mundialmente no Salão de Paris (que acontece na capital francesa
até o dia 16 de outubro), o SUV é um projeto totalmente novo, mas que não despreza as referências de seus antecessores. O design assinado por Gerry McGovern traz características marcantes da linha
Discovery, como o teto mais alto, as linhas retas, as largas colunas nas portas traseiras e o desenho assimétrico do espaço destinado à placa na tampa traseira. O modelo começa a ser vendido em fevereiro de 2017, sendo que sua chegada ao Brasil acontecerá no mesmo ano, mas ainda sem data definida. Com espaço para sete ocupantes, o Discovery oferece um interior bastante versátil, com 21 opções de arranjos para os bancos. O proprietário pode rearranjar os assentos por botões localizados no interior ou até por um aplicativo no smartphone. No mercado europeu, o carro será oferecido em quatro versões de acabamento, batizadas de S, SE, HSE e HSE Luxury. As primeiras 2.100 unidades farão parte da série First Edition, que traz três opções de cores contrastando com detalhes tingidos de preto e rodas de liga leve exclusivas. São quatro opções de motorização, sendo três delas movidas a diesel: 2.0 Ingenium Td4 (180 cv), 2.0 Ingenium Sd4 (240 cv) e 3.0 TdV6 (258 cv). Apenas uma (3.0 Si6 V6, de 340 cv) é abastecida a gasolina. Em todos os casos, a transmissão é automática de oito velocidades com opção de trocas sequenciais, fabricada pela ZF. Além do Discovery, o grupo Jaguar Land Rover também levará ao Salão do Automóvel o Jaguar F-Type SVR, versão preparada do superesportivo inglês com 575 cv.
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Hyundai i30 mostra nova geração, a terceira, no Salão de Paris 2016 Nova geração, está tão europeia que... lembra o Golf quando visto de traseira
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yundai i30 mostra nova geração, a terceira, no Salão de Paris 2016: cara nova, mecânica nova, a velha questão da identidade do modelo e da identidade da marca... tudo isso vai dar o que falar. Como já ocorre há algum tempo na Hyundai presidida pelo designer alemão Peter Schreyer, a tendência de estilo está cada vez mais europeia. Para muitos, o novo modelo vai lembrar um carro francês. De fato, o hatchback sulcoreano está bem mais sóbrio, principalmente em termos de acabamento, na comparação com a geração anterior. Mas também há melhorias. Graças à nova arquitetura, o modelo está 22% mais rígido torcionalmente (melhorando segurança e dirigibilidade) e 28 quilos mais leve (contribuindo para consumo e performance). E há o sistema de entretenimento completo -- há até projeção de smartphones com Apple Carplay e Android Auto.
MAIOR E ECONÔMICO
Espaço interno é o mesmo, mas com 4,34 metros de comprimento, 1,79 m de largura, 1,45 m de altura e 2,65 m de entreeixos, novo i30 está ligeiramente maior nas demais dimensões, ainda comparando com o atual; porta-malas acomoda 395 litros de bagagem. Opções de motorização: 1.4 aspirada, 1.4 turbo (ambos com quatro cilindros) e 1.0 turbo 3-cilindros, gerando de 99 a 138 cavalos com gasolina. Bebe na fonte do downsizing e do turbo, à moda alemã, o que pode ser polêmico, mas também é ótimo em termos de performance e economia. A reestilização da segunda geração foi lançada localmente há pouco tempo, é de se esperar alguma demora para vermos a terceira geração: nada antes do final de 2017 ou meados de 2018. Mas será que a chegada servirá para que o i30 recupere o prestígio que a primeira geração tinha?
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Honda Civic hatch tem nova versão de produção revelada Modelo chega primeiro aos EUA e produção é feita no Reino Unido. Carro tem motores 1.5 turbo
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Honda apresentou a versão de produção do Civc hatch, que havia aparecido apenas como conceito no Salão de Genebra 2016. O modelo tem como base a 10ª geração do Civic, vendida no Brasil em sua opção sedã. O carro chega primeiro ao mercado norte americano, mas a produção começou na fábrica de Swindon, no Reino Unido. A empresa também prometeu que lançará a versão mais esportiva do carro, o Type-R, no próximo ano. O motor escolhido para o Civic hatch foi o 1.5 turbo, disponível no Brasil na versão topo de linha Touring. Nos Estados Unidos, o motor rende de 174 cavalos a 180 cavalos. Existe a opção de equipar o carro com câmbio CVT automático ou manual de 6 marchas. BRASIL
A 10ª geração do Civic sedã foi lançada no Brasil em agosto passado, com preços entre R$ 87,9 mil e R$ 124,9 mil. No mercado brasileiro, além da opção de motor 1.5 turbo de 173 cavalos, também é disponível o 2.0 aspirado flex de 155 cavalos de potência.
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Motor 3-cilindros põe Uno em nível de consumo de híbridos Uno "mil" está bem mais espertinho, 72/77 cv de potência e 10,4/10,9 kgfm de torque (gasolina/etanol)
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urpreende o silêncio a bordo e o consumo de combustível do Uno 2017 equipado com o novo motor 1.0 3-cilindros Firefly, que estreou nesta quinta-feira (15) ao lado do 1.3 de 4-cilindros -- responsável por aposentar o defasado 1.4 Fire flex. Agrada também o baixo nível de ruído interno, semelhante ao do up!, tão bom a ponto de virar referência no segmento de compactos com motores tricilíndricos. O Uno 3-cilindros é silencioso e isso passa a sensação de categoria superior. O ronco é semelhante aos motores de mesma arquitetura conhecidos do mercado, um pouco mais agudo que um 4-cilindros. Outro ponto extremamente positivo foram os números registrados no computador de bordo da unidade avaliada durante quase 80 quilômetros de test-drive: média de 14 km/l com gasolina, com alguns picos em momentos de trânsito menos intenso de impressionantes 16,7 km/l. Estes dados, obtidos com gasolina no tanque, são próximos aos do Peugeot 208 PureTech, que bate de frente com modelos híbridos em percurso urbano. O Uno 1.3 (Way e Sporting) também registrou ótima média (12,5 km/l na cidade). Suspensão é ligeiramente mais firme na versão esportivada Sporting e mais molinha na aventureira Way. Em nenhum momento, mesmo em algumas lombadas ignoradas, ela chegou ao final do curso. Porém, ao contrário do 1.0, o motor de 1,3 litro é barulhento. MAIS ESPERTO
Desempenho do 1.0, 72/77 cv de potência e 10,4/10,9 kgfm de torque (gasolina/etanol), é muito similar ao do up! MPI (aspirado), o que significa que o Uno
"mil" está bem mais espertinho. Muito disso vem do trabalho para entregar bom torque a regimes mais baixos. Já o 1.3 tem força de... 1.3: empolga menos do que os 101/109 cv e 13,7/14,2 kgfm fariam prever, mas não chega a decepcionar. Bem melhor, certamente, do que o velho 1.4 Fire. Em suma, novo Uno chega -- atrasado, é verdade -- para finalmente colocar as coisas em ordem na casa da Fiat, decretando oficialmente o fim do Palio Fire (vendido agora apenas para frotistas) e posicionando o Mobi como veículo de entrada da marca. LADO RUIM
Apesar da intensa e sensível evolução mecânica, ainda há pontos que precisam melhorar, e a maioria deles já são conhecidos pelo público. O câmbio segue mole, com engates imprecisos e facilmente desencaixáveis -- uma esbarrada de joelho na manopla, por exemplo, pode facilmente tirar a alavanca da engrenagem da quarta marcha. O acabamento não tem baciada de plástico duro, mas tampouco oferece partes emborrachadas nem corresponde a um carro que pode chegar a quase R$ 54 mil -- assim como acontece no up!. Nesse ponto há carros com preços parecidos, embora maiores, que alcançam nível mais requintado. Fora isso, o sistema multimídia é o mesmo do Uno anterior, sem possibilidade de conexão interativa com o celular dos passageiros, como espelhamento de tela ou projeção via CarPlay ou AndroidAuto. A Fiat afirma que, em algum momento, irá oferecer ao Uno o sistema Live On, já prometido para o Mobi?, mas que até agora não chegou ao consumidor.
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Cobalt e Spin 2017 chegam mais equipados e até 30% mais econômicos A mesma mágica que a Chevrolet fez com os novos Onix e Prisma, agora se repete para a linha Cobalt e Spin 2017
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ara começar, o motor 1.8 de nova geração, batizado de SPE/4 ECO em substituição ao EconoFlex do Cobalt, passa a entregar até 111 cavalos de potência (3 cv a mais) e 17,7 kgfm (antes 17,1 kgfm) de força com etanol, com pico atingido a apenas 2.600 rpm, ante 3.200 rpm do modelo anterior. As mesmas alterações do propulsor 1.4 foram aplicadas no 1.8, como o conjunto de pistões e bielas redesenhado e mais leve, além de modificações nos anéis de pistão e no tipo de óleo lubrificante, 0w20, mais fino e com menor esforço em fase fria. A taxa de compressão foi ajustada com foco na melhor performance e o módulo eletrônico, responsável por controlar as diversas funções do motor, está 40% mais rápido e potente. O sistema de arrefecimento recebe novos trocadores de calor, mais eficientes, e ventiladores mais leves e inteligentes. A parte elétrica possui gerenciamento contínuo da bateria e otimização no uso do alternador de alto rendimento. Os pneus agora são verdes, de baixa resistência à rolagem, e todo o sistema de rolamento das rodas também foi revisto para deixar o Chevrolet “mais solto”. Como no Onix e Prisma, a transmissão manual passa a ter seis marchas também no Cobalt e Spin, o que permite uma redução na rotação do motor em velocidade de cruzeiro. Aos 120 km/h, por exemplo, o painel registra 2.650 rpm (antes era 3.300 rpm). Já a transmissão automática ganhou novo ajuste, mais suave e linear nas trocas de marcha. Na parte dinâmica, ambos recebem direção elétrica, o que também colabora no consumo, e os conjuntos de suspensão foram revistos, com uma redução de 10 mm na altura e ajustes em amortecedores, molas, batentes e barra estabilizadora para melhorar a dirigibilidade, já privilegiada com a direção elétrica. O Cobalt também perdeu peso, que junto com as modificações mecânicas, resultou em economia até 21% maior. Com isso, passa a ser o modelo 1.8 Flex mais eficiente do mercado nacional, de acordo com dados do Inmetro, com consumo de gasolina de até 15,1 km/l na estrada e 12,1 km/l na cidade. Com etanol, são 10,4 km/l e 8,3 km/l, respectivamente. Entre os equipamentos, o Cobalt incorpora novas funções para o sistema OnStar, como navegação por setas projetada na tela do MyLink e aplicativo para smartphone com dispositivo de diagnóstico, que informa a pressão de cada um dos pneus e a quilometragem total percorrida pelo automóvel. Antes item exclusivo das versões com câmbio automático, o OnStar chega para todas as versões do Cobalt 2017. Entre os itens disponíveis para o sedã, estão câmera de ré com guias auxiliares, sensor de estacionamento com gráficos, sensor de chuva, sistema de acendimento automático dos faróis, volante com controle das funções do rádio e telefone e acionamento das travas e vidros por controle remoto. O sedã da Chevrolet ganha ainda duas novas opções de cores para a carroceria: o Azul Blue Eyes e o Preto Ouro Negro, ambas metálicas, que se juntam ao Cinza Grafite, ao Bege Peper Dust, ao Branco Summit, ao Prata Switchblade e ao Marrom Mogno Brown.
SPIN TRAZ SOLUÇÕES INÉDITAS
Além das mesmas atualizações mecânicas do Cobalt, o Spin traz mais inovações. Inédito entre os carros de produção nacional, a minivan ganha grade ativa do radiador e tem
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A mesma mágica que a Chevrolet fez com os novos Onix e Prisma, agora se repete para a linha Cobalt e Spin 2017. Ambos chegam às lojas mais leves, com novos equipamentos e mudanças no motor 1.8 que resultam em melhora de até 30% no consumo de combustível
como principal objetivo reduzir o arrasto aerodinâmico através do controle de abertura e fechamento das aletas, restringindo assim a entrada de ar para o compartimento do motor quando não demandado pelo sistema de arrefecimento ou pelo ar condicionado do veículo. O controle é feito através da central eletrônica do carro. “A grade ativa do radiador é uma tecnologia comum apenas em carros importados mais sofisticados e ajuda a reduzir o consumo do Spin em cerca de 30%. Na prática, é como se o consumidor ganhasse quase quatro meses de combustível no ano”, calcula Fabiola Rogano, vice-presidente de Engenharia da General Motors. O Spin também recebeu as mesmas mudanças na suspensão e direção do Cobalt, e teve seu peso reduzido enquanto a rigidez estrutural foi aumentada. Mais de 100 componentes foram aperfeiçoados, aumentando a aplicação de aço de alta resistência em painéis e reforços, resultando em uma redução de até 33 kg. Segundo o Inmetro, o Spin registra consumo da gasolina
de 13,7 km/l na estrada e 11,8 km/l na cidade, enquanto com etanol é de 9,4 km/l e 8,1 km/l, respectivamente. Outra novidade da minivan é a chegada do OnStar para todas as versões, como no Cobalt, com o sistema de diagnóstico do veículo e navegação por setas no MyLink. A versão Advantage foi revista e agora traz câmbio automático com preço atrativo. SERVIÇO
Preços ● COBALT
1.8 LTZ – R$
62.190 1.8 LTZ Automático – R$ 66.690 ● COBALT 1.8 Elite Automático – R$ 68.990 ● COBALT
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1.8 LS – R$ 57.990 1.8 LT – R$ 61.490 ● SPIN 1.8 Advantage Automático – R$ 66.690 ● SPIN 1.8 Activ Automático – R$ 69.990 ● SPIN 1.8 LTZ – R$ 67.990 ● SPIN 1.8 LTZ Automático – R$ 71.990 ● SPIN ● SPIN
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