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Automóveis 08 06 2016

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www.odebateon.com.br

Macaé (RJ), quarta-feira, 8 de junho de 2016, Ano XL, Nº 9039

Fundador/Diretor: Oscar Pires

AUTOMÓVEIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ

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Conheça o seu próximo sedã Os sedãs médios mais vendidos do mercado ganham novidades e chegam em breve ao Brasil. Veja o que muda nos novos Honda Civic, Toyota Corolla, Nissan Sentra e Chevrolet Cruze

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e no ano passado a grande onda do nosso mercado foi de SUVs/ crossovers compactos, esse ano ela será formada por sedãs médios. Não que não estejam para chegar modelos como Hyundai ix25 e Nissan Kicks, entre outras novidades para quem curte os tais modelos “aventureiros”. Já para quem não curte, o segmento de sedãs médios, diferentemente do das peruas, não foi extinto por tais modismos. Pelo contrário, tem muita novidade chegando por aí – e elas envolvem os tradicionais líderes de vendas Toyota Corolla, Honda Civic, Nissan Sentra e Chevrolet Cruze. PÁG. 4

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VITRINE

Volkswagen up! e Fox ganham série destinada ao público jovem Principais diferenças da série especial Run para os Volkswagen up! e Fox estão no visual PÁG. 2 DIVULGAÇÃO

Fiat Mobi Way chega às lojas por R$ 39.300 A Fiat realizou na última quinta-feira (2) o evento de lançamento da versão aventureira do Fiat Mobi. Batizada de Way PÁG. 2


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Macaé (RJ), quarta-feira, 8 de junho de 2016

AUTOTAL Fiat Mobi Way chega às lojas por R$ 39.300 A

Fiat realizou na última quinta-feira (2) o evento de lançamento da versão aventureira do Fiat Mobi. Batizada de Way, ela já havia sido mostrada no lançamento da gama do novo "microcompacto" da marca há cerca de um mês, o modelo já está disponível nas lojas desde sexta-feira (3). Em relação ao Mobi regular, a versão Way tem como características exclusivas as barras longitudinais de teto, parachoques exclusivos e molduras nas caixas das rodas. A suspensão é elevada em 15 mm e há adoção de barra estabilizadora no eixo frontal entre outras adaptações para o perfil mais alto que, segundo a fabricante, dão mais ro-

bustez ao modelo. Durante a apresentação do carro, Claudio Demaria, diretor de engenharia de produto da Fiat, até utilizou o rival Volkswagen cross up! para apontar que o Mobi Way entrega 35% menos torção e rolagem de carroceria e 15% mais absorção de obstáculos da via. O percurso oferecido pela companhia para avaliar o carro foi em boa parte composto por estradas de terra de batida com alguns trechos de lama (pois havia chovido bastante no dia anterior), portanto foi possível comprovar a habilidade do microcompacto para superar as vias acidentadas sem prejudicar o conforto interno. O trabalho da suspensão é sentido constante-

mente pelo motorista, mas a preocupação em absorver os impactos de maneira suave é sensível. O Mobi Way é equipado com o mesmo motor 1.0 Fire Evo de 75 cv de potência e 9,9 kgfm de torque das outras versões. A Fiat garante que o novo motor 1.0 GSE de três cilindros não será utilizado no Mobi, mesmo depois de estrear no Uno ainda este ano. A Fiat emplacou 2.407 unidades do Mobi em maio, enquanto seu principal rival, o VW up!, foi entregue a 3.227 consumidores, segundo dados da Fenabrave. Para Carlos Eugênio Dutra, diretor de planejamento e estratégia de produto da FCA, caso a versão Way estivesse sido lançada em

CARACTERÍSTICAS

PREÇOS E EQUIPAMENTOS Mobi Way - R$ 39.300: direção hidráulica, vidros elétricos dianteiros com one-touch, travas elétricas, chave canivete com telecomando, cargo box, volante com regulagem de altura, banco traseiro bipartido, computador de bordo (viagem A e B, consumo médio e consumo instantâneo). Opcional Pack Tech 1: Rádio Connect com USB e entrada auxiliar, volante multifuncional e alarme

● AR-CONDICIONADO,

Mobi Way On - R$ 43.800 ● TODOS OS ITENS CITADOS ACIMA,

rodas de liga leve de 14'', rádio Uconnect com USB e Bluetooth, trio elétrico, sensor de estacionamento, banco do motorista com regulagem de altura, farol de neblina, portaóculos, alças de segurança. Sem opcionais.

conjunto com as outras há um mês, este número seria de "aproximadamente 3.500 unidades". Ainda de acordo com Dutra, a versão Way deve corresponder a 35% do mix de vendas da gama do Mobi. "Em junho esperamos vender mais de 4.000 carros", completou.

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O Mobi Way é equipado com o mesmo motor 1.0 Fire Evo de 75 cv de potência e 9,9 kgfm de torque DIVULGAÇÃO


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SEDÃS

Conheça o seu próximo sedã Os sedãs médios mais vendidos do mercado ganham novidades e chegam em breve ao Brasil. Veja o que muda nos novos Honda Civic, Toyota Corolla, Nissan Sentra e Chevrolet Cruze

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e no ano passado a grande onda do nosso mercado foi de SUVs/crossovers compactos, esse ano ela será formada por sedãs médios. Não que não estejam para chegar modelos como Hyundai ix25 e Nissan Kicks, entre outras novidades para quem curte os tais modelos “aventureiros”. Já para quem não curte, o segmento de sedãs médios, diferentemente do das peruas, não foi extinto por tais modismos. Pelo contrário, tem muita novidade chegando por aí – e elas envolvem os tradicionais líderes de vendas Toyota Corolla, Honda Civic, Nissan Sentra e Chevrolet Cruze. O gráfico ao lado mostra as vendas desses líderes do segmento nos últimos cinco anos – vale notar porém que, indo além, o Corolla foi o mais vendido em nada menos que sete dos últimos dez anos. Mas sempre seguido de perto pelo Civic – líder nos outros três anos e em alguns períodos isolados – e, depois, ora pelo Chevrolet Vectra/Cruze, ora pelo Nissan Sentra (ou pelo Kia Cerato, em seu ápice). E olhem que esse está longe de ser um segmento pouco representativo. De 2006 a 2015, foram vendidos nada menos que 519.268 unidades do Corolla, 443.918 do Civic, 244.015 do Vectra/Cruze e 76.981 do Sentra. O Corolla vendido hoje ainda é relativamente novo no mercado (dois anos) e, por isso, mantém vendas ainda muito expressivas. É o sexto modelo mais comercializado este ano, à frente de todos os sedãs e crossovers/ SUVs e atrás apenas de carros populares. Emplacou quase quatro vezes mais que o Civic, cinco vezes mais que o Sentra e 12 vezes mais que o Cruze – que este ano está em quinto, atrás do Jetta. A explicação para os maus resultados, principalmente do Civic e do Cruze, considerando suas médias históricas, está na idade: eles estão prestes a ganhar novas gerações, radicalmente diferentes das atuais. É bastante natural, portanto, que suas vendas estejam em baixa. Enquanto isso, o Sentra aos poucos ganha confiança do consumidor, cresce no ranking e se consolida em terceiro/quarto lugar. Já o VW Jetta está agora em terceiro lugar no ranking porque, embora não empolgue tanto pelo design e tenha plataforma antiga, tornou-se uma oferta bem interessante depois da última e importante mudança mecânica: ele seguiu o caminho das versões mais caras dos sedãs franceses e dos alemães premium e entrou na onda do downsizing, trocando seu arcaico motor 2.0 aspirado por uma unidade 1.4 turbinada. É justamente essa onda do downsizing que chega ainda este ano também ao Civic e ao Cruze – mas ainda não ao Corolla e ao Sentra. A evolução é de modo geral maior nos dois primeiros porque se tratam de novas gerações, enquanto os últimos vão ganhar reestilizações discretas, normais na metade do ciclo de vida de um carro. Vamos então conferir o que muda e como ficarão esses modelos, os mais fortes candidatos a serem seu próximo sedã?

CIVIC

Já é quase tradição: o Civic deve reassumir a liderança do segmento, como sempre tem acontecido quando é reestilizado ou chega a uma nova geração. Não deve ser o líder de vendas no ano, pois chega só em setembro, e o Corolla já abriu uma boa vantagem (e a terá aumentado até lá). Mas deve passar o rival nos resultados mensais já no segundo semestre. Afinal, trata-se de enorme novidade. Sua décima geração volta a ousar no visual externo, como já fez em 2005, e ainda inova bastante na mecânica. A carroceria “cupê de quatro portas”, com o vidro traseiro inclinadíssimo que abre junto

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com a tampa do porta-malas, o terceiro volume pouco definido, as lanternas em C e os faróis integrados à grade deixam o design bem diferente ( justamente o segredo do sucesso do Civic 2005). Dimensionalmente, o comprimento cresce 10,5 cm, alcançando 4,63 m, e o entre-eixos aumenta 3,2 cm, indo a 2,700 m. São medidas quase idênticas às dos rivais, garantindo mais espaço e conforto para os passageiros. Já o painel ficou comportado, mas bemacabado. O porta-malas passa de 449 para cerca de 520 litros. Na mecânica, como dito, o Civic 2017 segue a onda do downsizing. Mas não muito. O novo 1.5 turbo de 176 cv com injeção direta será adotado – e convertido em flex (talvez não de imediato) pode chegar a 180 cv. Combinado a uma transmissão continuamente variável (CVT), garantirá baixíssimo consumo (nos EUA, faz 13,2 km/l na cidade e 17,9 km/l na estrada) e muito prazer ao dirigir, principalmente pela boa disponibilidade de torque em baixas rotações (22,4 kgfm desde 1.700 rpm). A aceleração de 0-100 km/h fica na faixa de 7 segundos. Mas esse motor equipará só novas versões, acima das LXR e EXR, que manterão o 2.0 flex de até 155 cv, agora também com câmbio CVT. No mais, a dirigibilidade deve continuar afiada, graças à direção elétrica e à suspensão traseira multi-link – única entre os rivais aqui. Na lista de equipamentos, há novidades como central multimídia compatível com Android Auto e Apple CarPlay, monitor de pressão dos pneus e faróis de LED, tanto na luz baixa (igual ao Corolla) quanto na luz alta. Os primeiros itens citados podem até vir na versão EXR 2.0, mas os últimos são opcionais mesmo nos EUA e aqui devem vir de série apenas nas versões mais completas – assim como devem ficar reservados a elas entrada e partida se chave, monitor de ponto cego, alerta de mudança de faixa e ACC (piloto automático adaptativo). Todas as versões devem vir com controle de estabilidade (ESP). Claro que essas novidades têm um preço. As versões tradicionais com motor aspirado devem subir de valor, ficando na faixa de R$ 90.000 (câmbio manual de seis marchas) a R$ 105.000, enquanto as turbinadas devem custar de R$ 115.000 a R$ 125.000 – faixa em que enfrentarão Audi A3 Sedan, Ford Fusion e outros modelos maiores e/ou mais sofisticados. Mas o Civic tem muitos atributos para ganhar essa briga. COROLLA

Com uma legião de consumidores satisfeitos, a Toyota tem facilidade para vender o Corolla. Mesmo quando está atrás da concorrência, vende bem. Não é o caso agora: com vantagens sobre os rivais graças ao projeto mais novo, o Corolla tem 45% das vendas do segmento (primeiro trimestre). Assim, apesar do ataque que sofrerá, a marca não vai mudálo substancialmente esse ano. Não adotará ainda o visual do modelo europeu, que, como você vê aqui, acaba de sofrer um discreto facelift (dianteira e rodas). Sendo assim, a reação da Toyota de fato vai demorar. A linha 2017 chegou agora quase sem mudanças, então novidades como uma central multimídia mais conectada (com Apple CarPlay e Android Auto, embora a marca resista) e o aguardado controle de estabilidade/assistente em subidas, entre outros itens de tecnologia/segurança devem ficar mesmo apenas para a linha 2018. Mesmo quando o Corolla 2018 chegar ao Brasil com essas novidades e o novo visual – o que deve ocorrer em meados do ano que vem –, não terá mudanças mecânicas.

CIVIC

COROLLA

2012

2013

2014

2015

CRUZE

SENTRA

Afinal, o conjunto motor/ câmbio ainda é bom, apesar de não seguir a onda do downsizing. O consumidor mais conservador do segmento talvez até prefira o 2.0 (outro motivo, além de custo e disponibilidade, para a Honda não implementar o motor turbo em toda a linha Civic e para a Toyota não ter pressa em fazê-lo). A única mudança será o fim da versão 1.8, já que para portadores de deficiências a marca agora pode oferecer o Etios automático. Mecânica nova, só na nova geração. CRUZE

No dia 3 de maio esse novo Chevrolet Cruze Sedan será apresentado à imprensa da Argentina, onde será fabricado. No Brasil, chega depois, apenas em novembro. Será a estrela da marca no Salão de São Paulo. Assim como a Volkswagen, a GM aposta no downsizing de modo radical. O atual 1.8 aspirado nunca despertou grandes paixões e será aposentado de vez, dando lugar ao Ecotec 1.4 turboflex – que leva vantagem por ser também produzido na Argentina, e não importado como o do Civic.Em geração totalmente nova, o Cruze 2017

chegará discretamente maior no entre-eixos (1,5 cm) e com 6,6 cm a mais no comprimento (ficando ligeiramente maior que seus rivais). A plataforma mais leve reduziu seu peso em 113 kg, ajudando a melhorar desempenho e consumo.Os dados dos EUA (modelo automático) indicam que é quase tão econômico quanto o Civic 1.5 turbo tanto na estrada (17,4 km/) quanto na cidade (12,3 km/l). Isso apesar de usar uma transmissão automática sequencial convencional, com seis marchas e não CVT, que costuma garantir consumo mais baixo. O motor 1.4 turbinado tem 155 cv, ante os 144 do 1.8 atual. Não é tão potente quanto o 1.5 do Civic, mas, além de empatar com os 2.0 aspirados da Honda e da Toyota, tem um bom tanto de torque a mais (24,5 kgfm) e, por isso, cumpre o 0-100 em ótimos 8 segundos. O acerto geral deve ser um pouco mais esportivo do que no modelo atual, mas a proposta é mesmo de conforto a bordo. Apesar do interior nada inovador, a central multimídia sensível ao toque será compatível com Android Auto e Apple CarPlay e deve estar disponível de série em ambas as versões (LT/LTZ).

O pacote de segurança também será bastante completo, sempre com sete airbags e controle de estabilidade. A versão mais cara deve trazer um pacote recheado de tecnologia, com itens como monitores de ponto-cego, de mudança de faixa e de colisão, além do piloto automático adaptativo. Não dá para afirmar que a Chevrolet recuperará todo o prestígio que já teve no segmento. Esse Cruze também terá o sistema On Star e tem potencial para brigar com o Sentra, mas não deve ameaçar a dupla Civic/Corolla. Embora o plano da Chevrolet seja – declaradamente – assumir a liderança do segmento. SENTRA

Completando hoje o trio japonês no pódio de vendas dos sedãs médios, o Sentra finalmente começa a ser reconhecido no Brasil como um modelo digno da mesma confiabilidade dos modelos da Toyota e da Honda – a exemplo do que ocorre em outros países. Vindo do México, suas vendas ainda não são tão expressivas, talvez atrapalhadas também pela limitação de cotas de importação. De qualquer forma, o discreto facelift do modelo que

você confere aqui já foi apresentado lá fora e deve ser mostrado aqui no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro, com vendas se iniciando dois ou três meses depois. Afinal, o grande lançamento deste ano está reservado para as Olimpíadas do Rio – o crossover Kicks. No Sentra reestilizado, mudam principalmente a dianteira (faróis e grade) e desenho das rodas. Na traseira, apenas o desenho do para-choque muda. De resto, ele segue quase igual. Sem atualizações mecânicas, o sedã manterá o conjunto motor 2.0 aspirado e câmbio CVT, que prima pela suavidade e economia de combustível (há ainda a opção manual de seis marchas). Assim, o sedã que já quis negar ser “carro de tiozão” aceita de vez sua personalidade e seguirá como opção com preços competitivos e espaço interno invejável. A versão topo de linha Unique deve ficar um pouco mais cara, incorporando, além de uma central multimídia mais completa, novos equipamentos – como faróis de xenônio, alertas de ponto cego e tráfego cruzado, piloto automático adaptativo e alerta de colisão com frenagem automática.


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LANÇAMENTO

Toyota lança no Brasil quarta geração do híbrido Prius A Toyota vai iniciar a nova fase do Prius no Brasil com números conservadores

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Toyota lançou no Brasil nesta terça-feira (7) a quarta geração do Prius, o carro híbrido mais vendido (5,7 milhões de unidades) do mundo. Especulava-se que o modelo seria produzido no país, na fábrica da marca em São Bernardo do Campo (SP). Entretanto, devido ao baixo volume de vendas (800 unidades desde 2013), a Toyota optou por continuar importando o modelo do Japão. Como ajuda para instigar a consciência ecológica do consumidor brasileiro, a Toyota utiliza uma política de preços bastante agressiva para um modelo totalmente novo e moderno. De acordo com Miguel Fonseca, vice-presidente da Toyota, com a alta do dólar e apenas fazendo os reajustes, o novo Prius deveria ser vendido a R$ 178 mil. Mas, com o Ford Fusion Hybrid custando R$ 149 mil, isso não seria possível. Assim, apertando aqui e ali, chegaram ao preço de R$ 119.950, apenas R$ 3.350 mais caro que a geração anterior. Fonseca explicou: "Queremos convencer a sociedade brasileira que o Prius veio para ficar e conquistar cada vez mais [espaço no] mercado". A proposta da Toyota é chegar a 2050 com redução de 90% na emissão de gás carbônico originada por veículos novos. Até lá, a estratégia será a ampla difusão de híbridos, elétricos e veículos alimentados por célula de combustível. Por ora, aos 5,7 milhões de Prius somam-se outros modelos de alta eficiência energética para chegar à marca de 9 milhões de Toyotas desse tipo circulando no planeta. O que mais impressiona é que isso já é realidade em muitos países. Na Europa Ocidental, por exemplo, mais de 50% das vendas da Toyota já são de automóveis de alta eficiência, e em alguns modelos o índice chega a 99%. É um processo irreversível! A Toyota vai iniciar a nova fase do Prius no Brasil com números conservadores: este ano deverá importar 600 unidades, e aumentar para 1.100 em 2017. Kunio Umeda, embaixador do Japão no Brasil, que esteve presente no lançamento em Brasília, contou como foi o início do Prius no Japão: "Havia dúvidas sobre o alto investimento necessário para a sua produção. Mas, com as concessões de incentivos pe-

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to fáceis de manusear, além do head-up display, que projeta as informações principais no parabrisa, bem à frente dos olhos do motorista. Para obter a tão desejada eficiência energética, o Prius utiliza dois motores: um a gasolina, o 1.8 VVT-i (de ciclo Atkinson), com 98 cv de potência a 5.200 giros e 14,2 kgfm de torque a 3.600 rpm. Redesenhado, teve redução de tamanho e peso. Ele funciona em conjunto com outro, elétrico, com 72 cv e 16,6 kgfm de torque. A potência combinada (que não é a soma de ambos, pois há perda energética) é de 123 cv. Em testes no Japão, o novo Prius acelerou de 0 a 100 km/h em 11 segundos. Você pode escolher a forma de dirigir, em um comando no painel: Normal, Eco, Power e EV (apenas com o motor elétrico). O câmbio é automático, do tipo continuamente variável (CVT). O Inmetro reconheceu a nova geração do Prius como o carro mais eficiente do Brasil, com consumo de 18,9 km/ litro em uso urbano e 17 km/ litro em rodovias. Segundo a marca, quando comparado a um modelo de mesmo porte movido somente a gasolina, o novo Prius é até 52% mais econômico na cidade e 42% na estrada. Sua autonomia é de até 812 km. Houve significativa evolução da bateria, que agora é de hidreto de níquel e cujo tamanho foi reduzido em 10%. Também conseguiram uma performance 28% melhor para ela. A sua posição mudou para debaixo do porta-malas, aumentando o espaço para os ocupantes do banco de trás. NÚMEROS QUE IMPRESSIONAM

lo governo japonês, 20 anos após o seu lançamento, vimos o quanto ele vem contribuindo para uma sociedade ecologicamente consciente". Koji Kondo, presidente da Toyota do Brasil, complementou: "Na primeira geração do Prius, a Toyota perdia US$ 10 mil em cada veículo produzi-

do. Atualmente, as concessões governamentais são de US$ 1.300 em cada unidade". Com a produção em grande escala, imagina-se que o Prius seja um negócio bem vantajoso para a marca. RODANDO COM ELE

Foi possível dirigir o Prius

na área urbana de Brasília e nas estradas dos arredores. O carro ficou bem mais bonito e também maior: são 6 cm a mais no comprimento, já que sua silhueta ganhou contornos de sedã, em vez de hatch. Ao volante, dá para perceber que o híbrido ficou bem moderno, trazendo vários requin-

tes -- como o ar-condicionado de zona dupla que percebe onde estão os passageiros e dirige o fluxo de ar apenas nessa direção, o que economiza energia. O modelo também oferece de série um carregador de celular sem fio (basta apoiar o aparelho sobre ele), sistema de navegação e controles mui-

Não podemos esquecer que uma das principais vantagens do Prius é a baixa emissão de poluentes. Neste modelo 2016, segundo a Toyota, ele pode emitir até 94% menos de dióxido de carbono que um veículo hatchback médio com motor 1.8 16V, transmissão automática e movido a gasolina. Em 19 anos de Prius no mercado, segundo a Toyota, deixou-se de emitir 67 milhões de toneladas de CO2 em todo o mundo e foram poupados cerca de 25 bilhões de litros de gasolina, numa comparação com o que emitiriam e gastariam carros movidos somente a gasolina.


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Volkswagen up! e Fox ganham série destinada ao público jovem Principais diferenças da série especial Run para os Volkswagen up! e Fox estão no visual

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Volkswagen lança a série Run destinada ao público jovem para up! e Fox. No up! é baseada na versão move de quatro portas, com opção de transmissão manual ou automatizada IMotion. As diferenças da versão Run do up! são os adesivos laterais com a inscrição Run, retrovisores pretos e rodas de liga na cor cinza escurecido e pneus 185/60 R15. O interior tem apliques alusivos à versão na cor preta e colunas e teto revestidos na mesma tonalidade, além de revestimento em couro nas alavancas de câmbio e freio de estacionamento, e volante. O tecido de revestimento do banco é inspirado no desenho de calçados e vestuário esportivos. São de série ar-condicionado, direção elétrica, computador de bordo, entre outros. O Fox Run tem como base a versão Comfortline 1.6. Externamente se diferencia pelas faixas laterais com a inscrição RUN, grade dianteira tipo colmeia em preto brilhante, faróis com máscara escurecida, adesivo preto próximo da placa de licença traseira, lanternas traseiras escurecidas, espelhos retrovisores pintados na cor preto Ninja e rodas de liga leve aro 15. O revestimento do teto e painel são escurecidos, volante e alavanca de câmbio revestidos em couro, e tapetes de carpete. A lista de itens de série do Fox Run traz, entre outros itens, ar-condiciona-

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Volkswagen up! Run

Volkswagen Fox Run

Volkswagen up! Run

do, sistema de infotainment “Composition Touch” com função MirrorLink e tela tátil colorida de 5 polegadas, sensores de estacionamento

dianteiros e traseiros, alarme, vidros, travas e retrovisores elétricos, faróis e lanternas de neblina e I-System, entre outros.

Volkswagen Fox Run


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MEIO AMBIENTE

Citroën C3 terá motor 1.2 três cilindros a partir de junho

A intenção dos governantes é aumentar o número de veículos não poluentes até 2025 DIVULGAÇÃO

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Plano de Transporte da Noruega 2018-2029 e será discutida até que o novo plano entre em vigor. A intenção dos governantes é aumentar o número de veículos não poluentes até 2025, limitando o número de vendas dos carros com motor a combustão. Além disso, o governo investirá também em

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TRÊS VERSÕES

Noruega discute banir carros a combustão

Noruega está analisando a possibilidade de proibir as vendas de carros movidos a gás, visando a redução de emissões dos carros que rodam pelo país. Essa discussão já ocorreu entreu 2007 e 2009, mas acabou sengo engavetada pelo governo. A proposta foi incluída no

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infraestrutura para veículos alternativos, como grandes ciclovias para bibicletas. Segundo a proposta apresentada, a Noruega vende 150 mil carros novos por ano e não seria tão difícil fazer com que grande parte deste volume fosse de carros elétricos e híbridos.

Construído sobre a mesma plataforma do 208, Citroën C3 terá o motor 1.2 PureTech no lugar do 1.5 nas versões Origine, Attraction e Tendance. Preços partirão de R$ 46.490 A partir de junho, o compacto da marca francesa passa a ter opção do motor 1.2 PureTech em lugar do 1.5 nas versões Origine, Attraction e Tendance. A mesma estratégia da Peugeot com o 208, que usa a mesma plataforma do hatch da Citroën.

O C3 1.2 terá preço sugerido a partir de R$ 46.490. Um dos apelos do novo motor é a redução de consumo de combustível, tendo obtido a média de 16,6km/l nas medições do Inmetro.

NÚMERO

R$ 46.490 O C3 1.2 terá preço sugerido a partir de R$ 46.490

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Citroën C3 1.2 Allure


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