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Automóveis 01 06 2016

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www.odebateon.com.br

Macaé (RJ), quarta-feira, 1 de junho de 2016, Ano XL, Nº 9033

Fundador/Diretor: Oscar Pires

AUTOMÓVEIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ

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Honda City terá câmbio CVT também para versão de entrada Montadora diz que preço só será divulgado no lançamento

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Honda City terá opção de câmbio CVT também na versão de entrrada, a DX, a partir de julho. Até então, ela só oferecia transmissão manual, que será mantida como alternativa. O preço da DX com câmbio automático só será divulgado em julho, quando essa configuração chegar às lojas, diz a montadora. O City DX manual, atualmente, parte de R$ 59,4 mil, segundo o site da marca. A primeira versão com CVT é a seguinte, LX, que custa R$ 69 mil. PÁG. 4

LANÇAMENTO

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AUTOTAL

Placas do Mercosul serão exigidas em veículos até o final de 2020 Implementação em veículos novos começa em 2017.Modelo de placas irá possibilitar número maior de combinações PÁG. 2 DIVULGAÇÃO

Novo Chevrolet Cruze parte de R$ 89.990 e quer 'peitar' carros de luxo Montadora quer que sedã seja visto até como rival de Audi e Mercedes PÁG. 4


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AUTOTAL Placas do Mercosul serão exigidas em veículos até o final de 2020

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obrigatoriedade das novas placas veiculares, em padrão único para todo mercosul, teve data definida pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) nesta sexta-feira (27), como foi publicado no Diário Oficial da União. De acordo com o órgão, todos veículos em circulação terão de possuir as sinalizações até 31 de de-

zembro de 2020. Não houve mudança em relação ao início da implementação, para veículos novos, transferidos de munícipios ou que precisem mudar a placa. Há 1 ano, o Contran já havia adiado a adoção das novas placas, que deveria começar em 2016. As novas placas, além de criar um visual único para

os países do bloco, possibilitam número maior de combinações. No Brasil, a placa terá uma tira holográfica do lado esquerdo e um código bidimensional que conterá a identificação do fabricante, a data de fabricação e o número serial da placa. A tira é uma maneira de evitar falsificação da placa.

SERVIÇO

Entenda o que muda com o novo modelo de placas: 1- Mais letras e menos números vez de 3 letras e 4 números, como é hoje, as novas placas terão 4 letras e 3 números, e poderão estar embaralhados, assim como na Europa;

● EM

2 - Novas cores cor do fundo das placas será sempre branca. O que varia, é a cor da fonte. Para veículos de passeio, cor preta, para veículos comerciais, vermelha, carros oficiais, azul, em teste, verde, diplomáticos, dourado e de colecionadores, prateado;

●A

3 - Estado e cidade com nome e brasão

direita, acompanhados dos respectivos brasões;

4 - Tamanho placa terá as mesmas medidas das já utilizadas no Brasil (40 cm de comprimento por 13 cm de largura);

●A

5 - Contra falsificações d'água com o nome do país e do Mercosul estarão grafadas na diagonal ao longo das placas, com o objetivo de dificultar falsificações;

● MARCAS

6 - Quem terá que trocar modelo será adotado a partir de 2017 para novos emplacamentos. Para quem tem carro já emplacado, a troca é opcional.

●O

nome do país estará na parte superior da patente, sobre uma barra azul. Nome da cidade e do estado estarão na lateral

●O


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VITRINE

Honda City terá câmbio CVT também para versão de entrada Montadora diz que preço só será divulgado no lançamento

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Honda City terá opção de câmbio CVT também na versão de entrrada, a DX, a partir de julho. Até então, ela só oferecia transmissão manual, que será mantida como alternativa. O preço da DX com câmbio automático só será divulgado

em julho, quando essa configuração chegar às lojas, diz a montadora. O City DX manual, atualmente, parte de R$ 59,4 mil, segundo o site da marca. A primeira versão com CVT é a seguinte, LX, que custa R$ 69 mil.

A mais, em relação à DX, ela tem bancos traseiros bipartidos e rebatíveis, vidro do motorista com abertura e fechamento em 1 toque, controles de áudio ao volante e alarme. O City é equipado com motor 1.5 flex de 116 cv.

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LANÇAMENTO

Novo Chevrolet Cruze parte de R$ 89.990 e quer 'peitar' carros de luxo Montadora quer que sedã seja visto até como rival de Audi e Mercedes

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novo Chevrolet Cruze partirá de R$ 89.990, anunciou a montadora nesta terça-feira (31). O sedã fabricado na Argentina chega às concessionárias em junho, apenas para test drive, e começa a ser entregue no começo de julho. Serão vendidas apenas versões bem completas, todas equipadas com o inédito motor 1.4 turbo flex, que desenvolve 153 cavalos de potência com etanol e 150 cv com gasolina, aliado à transmissão automática de 6 velocidades.

O QUE MUDOU?

A segunda geração do sedã da General Motors foi totalmente renovada e apresentada nos Estados Unidos há cerca de 1 ano. A produção na Argentina começou há pouco para abastecer o mercado brasileiro. O visual segue a linha do Malibu norte-americano, mas as proporções também mudaram. O novo Cruze ficou 62 mm mais comprido, 9 mm mais alto e seu entre-eixos é 15 mm maior que o antecessor. A arquitetura deixou a carroceria 25% mais rígida em torção e 21% mais leve que a primeira geração. Com uso de alumínio e ligas de aço mais resistentes, a versão 2017 perdeu quase 100 quilos, segundo a fabricante.

VEJA TODOS OS PREÇOS E VERSÕES DO NOVO CRUZE: ● LT

- R$ 89.990

Principais equipamentos de série: direção elétrica, volante multifuncional, airbags frontais e laterais, controle eletrônico de tração e estabilidade, luz de condução diurna, fixação de cadeirinhas Isofix, freios com ABS e EBD (distribuição eletrônica de frenagem), roda liga leve aro 17, farol neblina, ar-condicionado eletrônico, direção com regulagem de altura e profundidade, controlador de velocidade de cruzeiro, sistema de som de alta definição, transmissão automática, sistema OnStar, monitoramento da pressão dos pneus, câmera de ré, assistente de partida em aclive, retrovisores externos com aquecimento, MyLink 2 com tela de 7 polegadas, alerta de valet, sensor de estacionamento traseiro, start/stop. ● LTZ

1 - R$ 96.990

● LTZ

2 - R$ 107.450

MOTOR TURBO

Principais itens de série: todos os itens do LT mais partida sem chave, airbags de cortina, luz de condução diurna em LED, sensor crepuscular, chave eletrônica, espelho retrovisor interno eletrocrômico, espelhos retrovisores externos com rebatimento elétrico, sensor de chuva, sistema de partida do motor por controle remoto, regulagem altura dos faróis, sensor de estacionamento dianteiro, rodas escurecidas, computador de bordo com tela colorida e 5 modos, MyLink 2 com tela de de 8 polegadas, navegador 3D, descança-braço central dianteiro deslizante. Principais itens de série: todos da LTZ mais alerta de colisão frontal, alerta de ponto cego, assistente de permanência na faixa, farol alto inteligente, indicador de distância do veículo

rolla e Honda Civic, mas também aparecer como uma opção para clientes de marcas de luxo como Audi e Mercedes. No ano passado, ao apresentar a nova geração do modelo, nos Estados Unidos, a presidente da GM, Mary Barra, já havia dito que o sedã tem equipamentos de segurança e entretenimento do mesmo nível de um Mercedes-Benz Classe C.

à frente, sistema de estacionamento automático, banco do motorista com regulagem elétrica, carregador Wireless.

OLHO EM AUDI E MERCEDES

Bem mais caro que a geração vendida atualmente no Brasil, que parte de R$ 81.190, com mo-

tor 1.8 de 144 cv, o novo Cruze quer ser visto como rival até de carros de luxo. Segundo o presidente da Ge-

neral Motors do Brasil, Santiago Chamorro, a intenção não é apenas brigar pela liderança do segmento com Toyota Co-

Em linha com a tendência de redução do tamanho dos motores, a Chevrolet adota pela primeira vez no Brasil um novo motor Ecotec 1.4 turbo flex, com 153 cavalos de potência máxima (entre 5.600 e 6.000 rpm) e 24,5 kgfm de torque, sendo 90% disponível entre 1.500 e 5.000 rpm. Com ele, o sedã acelera de 0 a 100 km/h em aceleração 9 segundos, de acordo com a montadora. Com o motor anterior, o Ecotec 1.8, de 144 cv, eram gastos 9,8 segundos. Assim como em outros modelos, o turbo não foi usado para deixar o Cruze mais agressivo, e sim para melhorar a eficiência energética em até 30% com relação ao modelo anterior. Segundo a GM, o Cruze 2017 recebeu nota “A” do Inmetro, com média a gasolina de 11,2 km/l na cidade e 14 km/l na estrada. Com etanol, ele anda 7,6 km/l e 9,6 km/l, segundo medição do Inmetro. Além do turbocompressor, o propulsor possui tecnologia de injeção direta de combustível, comando variável de válvulas e o sistema start/stop, que desliga o motor enquanto o veículo está parado.


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CINQUENTINHA

Documento para guiar 'cinquentinha' passará a ser exigido; conheça tipos Multa para quem descumprir regra começa a partir desta quarta (1). ACC ou CNH? Ambos serão aceitos

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exigência por habilitação para conduzir as motos conhecidas como "cinquentinhas" começa a valer nesta quarta-feira (1º) em todo o Brasil. Quem descumprir cometerá infração gravíssima, com multa de R$ 574,62 (o valor é multiplicado por 3) e apreensão do veículo. Para guiar "cinquentinha" será preciso ter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria A, para motos, ou a chamada ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotores), um documento pouco conhecido do público e que tem baixíssima procura. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), até o fim de fevereiro, havia apenas 678 ACCs emitidas no país contra mais de 25 milhões de CNHs na categoria A. O Nordeste concentra os emplacamentos das "cinquentinhas", mas, em Pernambuco, por exemplo, ninguém tirou ACC desde que ela foi liberada, há 8 meses. Detrans de 9 estados disseram que ainda não emitiram ACCs porque não há autoescolas que ofereçam o curso ou pela falta de procura. "As próprias autoescolas induzem ao usuário a tirar a habilitação A, dizendo ser mais atrativa”, afirma Charles Ribeiro, diretor do Detran de Pernambuco e membro da Associação Nacional dos Detrans. A CNH do tipo "A" permite guiar qualquer tipo de moto, enquanto a ACC é

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restrita aos ciclomotores, ou seja, modelos de até 50 cc. CURSO MAIS CURTO

A ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotores) tem o mesmo visual da CNH: em todas as carteiras de habilitação existe um campo chamado ACC, que será preenchido (para quem tem a CNH ele costuma ter uma tarja preta)

Por outro lado, tirar a ACC é mais rápido, porque são exigidas menos horas-aula. Mas a maioria dos Detrans cobra os mesmos valores para emissão de ACC e da CNH. E nem todas as autoescolas estão prontas para dar o curso para ACC, apesar de o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) ter adiado em 3 meses a aplicação de multa aos não-habilitados justamente para que os Centros de Formação de Condutores (CFCs) se preparassem. Documento emitido pelo Detran que permite rodar com as cinquentinhas, que são motos com motor de até 50 cc. Com a ACC, não é permitido guiar motos mais potentes. Ela tem o mesmo visual da CNH: em todas as carteiras de habilitação existe um campo chamado ACC, que será preenchido (para quem tem a CNH ele costuma ter uma tarja preta). O processo é semelhante ao da obtenção da CNH, com curso e provas teórica e prática. Mas o curso de ACC é mais rápido. No caso das cinquentinhas, são 20 horas/aula no curso teórico e 10 horas/aula para a parte prática. Enquanto isso, para tirar a habilitação A são necessárias 45 horas/aula de teoria e 20 horas/aula de prática.


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Carros com sistema 'keyless' são presas fáceis para ladrões Tecnologia de acesso e partida sem chave abre brecha para furtos. Associação testou 24 modelos de carros novos na Alemanha

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arros com sistema de acesso e partida sem chave, aquele que a chave pode ficar no bolso o tempo todo, estão mais propensos a furtos do que os que possuem controle remoto convencional, em que é preciso apertar o botão, de acordo com estudo feito pela associação alemã de automóveis (Adac). O órgão realizou testes com 24 modelos de carros equipados com o sistema, chamado também de "keyless" (em inglês), e eles puderam ser abertos e ligados facilmente com uso de equipamentos simples de rádio. Para isto, são necessárias duas pessoas. A primeira intercepta o sinal da chave e repassa à segunda, próxima ao carro, que pode estar a centenas de metros de distância da chave.

Com a repetição do sinal da chave, o veículo acredita que ela está próxima e abre as portas, permitindo também a partida do motor, segundo o estudo, que não forneceu detalhes sobre os equipamentos usados. Em uma situação real, por exemplo, o proprietário pode estar em uma lanchonete com a chave em cima da mesa, e o carro no estacionamento. O ladrão senta na mesa ao lado, aciona um equipamento que transmite o sinal para o outro lá fora, e pronto. Depois da partida, o carro pode rodar sem a chave por muitos quilômetros, até ser desligado novamente ou acabar o combustível. A Adac ainda afirma que até abastecer com o carro ligado é possível. Foram avaliados carros novos, feitos entre 2012 e 2015, das mar-

cas Audi, BMW, Citroën, Ford, Honda, Hyundai, Kia, Lexus, Range Rover, Renault, Mazda, Mini, Mitsubishi, Nissan, Opel, Ssangyong, Subaru, Toyota e Volkswagen. A associação alemã advertiu as montadoras a resolverem o problema e pediu para os proprietários serem mais cuidadosos com a chave. Na semana passada, o FBI alertou para riscos de ataques de hackers em carros. Em julho de 2015, a Fiat Chrysler fez recall de 1,4 milhão de veículos nos Estados Unidos para instalação de software depois que uma reportagem na revista Wired levantou dúvidas sobre a possibilidade dos sistemas dos carros serem invadidos. O recall marcou a primeira ação do tipo na indústria automotiva.

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