






Entrevista a João Torres, Presidente da Freguesia de Lavra

Falta de médicos obriga Governo a revisar o modelo de funcionamento das USF Saúde P.10

Craques da Seleção que passaram pelo Padroense FC
Desporto P.14

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Entrevista a João Torres, Presidente da Freguesia de Lavra

Falta de médicos obriga Governo a revisar o modelo de funcionamento das USF Saúde P.10

Craques da Seleção que passaram pelo Padroense FC
Desporto P.14



Terminal de Cruzeiros é candidato às 7 Novas Maravilhas de Portugal



Por Francisco Samuel Brandão
Diretor: Francisco Samuel Brandão
Diretor Adjunto: Mário Costa
Editor: Emídio Brandão
Coordenação: Diogo Barbosa
Design: Margarida Rodrigues
Corpo Redatorial: Bernardino Costa; Carlos Marinho; Emídio Brandão; Francisco Fernandes Brandão; Gonçalo Azevedo; João Madureira; João Regufe; José Henrique Correia; Nuno Ferreira; Paulo Ferreira; Paulo Gaspar; Prof.Dr. Júlio Pinto da Costa; Paulo Mengo de Abreu;
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Nota: O Estatuto Editorial encontra-se publicado na página de Internet: https://www.nmmatosinhos. com/estatuto-editorial


Com as temperaturas a rondarem os trinta e muitos graus centigrados na maior parte do território nacional, toda gente que trabalha (outros não precisam por estarem sempre à sombra e a pesarem no erário publico) começa a pensar nas merecidas férias como forma de quebrar rotinas diárias que os levam quase à exaustão, no cumprimento de horários e regras que se lhes são impostas numa sociedade competitiva, onde as empresas ou empregadores olham as pessoas como números, grande parte frustrados por não verem o pacote laboral aprovado na Assembleia da República, onde o partido “maravilha” de André Ventura, à última hora, fez um demonstrativo manguito a Luís Montenegro e seus apaniguados. Fica para mais tarde se resistirem à intempérie política que se avizinha. E as pistas estão aí já à mostra.
O sol é forte arrastando calor, que pela europa fora tem matado aos milhares, e ainda a procissão vai no adro, esperando-se que os números vão tragicamente aumentar se o quadro meteorológico mantiver estes valores anormais para a época. Por cá agiganta-se também o fantasma do fogos, que continuam a ser um grande negócio em todas as áreas que mexem desde proprietários de terrenos, madeireiros, estruturas de combate a incêndios que gastam rios de dinheiro em investimento de meios que não resultam, para além dos custos com as hierarquias de comando – é tudo comandantes com prosápia gasta e doentia com discurso “chapa 5” mas que ficam bem na televisão -. Não me posso esquecer do negócio das máscaras que levou um, pelo menos um que me lembre, político a ser condenado por corrupção, entre outros exemplos, como o caso do
ex-autarca de Pedrogão Grande, antigo polícia da Judiciária, que se viu metido em sarilhos com os dinheiros que foram disponibizados por várias instuições para a reconstrução da urbe destruída. Se correr bem, talvez se possa atribuir algum mérito ao novo Ministro da Administração Interna, Luís Neves, que militou na Direção Nacional da PJ, com enorme palmarés de sucesso no combate à criminalidade, pela sua personalidade forte e convincente na forma de moralizar o povinho a não promover as asneiras com chamas inadequadas para esta época e momento.
Caso contrário, os fogos crescem, chegam a Lisboa às cadeiras do poder, que já se encontra em combustão lenta e, daí para a frente, todo o governo é insenerado por não ser capaz de resolver as misérias humanas que de tempos a tempos nos
caiem em cima de que são exemplo os casos de Leiria e arredores causticados pela intempérie onde ainda há gente sem soluções de vida. Mas tenham calma, vão de férias, divirtamse, esqueçam por algumas semanas as agruras da vida diária, sem gastarem mais do que podem, pois os tempos próximos não são muito alegres se pensarmos que nos andaram a vender a ideia de que a nossa economia, em termos europeus, era exemplar e de que tudo estava controlado. Grande conversa! Aguardem, mas preparem-se, pois ao contrário do que nos prometem – o paraíso – voltaremos ao inferno.








Apesar de ter passado quase despercebido celebraram-se em maio os 640 anos da assinatura do Tratado de Windsor, 09 de maio de 1386, selado pelas assinaturas de D. João I de Portugal, primeiro monarca da segunda dinastia e Ricardo II de Inglaterra. Um olhar mais atento permitir-nos-á perceber que contribuiu para a consolidação da liderança interna e externa do nosso Rei a braços com um grave conflito armado com Castela. Desta forma foi consolidado o casamento de D. Filipa de Lencastre (Lancaster) com o nosso monarca do qual resultaria a ínclita geração, de boa memória: D. Duarte; D. Pedro; D. Henrique; D. Isabel; D. João; D. Fernando. Ora tudo isto só foi possível graças à vitória na
Batalha de Aljubarrota (14 de agosto de 1385) na qual foi precioso o auxílio dos arqueiros ingleses, cerca de 200, frustrando a investida inicial dos cavaleiros franceses que sofreram elevado número de baixas. Acrescente-se que estávamos em plena Guerra dos Cem Anos, 1337-1453, que opôs França e Inglaterra tendo arrastado para o conflito muitas outras nações europeias.
O contexto não podia ser pior, a famosa crise do século XIV com três caraterísticas tenebrosas, peste negra, guerra e fome, colocou um ponto final ao crescimento dos três séculos anteriores deixando um rasto tal que só em meados do século XV a recuperação, lenta, se começou a fazer sentir. Dito isto importará realçar o cordão umbilical que foi criado entre as duas nações, com uma clara dependência da nossa economia face à britânica, entrelaçando uma série de acontecimentos dos quais relevo, de entre muitos outros, três momentos da nossa História, a saber: o Tratado de Methuen (1703) em que nos comprometíamos a comprar têxteis ingleses e estes a adquirir vinho do Porto, sendo que o valor superior dos tecidos provocou
um tal défice da balança comercial que só a entrega de ouro brasileiro permitiu tapar o buraco. Dito de outra maneira o ouro entrava por um bolso e saía, para Inglaterra, pelo outro; a chegada de tropas inglesas face às invasões francesas (1807,1809, 1810) que, se num primeiro momento se revelaram preciosas ajudando a expulsar os invasores, num segundo passaram a ser vistas como ocupantes porque não abandonaram o país após o fim do perigo francês. O resto já sabemos, Beresford (General inglês) aproveitando-se da ausência de D. João VI no Brasil ousa governar o Reino com mão de ferro sendo a Revolução Liberal de 1820 a resposta dos portugueses a tal atrevimento; o ultimato inglês (1890), o qual resulta das decisões da Conferência de Berlim (1884) que ao substituir, relativamente à posse de colónias, o direito histórico da descoberta pelo da ocupação efetiva nos obriga a tentar estabelecer o mapa cor-de-rosa recebendo em troca a imposição do abandono da área compreendida entre Angola e Moçambique. Curiosidades da História.

ASociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) passou a disponibilizar os horários dos seus autocarros em tempo real no Google Maps, numa funcionalidade que facilita o planeamento das viagens dos passageiros. A integração, disponível desde junho de 2026, permite consultar diretamente na aplicação os tempos estimados de chegada dos veículos, bem como acompanhar a sua localização em circulação. Com esta novidade, os utilizadores podem obter informações atualizadas sobre eventuais atrasos ou alterações no serviço sem necessidade de recorrer a aplicações adicionais ou ao portal da
transportadora. A cobertura abrange toda a rede da STCP, incluindo milhares de paragens distribuídas pelos municípios servidos pela empresa. Para utilizar a funcionalidade, basta pesquisar um percurso no Google Maps e selecionar uma opção que inclua autocarros da STCP. A aplicação apresenta então os horários previstos em tempo real, proporcionando uma previsão mais precisa da chegada dos veículos às paragens. A medida representa mais um passo na digitalização dos transportes públicos da Área Metropolitana do Porto, contribuindo para uma experiência de mobilidade mais cómoda, eficiente e adaptada às necessidades dos passageiros.

O Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões é candidato às 7 Novas Maravilhas de Portugal, na categoria de Arquitetura Contemporânea. O Terminal é finalista regional e está integrado na categoria “Século XXI”. Nesta mesma categoria, na região Norte, a Casa da Música é outro candidato. Projetado pelo Arqt. Luis Pedro Silva, foi inaugurado em 2015 no âmbito da modernização do Porto de Leixões, o principal porto exportador do país. A sua construção consolidou o porto como porta de entrada marítima da região Norte, fortalecendo a ligação histórica entre a atividade portuária, a cidade de Matosinhos e o turismo.
A decisão final das Novas 7 Maravilhas de Portugal será conhecida a 12 de setembro.


Poucos meses após a tomada de posse da nova Junta de Freguesia, entrevistámos João Torres, Presidente da Junta de Freguesia de Lavra, para fazer um balanço dos primeiros tempos de mandato e conhecer a visão que tem para o futuro da freguesia.
Nesta conversa, o autarca aborda os desafios decorrentes da recuperação da autonomia administrativa de Lavra, as principais preocupações dos habitantes, as prioridades de investimento e os projetos que considera fundamentais para melhorar a qualidade de vida da população. A mobilidade, a preservação ambiental, a valorização das tradições ligadas ao mar e à agricultura, bem como o reforço da proximidade entre a Junta e os cidadãos, são alguns dos temas em destaque.
Com uma perspetiva voltada para o futuro, João Torres defende uma Lavra mais sustentável, qualificada e coesa, capaz de preservar a sua identidade enquanto responde aos desafios das próximas décadas.
Tomou posse em novembro de 2025. Qual foi a primeira prioridade que definiu para Lavra?
Aprimeira prioridade foi garantir uma transição organizada e responsável após a separação da antiga união de freguesias.
Era fundamental criar condições para que Lavra tivesse uma Junta plenamente operacional, próxima das pessoas e capaz de responder aos problemas do dia a dia.
Ao mesmo tempo, definimos desde o início uma linha muito clara, ouvir a população, identificar as necessidades mais urgentes e começar a trabalhar em soluções concretas. A proximidade, a organização dos serviços e a valorização da identidade de Lavra foram, desde o primeiro momento, prioridades centrais deste mandato.

Quais
foram os maiores desafios destes primeiros meses?
O maior desafio foi, naturalmente, estruturar uma freguesia que voltou a ter autonomia administrativa. Isso implica reorganizar serviços, recursos, equipas, procedimentos e criar uma dinâmica própria, sem perder capacidade de resposta às necessidades da população. Outro desafio importante foi gerir as expectativas das pessoas. A população de Lavra tem muitas ambições legítimas para a sua terra, e nós partilhamos essa vontade de fazer mais e melhor. Mas também sabemos que é preciso planear, definir prioridades e trabalhar com responsabilidade, em articulação com o Município e com as várias entidades do território. Este é um processo de melhoria contínua.
Que áreas necessitam ainda de maior investimento após a separação da antiga união de freguesias?
Há várias áreas que exigem atenção. Destacaria a manutenção do espaço público, a mobilidade, os equipamentos coletivos, o apoio às associações e a valorização das zonas naturais e costeiras da freguesia. Lavra tem características muito próprias. É uma freguesia com frente de mar, zonas agrícolas, núcleos habitacionais, património natural e uma identidade comunitária muito forte. Por isso, o investimento tem de ser equilibrado, respondendo às necessidades do quotidiano, mas também preparando a freguesia para o futuro.
são atualmente as principais preocupações dos habitantes de Lavra?
As principais preocupações estão muito ligadas à qualidade de vida, mobilidade, transportes públicos, segurança rodoviária, limpeza urbana, manutenção de espaços públicos e acesso a serviços. Também sentimos uma preocupação crescente com a preservação ambiental, com a valorização da costa e com a necessidade de criar melhores condições para os jovens, para as famílias e para a população sénior. Lavra é uma freguesia com muito potencial, mas esse potencial tem de se traduzir em respostas concretas para quem aqui vive todos os dias.

Existem projetos para melhorar a mobilidade e os transportes na freguesia?
Sim. A mobilidade é uma das áreas que consideramos prioritárias. Temos vindo a defender uma melhoria da oferta de transportes públicos, melhores ligações dentro da freguesia e uma articulação mais eficaz com ao centro de Matosinhos. Para além dos transportes, há também um trabalho a fazer ao nível da segurança rodoviária, dos passeios, da acessibilidade pedonal e da criação de condições para uma mobilidade mais sustentável. A Junta tem um papel reivindicativo e de proximidade, levando ao Município e às entidades competentes as necessidades concretas que nos são transmitidas pela população.
Como está a ser trabalhada a proximidade entre a Junta e os cidadãos?
A proximidade não pode ser, nem foi, apenas uma palavra de campanha. Tem de ser uma prática diária. Temos procurado estar no terreno, ouvir as pessoas, visitar lugares, acompanhar problemas e responder com rapidez sempre que possível. Queremos uma Junta de porta aberta, mas também uma Junta que sai à rua. A relação com as associações, coletividades, escolas, instituições sociais e população em geral é essencial. Só conhecendo de perto os problemas conseguimos encontrar melhores soluções.
Também reforçamos os canais digitais e a comunicação institucional, para que os
lavrenses saibam o que está a ser feito, como podem participar e de que forma podem chegar aos serviços da Junta de Freguesia.
Lavra possui uma forte ligação ao mar e às zonas naturais. Como conciliar desenvolvimento e preservação ambiental?
Lavra tem no mar, na costa e nas suas zonas interiores uma das suas maiores riquezas. O desenvolvimento da freguesia tem de respeitar essa identidade. Não podemos olhar para o ambiente como um obstáculo ao desenvolvimento, pelo contrário, a preservação ambiental e da ruralidade é uma condição para um desenvolvimento sustentável e inteligente. Temos de valorizar a frente marítima, proteger os espaços naturais, promover boas práticas ambientais e envolver a comunidade nesse esforço. O futuro de Lavra passa por saber aproveitar o seu potencial sem descaracterizar aquilo que a torna única.

património natural, história, gastronomia, ligação ao mar, tradições agrícolas e uma localização privilegiada.
O turismo não deve ser visto apenas como visitação, mas como uma oportunidade para dinamizar a economia local, apoiar o comércio, valorizar produtores, promover associações e reforçar o orgulho dos lavrenses na sua terra.
A valorização cultural é também essencial para afirmar Lavra no concelho e na região. Temos uma identidade própria e queremos que essa identidade seja reconhecida, preservada e projetada para o futuro.
O que o motivou a candidatar-se à presidência da Junta de Lavra?
O que me motivou foi o amor por Lavra e a vontade de servir a minha terra. Conheço bem a freguesia, as suas pessoas, as suas potencialidades e também os seus problemas. Senti que podia contribuir com trabalho, dedicação e uma visão de futuro.
A candidatura nasceu de um sentido de responsabilidade. Lavra precisava de uma

Junta é, acima de tudo, estar ao serviço das pessoas.

Saiba Mais

Matosinhos eleito Destino Emergente 2026
O município foi eleito “Destino Emergente 2026” pelos leitores da revista espanhola ¡HOLA! Viajes. A publicação é uma das mais reconhecidas publicações de lifestyle e viagens do mercado ibérico. A distinção foi recebida por Marta Pontes, Vereadora do Turismo da Câmara Municipal de Matosinhos. "Situada junto ao Porto e aberta para o Atlântico, Matosinhos tornou-se uma das grandes revelações do turismo português. A sua tradição marítima, a sua extraordinária gastronomia e uma oferta cultural em crescimento colocaram esta cidade no radar dos viajantes que procuram destinos emergentes." afirma a conhecida revista.

Economia Azul em debate nos Paços do Concelho
No próximo dia 10 de julho, os Paços do Concelho de Matosinhos vão ser o palco de uma reflexão profunda sobre o mar e a sustentabilidade, com a conferência Matosinhos e a Nova Economia do Mar. O jornal ECO vai reunir decisores, especialistas e empresas para debater o papel estratégico da Economia Azul no desenvolvimento sustentável e regenerativo. Entre os temas em debate estarão também a logística verde, a descarbonização do transporte marítimo, a ciência, biotecnologia e startups do mar. Até ao momento, o evento vai contar com a presença de Luísa Salgueiro, presidente da autarquia e Álvaro Sardinha, presidente da Economia Azul – Centro de Competência.

Piscinas de Custóias, Leça do Balio e Perafita encerram até setembro
As piscinas de Custóias, Leça do Balio e Perafita vão encerrar durante os meses de julho e agosto, para intervenções de carácter técnico, prevendo reabrir em setembro. Serão colocadas novas coberturas em Custóias e Perafita, e de uma nova unidade de tratamento de ar em Leça do Balio, com espectáveis melhorias das instalações e na prestação dos serviços. As informações sobre as aulas perdidas em julho podem ser obtidas na receção. No mês de julho estarão em funcionamento as piscinas de Guifões, Matosinhos, S. Mamede de Infesta e Sra. da Hora. Já no mês de agosto apenas a piscina de Guifões estará a funcionar (de segunda a sábado, em horário e grelha de aulas simplificados), em complemento com as piscinas das Marés e Quinta da Conceição.
Como chegou aos Bombeiros e à Presidência da Associação?
Sou presidente desde 2017 e estou atualmente no quarto mandato (2026-2029). Sou sócio da Associação Humanitária há cerca de 20 anos e, antes de assumir a presidência, desempenhei funções como presidente da Assembleia Geral. Esse percurso permitiu-me conhecer bem a instituição, a sua missão e os desafios que enfrenta. Quando assumi a presidência, a Associação atravessava um período difícil. Foi necessário reorganizar a estrutura, renovar protocolos com a Câmara Municipal e outras entidades públicas e reforçar a sustentabilidade da instituição. Foi um grande desafio, mas também uma oportunidade para modernizar e fortalecer os Bombeiros.
Quais são os principais desafios da corporação atualmente?
Desde 2017 conseguimos alcançar progressos importantes. Reforçámos o efetivo, contando atualmente com mais de 60 bombeiros, entre profissionais e voluntários, o que permite assegurar uma resposta permanente, 24 horas por dia.
Também recuperámos e melhorámos as instalações, abrindo os nossos espaços à comunidade para atividades culturais e associativas, e renovámos parte da frota, adquirindo várias viaturas de emergência e transporte.
O maior desafio continua a ser garantir recursos humanos suficientes e renovar os veículos de combate a incêndios urbanos e as ambulâncias, muitas delas já com vários anos de serviço. Precisamos igualmente de viaturas de reserva para assegurar uma resposta eficaz em qualquer situação.
Outro objetivo passa por continuar a aproximar a Associação da comunidade, promovendo atividades culturais, sociais e formativas que reforcem a ligação entre os Bombeiros e a população.
Quantos bombeiros integram atualmente a corporação?
Temos cerca de 60 elementos, entre bombeiros profissionais e voluntários. Existem dificuldades no recrutamento e retenção de bombeiros?
Sim, são dificuldades sentidas por praticamente todas as corporações do país. No passado, os quartéis eram espaços de convívio e muitos jovens seguiam o exemplo de familiares que já eram bombeiros. Hoje, essa realidade mudou e é cada vez mais difícil captar novos elementos.
Além disso, existe uma forte concorrência entre corporações e muitos profissionais acabam por optar por instituições que oferecem melhores condições salariais. Sendo uma associação humanitária, dependemos de protocolos e apoios públicos, o que limita a nossa capacidade financeira.
Trata-se de uma profissão muito exigente, física e emocionalmente, sobretudo numa zona urbana como a nossa, onde as ocorrências são frequentes e muito diversificadas. É essencial continuar a valorizar a carreira de bombeiro e criar melhores incentivos para atrair e fixar profissionais.
Que investimentos têm sido feitos nos últimos anos para melhorar a capacidade de resposta?

Nesta edição, entrevistámos Joaquim Paulo, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Leça do Balio, que faz um balanço do trabalho desenvolvido nos últimos anos, aborda os principais desafios da corporação e revela os objetivos para o futuro. Da renovação de equipamentos ao recrutamento de novos bombeiros, passando pela proximidade com a comunidade, o responsável deixa ainda um apelo à participação e ao apoio da população a uma instituição que considera ser uma referência no concelho.
Nos últimos anos houve um forte investimento, sobretudo por parte da Câmara Municipal de Matosinhos, através de protocolos que permitem financiar equipas operacionais permanentes. Este apoio tem sido essencial para garantir uma resposta eficaz à população.
Além dos recursos humanos, foram realizados investimentos na requalificação das instalações, na substituição do telhado e na aquisição de equipamentos e viaturas. Também o INEM reforçou o financiamento destinado ao transporte de doentes.
Apesar destes avanços, continua a ser necessário renovar a frota. As viaturas de combate a incêndios representam investimentos muito elevados e dificilmente podem ser adquiridas apenas com recursos próprios.
Quais são as ocorrências mais frequentes na área de intervenção?
A maioria das ocorrências está relacionada com a emergência pré-hospitalar, como doenças súbitas, quedas, acidentes domésticos, acidentes de viação e transporte de doentes para unidades de saúde. Os incêndios urbanos também fazem parte da atividade diária, assim como outras intervenções, desde o controlo de vespas asiáticas ao resgate de animais. A população idosa merece uma atenção especial, já que muitos idosos vivem sozinhos e os bombeiros são frequentemente o primeiro apoio em emergências.
Como descreve a relação entre os Bombeiros e a comunidade?
Hoje existe uma relação muito próxima. Nos últimos anos procurámos abrir ainda mais a Associação à comunidade, promovendo rastreios de saúde, ações de sensibilização, atividades culturais, aulas de informática, karaté e iniciativas dirigidas a crianças e seniores.
Servimos Leça do Balio, Custóias, parte de Guifões e Senhora da Hora, mantendo uma ligação próxima com juntas de freguesia, associações e comissões de festas. Também contamos com o apoio de várias empresas, embora exista margem para reforçar essa colaboração, sobretudo
junto do tecido empresarial instalado na região. Os bombeiros são um recurso essencial para toda a comunidade e esse reconhecimento deve traduzir-se também em apoio institucional e empresarial.
Quais são os objetivos da corporação para os próximos anos?
O principal objetivo é continuar a melhorar o serviço prestado à população. Pretendemos reforçar a formação especializada dos bombeiros, aumentar os recursos humanos e renovar a frota, sobretudo com viaturas preparadas para responder às exigências das ocorrências urbanas e situações de maior complexidade. Queremos continuar a evoluir para prestar um socorro cada vez mais rápido, eficaz e seguro.
Do que mais se orgulha no trabalho desenvolvido?
O maior orgulho é o trabalho de equipa desenvolvido ao longo destes anos. Conseguimos reforçar o efetivo, melhorar a capacidade de resposta, recuperar instalações, renovar equipamentos e fortalecer a relação com a comunidade.
Tudo isto foi possível graças ao diálogo permanente com o comando, os bombeiros, a Câmara Municipal e as juntas de freguesia.
Também me orgulha termos criado iniciativas sociais e culturais, como programas de férias para crianças,
atividades de apoio à comunidade e projetos que aproximaram ainda mais os Bombeiros da população.
Que mensagem gostaria de deixar aos habitantes?
Gostaria de pedir à população que continue a apoiar os Bombeiros. Temos cerca de três mil sócios, mas é importante que cada vez mais pessoas participem na vida da Associação. Esta é uma casa aberta à comunidade, disponível para colaborar em diversas iniciativas e sempre pronta para responder quando surge uma emergência.
O apoio da população é essencial para continuarmos a crescer e a prestar um serviço de qualidade.
Que mensagem deixa a quem está a pensar ingressar nos Bombeiros?
Ser bombeiro é muito mais do que uma profissão ou um voluntariado: é um compromisso com a comunidade e com a proteção da vida humana. Quem ingressar nesta corporação encontrará uma instituição reconhecida, onde se promovem valores como o respeito, a lealdade, o espírito de equipa e o serviço ao próximo.
Os jovens terão aqui uma oportunidade de crescer, aprender e contribuir para uma missão de enorme importância. As portas estão abertas a todos os que queiram fazer a diferença.


Praias de Matosinhos vão ter 600 cadeiras gratuitas este verão

As praias de Matosinhos vão contar, nesta época balnear, com 600 cadeiras de praia gratuitas, 16 espreguiçadeiras e 12 camas de rede, disponibilizadas para utilização dos banhistas. A iniciativa, promovida pelo Turismo de Matosinhos, pretende aumentar o conforto de quem frequenta o litoral do concelho. Além destes equipamentos, serão

também instalados 600 para-ventos individuais, 57 para-ventos coletivos e 22 cabines de apoio para troca de roupa. Os equipamentos ficarão distribuídos pelas praias de Matosinhos, Leça da Palmeira, Aterro e Marreco. Segundo a autarquia, a medida visa melhorar a experiência dos visitantes e reforçar a qualidade das infraestruturas balneares durante o verão de 2026.

O Grupo Parlamentar do PCP apresentou na Assembleia da República 14 perguntas ao Governo sobre problemas que afetam o concelho de Matosinhos, abrangendo áreas como saúde, habitação, ambiente, educação, mobilidade, indústria, pesca e respostas sociais. As iniciativas, apresentadas pelo deputado Alfredo Maia, eleito pelo distrito do Porto, integram um conjunto de 123 perguntas dirigidas pelo PCP ao Governo sobre questões sentidas pelas populações do distrito. Na saúde, o PCP questionou a situação do Hospital Pedro Hispano, a falta de médicos e enfermeiros de família, os tempos de espera e a operacionalidade do heliporto. Na habitação, pediu esclarecimentos sobre as medidas necessárias para garantir acesso a habitação acessível





Somos Gás
Reforça Oferta com Novas
Soluções para Eficiência
“A energia da sua casa pode custar menos” é o mote da nova campanha apresentada pela Somos Gás, que passa agora a disponibilizar um conjunto alargado de serviços focados na eficiência energética e no conforto das habitações. Reconhecida pela sua atividade no setor do gás, a empresa amplia a sua área de atuação, disponibilizando acompanhamento especializado e soluções personalizadas para
clientes que procuram reduzir consumos energéticos e aumentar a sustentabilidade das suas casas. Entre as novas soluções disponibilizadas pela Somos Gás destacam-se a instalação de painéis solares, bombas de calor, sistemas de ar condicionado, climatização inteligente e ainda soluções energéticas à medida, adaptadas às necessidades específicas de cada cliente.
para trabalhadores, jovens e famílias. No ambiente, destacou as preocupações com a descontaminação dos terrenos da antiga refinaria de Leça da Palmeira e os episódios de poluição e interdições balneares na Praia de Matosinhos. Foram ainda levantadas questões sobre obras urgentes em escolas, o envelhecimento da população, a insuficiência do apoio domiciliário e a falta de vagas em creche.
No plano económico, o PCP abordou a degradação do Porto de Pesca de Matosinhos, a modernização do Porto de Leixões e a defesa do papel estratégico da Efacec. Na mobilidade, questionou o alargamento da A28, a eliminação das portagens nas ex-SCUT, a extensão da Linha de Leixões e a ligação ferroviária do Aeroporto Francisco Sá Carneiro àquela linha.
Para o PCP, estas perguntas refletem preocupações reais das populações, mas a sua resolução exige mais do que respostas formais do Governo. «É a força das populações, dos trabalhadores, das associações e da luta organizada que permite conquistar respostas e garantir o direito a viver melhor na nossa terra», sublinha o partido.

Paulo Gaspar
Professor Doutor
CELEBRAR, APRENDER E CRESCER EM COMUNIDADE

Desde 2019, a INDAQUA Matosinhos instalou 1.238painéis fotovoltaicos, aproveitando, com propósito ambiental, espaços desocupados das suas infraestruturas. O topo de diversos reservatórios e estações elevatórias ou o terreno que circunda a Estação de Tratamento de Águas Residuais de Matosinhos (uma das maiores do país) permitiram implementar equipamentos com uma capacidade produtiva a rondar os 900 mil kWh por ano.
Os números subiram com a instalação da primeira comunidade de energia da empresa criada pela INDAQUA Matosinhos: 473 novos painéis, colocados nos 2.100 m2 do topo do reservatório de água de Custóias, fazem subir para 1.700 o número total de painéis instalados pela INDAQUA Matosinhos, assim como permitem evitar a emissão para a atmosfera de 49 toneladas de CO2 por ano, através da produção de 400Mwh de energia limpa por ano.
A unidade de produção, instalada e operada pela Iberdrola, está já em funcionamento e a fornecer energia a outras infraestruturas da INDAQUA Matosinhos localizadas num raio de 4 km.
Com a nova comunidade, o nível de autossuficiência da INDAQUA Matosinhos sobe para os 42%. Em 2025, este valor cifrava-se nos 36,4%: 12,8% garantidos por painéis solares, 23,6% por cogeração, através de uma unidade instalada na ETAR.
A escola é muito mais do que um edifício feito de salas de aula, secretárias e quadros. Ela é, na sua essência, um ecossistema vivo, um “território sagrado” onde se cruzam três dimensões fundamentais da experiência humana: a aprendizagem, a celebração e a descoberta. Em primeiro lugar, a escola é o berço do conhecimento formal. É ali que se desvendam os mistérios da matemática, se compreende a herança da história e se domina a arte da palavra. No entanto, a verdadeira aprendizagem que ali ocorre vai muito além dos manuais escolares. Na escola, aprende-se a cidadania, o valor do respeito pela diferença, a importância da resiliência perante o erro e a beleza do trabalho em equipa. Aprende-se a pensar de forma crítica e a moldar as ferramentas com as quais os alunos irão construir o futuro. É o lugar onde a curiosidade cruza caminhos com o método, transformando potencial bruto em saber estruturado. Mas a escola não é feita apenas de esforço e avaliação; ela é, por direito próprio, um espaço de celebração. Celebra-se o crescimento de cada criança e jovem. Celebram-se as pequenas e grandes conquistas: a primeira palavra lida no préescolar, o problema complexo resolvido no secundário, o golo marcado no recreio, ou aquela apresentação que superou a timidez. A escola celebra a convivência nas festas sazonais, a diversidade cultural e os laços de amizade que, muitas vezes, duram uma vida inteira. É um palco de afetos onde a alegria de partilhar o quotidiano transforma a rotina numa comunidade unida. Por fim, a escola é o laboratório da descoberta. É o primeiro momento de observação de um mundo vasto e cheio de possibilidades. Sob o olhar atento e orientador dos professores, os alunos descobrem quem são, quais são os seus talentos ocultos, as suas paixões e as suas vocações. Descobre-se a magia da ciência num tubo de ensaio, a profundidade de um sentimento num poema e a beleza do mundo através da arte. Cada dia de aulas traz consigo a promessa de um novo horizonte, desafiando os alunos a irem mais longe do que ontem e a perceberem que o conhecimento não tem limites. Unir estes três pilares é a grande missão da educação. Quando a escola consegue ser, em simultâneo, o lugar onde se aprende com rigor, onde se celebra a vida e a comunidade com alegria, e onde se descobre o mundo com espanto, ela cumpre o seu papel mais nobre: o de formar seres humanos plenos, felizes e preparados para o mundo. O encerramento de mais um ano letivo é sempre um momento de dualidade: há o cansaço natural de meses de exigência, mas há também a gratificação de olhar para trás e ver o caminho percorrido. Estes ciclos — que cobrem a transição da infância para a adolescência — são, por si só, palcos de transformações profundas, o que torna cada ano letivo uma coleção única de experiências significativas. Olhar para o ano que cessa é recordar que a aprendizagem mais profunda nem sempre ficou registada nos cadernos diários. As experiências mais marcantes destes meses nasceram: nos projetos partilhados: onde os alunos aprenderam a debater e a testar o seu pensamento crítico e autonomia; onde se geriram os primeiros grandes conflitos, se solidificaram amizades e se aprendeu a vencer e a perder em equipa; momentos em que a teoria ganhou vida e a escola se fundiu com o mundo real. No Agrupamento de Escolas Irmãos Passos, para os alunos do 2.º ciclo, este ano foi mais um passo na conquista da organização e da adaptação a múltiplos professores. Para os do 3.º ciclo (com destaque para os finalistas do 9.º ano), foi um período de escolhas decisivas, de autodescoberta e de orientação vocacional, onde começaram a desenhar o rascunho do seu próprio futuro. Celebrar o fim deste ano letivo é, por isso, celebrar a resiliência. Alunos, professores e famílias superaram metas, adaptaram-se a novos desafios pedagógicos e criaram memórias que definem a identidade de cada estudante. As salas de aula fecham agora as portas para as merecidas férias, mas o impacto das experiências vividas permanece. Mais do que matérias dadas, este ano letivo somou maturidade, cidadania e humanidade ao percurso de cada jovem. O balanço final não se mede apenas em notas de avaliação, mas sim na certeza de que todos os que iniciaram este ano letivo saem dele hoje mais ricos, mais tolerantes e mais preparados para o amanhã. JÁ
“A eficiência já era primordial em toda a operação da INDAQUA Matosinhos, no âmbito hídrico. Nos últimos anos, investimos para transpô-la também para o campo energético. É a primeira vez que um dos nossos equipamentos irá abastecer outros, criando uma comunidade, mas acreditamos que o modelo possa vir a aplicar-se a outras infraestruturas”, avança Tiago Fragata, Diretor Geral da INDAQUA Matosinhos.
“As comunidades de energia são um passo decisivo para a eletrificação, ao permitir que a energia renovável seja produzida e partilhada localmente. Este projeto com a INDAQUA mostra como é possível aumentar a eficiência e os níveis de autonomia energética de forma concreta. As comunidades solares estão a transformar a forma como a energia chega às pessoas e a Iberdrola quer impulsionar esta transição, promovendo soluções inovadoras que aproximem a produção do consumo, reforcem a sustentabilidade e tragam benefícios tangíveis para as comunidades e para o sistema energético como um todo”, afirma Pedro Torres, Diretor de Smart Solutions da Iberdrola Clientes Portugal.

"Matosinhos está empenhado com o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, pelo que é com entusiasmo que vemos as iniciativas que promovam a descarbonização, nomeadamente, através da utilização de energias verdes , afirma Luísa Salgueiro, Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos.
Para além de Matosinhos, o Grupo INDAQUA detém uma outra comunidade de energia em Oliveira de Azeméis. No conjunto de todas as empresas, o Grupo tens instalados mais de 3.600 painéis fotovoltaicos com uma capacidade produtiva a superar os 2,8 milhões de kWh por ano.
Com 473 painéis solares, a comunidade de energia, instalada num reservatório de água, gera anualmente o equivalente ao consumo de 100 habitações. A produção vai alimentar infraestruturas da INDAQUA Matosinhos, aumentando a autossuficiência da empresa para os 42%



Durante anos, o retalho aprendeu a medir quase tudo no e-commerce — cliques, produtos vistos, carrinhos abandonados e jornadas de compra — usando esses dados para otimizar vendas e melhorar a experiência do consumidor. Já nas lojas físicas, essa capacidade de análise manteve-se limitada, deixando milhares de interações diárias sem verdadeira leitura de comportamento ou geração de conhecimento acionável. Foi este desafio que o Intermarché decidiu enfrentar com o apoio da E-goi, através de
Nuno Ferreira Empresário 910857380
uma estratégia baseada em Customer Data Platform (CDP), Inteligência Artificial, hipersegmentação e automação omnicanal.
O objetivo foi simples: unificar canais físicos e digitais numa visão única do cliente ao longo da sua jornada de compra.
A solução permitiu ligar dados das lojas físicas, do Cartão Intermarché, do Wi-Fi e dos canais digitais, criando uma visão 360º do consumidor. Esta informação passou a alimentar modelos de IA e segmentação avançada, permitindo identificar padrões de comportamento, personalizar campanhas e recomendar ofertas mais relevantes.

REQUALIFICAÇÃO E RENOVAÇÃO DA CAPELA MORTUÁRIA DE ÁGUAS SANTAS
Uma obra de grande importância para a comunidade de Águas Santas
É com enorme orgulho que vemos concluída esta requalificação, um projeto que permitirá oferecer um espaço mais digno, acolhedor e confortável a todas as famílias que dele venham a necessitar.
Este foi também um momento de reconhecimento e agradecimento a todos os que contribuíram para a concretização desta obra. A Nuno Ferreira Construções e Restauros, bem como todos os colaboradores, parceiros
e equipas envolvidas, pelo profissionalismo, dedicação, empenho e qualidade demonstrados em cada fase do projeto.
O sucesso desta obra é o resultado do trabalho conjunto, da confiança e do compromisso de todos os que acreditaram nesta missão. Obrigado a todos por fazerem parte deste importante contributo de missão cumprida.
Nuno Ferreira Construções e Restauros –Construímos com qualidade, restauramos com paixão e trabalhamos sempre ao serviço das pessoas.

Com Inteligência Artificial, hipersegmentação e uma visão 360º do cliente, a E-goi ajudou o Intermarché a aumentar em 7% as vendas das categorias impactadas e em 280% os registos de clientes identificados.
Os resultados confirmam o impacto: as categorias abrangidas pelo projeto cresceram 7% em vendas em 2023, enquanto os registos via Wi-Fi e Cartão Intermarché aumentaram mais de 280%. A operação, implementada em mais de 255 lojas, também automatizou comunicações de marketing e aumentou a eficiência e a personalização em escala.
Mais do que um projeto tecnológico, este caso reflete uma tendência do retalho: num contexto de custos de aquisição elevados e fragmentação de canais, os dados próprios tornaram-se um ativo crítico.
O Intermarché aumentou as vendas. A E-goi transformou comportamento em receita.
A capacidade de reconhecer clientes e antecipar necessidades está a tornar-se um fator diferenciador.
Como resume a E-goi, o desafio do retalho moderno não é gerar mais tráfego, mas transformar cada interação em conhecimento útil, capaz de melhorar experiências e resultados. Quando bem utilizados, os dados deixam de ser apenas informação e passam a gerar receita. Para apoiar outras empresas, a E-goi disponibiliza ainda uma calculadora gratuita para estimar o potencial de retorno de estratégias de fidelização e personalização.
O nome de Matosinhos está escrito na história do Guinness Book of Records. Na praia do Titan, durante o Air Invictus, no passado dia 19 de junho, foi batido o recorde do mundo de drones em simultâneo, num total de 3097 drones.
O espetáculo coreografado, da empresa espanhola Drone Art Studios, iluminou os céus e deliciou os milhares de pessoas no local, que incluiu imagens alusivas a Portugal e à cidade invicta, com representações
de monumentos históricos da cidade.
O record foi atribuído no local por uma representante da organização do Livro Guinness dos Recordes, que confirmou o galardão, ultrapassando o último record registado de 3050 drones.
De acordo com um estudo da Faculdade de Economia do Porto, o evento que envolveu vários concelhos do distrito pode atingir um retorno económico que pode chegar aos 100 milhões de euros.


João Madureira Gestor de Marketing e Vendas CHUMBO À LA CARTE
Hoje vou escrever-vos sobre um tema importante e ainda muito atual.
O chumbo à revisão da lei laboral não foi apenas mais um ruído parlamentar passageiro. Para muitos trabalhadores, soou a alívio ou sensação espetacular de alguém que travou a tempo uma mudança que avançava depressa demais, de costas voltadas para quem acorda cedo todos os dias e sustenta este país, de quem o faz mexer.
A proposta tinha um problema de fundo e crónico, não reforçava a contratação coletiva, não garantia a previsibilidade e deixava a flexibilidade tão solta que parecia confundir modernização com desamparo. Houve que lhe chamasse inovação, mas inovação com vulnerabilidades antigas, e não com progresso para os trabalhadores. É o mesmo risco, mas com um novo nome. Vulnerabilidade não se passa à frente, como quem vira uma página, exige sim uma resposta política a altura e séria. Pelo meio, houve quem tentasse transformar o debate em palco. Não para melhorar nada, mas para alimentar a ideia de que tudo é conflito e nada é solução. Houve quem votasse por convicção e coerência com o que sempre defendeu, mas houve também quem encontrasse no chumbo uma oportunidade que pouco tinha a ver com os trabalhadores. Essa manobra foi tão óbvia que acabou por se neutralizar a si própria, e o chumbo acabou por devolver o foco ao que verdadeiramente importava, os trabalhadores. Valorizar quem trabalha não é apenas um slogan. É a condição para que o país cresça de forma sustentável. Os países que prosperam, são aqueles que investem nas pessoas, na formação, nos rendimentos e na estabilidade das famílias. Um mercado de trabalho moderno não nasce de desvalorizar quem nele está, mas sim de garantir que cada pessoa tem as condições reais para progredir. É claro e necessário que as empresas tenham também uma visão estratégica de forma a conseguir impulsionar os salários e ao mesmo tempo aumentar a competitividade e gerar valor, parecem duas coisas disformes e distantes, mas a verdade é que podem perfeitamente coexistir.
Por isso, este chumbo não é um bloqueio. É uma escolha, a de privilegiar o diálogo e a concertação social em vez do impulso. É na negociação séria entre parceiros sociais que se decide como combater a precariedade de forma estrutural e efetiva, como assegurar rendimentos dignos e como impedir que a agilidade das empresas se converta em insegurança para quem lá trabalha. Reformar exige destreza, clareza e responsabilidade, não pressa.
OGoverno vai avançar com uma revisão do modelo de funcionamento das Unidades de Saúde Familiar (USF) modelo B, numa tentativa de responder à falta de médicos de família e melhorar o acesso aos cuidados de saúde primários. A discussão das alterações arranca esta semana e deverá envolver diferentes entidades do setor da saúde, autarquias e farmácias. A medida foi anunciada pela ministra da Saúde, Ana Paula Martins, que explicou no Parlamento que o decreto-lei que regula as USF modelo B prevê uma revisão em 2026. O trabalho será conduzido pelos ministérios da Saúde e das Finanças e terá como principal objetivo otimizar os recursos disponíveis no Serviço Nacional de Saúde (SNS). Entre as mudanças previstas está o reforço do papel dos enfermeiros de família, que passarão a ter uma participação mais ativa no acompanhamento de doentes crónicos. O objetivo é permitir uma melhor distribuição de tarefas dentro das equipas de saúde, garantindo uma resposta mais eficaz às necessidades dos utentes. Segundo a ministra, a reorganização pretende assegurar que nenhum cidadão fique sem acompanhamento, sobretudo num contexto em que milhares de pessoas continuam sem médico de família atribuído. O novo modelo prevê que os enfermeiros assumam um maior acompa-


A Unidade Local de Saúde de Matosinhos (ULSM) garantiu que está a desenvolver uma resposta específica para os doentes com Esclerose Múltipla (EM), assegurando que uma solução “digna, sustentável e adequada” deverá ser apresentada e concretizada nas próximas semanas. A posição da administração surge na sequência de uma petição online intitulada “Não nos peçam para esperar mais: pela abertura da clínica de Esclerose Múltipla da ULS de Matosinhos”, que já reuniu centenas de assinaturas de utentes e familiares. Os subscritores denunciam a demora na criação de uma clínica dedicada à doença, uma reivindicação que dizem ouvir ser prometida há vários anos sem que tenha sido concretizada. Na petição, os doentes afirmam continuar a realizar tratamentos em espaços dispersos pelo hospital e apontam dificuldades no cializado. Além disso, criticam os tempos de espera considerados excessivos e defendem que a atual organização dos cuidados não responde adequadamente às necessidades específicas de quem vive com uma previsível. “Durante anos foram-nos apresentados projetos, intenções e compromissos. Foi-nos dito que seria criada uma clínica dedicada à Esclerose Múltipla”, referem os promotores da iniciativa, sublinhando que a incerteza faz parte do quotidiano da doença e que os doentes não deveriam ter de enfrentar
nhamento regular dos doentes crónicos, mantendo-se a intervenção do médico sempre que a situação clínica o justificar. Além do reforço das competências dos enfermeiros, o Governo pretende aumentar a cobertura por médico e enfermeiro de família, criar carteiras adicionais para projetos inovadores e fortalecer áreas consideradas prioritárias, como a prevenção da doença e a inclusão social. A revisão incluirá ainda a atualização dos incentivos atribuídos às equipas, a reavaliação dos critérios aplicados aos utentes prioritários e a adaptação dos horários de funcionamento das unidades às necessidades das populações. Está também prevista uma reorganização das listas de utentes, procurando uma distribuição mais equilibrada dos recursos humanos pelos diferentes territórios. A falta de médicos de família continua a ser um dos principais desafios enfrentados pelo SNS. Com esta revisão, o Executivo pretende adaptar o modelo das USF à realidade atual, promovendo uma maior articulação entre médicos e enfermeiros e reforçando a capacidade de resposta dos cuidados de saúde primários. O processo de revisão deverá decorrer ao longo dos próximos meses, com o objetivo de implementar medidas que permitam melhorar o acesso da população aos serviços de saúde e aumentar a eficiência das equipas de família.

também obstáculos administrativos. Em resposta, o conselho de administração da ULSM reconhece que a Esclerose Múltipla é uma patologia complexa que exige acompanhamento diferenciado, proximidade e condições adequadas para a prestação de cuidados. A instituição adianta que o trabalho de avaliação e planeamento se encontra numa fase avançada e que a solução está a ser preparada de forma a responder às necessidades dos utentes e dos profissionais de saúde. A administração, liderada por Nélson Pereira e em funções há cerca de um mês e meio, refere ainda que a análise dos principais projetos estruturantes da instituição começou desde a tomada de posse, incluindo a criação de uma resposta dedicada às pessoas com Esclerose Múltipla. A ULSM reafirma o compromisso com a melhoria contínua dos cuidados prestados à população e com o desenvolvimento de estruturas que contribuam para a qualidade de vida dos utentes. A Esclerose Múltipla é uma doença crónica, autoimune, inflamatória e degenerativa que afeta o sistema nervoso central. Caracteriza-se pelo ataque do sistema imunitário à mielina, substância que protege as fibras nervosas, comprometendo a transmissão dos impulsos nervosos. A doença surge com maior frequência entre os 20 e os 40 anos de idade e afeta sobretudo mulheres. Em Portugal, estima-se que mais de 8.000 pessoas vivam com esta patologia.


Empresa especializada em Projecto, Fabrico e Montagem de Estruturas Metálicas, assim como em Construção Soldada, Manutenção Industrial e Instalações Mecânicas.
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Carlos Marinho
Professor Doutor de Matemática AIR INVICTUS E A MATEMÁTICA
O céu é o limite. Voar é a melhor das sensações. Todos os anos milhões de pessoas viajam por todo o mundo. 2019 foi o ano com mais voos no planeta com cerca de 39 milhões de viagens. O dia 25 de julho de 2019 fica na história da aviação civil com mais voos em 24 horas, cerca de 230 mil voos, uma movimentada quinta-feira. Neste dia a população do Hemisfério Norte foi de férias, a do Hemisfério Sul regressou de férias de inverno com 30 milhões de passageiros a voaram, o equivalente a metade da população portuguesa. Em 2017 foi o ano com zeros acidentes na aviação civil. Se a esperança de vida em Portugal é de cerca de 80,7 anos, existir um acidente numa aeronave teríamos de viver 682 vidas. Em 2018 viajaram mais de 4,36 mil milhões de pessoas em todo o mundo, cerca de 55% das pessoas a viverem no planeta Terra.
De 19 a 21 de junho, o Air Invictus encheu os céus do Norte, com Porto, Gaia, Maia e Matosinhos a serem as cidades eleitas para este grande evento, com espetáculos aéreos, acrobacias, corridas aéreas, drones e afins. Por ter um filho piloto de aviação civil, numa das maiores companhias aéreas europeias, fui por ele persuadido a ver os aviões no aeródromo da Maia, onde está sediada a escola Nortávia. Seis horas a ver os aviões e um espetáculo aéreo imperdível.
A matemática explica tudo sobre a aviação, toda a geometria envolvida, os quaterniões, a estatística, a álgebra envolvida, o cálculo, todos os grandes ramos da matemática explicam a dinâmica do voo. Toda a teoria da aviação pode ser explicada pela alma mater das ciências.
Uma história verdadeira ocorrida na segunda Guerra Mundial conta que durante o conflito, entre os EUA (Aliados) e a Alemanha (Nazi), os comandantes aliados queriam reduzir as perdas dos seus bombardeiros perante a artilharia antiaérea inimiga. Para isso, recorreram ao Statistical Research Group (SRG) da Universidade de Columbia, onde o matemático judeu húngaro Abraham Wald trabalhava. Os EUA analisaram erradamente os aviões que regressavam das missões e mapearam os buracos de bala na fuselagem com uma concentração de furos nas asas e no corpo do avião. Praticamente não existiam furos nas zonas do motor e na cabine do piloto. Erradamente a Força Aérea concluiu que deveria reforçar a blindagem nas asas e na fuselagem, por serem os locais mais atingidos. Wald reagiu e corrigiu este raciocínio ao notar que os militares estavam errados. Os aviões atingidos nas asas conseguiam aguentar os danos e regressar à base. Os aviões atingidos no motor ou na cabine eram abatidos imediatamente e caíam no território inimigo, nunca chegando a ser analisados e arranjados para poderem voar de novo. A recomendação matemática correta foi blindar, proteger as áreas que pareciam intactas nos aviões sobreviventes (motores e cabine). E assim, Wald e a matemática ganharam a guerra. Leonardo da Vinci disse "uma vez que você experimentou voar, caminhará pela Terra com os olhos voltados para o céu."


Este projeto destina-se a alunos que gostam de aprender de forma dinâmica, através de projetos e experiências internacionais. Ao integrar esta turma, os alunos terão oportunidade de:
● Desenvolver as suas competências em inglês e espanhol;
● Participar em atividades e algumas aulas nestas línguas;
● Realizar encontros online com alunos de outros países;
● Ter acesso a possíveis cursos de verão em Londres e Edimburgo;
● Preparar-se para os exames internacionais Cambridge (inglês) e Cervantes (espanhol).
A Escola Básica de Matosinhos disponibiliza, para o próximo ano letivo, duas ofertas educativas especiais para os alunos que vão frequentar o 7.º ano.
Este curso é dirigido a alunos com interesse pelo teatro e pelas artes performativas. Além das disciplinas do currículo regular, os alunos beneficiarão de formação artística especializada, desenvolvendo:
● A criatividade;
● A expressão corporal e verbal;
● A confiança e a comunicação;
● O trabalho em equipa.


A recriação histórica “Os Piratas” está de regresso a Leça da Palmeira entre os dias 9 e 12 de julho, prometendo quatro dias de animação junto ao Forte de Nossa Senhora das Neves. O evento recria o ambiente das antigas invasões piratas à costa portuguesa, com espetáculos de rua, música, dança, mercado temático e atividades para toda a família.
Considerada uma das iniciativas de verão mais populares do concelho de Matosinhos, a iniciativa deverá voltar a atrair milhares de visitantes, transformando a frente marítima de Leça da Palmeira num autêntico cenário de aventura e história.
A entrada é gratuita e a organização está a cargo da Câmara Municipal de Matosinhos.


José Henrique Correia Investigador de História Contemporânea | Professor O TOURO SORTUDO DE MILÃO FOI CASTRADO?
OMoinho Cine Fest, Festival Internacional de Cinema Curto de Matosinhos, abriu as inscrições para a sua 9.ª edição, que terá lugar em abril de 2027. As candidaturas decorrem até 31 de dezembro de 2026. Distinguido com o EFFE Label 2026–2027, o festival reforça o seu papel na promoção do cinema de curta duração. Podem concorrer obras produzidas a partir de 2025 nas categorias de curta-metragem, micro-metragem, nano-metragem, videodança e videoclipe, através das plataformas FilmFreeway, Festhome, Shortfilmdepot e Movibeta. Nas oito edições anteriores, o Moinho Cine Fest recebeu mais de 5.700 filmes de mais de 120 países e selecionou 551 para exibição, consolidando a sua projeção internacional. Entre os seus aspetos distintivos destacam-se o pagamento de taxas de exibição a todos os filmes selecionados e a atribuição de prémios monetários em várias categorias. Com a abertura das inscrições para 2027, o festival volta a convidar cineastas de todo o mundo a integrarem uma programação que tem contribuído para afirmar Matosinhos como um importante palco internacional do cinema curto.

Um mito que faz parte da cultura popular milaneza acredita que pisar os testículos de um touro representado num famoso mosaico traria boa sorte. O problema é que muitos visitantes acabaram por danificar esse afresco, que foi recentemente restaurado. Mas o resultado final deixa alguns céticos, os atributos da fera parecem agora estar a falhar... A lenda contada por Il Fatto Quotidiano remonta a um costume do século XIX. E, como costuma acontecer em Itália, essa estranha tradição tem as suas origens em rivalidades urbanas. "O costume milanês de virar o calcanhar sobre os testículos do touro retratado no mosaico pode ser explicado pelo desejo de expressar desprezo pela casa real piemontesa",... Essa representação é, de facto, o emblema da cidade de Turim, então capital do Reino do Piemonte-Sardenha e que, durante o séculoXIX, unificou a Itália ao englobar a cidade vizinha de Milão. Segundo a lenda, os habitantes da cidade lombarda pisaram a parte mais sensível da imagem de Turim retratada na Galeria Victor Emmanuel II. Um gesto de desafio que, com o tempo, se tornou um ritual de sorte para os milaneses. O problema foi que a chegada da Internet fez com que a tradição local se tornasse um ritual popular para turistas, e a multiplicação de pisadelas nos atributos viris do touro de Turim acabou por danificar o mosaico, que teve que ser restaurado recentemente. No sábado, 30 de maio, o touro novinho foi finalmente revelado ao público, mas como explica II Giornale, "em comparação com o antigo, uma diferença é imediatamente perceptível: se no original os testículos do touro eram claramente visíveis por serem vermelhos, após o trabalho de restauro, foi usada uma cor muito mais delicada e neutra, e, como resultado, os testículos agora parecem ter desaparecido." Isso provocou comentários irónicos de todos os tipos na internet, desde o "touro transformado em boi" até a "transição de género" do animal Milano-Turinense. Mas será que realmente houve uma tentativa desajeitada de censura puritana? Para descobrir, o melhor a fazer seria entrevistar Gianluca Galli, o homem que fez o restauro. Um pouco irritado, confididenciaria a sua versão ao Corriere della Sera: "A pedra rosa que usei durante a última restauração em 2017 não estava disponível, então usei a única que encontrei nos armazéns da cidade. Não tenho a impressão de que a diferença seja tão grande assim, e de qualquer forma não há versão à qual me conformar, já que as primeiras fotos do trabalho que temos são todas a preto e branco." Galli conclui, filosoficamente: "É sempre a mesma coisa, a cada trabalho de restauro, todos têm voz. E os primeiros a falar são aqueles que não têm competência na matéria." Será então, que a lenda deixou de ser lenda?! Será culpa da nova cor delicada que mexeu com a dignidade do touro?! o facto, é que a sorte se transformou em desassossego para os mais duvidosos...
APraia de Leça da Palmeira foi palco, nos dias 13 e 14 de junho, do AON Titan Trophies powered by Goldenergy, competição de surf e bodyboard dedicada às camadas jovens, que reuniu mais de 120 atletas de várias regiões do país. Integrada na 12.ª edição do Porto&Matosinhos Wave Series, a prova contou com participantes das categorias Mini Groms e Super Groms, proporcionando dois dias de intensa competição e convívio. O primeiro dia ficou marcado por excelentes condições do mar, com ondas entre um e um metro e meio, permitindo aos cerca de 70 atletas das categorias Super Groms demonstrarem elevado nível técnico. Entre os vencedores destacaram-se Vasco Marques (Sub-18), Marianna Stengg (Sub-18 Feminino), Sebastião Neves (Sub-16) e David Mendonça (Sub-14) no surf, enquanto no bodyboard triunfaram Frederico Castelo Branco, Sofia Pinheiro, Vicente Campos e João Gonçalves, nas respetivas categorias.

Cinco jogadores da Seleção Nacional, que vão disputar o Mundial 2026, jogaram em tempos no Padroense FC, clube do concelho de Matosinhos.
Rúben Neves, com 29 anos e a jogar no Al-Hilal da Arábia Saudita, passou pelo Padroense em 2012/13, a integrar a equipa de Sub 17, com apenas um jogo.
Diogo Dalot, aos 27 anos a jogar no Manchester United, disputou 28 jogos pelo Padroense em 2014/15, também na equipa Sub 17.
Vitinha, com 26 anos e uma das principais estrelas do PSG, passou pela equipa Sub 17 do Padroense em 2015/16, disputando 26 jogos.
João Félix, com 26 anos a jogar no Al-Nassr, foi colega de Diogo Dalot no Padroense, disputando 25 jogos e marcando 3 golos.
Francisco Conceição, com 23 anos a jogar na Juventus, passou pelo campo do Padroense em 2017/18, também nos Sub 17, fazendo 17 jogos e 2 golos.

No domingo, dedicado aos Mini Groms, cerca de 60 jovens enfrentaram condições mais exigentes devido ao nevoeiro e ao estado do mar. Ainda assim, foram apurados os vencedores, com Kélio Silva (Sub-12) e Alexis Pierrot (Sub-10) a vencerem no surf, e Inês Areias (Sub-12) e Diogo Castro (Sub-10) a conquistarem os primeiros lugares no bodyboard. Um dos momentos mais marcantes do evento foi a homenagem a Kélio Silva, atleta da Associação Onda do Norte, pela recente conquista do título nacional de Surf Sub-12, celebrada por familiares, treinadores e pela comunidade do surf da região. A organização destacou o sucesso da iniciativa, sublinhando não apenas a qualidade competitiva dos atletas, mas também o forte espírito de comunidade vivido ao longo dos dois dias. Com participação recorde e atletas oriundos de vários pontos do país, o AON Titan Trophies reforçou o papel do Porto&Matosinhos Wave Series na promoção da formação, da competição e da cultura oceânica em Portugal.

As equipas de andebol e futsal da APPACDM de Matosinhos participaram em dois torneios de referência do desporto adaptado, organizados pela ANDDI Portugal no pavilhão municipal de Santa Cruz do Bispo, nos dias 9 e 12 de junho, respetivamente.
A primeira a entrar na quadra foi a equipa de andebol da APPACDM de Matosinhos, que realizou dois jogos, alcançando uma vitória e sofrendo
uma derrota, apesar da galhardia com que se bateram. Já a equipa de futsal concluiu a sua participação no Campeonato Regional da 2ª Divisão, depois de uma excelente prestação nas jornadas iniciais, onde foi 100% vitoriosa, garantindo com todo o mérito a qualificação para a Fase Final Regional Norte, onde alcançou um honroso 4.º lugar.



Ocavaleiro português
Duarte Seabra venceu o Grande Prémio do CSI2* de Matosinhos, prova principal da competição internacional de saltos de obstáculos que decorreu entre os dias 19 e 21 de junho no Centro Hípico de Matosinhos. O evento reuniu 119 cavaleiros e 210 cavalos provenientes de sete países — Portugal, Espanha, Suíça, Estados Unidos, Suécia, Brasil e Alemanha — e distribuiu um total de 57 mil euros em prémios. O concurso teve como chefe de pista o espanhol Marcos Nuñez. Na prova-rainha, patrocinada pelas Câmaras Municipais do Porto e de Matosinhos, estiveram à partida 41 conjuntos para enfrentar um percurso composto por 13 obstáculos e 15 esforços, à altura de 1,45 metros. Apenas quatro conjuntos conseguiram concluir os dois percursos sem qualquer penalização, garantindo o acesso ao desempate.
Foi aí que Duarte Seabra, montando Cabernet Di Fer Z, confirmou o favoritismo ao completar o percurso decisivo em 32,33 segundos, assegurando a vitória. O segundo e terceiro lugares foram conquistados por Filipe Malta da Costa, que colocou dois cavalos no pódio: Cartel du Lys A Et L, com o tempo de 32,47 segundos, e Elton de St. Jean, em 32,64 segundos.
A quarta posição coube a Mario Prieto, em Pegasus Enjoy, que concluiu o desempate em 36,22 segundos.
O Grande Prémio ficou marcado pelo domínio dos cavaleiros portugueses, que ocuparam oito dos dez primeiros lugares da classificação final, confirmando a forte competitividade nacional numa das mais importantes competições internacionais de saltos realizadas em território português. A prestação dos atletas lusos reforça o bom momento do hipismo português e evidencia a crescente relevância do CSI2* de Matosinhos no calendário internacional da modalidade.





O Mundial de 2026 está a confirmar todas as expectativas e a afirmar-se como uma das edições mais marcantes da história do futebol. A organização conjunta entre os Estados Unidos, México e Canadá trouxe uma dimensão inédita à competição, que conta pela primeira vez com 48 seleções. Os estádios têm registado grande afluência de público, a logística tem funcionado de forma eficiente e o ambiente festivo espalha-se pelas cidades anfitriãs, transformando o torneio numa verdadeira celebração global do desporto. Dentro das quatro linhas, as principais candidatas ao título têm demonstrado a sua qualidade. Argentina, França, Brasil, Alemanha, Espanha e Inglaterra continuam a confirmar o estatuto de favoritas, apresentando elencos recheados de talento e experiência. Ao mesmo tempo, algumas seleções menos cotadas têm protagonizado exibições de grande nível, reforçando a competitividade que caracteriza esta edição do Mundial. Portugal entrou na competição com legítimas ambições e tem deixado sinais encorajadores. No primeiro encontro do Grupo K, a equipa orientada por Roberto Martínez empatou a um golo frente à República Democrática do Congo, num resultado que soube a pouco perante as expectativas dos adeptos. Contudo, a resposta surgiu de forma convincente na segunda jornada. A seleção nacional exibiu um futebol ofensivo, dinâmico e eficaz, goleando o Uzbequistão por expressivos 5-0 e demonstrando toda a qualidade do seu plantel. Com jogadores experientes e jovens talentos em destaque, Portugal apresenta argumentos para sonhar com uma campanha histórica. O próximo desafio frente à Colômbia será decisivo para definir a liderança do grupo e poderá revelar-se determinante para o percurso da equipa na fase a eliminar. Num Mundial marcado pelo equilíbrio e pela intensidade competitiva, a seleção portuguesa continua a alimentar a esperança de conquistar um título que falta no seu prestigiado palmarés.


Finalmente luz ao fundo do túnel. Após semanas de silêncio e alguns momentos de indefinição, que deram azo a milhares de horas de conversa fiada em programas televisivos nos quais Rui Costa era o bombo da festa, eis que Marco Silva aparece como figura de proa. Sem prejuízo da posição assumida na crónica de junho considero uma boa escolha do Presidente, na qual a maioria dos benfiquistas se revê, com um perfil bem definido e capaz de arrebatar os adeptos o que foi bem visível na forma como ecoaram as suas primeiras palavras. Num balanço breve e falando de forma objetiva a realidade diz-nos que substituímos o timoneiro da equipa principal, parecendo-me que não ficamos a perder, tendo ainda obtido 15 milhões como indemnização da rescisão do contrato de Mourinho. Claro que só o futuro poderá responder quanto ao balanço das decisões tomadas, não deixando de ser verdade que o tipo de futebol praticado não satisfazia e os resultados muito menos. Dito isto parece-me claro que há passos urgentes a dar que passam pelo reforço do plantel, dispensas, vendas e um olhar cuidadoso face ao Seixal. A descida para a Liga Europa e a necessidade de disputar as pré-eliminatórias da mesma, não se compadecem com a habitual lentidão na preparação das épocas obrigando a uma assertividade a que não estamos habituados. É assim urgente que a 23 de julho, data do primeiro jogo oficial, Marco Silva tenha à sua disposição um plantel apto a garantir a ultrapassagem do primeiro adversário, St Gallen. Para as bandas do “Tio Sam” já se abriram as hostilidades, com algumas surpresas das quais destaco o empate que Cabo Verde arrancou face à Espanha que acredito tenha enchido de orgulho a maioria dos portugueses. Fora do campo há que dizer, sem tibiezas, que não há memória de uma intervenção governamental, como a que temos assistido por parte dos EUA, numa competição mundial, capaz de influenciar os resultados, ao arrepio de todas as normas e perante o silêncio complacente da FIFA. Ele é a proibição, discricionária, da participação de certos árbitros, o impedimento ou as revistas prolongadas a adeptos como se estes não fossem a alma da competição, a obrigatoriedade da seleção iraniana ser despachada, logos após o seu jogo, para o México sem beneficiar de qualquer tempo de recuperação. Quanto a Portugal, desejando os maiores sucessos desportivos, reafirmo críticas anteriores ao selecionador nacional que sobem de tom face ao vergonhoso desempenho no jogo contra a República Democrática do Congo. Realmente este selecionador tem dotes de verdadeiro mágico conseguindo fazer de adversários medianos grandes craques e de estrelas nacionais meros figurantes. Uma tristeza a que o Presidente da Federação há muito deveria ter posto ponto final. Jorge Jesus é o senhor que se segue.



À data desta crónica Portugal está apurado para a segunda fase da competição. Vai defrontar a Croácia na madrugada de sexta-feira dia 2 de Julho. Chegou a hora de cair na real e perceber que Portugal tem uma equipa recheada de bons jogadores, mas que está longe de ser a melhor equipa. A equipa é mais do que a soma dos valores do transfermarkt (ranking dos valores dos jogadores). Mesmo aqui não somos a equipa mais valiosa. Para ganhar um Mundial o valor da seleção tem que ser maior do que a soma do valor dos seus jogadores. Para além do valor técnico e tático cada jogador tem que trazer mais raça, toda a vontade, muito espírito de sacrifício, de união entre todos e vontade de ganhar até comer a relva. Sem isto podemos ganhar, mas também podemos perder com qualquer destas equipas que estão nos 16 avos de final. No jogo com a Colômbia o transfermarkt dizia que a nossa equipa é mais valiosa, mas precisamos lembrar que o mercado Sul Americano é mais barato que o mercado europeu e que o mercado de Portugal. Por isso os clubes portugueses recorrem muitas vezes aos jogadores Sul Americanos porque são mais baratos e veem em Portugal um espaço para entrarem na Europa. Jogadores como Luis Diaz, Jackson Martinez, James Rodrigues, Guarín, Falcão, Richard Rios, Luiz Suarez e muitos outros vieram para Portugal por valores compatíveis com o nosso futebol, venceram e deram o salto para outros clubes das ligas mais fortes. Por isso todas as equipas têm jogadores em competições de elevado nível que podem criar problemas e ganhar qualquer jogo. Portugal não entrou a jogar bem e precisa de muitas afinações. O nosso esquema tático de circular e ter muita posse de bola não dá um jogo de encher o olho. Muitas vezes criamos poucas situações de golo e as que criamos nem sempre são concretizadas. Neste Campeonato temos centrais que até agora não se mostraram muito eficientes. O meio campo é muito bom, mas não consegue criar situações de rutura a rasgar as defesas adversárias. Os avançados não conseguem receber bolas para criar muitas situações de golo. Assim teremos sempre jogos sofridos. Será que temos que arriscar e jogar mais ao ataque a rasgar as defesas. Será que devemos arriscar e jogar com 4 defesas mais posicionais em que os laterais não precisam de subir tanto com 4 médios a subir pelas laterais e dois atacantes tipo pontas de lança? Pois, não temos esse perfil, mas temos que arranjar um treinador que experimente algo de novo. Arriscamos mais para marcar golos, mas podemos também sofrer mais golos. Será que o JJ que pôs em 2009/10/11 o Benfica a jogar como um rolo compressor ao ataque seria o indicado para a função? Tem curriculum, conhece todos os jogadores e futebóis e, muito importante, não tem nada a perder. Esperemos pelo jogo dos 16 avos de final contra a Croácia. Nesta madrugada já houve tomba gigantes. Paraguai e Marrocos ganharam os seus jogos e já estão nos oitavos. Siga o mundial.


Entre os dias 3 e 7 de junho, decorreu no complexo de padel da Quinta de Monserrate, em Matosinhos, o 10º Open Hospital de Santa Maria, uma prova oficial com homologação internacional integrada no prestigiado circuito FIP Bronze (Federação Internacional de Padel) e no Padel Tour.
Com um Prize Money de 15.000€, o evento contou com mais de 500 atletas inscritos,
femininos e masculinos, de Portugal e de outros países, especialmente de Espanha e de outros pontos da Europa.
O torneio incluiu escalões masculinos (M2 a M6) e femininos (F2 a F6) e foi organizado pela Quinta de Monserrate, com o apoio da Federação Portuguesa de Padel, Câmara Municipal de Matosinhos e da Matosinhos Sport.
Realizou-se, nos passados dias 5, 6 e 7 de junho, o Campeonato Nacional de Classe Vaurien 2026, organizado pelo Clube Naval de Leça.
O campeonato reuniu 22 de velejadores provenientes de diversos clubes, entre eles o UD Vilafranquense, CN Almada, Forum Esposende e, com grande destaque, CN Leça, com 18 velejadores representantes. As excelentes condições climatéricas permitiram a realização de 7 das 9 regatas programadas, destacando-se a noite do dia 6, marcada por um grande convívio, jantar de atletas e staff, e música ao vivo para animar.
Este foi, sem dúvida, um evento de extrema importância para o Clube, e para o desenvolvimento da Classe Vaurien, que tem voltado a crescer fortemente nos últimos tempos. Continuamos a trabalhar fortemente para tal, pois esta é uma classe de história, espírito de camaradagem, convívio e profissionalismo.


O Parque de Picoutos recebeu mais uma jornada dedicada ao BTT, com a realização do Campeonato Regional da Associação de Ciclismo do Porto e do Encontro de Escolas de BTT.
O evento reuniu atletas de diferentes idades e escalões, contando com 70 participantes nos escalões de competição — Cadetes, Juniores, Sub-23, Elites, Masters e E-Bikes — e com 115 jovens atletas nos escalões de formação — Sub-7, Sub-9, Sub-11, Sub-13, Sub-15.
A organização esteve a cargo do Clube BTT Matosinhos e da Associação de Ciclismo do Porto.

Deste modo, o pódio ficou constituído da seguinte forma:
1º - X-Náutica (POR36399) Alexandre PAULINO/João SALVADOR (UD Vilafranquense)
2º - Spirifer (POR36151) António SILVA/ Maria MENDES (CN Almada)
3º - Adamastor (POR36303) Carlos NETO/Paula TAVARES (CN Leça)


OTeatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery recebeu, no passado dia 29 de maio, o espetáculo "DEAU e Vozes de Inclusão", uma iniciativa que levou ao palco jovens participantes do respetivo projeto e que esgotou por completo a lotação da sala, gerando inclusivamente lista de espera para assistir ao concerto. Promovido pela MatosinhosHabit, o projeto Vozes de Inclusão afirma-se como um espaço de expressão artística, participação e desenvolvimento pessoal, onde a música, a palavra e a criação coletiva se transformam em ferramentas de inclusão social e cidadania ativa. Ao longo dos últimos meses, os jovens participantes trabalharam temas como a identidade, os sonhos, os desafios e as
vivências dos seus territórios, construindo um espetáculo profundamente marcado pela autenticidade das suas histórias. O concerto contou com a orientação de DEAU, artista de referência no panorama musical e na cultura do Hip-Hop. Em palco, mais do que uma experiência musical, viveu-se um momento de proximidade e de afirmação individual e coletiva, onde a arte serviu de ponte entre diferentes experiências de vida e gerações.
Perante uma plateia completamente preenchida, composta por familiares, amigos, parceiros e comunidade em geral, o espetáculo revelou a forte ligação que o projeto tem vindo a construir junto da população. O interesse demonstrado pelo público, que ultrapassou a capacidade disponível do
teatro, evidencia a relevância crescente de iniciativas culturais que colocam as pessoas no centro da criação artística.
O Vozes de Inclusão continua, assim, a afirmar-se como um projeto que promove oportunidades de participação, reforça a autoestima dos jovens envolvidos e contribui para a construção de comunidades mais coesas, inclusivas e culturalmente ativas. Esta noite ficou marcada pela celebração da diversidade, do talento destes jovens e da capacidade transformadora da cultura quando esta é construída com e para as pessoas. O próximo espetáculo do projeto está agendado para a Fest’Agro, na freguesia de Lavra, em setembro.

Projeto "Alimentação Desperdício Zero" promove sustentabilidade junto da comunidade de S. Gens Piscinas

OConjunto Habitacional de S. Gens Piscinas recebeu recentemente duas sessões do projeto "Alimentação Desperdício Zero", uma iniciativa desenvolvida pela MatosinhosHabit em parceria com a Lipor, que pretende sensibilizar a população para a adoção de práticas mais sustentáveis no dia a dia, através da redução do desperdício alimentar e da valorização dos recursos disponíveis.
As sessões, dinamizadas numa lógica prática e participativa, proporcionaram aos participantes a oportunidade de adquirir conhecimentos e ferramentas úteis para uma gestão mais consciente dos alimentos, promovendo simultaneamente hábitos de consumo mais responsáveis e sustentáveis.
Integrado na estratégia de intervenção comunitária da MatosinhosHabit, o projeto procura demonstrar que pequenas mudanças nos comportamentos quotidianos podem gerar impactos significativos, tanto ao nível ambiental como económico, contribuindo para uma melhor qualidade de vida das famílias.
Após a passagem por S. Gens Piscinas, a próxima etapa do projeto terá lugar no Conjunto Habitacional Teixeira de Melo, dando continuidade a um percurso que pretende chegar progressivamente a diferentes territórios do concelho.
Esta iniciativa marca igualmente o arranque de um conjunto mais alargado de projetos dedicados à sustentabilidade que a MatosinhosHabit pretende desenvolver junto das comunidades onde intervém. Através de ações de sensibilização, capacitação e envolvimento da população, o objetivo passa por promover uma maior consciência ambiental e incentivar a adoção de práticas sustentáveis, reforçando o papel ativo dos cidadãos na construção de territórios mais resilientes e ambientalmente responsáveis.
Mais do que transmitir informação, o projeto Alimentação Desperdício Zero procura criar oportunidades de aprendizagem em contexto real, demonstrando que a sustentabilidade se constrói através de gestos simples, acessíveis e ao alcance de todos. A realização destas sessões em espaço público reflete também a aposta da MatosinhosHabit em levar a atividade para junto das comunidades, transformando praças, largos e zonas comuns dos conjuntos habitacionais em espaços de encontro, partilha de conhecimento e participação. Uma abordagem que procura aproximar as pessoas, estimular o convívio entre vizinhos e reforçar o sentimento de pertença aos territórios.
OBOOST — Building Opportunities and Outcomes for Social Transformation continua a consolidar, em Matosinhos, um ecossistema de inovação social orientado para jovens entre os 15 e os 35 anos, criando oportunidades reais de participação, capacitação e desenvolvimento de ideias com impacto. Mais do que uma ação isolada, o BOOST foi desenhado como um percurso progressivo, que articula momentos de ativação territorial, capacitação inicial, laboratórios, aceleração de negócios de impacto e incubação.
O objetivo é criar condições para que mais jovens possam desenvolver competências, estruturar ideias com propósito e encontrar caminhos concretos de participação e futuro. Nesta fase, o projeto prossegue com novos momentos de ativação e mobilização no território, reforçando a ligação entre jovens, comunidade, instituições e oportunidades de desenvolvimento. A lógica do ecossistema é simples: abrir diferentes pontos de entrada e permitir que cada participante encontre o percurso mais ajustado ao seu momento, ao seu potencial e à sua disponibilidade.
O projeto prevê, nos próximos meses, a continuação de um programa integrado de inovação social, combinando Workshops de Impacto, Fóruns de Impacto, Laboratórios de Impacto, Aceleração de Negócios de Impacto e Incubadora de Impacto. A aceleração inclui ainda uma componente concreta de incentivo ao desenvolvimento de projetos, com 30.000 euros em prémios para iniciativas com maior mérito e potencial de impacto.
Cocriado pela Porto Business School e pelo Projeto Trinsheira, o BOOST cruza capacidade institucional, rigor metodológico e proximidade territorial para gerar impacto em Matosinhos. Nesta articulação, a Porto Business School assegura enquadramento estratégico e coerência institucional, enquanto o Projeto Trinsheira tem um papel decisivo na ativação de proximidade, na facilitação no terreno e na ligação às comunidades. O BOOST — Building Opportunities and Outcomes for Social Transformation é uma Parceria para a Inovação Social cocriada pela Porto Business School e pelo Projeto Trinsheira, em parceria com a Câmara Municipal de Matosinhos e a MatosinhosHabit, enquanto investidores sociais, no âmbito do Portugal 2030. Mais informações: https://boostmatosinhos.com

Os/as participantes do projeto Vivências Seniores voltaram a cumprir uma das suas tradições mais acarinhadas, assinalando este dia com a realização das suas já habituais Marchas de São João.
Entre música, cor, alegria e muito entusiasmo, os/as participantes deram vida a uma manhã repleta de convívio e animação, ao celebrar uma das festividades mais emblemáticas da nossa cultura popular.
Mais do que uma tradição, este momento representa o espírito de união, participação e partilha que caracteriza o projeto Vivências Seniores, proporcionando oportunidades de encontro, valorização das tradições e fortalecimento dos laços comunitários em Matosinhos.


De 17 a 19 de julho, celebra-se a tradicional Festa dos Pescadores com três dias repletos de animação, música e devoção cultural.
Na música e animação estarão presentes Zé Amaro, Cláudia Nayara, José Ricardo, Alex Navarro, Expresso 86 e DJs convidados.
No sábado, dia 18 de julho, pelas 12h00, será a grande Sardinhada Gratuita e o Festival Folclórico às 16h00. No domingo será a majestosa Procissão, às 15h30, com a emocionante Bênção ao Mar na Lota.
As grandes sessões de Fogo de Artifício e Fogo Preso serão nas noites de sábado e domingo.

APraça Guilherme Pinto encheu-se de energia, equilíbrio e muita serenidade para mais uma sessão do "Vivências em Movimento".
Através da prática de Tai-Chi-Chuan, os/as nossos/as participantes aceitaram o desafio de experimentar algo novo, desenvolvendo a coordenação, o equilíbrio
e a consciência corporal. Mais do que uma atividade física, esta tarde foi um verdadeiro momento de encontro, partilha e promoção de estilos de vida saudáveis: valores que estão na essência do projeto Vivências Seniores. A Junta de Freguesia agradeceu aos presentes pelo entusiasmo, pela entrega e pela lufada de boa disposição

As Marchas de São João voltaram a encher Lavra de cor, tradição e alegria!

Centenas de seniores da freguesia de Lavra participaram em mais uma edição do Passeio Sénior, uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Matosinhos, em parceria com as Juntas de Freguesia.
Ao longo do dia, os participantes tiveram a oportunidade de desfrutar de um agradável passeio no Rio Douro, num ambiente marcado pelo convívio, pela partilha e pela boa disposição. Mais do que um momento de lazer, esta iniciativa contribui para a promoção do envelhecimento ativo, do bem-estar e do reforço dos laços sociais, proporcionando experiências enriquecedoras aos nossos seniores.
A Junta de Freguesia de Lavra agradece a todos os participantes pela alegria e entusiasmo que tornaram este dia ainda mais especial.
AJunta de Freguesia de Lavra assinalou o Dia Mundial da Criança com uma iniciativa que reuniu famílias, crianças e comunidade num ambiente de convívio, animação e partilha. Ao longo do dia, os participantes puderam desfrutar de diversas atividades, incluindo insufláveis, jogos, animação e momentos especialmente dedicados aos mais pequenos, proporcionando uma celebração marcada pela alegria e pela participação da comunidade.
A Junta de Freguesia agradece a todos os que marcaram presença, bem como aos parceiros, associações e colaboradores que contribuíram para o sucesso desta iniciativa. Foi um dia especial, dedicado às crianças e ao reforço dos laços de comunidade que caracterizam a nossa freguesia.

No passado sábado, a nossa freguesia viveu uma noite especial, marcada pelo entusiasmo dos marchantes, pela dedicação de todos os participantes e pelo calor do público que saiu à rua para celebrar uma das mais bonitas tradições populares.
A todos os marchantes, coletividades, apoios, equipas envolvidas e a todos os que marcaram presença, o nosso muito obrigado por terem contribuído para mais uma noite memorável.


Milhares de pessoas encheram na noite do dia
12 de junho o Parque de Estacionamento das Sete Bicas para assistir ao grande concerto de Paulo Gonzo, num ambiente de enorme entusiasmo, alegria e celebração.
Ao longo de uma atuação memorável, Paulo Gonzo brindou o público com alguns dos seus maiores êxitos, levando todos a cantar temas inesquecíveis como Sete Colinas, Não Dá, Jardins Proibidos, Sei de um Lugar, Quase Tudo e muitos outros.
Este concerto integrou o programa das comemorações do 17.º Aniversário da Elevação da Senhora da Hora a Cidade, uma data que assinala o crescimento, a identidade e o orgulho de toda a nossa comunidade.
A todos os que estiveram presentes e contribuíram para o sucesso desta noite inesquecível, o nosso muito obrigado. E um agradecimento especial a Paulo Gonzo por nos proporcionar um espetáculo de excelência que ficará na memória de todos.

Durante o mês de junho, Custóias celebrou mais uma edição das Marchas Populares, num ambiente de grande participação comunitária, onde a cultura popular, a identidade local e o convívio entre gerações estiveram em destaque. As comemorações tiveram início no dia 12 de junho com a inauguração da Cascata Intergeracional de São João, instalada no Coreto do Largo do Souto. Desenvolvida pela Comissão Social de Freguesia de Custóias, esta iniciativa simbolizou a união entre gerações, a partilha de conhecimentos e o envolvimento da comunidade na preservação das tradições locais. Na mesma noite, o Pavilhão Municipal de Custóias recebeu as Marchas Populares, proporcionando um espetáculo repleto de cor, música e emoção. Participaram a Marcha do Centro Social e Cultural de Custóias, a Marcha de Avilhó, a Marcha do Padrão da Légua e a Marcha do Araújo, que apresentaram ao público o resultado de meses de trabalho, dedicação e ensaios. As celebrações culminaram no passado dia 19 de junho, com a última noite de Marchas Populares, que voltou a reunir centenas
de pessoas em torno de uma das tradições mais emblemáticas da época sanjoanina.
Desfilaram a Marcha do Centro Social e Cultural de Custóias, a Marcha Popular de Avilhó e a Marcha do Padrão da Légua, enchendo as ruas de alegria, criatividade e espírito popular.
Mais do que um espetáculo, as Marchas Populares representam o empenho de dezenas de marchantes, dirigentes, voluntários e famílias que, ao longo de vários meses, contribuem para manter viva uma tradição profundamente enraizada na comunidade.
As duas noites ficaram marcadas pelo forte envolvimento da população, pelos reencontros entre gerações e pelo orgulho coletivo numa identidade cultural que continua a afirmar-se ano após ano.
As Marchas Populares de Custóias constituem, assim, um importante momento de valorização das tradições locais, reforçando os laços comunitários e promovendo a participação ativa de pessoas de todas as idades. Custóias voltou, uma vez mais, a demonstrar que as suas tradições permanecem vivas graças ao empenho e dedicação das suas gentes.
Milhares de pessoas encheram na noite do dia 12 de junho o Parque de Estacionamento das Sete Bicas para assistir ao grande concerto de Paulo Gonzo, num ambiente de enorme entusiasmo, alegria e celebração. Ao longo de uma atuação memorável, Paulo Gonzo brindou o público com alguns dos seus maiores êxitos, levando todos a cantar temas inesquecíveis como Sete Colinas, Não Dá, Jardins Proibidos, Sei de um Lugar, Quase Tudo e muitos outros.
Este concerto integrou o programa das comemorações do 17.º Aniversário da Elevação da Senhora da Hora a Cidade, uma data que assinala o crescimento, a identidade e o orgulho de toda a nossa comunidade. A todos os que estiveram presentes e contribuíram para o sucesso desta noite inesquecível, o nosso muito obrigado. E um agradecimento especial a Paulo Gonzo por nos proporcionar um espetáculo de excelência que ficará na memória de todos.





Caros leitores do NM, nesta edição vamos dar-lhes a conhecer um espumante relativamente raro. Ou seja, difícil de encontrar. O Blanc de Noirs Brut Nature. Pois bem, estamos na presença de um espumante de altíssima qualidade e que vale bem a pena provar e ter por casa. Este Espumante é produzido pela Quinta dos Monteirinhos situada na região demarcada do Dão e unicamente a partir das uvas tintas das castas Touriga Nacional e Tinta Roriz. Tem tudo o que espumantes de excelência tem que ter: robustez e simultaneamente delicadeza. Ou seja: bolha fina, acidez no ponto e até alguma tosta. No processo de vinificação consistiu numa fermentação do mosto a 15ºC. Obtido a partir da prensagem direta das uvas. A segunda fermentação foi realizada segundo o método Champanhês com leveduras livres e respetivo estágio nas borras finas de 12 meses. Um Espumante óptima para ocasiões especiais e intemporal. Ideal para ser degustado como aperitivo ou companhia para estes dias quentes de verão Uma curiosidade deste produtor, é que quase todos os vinhos por ele produzido, tem o nome de alguém associado à família. Até breve com outro vinho.

PRODUTOR: Quinta dos
Horizontal
1 "Agora e na hora da nossa (?)", livro de Susana Moreira Marques.
5 Madeixa.
9 Internet Protocol.
10 Campo plantado de ameixeiras.
12 Very important person.
14 "O típico banco de madeira corrido de madeira de Trás-os-Montes".
16 Enfermidade.
18 Adoro.
19 Obra cujo conteúdo revela traços de outra obra anterior.
23 Soluço com que ficam as crianças depois de chorar (regional).
24 Pátria de Abraão.
25 Restos.
29 Embrião.
30 Acusem.
33 Imposto Municipal sobre Imóveis.
34 Plural (abrev.).
35 Fazer (?), morrer (Angola).
36 Deslocar.
38 Sódio (s. q.).
39 Gargalha.
40 Somas gerais.
Vertical
1 Numeração romana (1004).
2 Abundante (fem.).
3 Tântalo (s. q.).

4 Mê.
5 Migalhas.
6 Prova ou análise.
7 Tubos para condução de líquidos ou fluidos.
8 Hulha sem vogais.
11 Espanha (Internet).







13 Medicamento que não cura, mas mitiga o sofrimento do doente.
15 Confrontar.



17 Esquecimento (fig.).
19 Estado de um corpo reduzido a pequeníssimas partículas.
20 Madeira Parques Empresariais.
21 Banco fixo de pedra.
22 A tua pessoa.
25 Instrumentos que fazem avançar na água embarcações pequenas.
26 Um dos digramas da língua portuguesa.
27 Tornar insípido por excesso de água.
28 Exsuda.
29 Termo.
31 Africano.
32 Em maior quantidade.
34 Redução de para.
37 Preposição que indica lugar.
38 Casamento.








scondido numa das ruas mais carismáticas da baixa do Porto, o Zina é um daqueles restaurantes que rapidamente conquista quem aprecia boa comida, ambiente acolhedor e um serviço próximo. Com uma carta inspirada na cozinha portuguesa contemporânea, cada prato é preparado com atenção ao detalhe, privilegiando ingredientes frescos e de qualidade. O espaço é intimista e elegante, ideal tanto para um jantar romântico como para um encontro entre amigos. A apresentação dos pratos acompanha o sabor, proporcionando uma experiência gastronómica equilibrada e memorável.


Os amigos de longa data Mário Costa e Navais Nurali, desfrutaram de um agradável almoço na Churrasqueira do Campo Grande. Como sempre, foram muito



Luis Pinto, Sa e Serafim Pereira (Gerente), sempre bemdispostos e prontos para receber quem gosta de comer bem

No Restaurante Clássico, em Matosinhos, o cabrito e a vitela são tão bons que já deviam ter estatuto de património nacional. E o amigo Sousa que o diga: entra para almoçar e sai sempre com a certeza de que a dieta começa... amanhã!

Bar do Titan - Av General Norton de Matos, Matosinhos, 4450-208
Bar Kartódromo Cabo do MundoRua de Almeiriga Norte, 2242, Perafita, 4455-419
Bar Xiringuito na Areia - Avenida Coronel Helder Ribeiro 877, Praia do Aterro Sul, Leça da Palmeira, 4450-

Café Pinhais d’Agudela - Alameda Manuel Francisco Correia, 97 a 105, Lavra 4455-237

Marta, entre boas conversas, muitas gargalhadas e uma sobremesa que nunca pode faltar. E, claro, há sempre lugar para a "filha mais velha" da família, a
gostou tanto da família que acabou promovida de sogra a filha mais velha, um cargo honorário que já exerce com toda a autoridade e carinho há muitos anos!

A Dupla M & M — Márcio e Miguel — é uma verdadeira instituição de elegância benfiquista. Dois adeptos tão ferrenhos do Benfica que conseguem transformar um jantar requintado numa conferência estratégica sobre o próximo jogo das águias.
Confeitaria Duquesa - Rua Alfredo Cunha , 15, Matosinhos, 4450-009
Rua General Humberto Delgado, 53, Leça da Palmeira
Rua Hintze Ribeiro, 554A, Leça da Palmeira, 4450-652
Armazém do Caffé - R. de Tomaz Ribeiro, 469, Matosinhos, 4450-295
D’Alma Artesanal Matosinhos - R. Sousa Aroso, 655, Matosinhos, 4450-
R. Dr. Afonso Cordeiro 9, Matosinhos, 4450-035
- Av. da República, 467, Ma-
Splash Bebidas Urbanas Portugal R. Sousa Aroso, 281, Matosinhos,
Av. Serpa Pinto, 663, Matosinhos 4450-282
R. Conde Alto Mearim, 936, Matosinhos, 4450-028
Leitaria Quinta do Paço - R. Sousa Aroso, Matosinhos, 4450-289
Mancha’s Cervejaria - Av. da República, 804, Matosinhos, 4450-239
Av. Menéres, 1140 Matosinhos, 4450-017
Casa Benfica Matosinhos - R. Álvaro Castelões, 425, Matosinhos, 4450-042
Núcleo Sporting de Matosinhos - R. de Brito Capelo, 97, Matosinhos 4450-
Liga dos Amigos do Hospital de Matosinhos - R. de Dr. Eduardo Torres, Senhora da Hora, 4464-513
Alpha Café Snack-Bar - R. Godinho 886, Matosinhos, 4450-009

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