Uma década a cuidar, ensinar e acolher: os 10 anos da Ser+
Matosinhos deixa de cobrar taxa turística em dormidas inferiores a quatro horas
Sociedade P.6
Um Clube Diferente Desde 1960
Entrevista P.4
Atualidade P.3
Saúde P.10
Desporto P.17
O MÊS EM JORNAL
Por Francisco Samuel Brandão
FICHA TÉCNICA
Diretor : Francisco Samuel Brandão
Diretor Adjunto: Mário Costa
Editor: Emídio Brandão
Coordenação: Diogo Barbosa
Design: Emibra
Corpo Redatorial: Andreia Lima; Bernardino Costa; Carlos Marinho; Emídio Brandão; Francisco Fernandes Brandão; Gonçalo Azevedo; João de Almeida; João Madureira; João Regufe; José Henrique Correia; Nuno Ferreira; Paulo Ferreira; Paulo Gaspar; Prof.Dr. Júlio Pinto da Costa; Paulo Mengo de Abreu;
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Nota: O Estatuto Editorial encotra-se publicado na página de Internet: www.nmmatosinhos.com/estatuto-edito
Foi morto o aiatolá Ali Khamenei, o homem que mais promoveu, ou pelo menos assinou de cruz, toda a carnificina assente no terrorismo levado à prática pelos seus apaniguados espalhados pelo o mundo desde a chegada ao poder dos Clérigos, em 1979, com revolução iraniana que depôs Mohammad Reza Pahlavi que governava democraticamente, segundo ele, o Irão há quase quatro décadas - com as bênçãos de americanos e ingleses que entretanto tinham descoberto o cheiro do ouro negro -, mas aquando da sua remoção do poder tinha encarcerados dois mil e duzentos iranianos pelo crime de terem opinião contrária ao regime. Com governação a cair de podre e uma perseguição execrável ao povo, o Irão mais tarde ou mais cedo iria cair pela força da razão retratada em manifestações por todo o mundo encabeçada pelos seus concidadãos da diáspora a que juntava
a total falta de respeito pelo direitos humanos relativamente às mulheres, e não só, este país, a antiga Pérsia, carregada de história, vê-se encurralada pelas sanções que lhe são impostas e, agora, acaba de correr o risco de quase ser apagada do mapa pela intervenção armada do Satã American Israelite que puxou dos galões da moralidade para impor ordem, ou talvez criar maior desordem. Mas que moralidade?
Conta a história que o Irão sempre foi governado por déspotas, desprovidos do valor do respeito pelo próximo, desde o tempo da Xá da Pérsia (Reza Pahlavi), mas, surpreende que agora venha uma coligação encabeçada por países cujos os seus mais altos representantes sejam do pior exemplo em matéria do idoneidade, repor a justiça a um povo utilizando ancestrais métodos de violência gratuita repetindo o mesmo quadro que pintaram para os
palestinianos que foram massacrados na sua ancestral terra, e continuam, para se encontrar a paz e satisfação de “Bibi” e do “Empreiteiro Americano” tornado político por distração e ausência de consciência crítica da maioria do seu povo.
O poder bélico dos “justiceiros” é incomparavelmente superior ao do Irão, que não se cansou de produzir armamento para atacar e defender-se de investidas de vizinhos que não professam os seus princípios religiosos e sociais, mas mesmo sendo desigual a sua capacidade militar, começaram já a causar mossa nas hostes israelitas, dentro do seu espaço, e americanas dispersas por vários países da região. E isto parece ser o princípio. Os contendores, uns e outros, com as suas parcerias regionais cheias de hipocrisia e grandes sombras vão fazer com que o mundo se torne instável provocando grandes dificuldades aos povos, estejam
onde estiverem, e continua-se na mesma…, pois quem nada tem que ver com estas beligerâncias é que serve de tocha que elimina mentes doentes.
Chegamos até onde Benjamin Netanyahu, (o mais “iluminado” delinquente da Polícia de Telavive) com a ajuda do maior e mais desequilibrado amigo americano, há muitos anos aspirava chegar: o fim dos Clérigos com destruição física do Irão. Mas não vai ser fácil porque são mais que as mães espalhados por todos os cantos do planeta.
Nenhuma destas três ou quatro personagens que aludo neste texto me merecem o mínimo de respeito por encarnarem o pior exemplo de como lidar e conviver em comunidade.
Aceito-os, bem longe de mim, por uma questão iminentemente humana. Só isso.
Rua Alfredo Cunha, 546
AS PRESIDENCIAIS
Se há três meses a esta parte alguém se atrevesse a prognosticar a vitória de Seguro nas presidenciais seria considerado visionário, mas mais, se ousasse fazê-lo com cerca de três milhões e meio de votos e uma percentagem perto dos 67%, tornando-o o político mais votado de sempre em Portugal, passaria a profeta. Ora este trajeto do Presidente eleito é tão surpreendente que consegue, em minha opinião, superar a campanha de Mário Sores que o levaria à presidência nos inícios de 1986, e isto porque naquela altura a esquerda era sociologicamente
maioritária ao contrário do que se passa hoje em dia. Uma visão retrospetiva de finais do ano passado mostrar-nos-ia um Almirante pujante e crente na não necessidade de grandes proclamações, gozando os juros da aura capitalizada no sucesso da campanha anti Covid, suportado nos resultados das sondagens à época que indicavam um claro vencedor e com boas probabilidades de o ser à primeira volta. Ora foi com algum espanto que paulatinamente se foi assistindo à erosão das certezas, em benefício de dúvidas crescentes, culminando no pretérito domingo com uma das maiores surpresas eleitoras no após 25 de abril. De facto, todos os vaticínios de comentadores, politólogos e outros fazedores de opinião foram caindo uns atrás dos outros e servirão, por certo, de lição para o futuro. Percebo muito bem aqueles que enfatizam a importância, para a vitória de Seguro, dos ataques pessoais entre vários candidatos, servindo como exemplo maior a polémica entre Marques Mendes e Gouveia e Melo. Mas na visão que tenho do processo três fatores se destacam como primordiais, a saber: a fragmentação política de toda a direita, incluindo nela os populistas, que deixou
pelo caminho Mendes, Cotrim e Gouveia e Melo; a enorme taxa de rejeição de André Ventura, adversário direto na segunda volta, visto por muitos portugueses como enorme fator de instabilidade, mas também como um perigo para a Democracia, relevando aqui o fator espelho como resultado direto das imagens, diárias, com que somos confrontados de uma América a ferro e fogo sob a presidência do populista Trump; a forma natural, porque é assim mesmo, como Seguro fez passar a imagem de alguém moderado, equilibrado, sensato e capaz de ancorar um largo período de estabilidade política, por oposição a Marcelo, num mundo virado às avessas. E no futuro, o que poderemos esperar? Penso, ao contrário de muitos, que iremos ter um Presidente atento, ativo, capaz de atuar sempre que necessário, mas longe das câmaras televisivas, de forma a levar a água ao seu moinho. A ver vamos, estou moderadamente otimista.
A Nova Avenida D. Afonso Henriques
Está em curso a requalificação da Avenida D. Afonso Henriques,numa obra entre a Câmara Municipal de Matosinhos e a Circunvalação. A obra vai arrancar entre a Circunvalação e a Fonte Luminosa, sendo executada por fases, de forma a reduzir os constrangimentos.
Segundo a autarquia, esta intervenção vai iniciar pelas infraestruturas de drenagem e de abastecimento de água, de modo a resolver problemas como acumulações de água em dias de chuva e degradação dos pavimentos. A obra inclui a renovação das redes de águas residuais e pluviais, a deteção e correção de ligações indevidas, a melhoria da drenagem e dos pavimentos em vias e passeios e, sempre que necessário, a correção da rede de abastecimento de água, prevenindo perdas e avarias.
A Avenida também irá ganhar uma ciclovia, havendo uma reformulação das vias, com melhorias nas condições de mobilidade e circulação pedonal.
Aproveitando esta intervenção estrutural, a avenida será também reformulada e qualificada, tornando-se mais funcional, mais confortável e com melhores condições de mobilidade, incluindo a circulação pedonal e ciclável.
O investimento é de 3 milhões de euros,
sendo que o prazo previsto é de 18 meses. A autarquia informa ainda que “Durante a obra, serão assegurados os acessos a habitações, comércio e serviços, com condicionamentos temporários, devidamente sinalizados e comunicados.”
Paulo Mengo Professor de História
Uma década a cuidar, ensinar e acolher:
os 10 anos da Ser+
Em março, a Universidade Sénior Ser+ celebrou 10 anos de atividade em Matosinhos, marcando uma década de dedicação ao bem-estar, aprendizagem e integração social dos idosos. Fundada por António Vilas e um grupo de colaboradores, a Ser+ tornou-se um espaço onde a solidariedade, o convívio e a formação caminham lado a lado, ajudando os alunos a manterem-se ativos, socialmente conectados e emocionalmente apoiados. Nesta entrevista exclusiva ao Notícias de Matosinhos, António Vilas e o professor Jorge Gomes partilham a história da Ser+, os desafios enfrentados, os projetos desenvolvidos e a missão de combater a solidão e garantir dignidade aos idosos, através de ensino, atividades culturais, apoio social e atenção psicológica.
NM: Como surgiu a oportunidade de presidir a Ser+?
António Vilas: É uma história de vida. Eu era empresário e, quando me aposentei, fiquei a gerir os negócios do meu sogro. Quando ele se reformou, começou a dicar demente passado pouco tempo. Eu cuidei dele, mas houve uma altura em que os médicos disseram que ele já não tinha condições para estar comigo. Ele era ativo e, de repente, parou, sedentarizou-se e a demência avançou. No dia em que faleceu, morreu por não conseguir respirar. Foi traumatizante. No funeral disse à minha mulher: “Eu vou ter que ajudar pessoas!” Na mesma altura, aconteceu algo parecido à sogra de uma colega minha, que também é fundadora da Ser+. Disse-lhe: “Vamos criar um projeto os dois!” Sou uma pessoa ativa, fazia parte das coletividades, e disse ao presidente da altura, Antonio Moutinho Mendes: “Eu vou criar uma universidade sénior.” Ele quis ser meu parceiro, e assim começou em 2016. Daí surgiu a ligação com o professor Jorge Gomes.
NM: Como conheceu o professor Jorge Gomes?
António Vilas: A autarquia queria ser nossa parceira, mas com a condição de termos um diretor pedagógico. Não conhecia o professor Jorge Gomes, perguntei-lhe se queria trabalhar comigo de forma voluntária e ele aceitou. Conhecemo-nos porque o meu irmão era colega dele, e foi assim que começou a nossa ligação.
NM: Quais foram os principais serviços que tinham ao início?
António Vilas: Foi uma abertura conturbada. Abrimos, houve guerras políticas e estivemos para fechar. Mas os bastidores não me interessavam; eu só queria a parte social, que é o fundamental da Ser+.
NM: Ou seja, queriam tirar as pessoas de casa?
António Vilas: Sim. Hoje, as pessoas vivem numa correria, têm rotinas intensas e, de repente, vem a aposentação. Muitas sentem-se como números, tratadas sem humanidade. A irmã da minha mulher aposentou-se e eu não deixei que ficasse em casa; hoje é aluna e professora cá. Parar deve ser gradual. Queremos acabar com a solidão.
Jorge Gomes: Ou até evitar situações de suicídio. Queremos combater a solidão. Temos ensino, social e eventos.
NM: E durante a pandemia, como ajudaram os alunos?
António Vilas: Trabalhámos sempre. Fazíamos as compras para os alunos e levávamos a casa. Pedi aos alunos para fazerem máscaras com tecidos de batas que estavam inutilizadas. Na entrada da universidade, dávamos máscaras esterilizadas. Nunca parámos nesta altura.
NM: Quantos alunos têm atualmente?
António Vilas: Cerca de 550 a 560 alunos, variando com a época do ano, mas nunca abaixo de 500. Funcionamos das 9h às 13h e das 14h às 18h.
NM: E em relação às idades?
António Vilas: Temos alunos desde os 54 até aos 96 anos. O mais comum são pessoas na casa dos 70.
NM: Aceitam alunos com necessidades especiais ou limitações financeiras?
António Vilas: Sim. Se alguém quer aprender inglês para o trabalho ou conversar com familiares emigrados, mas não tem condições de pagar, aceitamos.
Jorge Gomes: Também já tivemos de fazer refeições para alunos que não tinham vontade de cozinhar. Fazemos isso discretamente.
António Vilas: Eu dou “sem rosto”. Quem precisa já sofre e tem vergonha; não propagandeamos. Às vezes a autarquia pede ajuda no Natal, mas para nós o Natal é todos os dias: as pessoas precisam de comer 365 dias por ano.
NM: Para além das aulas, fazem atividades no exterior?
António Vilas: Sim. Temos informática, línguas (inglês, francês, espanhol, alemão), desenho, pintura, música (cavaquinho, viola) e atividades físicas. Temos uma psicóloga que trabalha com grupos de “Mente Ativa” e grupos de terapia emocional, além de fotografia e vídeo. Alguns alunos já foram medalhados em competições de fotografia. Também temos ginástica geriátrica.
Jorge Gomes: Os nossos professores “vestem a camisola”. Não é só dar aulas; se um aluno se magoa, vão até ao hospital com ele.
NM: Como tem sido o feedback dos alunos e familiares?
António Vilas: Muitos dizem que a Ser+ é a segunda casa, outros a primeira. Recebemos alunos com dificuldades graves, como um surdo-mudo que sofreu bullying e perdeu a mãe; hoje supera os restantes alunos. As famílias vêm cá só para nos abraçar ou conversar. É tanta falta de carinho.
NM: Fazem passeios e excursões também?
António Vilas: Sim, temos passeios a Lourdes, Miranda do Douro, entre outros.
Esgotam sempre e temos sempre lista de espera.
Jorge Gomes: É muito bom, porque iniciámos a Ser+ em março de 2016 com 22 alunos e duas disciplinas. Hoje temos 24 a 26 disciplinas e cerca de 500 alunos ativos.
NM: Têm projetos futuros?
Jorge Gomes: Queremos criar uma “aldeia sénior” com todas as valências a um preço justo, porque muitos lares têm preços elevados e não garantem privacidade ou dignidade.
António Vilas: A nossa ideia desde 2016 é construir casas individuais ou em banda, cada uma com a sua privacidade e espaços sociais, onde todos possam conviver, por exemplo, numa cantina.
NM: Que mensagem querem deixar?
António Vilas: É muito importante cuidar das crianças, mas a formação delas depende de como os avós e idosos vivem com dignidade. A política deve garantir respeito e dignidade aos mais velhos.
Jorge Gomes: É muito gratificante estar aqui e ver jovens interessados na nossa história.
António Vilas e Jorge Gomes
Saiba Mais
António José Seguro é o novo Presidente da República
À 2ª volta, António José Seguro foi eleito Presidente da República, o mais votado de sempre, com 67,12 % (3.443.273 votos).
André Ventura, arrecadou 32,88 % (1.687.106 votos). Ainda assim, foi o maior resultado de sempre do Chega em eleições, uma vez que o candidato é o seu líder.
Os votos em branco foram 3,20 % (172.799 votos) e os votos nulos 1,80 %, que representa 97.174 votos. Até ao momento, com ainda 20 freguesias por apurar devido aos adiamentos por causa das condições climatéricas, a abstenção é de 41,24%.
A histórica ligação de Matosinhos com o Partido Socialista confirmou o esperado: Seguro obteve 74,06%, largamente superior aos resultados a nível nacional, vencendo também nas dez freguesias. Ventura obteve 25,94%.
A freguesia de Senhora da Hora chegou aos 78,42% no que diz respeito aos votantes de José Seguro. A freguesia de Perafita foi a que menos votou no presidente eleito, com 66,33%.
Bombeiros de Matosinhos-Leça estiveram em missão em Leiria
Os Bombeiros Voluntários de Matosinhos-Leça, estiveram em Leiria, através do Grupo de Desobstrução 02 da Área Metropolitana do Porto, no auxílio aos danos causados pelas recentes tempestades.
A missão esteve em campo de 29 de janeiro a 8 de fevereiro, com rendição de equipas de 24 horas, envolvendo mais de 26 bombeiros, sempre com o objetivo de ajudar quem mais precisava. Numa nota deixada nas redes sociais, afirmam que “Regressamos diferentes, mais conscientes da realidade no terreno, com a certeza de que demos o nosso melhor, sabendo também que ainda há muito caminho a percorrer.” No total, as tempestades Kristin, Leonardo e Marta causaram 15 mortos.
Incêndio deflagrou em fábrica de baterias em S. Mamede de Infesta
Um incêndio deflagrou na noite de 11 de fevereiro no Centro Empresarial de S. Mamede de Infesta (FIL Park), na Rua Santos Dias.
O alerta foi dado pelas 19h30 para um incêndio que terá iniciado numa fábrica de baterias de lítio e teve propagação a um armazém de chá.
O Comando Sub Regional do Porto acionou os meios, sendo que no local estiveram os Bombeiros de S. Mamede de Infesta, Matosinhos-Leça, Leça do Balio, Leixões, SMPC, Polícia Municipal e a PSP, num total de 30 veículos e 75 operacionais.
O fogo foi dominado pelas 23h00, segundo a mesma fonte, que não tinha registo de feridos.
Plano Estratégico do Porto de Leixões 2025-2035 vai avançar
Foi apresentado o novo Plano Estratégico do Porto de Leixões 2025-2035, no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões. Este plano prevê um investimento por parte do Governo de 931 milhões de euros no porto de Leixões nos próximos 10 anos. À margem da apresentação oficial do plano, o ministro não deixou claro se há margem para que sejam feitas alterações num dos pontos que gerou mais discórdia dentro daquilo que está definido no plano: a construção do novo Terminal de Contentores Norte (TCN) e a deslocação da Marina de Leixões, que agora está em Leça da Palmeira, para próximo do terminal de cruzeiros, em Matosinhos.
Quando confrontado com o parecer desfavorável da Câmara de Matosinhos, o ministro afirmou que o plano “é para avançar em sintonia com os municípios”, dizendo ainda que “Vamos encontrar plataformas de entendimento entre as partes para encontrarmos soluções”, em relação ao terminal de contentores que está previsto nascer em Leça.
Miguel Pinto Luz afirmou que em reunião com representantes das autarquias do Porto, Matosinhos e Vila Nova de Gaia, ficou definido que no futuro os três municípios passarão a gerir as suas zonas ribeirinhas: “Ficou definida a passagem integral de todos os equipamentos e espaços públicos que não são do uso exclusivo do porto
[APDL]. Ou seja, tudo aquilo que são as frentes ribeirinhas, as concessões, as marinas, passará para a gestão destes municípios.”
De acordo com o projeto irá nascer uma plataforma que permitirá o aumento da capacidade anual de movimentação da carga de contentores, ao se facilitar a
INDAQUA volta a ser líder na satisfação dos consumidores no setor da água
A INDAQUA Matosinhos voltou a liderar o Índice de Satisfação do Consumidor no setor do abastecimento de água, garante à empresa o selo de “Marca Recomendada”. De acordo com o Grupo INDAQUA, esta distinção atribuída pela Consumers Trust, refere-se aos resultados de 2025. Esta é a quarta vez consecutiva que uma empresa do Grupo INDAQUA lidera o Índice de Satisfação da Consumers Trust.
A INDAQUA Matosinhos registou um nível médio de satisfação superior a 90%, o valor mais elevado a nível nacional
entre as empresas avaliadas no setor. A classificação baseia-se na avaliação direta dos consumidores, tendo em conta a experiência de contacto com as entidades, como a resolução de pedidos, os tempos de resposta, a retenção de clientes e as queixas registadas no Portal da Queixa. O diretor de Comunicação do grupo, Luís Lourenço, afirma que os resultados refletem “a orientação para a satisfação do cliente”, sublinhando a importância da rapidez e eficácia das respostas nos vários canais de atendimento.
chegada de embarcações maiores, ou seja, com maior capacidade de carga. Dentro dos planos está também a construção de um terminal de comboios com 750 metros de comprimento. Em causa está também a transferência da Marina de Leixões de Leça da Palmeira para junto do Terminal de Cruzeiros, do lado de Matosinhos. O
Centro Hípico também poderá ser afetado. A duração da construção está estimada em 54 meses (quatro anos e seis meses) e o “horizonte previsto para início da concessão é 2030”, prevendo a APDL uma concessão com período máximo de 75 anos.
Passadiços vão ser requalificados
A Câmara Municipal de Matosinhos vai lançar o concurso público para a reabilitação do sistema de proteção dunar da frente marítima do concelho, constituído por passadiços de madeira. Esta intervenção representa um investimento de cerca de 2,6 milhões de euros (+IVA), e vai abranger vários troços ao longo de mais de 7 quilómetros de passadiço em Leça da Palmeira, Perafita e Lavra. Para além dos passadiços, a obra inclui a reabilitação de estruturas existentes e a criação de novas entradas, reforçando
a proteção ambiental, a segurança e a acessibilidade. Segundo a autarquia, o prazo de execução previsto é de 10 meses e “a obra constitui uma intervenção integrada e contínua, fundamental para a defesa do litoral e a preservação dos sistemas dunares.” O lançamento do procedimento foi aprovado em reunião do Executivo Municipal, sendo que o início dos trabalhos dependente do visto prévio do Tribunal de Contas.
João Madureira Gestor de Marketing e Vendas DE NEWS A FAKE.
Antigamente, a política debatia-se nas praças e nas páginas dos jornais com o significado e o peso real das palavras. Hoje? Bem, a praça passou para um qualquer ecrã, ou para publicações num feed com estratégias de gancho nas redes sociais, onde o tempo do debate, foi engolido pelo tempo do impacto, tempo de chocar. As frases encolheram e os vídeos correm agora em modo acelerado, e a complexidade… essa coitada, raramente sobrevive neste tempo atual. A vida corre, e nós corremos com ela. O perigo não é de simplificar, que por vezes até dava jeito, o problema é a distorção. Estamos a reduzir políticas públicas importantes a slogans ocos, sem ponta por onde se lhe pegue. Onde ficou o contexto?
Deram morte ao debate para dar vida a caricaturas instantâneas sem perceção, sobretudo entre os mais novos. Eficácia e posicionamento, mede-se agora por likes, alcance e métricas, e não pela solidez de um argumento. É aí que a desinformação vive, sozinha, mas ao alcance de um click. Ninguém precisa de ser um génio para nos enganar, basta-lhes apenas um título assustador de alto impacto, algumas técnicas de copy ou uma punchline tirada do contexto, e pronto, a mentira de tanto ser mastigada, passa a saber a verdade. É o tal “efeito de verdade ilusória” de que a psicologia fala. A verificação é um esforço que poucos fazem neste tempo que corre. Corre tudo muito rápido, quando o desmentido chega, a desconfiança já se enraizou em quem a lê. O que mais me preocupa é o que estamos a fazer com os mais jovens, que vivem num fluxo constante de desinformação, sem filtro e sem mediação. Como podem eles distinguir o facto de opinião, ou sátira de manipulação? A política agora vem mascarada de memes e influencers. Aqui as fronteiras tornam-se muito difusas, restando a família e a escola, que têm o dever de mediar este percurso meta eufórico. É aqui também que o estado tem um papel crucial, não apenas na proteção, mas também na capacitação dos jovens. Necessitamos de uma geração, responsável e capacitada para poder ler as entrelinhas, da torrente rápida de desinformação que mobiliza, mas atropela o futuro. Que o nosso esforço e capacidade coletiva seja capaz de distinguir o essencial do não essencial. Isto deixa-nos a todos uma grande responsabilidade, e exige um olhar atento para com os herdeiros desta praça pública digital.
Autarquia deixa de cobrar taxa turística em dormidas inferiores a quatro horas
Entrou em vigor em 2026 o novo Regulamento da Taxa Municipal Turística do Município que diz que a Câmara Municipal de Matosinhos vai deixar de cobrar taxa turística em dormidas com menos de quatro horas e em estadas em parques de campismo ou de caravanismo de três meses ou mais.
Segundo a autarquia, esta alteração deve-se com o “impacto desproporcional decorrente da aplicação”, com o objetivo de possuir “uma cobrança mais justa, equilibrada e adequada à realidade local”.
O novo regulamento estabelece que “a taxa turística de dormida é devida por noite, por fragmento de dia ou noite, em regime de ‘day use’ ou ‘by hours’, igual ou superior a quatro horas, até a um máximo de sete noites seguidas, por pessoa e por estada”.
Em relação ao valor cobrado em estadas em parques de campismo ou caravanismo, o novo regulamento passa a isentar do pagamento de taxa turística “os ocupantes de alvéolos ou equipamentos em parques de campismo ou de caravanismo, titulares de um contrato de locação ou de utilização de longa duração, igual ou superior a três meses”.
A Taxa Municipal Turística em Matosinhos tem o valor de dois euros e é cobrada por dormida em Empreendimentos Turísticos ou Estabelecimentos de Alojamento Local. Às dormidas em Parques de Campismo, Caravanismo e Albergues é cobrada a taxa de 50 cêntimos por dormida.
Reparação do paredão de Leixões vai custar 20 milhões de euros
As sucessivas tempestades que se fizeram sentir em Portugal danificaram o quebra-mar do Porto de Leixões, em frente à praia de Matosinhos, quebrando e arrastando pedras de largas toneladas. A intervenção de emergência terá o custo de 20 milhões de euros. O processo está em fase de mobilização de equipamentos, meios técnicos e materiais necessários para dar início à primeira intervenção na zona afetada, sendo ainda necessária
condições favoráveis de agitação marítima. As intervenções estruturais de reposição integral do manto de proteção do quebra-mar e reposição do muro cortina deverão decorrer durante a primavera e o verão. Esta intervenção não deverá provocar grandes constrangimentos na entrada ou saída de navios do porto. Segundo a APDL, a segurança não está comprometida.
Projeto “Massas de Água das Áreas Verdes do Concelho de Matosinhos”
Foram criados dois charcos em espaços verdes do concelho, no Parque Ecológico do Monte de São Brás, em Santa Cruz do Bispo, e no Parque das Austrálias, em Matosinhos.
Esta iniciativa insere-se na Estratégia Municipal para a Biodiversidade e resulta de uma colaboração com o CIIMAR (Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental), no âmbito do projeto “Massas de Água das Áreas Verdes do Concelho de Matosinhos”.
Estes charcos foram concebidos com o objetivo de preservar a fauna e flora local e de contribuir para a regeneração dos ecossistemas, criando habitats favoráveis
à biodiversidade, servindo de abrigo e fonte de alimento para espécies aquáticas, insetos como libélulas, e anfíbios como rãs, que desempenham um papel essencial nos ecossistemas locais.
O projeto prevê ainda a recuperação de charcos noutros pontos do concelho, fortalecendo desse modo a rede ecológica de Matosinhos e sensibilizando a população para a importância da preservação ambiental.
A implementação destes charcos representa também uma oportunidade de envolver a comunidade em atividades de educação ambiental, reforçando o papel de Matosinhos na promoção da biodiversidade.
Sabia que há miniaturas em Matosinhos?
Em 2007, Daniel Rocha dos Santos deu os primeiros passos num mundo feito de detalhes minuciosos e paixões antigas. Começou de forma discreta, com meia dúzia de carrinhos, apenas para perceber se o negócio poderia resultar. Não havia garantias, apenas curiosidade e vontade. O crescimento foi lento — como quase tudo o que é construído com cuidado — mas consistente. Hoje, quase duas décadas depois, o que começou como uma experiência tornou-se um negócio sustentável e uma referência no seu nicho. É na Papelaria Espacial, em Matosinhos, que esta história ganha forma todos os dias. Entre artigos de papelaria e prateleiras organizadas ao detalhe, vivem cerca de três mil miniaturas que transformaram o espaço num ponto de encontro para apaixonados pelo modelismo. Ali, os carrinhos, os comboios à escala e as peças raras encontram quem sabe valorizá-los. O gosto pelos automóveis sempre esteve presente, mas não foi o único motivo que o levou a iniciar o projeto. Optou pelos carros numa primeira fase por serem mais fáceis de comercializar. No entanto, a verdadeira paixão estava nos comboios à escala. O ferro modelismo sempre ocupou um lugar especial na sua vida. Colecionador de comboios elétricos, foi entre carris em miniatura e composições detalhadas que consolidou o seu entusiasmo. Curiosamente, foi o contacto diário com as miniaturas automóveis, expostas na Papelaria Espacial, que lhe despertou um apreço cada vez maior por essa vertente do modelismo. Em Matosinhos, acredita ser o único espaço dedicado maioritariamente ao modelismo e ao ferro modelismo. Pode existir outra loja com alguns artigos pontuais, mas nenhuma com a mesma dedicação específica ao setor. O público que o procura não é massificado; é um público de nicho, conhecedor, exigente, que sabe exatamente o que quer. Ainda assim, algumas marcas mais comerciais ajudam a atrair iniciantes e curiosos. Muitos clientes entram pela porta da Papelaria Espacial com um objetivo muito concreto: encontrar o carro que tiveram em tempos ou aquele modelo que sempre admiraram. Daniel esforça-se por satisfazer esses pedidos específicos, mediante disponibilidade. Muitas vezes, é assim que começa uma coleção — com uma memória. Depois vem o gosto, o hábito, e quase sempre o desejo de ter mais. Entre as três mil miniaturas em stock, destacam-se os modelos de competição, especialmente os ligados ao Rali de Portugal, que representam a vertente
mais procurada pelos clientes. Os preços variam bastante: podem começar nos três euros e ultrapassar os quinhentos. E, como o próprio explica, esse valor nem sequer representa o topo do mercado. A raridade influencia o preço, mas o fator determinante é o fabricante. Marcas de alta qualidade investem milhares de euros em moldes, garantem níveis de detalhe impressionantes e, nos modelos mais caros, a montagem é feita à mão — um verdadeiro processo artesanal. Escolher um modelo favorito não é tarefa fácil. Ainda assim, Daniel admite uma predileção pessoal pelos carros de competição das décadas de 60 e 70, que considera o auge do automobilismo, especialmente os lendários carros de Le Mans. Nessas miniaturas encontra uma combinação de história, design e emoção difícil de igualar.
Ao longo dos anos, construiu uma rede de cerca de 200 marcas diferentes. Foi um percurso de aprendizagem contínua, quase vinte anos a estudar o mercado e a selecionar as melhores opções para a loja. Entre as marcas que mais se destacam estão a Ixo Models, acessível ao público iniciante, e a Spark Models, a mais vendida no espaço. Trabalha também com marcas de excelência como CMC e BBR, e mantém nas prateleiras a icónica italiana Burago,
que, apesar das dificuldades financeiras no passado, renasceu após a aquisição por um grupo chinês e voltou a afirmar-se no mercado.
Quanto ao perfil dos colecionadores, Daniel observa que o gosto pelos automóveis nasce geralmente na infância. Contudo, o investimento em modelismo automóvel mais especializado tende a surgir a partir dos 30 anos, quando existe maior estabilidade financeira para investir numa paixão. Em relação ao futuro, mantém uma visão clara. Tem evitado apostar fortemente no comércio online, acreditando no conceito de loja física como experiência. Para ele, é essencial que o cliente pegue na peça, observe cada detalhe, confirme que está em perfeitas condições. No ambiente digital, um defeito pode significar devoluções e frustrações. Na Papelaria Espacial, ele próprio verifica cada modelo antes de o colocar à venda.
Ainda assim, reconhece a importância da presença digital e utiliza a página da loja para divulgar novidades e alcançar novos interessados. O futuro, acredita, passa por reforçar essa comunicação — mas sempre com dinheiro, tempo e, acima de tudo, paciência. Porque naquele espaço de Matosinhos, onde pequenas máquinas contam grandes histórias, tudo se constrói ao detalhe.
A Festa do Chocolate deixou Matosinhos
mais doce de 7 a 22 de fevereiro, reunindo amantes de chocolate. no parque de estacionamento junto à Câmara Municipal de Matosinhos.
O evento reuniu 22 expositores, numa tenda climatizada junto à Câmara Municipal de Matosinhos, dedicados às mais variadas iguarias à base de chocolate.
Ao longo de vários dias, os visitantes poderão usufruir de animação, com
Douglas – Brigadeiro Gourmet
Já participo na feira há sete anos. O movimento está um pouco abaixo da média que estamos habituados, o ano passado foi sensacional, este ano está um pouco abaixo, provavelmente devido ao mau tempo. Mas a variedade de produtos aqui torna tudo especial, num espaço tão pequeno encontramos de tudo relacionado com chocolate.
mascotes temáticas, workshops, showcookings com provas de degustação, workshops infantis e ainda uma conferência integrada na programação.
A grande novidade desta edição foi o ‘Desafio Lá de Casa’, uma iniciativa que juntou chocolateiros amadores a partilharem e demonstrarem as iguarias que confecionam em ambiente doméstico, revelando receitas originais e segredos bem guardados.
António – Maravilhas Rutte Sophia Já cá venho há seis anos e está a ser como nos anos anteriores: boas pessoas, bons expositores e pessoas felizes para comer chocolate, é o que nós queremos! Devido às tempestades a afluência foi menor, mas depois voltou ao ritmo normal. O chocolate e os clientes tornam o evento especial. Aqui a fruta com cobertura de chocolate, especialmente os morangos, é o mais procurado pelos nossos clientes, que já vêm cá todos os anos.
É o meu segundo ano aqui em Matosinhos e estou a gostar, embora o ano passado tivesse tido mais afluência. Mas a organização está bem, a feira está engraçada e convidativa para passar um bom bocado. É uma feira tão doce e o doce traz alegria às pessoas, está cientificamente provado! Embora haja algum tabu em relação aos doces, mas com limites tudo se pode comer. Além de ser doce traz alegria às pessoas
Teresa – Brownie Lovers
Daniel Rocha dos Santos
Paulo Gaspar Professor Doutor
AVALIAÇÃO
EXTERNA
DAS ESCOLAS
A avaliação externa das escolas é um processo fundamental para garantir a qualidade do ensino, a transparência e a melhoria contínua das práticas educativas. É um processo que traz diversas vantagens, tanto para a instituição, quanto para os alunos e comunidade em geral. Trata-se de uma análise realizada por avaliadores independentes - especialistas que não pertencem à instituição - e que permite olhar a escola de fora, de forma imparcial e objetiva. Por norma, os referidos avaliadores, são uma equipa constituída por elementos que pertencem aos quadros da Inspeção Geral da Educação e Ciência e outros elementos pertencentes à Academia (Ensino Superior). A avaliação externa ajuda a identificar pontos fortes e áreas de melhoria na escola, possibilitando identificar áreas que precisam de melhorias, permitindo um foco mais direcionado nas intervenções necessárias. Com efeito, em termos genéricos, no que diz respeito ao contributo para os professores, ela permite que as práticas pedagógicas sejam revistas com base em evidências, possibilitando assim que se possam desenhar planos de ação mais eficazes. Desse modo, estamos a contribui para elevar os padrões de qualidade do ensino e da aprendizagem. Efetivamente, quando esse trabalho – avaliação externa – é efetuada por um grupo de avaliadores externos, oferece uma visão neutra, objetiva e não é condicionada por rotinas ou cultura interna da escola. Assim sendo, essa visão ajuda a evitar conceitos pré formados e tem potencial para trazer novas perspetivas e ideias. A avaliação externa oferece uma perspetiva imparcial sobre o desempenho da escola, evitando possíveis distorções que podem ocorrer em avaliações internas. No que se refere ao “interesse” do poder central, a avaliação externa assegura transparência perante a comunidade educativa - pais, alunos, professores, autarquia e Ministério da Educação. Transparência que pode contribuir para um aumento da confiança da comunidade escolar na escola, em relação à qualidade do ensino oferecido. Para além disso também mostra de forma clara como a escola utiliza os seus recursos e quais os resultados alcançados. Genericamente, numa primeira dimensão, o processo mobiliza toda a comunidade educativa — professores, alunos, assistentes e pais — em torno de objetivos comuns, reforçando o sentido de pertença e a cultura de cooperação, podendo aumentar a motivação profissional ao reconhecer o bom trabalho desenvolvido. Após o términus de todo o processo, os relatórios de avaliação externa servem como ferramenta estratégica para definir prioridades futuras. Com efeito, o relatório final geralmente inclui recomendações e “feedback construtivo” que podem ser úteis para a formação contínua dos professores e para o desenvolvimento da própria instituição. A escola pode ajustar o seu projeto educativo e as práticas de gestão com mais rigor e foco nos resultados. A avaliação externa é, portanto, um instrumento de desenvolvimento institucional, pois fornece dados e informações que podem contribuir para decisões administrativas e pedagógicas, promovendo uma gestão mais efetiva e estimulando a responsabilização dos gestores e educadores pela qualidade do ensino, incentivando a adoção de práticas mais eficazes. Mais do que um momento de verificação, é uma oportunidade para refletir, aprender e evoluir. Através dela, a escola fortalece a sua capacidade de autonomamente planear e melhorar, assegurando que cumpre a sua missão de formar cidadãos SUC - Solidários, Utópicos e Críticos. Em suma, podemos afirmar que a avaliação externa pode ser uma ferramenta poderosa para impulsionar a qualidade educativa e o desenvolvi mento da própria escola. A tudo isso se associarmos a “postura empática” da qualidade humana dos avaliadores externos, temos os ingredientes ideais para todo o trabalho desenvolvido pela referida equipa ter continuidade e impacto no caminho que a escola idealizou para o seu “ciclo de vida”.
Sistema de Depósito e Reembolso vai avançar em Portugal
A partir de 10 de abril, algumas embalagens passam a ter um valor de depósito de 10 cêntimos, pago no momento da compra e devolvido quando a embalagem vazia é entregue num ponto de recolha.
A ideia não é nova noutros países europeus, mas chega agora ao nosso dia a dia com um objetivo claro: incentivar a devolução das embalagens, aumentar a reciclagem e reduzir o lixo que acaba no contentor indiferenciado ou abandonado no ambiente.
O Sistema de Depósito e Reembolso (SDR) funciona como um “empréstimo” do consumidor: ao comprar uma bebida, paga 10 cêntimos adicionais por embalagem, valor que é devolvido ao entregar a embalagem vazia num ponto de recolha autorizado. Este valor surgirá indicado de forma autónoma no talão de compra, permitindo ao consumidor identificar o que está a pagar.
O sistema aplica-se a embalagens de bebidas de uso único em plástico, metais ferrosos e alumínio até três litros, como
águas, refrigerantes, sumos, bebidas energéticas, cervejas, sidras, sangrias e cocktails.
Para que a devolução seja aceite, as embalagens devem estar vazias, intactas, com o código de barras legível e com o símbolo do SDR. A entrega pode ser feita: em máquinas automáticas SDR, conhecidas como “máquinas Volta”; em quiosques automáticos; ou em pontos de recolha manuais.
O reembolso pode ser feito em dinheiro, através de um vale para descontar em compras ou até sob a forma de donativo, dependendo do local da devolução. Ainda assim, o consumidor mantém o direito de receber o valor em dinheiro, sem restrições. Além disso, se a embalagem estiver danificada ou não for reconhecida pelo sistema, não há direito ao reembolso. Nesse caso, deve ser colocada no ecoponto adequado ao material, sem direito à devolução do valor do depósito.
ReCircular Lab já entegou 133 equipamentos à comunidade e beneficiou 2701 pessoas
O ReCircular Lab – Laboratório para a Prevenção e Reutilização de Resíduos, financiado pelo Plano de Ação das Operações Integradas dos Territórios de Intervenção (PAOITI) e integrado no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), continua a afirmar-se como uma referência nacional na promoção da economia circular e no apoio social de proximidade. Desde o seu arranque, em junho de 2025, o projeto já doou 133 equipamentos — entre eletrodomésticos, mobiliário, brinquedos e outros bens essenciais — contribuindo para melhorar as condições de vida de 2 701 pessoas, incluindo famílias e utentes de instituições locais. Estes resultados refletem a capacidade do ReCircular em transformar
produtos usados em soluções úteis para a comunidade. Paralelamente, o laboratório já rececionou 1 936 produtos, dos quais 1 743 foram reaproveitados, encontrando-se atualmente 1 031 bens disponíveis, entre os quais 967 para doação e 64 para empréstimo. Através deste modelo, o ReCircular evitou já a produção de 5 toneladas de resíduos, reforçando o seu contributo para a redução do desperdício e para a utilização eficiente de recursos. Uma resposta integrada: ambiental, social e económica.
O ReCircular Lab atua como uma infraestrutura pioneira na prevenção e reutilização de resíduos urbanos, promovendo a triagem, reparação e recondicionamento de equipamentos que, de outra forma, seriam descartados. Este processo prolonga a vida útil dos produtos, reduz a pressão sobre os sistemas de gestão de resíduos e gera benefícios ambientais mensuráveis. A dimensão social é igualmente central. Em articulação com o Município de Matosinhos, Juntas de Freguesia e serviços
MEO Marés em Matosinhos: novo nome e primeiras confirmações
A próxima edição do festival MEO Marés Vivas vai passar a realizar-se em Matosinhos, depois de anos em Vila Nova de Gaia.
Luís Felipe Menezes, presidente da Câmara de Gaia, revelou que “a Presidente da Câmara de Matosinhos teve a gentileza de me perguntar se poderia negociar” com a promotora, afimrnado ainda que “A nossa resposta foi sim, nada temos contra Matosinhos e ainda menos contra a excelente colega que é a Presidente Luísa
Salgueiro, a quem desejamos sempre o maior sucesso.”
A apresentação oficial do evento foi feita, na Câmara Municipal de Matosinhos, com a presença de membros da autarquia e pela promotora PEV.
O local do festival será na Praia do Aterro, onde habitualmente decorre a Beach Party, nos dias 17, 18 e 19 de julho. Para já estão confirmados os Da Weasel, James, Seal e Plutónio.
de ação social, o ReCircular assegura que os bens recuperados chegam a agregados familiares em situação de vulnerabilidade, reforçando a resposta social local e garantindo que os equipamentos são reintroduzidos onde têm maior impacto. Equipa técnica dedicada e formação prática para públicos vulneráveis
O funcionamento do ReCircular Lab é assegurado por seis técnicos especializados, em permanência nas diferentes oficinas, responsáveis pela triagem, reparação, recondicionamento e preparação dos
equipamentos para reutilização. Paralelamente, o projeto desenvolve workshops práticos baseados no modelo learn by doing, dirigidos a desempregados de longa duração, jovens em risco de exclusão e outros públicos vulneráveis. Estas ações permitem adquirir competências técnicas na área da reparação e valorização de resíduos, bem como competências transversais essenciais para a integração no mercado de trabalho e para o desenvolvimento de iniciativas empreendedoras.
História dos Templários celebrada em Leça do Balio
O Orfeão de Matosinhos celebra, no próximo dia 17 de março de 2026, o seu 109.º aniversário com uma cerimónia comemorativa que terá lugar na sua sede, situada na Rua Brito Capelo, n.º 234, 1.º, em Matosinhos.
A celebração terá início às 20h30, com a receção aos sócios, convidados e à comunidade em geral. Pelas 21h00, decorrerá o hastear da bandeira, momento que contará com a participação da Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Leixões. O programa inclui ainda uma sessão de boas-vindas aos sócios, a entrega de emblemas comemorativos e a atuação do Coro do Orfeão de Matosinhos, um dos pontos altos da noite. A comemoração culminará com a tradicional abertura do bolo de aniversário, num ambiente de confraternização e celebração da história e do legado da instituição.
Nuno Ferreira Empresário 910857380
NUNO FERREIRA CONSTRUÇÕES & RESTAURO: MOTIVAÇÃO, PROFISSIONALISMO E VALORIZAÇÃO HUMANA
A Nuno Ferreira Construções e Restauro afirma-se no setor pela aposta contínua na qualidade, no profissionalismo e, sobretudo, na valorização das pessoas que integram a sua equipa. Acreditamos que o verdadeiro crescimento de uma empresa começa com trabalhadores motivados, respeitados e
reconhecidos pelo seu esforço diário. O profissionalismo é um dos pilares fundamentais da nossa atuação. Cada projeto é desenvolvido com rigor, responsabilidade e atenção ao detalhe, refletindo a experiência e o compromisso da nossa equipa com a excelência na construção e no restauro. A empresa valoriza o trabalho justo e transparente, praticando ordenados adequados e competitivos, ajustados às funções e à experiência de cada colaborador. Esta política contribui para um ambiente de trabalho estável, positivo e orientado para resultados, onde a motivação e o espírito de equipa são constantes. A Nuno Ferreira Construções & Restauro continua assim a construir o futuro com base na confiança, na qualidade.
A Ordem Suprema Militar do Templo de Jerusalém Universal (OSMTHU) assinalou os 32 anos da sua presença em Portugal com a abertura de uma exposição comemorativa, no dia 21 de fevereiro. O evento teve lugar no Auditório da Fundação Livraria Lello, no Mosteiro de Leça do Balio, e contou com dezenas de participantes. No âmbito da sessão inaugural, teve lugar a conferência “A Ordem do Templo e Portugal: História, Suspensão e Continuidade”, proferida pelo Grão Prior de Portugal, Fr+ Luis de Matos, que abordou a presença histórica dos Templários no
país e a sua relevância cultural. O evento foi ainda marcado pela inauguração de uma exposição dedicada à Ordem do Templo e ao seu trabalho contemporâneo. Numa sessão emotiva, foram atribuídos Graus Honoríficos a personalidades de Leça do Balio e de Matosinhos que se destacaram pelo seu trabalho em prol da comunidade, em iniciativas de caráter cultural, educacional e humanitário. Entre os homenageados estiveram José Pinto, António Rodrigues, Maria Polónia, Luís Branco e Luísa Salgueiro.
We Own We afirma-se no panorama musical
Fundada em 2014, a We Own We (WOW) tem vindo a consolidar-se como uma das agências mais dinâmicas no panorama da música e do entretenimento ao vivo em Portugal. Criada por Durval Nunes, vocalista da banda Mundo Secreto, a WOW nasceu com uma visão clara: desenvolver experiências únicas e posicionar artistas como líderes no seu mercado. Primariamente uma produtora de experiências ao vivo, o negócio da WOW assenta em três grandes pilares: a criação e produção de conceitos originais para festivais, concertos e eventos temáticos; o agenciamento e gestão de carreira de jovens talentos da música portuguesa; e a co-produção e consultoria de eventos musicais. A sua experiência na área do agenciamento está particularmente ligada
José Henrique Correia Investigador de História Contemporânea | Professor
DATA CENTERS, HORA DA REVOLTA
aos universos do hip-hop e da música eletrónica, géneros onde a agência tem vindo a afirmar uma identidade própria. O percurso da WOW inclui um vasto currículo a nível nacional, quer enquanto agência, quer através do trabalho individual do seu CEO. Entre os projetos de maior destaque contam-se a participação na produção do RFM SOMNII, bem como a direção artística e produção musical da gala de abertura da Cidade Europeia do Desporto em Leiria. A agência esteve ainda envolvida na produção do Dia da Liberdade em Matosinhos, na gala de abertura dos Jogos do Eixo Atlântico na Maia, e na produção e rebranding do Festival de Danças Urbanas, também na Maia.
“Espaços que abrigam apenas máquinas usadas para manter outras máquinas”. É assim que o “Financial Times” descreve os data centers que proliferam pelo mundo. É precisamente, contra esses gigantes sem forma que a resistência começa aorganizar-se. Um artigo do Financial Times assinado por Edwin Heathcote, especialista em arquitetura e design do quotidiano dos negócios, resume com subtileza todas as perguntas que podem ser feitas diante da multiplicação de data centers, gigantes amorfos e sinistros, em todo o mundo. “Cada período”, escreve, “tem o seu tipo característico de construção: O séculoXIX foi o século das estações ferroviárias, o século XX os arranha-céus, O século XXI aparentemente terá data centers. Estamos a viver grandes tempos”. Como se estivesse na desolação dessa arquitetura pós-humana, Edwin Heathcote foi o primeiro a detectar os criadores, os gigantes digitais, e “ os sonhos megalomaníacos” (...) “Os antigos construíram enormes templos para os deuses, que queriam satisfazer e apaziguar (...) Nesse processo, criaram a arquitetura. De certa forma, lamenta, estamos a caminhar na direção oposta, criando os deuses que poderiam destruir-nos enquanto os abrigam nos prédios mais comuns imagináveis.” Diante desse fenómeno, legitimado pelas necessidades da tecnologia digital e da inteligência artificial, a resistência começa a organizar-se. Nos Estados Unidos, a raiva cresce, especialmente nas pequenas comunidades como Sand Springs, Oklahoma. Os bloqueios ou adiamentos de projetos multiplicam-se. De Espanha às Filipinas, passando por França, as mesmas causas, os mesmos efeito; as promessas de criação de empregos e crescimento já não são suficientes para fazer as pessoas aceitarem a construção anárquica de data centers barulhentos, poluentes e que consumem água e energia. E que aliás, só reforçam as desigualdes. Longe dessa turbulência, um jornalista do diário Folha de São Paulo acompanhou uma expedição científica liderada por “indigenistas”, uma espécie de detetives da Amazónia que procuram nos vestígios deixados na natureza a presença de tribos em isolamento voluntário. Escreve Leão Serva, “esses especialistas em comunidades ‘indígenas’ muitas vezes vêm delas próprias: descodificam todas as pistas sem dificuldade, assim como identificam facilmente pegadas, sejam humanas ou animais, e a idade. Para eles, tudo é significativo” (...) “O mateiro (um bom conhecedor do mata, da floresta) busca encontrar presença na ausência”. É de facto, uma história fascinante, leitura obrigatória. Em nome do progresso, as regras que nos deveriam libertar acabam por aprisionar-nos. Com a crescente importância de padrões, diretrizes e algoritmos, perdemos a capacidade de agir, sentimo-nos impotentes diante do funcionamento do mundo. Mas os seres humanos são felizes quando se encontram perante uma situação em que podem agir, quando podem mobilizar a sua capacidade de julgamento, senso de discernimento e sua sensibilidade. Afinal, toda uma filosofia de vida.
Luís de Matos, António Rodrigues, Maria Polónia, Luís Branco, Luísa Salgueiro, Eduardo Ferreira e José Pinto
Viver com Dignidade um olhar sobre os lares da nossa cidade
Num concelho com uma forte identidade comunitária e uma relação próxima com o mar, Matosinhos tem acompanhado a evolução da sua população com respostas sociais cada vez mais estruturadas e humanas. À medida que a esperança
média de vida aumenta, cresce também a valorização do envelhecimento como uma etapa rica em experiência, memória e contributo social. Nesse contexto, os lares para idosos assumem um papel fundamental na promoção
do bem-estar e da qualidade de vida. Mais do que espaços de acolhimento, os lares são ambientes de cuidado, convivência e partilha. São locais onde se criam rotinas, se fortalecem laços e se assegura acompanhamento profissional diário, garantindo
segurança e conforto às pessoas mais velhas e tranquilidade às suas famílias. Observar os lares em Matosinhos é, assim, reconhecer o trabalho desenvolvido por profissionais dedicados e instituições empenhadas em proporcionar enve -
Uma rede de cuidado, proximidade e qualidade de vida!
ERPI - Estrutura Residencial para Idosos no concelho de Matosinhos
Casa de Repouso Flor da Amizade
• Capacidade para 14 utentes
• Serviços: Médico (especializado em Neurologia), Enfermagem, Atividades Socioculturais
lhecimento com dignidade, atividade e proximidade. Entre histórias de vida, dedicação e inovação, estes espaços refletem o compromisso da comunidade em valorizar todas as gerações.
Lar de Sant’Ana
• Residência (79 utentes em lar)
• Apoio domiciliar – higiene e alimentar
• Apoio social – serviço de refeitório para pessoas carenciadas ou em situação de sem abrigo
Lar dos Pescadores
• Capacidade para 55 utentes
• Serviços: Lar, Centro de Dia, Centro de Convívio, Apoio Domiciliário
• Serviços: Lar, Centro de Dia, Apoio Domiciliar, Enfermagem, Fisioterapia, Nutrição, Animação
Matosinhos
Leça da Palmeira
Perafita
Senhora da Hora
São Mamede de Infesta Santa Cruz do Bispo
Lavra
Leça do Balio
Escola Básica do Godinho vai crescer e ser reabilitada
A Escola Básica do Godinho está a ser alvo de um processo de reabilitação e ampliação. O projeto já foi apresentado publicamente e prevê uma profunda remodelação do edifício, a criação de novos espaços pedagógicos, a requalificação das áreas exteriores e melhores condições de
conforto, acessibilidade e eficiência energética.
As obras iniciaram em dezembro de 2025 e têm conclusão prevista para dezembro de 2026. Estão garantidas instalações provisórias para o normal funcionamento da escola.
Inscrições abertas para a Semana da ESAD 2026
Até 9 de março estão abertas as inscrições para a Semana da ESAD 2026, que irá decorrer de 23 a 27 de março.
Esta semana é
para turmas e alunos do ensino secundário, interessados nas áreas das Artes e do Design,
Estudantes EPROMAT visitaram o Museu FC Porto
As turmas de Multimédia e Sistemas Informáticos da Escola Profissional de Matosinhos visitaram o Museu FC Porto. Esta foi uma oportunidade de contactar de perto com o património histórico, cultural e desportivo de uma instituição de referência nacional e internacional. Esta visita funcionou como uma verdadeira experiência formativa para os alunos, uma vez que analisaram a operacionalização da entidade numa perspetiva multicanal; compreenderam a articulação entre espaços
físicos, plataformas digitais e comunicação com o público; observaram soluções de multimédia e interatividade aplicadas ao contexto museológico; e reconheceram a integração de sistemas informáticos e tecnológicos na experiência do visitante.
A visita foi uma oportunidade de articular os conteúdos abordados em aula com o contexto profissional, compreendendo de que forma a tecnologia, a comunicação e o património se interligam no mundo contemporâneo.
Matemática tem Magia
Carlos Marinho
Professor Doutor de Matemática MATHEMATICS AND HOPE 2026
para uma visita dinâmica à escola com mostras, workshops e exposições que dão a conhecer a ESAD e a sua oferta formativa.
O programa deverá ser divulgado em breve.
O Professor Carlos Marinho, matemático e investigador, natural de Matosinhos, um dos grandes impulsionadores e embaixadores da matemática que se promove em Portugal esteve no UC Exploratório - Centro Ciência Viva da Universidade de Coimbra, a convite da Professora Raquel Caseiro, do Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra e Presidente da SPM da Zona Centro. Para quem assistiu, foi uma tarde fabulosa com bolas de malabarismo, cadeados, clipes, notas, folhas de papel A4, cartas,
copos, muita diversão e as aplicações matemáticas que fazem desenvolver a sociedade. Nesta palestra ficou claro que a matemática abraça a (nossa) vida. Foi possível perceber que tudo à nossa volta funciona por causa desta ciência útil, invisível e encantadora: da economia à engenharia, da aeronáutica ao cinema, da medicina à robótica. Carl Gauss disse “Não é o conhecimento, mas o ato de aprender, não é a posse, mas o ato de chegar lá, que nos dá a maior satisfação.”
A matemática é a alma mater de todas as ciências. Temos a tendência de identificar a matemática como uma ciência complexa, difícil de explicar e de entender. Em Portugal, de geração em geração, foi passada a ideia incorreta de pais para filhos a de que a matemática não é para todos. Nada mais errado. É para todos e recomenda-se. A matemática tem a vantagem de explicar como se devem fazer tudo em sociedade. Do desporto, à política, a economia, a engenharia, a aviação entre outras áreas afins, são explicadas a montante por esta ciência básica. Como todas as ciências, como as mais variadas áreas de uma sociedade, esta ciência não foge à regra. Para a entender é preciso perceber a sua linguagem, compreender todos os seus hieróglifos, manter uma proximidade entre os seus conteúdos. Mas nesta confusão de ideias e de afirmações da dificuldade em a entender, a verdade é todos percebem da importância para o planeta de cumprir em sociedade as suas teorias. Na economia, por que razão não existe uma moeda de 3 euros, a explicação deve-se ao facto, de termos 10 dedos nas mãos e, usarmos os divisores e múltiplos de 10, para definir as nossas moedas e notas. Uma simples teoria, com consequências positivas para todo o mundo. No dia 14 de março de 2026, todo o planeta, Portugal não foge à regra, comemora-se o Dia Internacional da Matemática, dia instituído pela Unesco em 2019. No dia 26 de novembro de 2019 na 40ª reunião geral da UNESCO, foi aprovada a proclamação do dia 14 de março. Correu mal esta celebração em 2020, com a pandemia a estragar todos os planos. Bem, quem ajudou a resolver o assunto na sua base foi a matemática, encurtando os prazos para a concretização de vacinas. Todos os anos é anunciado um tema para dar sabor à celebração, despertar a criatividade e trazer luz às conexões entre a matemática e todos os tipos de campos, conceitos e ideias. Em 2026, o tema é “Mathematics and Hope”. O matemático Tales referiu: “A esperança é o mais universal de todos os bens humanos”. Mais de 2.500 anos depois, também podemos dizer que a matemática é um dos bens humanos mais universais. Ligar a esperança e a matemática cria oportunidades para uma visão e conhecimento mais profundos. A matemática dá-nos esperança de compreender claramente a realidade e a verdade, partilhar bases comuns, aprender a cooperar, utilizar os dados de forma responsável, encontrar meios de resolução de problemas. Dar aos nossos filhos a esperança de a poder trabalhar nas escolas portuguesas é um privilégio que muitos países não têm. Nós, como pais temos a obrigação, mesmo não tendo tido a oportunidade de ter gostado, de a ter apreendido em tempo útil, devemos manifestar aos nossos filhos, que a devem trabalhar, aproveitar cada minuto em sala de aula para a descobrir, por que dessa maneira, a vida terá mais cor, mais esperança no futuro. O músico Leonard Cohen numa das suas músicas refere que “Há uma rachadura em tudo. É assim que a luz entra”. Deixemos entrar a matemática por uma porta, uma janela, pelo mais pequeno buraco, por uma pequena rachadura. O matemático francês Jean Dieudonné em Legados do Século XX, referiu “a matemática é uma bola de lã, um novelo embaraçado onde todos os fios… têm efeito sobre o outro de modo quase imprevisível.” Assim, se constrói o futuro.
virada sobretudo
Matosinhos Sport
Andreia Lima Nutricionista
NUTRIÇÃO
E REFORÇO
DO SISTEMA
IMUNITÁRIO: COMO
UMA ALIMENTAÇÃO
EQUILIBRADA PODE
FORTALECER O SEU
SISTEMA IMUNITÁRIO NO INVERNO
A relação entre nutrição e imunidade é fundamental, especialmente durante os meses mais frios, quando o nosso corpo é mais suscetível a infeções e doenças. Uma alimentação equilibrada fornece os nutrientes necessários para fortalecer o sistema imunitário e proteger o organismo de fatores agressores. Aqui estão alguns pontos chave sobre como a nutrição impacta a imunidade:
1. Nutrientes Essenciais para a Imunidade:
• Vitamina C: Aumenta a produção de glóbulos brancos, essenciais para a defesa do corpo. Fontes: laranjas, kiwis, morangos, pimentos.
• Zinco: Ajuda na formação de células imunológicas e na resposta inflamatória. Fontes: carne vermelha, legumes, nozes e sementes.
• Vitamina A: Importante para a manutenção da saúde das mucosas, que funcionam como uma barreira contra infeções. Fontes: cenouras, batata-doce, espinafre e abóbora.
2. Alimentos que reforçam o sistema imunitário:
• Alho e Cebola: Contêm compostos sulfurados que podem aumentar a imunidade.
• Iogurte e Probióticos: Promovem a saúde intestinal e ajudam a equilibrar a flora bacteriana, que é crucial para o sistema imunológico.
• Frutas e legumes coloridos: Ricas em antioxidantes que combatem o stress oxidativo e protegem as células do corpo.
3. Hábitos Alimentares:
• Hidratação: Manter-se hidratado é vital para a saúde geral e o funcionamento adequado do sistema imunitário. A água desempenha um papel importante na circulação de nutrientes e na remoção de toxinas.
• Alimentação Variada: Consumir uma ampla variedade de alimentos garante a ingestão de diferentes nutrientes essenciais, prevenindo deficiências nutricionais que podem diminuir a imunidade.
• Limitar o Açúcar e Alimentos Processados: Uma dieta rica em açúcar pode suprimir a função imunológica. Priorize alimentos integrais e minimamente processados.
Uma nutrição adequada pode fazer uma diferença significativa na proteção do corpo contra doenças no inverno. Ao priorizar alimentos ricos em nutrientes e hábitos alimentares saudáveis, fortalece o seu sistema imunitário, melhorando a sua qualidade de vida durante os meses mais frios.
Arena Matosinhos recebe Fight Code e Kick Night
Março Desportivo com campanha especial e agenda preenchida
O mês de março promete dinamizar o desporto em Matosinhos com uma campanha especial e um conjunto diversificado de eventos dirigidos a toda a comunidade que pode conhecer em www.matosinhosport.pt .
Durante este mês, a Matosinhos Sport oferece a inscrição e o seguro nas Piscinas Municipais e nos ginásios MS Fit. A campanha é válida para novas adesões e limitada às vagas existentes, não sendo aplicável à modalidade de utilização livre. O universo Matosinhos Sport inclui sete piscinas municipais cobertas — Custóias, Guifões, Leça do Balio, Matosinhos, Perafita, São Mamede de Infesta e Senhora da Hora — e quatro ginásios MS Fit,
O Arena Matosinhos vai ter um mês de março recheado de ação: o Fight Code, a 14 de março, e o Kick Night, a 21 de março.
O Fight Code, a partir das 21h00, vai apresentar uma noite com dez combates de boce olímpico com alguns valores a despontar no panorama nacional. O culimar da noite será o combate profissional
com a participação do invicto Francisco “Rikirikito” Gomes, sua preparação para o assalto ao combate de título programado para abril.
O Kick Night vai trazer uma noite de kickboxing à catedral dos desportos de combate em Portugal, pelas 21h00. Para marcar lugar em cada uma das noites pode contactar o 966031154 ou 916564928.
Grupo Desportivo Aldeia Nova celebra 54 anos
O Grupo Desportivo Aldeia Nova completou a 23 de fevereiro 54 anos de existência. Fundado em 1972, o clube tem marcado a vida desportiva local, envolvendo atletas, dirigentes e simpatizantes da região.
O clube mantém-se ativo em várias modalidades e continua a incentivar a participação de jovens e adultos na vida desportiva local, reforçando a sua presença na comunidade.
1.ª Jornada da 2.ª Divisão de Futsal da ANDDI
Portugal
localizados no Centro de Desportos e Congressos e nas piscinas de Custóias, Guifões e Perafita. Paralelamente, o calendário de março inclui iniciativas como a XVII Bênção das Bicicletas (1 de março, em Leça da Palmeira), a Semana Aberta na piscina de Custóias (2 a 8 de março), o IV Festival Natação Júnior nas piscinas de Matosinhos e Custóias (7 e 28 de março), a Semana da Família nas piscinas municipais (15 a 21 de março), o Aqua Cross Challenge na piscina da Senhora da Hora (28 de março) e ainda eventos de desportos de combate na Arena de Matosinhos, como o Fight Code (14 de março) e a Kick Night (21 de março), entre muitos outros.
A equipa da Appacdm de Matosinhos entrou com o pé direito na 1.ª jornada da 2.ª Divisão de futsal da Anddi Portugal, somando duas vitórias em dois jogos realizados. Com exibições marcadas por grande espírito de equipa, dedicação e
grupo. O evento foi apoiado pela Câmara Municipal de Matosinhos e pela Matosinhos Sport que cedeu o pavilhão para a realização dos jogos.
muita garra dentro de campo, a equipa garantiu o 1.º lugar no
ODurante vários dias, crianças e adultos juntaram-se aos artistas G O D M E S S e MURA - Pinturas Artísticas para pensar, questionar e debater a identidade do bairro — o que existe de bom e o que se pode melhorar. Deste processo nasceram grafismos, poemas, cartazes e fotografias. Todas estas
formas de manifesto foram partilhadas no espaço do Seixo Em Ação. Alguns desses momentos foram partilhados em vídeo e imagens, para (re)visitar o que foi vivido.
Na MatosinhosHabit acreditamos numa vida com dignidade, cultura, união e futuro partilhado.
A
Hora do Conto
No âmbito do projeto “A Hora do Conto”, o MadeInBairro dá a conhecer, pela voz de diferentes crianças do concelho de Matosinhos, os Direitos das Crianças. Através de teatro de fantoches, leituras de histórias, dinâmicas de grupo, conversas e muita diversão, trabalham-se valores
Estratégia Municipal reforça resposta pública na habitação
No âmbito da Estratégia Local de Habitação (ELH) do Município, a MatosinhosHabit assume um papel central na promoção, gestão e reabilitação do parque habitacional público do concelho, contribuindo de forma direta para a concretização da política municipal de habitação. Atualmente, a empresa municipal gere 52 conjuntos habitacionais, correspondentes a 4.351 habitações municipais, onde residem cerca de 9.800 pessoas, assegurando não só a gestão do edificado, mas também o acompanhamento social e melhoria das condições de vida das famílias residentes. Na MatosinhosHabit, a estratégia é coordenada pelo Conselho de Administração, composto por Manuela Álvares, presidente da empresa municipal e vereadora da Habitação, Maria Fernanda Rodrigues, administradora executiva, e Carlos Mouta, administrador não executivo e vice-presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, em estreita colaboração com o Executivo Municipal.
Com vista ao reforço da oferta pública do município está em curso a construção de 512 novas habitações, num investimento superior a 75,7 milhões de euros, o que permitirá, a curto prazo, melhorar as condições de habitação de mais de 1.500 pessoas. Estamos a reabilitar 571 habitações distribuídas por diversos conjuntos habitacionais municipais do concelho. Com estas obras queremos melhorar a vida das pessoas, as condições de habitabilidade, a promoção da eficiência energética e a valorização do património municipal, contribuindo para a sua qualificação, conforto e sustentabilidade a longo prazo. A resposta municipal estrutura-se, contudo, numa lógica integrada que ultrapassa
a construção nova e a reabilitação do edificado. A ELH inclui igualmente a recuperação de fogos devolutos e a implementação de soluções específicas dirigidas a agregados em situação de maior vulnerabilidade.
No total, encontram-se previstas 1.691 soluções habitacionais, candidatadas ao Programa 1.º Direito/PRR, no valor de 122 milhões de euros, com impacto estimado em mais de 6.000 pessoas, traduzindo um reforço progressivo da oferta pública de habitação num contexto de forte pressão sobre o acesso à mesma.
Complementarmente, o Município assegura o apoio direto ao arrendamento através
do Programa Municipal de Apoio ao Arrendamento, que abrange cerca de 800 famílias por ano, contribuindo para apoiar o acesso à habitação no mercado privado. A monitorização e acompanhamento da execução desta estratégia são realizados também em sede do Conselho Local de Habitação, órgão de articulação entre o Município e os parceiros locais com intervenção no setor. Neste âmbito, a primeira reunião do atual mandato –realizada em fevereiro – permitiu apresentar o ponto de situação da ELH e o trabalho em curso desenvolvido pela MatosinhosHabit, enquadrando prioridades, investimentos e respostas em desenvolvimento no concelho.
MadeInBairro mostra o projeto CO2PED
como a empatia e a cidadania, de forma lúdica e acessível.
Todas as crianças devem ser valorizadas na sua individualidade: Crianças informadas, felizes e que se sentem escutadas, são a esperança de um amanhã melhor.
O MadeInBairro dá a conhecer o projeto CO2PED, uma iniciativa europeia focada na promoção de transições energéticas urbanas justas e inclusivas, que tem como objetivo capacitar comunidades, em particular as mais vulneráveis, para se tornarem agentes ativos de mudança nos seus territórios. Desenvolvido em parceria com a Universidade de Aveiro, o projeto assenta numa forte componente de investigação
e cocriação, com vista à promoção de bairros de energia positiva em Portugal e noutros países europeus.
Ao longo de 2025, foram realizadas duas edições do Estendal de Ideias, no Bairro de Recarei, em estreita parceria com a MatosinhosHabit, promovendo o diálogo com a comunidade e a valorização do conhecimento local como contributo essencial para a transição climática. O vídeo lançado pela MatosinhosHabit
documenta um desses momentos e reflete a abordagem do CO2PED: próxima, participativa e centrada nas pessoas. Em 2026, o projeto prossegue com novas ações e dinâmicas de envolvimento comunitário, sendo a próxima já no mês de março, na qual iremos acolher uma comitiva internacional dos Países Baixos, Bélgica e Estónia, parceiros, também, deste projeto.
Matosinhos
Paulo Carvalho nomeado
Vice-Presidente da Associação Nacional de Freguesias
Paulo Carvalho, presidente da Junta de Freguesia de Matosinhos, assumiu funções como Vice-Presidente da ANAFRE –Associação Nacional de Freguesias.
O momento deu-se no XX Congresso da Associação, em Portimão, que reuniu mais de 2 mil presidentes de Junta, acompanhados por elementos dos executivos das 3259 freguesias.
Paulo Carvalho assume assim a pasta no Conselho Diretivo, presidido por Francisco Branco de Brito, da Junta de Freguesia de Évora.
Numa mensagem nas suas redes sociais, o autarca afirmou ser uma “enorme honra e uma grande responsabilidade representar as freguesias portuguesas, reforçando a defesa do poder local de proximidade, da autonomia das freguesias e das melhores condições para quem trabalha diariamente junto das populações.” Terminou a mensagem, afirmando que continuará a “exercer este novo desafio com o mesmo sentido de compromisso, diálogo e dedicação que coloco no trabalho em Matosinhos.”
Lar de Sant’Ana recebe aula de Biodanza
Os(As) participantes das Vivências Seniores, projeto promovido pela Junta de Freguesia de Matosinhos levaram a aula de Biodanza ao Lar de Sant’Ana proporcionando um momento de proximidade, partilha e alegria entre todos(as).
Esta iniciativa insere-se numa parceria contínua entre a Junta de Freguesia e as instituições sociais, visando a inclusão da população sénior e o seu convívio. Ao longo deste ano letivo serão diversas as atividades partilhadas, reforçando os laços da nossa comunidade.
Semana Ubuntu na Escola
Secundária Augusto Gomes e CCD Vítor Oliveira
De 2 a 6 de fevereiro decorreu, na Escola
Secundária Augusto Gomes (ESAG), a Semana Ubuntu.
Esta iniciativa, assente nos princípios da educação não formal, teve como objetivo capacitar os jovens para se tornarem líderes servidores — pessoas mais conscientes de si, dos outros e do mundo que as rodeia.
Ao longo da semana, os alunos participantes desenvolveram as suas competências socioemocionais, reforçaram a comunicação, a criatividade, a gestão de conflitos e a negociação. Para isso, envolveram-se em diversas dinâmicas de grupo, momentos
lúdicos e sessões de cinema com filmes inspiradores que os aproximaram da filosofia Ubuntu.
As atividades foram dinamizadas por educadores Ubuntu da própria ESAG, garantindo uma abordagem próxima e alinhada com a realidade escolar. As sessões diárias decorreram num dos espaços do Centro de Convívio e Desportivo Vítor Oliveira, gentilmente disponibilizado pela União de Freguesias de Matosinhos e Leça da Palmeira, permitindo um ambiente acolhedor e propício à aprendizagem.
O projeto “Fado & Memórias”, organizado pela Junta de Freguesia de Matosinhos, enquadra-se na área da ação social e do envelhecimento ativo.
Esta iniciativa visa a realização de sessões de fado em diferentes entidades do território, com o propósito de promover o convívio, estimular memórias e emoções, valorizar a identidade cultural e reforçar os laços entre a comunidade. Através da música, pretende-se criar momentos de bem-estar, partilha e proximidade, con-
tribuindo para o combate ao isolamento e para o incentivo à participação ativa da população sénior.
A primeira sessão teve lugar na C.H.E. Água Viva, dia 27 de fevereiro. A próxima sessão será no dia 26 de março, contará com a participação de Francisco Seabra, Francisco Fernandes, Irineu e Edgar. A Junta de Freguesia reafirma, assim, o seu compromisso com projetos que cuidam, aproximam e valorizam as pessoas.
6ª Edição do Cortejo de Carnaval
Realizou-se a 6ª edição do Cortejo de Carnaval da Senhora da Hora, uma tradição que já se realiza há seis anos e que se está a enraizar cada vez mais na nossa cidade. Participaram 12 associações, e a tarde contou com a colaboração do bom tempo, permitindo que o desfile se realizasse com todo o brilho. Houve fantasias para todos os gostos e feitios, e desde crianças a idosos, todos participaram, tornando este momento uma verdadeira tarde de alegria e diversão para toda a população. Estiveram presentes o Presidente Leonardo Fernandes e o seu executivo: o Secretário, Dr. Eduardo Coutinho, a Tesoureira Luísa Barbosa, os Vogais Paula Duarte, Vítor Magalhães, Francisco Guimarães, bem como membros da Assembleia de Freguesia. O Presidente Leonardo Fernandes deixa algumas palavras de agradecimento:
“Queremos agradecer a todos os que tornaram possível este Cortejo de Carnaval: às associações participantes, à população que animou as ruas, e à Polícia Municipal pelo apoio na segurança do desfile. É graças à vossa colaboração e entusiasmo que esta tradição cresce a cada ano e se torna cada vez mais um momento especial para a nossa comunidade. Muito obrigado a todos!”
Gestos de Solidariedade
A Associação de Matosinhos – do Passado ao Futuro deslocou-se à Junta de Freguesia da Senhora da Hora para proceder à entrega de bens alimentares resultantes de uma campanha de angariação promovida pela associação durante a época natalícia, junto dos seus associados.
A entrega foi recebida pela Tesoureira da Junta de Freguesia, Luísa Barbosa, que acolheu o representante da Associação, Jorge Gonzalez, num gesto que simboliza a importância do trabalho em rede e da solidariedade na nossa comunidade.
Entre os produtos doados encontram-se massas, farinha, bolachas, açúcar, atum, arroz, leite, azeite e óleo, bens essenciais que serão agora canalizados para o apoio contínuo às famílias da Freguesia da Senhora da Hora devidamente identificadas e acompanhadas pelos nossos serviços sociais.
A Junta de Freguesia agradece, de forma sentida, este contributo solidário, que permitirá reforçar a resposta social que temos vindo a desenvolver no apoio às famílias que mais necessitam.
Senhora da Hora
O mês de fevereiro de 2026 ficou marcado por uma prestação consistente do Sporting Clube de Portugal, tanto na Liga Portugal, como na campanha europeia na Champions League. No campeonato, os “leões” continuaram firmes na perseguição ao topo da tabela, reforçando o seu estatuto de candidato ao tricampeonato nacional. Depois de um empate exigente frente ao FC Porto por 1-1 no início do mês, em jogo da 21.ª jornada, a equipa respondeu com vitórias importantes: destaque para o triunfo por 1-0 sobre o FC Famalicão em Alvalade, com um golo solitário de Daniel Bragança aos 82 minutos, e para a convincente vitória por 3-0 frente ao Moreirense fora de casa, em que Trincão, Geny Catamo e Luís Suárez brilharam com golos de grande qualidade. Com estes resultados, o Sporting manteve-se na corrida pelo título, a curta distância do líder e com a ambição intacta de alcançar o tricampeonato – um feito que galvaniza a massa adepta e que simboliza a ambição máxima no plano doméstico.
Na Champions League, a equipa leonina deu passos seguros rumo às fases finais da principal prova europeia de clubes. O apuramento para os oitavas-de-final foi assegurado ainda em janeiro, após uma vitória
Depois de perder 4 pontos em dois jogos o Porto deixou o campeonato muito aberto para os candidatos.
Na 22ª jornada o Porto jogou na Madeira, campo normalmente difícil para a equipa do Dragão. Este jogo não foi exceção. O Nacional criou muitas dificuldades e o porto só consegui finalizar com êxito por uma vez. Zero um, resultado que não deixou o Porto descansar de tranquilidade, a qualquer momento o jogo podia virar.
De uma forma inesperada, após duas substituições, um dos jogadores que entra marca o canto e o Bednarek marca o golo no canto. Não é normal um jogador que entra sem ter tocado na bola ser o marcador numa bola parada, mas acontece. Os próximos jogos vão ser decisivos e os candidatos não podem tropeçar e perder pontos para não deitar tudo a perder e ficarem fora dos lugares de decisão. Nesta jornada todos tiveram dificuldades para levar de vencida os seus jogos. O Benfica até esteve melhor, a vencer por dois zero, mas, um golo estranho talvez
SEMPRE
histórica por 3-2 em Bilbau que garantiu a presença entre os 16 melhores, cumprindo um objetivo de enorme prestígio para o clube português.
Embora o foco principal em fevereiro tenha sido consolidar a posição no campeonato e preparar a eliminatória decisiva na competição europeia, os próximos meses prometem desafios ainda maiores, com a fase a eliminar da Liga dos Campeões a começar em meados de março. A capacidade do Sporting em gerir a carga de jogos e manter o rendimento é vista com otimismo pelos adeptos, que sonham com conquistas tanto em Portugal como na Europa. Uma última nota: fevereiro ficou igualmente marcado por um lamentável caso de racismo que ensombrou o espetáculo desportivo, recordando que o futebol ainda enfrenta desafios que ultrapassam as quatro linhas. Independentemente das circunstâncias ou dos protagonistas envolvidos, qualquer manifestação racista é inaceitável e contrária aos valores do Sporting Clube de Portugal, do desporto e da sociedade. O futebol deve ser um palco de paixão, respeito e união — e é fundamental cortar de vez com atitudes que mancham o jogo e os seus verdadeiros protagonistas.
Terminada a janela de transferências de janeiro, sem grandes novidades, entramos agora na fase decisiva da época em que qualquer escorregadela é a “morte do artista”. Vem isto a propósito de termos caminhado, mais uma vez, em direção ao precipício num jogo, Alverca, em que na só na segunda parte fomos capazes de mostrar ambição, pressionando o adversário com ataques sucessivos, imprimindo um ritmo de jogo que terá que ser exigido cada vez que subimos ao relvado. Gostaria de chamar a atenção para alguns aspetos decisivos, assim: o desperdício frequente em que o mais difícil parece ser não marcar e em que a relação remate-golo é muito baixa; o momento menos bom por que passa Pavlidis, estamos totalmente dependentes dos golos que marca, que mais se acentua face à incapacidade dos nossos extremos, Akturkoglu foi embora sem ter sido substituído à altura, e de quem joga nas costas do avançado de colocarem a bola na rede; as alterações de ritmo da primeira para a segunda parte parecendo que só perante situações de aperto somos capazes de aumentar a cadência de jogo; a incapacidade, mais evidente no jogo aéreo corrido, de ganhar bolas divididas no processo ofensivo facilitando assim a tarefa aos adversários. Ora o embate com o Tondela serve de exemplo perfeito porque perante um terreno pesado, em que o exigível seria evitar “rodriguinhos” impondo um futebol direto, tentamos circular a bola, de acordo
devido ao mau estado do terreno deixou o Sta. Clara a 2-1 e com possibilidade de empatar o encontro.
No Sporting com o Famalicão o resultado demorou a mexer, o Famalicão podia ter marcado em duas jogadas de contra-ataque, o Sporting conseguiu pressionar e com muita gente no ataque e marcou num canto aos 82 minutos. O resultado podia ter sido outro, mas foi justo.
Na 23.ª jornada o Sporting e o Benfica ganharam fácil por 3-0, já o Porto jogou bem, talvez o melhor jogo que desta época, correu e lutou muito, mas só conseguiu vencer por 0-1Para fechar fevereiro os três vão jogar e desses resultados depende a classificação final. O Porto joga com o Arouca, o Sporting com o Estoril, o Benfica vai a Barcelos jogar com o Gil Vicente, tudo jogos difíceis e que podem mexer na tabela classificativa. Todas equipas bem classificadas na tabela, em lugares tranquilos a realizarem bons campeonatos com condições de baterem o pé aos grandes.
Siga para MARÇO.
com a tipologia de jogadores que tínhamos em campo. A alternativa seria optar pelo jogo direto em direção à área adversária, mas o perfil dos nossos jogadores não o permite, ainda mais face a um oponente atlético e capaz de colocar, entre outros, três atletas de perto de 1.90 cm. Treze cantos e muitos cruzamentos para uma única cabeçada perigosa de Pavlidis o que confere a ideia de que podíamos estar até ao dia seguinte que não marcaríamos. Imaginem só o que seria ter agora mais dois pontos. Mudando de assunto, não poderia deixar de abordar o recente Porto-Sporting não pelo jogo jogado, de qualidade medíocre, mas pelas peripécias do mesmo. Voltamos ao velho esquema, agora com novo protagonista a “orientar as tropas”, em que vale tudo de acordo com o aforismo os fins justificam os meios. Bolas escondidas bem com os respetivos pinos nos instantes finais do jogo, balneário do visitante com aquecimento no máximo e decoração sui generis nas paredes, retirada das toalhas do guarda-redes do Sporting para o impedir de enxugar as luvas, fogo de artifício, junto ao hotel, na noite anterior ao desafio, são algumas das particularidades meticulosamente preparadas não havendo ninguém de bom-senso que acredite que são puras coincidências. Enfim é o futebol português no seu estilo muito próprio, imaginem o que aconteceria se tentassem tais absurdos na Premier League.
Corrida
Mimosa Dia do Pai 2026
A Corrida do Dia do Pai vai passar por Matosinhos, no domingo, dia 15 de março, pelas 9h00. A prova terá uma corrida de 10km e uma caminhada de 5km. A partida e a meta serão no Queimódromo, passando por zonas emblemáticas como a Avenida da Boavista, Foz, Castelo do Queijo e Rotunda da Anémona. Haverá ainda uma Kids Race, integrada na caminhada, destinada a todas as crianças com 12 anos ou menos. Esta inscrição terá acesso ao evento e ao kit oficial.
Até o dia 10 de março, o custo da inscrição na corrida é 17,50 euros, sendo que da caminhada tem o valor de 10,50 euros. Todos os inscritos têm direito a um kit, que contém uma t-shirt oficial do evento. Os kits serão entregues no Centro Comercial Alameda, junto ao Estádio do Dragão. A edição do ano anterior juntou mais de sete mil participantes.
JOÃO REGUFE
PAULO FERREIRA
PAULO MENGO SPORTING
ROLA A BOLA 1904
E Fevereiro Rolou.
Um Clube Diferente Desde 1960
Fundado em 1960 por um grupo de 12 atletas que procuravam um clube mais inclusivo e abrangente, o Clube Naval de Leça nasceu com uma identidade própria e diferenciadora. Ao longo de mais de seis décadas, afirmou-se como uma referência no panorama náutico da região norte, destacando-se na vela, no mergulho e noutras modalidades ligadas ao mar. Hoje, mantém-se como um clube familiar, sustentado pelo voluntariado e pela paixão dos seus associados. Estivemos à conversa com Nuno Carneiro, membro da direção do Clube Naval de Leça, que nos falou sobre a história, os desafios e o futuro do clube. Numa conversa marcada pela paixão pelo mar e pelo forte espírito de comunidade, partilhou connosco a visão de um projeto que nasceu da diferença e que continua, mais de seis décadas depois, a afirmar-se como uma verdadeira família náutica em Matosinhos.
Como nasceu o Clube Naval de Leça?
O clube nasce da divergência de 12 pessoas que eram atletas noutro clube. Estavam descontentes e decidiram criar um projeto com uma visão diferente. Em 1960 fundaram o Clube Naval de Leça, com a intenção de ser um clube diferenciado dos existentes, que na altura se dedicavam apenas à vela.
Desde o início, não quisemos barreiras sociais: qualquer pessoa podia ser sócia, desde que fosse admitida por outros associados. Não havia elitismo. E abrimos portas a várias modalidades.
Quais foram as primeiras modalidades?
Começámos com mergulho recreativo com escafandro e fomos pioneiros na zona norte, tendo inclusive descoberto novos locais de mergulho na região. Depois desenvolvemos a pesca desportiva embarcada, a motonáutica e a canoagem. O clube sempre teve esta ideia de ser abrangente e não fechado numa única modalidade.
A vela acabou por se tornar uma das grandes referências do clube. Porquê?
Na vela destacámo-nos pela dedicação à classe Vaurien, uma classe que surgiu nos anos 50 e que era bastante importante a nível europeu. Era acessível porque qualquer pessoa podia construir o seu próprio barco com três velas e competir. Nos anos 70 começámos a construir os nossos próprios barcos, com a ajuda do Sr. Freitas, e desenvolvemos essa classe em Portugal. Até hoje somos os grandes dinamizadores da classe Vaurien, embora tenha vindo a perder praticantes devido ao desinvestimento dos clubes.
A vela ainda é vista como um desporto de elites?
Infelizmente sim. Existe essa ideia, mas nós sempre batalhámos para desmistificar esse conceito. As crianças começam em barcos pequenos até aos 13 ou 14 anos, numa classe bastante acessível. O problema surge na transição para classes mais exigentes, onde os custos aumentam. Muitas famílias não têm capacidade financeira para suportar esses custos — compra de embarcação própria, transporte, inscrições em provas. Para levar oito atletas a uma prova fora, como em Viana do
Castelo, pode custar 150 a 200 euros por criança. É aqui que surge a questão do elitismo.
Como trabalham a formação dos jovens?
Temos atividades nas férias de Carnaval, Páscoa e, sobretudo, no verão. Chegámos a receber 300 a 400 crianças, muitas do concelho de Matosinhos e até do interior, que nunca tiveram contacto com a vela. O nosso objetivo é mostrar que a vela é acessível, familiar e aberta a todos. Sabemos que é um desporto exigente — frio, chuva, sacrifício — e competir com videojogos e outras atividades mais confortáveis não é fácil. Mas a vela dá competências únicas.
Que competências são essas?
A vela desenvolve autonomia, responsabilidade e espírito de equipa. As crianças aprendem a transportar barcos, a trabalhar em conjunto e a respeitar regras. Quando um jovem está sozinho num barco, no mar, com ondas de dois metros, ganha uma destreza e maturidade muito grandes. Além disso, há o respeito pelo adversário e a consciência de que no mar dependemos uns dos outros. Isso torna-os mais humanos.
O clube funciona apenas com voluntários?
Sim. Não temos fun cionários. Tudo é assegurado por sócios voluntários. Cumprimos as burocracias e temos conseguido manter o clube a funcionar bem. Temos cerca de 30 praticantes na classe de Vaurien e cruzeiro, além dos cursos de iniciação à vela. Temos também centro de mergulho, caça submarina, pesca desportiva e apneia — onde contamos com um recordista nacional com 6 minutos e 15 segundos. Somos um clube pequeno, mas orgulha mo-nos da diferença. Não estamos aqui para fazer dinheiro, mas para acolher pessoas. Somos uma família.
Como é a sua ligação pessoal ao clube?
Entrei em 2017 como pai. Inscrevi o meu filho na vela. Entretanto fui-me envolvendo, percebi que o clube precisava de ajuda e fiquei por gosto pessoal — era algo que sempre quis fazer e nunca pude em criança.
O meu filho acabou por desistir, mas eu continuei ligado. Fui convidado para a direção e, durante o período da Covid, quando muita gente saiu, pediram-me para ajudar a segurar o clube. Tenho dado o que posso.
A grua nova, o edifício recuperado, os barcos restaurados — são fruto de anos de trabalho. Matosinhos merece um clube naval, pela sua história ligada ao mar. Quais são os principais desafios atuais?
O maior é a incerteza quanto ao futuro, devido à expansão do Porto de Leixões e à possibilidade de instalação de contentores nesta zona. Isso seria uma grande perda para nós. O mais grave é não termos garantias.
Também enfrentamos as condições
Espero que todo o esforço e dedicação não tenham sido em vão.
Acredito que,
Nuno Carneiro
Bernardino Costa GUARDA RIOS GOLD
EDITION 2022
Caros leitores do NM, certamente todos já ouviram falar, e muitos de vós também já terá visto uma pequena ave que habita nas margens dos rios, o Guarda Rios. Pois bem, a Raqvasqueira decidiu atribuir o nome e homenagear de certa forma essa belíssima ave produzindo um vinho de grande qualidade: o Guarda Rios Gold Edition 2022. Um vinho cheio de carácter, elegância e frescura. Mesmo a dizer-nos que o seu habitat natural é à mesa. Produzido a partir das casta Syrah, Aragonez, Alicante Bouschet, plantadas na região do Alentejo. Após fermentação a temperaturas controladas, em cubas de inox, o vinho foi transferido para barricas usadas de carvalho francês durante 12 meses, onde permaneceu em contacto com borras finas e foi sujeito a agitação regular antes de ser engarrafado. Como produto final, temos um néctar uma excelente prova: notas aromáticas a frutos silvestres bem maduros e a frutos vermelhos de caroço, juntamente com algumas notas balsâmicas. No palato, confirma as notas aromáticas e a realçar a sua elegancia, apresenta uma boa mineralidade e uma acidez muito suave. O que o torna um vinho fresco e apetecível até como aperitivo.
Até breve com outro vinho. Bernardino Costa bernascosta@hotmail.com
GUARDA RIOS GOLD EDITION 2022
REGIÃO: Alentejo
CASTAS: Syrah, Aragonez, Alicante Bouschet
TEOR ALCOÓLICO: 13,5%
P.V.P: 19,00€ aprox
PRODUTOR: Ravasqueira ( https:// ravasqueira.com)
FABIAÇO - Industria Metalúrgica
Empresa especializada em Projecto, Fabrico e Montagem de Estruturas Metálicas, assim como em Construção Soldada, Manutenção Industrial e Instalações Mecânicas.
ÁREAS DE ATUAÇÃO
Projetos
Estruturas Metálicas
Instalações Mecânicas
Construção Soldada
- Cisternas
- Silos
- Reservatórios
- Contentores
- Chassis
Co-Geração
ETAR
Rua Óscar Silva 107, Leça da Palmeira, 4450-757, Matosinhos, Portugal
Tel: (+351) 22 961 3130
Email: info@fabiaco.pt
CARTÓRIO NOTARIAL DE MATOSINHOS ANDREIA MARQUES - NOTÁRIA (em
------------- CERTIFICO, para efeitos de publicação, que, em 10 de fevereiro de 2026, no Livro de notas para “Escrituras Diversas” número 2-A, de folhas 117 a folhas 119 deste Cartório, foi lavrada uma escritura de Justificação Notarial, tendo nela intervindo como justificante: ---------------------------------------------
------------------------ ANÍSIO NÉLSON MAIA E SILVA, NIF 127 345 647, divorciado, natural da freguesia da Senhora da Hora, do concelho de Matosinhos, residente na Rua da Cal, nº 978, Custóias, Matosinhos e que declarou:------------------ Que, é dono e legítimo possuidor, com exclusão de outrem do seguinte bem imóvel, a saber: ---------------------------------------------------------------------------------- Prédio Urbano, composto por casa de rés do chão e primeiro andar, com área de setenta e nove metros quadrados e logradouro com área de setecentos e quinze metros quadrados, situado na Rua António José de Almeida, 1296, da freguesia de Custóias, do concelho de Matosinhos, a confrontar de norte com Joaquim Dias da Silva Santos, de nascente com António Francisco de Oliveira, de sul com Anísio Nelson Maia e Silva, aqui justificante, e de poente com Rua António José Almeida, inscrito na atual matriz urbana sob o artigo 185 da freguesia de Custóias, que teve origem nos anteriores artigos urbanos 933 da União das freguesia de Custóias, Leça do Balio e Guifões (extinta) e 433 da freguesia de Custóias (extinta).----------------------------------------------------------------- Que o referido prédio NÃO se encontra DESCRITO na Conservatória do Registo Predial de Matosinhos.------------------------------------------------------------
------ Que não é detentor de qualquer título formal que legitime o domínio do mencionado prédio, em virtude de o mesmo ter sido adquirido por ele justificante, por doação verbal que lhe foi feita, em dia e mês que não pode precisar do ano de mil novecentos e noventa e nove, por Domingos Francisco Maia e Silva e Marília da Silva Ramalho, pais do aqui justificante, residentes que foram na Rua do Sobreiro, nº 546, da freguesia da Senhora da Hora, deste concelho de Matosinhos, já falecidos, nunca tendo sido possível realizar a competente escritura, em virtude da falta de título dos doadores e seu posterior falecimento. ------ Que, não obstante isso, entrou na posse e fruição do referido imóvel, desde a dita aquisição, usando-o, habitando-o, procedendo a obras de conservação, procedendo à limpeza, usufruindo de todas as utilidades por ele proporcionadas, pagando sempre as respetivas contribuições ou impostos, com o ânimo de quem exerce direito próprio, sendo reconhecido como seu dono por toda a gente, fazendo-o de boa fé, por ignorar lesar direito alheio, pacificamente porque sem violência, contínua e publicamente, à vista e com conhecimento de todos e sem oposição de ninguém e tudo isto por lapso de tempo superior a vinte anos. --------
------ Que, dadas as características de tal posse, adquiriu o citado imóvel por USUCAPIÃO, título esse que, por sua natureza, não é suscetível de ser comprovado pelos meios extrajudiciais normais.---------------------------------------
------ Que, para suprir tal título, recorre à presente justificação para fins de primeira inscrição no registo predial. ----------------------------------------------------
------ Está conforme ao original. --------------------------------------------------------
------ Matosinhos, 10 de Fevereiro de 2026.---------------------------------------------
A Notária,
(Andreia Cristiana Teixeira Marques)
Roberto Carlos visitou Pé no Mar
Roberto Carlos, lenda do futebol mundial, visitou o Pé no Mar, em Perafita. O defesa brasileiro aproveitou a sua visita a Portugal para conhecer as belas praias do concelho de Matosinhos e passar bons
momentos no Pé no Mar. Dono de um pontapé marcante, o jogador somou 21 títulos, entre eles três Ligas dos Campeões e duas Copa América.
Bom atendimento na New Laser Car Audio
A New Laser Car Audio destaca-se pelo seu excelente atendimento ao cliente, oferecendo uma experiência diferenciada desde o primeiro contato. Além da qualidade dos produtos, o atendimento é marcado pela clareza nas informações, agilidade no serviço e
compromisso com a satisfação. Cada cliente é tratado com respeito e profissionalismo, criando confiança e garantindo uma experiência positiva do início ao fim. Na New Laser Car Audio, bom atendimento não é apenas um diferencial — é parte essencial do serviço.
Onde Ler o Jornal
Bar do Titan - Av General Norton de Matos, Matosinhos, 4450-208
Bar Kartódromo Cabo do MundoRua de Almeiriga Norte, 2242, Perafita, 4455-419
Bar Xiringuito na Areia - Avenida Coronel Helder Ribeiro 877, Praia do Aterro Sul, Leça da Palmeira, 4450686
Café Pinhais d’Agudela - Alameda Manuel Francisco Correia, 97 a 105, Lavra 4455-237
Confeitaria Duquesa - Rua Alfredo Cunha , 15, Matosinhos, 4450-009
Confeitaria Leça - Rua General Humberto Delgado, 53, Leça da Palmeira 4450-337
La Bodeguita - Rua Hintze Ribeiro, 554A, Leça da Palmeira, 4450-652
Armazém do Caffé - R. de Tomaz Ribeiro, 469, Matosinhos, 4450-295
D’Alma Artesanal Matosinhos - R. Sousa Aroso, 655, Matosinhos, 4450121
Café Lua - R. Dr. Afonso Cordeiro 9, Matosinhos, 4450-035
Café Nau - Av. da República, 467, Matosinhos, 4450-242
Splash Bebidas Urbanas Portugal - R. Sousa Aroso, 281, Matosinhos, 4450-289
Torta de Noz - Av. Serpa Pinto, 663, Matosinhos 4450-282
Sizzle Shack - R. Conde Alto Mearim, 936, Matosinhos, 4450-028
Leitaria Quinta do Paço - R. Sousa Aroso, Matosinhos, 4450-289
Mancha’s Cervejaria - Av. da República, 804, Matosinhos, 4450-239
FonteLuz Caffee - Av. Menéres, 1140 Matosinhos, 4450-017
Casa Benfica Matosinhos - R. Álvaro Castelões, 425, Matosinhos, 4450-042
Os pilotos Paulo Mendes e Luis Mendes sagraram-se campeões nacionais na categoria de clássicos, conquistando o título sob a orientação do experiente
mecânico perafitense José Maia, cujo conhecimento técnico e dedicação foram determinantes para o sucesso da equipa.
A importância de bons profissionais em todas as áreas é algo que se reflete diretamente na qualidade do serviço que recebemos no dia a dia. Seja na saúde, na educação, na indústria ou no comércio, é o profissionalismo, a dedicação e o conhecimento técnico que fazem a diferença. Um bom exemplo disso é o talhante do
Continente de Matosinhos, cujo cuidado no atendimento, domínio do produto e atenção ao cliente demonstram como a competência e o brio profissional elevam a experiência de compra. Profissionais assim não apenas executam uma função — acrescentam valor, criam confiança e contribuem para um serviço de excelência.
Núcleo Sporting de Matosinhos - R. de Brito Capelo, 97, Matosinhos 4450295
Liga dos Amigos do Hospital de Matosinhos - R. de Dr. Eduardo Torres, Senhora da Hora, 4464-513
Alpha Café Snack-Bar - R. Godinho 886, Matosinhos, 4450-009
- Advogados
- Barbeiros
- Cabeleireiros
- Centros de impressão
- Clínicas dentárias
- Clínicas médicas
- Clínicas veterinárias
- Colégios e infantários
- Empresas de condomínios
- Empresas de contabilidade
- Empresas de limpeza e jardinagem
- Empresas de metalurgia
- Escolas de condução
- Filiais de clubes
- Funerárias
- Hotéis
- Notários e cartórios
- Oficinas automóveis
- Restaurantes
- Transportadoras
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