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Rua Alfredo Cunha, 546 Telf.: 229 381 131 / 229 381 940 Fax: 229 384 766 4450 Matosinhos
LAVAGENS DE INTERIORES E EXTERIORES Av. Afonso Henriques, 1580 Prolongamento da Av. da República s/n
Ano 8 | nº 92 abril 2017 Diretor: Francisco Samuel Brandão | Distribuição gratuita | Mensal
Balcão de Reabilitação Urbana
ISSN 1649-3639
CDU apresenta candidato à CM Matosinhos Atual vereador José Pedro Rodrigues é a aposta da coligação para a autarquia. p.14
Espaço para melhorar as condições do edificado em Matosinhos e Leça da Palmeira”. p.7
Terminal dos Cruzeiros abre as portas ao público Aos domingos é possível visitar o “Edifício do Ano 2017”. p.7
Clube dos Pensadores
Entrevista
Mais de uma década a debater ideias com vista para o futuro. p.6
Inaugurada primeira horta solidária no concelho
“José Alves mais conhecido como “Zé do Papagaio” conta ao NM a sua história de vida p.2
Desporto em movimento Projeto visa apoiar as famílias mais carenciadas. p.5
Várias modalidades fazem parte do programa da iniciativa Matosinhos – Mar de Desporto. p.8
facebook.com/noticias.matosinhos Tlf. 229 999 310
BOM PREÇO
NOTÍCIAS MATOSINHOS | ENTREVISTA
EDITORIAL
Francisco Samuel Brandão
José Alves - Restautante / Adega Zé Papagaio
“Zé e o Papagaio”, uma história de vida em comum Natural de Cabeceiras de Basto, da freguesia de Vila Nune, José Alves imigrou para Matosinhos com apenas 14 anos. Com uma história igual à de muitos portugueses na época, o “Zé Papagaio”, como é conhecido, faz um relato do seu percurso de vida e como as dificuldades foram sendo contornadas através da luta e espirito de sacrifício.
Desde sempre fomos considerados um pequeno país plantado na parte mais ocidental da Europa, que no passado recente foi governado por uma direita extremamente controladora, a que chamaram ditadura e nos atirou para a mais profunda ignorância do que verdadeiramente éramos e valíamos enquanto povo. Com o evoluir dos tempos fomos crescendo, mudámos de regime político implantando a democracia e até nos tornamos parceiros dos ricos da Europa. Claro, com custos. É evidente que participação em sociedades de gente “fina” dá-nos estatuto superior que nos permite usufruir de vantagens que nos estiveram sempre arredadas e permitinos pensar que um dia estaremos, sem favores, tão bem quanto os nossos sócios. Não é verdade. Temos passado por todas as dificuldades para nos aguentarmos nestas andanças, pagando a factura de forma exorbitante, com o povo espremido a sentir na pele o quanto custa ser gente dum continente maior, mas sem orientação e não capaz de planificar-se e verdadeiramente proporcionar aos seus povos um equilíbrio em todas as vertentes comunitárias. Mesmo sendo assim, lá vamos fazendo o nosso melhor a pensarmos que até estamos a progredir e aproximarmonos dos nossos sócios, mesmo com os seus não favores – quem dá um chouriço por ter recebido um porco não tem essa gentileza – mas há sempre almas desabridas com interpretações diferentes da verdadeira realidade. O ainda presidente do Eurogrupo, o menino Jeroen Dijsselblon, numa atitude descabelada resolveu insultarnos - não sei se é um insulto… - chamando-nos de bêbados e mulherengos com o argumento de que pedimos dinheiro á Europa para gastarmos onde não devíamos. Pouco se tem a comentar sobre este bailarino oriundo dum país que expõe a prostituição em montras e bebe cerveja até cair para o lado. A sua postura relativamente a questões tão sérias como solidariedade é própria de um menino mal-educado, que foi mal criado e não conhece os limites do razoável. É pena. Politicamente ditou o seu fim na Europa e na Holanda. Contrariando esta abjecção, temos um Portugal grande, com muitos heróis, segundo o nosso Presidente Marcelo, mas aquela de terem posto o nome de CR ao aeroporto do Funchal parece-me parolice. Não discuto o valor profissional de Cristiano Ronaldo, que para os entendidos será o melhor jogador do mundo, mas pôr o seu nome naquele equipamento da Madeira é excessivo e cheirame a oportunismo político. Será que não haveria outros nomes mais justificáveis para aquela região? Alberto João Jardim deve andar a tomar “Sais de fruto”. Mais equilibrados são os moçambicanos - embora tivessem fortes argumentos para isso – que não puseram o nome Eusébio ao aeroporto do Maputo.
Ficha Técnica Diretor Francisco Samuel Brandão; Diretor Adjunto Mário A. Costa; Corpo Redatorial Emídio Brandão, Paulo Nogueira, Ivo Vaqueiro; Colaboradores André Sales (Desporto), Bernardino Costa (Enólogo), Carlos Marinho (Matemático), José Carlos Oliveira (Excolaborador da Rádio Clube de Matosinhos), José Henrique Correia (Professor), Luísa Salgueiro (Deputada Partido Socialista), Paulo Ferreira (Técnico Oficial de Contas), Prof. Paulo Mengo de Abreu, Rui Viana Jorge (Engenheiro); Fotografia Correia dos Santos; Redação Jump Press; Design Joana Alves Santos; Distribuição Norberto Pereira; Impressão Tipoprado - Artes Gráficas, Lda., Lugar do Barreiro, Rua 1, Apartado 6, 4730908 Vila do Prado Propriedade Emibra, Lda., Rua do Passadouro, nº 84 4455-180 Lavra; E-mail geral@noticiasmatosinhos.com; Sede da Redacção Rua do Passadouro, nº 84 4455-180 Lavra; Direção Postal Apartado 2153, 4451-901 Matosinhos; Tlf. (+351) 229 999 310; Fax (+351) 229 999 319; Registo ERC 125730; Periodicidade Mensal; Tiragem 5.000 Exemplares (gratuito); Nota O Estatuto Editorial encontra-se publicado na página de Internet https://www.facebook.com/noticias.matosinhos; ISSN 1649-3639
este espaço na altura comprado por eles e transformado numa adega ou tasco. Casei em 1966 e em 1971 esta casa passou para meu nome. N.M. – Mesmo com o estabelecimento como sua propriedade, acabou por emigrar para França. Como correu essa viagem? J.A. – Eu era aventureiro. Tirei um passaporte de turismo, que era dado a pessoas que estivessem neste ramo e decidi ir até França. Conheci alguns portugueses e, como tinha a carta de condução, um empreiteiro de Braga perguntou se queria fazer uns biscates e assim acabei por tirar o BI de cidadão francês. N.M. – Foi em França que começou a cozinhar? J.A. – A história é a seguinte, na época conheci um engenheiro que tinha trabalhado na Ponte da Arrábida. Em conversa e como estávamos perto do Natal, ele disse que gostava das festas e da nossa gastronomia. Como era uma pessoa de posses, tinha umas criadas, mas elas não sabiam cozinhar os nossos pratos. Eu como sabia cozinhar algumas coisitas, ofereci a minha ajuda e acabei por ensinar as empregadas a elaborar algumas das nossas comidas tradicionais.
José Alves com o seu companheiro o papagaio Jacó
N.M. – Saiu da sua terra natal muito cedo. Contenos como foi essa sua aventura? J.A. – A minha avó deu-me um saco de laranjas e meteu-me no comboio com apenas 14 anos. Na altura éramos entregues ao recoveiro que tratava das bagagens ou mercadorias que vinham na automotora. Ao fazer o transbordo na Estação da Livração o saco de laranjas rebentou e como solução tive que colocar um jornal por baixo do braço para que as pessoas que me iam buscar à Estação de São Bento pudessem saber quem eu era. As senhoras que me acompanhavam deixaram-me entregue a um casal da terra que me levou ao meu primeiro patrão, na Rua Roberto Ivens onde fiquei a servir. N.M. – Começa aí a sua ligação ao restaurante? J.A. – Este local era um armazém de peixe. Na altura os meus patrões prometeram, porque era um bom empregado e sério, que passavam para o meu nome
N.M. – E depois chegaram as saudades? J.A. – Sim, acabei por regressar. No pouco tempo que estive em França, cerca de 3 meses, trouxe comigo 12 contos e quinhentos. Tive de arranjar um emprego. Quando cheguei tinha um primo que trabalhava numa fábrica de sarapilheira e tecelagem e eu acabei por ficar na área da tecelagem. Pouco tempo depois de estar na fábrica fui convidado a ir para a cantina porque tinha isso escrito na minha ficha. Após o 25 de abril, fui convidado para ser encarregado geral do refeitório ficando com cerca de 40 pessoas sob a minha responsabilidade. N.M. – Acabou por se despedir e abraçar definitivamente o negócio que lhe tinha sido entregue? J.A. – Exatamente. Estávamos no início dos anos 80, no entanto a minha mulher e filhos e a minha irmã, continuaram sempre com o negócio. Como havia algum poder de compra e a vida corria melhor, tomei essa decisão, a de abraçar de forma definitiva o restaurante.
04.2017
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N.M. – O nome original da casa poucas pessoas conhecem? J.A – É verdade. Esta casa está registada com o nome de “Adega Stadium”, no entanto como era e sou adepto do Leixões, as pessoas diziam vamos ao “Zé do Leixões”. Mais tarde e por causa da política foi “Zé Socialista”. Por fim e devido ao nosso animal de estimação, o Jacó (nome do papagaio), ficou “Zé Papagaio”. N.M. – O papagaio é a mascote deste casa e muito solicitado pelos seus clientes? J.A. – O Jacó está connosco há 43 anos. Na altura em
“
Com um saco de laranjas às costas, saí da minha terra à procura de uma vida melhor
que o comprei custou-me 4000 mil escudos. No inicio não falava, mas um dia a minha mulher ouviu-o dizer umas palavras e desde então tem algumas expressões engraçadas “olá” “patrão” “não te esqueças de pagar” e uns pequenos palavrões. N.M. – Todos os assuntos da atualidade são aqui discutidos? J.A. – Os meus clientes sabem que podem falar de qualquer assunto, mas sempre com respeito pelas diferenças, sejam elas clubísticas ou politicas. Recebo pessoas de todo o lado, sejam de Matosinhos ou de outras localidades. Esta casa tem sempre a porta aberta.
Jacó, o papagaio
N.M. – Quais os principais petiscos que podemos encontrar na adega? J.A. – Fazemos vários pratos, principalmente para
petiscar. Aqueles que os nossos clientes mais procuram são a lulas, mas também temos pataniscas, bolinhos de bacalhau, moelas ou polvo frito. Tudo feito por mim. N.M. – Para terminar e olhando para trás e para o seu percurso de vida, que lembranças deixou na sua terra natal? J.A. – A vida na altura era muito difícil. Fui criado pelos meus avós. Havia pessoas na terra com posses que me ajudaram. Por exemplo, um antigo diretor do Tribunal de Paços de Ferreira fazia questão de me ir buscar nas minhas deslocações para a escola e fazia-me as refeições e por vezes ficava a dormir em sua casa. O “Zé Papagaio” está aberto de 2ª a sábado das 07h00 às 20h00.
NOTÍCIAS MATOSINHOS | sociedade
vox pop
uma mulher na cidade Perfil
Celestina Martins
Crónica José Carlos Oliveira Ex-Colaborador da Rádio Clube de Matosinhos
Legislar para quê?
Diretora do Centro de Emprego de Matosinhos
Qual o significado para si da próxima época festiva que se avizinha que é a Páscoa?
Idade: 57 anos Naturalidade: Porto Viagem: A que ainda não fiz... Livro: O que estou a ler no momento: Homens imprudentemente poéticos do V.H. Mãe Filme: Voando sobre um ninho de cucos de Milos Forman 1975 Prato: Difícil escolha. Gosto de comer.
Começou o seu trajeto profissional como empregada de escritório e foi estudante-trabalhadora. Professora, percorreu o caminho também pela formação. Não ficou apenas pelo ensino, seguiu o trajeto na vida política onde foi autarca no executivo de freguesia de Perafita e Presidente da assembleia da União de Freguesias de Perafita, Lavra e Santa Cruz do Bispo. Ao mesmo tempo era presidente da EB 2,3 de Perafita. Na ação social, fundou a Associação de Apoio Social de Perafita e foi membro dos corpos sociais. Coordenou projetos internacionais de educação de adultos e foi mediadora de conflitos. Atualmente é a Diretora do Centro de Emprego de Matosinhos, um cargo que assume com “dedicação.” A frase ou palavra na vida que a acompanha é de “relativizar.” Celestina Silva define-se ainda como sendo uma pessoa “entusiasta, crítica, motivadora, resiliente e resistente.”
Diz-se que leis é coisa que não falta em Portugal, mas que muitas delas não são para levar a sério. Ao escrever esta crónica estou a pensar, sobretudo, na lei que proíbe que se exija a fotocópia do Cartão de Cidadão a quem vai a algumas instituições, tais como bancos, escolas, empresas fornecedoras de canais cabo ou fornecedoras de gás ou eletricidade. O assunto voltou a ser falado, apesar da lei (que faz tal proibição), datar de 2007. Trata-se da Lei do Cartão de Cidadão nº. 7/2007 de 5
Cláudia Carvalho 25 Anos, Operadora de Máquinas Industriais “Significa estar com a família e os padrinhos darem lembranças aos afilhados.”
Alíria Moreira 70 Anos Reformada “Reunião com os filhos, estar com a família em casa e receber o compasso.”
de fevereiro e nela consta, no seu artigo 5º, nº. 2, a proibição de se efetuarem fotocópias do cartão de cidadão, a não ser em casos extraordinários e mediante autorização do titular do cartão. Muitas das situações em que se fotocopiam ou se juntam cópias do cartão de cidadão são absolutamente desnecessárias, bastando que a visualização do documento, para conferência de dados, fosse efetuada. Apesar disto a velha prática, do tempo do
Dolores Lima 45 Anos Comerciante
Manuel Sousa 57 Anos Motorista de Táxi
velhinho Bilhete de Identidade, continua a ser apreciada por alguns. Perante esta realidade, que não deve ser desconhecida das entidades oficiais, faz-
“A ressurreição de nos dias de hoje comercial, ou seja, menos os valores
Jesus Cristo, no entanto vive-se uma época mais de consumo e cada vez são levados em conta.”
“A ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo, conviver a família e quando se pode ir à aldeia e estar com as pessoas mais velhas.”
se o quê? Não me admirava nada que se criasse mais uma lei para colmatar esta e que depois seja necessário criar mais uma para colmatar as duas anteriores. Esta realidade suscita a seguinte pergunta: legisla-se para quê, se depois não se obriga a que as leis sejam obedecidas? É claro que é fácil colocar o ónus sobre as pessoas a quem a fotocópia do documento é exigida pelas várias entidades. É fácil
Margarida Gomes 75 anos Testemunha de Jeová “A Páscoa significa muito para nós, porque Jesus quando veio à Terra veio para nos salvar, para dar a vida por todos nós, por aqueles que se querem arrepender.”
Maria Meneses
dizer que deveriam ser elas a “bater o pé”,
66 Anos, Aposentada
recusando-se a entregar um documento
“É a mudança de vida, um tempo novo. Para nós católicos a Páscoa devia ser um ato de mudança, de revermos o que não está bem nos nossos comportamentos e tentar mudar, sermos tolerantes.”
quando a lei o proíbe. Mas quando pensamos, por exemplo, em quem quer fazer uma qualquer matrícula numa escola e se arrisca (caso não entregue o documento pedido) a arrastar o processo, podemos compreender porque é que a grande maioria
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das pessoas opta por dizer que sim. Não deverá o ónus, em relação ao cumprimento das leis, ser colocado sobre quem legislou? Não serão as autoridades competentes que devem clarificar, de uma vez por todas, o assunto? É que, se nada for feito, corre-se o risco de passarmos a olhar para algumas leis
MATOSINHOS
937 731 177
vendo nelas algo que não merece respeito, Presidente CM Santo Tirso, Joaquim Couto; Vereador CM Porto, Manuel Pizarro; Dr. Paulo Gaspar, matosinhense de gema, socialista, entrou como militante pelas mãos de camaradas do PS; Ministro Adjunto, Eduardo Cabrita; Vereador CM Santo Tirso, Alberto Costa
existindo apenas para atrapalhar a nossa vida.
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Primeira Horta Solidária do concelho para Matosinhos apoiar os mais carenciados e Leça mais perto de todos A Junta de Freguesia de Matosinhos e Leça da Palmeira lançou no final do ano passado uma aplicação com o objetivo de disponibilizar aos seus concidadãos a possibilidade de obter informações da união de freguesias em tempo útil. Para Pedro Sousa, Presidente da Junta, o balanço é bastante positivo, pois veio cumprir o seu principal propósito, que foi criar uma maior proximidade junto da população dada a “dimensão da freguesia com a sua união”. Assim com esta ferramenta “os cidadãos podem facilmente fazer o “report” de situações que identifiquem e que devam ser resolvidas, como por exemplo identificar um idoso que viva sozinho”. Proteção Civil, Comércio e Serviços, Zelador Online ou Farmácias de Serviço são algumas da opções que podem ser encontradas na APP. A aplicação tem ainda a particularidade de ser um veículo de divulgação das empresas que podem ter um link a direcionar para o seu site e poder promover os seus serviços. A APP está disponível para os sistemas operativos Android e IOS.
Salsa, alho francês ou couve-flor são alguns dos produtos que podemos encontrar na primeira “Horta Solidária”, um projeto de cariz social que tem como objetivo, segundo o Presidente da Junta de Freguesia de Matosinhos e Leça da Palmeira, Pedro Sousa, “apoiar cidadãos desempregados, reformados e agregados familiares com baixos rendimentos”. Localizada na zona envolvente ao Edifício – Sede
da Junta Freguesia de Matosinhos, a horta divide-se em 13 talhões, dois dos quais destinados ao “Espaço Jovem” e aos utentes do projeto “Vivências Seniores”. Aquando da inauguração, Pedro Sousa salientou a importância da horta numa perspetiva “psicológica e de ocupação do tempo” por parte dos seus beneficiários. Presente esteve o Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Eduardo Pinheiro,
que aproveitou a oportunidade para destacar a relevância desta iniciativa na sua componente de “socialização e de competição saudável” entre aqueles que vão fazer da horta o seu espaço. A “Horta Solidária” resulta de uma parceria entre a Junta de Freguesia e a Lipor que permitiu formar os utilizadores no que concerne às boas práticas de cultivo de forma a rentabilizar os produtos plantados.
NOTÍCIAS MATOSINHOS | política Crónica Paulo Mengo de Abreu
O “menino” Pedro Tomou posse no passado dia 14 de março a nova Comissão de Inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos, presidida pelo antigo ministro da Defesa do anterior governo, José Pedro Aguiar- Branco. Até aqui tudo normal, não fosse o teor das declarações proferidas no programa “10 Minutos”, da SIC notícias, as quais são verdadeiramente elucidativas, merecendo, em minha opinião, algumas anotações. Referiu o entrevistado, quando questionado sobre a legitimidade da “Geringonça”, o seguinte: “A Geringonça tem legitimidade democrática a partir do momento em que tem no Parlamento uma maioria. Agora, legitimidade do ponto de vista daquilo que é a aceitação por parte da população, do povo, daquilo que resultou no momento das escolhas no ato eleitoral, da boa ética republicana, exigiria por parte do próprio António Costa, que na altura submetesse ele próprio aquela opção política às eleições.”. Insistiu o entrevistador, “Porque é que acha que é um primeiro-ministro de substituição?”, responde Aguiar-Branco, “Por essa mesma razão, ou seja, a legitimidade que tal como foi apresentada no ato eleitoral de 2015, é uma situação que não uma
convergência com aquilo que foi a dimensão
recorde-nos por favor o que aconteceu
parlamentar, e, nessa medida a boa ética
ao XX governo Constitucional, pois é, viu
republicana aconselharia a que ele próprio
o seu programa rejeitado pela maioria dos
fizesse, digamos, se disponibilizasse para
deputados, não tendo passado de um mero
essa legitimidade eleitoral, coisa que não
governo de gestão. Ora, como V. Exª. afirma
aconteceu.”, dixit.
que o primeiro–ministro atual devia sujeitar
Desculpando o tipo de linguagem, que
a solução adotada a nova consulta popular,
uma boa parte da população já abomina,
está claramente a afirmar que a legitimidade
porque incapaz de conviver com o sim, o
democrática do parlamento conflitua, neste
não e o talvez, ou seja, cheia de “nins”, e,
caso, com a legitimidade popular. Mas afinal
portanto, de difícil descodificação, valerá a
quem elegeu os deputados? Ou será que
pena efetuar algumas considerações. Em
só são legítimos os eleitos pela PAF? E já
primeiro lugar, a falta de cuidado de alguém
agora, se o PS viabilizasse o governo da
que, tendo acabado de tomar posse como
PAF, talvez por qualquer vontade divina,
Presidente de uma Comissão Parlamentar,
defenderia V. Exª. a necessidade de nova
deveria seguir a velha máxima “à mulher de
consulta popular para legitimar essa
César não basta ser, tem que parecer”, o que
solução governativa? Em que ficamos em
manifestamente não aconteceu. Chama-se
matéria de coerência? Finalmente, então V.
a isto bom senso, o que pelos vistos não
Exª. vai presidir a uma comissão que visa
abunda por aquelas bandas. Em segundo
apurar, entre outros assuntos, a troca de
lugar, passados cerca de 17 meses sobre
correspondência entre António Domingues e
o ato eleitoral, pode-se comprovar que o
um ministro das finanças em substituição, ou
ressabiamento ainda não desapareceu,
não foi ele escolhido por um primeiro-ministro
tentando-se confundir os portugueses, e,
de substituição? Em que ficamos? Afinal são
mais grave, considerando-se o primeiro-
ou não os membros do atual governo, de
ministro de “substituição”. Sabe V. Exª., por
substituição, e sem legitimidade popular?
certo, ou talvez já tenha esquecido (fruto
Estará V. Exª. a fazer o “frete”? Veja lá, que
dos 4 anos da PAF), que a principal função
por certo não faltará quem o substitua.
da Assembleia da República é a fiscalização
E, se me permite um conselho final, sempre
da atividade do governo, a saber: alínea d)
lhe lembrarei que a acidez não é boa
do artigo 163 da Constituição Portuguesa,
conselheira da saúde e particularmente do
“Apreciar o programa do governo”; alínea e) do
estômago, umas tomas de Bicarbonato de
mesmo artigo, “Votar moções de confiança
Sódio são capazes de resolver o problema.
e censura ao governo”. Ora se assim é,
Afinal quem é amigo?
Joaquim Jorge
Mais de uma década a debater ideias
Clube dos Pensadores - 11º aniversário com Semedo
O Clube dos Pensadores comemorou a 27 de março o 11º aniversário, mais de uma década a “reivindicar o valor da conversação e do debate de ideias realizando 114 debates essencialmente sobre política, mas não deixando sempre que pode abordar outros temas da sociedade”. Nomes como Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa, Assunção Cristas, Catarina Martins, Pedro Passos Coelho e Jerónimo de Sousa, já marcaram presença no CdP. Perante cerca de 300 pessoas (no hotel
Clube dos Pensadores - 11º aniversário
e online), o Presidente da República deixou uma mensagem ao referir que o “Clube traduz o que é pulsar a sociedade civil para a participação cívica ao longo destes 11 anos pensando sobretudo em Portugal.” Para assinalar a data estiveram presentes nomes como o de Nuno Magalhães, presidente do Grupo Parlamentar do CDS, António Tavares do PSD e Provedor da SCMP, Paulo Morais excandidato a Presidente da República, Manuel dos Santos eurodeputado
do PS, João Semedo ex-líder do BE e António Filipe vice-presidente do Grupo Parlamentar do PCP. Marcou também presença o antigo jogador do F.C. Porto Semedo, num convívio em que a animação esteve a cargo do Quarteto de Metais de Gaia. “O CdP permite a participação dos cidadãos, com entrada livre, sendo um espaço de discussão pública e democrática, onde todos podem exprimir as suas ideias”, revela Joaquim Jorge, fundador do CdP.
Crónica José Henrique Correia Professor
A estratégia americana
O Daech rege-se por critérios racionais ou pelo mero voluntarismo? Será que o Daech vai lutar até ao último cartucho em Mossul, no Iraque? Ou vai agir racionalmente e desmobilizar antes de perder a batalha? Creio que o comando militar do Daech segue uma estratégia lógica, ao contrário dos seus guerreiros no terreno, motivados por ideologias jiadistas de caráter apocalíptico. O que vemos agora é um Daech sem Estado, numa área cada vez mais reduzida. (Há pouco tempo, o Departamento de Estado americano, dizia que o Daech perdera 56% do seu território no Iraque e 27% na Síria em combates com forças da coligação liderada pelos USA).É provável que se perder Mossul, mude a estratégia e entre na clandestinidade, relance as operações de propaganda no ciberespaço e transfira as suas bases e campos de treino para a Turquia, por exemplo! É provável... Os Estados Unidos sabiam que, com a intervenção da Rússia( em apoio do regime de Damasco ), não seria difícil ao exército sírio ganhar a batalha de Alepo.( As tropas governamentais, com a ajuda de Moscovo e de Teerão, controlam a cidade desde dezembro de 2016,depois de conquistarem o sector oriental a forças rebeldes, sujeitas a um cerco desde julho e a intensos bombardeamentos desde setembro ). Se os Estados Unidos permitirem que o Daech se reagrupe na Síria, depois de abandonar Mossul será uma jogada (arriscada) para travar os avanços militares da Rússia na região. A Síria e o Iraque estão prestes a tornar-se na linha da frente numa nova luta à escala planetária entre Washington e Moscovo. Será que os USA pretendem criar um novo Afeganistão na Síria para debilitar a Rússia militar e economicamente? Não podemos excluir isso.( A guerra soviética no Afeganistão, apontada como uma das razões do colapso da URSS em 1991,começou com uma invasão em dezembro de 1979. Até à retirada do último soldado, em fevereiro de 1989,morreram 850 mil e dois milhões de pessoas). Estaremos de novo perante este tipo de cenário?
04.2017 Crónica Luísa Salgueiro Deputada Partido Socialista Membro da Comissão Parlamentar de Saúde
Sim, vale a pena! A vida está cheia de lugares-comuns… e a Política não lhes escapa. Por exemplo, dizer que as pessoas se alheiam da política é um lugar-comum, uma frase feita, vazia, oca, porque se há frase que se repete quando se fala de abstenção é “as pessoas alhearam-se da política”. Outro exemplo de lugar-comum? “Todas as moedas têm duas faces”. E se há quem valorize o alheamento político e a abstenção em eleições, eu prefiro valorizar a outra face: as pessoas que votam, que participam, que querem ser parte da decisão. Prefiro falar, por exemplo, daquelas centenas de pessoas que optaram pela intervenção cívica ao participarem nas sessões de reflexão e debate sobre Matosinhos que eu tenho promovido através do concelho. Prefiro isso do que recorrer a lugares-comuns que nada acrescentam mas que servem bem quem gosta de fazer demagogia política. Mas, definitivamente, prefiro valorizar quem faz em vez de valorizar quem não faz, embora todos me mereçam igual respeito, até porque não votar também pode ter uma motivação política. Do sucesso de participação que tem sido o “Ouvir Matosinhos”, tiro, desde logo, uma ilação: as pessoas envolvem-se, escolhem a participação em vez do alheamento quando sentem que vale a pena. Quando sentem que o que estão a fazer é útil e vai melhorar a vida da comunidade. Sim, vale a pena! Vale a pena lutar por aquilo em que acreditamos em vez de deixar que os outros decidam por nós, o que, regra geral, dá maus resultados. A política está em todos nós e não apenas nos outros. Somos nós, todos e todas nós os mestres dos nossos destinos. Sim, vale a pena! Independentemente das opções político-partidárias e ideológicas de cada um, o exercício de cidadania que as sessões do “Ouvir Matosinhos” têm proporcionado, reforçam a Democracia e enriquecem a cidade e todo o concelho. Haja mais destas iniciativas e veremos como as pessoas se sentem estimuladas para participarem no processo de construção de um Matosinhos melhor, mais justo, mais equilibrado, mais desenvolvido. PUB.
R. Álvaro Castelões, 558 Matosinhos - tlf. 229 384 383 www.funerariadematosinhos.com
Terminal dos Cruzeiros abre as suas portas aos domingos A Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) anunciou que já é possível visitar o Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, uma medida que pretende “partilhar com o público a valia do edifício que tanto nos orgulha. No entanto, dado o Terminal se encontrar numa área portuária internacional e albergar o Parque de Ciência do CIIMAR, obriga-nos a um conjunto de restrições, não nos permitindo a sua abertura livre e diária, como gostaríamos e nos é reclamado pela população. É uma iniciativa que terá, de certo, muita adesão dada a curiosidade de todos os cidadãos pela
magnitude do edifício”, afirmou Brògueira Dias Presidente do Conselho de Administração da APDL. Os mais curiosos têm agora a possibilidade de todos os domingos poder descobrir mais sobre o “Melhor edifício do ano 2017”. As visitas são guiadas e no horário entre as 09h30 e as 13h00. O preço por pessoa é de 5 euros; crianças até 12 anos a entrada é livre; estudantes, portadores de cartão jovem e os maiores de 65 anos com desconto de 30%; pacotes especais para famílias. O acesso é feito pela Portaria do Molhe Sul, em Matosinhos (via Rua do Godinho, junto do monumento Senhor do Padrão).
Reabilitar Matosinhos A requalificação urbana é fundamental para melhorar as condições do edificado em Matosinhos e Leça da Palmeira. Cerca de 150 milhões de euros é o valor do investimento inicial para o Programa Estratégico das Áreas de Reabilitação Urbana.
No passado dia 7 de março, o Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos inaugurou, na Loja do Munícipe, um novo espaço focado para a reabilitação urbana que visa assumir-se “como um meio privilegiado de comunicação entre a Câmara Municipal de Matosinhos e os promotores de operações de requalificação de imóveis, disponibilizando toda a informação, auxiliando na instrução dos processos e agilizando os procedimentos”, salientou o autarca Eduardo Pinheiro. O Balcão de Reabilitação Urbana, assim designado, vai dar sequência ao Programa Estratégico das Áreas de Reabilitação Urbana (PERU) de Matosinhos e de Leça da Palmeira, um instrumento que vai permitir reabilitar as “zonas antigas da cidade de Matosinhos, promovendo não só a requalificação patrimonial, mas garantindo também o acesso a programas de financiamento neste domínio
e a criação de estímulos para a iniciativa privada no âmbito da regeneração urbana, nomeadamente ao nível fiscal e administrativo” refere o edil. Por seu lado, Pedro Sousa, Presidente da Junta de Freguesia de Matosinhos e Leça da Palmeira, acrescenta que o Balcão é importante mesmo que “o cidadão resida fora da Área de Reabilitação Urbana (ARU) e que vai ser sempre acompanhado pelos técnicos da autarquia.” O autarca destaca ainda a importância de ser reabilitado o edificado na zona histórica como forma de “melhorar a imagem, não só a quem nos visita, mas também para quem reside no concelho.” Ao todo o PERU de Matosinhos e de Leça da Palmeira tem uma verba de 150 milhões de euros para a execução do plano durante os próximos 15 anos naquela região, sendo que 30,5 milhões será de investimento público e a parcela restante de investimento de natureza privada.
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Crónica Carlos Marinho Matemático e Coordenador do Clube SPM da Sociedade Portuguesa de Matemática
Quatern(av)iões A matemática é uma ciência que faz mover o mundo. Os matemáticos por seu lado têm muita dificuldade em demostrar a sua utilidade. Todos sabemos que ao abrir um capô de uma carro, a matemática está lá, mas invisível. No funcionamento de um semáforo, a matemática está presente mas não se vê e é difícil de explicar o seu benefício. Um navio a navegar, uma ponte a abrir, a produção de filmes no cinema. Já aqui falamos da sua importância dos quarteniões no artigo “Oscars 2014 e os Quaterniões...”. Outro grande exemplo é a aviação. Todos nos lembramos de Chesley “Sully” Sullenberger. Foi condecorado como herói nacional nos Estados Unidos, após efetuar uma aterragem forçada mas bem sucedida em pleno rio Hudson, durante uma emergência no voo US Airways 1549, em Nova Iorque no dia 15 de janeiro de 2009. Durante a decolagem, a aeronave sofreu um birdstrike (colisão com aves), ficando sem potência nos motores. Chesley, comandante do voo, pousou em segurança nas águas do rio Hudson, onde ninguém ficou ferido. Sully recebeu diversas condecorações, entre elas, o prémio da 2ª pessoa mais influente do ano de 2009, ficando apenas atrás de Michelle Obama. Foi realizado o filme “Sully: O Herói do Rio Hudson”, em 2016, que conta a história do voo US Airways 1549. No filme, Sullenberger é interpretado por Tom Hanks. O uso dos quaterniões na aeronáutica é uma realidade. Um dos instrumentos de voo fundamentais num avião é o denominado “heading and attitude indicator” que confere ao piloto uma informação correta e em tempo real do posicionamento do bólide relativamente a um local da superfície terrestre. Este dispositivo define em cada instante a orientação do referencial no avião para um referencial posicionado num determinado local terrestre. O referencial do avião xyz tem a sua origem no centro de gravidade do avião. A parte positiva do eixo dos x´s aponta para a frente do avião (nariz do avião) no seguimento do seu eixo longitudinal. Por seu lado, o eixo dos y´s do avião toma a direção das asas com a asa direita a apontar para o semieixo positivo. O eixo dos z´s tem um posicionamento normal em relação aos eixos x´s e y´s, apontando para baixo. Sabemos que Chesley Sullenberger foi sempre um dos melhores na sua área. Começou a gostar de aviação desde tenra idade. Sabe-se, igualmente, que sempre foi dos melhores alunos da turma. O que não se sabe, era que tipo de relação ele tinha com a matemática.
NOTÍCIAS MATOSINHOS | sociedade
Chegou a Primavera… e as “malditas” alergias Estamos na estação das flores, dos campos verdejantes, um ambiente propício a caminhadas ou a piqueniques ao ar livre, mas cuidado, em contrapartida esta é também uma época onde existe uma maior concentração de pólenes e gramíneas e para muitas pessoas é sinónimo de reações alérgicas e problemas respiratórios.
A alergia respiratória não passa nada mais do que uma resposta anormal do nosso sistema imunitário, o nosso sistema de defesa. Quando este reage exageradamente contra substâncias que se encontram no ambiente que nos rodeia, e que não representam ameaça à maioria das pessoas, surge a alergia. Falamos com a Dra. Cristina Lopes, Coordenadora da Unidade de Imunoalergologia do Hospital Pedro Hispano e Professora na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto que nos explicou os sintomas, dicas para evitar e como tratar. As doenças alérgicas “são cada vez mais comuns na população, estima-se mesmo que cerca de 30% tem rinite alérgica e 10% asma”, uma realidade a ter em conta visto que este tipo de doenças afetam a qualidade de vida das pessoas. Na primavera acontece uma “mudança de tempo, com dias mais quentes, secos e ventosos e esta mudança é a principal causadora das vagas de alergias” sazonais. O “processo de polonização de quase todas as plantas” acontece nesta estação, entre março e junho, portanto o nível de pólenes que andam no ar é mais elevado e consequentemente quem é alérgico fica mais recetivo a crises respiratórias. Sintomas: Por vezes os sintomas são facilmente confundidos com uma simples constipação e são alvo de despreocupação por parte do paciente, “por isso é muito importante a consulta de um médico de família para poder saber se tem, ou não, rinite alérgica ou asma”. As principais manifestações alérgicas são segundo a Dra. Cristina Lopes as “respiratórias como a rinite, que se manifesta através de espirros, comichão, nariz tapado, pingo, conjuntivite, lacri-
Matosinhos, com desporto para todos A apresentação contou com a presença de vários atletas que vão apadrinhar o evento para 2017
mejo, e a asma, que tem como sintomas a falta de ar, tosse, chiadeira no peito ou pieira, cansaço e dificuldade em fazer as atividades ou tarefas do dia-a-dia.” Dicas para evitar alergias: . Fechar os vidros do carro; . Manter as janelas de casa fechadas, se abrir fazê-lo apenas ao início da manhã e final da tarde; . Evitar atividades ao ar livre, principalmente em áreas arborizadas, como jardins, parques, sobretudo no período da manhã altura em que as concentrações de pólen estão mais fortes; . Praticar exercício físico à beira-mar ou beira-rio; . Usar óculos escuros para proteger os olhos; . Tomar a medicação preventiva da alergia, exemplo anti-histamínicos ou Corticosteroides nasais Como tratar: Como explica a Dra. Cristina Lopes “As doenças alérgicas são crónicas mas podem ser controladas, de forma a evitar consequências mais graves e melhorar a qualidade de vida das pessoas”. Se as dicas para evitar as alergias não são suficientes, a especialista recomenda recorrer a um médico Imunoalergologista para que seja feito um “correto diagnóstico, não só para identificar os alergénios responsáveis, como para fazer a planificação de um tratamento diferenciado e específico” que poderá passar pela realização de vacinas antialérgicas. O site da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clinica (www.spaic.pt), tem disponível “o boletim polínico que é importante para que as pessoas fiquem a saber as concentrações polínicas que existem no ar” em Portugal Continental e Ilhas.
O Farol da Boa Nova, em Leça da Palmeira foi o palco escolhido para a apresentação do evento Matosinhos-Mar de Desporto 2017. Marcaram presença várias figuras do desporto e que vão apadrinhar o evento, tais como Tiago Monteiro (automobilismo), Manuel Centeno (bodyboard e jiu-jitsu), Fernando Pinto (vela adaptada) ou Elsa Taborda (atletismo). Tiago Monteiro, atual piloto no WTCC destacou a importância deste tipo de iniciativas “pelo incentivo à prática desportiva” e acrescentou “vou tentar participar em algumas destas provas.” Na sua intervenção, o Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Eduardo Pinheiro, destacou a relevância do evento pela “oferta muito diversificada nas várias atividades desportivas” e “apelou à participação de todos no sentido de melhorar a sua qualidade de vida na prática do desporto.” Ao longo do ano vão decorrer várias atividades, como por exemplo patinagem artística, bodyboard, voleibol ou Jiu-Jitsu. O arranque deste mega evento desportivo começa no dia 02 de abril, com a 4ª edição da Corrida do Mar, em Leça da Palmeira.
04.2017
onde comer fora
Crónica Bernardino Costa Enólogo bernascosta@hotmail.com
Giroflé Branco Douro DOC 2016
Sushihana & The Gin House Galeria de Paris 92, 4100-354 Porto tlf: 223 252 616
Situado no Porto, junto à Torre dos Clérigos, este restaurante possui uma ementa variada para os apaixonados pela comida japonesa. A sugestão começa por uma boa “sakeirinha”,
uma seleção de sakes e vinhos e para refeição o Sushi ou o Sashimi, confecionados com peixes e outros frutos do mar. Pode ainda apreciar os Freestyles e o já famoso Festival
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Equipa Sushihana
de Sushi, uma degustação preparada pelos “sushiman”. Aberto de terçafeira a domingo.
Caríssimos leitores do NM, este mês no que aos prazeres de baco diz respeito, a sugestão é o: Giroflé Branco Douro DOC 2016. Pois bem tal como o nome indica, para alguns de nós certamente nos fará lembrar os tempos de meninice. Conheci e provei este Giroflé muito recentemente, gostei logo à primeira, pela sua frescura, leveza e sobriedade, pese embora se tratar de um Douro, este belíssimo bend surpreende por tudo isto. Aliás é o compromisso assumido pelo mentor/responsável deste projecto, João Matos ( FAP Wines), pese embora a juventude do projeto, a qualidade está lá. E segundo o mesmo “-Os nossos vinhos são feitos a pensar nos Amigos e na Alegria de partilhar a Vida!”. Por se tratar de vinhos já de si, frescos e muito mais “leves”, são ótimos como aperitivo ou a acompanhar pratos leves, nomeadamente saladas, mariscos/peixe ou umas belas tapas.
Vendas à minha porta não! Para bom consumidor, meia palavra não basta! A DECO recebe, todos os anos, cerca de 4 mil reclamações sobre vendas porta–a-porta. Milhares de vendas de contratos de fornecimento de serviços públicos essenciais, como a energia e as telecomunicações, são feitas à porta do cidadão. Mas quando o consumidor quando cai em armadilha, pode ficar amarrado a um serviço ou produto que não pediu, não encomendou e que não lhe serve, com grandes prejuízos económicos. Tendo esta preocupação, a DECO lançou a campanha vendas à minha porta NÃO! reforçando a importância do consumidor estar informado quando abrir a porta a este tipo de vendas.
Saiba que informações deverá exigir aos vendedores neste tipo de vendas ao domicílio: - Identificação e identificação da empresa que representam;
- Descrição clara do produto ou serviço que estão a vender; - Informação clara sobre o valor a pa-
gar pelo consumidor; - Informação sobre eventual existência de período de fidelização associado ao contrato; - Informação sobre o direito de arrep e nd i me nto do consumidor (14 dias para desistir). Poderá descarregar gratuitamente no nosso site um pendurante “Vendas à minha porta não!”, para colocar na porta da sua habitação. Para mais informações visite dirija-se à DECO - Delegação Regional do Norte, na Rua da Torrinha, 228H, 5º, 4050-610 Porto ou através do endereço deco.norte@deco.pt
Região: Douro Castas: Viosinho, Rabigato e Malvasia Fina. Álcool: 12,5% PVP: 6,50€ Produtor: FAP Wines (joao@fapwines.pt)
Notas de prova. Aroma cítrico e a frutos tropicais. Na boca confirma as notas aromáticas bem como toda a sua frescura e excelente harmonização com a acidez. Revela-se ainda muito atraente, sexy, sério mas nada pretensioso, que nos deixa desejosos por mais uma garrafa. Embora com aptidões gastronómicas, é, ideal como aperitivo, ou para ser degustado numa esplanada à beira mar ou rio e na (ou não) companhia de amigos. Acreditem.
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NOTÍCIAS MATOSINHOS | diário de bordo
esteja atento
Dia 8 “As Criadas” de Jean Genet com encenação de Marco Martins com Beatriz Batarda, Luísa Cruz e Sara Carinhas sobe ao palco no Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery, no dia 08/04 pelas 21h30. “As Criadas” são o Genet marginal, o Genet órfão, o Genet perverso e politicamente controverso, o autor que resiste a definições. Talvez a grande força e beleza da obra do autor resida mesmo no facto de ela resistir a todas as interpretações e definições; que ela nos iluda através das suas relações íntimas com o percurso pessoal do autor.
Abril: fique a saber o que vai acontecer no concelho.
Dia 2 A quarta edição da Corrida do Mar realiza-se no dia 2 de Abril pelas 10h30. O evento conta com uma prova cronometrada de 10 km e uma caminhada de 5 km. O percurso, sempre plano e junto ao mar, percorrendo a marginal de Leça da Palmeira, faz desta prova uma das mais bonitas do nosso calendário.
Dia 8 e 9 XXVI Convenção Internacional de Promofitness com várias atividades diferenciadas, pretende ir ao encontro de todas as pessoas afetas ao desporto e ao fitness em particular, desde os atletas de crossfit, passando pelos bailarinos, aos profissionais de fitness, aos treinadores ou simplesmente aos entusiastas de uma determinada modalidade que procuram, por algumas horas, passar um bom momento de diversão e companheirismo. O evento vai ter lugar no Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos.
21.º Aniversário do Museu da Quinta de Santiago subordinado ao tema “Criança traz adulto”. Neste dia o Museu convida as famílias a participarem em cinco sessões distintas em que serão postos à prova todos os nossos sentidos: o olfato, o tato, a visão, o paladar e a audição. A iniciativa vai entre as 10h00 e as 17h00.
Integrado no Campeonato Nacional de Desportos de Gravidade e inserido no NEWTONS LAWS CHAMPIONSHIP 2017, vai ter lugar mais uma edição da Descida de Carrinhos de Rolamento de Guifões. A prova tem o seu início marcado para as 14h, estando reservado o período entre as 10h e as 12h para o serviço de secretariado, junto à linha partida, ao lado do edifício da Junta de Freguesia.
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Dia 22 O Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos vai ser palco de um dos melhores e mais competitivos cartazes desportivos. A edição deste ano do Matosinhos Fight Night conta com a presença dos melhores atletas da modalidade a lutarem por vários títulos. Este evento que vai na sua 11ª edição é considerado uma gala de excelência no norte de Portugal e uma das mais aclamadas promoções nacionais. Marque na sua agenda dia 22 de Abril, às 21h00, no Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos.
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04.2017
Dia 24 a 28
Dia 25
Para promover a prática desportiva junto da comunidade escolar, o Pavilhão Municipal da Senhora da Hora / Zona Desportiva de Leça da Palmeira vai servir de local para a realização do XIX Torneio i n te r e s c o l a s secundárias de Matosinhos em diferentes modalidades desportivas.
No âmbito das comemorações do 25 de abril, vai realizarse a 40ª edição da Corrida e Caminhada da Liberdade, uma das mais antigas competições deste género em Portugal, uma iniciativa da Junta da União das Freguesias de Custóias, Leça do Balio e Guifões. Com presença garantida de vários atletas, as provas são realizadas em circuito urbano, percorrendo as principais artérias da Freguesia de Custóias. Em paralelo vai decorrer uma caminhada, prova esta indicada para famílias, crianças e todos aqueles que gostam de caminhar.
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NOTÍCIAS MATOSINHOS | desporto Crónica Alison Karina de Jesus Nutricionista
Alimentação e osteoporose
Karaté Márcio Silva sagrou-se vice-campeão nacional de Karaté Goju-ryu O matosinhense teve uma excelente prestação na Liga Portuguesa de Karaté Gojuryu e classificou-se no segundo lugar da competição, garantindo com esse resultado a presença no próximo Campeonato do Mundo de Karaté Goju-ryu.
Natação
Vela Carolina Campos sagra-se Campeã Regional Norte na classe Optimist
A osteoporose é uma doença do esqueleto que ocorre devido à perda da massa óssea e às alterações na arquitetura do tecido ósseo. Estas alterações promovem uma maior fragilidade óssea, aumentando o risco de fraturas, sobretudo nas mulheres com mais de 50 anos. A perda da massa óssea está ligada com o envelhecimento e, no caso das mulheres, há uma relação com as alterações hormonais que ocorrem devido à menopausa. Também, existem outros fatores de risco para a osteoporose, nomeadamente o tabagismo, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, algumas doenças inflamatórias crónicas como a artrite reumatóide bem como a administração de certos medicamentos, da família dos corticóides. A prevenção da osteoporose começa desde a infância com hábitos de vida saudáveis de maneira a termos um pico de massa óssea adequada, pois é desde pequeninos que a massa óssea se forma. Já na idade adulta, temos que praticar uma série de medidas para atrasar ao máximo a diminuição da massa óssea, principalmente nas mulheres após a menopausa. O cálcio e as proteínas são grandes aliados dos nossos ossos. No caso do cálcio, podemos encontrá-lo em maior quantidade no leite e seus derivados, mas também pode ser encontrado noutros alimentos, como os legumes verdes (brócolos e espinafres por exemplo). Não se esqueça das leguminosas como o grãode-bico, o feijão, ervilhas e lentilhas. Evite os inimigos do cálcio ou seja as bebidas do tipo “cola” e substitua o sal por ervas aromáticas, especiarias, sumo de limão, cebola, alho. Considere tomar suplementos de vitamina D, entre outubro e março isto porque durantes estes meses a exposição solar não é suficiente para o nosso corpo produzir a vitamina D. Não se esqueça de praticar regularmente exercício físico, atividades como caminhadas, corrida ou aeróbica ou exercícios com alguma resistência (com pesos por exemplo).
Quarteto do Rolar Matosinhos sagrase bicampeão nacional de Patinagem Os mais jovens nadadores do Leixões Sport Club foram os grandes vencedores do Torneio do Rei, prova que decorreu na Piscina do Vitória Sport Club,
em Guimarães. Os jovens nadadores do Leixões SC conquistaram seis lugares no pódio e conquistaram o título colectivo.
Taekwondo 9º Open de Esposende de Taekwondo teve matosinhenses no pódio
A jovem velejadora do Sport Club do Porto, Carolina Campos, foi a grande vencedora das Provas de Apuramento Regional Optimist após as cinco etapas disputadas. Outros doze velejadores matosinhenses irão marcar presença no restrito lote dos 33 velejadores nortenhos apurados para a disputa do Campeonato Nacional de Juvenis.
Surf Matosinhenses da AON dominaram 2ª etapa do Circuito de Surf do Norte A segunda das quatro etapas do Circuito de Surf do Norte demonstrou os jovens surfistas da Associação Onda do Norte em grande forma e a marcarem presença no pódio de quase todos os escalões em competição, conseguindo, inclusive, a vitória em três deles.
Patinagem Artística Quarteto do Rolar Matosinhos sagra-se bicampeão nacional de Patinagem A Academia de Teakwondo de Matosinhos alcançou oito lugares de pódio no 9º Open de Esposende de Taekwondo, com a obtenção de três
primeiros lugares, dois segundos lugares e três terceiros lugares, sendo a maioria deles com atletas que ainda se encontram na fase inicial da formação.
Atuais vice-campeões europeus e mundiais, o quarteto do Rolar Matosinhos formado por Ricardo Pinto, Francisco Silva, José Cruz e Pedro Walgode voltou a conquistar o título nacional de show e precisão em quartetos.
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NOTÍCIAS MATOSINHOS | saúde
04.2017
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20 anos de vida do Hospital Pedro Hispano – uma história de sucesso Inaugurado a 20 de março de 1997 pela então ministra da Saúde, Maria de Belém Roseira, o Hospital Pedro Hispano substituiu o antigo Hospital Distrital de Matosinhos. Num espaço moderno e funcional, o novo hospital assume características inovadoras na prestação de cuidados e de atendimento aos seus utentes. Dois anos mais tarde, em 1999, nasce a Unidade Local de Saúde de Matosinhos, uma experiência de gestão que reúne, pela primeira vez, os cuidados hospitalares e os cuidados primários sob a estratégia do mesmo Conselho de Administração. Foi esta “história de sucesso” que serviu de mote ao momento simbólico que deu início às comemorações dos 20 anos do Hospital Pedro Hispano, que se vão prolongar até junho de 2019, coincidindo com os (também) 20 anos da criação da Unidade Local de Saúde de Matosinhos. “O Hospital Pedro Hispano é um pólo de uma estrutura agregadora de cuidados de saúde, absolutamente pioneira no nosso país e cuja reprodução do modelo tem encontrado eco em diversas regiões”, sublinhou Victor Herdeiro, Presidente co Conselho de Administração da ULSM. “Hoje, este hospital - que em muitas áreas se tem assumido como uma infraestrutura de vanguarda tem construído, enquanto peça essencial da Unidade Local de Saúde de Matosinhos, um percurso de referência que olha o futuro de frente e com ambição”, acrescentou Victor Herdeiro, perante uma plateia informal constituída, na sua maioria por profissionais
Discurso
de saúde e colaboradores da instituição que se reuniram no átrio de entrada, mas que contou também com a presença do presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Eduardo Pinheiro, e da Vereadora da Ação Social e Saúde, Lurdes Queirós. De seguida, todos foram convidados para uma “foto de família” no jardim, onde uma lona colocada na parte frontal do hospital a assinalar os 20 anos serviu
de cenário. “Este hospital é a expressão da ousadia e liberdade” Um momento “simbólico” que contou com a presença de Artur Osório, médico e gestor, director clínico do antigo Hospital de Matosinhos e um dos “protagonistas” da história do Hospital Pedro Hispano, a recordar que “há 20 anos Matosinhos viu, finalmente, concretizado um direito e um sonho que foi resultado da luta e do empenho de muitos dos seus cidadãos”. “ A epopeia da construção deste hospital, desde o seu projecto à sua concretização, foi um manancial de acontecimentos, de lutas, de apoios e incompreensões, de algumas utopias sem as quais o progresso não é possível, de desesperos e esperanças que a história se encarregará, mas não deixa de ser uma lição de vida”, lembrou Artur Osório sublinhando que a abertura do HPH foi “o abanar de uma cultura conservadora e estática na Saúde, quebrando tabus, abraçando novas formas de organização hospitalar em tempos, que ainda infelizmente perduram, se desafiaram centralismos e planificações exacerbadas”. Por tudo isso, “este hospital também é a expressão de ousadia e liberdade”, defendeu Artur Osório, convicto de que “muitas das soluções que ainda nem agora estão presentes em muitas das unidades do SNS, foram aqui implementadas, proporcionando-lhe uma força estrutural e dinâmica, além de uma identidade impar”.
“
O Hospital Pedro Hispano é um pólo de uma estrutura agregadora de cuidados de saúde, absolutamente pioneira no nosso país
NOTÍCIAS MATOSINHOS | sociedade
A tradição ainda é o que era Com a Páscoa à porta, a Padaria 1º de Maio faz as delícias dos seus clientes com um folar típico de Trás-os-Montes. Henrique Guerra revelou à NM as etapas para a confeção deste produto típico.
Henrique Guerra e Bruno Guerra (filho)
Localizada no número 677 da Rua Roberto Ivens, a Padaria 1º de Maio já está a preparar a preceito a vinda da Páscoa. Como timoneiro deste espaço encontramos Henrique Guerra que juntamente com o seu filho já prepararam o folar de Páscoa, “um produto que se vende todo o ano, mas que nesta quadra torna-se especial devido ao elevado volume de encomendas”. O proprietário da 1ª de Maio revela que esta igua-
Pão Charrão
ria “segue a receita original de Trás-os-Montes” de onde é natural e que para se feito “devemos começar por juntar a farinha, o azeite, o sal, um pouco de manteiga, fermento de padeiro e fermento azedo que vai a amassar durante cerca de 20 minutos”. Após esta fase e de um tempo de repouso junta-se a massa com os enchidos transmontanos nas formas. Leveda durante cerca de 1h e de seguida segue para o forno durante mais 1h. No final temos
o folar que mantém na sua composição toda uma tradição vinda diretamente de Trás-os-Montes e que o vai deixar de “água na boca”. Também para esta quadra a Padaria 1º de Maio tem reservado para os seus clientes outras iguarias, como o folar de ovos, a bola original de Miranda do Douro, o bolo-rei, o pão de ló, o ninho de Páscoa e outras doçarias tradicionais da época.
Vereador da Câmara Municipal de Matosinhos é o candidato pela CDU às próximas eleições autárquicas José Pedro Rodrigues mantém a aposta da coligação para a autarquia enquanto para a Assembleia Municipal o nome escolhido é o de João Avelino Pereira Atual vereador com o pelouro dos Transportes e Mobilidade na autarquia matosinhense, José Pedro Rodrigues apresentou em março a sua candidatura, pela CDU, à Câmara Municipal de Matosinhos, assumindo desde já o compromisso de dar continuidade “à melhoria na rede de transportes no concelho.” Neste momento “Matosinhos tem mais 942 kms por dia de operação de transportes públicos na rede Andante”, salienta o candidato. “A revisão do PDM, o Plano de Mobilidade e Transportes, que se encontra em estudo e que é crucial para o concelho, assim como aumentar a rede de transportes em consonância com a rede Andante”, são assuntos essenciais e que necessitam de uma resposta mais eficaz. José Pedro Rodrigues acrescenta ainda que “requalificar a Circunvalação, a reabertura a passageiros da linha
de Leixões e a reposição da linha do elétrico entre o Porto e Matosinhos” são temas que pretende estar atento no próximo mandato. Para incentivar a economia local, o candidato considera essencial uma convergência com os operadores turísticos, ou seja, “atualmente os turistas que chegam a Matosinhos pelo terminal de Cruzeiros não entram na cidade, vão diretamente para o Porto. Estamos a falar de cerca de vários milhares de passageiros, fora a tripulação, que podiam visitar o concelho.” A ideia que está a ser estudada junto dos operadores é um “circuito por algumas das artérias da cidade com o objetivo de impulsionar a economia e a criação de mais postos de trabalho revitalizando também o comércio local.” José Pedro Rodrigues garante que a CDU vai continuar atenta a todas as outras áreas que
preocupam os matosinhenses como a saúde, ação social, o desemprego e aguarda a apresentação das outras candidaturas para iniciar um debate de ideias por Matosinhos.
04.2017 PUB.
Aniversário da CARPNEU Porto Na comemoração do 1º aniversário da CARPNEU estiveram presentes o CEO Dr. Nuno Santos, o Diretor Técnico Nuno Alcaide, clientes, fornecedores e amigos.
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