Está na hora (não sou o primeiro a dizer isso) de dizer com todas as letras que a antropologia precisa pensar com o pensamento indígena, e não simplesmente sobre o pensamento indígena. Tomar esse pensamento como interlocutor à altura do pensamento antropológico, e não como algo que está em posição de objeto, e você ali em atitude de sobrevoo, em posição de dominância sobre esse pensamento.
– Eduardo Viveiros de Castro