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Bloco de notas // janeiro 25

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NEWSLETTER 50

Bloco de Notas do MD

ANO V, JANEIRO 2025


Exposição Permanente Exposições Coleção Museu do Douro Património RDD Serviço Educativo MUD

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Loja do Museu Restaurante

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DESTAQUE EXPOSIÇÃO PERMANENTE

No mês passado abrimos ao público novos núcleos da exposição permanente Douro: Matéria e Espírito, inaugurada em 2014. Concebida desde o início como uma exposição evolutiva, ao longo destes 10 anos temos vindo a adicionar conteúdos, criando novos núcleos e melhorando alguns pontos da visita. Esta intervenção, apoiada pelo programa ProMuseus do Ministério da Cultura, foi pensada para dar a conhecer artefactos recentemente incorporados na nossa coleção, permitindo, ao mesmo tempo, melhorar alguns aspectos quer do discurso expositivo quer da sua acessibilidade. O objetivo é alargar a compreensão do território duriense, que é também património mundial, visto numa perspetiva global e integradora do espaço e do tempo. Começamos pela entrada do Museu, onde uma maquete interativa da Região Demarcada permite conhecer melhor o território e localizá-lo no espaço. O entendimento da região, conta agora também com um núcleo dedicado à fauna e flora, centrado na biodiversidade do vale do Douro. Aqui é possível conhecer a coleção de taxidermia depositada no Museu pela Real Companhia Velha, proveniente da Quinta das Carvalhas. O núcleo dedicado à Pré-História ganhou maior fluidez de discurso e novas peças, que facilitam o entendimento desta época remota. Os artefactos expostos são cedidos pelo Museu do Côa, juntamente com uma peça cerâmica da Idade 4


do Ferro, proveniente do Castro de Palheiros (Murça). Com o depósito do material arqueológico proveniente das escavações da Fonte do Milho pelo Estado Português, através da antiga DRCN, juntamente com o espólio do IVP e de outras estações arqueológicas, era imperiosa a criação de um núcleo dedicado à romanização. Esta civilização fundamental para a estruturação do nosso território sob o ponto de vista económico, social e administrativo, conta agora com vestígios expressivos da sua cultura material que nos dão a conhecer o seu quotidiano. No piso superior, em paralelo com a parede dedicada à diversidade de vinhos que atualmente se produzem, abrimos ao público a enoteca histórica do IVP, criada ao longo de várias décadas. Em exposição estão 1152 garrafas, provenientes de uma grande diversidade de casas exportadoras. Além destas coleções de maior dimensão, vários pontos da exposição foram enriquecidos com peças doadas ao Museu que se encontravam guardadas em reserva e que têm valor e significado histórico. Estes são motivos de sobra para (re)visitar o Museu do Douro.

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DESTAQUE EXPOSIÇÃO PERMANENTE ENOTECA HISTÓRICA

Designação: Garrafa de vinho do Porto Título: Porto Pinto Pereira N.º inventário: MD/M-5332 Material: Vidro, papel, vinho Dimensões: A 306 x Ø 82 mm Datação: 8-3-1944 Cronologia: Séc. XX dos anos 40.

Descrição: Com a criação do IVP em 10 de abril de 1933, através do Decreto nº 22:461, os produtores da região do Douro passam a ter a obrigação de entregar amostras dos seus vinhos para análise e respetiva certificação. Não só os vinhos devem ser submetidos a exame, como também todos os rótulos necessitam de aprovação prévia e estar de acordo com a legislação em vigor. O vinho do Porto, pelo seu caráter único, sempre foi associado às comemorações mais importantes da vida. Era usual oferecer vinho do Porto em ocasiões especiais, tal como Natal, Ano Novo, Reis ou outras datas comemorativas. As empresas eram sensíveis a estes picos de consumo e, desde cedo, adaptaram a sua linguagem, sendo o vinho do Porto um dos casos pioneiros de marketing diferenciado. A garrafa aqui em destaque enquadra-se nessa estratégia de diferenciação das épocas festivas, representando a visita dos três Reis Magos à Sagrada Família, para adorar o Menino Jesus e ofertar ao Messias: ouro, incenso e mirra. 7

©MD 2024

https://tinyurl.com/bdhahduh


EXPOSIÇÕES ITINERANTES MUSEU DO DOURO

DOURO LUGAR DE UM ENCONTRO FELIZ

Centro de Interpretação do Território, Sambade, Alfândega da Fé > 9 de janeiro a 16 de março de 2025

VIA ESTREITA, DE CARLOS CARDOSO

Núcleo Museológico Porta dos Figos, Lamego > Até 13 de janeiro de 2025

DOURO, DE CASAL AGUIAR Museu da Vila Velha de Vila Real > Até 15 de janeiro de 2025

9 MESES DE INVERNO E 3 DE INFERNO, DE JOÃO PEDRO MARNOTO

Museu de Arqueologia e Numismática de Vila Real > Até 15 de janeiro de 2025

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INAUGURA


CELEBRAR O DOURO, SEMPRE Auditório Municipal de Sabrosa > Até 23 de janeiro de 2025

PERCURSOS PELA ARQUITETURA POPULAR NO DOURO, DO ARQ. ANTÓNIO MENÉRES Biblioteca Municipal de Mesão Frio > Até 27 de janeiro de 2025

O SONHO DE MAGALHÃES DE DOMINIQUE PICHOU

MIDU – Museu do Imaginário Duriense de Tabuaço > Até 30 de janeiro de 2025

CONCURSO INTERNACIONAL DE FOTOGRAFIA 2022

*As datas apresentadas poderão sofrer alterações de acordo com a agenda do Museu do Douro e/ou dos locais mencionados 9

EXPOSIÇÕES

CITICA - Centro de Inovação Tecnológica INOVARURAL de Carrazeda de Ansiães > Até 2 de fevereiro de 2025


EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA A SEGUNDA PELE, BALBINA MENDES

ATÉ 25 DE FEVEREIRO

Duplo I, Balbina Mendes, 2020

A série de pinturas A Segunda Pele resulta do fascínio pela máscara, símbolo do outro ou dos inúmeros que habitam cada ser humano. Assim, a máscara pode ser percecionada num ícone ancestral, num poema, nas camadas de tinta sobrepostas, ou no plexiglass que se sobrepõe a um rosto. A Segunda Pele são as múltiplas máscaras que ocultam e denunciam, obliteram e revelam...No caso do plexiglass, camada exterior que se introduz nesta série, só por si funciona como dupla máscara. É como um filtro que, por um lado, distancia o espectador da superfície da tela; por outro, adiciona uma nova imagem e grafismo à pintura. Simultaneamente, o reflexo do plexiglass convoca o observador a interagir com a obra, ao ver a sua imagem projetada para além do rosto que observa, adicionando-lhe uma nova máscara, uma outra pele.

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EXPOSIÇÕES VIRTUAIS ARQUITETURAS DA PAISAGEM VINHATEIRA Em 2007, o Museu do Douro levou a cabo um inventário indicativo das arquiteturas da paisagem do Douro, centrado nas formas históricas de armação do terreno para o cultivo da vinha. Estas empregam muros de pedra seca, distinguindo-se dois tipos: pré e pós-filoxera. São estas que formam o mosaico da paisagem, juntamente com outras culturas, como a oliveira, as árvores de fruto e hortas.

Mancha de vinha na Balsa, Tabuaço, Desejosa ©2007, Egídio Santos/MD https://tinyurl.com/ynz7bych

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EXPOSIÇÕES

Convidamos o público a conhecer esta exposição virtual onde se abordam os diferentes tipos de armação do terreno e a sua implementação na paisagem vinhateira.


EXPOSIÇÃO MÉDIA DURAÇÃO COLEÇÃO NATÁLIA FERREIRA-ALVES E JAIME FERREIRA-ALVES

Esta coleção reúne um conjunto de obras doadas ao nosso Museu, por Natália e Jaime Ferreira-Alves que, durante a sua vida profissional, se dedicaram ao estudo da arte, tendo por isso um natural gosto colecionista. As pinturas expostas são da autoria de Mónica Baldaque, pintora com quem os colecionadores estabeleceram uma relação de amizade, e cujas obras se centram na paisagem do Douro. Está igualmente patente uma secção dedicada a outras obras pertencentes a esta coleção, nomeadamente um conjunto de desenhos da cidade do Porto e do rio Douro, da autoria do arqueólogo amador inglês William Tipping (1816-1897). Com o objetivo de dar a conhecer o acervo doado ao Museu, esta coleção estará patente ao público ainda durante o primeiro trimestre de 2025.

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EXPOSIÇÃO MÉDIA DURAÇÃO ELOGIO A ÁLVARO BALTAZAR MOREIRA DA FONSECA

NO WINE BAR DO MUSEU ATÉ 19 DE JANEIRO

Mostra temporária em parceria com a Confraria dos Vinhos do Douro, em homenagem ao Eng. Álvaro Moreira da Fonseca, figura incontornável da história contemporânea do Douro e do setor do vinho do Porto. A exposição reúne sobretudo testemunhos da atividade do Eng. Moreira da Fonseca enquanto funcionário do Instituto do Vinho do Porto e também de objetos pessoais, cedidos pela família. Nascido em Massarelos, na cidade do Porto, Álvaro Baltazar Moreira da Fonseca (1902-1980) tem as suas raízes familiares no Douro, região à qual dedicou a sua carreira. Formado no Instituto Superior de Agronomia, integrou os quadros do Instituto do Vinho do Porto, chegando a Chefe da 1ª Divisão. É no exercício deste cargo, juntamente com o de Presidente da Casa do Douro, que desenvolve o seu trabalho, tornando-se um profundo conhecedor do território e da sua história. Do seu imenso legado ressalta o “Método de Pontuação” que criou para classificar as vinhas durienses, permitindo a distribuição do Benefício de forma científica.

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COLEÇÃO MUSEU DO DOURO


BIBLIOTECA Um outro livro, editado em língua francesa, diz respeito a uma breve resenha histórica e cultural feita sobre o vinho do Porto, envolvendo todas as fases da sua evolução até à atualidade. Destina-se ao público francês que queira conhecer o mundo do Douro e dos seus vinhos. Agradecemos esta oferta ao autor, o Sr. Denis Simermann.

Foram incorporadas na nossa biblioteca, através de doação, duas publicações com temáticas diferentes. Um catálogo respeitante à homenagem feita ao Mestre Nadir Afonso, em 2019, dando a conhecer as obras oferecidas ao Município de Chaves, nos anos oitenta, e que atualmente fazem parte do acervo do MACNA. Agradecemos a oferta desta publicação ao ICOMOS Portugal.

OEL, António Augusto – Nadir Afonso. A geometria como universo. Chaves: Câmara Municipal de Chaves; Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, 2019.

SIMERMANN, Denis – Mon Porto. Quintessence d´un grand vin. [S.L]: La Passion des Vins, 2024.

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ARQUIVO Ao abrigo do protocolo celebrado em 2022, entre o Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto e a Fundação Museu do Douro, concluiu-se, em 2024, a transferência do arquivo do Instituto do Vinho do Porto para as instalações do Museu. Esta transferência de documentação completa as lacunas existentes nas séries que já estão sobre a custódia do Museu desde 2003, ao mesmo tempo que acrescenta novas séries atribuídas às rubricas do Plano de Classificação do Arquivo. Passa assim a ser um fundo fechado, designado “Arquivo Histórico do Instituto do Vinho do Porto”, com datas compreendidas entre 1933-2003.

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CONSERVAÇÃO Conservação criativa – placa de arte móvel paleolítica Os achados arqueológicos chegam frequentemente até nós num estado fragmentado ou incompleto. Para conservar e restituir significado a esses bens culturais, pode-se recorrer à conservação criativa (IPT, 2012). Este conceito amplia a prática tradicional do restauro ao incorporar elementos criativos no processo de conservação, pretendendo equilibrar a preservação da autenticidade e integridade com intervenções que reinterpretem o valor artístico ou cultural dos artefactos. Neste contexto, o conservador-restaurador adquire maior autonomia interpretativa, indo para além da preservação estrita do objeto, podendo preferir adotar soluções que acrescentem camadas também passiveis de serem interpretadas. Esta criatividade pode manifestar-se tanto em intervenções discretas quanto em abordagens mais evidentes. As intervenções criativas realizadas pelo conservador-restaurador devem sempre respeitar princípios éticos, garantindo que quaisquer adições sejam removíveis e não comprometam os elementos “originais”. Além disso, todas as decisões criativas devem ser documentadas de forma transparente, assegurando que a integridade cultural do objeto seja preservada para as futuras gerações. Como exemplo prático, damos conta da intervenção nos fragmentos da placa de arte móvel paleolítica pertencente à coleção do Museu do Côa (Estado Português), encontrada no Vale do Sabor. Para a podermos exibir na exposição Douro Matéria e Espírito, foi necessário montar e estabilizar o “puzzle” formado pelos fragmentos. No entanto, lacunas significativas de matéria dificultavam o posicionamento de elementos e a compreensão total do artefacto arqueológico e da mensagem do seu autor.

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Tradicionalmente, o restauro passaria por uma colagem dos fragmentos com um adesivo apropriado. Neste caso, optou-se por uma abordagem criativa: produzir novos fragmentos que restituíssem a unidade e estabilidade à peça, sem tentar imitar o material ou as formas originais do xisto. Assim, dois novos elementos foram criados e adicionados por encosto seco, tornando mais acessível a contemplação e interpretação da obra, benefício que os fragmentos isolados não permitiriam. A nova abordagem apresenta, por um lado, a desvantagem de manter os fragmentos dissociados e quimicamente desconectados, mas, por outro, oferece vantagens significativas. Permite, por exemplo, dar resposta a dois problemas: a necessidade de reconstrução da unidade para exposição e a gestão do acondicionamento dos achados em reserva, já que os artefactos fragmentados ocupam, geralmente, menos espaço do que aqueles unidos por colagem.

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COLEÇÃO MUSEU DO DOURO COLEÇÃO IVDP Destaque da coleção IVDP dedicado às empresas exportadoras de vinho do Porto e cujo espólio de rótulos e garrafas foi conservado durante décadas pelo Instituto. No portal de coleções do Museu do Douro é possível consultar o espólio inventariado e progressivamente digitalizado pelo Museu para divulgar a história da região. DÍEZ HERMANOS Empresa fundada, em 1876, em Jerez de la Frontera, Espanha, pelos irmãos Díez e Perez de Muñoz. Mais tarde, juntou-se o irmão Francisco, nascendo a “Díez Hermanos”. A firma obteve do rei Afonso XII, o título de Fornecedor da Casa Real, tendo permissão para usar o escudo das armas reais espanholas nos rótulos. O estabelecimento da empresa em Portugal está registado desde 1926, com sede na Rua José Mariani, em V. N. Gaia. A sede muda-se, em 1934, para a Rua José Fontana e, em 1935, para a Rua Fernandes Tomás, 554, no Porto, ainda com os armazéns na Rua Rei Ramiro, em Gaia. Em 1941, a sede passa para a Rua Nova da Alfândega, mantendo-se os armazéns. Em 1962, a empresa é adquirida pela Sandeman, sendo posteriormente absorvida pela Forrester & Cª, atualmente pertencente ao grupo SOGRAPE.

Fonte: PINTÃO, M.; CABRAL; C. - Dicionário ilustrado do vinho do Porto. GUIMARÃES, J.A.G.; GUIMARÃES, S. – Prontuário Histórico do Vinho do Porto. MARTINS, CONCEIÇÃO ANDRADE – Memória do Vinho do Porto. CRUZ, MARLENE; LEAL, ANA PAULA MONTES - Arquivos do Arquivo Histórico A. F.: o caso de Rodrigues Pinho & Cia. LEAL, ANA PAULA MONTES - O Arquivo da Casa Ferreira (1751-1896). https://digigov.cepese.pt consultado em 11/12/2024 https://diezmerito.com/en/historia consultado em 12/12/2024 https://files.diariodarepublica.pt/gratuitos/3s/1957/01/1957d026s000.pdf consultado em 11/12/2024

Coleção de rótulos e garrafas da empresa Díez Martinez da coleção disponíveis online: https://tinyurl.com/54xhvuwc 20


Cronologia 1876 – Fundação em Jerez de la Frontera, Cadiz, Espanha 1906 – Registo da marca Díez Hermanos, Jerez de la Frontera, Cadix, Hespanha sob o nº 5:164, Classe 68 Vinhos, na Repartição Internacional de Berna e, confirmado em Diário do Governo Português, de acordo com as convenções internacionais, no dia 1 de maio de 1906. Esta publicação diz respeito aos registos efetuados entre 26 de março e 6 de abril de 1906.

Logotipo inicial da marca.

1925 – Data dos documentos mais antigos, referentes à empresa Díez Hermanos, existentes no AHCF – Arquivo Histórico da Casa Ferreira 1926 – Sede na Rua José Mariani, Vila Nova Gaia 1934 – Sede ainda na Rua José Fontana, Vila Nova Gaia 1935 – Sociedade de Vinhos Díez Hermanos (France) Lda, com sede no Porto, Rua Fernandes Tomas, 554; Armazéns R. Rei Ramiro, Vila Nova de Gaia, pontuação 1 na LOEVP 1941 – Sede no Porto, Rua Nova da Alfândega nº 15 e armazéns na Rua Rei Raimundo, Vila Nova de Gaia; Sociedade dos Vinhos Díez Hermanos, França, Lda. 1948 – Armazéns mantêm-se na Rua Rei Ramiro, Vila Nova de Gaia 1957 – No Diário do Governo datado de 31 de janeiro, Díez Hermanos surge na Relação dos Sócios do Grémio dos Armazenistas de Vinho, inscritos no pleno gozo dos seus direitos e respetivos votos, com o número de sócio 1290, categoria c) 20.000, mas sem número de voto. Nesta mesma publicação, surge também na Relação dos Sócios do Grémio dos Exportadores de Vinho do Porto, para o ano de 1957, publicada pela direção daquele organismo, nos termos do artigo 51º do Decreto nº 23184, de 26 de outubro de 1933. Nesta relação surge com o nº 22 e com o direito de 1 voto. 21


Relação dos sócios do Grémio de Exportadores. In Diário do Governo, 31 de janeiro de 1957 (consultado a 12 de dezembro de 2024)

1962 – A empresa Sandeman adquire a Díez Hermanos 1966 – Armazéns na Rua Rei Ramiro, Vila Nova de Gaia 1979, Dezembro – A Díez Hermanos Lda. (30%) assina contrato promessa de compra e venda da Rodrigues Pinho & Cia., em parceria com a Offley Forrester Vinhos, Lda. (70%). Estas exigem que, antes da compra, os sócios-gerentes transformem a sociedade Rodrigues Pinho & Cia. numa sociedade por quotas de responsabilidade Limitada. 1980, 9 de janeiro - Os sócios Díez Hermanos Lda. e Offley Forrester – Vinhos, Lda. por escritura pública, procedem à transformação da sociedade, agora denominada “Rodrigues Pinho & Cia., Lda. 1983, setembro – A Offley Forrester - Vinhos, Lda. e a Diez Hermanos, Lda., únicas proprietárias da Rodrigues Pinho & Cia, Lda., são vendidas pela Sandeman & Cia, Lda. e pela Societé SL Raphael, SA. (que as detinham desde os anos sessenta) às seguintes empresas: General Beverage Corporation, S.A., Martini & Rossi, Ltd. e Martini & Rossi, Lda. 1986, abril – Diez Hermanos Lda. cede a sua quota na empresa Rodrigues Pinho & Cia, Lda. à sociedade Martini & Rossi. 22


Rótulo de vinho do Porto branco do exportador Díez Hermanos.

Rótulo de vinho do Porto do exportador Díez Hermanos.

https://tinyurl.com/yc66jkmv

https://tinyurl.com/2xkue6nz

Garrafa de vinho do Porto branco. Anos 60 do séc. XX.

Garrafa de vinho do Porto, Cruz de Cristo. Anos 60 do séc. XX. https://tinyurl.com/khebk2ks

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COLEÇÃO MD

https://tinyurl.com/ruhfewku


PATRIMÓNIO RDD VAMOS CANTAR AS JANEIRAS… O começo de um novo ano é um momento de renovação, de alegria. Pelas aldeias da região cantam-se as JANEIRAS, costume secular que tinha início no dia 1 de janeiro e se prolongava até aos Reis. Esta tradição terá a sua origem numa festa associada ao solstício de inverno dedicada ao deus romano Janus, protetor das entradas e saídas, dos inícios e dos fins, em honra do qual se nomeou o primeiro mês do ano. Como muitos outros rituais pagãos, também este foi absorvido pelo cristianismo, que o incluiu nas celebrações do nascimento de Jesus como o dia de Reis. A Epifania celebra a visita dos Reis Magos, Baltazar, Belchior e Gaspar, que vêm adorar o Messias, oferecendo-lhe ouro, incenso e mirra. Nas aldeias da região, a véspera dos Reis era assinalada na rua, por grupos que cantavam de porta em porta, celebrando o novo ano com músicas alusivas à data, acompanhadas por instrumentos tradicionais como pandeiretas, ferrinhos, bombos, violas... Os grupos juntavam miúdos e graúdos que recebiam ofertas dos donos das casas. Como nos relatou o Sr. Alfredo Elias, de Fontelas, há mais de 50 anos havia muita gente nas aldeias fazendo-se esta ronda com os habitantes de cada lugar na véspera do dia 6. Tradicionalmente, os mais pequenos recebiam confeitos e biscoitos ou o “tostão”, convidando-se os adultos para comer 24


em casa ou entrar na adega para provar o vinho - todos tinham vinhos novos que queriam mostrar. Era igualmente costume dar-se enchidos – salpicão, linguiça, presunto – feitos também no ano. Atualmente, com o despovoamento geral das aldeias da região, as Janeiras são cantadas ao longo de todo o mês de janeiro. O que era um movimento espontâneo de cada lugar, passou para os ranchos folclóricos e grupos de cantares, como é o caso do Grupo de Cantares “Rabelos do Douro”, de Fontelas, que cantam as Janeiras há cerca de 30 anos. Além de cantarem de porta em porta e na matriz da freguesia, também começaram a vir à Régua, cantando na igreja e no Teatrinho, de forma organizada juntamente com outros grupos. Em vez de comida, a maioria das pessoas oferece dinheiro. Ainda tentaram fazer as janeiras com fogueira no adro da igreja, com petiscos para o público, criando um convívio entre a população, mas não resultou. O seu repertório é exclusivamente do Douro, tendo por base a recolha feita mentor do Grupo, José Luís Nobre, junto de pessoas mais antigas e ainda nas zonas de onde vinham as rogas para a Região, como Resende e Vila Real. No Grupo cantam-se igualmente músicas de autoria própria ou de autores da zona, como é o caso das composições do Padre Minhava ou do Padre Tuna, ambos de Vila Real.

Dez/2024 NF

*Imagens recolhidas na sede do Grupo de Cantares Rabelos do Douro, em Fontelas

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eusoupaisagem – educação e território eusoupaisagem 2025 Programa serviço educativo do museu do douro eu sou paisagem é o programa de educação do Museu do Douro que opera no território dos 21 concelhos da região demarcada do douro.

SERVIÇO EDUCATIVO

eusoupaisagem assenta na pesquisa, no envolvimento e na criação de experiências entre as pessoas e as paisagens que habitam. O trabalho de presença no território conjuga envolvimento, pesquisa e intervenção educativa, desde 2006.

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O quê. Com quem Aposta-se na criação de contextos de experimentação, com caráter de continuidade, para a participação de crianças, adolescentes, jovens, pessoas adultas|seniores e seniores em atividades de experiência e conhecimento. Como Pesquisa-se com o território e a paisagem, com o corpo e o lugar, em diálogo e tensão com diferentes linguagens e falas. Interpelam-se as paisagens e as pessoas com a história, o teatro, a dança, com o vídeo, com a imagem animada, com a escrita, com a geografia e a literatura, com a arquitetura paisagista, com o vídeo e com o som... Para eu sou paisagem é, de modo claro e inequívoco, uma vontade e uma proposta para agir e para pensar a educação nos lugares deste território. O eusoupaisagem opera numa lógica de proximidade. Com quase duas décadas de trabalho com as comunidades escolares, com grupos formais e informais de Educadores e Professores da Educação Pré-escolar; Ensino Básico; Ensino Secundário e Profissional estreitam-se esforços, à procura de mais modos de estar neste território que importa cuidar. Os programas do eusoupaisagem acontecem também com Bandas Filarmónicas de Música, Associações Recreativas e outros coletivos dos diferentes concelhos da Região Demarcada do Douro, que connosco queiram fazer e pensar na paisagem. Não procuramos respostas ou soluções, mas sim contextos e modos para instalar diálogos, o que é pedra de toque para o trabalho em conjunto, e, quando possível em comum para estar com as pessoas nos lugares onde elas vivem. Perante as mudanças que vivemos a nível local, nacional e mundial, nos anos recentes, é com muita convicção que reforçamos ou iniciamos parcerias formais e informais no território da Região Demarcada do Douro, o que permite trabalho sequenciado e atento ao retorno de quem vive na região. A presença continuada de autores no campo da fotografia, do vídeo, da escrita e da oralidade, do teatro e da dança com forte vínculo à vontade de pesquisa norteiam a nossa presença no território, na procura sistemática da interrogação e fixação temporária de respostas encontradas e realizadas.

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CAFÉ CENTRAL. Mostra em cartazes | Museu do Douro, Peso da Régua | Agosto 2024

Café Central. Mostra em cartazes. ©MD. 2024

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Programa para estar presente em diferentes cafés do território da RDD. Como podemos fazer que o museu seja lugar para tentar fazer e conhecer em comum com a presença de educadores fora de portas? Como podemos estar com as pessoas, nos lugares se encontram? Todas as terras têm um (ou mais) Café Central. No Douro, pesquisamos e procuramos os cafés que são centrais para a vida dos lugares onde existem. Os cafés são lugares de socialização e da vida quotidiana a que os museus são muitas vezes alheios. Este é um programa para estar presente, com as pessoas que nele estão em temporadas nos cafés do Douro, articulando fotografia, geografia e vídeo. De cada estadia nos cafés centrais são realizados registos dos acontecimentos em suporte áudio, visual e audiovisual e apresentados nos cafés onde se realizam o ciclo de trabalho com Paula Preto.

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CARTAS DA LIBERDADE E DA PAISAGEM. Projeto com escolas. 2025 . 2024 . 2023 eusoupaisagem é o programa de educação do Museu do Douro que, nestes anos, aposta na troca de cartas, de diferentes modos, tamanhos e conteúdos: cartas escritas, cartas dançadas, cartas fotografadas, cartas faladas ou sussurradas… e outras, a imaginar em conjunto, para se estar e conhecer as paisagens do território que constitui a Região Demarcada do Douro. Há dez anos, perguntamos: Que relações existem entre a liberdade e a paisagem? E agora 10 anos depois, no tempo de 50 anos de democracia em Portugal, o que encontramos de relevante para fazer, para pensar, para perguntar, para conhecer melhor as paisagens do Douro, quem as faz, quem as habita: O que mudou? O que está igual? A que temos de dar mais atenção? O que importa cuidar? Cartas da liberdade e da paisagem é a temática guarda-chuva deste programa que agrega as diferentes atividades e projetos, oficinas e caminhadas com o serviço educativo do Museu do Douro. As abordagens educativas do eusoupaisagem são necessariamente plurais e democráticas, misturam experiências nas paisagens que se habita ou visita, com recurso a diferentes linguagens e modos de expressão. Os programas do eusoupaisagem são realizados com grupos de Educadores e Professores: Educação Pré-Escolar, Ensino Básico e Secundário e Ensino Técnico-Profissional, dos concelhos da Região Demarcada do Douro e em parceria com tecido associativo local e regional: Associações, Bandas Filarmónicas, Ranchos Folclóricos e outros coletivos durienses. 30


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SERVIÇO EDUCATIVO

Cartas da Liberdade e da Paisagem – Projeto com escolas. Ilustração Sónia Borges. ©2024


PRÁTICAS PARTILHADAS – CARTAS DAS FLORES ÀS ÁRVORES Neste ano de 2025 é realizado um trabalho centrado nos processos de conexão com a paisagem humana e física, com a aposta no trabalho de corpo e enraizamento nos lugares que habitamos. O que pode ser a paisagem? O que pode ser a liberdade? São as perguntas que orientam, o programa de partilha de experiências com as educadoras do Agrupamento de Escolas Diogo Cão, Vila Real e os seus grupos da primeira infância.

Práticas Partilhadas. Pré-escolar Agrupamento de Escolas Diogo Cão, Vila Real. ©MD 2024.

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DOISMAISUM Programa de oficinas pluridisciplinares para grupos de crianças e jovens. Este programa está disponível para educadores e professores interessados no trabalho em parceria e propõe a cada grupo de crianças, jovens ou seniores um percurso pedestre ou uma visita às exposições e aos espaços do edifício sede do Museu do Douro + duas oficinas temáticas. Estas ações realizam-se em 3 momentos diferentes do ano e permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares.

Doismaisum. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, Peso da Régua. ©MD 2022.

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PÚBLICO COMUM É um programa de trabalho articulado entre o Museu do Douro, no Peso da Régua e o Teatro Ribeiro Conceição, em Lamego. Programa de experiências na paisagem urbana e não urbana, em articulação com o Centro Escolar de Lamego N.º 1, para percorrer e conhecer diferentes espaços no território local e regional, experimentam-se abordagens mais democráticas no acesso a patrimónios imateriais e materiais bem como criações do presente que estas instituições cuidam e promovem.

Público Comum. Centro Escolar de Lamego Nº1. Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego. ©MD 2024.

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O QUE É QUE HÁ AQUI? | BIBLIOTECAS Programa de práticas oficinas de escrita, leitura, movimento e fotografia, realizado em parceria com os grupos de professoras/es bibliotecários do Agrupamento de Escolas Professor António da Natividade – Mesão Frio; Agrupamento de Escolas de Santa Marta Penaguião e Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, Peso da Régua.

Bibliotecas e Agrupamento João de Araújo Correia, Peso da Régua. ©MD 2024.

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GRAVAR TERRITÓRIOS Este programa, realizado com a fotógrafa Paula Preto, parte de uma iniciação básica à fotografia e ao vídeo e tem como ação base caminhar para conhecer, de mais modos, as pessoas e os lugares. O gravar territórios, em 2025, decorre no concelho de Mirandela, com jovens estudantes da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Carvalhais | Mirandela e acompanha grupo de estudantes migrantes de Moçambique e Timor ao longo dos 3 anos da sua presença para estudar na EPA - Escola Profissional Agrícola de Mirandela.

Gravar Territórios. Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Carvalhais | Mirandela. ©MD 2024

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LABORATÓRIOS DO VER Espaço do serviço educativo do edifício sede Ilustração fauna e flora do Rio Douro – Sónia Borges Trabalho com crianças e jovens a partir de ilustração de fauna e flora do Douro realizada durante o ano de 2025 nas paredes de vidro do edifício sede - serviço educativo, tendo em conta as remodelação da exposição permanente bem como a presença e a potência da ilustração para criar condições para observar com mais detalhe as paisagens não humanas que nos constituem.

Laboratório do Ver – Proposta de intervenção nas janelas do Museu do Douro – Serviço Educativo. Ilustração Sónia Borges. ©2024 37


DIZER ALTO Por António Cabral

OITO DIAS DE NEVOEIRO

Continuamos sob o nevoeiro mas sabemos que o sol anda na serra e encosta a face morna à virgindade das coisas, tocando-a com um hálito muito doce. Aqui estamos sob um tecto mole, chumbo respirado ou a carne dum monstro espacial. Os lavradores assobiam para dentro e os mais necessitados engolem os projectos com a saliva. Claro que ninguém tem culpa. Assim fosse no resto. Mas custa estar, há oito dias, sob esta pata viscosa, esta enorme sanguessuga que chupa até os tegumentos da alma. É como se estivéssemos debaixo dum telhado prestes a cair. As crianças arqueiam os ombros; põem as mãos nos bolsos, à semelhança de isqueiros avariados nas gavetas; passam indiferentes pelos gatos, pelos pardais, e entristecem. Ontem sabemos que um avião deslizou por cima do visco. 38


SERVIÇO EDUCATIVO

Era uma voz coada, nasal, proveniente dum outro mundo, dum mundo que suavemente se consome nas imensas fogueiras da luz. Um avião passou sobre as nossas cabeças. Paris? Amesterdão? Londres? Berlim? Passou, talvez, para outro nevoeiro. Mas passou, e lá dentro havia, pelo menos, a certeza de que o nevoeiro é um fenómeno tão natural como duzentos contos ganhos na assinatura dum contrato. Nós aqui mal respiramos, nesta rampa inclinada para o rio; nesta rampa onde os músculos não obedecem à vontade. Aqui o nevoeiro é a vontade. Pouca gente trabalha. Os pardais e as crianças andam tristes. Valha-nos Deus e um caldinho de cebola bem quente. António Cabral, Antologia dos poemas durienses. - Chaves: Tartaruga, 1999 in Cabral, A. M. Pires: Douro Leituras II, Antologia de textos sobre o Alto Douro, pág. 97-98, Museu do Douro, 2008 39


MUSEU DE TERRITÓRIO COLABORAR E PARTILHAR

06 de janeiro - Práticas Partilhadas. Oficina. Exploração de áreas de trabalho como a escrita, o movimento, o som, a palavra, o registo gráfico e o teatro permitindo novas linguagens e experiências. JI de Vilarinho da Samardã, Agrupamento de Escolas Diogo Cão. Vila Real. [14h30 - 15h30] 07 de janeiro – 2+1: Oficina. Encontro em 3 momentos diferentes do ano que permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares. JI do Centro Escolar das Alagoas. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia. Peso da Régua. [10h30 – 11h30] 07 de janeiro – Bibliotecas. Oficinas em contexto do espaço da biblioteca escolar onde se constroem novos textos, novas oralidades, novos livros, com os 11ºs anos da Escola Secundária João Araújo Correia. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, Peso da Régua. [10h40 – 12h10] 07 de janeiro – 2+1: Oficina. Encontro em 3 momentos diferentes do ano que permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares. Centro Escolar das Alagoas. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia. Peso da Régua. [14h30 – 16h00] 40


08 de janeiro – Gravar Territórios: escola agrícola. Programa de fotografia e vídeo, com a fotógrafa Paula Preto, que tem como ação base caminhar para conhecer, de mais modos, as pessoas e os lugares. Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Carvalhais, Mirandela. [09h30 – 18h00] 08 de janeiro – 2+1: Oficina. Encontro em 3 momentos diferentes do ano que permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares. Centro Escolar das Alagoas. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia. Peso da Régua. [10h30 – 11h30] 08 de janeiro – Bibliotecas. Oficinas em contexto do espaço da biblioteca escolar onde se constroem novos textos, novas oralidades, novos livros, com os 6ºs anos da EB2/3 de Peso da Régua. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, Peso da Régua. [10h40 – 12h10] 08 de janeiro – Bibliotecas. Oficinas em contexto do espaço da biblioteca escolar onde se constroem novos textos, novas oralidades, novos livros, com os 11ºs anos da Escola Secundária João Araújo Correia. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, Peso da Régua. [14h00 – 15h30] 09 de janeiro – Bibliotecas. Oficinas em contexto do espaço da biblioteca escolar onde se constroem novos textos, novas oralidades, novos livros, com os 5ºs anos da EB2/3 de Peso da Régua. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, Peso da Régua. [10h40 – 12h10] 09 de janeiro – Cartas da Liberdade e da Paisagem. Oficina Museu do Douro. Através da criação e troca de cartas em vários suportes – da carta sonora à carta cantada, da carta escrita à carta em vídeo, da carta e mapa militar à carta oral, lida em voz alta - procuram-se modos de mais conhecer e viver estes lugares tendo sempre em conta a relação entre as liberdades e as paisagens. EB1 de Assento. Agrupamento de Escolas de Santa Marta de Penaguião. Santa Marta de Penaguião. [11h00 – 12h30] 09 de janeiro – 2+1: Oficina. Encontro em 3 momentos diferentes do ano que permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares. Centro Escolar da Alameda. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia. Peso da Régua. [14h30 – 16h00] 09 de janeiro – Cartas da Liberdade e da Paisagem. Oficina Museu do Douro. Através da criação e troca de cartas em vários suportes – da carta sonora à carta cantada, da carta escrita à carta em vídeo, da carta e mapa militar à carta oral, lida em voz alta - procuram-se modos de mais conhecer e viver estes


lugares tendo sempre em conta a relação entre as liberdades e as paisagens. EB1 de Assento. Agrupamento de Escolas de Santa Marta de Penaguião. Santa Marta de Penaguião. [14h30 – 16h00] 10 de janeiro – Bibliotecas. Oficinas em contexto do espaço da biblioteca escolar onde se constroem novos textos, novas oralidades, novos livros, com os 5ºs anos da EB2/3 de Peso da Régua. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, Peso da Régua. [10h40 – 12h10] 10 de janeiro – 2+1: Oficina. Encontro em 3 momentos diferentes do ano que permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares. Centro Escolar da Alameda. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia. Peso da Régua. [14h30 – 16h00] 13 de janeiro – Bibliotecas. Oficinas em contexto do espaço da biblioteca escolar onde se constroem novos textos, novas oralidades, novos livros, com os 5ºs anos da EB2/3 de Peso da Régua. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, Peso da Régua. [10h40 – 12h10] 13 de janeiro – Bibliotecas. Oficinas em contexto do espaço da biblioteca escolar onde se constroem novos textos, novas oralidades, novos livros, com os 5ºs anos da Escola Secundária João Araújo Correia. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, Peso da Régua. [14h00 – 15h30] 14 de janeiro – Público Comum. Programa em articulação com instituições pares (museus, teatros ou centros culturais da região) para percorrer e conhecer diferentes espaços no território local e regional. Atividade no Teatro Ribeiro Conceição com o 4º ano do Centro Escolar Nº1 de Lamego, Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego. [9h30 – 12h00] 14 de janeiro – 2+1: Oficina. Encontro em 3 momentos diferentes do ano que permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares. JI do Centro Escolar da Alameda. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia. Peso da Régua. [10h30 – 11h30] 14 de janeiro – 2+1: Oficina. Encontro em 3 momentos diferentes do ano que permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares. Centro Escolar da Alameda. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia. Peso da Régua. [14h30 – 16h00] 15 e 16 de janeiro – Café Central. Região Demarcada do Douro. [09h30 – 17h30] 42


15 de janeiro – Público Comum. Programa em articulação com instituições pares (museus, teatros ou centros culturais da região) para percorrer e conhecer diferentes espaços no território local e regional. Atividade no Museu de Lamego com o 2º ano do Centro Escolar Nº1 de Lamego, Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego. [9h30 – 12h00] 16 de janeiro – Bibliotecas. Oficinas em contexto do espaço da biblioteca escolar onde se constroem novos textos, novas oralidades, novos livros, com os 6ºs anos da EB2/3 de Peso da Régua. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, Peso da Régua. [10h40 – 12h10] 16 de janeiro – 2+1: Oficina. Encontro em 3 momentos diferentes do ano que permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares. Centro Escolar das Alagoas. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia. Peso da Régua. [14h30 – 16h00] 17 de janeiro – Público Comum. Programa em articulação com instituições pares (museus, teatros ou centros culturais da região) para percorrer e conhecer diferentes espaços no território local e regional. Atividade no Museu de Lamego com o 4º ano do Centro Escolar Nº1 de Lamego, Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego. [9h30 – 12h00] 17 de janeiro - Cartas da Liberdade e da Paisagem. Através da criação e troca de cartas em vários suportes – da carta sonora à carta cantada, da carta escrita à carta em vídeo, da carta e mapa militar à carta oral, lida em voz alta - procuram-se modos de mais conhecer e viver estes lugares tendo sempre em conta a relação entre as liberdades e as paisagens. Universidade Sénior de Peso da Régua. [15h00 – 16h30] 20 de janeiro – Bibliotecas. Oficinas em contexto do espaço da biblioteca escolar onde se constroem novos textos, novas oralidades, novos livros, com os 5ºs anos da Escola Secundária João Araújo Correia. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, Peso da Régua. [10h40 – 12h10] 20 de janeiro – Bibliotecas. Oficinas em contexto do espaço da biblioteca escolar onde se constroem novos textos, novas oralidades, novos livros, com os 5ºs anos da Escola Secundária João Araújo Correia. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, Peso da Régua. [14h00 – 15h30] 21 de janeiro – 2+1: Oficina. Encontro em 3 momentos diferentes do ano que permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens

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e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares. JI do Centro Escolar das Alagoas. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia. Peso da Régua. [10h30 – 11h30] 21 de janeiro – Cartas da Liberdade e da Paisagem. Através da criação e troca de cartas em vários suportes – da carta sonora à carta cantada, da carta escrita à carta em vídeo, da carta e mapa militar à carta oral, lida em voz alta - procuram-se modos de mais conhecer e viver estes lugares tendo sempre em conta a relação entre as liberdades e as paisagens. Centro Escolar Nº1 de Lamego, Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego. [11h00 – 12h30] 21 de janeiro – 2+1: Oficina. Encontro em 3 momentos diferentes do ano que permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares. Centro Escolar das Alagoas. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia. Peso da Régua. [14h30 – 16h00] 22 de janeiro – 2+1: Oficina. Encontro em 3 momentos diferentes do ano que permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares. JI do Centro Escolar das Alagoas. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia. Peso da Régua. [10h30 – 11h30] 22 de janeiro – Cartas da Liberdade e da Paisagem. Através da criação e troca de cartas em vários suportes – da carta sonora à carta cantada, da carta escrita à carta em vídeo, da carta e mapa militar à carta oral, lida em voz alta - procuram-se modos de mais conhecer e viver estes lugares tendo sempre em conta a relação entre as liberdades e as paisagens. Centro Escolar Nº1 de Lamego, Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego. [11h00 – 12h30] 22 de janeiro – 2+1: Oficina. Encontro em 3 momentos diferentes do ano que permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares. Centro Escolar da Alameda. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia. Peso da Régua. [14h30 – 16h00] 23 de janeiro – 2+1: Oficina. Encontro em 3 momentos diferentes do ano que permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares. JI de Galafura. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia. Peso da Régua. [10h30 – 11h30] 23 de janeiro – Cartas da Liberdade e da Paisagem. Através da criação e troca de cartas em vários suportes – da carta sonora à carta cantada, da carta escrita à carta em vídeo, da carta e mapa militar à carta oral, lida em voz alta - pro44


curam-se modos de mais conhecer e viver estes lugares tendo sempre em conta a relação entre as liberdades e as paisagens. Centro Escolar Nº1 de Lamego, Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego. [11h00 – 12h30] 23 de janeiro – Cartas da Liberdade e da Paisagem. Através da criação e troca de cartas em vários suportes – da carta sonora à carta cantada, da carta escrita à carta em vídeo, da carta e mapa militar à carta oral, lida em voz alta - procuram-se modos de mais conhecer e viver estes lugares tendo sempre em conta a relação entre as liberdades e as paisagens. Centro Escolar Nº1 de Lamego, Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego. [11h00 – 12h30] 23 de janeiro – Cartas da Liberdade e da Paisagem. Através da criação e troca de cartas em vários suportes – da carta sonora à carta cantada, da carta escrita à carta em vídeo, da carta e mapa militar à carta oral, lida em voz alta - procuram-se modos de mais conhecer e viver estes lugares tendo sempre em conta a relação entre as liberdades e as paisagens. JI de Lobrigos, Agrupamento de Escolas de Santa Marta de Penaguião. Santa Marta de Penaguião. [14h30 – 15h30] 23 de janeiro – Cartas da Liberdade e da Paisagem. Através da criação e troca de cartas em vários suportes – da carta sonora à carta cantada, da carta escrita à carta em vídeo, da carta e mapa militar à carta oral, lida em voz alta - procuram-se modos de mais conhecer e viver estes lugares tendo sempre em conta a relação entre as liberdades e as paisagens. EB1 de São João de Lobrigos, Agrupamento de Escolas de Santa Marta de Penaguião. Santa Marta de Penaguião. [14h30 – 16h00] 24 de janeiro – Cartas da Liberdade e da Paisagem. Através da criação e troca de cartas em vários suportes – da carta sonora à carta cantada, da carta escrita à carta em vídeo, da carta e mapa militar à carta oral, lida em voz alta - procuram-se modos de mais conhecer e viver estes lugares tendo sempre em conta a relação entre as liberdades e as paisagens. JI Santa Casa da Misericórdia, Peso da Régua. [10h30 – 11h30] 24 de janeiro – 2+1: Oficina. Encontro em 3 momentos diferentes do ano que permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares. Centro Escolar da Alameda. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia. Peso da Régua. [14h30 – 16h00] 27 de janeiro – Bibliotecas. Oficinas em contexto do espaço da biblioteca escolar onde se constroem novos textos, novas oralidades, novos livros, com os 11ºs anos da Escola Secundária João Araújo Correia. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, Peso da Régua. [10h40 – 12h10] 45


27 de janeiro – 2+1: Oficina. Encontro em 3 momentos diferentes do ano que permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares. Centro Escolar da Alameda. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia. Peso da Régua. [14h30 – 16h00] 28 de janeiro – Público Comum. Programa em articulação com instituições pares (museus, teatros ou centros culturais da região) para percorrer e conhecer diferentes espaços no território local e regional. Atividade no Teatro Ribeiro Conceição com o 4º ano do Centro Escolar Nº1 de Lamego, Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego. [9h30 – 12h00] 28 de janeiro – 2+1: Oficina. Encontro em 3 momentos diferentes do ano que permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares. Centro Escolar da Alameda. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia. Peso da Régua. [10h30 – 12h00] 28 de janeiro – Cartas da Liberdade e da Paisagem. Através da criação e troca de cartas em vários suportes – da carta sonora à carta cantada, da carta escrita à carta em vídeo, da carta e mapa militar à carta oral, lida em voz alta - procuram-se modos de mais conhecer e viver estes lugares tendo sempre em conta a relação entre as liberdades e as paisagens, com o 9º ano da Escola Secundária João Araújo Correia. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, Peso da Régua. [14h00 – 15h30] 28 de janeiro – Bibliotecas. Oficinas em contexto do espaço da biblioteca escolar onde se constroem novos textos, novas oralidades, novos livros, com os 11ºs anos da Escola Secundária João Araújo Correia. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, Peso da Régua. [14h00 – 15h30] 29 de janeiro – Público Comum. Programa em articulação com instituições pares (museus, teatros ou centros culturais da região) para percorrer e conhecer diferentes espaços no território local e regional. Atividade no Teatro Ribeiro Conceição com o 3º ano do Centro Escolar Nº1 de Lamego, Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego. [9h30 – 12h00] 29 de janeiro – Bibliotecas. Oficinas em contexto do espaço da biblioteca escolar onde se constroem novos textos, novas oralidades, novos livros, com os 6ºs anos da EB2/3 de Peso da Régua. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, Peso da Régua. [10h40 – 12h10]

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29 de janeiro – Bibliotecas. Oficinas em contexto do espaço da biblioteca escolar onde se constroem novos textos, novas oralidades, novos livros, com os 11ºs anos da Escola Secundária João Araújo Correia. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, Peso da Régua. [14h00 – 15h30] 30 de janeiro – Bibliotecas. Oficinas em contexto do espaço da biblioteca escolar onde se constroem novos textos, novas oralidades, novos livros, com os 5ºs anos da EB2/3 de Peso da Régua. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, Peso da Régua. [10h40 – 12h10] 30 de janeiro – Cartas da Liberdade e da Paisagem. Oficina Museu do Douro. Através da criação e troca de cartas em vários suportes – da carta sonora à carta cantada, da carta escrita à carta em vídeo, da carta e mapa militar à carta oral, lida em voz alta - procuram-se modos de mais conhecer e viver estes lugares tendo sempre em conta a relação entre as liberdades e as paisagens. JI do Centro Escolar de Santa Marta de Penaguião. Agrupamento de Escolas de Santa Marta de Penaguião. Santa Marta de Penaguião. [11h00 – 12h00] 30 de janeiro – 2+1: Oficina. Encontro em 3 momentos diferentes do ano que permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares. Centro Escolar das Alagoas. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia. Peso da Régua. [14h30 – 16h00] 30 de janeiro – 2+1: Oficina. Encontro em 3 momentos diferentes do ano que permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares. Centro Escolar das Alagoas. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia. Peso da Régua. [14h30 – 16h00] 31 de janeiro – Bibliotecas. Oficinas em contexto do espaço da biblioteca escolar onde se constroem novos textos, novas oralidades, novos livros, com os 5ºs anos da EB2/3 de Peso da Régua. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, Peso da Régua. [10h40 – 12h10] 31 de janeiro – 2+1: Oficina. Encontro em 3 momentos diferentes do ano que permitem que o grupo, como coletivo, possa ser colocado mediante linguagens e experiências para a escuta dos corpos e dos lugares. Centro Escolar da Alameda. Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia. Peso da Régua. [14h30 – 16h00]

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MuD

REDE DE MUSEUS DO DOURO

A Rede de Museus do Douro, ao unir diferentes tipos de espaços museológicos, pretende também contribuir para a sua divulgação junto das comunidades de visitantes. Seja aproximando a comunidade local dos seus espaços, seja divulgando estas estruturas a quem nos visita, esta publicação é também um incentivo para partir à descoberta do território duriense. Através de diferentes coleções, os espaços aderentes permitem conhecer outras facetas do Douro, um território cuja paisagem é património Mundial!

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Adega-Museu das Giestas Negras Galafura A Adega das Giestas Negras tem como data de construção 1575, sendo possível observá-la na padieira da porta dos lagares. Permanece, até os dias de hoje, na posse da família “Mattos”. Localiza-se no centro da Quinta dos Mattos, a meio da encosta de Galafura/Covelinhas. Esta relíquia da história duriense é uma das adegas mais antigas, senão a mais antiga instalação vinícola existente na região. Foi restaurada em 2006, com a ajuda financeira da Associação do Douro Histórico, através do Programa Leader +, com a finalidade de criar um museu de peças vitivinícolas e agrícolas da família Mattos, que desde sempre esteve empenhada em conservar a história familiar e da Região Demarcada dos Vinhos do Douro e do Porto. A inauguração teve lugar no verão de 2006, contando com a presença do Governador Civil de Vila Real e dos Presidentes das Câmaras de Peso da Régua e Vila Real, assim como, o então Diretor do Museu do Douro, Prof. Doutor Gaspar Martins Pereira. O Museu possui dois lagares de xisto, talvez únicos na Europa, que têm como particularidade a sua dimensão, um para quatro pipas e outro para doze pipas, quando a dimensão habitual para a época era de quatro a seis pipas. Nesta adega podemos ainda observar uma prensa de fuso constituída por uma vara de castanho, com mais de 300 anos, e um esmagador de uvas, raríssimo, dado que apenas possuí um rolo de modo. 50


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© Coimbra de Matto


PROGRAMA DE VISITA GUIADA Neste espaço museológico, os visitantes ficam a conhecer as pequenas adegas ancestrais, que existiam dispersas nas vinhas. Neste local laborava-se o vinho durante a vindima que, posteriormente, era transportado, em carros de bois, para a “adega mãe” onde era armazenado e envelhecido. Nesta visita, proporciona-se uma viagem no tempo, onde o trabalho vinícola era ainda feito à custa da força braçal. A este fator junta-se a paisagem envolvente da Região Demarcada do Douro que, em 1756, teve a sua primeira demarcação por intervenção do Marquês de Pombal e a criação da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro. Assim, foi criado o primeiro modelo regulado e delimitado, do mundo, de uma de região vitivinícola. A demarcação foi feita com recurso a marcos graníticos colocados no território do Alto Douro. Desta delimitação, ainda existem na propriedade da família “Mattos” e, próximos da Adega museu, dois marcos pombalinos, correspondentes aos números 26 e 27.

Informações úteis Horário de Funcionamento: Visitas: mediante marcação prévia e de segunda a sábado das 9:00 às 16:00. Preçario: Passaporte MuD: 20% desconto Contactos: geral.coimbrademattos@gmail.com 254 920214 ou 968507693 Casa da Calçada n.º 65, 550-042 Galafura www.coimbrademattos.com Coordenadas GPS: 41.1843,5 -7.68789

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MuD


Novidades de janeiro. na Loja do Museu do Douro. http://loja.museudodouro.pt/

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Facebook: www.facebook.com/acompanhia.pt Através do e-mail: info.acompanhia@gmail.com

RESTAURANTE A COMPANHIA

Reservas: 93 215 01 01

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Ficha técnica: Título: Museu do Douro Subtítulo: Bloco de Notas do MD Nome do Editor: FUNDAÇÃO MUSEU DO DOURO Periodicidade: mensal URL: https://issuu.com/museudodouromd ISSN 2795-5877

Bloco de Notas do MD newsletter

geral: (+351) 254 310 190 | loja: (+351) 254 310 193 geral@museudodouro.pt www.museudodouro.pt Rua Marquês de Pombal 5050-282 Peso da Régua

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Bloco de notas // janeiro 25 by museudouro - Issuu