Diretor Isaltino Morais Direção Executiva Gaspar Manuel Matos, Nuno Martins Editores Carlos Filipe Maia, Sónia Correia Entrevistas Joana Margarida Fialho, Sónia Correia Fotografia Carlos Santos, Carmo Montanha, Mafalda Azevedo Execução Gabinete de Comunicação Paginação e arranjo gráfico Flúor Design e Comunicação Design editorial Sara Inglês Impressão Lidergraf Tiragem 92.500 exemplares Registo ISSN 0873-6928 Depósito Legal 108560/97 Distribuição gratuita Contactos Largo Marquês dePombal 2784-501 Oeiras, 214 408 300, sonia.correia@oeiras.pt,
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O TEMPO DE ABRIL: CULTURA, MEMÓRIA E PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA EM OEIRAS
Em 2026, o Município de Oeiras conclui o ciclo de dois anos dedicado à evocação do cinquentenário do 25 de Abril de 1974, iniciado em 2024 com um conjunto alargado de iniciativas culturais, artísticas, editoriais e de participação cívica que procuraram afirmar a memória da Revolução como realidade viva e continuamente reinterpretada pela comunidade. O programa de abril deste ano encerra simbolicamente esse percurso, reunindo diferentes linguagens artísticas e gerações num conjunto de momentos que celebram a liberdade enquanto responsabilidade coletiva.
Entre os eixos destas comemorações encontra-se a exposição “Resistência e Liberdade - Tantas Histórias para Contar”, dedicada às múltiplas experiências de oposição à ditadura e de luta pela democracia, e que termina neste abril. A exposição reúne testemunhos, documentos, imagens e narrativas que iluminam percursos individuais e coletivos marcados pela resistência política, sublinhando o papel da memória na construção da consciência democrática. Em torno desta mostra são promovidas diversas iniciativas paralelas, que vos convidamos a encontrar nesta agenda.
A música assume também um lugar central neste ciclo final. O compositor e pianista Máximo apresenta o seu álbum PANGEA, projeto concebido como reflexão artística sobre a crise climática e a chamada “eco-ansiedade” das novas gerações. Cruzando composição contemporânea, jazz e uma componente audiovisual, a proposta aproxima a criação musical das inquietações do presente, convocando temas como a sustentabilidade e a responsabilidade coletiva perante o futuro. A estas iniciativas junta-se uma nova apresentação do Coro Comunitário “A Capela e o Povo”, projeto criado em 2024 e aberto à participação de munícipes de diferentes idades e experiências musicais. O coro afirma-se como expressão concreta de participação cultural e cidadania ativa, reunindo vozes da comunidade em torno do cancioneiro popular e da memória democrática.
A programação inclui ainda concertos de Gisela João e Sérgio Godinho, dois nomes incontornáveis da música portuguesa. Gisela João revisita temas emblemáticos do cancioneiro de intervenção, dialogando com autores como José Afonso, José Mário Branco ou Fernando Lopes-Graça, enquanto Sérgio Godinho apresenta o espetáculo LIBERDADE25, revisitando um repertório que atravessa várias décadas da história democrática portuguesa e que continua a afirmar a liberdade como valor fundamental da vida pública. Este ciclo integra igualmente outras expressões de memória e criação artística associadas às comemorações. No espaço público, o Passeio Marítimo recebe o último mural do Passeio da Democracia, reforçando a presença da memória no quotidiano urbano (desta feita, a intervenção artística é dedicada à Constituição de 1976). No campo editorial, a chancela municipal Os Livros de Oeiras apresenta a novela gráfica “Um Quadrado de Sol”, construída a partir de testemunhos de presos políticos que passaram pela prisão de Caxias, com textos de Susana Moreira Marques e ilustrações de Joana Afonso e a apresentação pública da revista municipal ‘Oeiras em Revista’, edição dedicada ao tema Democracia, fechando o ciclo comemorativo dos 50 anos do 25 de Abril de 1974. Personalidades como Mafalda Anjos, Álvaro Beleza, Susana Moreira Marques, o jornalista Miguel Carvalho, o escritor José Luís Peixoto, entre muitos outros, escrevem e falam sobre o tema, numa revista onde também é possível ler sobre os avanços científicos que acontecem em Oeiras, sobre arte, sobre livros e sobre gastronomia. Os locais de realização e as condições de acesso às diferentes iniciativas encontram-se indicados mais à frente nesta agenda. No seu conjunto, este programa reafirma a convicção de que celebrar Abril não é apenas recordar um acontecimento histórico, mas renovar, através da cultura e da participação cívica, o compromisso coletivo com os valores da liberdade e da democracia.
“A liberdade sempre esteve comigo” MÁXIMO
FRANCISCO
Nascido 29 anos depois do 25 de abril de 1974, Máximo Francisco não deixa de sentir o privilégio que é poder viver em liberdade.
De Coimbra para o mundo, compositor e pianista, já com dois álbuns lançados e a marcar o seu percurso na música, apresenta-nos Pangea, o seu mais recente trabalho. Ao embarcar nesta viagem musical, percorrem-se as quatro estações do ano, com um Suspiro como interlúdio e com uma última paragem em Pangea. Foi precisamente esta a música oficial do pavilhão de Portugal na Expo de Osaka de 2025, no Japão, onde o artista também deu alguns concertos.
Máximo Francisco vai estar a celebrar abril em Oeiras, no Auditório Municipal Ruy de Carvalho, no dia 22 de abril. O seu último álbum apela à união dos povos, tal como no supercontinente, e reflete sobre a eco-ansiedade sentida devido às alterações climáticas. O concerto promete cativar todos os gostos, com música, palavra, emoção e uma fusão entre inovação e tradição.
Como é que surgiu a música na tua vida?
A minha paixão pela música começou muito cedo, com cinco ou seis anos. Depois, estudei no Conservatório de Lisboa e, recentemente, acabei uma licenciatura em composição de jazz nos Países Baixos.
Na tua família havia alguém ligado à música ou foste o primeiro?
Músico profissional, por acaso, sou o primeiro, mas também porque, hoje em dia, é mais fácil ser músico profissional e viver da música. Tenho o privilégio de poder seguir o que gosto de fazer na vida. A minha família é muito ligada às artes e ligada à música também e sempre me passaram essa paixão.
Lembras-te do primeiro concerto que viste ou o que foi mais marcante?
Tenho uns bastante marcantes. Lembro-me de um concerto do Seu Jorge que vi, quando tinha sete ou oito. Até me lembro que depois lhe dei um “bacalhau” no final e eu era assim (pequeno), ele era gigante. Também me lembro de ver o Herbie Hancock, quando era mais criança.
E aí sentiste que a música mexia de forma diferente contigo e que gostavas de fazer aquilo?
Sim, foi sempre, ou seja, nunca houve um clique de que era a música que eu ia seguir como profissão. Nunca pensei muito assim, foi sempre algo que eu gostei de fazer, foi uma paixão e continuei sempre a seguir isso até hoje.
Foste para o conservatório de música em Lisboa e depois porque é que foste para Roterdão? Queria fazer um curso em composição de jazz e queria ir lá para fora.
Querias ter uma experiência diferente?
Sim, uma cultura diferente. E resolvi ir para Roterdão, para a Codarts.
Como é que foram esses anos na Codarts?
Foram difíceis, mas foram espetaculares. Fui para lá com 18 anos, acabadinho de sair do conservatório, do secundário, e fui viver sozinho. Cresci imenso como pessoa e Roterdão é uma cidade com muitas pessoas de vários lados do mundo e isso também ajudou. Fica ali uma bolha, um melting pot, em inglês, de muitas culturas e isso foi espetacular.
Influenciou depois a tua composição?
Acho que sim de uma maneira que eu talvez ainda nem me tenha apercebido, mas sim. Foi durante esta licenciatura que eu comecei e lancei o álbum Pangea, que é o meu mais recente álbum e tive muito apoio a compô-lo. É um álbum em que a música é ininterrupta do início até ao fim e é uma viagem musical de 40 minutos em que eu traduzo as estações do ano para música, de uma forma até mais impressionista.
Vivaldi compôs as Quatro Estações. No Pangea temos também as estações do ano presentes com quatro músicas. Esta interligação conceptual foi algo consciente ou orgânico?
Foi orgânico. Obviamente que eu conheço as Quatro Estações de Vivaldi, estudei música clássica também, aliás, quase a minha vida toda, mas não era a minha referência musical. É um conceito que eu achava piada, esse conceito extramusical que liga a música toda e que não haja interrupção na música, que o álbum possa ser ouvido do início ao fim e seja feito para ser ouvido de início ao fim.
Achas que, atualmente, as pessoas não têm esse hábito de ouvir as músicas todas seguidas de um álbum e por isso acabaste também por fazer esta viagem?
Sim, eu fiz a viagem que eu gosto de ouvir. Acho que as playlists deram um modo diferente de escuta, as pessoas têm um modo diferente de escuta.
E tu gostas de ouvir os álbuns do início ao fim?
Sim, percebe-se muito melhor cada música, quando se ouve o projeto todo e isso é algo que eu gosto muito, faz mais sentido para mim.
Eu, pelo menos, tomava essa liberdade como garantida, mas há uns anos percebi que, afinal, não é assim.
Falaste de três cidades do Japão que visitaste. Houve alguma que tivesse gostado mais?
Quioto é muito bonito, mas Tóquio é impressionante, é gigante, é o seu próprio mundo. A comida também é muito boa em todo o Japão, mas acho que Quioto é a mais bonita, de longe.
Imaginavas-te a ir para lá? Estudar, fazer uma residência artística, como também já fizeste?
Sim, com certeza. Estamos a trabalhar para ter uma nova tour no Japão, com mais concertos e também fazer uma residência artística, talvez. Por isso, sim, 100%. Quero voltar lá.
Como é que as pessoas receberam a tua música?
Dos concertos gostaram muito, ou seja, eu tive um feedback ótimo, até porque o japonês é uma pessoa mais tímida, mas, mesmo assim, senti que as pessoas estavam muito silenciosas nos concertos, o que é ótimo, é um respeito muito grande à música. Mas senti, depois, o calor possível também.
Estiveste recentemente no Japão, aliás, a tua música foi a música do pavilhão de Portugal, na Expo de Osaka. Como é que foi teres a tua música a representar Portugal num país tão longínquo?
Foi espetacular. É um orgulho imenso e uma honra e um privilégio ter a minha música, Pangea, como a música oficial da participação portuguesa em Osaka. Também pude viajar para lá, para fazer uma mini tour no Japão. Toquei em Osaka, Quioto e Tóquio, aproveitei e viajei um pouco no Japão e descobri um pouco a cultura, foi muito bom. Quando penso nisso, penso: “uau, incrível poder ter viajado até ao outro lado do mundo para tocar a minha música”. E levei a minha família comigo, isso foi muito especial.
Dos sítios em que já tocaste, esse foi o que te marcou mais? Estares no Japão?
Sim, vou confessar que esses três concertos foram muito especiais e foi a partir daí que fiquei mais à vontade com o público e comecei a improvisar muito mais. Lembro-me, exatamente em Quioto, ter resolvido improvisar metade do concerto. Foi uma coisa que adorei fazer e tenho feito desde então. Uma grande parte do concerto é improvisado e é um gosto. Tiro imenso prazer disso. Acho que é também o que faz a diferença entre ouvir um álbum em casa ou ouvir música ao vivo. E, hoje em dia, mais do que nunca, acho que as pessoas procuram uma experiência diferente na música ao vivo.
Tens misturado também tradição com inovação na tua Cantiga Bailada, pelo menos. É algo que podemos esperar de ti daqui para a frente? É algo que estás a explorar?
A Cantiga Bailada surgiu como convite do Boom Festival, no ano passado. É uma música tradicional que faz parte do repertório de Idanha-a-Nova e eu “peguei” nas adufeiras de Idanha-a-Nova e fiz uma música a partir disso. Fiz um arranjo original com adufeiras e um trio jazz. Fiquei muito contente com essa música, talvez haja mais no futuro.
Achas que é uma forma de manter a tradição, mas não perdendo o que se vai fazendo de novo no futuro?
Exatamente, acaba por preservar a tradição e a memória, mas eu não faço só por preservar, faço porque realmente a música tem qualidade. Faço numa busca de um som que eu tenho na minha cabeça e uma busca da qualidade, não é só pelo preservar da tradição. Mas se isso acontece, ainda bem, quer dizer que temos uma boa tradição.
Como é o teu processo criativo, normalmente? És mais caótico ou mais metódico?
É um pouco caótico. Eu tento buscar método e encontro sempre métodos diferentes, mas essa busca é sempre caótica. Com este álbum, por exemplo, tive primeiro a ideia deste conceito de traduzir as estações do ano para música. Depois, fui criando material, fui criando música e depois, como um arquiteto, fui construindo a música com diferentes camadas e isso foi muito metódico. Já com a Cantiga Bailada ouvi a melodia, gostei, comecei a improvisar e depois criei um arranjo.
Inspiras-te em quê?
Às vezes, são experiências da vida, às vezes, são desgostos, às vezes, alegrias. É mesmo estar aberto às experiências. Isto é um pouco cliché de dizer, mas acaba por ser verdade. Estas experiências dão-me energia para fazer música.
No Pangea também tiveste a participação da Selma Uamusse. Como é que foi trabalhar com ela? Como é que surgiu tudo isto? E entrar voz, que não é normal nas tuas músicas… Exato, não é normal, mas é algo que tenho gostado muito nos últimos dois/três anos. É algo que vai sair no meu próximo álbum, das poucas coisas que eu tenho a certeza é que vai ter voz. Essa música ficou lindíssima, aliás, é das minhas preferidas no álbum. Eu tinha gravado inicialmente com a Selma para estar numa outra música do álbum, na Spring, na Primavera. Mas, depois, comecei a experimentar com a voz, comecei a fazer improvisos e surgiu uma nova peça, que é o Suspiro, que surge como um interlúdio entre a Primavera e o Verão.
És um pianista e compositor muito jovem. Achas que a tua geração considera que a liberdade está garantida?
É difícil perceber exatamente como é que as gerações mais velhas olham para a nossa geração. Eu, pelo menos, tomava essa liberdade como garantida, mas há uns anos percebi que, afinal, não é assim. O 25 de abril é o feriado mais importante de Portugal, de longe. E, por acaso, o álbum que fiz, Pangea, também reverte para esses valores de coletivismo. Neste caso, para combater as alterações climáticas, mas também para defender a democracia. É muito importante lembrar o 25 de abril para sempre e manter os valores da democracia. É um privilégio poder ter esquecido, poder tomar por garantida essas liberdades, mas agora estamos num momento em que essas liberdades estão a ser postas à prova.
Achas que o mundo está cada vez mais individualista e não tanto a pensar no coletivo, como acabas por trazer em Pangea?
Há uma falsa sensação de que estamos todos ligados e as redes sociais trazem essa sensação, mas, na realidade, o que o algoritmo tem feito nos últimos anos é afastar-nos mais e pôr as pessoas em lados diferentes e mais nos extremos.
A música aí pode ter um papel fundamental, na tua opinião?
Acho que sim. Como foi no 25 de abril, muita música foi feita até chegar a essa revolução. Não só a música, mas a arte em geral tem o poder de transmitir uma mensagem muito direta, mas também chegar até à emoção da pessoa e essa combinação é muito poderosa.
Consideras que, atualmente, as pessoas ouvem mais música como música de fundo?
Sim, a atenção das pessoas está mais curta também, por causa das redes sociais e também pelo mundo que está muito rápido. Às vezes, é preciso um momento para relaxar e realmente pensar sobre os temas, pensar sobre coisas que necessitam ser pensadas. A música está em todo lado, isso irrita-me muito. Está nos cafés, bem baixinho, ninguém está a ouvir aquilo. Não sei porquê, se calhar, deixa as pessoas mais confortáveis, se não houver silêncio.
O silêncio incomoda?
O silêncio incomoda, sim, mas na música há muito silêncio. Principalmente na minha, eu acho que o silêncio é fundamental.
É importante refletir sobre o quê? Que temas devem ser mais debatidos na nossa sociedade?
O 25 de abril, o racismo, a desigualdade de género, o imperialismo. Sim, imperialismo, neste momento, 100%. Acho que isso é que faz com que a maior parte das guerras aconteça, que estão a acontecer, guerras e genocídios.
Já nasceste no século XXI. Achavas que irias viver um tempo como o que estamos a viver hoje? É muito esquisito.
É cíclico, não é?
Infelizmente, é cíclico. Era ótimo que não fosse, mas, pelos vistos, é o que está a acontecer. Para mim, é esquisito estarmos a voltar a ter estes conflitos que não fazem sentido. Parece que estamos a regredir.
Falando um pouco deste teu concerto de dia 22, em que vais tocar o Pangea. O que é que as pessoas podem esperar, porque é que deveriam ir ao teu concerto e não podem faltar? Estou muito entusiasmado. Eu estou sempre, mas fico cada vez mais entusiasmado, porque eu e o trio estamos a tocar cada vez melhor e cada vez desfruto mais do concerto. Eu toco com o Joppe e o Jan, que são colegas que conheci na universidade. É uma energia espetacular, eles tocam muito bem. Vai ser um concerto em que metade é música ininterrupta. Há muita improvisação, momentos em que há spoken word, momentos mais de eletrónica, de jazz mais expectável, de rock progressivo e momentos mais melódicos. É um concerto que tem de tudo um pouco da minha essência. Há momentos de piano solo também, em que toco um arranjo que lancei no ano passado dos Verdes Anos, do Carlos Paredes. É um concerto que não está ligado a um único gosto musical.
Se fosses um instrumento, qual serias?
Sem ser o piano, o violoncelo, porque foi o meu primeiro instrumento.
Lisboa ou Roterdão? Lisboa.
Se a tua vida fosse um livro, qual seria? Siddhartha, do Hermann Hesse.
Madrugada ou entardecer? Entardecer.
Canção que protesta ou canção que abraça?
Canção que protesta.
Compor de manhã cedo ou noite dentro? Noite dentro. Acho que muitas pessoas criativas se reveem nisto, porque já não há a expectativa do dia e há uma liberdade nisso.
em 10 respostas
Ver entrevista aqui:
Se só pudesses ouvir uma única música para o resto da tua vida, qual seria? 4´33, do John Cage.
Do que é que tens medo?
Tenho medo de um apocalipse, um apocalipse climático ou nuclear, não sei. Os dois são chatos.
Tens alguma superstição ou ritual antes de entrares em palco?
O ritual é lembrar-me que aquilo que gosto de fazer é tocar e tenho o privilégio de ter pessoas que me vêm ouvir.
Em que dia é que te sentiste verdadeiramente livre?
Sempre me senti livre, por acaso. Desde que era criança, lembro-me disso. A liberdade sempre esteve comigo, o que é um privilégio. Temos de lutar para que isso continue.
GONÇALO RIBEIRO TELLES (1922-2020)
“A PAISAGEM É TUDO”
TEXTO ALEXANDRA FERNANDES
Avisão de certas paisagens aproxima-nos muito da experiência da transcendência. Daí o sublime. Mas isto acontece não por ser obra da natureza, mas por ser uma criação do homem.” –escreveu em 2013.
Deve-se ao arquiteto Francisco Caldeira Cabral, que estudou na Alemanha, a introdução no Curso de Agronomia duma disciplina dedicada à arquitetura paisagista (anos 40 do século XX). Na primeira leva de jovens arquitetos paisagistas surge o nome de Gonçalo Ribeiro Telles, que viria a fundar o primeiro Curso de Arquitetura Paisagista, na Universidade de
Évora, juntamente com outros profissionais, e onde deixou um legado ímpar. A par da paisagem desenvolveu o interesse e a defesa da ecologia, que o levou para o campo da ação política onde colaborou na feitura de decretos-lei que foram, e ainda são, determinantes para a paisagem portuguesa, bem como a definição de uma política pública de ambiente e de paisagem, com legislação fundamental para o ordenamento do território. Devemos-lhe uma política para a Reserva Agrícola e para a Reserva Ecológica Nacional. No âmbito da sua atividade profissional destaca-se o projeto paisagístico dos jardins da
Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, que ainda hoje são inspiradores e uma referência singular. No entanto, esta instituição inicialmente instalada em Oeiras, no Palácio Marquês de Pombal, cujos jardins se encontravam arruinados, contaram uma vez mais com Ribeiro Telles para a apresentação dum plano de intervenção, cujos pormenores estão plasmados nos seus projetos, com minucioso detalhe sobre as plantas a utilizar para cada espaço, bem como a calçada artística e os caminhos a construir, que merecem particular destaque.
No concelho de Oeiras ainda uma outra marca forte - o Bairro de Nova Oeiras, desenvolvido nos finais da década de 50 e início da 60, segundo o conceito da Cidade-jardim, onde planeou e desenhou os espaços verdes, um projeto que ainda hoje se revela atual e que tem sido alvo de estudo e salvaguarda e reabilitação. Não pretendeu criar jardins com um conceito tradicional, mas antes uma paisagem sustentável e natural, como gostava de realçar.
Se estes foram os seus grandes projetos na vila de Oeiras, a sua intervenção aqui foi mais além. Elaborou uma proposta para a valorização da paisagem do vale de Algés, juntamente com o arquiteto Falcão e Cunha, em 1959, que abrangia desde o alto da localidade até ao rio, criticando o que se estava a fazer então e alertando para futuros problemas.
Para Miraflores concebeu um projeto no âmbito do conceito da cidade-jardim, à semelhança de Nova Oeiras, mas que não teria seguimento. Sem dúvida que a sua forma de pensar e planear as nossas cidades alterou conceitos e mentalidades, tendo-se debatido com afinco pelo equilíbrio dos interesses do Homem e da Natureza.
Neste mês de abril (18) em que se celebra o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios , deixamos-lhe uma proposta para visitar os jardins do Palácio Marquês de Pombal, classificados como Monumento Nacional juntamente com o palácio, e ficar a conhecer um jardim modernista desenhado por Ribeiro Telles em articulação com a herança pombalina.
Massa fresca da avó
Localizada no Mercado Municipal de Oeiras, é uma pequena mercearia gourmet dedicada aos sabores autênticos de Itália. A qualidade e a originalidade dos produtos distinguem este espaço onde a tradição italiana ganha vida. Sob a direção da Chef Sabino, alma do projeto, os pratos são preparados e servidos no local com verdadeira mestria. Devido ao espaço ser pequeno aconselha-se que faça reserva.
Onde
Mercado Municipal de Oeiras, loja 8
Horário Terça a sábado, 9h00 às 16h00
Informações tel. 935 843 997 https://sites.google.com/view/massa-fresca-da-avo Preço médio por pessoa entre 35€ a 40€ com degustação
SI GRATUITO
12 ABR
Domingo, 15h00
Onde
Templo da PoesiaParque dos Poetas Oeiras
MAP: MOSTRA DE ARTES DA PALAVRA
ELIMINATÓRIA REGIONAL - OEIRAS
VOZ - O PODER DA PALAVRA: CONCURSO DE ELOQUÊNCIA, ESCRITA E ORATÓRIA *
O evento começa com a eliminatória local, aberta ao público, onde os participantes competem pelo seu lugar na etapa nacional. No encerramento a atriz e poeta Maria Caetano Vilalobos, apresenta um showcase, onde aborda temas como a igualdade de género e a equidade de oportunidades.
CLUBE
DA PALAVRA
#15 "NINGUÉM SABE ONDE ESTÁ” *
Sessão com a presença de Luís Maio, e dedicada ao seu livro “Ninguém Sabe Onde Está” (Abysmo, 2017). Jornalista reconhecido, crítico musical e cronista de viagens, Luís Maio reúne neste volume cinquenta crónicas de viagem que partiram de textos publicados em jornais e revistas especializadas, desde o início do século XXI até aos nossos dias.
CAFÉ DOS POETAS #40
"A POESIA DE NOVA IORQUE" *
18 ABR. Sábado, 18h00
Onde Templo da PoesiaParque dos Poetas Oeiras
Nesta 40.ª edição, atravessamos o Atlântico para explorar a cartografia poética da metrópole que nunca dorme. Uma noite de partilha e descoberta com as convidadas Raquel Nobre Guerra, Margarida Vale de Gato e Emília Gomes da Costa (Associação Luchapa), sob a moderação de Nuno Miguel Guedes. A atmosfera musical desta viagem transatlântica será criada por Nuno Faria.
29 ABR. Quarta, 21h30
Onde Templo da Poesia - Parque dos Poetas Oeiras
SI: Sujeito a inscrição.
GRUPO DE LEITORES
Leituras de excertos e apreciação de obras, por um grupo de leitores previamente inscritos e moderada por um técnico da biblioteca.
6 E 13 ABR.
Terça, 18h00
Biblioteca Municipal de Oeiras
A CIDADE DE ULISSES
de Teolinda Gersão
11 ABR.
Sábado , 11h00
Livraria Municipal Verney. Oeiras
ALEXIS OU O TRATADO DO VÃO COMBATE
SI GRATUITO
13 ABR.
Segunda, 18h30
Biblioteca Municipal de Carnaxide
de Marguerite Yourcenar
OBRA DE MARIO VARGAS LLOSA
15 ABR.
Quarta, 18h30
Biblioteca Municipal de Algés
NA MEDIDA DO IMPOSSÍVEL
de Tiago Rodrigues
Com moderação da escritora Susana Moreira Marques.
Livraria Municipal Verney: tel. 214 408 329, maria.rijo@oeiras.pt
CAFÉ COM LETRAS COM
JOSÉ EDUARDO AGUALUSA
José Eduardo Agualusa é o escritor convidado de mais uma sessão do Café com Letras com moderação de José Mário Silva. José Eduardo Agualusa nasceu no Huambo, Angola, em 1960. Estudou Agronomia e Silvicultura. Viveu em Lisboa, Luanda, Rio de Janeiro, Berlim e, atualmente, divide o seu tempo entre Lisboa e a Ilha de Moçambique. Os seus romances têm sido distinguidos com os mais prestigiados prémios nacionais e estrangeiros - “O Vendedor de Passados” ganhou o Independent, em 2004, e “Teoria Geral do Esquecimento” foi finalista do Man
SESSÃO DE POESIA:
Booker, em 2016, e vencedor do Dublin Literary Award. Toda a sua obra literária está publicada na Quetzal. Os seus mais recentes livros são o romance “Mestre dos Batuques” (2024) e a recolha de contos “Quero Ser os Teus Domingos” (2025).
17 ABR.
Sexta, 21h00 Onde
Biblioteca Municipal de Oeiras
BOCAGE SEM FILTROS
Serão declamados sonetos, poemas de temática amorosa, poesias eróticas e excertos das Cartas de Olinda e Alzira (considerado o primeiro manifesto feminista português). No final, microfone aberto sobre a poesia de Bocage. Coordenação de José Mendonça.
Informações
tel. 210 977 430, josefina.melo@oeiras.pt
15 ABR.
Quarta, 18h00
Livraria Municipal Verney . Oeiras
Informações
tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt
Entrada livre, sujeita à capacidade da sala. Onde
EL: Entrada livre sujeita à lotação. SI: Sujeito a inscrição.
EL GRATUITO
EL GRATUITO
CLUBE DO LIVRO
SILENCIOSO
Durante 1 hora, cada um lê o seu livro em silêncio e, no final, quem o desejar, pode ou não trocar ideias e pensamentos sobre o que se encontra a ler, num período de 15 a 30 minutos. O que se pretende é que se desfrute de livros e amigos, sendo que todos os leitores são bem-vindos. São aceites e-books, audiolivros, livros didáticos, BD, etc.
18 ABR.
Sábado, 11h00
Onde
Livraria Municipal Verney. Oeiras
Informações e inscrições
tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt
GRUPO DE LEITORES MINISTÉRIO DOS LIVROS
O Ministério dos Livros é um grupo de leitores para quem gosta de partilhar ideias e opiniões sobre livros, especialmente de géneros como o policial e o thriller, a fantasia e até o terror. Também partilhamos sugestões de leitura e participamos em quizes. As sessões são na última segunda-feira do mês, presencialmente na Biblioteca Municipal de Carnaxide e online no canal do Discord. Em abril, discutimos o livro “História de uma Serva” de Margaret Atwood.
27 ABR. Segunda, 18h00
Onde
Biblioteca Municipal de Carnaxide e online na plataforma Discord.
Informações e inscrições tel. 210 977 340, ana.cruz@oeiras.pt EL GRATUITO
APRESENTAÇÃO
de António de Castro Caeiro
Este livro propõe-se reconstituir o que nos acontece quando sentimos. Começa pelo espanto inaugural que nos retira do normal quotidiano. Passa às experiências que nos «atiram para fora de nós»: o desejo e a ira. Depois, pergunta de onde nos chegam as saudades do passado vivido e do que nunca vivemos, e por que motivo há tanta melancolia. Mas também nos quer aproximar do sublime, da ânsia de liberdade, da possibilidade de sermos suscetíveis de amor. Chega por fim à esperança enquanto «possibilitante», sobretudo nestes tempos de descontentamento.
18 ABR.
Sábado, 17h00
Informações
Onde
Templo da PoesiaParque dos Poetas
tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt
LANÇAMENTO DA NOVELA GRÁFICA
“UM
QUADRADO DE CÉU”,
de Susana Moreira Marques e Joana Afonso
Esta novela gráfica, com chancela Os Livros de Oeiras, resgata as memórias de pessoas que lutaram contra a ditadura e que foram presas por isso. Um livro onde se regressa aos muros de Caxias, uma das principais prisões políticas do Estado Novo, para interrogar o modo como olhamos para um passado violento de repressão, e repensar a nossa - sempre frágil - liberdade. Para não esquecer. Moderação de José Mário Silva.
30 ABR. Quinta, 21h30
Informações luisa.santos@oeiras.pt
Onde
Templo da PoesiaParque dos Poetas
EL GRATUITO
Um programa cultural sediado no Centro Cultural de Barcarena, que resulta de uma parceria entre a Rede de Bibliotecas Municipais de Oeiras, o Município de Oeiras e a Associação Cultural A Palavra.
Centro Cultural de Barcarena, Rua dos Pescadores . Barcarena
SLAM BARCARENA *
SI GRATUITO
(*) Mediante inscrições. Informações e inscrições www.arcabarcarena.com
Um campeonato de poesia viva, dividido em 3 rondas, onde cada participante traz os seus versos. Sem adereços, apenas o texto e a performance até 3 minutos.
11 ABR.
Sábado, 21h30
ARCA SUN7 *
Cruzando a batida eletrónica com a força da palavra dita, este evento celebra o encontro entre a música e a poesia num ambiente descontraído. A sessão será conduzida pelas paisagens sonoras do DJ ALGO, que nos traz as texturas quentes do jazz, da soul e do lo-fi, que servirão de base para as intervenções poéticas de Maria do Mar e Maria Costa.
18 ABR.
Sábado, 17h00 às 20h00
OPEN CALL CONCURSO LITERÁRIO DE CONTOS
CURTOS “ESCREVER NO ESCURO” *
Um convite para autores residentes em Portugal, maiores de 18 anos, enviarem os seus contos curtos, sobre o tema "Portugal na Europa”. O prémio para o vencedor é de 500€ e serão selecionados 13 contos para edição numa coletânea com a chancela Cidade Nua.
SI GRATUITO
QUIZ LITERÁRIO
Venha colocar à prova, com muito humor e boa disposição, os seus conhecimentos sobre livros, escritores, prémios literários, e outras curiosidades do mundo da literatura.
Nota: prémio surpresa para todos os participantes.
Onde
Biblioteca Municipal de Oeiras 10 ABR. Sexta, 21h00
Informações e inscrições tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt
EL: Entrada livre sujeita à lotação. SI: Sujeito a inscrição.
5ª FEIRA
CULTURAL
do Centro Cultural de Oeiras
Sessão dinamizada pelo grupo “Cantares e Poesia” do Centro Cultural de Oeiras.
9 ABR.
Quinta, 15h00
Onde
Livraria Municipal Verney. Oeiras
Informações
tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt
COM AUTORES
TERTÚLIA ATENÇÃO AOS OUTROS
Homenagem póstuma a dois artistas plásticos que deixaram a sua marca no concelho de Oeiras: Francisco Simões e Neves e Sousa. Com coordenação de Manuel Barão da Cunha.
Quarta, 14h30
Informações
Onde Livraria Municipal Verney
tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt Entrada livre, sujeita à capacidade da sala.
Espaço de conversa sobre obras literárias, artísticas ou científicas com os seus criadores, estudiosos ou divulgadores. Ou sobre temas de interesse para a comunidade.
CARLOS ALMEIDA RIBEIRO
16 ABR.
Onde
Biblioteca Operária OeirenseRua Cândido dos Reis, 119. Oeiras
RAQUEL VARELA MARTINS GUERREIRO
Informações
tel. 962 050 304 (segunda a sexta, 15h00 às 19h00) M/12 anos. Entrada livre, sujeita à lotação da sala.
EM REVISTA
Seguida de conferência.
REMBRANDT
Com Fernando Catarino, botânico e professor na FCUL de muitas gerações de docentes e investigadores, e Margarida Meireles, docente na FCUL e doutorada em virologia.
Terça, 18h00
Onde
Segunda, 21h15 21 ABR.
Auditório do Templo da Poesia . Parque dos Poetas
Onde
Biblioteca Operária Oeirense, Rua Cândido dos Reis, 119 . Oeiras Entrada gratuita, limitada aos lugares disponíveis.
CLÁSSICOS EM OEIRAS
COM ORQUESTRA DE CÂMARA DE CASCAIS E OEIRAS
CONCERTO DE PÁSCOA
O Concerto de Páscoa da OCCO apresenta o célebre Stabat Mater de Pergolesi, descrito por J. J. Rousseau como “o mais perfeito e tocante dueto alguma vez escrito”. O programa inclui ainda uma das mais belas melodias da Paixão segundo São Mateus de J. S. Bach e uma sonata de Georg Muffat, compositor e organista que desempenhou um papel importante no intercâmbio musical europeu do período barroco.
Com Carla Frias (soprano), Carolina Figueiredo (meso soprano) e a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, dirigida pelo maestro Nikolay Lalov.
G. Muffat - Sonata II de Tributo Harmónico
J. S. Bach - Erbarme dich, mein Gott da Mateus Passion, BWV 244
G. Pergolesi - Stabat Mater
11 ABR.
Sábado, 16h00
Onde
Igreja da Sagrada Família de Paço de Arcos
Entrada gratuita, limitada aos lugares disponíveis.
Informações
tel. 214 40 8565, carlos.pinto@oeiras.pt
RECITAL “CASCAIS WIND QUINTET”
O Quinteto de Solistas de Madeira da OCCO apresenta obras de vários estilos e épocas. De Henri Tomasi, escutamos um arranjo baseado numa obra originalmente escrita para orquestra de câmara. E Cambini, associado à Paris setecentista e à figura de Mozart, surge aqui com uma obra representativa do período clássico. O programa inclui ainda Klughardt, compositor e maestro alemão quase esquecido, e termina com uma peça de Nino Rota. Com solistas da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras.
G. Cambini - Quinteto de sopros Nº1 in B flat Majo
A. Klughardt - Quinteto de sopros op. 79 em Dó Maior
H. Tomasi - Five Danses Profanes et Sacrees
N. Rota - Petite Offrande Musicale for Wind Quintet
25 ABR.
Sábado, 18h00
Onde
Auditório Municipal Maestro César Batalha . Oeiras
Bilhetes à venda nos postos municipais e Ticketline 5€
Aconselhado para maiores de 6 anos. Interdito a menores de 3 anos.
CONCERTO DE PÁSCOA DA JOP
A Jovem Orquestra Portuguesa celebra a Páscoa numa viagem musical através dos séculos. Desde a magia enigmática de György
Kurtág (que comemora o seu centenário) à doçura melancólica da música vocal de John Dowland (1563-1626), celebra-se a natureza e a vastidão lírica de Dvořák e Smetana, evocando a pureza das florestas boémias e do rio
Vltava. Da beleza avassaladora de Tchaikovsky, que retrata o amor e o destino numa fantasia orquestral inspirada em Shakespeare, ao mistério existencial de Charles Ives. Com Inês Dourado (violoncelo) e a Jovem Orquestra Portuguesa, dirigida pelo maestro Pedro Carneiro.
Onde
Salão Paroquial de Nova Oeiras 10 ABR. Sexta, 20h00
Informações
Entrada livre, sujeita à lotação da sala. M/6 anos.
CONCERTOS COMENTADOS CICLO DE CONCERTOS
CAMERATA ATLÂNTICA
O programa deste concerto reúne duas obras de grande força e sensibilidade: a Suíte de Tango do compositor português Sérgio Azevedo, que percorre a intensidade, a nostalgia e a vitalidade desse género rio-platense, e a Suíte Libertadores do venezuelano Efraín Oscher, uma homenagem aos heróis que forjaram a independência da América, com ritmos e cores que evocam a diversidade cultural da região. Um repertório vibrante que nos conduz pelas diferentes paisagens musicais da América Latina, onde cada movimento é um encontro com a memória, a identidade e o espírito dos nossos povos. Com Camerata Atlântica e Ana Beatriz Manzanilla (violino e direção).
Informações dca@oeiras.pt
MÚSICA DO TEMPO DE MARQUÊS DE POMBAL
Com Mariana Moita (violino) e Mariana Soares (piano) que interpretam obras de J. S. Bach, A. Corelli e G. F. Haendel.
12 ABR. Domingo, 17h00
Onde Auditório Municipal Maestro César Batalha 11 ABR. Sábado, 18h00
Onde
Auditório da Escola Secundária Luís de Freitas Branco. Paço de Arcos
Informações
Entrada livre, sujeita à lotação da sala, com distribuição de senhas a partir das 16h00 M/6 anos.
SOAM AS GUITARRAS
A 10ª edição do Soam as Guitarras regressa a Oeiras em 2026 para celebrar a riqueza e diversidade da guitarra em várias linguagens musicais. O Auditório Municipal Ruy de Carvalho recebe, entre 9 e 11 de abril, uma programação de excelência que inclui a homenagem ao mestre António Chainho, com direção musical de Ciro Bertini e a participação de Tiago Oliveira, José Manuel Neto, Pedro Jóia e Marta Pereira da Costa. O cartaz de abril conta ainda com atuações de Tó Trips com os Fake Latinos e de Silvestre Fonseca. A 14, 15 e 16 de maio, o festival abre novas possibilidades com mistura única de ritmos mundiais, influências da música popular portuguesa e uma sonoridade contemporânea dos Expresso Transatlântico, a riqueza sonora das cordas portuguesas e a capacidade de reinventar a tradição de Júlio Pereira e o encontro muito especial entre a guitarra de Manuel de Oliveira e a voz de Selma Uamusse.
O encerramento acontece na Fábrica da Pólvora de Barcarena, com dois concertos muito aguardados: Manel Cruz + Peixe, a 22 de maio, e Diogo Piçarra, a 23 de maio, num final que promete celebrar a guitarra em todas as suas formas.
CONCERTO
ZECA MEDEIROS
Um espetáculo que assinala o 25 de Abril, com temas que dialogam com esse espírito e que homenageiam figuras maiores da música de intervenção, como José Afonso.
Zeca Medeiros é um músico, compositor, ator e realizador, criador de universos poéticos singulares, é também um dos mais relevantes embaixadores da cultura açoriana contemporânea, integrando na sua escrita e na sua música o imaginário do Atlântico, das ilhas e das viagens.
Com Filipa Pais (voz), Jorge A. Silva (piano), Gil Alves (sopros e percussão) e Rogério Cardoso Pires (guitarra).
9, 10 E 11 ABR.
Quinta, sexta e sábado, 21h30
Onde
Auditório Municipal Ruy de Carvalho . Carnaxide
Bilhetes à venda nos postos municipais e Ticketline
Soam as Guitarras para o mestre
António Chainho 12,50€ plateia, 10€ balcão
Tó Trips & Fake Latinos 12,50€ plateia, 10€ balcão
tel. 214 430 799, 214 408 582/24, paulo.afonso@oeiras.pt Bilhetes à venda nos postos municipais e Ticketline 10€ plateia e balcão
CORDAS EM CONCERTO
Integrado na comemoração dos 160 anos da Sociedade Filarmónica Fraternidade de Carnaxide, uma viagem sonora pelos grandes clássicos intemporais, revelados pela riqueza tímbrica da guitarra, do violino e da harpa. Com a guitarrista ucraniana Mariia Morozova, a participação da harpista Salomé Matos e diversos convidados, este concerto promete uma experiência envolvente, íntima e memorável.
18 ABR.
Sábado, 21h30
Onde
Sociedade
Filarmónica
Fraternidade de Carnaxide
Informações
tel. 961 721 335, geral@sffc.pt
Bilhetes 5€
CONCERTOS DE MÁXIMO TRIO, GISELA JOÃO E SÉRGIO GODINHO
GRATUITO
Nas comemorações dos 52 anos do 25 de Abril em Oeiras, três concertos percorrem diferentes formas de pensar e sentir a liberdade através da música. Máximo apresenta PANGEA, um projeto de piano e artes visuais. Gisela João sobe ao palco com o concerto INQUIETA, construído a partir de temas emblemáticos do cancioneiro de intervenção. Já Sérgio Godinho apresenta LIBERDADE25, convocando canções que continuam a afirmar a liberdade como valor central.
MÁXIMO APRESENTA PANGEA
22 ABR. Quarta, 21h30
Onde
Auditório Municipal Ruy de Carvalho . Carnaxide
CONCERTO DE MÚSICA LIGEIRA PELO GRUPO
GISELA JOÃO
24 ABR. Sexta, 21h30
Informações
SÉRGIO GODINHO
25 ABR. Sábado, 21h30
Entrada gratuita, limitada à lotação da sala. Distribuição de senhas, 2/pessoa, na bilheteira do Auditório, no dia do concerto, a partir das 19h00 até esgotarem..
CONCERTO
CORO COMUNITÁRIO “A CAPELA E O POVO” OS GRISALHOS
Um grupo constituído por Fernando Teixeira, Luís Álvares e Manuel Valle Domingues, num concerto inserido no projeto "Abraço com Música".
11 ABR.
Sábado, 15h00
Onde
Livraria Municipal Verney . Oeiras
Informações
tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt
Entrada livre, sujeita à capacidade da sala.
HOT AIR BALLON
Os Hot Air Ballon sobem ao palco do Taguspark para proporcionar um espetáculo profundamente intimista. O duo composto por Sarah Jane Burke (voz) e Tiago Machado (guitarra) protagoniza este momento, marcado pela cumplicidade, honestidade emocional e por uma rara capacidade de criar pontes entre culturas, fundindo influências folk, indie e pop.
22 ABR.
Quarta, 20h00
Onde
Auditório Taguspark
Bilhetes à venda 15€ www.bol.pt
O Coro Comunitário de Oeiras, criado no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, tem o último ensaio marcado para 22 de abril e a apresentação pública no dia 23 de abril onde reunirá participantes de diferentes idades e percursos, unidos pela música e pela celebração da democracia.
22 ABR. ENSAIO GERAL
Quarta, 20h00 às 23h00, local a indicar
23 ABR. APRESENTAÇÃO PÚBLICA
Quinta, hora e local a indicar
Informações dca@oeiras.pt
Arlindo Camacho
Manuel Abelho
CENTRO INTERNACIONAL DE FLAMENCO JESÚS ORTEGA
Uma exortação à força da mulher, um manifesto revelado através do flamenco, onde o corpo se torna voz e o ritmo afirma identidade. Três bailaoras revelam diferentes expressões da feminilidade flamenca, cruzando tradição e contemporaneidade num diálogo que celebra e reinventa esta arte. Em cada gesto há herança; em cada sapateado, resistência; em cada movimento, a
2 ABR. Quinta, 21h30
afirmação de uma presença que atravessa gerações. O palco torna-se território de afirmação.
As bailaoras serão acompanhadas, nas palmas e no cante, por Manuel Pajares e José Gomes “Fefo”, e na guitarra por José Ángel Castilla. Direção e coreografia de Jesús Ortega, bailaor e diretor do Centro Internacional de Flamenco Jesús Ortega.
Onde
Tenda da Cascata - Jardins do Palácio Marquês de Pombal . Oeiras
Informações
tel. 214 408 547, maria.gil@oeiras.pt M/6 anos.
Bilhetes à venda nos espaços municipais e Ticketline 12€
AS CRIADAS # GENET + REGO
Uma performance que tem como inspiração o texto de Jean Genet e a obra de Paula Rego, com criação artística da Musgo Produção Cultural e que explora temas como o poder, a (in)submissão e a identidade feminina. A performance resulta desse fluxo criativo que junta dramaturgo, pintora e actrizes. Depois das apresentações seguir-se-á uma conversa aberta com o elenco.
Informações
tel. 214 111 400, 214 408 288
Entrada gratuita, sujeita à lotação da sala.
Onde Sala Multiusos Palácio Anjos. Algés 10 E 11 ABR. Sexta e sábado, 21h30
WORKSHOP DE DESENHO VIVO
Após uma breve orientação sobre o desenho de modelo, uma das atrizes de “As Criadas” é convidada a representar personagens que poderiam aparecer numa pintura de Paula Rego, através de “quadros vivos” que servirão de modelos aos participantes. Dirigido por Paula Hespanha.
ORIGENS
Ciranda Companhia De Dança
12 ABR.
Domingo, 14h30 às 17h30
Onde
Sala Multiusos Palácio Anjos. Algés
Informações cristina.amaro@oeiras.pt
Um espetáculo que convida o público a viajar pelo património cultural português, desta vez o transmontano, quer através das danças e cantares na sua forma original, quer pela exploração das suas raízes, na linguagem da dança contemporânea. Em 2025, a Ciranda CD iniciou uma nova etapa, sendo agora composta por jovens bailarinos formados “em casa”, no Estúdio de Dança de Carnaxide, instituição com 23 anos dedicados à formação de crianças e jovens nas áreas da dança e teatro.
29 ABR. Quarta, 21h30
Onde Auditório Municipal Ruy de Carvalho. Carnaxide
Informações
tel. 214 408 547, maria.gil@oeiras.pt M/6 anos.
Bilhetes Bilhetes à venda nos espaços municipais e Ticketline 7,5€ plateia, 6€ balcão
Pedro Francisco
DUAS MÃOS
10 ABR.
A 2 MAI.
Sextas e sábados, 21h30
Onde
Auditório do Teatro Independente de Oeiras. Santo Amaro de Oeiras
Escrita pelas actrizes e comediantes brasileiras Ingrid Guimarães e Carol Machado, o espetáculo é inspirado na admiração pelas próprias avós e pesquisas sobre a terceira idade. Uma comédia leve e sensível que retracta o quotidiano de pessoas idosas, abordando temas como a solidão e a falta de atenção dos familiares. Encenação e adaptação de Roberto Bomtempo.
Bilhetes
Bilhetes à venda na Ticketline 15€ a 18€
TRAIR E COÇAR É SÓ COMEÇAR
Três casais, uma empregada e muitas frases fora de contexto levam a zero calma e imaginação a mais… a receita perfeita para o desastre. Uma comédia de enganos, suspeitas e confusões em efeito dominó, onde ninguém percebe nada… mas toda a gente tem a certeza de tudo. O resultado? Ritmo louco, situações cada vez mais improváveis e gargalhadas garantidas do princípio ao fim. Uma peça do dramaturgo brasileiro Marcos Caruso, com encenação de Pedro Miguel Silva. Pelo Intervalo Grupo de Teatro.
ATÉ 27 JUN.
Sextas e sábados, 21h30
Onde
Auditório Municipal Lourdes Norberto. Linda-a-Velha
Informações
tel. 968 431 100
Não há espetáculo nos dias 3 e 4 de abril, devido à Páscoa.
M/12 anos. Bilhetes 5€
CICLO
“CINEMA DO SÉC. XXI”
TERÇAS 15H30
DOMINGO 15H30
Onde
Auditório Municipal Maestro César Batalha, Oeiras *
Onde
Auditório Municipal José de Castro, Paço de Arcos **
O cinema do século XXI vive uma profunda transformação, marcada pela globalização, pela revolução digital e por novas formas de produção, distribuição e consumo. Este ciclo propõe uma reflexão sobre o cinema contemporâneo, explorando novas linguagens, autores e os desafios colocados pelas plataformas digitais, pela tecnologia e pelas mudanças culturais, procurando compreender o cinema que se faz hoje e o seu futuro.
EL* GRATUITO
Callas, a Diva
7 ABR.* BANDIDOS (Bandits)
Comédia / Crime, 2001, EUA; de Barry Levinson; com Bruce Willis, Cate Blanchett, Billy Bob Thornton; 121 min.; M/12 anos.
14 ABR.* CULPA HUMANA
(The Human Stain)
Drama / Mistério, 2003, EUA; de Robert Benton; com Anthony Hopkins, Nicole Kidman, Ed Harris; 103 min.; M/12 anos.
21 ABR.*
O FABULOSO DESTINO DE AMÉLIE
(Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain)
Comédia / Romance, 2001, França; de Jean-Pierre Jeunet; com Audrey Tautou, Mathieu Kassovitz, Rufus; 117 min.; M/12 anos.
26 ABR.** CALLAS, A DIVA
(Callas Forever)
Biográfico / Drama, 2002, Itália; de Franco Zeffirelli; com Fanny Ardant, Jeremy Irons, Joan Plowright; 105 min.; M/12 anos.
28 ABR.**
A
RAINHA (The Queen)
Biográfico / Drama, 2006, Reino Unido; de Stephen Frears; com Helen Mirren, Michael Sheen, James Cromwell; 98 min.; M/12 anos.
Entrada gratuita, de acordo com a classificação etária e limitada aos lugares disponíveis. Entrega de senhas a partir das 15h00. Máximo 2 por pessoa e válidas até ao início da sessão. Não se efetuam reservas. Não é permitida a entrada após o início da sessão. Programa sujeito a alterações.
A história passa-se em Roma, no ano de 1938. Marcello (Jean-Louis Trintignant) trabalha para Benito Mussollini e apaixona-se por Giulia (Stefania Sandrelli), uma linda e fútil mulher. Ele almeja simplesmente uma vida normal e na busca por esse objetivo, revela o seu conformismo. A direção madura de Bertolucci conduz-nos através da pela de Marcello, recorrendo a flashbacks para mostrar toda sua complexidade. O Conformista deu a Bertolucci a sua primeira nomeação para o Óscar, no caso, de melhor argumento adaptado.
Ao longo deste ciclo, iremos abordar grandes obras literárias que adquirem nova expressão através da imagem, do som e da interpretação cinematográfica. Mais do que meras adaptações, os filmes oferecem leituras renovadas de narrativas já conhecidas, ao mesmo tempo que incentivam a descoberta de obras literárias porventura ainda não exploradas. Cada sessão constitui, assim, uma oportunidade para analisar personagens, emoções e temas de carácter universal, num diálogo contínuo entre a palavra escrita e a linguagem visual.
Antecedido de conversa entre Pedro Mexia e José Maria Silva.
Os indivíduos e movimentos sociais empenhados na resistência ao regime desafiaram as formas convencionais de ver e agir da sua época através de múltiplas ações em múltiplos contextos. Nesta exposição mostram-se 42 pessoas que conheceram a prisão de Caxias porque reagiram a uma sociedade desigual e repressiva, tentando ações de solidariedade e de protesto. Ações normais de cidadania numa sociedade democrática, mas perigosas numa ditadura. Fizeram-no apesar da repressão violenta da liberdade e pagaram com a
ATÉ 25 ABR.
Terça a sábado, 11h00 às 17h00
ATIVIDADES PARALELAS
EL GRATUITO
Onde
prisão e tortura pelas suas atividades. Mas foram construindo as condições que eclodiram na revolução de 25 de Abril. Hoje ao celebrar-se a vitória, é necessário resgatar a memória da resistência, da luta. Restam destes dias histórias de vida que importa reconhecer publicamente. Esta iniciativa tenciona devolver a narrativa aos seus protagonistas, num esforço coletivo de exposição e passagem de conhecimento entre gerações.
Palácio Egipto. Oeiras
Encontros à quinta * Visitas guiadas *
Sexta e última sessão do ciclo Conversas sobre Resistência e Liberdade, cujo tema será a “Narrativa histórica e jornalística”, com Irene Pimentel e Glória Ramalho. Moderação do jornalista Mário Galego.
23 ABR.
Quinta, 21h00 visita à exposição 21h30 conversa na Livraria Verney
Informações e inscrições
Loja Palácio do Egipto tel. 214 408 781, ccpegipto@oeiras.pt
Nesta exposição apresentam-se testemunhos de ex-presos políticos da prisão de Caxias, recolhidos a partir de 42 entrevistas. Através de sons, imagens e palavras, emergem memórias de resistência, de coragem, esperança e amor.
25 ABR.
Sábado, 15h00
(*) Mediante inscrições.
Esta exposição revela o melhor de cada categoria criativa, obras escolhidas pelo próprio artista - que também é escritor, professor de arte e sociólogo.
4 E 7 A 11 ABR.
9h00 às 13h00 (dias 4, 7, 8 e 9) e 9h00 às 17h00 (dias 10 e 11)
Onde Mercado Municipal de Paço de Arcos
EXPOSIÇÃO DE FRANCISCO CAPELO "MOSTRA DE ARTES"
GRAÇA MORAIS. UMA ANTOLOGIA
Apresentando mais de 170 obras de desenho, pintura e fotografia, a exposição "Graça Morais. Uma Antologia", oferece uma visão ampla da obra da artista, apresentando os temas centrais da sua criação desde a década de 1980 até ao presente: a relação com a terra e os seus frutos, as mulheres, a caça, a memória do lugar como espaço de cultura e, nos anos mais recentes, a atenção dada às metamorfoses do ser humano, enquanto vítima e algoz, cuidador e agressor. Integrando trabalhos recentes, tal como o desenho preparatório do painel de homenagem aos presos políticos da prisão de Caxias, esta exposição revela também a importante incursão da artista pelo domínio da fotografia, como registo/arquivo e como ponto de partida para o trabalho de desenho e pintura.
Na sua carreira de mais de meio século, Graça Morais tem demonstrado uma rigorosa atenção ao mundo. Partindo do seu espaço geográfico e cultural de origem, uma aldeia transmontana, expandiu-se em vivência fundadora do que é significativo e essencial. Tal atenção tem-nos oferecido imagens analíticas e emotivas, em que bom e mau, escuridão e luz, belo e feio se interpenetram, revelando empatia e humanismo. Não há distância, nem estranheza quanto ao outro: ele é parte de nós.
Curadoria de António Meireles e Emília Ferreira.
ATÉ
16 AGO.
Terça a domingo, 11h00 às 18h00 (última entrada 17h30)
Palácio Anjos. Algés
Informações
tel. 214 111 400/3, 913 016 495, panjos@oeiras.pt Onde
Encerra às segundas, feriados e tolerâncias de ponto. Bilhetes à venda na Tickteline e Palácio Anjos, bilhetes a 2€ com descontos aplicáveis.
Graça Morais 20 de Janeiro de 2017, 2017, acrílico, carvão e pastel sobre tela, 199 x 340 cm
PROGRAMAÇÃO SERVIÇO EDUCATIVO
Visita guiada com os curadores
Para adultos
ATIVIDADES PARALELAS ÀS EXPOSIÇOES
Valor de entrada na exposição, preço base 2€ com descontos aplicáveis.
18 ABR.
Sábado, 15h00
Visita oficina a minha, a tua ou as nossas memórias?
Dinamizado por Apigmenta, para famílias com crianças dos 8 aos 13 anos.
18 ABR.
Sábado, 11h00 Gratuito.
Visitas orientadas para grupos escolares
Dinamizadas por Revoada. A programação escolar é desenvolvida de forma a proporcionar visitas específicas para cada ciclo de estudos. As escolas públicas do concelho de Oeiras deverão fazer as marcações na plataforma Oeiras Educa, www.oeiraseduca.pt.
Para as restantes escolas, visitas às quartas 10h00, marcações para se.panjos@oeiras.pt.
Visitas guiadas Graça Morais: o tempo, a terra e o olhar
Dinamizado por Apigmenta, para adultos
11 ABR.
Sábado, 15h00
Para público geral
14 E 28 ABR.
Terça, 14h30 grupos organizados
Valor de entrada na exposição, preço base 2€ com descontos aplicáveis.
Visita-oficina habitantes do imaginário
Dinamizado por Apigmenta, para famílias com crianças dos 4 aos 7 anos
19 ABR.
Domingo, 11h00 Gratuito.
RECITAL DE CANTO E PIANO QUE NOS IMPORTA MORRER SE NÃO MORRERMOS DE RASTOS
Partindo de poemas de Camões, Fernando Pessoa, Armindo Rodrigues, José Gomes Ferreira e Carlos de Oliveira, o programa reúne canções de Luís de Freitas Branco e Fernando Lopes- Graça, compositor que foi preso político em Caxias em 1936, sublinhando a memória da resistência e da luta pela liberdade. Integrado na programação em torno da exposição de Graça Morais e da apresentação do painel em homenagem aos Presos Políticos da prisão de Caxias, patente no Palácio Anjos, este recital propõe um encontro intenso entre poesia, música e memória histórica, convocando o público a refletir sobre a atualidade destes temas.
23 ABR.
Quinta, 19h00
Informações
Bilhetes à venda no Palácio Anjos, nos espaços municipais e Ticketline 10€
EL: Entrada livre sujeita à lotação.
Com Susana Gaspar (soprano) e Nuno Vieira de Almeida (piano)
PROJETO MUSEU DO BAIRRO - 5ª EDIÇÃO
NÓS ESTAMOS AQUI: OEIRAS
PELAS LENTES DE QUEM A VIVE
Através da fotografia participativa, 133 estudantes das Escolas Secundárias Santana Castilho e Amélia Rey Colaço revelam o seu olhar sobre o território, o património e o futuro da sua comunidade. Um projeto de cidadania ativa, promovido pela 4Change em parceria com o programa Oeiras Educa+, que convida a (re)descobrir o "Bairro" como espaço de investigação artística e transformação social.
30 ABR.
A 1 JUN.
Todos os dias, 9h00 às 22h00
Onde Jardins do Palácio dos Aciprestes Fundação Marquês de Pombal . Linda-a-Velha
Informações museudobairro@4change.org
A PORTUGUESA QUE AMA O INSETO
ARTIFICIAL
Um projeto artístico de Tiago Cutileiro, que relata a história de uma mulher portuguesa que se apaixona por um inseto artificial, demonstrando como um encontro improvável pode dar origem a um diálogo entre duas formas de criação opostas: o gesto humano e o algoritmo computacional.
ATÉ 3 JUN. 9h00 às 20h00
Onde Núcleo Central do Taguspark
INAUGURAÇÃO
30 ABR.
Quinta / 10h30
Entrada Livre
EXPOSIÇÃO COLETIVA MESCLA VI - MOSTRA
ARTÍSTICA VERNEY
EL GRATUITO
Um verdadeiro festival de criatividade e diversidade, onde diferentes formas de arte se encontram e se entrelaçam. O lugar perfeito para quem concebe a arte como expressão, troca de ideias e experiências.
ATÉ 23 MAI.
Segunda a sexta, 9h00 às 17h00 / Sábados, 10h00 às 17h00 Encerra domingos e feriados.
PROGRAMA DE VISITAS AOS JARDINS DO PALÁCIO MARQUÊS DE POMBAL
O programa oferece várias formas únicas de explorar este importante património do nosso concelho: as visitas orientadas para quem deseja conhecer mais sobre a história e uma visita encenada que promete uma verdadeira viagem no tempo.
VISITA ORIENTADA AO LAGAR DE AZEITE
O Engenho do Azeite - Sustentabilidade e tecnologia no tempo do Marquês
DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS
No Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, convite para descobrir o Lagar de Azeite do Palácio Marquês de Pombal, Monumento Nacional desde 1940. Este núcleo museológico preserva a memória da produção oleícola setecentista, permitindo percorrer as zonas de esmagamento, moagem (com a sua atafona em madeira e engenho de galgas) e a área de prensagem e decantação. Mais do que uma lição sobre o funcionamento destes engenhos, a visita oferece uma contextualização etnológica e histórica, destacando a natureza erudita desta tecnologia, as origens da indústria em Portugal e a realidade portuguesa contemporânea do Marquês de Pombal, 1º Conde de Oeiras. Para maiores de 6 anos, jovens e adultos.
Informações
18 ABR.
Sábado, 11h00 às 12h00
tel. 214 408 529, 214 408 303, servicoeducativo.palacio@oeiras.pt Bilhetes à venda 2€ nos espaços municipais e Ticketline
DIA MUNDIAL DA ATIVIDADE FÍSICA
Nesta data simbólica, o Município convida todos os munícipes a dar um passo pela sua saúde, integrando a atividade física no seu dia a dia - seja através de uma caminhada, de um passeio de bicicleta, de uma aula desportiva ou da prática da sua modalidade favorita. Neste dia, a frente ribeirinha de Lisboa, Oeiras e Cascais vai estar encerrada ao trânsito, incentivando a população a sair à rua para praticar exercício físico, conviver e admirar a beleza da paisagem à beira-rio.
12 ABR. Domingo, 9h30 às 13h00
Onde Avenida Marginal Alcântara a São Pedro do Estoril
TROFÉU CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS CORRIDAS DAS LOCALIDADES
Um projeto de atletismo pioneiro e histórico no panorama nacional. Na edição passada, contou com 8600 participantes e com uma média de 800 atletas por prova. Tem por objetivo a generalização da prática desportiva através da corrida, sendo uma competição municipal com 11 provas, abertas a todos.
Informações e inscrições (gratuitas) https://trofeu.oeiras.pt
SI GRATUITO
GP LECEIA GP CAXIAS GP QUELUZ DE BAIXO
11 ABR.
Sábado, 9h30
19 ABR. Domingo, 9h30
PROGRAMA AR LIVRE
11 ABR.
Sábado, 9h30 e 13h00
Onde
Praia da Torre (ponto de encontro: carruagem Luar da Barra)
Informações
4€/ participante
Inscrição online www.queroir.pt
18 ABR.
Sábado, 9h30 e 13h00
Onde
Praia da Torre (ponto de encontro: carruagem Luar da Barra)
Informações
4€/ participante
Inscrição online www.queroir.pt
26 ABR. Domingo, 9h30
19 ABR.
Domingo, 10h00
Onde
Ribeira do Jamor a Queluz de Baixo
Informações
Inscrição gratuita
Inscrição online www.queroir.pt
XADREZ NA FÁBRICA DA PÓLVORA
19 ABR.
Domingo / Fábrica da Pólvora de Barcarena 10h30 às 18h30 - Prática livre, tabuleiro gigante; 14h30 às 18h00 - Torneio aberto a jogadores federados e não federados
Onde
Fábrica da Pólvora de Barcarena
Informações axportugal@gmail.com
JOGOS DE OEIRAS
EXPERIMENTA JOGOS DE OEIRAS (todas as idades)
EXPERIMENTA RUGBY
18 ABR.
Sábado, 9h30 às 12h30
Onde
União Recreativa do Dafundo
JOGOS DE OEIRAS ESCOLARES (dos 6 aos 12 anos)
BASQUETEBOL 3X3
24 ABR.
Sexta, 9h00 às 13h00
Onde
Escola Secundária
Luís de Freitas Branco . Paço de Arcos
YOGA E AERIAL YOGA
YOGA
Quintas, 12h50
Sextas, 19h15
Domingos, 11h15 e 16h30
Yoga para empresas
AERIAL YOGA
Sextas, 20h15
Domingos, 12h15
O yoga para empresas é uma excelente atividade para grupos de trabalho. Dias e horas a agendar diretamente com as empresas.
Onde
Fábrica da Pólvora de Barcarena
Informações e inscrições tel. 919 132 843, www.yogaloversproject.com
TAÇA
JOGOS DE OEIRAS (dos 6 aos 12 anos)
BASQUETEBOL
12 ABR.
Domingo, 9h00 às 13h00
Onde
Polidesportivo do Jardim de Paço de Arcos
FUTSAL #1
25 ABR.
Domingo, 9h00 às 13h00
Onde
Pavilhão Desportivo Carlos Queiroz. Outurela
ANDEBOL #3
26 ABR.
Domingo, 9h00 às 13h00
Onde
Pavilhão Desportivo Carlos Queiroz. Outurela
SI GRATUITO
Informações e inscrições tel. 214 408 540, dd@oeiras.pt, www.jogosdeoeiras.pt
SI: Sujeito a inscrição.
Palácio Marquês de Pombal . Oeiras
KITS DE EXPLORAÇÃO DO JARDIM DO PALÁCIO Descobertas no jardim
Os kits “Descobertas no Jardim” contêm todo o material necessário para a realização de atividades em várias zonas deste Jardim, propondo descobri-lo de forma autónoma, criativa, lúdica e didática.
Para famílias com crianças dos 5 aos 10 anos (kit vermelho e amarelo).
Para jovens e adultos (kit azul).
À venda na Loja do Palácio 5€.
COMO SE BRINCAVA NO PALÁCIO
Guia familiar descobrir e colorir - o património dos jardins
Um mapa, muitas pistas e várias surpresas. Este é o mote para o jogo de pista que se propõe e que permitirá conhecer de forma divertida o jardim do Palácio.
Para famílias com crianças dos 7 aos 11 anos
Disponível na Loja do Palácio 2€.
Fábrica da Pólvora de Barcarena
3 GUIAS DE EXPLORAÇÃO LIVRE
Aventuras na Fábrica da Pólvora
Era uma vez uma menina chamada Bárbara, que vivia presa numa torre… Visita o museu da Fábrica e descobre este e muitos outros mistérios!
O património da água na Fábrica da Pólvora
TERÇA A SÁBADO
11h00 às 17h00
Informações
Descobre a Fábrica e a importância da água na sua e na vossa história, com muitos desafios e enigmas pelo caminho.
Às voltas na Fábrica
São 12 os locais da Fábrica que vais ficar a conhecer. Pelo caminho terás várias missões, quebra-cabeças e desafios para ultrapassar.
Para famílias/grupos com crianças dos 7 aos 12 anos.
Bibliotecas Municipais &
Algés, Barcarena, Carnaxide e Oeiras
Livraria Municipal Verney
Oeiras
ARCA BARCARENA
Oficina da palavra
“Escrever, falar e contar”
A Oficina da Palavra regressa para transformar a linguagem num território de descoberta e liberdade. Orientada por Sitah Faya, esta sessão convida a mergulhar no universo das palavras através de jogos, histórias e canções, desvendando raízes e criando conexões inesperadas.
11 ABR.
Sábado , 10h30 às 12h30
Informações e inscrições arcabarcarena.com
Entrada livre, sujeita a inscrição.
Onde
Centro Cultural de Barcarena
Idade
Para crianças dos 8 aos 13 anos.
Oficina do brincar*
Oficina do brincar com os livros, papel, cores, tesoura... Vamos ler, escutar, criar, brincar, jogar
9 E 23 MAR.
Quintas, 17h30
Onde
Biblioteca Municipal de Oeiras
Idade
Para crianças dos 2 aos 4 anos e suas famílias.
Histórias cantadas para famílias *
Um momento mágico de partilha, onde a música e a narrativa se encontram para criar uma experiência única entre crianças e famílias. Atividade desenvolvida por Bolinha de Música, com a duração de 45 minutos.
11 ABR.
Sábado, 10h30
Onde
Biblioteca Municipal de Oeiras
ESPETÁCULO
‘O incrível rapaz que comia livros’ *
Idade para bebés até aos 36 meses acompanhados por um adulto.
Workshop de modelação em barro *
Vem aprender as mais diversas técnicas para trabalhar o barro e cria as tuas próprias peças com diferentes cores, formas e texturas, tirando o melhor partido de ferramentas e materiais.
Além de ser um momento de diversão, esta oficina fomenta a participação ativa, fomentando a socialização e a expressão artística.
11 ABR.
Sábado, 11h00
Onde
Livraria Municipal Verney
Um conto delicioso e cheio de surpresas que nos ensina a importância da leitura e dos livros na nossa aprendizagem. Quem quer trincar esta história? Uma peça muito divertida, cheia de cor e música! Espetáculo desenvolvido por Muzumbos, com a duração de 45 minutos.
11 ABR.
Sábado, 15h30
Onde
Biblioteca Municipal de Algés
Idade Para crianças dos 3 aos 10 anos, acompanhados por 1 adulto
Idade
Para crianças (8-12 anos), acompanhadas por 1 adulto.
Passa a palavra contos *
Nestas sessões, os Narradores vão partilhar histórias com os mais pequenos, pais e avós. Histórias contadas com muita expressividade e através de jogos de palavras, caça-palavras, charadas e quebra-cabeças.
11 ABR.
Sábado, 15h30
18 ABR.
Sábado, 15h30
Onde
Biblioteca Municipal de Carnaxide
Onde
Biblioteca Municipal de Barcarena
Idade Para crianças a partir dos 4 anos e suas famílias.
MÚSICA EM FAMÍLIA
Nota a nota *
Sessões feitas para bebés e crianças, mas também para as suas famílias… estimulando a linguagem musical através da expressão, do movimento, da exploração dos sons, da voz, do canto… fomentando momentos felizes e cheios de diversão!
Atividade desenvolvida por Nota a Nota, com a duração de 45 minutos.
18 ABR.
Sábado, 10h30
Onde
Biblioteca Municipal de Carnaxide
Idade para crianças dos 3 aos 5 anos, acompanhadas por 1 adulto.
Sala Aberta - Bibliotecas *
O Centro Sagrada Família, através da metodologia Aprender, Brincar, Crescer, vai explorar com famílias histórias cativantes com atividades sensoriais para os mais pequeninos. Para crianças até aos 4 anos acompanhadas por um adulto. Importante: trazer roupa extra.
18 ABR.
Sábado , 11h00
Onde
Biblioteca Municipal de Algés
Idade
Para crianças até aos 4 anos acompanhadas por um adulto. Importante: trazer roupa extra.
Há jogos de mesa na biblioteca *
Para jogar na biblioteca, com a ludotecária Antonella Gilardi a dinamizar, ou depois, levando os jogos da Biblioteca emprestados para casa e jogar com a família e amigos.
18 ABR.
Sábado, 15h30 às 17h30
Onde
Biblioteca Municipal de Oeiras
Idade
Para crianças a partir dos 4 anos e suas famílias.
N. Rota - Petite Offrande Musicale for Wind Quintet
Com solistas da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras. Direção artística de Nikolay Lalov.
Teatro e Dança
19 ABR. Domingo, 11h00
Onde
Auditório Municipal Maestro César Batalha, Oeiras
Entrada gratuita, limitada aos lugares disponíveis.
PARA LÁ DO MAR DE SOPHIA
QUORUM DANCE COMPANY
Oriana ou o Rapaz de Bronze? Um Cavaleiro ou o Mar? Quatro histórias nascidas da memória e escritas a tinta de liberdade. Em comum, uma letra apenas: S de Sophia. S de Saudade. Uma viagem pelas memórias de Sophia de Mello Breyner Andresen, onde as palavras ganham vida, numa coreografia de magia e simplicidade.
26 ABR.
Domingo, 16h00
Idade Para crianças maiores de 6 anos.
A ESTRELA TITÓ
Gerir um luto na infância é um tema delicado e complexo. Esta história tenta desmistificar o tema e esclarecer as crianças, que, ansiosamente esperam respostas, para acalmar um medo sem identidade. Clara e João são dois irmãos que, no presente da história, lidam com a terrível dor da perda e assinam o temido contrato com a idade adulta.
ATÉ 26 ABR.
Sábados , 16h00
Domingos, 11h00
Onde
Auditório Municipal José de Castro. Paço de Arcos
Informações
tel. 927 936 377 bilheteira@quartel41.com M/6 anos. Bilhetes 12€, 10,20€ e 4€.
Onde
Auditório Municipal Ruy de Carvalho. Carnaxide
Bilhetes à venda nos espaços municipais e Ticketline 7,5€, 4€
Informações tel. 214 408 547, maria.gil@oeiras.pt
CICLO PAPI - PEÇA A PEÇA ITINERANTE
Um conjunto de pequenas peças músico-teatrais dirigidas à primeira infância, pela Companhia de Música Teatral.
PaPI - Opus 10
Uma celebração da Liberdade e da força vital que cada ser humano tem dentro de si. Para bebés e crianças até aos 6 anos, acom panhadas por um adulto. Máx. 15 famílias por espetáculo.
No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Atividade Física, e integrado nas atividades realizadas ao longo da Estrada Marginal, o Município de Oeiras assinala o Dia Mundial da Saúde, este ano subordinado ao mote da OMS “Juntos pela saúde. Apoiemos a ciência” através da dinamização de um espaço dedicado à promoção da saúde e bem-estar, com experiências de autocuidado, partilha de conteúdos de saúde, ações de rastreio e aulas dinâmicas.
12 ABR.
Domingo, 9h30 às 13h00
Onde
Largo do Clube Náutico de Paço de Arcos
Um rastreio promovido pela Liga Portuguesa Contra o Cancro. Este ano, a faixa etária será alargada dos 45 aos 74 anos.
13 ABR. A 12 JUN.
“SAÚDE FORA DA CAIXA” - QUANDO O MOVIMENTO É O MELHOR REMÉDIO… RASTREIO DO CANCRO DA MAMA
Onde
Junto ao Centro de Saúde de Paço de Arcos
Uma sessão sobre o tema “Quando o movimento é o melhor remédio… Como pequenas práticas diárias de força e postura fortalecem a sua longevidade”.
22 ABR.
Quarta, 15h00
Onde
Auditório do Centro Cultural de Barcarena
Informações
tel. 245 009 299, 915 999 890
CAFÉ MEMÓRIA DE OEIRAS
Ponto de encontro para pessoas com problemas de memória e seus familiares.
25 ABR.
Sábado, 10h00 às 12h00
Onde Fórum Apoio, Rua Margarida Palla, 23A. Algés
SESSÕES DE LITERACIA INFORMÁTICA PARA ADULTOS
Sessões presenciais, individuais ou a pares, onde os participantes definem as competências informáticas a adquirir, nomeadamente aprender a usar a aplicação pressreader para leitura de jornais e revistas online, usar a Biblio-
8, 22 E 29 ABR.
Quartas, 10h30 às 13h30
Onde: Biblioteca Municipal de Algés
7, 16, 23 E 30 ABR.
Terça e quintas, 10h30 às 13h30
Onde: Biblioteca Municipal de Carnaxide
SI GRATUITO
LED para aceder a livros digitais e a audiolivros, usar a Inteligência Artificial (como o chatGPT), transferir documentos do e-mail para o PC, criar conta no zoom, aceder às redes sociais facebook e instagram, etc.
10, 17, 24 E 30 ABR. 14h00 às 17h00
21 E 28 ABR. 10h30 às 13h30
Terças, quintas e sextas
Onde: Biblioteca Municipal de Oeiras
Informações e inscrições (gratuitas) tel. 210 977 430, marta.silva@oeiras.pt
CURSO
“O IRÃO NO CONTEXTO GEOPOLÍTICO DO MÉDIO ORIENTE. GUERRA, ECONOMIA E RELIGIÃO”
Entre a Rússia, a China, os EUA e os países árabes, o Irão no contexto dos conflitos na atualidade. Teresa Almeida e Silva
A antiguidade Persa e as relações com Israel. Paulo Mendes Pinto
O Islão Xiita, o Irão e o mundo islâmico. Khalid Jamal
11 ABR. 9 MAI.
Sábados, 15h00
CURSO
Onde
Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras
Médio Oriente, um xadrez imprevisível? Felipe Pathé Duarte
18 ABR. 16 MAI.
Informações e inscrições (gratuitas) tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt
CICLO DE OFICINAS CRIATIVAS FOTOGRAFIA E ESCRITA
Aprenda a utilizar a fotografia como ferramenta para combater a ansiedade e o stress e como ponto de partida para criar exercícios de escrita. Uma excelente oportunidade para conhecer e explorar a fantástica Fábrica da Pólvora. Não precisa de ter equipamento profissional, nem conhecimento técnico. Basta trazer um telemóvel com câmara ou máquina fotográfica com modo automático.
Com Márcia Homem de Mello, para maiores de 14 anos.
18 ABR.
Sábado, 14h00 às 18h00
Onde Fábrica da Pólvora de Barcarena
Informações e inscrições 12€ sócios, 24€ não sócios) Grupo dos Amigos do Museu da Pólvora Negra tel. 962 023 249, gampn10@gmail.com
WORKSHOPS DE ENGENHARIA ELETRÓNICA
Integrada no projeto 'Engenharia para Todos', a iniciativa desafia os participantes a construir o seu próprio circuito eletrónico, sem necessidade de conhecimentos prévios, proporcionando uma experiência prática e interativa no domínio da ciência e da tecnologia. Para jovens dos 10 aos 18 anos.
DIA ABERTO DA ESCOLA SUPERIOR NÁUTICA INFANTE DOM HENRIQUE
Um dia com diversas atividades, partilhadas com os alunos e professores, sessões de esclarecimentos sobre os cursos, visitas aos laboratórios e oficinas, visitas ao campus, atuação da Nautituna e passeio nas embarcações da Escola Náutica na Praia de Paço de Arcos.
15 ABR.
Quinta
Informações
Onde
Escola Superior Náutica Infante Dom Henrique e Praia de Paço de Arcos
O Aquário Vasco da Gama promove atividades educativas e visitas temáticas centradas na biodiversidade marinha, na conservação dos oceanos e na importância da investigação científica em ecossistemas aquáticos. As sessões destinam-se a escolas e famílias, reforçando o papel do aquário como espaço de divulgação científica e património cultural.
Ao longo de cinco dias, os participantes irão construir e programar um carro robótico inteligente. A atividade culmina com testes e uma mini-competição entre os veículos desenvolvidos. Uma experiência imersiva que promove o pensamento lógico, o trabalho em equipa, a
Onde
6 A 10 ABR.
Segunda a sexta, 10h00 às 17h00
autonomia e a resolução de problemas, através de uma abordagem prática e orientada por estudantes do Instituto Superior Técnico. Para jovens dos 9 aos 16 anos.
EL: Entrada livre sujeita à lotação. SI: Sujeito a inscrição.
FEIRAS E MERCADOS
FEIRA DA BAGAGEIRA MERCADO NA PRAÇA
Mercado informal onde particulares vendem ou trocam objetos em segunda mão, de roupa e livros a peças de decoração e outros artigos.
3 ABR.
Sexta, 10h00 às 17h00
Onde Mercado de Porto Salvo
Um mercado de artesanato, para promover pequenos artesãos/marcas.
4 ABR.
Sábado, 9h00 às 16h00
Onde Mercado de Algés
MERCADO DAS CORES VINHOS & PETISCOS PRIMAVERA
Espaço dedicado ao lifestyle, com artigos novos (artesanato, produtos regionais, produtos gourmet, produtos biológicos) e produtos reciclados.
11 ABR.
Sábado, 10h00 às 18h00
Onde Largo 5 de Outubro . Oeiras
Edição dedicada à celebração dos sabores da primavera, com destaque para alimentos da estação e produtos locais.
11 E 12 ABR.
Sábado e domingo, 10h00 às 21h00
Onde Mercado de Paço Arcos
AQUI HÁ MERCADO TERRITÓRIO CRIATIVO
Uma vasta variedade de artigos, da decoração ao vestuário e gastronomia.
11 E 12 ABR.
Sábado e domingo, 10h00 às 18h00
Onde Tercena
AULAS DE CULINÁRIA
Para famílias com crianças dos 5 aos 12 anos, cozinharem em conjunto, explorando receitas simples e saudáveis.
18 ABR.
Sábado, 10h30 às 12h00
Onde Mercado d e Porto Salvo
MERCADO POP-UP
Ocupações temporárias de bancas por criadores e marcas locais, que introduzem dinamismo, diversidade e novas experiências de compra no mercado.
24 E 25 ABR.
Sexta e sábado, 9h00 às 14h00
Onde Mercado de Oeiras
Mercado de criadores, produtores e marcas de autor, focado em produtos originais e criação independente.
18 ABR.
Sábado, 10h00 às 18h00
Onde Mercado de Oeiras1º piso
MERCADO NO BAIRRO
Um evento com produtos com identidade africana, maioritariamente de Cabo Verde, e que contará com música ao vivo e diversas atividades culturais.
18 ABR.
Sábado, 10h00 às 16h00
Onde Mercado de Paço de Arcos
VEGAN MARKET
Feira de produtos veganos, com workshops, aulas de culinária, aulas de yoga, palestras e atividades para crianças.
26 ABR. Domingo, 10h00 às 17h00
FEIRAS DE ARTESANATO
Onde Jardim de Oeiras
Sábados, 9h00 às 18h00 11 ABR. 18 ABR. 25 ABR.
Onde Praceta Dionísio Matias e Mercado Paço Arcos
Onde Jardim d e Paço de Arcos
Onde Junto ao Mercado de Queijas
e ainda...
CROAMO DE PORTAS ABERTAS
Uma oportunidade para visitar cães e gatos à guarda do CROAMO - Centro de Recolha Oficial de Animais do Município de Oeiras, interagir e até adotar se essa for a sua intenção. Os participantes deverão apresentar-se no CROAMO com 10 a 15 minutos de antecedência do início da atividade, para preenchimento da documentação para efeitos de seguro. Participação limitada a 10 a 15 pessoas por sessão.
JOGOS NO MERCADO
Todas as sextas, no Mercado Municipal de Oeiras os serões são de muita animação e diversão com jogos de tabuleiro para toda a família.
4 ABR.
Sábado, 10h00 às 12h00
Onde Av. Diogo Lopes de Sequeira 21, Porto Salvo
Informações ubeafs@oeiras.pt
SI GRATUITO
3, 10, 17 E 24 ABR.
Sextas, 20h00 à 1h00
Onde Mercado Municipal de Oeiras
inscrições gboeiras@sapo.pt
SI: Sujeito a inscrição.
HÁ PROVA EM OEIRAS
Numa iniciativa da Associação Comercial e Empresária dos Concelhos de Oeiras e Amadora, e com o apoio do Município de Oeiras, aproxima-se a 12ª edição do Há Prova em Oeiras, o mais esperado evento enogastronómico de Oeiras. O evento é composto por duas áreas distintas – prova de vinhos e área gastronómica – e
8, 9 E 10 MAI.
Sexta, 18h00 às 24h00
Sábado, 12h30 às 24h00
Domingo, 12h30 às 22h00
Onde
Jardins do Palácio Marquês de Pombal. Oeiras
Informações
enriquecido com várias atividades paralelas relacionadas com a temática: demonstrações de cozinha, provas comentadas, visitas guiadas à adega, além de animação histórica. É a oportunidade indicada para aprofundar conhecimentos vínicos, conhecer a restauração local, conviver e explorar os maravilhosos jardins do Palácio Marquês de Pombal.
Um ciclo que se apresenta em Oeiras desde 2022, constando de uma série de três espetáculos que retratam o fado na sua essência mais bairrista, apesar da qualidade e profissionalismo dos músicos acompanhantes e dos fadistas convidados. “Há Festa na Mouraria”, “Alfama Bairro Velhinho” e "Meu Bairro Alto", são as três temáticas propostas. Este ciclo pretende acima de tudo promover o fado enquanto estilo musical popular e bairrista, um pouco das coletividades e das tasquinhas de fado, mas também das casas de fado mais emblemáticas. Mostrar que no fim, trata-se de uma família em que todos se encontram e todos partilham o que sabem, tornando assim este universo na única escola de onde têm saído grande parte dos grandes interpretes deste género musical.