Diretor Isaltino Morais Direção Executiva Gaspar Manuel Matos, Nuno Martins Editores Carlos Filipe Maia, Sónia Correia Entrevistas Joana Margarida Fialho, Sónia Correia Fotografia Carlos Santos, Carmo Montanha, Mafalda Azevedo Execução Gabinete de Comunicação Paginação e arranjo gráfico Flúor Design e Comunicação Design editorial Sara Inglês Impressão Lidergraf Tiragem 92.500 exemplares Registo ISSN 0873-6928 Depósito Legal 108560/97 Distribuição gratuita Contactos Largo Marquês dePombal 2784-501 Oeiras, 214 408 300, sonia.correia@oeiras.pt, 30dias@oeiras.pt, www.oeiras.pt
↘ Aconselhamos a confirmação prévia da realização das atividades agendadas. O Município lamenta, desde já, os eventuais transtornos causados por adiamentos ou reagendamentos.
ERA UMA VEZ NOS JARDINS DO MARQUÊS - A PRIMAVERA
Durante dois dias, os jardins históricos do Palácio Marquês de Pombal abrem as portas para um evento que celebra a primavera e a natureza, com atividades pensadas para toda a família. O programa inclui atuações musicais, oficinas de culinária e jardinagem, póneis, ações de sensibilização ambiental e vários divertimentos ao ar livre. Haverá ainda uma área de restauração, ideal para desfrutar do ambiente e passar um fim de semana inesquecível em contacto com a natureza. Iniciativas ao ar livre como esta, após meses de inverno e chuva, são essenciais para promover o convívio familiar, o contacto com a natureza e a sensibilização ambiental, proporcionando momentos de aprendizagem, bem-estar e lazer para todas as idades. ↘
GRATUITO EL
Com atuações musicais, contos, oficinas de culinária, demonstração de aves de rapina, oficina de jardinagem, divertimentos, pintura de ovos, yoga, entre outros.
GRAÇA
“A pintura salva-me muitas vezes”
A memória, a terra e as raízes transmontanas habitam o trabalho artístico de Graça
Morais até hoje. “Eu acho que esse território está dentro de mim. Por isso, é muito fácil... Não é fácil pintar, mas é fácil viver com esse território.
Porque eu nasci naquelas terras muito isoladas, sobretudo a aldeia onde eu nasci.
Pontualmente, eu visito a aldeia – não vivo lá, mas estou lá temporadas – e a memória aviva-se com as minhas permanências nesse lugar”.
Graça Morais nasceu no Vieiro, uma pequena localidade do concelho de Vila Flor, em Bragança. Foi lá que viveu até aos sete anos de idade e foi de lá que saiu para Moçambique, onde esteve dois anos, com os pais e os irmãos. Regressou a Portugal e à aldeia, frequentou o Colégio de Vila Flor e depois estudou em Bragança, o que significa que as férias ‘grandes’ do verão “eram sempre passadas na aldeia. E sempre olhei para as
pessoas, para os seus hábitos e para os seus rituais. Nem percebia, quando era criança, que eram rituais, claro. Faziam parte do dia-a-dia, simplesmente. Vivi sempre ao lado dessas pessoas de uma forma muito natural”.
“As memórias da nossa infância são muito importantes para o nosso crescimento. Mesmo que a infância não tenha sido tão feliz, e há pessoas que têm infâncias muito dolorosas, é a base do nosso crescimento”.
No seu caso, viveu uma infância feliz. “A minha mãe era filha de um lavrador muito generoso. O meu avô e a minha avó, maternos, tinham uma casa que estava sempre aberta para toda a gente. E por isso era uma casa sempre cheia. O meu avô teve oito filhos, a minha mãe era uma das filhas. Eram seis raparigas e dois rapazes. Eu e os meus pri -
“Vivi o
25 de Abril com
um bebé no colo.
Queria ir para a rua, mas não podia."
mos vivíamos no meio de muitas tias e muitos tios e com um avô que era muito boa pessoa. Eu própria faço parte de uma família de seis crianças – tive cinco irmãos”.
Dessa infância no Vieiro recorda, sobretudo, a liberdade. “A aldeia era pequenina. Durante algum tempo nem tinha estrada. Eram só caminhos. Ia-se a Vila Flor a cavalo. Depois começou a ter estrada e começaram a passar carros. Hoje passam pessoas desconhecidas pela aldeia e nós temos de fechar a porta. Mas na altura as portas das casas, da minha mãe e do meu avô, estavam abertas todo o dia”.
Portas literalmente abertas eram sinónimo de liberdade total: “liberdade de sair para a escola, para brincar e voltar a entrar sem pedir licença, nem pedir autorização a ninguém. Eu e as outras crianças. O nosso mundo era dentro de casa, era na rua e era naquelas propriedades que rodeavam a aldeia. Sem medos. Nunca tive medo porque me sentia sempre protegida. Sempre segura. Havia... um sentido de comunidade a sério, que hoje já não existe. Costumo dizer que a única coisa de que eu tinha medo era dos lobos”.
Tirou o curso na Escola Superior de Belas Artes do Porto. Em 1974, quando se deu o 25 de Abril, estava em Guimarães, onde dava aulas. Foi na cidade berço que nasceu a sua filha, “cinco dias antes do 25 de Abril”.
“Vivi o 25 de Abril com um bebé no colo. Queria ir para a rua, mas não podia. No 1.º de Maio fui à manifestação e levei a minha filha – era o bebé da manifestação e toda a gente lhe vinha fazer festas, porque parecia que era o símbolo da revolução. Foi uma manifestação linda, linda, um momento muito feliz e sobretudo eu tinha comigo o 25 de Abril, a minha filha. A Joana”.
Foi um tempo que não esquece, pelas melhores razões. “Guimarães é uma cidade linda, incrível. As pessoas são inventivas. Eu nunca tive alunos tão bons e tão criativos. Depois do 25 de Abril dei aulas na rua, na cidade, aulas de Geometria a olhar para as varandas, lindíssimas. Os jardins da cidade, que são maravilhosos. E isso tudo foi possível porque veio a liberdade e os professores puderam exprimir-se de outra maneira”.
Sempre gostou de dar aulas, “sobretudo aos miúdos entre os 10 e os 13 anos. São muito criativos. Aprendi muito com as crianças. Com a sua espontaneidade, com a sua imaginação muito livre. E dar aulas servia para eu ser independente economicamente, apesar de nunca se ter ganho muito dinheiro, mas era o suficiente, para poder pintar aquilo que eu sempre quis pintar. Em liberdade. Mesmo antes do 25 de Abril. Eu sempre pintei o que quis pintar”.
Esteve em Paris como bolseira da Gulbenkian durante dois anos letivos, no final da década de 1970, e enfrentou dificuldades no regresso a Portugal. “Tinha o lugar de efetiva em Guimarães, mas achei que tinha de ir para Lisboa. Porque em Lisboa é que havia grandes museus, havia arte e havia pessoas ligadas à arte”.
Foram tempos muito difíceis, recorda. Fez-lhe falta a alegria e a imaginação dos minhotos. “Em Lisboa era tudo muito dorido. Eu sofri muito”. Quis instalar-se na capital mas sem conseguir comprar casa – em Lisboa era muito difícil alugar, nessa época –viveu durante um ano, com o ex-marido e a filha, numa parte de casa emprestada por um amigo, no Dafundo.
Com os desenhos que tinha feito em Paris guardados numa pasta, por não ter onde os pôr – “não tinha atelier, não tinha espaço” –desbravou ainda assim caminho para a sua primeira exposição, numa pequena sala do edifício da Sociedade de Belas Artes: “foi a exposição que me abriu as portas da cidade”.
Duas colunas assinadas por Assis Pacheco e publicadas n’O Jornal abriram-nas de par em par. “Uma vez encontrei-o e disse-lhe isso. Ele tinha tanto prestígio e aquilo que ele escreveu sobre a minha exposição foi tão importante que depois veio a televisão, vieram outros jornais e realmente foi uma pequena exposição que chamou a atenção de todos sobre mim”.
Não obstante, não era feliz em Lisboa.
“Eu tinha visto em Paris, em 1979, um filme maravilhoso, que me ficou sempre na cabeça, que é A Árvore dos Tamancos [filme de Ermanno Olmi que conta a vida de quatro famílias italianas de camponeses no final do século XIX], que falava de um meio rural em Itália e da relação de uma criança com o avô. E do lado maravilhoso dos camponeses e a alegria que eles tinham mesmo quando estavam a fazer trabalhos forçados. Uma realidade completamente diferente da minha, porque ali eles viviam para um senhor, que era dono das terras. E a minha realidade não era essa. O meu avô é que era dono das terras e as pessoas trabalhavam lá em casa. E foi com essas pessoas que eu aprendi muita coisa”.
Sem as condições que desejava ter para dar as aulas que queria dar, sem atelier, sem uma casa em condições, Graça sentiu o apelo: regressar à aldeia onde nasceu.
“Quis voltar para a aldeia porque achava que era ali que eu devia estar. Eu não sei explicar. Senti essa necessidade urgente de ir para lá, e fui. Fui ao encontro da minha história, da minha pequena história, e depois desenvolvi-a”.
“Dirigi-me à Gulbenkian e pedi uma entrevista ao Dr. Pedro Tamen. Consegui que ele me recebesse e disse-lhe que dava aulas, em Algés, mas que precisava de ir para Trás-os-Montes, para a minha aldeia. Eu ainda não vendia nada, por isso precisava do meu ordenado de professora, precisava de um destacamento, mas o Ministério só me dava destacamento se eu tivesse uma bolsa, ou do Estado português, ou da Gulbenkian. Ele riu-se muito e disse-me 'nunca ninguém me pediu uma bolsa para ir para uma aldeia'”.
Foi assim que conseguiu um destacamento para a escola de Vila Flor, “onde ia dar aulas às oito e um quarto da manhã, às vezes com neve e com gelo, durante um horário reduzido. Durante o resto do tempo eu comecei a olhar para a aldeia, para as pessoas, e a minha memória ficou... parece que estava a ver um filme. Ao mesmo tempo era uma memória que estava a ser cada vez mais fortalecida, com uma vivência junto da minha família, sobretudo a minha mãe, que era uma pessoa extraordinária, e com aquelas mulheres que eu via passar à porta da nossa casa. Olhar para elas fez-me compreender como aquelas mulheres foram tão importantes, ao longo dos anos, na vida daquela comunidade”.
Durante dois anos trabalhou muito, numa sala emprestada, na casa que tinha sido do seu avô. A mulher, particularmente a do meio rural transmontano, assumiu papel central na obra de Graça Morais, que a representa como símbolo de resistência, memória e força. Muitas vezes fundidas com a natureza e animais, as figuras femininas denunciam
"Eu preciso de pintar, eu tenho necessidade de pintar"
eu nunca mais ia voltar a pintar. Mas voltei, e curei-me. Quando perde um filho, uma mulher sofre muito. Os traumas emocionais são muito grandes”.
“Eu preciso de pintar, eu tenho necessidade de pintar. Os momentos difíceis que eu já tive, como todos nós temos, doenças, mortes, eu vou curando esses lutos porque continuo a pintar, continuo viva”.
Assegura que é capaz de estar alguns dias sem pintar, mas nunca sem desenhar, sem “rabiscar”. “Tenho sempre muitos blocos, onde vou apontando ideias, recorto imagens da imprensa, olho muito para as pessoas, para os seus rostos, é o rosto que mais me interessa. Quando não estou a pintar, ando a encharcar-me, num estado de quase gravidez”.
violências sociais, expressando tanto o trabalho árduo como uma identidade profundamente enraizada na terra.
“O sofrimento que eu retrato nas minhas obras também passou por mim. Na infância nunca sofri, era uma criança muito amorosa, nunca tive traumas de infância, mas sofri como mulher. A minha obra tem uma componente muito dramática. A verdade é que eu tenho tido uma vida com muitas complicações. Vou lutando, vencendo as dificuldades, com a minha forma de ser, mas através da minha pintura sobretudo. A pintura salva-me muitas vezes”.
A perda de um filho deixou-a três meses sem conseguir mexer nem as pernas, nem os braços. “As pessoas diziam que
Nesta fase, são as preocupações sociais e políticas, em Portugal e no mundo, que mais a motivam. A sua pintura é feita de emoções e acredita que se não fosse assim, não seria tão forte, não comunicaria tanto.
“Muitas vezes as minhas obras nascem quase como um grito. Como uma atitude de revolta perante os acontecimentos. Os dramas humanos. Quanto mais envelheço, mais eu sinto como isso é importante na minha pintura, deixar um testemunho. A partir de uma certa idade, sabemos que o nosso tempo de vida cada vez é menos. E eu pretendo deixar um legado que mostre a minha solidariedade com todos esses deserdados da sorte”.
Não é incomum as pessoas emocionarem-se frente aos seus quadros. “Uma vez estava uma senhora tão calada e tão atenta a ver um quadro meu, no Centro de Arte em Bragança, que a abordei, para lhe perguntar se ia lá muitas vezes. Disse-me que sim, ‘venho muitas vezes, venho aqui para rezar’. Eu disse 'mas a igreja da Sé é ali ao lado, é só atravessar a rua', ao que me respondeu ‘não, eu rezo à frente dos seus quadros’. Eu acho isto um elogio maravilhoso, para um artista. Reações destas à minha pintura fazem-me dizer que ainda bem que eu pinto. A arte é isto. Cria-se outra dimensão da vida e as pessoas podem ser mais felizes, através da arte”.
Refere-se, neste episódio, ao Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, em Bragança, inaugurado em 2008. “Para mim foi uma surpresa quando o presidente da Câmara me telefonou a dizer que tinha sido decidido em Assembleia Municipal dar o meu nome a um equipamento cultural que estava a ser construído. Para o projeto de renovação do edifício - uma parte é antiga e outra é nova - tinham convidado o arquiteto Souto Moura, e já aquilo estava pronto quando eu fui ver. Tive uma grande honra, não estava à espera”.
Em Oeiras, Graça Morais vai finalmente estar representada, com uma obra de arte pública – um mural de homenagem aos presos políticos de Caxias.
“Quando o presidente da Câmara, Isaltino Morais, me convidou para fazer um painel de azulejos de homenagem aos presos políticos de Caxias, aceitei logo. Como mulher e como artista, devo muito às pessoas que lutaram antes do 25 de Abril. Porque eu não lutei. As pessoas que lutaram sofreram muito. Os jovens que tiveram de ir para a Guerra Colonial ou viver exilados. Os que tiveram força para lutar contra um regime de ditadura, foram heróis. Essas pessoas que durante anos defenderam os seus ideais e lutaram. Graças a esses heróis eu hoje vivo em liberdade, eu pinto aquilo que eu quero pintar. Tenho uma enorme felicidade, quando estou no meu atelier, em poder pensar no mundo e poder exprimir as minhas ideias sem ter receio da censura”.
O painel de azulejos vai nascer em Caxias quase como um local de contemplação. “Um lugar onde as pessoas se possam sentar, possam fazer um piquenique, possam conversar”.
“Quando comecei a fazer os desenhos para este mural pensei logo em fazer também uma obra para oferecer a Oeiras. Em vez do cartão [que serve de base ao painel de azulejos, está a ser produzido na Fábrica Viúva Lamego], fiz uma obra. Que tem um valor, em si. Quando o Presidente foi ao meu atelier e a viu pela primeira vez ficou de boca aberta, porque não estava à espera de uma coisa tão grande. E gostou. Foi quando lhe disse que oferecia esta obra a Oeiras, para ficar no novo edifício da Câmara. E vai ficar”.
Até à inauguração do mural, a tela está exposta numa sala do Palácio Anjos, em Algés, a par de dezenas de desenhos que foram a base desse trabalho. No mesmo local, é inaugurada no próximo dia 14 de março uma exposição antológica de Graça Morais. “Desafiei o António Meireles, atual diretor do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, em Bragança, e a Emília Ferreira, que foi diretora do Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado, porque duas pessoas podem fazer uma exposição mais interessante do que só uma. A Emília Ferreira disse com muita graça que já a Paula Rego dizia 'quando um artista é vivo, a curadoria também é dele'. Ah, pois é! Isso nem duvidem!”.
Nesta mostra vão poder ser vistas obras que nunca foram expostas, muitos trabalhos, abarcando um período temporal muito grande, “por isso eu vou chamar-lhe Uma Antologia, porque tem obras desde 1972 até os nossos dias - não tem as obras todas, mas tem obras que são muito importantes no meu percurso como artista. Acho que pode ser uma exposição muito importante e eu gosto imenso de expor neste espaço, porque acho este palácio muito bonito”.
Pintar: impulso ou disciplina?
Impulso, não. Primeiro grande necessidade e depois disciplina.
Atelier: silêncio absoluto ou música de fundo?
Música, não, nunca. Silêncio. O mais possível. Nem sempre controlo.
Figura humana ou paisagem?
A figura humana. E a paisagem entra dentro dessa figura. Muitas vezes está dentro do corpo dela.
Trás-os-Montes ou o mundo?
Trás-os-Montes é o ponto de onde eu saio para entrar no mundo.
Tela em branco: entusiasmo ou vertigem?
Coragem, porque mete sempre medo. Coragem. E depois, um sentimento de... vontade de me surpreender. Se eu encontro coisas que já encontrei, não tem graça. Tenho de me surpreender, sempre. Cada tela é um mundo novo.
Desenho ou pintura?
As duas coisas, mas começo sempre com o desenho. O desenho é sempre o esqueleto do meu corpo. Na maior parte dos meus quadros não se distingue o desenho da pintura. Eu nunca sei dizer se aquilo é desenho ou se é pintura: é uma pintura desenhada ou um desenho pintado. Mas a minha obra é sobretudo fortalecida pelo meu desenho.
Graça Morais em 10 respostas
Solidão criativa ou partilha?
O mais solitária possível. Quando estou a pintar, exijo estar sozinha e sou egoísta nessa solidão. Quando estou a pintar, preciso de estar mesmo muito sozinha. Muito concentrada. Aquilo é o mais importante naquele momento. Eu costumo dizer, quando estou a pintar, o tempo e o espaço estão certos. Por isso, eu estou inteira.
Instinto ou método?
Nem uma coisa nem outra. Eu não sou nada metódica, não sou nada organizada. Eu sou intuitiva e muito emotiva. Mas depois muito racional. Há três coisas na pintura: intuição, emoção e depois racionalidade e muito trabalho. Eu tenho 77 anos e ainda trabalho imenso. Tenho de trabalhar para me sentir viva.
Emoção ou razão?
As minhas fragilidades são a minha força. Às vezes tenho de ser dura para me defender, porque a vida não é fácil, não é?
O meio artístico é muito duro. Sobretudo para as mulheres.
A arte deve inquietar ou consolar?
Para mim, a arte deve fazer refletir. Inquietar. Oferecer um mundo novo, um mundo diferente, que faça as pessoas sentirem que encontraram qualquer coisa de novo e de benéfico. É uma dimensão boa do mundo.
ROBERTO IVENS, OFICIAL DE MARINHA E EXPLORADOR AFRICANO
TEXTO CÉLIA GARRETT FLORÊNCIO
PTMOERMONF003000130, SAM/ CM Oeiras
Amoradia é aquela linda casa, a melhor da avenida, alinhada pelo gradeamento do jardim, com os chalés da vizinhança. Aparece entre as árvores airosa e clara num isolamento agradável. Quem passa no Dafundo e conhece a sua história - só vislumbra a sombra do grande pioneiro africano na esbelta casa, cingida pelo arvoredo, erguida no começo da avenida que se honrou de tomar o seu nome.”
Memória da Linha de Cascais
Regressado das suas gloriosas campanhas em África, depois de 1885 Roberto Ivens, mandou construir uma casa no Dafundo, numa situa -
ção privilegiada debruçada sobre o Tejo. De características românticas e ao belo gosto do séc. XIX, a casa apalaçada revela o desenho requintado, a sensibilidade e o gosto do seu proprietário.
Roberto Ivens nasceu a 12 de junho de 1850 nos Açores em Ponta Delgada, filho de pai inglês e de mãe portuguesa, Margarida Júlia de Medeiros Castelo Branco. É registado só mais tarde como filho de Robert Breakspeare Ivens, solteiro, negociante, e de mãe e avós maternos não declarados. Aos 3 anos fica órfão de mãe e vai viver com o pai, vindo mais tarde para Faro, onde o pai negociava cortiça.
Em 1861, Roberto Ivens conclui os estudos em Lisboa, já oficial de marinha, com apenas 20 anos. A partir de 1872 inicia contactos regulares com Angola, sendo mais tarde nomeado para dirigir a expedição ao interior de África. Entre 1877 e 1880 junto com o seu amigo e companheiro Hermenegildo de Capelo, ocupar-se-á da exploração científica, hidrográfica e cartográfica da Sociedade de Geografia de Lisboa. É com ele que redige a maior parte dos dois volumes, que revelam a
interpretação singular e criativa, expressa nos seus Cadernos de Viagem. Curiosamente este grande companheiro Hermenegildo Capelo, tinha casa na Rua Paulo Duque, ao Dafundo, perpendicular à Estrada Real, a Avenida onde se situava o chalé Ivens.
Roberto Ivens já depois de viver no Dafundo, casa com Rita Ferreira Roquete, na igreja de S. Romão em Carnaxide, a 30 de junho de 1895 e de quem teve três filhos. Chegou a Capitão-de-Fragata e veio a receber a distinção oficial da Ordem Militar de Aviz.
“O arrojado explorador africano que enfileirou o seu nome ao lado dos exploradores mais notáveis Levingston, Cameron, Standley que o mundo celebrizou e aplaudiu, morreu na sua casa do Dafundo”.
Occidente, nº 688, fevereiro de 1898
Tinha então perto de quarenta e oito anos de idade. No largo do cemitério de Carnaxide prestou as honras fúnebres uma força de 160 praças do corpo de marinheiros. O Ministro da Marinha proferiu o elogio fúnebre.
Hoje a Vila Ivens é a Quinta do Cedro, imóvel classificado no Plano de Salvaguarda do Património do Concelho de Oeiras, e dispondo de um magnifico jardim de 5 800 m2 encontra-se desde 24 julho de 2021 aberto ao público para visita, lazer e fruição da população.
Era uma Vez...
Mais do que um restaurante, Era uma vez… é um cenário de emoções e encontros. Um lugar onde se celebram momentos únicos, desde jantares românticos a pedidos de casamento, aniversários, reencontros e histórias que ficam para sempre. A cozinha portuguesa é o fio condutor desta experiência, reinterpretada com sofisticação, criatividade e respeito pela tradição. ↘
Horário Segunda a sábado / 12h00 às 15h00 e 19h30 às 22h00
MAP: MOSTRA DE ARTES DA PALAVRA
O FADO DOS POETAS #3
UM ENCONTRO ENTRE O FADO E A POESIA *
13 MAR
Sexta, 21h30
Onde
Templo da Poesia
Nesta sessão, duas novas vozes que já têm um histórico no circuito lisboeta do fado - Ana Roque e Marcelo Rebelo da Costa. Revisitando clássicos do fado e também temas mais recentes, prestando um tributo aos poetas, que são também ex-libris deste género musical.
Com Pedro Ferreira (guitarra portuguesa) e Nuno Estevens (viola de fado).
CLUBE DA PALAVRA #14 "SOUVENIR" DE MARTA HUGON *
A 14.ª sessão do Clube da Palavra recebe Marta Hugon e centra-se no seu livro Souvenir, publicado pela Tinta da China em 2024. Reconhecida principalmente como cantora de jazz no panorama musical português, Marta Hugon é formada em Línguas e Literaturas e trabalha também em Publicidade.
CAFÉ DOS POETAS #39 DUELOS POÉTICOS:
ALMADA NEGREIROS VS MÁRIO CESARINY*
Duas figuras de proa que definem a vanguarda portuguesa do séc. XX, cada um à frente de movimentos distintos: o Modernismo e o Surrealismo, respetivamente. Nesta sessão do Café dos Poetas, serão confrontados textos e poemas do fundador do grupo “Os Surrealistas” com as ideias e práticas do principal representante da primeira geração dos Modernistas de 1915. Com José Anjos, Elisa Scarpa, Maria de Abreu Morais (Luchapa), Nuno Miguel Guedes (moderador) e Filipe Homem Fonseca (música).
26 MAR.
Quinta, 21h30
(*) Mediante inscrições. Informações e inscrições mapoeiras.com
Onde
Templo da Poesia, Parque dos Poetas
21 MAR
Sábado, 18h00
Onde
Templo da Poesia
GRUPO DE LEITORES
Leituras de excertos e apreciação de obras, por um grupo de leitores previamente inscritos e moderada por um técnico da biblioteca.
No mês da Poesia e em celebração do Dia Mundial da Poesia, leitura e comentário de poemas escolhidos pelos membros do grupo.
Segunda, 18h00
Biblioteca Municipal de Carnaxide
3 E 10 MAR.
Terças, 18h00
Biblioteca Municipal de Oeiras
Sábado , 11h00
Livraria Municipal Verney. Oeiras
O ESTRANGEIRO
de Albert Camus 7 MAR.
Um novo grupo de leitores, uma iniciativa que pretende criar um espaço de encontro, partilha e reflexão em torno dos livros e da leitura.
A CURVA DO RIO
de V.S. Naipaul 9 MAR.
26 MAR.
Quinta, 18h00
25 MAR.
Quarta, 18h30
Biblioteca Municipal de Algés
AS PERFEIÇÕES
de Vincenzo Latronico
Com moderação da escritora Susana Moreira Marques.
Um grupo de leitores para quem gosta de partilhar ideias e opiniões sobre livros, especialmente de géneros como o policial e o thriller, a fantasia e até o terror. Em março, o livro discutido será Todas as Famílias Felizes, de Miguel D’Alte. Para maiores de 16 anos.
30 MAR.
Segunda, 18h00 Onde Biblioteca Municipal de Carnaxide
Informações e inscrições tel. 210 977 340, ana.cruz@oeiras.pt
SI GRATUITO
COMEMORAÇÕES DO DIA INTERNACIONAL DA MULHER
VOZES DE MULHER, A LUTA QUE ATRAVESSA OS TEMPOS”
Com palavras e com poesia celebra-se a Mulher nesta data marcante. Vamos falar de mulheres inspiradoras que, ao longo dos tempos, ousaram e ousam lutar pela igualdade de direitos entre homens e mulheres. As suas conquistas, são as nossas conquistas. Com Margarida Maria de Almeida e Francisca Patrício.
7 MAR.
Sábado, 15h00
Onde
Livraria Municipal Verney . Oeiras
Informações e inscrições tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt
CAFÉ COM LETRAS
COM RUI ZINK
Rui Zink construiu ao longo de décadas um percurso literário marcado pela experimentação, pela sátira e pelo pensamento crítico. Autor de romances, ensaios e textos híbridos, destaca-se pela forma como questiona o poder, a linguagem e o comportamento coletivo. A sua obra mantém-se coerente na irreverência e na recusa de fórmulas convencionais, como se vê também, no seu último romance, Olga Salva o Mundo.
13 MAR.
Sexta, 21h00
CLUBE DO LIVRO SILENCIOSO
Uma reunião num ambiente acolhedor e informal. Durante 1h, cada um lê o seu livro em silêncio e, no final, quem o desejar, podeou não - trocar ideias e pensamentos sobre o que se encontra a ler, num período de 15 a 30 minutos. São aceites e-books, audiolivros, livros didáticos, BD, etc.
14 MAR.
Sábado, 11h00
Onde
Livraria Municipal Verney. Oeiras
Informações e inscrições tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt
No Dia Mundial da Poesia, muita poesia, dita, encenada, cantada, musicada, dançada em dezenas de sessões, que irão decorrer em vários espaços do Centro Histórico de OeirasLivraria Municipal Verney, Mercado Municipal de Oeiras, Livraria GATAfunho, Chá da Barra Villa e Biblioteca Operária Oeirense.
21 MAR.
Sábado, 11h00 às 24h00
Onde Centro Histórico de Oeiras
Informações e inscrições tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt Entrada livre, sujeita à capacidade dos espaços.
EL GRATUITO
“FERNANDO
PESSOA ET AL.”
SOPHIA COM PESSOA: DA GRÉCIA PARA A ETERNIDADE,
por Ricardo Belo de Morais
Mestra de uma escrita lírica criada com uma linguagem tanto mundividente como pessoal e intimista, a obra de Sophia de Mello Breyner Andresen possui fortes influências da cultura clássica, principalmente da lite -
14 MAR.
Sábado, 15h00
Onde
Livraria Municipal Verney . Oeiras
ratura grega. À semelhança de Fernando Pessoa, a sua escrita foi perpassada pela liberdade, abordando temas como a natureza, o mar, o tempo e a cidade. Segundo de seis encontros “Fernando Pessoa et al.”.
Informações
tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt Entrada livre, sujeita à capacidade da sala.
PODCAST O POEMA ENSINA A CAIR:
LEITURAS COM PEDRO MEXIA
SI GRATUITO
QUIZ LITERÁRIO
Leituras com Pedro Mexia é a rúbrica do podcast "O Poema Ensina a Cair”, espaço em que, mensalmente, Raquel Marinho recebe Pedro Mexia, poeta, tradutor, crítico literário e cronista do Expresso, coordenador da coleção de poesia das Edições Tinta da China e co-director da Granta em Língua Portuguesa, para conversar sobre autores nacionais e estrangeiros que vale a pena conhecer melhor.
24 MAR.
Terça, 21h00
Onde
Teatro Municipal Amélia Rey Colaço . Algés
Informações
tel. 210 977 480/1, fernanda.marques@oeiras.pt Entrada livre, sujeita à capacidade da sala.
Considera-se um bom leitor ou mesmo um perito em literatura? Venha colocar à prova, com muito humor e boa disposição, os seus conhecimentos sobre livros, escritores, prémios literários, e outras curiosidades do mundo da literatura. Nota: prémio surpresa para todos os participantes.
27 MAR. Sexta, 21h00
Onde
Biblioteca Municipal de Oeiras
Informações e inscrições
tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt
Um programa cultural sediado no Centro Cultural de Barcarena, que resulta de uma parceria estratégica entre a Rede de Bibliotecas Municipais de Oeiras, o Município de Oeiras e a Associação Cultural A PALAVRA. A sua programação abrange um conjunto diversificado de atividades, da infância à idade adulta, incluindo concertos, debates, conversas, performances e outras iniciativas multidisciplinares. Centro Cultural de Barcarena, Rua dos Pescadores . Barcarena
CONCERTO MAEZ
MARA NUNES E RUTE ROCHA FERREIRA*
Um projeto de música de pop e neo-soul original da cantautora e atriz aguedense Mara Nunes. A artista apresenta-se como uma voz política, cantando sobre a sua experiência como mulher queer. Neste concerto, em colaboração com a artista e performer Rute Rocha Ferreira, o projeto toma a forma mais íntima, com letras emocionais, paisagens sonoras eletrónicas misturadas com instrumentos acústicos.
6 MAR.
Sexta, 21h00
POETRY SLAM NA PRÁTICA: DA SOLIDÃO AO MICROFONE
ABERTO Com Maria Giulia
Pinheiro*
Esta oficina propõe uma introdução prática à organização de eventos de poetry slam a partir da poesia falada como ferramenta de ativação comunitária. Destina-se ao público em geral e parte de experiências concretas de slams realizados no Brasil e em Portugal.
15 MAR.
Domingo, 14h30 às 17h30
OFICINA DA PALAVRA "ESCREVER, FALAR CONTAR"*
com André Neves aka Maze Nesta oficina, a linguagem transforma-se num terreno fértil para a exploração. Através de jogos, histórias, canções e poemas, iremos mergulhar no universo das palavras, desvendar as suas raízes e conexões, inventar novas expressões que capturem os nossos pensamentos mais profundos, construir a partir da memória e deixar voar livre a imaginação. Para crianças dos 8 aos 13 anos.
7 MAR.
Sábado, 10h30
CONVERSAS AO ESPELHO COM PAULO DE CARVALHO*
Nesta edição o jornalista Nuno Miguel Guedes entrevistará um dos grandes vultos da música portuguesa, numa sessão onde se admitem todas as perguntas, as do foro íntimo, pessoal ou ao estilo do questionário de Proust, bem como as de carácter mais abrangente sobre a vida e obra do convidado.
20 MAR.
Sexta, 19h00
POETA DO MÊS: MÁRIO CESARINY*
Nestas sessões, serão apresentadas mostras de filmes ou documentários, conversas ou espectáculos que se relacionem com a vida e obra do poeta escolhido.
18h00, Cine documentário: “AUTOGRAFIA” 19h30, Conversa com o realizador Miguel Gonçalves Mendes
(*) Entrada livre, sujeita a inscrição. Informações e inscrições tel. 911 172 143, www.arcabarcarena.com
21 MAR. Sábado, 18h00
EL GRATUITO
DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2026
Encontro “A caminho de 2030: Direitos e Desafios”
Onde
Segunda, 15h00 às 17h00
Auditório do Templo da Poesia
TERTÚLIA ATENÇÃO
AOS OUTROS:
FADO E TANGO
(Coord. Manuel Barão da Cunha)
Tertúlia sobre fado, com Daniel Gouveia. Afinidades entre estes géneros poético-musicais, documentadas com exemplos de música gravada, imagens fixas e vídeos.
Um espaço de conversa sobre obras literárias, artísticas ou científicas com os seus criadores, estudiosos ou divulgadores. Ou sobre temas de interesse para a comunidade.
MANUEL LISBOA
Ser feminista hoje, em Portugal
Professor Catedrático Jubilado, de Sociologia, na Universidade Nova de Lisboa. Diretor do Observatório Nacional de Violência e Género. Nos últimos 30 anos tem trabalhado e investigado nas áreas da igualdade de género e da violência contra as mulheres, doméstica e de género, tendo sido perito internacional do Conselho da Europa e do European Institute for Gender Equality. Igualmente tem trabalhado com várias universidades federais brasileiras e entidades públicas.
12 MAR.
Quinta, 21h15
MANON MARQUES
Amores cantadosum projecto de arte e comunidade
O que é necessário para que a arte aconteça e o que floresce quando nos permitimos criar em conjunto? Esta apresentação mergulha na experiência de um coletivo singular, onde a música despertou, conduziu e teceu um pulsar comum. Ao colocar lado a lado mulheres com doença mental, estudantes de Música na Comunidade e artistas profissionais, desafiaram-se as convenções sobre quem pode criar arte e o que significa ser artista.
19 MAR.
Quinta, 21h15
Onde
Biblioteca Operária OeirenseRua Cândido dos Reis, 119. Oeiras
ANA GUERREIRO
Foi aqui que tudo começou
Natural de Oeiras, iniciou a aprendizagem da guitarra aos 9 anos com o Prof. José Frade na Biblioteca Operária Oeirense. Em 2003 concluiu a Licenciatura em Guitarra na Escola Superior de Música de Lisboa. Atualmente, integra o Duo GuitHarmony com a harpista Beatrix Schmidt. Lecionou na Academia de Música de Santa Cecília entre 2005 e 2011. Desde 1999 leciona Guitarra na Escola de Música Nossa Senhora do Cabo e na Escola de Música do Colégio Moderno desde 2024.
25 MAR.
Quarta, 21h15
EL GRATUITO
CLÁSSICOS EM OEIRAS
COM ORQUESTRA DE CÂMARA DE CASCAIS E OEIRAS
HOMENAGEM
A BENJAMIN BRITTEN *
Cinquenta anos após a sua morte, homenageamos Benjamin Britten, uma das figuras maiores da música do século XX. Considerado o mais importante compositor inglês depois de Purcell, Britten revolucionou a ópera britânica e encarou a música como uma arte acessível a todos. O concerto inclui ainda uma suíte de um compositor sueco raramente ouvido entre nós.
A. Pärt | Cantus em memória de Benjamin Britten
K. Atterberg | Suíte n.º 3 para Violino, Viola e Orquestra de Cordas, op. 19, n.º 1
B. Britten | Tema e Variações sobre um Tema de Frank Bridge Com Lilia Donkova (violino), Cátia Santos (viola) e a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, dirigida pelo maestro Nikolay Lalov.
GRANDES
OBRAS PARA TRIO COM PIANO *
Onde Auditório Municipal Ruy de Carvalho . Carnaxide 7 MAR. Sábado, 18h00
Schumann considerou o Trio n.º 1 de Mendelssohn uma verdadeira “obra-prima”, ao nível das grandes criações de Beethoven e Schubert. Clara Schumann, também ela compositora e pianista, escreveu: “não existe nada melhor do que sentir a alegria de compor uma obra e depois ouvi-la”. O recital apresenta duas obras maiores do repertório para trio com piano, escritas por destacados pianistas-compositores.
F. Mendelssohn | Trio com Piano n.º 1
C. Schumann | Piano Trio, op. 17
Com Miguel Perdigão (piano) e solistas da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras.
Aconselhado para maiores de 6 anos. Interdito a menores de 3 anos. (*) BILHETES 5€ à venda nos postos de venda municipais e Ticketline. Não se efetuam reservas. Não é permitida a entrada após o início do recital.
André Cameira (flauta transversal) e Mariana Soares (piano) interpretam obras de B. Marcello, J. S. Bach e G. P. Haendel
1 MAR. Domingo, 17h00
Onde
Auditório Municipal Maestro César Batalha . Oeiras
EL GRATUITO
Piano a 4 mãos - Mariana Soares e Manuela Fonseca interpretam obras de W. A. Mozart e F. Kuhlau.
22 MAR. Domingo, 17h00
Entrada livre, sujeita à lotação das salas, com distribuição de senhas a partir das 16h00. Entrada às 16h45, não sendo permitida a entrada após as 17h00. M/6 anos.
Onde
Auditório da Biblioteca Municipal de Barcarena
QUARTETO DE CORDAS da Orquestra Sinfónica Juvenil
Um recital que percorre repertório clássico, contemporâneo e popular. O programa inclui Mozart (Quarteto nº 17, K. 458), Eurico Carrapatoso (L’Homme Désarmé), Shostakovitch (Valsa nº 2) e Carlos Gardel (Por una Cabeza), oferecendo um percurso expressivo que vai do classicismo vienense ao tango argentino.
15 MAR. Domingo, 16h00
Onde
Auditório Municipal José de Castro . Paço de Arcos
Aconselhado para maiores de 6 anos. Interdito a menores de 3 anos. BILHETES 5€ à venda nos postos municipais e Ticketline.
CONCERTO COMEMORATIVO
Com Grupo Coral de Proença-a-Nova e Corué, Coro da Universidade de Évora. EL GRATUITO
Onde
Auditório da Escola Secundária Camilo Castelo Branco. Carnaxide 21 MAR. Sábado, 16h00
Informações novus.cantus.pt@gmail.com Entrada gratuita, limitada aos lugares existentes.
CICLO DE CONCERTOS
CAMERATA ATLÂNTICA
Concerto #2 concerto de Páscoa - “Stabat Matter” de Boccherini
O Stabat Mater de Luigi Boccherini, composto em 1781, é uma obra de grande intensidade espiritual e beleza melódica. Inspirado no célebre poema medieval que retrata a dor da Virgem Maria junto à cruz, Boccherini criou uma música delicada, íntima e profundamente emotiva. A peça combina simplicidade e elegância clássica com momentos de intensa expressividade, fazendo dela uma das páginas sacras mais notáveis do compositor.
Com Patrycja Gabrel (soprano), Ana Beatriz Manzanilla (violino e direção), Francisca Fins (violino), Pedro Saglimbeni Muñoz (viola), Jeremy Lake (violoncelo), Marine Triolet (contrabaixo) e Nuno Margarido Lopes (órgão).
CORO COMUNITÁRIO “A CAPELA E O POVO” EL GRATUITO
28 MAR. Sábado, 18h00
Onde Capela de Nossa Senhora da Conceição e Santo Amaro. Oeiras
Informações dca@oeiras.pt Entrada gratuita limitada à lotação do espaço.
Aberto a todos os munícipes a partir dos 15 anos, com ou sem formação musical, e pretende reunir vozes de diferentes gerações em torno da memória da democracia, do cancioneiro popular e de novas criações coletivas.
7, 14 E 28 MAR.
Sábados, 10h00 às 13h00
LE CABARET ROCK
Alucinante e pura dinamite em palco, com doses surpreendentes de loucura, terror, paródia e decadência poética, detonadas pela irreverente troupe criadora deste fantástico imaginário teatral.
Um show sempre extravagante e sem fronteiras que nunca se apresenta de forma igual, pois cada noite é única.
Auditório da Escola Secundária Luís de Freitas Branco. Paço de Arcos
Informações dca@oeiras.pt
TRAIR E COÇAR É SÓ COMEÇAR
Num apartamento onde ninguém entra pela porta certa e há sempre alguém escondido em algum lado, bastam meias palavras ou objetos fora do sítio para instalar o caos. Três casais, uma empregada e muitas frases fora de contexto levam a zero calma e imaginação a mais… a receita perfeita para o desastre. Uma comédia de enganos, suspeitas e confusões em efeito dominó, onde ninguém percebe nada… mas toda a gente tem a certeza de tudo. Ritmo louco, situações cada vez mais improváveis e gargalhadas garantidas do princípio ao fim.
Uma comédia, de Marcos Caruso, onde desconfiar é inevitável… e rir também. Com Adriana Rocha, André Levy, Cleo Malulo, Dina Santos, João José Castro, João Pinho, João Quiaios, Miguel de Almeida e Rita Bicho. Encenação de Pedro Miguel Silva. Pelo Intervalo Grupo de Teatro.
A PARTIR DE 6 MAR.
Sextas e sábados, 21h30
Onde
Auditório Municipal Lourdes Norberto. Linda-a-Velha
Informações e reservas
tel. 968 431 100 M/16
Bilhetes 15 a 18€
6 MAR. Sexta, 21h00
Informações e reservas
tel. 919 714 919, cda.reservas@gmail.com M/6 anos.
Onde Teatro Municipal Amélia Rey Colaço. Algés
Bilhetes 12€ em bol.pt
VORACE
Vorace (tradução italiana de voraz) é um solo de dança para um corpo na sua arena, suportado pela capacidade pulmonar da performer e muitos pom poms, aliados da reverberação do ritmo que constrói a voracidade deste corpo. Direção artística e interpretação de Sofia Kafol.
ESPETÁCULO “MURMÚRIOS DE PEDRO E INÊS”
Como se entrelaçaram os amores de Pedro e Inês, Infante e Dama, Português e Castelhana? Somente as mais tocantes histórias de amor são as que terminam com um capítulo trágico. Um espetáculo onde a dança usa os dois corpos como linguagem que materializa a lenda e a emoção. Um bailado que se veste de música contemporânea como uma pele que intrinsecamente se adapta, mas que também se embala com o som poético da língua portuguesa.
20 MAR. Sexta, 21h30
Onde
Auditório Municipal Ruy de Carvalho. Carnaxide
Informações
tel. 214 408 547, maria.gil@oeiras.pt M/6
Bilhetes à venda nos espaços municipais e Ticketline 10€ plateia, 8€ balcão.
O grande sucesso do Brasil chega a Oeiras. A comédia dramática “O Figurante”, é o primeiro monólogo de Mateus Solano, no papel de um figurante que começa a questionar a sua existência e o seu lugar num mundo que parece colocá-lo sempre em segundo plano.
Auditório Municipal Ruy de Carvalho. Carnaxide
Bilhetes Bilhetes à venda nos espaços municipais e Ticketline 15€ plateia 12,50€ balcão. Onde
SEMPRE QUE A REVISTA CANTA
Cidália Moreira, Vítor Emanuel e Maria Tavares são três dos maiores nomes do panorama artístico português, e, ao lado da atriz Raquel Caneca, juntam-se, agora, no espetáculo musical e revisteiro.
Auditório Municipal Lourdes Norberto. Linda-a-Velha
Bilhetes
Bilhetes à venda nos espaços municipais e Ticketline 10€ plateia e balcão.
CONCERTO “CANTIGAS DA RUA”
Uma das artistas mais acarinhadas pelo público português, Rita Ribeiro apresenta-se neste espetáculo, com o fadista Jorge Baptista da Silva, interpretando melodias que marcaram o panorama musical português durante várias décadas.
Bilhetes 10€ à venda na Ticketline e nos postos municipais. Onde Auditório Municipal Ruy de Carvalho. Carnaxide
IA.COMÉDIA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL AO VIVO
Acredita que já viu tudo em teatro? Agora imagine 5 inteligências artificiais a falar, discutir, improvisar, manipular e provocar dois actores em tempo real… Existe um guião, há personagens, há uma história, mas também há momentos em que o espectáculo “sai da estrada” e a IA toma o volante. Uma experiência que questiona, faz rir, surpreende e, sobretudo, mostra que, nesta nova era, a maior arma que temos para enfrentar o poder das máquinas… pode muito bem ser o sentido de humor. O futuro chegou ao palco e cada sessão é única, imprevisível e irrepetível. Uma comédia de Paulo Matos, com Paulo Matos e Carlos d’Almeida Ribeiro.
Uma comédia teatral protagonizada por Carlos Cunha e Erika Mota, que decorre num pátio de um bairro na periferia de Lisboa. O dia vai passando e por aquele pátio vão surgindo um sem número de personagens.
Sábado, 21h00
Onde
Auditório Municipal Ruy de Carvalho. Carnaxide 28 MAR.
Informações
214 430 799, 214 408 582 24, paulo.afonso@oeiras.pt M/16 anos.
Bilhetes
Bilhetes à venda nos espaços municipais e Ticketline 12,50€ plateia 10€ balcão.
Onde
Auditório do Teatro Independente de Oeiras. Santo Amaro de Oeiras
Bilhetes
15€ a 18€ à venda em Ticketline e na bilheteira do auditório nos dias de espectáculo, das 20h30 às 21h30
“CINEMA DO SÉC. XXI”
TERÇAS 15H30
DOMINGO 15H30
Onde
Auditório Municipal Maestro César Batalha, Oeiras *
Onde
Auditório Municipal José de Castro, Paço de Arcos **
O cinema do século XXI vive uma profunda transformação, marcada pela globalização, pela revolução digital e por novas formas de produção, distribuição e consumo. Este ciclo propõe uma reflexão sobre o cinema contemporâneo, explorando novas linguagens, autores e os desafios colocados pelas plataformas digitais, pela tecnologia e pelas mudanças culturais, procurando compreender o cinema que se faz hoje e o seu futuro.
EL* GRATUITO
Apanha-me Se Puderes
3 MAR.* CHOCOLATE (Chocolat)
Drama, Romance, 2000, França; de Lasse Hallström; com Juliette Binoche, Johnny Depp, Judi Dench; 116 min.; M/12 anos
10 MAR.* CHICAGO
Musical / Comédia , 2002, EUA; de Rob Marshall; com Renée Zellweger, Catherine Zeta-Jones, Richard Gere; 108 min.; M/12 anos M/12 anos
17 MAR.* O DIABO VESTE PRADA (The Devil Wears Prada)
Comédia / Drama , 2006, EUA; de David Frankel; com Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt; 105 min.; M/12 anos
24 MAR.* APANHA-ME SE PUDERES (Catch Me If You Can)
29 MAR.**
E A FÁBRICA DE CHOCOLATE
Biográfico / Crime, 2002, EUA; de Steven Spielberg; com Leonardo DiCaprio, Tom Hanks, Christopher Walken; 135 min.; M/12 anos
(Charlie and the Chocolate Factory)
Fantasia / Família , 2005, EUA; de Tim Burton; com Johnny Depp, Freddie Highmore, Helena Bonham Carter; 111 min.; M/6 anos
Entrada gratuita, de acordo com a classificação etária e limitada aos lugares disponíveis. Entrega de senhas a partir das 15h00. Máximo 2 por pessoa e válidas até ao início da sessão. Não se efetuam reservas. Não é permitida a entrada após o início da sessão. Programa sujeito a alterações.
Informações
tel. 214 408 565, carlos.pinto@oeiras.pt
31 MAR.* O FANTASMA DA ÓPERA (The Phantom of the Opera)
Musical / Romance / Drama, 2004,EUA; de Joel Schumacher; com Gerard Butler, Emmy Rossum, Patrick Wilson; 135 min.; M/12 anos
TERRA VIL
A primeira longa-metragem de Luís Campos tem como pano de fundo as margens do Rio Douro e evoca a tragédia de Entre-os-Rios. O filme acompanha João, de 12 anos, e o pai, António, um pescador de lampreia alcoólico. Na casa ao lado, vivem Teresa e as filhas adolescentes. Juntos, formam uma espécie de família disfuncional. A rentabilidade do negócio é escassa e o comportamento errático de António torna a rotina cada vez mais insustentável. Com William Cesnek, Ruben Gomes e Lúcia Moniz.
8 MAR.
Domingo, 15h30
Onde
Auditório Municipal José de Castro . Paço de Arcos
Informações carlos.pinto@oeiras.pt
BILHETES 3€ à venda nos postos municipais e Ticketline.
M/12 anos
CICLO DE CINEMA E LITERATURA
MORTE EM VENEZA
De Luchino Visconti, antecedido de conversa entre Pedro Mexia e José Mário Silva
Este ciclo apresenta filmes que resultaram da adaptação de obras literárias, promovendo o diálogo entre o livro e o cinema. Em Morte em Veneza, o compositor alemão Gustav von Aschenbach viaja para Veneza em busca de descanso e inspiração, encantando-se obsessivamente por Tadzio, um jovem de uma beleza perfeita.
O filme explora temas como a beleza, desejo, decadência e a proximidade da morte.
12 MAR.
Quinta, 21h00
Onde Templo da Poesia
Informações tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt Entrada livre, sujeita à capacidade da sala.
EL GRATUITO
COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL
RESISTÊNCIA E LIBERDADE,
Tantas histórias para contar
Os indivíduos e movimentos sociais empenhados na resistência ao regime desafiaram as formas convencionais de ver e agir da sua época através de múltiplas ações em múltiplos contextos. Nesta exposição mostramos 42 pessoas que conheceram a prisão de Caxias porque reagiram a uma sociedade desigual e repressiva, tentando ações de solidariedade e de protesto. Ações normais de cidadania numa sociedade democrática, mas perigosas numa ditadura. Fizeram-no apesar da repressão violenta da liberdade e pagaram com a prisão e tortura pelas suas atividades. Mas foram construindo as condições que eclo -
ATÉ 25 ABR.
Terça a sábado, 11h00 às 17h00
ATIVIDADES PARALELAS
Encontros à quinta, no Palácio do Egipto *
Onde
EL GRATUITO
diram na revolução de 25 de abril. Hoje ao celebrar-se a vitória, é necessário resgatar a memória da resistência, da luta. Restam destes dias histórias de vida que importa reconhecer publicamente. Esta iniciativa tensiona devolver a narrativa aos seus protagonistas, num esforço coletivo de exposição e passagem de conhecimento entre gerações.
Palácio Egipto. Oeiras
Quinta sessão do ciclo Conversas sobre Resistência e Liberdade, cujo tema será a “As famílias: pais e filhos”. Moderação do jornalista Mário Galego.
19 MAR.
Quinta, 21h00 (visita à exposição) 21h30 conversa (na Livraria Verney)
APRESENTAÇÃO DO LIVRO
Visitas guiadas *
Nesta exposição apresentam-se testemunhos de ex-presos políticos da prisão de Caxias, recolhidos a partir de 42 entrevistas. Através de sons, imagens e palavras, emergem memórias de resistência, de coragem, esperança e amor.
25 MAR.
Quarta, 15h00
“Entre a luz e a sombra”, de Ana M. C. Serra
Um romance histórico sobre a vida dos pais da autora, que viveram 27 anos na clandestinidade. O dia 7 de março constitui uma data significativa, pois terão decorrido 70 anos da fuga de Jaime Serra, seu pai, da Cadeia do Forte de Caxias. Este evento conta com a presença de Irene Pimentel, autora do prefácio.
(*) Mediante inscrições.
7 MAR. Sábado, 15h30
Informações e inscrições
Loja Palácio do Egipto tel. 214 408 781, ccpegipto@oeiras.pt
GRAÇA MORAIS. UMA ANTOLOGIA
Apresentando mais de 170 obras de desenho e pintura, a exposição oferece uma visão ampla da obra da artista, apresentando os temas centrais da sua criação desde a década de 1970 até ao presente: a relação com a terra e os seus frutos, as mulheres, a caça, a memória do lugar como espaço de cultura e, nos anos mais recentes, a atenção dada às metamorfoses do ser humano, enquanto vítima e algoz, cuidador e agressor. Integrando trabalhos recentes, esta exposição revela também a importante incursão da artista pelo domínio da fotografia, como registo/arquivo e como ponto de partida para o trabalho de desenho e pintura. Com curadoria de António Meireles e Emília Ferreira.
15 MAR.
A 16 AGO.
Terça a domingo, 11h00 às 18h00
(última entrada 17h30)
Onde
Palácio Anjos. Algés
Informações
tel. 214 111 400/3, panjos@oeiras.pt
Encerra às segundas, feriados e tolerâncias de ponto. Bilhetes à venda na Tickteline e Palácio Anjos, bilhetes a 2€ com descontos aplicáveis.
INAUGURAÇÃO
14 MAR. Sábado / 16h00
PROGRAMAÇÃO SERVIÇO EDUCATIVO ATIVIDADES PARALELAS ÀS EXPOSIÇOES
Visitas orientadas
Visitas orientadas para grupos escolares Workshops para público geral e grupos organizados.
Terças, quartas e quintas
EL GRATUITO
EXPOSIÇÃO COLETIVA MESCLA VIMOSTRA
ARTÍSTICA
VERNEY
Uma exposição coletiva de arte que reúne trabalhos de diversos autores que utilizam diferentes linguagens, como fotografia, pintura, escultura, desenho, etc. O conceito da mostra é justamente misturar estilos, técnicas e olhares, criando um diálogo entre expressões variadas e proporcionando ao público uma experiência artística diversificada num único espaço.
INAUGURAÇÃO
28 MAR. Sábado / 16h00
A programação escolar é desenvolvida de forma a proporcionar visitas especificas para cada ciclo de estudos. As escolas públicas do concelho de Oeiras deverão fazer as marcações através da plataforma Oeiras Educa, www.oeiraseduca.pt. As restantes escolas através do email se.panjos@ oeiras.pt
Todas as atividades carecem de marcação prévia. e ateliers para famílias.
Informações
tel. 214 111 400/3, se.panjos@oeiras.pt
28 MAR. A 23 MAI.
Segunda a sexta, 9h00 às 17h00 / Sábados, 10h00 às 17h00
Encerra domingos e feriados.
Onde
Livraria Municipal Verney, Oeiras
Informações
tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt
Entrada
RETRATOS COM ALMA,
de Inês Duarte - Maria Café
Um projeto, promovido pelo
Centro Comunitário Paroquial Nossa Senhora das Dores, para a autoestima e a valorização das pessoas idosas através da fotografia. Após um momento de cuidados de imagem assegurados por voluntários, os utentes participaram em sessões fotográficas individuais, resultando numa mostra que revela a autenticidade e a dignidade de cada retratado.
Em Grave, pianos em fim de vida são colocados fora da sua zona de conforto, na natureza, na rua, fora da sala de espetáculos. Tocam sozinhos, sem ação humana, alimentados pelo sol, poéticos e desafinados. Esta land art transfigura a visão do que é “irrecuperável”, trazendo vida através do som, permitindo a todos que usufruam dela. Uma reflexão sobre o impacto do tempo, do Humano e da natureza em tudo o que nos rodeia.
TODOS OS DIAS
9h00 às 20h00
Onde
Quinta Real de Caxias
Informações dca@oeiras.pt
35ª EDP MEIA MARATONA DE LISBOA
Esta prova é uma das meia-maratonas mais rápidas do mundo e este ano volta a atrair milhares de participantes, nacionais e internacionais, numa grande festa de atletismo. No dia 7 de março, realiza-se a Hyundai 7K, com partida no Estádio Nacional e com um percurso panorâmico pela Avenida Marginal até Belém. No dia 8 de março, Oeiras assistirá mais uma vez à prova de atletismo mais participada do país. A partida da Meia Maratona de Lisboa será dada em simultâneo, na Cruz Quebrada para os atletas de elite e na Ponte 25 de Abril para os restantes participantes. O percurso terá a passagem de todos entre Algés e a Cruz Quebrada e a meta de ambas as provas está instalada em frente ao Mosteiro dos Jerónimos em Belém. No mesmo dia, às 10h15, realiza-se ainda a Vodafone 10K, também com partida na Ponte 25 de Abril e chegada em Belém.
Informações e inscrições https://maratonaclubedeportugal.com/ corrida-marco/edp-meia-maratona-de-lisboa
HYUNDAI 7K 7 MAR. Sábado, 9h30
MEIA MARATONA DE LISBOA 8 MAR. Domingo, 9h30
TROFÉU CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS
CORRIDAS DAS LOCALIDADES
Um projeto de atletismo pioneiro e histórico no panorama nacional. Na edição passada, contou com 8600 participantes e com uma média de 800 atletas por prova. O Troféu tem por objetivo a generalização da prática desportiva através da corrida, sendo uma competição municipal com 11 provas, abertas a todos. As organizações das provas resultam de parcerias entre o Município de Oeiras e diversas coletividades desportivas do concelho.
SI GRATUITO
Informações e inscrições
tel. 214 408 540 (segunda a sexta, 9h00 às 12h30 e 14h00 às 17h30) ddesporto@oeiras.pt, https://trofeu.oeiras.pt
PROGRAMA AR LIVRE
BODYBOARD
7 MAR.
Sábado, 9h30 e 11h00
Onde
Praia da Torre (ponto de encontro: carruagem Luar da Barra)
Informações
4€/ participante
Inscrição online www.queroir.pt
14 MAR.
Sábado, 9h30 e 11h00
Onde
Praia da Torre (ponto de encontro: carruagem Luar da Barra)
Informações
4€/ participante
Inscrição online www.queroir.pt
22 MAR. Domingo, 9h30
Onde Grupo Recreativo Cultural e Desportivo de Leião
29 MAR. Domingo, 9h30
Onde
Ribeira da Lage (ponto de encontro: parque de estacionamento junto à Estação Agronómica)
Informações
4€/ participante
Inscrição online www.queroir.pt
XADREZ NA FÁBRICA DA PÓLVORA
8 MAR.
Onde Fábrica da Pólvora de Barcarena
Informações axportugal@gmail.com
JOGOS DE OEIRAS
Os Jogos de Oeiras 2026 apresentam um vasto programa de atividades desportivas gratuitas, a decorrer de fevereiro a novembro, promovendo a prática desportiva e o convívio entre a comunidade.
Esta iniciativa municipal convida todos a par-
EXPERIMENTA
JOGOS DE OEIRAS
(todas as idades)
EXPERIMENTA GINÁSTICA
1 MAR.
Domingo, 9h00 às 13h30
EXPERIMENTA ORIENTAÇÃO
29 MAR.
Domingo, 9h00 às 13h00
Onde
Centro Desportivo Nacional do Jamor
Onde
União Recreativa do Dafundo
EXPERIMENTA KICKBOXING
8 MAR.
Domingo, 10h00 às 17h00
Onde
Clube Kempo Oeiras. Queijas
YOGA E AERIAL YOGA
YOGA
Quintas, 12h50
Sextas, 19h15
Domingos, 11h15 e 16h30
Yoga para empresas
AERIAL YOGA
Sextas, 20h15
Domingos, 12h15
Domingo, 10h30 às 18h30 - Prática livre, tabuleiro gigante; 14h30 às 18h00 - Torneio aberto a jogadores federados e não federados SI: Sujeito a inscrição.
O yoga para empresas é uma excelente atividade para grupos de trabalho. Dias e horas a agendar diretamente com as empresas.
Onde
Fábrica da Pólvora de Barcarena
Informações e inscrições tel. 919 132 843, www.yogaloversproject.com
ticipar nas suas principais vertentes: a “Taça Jogos de Oeiras”, com quadros competitivos simplificados e acessíveis, e o “Experimenta Jogos de Oeiras”, dedicado à experimentação de modalidades e ao contacto com novas práticas desportivas, abertas a todas as idades.
TAÇA
JOGOS DE OEIRAS
(dos 6 aos 12 anos)
15 MAR.
Domingo, 9h00 às 13h00
22 MAR.
Domingo, 9h00 às 13h00
Onde Pavilhão Desportivo Noronha Feio. Queijas
Onde
Clube de Campo Quinta da Moura. Caxias
Informações e inscrições tel. 214 408 540, dd@oeiras.pt, www.jogosdeoeiras.pt
ANDEBOL #2
TÉNIS #1
oficinas, cinema,música, teatro ,pat
r i mónio , arlivr e .. . todasascrianç as para efamílias
Palácio Marquês de Pombal . Oeiras
KITS DE EXPLORAÇÃO DO JARDIM DO PALÁCIO Descobertas no jardim
Os kits “Descobertas no Jardim” contêm todo o material necessário para a realização de atividades em várias zonas deste Jardim, propondo descobri-lo de forma autónoma, criativa, lúdica e didática.
Para famílias com crianças dos 5 aos 10 anos (kit vermelho e amarelo).
Para jovens e adultos (kit azul).
À venda na Loja do Palácio 5€.
.
COMO SE BRINCAVA NO PALÁCIO
Guia familiar descobrir e colorir - o património dos jardins
Os kits “Descobertas no Jardim” contêm todo o material necessário para a realização de atividades em várias zonas deste Jardim, propondo descobri-lo de forma autónoma, criativa, lúdica e didática.
Para famílias com crianças dos 5 aos 10 anos (kit vermelho e amarelo). Para jovens e adultos (kit azul).
À venda na Loja do Palácio 5€.
.
Fábrica da Pólvora de Barcarena
3 GUIAS DE EXPLORAÇÃO LIVRE
Aventuras na Fábrica da Pólvora
Era uma vez uma menina chamada Bárbara, que vivia presa numa torre… Visita o museu da Fábrica e descobre este e muitos outros mistérios!
O património da água na Fábrica da Pólvora
Descobre a Fábrica e a importância da água na sua e na vossa história, com muitos desafios e enigmas pelo caminho.
Às voltas na Fábrica
São 12 os locais da Fábrica que vais ficar a conhecer. Pelo caminho terás várias missões, quebra-cabeças e desafios para ultrapassar.
Bibliotecas Municipais & Livraria Municipal Verney
Para famílias/grupos com crianças dos 7 aos 12 anos.
Algés, Barcarena, Carnaxide e Oeiras
Oeiras
Espetáculo Bubu *
Espetáculo de promoção da leitura para bebés com a atriz Cristina Paiva, a partir do livro “Io, Alice e il buio buio” de Alessandra Racca, música de Joaquim Coelho e ilustrações de Mafalda Milhões
Atividade desenvolvida por Andante Associação (duração: 30 min).
7 MAR.
Sábado, 10h00
7 MAR.
Sábado, 11h00
Onde
Biblioteca Municipal de Carnaxide
Onde
Biblioteca Municipal de Carnaxide
Idade Para bebés dos 6 aos 36 meses, acompanhados por 1 adulto.
Idade Para crianças dos 3 aos 5 anos, acompanhadas por 1 adulto.
Passa a palavra contos *
Nestas sessões, os Narradores vão partilhar histórias com os mais pequenos, pais e avós. Histórias contadas com muita expressividade e através de jogos de palavras, caça-palavras, charadas e quebra-cabeças.
7 MAR.
Sábado, 15h30
14 MAR.
Sábado, 15h30
21 MAR.
Sábado, 15h30
Onde
Biblioteca Municipal de Oeiras
Onde
Biblioteca Municipal de Carnaxide
Onde
Biblioteca Municipal de Barcarena
Idade
Para crianças a partir dos 4 anos e suas famílias.
Oficina do brincar*
Oficina do brincar com os livros, papel, cores, tesoura... Vamos ler, escutar, criar, brincar, jogar
12 E 26 MAR.
Quintas, 17h30
Onde
Biblioteca Municipal de Oeiras
Sala Aberta - Bibliotecas *
O Centro Sagrada Família, através da metodologia Aprender, Brincar, Crescer, vai explorar com famílias histórias cativantes com atividades sensoriais para os mais pequeninos.
Para crianças até aos 4 anos acompanhadas por um adulto (trazer roupa extra).
14 MAR.
Sábado , 11h00
28 MAR.
Sábado , 11h00
Onde
Biblioteca Municipal de Algés
Onde
Biblioteca Municipal de Oeiras
Idade
Para crianças dos 2 aos 4 anos e suas famílias.
Idade
Para crianças até aos 4 anos acompanhadas por um adulto (trazer roupa extra).
Workshop de modelação em barro
*
Vem aprender as mais diversas técnicas para trabalhar o barro e cria as tuas próprias peças com diferentes cores, formas e texturas, tirando o melhor partido de ferramentas e materiais. Para crianças (8-12 anos), acompanhadas por 1 adulto.
14 E 28 MAR.
Sábado, 11h00
Onde
Livraria Municipal Verney
Idade
Para crianças (8-12 anos), acompanhadas por 1 adulto.
ESPETÁCULO DE MARIONETAS
coisa’ *
Este espetáculo de marionetas apresenta-nos a história de um homem que passa os seus dias entre as tarefas do campo e a companhia dos seus amigos: as galinhas, as vacas e os peixes. Ao lado da sua pequena casa, há um pé de manga e em frente também há um lindo rio. Um certo dia o homem recebe uma carta misteriosa.
Espetáculo desenvolvido por Fábio Supérbi (duração: 45 min), para crianças dos 4 aos 12 anos, acompanhadas por 1 adulto
14 MAR.
Sábado, 15h30
Onde
Biblioteca Municipal de Oeiras
ESPETÁCULO
Idade para crianças dos 4 aos 12 anos, acompanhadas por 1 adulto
‘O monstro das cores’ *
Na cozinha da Chefe Baguete as emoções estão à flor da pele, ao ponto de se tornarem confusas.
Uma nova receita vai ser experimentada e é com a preciosa ajuda das crianças e o livro ‘O Monstro das Cores’ que a Chefe tentará colocar as emoções no seu lugar. Uma peça que explora as emoções, recheada de muitas surpresas, cor e música!
Atividade desenvolvida por Muzumbos (duração: 45 min), para crianças dos 3 aos 10 anos, acompanhadas por um adulto.
14 MAR.
Sábado, 15h30
Onde
Biblioteca Municipal de Barcarena
Idade para crianças dos 3 aos 10 anos, acompanhadas por um adulto.
Pijama às letras
Um espetáculo teatral, um serão de contos com um convidado surpresa e mais surpresas que irão acontecer durante a noite, para embalar pequenos e grandes com histórias de encantar até o sono chegar.
Para crianças dos 5 aos 12 anos, acompanhadas por 1 ou 2 adultos.
13 MAR.
Sexta, das 20h30 até dia seguinte às 9h00
27 MAR.
Sexta, das 20h30 até dia seguinte às 9h00
Onde Livraria Municipal Verney
Onde
Biblioteca Municipal de Barcarena
Idade
Para crianças dos 5 aos 12 anos, acompanhadas por 1 ou 2 adultos.
ESPETÁCULO
Inscrições presenciais a partir de 10 FEV.
‘O incrível rapaz que comia livros’ *
Informações tel. 214 408 329
No quintal das histórias há um livro madurinho e pronto a ler. Um livro sobre o Henrique, o incrível rapaz que comia livros. Um conto delicioso e cheio de surpresas que nos ensina a importância da leitura e dos livros na nossa aprendizagem. Uma peça muito divertida, cheia de cor e música!
Espetáculo desenvolvido por Muzumbos (duração: 45 min)
Crianças dos 3 aos 10 anos, acompanhados por 1 adulto
21 MAR.
Sábado, 10h30 às 17h30
Onde
Biblioteca Municipal de Carnaxide
Idade
Para crianças dos 3 aos 10 anos, acompanhados por 1 adulto
Há jogos de mesa na biblioteca *
Para jogar na biblioteca, com a ludotecária Antonella Gilardi a dinamizar, ou depois, levando os jogos da Biblioteca emprestados para casa e jogar com a família e amigos. Para crianças a partir dos 4 anos e suas famílias.
21 MAR.
Sábado, 15h30 às 17h30
Onde
Biblioteca Municipal de Oeiras
Idade Para crianças a partir dos 4 anos e suas famílias.
MÚSICA EM FAMÍLIA
Nota a nota *
Sessões para bebés e crianças, mas também para as suas famílias… estimulando a linguagem musical através da expressão, do movimento, da exploração dos sons, da voz, do canto… fomentando momentos felizes e cheios de diversão!
Atividade desenvolvida por Nota a Nota (duração: 45 min), para crianças dos 3 aos 5 anos, acompanhadas por 1 adulto.
28 MAR.
Sábado, 15h30
Onde
Biblioteca Municipal de Algés
Idade para crianças dos 3 aos 5 anos, acompanhadas por 1 adulto.
OFICINA DE ESCRITA CRIATIVA Escrever com os 5 sentidos
Como será tocar na pele rugosa de um dragão? Num agitado mercado de rua, que sons e cheiros pairam no ar? Porque o prazer de escrever também se aprende, a autora Sara Rebello da Silva convida os pequenos escritores a descobrir o poder dos cinco sentidos na criação de histórias inesquecíveis.
7 MAR.
Sábado, 11h00 às 12h30
Informações e inscrições 20€, cda.reservas@gmail.com
Teatro infantil
Onde
Teatro Municipal
Amélia Rey Colaço. Algés
Idade
Para crianças dos 8 aos 12 anos.
N’O É?
CONCERTO DIDÁTICO PARA PAIS & FILHOS
Ocompositor e a sua obra
C. M. Weber
Quinteto para Clarinete e Cordas, op. 34
Com solistas da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras. Direcção e comentários do maestro Nikolay Lalov.
22 MAR.
Domingo, 11h00
Entrada gratuita, limitada aos lugares disponíveis.
Onde
Auditório Municipal José de Castro. Paço de Arcos
No mundo do N'O É? o dia é de festa. Juntam-se as trombas dos elefantes, com as asas dos passarinhos. As ondas do Danúbio, com as marés vivas do mar vermelho. As cigarras cantam, os grilos agitam-se. Os pirilampos e os peixes-palhaço montam a tenda e rodam as estações do ano num dia só. O dilúvio está a caminho, N’O É? É!
ATÉ DEZ.
Domingos, 11h00
Onde
Auditório do Teatro Independente de Oeiras . Santo Amaro de Oeiras
Informações tel. 214 406 878, bilheteira@teatrodeoeiras.com 8€ (individual), 22,50€ (3 pax) à venda em Ticketline e na bilheteira do auditório nos dias de espectáculo, das 10h30 às 11h00
Idade Um espetáculo de Sandra José para bebés até aos 36 meses.
SESSÕES DE LITERACIA INFORMÁTICA PARA ADULTOS
Sessões presenciais, individuais ou a pares, onde os participantes definem as competências informáticas a adquirir, nomeadamente aprender a usar a aplicação pressreader para leitura de jornais e revistas online, usar a Biblio-
4, 11, 18 E 25 MAR.
Quartas, 10h30 às 13h30
5, 12, 19 E 26 MAR.
Quintas, 10h30 às 13h30
3, 10, 17 E 24 MAR.
6, 13, 19* E 27 MAR.
Terças, 10h30 às 13h30
*Quinta e sextas, 14h00 às 17h00
CURSO
Onde
LED para aceder a livros digitais e a audiolivros, usar a Inteligência Artificial (como o chatGPT), transferir documentos do e-mail para o PC, criar conta no zoom, aceder às redes sociais facebook e instagram, etc. Para adultos.
Biblioteca Municipal de Algés
Onde
Biblioteca Municipal de Carnaxide
Onde
Biblioteca Municipal de Oeiras
Informações e inscrições (gratuitas) tel. 210 977 430, marta.silva@oeiras.pt
O QUE É A FILOSOFIA? QUATRO FILÓSOFOS À PROCURA DE
UM SENTIDO
Por António de Castro Caeiro
A filosofia nasce de uma pergunta - qualquer pergunta, mesmo trivial - desde que revele algo que não compreendemos. Quando ignoramos algo que tem importância para nós, procuramos respostas para poder conhecer. Há inúmeras perguntas sobre os mais variados temas, mas aquilo que distingue a pergunta filosófica é que ela surge do espanto perante o simples facto de estarmos vivos. A partir de Platão, Aristóteles, Descartes e Nietzsche, procuramos compreender de que situações concretas partem para pensar o problema do filosofar e que programas propõem para o enfrentar.
7 E 14 MAR.
Sábados, 15h00
Onde
Palácio dos Aciprestes Linda-a-Velha
Informações e inscrições tel. 214 408 329, livraria.verney@oeiras.pt
SI GRATUITO
SI GRATUITO
OEIRAS EXPERIMENTA
PROJETO CIÊNCIA + CIDADÃ
Um projeto que tem como missão dinamizar um laboratório vivo na Quinta de Cima do Marquês de Pombal, em Oeiras, com a participação ativa dos cidadãos. De momento, estão a decorrer projetos de relacionados com o estudo de culturas agrícolas climaticamente inteligentes para a produção alimentar sustentável - chícharo, sorgo, arroz em não alagamento, entre outros. Visite o terreno e ajude os cientistas nos projetos de investigação que estão a decorrer.
Informações oeirasexperimenta@itqb.unl.pt
EXPOSIÇÃO PERMANENTE MAU - MUSEU DE ARTE URBANA
O Museu de Arte Urbana é um projeto composto por um conjunto de obras distribuídas pelos jardins, espaços exteriores, garagens subterrâneas e edifícios do Taguspark, de artistas como Bordalo II, Clo Bourgard, Gonçalo Mar, The Caver, Jaime Carvalho, entre outros.
TODOS
OS DIAS
Onde TagusparkCidade do Conhecimento
Informações
tel. 214 226 900, taguspark@taguspark.pt
ATÉ 21 MAR
10h00 às 18h00
VISITAS E OFICINAS EDUCATIVAS AQUÁRIO VASCO DA GAMA
O Aquário Vasco da Gama promove ao longo do mês atividades educativas e visitas temáticas centradas na biodiversidade marinha, na conservação dos oceanos e na importância da investigação científica em ecossistemas aquáticos. As sessões destinam-se a escolas e famílias, reforçando o papel do aquário como espaço de divulgação científica e património cultural.
Baseada nos resultados do projeto de ciência cidadã Microbioma Comunidade Portugal, a exposição apresenta ilustrações da artista Isa Silva, inspiradas nos diferentes filos de bactérias que compõem o microbioma intestinal humano.
Onde
Edifício Atrium do Município de Oeiras
SI: Sujeito a inscrição.
Informações cienciamaiscidada@itqb.unl.pt
EL: Entrada livre sujeita à lotação.
EL GRATUITO
EL GRATUITO
GET ZEN-MERCADO
DAS CORES
Espaço dedicado ao lifestyle, com artigos novos (artesanato, produtos regionais, produtos gourmet, produtos biológicos) e produtos reciclados e sustentáveis.
7 MAR.
1º sábado de cada mês, 10h00 às 18h00
AQUI HÁ MERCADO
Onde
Largo 5 de Outubro . Oeiras
MERCADO NA PRAÇA
Um mercado de artesanato, para promover a atividade de pequenos artesãos/marcas, a partir da criação de produtos feitos à mão, com materiais únicos.
7 MAR.
1º sábado de cada mês, 9h00 às 16h00
Uma variedade de artigos, da decoração, ao vestuário e gastronomia para alavancar os empreendedores que iniciam os seus projetos nestes mercados.
7 E 8 MAR.
Segundos fins de semana de cada mês 10h00 às 18h00
Onde Av. Infante Dom Henrique . Tercena
VEGAN MARKET
Feira de produtos veganos socialmente responsáveis. Com workshops, aulas de culinária, aulas de yoga, palestras e atividades para crianças.
22 MAR.
4º domingo de cada mês, 11h00 às 18h00
Onde Jardim de Oeiras
Onde Mercado de Algés
MERCADO TERRITÓRIO CRIATIVO
Mercado de criadores, produtores e marcas de autor, focado em produtos originais e criação independente.
21 MAR.
Sábado, 10h00 às 18h00
Onde Mercado Municipal de Oeiras
BANCAS POP UP
Ocupações temporárias de bancas por criadores e marcas locais, que introduzem dinamismo, diversidade e novas experiências de compra no mercado.
27 E 28 MAR.
Última sexta e sábado de cada mês, 9h00 às 14h00
FEIRAS DE ARTESANATO
Onde Mercado de Oeiras
7 MAR.
1º sábado de cada mês, 9h00 às 18h00
Onde Jardim do Centro Cívico de Carnaxide
7 MAR.
1º sábado de cada mês, 10h00 às 18h00
Onde Praceta Dionísio Matias e Mercado de Paço Arcos
14 MAR.
2º sábado de cada mês, 10h00 às 18h00
Onde Jardim de Paço de Arcos
28 MAR. Último sábado de cada mês, 10h00 às 18h00
Onde Junto ao Mercado de Queijas
e ainda...
CROAMO DE PORTAS ABERTAS
Uma oportunidade para visitar cães e gatos à guarda do CROAMO - Centro de Recolha Oficial de Animais do Município de Oeiras, interagir e até adotar se essa for a sua intenção. Participação limitada a 10 a 15 pessoas por sessão. Os participantes deverão apresentar-se no CROAMO com 10 a 15 minutos de antecedência do início da atividade, para preenchimento da documentação necessária para efeitos de seguro.
SI GRATUITO
DESLOCAÇÃO AO TEATRO MARIA VITÓRIA REVISTA
À PORTUGUESA
“PÁRA, QUE É URGENTE!”
Para munícipes com 60 ou mais anos, com transporte assegurado pelo município.
MAR.
4 sessões em datas a identificar oportunamente, 21h30
Onde Teatro Maria VitóriaParque Mayer. Lisboa
inscrições a realizar em link disponibilizado em www. oeiras.pt e até ao limite de vagas disponíveis por sessão.
7 MAR.
Sábado, 10h00 às 12h00
Onde Av. Diogo Lopes de Sequeira 21, Porto Salvo
Informações ubeafs@oeiras.pt
CONTA-ME A HISTÓRIA
VISITA ORIENTADA AO LAGAR DE AZEITE
Oportunidade de conhecer um importante núcleo patrimonial. Além da explicação do funcionamento dos engenhos, os mesmos serão contextualizados nas perspetivas etnológica e histórica.
Bilhetes 2€ à venda nos postos municipais, Ticketline e locais habituais
SI: Sujeito a inscrição.
25 DE ABRIL: DOIS ANOS A CELEBRAR A LIBERDADE
Em 2024, o Município de Oeiras iniciou as comemorações do cinquentenário do 25 de Abril de 1974, assumindo que a Revolução dos Cravos não se esgota numa data. Ao longo de dois anos, promoveram-se exposições, encontros, edições e concertos que procuraram afirmar a democracia como prática viva. Em 2026, este ciclo encerra com um programa que sintetiza esse percurso e reafirma a liberdade como responsabilidade coletiva. Entre os momentos simbólicos destaca-se o términus do Passeio da Democracia, com a inauguração do painel dedicado à entrada em vigor da Constituição da República Portuguesa de 1976, marco jurídico que consolidou as conquistas de Abril e lhes deu forma institucional duradoura.
A programação musical convoca diferentes gerações e linguagens. Gisela João interpreta o cancioneiro de Abril, revisitando canções de José Afonso; Sérgio Godinho, figura
ante visão
estruturante da canção de intervenção, traz a densidade crítica e literária que marcou o pós-Revolução e acompanhou a evolução democrática do país; e Máximo Francisco, jovem pianista e compositor, apresenta uma criação que cruza tradição clássica e linguagem contemporânea, abordando temas como a sustentabilidade e a coesão social. A estas atuações soma-se a terceira apresentação do coro comunitário A Capela e o Povo, expressão clara de participação cultural. O livro e a leitura terão igualmente centralidade, com debates e atividades dedicadas ao 25 de Abril. Será ainda lançada a novela gráfica Um Quadrado de Céu, pela chancela municipal Os Livros de Oeiras, construída a partir de testemunhos de presos políticos que estiveram na prisão de Caxias.
Ao concluir este ciclo, Oeiras reafirma que celebrar Abril é renovar o compromisso com a liberdade, a justiça e a participação cívica.