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Mostra de Teatro Amador de Valongo 2026

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MOSTRA DE TEATRO AMADOR DE VALONGO

O teatro amador tem vindo a afirmar-se, em Valongo, como uma das mais significativas expressões culturais do concelho. Ano após ano, cresce em qualidade, em diversidade e em envolvimento comunitário, refletindo o trabalho persistente de associações, grupos e pessoas que acreditam na cultura como espaço de encontro, aprendizagem e partilha. A edição de 2026 da Mostra de Teatro Amador confirma esse crescimento. Com a participação de 14 associações e de um grupo informal de jovens, esta Mostra é, acima de tudo, um retrato vivo da vitalidade cultural de Valongo e da capacidade do movimento associativo em mobilizar diferentes gerações em torno da criação artística. Mais do que um palco de apresentação de espetáculos, a Mostra de Teatro Amador é também um espaço de capacitação e de valorização do trabalho desenvolvido ao longo do ano. Nesse sentido, no segundo semestre de 2026, realizar-se-ão Oficinas de Teatro, aos sábados dos meses de outubro e novembro. Estas oficinas têm como principal objetivo dotar os grupos participantes de novas competências técnicas e artísticas, contribuindo para o enriquecimento dos conteúdos dos seus próprios espetáculos, integrados nas edições da Mostra. À semelhança de edições anteriores,

a Mostra contará novamente com o envolvimento do Teatro do Bolhão, que assegurará o apoio técnico e artístico aos grupos participantes. Esta parceria é um sinal claro da aposta na qualidade, na partilha de conhecimento e na valorização do teatro amador enquanto expressão cultural com identidade própria.

A edição de 2026 da Mostra de Teatro Amador decorrerá entre 6 de fevereiro e 21 de junho, no Fórum Cultural Vallis Longus, um espaço que se tem afirmado como referência cultural no concelho e que acolhe, com dignidade, o trabalho desenvolvido pelos nossos criadores locais. O Município de Valongo orgulha-se de apoiar esta Mostra, reconhecendo no teatro amador não apenas uma forma de expressão artística, mas também um poderoso instrumento de participação cívica, de formação cultural e de coesão social. Continuaremos a investir numa cultura próxima, acessível e feita pelas pessoas, porque é nessa construção coletiva que reside a verdadeira força de Valongo.

6 fevereiro | 21h30

sexta-feira | Estreia

7 fevereiro | 21h30 sábado | Reposição

8 fevereiro | 16h00 sábado | Reposição

Vilma, uma Comédia Musicada em Tempos de Guerra

Grupo de Teatro “Casca de Nós” Associação Académica e Cultural de Ermesinde

Num Cabaret, entre lantejoulas, plumas e purpurinas, um grupo de mulheres tenta manter o glamour e a esperança viva em plena Segunda Guerra Mundial. É visita diária de Soldados e Generais, que esquecem as batalhas lá fora para se perderem noutras

M/6 | Título da peça: Vilma, uma Comédia Musicada em Tempos de Guerra | Título da obra original: Vilma, uma Comédia Musicada em Tempos de Guerra | Autor do texto original: André Barros Pinto, Diogo Moreira e Gonçalo Ferreira | Encenador: Mário Sá | Coreografia: Filipa Neto e Mário Sá | Cenografia: André Barros Pinto | Figurinos: Tutti.nes | Música: André Barros Pinto | Luminotecnia: João Abreu | Elenco: Helga - Leonilda Moreira; Paty - Rita Pinto; Susy - Catarina Sá; Leny - Sandra Monteiro; Bety - Joana Andrade; Geny - Íris Neto; Doly - Diogo Moreira; Louca - Petra Braz; General - Justino Pinheiro; Soldado Ramirez - Gonçalo Ferreira; Inspetor Helmut - André Barros Pinto; Sunshine - Tiago Teixeira. guerras… bem mais íntimas. Esta é a casa da mais velha profissão, onde o amor tem preço, mas não tem coração. Quem entra vem para ver o show e beber um copo ou até mesmo para seguir para o piso de cima… Mas quando Vilma, a estrela do espetáculo, desaparece misteriosamente, o caos instala-se. A sua presença é essencial… e todos são suspeitos. Como se irá resolver este enigma? “Vilma, uma Comédia Musicada em Tempos de Guerra” é um espetáculo divertido, atrevido, e surpreendente, onde nem a guerra consegue calar a música.

13 fevereiro | 21h30

sexta-feira | Estreia

14 fevereiro | 21h30 sábado | Reposição

Antes que o mundo acabe

CICLO - Coletivo de Investigação e Criação Livre •Grupo Dramático e Recreativo da Retorta

Para garantir a paz social, a humanidade é convidada a entregar as suas memórias a um programa governamental. Numa realidade distópica em que as memórias se compram, vendem e arquivam, um grupo de operadores promete um futuro sem passado.

Antes que o mundo acabe é um espetáculo musical satírico sobre

a fragilidade humana perante o controlo tecnológico e político — e sobre a urgência de preservar aquilo que nos torna mais humanos: a memória.

M/6 | Título da peça: Antes que o mundo acabe | Título da obra original: Antes que o mundo acabe | Autor do texto original: Diana Barnabé e CICLO | Dramaturgia: Diana Barnabé | Encenador: Encenação e direção musical - Diana Barnabé | Coreografia: Joana Carvalho | Cenografia: Agostinho Oliveira e João Paulo Pereira | Figurinos: Grupo Dramático e Recreativo da Retorta | Música: Composição e letras - Diana Barnabé e CICLO / Operação de som - Hugo Pereira | Luminotecnia: João Octávio Pereira | Elenco: Carolina Ferreira - Operador 1; Filipa Barbosa - Operador 2; Inês Mata - Operador 12; Lara Meireles - Operador 3; Manuel CanárioOperador 4; Mariana Moreira - Operador 5; Marta Loureiro - Operador 11; Sofia Gama - Operador 7; Sofia Terra - Operador 8; Tiago Moreira - Operador 9; Tiago Vale - Operador 10.

27 de fevereiro | 21h30 sexta-feira | Estreia

28 de fevereiro | 21h30 sábado | Reposição

Carrossel de LetrasAssociação

O Egito desperta sob um céu sem deuses. Akhenaton morreu em heresia, Tutancámon jaz esquecido num túmulo apressado, e o trono de ouro tornou-se uma maldição. Quando o último herdeiro do Sol é apagado das estrelas, a glória da décima oitava dinastia desfaz-se em silêncio. Só o vento nas ruínas de Amarna sussurra a lembrança dos que ousaram desafiar a eternidade. Ay, o velho vizir, e Horemheb, guerreiro sem sangue real, erguem-se das sombras e conspiram

a usurpação do trono, enquanto as mulheres sofrem a perda dos seus reis, maridos, filhos, irmãos. Uma tragédia que reflete as mudanças profundas na arte, na política, nas relações familiares e na religião, que, de politeísta passa a monoteísta, e com a morte de Akhenaton, volta ao politeísmo. O casamento incestuoso que serve motivos políticos de sucessão e linhagem, um aborto, e a tristeza profunda das mulheres, presas ao passado feliz, reféns de um futuro incerto.

M/12 | Título da peça: A Décima Oitava | Título da obra original: A Décima Oitava | Autor do texto original: Tânia Seixas | Dramaturgia: João Catarino e Tânia Seixas | Encenador/Cenografia: João Catarino | Coreografia/Figurinos: Tânia Seixas | Caracterização: Carmen Santos e o Grupo | Música: Hugo Carvalho | Luminotecnia: Luísa Ribeiro | Elenco: Ay - Bruno Coutinho; NefertitiCatarina Ferreira; Nefru - Filomena Namora; Anaktsunamun - Francisca Timóteo; HoremhebJoel Monteiro; Merit - Raquel Adão; Satis - Renata Marques.

7 março | 21h30 sábado | Estreia

8 março | 16h00 domingo | Reposição

Amores Enlatados

Associação Cultural e Recreativa Vallis Longus

Esta comédia é uma crítica à utilização das redes sociais e outros sites de relacionamento para encontrar pessoas. É a história de uma mulher que não consegue arranjar namorados. Recorrendo a um novo método e com a ajuda de uma amiga, acabam por atrair pessoas de diversos tipos e entrar em situações hilariantes...

M/12 | Título da peça: Amores Enlatados |Título da obra original: Amores Enlatados | Autor do texto original: Pablo Gabriel Ribeiro Dannieli | Tradutor/Adaptador: António Vale | Dramaturgia/ Encenador/Coreografia/Cenografia/ Figurinos/Caracterização/Vídeo: O Grupo | Música/ Luminotecnia: Gerardo Dias | Elenco: Marina - Silvia Ferreira; Paula - Manuela Vale; Fafá - Isabel Vale; Gabriel - Agostinho Costa; Carlos - Pedro Dias; Gustavo - José Silva; Viviane - Marina Coelho; Pedro - José Silva.

21 março | 21h30 sábado | Estreia 22 março | 16h00 domingo | Reposição

Sem Fim

Plumas NegrasAssociação Cultural e Recreativa - CORVUS

Das poucas certezas que podemos ter na vida… uma é que vamos morrer e a outra é que o Quim Barreiros vai tocar na Queima das Fitas, ou que a Ivete Sangalo vai tocar no Rock in Rio. A vida tem um fim. Nascemos para morrer e, muitas vezes vivemos como se isso não fosse acontecer. Mas… e se realmente deixar de acontecer? E se a morte entrasse num jogo cujo prémio é matar ou deixar de morrer? A morte é geralmente uma

tragédia, se aqui deixou de o ser, vamos refletir porque é que a própria vida se tornou numa tragédia?

M/6 | Título da peça: Sem Fim |Título da obra original: Sem Fim | Autor do texto original: Sofia Pereira e José Luís Braga | Dramaturgia: Rafael Pereira | Encenador/Coreografia: Sofia Pereira | Cenografia: Raquel Santos | Figurinos/Caracterização: Tânia Seixas | Vídeo/Música: José Luís Braga | Luminotecnia: Luísa Ribeiro | Elenco: Manuela Azevedo - Ana Clara Guerra; Violeta Soares - Arminda Carvalho; Guilherme Azevedo - Gonçalo Guerra; Maria das DoresMargarida Machado; Teresa Silva - Maria José Pereira; Georgina Neves - Paula Silva; Gisela Bastos - Raquel Santos; Esperança Castro - Rita Cerqueira; Morte - Sofia Pereira.

28 março | 21h30 sábado | Estreia

29 março | 16h00 domingo | Reposição

Duelo

TAS - Teatro Amador

Susanense

Na lezíria ribatejana, em ambiente de meados do século passado, duas famílias com muita tensão entre elas, onde o poder de grande proprietário e o trabalho árduo dos caseiros causam abusos e ódios. Uma história de amor entre dois jovens, decorre neste ambiente pesado, e que irá condicionar o relacionamento amoroso.

Este drama, vivido nas margens do Tejo, é também uma metáfora sobre o homem, a sua fragilidade e a condição humana.

M/6 | Título da peça: Duelo | Título da obra original: Duelo | Autor do texto original: Bernardo Santareno | Adaptador/Dramaturgia/Encenador: Vitorino Neves | Cenografia: José Coelho | Figurinos: Coletivo | Caracterização: António Marques | Música: Carlos Paredes/Michel Giacometi | Luminotecnia: Fábio Moreira, Ruben Moreira e André Seixas | Elenco: Rosária - Vânia Neves; Mariana - Sofia Oliveira; Ângelo - Gustavo Coelho; Manuela - Sofia Quelhas; Maria Clara - Lara Martins; Chico - Filipe Rocha; Salomé - Sandra Dias; Zé Ruço - Fábio Moreira; 1ª. Rapariga - Marina Ribeiro; 2ª. Rapariga - Cristina Coelho; 1ª. Velha - Paula Coelho; 2ª. VelhaAna Almeida; 3ª. Velha - Adriana Dias.

10 abril | 21h30 sexta-feira | Estreia

11 abril | 21h30 sábado | Reposição

Fetiche

Sabor a TeatroAssociação Cultural

“Fetiche” é uma dramaturgia do original de Cláudia Lucas Chéu com pequenos textos, crónicas e contos da mesma autora. As nossas personagens usam das várias formas de violência, implícitas ou explícitas, para satisfazer os seus fetiches.

M/18 | Título da peça: Fetiche |Título da obra original: Violência Fetiche de um Homem Bom | Autor do texto original: Cláudia Lucas Chéu | Adaptador/Dramaturgia/Encenador/Cenografia/ Figurinos/Caracterização/Música/Luminotecnia: Diana Alves Costa | Elenco: Miguel - Luís Dias, Joana Ferreira, Mariana Oliveira, Beatriz Carvalho, Márcia Azevedo; Gabriel - Lourenço Silva, Márcia Azevedo, Ana Tavares, Sofia Ferreira, Anaísa Leal; Sasha Grey - Catarina Ramalho, Sofia Ferreira, Mariana Oliveira; Pizza Boy - Ana Tavares, Vasco Ferreira, Lourenço Silva.

18 abril | 21h30 sábado | Estreia

19 abril | 16h00 domingo | Reposição

Uma Herança Pesada

AgoraTeatro / ÁgorarteAssociação Cultural e Artística

António acaba de herdar de uma tia, da qual ele desconhecia a existência, um maravilhoso apartamento num dos melhores prédios pombalinos de Lisboa. Acabou de dar a volta ao apartamento com a sua companheira Clara.

Mas os segredos de família são como as mentiras que tem perna curta...

M/6 | Título da peça: Uma Herança Pesada | Título da obra original: Uma Herança Pesada | Autor do texto original: Jean-Pierre Martinez | Adaptador: Todo o Elenco | Dramaturgia/Encenador/ Coreografia/Cenografia/Música: Benvinda Moreira | Figurinos/Caracterização: Todo o Elenco | Luminotecnia: José Carlos Martins | Elenco: António diretor editorial - Jorge Marques; Clara professora de inglês - Celina Alvim; Idalina porteira do prédio - Maria José Cerqueira; Graziela administradora do condomínio - Alberta Alves; Donzília ajudante da administradoraLucinda Samico; Dra. Sara Curado médica - Elisabete Castro; Dra. Barra advogada - Fátima Vasconcelos; Joe travesti - Lucinda Real; Coronel Farto oficial de cavalaria - Álvaro dos Reis; Padre Santos padre que renunciou a igreja - Joaquim Carlos; Maria Benta Pedrogão Sampaio baronesa de Pedrogão - Fátima Gonçalves; Dra. Bordalina Serpa psicanalista - Teresa Oliveira; Ângela pintora - Antonieta Alves; Sérgio Grude agente de seguros - Arlindo Ramalho; Melissa Grude sua mulher - Conceição Veloso.

24 abril | 21h30 sexta-feira | Estreia

25 abril | 21h30 sábado | Reposição Herança a Sete Vidas!

Grupo Dramático e Musical de Campo

É uma comédia que se desenrola em torno de um desejo pouco habitual. Tendo uma idade já avançada e gostando muito do seu animal de estimação, Dona Sidónia quer garantir que se morrer antes do seu gato, alguém fique responsável pelos cuidados do mesmo. Quem assumir essa responsabilidade herdará a sua fortuna.

M/12 | Título da peça: Herança a Sete Vidas! |Título da obra original: Herança a Sete Vidas! | Autor do texto original: João Sousa | Dramaturgia: João Sousa | Encenador/Coreografia/ Cenografia/Figurinos/Caracterização: GDMC | Música: Andreia Alves | Luminotecnia: Joel Lopes | Elenco: Vânia Benido, Tiago Marques, João Sousa, Manuela Rocha, Maria de Lourdes Benido e Raquel Pinto.

1 maio | 21h30 sexta-feira | Estreia 2 maio | 21h30 sábado | Reposição

Um Fantasma

Chamado Isabel Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Valongo

Um Fantasma Chamado Isabel é uma farsa divertida sobre as confusões provocadas por uma simples mentira. Com texto e encenação de António, a peça acompanha os irmãos Pimentel, as suas esposas, a filha de um deles e o seu marido, todos envolvidos num enredo de enganos que culmina na aparição de um misterioso “fantasma” chamado Isabel — e de dois pais que, afinal, não existem.

Numa sucessão de mentiras e malentendidos, a comédia desenrola-se sob o olhar atento e irónico da criada da casa, que observa o caos com humor e sagacidade.

M/6 | Título da peça: Um Fantasma Chamado Isabel |Título da obra original: Um Fantasma Chamado Isabel | Autor do texto original: Henrique Santana | Dramaturgia: Henrique Santana | Encenador/Coreografia/Cenografia/Figurinos/Vídeo/Música/Luminotecnia: O Grupo | Elenco: Fernando - Manuel Ferreira; Guilherme Pimentel - Joaquim Cabeda; Dr. Eduardo Pimentel - João Ferreira; Castro - Arménio Neves; Luigi Gotdoni - Márcio Coelho; Esmeralda Pimentel - Cristina Coelho; Maria Teresa Lopes - Verónica Pereira; Clara - Letícia Fonseca; Fantasma IsabelBeatriz Carvalho.

9 maio | 21h30 sábado | Estreia

10 maio | 16h00 domingo| Reposição

A Mulher sem Pecado

A.R.C. Valongo / Grupo de Teatro da Universidade Sénior de Rotary de Valongo

Olegário, um homem rico, paralisado, confinado a uma cadeira de rodas, personagem ciumenta e doentia intensifica cada vez mais a sua neurose, sendo Lídia o alvo principal. É submetida constantemente a testes psicológicos de avaliação à fidelidade ao marido. Questionada a todo o momento, a sua sanidade fica claramente abalada. Olegário, atormentado por um possível adultério e o medo

de ser traído, vive um fetiche, imaginando constantemente a esposa com outro homem. Tensões emocionais, intrigas, promovem uma atmosfera sufocante de suspense onde tudo e todos são vigiados, transformando o lar num verdadeiro campo de tensão psicológica. A peça teatral é um drama que não se concentra em eventos catastróficos, mas que convida o público a refletir sobre as complexidades da mente humana e a forma como os nossos pensamentos, suspeições e emoções moldam as relações humanas.

M/6 | Título da peça: A Mulher sem Pecado |Título da obra original: A Mulher sem Pecado | Autor do texto original: Nelson Rodrigues - 1941 | Adaptador/Dramaturgia/Encenador/Coreografia/ Cenografia: Agostinho Rocha | Figurinos: Laura Cruz | Caracterização: O Elenco | Luminotecnia: António Magalhães | Elenco: Olegário - Duarte Menezes; Inézia - Rosa M. Lourenço; UmbertoAntónio Neves; Lídia - Laura Cruz; Joel – Emanuel Carneiro; Maurício - Rui Vale; Márcia - M. Carmo Garrido; Mulher - Purificação Ribeiro.

16 maio | 21h30 sábado | Estreia

17 maio | 18h00 domingo| Reposição

Uma mão cheia de ladrões

Associação Desportiva e Cultural dos Canários de Balselhas

Uma Quadrilha de oito. Um assalto de arromba! O roubo das joias da coleção de René Lalique foi encomendado por um italiano qualquer, um VIP, um internacional, com pinta de grandes golpes, talvez até seja da máfia. Um grande desafio para a Quadrilha. Uma missão quase impossível!

Alguém tem medo?

Alguém está borradinho de medo? Ainda hão-de ouvir falar nas rádios e nos telejornais, de uns

tipos muito tesos, que fugiram com a famosa coleção Lalique. Agarra, que é ladrão!

M/6 |Título da peça: Uma mão cheia de ladrões | Título da obra original: Crónica dos Bons Malandros | Autor do texto original: Mário Zambujal | Tradutor/Adaptador/Dramaturgia/ Encenador/Coreografia/Caracterização/Vídeo/Música: Susana Paiva | Cenografia: Alcino Rocha, José António Neves e Armando Baptista | Figurinos: Carla Meireles | Luminotecnia: Susana Paiva e Alcino Rocha | Elenco: Alberta - Mariana Vaqueiro; Antónia - Helena Ferreira; Armindo - Mariana Dias; Adelaide - Marta Fontes; Silvino - Hugo Barros; Renato - Pedro Pereira; Augusta - Leonor García; Álvaro - Juliana Leão; Aldina - Lara Barbosa; Turista - Carla Meireles.

29 maio | 21h30 sexta-feira | Estreia

30 maio | 21h30 sábado | Reposição

Oxímoro: Contentamento

Descontente

Associação Cultural e Recreativa Fora d´Horas

Na mesma frase podemos reunir palavras de sentido oposto: “Contentamento Descontente”, “Silêncio Ensurdecedor”, “Luminosa Escuridão”. Pode parecer absurdo ou difícil de compreender? E quando, na mesma vida, na mesma pessoa, podemos encontrar sentimentos e emoções de extremos, como a euforia ou a depressão? Pode ser

doloroso? Trata-se de um espetáculo “alegre e triste” que pretende levar a refletir sobre a doença bipolar. As personagens retratam, tanto a vida de quem procura o equilíbrio emocional, como a daqueles que, não vivendo a doença, convivem de mãos dadas com ela (familiares, amigos e até médicos). Em cenas de ficção (mas que poderiam ser reais) olha-se para a bipolaridade ao espelho, ao telescópio, à hora de jantar, numa

árvore genealógica ou numa conversa ao telemóvel. Esta peça foi inspirada na Marionet Associação Cultural (de Coimbra), que se dedica a espetáculos relacionados com a saúde. À semelhança do seu espetáculo original “Oxímoro, entre Solstícios e Equinócios”, espera-se que o público obtenha um pouco mais de conhecimento sobre a bipolaridade e pretende-se, de alguma forma, contribuir para a redução do estigma associado às doenças mentais.

M/14 | Título da peça: Oxímoro: Contentamento Descontente | Título da obra original: Oxímoro, entre Solstícios e Equinócios | Autor do texto original: Mário Montenegro | Adaptador/ Dramaturgia: Etelvina Baltasar e Gisela Baltazar | Encenador : Gisela Baltazar e o Grupo | Coreografia: Gisela Baltazar| Cenografia: Valdemar Baltasar, Tânia Seixas e o Grupo | Figurinos/Caracterização: Tânia Seixas e o Grupo | Música: Gisela Baltazar - Seleção musical; José Luís Braga - Sonoplastia (com o apoio de Luísa Ribeiro e Tânia Seixas) | Luminotecnia: José Luís Braga, Luísa Ribeiro e Tânia Seixas | Elenco: Interpretação - Cátia Costa, Etelvina Baltasar, Fátima Nunes, Tiago Laranjeira (e participação de outros elementos do grupo).

13 junho | 21h30

sábado | Estreia

14 junho | 16h00 domingo | Reposição

O Olhar de Verónica

Associação

Sociocultural Arte

Im’ Anjos

Cedo pela manhã, uma mulher vai ao poço buscar água.

Está perturbada com um certo Jesus de Nazaré que foi preso ao início da noite e vai ser julgado em praça pública ao amanhecer pelo governador Pilatos.

Ela bem percebeu que o jovem foi vítima de uma falsa acusação e que a sua coragem em denunciar injustiças incomodou alguns que não perderam a oportunidade para o

tirar dos seus caminhos. Esta história é bem conhecida, mas vamos vivê-la sob o olhar humilde de Verónica, uma simples mulher do povo.

M/6 | Título da peça: O Olhar de Verónica | Título da obra original: O Olhar de Verónica | Autor do texto original: Filipe Moreira | Dramaturgia: Filipe Moreira | Encenador: Filipe Moreira e Patrícia Trancoso | Coreografia: Patrícia Trancoso | Cenografia: Paulino Ferreira | Figurinos: Rosa Mota | Vídeo: Luís Cunha | Música: Filipe Moreira | Luminotecnia: João Castro | Elenco: Beatriz Ferreira; Carolina Araújo; Daniela Marques; Diogo Cunha; Francisca Nogueira; Luana Águas; Maria Leonor Pereira; Maria Vieira; Miguel Vieira; Rafael Moreira; Maria Santos; Mariana Rodrigues; Marta Franco; Laura Franco; Marta Pontes; Paulino Ferreira; Simão Silva. Banda: Henrique Andrade; Emanuel Pereira; Pedro Moreira; Catarina Portela; Jorge Borges; Inês Alves; Diogo Malhão; Bernardo Monteiro.

20 junho | 21h30 sábado| Estreia

21 junho | 16h00 domingo | Reposição

Diz que disse

Fora de Cena

Se mudares uma coisa, por mais pequena que seja, podes mudar o mundo. Acreditas nisso? Há mais estrelas no universo do que grãos de areia na Praia de Matosinhos.

M/12 | Título da peça: Diz que disse | Título da obra original: DNA | Autor do texto original: Dennis Kelly | Tradutor/Adaptador/Dramaturgia/Encenador/Coreografia/Cenografia/Figurinos/ Caracterização/Vídeo/Música/Luminotecnia: Daniela Marques, Diogo Cunha, Inês Ribeiro, Mariana Silva e Susana Magalhães | Elenco: Daniela Marques - Leonor; Diogo Cunha - Filipe; Inês Ribeiro - Dani; Mariana Silva - Catarina; Susana Magalhães - Maria.

O Teatro é o espelho do mundo.
William Shakespeare

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