| 22 a 28 de julho de 2022
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Créditos: David Ganhão
Créditos: David Ganhão
Ano XXXI edição nº 1598
convidada
com Cristina Da Costa
Nellie Pedro Manuel daCosta
Temas em discussão
Vacinas/COVID-19 para menores de cinco anos Ontário abre agendamento
P27
P32
I Liga Pontapé de saída dá-se a 5 de agosto
P42
Discussão de temas da atualidade. A situação atual do sistema de saúde em Ontário: a ruptura dos hospitais; a falta de médicos de família.
Krystle Ferreira, B.A. (Hons), LLB Real Estate Lawyer – Notary Public
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EDITORIAL
Vivendo ou Morrendo no Canadá O
Manuel DaCosta Editorial
Os cidadãos canadianos sempre tiveram a expectativa de acesso a cuidados de saúde conforme a sua necessidade. Tommy Douglas introduziu o primeiro programa de seguro provincial em Saskatchewan e o resto do Canadá adotou diversas variações de assistência médica gratuita. O princípio fundador do sistema de saúde canadiano era o acesso a cuidados de saúde com base na necessidade, ao invés da capacidade de pagamento. A Medicare nasceu numa província em 1947 e depois espalhou-se por todo o país através da partilha de custos a nível federal, acabando por ser padronizado na lei federal, no Canada Health Act em 1984.
financiamento dos cuidados de saúde é da responsabilidade federal, que transfere fundos para cada uma das províncias com base na sua população. Cada província tem a jurisdição na forma de entrega desses serviços de saúde. O sistema canadiano de cuidados de saúde tem vindo a ser a inveja do mundo, muitas vezes citado por políticos dos Estados Unidos como um modelo que deveriam adotar. Hoje, se perguntar a algum canadiano, a resposta ao seu nível de satisfação com o sistema de saúde seria no seu melhor um sentimento de frustração, com alguns a avaliar a atual situação de cuidados como uma das piores do mundo. Como é que passámos de melhores a piores? É o sistema ou a gestão dos princípios pelos quais o sistema foi fundado que deixaram de ser fazíveis? O financiamento dos cuidados médicos chegou a $6.5 mil milhões anuais e mesmo com o aumento anual do financiamento, há 700.000 cirurgias em atraso no sistema. Muitos concordam que o sistema está fragmentado e é insustentável. A pior coisa que pode acontecer a alguém é visitar um hospital onde a burocracia, antes de se ver o médico, resulta em longas horas de espera e um serviço débil. Recentemente, foi permitido que um cliente morresse en-
quanto esperava ser atendido no serviço de emergência do hospital. As enfermeiras e médicos estão sobrecarregados e fazem o papel de Deus enquanto tentam perceber a quem devem dar prioridade. O tempo de espera para determinados testes de diagnóstico pode chegar aos dois anos. Que sistema saudável, não é? Existe uma crise no Canadá e os nossos políticos não a confrontam porque não têm quaisquer respostas. Ao invés, temos um primeiro-ministro que se foca na redução do carbono como meio de tornar os canadianos saudáveis. Os canadianos precisam de ajuda agora antes que o sistema, que foi criado com boas intenções, colapse. Vivendo numa cidade como Toronto, a crise é palpável. As ruas cheias de indivíduos que parecem “zombies”, a dormir em parques e em baixo de pontes porque não existe espaço na ‘pousada’ médica. Tente arranjar um novo médico de família, impossível, porque eles não podem, nem querem, acomodar mais pacientes. As pessoas estão cansadas de estar doentes e não existe esperança no horizonte, particularmente para os desfavorecidos na nossa sociedade, cuja taxa de mortalidade está a tornar-se numa crise. O Canadá exige uma revisão completa deste tipo de siste-
Leia a qualquer hora do dia mileniostadium.com @mileniostadium Siga-nos nas redes sociais Ano XXXI- Edição nº 1598 22 a 28 de julho de 2022 Semanário. Todas as sextas-feiras, bem pertinho de si! Propriedade de: Milénio Stadium Inc./MDC Media Group 309 Horner Ave. Etobicoke, ON M8W 1Z5 Telefone: 416-900-6692
Assistente de Direção: Carlos Monteiro c.monteiro@mdcmediagroup.com
Redação: Adriana Paparella, Adriana Marques, Inês Barbosa, Joana Leal, Lizandra Ongaratto
Marketing: José M. Eustáquio jm.eustaquio@mdcmediagroup.com
Colaboradores do jornal: Adam Care, Adriana Marques, Aida Batista, Augusto Bandeira, Cristina Da Costa, Daniel Bastos, Luís Barreira, Paulo Gil Cardoso, Vincent Black, Vítor M. Silva.
Direção: Manuel DaCosta Presidente, MDC Media Group Inc. info@mdcmediagroup.com
Edição Gráfica: Fabiane Azevedo f.azevedo@mdcmediagroup.com
Madalena Balça Diretora, Milénio Stadium m.balca@mdcmediagroup.com
Diretor Criativo: David Ganhão d.ganhao@mdcmediagroup.com
Publicidade: Rosa Bandeira Telefone: 416-900-6692 info@mdcmediagroup.com
ma insustentável. Atirar dinheiro para este sistema do século XX no século XXI é uma aposta perdida, e os nossos líderes não têm respostas. Desde o esgotamento de enfermeiros e médicos, à indisponibilidade das camas para confortarem os doentes, às ineficácias administrativas e à falta de mão de obra, os recursos de cuidados de saúde não estarão disponíveis para os canadianos quando precisarem e, portanto, a sua sobrevivência está a ser posta em risco pelo nosso governo. Merecemos uma proteção melhor por parte dos nossos líderes. Permitir o acesso a cuidados de saúde privados para aqueles que podem pagar poderá aliviar alguma da pressão, contudo o sistema de cuidados de saúde, normalmente, vive ou morre com base no que acontece nas salas de emergência. Não permita que os nossos mestres políticos lhe digam que os problemas são relacionados com a Covid. Eles já existiam antes da pandemia. O futuro calamitoso do sistema de saúde é o principal boletim do nosso governo. O Canadá está longe de ser o melhor, por isso nem pense em ficar doente neste país. Seja o seu próprio médico se conseguir e tome conta de si. Versão em inglês
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Previsão Meteorológica toronto
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SEX SÁB DOM SEG TER QUA QUI
Cartoonista: Stella Jurgen Traduções: Inês Carpinteiro e David Ganhão Parcerias: Diário dos Açores e Jornal de Notícias A Direção do Milénio Stadium não é responsável pelos artigos publicados neste jornal, sendo os mesmos da total responsabilidade de quem os assina.
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Um sistema de saúde doente O sistema de saúde no Canadá parece estar mais frágil do que nunca e a afundar rapidamente. Desde as longas horas de espera, à crise de falta de profissionais, encerramento de unidades, cirurgias adiadas e até escassez de necessidades básicas como um médico de família, os cuidados de saúde atravessam uma fase desafiante a vários níveis. A pandemia de Covid-19 veio exercer ainda mais pressão num sistema que já antes lutava para suprir algumas lacunas e agora começa a apresentar claros sintomas de falência.
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Milénio Stadium contactou a Associação Médica de Ontário (OMA) que confirmou que “a necessidade de reforma do sistema de saúde é urgente e os pacientes doentes não podem esperar”. Em declaraçōes, a OMA revela que numa das suas análises descobriu que “a pandemia criou um acúmulo de quase 22 milhões de serviços de saúde, desde cuidados preventivos a exames de cancro, como mamografias e colonoscopias, testes de diagnóstico como ressonâncias magnéticas e tomografias computadorizadas, assim como cirurgias e procedimentos”. No entanto, esta longa lista de espera, garante a Associação, “inclui serviços de pacientes que foram cancelados ou atrasados pela pandemia ou que não são mais necessários. A lista não captura os pacientes que estão mais doentes e a precisar de tratamento mais urgente”. O mesmo não se pode dizer de quem, de facto, precisa de ser visto numa situação de emergência. Os departamentos de urgências hospitalares no Canadá há muito que lutam para fornecer um atendimento rápido. Mas agora, após mais de dois anos de pandemia, muitos estão a mostrar sinais de rutura, com longos tempos de espera e, em alguns casos, encerramentos. Antes da Covid-19, a maioria dos canadianos es-
perava até 3,9 horas na sala das urgência para consultar um médico para uma avaliação inicial, de acordo com o Canadian Institute for Health Information. Em maio deste ano, em Ontário, os pacientes que visitaram os departamentos de urgência esperaram uma média de 2 horas para serem vistos por um médico e, em média, passaram 20 horas à espera de serem admitidos nos serviços, de acordo com a Health Quality Ontario. Entretanto, muitas salas de urgência rurais em todo o país sofreram encerramentos ou horários reduzidos. Houve ainda unidades que fecharam temporariamente devido à falta de pessoal. Em declarações ao nosso jornal, a OMA afirma que agora “a primeira prioridade é limpar o acúmulo de atendimento criado pela pandemia e, em seguida, abordar os tempos de espera, que eram um problema mesmo antes da pandemia. Depois, para fazer face aos tempos de espera, que já antes eram superiores ao recomendado para alguns serviços, a OMA recomenda a criação de uma rede de Centros Ambulatórios Independentes. Transferir cirurgias e procedimentos não urgentes e menos complexos para clínicas independentes com financiamento público iria libertar leitos hospitalares e salas de cirurgia, permitindo que eles se concentrassem em pacientes e procedimentos mais complexos, agudos e de emergência e reduzissem os tempos de espera”. Além de resolver a gestão de tempo, problemas financeiros e alocação de serviços, melhorar a situação dos cuidados de saúde no Canadá não será fácil. A esta equação junta-se ainda outro fator preocupante: a falta de trabalhadores. Embora as altas taxas de esgotamento e doenças entre os funcionários tenham contribuído para a escassez de pessoal nos hospitais, alguns também apontaram que a falta de médicos de cuidados primários e apoio da comunidade está a levar os pacientes a procurar ajuda nos departamentos de emergência
porque não têm a quem recorrer. A OMA sublinha que “os médicos e outros profissionais de saúde da linha da frente estão a enfrentar altos níveis de esgotamento. Uma pesquisa da OMA descobriu que 72,9% dos médicos experienciaram algum nível de burnout em 2021, acima dos 66% do ano anterior. O esgotamento e os seus sintomas foram exacerbados pela Covid-19 e as mudanças no nível do sistema necessárias exigem uma ação ousada dos nossos parceiros do sistema de saúde”. A OMA Task Force on Burnout divulgou um relatório abrangente em agosto de 2021 que descobriu que existem muitas causas de burnout. No topo da lista estavam a tecnologia e o facto de que “muitos médicos gastam mais tempo a completar a documentação necessária do que a cuidar dos pacientes”. O relatório recomendou soluções a nível de sistema, incluindo “a redução e simplificação da documentação e tornar as ferramentas digitais de saúde uma parte fluida no trabalho dos médicos”. Com ou sem tecnologia, em 2019, cerca de 4,6 milhões (ou 14,5%) dos canadianos com 12 anos ou mais não tinham de todo um médico de família, de acordo com a Statistics Canada. E isso não acontece por acaso. É que está cada vez mais difícil ter acesso a destes profissionais. O College of Family Physicians of Canada declarou recentemente numa carta aberta que há uma crise na medicina familiar, pois muitos dos seus membros estão esgotados, sobrecarregados, frustrados e desmoralizados. Muitos estão também a reformar-se e, ao mesmo tempo, há cada vez menos estudantes de medicina a optar por enveredar na prática da medicina familiar. A OMA confirma, dizendo que “pelo menos um milhão de utentes de Ontário não têm médico de família. A atenção primária é a base do sistema de saúde de Ontário. Os médicos de família ajudam os pacientes a permanecerem saudáveis, prevenir doenças identificando
fatores de risco, gerir doenças crónicas e fazer com que os seus pacientes tenham acesso a especialistas e outros serviços de saúde. Para resolver o problema, precisamos de mais dados sobre onde os médicos são necessários, mais vagas para estudantes de medicina e residências, para ajudar os médicos treinados noutras jurisdições a se qualificarem aqui e para simplificar a papelada para que os médicos possam passar mais tempo com os pacientes”. Para isso, a OMA afirma ao jornal Milénio que “os médicos têm um plano de 5 pontos para melhores cuidados de saúde dos médicos”. Este é um “roteiro abrangente para melhorar os cuidados de saúde nos próximos quatro anos com recomendações em cinco pilares principais e recomendações separadas abordando as necessidades exclusivas de cuidados de saúde do norte de Ontário”. Os pilares em questão são: 1. Reduzir os tempos de espera e o acúmulo de serviços 2. Expansão dos serviços de saúde mental e dependência química na comunidade 3. Melhorar e expandir os cuidados domiciliares e outros cuidados comunitários 4. Fortalecimento da saúde pública e preparação para pandemias 5. Dar a cada paciente uma equipa de profissionais de saúde e vinculá-los digitalmente. Na semana passada, líderes territoriais de todo o Canadá reuniram em Victoria para reivindicar mais financiamento para o sistema de saúde e exigiram que Trudeau convocasse urgentemente uma reunião para chegar a um acordo. Telma Pinguelo/MS
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Frontline health care workers are suffering, and need to feel supported Health Canada & the Public Health Agency of Canada If you got sick recently, tried to go to an emergency department and had to wait for hours before seeing a doctor, you are not alone. Before COVID-19, (2018 to 2019) most Canadians waited up to 3.9 hours in emergency to see a doctor for an initial assessment, according to the Canadian Institute for Health Information. By comparison, in Ontario, patients visiting emergency departments waited an average of 2.1 hours to see a doctor this May, and, on average, spent 20.1 hours waiting before being admitted, according to Health Quality Ontario. But the problem it’s similar in most of the Canadian provinces and despite the Premier’s asked for an increase in Canada Health Transfer (CHT) funding from 22% to 25%, Ottawa said no.
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n the last weeks we realized that many hospitals across the country were forced to close their emergency rooms because of staff shortages. And now the concern is that the problem will get even worst during the rest of the summer, when the staff goes on vacation. Milénio Stadium tried to speak with the federal Minister of Health, Jean-Yves Duclos, to know more about the Liberal government plans to the health sector and received answers from Health Canada and the Public Health Agency of Canada. Milénio Stadium: Signs of strain on the health care system have become increasingly apparent, from patients receiving treatment in hallways during pre-pandemic times, to waves of burnout and resource rationing throughout the COVID-19 crisis. The ER closures across the country are just the latest problem in the Canadian health care. How should the Canadian public healthcare system be in the post pandemic era?
Health Canada & Public Health Agency of Canada (PHAC): The Government of Canada recognizes that the pandemic has taken an emotional, mental and physical toll on health care workers, and that this can factor into their decisions about their future. Front-line health care workers are suffering, and need to feel supported. Therefore, to support mental health and well-being of our health workforce, Budget 2022 proposes to provide an additional $140 million over two years to the Wellness Together Canada (WTC) portal, which offers free, confidential mental health and substance use tools and services for front-line healthcare workers. These online services can also be accessed through PocketWell, WTC companion app. In the short term, key steps are being taken to help support the workforce. MS: Considering that after social protection, health care is the Canadian government’s largest expense, Ottawa is considering allowing Canadians to pay for private healthcare services? Health Canada & PHAC: Additionally, Budget 2022 proposes to provide $115 million over five years, with $30 million ongoing, to expand the Foreign Credential Recognition Program and help up to 11,000 internationally trained health care professionals per year get their credentials recognized and find work in their field. It will also support projects—including standardized national exams, easier access to information, faster time-lines, and less red tape— that will reduce barriers to foreign credential recognition for health care professionals. This is in addition to a $2 billion top-up to the Canada Health Transfer, provided to the provinces and territories, to reduce backlogs caused COVID-19. This will help to support the health and well-being of Canadians and those on the frontlines of our health care system.
collaboration with provinces and territories, who have the responsibility for matters related to the administration and delivery of health services, including health workforce planning and management, is indispensable to address pressing health workforce challenges. Action has been taken to address key concerns voiced by health care providers. A safe working environment is Health Canada & PHAC: The Government critical to support the retention of health of Canada has been engaging with health care workers, which is why we have made system partners and stakeholders over reamendments to the Criminal Code (under cent months to further understand these the former Bill C-3), in order to ensure gaps and needs, and work collaboratively health care workers are safe and free from to identify concrete solutions to address threats, violence and harassment. the challenges and to deliver results for Canadians, their families and for our health MS: Provinces have been asking for a 13% care workers. The Government of Canada increase in health care funding. Why is Otcontinues to work with provincial and tawa not open to this request? territorial governments and stakeholders Health Canada & PHAC: To support health to support the pandemic response, and to care workers’ financial needs and address improve Canada’s health care system, insupply and retention issues in rural and recluding solutions to address the health humote communities, Budget 2022 announced man resource crisis the sector is currently $26.2 million in funding to increase the forfacing, so that it can meet the needs of Cangivable amount of student loans for doctors adians and the health workforce. and nurses who practice in rural and remote MS: Primary-care providers address most communities. This will mean up to $30,000 health concerns for their patients, offer in loan forgiveness for nurses and up to preventive care to keep people healthy, $60,000 in loan forgiveness for doctors and when necessary, co-ordinate referrals working in underserved rural or remote to specialized services, such as surgery. communities. Also, Budget 2022 proposes But about 15 per cent of Canadians do not expanding the list of eligible professionals have a family doctor. What is the Canadian under the program in order to help bring government’s plan to fill more family doc- more health care workers to the communities that need them most. The Government tor training positions across the country? is also hiring a Chief Nursing Officer, which Health Canada & PHAC: We are commitwill bring nursing issues to the forefront ted to protecting and strengthening Canfederally and support work with provinces ada’s publicly funded health care system and territories, stakeholders, and regulaand we welcome the ongoing dialogue with tory bodies. stakeholders on important health policy Joana Leal/MS priorities, and looks forward to continued collaboration with them on these issues. Canadians deserve access to accessible, high-quality health care, and continued MS: Canada has the fourth-lowest number of funded acute care beds per capita among countries in the Organization for Economic Cooperation and Development, according to the OECD, and the Commonwealth Fund ranked Canada’s health system second-last among 11 rich countries. Shouldn’t we be higher up in the rankings?
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Sob pressão Setor de urgências em Ontário pede por socorro “A gente mora no Canadá. É um país maravilhoso e rico. Por que as pessoas estão tendo que esperar cerca de 10 horas nas urgências para serem atendidas? Deveria ser melhor, ser diferente.” O desabafo foi ouvido pela nossa equipe de reportagem em frente a um dos maiores hospitais de Mississauga e foi feito por Larissa Traviso, cujo pai aguardava para a realização de um procedimento cardíaco agendado, que acabou demorando horas a mais do que o planejado porque o médico responsável teve que ir atender pacientes no setor de urgências.
A
companhada da mãe ela aguardava por mais informações do lado de fora do hospital e compartilhou connosco a insatisfação com a atual crise no sistema de saúde de Ontário, e do país de forma geral, que parece agora atingir o pico, dizendo que considera que os profissionais de saúde deveriam ser mais bem recompensados pelo trabalho importante e exaustivo que exercem: “É preciso pagar salários mais altos, oferecer melhores condições de trabalho para que esses profissionais queiram permanecer nas suas funções. Acho que eles se sentem exaustos depois da pandemia e não têm o incentivo necessário por parte da província, então acabam deixando, ou a profissão ou Ontário, em busca de oportunidades melhores”, conclui. A mãe, Rose Traviso, faz coro ao pedido e considera que algo precisa ser feito pelos governos federal e provincial e até lá: “Resta à população esperar. Essa é a realidade em que vivemos”.
Esperar tem sido um verbo bastante conjugado, e praticado, pelos moradores de Ontário que precisam de atendimento médico no setor das urgências nos últimos meses. Se a espera pelo atendimento antes da pandemia nesse setor já levava algum tempo, e a chamada “medicina de corredor” já era realidade, com pacientes sendo acomodados nos corredores das instituições por falta de camas, agora a situação está ainda mais delicada e recordes de lotação e espera estão sendo alcançados. As últimas estatísticas publicadas pela Ontario Health mostram que os pacientes que chegaram às urgências em maio e foram internados no hospital passaram em média 25 horas no setor antes de conseguir um leito hospitalar. Segundo especialistas em saúde os principais fatores que impulsionam os longos tempos de espera são, em grande parte, efeitos secundários da pandemia: as altas taxas de funcionários que estão doentes ou incapazes de trabalhar porque foram expostos a COVID-19, pacientes que agora têm doenças agravadas porque adiaram o tratamento durante o auge da pandemia e os atrasos na realização de procedimentos que só se acumularam, somado a isso outras questões como a falta de médicos de família- só em Ontário, segundo a Ontario College Of Family Physicians, cerca de 1,3 milhões de pessoas não têm acesso a esses profissionais, o que os empurra a procurar atendimento nas urgências- além da desistência de alguns profissionais, que por falta de incentivos financeiros abandonam as carreiras, fenômeno que vem sendo registrado em especial entre os enfermeiros.
Em Brampton conversamos com uma mãe de família, que por questões profissionais, ela também atua como personal support worker, preferiu não ter o nome divulgado. Ela mora na cidade há 20 anos e nos relatou a situação que vivenciou com o filho no início desse mês: “Viemos para o hospital porque ele estava com suspeita de apendicite. Demorou cerca de cinco horas para ele ser avaliado pelo médico, foram feitos alguns testes, e no total ficamos 12 horas aqui no hospital. Se a pessoa estiver com muita dor é sofrido esperar todo esse tempo. Não deveria ser assim.” A filha dela conta que recentemente uma amiga chegou à instituição, o Brampton Civic Hospital, único hospital com emergência 24 horas na cidade, depois de ter sofrido um acidente de trabalho e aguardou mais de seis horas para ser atendida, sendo que foi constatato que estava com o braço quebrado. “É complicado porque os cidadãos pagam os impostos e acho que merecem um tratamento melhor. Tudo bem que no final das contas você é atendido, mas esperar tantas horas por isso não é razoável”, considera ela. Mãe e filha concordam que a cidade precisa urgentemente de um novo hospital: “Eles realmente precisam de mais médicos e enfermeiros para atender à população e investir dinheiro nisso. Outras cidades como Mississauga, que é aqui do lado tem três hospitais. A nossa população cresceu muito nos últimos anos, é preciso investir mais.” De fato, Brampton, segundo números do último Census de 2016, conta com quase 600 mil habitantes e tem 96 leitos hospitalares a cada 100 mil habitantes,
menos da metade da média provincial de 220 leitos. A vizinha Mississauga tem 160 leitos por 100 mil moradores. A promessa do governo provincial de Doug Ford é de investir $ 21 milhões para expandir a capacidade hospitalar na cidade, sendo que $18 milhões serão destinados à criação de um novo departamento de emergência no Peel Memorial Center for Integrated Health and Wellness e $3 milhões na expansão do tratamento oncológico no Brampton Civic Hospital. Esses foram apenas alguns relatos que nossa reportagem coletou percorrendo dois dos principais hospitais de populosas cidades da GTA. A situação em Toronto, como os meios de comunicação social vêm relatando frequentemente, não é diferente, e se espalha também por áreas menos povoadas da província, que por vezes tiveram que fechar as portas de seus departamentos de urgências por não ter profissionais suficientes para dar conta da demanda de pacientes, como foi o caso neste mês na cidade rural de Perth, na área leste de Ontário. Uma soma de fatores e insatisfações que estão fazendo com que o sistema de saúde de Ontário atualmente opere no seu limite, ou até acima dele, e deixa profissionais de saúde exaustos, física e emocionalmente, e pacientes frustrados e descontentes com o tratamento que recebem. Até que novos desenvolvimentos aconteçam resta aos pacientes de Ontário esperar...por dias melhores e melhores condições nessa área tão fundamental e torcer para que não precisem contar tão cedo com atendimento médico. Lizandra Ongaratto/MS
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UHN is dealing with an increase of 20% of patients and with a shortage of staff The University Health Network (UHN) manages three of the Greater Toronto Area’s (GTA’s) largest hospitals - Toronto General Hospital, Toronto Western Hospital and Princess Margaret Cancer Centre with more than 1,200 beds and nearly 18,000 staff. UHN’s distinguished reputation is one of the best hospital networks in the world. In 2019-2020, there were over 39,000 acute inpatient stays and close to 121,000 emergency department visits across these three acute care hospitals.
I
n an interview with Milénio Stadium, the president and CEO of UHN, Kevin Smith remarked, similar to many other Ontario hospitals, UHN is dealing with an increase of patients (around 20%) and with a shortage of staff. To fix the problem, Smith proposes maximizing the number of people in training programs and exploring international recruitment, which may pass through Portugal because of the “very good universities and very good clinical training”. The average Ontario emergency room patient waited nearly two hours to see a doctor in April of 2022. Health Quality Ontario says wait times hit the 1.9 hour mark for the third time in the past 14 months, climbing steadily each month since January 2022, when average wait times fell to 1.5 hours. Between the three hospitals of UHN, the only one that was on the Health Quality Ontario list was Toronto Western Hospital where the wait times hit 2.1 hour mark. Milénio Stadium: Is the UHN experiencing staff shortages in the emergency rooms, as some Ontario hospitals have reported in the last few weeks? Kevin Smith: We are definitely feeling multiple challenges. Shortage of staff being one, much higher volume of patients as well and of course, more people, both patients and staff with COVID-19. So in addition to having more patients to treat, we also have more staff off sick because of COVID infections. We are probably about 20% higher and we have a greater number of overall vacancies to start with. At any one time, we normally have a vacancy of 200 to 250 nursing positions, there have been times during the last year or two, we will see those vacancies go up to closer to 500 nursing vacancies. But this is not only in Ontario or Canada, if you look around the world in the United Kingdom right now, in the United States, this is a worldwide phenomenon most definitely. MS: What are the solutions to remedy this issue? As in, how can we fix this? KS: Obviously there is no short-term solution, probably there are three current things that we have to think about. One is maximizing the number of people in our training programs. The second is looking at international recruitment, ethically, I mean obviously one doesn’t want to recruit from a very disadvantaged population where the nursing ratios are already low. But places like other Commonwealth or European countries, the United States, for sure we need to put our best foot forward and try to attract more nursing staff that have the skills to operate within the standard of Canada. Last but not least, I think we have to accept that we just will not and cannot produce enough nurses to do what nurses have historically achieved, so we also need to think about creating extenders. That might be people who for example have experience as a Personal Support Worker (PSW) and they’re interested in extending their skills and doing some more training. If they could
Kevin Smith, CEO of UHN.Photo: DR.
then be nursing extenders or technicians internal medical beds, surgical beds, really or technologists working under the super- across the whole system. The last piece of this one, is something called alternate level vision of our nursing colleagues. of care. Patients who are no longer acuteMS: What if the Province increased the ly ill, and don’t need to be in an acute care health care workers wages? Would this be hospital like UHN, their doctor has said helpful? they could go to a different place or they’re KS: I know that our nursing colleagues not independent enough to go home, they would like to see fair compensation, I think need to go to long term care or rehab or for many, they’re just too tired to take on complex care and so the whole flow of the more work, while of course I know talking system, is a bit backed up, so the more we to our front-line nurses they would like to have people who are ready to discharge but see increases beyond one percent, no doubt really nowhere to go, that means we can’t about that. I think we also have to be care- transfer out an admitted patient from the ful that you know what we’re not regard- emergency medical unit. So it really is the less of the compensation issues that we’re emergency room, in my view, is a flashing not taxing people and asking them to work light, it’s a symptom, it’s not the root cause so much that it’s unsafe for them and their affecting the overall flow of the system and quality of life and their families, burning capacity for all active patients. them out further is probably not a solution MS: What is the current surgical backlog of success. I think most of our nurses want of UHN? What area is challenging you the less work without the interruptions that most? they’re seeing now and the tools they need to ply their craft towards the science and KS: We have around 4000 backlogged art of nursing. That ultimately means more cases. Probably the greatest challenge people, creating a better supply either of would be in areas that are not life threatenthose whom are nurses or those that can be ing but quality of life interference, so those areas include but not limited to orthopaedextended as nurses. ics, ophthalmology, cataracts and things MS: Ontario/Canadian residents are suglike that, so obviously we’re trying to prigesting that the emergency rooms are oritize things like cancer, cardiac or illover-crowded because we don’t have nesses that if we don’t treat you soon, you enough family doctors. Do you share the might have a bad outcome in terms of life same opinion? expectancy. With that having been said, KS: We probably have a mal-distribution I recognize that when your quality of life of family doctors, certainly a number of is deeply affected by not being able to get under-served communities where people your hip done and you’re in constant pain, don’t have a family physician—I think it’s a little bit of a false dichotomy to sugthat’s true. I certainly think that there are gest that should that those patients aren’t people who want a family doctor, don’t equally as deserving. But at the moment, have it in parts of the province, but I don’t we’ve had to prioritize risk of shortening think for the most part the emergency crisis one’s life or impacting one ‘s life in the long or challenge would alone be met by family term. So it really is, historically what were doctors, you know being able to see your referred to as scheduled surgeries such as family doctor more quickly and in person orthopaedics or eyes or is some general we are told repeatedly by our patients and surgery but would not have been would emergence is important and that they don’t not be related to an illness like cancer. have that option available to them as much MS: From all the hospitals under the UHN as they’d like at the moment. If that’s so, umbrella, which site has the worst backlog then obviously making sure the capacity currently? and access to family medicine is better, is something we definitely should work at. KS: We don’t really look it up by site per But I also would say if you’re sick enough to say, we look at it by program area. The require admission then seeing your family most challenging program, I would say, doctor isn’t going to really be the solution. If would be probably arthritis and orthoyou’re in an emergency room and you need paedics and ophthalmology. to be admitted to hospital, then we realMS: Have you had an opportunity to meet ly do have a supply issue within the acute with the new Ontario Minister of Health, care sector and that trickles into general to address some of UHN’s concerns?
KS: Yes, the meeting was excellent. I’ve had good fortune to meet with Minister Jones, Deputy Premier Jones. She is very well briefed on the challenges, I would say her role as Solicitor General prior to becoming Minister of Health and Deputy Premier, she was deeply involved in the healthcare system as it related to Covid-19 and really saw all the problems and all the strengths that exist in our system, so I think she’s really taking care of this portfolio, as a very well informed Minister and Deputy Premier. I think she is very action oriented with her officials in her ministry and trying to prioritize those areas that are most in need. I know she’s very seized with the issues around emergency rooms, the hiring and recruitment of additional nurses, we also talked about the opportunities for people who are health providers operating within their full scope of practice but making sure that people you know like pharmacists as an example, who can and should be given more opportunity to do more vaccinations or other examples that we can somehow make sure for our very scarce nurses that they’re doing what only they can do. Then the last piece we talked a lot about was her concern about the quality of work life for people in the health professions and those who support them and that you’re real champions for people who provide care and those who support people who provide care in MS: Does UHN have a time-line for some of these proposed changes? Would you say that in the next month or two, patients would be seeing something different? KS: It Is going to happen as quickly as it can possibly be made to happen. So much of this, is getting a large part out of the hands of a government and into the hands of other organizations like our colleges for example, so the nursing college you know how quickly can we take foreign trained graduates and make sure that they’re safe to practice. Similarly, how can we look at maximizing scope of practice? How quickly can we mount educational programs for PSW’s to become extenders for nurses. So at the moment, I would say that is all in play and people are running as hard as they can. The challenge is often times, the people we need to do that work are the same people who we need to do our nursing and clinical care and we have to be mindful that we can’t expect them to work 9 to 5 and then 5 to 9 as well and you know it’s really quality of work life is a challenge right now. MS: Is there any consideration for Portuguese health care workers under this scope of practice? KS: Yes, we would certainly welcome them, I don’t know a great deal about the Portuguese healthcare system, I know that it’s a system that does guarantee access for all citizens. Unlike Canada, does have a private component of health care which we don’t but very good universities, very good clinical training. We have a large Portuguese population here so I would very much encourage people from Portugal, where we have many Canadians who whose history is from that part of the world. This is a great place to look if you’re thinking about immigration and the help and if you’re a health professional, all the more-so. Joana Leal/MS
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Those with a regular family doctor have fewer hospitalizations, better health outcomes and live longer Dr. Mekalai Kumanan- Pres. Ontario College of Family Physicians Anyone who has gone through this process knows how difficult it can be to find a family doctor in Ontario. When you’re a newcomer or are just in need of one of these professionals, whenever you reach a medical office the most common answer usually is: “This doctor is not accepting new patients”. It can take months, or even years for a person to have access to one physician, and some simply go without. Recent data shows that 1.3 million Ontarians don’t have a family doctor.
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hese professionals who specialize in providing lifelong care for their patients are the first point of contact with the health care system, which is one of the reasons they are so important. Without a family doctor the patients often end up in the emergency rooms and the results are the ones we’re currently witnessing, not only in Ontario, but also in other provinces: record-breaking ED wait-times and some of these departments just closing the doors because they don’t have enough staff to provide care. To discuss the role and importance of family physicians in our province, the shortage we’re facing and what the government and institutions can do to solve this situation, we’ve interviewed Dr. Mekalai Kumanan, president of the Ontario College of Family Physicians. This organization represents more than 15,000 family physicians across the province and in this interview Dr. Kumanan not only pointed out the concerns related to the shortage of family doctors, the declining number of medical graduates who are choosing family medicine and the number of professionals that are about to retire, but also introduces us to the Ontario College of Family Physicians’ plans to work with the Ontario government to address these issues. Milénio Stadium: What is the role of a family doctor in a patient’s life and why are they so important?
Dr. Mekalai Kumanan, president of the Ontario College of Family Physicians. Photo: DR.
Dr. MK: One thing we are seeing is a rise in the severity of illnesses patients have, which is the result of deferring procedures or delays in seeking treatment during the pandemic. This means our patients are coming to us with more complex needs, and appointments are longer or more freMS: Recent data shows that 1.3 million Onquent. COVID-related backlogs for care tarians don’t have a family doctor. What and referrals, coupled with longer patient are the reasons for that? appointments for more complex condiDr. MK: Ontario is in crisis. 1.3 million On- tions, mean family doctors’ offices are tarians do not have a family doctor right busier than ever, resulting in longer wait now. Across the province, patients are times for patients. feeling the impact of an increasing family MS: What should the Ontario government physician shortage as fewer medical gradudo to recruit and retain more family docates are choosing family medicine and more tors in the province? family doctors are retiring each year – 1 in 5 are currently reporting that they plan to re- Dr. MK: Ontario’s health system is in crisis, tire within the next five years. Add to that, but we have a plan. The Ontario College of many family doctors are experiencing se- Family Physicians is ready to work with the Ontario government to address these vere burnout from the pandemic. issues. A key recommendation is to ensure MS: Ontario is facing a Health Care Crisis Ontarians have a family doctor with a team and the Emergency Department waitbehind them so patients can get the help times have reached record highs at many they need faster. We also need to increase hospitals and others have just closed their the time that family doctors can spend prodoors because they don’t have enough staff viding direct patient care. Family doctors to operate. Is this situation somehow the say they can spend up to 25 per cent of their result of the shortage in family doctors in week or more on administrative work. This the province? is time that could be better spent providing Dr. MK: It’s clear that our entire health direct patient care. Lastly, recruiting and system is under enormous strain – and retaining more family doctors within the that includes family doctors. We are hear- province is key. That includes simplifying ing too many stories of patients who don’t the process for foreign-trained doctors have a family doctor going to emergency to start practicing in Ontario and also exdepartments. Additionally, family doc- panding incentives to attract more phystors are seeing patients who are presenting icians and medical graduates to regions with more complex health issues, and that are currently underserved, including we are trying to navigate a very strained Northern Ontario and rural regions. health care system in order to access the *You can read more at lifewithoutadoctor.ca. right care for our patients. Many of us also support our patients’ entire families. That care cannot be underestimated. Research shows that those with a regular family doctor have fewer hospitalizations, better health outcomes and live longer.
Dr. Mekalai Kumanan- Pres. Ontario College of Family Physicians: The pandemic has certainly highlighted the importance of Ontarians having access to high-quality and comprehensive healthcare— and that begins with access to a family doctor. So MS: What is the role of the pandemic in this many of us have patients that we see over current crisis in our health care system? their lifetime from the time they are babies.
Our policy solutions are here: https://lifewithoutadoctor.ca/policy.pdf
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It is not uncommon right now for one nurse to be caring for 30 or even 50 patients In the midst of a health care crisis in Canada, countless professionals from every branch of the health system are being affected. Among them, we find a group of workers that is significantly being affected and whom the system cannot survive without: the nurses. The pandemic has worsened the nursing shortage, as overworked and ill-treated health-care workers have quit in massive numbers.
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recent survey of 2,500 nurses found that 64% are looking to leave the health care profession, a nearly 40% increase from a similar survey conducted a year ago. Three quarters of those surveyed said they have experienced burnout since the Covid-19 pandemic began and half said they had suffered feelings of trauma, extreme stress or post-traumatic stress disorder. These professionals also have talked about insufficient funding for the system to work properly. We asked the Ontario Nurses’ Association about their struggles and what they envision for a health care system that is in need of care itself. MS: Ontario has been facing several challenges, such as long waiting hours in the emergency, delayed surgeries and even lack of professionals. What are the underlying issues causing this scenario?
Ontario Nurses’ Association: There are many significant issues. Our hospitals, public health units and home and community care – as well as nursing homes and long-term care – have been gross-
ly unfunded, and the Ford government cut funding to public health units prior to the pandemic. Ontario has a shortage of nurses, more than 22,000 are needed just to catch up to the national average. The shortage was predicted by ONA and others decades ago – we knew we had an aging population and action could have been taken if there was the political will to do so. Instead, the Mike Harris PC government cut 10,000 RNs and closed hospital beds, famously likening nurses to hula hoops – a fad. Underfunding health care and cutting RN care are two reasons why health care is in the state that it is today. The Ontario Nurses’ Association has solutions that would address health-care shortcomings. MS: What concerns you the most about the near future? ONA: Staffing is the most urgent issue that is facing health care right now. There are not enough nurses to care for our patients, residents and clients. Nurses have quit, retired, gone to other places with better pay and working conditions. Many are infected with COVID-19 and have suffered physical and mental injuries. It is not uncommon right now for one nurse to be caring for 30 or even 50 patients. This is unsafe for patient care, and unsafe for the nurses who are trying to keep up. Nurses are working 16 and sometimes 24-hour shifts, then being called in on their days off. Nurses are leaving the profession because they are absolutely fed up with being disrespected by the Ford government and employers. Nurses and health professionals have
worked tirelessly – and risked their health and lives – to care for Ontarians. Premier Ford must act now to improve patient care, and ONA has the solutions. MS: We know how hard it was for frontline workers to go through the Covid-19 pandemic. Are these professionals still feeling overwhelmed and is this still having an impact on the system? ONA: After more than two years of a global pandemic, of nurses lacking proper personal protective equipment at the start, of unprecedented tragedy in our province, RNs are burnt out, exhausted, suffering PTSD and moral distress, not to mention sickened with COVID and suffering longterm impacts. Entering the pandemic with the worst RN-to-population ratio in the country was not helpful. The Ford government also subjected nurses and health-care professionals to Bill 124 – legislation that unfairly suppressed their wages. Nurses deserve the wages they fairly negotiated in their contracts. Nurses and health professionals continue to be significantly impacted by the pandemic and the lack of respect the government has shown. MS: What are the most urgent measures that you think that need to be taken or changes that you would like to see implemented? ONA: There are solutions and we have urged this government to work with ONA to implement them. We need a plan to retain the nurses we currently have, return nurses who can be providing care, and
recruit and mentor the next generation of nurses. First, repeal Bill 124. This will help stem the exodus of nurses from the profession and keep more of them at the bedside to care for Ontarians. It will help retain our seasoned nurses and allow them to train the next wave of new nurses. We need to support nurses improving mental health supports. The rise of violence against nurses and the stress and strain of being front-line caregivers during the COVID-19 pandemic has made access to mental health services a top priority. The moral injury and rates of post-traumatic stress disorder, exhaustion and burnout have skyrocketed. Additionally, Ontario must return and reintegrate nurses into the public health-care system. This should include finding faster pathways for Internationally Educated Nurses to safely practice in Ontario, returning recently-retired nurses and addressing the widespread use of high-cost private agency nurses. Ontario must put the brakes on privatizing health care. Private clinics have higher rates of patient complications and deaths, worse infection control measures and take desperately needed tax dollars away from the more equitable public health-care system. They will take even more health-care professionals out of the public system, increasing wait times for those who cannot afford to pay. Telma Pinguelo/MS
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Nessa semana em que o Milénio Stadium discorre sobre esse assunto tão importante e primordial na vida de todos, a saúde, mais precisamente a crise aguda que esse setor atravessa em Ontário, resolvemos ouvir mais histórias de pessoas, dessa vez com enfoque em integrantes da comunidade lusófona, que nos relataram suas experiências e impressões acerca do sistema de saúde canadiano e em particular da província de Ontário. O que pensam sobre as atuais esperas no setor de urgências, se estão satisfeitos com o atendimento que lhes é oferecido, o que poderia melhorar e se uma possível desburocratização da validação dos diplomas de médicos e enfermeiros estrangeiros, para que pudessem atuar aqui, poderia de alguma forma aliviar o setor, que atualmente sofre com a falta de profissionais. Lizandra Ongaratto/MS
VOX POP
Existem dois diferentes pontos de vista para essa pergunta. Do meu ponto de vista, não é péssimo, mas poderia ser muito melhor. No Brasil eu tinha convênio pela minha Você tem um médico de família? Teve dificuldades em en- empresa e a minha esposa pela empresa dela, então, éramos sempre atendidos nos melhores hospitais e clínicas. contrar um profissional? O atendimento na maioria das vezes era bem rápido. Do Sim, temos médico de família. Somos quatro pessoas, miponto de vista das pessoas que eu conheço que, no Branha esposa, eu e duas filhas, e foi bem tranquilo para nós sil, dependiam do Sistema de Saúde Público (SUS), aqui o processo para encontrar médico de família! Assim que é maravilhoso. Aqui temos hospitais limpíssimos e muito chegamos no Canadá, fomos morar em Cambridge, ON, bem estruturados. O atendimento demora, mas não tanto onde recebemos indicação de uma médica muito boa. Foquanto no SUS no Brasil. mos aceitos como pacientes na primeira tentativa. Nossa segunda experiência foi quando nos mudamos para Mil- O que acha que o governo deveria fazer para melhorar o ton. Também recebemos indicação de amigos, e fomos atendimento em saúde à população. Investir em mais hospitais, melhorar a remuneração dos profissionais como prontamente aceitos. médicos e enfermeiros? Recentemente você precisou de algum tipo de atendimento médico, seja no hospital ou consultório? Como foi essa Acredito que a construção dos hospitais seja a maior prioridade. Do meu ponto de vista, a agilização do processo experiência? de convalidação de diplomas para médicos imigrantes de Sim. A última experiência foi da minha filha com dores no países que têm procedimentos médicos compatíveis com ouvido. Assim que ela reclamou, fomos a uma Walk In clios do Canadá, ou minimamente adaptáveis, seria também nic, e fomos atendidos (sábado dia 16 de julho) em mais ou muito bom para o país. menos uma hora. Tivemos recorrentes experiências ruins durante as quaQual sua opinião sobre a atual do sistema de saúde aqui em rentenas de COVID por conta disso. Temos poucos hospiOntário?
tais e poucos médicos. O número de internações não precisa nem ser tão grande para fecharem completamente o país.
Acho muito ruim no sentido dos médicos não fazerem a medicina “preventiva”, é difícil conseguir que eles peçam os exames de check-up, se não estivermos com algo muito Você tem um médico de família? Teve dificuldades em en- evidente, eles sempre dizem que está tudo bem. Acho que deveriam pedir todos os exames de rotina anualmente, contrar um profissional? para que se pudesse detectar qualquer doença no início. Sim, tenho. Não tive dificuldades de encontrar um médico (esta é a minha experiência aqui). há cinco anos. O que acha que o governo deveria fazer para melhorar o Recentemente você precisou de algum tipo de atendimenatendimento em saúde à população. Investir em mais hosto médico, seja no hospital ou consultório? Como foi essa pitais, melhorar a remuneração dos profissionais como experiência? médicos e enfermeiros? Precisei passar em consulta e foi por telefone, e não tive Liberar mais verbas para todo o sistema de saúde. Tanto no problemas, consegui agendamento rápido, era apenas investimento de mais hospitais, contratação de mais mépara o médico pedir exames. dicos, liberação de mais exames e investir na atualização Qual sua opinião sobre a atual do sistema de saúde aqui em constante dos profissionais. Ontário?
Acha que o governo federal deveria transferir mais dinheiro para as províncias lidarem com os problemas no setor da saúde?
Bruno Cardoso, 43 anos
Camila Moura – 33 anos
Acha que o governo federal deveria transferir mais dinheiro para as províncias lidarem com os problemas no setor da saúde? Sim, COM CERTEZA! Mas penso que primeiramente as províncias tinham que aproveitar melhor o dinheiro que lhes é dado! Acha que os profissionais de saúde com formação no estrangeiro deveriam ter o seu curso validado/reconhecido no Canada de forma mais fácil? Não penso que facilidade seja a palavra! Mas acho que o processo tem que ser mais justo e menos moroso. Se for fácil, entra qualquer um! Se for justo, entram pessoas qualificadas. Ninguém quer qualquer um como o seu médico. É preciso ter um processo extremamente rígido e possível. Acho que o governo poderia dar um incentivo, financiar o processo, e deixar que os médicos pagassem depois que já estivessem trabalhando. Uma avaliação básica de currículo e conhecimentos da área não me parece tão caro ou demorado e nem difícil de provar!
Sem dúvidas. Acha que os profissionais de saúde com formação no estrangeiro deveriam ter o seu curso validado/reconhecido no Canada de forma mais fácil? Com certeza deveria ser um processo menos burocrático. Muitos médicos gostariam de imigrar para o Canadá, porém, com todo este processo de validação de diploma, fica praticamente inviável para eles.
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Beatriz R. – 45 anos Você tem um médico de família? Teve dificuldades em encontrar um profissional?
A pandemia de COVID-19 fez com que muitas consultas, exames e cirurgias fossem canceladas. Agora o sistema não tem capacidade para socorrer todos ao mesmo tempo. Sei que o governo investiu mais dinheiro para tentar reduzir as listas de espera, mas pelo que vou ouvindo não está a resultar.
saudável. Programas de exercício para reduzir os níveis de sedentarismo; programas de educação alimentar para evitar a obesidade e mais apoio às doenças mentais para evitar elevados níveis de stress e de esgotamento que conduzem a doenças como AVC’s e enfartes.
Tenho médico de família e o processo foi relativamente rápido. Um casal amigo disse-me que o médico deles estava O que acha que o governo deveria fazer para melhorar o a aceitar novos pacientes. atendimento em saúde à população? Investir em mais hospitais, melhorar a remuneração dos profissionais como Recentemente você precisou de algum tipo de atendimenmédicos e enfermeiros? to médico, seja no hospital ou consultório? Como foi essa experiência? Provavelmente para isso acontecer teríamos de pagar mais impostos e a nossa carga fiscal já é muito elevada. Felizmente não, mas sei de pessoas que precisaram de ir Acha que o governo federal deveria transferir mais diàs urgências e tiveram de esperar muitas horas para serem nheiro para as províncias lidarem com os problemas no vistos por um médico. setor da saúde? Qual sua opinião sobre a atual do sistema de saúde aqui em Acho que seria mais económico apostar em programas de Ontário? prevenção de doenças e promoção de um estilo de vida
Acha que os profissionais de saúde com formação no estrangeiro deveriam ter o seu curso validado/reconhecido no Canadá de forma mais fácil?
mente não se chegará a nenhuma conclusão por essa via, aos médicos não preencherem o relatório nem a cumprirem o combinado de marcar uma consulta presencial para avaliar o problema. E depois ser encaminhada para um endocrinologista sendo que o médico de família se esqueceu de fazer o referral e este problema já se arrasta desde agosto do ano passado. E se eu não for ligando a fazer pressão ao médico de família, nada acontece. E agora que a minha filha também está com problemas de saúde e precisa de especialistas na área de pediatria vai pelo mesmo caminho, uma consulta pode demorar meses e justificam isso com a falta de pediatras em Ontário. No serviço de urgências, já recorri várias vezes ao Sick Kids e ao Humber River e a espera sempre foi no mínimo de 5h, apesar de ser chato, nesse aspeto não me choca. O que me surpreende mais, pela negativa, é mesmo o acesso a consultas de especialidade mesmo quando somos encaminhados para departamentos de oncologia, doenças do sangue e doenças autoimunes. Esperava um acesso mais rápido a exames e consultas e a tratarem este assunto com mais seriedade.
Uma única medida não vai fazer milagres, será necessário um conjunto de medidas. Poderá ser necessário um maior investimento em infraestruturas em locais onde a população está a aumentar. E depois, existir mais incentivos, seja na remuneração ou condições de trabalho, para que existam mais profissionais neste ramo. Talvez tenham de repensar este sistema e ver onde são necessárias mudanças.
Inês Carpinteiro, 26 anos Você tem um médico de família? Teve dificuldades em encontrar um profissional? Sim, tenho médico de família, não tive qualquer dificuldade quando quis fazer a troca de um médico de família para outro há dois anos. Recentemente você precisou de algum tipo de atendimento médico, seja no hospital ou consultório? Como foi essa experiência? Este ano tenho recorrido várias vezes ao médico, tanto para mim como para a minha filha, e tanto em consultas como em serviço de urgência. Qual sua opinião sobre a atual do sistema de saúde aqui em Ontário? Na altura em que estava grávida a minha experiência foi muito positiva, acho que têm muita atenção com a paciente. Depois disso, tem sido péssimo. Desde demorarem imenso tempo para marcar uma consulta de especialidade, mesmo quando fui encaminhada para um hematologista, a ser apenas feita uma consulta pelo telefone quando obvia-
Durante a pandemia quando estávamos em plena crise de saúde pública a maioria das províncias não teve outra hipótese senão permiti-lo a título excecional. Se não existem profissionais de saúde suficientes no Canadá e os estrangeiros estão dispostos a virem para cá porque não?
Acha que o governo federal deveria transferir mais dinheiro para as províncias lidarem com os problemas no setor da saúde? Sim, se isso for ajudar, no entanto o dinheiro tem de ser bem utilizado. Acha que os profissionais de saúde com formação no estrangeiro deveriam ter o seu curso validado/reconhecido no Canadá de forma mais fácil?
Sem dúvida! Não sou contra existir a obrigatoriedade de serem feitos alguns exames para testar as capacidades da pessoa, mas pelo menos o processo não deveria ser tão dispendioso para uma pessoa que acabou de mudar de país, O que acha que o governo deveria fazer para melhorar o normalmente por questões económicas. atendimento em saúde à população? Investir em mais hospitais, melhorar a remuneração dos profissionais como médicos e enfermeiros?
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Nas filas do nosso mundo bem. Cá estamos. Firmes e a persistir no bem. Assim me sinto. Porque o mal, esse não tem lugar na minha vida e acredito que o Universo trata das coisas e das pessoas na devida altura. Bem, adelante… Falamos esta semana sobre o nosso sistema de saúde. E da conversa dos nossos goverOpinião nos, federais e provinciais, que prometem mundos e fundos de biliões de dólares (do nosso dinheiro) a ser injetado aqui e ali. No sistema de saúde (LOL)... rio-me porque Ora viva, Mais uma sexta-feira e quase mais um não é para menos. Recordo-me que há uns mês volvido. Andamos nesta roda-viva anos o nosso sistema de saúde (OHIP) era constante a deixar o tempo passar. Me- cobiçado pelo resto do mundo. “Ai... o sisnos mal ainda que nos desejem menos tema de saúde no Canadá, sim, trata bem os Cristina da Costa
Também estamos disponíveis na
utentes, isto e aquilo” ... bem, novos séculos, novos rumos. Triste realidade, que até saíram notícias esta semana, que nos dizem que os próprios médicos nas urgências se veem obrigados a “limpar“ os quartos por falta de apoio logístico. É possível? Entra-se numa urgência, naturalmente porque é uma situação urgente, não? Três, quatro, cinco horas volvidas só para nos registarmos.
É o que é e vale o que vale.
Soluções à vista? Sim... talvez cumprir as promessas (os nossos políticos). Realmente injetar mais dinheiro no sistema e valorizar os profissionais da linha da frente. Mas assim vamos, pé ante pé. Cuidem-se. Aproveitem este verão marado e muita saúde.
Bom fim de semana, e até as 6 pm no RouOnde, como e porque chegámos até aqui? ndtable de hoje (22), Onde estão os profissionais? Até já, Realmente, esta pandemia afetou muita coisa, até os apoios médicos. Há poucos Cristina médicos de família e assim estamos...
, para todo o Canadá, aos domingos, entre as 10 e o meio-dia
Esta semana Vibramos com o regresso da alegria do samba em mais um BrazilFest Ouvimos o rugido dos motores no Honda Indy Toronto 2022 Conhecemos a arte da ourivesaria pelas mãos de Mário Simãozinho Sentimos a criatividade musical de Maro E percebemos a vida de quem nos salva da morte no mar – os nadadores salvadores
mileniostadium.com Editorial
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English version
Living or Dying in Canada Availability of as-required healthcare has always been an expectation of every Canadian citizen. Tommy Douglas introduced the first provincial insurance program in Saskatchewan and the rest of Canada adopted various variations of free healthcare. Access to healthcare based on need rather than ability to pay was the founding principle of the Canadian healthcare system. Medicare was born in one province in 1947, it then spread across the country through Federal cost sharing and was eventually harmonized through standards in Federal law as the Canada Health Act in 1984.
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he funding of healthcare is a federal responsibility and transfer of funds are made to each province based on population. Each province has jurisdiction over the delivery of health services. The Canadian system of health care has been the envy of the world, often cited by USA politicians as the model they should adopt. Today, if you ask any Canadian, the answer to the question of satisfaction with the healthcare system would be disappointment at best, with some rating the current situation of care delivery as one of the worst in the world. How did we go from the best to the worst? Is it the system or the management of the principles
by which the system was founded that are no longer feasible? Financing of healthcare has reached $ 6.5 billion yearly and even with yearly increased funding, there are 700,000 surgeries in the backlog system. Many agree that the system is broken and unsustainable as is. The worst thing that can happen to anyone is to visit a hospital where the bureaucracy before you get to see a doctor results in long hours and poor service. Recently, a patient was allowed to die while waiting to be attended in emergency area of the hospital. Nurses and doctors are overworked and play God as they attempt to figure out who should have priority. Waiting times for certain tests can
be as long as 2 years. That’s a healthy system, eh? A crisis exists in Canada and our politicians are not confronting it because they don’t possess any answers. Instead, we have a Prime Minister who focuses on carbon reduction as a means of getting Canadians healthy. Canadians need help now before the system, which was created with good intentions, collapses. Living in a city such as Toronto, the crisis is palpable. Streets filled with “zombie” like individuals, sleeping in parks and under bridges because there is no room at the medical inn. Try to get a new family doctor, impossible, because they can’t or won’t accommodate more patients. People are sick of being sick and there’s no hope in the horizon, particularly for those underprivileged in our society whose mortality rates are becoming a crisis. Canada requires a full overhaul of this unsustainable system. Throwing money at 20th century systems in the 21st century is a losing proposition, and our leaders have no answers. From burnout of nurses and doctors, unavailability of beds to comfort the sick, administrative inefficiencies and under-staffing, healthcare resources won’t be available to Canadians when needed and thus your personal survival is being placed at risk by our governments. We deserve better protection from our leaders. Allowing private healthcare for those who can afford it may ease some of the pressures, but the healthcare system usually lives or dies by what happens at emergency rooms. Don’t allow our political masters to tell you that the problems are Covid related. They existed prior to the pandemic. The calamitous future of the health system is the main report card for our government. Canada is far from being the best so don’t even think about getting sick in this country. Be your own doctor if you can and take care of yourself. Manuel DaCosta/MS
com Cristina Da Costa
Convidados
Nellie Pedro Manuel DaCosta Tema da semana:
Discussão de temas da atualidade. A situação atual do sistema de saúde em Ontário: a ruptura dos hospitais; a falta de médicos de família.
sexta-feira às 18h
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22 a 28 de julho de 2022
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OPINIÃO
A lacking public health system is nothing new, or at least it shouldn’t be. We’ve been listening to the cry of health professionals for years, over the lack of staff and specialized equipment. Health care is a huge responsibility and I’m sure that governments would like nothing more than to pass the burden over to private hands. It’s the only reasonable explanation for the underfunding and dragging of the feet, when it comes to bettering the system.
A
cross the planet, corporations are buying up government held services that are essential to the public, without precedence. A very strange phenomenon, considering government usually cites unaffordability as the motive, yet corporations, (whose sole purpose is to make a profit), obviously see no problem in making money out of their new acquisitions. I remember when Ontario sold off Hydro and opened up the energy market to “healthy competition” in order to keep prices down. How did that work out? Even the supply of water has been privatized in many countries, with previously
predicted disastrous results. Again, goods and services essential to life, in the hands of those who seek profit above all else. How could this ever be a positive thing? Does this sound dystopian? Yes! In health care the mere mention of privatization makes people bristle, evoking memories of scenes from our friends south of the border and their plight with the private system. If you’re not at the mercy of a hospital, it’ll be the insurance company that will get you. Unfortunately though, the public system has put many through experiences that are beyond comprehension; A year waiting to see a specialist, months to score an appointment with your family doctor, if you have one, that is. In the late 90’s when we moved north, out of Toronto, seven years went by before we were finally provided with a family doctor. Here in Portugal, although there are signs of stress and the same governmental foot-dragging, having experienced both systems for many years, we come out way on top. It’s not a perfect system, but a rich nation such as Canada should be at least on par. Actually, no industrialized nation that provides public access health care should
SOS
be lacking in services, there cannot be any credible excuse. There is always money for so many other initiatives. Health care should always be, among a few others, at the top of the list of priorities. But it’s not just more doctors and nurses that will resolve the issue, as always, we, the people, can play a big part in the solution. People need to be better educated regarding illness, or the absence of serious illness. We’ve become so disassociated with common knowledge that we go running to an expert for just about everything we come across in life. No one remembers the knowledge handed down over the generations any more. There are a million “experts” on the internet, but none that you can trust like an old family member. The encyclopedia of common knowledge is quickly running out of volumes. In the case of illness, professionals have long urged people to be sure that an emergency actually exists before clogging up the hospitals. Probably the largest public contributor to the stress on the health system are the elderly. Here, if you sit in the emergency ward at the hospital for any period of time, 95% of the patients brought
in while you wait, will be elderly. It makes sense, modern medicine has enabled people to live longer lives, but not necessarily healthier, so that segment of the population does require a lot of attention, putting even greater stress on the system. Governments have long known of this and have barely lifted as finger to address the need. Even though there are important needs such as education and housing that require urgent attention, but don’t get it, if there’s no money for health care, then what are we working towards? Without your health, what do you have? The many who have suffered health issues know full well what’s most important in life. Those who haven’t, can imagine. It doesn’t take much to bring us down and disrupt everything we know as normal, yet governments keep us walking this tightrope, pushing us to the limit, a limit that is unquantified, so they keep pushing. And you know what? There’s no safety net below. Fiquem bem, Raul Freitas/MS
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22 a 28 de julho de 2022
My message to... DOUG FORD Vincent Black Opinion
Fix our health care system.... and here is how you can do it!
Y
es, you have won two majority governments back-to-back and that is an amazing thing to achieve especially in this day and age. You have earned the right to govern the way you see fit with your policies and timelines. You can pour money into infrastructure hand out MZO’s which is a fancy word for a ministerial zoning order which gives permission to build by overriding the municipalities wishes. You can dump money into aboriginal issues and legacies, but the one thing that none of these issues can prevail without is a strong population. If our population is sick and broken, none of these policies can move forward without the strength and spirit of our people. Having a broken system is like having a broken population. If the car is broken or not running right, it will not get you where you want to go safely and on time. Health care in Canada and especially in Ontario has always had a great reputation and a clean bill of health. It’s getting harder and harder for Ontarians to get health care they need. Too many folks wait hours at the emergency room, wait weeks for a doctor’s appointment, or spend weeks or months waiting in pain and anxiety for a surgery. The pandemic exposed just how broken our health care system is, with nurses, doctors and other health professionals chronically short-staffed and run off their feet, unable to give patients the time and attention they need. For decades, Conservative and Liberal governments made cuts and bad choices which damaged Ontario’s health care system. Doug Ford was cutting critical health services before the pandemic – he slashed public health units from 35 to 10, and his low-wage policy, Bill 124, froze the wages of health care workers below the rate of inflation. He refused to spend the money needed to shore up hospitals and health care during the pandemic. Disrespected, burnt out nurses and other health care workers are leaving the sector in droves.
Let us not forget our past but let’s learn from it and move forward without throwing arrows at the past politicians /governments of the day when it comes to health care. We need our health care system fixed and working properly before we can move forward in a healthy, prosperous way. Health care is always at the heart root of every community and yes there is a global crisis, but l firmly believe that here in Ontario, we have the money and ability to get it done right. We had one of the best home care programs in the world and my understanding from speaking with many experts in this field, that it will not take very much to make the appropriate adjustments to the system when it comes to homecare. Like most systems if strategic planning is required to ensure that the system doesn’t disintegrate. Premier Ford, you need to put on hold some of your pet projects and concentrate on our health care system. You don’t need long drawn-out investigations and endless meetings with so called experts that just drain the system, you need someone like Kevin Smith from UHN to head up a working task force with a war chest that will implement change quickly and with ease. Someone like Mr. Smith who knows how to navigate the system, who has been through former governments and bureaucracy, is a seasoned veteran with experience and knowledge. He is also very familiar with our health care system and knows where to start and end. The easy answer is pumping more money into the system.
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Funds need to be spent in an appropriate way and someone like Kevin Smith is the best person to head up this movement. Mr. Smith’s experience and first-hand knowledge of the system is crucial to fixing our existing problems right now. Why bring in an outsider when we have the best at our doorstep. On a personal level, l have family and friends that are involved in the healthcare system and the things that l have been hearing most recently, sounds like we are in a war zone with shut downs and under staffing of emergency units and hospital shortages. The mental stress that is being put on these folks and the system will get us to the breaking point. I am hoping that the Premier can get a hold of this and make the appropriate needed changes. Premiere Ford, you have been a good leader thus far, but you can become a great leader if you fix this problem. When l think of you, l do not see a legacy attached to your name, but fixing health care in Ontario will give you that legacy. Ford nation is a movement and not necessarily attached to the conservatives, but health care is needed by all regardless of what part you belong to. Have Ford nation be the catalyst to fixing our health care system in Ontario and your legacy will be cemented. Once your legacy has been thrust upon you.... take it on the road and fix the rest of Canada. Health care is the most important thing for you, me and all of us, because without our health, we have nothing. This can and will be your legacy, because nothing else counts.
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Finalmente o novo serviço nacional de saúde Vítor M. Silva Opinião
Com tantos problemas na saúde deparamo-nos com uma boa notícia que será uma lufada de ar fresco. O Governo português aprovou um renovado Estatuto do Serviço Nacional de Saúde.
E
ste é de uma importância extrema, se entendermos que a par da rede escolar pública é o principal fator de coesão económica social e territorial em Portugal. A universalidade e a gratuidade do SNS é uma conquista que nunca deve ser perdida e devemos lutar por ela. O Serviço Nacional de Saúde renovado vai permitir a resolução dos problemas com que os portugueses se têm deparado quando se deslocam a um hospital ou centro de saúde estatais. António Costa chamou a este “novo plano” - Respostas para a Saúde.
Depois de 30 anos, surgia a necessidade de atualizar e reformar a fundo um SNS muito útil para Portugal, mas que notava debilidades. Em todos estes anos foram naturalmente detetados muitos problemas e não só financeiros. É claro que o Governo vai reforçar financeiramente este setor, mas também aplicar novos métodos organizativos e de coordenação a diferentes serviços, dando mais autonomia e criando incentivos para motivar os profissionais da saúde. Destaco a nomeação de uma direção executiva do SNS, ideia que resulta da experiência e da excelente coordenação que foi capaz de trabalhar em rede no combate à pandemia da Covid-19. Podemos facilmente pôr em evidência o plano de vacinação que, como sabemos, foi elogiado e teve uma das mais elevadas taxas a nível mundial. Este novo plano vai ainda permitir que todos os estabelecimentos do sistema de saúde, quer sejam de cuidados primários, de cuidados hospitalares ou de cuidados continuados, tenham uma resposta “as-
sistencial coordenada e em rede das várias unidades”. Maior autonomia de gestão para contratações, novas medidas para que haja “uma maior motivação dos profissionais de saúde, através do regime de dedicação plena e dos regimes excecionais de contratação e de trabalho suplementar” e, ainda, “os mecanismos para fixar profissionais em zonas geográficas carenciadas”, cito António Costa. Serão criados centros de responsabilidade integrada, é absolutamente essencial, como se provou em vários hospitais em que foi introduzida, e a generalização do modelo de unidades de saúde familiar é também decisiva para a motivação dos profissionais e para uma melhor organização dos serviços de saúde. Em suma, o Novo Serviço Nacional de Saúde deve orgulhar e dar esperança a todos os portugueses pois responde às necessidades destes. Muitas vezes falo que é importante fazer política centrada nas pessoas, ora aqui temos um excelente exemplo. O Governo
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passa a dispor de um meio fundamental para poder avançar com as suas políticas e “responder aos problemas que os portugueses enfrentam no seu quotidiano em contacto com o SNS”. Estão as bases criadas para permitir que haja mais e melhor organização no SNS, onde se acabe com o défice de profissionais da saúde e que estes e os pacientes não caiam na sedutora tentação do privado. Claro está que tudo isto só e possível graças a um investimento de 1.240 milhões de euros vindos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Permitam-me que destaque que, com a assinatura deste acordo de parceria Portugal 2030 com a EU, teremos mais 76 % de financiamento europeu do que tivemos nos últimos sete anos. Parabéns António Costa. “Não se trata de uma utopia. Porque o sonho se faz obra pelo trabalho, pela perseverança e pelo calor humano dos atos”. António Arnaut
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Num voo direto o pássaro volta procurando um teto. Eugénia Tabosa
Regresso dos pássaros migratórios Aida Batista Opinião
Na minha caixa de correio eletrónico, entram-me diariamente as mais variadas iniciativas de natureza cultural, que vão das de caráter essencialmente desportivo e popular às mais eruditas. Umas, a decorrer em diferentes capitais de distrito, outras, em diversas povoações espalhadas pelo interior do país. A estas, acrescento ainda inúmeros convites privados, ligados ao convívio social, que nem sempre posso recusar.
A
lgumas, apago-as de imediato, porque, devido à distância que delas me separa, se torna completamente impossível estar presente. Outras, deixo-as nos pendentes, porque poderá sempre haver uma hipótese de, em cima da hora, me decidir por ir. Pasma-me ver a quantidade de espetáculos de elevada categoria musical, festi-
vais de teatro com atores de excelência, exposições dos mais conceituados artistas, instalações cuja temática, só por si, garantem a chancela da qualidade e tantas outras manifestações de artes performativas. É como se, de repente, saltassem do casulo onde, aparentemente, viveram todo o ano, sem que ninguém desse por isso. A adesão com que são recebidas, e a participação a atingir números com vários dígitos, atestam bem que, após dois anos de pandemia, toda a gente estava desejosa de regressar a um presente sem restrições. Há uns anos, e não são assim tão recuados, as pequenas aldeias do país ao máximo que poderiam aspirar seria a atuação de um conjunto (de duvidosa qualidade) no período em que decorria a festa do santo ou da santa padroeira da terra. A junta de freguesia fazia questão de, durante dois ou três dias (dependia um pouco das datas em que os festejos calhavam), dar alguma alegria ao povoado que atraía gente dos outros mais próximos. Estes arraiais começavam em julho, como se este fosse já o aquecimento para o “querido mês de agosto”, aquele em que os emigrantes, saudosos das
suas tradições, começam a chegar em catadupa, para darem vida às casas que, durante o resto do ano, viveram paredes meias com a ausência dos donos. Estas festas, apesar de populares, continuam a ter uma faceta muito democrática e a atrair um público que atravessa todo o tecido social. As quentes noites de verão convidam-nos a sentar numa mesa disponível, para experimentarmos os habituais petiscos que as barraquinhas, com uma ou outra variante, nos oferecem. Ao ar livre, e fora do conforto das nossas casas, o que encomendamos tem o sabor do improviso, do autenticamente genuíno e nosso, servido em pratos, copos e talheres de plástico, ao som alto da música popular à mistura com os refrãos dos vendedores, em que não falta a estafada frase “é pr’ó menino e pr’á menina! No final, a conta num pedaço de papel arrancado à toalha que cobria a mesa, manchada com as nódoas de gordura e tingidas do vinho que acaba sempre por pingar do gargalo do jarro. Um arraial é isto, e nunca pode ser confundido com a formalidade das nossas refeições diárias, nem com uma ida a um
requintado restaurante onde o empratamento, por si só, ganha foros de obra de arte. Refeição em casa, restaurante chique ou arraial popular, são três lados de um triângulo escaleno, cujo ângulo se escolhe segundo as datas e os dias do espírito da estação, a companhia do momento ou aquilo que se quer celebrar. Eu, que me considero muito inclusiva, aprecio os três, e a cada um dou/empresto a importância devida às escolhas que faço. Por exemplo, uma boa sardinha assada, acamada numa fatia de pão de milho, ou um frango de churrasco, dispensam talheres e, com as pontas dos dedos a servir de pinça, sabem melhor neste ambiente de festa de rua. O arraial é, por excelência, uma prática típica do verão, cultivado por todos nós, mas, essencialmente, pelos nossos pássaros migratórios que, de regresso ao chão pátrio, querem reviver os de outros tempos, mantidos vivos pela chama da memória onde arde a labareda de mais uma despedida.
MULTAS DE CONDUÇÃO
Excesso de velocidade, telemóvel, sinal de stop, condução descuidada, stunt driving.
ASSUNTOS CRIMINAIS
Roubo, assaultos, violência doméstica, condução sob o efeito de álcool ou drogas.
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O rescaldo de uma aflição (até agora)!... Luis Barreira Opinião
Com a diminuição da onda de calor que afetou Portugal inteiro na passada semana e que conduziu o Governo português a tomar a decisão de diminuir o grau de perigosidade da situação, passando da condição de contingência para o nível de alerta (durante 48h), tem levado especialistas e comentadores a fazer um balanço de tudo o que se passou até agora. E sublinho até agora, porque o verão apenas começou há um mês e as temperaturas do ar continuam elevadas, como é natural nesta época, para além da seca que se vive no país e a falta de humidade nos solos, poderem perspetivar a continuidade dos incêndios em Portugal. Como está a acontecer!
E
m síntese e em forma de contabilização provisória, durante este ano o país já teve 6.250 incêndios, donde resultaram cerca de 40 mil hectares de floresta, mato e terrenos que arderam, para além de várias habitações. Entre os países europeus (e até agora) Portugal ocupa a terceira posição em território vitimado por incêndios, a seguir à Espanha e à Roménia, estando perto de ultrapassar a totalidade de área ardida em todo o ano de 2021, que foi de 67.000 hectares. Pelo que me foi dado observar pelos relatos televisivos, durante a passagem desta
tórrida vaga de calor (que agora se desloca para norte e centro da Europa, mas atingindo desde já com severidade Espanha e França), para além do angustiante drama das populações rurais e semiurbanas na luta pela defesa dos seus bens e da sua vida, este ano houve alterações significativas no combate aos incêndios. Alterações na organização dos meios disponíveis de ataque aos fogos e nos objetivos prioritários a defender, nomeadamente: a vida e os bens das populações. No entanto e pese embora todo o esforço desenvolvido pela proteção civil, bombeiros, GNR, militares e de todas as populações das áreas em perigo, foi notória a ainda escassez dos meios para atacar um flagelo desta dimensão. Até agora, não há perda de vidas humanas a registar por causa direta dos fogos, embora tenha falecido um desafortunado piloto de um dos aviões de ataque a incêndios, que se despenhou nas margens do Douro e um acidente de viação, que vitimou um casal septuagenário que fugia do fogo. Naturalmente que, após este período de maior gravidade, começam a surgir “a quente” todo o tipo de críticas justas e injustas sobre o que se passou. As maiores críticas políticas, nomeadamente por parte das figuras de partidos da oposição, deputados, dirigentes autárquicos ou responsáveis de confederações rurais, têm atribuído ao chefe do governo, António Costa, a responsabilidade de tudo o que aconteceu provocado pelos fogos, quase só faltando insinuar que o Sr. andou a atear fogos um pouco por todo o lado!... Mas, na realidade e após vários anos com
responsabilidades governativas do atual chefe do governo, já era tempo de se começar a ter resultados sobre a aplicação de todos os estudos que foram feitos sobre o território nacional (cadastros, alinhamentos arborícolas, limpeza de matas, reformas das propriedades, etc.), para evitar estas calamidades anuais, que historicamente se vão repetindo com perigosidade acrescida, em consequência das alterações climáticas a que o país está sujeito. É evidente que os fogos não deixarão de acontecer, mas trata-se de minimizar os riscos para a população, os seus bens e a economia portuguesa em geral. É necessário manter um combate duríssimo contra os incendiários, através de uma fiscalização permanente por parte das autoridades existentes para esse efeito; manter a persuasão das populações rurais para evitarem comportamentos de risco, (que não pode ser uma ação pontual em períodos localizados no ano, mas permanente) e a avaliação das suas atitudes não pode ser meramente punitiva, se essas populações não tiverem meios para proceder da forma legalmente exigida, devendo ser auxiliadas pelas entidades locais ou pelo Estado. As soluções para combater os incêndios que nos afetam não podem ser pensadas nos momentos das tragédias, mas antes e com base na enorme e infeliz experiência que temos. Elas envolvem várias vertentes já estudadas de meios humanos e materiais. E, a propósito de meios humanos, não basta criticar os guardas-florestais por terem agora feito greve em pleno período de fogos, reivindicando uma carreira profissio-
nal e uma melhoria das suas remunerações. De facto, à partida, custa compreender a atitude destes profissionais, mas convém não esquecer que já se tinham manifestado durante o inverno e ninguém lhes deu importância. Os problemas resolvem-se no momento certo! Por outro lado e de forma geral, a nossa população rural é cada vez mais idosa e sacrificada na obtenção dos seus parcos rendimentos da terra. Se queremos devolver a dignidade de quem sempre trabalhou a terra e tornar esta atrativa para as gerações mais jovens, é necessário adaptar as mentalidades dos nossos camponeses, atualmente encerrados num quadro de micro propriedades, para uma economia rural mais vasta que, não lhes limitando o seu direito à propriedade, os faça beneficiar de rendimentos acrescidos àqueles que antes obtinham. Isto não se faz num dia, mas já se podia ter iniciado há muitos anos atrás (e toda a gente sabe disso…)! Muita gente fala na necessidade de reformas económicas nacionais, mas quando se fala nas alterações estruturais do mundo rural (para já não falar de outras áreas da nossa sociedade), os partidos políticos portugueses fecham-se a qualquer entendimento consensual, receosos de ferir parte do seu eleitorado. Afinal, é sempre melhor criticar do que co-responsabilizar-se!... Os incêndios que continuam a lavrar em Portugal ainda vão dar origem a muitas conversas “afiadas”. Por mim encerro aqui este assunto porque já perdi a paciência de voltar ao tema todos os anos. Sejam felizes!
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Estado da Nação, 4 meses depois Augusto Bandeira Opinião
Estado da Nação, quatro meses depois da entrada com maioria, o Costa tem problemas difíceis de resolver.
P
odem perguntar, mas não respondo. Foi assim que que o primeiro-ministro geriu o debate da nação. Nota-se, de longe, que Portugal tem um primeiro-ministro com o maior partido da oposição mais forte. O novo líder da bancada parlamentar do PSD, Miranda Sarmento, tem perfil e sabe. Sabe o que diz e como escreve. O líder do partido, Luís Montenegro, como não tem assento no parlamento assistiu ao debate da nação de fora, mas a equipa deu conta do recado ao ponto de atrapalhar António Costa. Das perguntas dirigidas ao primeiro-ministro, 17 não tiveram resposta. A resposta de Costa foi, “há muitos proble-
mas para resolver”, um primeiro-ministro que tem problemas internos e está com dificuldade em resolvê-los, no entanto vai para um debate da nação com atitudes de primária. No meio de tudo há camaradas do mesmo que estão à espreita do lugar da frente, um deles recentemente causou um mal-estar dentro do partido que não ficou muito bem na fotografia. Entre outros temos uma ministra da Saúde que, sabe-se lá a razão por que ainda se senta na cadeira, mas o primeiro-ministro é responsável porque foi ele que fez a cama onde se deita todos os dias. Tem uma equipa que de união tem pouco, e agora com um PSD, maior partido da oposição com novo líder e com uma liderança parlamentar nova, as coisas vão ser mais difíceis. Engraçado como ele identificou o novo PSD, “um PSD novo e passista”, notou-se no decorrer do debate que está um pouco preocupado com o sangue novo, porque sabe que as coisas vão ser mais duras. Debateu-se muita coisa, mas as respos-
tas eram de fazer rir um surdo, quando um primeiro-ministro diz que admite que o país está pior do que há um ano, e promete “fazer, fazer” em vez de “falar, falar”, os deuses devem estar loucos. Passou-se de tudo e ouviram-se coisas engraçadas, ao ponto do primeiro-ministro, em tom de ironia dizer ao André Ventura “Não precisa de ter ciúmes do Dr. Joaquim Miranda Sarmento”, e tocou no assunto lembrando-lhe que na campanha eleitoral defendia o contrário do que defende hoje para ganhar uns votinhos. Em vez de se tratar com dignidade dos problemas da nação vai-se lavar roupa suja, no bom sentido, porque daqui em diante as coisas parece que vão ser diferentes, tanto para o Costa, como para o Ventura que ambos adoravam criticar o PSD, porque a liderança era muleta do Costa, mas agora as coisas mudaram, e vêm aí propostas para o bem da nação. Ou isso acontece ou ambos os partidos caminham para o funeral como aconteceu em França. Também durante o debate aconteceu outra
engraçada, quando o primeiro-ministro disse que sabe o que custa ir às compras e encher o carrinho, reparem só, como se ele fizesse as compras para casa. No meio de tudo, entre lavagem de roupa suja também houve elogios, politicamente correto o primeiro-ministro agradeceu em público o trabalho de Rui Rio, ex-líder do PSD e da bancada parlamentar, pelo contributo que Rui Rio deu “em momentos tão duros e difíceis” para o país, nomeadamente a pandemia. Discretamente, Rui Rio sentado na penúltima fila dava o seu ar de riso. Sem dúvida o país está mais pobre e vai empobrecer mais, primeiro a culpa era da pandemia, depois da guerra fria entre a Ucrânia e a Rússia, qual vai ser a próxima desculpa para os governantes a nível mundial? A culpa é de todos os que votam, esquecem-se do mal que se faz e só se lembram da mão cheia de rebuçados que lhes deram pouco antes das eleições. Bom fim de semana.
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A arquitetura dos “brasileiros de torna-viagem” em Fafe Daniel Bastos Opinião
Na senda das vagas contemporâneas de emigrantes portugueses para vários países do mundo, evidencia-se o ciclo transatlântico na passagem do séc. XIX para o séc. XX, e que teve como principal destino o Brasil.
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P
ressionados pela carestia de vida e baixos salários agrícolas, mais de um milhão de portugueses entre 1855 e 1914 atravessaram o oceano Atlântico, essencialmente seduzidos pelo crescimento económico da antiga colónia portuguesa. Procedente do mundo rural e eminentemente masculino, o fluxo migratório foi particularmente incisivo no Minho, um dos principais torrões de origem da emigração portuguesa para o Brasil. Enobrecidos pelo trabalho, maioritariamente centrado na atividade comercial, e após uma vintena de anos geradores de um processo de interação social que os colocou em contacto com novas realidades, hábitos, costumes e posses, o regresso de “brasileiros de torna-viagem” a Portugal, trouxe consigo um espírito burguês empreendedor e filantrópico marcado pela fortuna, pelo gosto de viajar, e pelo fascínio cosmopolita da cultura e língua francesa. Ainda que sintomática das debilidades estruturais do país, a emigração portuguesa para o Brasil entre o séc. XIX e XX, facultou através do retorno dos “brasileiros de torna-viagem”, os meios e recursos necessários para a transformação contemporânea do território nacional, com particular incidência no Noroeste de Portugal. Como menciona Miguel Monteiro, no artigo O Museu da Emigração e os “Brasileiros” do Rio: o público e o privado na
construção de modernidade em Portugal, recuando à segunda metade do séc. XIX, encontramos nos “brasileiros” aqueles que alcançando fortuna no Brasil, “construíram residências, compraram quintas, criaram as primeiras indústrias, contribuíram para a construção de obras filantrópicas e participaram na vida pública e municipal, dinamizando a vida económica, social e cultural”. Estas marcas identitárias do ciclo do retorno dos “brasileiros de torna-viagem”, encontram-se singularmente presentes no centro urbano de Fafe, uma cidade do interior norte de Portugal, situada no distrito de Braga, no coração do Minho, nomeadamente, ao nível arquitetónico, onde sobressaem belos edifícios e palacetes. Estas antigas moradias, símbolos da afirmação, do prestígio dos “brasileiros de
torna-viagem” e da sua fortuna, apresentam-se rebocadas e caiadas, ou cobertas com azulejos, estando presentes as cores do Brasil, com beirais de faiança, varandas estreitas com guardas de ferro forjado ou fundido, claraboias e estatuetas, átrios decorados com azulejo e escadarias de madeiras preciosas. Ao nível do seu interior, como sustenta Alda Neto em As Casas de Brasileiros: os movimentos migratórios e a construção de itinerários no Norte de Portugal, este é “é ocupado por um mobiliário rico, pela decoração das paredes inspirada nos postais ilustrados trazidos do Brasil, por porcelanas inglesas compradas através dos catálogos existentes na época. Os estuques são um outro elemento utilizado na decoração do interior destes edifícios. Estes são utilizados na decoração dos tetos e das paredes das principais divisões da casa,
nomeadamente as salas de jantar e de estar. Os principais temas representados são animais e objetos característicos ou mesmo simbólicos ou motivos florais e geométricos”. A arquitetura dos “brasileiros de torna-viagem” é hoje um dos ex-libris da “Sala de Visitas do Minho”, e um dos elementos centrais que impulsionaram o Município de Fafe a instituir no clarear do séc. XXI o Museu das Migrações e das Comunidades. Um espaço museológico, percursor no seu género em Portugal, que assenta a sua missão no estudo, preservação e comunicação das expressões materiais e simbólicas da emigração portuguesa, detendo-se particularmente na emigração para o Brasil na transição do séc. XIX para o séc. XX.
A informação, a análise e a opinião na Camões TV Manuel DaCosta e Vitor Silva trazem para a conversa temas que estão a dominar a atualidade no mundo SÁBADOS, ÀS 9PM 24 horas por dia, 7 dias por semana. Subscreva hoje! Ligue e peça o canal WIN TV.
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COMUNIDADE
Rui Mateus Amaral Um luso-canadiano que dá cartas no mundo da arte Rui Mateus Amaral é curador adjunto no Museu de Arte Contemporânea de Toronto (MOCA). Apaixonado por arte desde muito cedo, o jovem trabalhou também como consultor em projetos culturais de outras instituições de arte canadianas, nomeadamente a Royal Ontario Museum, Canadian Art Foundation e Art Toronto. No ano passado o luso-canadiano foi um dos curadores da Greater Toronto Art, uma exposição multidimensional que esteve patente ao público no MOCA.
R
ui é ainda diretor e curador da Scrap Metal, um espaço de exposição privado, sem fins lucrativos na cidade. A Toronto o jovem luso-canadiano trouxe exposições de vários artistas de diferentes países– Carlos Bunga (Portugal); Hudinilson Jr. (Brasil); Abraham Cruzvillegas (México); Eduardo Basualdo (Argentina); Eric N. Mack (Nova Iorque); Vajiko Chachkhiani (Geórgia); Ryan Gander (Inglaterra) e Eva Kot’átková (República Checa). Recentemente Rui Mateus Amaral foi um dos nomes apontados na lista do Milénio Stadium como um dos influencers da comunidade luso-canadiana. Abaixo publicamos a entrevista com este jovem que apesar de viver em Toronto está bastante conectado com a cultura portuguesa.
RMA: Foi através da abertura e generosidade de November Paynter, o diretor artístico de Toronto, que assumiu a minha proposta de trabalhar numa exposição específica no MOCA com o artista português Carlos Bunga. Essa experiência em 2019/2020 evoluiu para o meu papel de curador adjunto, onde desde então co-fundei a exposição trienal inaugural do museu, GTA21, co-desenvolvi um programa de filme e vídeo online intitulado Shift Key e fiz a curadoria da primeira exposição individual do influente artista Felix Gonzalez-Torres no Canadá.
Joana
Leal/MS
MS: Para além do MOCA, que outras colaborações tem? RMA: Acabo de curar uma exposição coletiva em Lisboa na Galeria 3+1, intitulada 18 Maio 2022, o meu primeiro projeto em Portugal. Também aconselhei em vários projetos artísticos para marcas como Hermès e Chanel, Art Toronto (feira de arte do Canadá), assim como coleções de arte pessoais. MS: Quais são os seus planos para o futuro?
RMA: O próximo é um livro que assinei e publiquei com o artista Paul P. intitulado, “Garden Court: Scott Burton e Peter Day”, como parte da “ArtworxTO: Ano da Arte Pública de Toronto 2021-2022”. Estou a trabalhar em três exposições que irão abrir ao longo de 2023 e 2024 (aqui e no estrangeiro) Milénio Stadium: Como é que descobriu a sua paixão pela cujos pormenores ainda são confidenciais. arte? MS: Como é que se liga à cultura portuguesa? Rui Mateus Amaral: Não me lembro de não ser apaixonaRMA: Brinco frequentemente que eu e o meu do pela arte. Sempre estive em sintonia com a estética: a companheiro mantemos uma casa portuguesa forma como nos vestimos, como nos movemos, como a ar- os nossos talheres Cutipol, linho português, quitetura e os interiores parecem e sentem, a forma como vasos da Casa Cubista, azeite Oliveira da Serra a música soa, como os materiais se combinam, etc. Foi no e vinho Vulcanico rosé, Portugal faz parte dos início dos meus 20 anos, quando vivia em Londres, que me nossos rituais diários. Além disso, viajamos apercebi de como a arte contemporânea poderia ser comfrequentemente para os Açores e o Contiplexa. Não só podia ser uma experiência estética, como nente, descobrindo coisas novas enquantambém algo emocional e intelectualmente estimulante. to revisitamos os nossos lugares favoritos. A dada altura, interessei-me pela forma como os objetos Adoramos a cena artística portuguesa e fazecomunicavam e segui essa curiosidade. mos um esforço para estar em diálogo com os MS: Na cena artística como é que compara Toronto com nossos colegas de lá frequentemente. De facto, em 2019 eu co-organizei a Focus: Portugal, uma outras cidades do mundo? secção da Feira de Arte de Toronto dedicada a RMA: Como muitas cidades, Toronto tem diferentes ceartistas, galerias e organizações sem fins lucratinas de arte no seu interior, por vezes há sobreposições e vos do país. outras vezes não. Há momentos em que a cena artística aqui se sente muito vibrante, harmoniosa e dinâmica, mas MS: O Rui foi um dos influenciadores recentemennão é consistente como em outras cidades que oferecem te escolhidos pelo nosso jornal Milénio Stadium. O uma abundância e diversidade de experiências artísticas. que significa para si esta nomeação? Qual é a sua Toronto continua a encontrar-se a si própria. É um lugar mensagem para a comunidade portuguesa? sem centro, que é o que o torna ao mesmo tempo um lugar RMA: É significativo ser reconhecido pela minha único e um lugar difícil de se trabalhar. diáspora e estou grato por isso. Foi através da MS: Porque é que é tão apaixonado pela arte contempo- minha exposição precoce à música e à dança do folclore, todos eles voluntários e entusiastas rânea? locais, que fui introduzido à tradição, expresRMA: A arte contemporânea é um espaço de ideias onde os são e à realização de que poderia pertencer às artistas convidam o público a olhar o mundo de forma diartes. Ser nomeado é também valioso para ferente, a refletir e a questionar as suas próprias experiênmim, pois ligo todas as minhas realizações cias, relações e valores. Seja a observação de graffitis nas aos meus pais, cujos sacrifícios e crenças ruas, uma performance, ou um objeto num museu, a oporsustentaram a minha visão e o meu trabatunidade de entrar na mente de outra pessoa, de abrandar, lho. Espero que, de alguma forma atraligar e fazer sentido do mundo, tudo me atrai. E a beleza vés das minhas exposições ou da escrinesse processo também. ta, se abram possibilidades para outra MS: Como é que começou a sua relação com o Museu de pessoa e que o meu trabalho contribua para a sociedade e a imagem dos Arte Contemporânea de Toronto (MOCA)? luso-canadianos de hoje.
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Arte de Orlando Pompeu em exposição na Suíça e Itália Entre os meses de maio e julho, o mestre-pintor Orlando Pompeu, detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Canadá, Estados Unidos, Dubai e Japão, esteve a convite da Galeria 111, uma galeria de arte na cidade de Zurique, na Suíça, numa residência artística que promoveu no território helvético a criatividade e talento do conceituado artista plástico português.
N
o decurso da presença em Zurique, onde o artista plástico criou diversas aguarelas sobre papel num estilo pictórico heterogéneo, criativo e contemporâneo, foram agendadas para o próximo ano a inauguração de três exposições de Orlando Pompeu na Suíça. Nomeadamente, na Galeria 111, em Zurique; na Fundação Pro Ronco, em Ascona, no Cantão de Ticino; e no Hotel Casa Berno, junto ao lago alpino Maggiore. Refira-se que durante o presente mês de julho, o mestre-pintor tem patente em Florença, uma das mais conhecidas cidades italianas, uma exposição dedicada à temática de sapatos femininos. Trata-se de uma parceria cultural que Orlando Pompeu estabeleceu com a EVALUNA, um dos maiores fabricantes de sapatos femininos italianos, que acabou de inaugurar uma nova loja em Florença, e cuja inauguração computou uma exposição do conceituado artista plástico português. No âmbito desta parceria cultural com a EVALUNA, Orlando Pompeu terá patente no próximo mês de setembro, no âmbito da MICAM, a maior feira internacional de calçado, em Milão, uma nova exposição dedicada a temática de sapatos femininos em Itália. Daniel Bastos/MS
O mestre-pintor Orlando Pompeu, com os responsáveis da Fundação Pro Ronco, em Ascona, uma relevante instituição cultural helvética a quem o artista plástico ofertou uma obra de sua autoria. Créditos: DR
Alguns dizem que sou a “mãe” da literatura infantil portuguesa; alguns dizem que o meu manifesto Às Mulheres Portuguesas incitou ao primeiro movimento feminista em Portugal; já me mencionaram como “supermulher” (sinto-me lisonjeada). Se me perguntarem quem é a Ana de Castro Osório, eu diria que é alguém que passa muito tempo a pensar, a escrever e a ser útil para a sociedade. E o que mais é útil para a sociedade? CamoesRadio.com. Podes ouvir programas provocadores como o Roundtable, Por Tudo e Por Nada e Biografia Brasileira em todo o lado – em casa, numa caminhada, até no carro – 24h por dia.
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Investigação de 2 alunas de doutoramento da Universidade McMaster distinguida
15 e os 44 anos tomam atualmente pílulas contracetivas orais, mas existem poucos estudos sobre os seus efeitos na saúde cardiovascular. Melissa Furtado está a investigar opções eficazes e seguras de tratamento da ansiedade em mulheres grávidas para perceber como pode melhorar a saúde das mulheres e das crianças. A investigação de Melissa Furtado baseia-se no estudo de fatores de risco psicossocial e biológico que levam ao agravamento da ansiedade durante a gravidez e no pós-parto. Se o estudo for bem-sucedido vai ser o primeiro a determinar ennifer Williams tem-se dedicado ao se um tratamento de baixo risco e focaliestudo das hormonas sexuais, inclusi- zado durante a gravidez pode ser capaz de ve as que são encontradas nas pílulas prevenir o desenvolvimento da ansiedade contracetivas para perceber que fatores de no pós-parto. As duas bolsas de estudo são financiadas risco precoce representam para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares pelo Governo de Ontário. MS nas mulheres. Segundo Williams, quase 1,3 milhões de mulheres canadianas entre os A investigação de duas alunas de doutoramento da Universidade McMaster em Hamilton foi nomeada para os Ontario Women’s Health Scholars de 2022. Jennifer Williams estuda a ligação entre as pílulas contracetivas orais e a saúde cardiovascular das mulheres e Melissa Furtado, que já tinha recebido um prémio académico em 2021, investiga o controlo da ansiedade na gravidez e no pós-parto. Cada uma das jovens vai receber uma bolsa de estudo no valor de $50.000 para dar continuidade à investigação.
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Créditos: DR
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LOCAL
200 restaurantes participam no Summerlicious em agosto ronto retoma o popular programa que pretende apoiar a restauração local ao mesmo tempo que convida os residentes a conhecerem a grande diversidade gastronómica da sua cidade. Os almoços variam entre $20 e $55 e os jantares entre $25 e $75. A Adega e o Chiado são os únicos resorganização alerta que nem todos os taurantes portugueses que participam restaurantes aderentes da iniciativa nesta edição do Summerlicious e na Adetêm a opção de almoço disponível ga os almoços são $41 e o jantar $55 enaos fins de semana e para quem quiser pu- quanto que no Chiado os almoços são $55 blicar fotografias das refeições nas redes e os jantares $75. MS sociais a hashtag é #LiciousTO. Depois de dois anos de pandemia a autarquia de To-
De 21 a 28 de agosto os amantes de comida vão poder desfrutar de uma lista de 200 restaurantes de Toronto a preços reduzidos. As reservas devem ser feitas diretamente com os restaurantes aderentes e as opções são almoço ou jantar.
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Eleições municipais em Toronto
Casting vai pagar a família $2,250 para entrar em anúncio do Tim Hortons
A sua família tem o ritual canadiano de passar no Tim Hortons antes ou depois de levar as crianças ao hóquei? Então este casting é para si. A Groundglass Casting está à procura de pais entre os 35 e os 55 anos que tenha crianças entre os 8 e os 16 anos para aparecerem num anúncio do Tim Hortons. Não é preciso ter experiência à frente das câmaras e a família tem de ter disponibilidade para viajar para o Quebec. Os custos
da viagem e da estadia são cobertos pela empresa e um dos requisitos é ter a vacinação COVID-19 em dia. Quem for selecionado no casting é sujeito a uma entrevista online no início de agosto e vai ter de fazer um teste à COVID-19 antes de começar as gravações. A empresa está disposta a pagar até $2,250 se as filmagens da família aparecerem no anúncio final.
Créditos: DR
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Milhares de vagas de trabalho temporário
A Toronto Elections já está a aceitar candidaturas para mais de 15.000 vagas temporárias pagas para ajudar a realizar as eleições municipais de 2022. Este ano, o dia das eleições é segunda-feira, 24 de outubro, e qualquer pessoa com pelo menos 18 anos pode candidatar-se online.
Até esta semana existiam 12 candidatos à MS presidência da Câmara Municipal de To-
ronto: Blake Acton; Sarah Climenhaga; Phillip D’Cruze; Cory Deville; Kris Langenfeld; John Letonja; Tony Luk; Gil Penalosa; Kyle Schwartz; John Tory; Reginald Tull e Jack Yan. As candidaturas encerram oficialmente a 19 de agosto o que significa que até lá ainda podem surgir novos nomes. John Tory está a concorrer ao terceiro mandato. MS
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CANADÁ
Temperaturas devem ultrapassar os 30 graus em partes do Canadá
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O Environment Canada emitiu avisos de s avisos de calor são válidos para calor para várias províncias e durante os New Brunswick, Nova Scotia, Onpróximos dias as temperaturas podem tário e Quebec e devem manter-se ultrapassar os 30 graus em várias juris- durante o fim de semana. dições. A agência meteorológica lembra às pessoas que o ar quente e húmido também
pode levar a uma deterioração da qualidade do ar e por isso recomenda que evitem longos períodos de exposição ao calor. Os efeitos do calor mais comuns na saúde das pessoas incluem inchaço, erupção cutânea, cãibras, desmaios, exaustão e insolação.
O Ministério de Segurança Pública de BC alertou os residentes para se prepararem para uma vaga de calor que pode durar até à próxima semana. MS
Trudeau anuncia expansão de Plano de Proteção dos Oceanos Newfoundland e Labrador, a restauração de habitats aquáticos costeiros e a remoção de centenas de barcos abandonados. Otava também tem financiado programas para proteger espécies em risco incluindo baleias assassinas e baleias francas. O reforço da verba anunciada por Trudeau destina-se a expandir os esforços de proteção ambiental em mais regiões para manter os oceanos e as zonas costeiras limpas e para assegurar um melhor futuro para primeiro-ministro falou na Bowen as próximas gerações. A ministra das PesIsland em BC quando revelou o novo cas, Oceanos e Guarda Costeira informou Plano de Protecção dos Oceanos. que o governo vai trabalhar em parceria As iniciativas já financiadas pelo progra- com os povos indígenas para proteger a sua ma incluem a abertura de seis estações de zona costeira. MS guarda costeira na Colúmbia Britânica e em
O governo federal anunciou na terça-feira (19) $3,5 mil milhões de dólares para proteger os oceanos e aumentar as instalações da guarda costeira naquela que é a maior linha costeira do mundo. No novo orçamento Otava comprometeu-se a gastar mais $2 mil milhões de dólares durante nove anos para além dos $1,5 mil milhões que já estavam reservados para a proteção dos oceanos.
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Rendas aumentam em todo o país e famílias com rendimentos mais baixos não conseguem acompanhar o mercado são da Canada Mortgage and Housing Corporation. Apesar das novas construções a oferta de habitação não consegue acompanhar a procura naquela província. Para o diretor de programa da RentersEd, que educa os canadianos em matéria de aluguer, as famílias com rendimentos mais baixos estão a ficar sem alternativas porque os seus salários não acompanharam o aumento dos preços de arrendamento. Alguns proprietários pedem adiantado três meses de presidente da Bullpen Research & renda, algo que segundo a RentersEd, os Consulting, uma empresa de con- imigrantes recém-chegados, os jovens e as sultoria imobiliária, diz que as taxas pessoas que vivem de cheque a cheque não de juro mais elevadas estão a empurrar os conseguem pagar antecipadamente. Nas potenciais compradores para o mercado cidades o problema é ainda maior e em Tode aluguer o que vai diminuir a oferta e au- ronto arrendar um apartamento custa em mentar os preços. Em Halifax, Nova Scotia, média $2.463 por mês, quase mais 20% do a taxa de vagas para alugar é uma das mais que há um ano. MS baixas do país, menos de 1%. Os números
Um relatório recente da Rentals.ca e da Bullpen Research and Consulting revela que o arrendamento de habitação está a aumentar muito rapidamente em todo o país. Em London, Ontário, a renda média de um apartamento custava $1.933 em Junho, mais 28,5% do que na mesma altura do ano passado. Alguns analistas prevêem que o mercado de aluguer pode aumentar ainda mais os preços em todo o país.
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Enquanto o custo crescente dos alimentos continua a ultrapassar a taxa global de inflação, um perito canadiano diz que a indústria pode já ter atingido o seu pico.
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Statistics Canada divulgou na quarta-feira(20) que a taxa de inflação anual do país subiu para 8,1% em junho, a maior desde 1983. Os canadianos também continuaram a ver preços mais elevados no supermercado, com o custo dos alimentos a subir 8,8% em comparação com junho do ano passado. Um professor e diretor sénior do Laboratório de Análise Agroalimentar da Universidade de Dalhousie diz a partir de agora os canadianos devem começar a ver a luz ao fundo do túnel. Segundo a agência nacional os combustíveis aumentaram mais de 50% em junho
deste ano e esse foi o grande impulsionador do aumento da inflação. Para este professor a indústria alimentar está a começar a controlar elementos relacionados com a cadeia de abastecimento e o impacto do conflito ucraniano, o que vai permitir baixar os preços ao consumidor. Mas a descida do preço dos alimentos não deve acontecer de um momento para o outro. O leite por exemplo vai aumentar 2 cêntimos por litro a partir de setembro, isto depois de ter aumentado 6 cêntimos por litro em fevereiro. Um relatório sobre os preços dos alimentos para 2022 publicado pela Universidade de Dalhousie, bem como pela Universidade de Guelph, Universidade de Saskatchewan e Universidade da Colúmbia Britânica, prevê que a inflação alimentar vai subir até 7% até ao final do ano. MS
Combustível em Ontário está 4 cêntimos p/l mais barato a partir de hoje O custo dos combustíveis desceu quinta-feira(22), 4 cêntimos p/l em Ontário. Segundo um analista da indústria, este é o valor mais baixo desde 15 de abril.
Agendamento de vacinas COVID-19 para crianças menores de cinco anos abrem em Ontário na próxima semana de suas famílias”, disse Sylvia Jones, vice-primeira-ministra e ministra da Saúde. Pais e cuidadores poderão fazer os agendamentos no portal de vacinação os próximos dias, as vacinas pe- COVID-19, Centro Provincial de Contacdiátricas serão distribuídas em to de Vacinas, diretamente através das toda a província e estarão disponí- unidades de saúde públicas utilizando veis através das clínicas das unidades de os seus próprios sistemas de marcação, saúde pública, bem como dos pediatras prestadores de cuidados primários partiparticipantes, prestadores de cuidados cipantes e pediatras. MS primários e farmácias. “A aprovação de uma vacina pediátrica Moderna de dose mais baixa dará às famílias a oportunidade de fornecer uma camada adicional de proteção contra o COVID-19 para os membros mais jovens
A província anunciou que os agendamentos estarão disponíveis a partir de quinta-feira(28) às 8h.
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presidente da Canadians for Affordable Energy disse que os condutores em todas as cidades do sul do Ontário, incluindo Toronto, Otava, Hamilton, Londres, Kitchener, Barrie, Niagara, Kingston e Windsor, vão pagar cerca de 174,9 cêntimos por litro a partir desta sexta-feira (22). Em Montreal também é esperada uma redução de 4 cêntimos p/l e os combustíveis devem rondar os 190,9. MS
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Perito diz que inflação nos alimentos já atingiu o pico
Dezenas de lares de idosos de Ontário ainda não têm ar condicionado teiros possam entrar no prédio para fazer a instalação do equipamento. Cerca de 58% dos lares que não têm ar condicionado são detidos por grupos privados, 24% não têm fins lucrativos e 16% pertencem a municípios. O ministério pediu a todos os operadores de lares para criarem um plano para prevenir e gerir as doenças relacionadas com o calor. Quando o Premier de Ontário, Doug Ford, prometeu que ia tornar o ar condicionado obriprovíncia tem cerca de 627 lares de gatório nos lares disse que gostava que os idosos e em alguns a temperatura operadores estivessem nos quartos 24 hopode ser controlada pelo residente ras por dia com 30 graus para ver se gostano seu próprio quarto. Segundo o gover- vam da sensação. MS no o principal responsável pelo atraso na instalação do ar condicionado nos lares são problemas na cadeira de fornecimento global. Os próprios surtos de COVID-19 nos lares estão também a impedir que os emprei-
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960 St. Clair Avenue West, Toronto, Ontario (647) 748-0960 PioneersGallery.ca
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A legislação aprovada no ano passado exigia que os lares de idosos de Ontário tivessem ar condicionado em todos os quartos até 22 de junho de 2022, mas quase um mês depois 15% dos lares ainda não cumpriu com a exigência. Um porta-voz do Ministério responsável pela rede de lares de Ontário informou que no total são 90 espaços que ainda não têm o equipamento.
Changing the Rules on the fly! Doug Ford is giving the mayor of Toronto & Ottawa more power over its council. What is really behind these changes and who will be benefiting the most from these new rules. Stay tune and find out…
Saudade, saudade, a canção com que MARO, representou Portugal na Eurovisão, alcançando um brilhante nono lugar e apresentando uma das mais elogiadas músicas dos últimos anos. Escrita para o avô, numa carta descomprometida e harmoniosa sobre a saudade que tem dele, captou a empatia do público. É essa a sua magia, a de MARO.
Missa passa a ser transmitida na Camões Rádio e na Camões TV, aos sábados, 9h30 da manhã. A missa vai chegar-nos todas as semanas gravada na Igreja da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima em Laval (Montreal).
Dom 17h
Sáb 9h30
A ourivesaria, arte de transformar metal em joias, é uma das profissões mais antigas do mundo. O trabalho de um ourives desperta curiosidade por ser tão minucioso e por lidar com peças de alto valor. A nossa equipa foi conhecer a arte de Mário Simãozinho e um pouco da sua vida, na sua simples oficina em Aveiro.
A informação, a análise e a opinião na Camões TV. Nesta edição Vítor Silva e Augusto Bandeira trazem para a conversa temas que estão a dominar a atualidade no mundo.
Neste episódio do Body&Soul vamos falar sobre a saúde no desporto. Junte-se ao nosso encontro com o treinador e ex-futebolista profissional Armandinho Manjate para descobrir como se formam atletas de alta performance com um corpo e mente sãos.
Sáb 14h30
Sáb 21h
Dom 16h
A informação do Quebeque todas as terças, quintas e sextas-feiras às 20h. Repetição às 23h30.
Esta semana fomos acompanhar o Toronto Caribbean Junior Carnival é também conhecido como Caribbean Kiddies for Mas Parade. O evento anual da celebração da cultura caribenha. O evento incentiva a próxima geração de participantes a compartilhar com sua comunidade e garantir o futuro.
Our host Stella Jurgen discovers an innovative product made of coffee grains, she invites Daniela Insignares and Ricardo Garcia, the couple that invented the Coffee Kreis Cup to tell us all about this sustainable and biodegradable creation. Join Stella for a visit to the 61st Toronto Outdoor Art Fair at the Nathan Philip Square.
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Ao fazer uma doação para o Magellan Community Foundation, está a ajudar a financiar a primeira casa de repouso de cuidados continuados para a comunidade de língua portuguesa no Ontário e ainda ajuda a construir habitações a preços acessíveis e um centro comunitário.
Ajude a proporcionar aos idosos que falam português os cuidados que merecem magellancommunityfoundation.com
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PORTUGAL
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Em seis meses, foram assassinadas 16 mulheres pelos companheiros. Em 2021, foram sete No primeiro semestre, foram registadas ainda 21 tentativas de homicídio em contexto de relações de intimidade. Dados foram apresentados pela UMAR, entidade que exige que o Estado comece a financiar projetos de prevenção da violência doméstica.
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os primeiros seis meses deste ano, 16 mulheres foram assassinadas em contexto de violência doméstica. E 21 foram alvo de uma tentativa de homicídio no âmbito de relações de intimidade. Estes números representam um crescimento acentuado relativamente ao primeiro semestre do ano passado, período em que sete mulheres morreram às mãos de maridos, companheiros ou namorados. “Continua a existir uma sociedade sexista e patriarcal que coloca as mulheres em
maior risco. Elas morreram por serem mulheres”, garante a presidente da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), Liliana Rodrigues. Para esta ativista, “se as mulheres morrem é porque alguma estrutura falhou”, até porque, salienta, em quase todos os casos assinalados “houve um contexto prévio de violência doméstica”. Os dados preliminares sobre mulheres assassinadas em Portugal foram anunciados, nesta quinta-feira (21), pelo Observatório de Mulheres Assassinadas, organismo dinamizado pela UMAR e que tem nas notícias dos jornais portugueses a sua principal fonte. E embora o crescimento de homicídios de mulheres em contexto de violência doméstica seja evidente, Liliana Rodrigues alerta para a necessidade de “analisar os dados com cuidado”. “É preciso ligar os pontos e perceber o contexto em que os
crimes aconteceram”, avisa. Um facto é, explica. A investigadora defende, assim, no entanto, já certo: “é preciso proteger as que “o feminicídio pode ser prevenido” e que “o importante é implementar políticas vítimas”. de continuidade”. Mas para que isso aconteça, alerta Liliana Crimes em Portugal em linha com o Rodrigues, é preciso que os projetos e camresto da Europa panhas de prevenção sejam financiados e Cátia Pontedeira, dirigente que repreigualmente de forma contínua. “O Obsersenta a UMAR no projeto internacional vatório de Mulheres Assassinadas funciona FEM-UnitED - Unid@s para prevenir o fehá 18 anos sem qualquer apoio. Os técnicos minicídio na Europa, que conta com a parque o integram, que são investigadores, ticipação de oito entidades de cinco países, professores universitários ou profissionais revela que o número de assassinatos de ligados ao Direito, são todos voluntários. mulheres em Portugal não está desfasado É fundamental o Estado financiar projetos dos padrões europeus. “Não se registam como o Observatório, porque só assim se muitas diferenças, mas há países com popode agregar equipas e planear estratégias líticas públicas de prevenção mais avançade combate ao femícídio”, refere a presidas e que, por esse motivo, têm melhores dente da UMAR. resultados. O Chipre e Malta, por exemplo, JN/MS já estão a preparar legislação para criminalizar, de forma autónoma, o femicídio”,
Fenprof
Professores apontam para aumento da precariedade no ensino superior “
Há instituições em que mais de 50% dos docentes são convidados, havendo muitos casos de falsos convidados. Esta ferramenta tem sido usada muitas vezes para precarizar o setor”, aponta André Carmo, do Departamento de Ensino Superior e Investigação da Fenprof. No caso da investigação, Nuno Peixinho, é quase ‘zombie’”, afirmando que só 10% investigador da Universidade de Coimdos investigadores em Portugal estão na bra, revela que “a carreira de investigador carreira e os restantes são precários.
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A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) alerta que a precariedade está a aumentar entre os professores e investigadores do ensino superior, tendo já solicitado uma reunião à ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior para discutir esta e outras preocupações.
“Até 2025 haverá dois mil investigadores com contratos a termo que vão desaparecer sem que o Ministério tenha solução para
eles”, acusa. A Federação anunciou ter já solicitado uma reunião com a ministra para falar sobre a precariedade no setor. Outras questões que preocupam a FENPROF são a necessidade de regular o setor privado, a eliminação da discriminação entre as carreiras docentes no ensino superior e as carreiras gerais na administração pública, e o que consideram ser “a degradação da democraticidade nas instituições, decorrente do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior, que entrou em vigor em 2007 e nunca foi avaliado nem revisto”, sustenta André Carmo. JN/MS
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Justiça
Luís foi morto por Bruna. Violência doméstica é desvalorizada se agressor for mulher morado quando este trabalhava e se Luís não respondia pedia a um seu colega para o chamar. Pelo menos uma vez por semana, durante um ano, a jovem também se deslocava, à hora de almoço, à empresa onde Luís laborava para lhe controlar os movimentos. Este comportamento obsessivo originou muitas discussões e numa delas Bruna esfaqueou Luís no pescoço. A vítima morreu na sequência dos ferimentos sofridos e Bruna cumpre uma pena de 14 anos de prisão por homicídio e violência doméstica.
Família, amigos e colegas de trabalho de rapaz assassinado pela namorada não denunciaram agressões. Especialistas alegam que caso é paradigmático.
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Crenças sociais Para a EARHVD “existe demasiadas vezes, ora a desvalorização, ora a contemporização” de relações abusivas se o agressor é uma mulher. Esta atitude de vítimas, familiares e amigos assenta em “crenças socialmente construídas que maquilham a verdadeira natureza” da relação. Crédito: DR
uís Rodrigues, de 21 anos, foi agredido, perseguido e humilhado pela namorada, Bruna Gonçalves, da mesma idade. A família e os colegas de trabalho sabiam que aquele era vítima de violência doméstica, mas pouco ou nada fizeram e o jovem foi assassinado, em outubro de 2017, por Bruna na casa de Fafe em que ambos viviam. Para a Equipa de Análise Retrospetiva de Homicídios em Violência Doméstica este crime demonstra que “o facto de ser o elemento do sexo feminino aquele cujo comportamento era claramente abusivo e de controlo poderá ter contribuído para a sua relativização e perceção como aceitável”. O comportamento da rapariga, destaca o relatório tornado público este mês, não foi “entendido como de risco para um cenário de vitimização mais severa ou mesmo de homicídio, como acabou por suceder”. “É bem evidente neste caso a desvalorização, na rede familiar e social, da violência psicológica que B [Bruna Gonçalves] exercia sobre A [Luís Rodrigues], o que ocorre sobretudo quando é perpetrada por uma mulher. Mesmo tendo conhecimento e assistido a manifestações inequívocas de controlo, violação da privacidade, ciúme e abuso emocional, o que sempre prevaleceu
Mãe enganada
A mãe de Luís justificava a conflituosidade do casal com a “imaturidade relacional de ambos” e só após a morte do filho é que percebeu que Bruna “era extremamente manipuladora” e dona de “um discurso foi o discurso desculpabilizador tendo por para a mesma casa. A partir daí, a rapade vitimização” que, assumiu, a “enganou base a romantização do ciúme e até mesmo riga começou a vigiar as redes sociais e o muitas vezes”. a sua valorização como expressão de afe- telemóvel do namorado e tentava impedir JN/MS que este se encontrasse com familiares e to”, lê-se no documento. Bruna e Luís iniciaram o namoro em amigos. Sempre movida por ciúmes, temarço de 2016 e em outubro foram viver lefonava e enviava mensagens para o na-
Estudo
Depressão motivou uma em cada cinco hospitalizações por doença mental A depressão motivou uma em cada cinco hospitalizações por doença mental a nível nacional, entre 2008 e 2015, revela um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, do Cintesis e do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa.
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e acordo com dados disponibilizados à agência Lusa pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), em oito anos registaram-se 28.569 hospitalizações por depressão, o que correspondeu a um custo a rondar os 74,4 milhões de euros. O estudo partiu de dados administrativos de todos os hospitais públicos de Portugal Continental. De 2008 a 2015, mais de 19% dos episódios com duração superior a 24 horas em hospitais públicos foram atribuídos a perturbação depressiva. A duração dos internamentos rondou os 13 dias e cada episódio custou cerca de 2600 euros. Dos doentes internados com depressão, 37% apresentavam outras doenças do foro psiquiátrico, incluindo perturbação de ansiedade, perturbação da personalidade e abuso de substâncias, sobretudo álcool. Março foi sempre o mês em que se registaram mais casos de hospitalização por depressão (9%) e dezembro, pelo contrário,
o mês em que ocorreram menos internamentos por este motivo (7%). As mulheres constituíram a maioria dos doentes internados por depressão, independentemente do tipo de depressão, totalizando cerca de 70% de todos os episódios.
A média de idades dos doentes internados no período em análise é de 51 anos. Publicado na revista científica "Psychiatric Quarterly", este estudo foi levado a cabo por um grupo de investigadores da FMUP, Centro de Investigação em Tec-
nologias e Serviços de Saúde (Cintesis) e do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS). "As hospitalizações surgem como um indicador importante do tratamento da depressão e estão frequentemente reservadas a doentes com formas graves da doença, nomeadamente perante uma crise suicidária, quando o contexto sociofamiliar não é considerado contentor, ou como uma última linha de tratamento", explica Manuel Gonçalves Pinho, médico e investigador da FMUP, citado na informação enviada à Lusa. Para os investigadores, esta realidade vem "reforçar a necessidade de um maior investimento quer nos cuidados de saúde mental prestados aos doentes na comunidade, quer na disponibilização de apoio psicoterapêutico, reintegração social/ funcional e implementação de novos tratamentos psicofarmacológicos, sendo que estas estratégias em conjunto poderão conduzir a uma diminuição do número de hospitalizações". "Os clínicos e os decisores políticos poderão usar estes resultados para melhor conhecer esta população e definir de forma mais adequada estratégias de prevenção de doença e promoção de saúde mental", é a mensagem que consta das conclusões do estudo. JN/MS
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Taxa de reciclagem sobe para 32,3% em 2021
AUTONOMIAS
Os Açores aumentaram a taxa de reciclagem de resíduos urbanos em 3,5% em 2021, atingindo 32,3%, quando a meta da União Europeia para 2025 é de 55%, revelou o executivo açoriano.
Açores foram a região com distribuição de rendimento mais desigual em 2020
A
nível nacional, a tendência de diminuição da desigualdade de rendimentos, verificada desde 2014, foi interrompida. O valor do coeficiente de Gini em 2020 foi de 33%, mais 1,8 pontos percentuais (p.p.) que no ano transato (31,2%), enquanto, de acordo com o rácio S80/S20, o rendimento monetário líquido equivalente dos 20% de habitantes com rendimento mais elevados foi 5,7 vezes maior que o equivalente dos 20% da população com menos recursos (em 2019 foi 5 vezes maior). A região com menos desigualdade foi o Alentejo. Quanto à população em risco de pobreza, as regiões autónomas dos Açores e da Madeira surgem em contraciclo com o resto do país. Enquanto a nível nacional se registou um aumento da população em risco de
pobreza (mais 2,2 p.p. que no ano passado, situando-se nos 18,4% em 2020), nos Açores e na Madeira baixaram 6,6 e 2,1 p.p., respetivamente. No outro extremo, Norte (mais 3,3 p.p.), Centro (mais 3,3 p.p.) e Algarve (mais 3,9 p.p.) foram as regiões onde aumentou o número de pessoas em risco de pobreza. O INE apresentou na quarta-feira (20) a 113.ª edição do Anuário Estatístico de Portugal (AEP), a qual dá continuidade a uma longa tradição iniciada em 1877. O AEP 2021 apresenta uma análise global que permite uma visão abrangente dos fenómenos registados em 2021 em termos sociais, económicos e demográficos. A atual edição está organizada em 30 subcapítulos, distribuídos em quatro grandes temas: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado. Cada subcapítulo consiste numa análise estatística sintética acompanhada de uma página infográfica, permitindo uma rápida apreensão dos fenómenos salientados. Os dados estatísticos, que acompanham esta publicação, apresentam séries temporais desagregadas ao nível de NUTS I e II, possibilitando uma comparação cronológica e espacial dos fenómenos retratados. AO/MS
A taxa de preparação para reutilização e reciclagem cresceu 3,5%, entre 2020 e 2021, cifrando-se agora em 32,3%, de acordo com a nova metodologia utilizada a nível comunitário. É uma subida importante, mas há aqui ainda um longo percurso pela frente ao nível da gestão de resíduos na região, que implica um compromisso de todos - do Governo Regional, das câmaras municipais, dos operadores de gestão de resíduos e sobretudo da população”, afirmou, em declarações aos jornalistas, o secretário regional do Ambiente e Alterações Climáticas dos Açores. Alonso Miguel falava, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, à margem da apresentação do relatório de resíduos urbanos dos Açores relativo a 2021. Questionado sobre as expectativas de a região atingir, em 2025, uma taxa de reciclagem de 55%, definida como meta pela União Europeia, o secretário regional do Ambiente disse esperar alcançar esse desígnio com a “colaboração da população”. “São metas exigentes, mas são as que foram definidas e nós tudo faremos para as atingir. A conclusão do ecoparque de São Miguel dará um contributo importante”, apontou. Das nove ilhas do arquipélago, sete já ultrapassam as metas da União Europeia, com taxas entre os 67,2% no Faial e os 77,9% em Santa Maria. As duas ilhas mais populosas e com maior produção de resíduos, continuam abaixo
dos 55%, com São Miguel a atingir 26,7% e a Terceira 19,8%. “A quantidade de volumes produzidos nas ilhas mais pequenas, tirando Terceira e São Miguel, permite que se faça uma triagem manual, fina, que permite recuperar grande parte dos resíduos recicláveis”, indicou. No caso da Terceira e de São Miguel, a “triagem é quase sempre industrial, pouco fina, e que leva a que não seja possível recuperar uma quantidade tão grande”, explicou. Apesar do crescimento da reciclagem, os Açores aumentaram também a produção de resíduos urbanos em 2021, atingindo 150.143 toneladas, o valor mais elevado desde 2014. Em comparação com 2020, foram produzidas mais 8.354 toneladas, o que equivale a um crescimento de 5,9%. Segundo o titular da pasta do Ambiente, este aumento “ficou a dever-se essencialmente à retoma das atividades de hotelaria e restauração e também ao aumento do fluxo turístico, que se verificou em 2021”. A produção de resíduos urbanos ‘per capita’ nos Açores, em 2021, foi de 1,74 kg, por dia, um valor acima da média nacional em 2020 (1,4 kg). O secretário regional admitiu a necessidade de redução da produção de resíduos na região, mas alertou para as dificuldades decorrentes das elevadas importações no arquipélago. “Vivemos em ilhas e somos obrigados a importar grande parte dos produtos que consumimos e esses produtos, para poderem ser colocados, muitas vezes, no mercado regional, têm de ser embalados de uma forma muito mais elaborada, com vários invólucros”, justificou. AO/MS
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“
A Região Autónoma dos Açores, juntamente com a Área Metropolitana de Lisboa e a região Centro, registaram a maior desigualdade na distribuição de rendimentos monetários do país, em 2020. Os dados estão presentes no Anuário Estatístico de Portugal 2021, lançado pelo Instituto Nacional de Estatística.
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Jovens desempregados nos Açores com novo programa para integração no mercado de trabalho Os jovens com habilitação igual ou inferior ao 12º ano e que estejam inscritos no Centro de Emprego vão poder concorrer a um novo programa para acelerar a integração no mercado de trabalho, anunciou o Governo dos Açores.
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O
novo programa, designado Estagiar+, prevê um apoio a atribuir a cada jovem equivalente ao salário mínimo regional, sendo que cada estagiário fica abrangido pelo regime de Segurança Social (SS). Às entidades que promovam formação certificada dos jovens, durante o estágio, é também atribuído um apoio. O Governo açoriano revela que a medida foi anunciada pela secretária regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego, Maria João Carreiro, numa visita que realizou à sede da Associação de Pro-
moção de Públicos Jovens – APPJ. De acordo com o comunicado, Maria João Carreiro sublinhou na altura que o Estagiar + é um “significativo impulso” na resposta aos jovens com baixas qualificações e vulnerabilidades sociais, escolares e profissionais, onde se incluem os jovens NEET, que não estudam, não trabalham, nem frequentam formação. Segundo a governante, este novo programa garante uma “maior universalidade” da medida ESTAGIAR, que inclui os programas Estagiar L, T e U, “já que agora está acessível a todos os jovens, independentemente do nível de qualificação, em particular aos jovens NEET”. Além da criação do Estagiar+, a secretaria sublinha que foram introduzidas “melhorias no Estagiar L e T”, entre as quais “a garantia de proteção social dos estagiários”.
Além disso, os jovens que fazem o Estagiar T passam a auferir 105% do salário mínimo regional. “A duração dos estágios foi definida para promover a rápida integração dos jovens no mercado de trabalho, incentivando durações de estágio superiores no setor privado”, segundo informou a Secretaria Regional da Juventude. Os programas Estagiar L, T e +, no setor privado, têm a duração de 12 meses, passível de prorrogação por mais três meses, em São Miguel, Terceira e Faial, e por seis meses, nas ilhas de Santa Maria, Pico, São Jorge, Graciosa, Flores e Corvo. Na Administração Pública (AP), a duração dos estágios é de 12 meses em São Miguel, Terceira e Faial, passível de prorrogação por três meses quando realizados nas restantes ilhas do arquipélago. AO/MS
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Região com médias superiores às Nacionais em 11 disciplinas No conjunto das 20 disciplinas sujeitas a exame final nacional, a Região Autónoma da Madeira apresenta em 11 delas média superior à nacional, conforme faz saber a SRE, adiantando que, na disciplina de Matemática B, única disciplina com média negativa na RAM, apresenta a mesma média (8,9 valores) registada a nível nacional.
Injetados 1,5 milhões de euros em 23 candidaturas para o desenvolvimento do meio rural O secretário regional da Agricultura e do Desenvolvimento Rural entregou certificados de 23 novas candidaturas aprovadas pelo Programa de Desenvolvimento Rural da Região Autónoma da Madeira (PRODERAM), no âmbito de um trabalho desenvolvido pelos grupos de ação local da ACAPORAMA e da ADRAMA.
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or outro lado, dos dados divulgados pela tutela, é recordado que os exames finais nacionais do Ensino Secundário decorreram em 15 escolas da Região. “No conjunto das 24 disciplinas sujeitas a exame final nacional, a RAM apresentou candidatos a 20, num total de 4.128 alunos (menos 168 em relação a 2021). Ao todo registaram-se 6.693 inscrições nos exames nacionais da 1.ª fase (mais 129 inscrições relativamente a 2021), tendo-se realizado um total de 5.280 provas (menos 172 provas em relação a 2021), o que corresponde a uma média de presenças na ordem dos 79% (menos 4% em relação a 2021). A percentagem de alunos que faltaram aos exames finais nacionais foi de 21%, (mais 4% em relação a 2021). É de salientar que, dos 254 alunos que realizaram a prova escrita dos Exames Nacionais das Línguas Estrangeiras (Inglês, Francês, Alemão e Espanhol), dez faltaram à componente oral do exame destas disciplinas, facto que os impede de obter aprovação no respetivo exame. A exemplo do ano anterior, a redução do número de exames deve-se essencialmente ao facto de os alunos dos cursos científico-humanísticos (CCH) não serem obrigados a realizar exame às disciplinas bienais do
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11.º ano, nem às trienais do 12.º ano para aprovação. Tal como nos últimos dois anos, a classificação interna final, mais conhecida por CIF, foi a nota final da respetiva disciplina. Em 2020, 2021 e 2022 estes alunos, bem como os outros alunos de outras ofertas educativas/formativas, só necessitaram de realizar exames nacionais às disciplinas que elegeram como provas de ingresso para acesso ao ensino superior em Portugal, ou para aprovação (no caso dos alunos com negativa na CIF nos CCH). A disciplina que registou maior número de provas realizadas foi a de Biologia e Geologia, com 1.091 provas realizadas, seguida das disciplinas de Português, com 1.049
provas realizadas, de Física e Química A, com 764 provas realizadas e, finalmente, Matemática A, com 761 provas realizadas. No processo de classificação das provas escritas estiveram envolvidos 200 docentes (menos 25 que em relação a 2021). Esta diminuição deve-se ao aumento de faltas aos exames, mantendo-se, na mesma, a redução do número de provas por classificador em todas as disciplinas, medida decidida pelas entidades do Ministério da Educação responsáveis pela avaliação externa dos alunos, como é o caso do Júri Nacional de Exames (JNE) e o Instituto de Avaliação Educativa I.P. (IAVE).”, refere a nota da Secretaria. JM/MS
Na cerimónia que decorreu na Secretaria Regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Humberto Vasconcelos disse que estas candidaturas, que irão produzir 20 novos postos de trabalhos, vão obter um apoio de cerca de 1,5 milhões de euros, entre fundos comunitários e Orçamento da Região para 2022. As candidaturas visam responder às necessidades das comunidades locais dos diversos territórios rurais da Região. De acordo com Humberto Vasconcelos, “a aprovação destas candidaturas demonstra o trabalho que temos vindo a realizar em prol do desenvolvimento rural, o segundo pilar do setor primário. Para o Governo Regional, é muito importante apoiar o dinamismo e a viabilidade das zonas rurais através deste tipo de financiamento e de ações. É fundamental continuarmos a apoiar o crescimento dos meios rurais, ajudar a aumentar o rendimento de quem quer investir, por forma a garantirmos uma maior sustentabilidade social, ambiental e económica”. JM/MS
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Somália anuncia operações “contundentes” contra fundamentalismo islâmico
ÁFRICA
O novo primeiro-ministro da Somália, Hamza Abdi Barre, afirmou que o seu governo vai lançar operações “contundentes” contra movimentos fundamentalistas como o Al-Shabab ou o grupo extremista Estado Islâmico (EI).
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“ Vacinas administradas em África aumentaram 74% em junho
O
aumento deveu-se a campanhas de vacinação em massa em 16 países e colocou seis nações acima da referência crítica de ter mais de 10% da sua população total com a série completa de doses primárias, disse a OMS, através de um comunicado. O progresso reduziu o número de países da categoria sub-10% de 14 para oito, disse a agência, observando que a Tanzânia e o Sudão do Sul estavam entre os países que intensificaram as campanhas de vacinação em junho. Até 10 de julho, 282 milhões de pessoas no continente tinham completado as suas séries primárias, representando 21,1% da população africana e um aumento de 10% nas doses administradas desde o início do ano. Além disso, mais de 892 milhões de vacinas foram entregues em África, 64% das quais provenientes do mecanismo COVAX,
que é conduzido pela OMS, entre outros organismos. “Este aumento da cobertura vacinal mostra que os países africanos continuam empenhados em vacinar contra a covid-19”, disse a diretora regional da OMS para África, Matshidiso Moeti. “Isto é encorajador porque a vacinação continua a ser o instrumento mais eficaz na nossa resposta à covid-19 no continente”, acrescentou Moeti. Vários países que ativaram as suas respostas de inoculação em 2021 fizeram progressos notáveis na expansão da cobertura das séries primárias nos últimos seis meses, incluindo a Etiópia, que passou de 3,5% para 33%, a Costa do Marfim (de 9% para 25,8%), a Zâmbia (de 3,5% para 25,2%) e o Uganda (de 4,4% para 25,5%). Até à data, foram comunicados cerca de 11,9 milhões de casos de covid-19 no continente, dos quais cerca de 255.000 resultaram em mortes, de acordo com os últimos números divulgados pelo Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC África) da União Africana (UA). JN/MS
NM/MS
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As vacinas contra a covid-19 administradas em África aumentaram 74% em junho, em comparação com o mês anterior, após um declínio sustentado de três meses entre março e maio, anunciou a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Estamos determinados em lançar lutas enérgicas e abrangentes para combater o Al-Shabab, EI e outras organizações terroristas por meios militares e não militares”, disse Barre numa reunião com representantes da União Africana (UA) em Mogadíscio, embora não tenha fornecido um cronograma para essas operações. O primeiro-ministro apelou ainda à “intensificação das operações ofensivas conjuntas [com a missão da UA] para reabrir as principais rotas críticas de abastecimento para atividades humanitárias e comerciais e para a livre circulação de pessoas”. “Também pretendemos manter e reforçar as nossas reformas do setor financeiro para termos as ferramentas e meios de combate ao financiamento do terrorismo e limitar o seu acesso ao financiamento”, sublinhou. Da mesma forma, o chefe do governo solicitou o apoio da UA para combater “a ameaça transnacional” em África e fora do continente.
Barre tornou-se primeiro-ministro em 25 de junho, depois de o Parlamento somali aprovar a sua nomeação por proposta do Presidente Hassan Sheikh Mohamud, vencedor das eleições de 15 de maio e que prometeu no discurso de investidura acabar com o Al-Shabab. Este grupo fundamentalista, que se juntou à Al-Qaida em 2012, leva a cabo com regularidade ataques em Mogadíscio e noutras partes do país para derrubar o governo central e estabelecer pela força um Estado Islâmico ao estilo wahhabi (ultraconservador). Além disso, o Al-Shabab controla várias áreas do país, especialmente as áreas rurais no centro e no sul, e também ataca países vizinhos, como o Quénia. O Exército somali combate os fundamentalistas com o apoio das forças da Missão de Transição da União Africana na Somália (ATMIS, na sigla em inglês), por sua vez é apoiada pela comunidade internacional. A Somália vive em estado de guerra e caos desde 1991, quando o ditador Mohamed Siad Barre foi derrubado, deixando o país sem um governo eficaz e nas mãos de milícias e senhores da guerra islâmicos.
Guiné-Bissau tem potencial para ser um exemplo da paz na região africana
A
diplomata portuguesa falava no ato de lançamento do Observatório da Paz, que vai funcionar nos próximos 39 meses com o patrocínio da União Europeia, sob a coordenação de um consórcio constituído entre a Liga Guineense dos Direitos Humanos e a organização não-governamental portuguesa Instituto Marquês de Valle Flôr. O Observatório da Paz, sob o título genérico em crioulo ‘No Cudji Paz’ (‘Escolhemos a Paz’) vai funcionar como instância de identificação e prevenção de fenómenos sociais que possam colocar em causa a paz, através de comportamentos ou sinais de radicalização e extremismo violento. Sónia Neto notou que a Guiné-Bissau apresenta características singulares de um povo “que merece toda a admiração e respeito” dada à forma como preserva a sua
violento em prol de um bem maior, bem comum, a proteção do povo da Guiné-Bissau”, observou Sónia Neto. A representante da União Europeia na Guiné-Bissau defendeu ainda que a preservação da paz é mais importante agora que o país “tem responsabilidades acrescidas” a partir do momento em que o chefe de Estado guineense, Umaro Sissoco Embaló, preside à conferência de líderes da Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO), somadas com os desafios internos, disse. O Observatório lançado em Bissau vai ao encontro da estratégia da União Europeia para enfrentar as ameaças à paz a nível mundial, particularmente na região africana do Sahel, notou Sónia Neto, exemplificando os quatro pilares dessa estratégia: Prevenir, Proteger, Perseguir e Responder. identidade mesmo perante a sua diversida- ganizações da sociedade civil. A cerimóNa lógica do respeito pelos direitos hunia, presidida pelo secretário de Estado da de étnica e religiosa. manos, a embaixadora da União Europeia “Esta é a vossa maior riqueza, a qual não presidência do Conselho de Ministros guina Guiné-Bissau apontou o Observatório deve ser alvo de divisões”, afirmou a di- neenses, Florentino Dias, contou também da Paz como um instrumento que pode plomata, dirigindo-se a uma plateia cons- com a presença de elementos da comuniservir para a materialização da estratégia tituída por chefes das diferentes confissões dade internacional baseados em Bissau. de prevenção. “Somente juntos podemos prevenir o fereligiosas, forças de defesa e segurança, NM/MS funcionários estatais e elementos das or- nómeno da radicalização e do extremismo Créditos: DR
A embaixadora da União Europeia na Guiné-Bissau, Sónia Neto, defendeu que o país tem potencial para servir de exemplo da paz na sub-região africana devido à sua singularidade e resiliência do povo na preservação da diversidade étnica.
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BRASIL
PT oficializa candidatura de Lula à Presidência da República durante convenção em São Paulo dos se reunirão para avalizar as decisões tomadas. O evento começou por volta das 10h10 em uma pequena sala do hotel, sem grande divulgação por parte do partido. Membros da Executiva Nacional da legenda participam do encontro à portas fechadas, que também definiu oficialmente o nome de Geraldo Alckmin (PSB) como vice na chapa petista. Segundo o calendário definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ula, que vai disputar a Presidência os partidos têm até 5 de agosto para realizar pela sexta vez, será o primeiro can- convenções. Após o encontro, os partidos didato de uma federação partidária. têm até 15 de agosto para registrar a canA modalidade de aliança, criada em 2021, didatura no tribunal – último passo para a consiste na união de dois ou mais partidos oficialização do candidato. que deverão atuar como se fossem um só Convenções por pelo menos quatro anos. Outros partidos que compõem a federação partidária Brasil da Esperança também • Durante a convenção nacional do parfarão convenções. Após os encontros, totido nesta quinta (21), o PT aprovou:
O PT e a federação partidária Brasil da Esperança – formada por PT, PC do B e PV – oficializaram a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (SP) ao Palácio do Planalto na manhã desta quinta-feira (21), em um hotel no Centro da capital paulista. O petista não participou do evento por estar em viagem à Pernambuco.
L
• indicação do nome de Lula como candidato a presidente da federação; • aprovação da coligação com PSB, Solidariedade e a federação PSOL-Rede; • indicação de Geraldo Alckmin como candidato a vice-presidente da federação. Paralelamente, o PV, que também compõe a federação Brasil da Esperança, se reune, de forma virtual, para tomar as mesmas decisões. O PC do B, outro integrante da aliança, aprovou as indicações em reunião virtual na noite da quarta (20). As convenções são vistas por integrantes do PT como “meramente formais” e protocolares. Sem participação de Lula Com agendas em Recife (PE), o ex-presidente não estará na convenção nacional
do PT. Em 2018, Lula também não participou do evento no qual o PT confirmou sua candidatura à Presidência. Na ocasião, ele estava preso após condenação em segunda instância no caso do tríplex do Guarujá (SP), mas enviou uma carta que foi lida pelo ator Sérgio Mamberti. A sigla chegou a registrar a candidatura de Lula no TSE, mas o pedido foi indeferido pelo TSE em razão da condenação que o tornou inelegível segundo a Lei da Ficha Limpa. Três anos depois, em 2021, uma decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou condenações proferidas pela Justiça Federal do Paraná no âmbito da Operação Lava Jato, com isso, o ex-presidente voltou a ser elegível. G1/MS
Fachin dá cinco dias para Bolsonaro se manifestar sobre ataques às urnas em apresentação para embaixadores O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, deu cinco dias para o presidente Jair Bolsonaro (PL) se manifestar a respeito de pedidos feitos por partidos de oposição como o PDT, o PT, a Rede e o PC do B para que sejam excluídos das redes sociais os vídeos em que o mandatário aparece atacando as urnas eletrônicas e o sistema eleitoral, feitas em reunião com embaixadores nesta segunda-feira (18).
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o despacho desta quinta-feira (21), o ministro aponta questões processuais sobre a viabilidade, ou não, desse tipo de ação se debruçar sobre abuso de poder político nesse momento, antes do registro de candidatura, e solicita a manifestação de todas as partes envolvidas no pedido, além de Bolsonaro. “Antes, porém, de poder analisar o pedido formulado em caráter de urgência, faz-se necessária a aferição da regularidade do meio processual adotado. Isso porque embora a demanda tenha sido identificada como Representação, da leitura da petição inicial extrai-se da causa de pedir que os fatos retratados indicam que a aduzida prática de desinformação volta-se contra
a lisura e confiabilidade do processo eleitoral, marcadamente, das urnas eletrônicas”, disse Fachin, que está decidindo os pedidos urgentes que chegam ao TSE durante o recesso do Judiciário. Com o fim do recesso no TSE, o caso irá para as mãos da ministra Maria Claudia Bucchianeri, relatora dos pedidos feitos pelo PDT e pelo PT. No pedido feito pelo PDT na última terça-feira, o partido pediu para que o Facebook e o Instagram retirem os vídeos nas páginas do presidente. A sigla também pede à Corte eleitoral que a plataforma, o PL e o presidente sejam multados, “em patamar máximo”, devido à veiculação de propaganda antecipada negativa. O partido quer que a corte eleitoral determine a retirada imediata do conteúdo, que permanece no ar tanto no Facebook quanto no Instagram. “Saliente-se, por relevante, que, por figurar como Chefe de Estado, as falas do Senhor Jair Messias Bolsonaro têm capacidade de ocasionar uma espécie de efervescência nos seus apoiadores e na população em geral, ainda mais quando o conteúdo é difundido através de redes sociais, que possuem um alto alcance entre os usuários”, diz a legenda. De acordo com o PDT, “esse
quadro caótico causa efeitos danosos ao processo eleitoral, especificamente no que toca à sua integridade, razão pela qual esta Justiça Eleitoral tem atuado de forma hercúlea para afastar todos esses impropérios e demonstrar à população que o sistema eletrônico de votação é íntegro e confiável”. Em uma outra representação feita ao TSE, o PT pediu para que a Corte determine a retirada de “conteúdos desinformadores” das redes de Bolsonaro, sob pena de multa. O partido também quer a remoção do canal do YouTube da EBC, o TV BrasilGov, com a transmissão do evento com os embaixadores. A legenda também pede para que o presidente “se abstenha de veicular outras notícias e/ou publicações que contenham o mesmo teor”. Por isso, o PT pede a “condenação por propaganda irregular e a consequente aplicação da multa de R$ 25.000”. “Os impactos negativos das alegações em comento restam evidenciados, uma vez que possuem conteúdo eleitoreiro e são compartilhados na internet, alcançando um número inestimável de eleitores brasileiros de modo a influenciar diretamente na sua escolha, violando o direito de voto livre e automaticamente a democracia, o que torna urgente medida judicial para cessar os danos”, afirma o PT.
Outro pedido levado ao TSE nesta terça-feira foi feito pela Rede Sustentabilidade e pelo PC do B, que ingressaram com uma representação solicitando a condenação de Bolsonaro por propaganda irregular. A ação também aponta o uso ilegal da TV Brasil, emissora pública, para questionar a segurança das urnas eletrônicas com declarações falsas. A representação também pede que o PL (Partido Liberal) seja condenado a perder o tempo de propaganda eleitoral equivalente ao gasto pelo pré-candidato na transmissão ao vivo. Além disso, os partidos solicitam que o PL divulgue uma errata desmentindo as informações veiculadas. “A transmissão ao vivo, também divulgada pelo Youtube, já conta com mais de 216.713 visualizações, somente nesta segunda plataforma, e em menos de 24 horas de exibição, excedendo, em muito, as prerrogativas consignadas no regimento e norma que integra. A transmissão não contou com nenhum conteúdo informativo, pelo contrário, houve total desinformação sobre a confiança no sistema eleitoral brasileiro, e tudo o que dele decorrem, em latente desvio de finalidade!”, afirmam os partidos. G1/MS
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MUNDO
Ucrânia
Duas horas de joelhos junto ao corpo do filho
A tormenta deste pai corre o mundo cia do momento, captado depois de um ataque russo a Kharkiv, esta quarta-feira (20). Após um período de relativa acalmia, a segunda maior cidade da Ucrânia voltou à tormenta das bombas. Desta vez, um míssil russo atingiu uma paragem de autocarro na zona residencial de Saltivka, onde estava Dmytro, de 13 anos, e a irmã, Ksenia, de 15 anos. A menina ainda vive, foi transportada para o hosuas horas a segurar na mão do fi- pital em estado grave, mas o irmão é uma lho morto e a ler uma oração. Até das três vítimas mortais do ataque. Segundo avança o correspondente do os paramédicos se aproximarem e colocarem o corpo do menino dentro de jornal britânico “Telegraph”, o pai das um saco. A descrição não faz jus à violên- crianças aproximou-se do corpo do filho,
Após um período mais calmo, Kharkiv voltou a estar na mira do Exército de Moscovo. Dmytro, de 13 anos, estava à espera do autocarro e não conseguiu escapar à fúria das bombas. Os momentos que se seguiram - com o desnorte de um pai que fica sem chão - foram registados em fotografia. E não deixam ninguém indiferente.
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ajoelhou-se, pegou-lhe na mão direita e ali ficou, durante duas horas, a rezar. Entretanto chegaram os serviços de socorro ucranianos e levaram o corpo de Dmytro, não antes de o pai se despedir dele fazendo-lhe o sinal da cruz. Como se tentasse vê-lo partir em paz. As imagens, que já correm o mundo, voltam a dar um rosto ao sofrimento dos civis, num país atormentado pela guerra há cinco meses. Dmytro e Ksenia tinham aulas de dança, há já cinco anos, perto do local atacado pelos russos. A escola já não existe: ficou destruída num bombardeamento no mês passado. Descritos pela professora de
dança, Olha Lisnyak, como “muito trabalhadores”, os meninos dançavam em dupla e ganharam várias medalhas em competições da cidade. “Normalmente não fazemos duplas com crianças da mesma idade, mas os pais disseram que era melhor assim para que tivessem aulas e competições ao mesmo tempo e estivessem sempre juntos”, revelou ainda a docente, em declarações à televisão ucraniana. De acordo com as autoridades ucranianas, além da paragem de autocarro, também uma mesquita e vários edifícios residenciais foram destruídos no ataque. JN/MS
Apreensão
Raro e valioso: ovo Fabergé encontrado em iate de oligarca russo
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esde o início da guerra na Ucrânia que os países do ocidente têm apreendido iates e outros bens de luxo para atingir as finanças dos oligarcas russos com conexões ao Kremlin, numa tentativa de pressionar Vladimir Putin a desistir da “operação militar especial”, iniciada em fevereiro deste ano. A bordo de um desses super-iates foi encontrado um alegado ovo Fabergé, revelou Lisa Monaco, vice-Procuradora-Geral norte-americana, no Aspen Sercurity Forum, dedicado a discutir o papel da aplicação da lei no congelamento e apreensão de bens russos, que decorre no Colorado. “Temos encontrado algumas coisas real-
mente interessantes. Recuperámos um Fabergé - ou alegado ovo Fabergé - num desses [iates]”, citou o “The Gurdian”. Sobre a embarcação em questão Lisa Monaco apenas revelou que está neste momento atracada no porto de San Diego, depois de ter sido confiscado pelas autoridades das Fiji. No mês passado, o super-iate “Amadea”, avaliado em cerca de 300 milhões de dólares (mais de 285 milhões de euros), foi arrestado nas Fiji, a pedido dos Estados
Unidos. A embarcação será propriedade do empresário e deputado Suleiman Kerimo, e estava ancorada em Lautoka, no oeste das Fiji, desde meados de abril. No entanto, não está confirmado que o iate em questão seja este. Os ovos Fabergé, cuidadosamente elaborados com uma combinação de esmalte, metais e pedras preciosas, são obras-primas da joalharia idealizados Peter Carl Fabergé, a pedido do czar russo Alexandre III
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Num dos muitos super-iates apreendidos pelos Estados Unidos da América foi encontrado aquilo que se acredita ser um ovo Fabergé, uma peça de joalheira rara e avaliada em alguns largos milhões de euros. A revelação foi feita pela vice-Procuradora-Geral norte-americana, que considerou esta uma das descobertas mais “interessantes” que a equipa fez.
para oferecer como presente à esposa Maria. Símbolo de luxo e grandiosidade, passaram a ser oferecidos na Páscoa entre os membros da família imperial durante três décadas. Entre 1885 e 1917, o joalheiro criou 50 ovos e nem todos sobreviveram. Caso se venha a comprovar a autenticidade do objeto este será um dos poucos ovos Fabergé que restam no mundo e valerá muitos milhões de euros. “Estamos a trabalhar com as forças policiais dos nossos parceiros no Mundo para realizar buscas nestes iates e nos certificarmos de que as autoridades têm o que é necessário para irem a tribunal e darem seguimento aos processos”, declarou a vice-Procuradora-Geral norte-americana. Lisa Monaco disse ainda no Fórum que apoiava a ideia de os lucros dos bens apreendidos serem canalizados para ajudar a Ucrânia a combater as forças russas. A task-force “KleptoCapture” do Departamento de Justiça dos EUA concentra-se na apreensão de iates e outros bens de luxo para responder às sanções impostas pelos países do ocidente aos oligarcas russos. JN/MS
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Saúde
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Estudo pioneiro identifica alterações na menstruação com vacinas da covid-19
Inflação
BCE sobe taxas de juros pela primeira vez em 11 anos O Banco Central Europeu (BCE) subiu as “Nas próximas reuniões do Conselho do taxas de juro na zona euro pela primeira BCE, será apropriada uma nova normalizavez em 11 anos. O aumento em 50 ponção das taxas de juro”, indica o comunicado tos base está acima das expectativas do divulgado no final da reunião, acrescentanmercado. do que a antecipação, decidida esta quinta-feira (21), de “saída de taxas de juro negaautoridade liderada por Christine tivas permite ao Conselho do BCE efetuar Lagarde anunciou a decisão, esta a transição para uma abordagem reunião a quinta-feira (21), após o Conselho de reunião nas decisões sobre as taxas de juro”. Governadores. Segundo o BCE, a futura trajetória das taA taxa de juro das principais operações de xas de juro diretoras “continuará a depenrefinanciamento passa de 0% para 0,50%, der dos dados e ajudará a cumprir o objetia taxa aplicável à facilidade permanente de vo de inflação de 2% a médio prazo”. cedência de liquidez fica agora em 0,75% A inflação homóloga avançou em junho e a taxa de depósito que estava em terreno para 8,6% na zona euro, quando tinha ficanegativo (-0,50%) sobe para 0%. Esta sudo em 8,1% em maio. bida terá efeitos a partir de 27 de julho. Na reunião, o BCE aprovou também a “O Conselho do BCE considerou aprocriação do Instrumento de Proteção da priado dar um primeiro passo maior, na sua Transmissão (IPT), que considerou “netrajetória de normalização das taxas de juro cessária para apoiar a transmissão eficaz da diretoras, do que o sinalizado na reunião política monetária”. anterior”, refere em comunicado o banco “O IPT será uma adição ao conjunto de central, que optou por uma subida de 50 instrumentos do Conselho do BCE e pode pontos base em vez dos 25 pontos base inser ativado a fim de contrariar dinâmicas dicados inicialmente. de mercado desordenadas, injustificadas e Esta foi a primeira subida das taxas de passíveis de representar uma ameaça grave juro do BCE desde 2011 e a instituição inpara a transmissão da política monetária na dicou que nas próximas reuniões deverá área do euro”, explica o comunicado. continuar a subir as taxas de juro. JN/MS
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Um estudo pioneiro da Universidade de Granada (UGR), em Espanha, identificou alterações na menstruação provocadas pelas vacinas contra a covid-19 que afetam a duração do ciclo, provocam dor ou diferentes sintomas pré-menstruais.
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projeto EVA, da Universidade de Granada, no qual participaram quase 23 mil mulheres, identificou pequenas alterações nos ciclos pré-menstruais e menstruais relacionadas com as vacinas contra o coronavírus SARS CoV-2. O estudo lançou uma pesquisa virtual para mulheres espanholas que receberam a vacinação completa, o que permitiu recolher dados sociodemográficos e clínicos sobre o tipo de vacina administrada e as mudanças detetadas em relação à duração do ciclo, quantidade de sangramento, dor, presença de coágulos e sintomas pré-menstruais. Segundo os dados divulgados, 78% das participantes sentiram mudanças nos sintomas pré-menstruais e menstruais após a administração da vacina. Do total da amostra, as mulheres que relataram alterações são um pouco mais velhas, principalmente com mais de 35 anos. As alterações ocorreram mais em mulheres fumadoras. As alterações mais prevalentes nos sintomas pré-menstruais foram maior cansaço (43%), inchaço (37%), irritabili-
dade (29%), tristeza (28%) e dor de cabeça (28%), enquanto os sintomas menstruais mais frequentes foram o aumento da quantidade de sangramento (43%), dor (41%), menstruação atrasada (38%) e menos dias de sangramento (34,5%). “Os ensaios clínicos para o desenvolvimento das vacinas contra a covid não incluíram o registo de possíveis alterações pré-menstruais e menstruais depois da administração das doses”, recordou a investigadora do Departamento de Enfermaria da UGR Laura Baena García, que coordenou o trabalho. Baena lembrou que, após a campanha de vacinação, muitas mulheres detetaram alterações no ciclo menstrual, o que motivou este projeto de pesquisa que visa determinar se existe relação entre a vacina e os distúrbios menstruais. O projeto EVA é o primeiro estudo na população espanhola que analisa as mudanças percebidas nos sintomas pré-menstruais e menstruais na sequência das vacinas contra a covid. “Mulheres vacinadas percebem pequenas alterações nos dois momentos do ciclo. Mas são necessários mais estudos para descrever os mecanismos fisiológicos que explicam essas alterações”, resumiu Baena. JN/MS
Itália
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Violência
De espingarda e espada na mão, filho mata pai, madrasta e Mario Draghi demite-se após irmãos em França perder maioria no parlamento incluindo três crianças, antes de ser abatido a tiro pela polícia quando invadiam a propriedade. A identidade das vítimas ainda não foi confirmada. Segundo a imprensa local, a família residia naquela vila desde julho de 2020 e o jovem, fruto de uma relação anterior do pai, não vivia naquela casa. As motivações do crime ainda não são conhecidas. JN/MS om uma espingarda e uma espada japonesa, o jovem, cuja identidade ainda não é conhecida, matou o pai, a companheira deste e os filhos de ambos (com 17, 15 e cinco anos), na casa da família, em Douvres, na terça-feira (19) à noite. Depois dos assassinatos, o autor do crime barricou-se na residência, onde acabaria por ser abatido pelas forças de segurança francesas. Christian Limousin, autarca de uma vila vizinha, confirmou que o suspeito tinha morto cinco membros da própria família, Um jovem de 22 anos matou o pai, a madrasta e os filhos do casal, duas raparigas de 17 e 15 anos e um rapaz de cinco, em Douvres, no leste de França, na terça-feira (19) à noite. Depois do assassinato o homem barricou-se na casa de família e acabou por ser abatido pela polícia.
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Draghi reuniu-se com Mattarella para Mario Draghi apresentou formalmente a demissão do cargo de primeiro-ministro apresentar a demissão depois de os três de Itália, após ter perdido o apoio da co- parceiros do governo de coligação - os conservadores do Forza Italia de Sílvio Berligação que o apoiava. lusconi, a Liga (extrema-direita) de Matteo primeiro-ministro apresentou a Salvini e o populista Movimento 5 Estrelas demissão ao Presidente Sergio Mat- (M5S) de Giuseppe Conte - lhe retirarem o tarella, esta quinta-feira (21) de apoio durante a moção que foi apresentada manhã, de acordo com o gabinete da Pre- no Senado. Neste momento, os próximos passos ainsidência, que disse ter “tomado nota” da da não foram definidos mas o Presidente decisão de Draghi. De acordo com a agência Associa- italiano pode vir a dissolver o Parlamento ted Press, o chefe de Estado quis saber se após consultas abrindo caminho a eleições Draghi quer manter-se em funções até à antecipadas que, de acordo com a imprensa italiana, podem vir a realizar-se em serealização das eleições. Por outro lado, a agência Efe refere que tembro ou outubro. A atual legislatura devia terminar em Sergio Mattarella aceitou a demissão do primeiro-ministro, que se “mantém em 2023. funções”. Após o encontro desta quintaJN/MS -feira (21) com Mattarella, o primeiro-ministro demissionário reuniu-se com a presidente do Senado, Elisabetta Caselati.
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Diz-me quem és LIGA CONFERÊNCIA
Inês Barbosa Opinião
Benfica e Gil Vicente ainda não têm o seu adversário para a terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões e Liga Conferência, respetivamente, definido. Ainda assim, a “oferta” é escassa, havendo apenas duas hipóteses para cada um dos dois. Segundo se ficou a saber no sorteio realizado esta semana em Nyon, na Suíça, as águias defrontarão o vencedor do duelo entre Midtjylland e o AEK Larnaca, enquanto que os gilistas, naquela que é a sua estreia europeia, terão pela frente ou eslovacos do Ruzomberok ou os letões do Riga. O Vitória de Guimarães, sexto classificado na época passada, tem ainda que bater o Puskás Akadémia para seguir para esta eliminatória - se avançarem, irão encontrar os croatas do Hajduk Split.
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as vamos então focar-nos nos possíveis adversários do Benfica e Gil Vicente: afinal, apesar do período de pré-época até estar a correr de feição a ambas as equipas, é sempre bom saber com o que se conta… não vá haver surpresas. “Equipa” prevenida vale por duas! Vamos então ver o “bilhete de identidade” de cada uma das equipas.
St. Clair & Dufferin
Nenhum dos dois emblemas teve alguma vez a oportunidade de defrontar uma equipa portuguesa. Apesar de se estrearem em competições europeias, os “galos” de Barcelos partem como favoritos. Ruzomberok (Eslováquia) Fundado em 1906, o clube eslovaco é comandado por Peter Struhár, de 38 anos. Na temporada passada, o Ruzomberok acabou na segunda posição da liga da Eslováquia, vivendo uma das suas melhores temporadas de sempre. Na realidade, nos seus 116 anos de existência, o clube só por uma vez venceu o campeonato (2005/06). Para além deste feito, no seu museu apenas exibe mais dois troféus: a Taça da Eslováquia (2005/06) e a conquista da 2.ª divisão (1996/97). A grande figura da equipa é Martin Regáli, avançado eslovaco de 28 anos, no clube há três temporadas. Na última época foi o melhor marcador da equipa, apontando 10 golos em 30 jogos disputados, a que se juntam quatro assistências. Riga FC (Letónia) Apesar de ser apenas um “bebé”, o Riga FC já demonstrou, ao longo dos seus oito anos de existência, ser uma equipa a ter em conta no campeonato letão: em 2017 alcançou o segundo lugar, garantindo o apuramento para as competições europeias e em 2018, 2019 e 2020 sagrou-se campeão. Curiosamente, Pedrinho e Talocha, jogadores portugueses que foram também eles responsá-
Keele & Eglinton
Midtjylland (Dinamarca) O clube dinamarquês, orientado por Bo Henriksen, é relativamente “jovem” - foi fundado em 1999 e é detido pelo mesmo dono do Brentford, da Premier League. Ainda assim, já não é de todo desconhecido no seio do futebol europeu. Desde que conseguiu subir ao principal escalão em 2000, o Midtjylland sagrou-se campeão três vezes (2014/2015, 2017/2018 e 2019/2020). Em 2021/2022 terminou o campeonato no segundo lugar, a seis pontos do campeão, o Copenhaga, e venceu a Taça dinamarquesa. De relembrar que este foi um dos adversários do Braga , na época passada, nas partidas da fase de grupos da Liga Europa. Destaque para jogadores como Evander titular indiscutível e que apontou 43 golos e fez 27 assistências em 145 jogos -, e Anders LIGA DOS CAMPEÕES Dreyer, internacional dinamarquês com Para alcançarem a fase de grupos, onde já um pé esquerdo com faro de golo. se encontram o F. C. Porto e o Sporting, primeiro e segundo classificado do camAEK Larnaca (Chipre) peonato português, respetivamente, a A equipa de José Luís Oltra fará a sua estreia equipa agora orientada por Roger Schmidt na Liga dos Campeões e caso consiga bater terão não só de ultrapassar a terceira préo Midtjylland também enfrentará pela pri-eliminatória como também o play-off. meira vez uma equipa portuguesa. Apesar Num primeiro momento vai então medir de nunca ter conseguido levantar a taça de forças com o vencedor do encontro encampeão do Chipre, o AEK Larnaca já contre o Midtjylland, da Dinamarca, e o AEK quistou duas Taças do Chipre e já participou Larnaca, do Chipre, sendo que o primeiro na Taça das Taças, Taça UEFA e Liga Europa. encontro entre os encarnados e um destes Rafael Lopes, Bruno Gama e Luís Gustavo, adversários se disputará a 2 ou 3 de agosto, todos eles portugueses, vestem a camisola no Estádio da Luz, e o segundo a 9 de agosdeste clube. Rafael e Bruno assinaram esta to, na Dinamarca ou no Chipre. época pelos cipriotas, enquanto que o méSe for bem sucedido, o Benfica poderá, dedio centro Luís Gustavo, que fez formação pois, de ter de medir forças com, por exemno Barcelona e já passou pelo Rio Ave, foi plo, o Mónaco, o Dínamo de Kiev, ou até o uma das figuras do AEK Larnaca na tempoFenerbahçe de Jorge Jesus, num play-off rada anterior. agendado para 16 ou 17 de agosto (primeira mão) e 23 ou 24 de agosto (segunda mão). veis pela qualificação histórica e inédita do Gil Vicente para uma competição europeia, já alinharam por este clube. Nesta equipa o protagonismo acaba por ser dividido por dois jogadores: Gabriel Ramos e Thanos Petsos. O primeiro, avançado brasileiro de 26 anos, é um jogador bastante rápido e é a grande arma dos letões no ataque. Marcou 10 golos em 19 jogos. Já Petsos, médio de 31 anos nascido na Alemanha mas naturalizado grego, é uma peça indispensável no meio-campo do emblema dirigido por Sandro Perkovic. Para além de ter feito parte da sua formação no Bayer Leverkusen, o médio vestiu ainda a camisola de clubes como o Fulham, Rapid de Viena e Werder Bremen.
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I LIGA
Campeonato abre a 5 de agosto com o Benfica-Arouca
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1.ª jornada da Liga Sexta-feira, 5 de agosto: Benfica - Arouca (15:15 horas). Sábado, 6 de agosto: Rio Ave - Vizela (10:30 horas), Estoril Praia - Famalicão (13 horas), F. C. Porto - Marítimo (15:30 horas). Domingo, 7 de agosto: Santa Clara - Casa Pia (10:30 horas), Sporting Braga - Sporting (13:00 horas), Portimonense - Boavista (15:30 horas). O jogo entre Benfica e Arouca abre a Segunda-feira, 8 de agosto: Gil Vicente edição 2022/2023 da Liga, no dia 5 de Paços de Ferreira (14:00 horas), Desportivo agosto. O jogo cabeça de cartaz da ronde Chaves - V. Guimarães (16:15 horas). da inaugural, entre Sporting de Braga e o Sporting, disputa-se dois dias depois. 2.ª jornada da Liga Sexta-feira, 12 de agosto: Casa Pia - Bencalendário das duas primeiras jorfica (15:15 horas). nadas do campeonato nacional foi Sábado, 13 de agosto: Famalicão - Spordivulgado pela Liga de Clubes. ting de Braga (13:00 horas), Sporting - Rio A prova arranca no dia 5 de agosto, com Ave (15:30 horas). o jogo entre Benfica e Arouca, no Estádio da Domingo, 14 de agosto: Boavista - SanLuz, pelas 15:15 horas. ta Clara (10:30 horas), Vizela - F. C. Porto No dia seguinte, o F. C. Porto recebe o (13:00 horas), V. Guimarães - Estoril Praia Marítimo (15:30 horas), ficando o Spor(15:30 horas). ting de Braga-Sporting agendado para 7 de Segunda-feira, 15 de agosto: Marítimo agosto, pelas 13 horas. Desportivo de Chaves (10:30 horas), ArouA ronda inaugural apenas fecha na seca - Gil Vicente (13:00 horas), Paços de gunda-feira, 8 de agosto, com os jogos dos Ferreira - Portimonense (15:30 horas). ‘europeus’ V. Guimarães e Gil Vicente. JN/MS
Só falta contratar Ricardo Horta para fechar o plantel do Benfica Ricardo Horta é o único jogador desejado pela SAD até ao fecho do mercado, apurou o JN. O treinador Roger Schmidt está satisfeito com o plantel à disposição e considera que o ataque é o único setor com lacunas, que podem ser preenchidas com a chegada do avançado do Braga, de 27 anos.
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Veron chega para dar gás ao ataque do dragão
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m contacto com o JN, Guilherme Dalla Déa, que foi selecionador dos sub15 e sub-17 do Brasil (campeão mundial em 2019, com Veron a ganhar o prémio de melhor jogador da competição), diz que o F. C. Porto garante um reforço com grande potencial. “Sempre demonstrou ser um jogador de muita força e potência. Nas questões mais fisiológicas, ele atinge quase 29 quilómetros por hora. É muito ágil e tem características de domínio de bola em alta velocidade”, afirma o técnico brasileiro, acrescentando que o avançado ainda tem muito para crescer.
Braga garante contratação do avançado Banza Avançado francês, de 25 anos, assina contrato por cinco temporadas.
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Braga garantiu a contratação de Banza, avançado que jogou no Famalicão na última época por em“Acredito que ele esteja pronto para o F. préstimo do Lens. C. Porto, embora, como em todos os jovens Segundo apurou o JN, o jogador, de 25 que saem do Brasil para a Europa, precise anos, custou três milhões de euros e asside uma certa adaptação à cultura do clube, nou um contrato por cinco temporadas. bem como nas questões tática e técnica. Os Esta terça-feira (19) chegou ao Algarve treinadores devem ter paciência e não dipara integrar o estágio de pré-temporada minuir o processo formativo desses jovens, mas com tempo de jogo. Isso é muito importante para o desenvolvimento do jogador”, referiu. Gabriel Veron chega ao Dragão um ano depois de Pepê e Dalla Déa entenderem que os dois podem ser compatíveis: “O Veron tem uma característica e o Pepê tem outra, mas são jogadores que de repente podem atuar juntos. Para o F. C. Porto, é muito importante ter dois grandes atletas com potencial, principalmente de velocidade e potência. Têm ambos entendimento de espaço e são bons finalizadores. Pepê e Verón têm um longo caminho a ser trilhado e acredito que sim, podem jogar juntos”. JN/MS Creditos: DR
Está assegurado o segundo reforço do plantel portista para a nova época. Depois do central David Carmo (ex-Braga), os dragões garantiram a contratação do avançado Gabriel Veron ao Palmeiras, até 2027, numa transferência que custará 10,2 milhões de euros à SAD azul e branca, por 100% do passe. As negociações com o clube paulista chegaram a bom porto e o atacante, de 19 anos, viajou esta quinta-feira (21) para a Invicta.
s negociações com os minhotos não estão a ser um processo fácil, dado que a oferta do Benfica (12 milhões de euros) está muito longe do valor exigido pelo presidente António Salvador para a cedência do atleta. No entanto, nas próximas semanas, os encarnados pretendem voltar à mesa do diálogo com os bracarenses para garantirem Ricardo Horta que marcou 23 golos, em 49 jogos, na última temporada. A intenção de contratar apenas mais o internacional português só será contrariada no caso da saída de jogadores importantes no plantel. Grimaldo, que está no último ano de contrato, foi colocado no mercado pelo Benfica, mas, até ao momento, não chegou à SAD nenhuma proposta tentadora. Morato e Gonçalo Ramos são jogadores
apreciados por vários clubes europeus, mas o Benfica, para já, não se mostra inclinado a negociações. A menos, claro, que seja apresentada uma oferta considerada irrecusável pelo defesa central ou pelo avançado. Recentemente, as águias rejeitaram uma proposta do Rennes, no valor de 15 milhões de euros, pelo central brasileiro. Roger Schmidt aprecia as qualidades de Morato e considera-o uma alternativa viável a Otamendi, Vertonghen, João Victor e Lucas Veríssimo, que ainda se encontra a recuperar de uma grave lesão ao joelho direito. Operado em novembro de 2021, só deve regressar à competição no final do ano. Por seu lado, Weigl pode também sair, devido, sobretudo, ao elevado salário, mas o Benfica não tem propostas. Quarta-feira (20), Seferovic foi apresentado como reforço do Galatasaray em Istambul e, mais tarde, despediu-se com emoção dos encarnados, que representou durante cinco temporadas. “Foi, é e será sempre uma honra! Obrigado hoje e sempre Benfica e aos nossos fantásticos adeptos!”, escreveu o avançado suíço, de 30 anos, nas redes sociais. JN/MS
da equipa minhota. O futebolista terá uma cláusula de rescisão de 40 milhões de euros. O Lens, sabe o JN, tinha várias propostas em análise, algumas delas até com valores superiores aos do Braga, mas a vontade do jogador em representar o clube minhoto acabou por ser determinante na conclusão da transferência. Banza marcou 17 golos na época passada ao serviço do Famalicão. JN/MS
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Pupilo Amorim supera o mestre José Mourinho
Leões vencem particular com a Roma e continuam sem perder na pré-temporada. Pedro Gonçalves voltou a marcar e foi o principal destaque da equipa de Alvalade.
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úben Amorim encontrou no outro banco de suplentes José Mourinho, que já assumiu ser a sua referência
enquanto treinador e com quem estagiou uma semana quando o “Special One” estava ao leme dos ingleses do Manchester United. Não tendo aplicado uma lição ao “mestre”, acabou por o vencer justamente, por 3-2. O técnico leonino aproveitou o duelo frente à Roma para testar um sistema sem avançado fixo, lançando Marcus Edwards,
Pedro Gonçalves e Rochinha no tridente ofensivo, com muita mobilidade e trocas frequentes de posição, em especial entre os dois primeiros. Os 15 minutos iniciais mostraram alguma superioridade da equipa romana, mas o golo de grande penalidade, conquistada após grande arrancada de Edwards e convertida por Pote, o melhor em campo e que leva cinco golos em cinco jogos, galvanizou os leões para uma primeira parte em que foram claramente superiores, impedindo os italianos de construírem e sempre com mais qualidade na posse de bola. Só chegaram empatados ao descanso porque Gonçalo Inácio cometeu um erro e marcou um autogolo. Ao intervalo, Amorim lançou Trincão por Rochinha, mantendo a mobilidade na frente e a toada da primeira parte: pressão alta e qualidade com bola. Gonçalo Inácio redimiu-se ao corresponder da melhor maneira a um canto cobrado por Pedro Gonçalves. O Sporting continuou por cima, mas num lance de futebol direto viu Abraham ganhar o duelo a Coates e Pellegrini empatar a partida, num golo contra a corrente do jogo. Tabata foi lançado pouco depois para o lugar de Edwards, assumindo a função de falso nove, e já perto do apito final colocou justiça no marcador, ao fazer o 3-2 definitivo. Continua, assim, a invencibilidade ver-
de e branca na pré-temporada, num teste que acabou por não ter muito tempo útil de jogo, consequência de um futebol agressivo dos jogadores da Roma. Ainda assim, o Sporting foi taticamente superior e Ruben Amorim leva notas muito positivas do estágio no Algarve, que terminou quarta-feira (20). Reforços à lupa Rochinha (27 anos, extremo) Lançado de início no tridente móvel, e a jogar à esquerda, deu boa resposta. Mostrou alguns detalhes de qualidade ao nível do drible e parece entrosado nas movimentações. Deu lugar a Trincão ao intervalo. Trincão (22 anos, extremo) Jogou toda a segunda parte e mostrou qualidade individual. Ganhou vários duelos contra o marcador direto e criou perigo, ainda que às vezes exagerando no drible. A adaptar-se ao sistema de Amorim, vai exibindo classe. Franco Israel (22 anos, guarda-redes) Presença no onze inicial frente a um adversário de peso, o uruguaio não comprometeu, mas a verdade é que não teve muito trabalho e não tinha nada a fazer no lance do autogolo de Gonçalo Inácio. JN/MS
Roger Schmidt parece ter a fórmula certa para atacar a pré-eliminatória da Liga dos Campeões. Primeira parte teve nota artística e um bis de Gonçalo Ramos.
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m Benfica com um onze já próximo do que deve abrir a temporada, em agosto, goleou o Fulham (5-1) e conquistou o Torneio do Algarve. Com apenas três semanas de trabalho, e com o foco apontado para o primeiro duelo da Liga dos Campeões, dentro de duas semanas, as águias deixaram uma imagem extremamente positiva, principalmente na primeira parte, onde o treinador Roger Schmidt voltou a repetir a equipa inicial (exceção foi Vlachodimos) do jogo com o Nice. As águias tornaram a revelar o novo ADN que as transforma numa equipa extremamente pressionante, quase sufocante na linha ofensiva, dinâmica e intensa no meio-campo, além de criteriosa e com trabalho de laboratório nas bolas paradas. Argumentos que permitiram construir um resultado volumoso de forma tranquila. A formação da Luz procura, essencialmente, ser um conjunto com superioridade numérica na zona da bola ou para onde
antevê que o jogo flua, mesmo que, por vezes, pareça viver uma espécie de caos... organizado. Otamendi surgiu várias vezes a pressionar dentro da área e Rafa foi o último homem a parar um dos contra-ataques mais perigosos. Ações pouco frequentes, mas coordenadas. Rafa, um golo, João Mário, duas assistências, e Gonçalo Ramos, que bisou, destacaram-se na etapa inicial. Enzo Fernández deu sinais de garantias no coração do meio-campo e Florentino parece estar à frente de Weigl na luta pela titularidade. David Neres indiciou que vai impressionar na Luz, mas, essencialmente, a equipa renovou a ideia de jogar sempre próxima e com os olhos na baliza, além de forçar o erro. O objetivo tem, no entanto, um preço físico elevado e Schmidt tem até agora utilizado duas equipas. Resta perceber como o conjunto suportará a estratégia em 90 minutos. No segundo tempo, Yaremchuk e Henrique Araújo ampliaram a diferença, enquanto Mitrovic assinou o tento de honra da equipa orientada por Marco Silva. JN/MS
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Águia com novo ADN goleia e deixa água na boca
Francisco Conceição liberta-se do peso do pai e sai para o Ajax Neerlandeses pagam a cláusula de cinco milhões e garantem o extremo do F. C. Porto, por cinco épocas. Estigma de ser filho do treinador leva Francisco Conceição a preferir emigrar.
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rancisco Conceição vai deixar os dragões e assinar, por cinco épocas, pelo Ajax. O campeão dos Países Baixos paga a cláusula de rescisão do futebolista português, fixada em cinco milhões de euros. O filho do técnico Sérgio Conceição é o segundo jogador do F.C. Porto a sair, neste defeso, pelo valor da multa rescisória, após a venda de Vitinha ao PSG (41,5 milhões de euros). A um ano de finalizar contrato, Francisco preferiu sair a renovar, cenário que também foi equacionado. Apesar de ir auferir mais dinheiro e abraçar um contrato de longa duração, segundo o JN apurou a componente financeira não foi decisiva na transferência. A vontade de sair da esfera do pai e do ambiente alegadamente tóxico em torno dele levaram-no a aceitar a mu-
dar, repetindo o progenitor, quando saiu para a Bélgica. A decisão foi partilhada com o núcleo familiar do jogador e com a própria SAD portista. O treinador, tal como a administração liderada por Pinto da Costa pretendiam a continuidade de Francisco na equipa, mas foi o jovem a ter a palavra final e a optar por se libertar das amarras do pai e do ruído à volta do técnico. O jogador entende que a associação sistemática ao progenitor estava a prejudicar-lhe a evolução na carreira, acabando por partir, focado em assumir papel integral de jogador e não o de filho do treinador. Após a cedência ao Moreirense, por enquanto Rodrigo Conceição, que já jogou no Benfica e também é filho de Sérgio Conceição, mantém-se integrado no plantel do F.C. Porto. Nas redes sociais, Fernando Madureira, líder da claque Super Dragões, disparou: “Filho meu nunca jogaria no Benfica e nunca prejudicaria o F.C. Porto”, escreveu o adepto, nas redes sociais. JN/MS
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Bruno Vicintin quer Ricardo Pacheco no CA da SAD Vicintin pretende que o presidente do Clube Desportivo Santa Clara integre o Conselho de Administração da SAD.
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AÇORES
Diogo Motty vai ser emprestado ao Fontinhas A SAD do Santa Clara vai emprestar, uma vez mais, o avançado Diogo Motty, desta feita ao Fontinhas.
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AO/MS
Portugal. No campeonato, o jogador, que também pode atuar a partir do corredor direito ou esquerdo, fez três golos. Diogo Motty vai, assim, juntar-se ao defesa lateral esquerdo Samuel Velho e ao guarda-redes Rodolfo, que também seguem por empréstimo da SAD do Santa Clara ao Fontinhas. AO/MS Creditos: DR
jogador de 22 anos, que na último ano até chegou a integrar a preparação da equipa sob a orientação de Daniel Ramos, esteve emprestado ao União de Santarém, clube no qual participou em 24 jogos na Liga 3 e um na Taça de
icardo Pacheco adiantou ao Açoriano Oriental que no contacto estabelecido com Bruno Vicintin, o novo acionista maioritário e presidente do Conselho de Administração (CA) da Santa Clara Açores – Futebol SAD fez questão de manifestar a sua vontade de que o presidente do Clube Desportivo Santa Clara (CDSC) fosse o representante do clube no novo CA da sociedade anónima desportiva. O líder do clube encarnado acredita que o empresário brasileiro vai contribuir, e muito, para o crescimento do Santa Clara, tanto no campo financeiro como desportivo. O presidente do CDSC considera que a nova presidência da SAD do Santa Clara transmite-lhe uma enorme confiança, quando comparada com os dois anteriores acionistas: Glen Lau e Ismail Uzun, empresários que venderam as suas participações a Bruno Vicintin. Ricardo Pacheco acredita que melhores dias virão para a sociedade anónima desportiva açoriana e para o clube, mostrando-se muito otimista depois do
diálogo mantido com Bruno Vicintin, elogiando a postura e a forma como se dirigiu ao presidente do emblema açoriano. No primeiro contacto efetuado entre os líderes da SAD e do clube não foram abordadas questões relacionadas com a construção de um centro de treinos na ilha de São Miguel, algo que Vicintin ambiciona. Ainda assim, o advogado reforça a confiança que deposita neste investidor que, “tendo a capacidade financeira que os anteriores nunca demonstraram, certamente estão em melhores condições de projetar o clube a outros patamares”. As divergências entre Ricardo Pacheco e o anterior CA agravaram-se nos últimos meses, em especial devido à transferência de um dos maiores ativos do plantel encarnado: o médio brasileiro Lincoln. O contacto com Bruno Vicintin foi muito diferente, “muito mais claro”, destaca o presidente do clube, do que o que sucedia, por exemplo, com o anterior CA liderado por Ismail Uzun, “perante o qual o CDSC teve de muitas vezes demonstrar a sua posição”, recordou.
Lagoa Ocean Race promove desporto de mar e orla costeira
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A Lagoa recebeu no último fim de semana a 3ª edição do Lagoa Ocean Race, um evento que se revelou um sucesso de acordo com a organização.
Júlio Romão deixa Santa Clara para rumar aos azeris do Qarabag O médio Júlio Romão assinou pelo Qarabag Futbol Klubu, do Azerbaijão, depois de duas épocas ao serviço do Santa Clara, anunciou o clube português da I Liga de futebol.
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A Santa Clara Açores – Futebol, SAD vem por este meio anunciar a cedência dos direitos desportivos do atleta Júlio Romão, a título definitivo, ao Qarabag Futbol Klubu”, avança a formação açoriana em nota de imprensa. O médio brasileiro, de 24 anos, chegou ao Santa Clara na época 2020/21, depois de passagens pelo Ponte Preta, Atlético Paranaense e Goiás do Brasil. “Tendo alinhado com os Açores ao peito nas últimas duas temporadas, Júlio Ro-
mão realizou 27 partidas pelo Santa Clara e marcou um golo, destacando-se pelas qualidades humanas e profissionais que nos fazem, agora, desejar-lhe boa sorte e sucesso na nova etapa profissional”, conclui a formação insular. Para a temporada 2022/23, o Santa Clara já assegurou as contratações do lateral Tomás Domingos (proveniente do Mafra), do médio Martim Maia (ex-Amora), Ricardo Silva (ex-FC Porto B), Xavi Quintillà (ex-Villareal) e Rodrigo Valente (ex-Estoril). Em sentido inverso, já abandonaram o clube açoriano, que terminou a última edição da I Liga no sétimo lugar, os atletas Nené, Lincoln, Cryzan, Villanueva, Bouldini, Morita e agora Júlio Romão. AO/MS
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ratou-se de uma verdadeira festa do desporto de mar, associando competição e convívio. A prova organizada pelo Clube Náutico de Lagoa, Associação Regional de Canoagem dos Açores e Federação Portuguesa de Canoagem, com o apoio da Câmara Municipal de Lagoa e Juntas de Freguesia do Rosário e Santa Cruz, contabilizou um total de cerca de 120 participantes, de 20 equipas de várias zonas do país. A dupla Henrique Oliveira e Rodrigo Santos, do Clube Fluvial Vilacondense, na categoria de seniores masculinos, venceu a prova que contou para o Campeonato Nacional de Canoagem de Mar III. A nível individual, Bernardo Pereira, do Clube Naval da Calheta, atual campeão do mundo de SS1 júnior e tricampeão nacional em título, terminou a prova em primeiro lugar. Luísa Pereira do Clube Centro Treino Mar, venceu em juniores femininos. Outros vencedores da prova foram: Diogo Figueira (CF Vilacondense) em absolutos masculinos; Marina Amorim
(CF Vilacondense) em absolutos femininos; Luís Ventura (CC Setúbal) em master A masculino; Pedro Bartolomeu (Angral C) em master B masculinos; José Carmo (CF Vilacondense) em master C masculinos; Joana Sousa (CF Vilacondense) em seniores femininos; Maria Barros (CAL Terceira) em master C femininos; Tiago Cunha e Francisco Faria (CF Vilacondense) em juniores masculinos e José Ramos e Inês Esteves (CNL Alentejano) em absolutos mistos. Rui Dias, presidente do Clube Náutico de Lagoa, fez “um balanço muito positivo da prova. Tivemos a maior afluência de sempre e um feedback positivo de todos os participantes. Apesar das condições do vento e do mar não terem sido as ideias para a prática da canoagem, os percursos foram alterados e acabámos por proporcionar a melhor prova possível aos atletas. Para muitos, foi mesmo considerada a melhor prova do ano em Portugal”. O dirigente adiantou que “em princípio, esta prova regressará à Lagoa em 2024”. Este foi um evento que demonstrou, mais uma vez, o empenho e dedicação do Município de Lagoa – Açores em cumprir a sua importante missão na promoção dos desportos de mar e divulgação da orla costeira do concelho. JA9/MS
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AD Machico já tem definida toda a estrutura técnica A Associação Desportiva de Machico já tem definida a sua estrutura técnica para a época que se avizinha, tendo todas as suas equipas a participar na principal divisão regional dos respetivos escalões.
MADEIRA
“O Marítimo não está mal financeiramente, mas não está como se propalava” Os irmãos Rui, Paulo e António Fontes foram os convidados do ‘Centro de Conversas’, uma iniciativa do JM-Madeira e La Vie Funchal.
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ui Fontes lembrou que diziam que quando assumiu o Marítimo, em outubro, o clube tinha 14 milhões de euros nos cofres. Todavia, o presidente do emblema considera que a sua direção teve que pagar dívidas que transitaram da gestão anterior. “Quando recebi o Marítimo disseram que o clube tinha 14 milhões na conta, mas quando assumiu já tinham saído seis ou sete milhões para pagar uma dúvida relativa a dívidas do Complexo de Santo António. Depois mais quatro milhões e meio para pagar o Estádio e há ainda a questão do relvado que custou mais meio milhão
de euros, custando o dobro do que custa um clube no continente devido ao valor do transporte”, elencou. Todavia a despesa não se fica por aqui. “Vamos continuar as obras, porque o Estádio não está concluído e há muito licenciamento ainda por fazer. Portanto há muita despesa. O Marítimo não está mal financeiramente, mas também não está como se propalava. Está equilibrado e permite aos sócios terem segurança em relação ao futuro”, explicou Rui Fontes. O presidente do Marítimo abordou ainda o projeto de energia fotovoltaica que está a preparar nos Barreiros e Santo António que vai permitir ao clube ser energeticamente sustentável e ainda abastecer as habitações próximas ao Estádio e ao Complexo Desportivo. JM/MS
Alex Costa reforça Nacional
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defesa central brasileiro, de 23 anos, representou nesta primeira metade da temporada o Ipatinga, assinando agora com o Nacional um contrato válido por quatro temporadas. JM/MS
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Alex Costa é reforço do Nacional para as próximas quatro épocas.
CS Madeira regressa à 1.ª Divisão Nacional A Federação Portuguesa de Voleibol confirmou esta semana a participação do CS Madeira na Liga LIDL, escalão máximo do voleibol nacional feminino, na época 2022/2023.
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briu uma vaga no Campeonato Nacional da 1.ª Divisão de Seniores Femininos, fruto da desistência do Clube Desportivo das Aves, e à luz dos termos regulamentares o CS Madeira foi admitido a integrar a Liga LIDL na época de 2022/2023, uma vez que foi o 2.º classificado da ‘Série dos Primeiros’ do Campeonato Nacional da 2.ª Divisão da época 2021/2022. A equipa madeirense chegou mesmo a participar no ‘Play-Off de Acesso à 1ª Divisão’ (disputado entre o 2.º classificado
da 2.ª Divisão e o 13.º classificado da Liga Lidl), frente ao Boavista FC. Os jogos foram realizados nos dias 1 e 7 de maio de 2022, tendo o Boavista FC vencido o play-off com duas vitórias nos dois encontros realizados. JM/MS
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icardo Faria dará continuidade à Direção da Entidade Formadora, cargo que já vem a desempenhar a alguns anos a esta parte, e que decorre do processo de Certificação da FPF, em articulação com a Coordenação Técnica de todo o futebol formação bem como da Escola MeuXico, o qual volta a ser liderado pelo Prof. Telmo Santos, cargo que irá acumular com a liderança técnica da equipa juvenil sub-17 e com a sub coordenação de todo o futebol de 11 e 8. No escalão júnior o técnico Amândio Barreias dará continuidade ao trabalho que tem vindo a desempenhar nas últimas épocas, ficando a coordenar a área de especialização, em articulação com o futebol sénior. No escalão juvenil a aposta para a nova época é a criação de mais uma equipa, sub-16, sendo que a equipa sub-17 será liderada pelo treinador Telmo Santos, como referido, enquanto a equipa sub-
16 terá na liderança técnica André Freitas, acompanhando a equipa da época anterior. O técnico Ricardo Vasconcelos, assume a liderança técnica da equipa de iniciados sub-15. No escalão de iniciados sub-14, estará o técnico Gabriel Gouveia, acumulando com o escalão imediatamente inferior, os infantis sub-13, ficando ainda com a sub coordenação de todo o futebol de 7. Já o escalão infantil sub-12 terá como técnico Paulo Castro, acompanhando a equipa de benjamins sub-11 que liderou na época passada. No escalão de benjamins sub-11, Nuno Mendonça será o técnico que irá liderar a equipa. Já o escalão benjamins sub-10 será liderado pelo Técnico Marco Ferreira, assumindo este ano o cargo principal de treinador, acompanhando os atletas na transição das escolinhas para o futebol de 7. Os escalões traquinas sub-9 e sub-8 serão liderados pelo técnico Leonardo Costa, acumulando o cargo de sub-coordenador da Escola MeuXico. Já os escalões petizes sub-7 e sub-6 terão como técnico treinador Marco Viveiros. JM/MS
Rali Vinho Madeira candidato a prova ambientalmente sustentável O Rali Vinho Madeira (RVM) será candidato a prova ambientalmente sustentável junto da FIA.
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anúncio foi feito por Paulo Fonte, presidente do Club Sports Madeira (CSM).
A lista de inscritos terá 61 concorrentes, onde as novidades serão Adruzilo Lopes, João Silva e Pedro Coelho (presidente da Câmara Municipal de Câmara de Lobos). JM/MS
O Marítimo dá o ‘pontapé de saída’ na Liga feminina diante do Benfica, ditou o sorteio realizado esta semana no auditório da Cidade do Futebol.
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início da prova está marcado para o fim de semana de 10 e 11 de setembro. As equipas participantes
são as seguintes: SL Benfica, Sporting CP, FC Famalicão, SC Braga, SF Damaiense, CA Ouriense, CS Marítimo, Valadares Gaia FC, Clube de Albergaria, SCU Torreense, Lank Vilaverdense e Amora FC. JM/MS
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Marítimo começa com o Benfica no futebol feminino
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FUTEBOL FEMININO
Calendário feito para campeonato mais competitivo Liga BPI 2022/23 1.ª jornada (11.09.22) Famalicão-Damaiense Benfica-Marítimo Torreense-Clube Albergaria Valadares Gaia-Lank Vilaverdense Ouriense-Sporting Amora-Braga 2.ª jornada (18.09.22) Damaiense-Amora Marítimo-Famalicão Clube Albergaria-Benfica Lank Vilaverdense-Torreense Sporting-Valadares Gaia Braga-Ouriense
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3.ª jornada (02.10.22) Damaiense-Marítimo Famalicão-Clube Albergaria Benfica-Lank Vilaverdense Torreense-Sporting Valadares Gaia-Braga Amora-Ouriense
Menos equipas mas mais jogos no novo formato. Benfica inicia defesa do título frente ao Marítimo.
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quele que se espera ser o primeiro dia do resto de uma vida mais feliz do futebol feminino português está marcado para 11 de setembro, quando arranca o principal campeonato da modalidade. Depois de a seleção ter reclamado, nos campos do Campeonato da Europa, mais investimento, as atenções viram-se para a Liga, que, em 2022/23, vai estrear um novo formato, com menos equipas, com o objetivo
de garantir jogos mais competitivos. O calendário ficou definido ontem e ditou que o Benfica inicia a defesa do título frente ao Marítimo; o primeiro dérbi está marcado para 5 de novembro, dia em que o Sporting recebe as águias. Para além da redução de equipas (16 para 12), as principais alterações ditam que não haverá divisão por zona Norte e zona Sul e que o campeonato será disputado apenas numa fase, a duas voltas, e sem recurso a fases de campeão e de permanência. Em 2022/23, cada equipa fará 22 jogos, mais um do que na época passada.
4.ª jornada (16.10.22) Benfica-Famalicão Torreense-Damaiense Valadares Gaia-Marítimo Ouriense-Clube Albergaria Braga-Lank Vilaverdense Amora-Sporting 5.ª jornada (30.10.22) Famalicão-Amora Damaiense-Benfica Marítimo-Torreense Clube Albergaria-Valadares Gaia Lank Vilaverdense-Ouriense Sporting-Braga 6.ª jornada (05.11.22) Marítimo-Amora Clube Albergaria-Damaiense Lank Vilaverdense-Famalicão
Sporting-Benfica Braga-Torreense Ouriense-Valadares Gaia 7.ª jornada (27.11.22) Marítimo-Clube Albergaria Damaiense-Lank Vilaverdense Famalicão-Sporting Benfica-Braga Torreense-Ouriense Amora-Valadares Gaia 8.ª jornada (04.12.22) Clube Albergaria-Amora Lank Vilaverdense-Marítimo Sporting-Damaiense Braga-Famalicão Ouriense-Benfica Valadares Gaia-Torreense 9.ª jornada (11.12.22) Clube Albergaria-Lank Vilaverdense Marítimo-Sporting Damaiense-Braga Famalicão-Ouriense Benfica-Valadares Gaia Amora-Torreense 10.ª jornada (08.01.23) Amora-Lank Vilaverdense Sporting-Clube Albergaria Braga-Marítimo Ouriense-Damaiense Valadares Gaia-Famalicão Torreense-Benfica 11.ª jornada (15.01.23) Lank Vilaverdense-Sporting Clube Albergaria-Braga Marítimo-Ouriense Damaiense-Valadares Gaia Famalicão-Torreense Benfica-Amora JN/MS
Descida à terra e má imagem na despedida do Europeu
A
s esperanças eram muitas e estavam bem sustentadas, mas duraram pouco. A seleção portuguesa precisava de derrotar a Suécia para garantir uma presença inédita nos quartos de final do Campeonato da Europa, mas ao intervalo já perdia por 3-0; acabou goleada e regressou a casa com a noção de que, apesar de toda a evolução dos últimos anos, ainda há um longo caminho a percorrer para estar à altura das melhores. Olhando apenas para os golos, a conclusão mais óbvia, mais fácil e, por isso, mais perigosa a tirar é que a (grande) diferença esteve, e está, nas bolas paradas. Afinal, quatro dos cinco golos apareceram na se-
quência desses lances - um deles de grande penalidade -, confirmando-se os piores receios e repetindo-se a tendência dos jogos anteriores. Só que a diferença para a Suécia, uma das melhores do mundo e candidata ao título, continua a ser significativa e a vários níveis. Diga-se ainda que, depois de andarem adormecidas nas primeiras duas jornadas, as suecas também acordaram na pior altura na perspetiva portuguesa e não deram hipóteses. Ao contrário dos outros jogos, Portugal não sofreu cedo, mas a derrota começou a ser evidente aos 21 minutos (Angeldal) e consumou-se já depois dos 90, quando Blackstenius fechou o marcador. Portugal raramente incomodou e fica a dever à guarda-redes Patrícia Morais o facto de não ter saído vergado a uma goleada maior. JN/MS
JULY 18 - 22 AUGUST 22 - 26 9:30AM - 4:00PM
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Portugal é goleado na última jornada do Grupo C e não concretiza o sonho dos quartos de final. Bolas paradas voltam a ser decisivas
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TÉNIS
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VOLEIBOL
Frederico Silva nos quartos de final Reforço Kyra Holt traz “instinto matador” à AJM/F. C. Porto do torneio de Tampere A norte-americana Kyra Holt vai competir pela AJM/F. C. Porto na próxima época, anunciaram as bicampeãs nacionais de voleibol feminino, que já tinham adquirido Victória Alves (ex-Leixões) e Jurja Vlasic (ex-AON Pannaxiakos).
sagens pela Universidade de Washington (Estados Unidos), Gigantes de Carolina (Porto Rico) e Sanaya Libby’s La Laguna (Espanha). JN/MS
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Uma das mais-valias que posso trazer à equipa é o instinto matador de querer lutar por todos os pontos e não permitir que as adversárias tenham pontos gratuitos. Ambiciono ganhar todas as provas em que estejamos envolvidas. Sei o que é preciso para termos uma época vitoriosa e estou disposta a trabalhar arduamente para atingirmos os nossos objetivos”, apontou a jogadora, em declarações ao sítio oficial dos dragões na Internet. Kyra Holt, de 27 anos, foi contratada aos suíços do Viteos NUC, que representou entre 2018/2019 e 2021/2022, depois de pas-
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dois sets, pelos parciais de 7-6 (7-5) e 7-5, em duas horas e nove minutos, num embate em que converteu três de quatro pontos de break. Na prova de terra batida, o tenista luso vai disputar hoje (22) o acesso às meias-finais com o vencedor do embate entre o também argentino Juan Manuel Cerundolo, 110.º ATP e primeiro cabeça de série, e o italiano Lorenzo Giustino, 261.º. O “lucky loser” português João Domingues, 313.º do ranking mundial de ténis, foi eliminado nos oitavos de final do “challenO tenista português Frederico Silva, ger” de Tampere, na Finlândia, ao perder 257.º do ranking mundial, qualificou-se com o francês Harold Mayot, 395.º. para os quartos de final do “challenger” A disputar o quadro principal depois de de Tampere, na Finlândia, ao vencer o ter sido afastado na qualificação, e posteargentino Nicolás Kicker, 188.º. Pelo cariormente repescado, João Domingues perminho ficou o “lucky loser” João Domindeu com Mayot em dois sets, por um duplo gues. 7-5, em uma hora e 38 minutos. JN/MS Frederico Silva impôs-se a Kicker em
JOGOS MUNDIAIS 2022
Ana e Pedro Walgode de ouro nos Jogos Mundiais
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Ambicionávamos esta medalha há muito tempo. Este ano, focalizámos todas as energias nesta competição e sonhámos com isto”, referiu Ana Walgode, após a conquista. Depois de ter terminado a prova de “Style Dance” na liderança, a dupla portuguesa somou 83.54 pontos na competição de “Free Dance”, ficando atrás da dupla italiana nesta especialidade. Ainda assim, Ana e Pedro Walgode garantiram a medalha de ouro por uma diferença de apenas 0,03
pontos. “Foi intenso. Por momentos achámos que não ia ser suficiente, mas felizmente trazemos o ouro para casa e não podemos estar mais felizes”, disse Pedro Walgode. O pódio final ficou completo com as duplas de Itália e da Colômbia, respetivamente. Quanto à prova de solo, que foi conquistada pelo espanhol Pau Domec, Diogo Craveiro entrou com a difícil tarefa de lutar pelas medalhas, após o quinto lugar de sábado (16). O atleta terminaria a competição à porta do pódio, no quarto lugar. “Foi pena a prova de ontem que me penalizou um pouco em termos de resultados”, desabafou. JN/MS
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O par formado por Ana e Pedro Walgode venceu a competição de Patinagem Artística e permitiu a Portugal subir ao lugar mais alto do pódio nos Jogos Mundiais, que se realizam em Birmingham, 21 anos depois.
ANDEBOL
Tocar o céu e acabar a chorar com o ouro espanhol em Matosinhos
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Portugal luta até ao fim, mas fica com viram aquela que poderia ser a maior de toa prata. Futuro da seleção nacional está das as conquistas fugir-lhes entre os dedos, ao perderem, na final do Europeu sub-20, bem entregue. frente à Espanha (35-37). Era o dia de Portugal. De fazer história m dia alguém disse que por cada sonho perdido, muitos mais surgirão e escrever uma página de glória. Depois no horizonte. E é precisamente este de uma caminhada praticamente perfeita espírito de esperança que terá de servir de (com cinco triunfos e apenas uma derrota), consolo para Portugal. No sábado (16), num a seleção nacional chegava à hora da verCentro de Desportos e Congressos de Mato- dade motivada pelas exibições anteriores. sinhos a rebentar pelas costuras, as quinas O trajeto, construído com a brilhante aju-
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da do melhor goleador da edição 2022 da prova - Francisco Costa -, deixava muitas e boas perspetivas no ar, e mal o jogo arrancou Portugal deixou vincadas as pretensões. Só que ao contrário do que tinha acontecido na fase de grupos, onde a seleção lusa venceu esta mesma Espanha (36-35), desta vez os “nuestros hermanos” trouxeram a lição bem estudada para anular a intensidade dos “manos Costa”. Ao contrário do “Kiko”, que ainda arranjou forma de contornar a agressividade espanhola, Martim sentiu dificuldades para entrar em cena na primeira metade, e a falta de eficácia impossibilitou uma maior vantagem dos portugueses ao intervalo (16-15). Era curta, Portugal sabia, mas ao mesmo tempo chegava para vencer. Entre a paciência e o desejo de fazer o pavilhão explodir, as quinas escolheram a segunda opção, e diga-se, deram-se bem. A 10 minutos do fim, a vantagem era de quatro golos para a seleção nacional, só que na reta final tudo mudou. Os espanhóis aceleraram a atacar, meteram um travão a defender, e não só anularam uma diferença que cheirava a derrota, para a converterem numa vantagem que resultou no terceiro título europeu. Já Portugal, que ainda fantasiou em tocar o céu, caiu como em 2010 e ficou pela prata. Acabou por não ser desta, mas com este talento mais sonhos virão.
PORTUGAL Diogo Rêma, Tiago Ferreira, André Sousa (10), Vasco Costa, Gabriel Viana (3), Pedro Oliveira (1), Tiago Teixeira, Nuno Queirós, António Machado, Ricardo Brandão (2), Gabriel Cavalcanti (3), Miguel Oliveira, João Gomes (1), Francisco Costa (11), Nilton Melo e Martim Costa (4) Treinador: Carlos Martingo ESPANHA Daniel Martínez, Roberto Domenech, Jan Gurri (8), Gorka Nieto (3), Bruno Reguart (7), Álex Lodos (2), Antonio Martínez (1), Martí Soler (2), Julen Múgica (3), Carlos Álvarez (3), Arnau Fernández (3), Javi Rodríguez (3), Artur Parera, Eneko Furundarena (1), Julen Urruzola e Daniel Serrano Treinador: Rodrigo Reñones LOCAL Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos ÁRBITROS Yann Carmaux (França) e Julien Mursch (França) AO INTERVALO: 16-15
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CICLISMO
José Neves ganhou sozinho contra o mundo no Douro Internacional Polivalente ribatejano trocou trilhos do BTT pelo sonho da Volta. No auge da carreira, o ciclista, de 26 anos, já conquistou vários êxitos, mas ainda tem ambições a cumprir.
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ATLETISMO
Liliana Cá sexta no lançamento do disco
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iliana Cá, quinta nos Jogos Olímpicos Tóquio2020, conseguiu 63,99 metros no quinto lançamento, na quarta-feira (20), depois de ter assegurado a passagem às oito primeiras com 63,64 na segunda tentativa - começou com 53,24, tendo ainda conseguido 61,99, além de dois nulos. A lançadora natural do Barreiro, de 35 anos, detentora do recorde nacional (66,40), igualou o melhor resultado
nacional de sempre no disco, que estava na posse de Teresa Machado, com o sexto posto alcançado em Atenas1997. A chinesa Bin Feng sagrou-se campeã do mundo, com 69,12, logo no primeiro lançamento, surpreendendo a croata Sandra Perkovic, campeã olímpica em Londres2012 e no Rio2016, e a norte-americana Valarie Allman, medalha de ouro em Tóquio2020, que terminaram na segunda e terceira posições, com 68,45 e 68,30, respetivamente. A cubana Yamé Pérez, detentora do título mundial, não foi além do sétimo posto, com 63,07. JN/MS
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A portuguesa Liliana Cá terminou a competição do lançamento do disco dos Mundiais de atletismo no sexto lugar, em Eugene, nos Estados Unidos, onde conseguiu a melhor marca do ano, com 63,99 metros.
uando aos 17 anos trocou as bicicletas de BTT para se focar apenas no ciclismo de estrada, ainda como júnior, José Neves estaria longe de pensar nos êxitos que uma carreira de quase 10 anos lhe iriam reservar. O mais recente sucesso deste ciclista natural de Santarém aconteceu com a vitória épica no GP Douro Internacional, que o próprio reconhece ser “uma das mais especiais da carreira”. “Tem um grande significado pelas circunstâncias em que foi. Dedico-o a toda à equipa pela força que me deu para me aguentar”. O triunfo nesta prova confirmou a polivalência de José Neves, que, aos 26 anos, já tem no currículo os títulos de campeão nacional de contrarrelógio sub23 (em 2015) e de estrada em elites (2021),
assim como triunfos no GP Joaquim Agostinho (2018) ou no GP “O Jogo” (2021). Forte nos “cronos” e também em terrenos inclinados, o ciclista confessou que esta corrida na região duriense foi “um misto de emoções”, explicando como se aguentou na última etapa, mesmo correndo sem qualquer companheiro de equipa na estrada. “Ia tranquilo, sabia que ainda tinha força para controlar a corrida”. José Neves entrou no ciclismo profissional pela porta da W52-F.C. Porto, e depois de ter feito um estágio na equipa norte-americana da Education-First, do primeiro escalão mundial da modalidade, onde corre o português Rúben Guerreiro, seguiu para a formação espanhola da Burgos-BH, onde ficou dois anos até regressar a Portugal em 2021, para a W52-F. C. Porto. O ciclista ribatejano nunca participou numa Volta a Portugal, objetivo que ambiciona cumprir este ano. “Estou muito focado nesse objetivo, pois é um sonho que tenho desde criança”. JN/MS
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HONDA INDY TORONTO 2022
O “rugido” dos motores regressou a Lakeshore
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udo começou na sexta-feira, 15 de julho, com a Fan Friday, com um programa feito em parceria com a Ontario Honda Dealers Association. Com entrada gratuita, o evento recebeu doações voluntárias que reverteram a favor da fundação “Make-A-Wish Canada”. Os eventos na pista incluíram treinos para a série NTT Indycar, bem como USF2000, Indy Pro 2000, a Porsche Carrera Cup e a série NASCAR Pinty’s. Também houve oportunidade para sessões de autógrafos com pilotos da Pinty’s Series e NTT Indycar. A finalizar o dia, houve uma corrida da
Pinty’s Series. No segundo dia tivemos o Honda World, com muitos eventos fora da pista. A Honda Canadá teve exibições interativas, incluindo os resultados de um teste de colisão HR-V, uma exibição de vários projetos, motocicletas e equipamentos de potência Honda. Contámos ainda com o Thunder Alley, localizado no centro do circuito de rua, com amostras, vendedores, comida e bebida. E finalmente chegou o grande dia: o Race Day Sunday! O programa começou com uma corrida USF2000 às 9h45, continuando com a Indy Pro 2000, Sports Car Championship Canada e Porsche Carrera Cup antes da corrida Indycar Series. Um dos locais mais procurados pelos visitantes foi o “IndyCar Paddock”, os bastidores para ver as equipas se preparando para a corrida nas garagens - local onde os automóveis ficam antes e depois do grande dia. Com este acesso, pode-se acompanhar
a parte mecânica dos carros, tirar fotografias e testemunhar os últimos acertos dos automóveis. Também com muita sorte, os fans podem tirar fotografias com os pilotos, pedir autógrafos e conversar com os mesmos. O jornal Milénio conversou com Francisco “Kiko” Porto, o piloto brasileiro que compete na categoria Indy Pro 2000. Kiko veio a Toronto pela primeira vez e disse que “é uma pista difícil, mas estou feliz em correr em Toronto. Agradeço a todos pelo apoio” e deixou um abraço a todos os falantes da língua portuguesa. Kiko agradeceu a nossa presença na sua garagem. Na edição deste ano, Scott Dixon que liderou 40 das 85 voltas ao redor do circuito com 11 curvas e 2,8 quilómetros ao redor do Exhibition Place, que oferece excelentes vistas do centro da cidade, fez história vencendo pela quarta vez em Toronto e conquistando a sua 52º vitória da carreira. O neozelandês iguala o lendário Mario
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Após dois anos fora do cronograma, a Honda Indy Toronto retornou e trouxe as corridas de volta ao coração da cidade. O desporto de velocidade esteve na catedral do automobilismo de Toronto. O Exhibition Place recebeu mais uma etapa da prova anual da corrida de carros da NTT IndyCar Series. Os motores, a velocidade, a tecnologia, a agilidade e a resistência dos pilotos foram bem visíveis. O Milénio Stadium marcou presença nesta festa da velocidade. Foram três dias de muita competição, emoções, tradição e história.
Andretti na 2º posição com o mesmo número de vitórias na competição. No domingo (17), apesar do sol que se fazia sentir, a grande presença do público no certame foi visível e cada segundo da competição foi vivido com emoções. Os fãs do desporto da velocidade foram acompanhar de perto a final da grande prova da Honda Indy Toronto 2022. A Honda Indy Toronto é uma corrida anual da Indy Car, realizada em Toronto, Ontário, Canadá. Originalmente conhecido como Molson Indy Toronto, fez parte da Champ Car World Series de 1986 a 2007. Após uma interrupção de um ano, faz parte da programação da NTT IndyCar Series desde 2009. A cidade de Toronto recebeu mais uma vez este evento, que se transformou num dos grandes festivais do calendário de verão. Aqui encontramos amantes do desporto de automobilismo, famílias, amigos e encontro de gerações, que para muitos já é uma tradição anual. Esta etapa terminou, mas esperamos por mais e, cada vez melhores, edições do Honda Indy Toronto, nos próximos anos. Francisco Pegado/MS
RESULTADOS 1
Scott Dixon
53
2
Colton Herta
42
3
Felix Rosenqvist
36
4
Graham Rahal
33
5
Marcus Ericsson
30
6
Alex Palou
28
7
Simon Pagenaud
26
8
Christian Lundgaard
24
9
Scott McLaughlin
22
10
Josef Newgarden
20
11
Pato O'Ward
20
12
David Malukas
18
13
Rinus VeeKay
18
14
Callum Ilott
16
15
Will Power
15
16
Romain Grosjean
14
17
Helio Castroneves
13
18
Devlin DeFrancesco
12
19
Jack Harvey
11
20
Conor Daly
10
21
Jimmie Johnson
9
22
Kyle Kirkwood
8
23
Alexander Rossi
7
24
Dalton Kellett
6
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How did the Blue Jays perform at the All-Star Game? Five Toronto Blue Jays were in the Amerbat lining out to second. ican League lineup for the team’s 3-2 win Kirk went 0-for-2 when he grounded over the National League in the All-Star into a force out in the fourth against GonGame on Tuesday (19) night at Dodger solin. He was replaced by Jose Trevino in Stadium in Los Angeles. the fifth.
MLB Guerrero Jr., Rosenthal honour Buck Martinez, Jamie Campbell as they fight cancer It was a touching moment for the Toron- a member of the broadcast team throughto Blue Jays’ broadcasting team at the out his treatment, giving him the opportunity to witness first-hand the support he MLB All-Star Game on Tuesday (19). received not only from his Blue Jays family, uring the annual Stand Up To Cancer but from the entire baseball community. Campbell thanked Rosenthal in a solo tribute broadcasted by Fox Sports after the fifth inning, Jays first base- segment on Blue Jays Central, where he man Vladimir Guerrero Jr. and The Athlet- mentions the support he receives from his ic’s Ken Rosenthal honoured Sportsnet’s fellow baseball media member. “Ken texts me about twice a month to Buck Martinez and Jamie Campbell, both check in on me and my battle with leuof whom are battling cancer. Martinez, a Blue Jays announcer and col- kaemia,” Campbell said. “He connects our commentator since 2010, announced with Buck Martinez as well.” Campbell then thanked Guerrero Jr., his cancer diagnosis and leave of absence from Sportsnet in April 2022. His broad- who also had Campbell’s name written on cast partner, Dan Shulman, announced via his Stand Up To Cancer placard. “I appreciate you standing up for me and Twitter in June that Martinez had completed treatments and is hoping to return to the for Buck,” Campbell said of Guerrero Jr. broadcasting booth after the all-star break. “I know he is certainly grateful for what Campbell, who hosts Blue Jays Central you decided to do at the All-Star game toon Sportsnet, announced his own leu- night.” SN/MS kaemia diagnosis in March. He stayed on as
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Romano Manoah The closer did not play in the All-Star The Blue Jays sophomore caught WilGame after pitching for the Blue Jays on liam Contreras looking at strike three with Saturday (16) and Sunday (17). a change-up at the knees after he entered SN/MS the game in the second inning. Pitching to Kirk, Manoah then struck out Joc Pederson on a foul tip with high heat. After hitting Jeff McNeil on the foot, Manoah struck out a third batter with a swing and miss by Ronald Acuna Jr. Manoah also had a microphone on him during his inning. Guerrero Jr. The Blue Jays slugger, facing NL starter Clayton Kershaw in the first as the cleanup hitter, grounded into a fielder’s choice to shortstop to end the inning. Guerrero then flew out to centre in the fourth while facing Tony Gonsolin before exiting the game. Kirk Toronto’s most consistent hitter this year got the honour of catching fellow Mexican Fernando Valenzuela’s ceremonial first pitch before starting the game. Batting ninth, Kirk was retired by Joe Musgrove in the third when he broke his
RONTO O T C F JOIN GIL VICENTE
! D E T N A W PLAYERS We play out of the following Districts North York Soccer Association (NYSA), Toronto Soccer Association (TSA), York Region Soccer Association (YRSA), Center Soccer League (CSL) and Ontario Soccer League Gil Vicente FC Toronto is a youth soccer academy based in North York / Toronto, Ontario, and a certified Canadian affiliate of GIL VICENTE FUTEBOL CLUBE in Portugal. It is a soccer club that trains players of various ethnicities from around the world. Our focus at Gil Vicente FC is to develop players by teaching lifelong lessons through soccer. Our belief is that to become a great player one must also grow as a person. Gil Vicente also reinforces the idea to our players that even though soccer is the world’s best game, education is the key to success. Gil Vicente is a non-profit youth soccer organization who aim to provide the highest levels of quality soccer training for the players and to enhance their social/emotional and physical health, in a positive and safe environment Gil Vicente will strive to create and nurture a valuable soccer learning experience. We will aim to empower our players with a life-long passion and love for the game of soccer. All of ours teams play in the 1st Divisions in their leagues. Our players will also have the OPPORTUNITY to do tryouts for our affiliation partner in Portugal OUR PROGRAMS GVFC Soccer school ages 3 to 7 years old get 2 practices per week, also 2 Jersey’s, Shorts, Bag and a Ball. REP TEAMS GVFC Team’s ages 8 to 21 years old get 3 full sets of uniforms, Tracksuit, Bag, Ball and Hoodie and they practice min 2 times per week plus a weekly game.
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irst baseman Vladimir Guerrero Jr. Espinal and catcher Alejandro Kirk started, The second baseman entered the game in while right-hander Alek Manoah, the bottom of the fourth. second baseman Santiago Espinal and closEspinal grounded out to shortstop Danser Jordan Romano were reserves. by Swanson in the seventh and walked in Here’s a look at how the Blue Jays perthe ninth. formed.
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MLS
Montreal gets revenge, extends Toronto FC’s MLS misery CF Montreal got revenge for their 4-0 fensive formation and doing their best to Canadian Championship semifinal loss hit back on the counterattack. However, the siege would eventually on Saturday (16) evening, beating Toronbreak when an inch-perfect ball from Alisto FC 1-0 at Stade Saputo. tair Johnston found Quioto’s head at the omell Quioto was the lone goal sco- back post in the 69th minute, giving the rer for Montreal (10-8-2), who ex- hosts the lead. Toronto thought they had found the tended Toronto’s (5-12-4) Major League Soccer winless streak to five games. equalizer through Ayo Akinola who was Montreal started the game on the front played in all alone, but the celebrations foot, buoyed by a sold-out crowd as they were cut short when he was flagged down for offside. created chances early. The game also saw the return to action Only five minutes in, Quioto played a low cross to Kei Kamara, forcing an amaz- for Djordje Mihailovic who missed more ing save by Alex Bono, who deflected the than a month with an ankle injury, with the MVP candidate coming on just before ball off the crossbar. As Toronto settled into a low defensive the hour mark. block, Montreal continued to press forBoth teams are back in action on July 23. ward, looking for the opener with more excellent chances from Matko Miljevic and Montreal travels to Washington to take on D.C. United, while TFC hosts Charlotte FC Samuel Piette, to no avail. The second half was more status quo, at BMO Field. SN/MS with Toronto coming out in their same de-
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Blue Jays beat shorthanded Royals 4-2 to claim the four-game series Blue Jays closer Jordan Romano then Alejandro Kirk belted a two-run homer to left field in the eighth inning to push the finished off the Royals with a clean ninth Toronto Blue Jays to a 4-2 win against inning for his 20th save. The Blue Jays scored two unearned runs the shorthanded Kansas City Royals on in the third inning to pull even. Santiago Sunday (17). Espinal and Guerrero reached base with irk’s 11th round-tripper provided back-to-back one-out infield hits. Espinal scored when Royals shortstop the Blue Jays (50-43) with their fifth win in six games after winning just Bobby Witt Jr. muffed Kirk’s slow-rolling grounder. Guerrero took advantage of the once in 10 outings. With fellow all-star Vladimir Guerrero error to move to third and scored on Bo on first base after a leadoff single to centre, Bichette’s sacrifice fly to right field. Kirk smashed a 3-2 pitch off Royals relievSN/MS er Wyatt Mills (0-1) in front of 36,681 fans at Rogers Centre.
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Mancinelli says LIUNA needs 30,000 more workers The rumblings about the potential for project postponements in Ontario due to construction labour shortages continue to get louder, with LIUNA executive Joseph Mancinelli the latest to issue a warning.
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ot on the heels of the recent Rider Levett Bucknall report stating labour scarcity and rising construction materials costs will likely result in postponed project launches in Toronto, Mancinelli told a small audience gathered at a LIUNA highrise rental project in Hamilton July 12 that the union needed at least 30,000 new workers. “In the past several months it’s definitely a huge concern in the industry, about whether or not some projects can actually be started and whether or not they can be finished on time, and whether they can be finished on budget,” said Mancinelli, international vice-president and regional manager with LIUNA.
Union Training and Innovation Program (UTIP) program, which supports training centres, Mancinelli said, “We’re doing that already. It’s not enough. We need to get a lot of people into the industry fairly quickly. The only way we can do that is to have increased immigration.”
ceived $95,000 in UTIP funding to support training centre needs; and on the day of the LIUNA tour, O’Regan announced further funding of $95,000 for the LIUNA Local 625 Utility Training Connect Our Community project.
O’Regan noted the skilled trades shortO’Regan said the government understands age comes as the Canadian economy is the seriousness of the issue. performing better than many anticipated coming out of the pandemic. “It’s a big issue, full-court press, we are all fixated,” said O’Regan. “We’re doing really well,” he said. “The economy is doing a lot better than anybody Canada added 23,000 jobs in construction thought. And in fact, we’re leading the last month, an increase of 1.5 per cent, OECD, we’re leading the G7…but we could with the biggest increase in Ontario, with be doing more.” 19,000 new jobs. Doubling UTIP funding will help apprenThere have been three Hamilton area tices from underrepresented groups begin training programs funded through UTIP careers in the trades, he said. recently. Fifty per cent of the cost of new equipment supplied to the LIUNA Local 837 In March Mancinelli issued a plea to fedE.H. Mancinelli Training Centre in Grims- eral Minister of Immigration Sean Fraser by were from UTIP; IBEW Local 105 re- addressing immigration issues in the con-
Supply chain issues and materials costs are major concerns, he said, but “the shortage of labourers is probably the biggest problem we have in Ontario. Thirty-thousand jobs…might even be a conservative number, it might be higher than that.” LIUNA executive Joseph Mancinelli discussed labour shortages during a recent Hamilton jobsite tour with two federal cabinet ministers.
struction sector. First he suggested the points system be altered to allot points for construction skills. In addition, he argued that organizations like LIUNA should be given the opportunity to sponsor immigrants coming into Canada, to be trained at training centres across the country. “The key, though, is to make sure that that immigration is ready to come and work in the trades,” said Mancinelli at the LIUNA jobsite. “So that’s the tricky part, is to make sure that there’s some vetting done.” Another source of new workers is undocumented construction workers who are already in Canada, Mancinelli said. Some are “overstayers” who have not filled in the proper paperwork, he said. Mancinelli also addressed potential reforms to the Temporary Foreign Workers program during a meeting with Fraser. Ontario Minister of Labour, Immigration, Training and Skills Development Monte McNaughton recently said he had asked the federal government to double the number of immigrants under the Ontario Immigrant Nominee Program from 9,000, but McNaughton said he has received notice that the top-up would amount only to 9,700. “To be blunt, this increase isn’t going to move the meter,” McNaughton told the Canadian Press. “We have single companies in Ontario who are short 700 workers.”
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Mancinelli was hosting federal Minister of Labour Seamus O’Regan, Minister of Public Services and Procurement Filomena Tassi and two local MPs on a tour intended to highlight federal efforts to tackle the skilled trades shortage. After praising increases to the federal
Asked about the situation, O’Regan said he had a good working relationship with McNaughton and would address the issue with him soon. Don Wall/OCN/MS
Toronto labour shor Closing employment gap for Indigenous youth key to addressing labour shortage: Study Closing the employment gap for Indigenous youth in Atlantic Canada is key to easing the region’s acute labour shortage, new research released recently said.
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he Atlantic Provinces Economic Council (APEC) said employment outcomes for the region’s growing Indigenous youth population have improved in recent years, but still lag non-Indigenous youth. The research found Indigenous youth under age 25 face a number of barriers in the labour market, including lower educational attainment and a lack of resources such as transportation. Increasing funding for Indigenous youth
training, skills development and entrepreneurship would help improve labour market outcomes of Indigenous youth, the report said. This would boost economic development in Indigenous communities as well as help address a labour crunch in the broader economy, the research found.
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APEC senior policy analyst Fred Bergman, the report’s lead author, said Atlantic Indigenous youth living off-reserve have experienced substantial improvements in labour market outcomes between 2007 to 2021. But they still have lower employment rates than non-Indigenous youth, he said.
“Reducing barriers and closing gaps is essential to promote economic development in Indigenous communities,” Bergman said. “This will also expand the pool of skilled workers in our economy to help address ongoing labour shortages across the region.” Almost 49,000 jobs were vacant across the Atlantic region in April 2022, bringing the vacancy rate to a record high of 4.9 per cent. “Getting off-reserve Indigenous youth’s employment rates to the same level as non-Indigenous youth would add 540 new workers to the region,” the report said. OCN/MS
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AMBIENTE
Terra Viva
Calor
E se o aquecimento global não fosse causado apenas pela poluição?
Paulo Gil Cardoso Opinião
A Terra parece estar a reter o dobro da energia calorífica proveniente do Sol do que há 16 anos. Estudo recentemente publicado que envolve vários cientistas, NASA e NOAA assim o indica. Norman Loeb, o autor que encabeça o estudo, afirmou que as duas principais formas de medir a temperatura do planeta, atmosfera e oceanos, estão em consonância nos registos de temperatura efetuados por satélites e por flutuadores oceânicos. É de aceitação comum pela comunidade científica que a poluição, essencialmente de gases de efeito estufa, leva a que o calor recebido pelo Sol não seja refletido de volta para o espaço.
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esumidamente, a energia calorífica que nos chega da nossa estrela, fica em grande parte retida no planeta
porque os gases de efeito estufa não permitem a sua reflexão. Porém, na minha humilde opinião, existem outros fatores que estão de alguma forma a serem menosprezados e que têm um enorme impacto no aquecimento da Terra. Vejamos, toda a atividade humana resulta na produção de calor, a manipulação física e química de todos os elementos que a nossa civilização realiza nas suas ações de transformação de materiais liberta ou gera calor, toda a indústria produtiva necessita de gerar calor para poder conceber qualquer objeto, desde a utilização de fornos de fundição, passando pela necessidade de refrigeração de alimentos. Em termos físicos não se produz frio, apenas se retira calor, ora o calor que retiramos a todos os vegetais, por exemplo, para retardar a sua decomposição, é libertado para a atmosfera, imaginem os triliões de sistemas de refrigeração que existem no mundo a trabalhar 24h sobre 24h, e pensem no calor libertado. Qualquer motor a trabalhar gera calor, seja de combustão ou elétrico. A produção de energia elétrica em centrais nucleares ou de queima de combustíveis fósseis é feita a partir da produção de calor, aque-
ce-se água para produzir vapor e pressão para poder movimentar turbinas de produção elétrica. O próprio transporte de energia elétrica através de cabos gera calor. Queimamos madeira, gás, carvão, ou utilizamos eletricidade para produzir calor, para cozinhar, somos 8 mil milhões a terem de ser alimentados, quantos triliões de fogões existirão no planeta? Poderia continuar com inúmeros exemplos, desde o aquecimento doméstico ao calor resultante do atrito de inúmeras ferramentas, máquinas industriais, etc., mas penso que já perceberam. Para acrescentar ainda mais um pouco de temperatura temos anualmente incêndios gigantescos um pouco por todo mundo. Não podemos esquecer também a retenção de calor nos asfaltos dos milhares de milhões de quilómetros de estradas, parques de estacionamento, etc. Cerejinha em cima do bolo… os painéis fotoelétricos normalmente são escuros, além da captação de energia para produção elétrica, retêm calor. Podemos também pensar em todas as viaturas automóveis escuras. Os exemplos são tantos… conclusão, que já pré-anunciei no início deste texto, toda a
atividade humana gera calor e muito desse calor pretendemo-lo mesmo retido, para por exemplo nos aquecer o lar. Portanto, sim, os gases de efeito estufa não permitem que o calor saia da Terra, mas não só aquele que recebemos do Sol, muito do calor é resultante da ação humana. Possivelmente gerar calor também deveria ser considerada uma forma de poluição. Deixo aqui um desafio, leiam as Eras de Gaia de James Lovelock, e procurem o modelo do Planeta das Margaridas, parábola em que num hipotético planeta só existem margaridas brancas e margaridas pretas, onde apenas o equilíbrio de áreas ocupadas por ambas permitem uma temperatura amena e a existência de ambas. Se existirem muitas margaridas pretas, o calor é absorvido em demasia e elas próprias definharão com o calor, se existirem muitas margaridas brancas a reflexão de calor é demasiada e também elas morrerão de frio. Entendam como a autorregulação de temperatura deste imenso ser vivo que é a Terra está comprometida pela ação humana. Tentemos fazer parte do equilíbrio e não da desestabilização.
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Luz azul
nes e computadores – pode de facto prejudicar a nossa pele e levar a danos como pigmentação, rugas e manchas de idade. E tudo porque ao estarmos constantemente e muitas vezes por longos períodos de tempo - expostos a esta luz de alta energia, esta consegue penetrar nas camadas mais profundas da pele (ainda mais do que os raios UV) e potenciar os efeitos que a exposição solar tem na nossa pele. Mas há mais: também a Estée Lauder, conhecida marca de cosméticos, levou a cabo um estudo onde se debruçou sobre este tema e chegou a diversas conclusões: para além de perceber que a luz azul promove o envelhecimento precoce da pele e o aparecimento de pigmentação ou rugas, também é capaz Testado e comprovado de prejudicar - e muito - o ciclo natural de ara além dos raios solares e da poluiSe ainda não estão convencidos dos mareparação da pele durante a noite. E há uma ção que nos rodeia, também a luz azul lefícios que a luz azul provoca, fiquem sarazão simples para tal acontecer: ao exporpode prejudicar a saúde da nossa pele. bendo que em 2017 a Unilever Skincare mos a nossa pele a fontes artificiais de iluResearch chegou à conclusão que ao longo minação, como por exemplo o telemóvel, E perguntam vocês: mas que raio é a do tempo a luz emitida pelos nossos ecrãs durante a noite, estamos a dar a entender luz azul? – onde se incluem TV’s, tablets, smartphoao nosso corpo que ainda não é hora de Todos dizemos que passamos bem sem tecnologia até se dar um corte de energia ou a internet falhar: assim que tal acontece, a maioria de nós transforma-se numa espécie de “baratas tontas”, sem saber muito bem o que fazer e como sobreviver num mundo que não nos permite estar em contacto com outras pessoas, saber o que se passa à nossa volta ou que, simplesmente, não nos oferece o entretenimento de que precisamos (se bem que muitas vezes a televisão está ligada só por estar, verdade?). Mas e se eu vos disser que uma pausa no “scroll” do feed do Instagram pode fazer maravilhas à vossa pele, acreditam? Se não… deviam!
Na realidade, é uma luz que está em todo o lado: não só na luz solar como também apesar de em menor grau - nos LEDs, que é o mesmo que dizer em luzes artificiais e ecrãs. Esta luz é prejudicial à nossa saúde, podendo causar desconforto e fadiga ocular e contribuir para o desenvolvimento de patologias oculares a médio e longo prazo. Para além disso, ficou também a saber-se que tem a capacidade de afetar negativamente a pele, estimulando a produção de radicais livres, que aceleram a oxidação das células e provocam o envelhecimento precoce, por exemplo.
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SAÚDE&&BEM-ESTAR BEM-ESTAR SAÚDE
dormir. E o chamado “sono de beleza” aqui aplica-se na perfeição, já que, como bem sabemos, é durante o sono que a pele se recupera e regenera. A solução Apesar de sabermos de antemão que não vamos deixar de utilizar dispositivos eletrónicos que emitem este tipo de luz, é importante tentarmos ao máximo diminuir o tempo de exposição. Para além disso, devemos também afastar, tanto quanto possível, a pele dos aparelhos, diminuir a luminosidade dos ecrãs e utilizar protetor solar com cor, mesmo dentro de casa - por mais estranho que isso possa parecer! Se quiserem um tratamento mais específico, podem utilizar produtos tópicos com ativos antioxidantes que neutralizam a ação dos radicais livres na pele, mas procurem aconselhamento médico antes de o fazerem! Inês Barbosa/MS
“Nem todo homem, mas sempre um homem” Adriana Marques Opinião
Há dias venho tentando digerir alguns fatos que ocorreram no Brasil nas últimas semanas e que me deixaram extremamente abalada. Calou tão fundo que não consegui escrever sobre nenhum deles até agora. Só que não podemos nos calar! Não me sinto no direito de silenciar diante dos mais diversos tipos de violência que atingiram e continuam a atingir as mulheres, não só no Brasil, mas em diversas partes do mundo. Mesmo porque, temos uma ferramenta nas mãos que faz chegar a informação em todo canto do mundo em tempo real. Então, expor a violência, mais uma vez, é urgente! Especificamente, a violência contra mulher. Violência que encontramos nas mais
diversas esferas da sociedade, oriunda principalmente de homens que nos consideram inferiores. Desde a falta de respeito em ambiente de trabalho, com piadinhas e palavras, até a violência física de fato.
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o Brasil, semanas atrás uma menina de 11 anos, grávida por meio de estupro, foi submetida por autoridades competentes a interrogatórios não condizentes com sua pouca idade, tentando dissuadi-la de realizar o aborto, que nesse caso, é amparado por lei. Uma jovem atriz famosa no país, também foi estuprada e resolveu terminar a gestação, justamente por querer evitar a exposição ao fazer a denúncia; nesse caso, não poderia realizar o aborto legalmente. Levou a gestação a termo e entregou a criança para adoção. Ao vazar para a mídia esse drama, a jovem atriz foi recriminada, ofendida, inclusive por mulheres. E para finalizar, uma mulher em tra-
balho de parto, foi estuprada pelo médico anestesista! Como vocês podem perceber, são fatos extremamente pesados que embrulham o estômago de qualquer pessoa com o mínimo de sensatez! Então, emendando a esses fatos, a conclusão a que se chega é que o feminismo é uma luta sem data para terminar. Vejo muita gente olhando com maus olhos para essa luta extremamente necessária que busca pelo equiilíbrio de direitos entre homens e mulheres e, definitivamente, não consigo entender o porquê! Feminismo não significa ódio aos homens; feminismo é uma força que combate a desiguldade escancarada que as mulheres sofrem dia-a-dia em tantos âmbitos da vida! Essa desigualdade é que leva a todo tipo de violência e é por isso que não podemos nos calar! Para finalizar, eu quero pedir licença para trazer um texto de uma pessoa pela qual tenho extrema admiração. O texto
dela viralizou de tal forma, que recebeu mais de um milhão de curtidas, demonstrando que nós não aguentamos mais tanta violência! Tracy Figg, autora do texto, mora em Toronto e é uma artista incrível. Ela está nas redes sociais com um conteúdo importantíssimo, expondo arte, aceitação ao corpo real e feminismo. Segue o texto que foi viralizado: No necrotério depois de mortas. Com meses de vida. Na infância. Na pré-adolescência. Adultas. Idosas. NO PARTO. Nas clínicas psiquiátricas. Nas consultas médicas de qualquer especialidade. Na rua, na igreja e em casa. Pelo pai, pelo padrasto, pelo avô, pelo tio, pelo professor, pelo padre, pelo pastor, pelo médium, pelo MÉDICO, pelo marido, pelo primo, pelo irmão. Nem todo homem, mas sempre um homem”. - Tracy Figg
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MILÉNIO | ENTRETENIMENTO
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BrazilFest retorna com mais energia do que nunca Depois de dois anos de pandemia, o BrazilFest voltou com tudo, trazendo muita alegria, energia, comidas e bebidas típicas.
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o último final de semana (16 e 17), muitas pessoas compareceram ao festival que agita ainda mais a cidade de Toronto. Houve apresentações de grandes artistas com muita música ao vivo, deixando o público brasileiro, e não brasileiro também, empolgado com a cultura do país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza. Além de tudo isso, quem se divertiu a valer, foram as crianças que puderam brincar em muitos brinquedos espalhados pelo parque. O tradicional evento, que é realizado anualmente em condições normais (ou seja, sem pandemia), foi feito no Earlscourt Park este ano e cumpriu seu propósito mais uma vez: o de celebrar a cultura brasileira, juntar a comunidade e dar a oportunidade de marcas brasileiras e canadenses de participarem e apresentarem seus produtos e serviços. Matamos a saudade depois desses dois anos, mas já estamos ansiosos para o próximo. Texto e Fotos: Adriana Marques/MS
Toronto Caribbean Junior Carnival O Toronto Caribbean Junior Carnival é também conhecido como Caribbean Kiddies Carnival. O Carnaval infantil dá às crianças a oportunidade de vestir fantasias da época e se apresentarem num desfile reservado aos petizes. O evento tem uma parada anual de celebração da cultura caribenha e os mais novos são chamados a compartilhar com sua comunidade e garantir o futuro da tradição.
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desfile contou com mais de 200 jovens, com idades entre 2 e 16 anos, que participaram do evento, que começou no Centro Comunitário de Malvern, em Scarborough. O mesmo incluiu 12 Bandas Mas ou bandas de carnaval. As crianças, vestidas com variados trajes de Carnaval, cores vibrantes e muitas lantejoulas, acompanhadas de canções, músicas, danças caribenhas e DJ’s, desfilaram pelas ruas, representando cenas da diáspora caribenha. Este ano regressou da forma habitual e contou com a presença do primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, assim como o presidente da Câmara Municipal de Toronto, John Tory, e um dos vice-presidentes da Câmara, Michael Thompson, que estavam lá para teste-
munhar o início deste grande desfile de jovens como parte do Carnaval caribenho de Toronto. Além de líderes locais e comunitários, as ruas encheram também com famílias, amantes do evento e deliciosas comidas e bebidas. A cada desfile as crianças traziam um sorriso de satisfação para os presentes e tornaram difícil a tarefa do corpo de jurados de decidir quem mais encantou. Laverne Garcia, presidente executiva do comité de gestão do Festival, disse que o dia foi uma celebração da história e da cultura do Caribe. O comité organiza o Toronto Caribbean Carnival, que inclui o Kiddies for Mas. “O que estamos a fazer é celebrar a próxima geração de participantes que vão liderar o Carnaval no futuro”, disse ela. “As raízes estão na emancipação. É sobre liberdade e diversidade. Especialmente para as crianças, é uma oportunidade de celebrar quem elas são e de onde vieram. Além disso, também mostra uma maneira de integrar e aprender sobre a sua história e cultura”. Comemore e eleve a cultura caribenha assim como a celebração da diversidade da linda cidade de Toronto. Texto e Fotos: Francisco Pegado/MS
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MILÉNIO | ENTRETENIMENTO
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MARIA DE LOURDES MODESTO
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CIRURGIA
Autora de vários livros de cozinha portuguesa, entre os quais a “Grande Enciclopédia da Cozinha” e “Receitas Escolhidas”, Maria de Lourdes Modesto deixa, para além de muita saudade, grandes ensinamentos: “Maria Lurdes Modesto, a mãe de todos nós, a nossa musa inspiradora. Para sempre no meu coração, obrigada por tudo o que nos ensinou”, escreveu o chef Rui Paula nas redes sociais. Já Manuel Luís Goucha lembrou que a gastrónoma “aceitou prefaciar o meu primeiro livro de receitas não me conhecendo de lado algum. Isso já diz da sua disponibilidade em apoiar”. Henrique Sá Pessoa afirmou que “acho que qualquer chef português tem a Maria de Lourdes Modesto como inspiração. Perdemos uma grande personalidade da nossa cozinha, mas fico feliz por saber que viveu uma vida cheia de pessoas que a admiraram. Deixou um legado que será eterno”.
“Vim da tour diretamente para o hospital para começar as preparações para a cirurgia que vou fazer assim que o meu corpo esteja preparado para tal. A cirurgia já estava prevista antes da digressão. Tenho algo chamado endometriose (algo muito comum em milhões de mulheres em todo o mundo mas não tão falado como deveria). Estou bem, a ser muito bem tratada e vou manter-vos a todos atualizados. Muito amor”, escreveu a artista no Instagram.
NOVO AMOR?
DE VOLTA
A última relação conhecida de Inês Castel-Branco foi com o ator Pedro Sousa, em 2019 - um romance fugaz que teve o seu início nos bastidores da primeira temporada da novela Nazaré, da SIC. Mas parece que a atriz pode ter reencontrado o amor! Pelo menos é o que leva a crer a sua última publicação nas redes sociais. Esta segunda-feira (18) Inês Castel-Branco partilhou com os seus seguidores, no Instagram, algumas fotografias de uma campanha fotografada por Fabiana Kocubey, onde surge acompanhada por Ricardo Salsa, chef de cozinha e criador do projeto Honest Home Food - um novo conceito de “cozinha ao domicílio”.
Linda Evangelista partilhou no ano passado o motivo que a levou a afastar-se das luzes da ribalta: a antiga supermodelo ficou “brutalmente desfigurada” e “deformada de forma permanente”, após ter realizado o tratamento CoolSculpting, da Zeltiq, vulgarmente conhecido como criolipólise, e que se apresenta como uma alternativa não invasiva à lipoaspiração. Só que ao invés remover as células gordas, o procedimento acabou por aumentá-las significativamente e nem “duas dolorosas cirurgias corretivas”, como explicou Linda Evangelista, conseguiram inverter a situação. A antiga supermodelo acabou por processar a Zeltiq Aesthetics, exigindo uma indemnização de 50 milhões de dólares.
“Juntei-me a este homem que é o mais bonito do mundo”, escreveu Inês na legenda das fotos, terminando com um “Está tudo certo”, acompanhado por um emoji de um coração vermelho. Se dúvidas ainda existissem, foram desfeitas mais tarde, no programa da SIC CARAS, Passadeira Vermelha. Os comentadores confirmaram que o homem que surge nas imagens é, de facto, o novo namorado da atriz. “Temos uma fonte que nos garantiu que a Inês está a namorar com este jovem”, disseram.
A causa da morte da cozinheira ainda não havia sido revelada até fecho desta edição.
Credito: DR
DOCUMENTÁRIO
Para além de uma tendência presente na maioria dos festivais de verão este ano - as botas tipo cowboy - percebemos que o preto é uma das cores de eleição dos festivaleiros. “Com preto nunca me comprometo”, verdade? O que é certo é que os looks no MEO Marés Vivas foram de facto muito diferentes e alguns até bem arrojados. Rita Pereira, por exemplo, não perdeu a oportunidade de marcar presença neste MEO Marés Vivas: “Este ano não perdoo e percorro o país para ir aos festivais e curtir tudo o que não curti durante dois anos de pandemia”, escreveu a atriz numa publicação que fez na sua página de Instagram, onde mostra fotografias suas no festival. “E que maravilhoso é ver estes artistas em palco, com todo o ‘power’, para nos passar aquela energia positiva”, acrescentou. Mas para Rita Pereira este não foi um festival qualquer: “Claro que este teve um toque especial porque pude ver, literalmente na fila da frente, o meu querido Dino d’Santiago. Eu sei que já disse isto várias vezes, mas não me canso e acho sinceramente que nunca é demais dizer a um amigo o quanto gostamos dele e o orgulho que temos: Dino, que orgulho ver-te naquele palco, com aquele ‘power’, aquela confiança, aquele gingar, sorriso e principalmente, com a mensagem que esperaste tantos anos para gritar ao mundo. Bravo, meu querido”, disse. Credito: DR
MEO MARÉS VIVAS
Segundo avança a imprensa inglesa Beckham vai arrecadar cerca de 18 milhões de euros com a produção, que ainda não tem data de estreia.
Já no passado sábado (16) ficámos a saber que Linda Evangelista está de volta ao mundo da moda: aos 57 anos é, mais concretamente, o rosto da mais recente campanha da marca italiana Fendi. Na imagem partilhada pela marca, a modelo posa com um conjunto de chapéus e malas, usando óculos de sol e uma camisola cinzenta de gola alta.
Muitas foram as celebridades que fizeram “check” em mais um festival de verão: no passado fim de semana a festa fez-se em Vila Nova de Gaia, no MEO Marés Vivas, que regressou este ano após as edições de 2020 e 2021 terem sido canceladas por conta da pandemia. O cartaz, que anunciava grandes nomes da música nacional e internacional como Bryan Adams, Maluma, Jessie J, Diogo Piçarra e Anitta, deixava antever dias de muito entretenimento, diversão e grandes espetáculos.
Credito: DR
O boato já tinha sido lançado há cerca de dois anos pelo jornal britânico “The Sun”, mas agora está confirmado: David Beckham, em parceria com a Netflix, vai criar uma série documental onde abordará todo o seu percurso profissional e pessoal. O ex-jogador de futebol, que vestiu a camisola de clubes como Manchester United, Real Madrid e Paris Saint-Germain, escreveu no Instagram: “Estou entusiasmado por confirmar a parceria com a Netflix para um documentário sobre a minha vida e carreira. A série incluirá arquivos inéditos, histórias não contadas, bem como entrevistas com as pessoas que fizeram parte da minha viagem”. Para além de, obviamente, ser o protagonista deste documentário, Beckham estará ainda responsável pela produção do mesmo, através da sua empresa Studio 99.
Credito: DR
Depois de já se encontrar hospitalizada há alguns dias, Maria de Lourdes Modesto partiu esta terça-feira, dia 19 de julho. A “diva” da gastronomia portuguesa, que morreu aos 92 anos, tornou-se mais conhecida do grande público quando, em 1958, se assumiu como a primeira apresentadora de receitas na televisão.
Apesar de, num primeiro momento, Anitta não ter revelado o motivo deste internamento, mais tarde explicou que iria realizar uma cirurgia relacionada com a endometriose - doença crónica caracterizada pelo crescimento fora do útero de tecido do endométrio, que forma uma massa benigna que necessita de ser retirada e que leva, entre outros sintomas a fortes dores durante a menstruação e durante ou após as relações sexuais - de que sofre.
Credito: DR
Credito: DR
Anitta deu por terminada a sua tour europeia no MEO Marés Vivas, que aconteceu entre os dias 15 e 17 de julho em Vila Nova de Gaia, Portugal. Só que esta terça-feira (19) a cantora brasileira deixou os fãs preocupados ao partilhar uma fotografia e um vídeo onde se mostrava internada num hospital em São Paulo, acompanhada pela amiga Gkay e pelo namorado, Murda Beatz, a quem se referiu como “o melhor enfermeiro”.
Nas fotografias partilhadas, podemos ver a atriz num look bastante ousado: um conjunto de top e calças com padrão tigresa e no cabelo dreadlocks - um penteado caracterizado por um emaranhado de tranças, normalmente longas e finas.
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OLHAR COM OLHOS DE VER
Teto do mundo. Créditos: Paulo Perdiz
Toronto downtown by CN Tower view. Créditos: Joana Leal
Be loved correctly or being alone completely. Créditos: @fanow
Oakville downtown wall art. Créditos: Stella Jurgen
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MILÉNIO | PASSATEMPOS
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Palavras cruzadas
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O objetivo do jogo é a colocação de números de 1 a 9 em cada um dos quadrados vazios numa grade de 9×9, constituída por 3×3 subgrades chamadas regiões. O quebra-cabeça contém algumas pistas iniciais. Cada coluna, linha e região só pode ter um número de cada um dos 1 a 9. Resolver o problema requer apenas raciocínio lógico e algum tempo.
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Culinária por Rosa Bandeira
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1.Fazer estimativa de; avaliar, calcular 2.Adquirir habilidade e/ou conhecimento 3.Dizer quem é; determinar ou comprovar a identidade de (algo, alguém ou de si mesmo) 4.Elevar-se do chão por impulso dos pés e das pernas 5.Escolher uma pessoa ou coisa entre outras; decidir-se por 6.Pôr para trás, fazer recuar; retrasar 7.Obter, mediante pagamento, a propriedade ou o uso de algo 8.Fazer chegar ou ocorrer antes do tempo marcado; adiantar(-se)
9.Descansar em estado de sono 10. Sustentar-se ou mover-se no ar por meio de asas ou algum meio mecânico 11.Exprimir por meio de palavras 12. Fazer trepidar ou trepidar; fazer estremecer ou estremecer; tremer 13. Tornar(-se) seco, retirar de ou perder a umidade; enxugar(-se) 14. Apresentar, mostrar. Tornar (algo) visível ou perceptível a outrem (ou a um grupo de pessoas) 15. Movimentar-se no espaço de uma parte mais alta para uma mais baixa
Salada de feijão preto
Jogo das 11 diferenças
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Créditos: DR
Caça palavras
Ingredientes • • • • •
1 lata de feijão preto 1 lata de milho 1 pimento vermelho aos cubos 10 tomates cereja cortados ao meio 1 dente alho picado
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Sal e pimenta q.b. 2 colheres de azeite 1 lima (raspa) Coentros 1 abacate
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Modo de preparação:
RUTURA
Num recipiente misturar o feijão pre- dos e temperar com sal e pimenta a gosto. to, o milho, o pimento vermelho cortado Colocar no frigorifico durante duas horas. aos cubos e os tomates cereja cortados ao Na hora de servir colocar o abacate em meio. cubos medios, misturar com cuidado para Fazer o molho com o dente de alho picado, não desfazer o abacate. o azeite, a raspa da lima, os coentros picaBom apetite!
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MILÉNIO | HORÓSCOPO
CARNEIRO 21/03 A 20/04 O seu mundo interior, a sua família, os seus amigos estarão nesta semana no centro das suas atenções. À sua volta instalar-se-á um clima de harmonia que lhe trará uma sensação de segurança e bem-estar. Poderá sentir no seu íntimo uma maior felicidade, tanto a nível doméstico como no seu ambiente de trabalho. TOURO 21/04 A 20/05 Esta é uma época mais introspetiva. Sentirá que está mais voltado/a para si próprio do que é habitual. No entanto, a comunicação dos seus sentimentos e emoções mais profundos será mais fácil e espontânea. Tudo o que tenha a ver com a casa, a vida doméstica ou com a família poderá requerer grande parte da sua atenção.
GÉMEOS 21/05 A 20/06 Com Marte a transitar na Casa XII, vai sentir uma enorme necessidade de se afastar de tudo e de todos. Vai querer fugir da rotina. Esta é uma fase em que a insatisfação estará presente. Está com receio de não se realizar emocional e profissionalmente. Para superar esta fase menos boa, tente dedicar mais atenção aos outros, ajudando-os. CARANGUEJO 21/06 A 20/07 Nesta semana a sua energia está direcionada para o planeamento e controlo financeiro. É uma época de grande atividade mental na elaboração de transações comerciais lucrativas. Passe à ação e concretize os planos que tão cuidadosamente tem vindo a delinear. Se tiver de correr riscos esta é a altura indicada.
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LEÃO 22/07 A 22/08 É possível que neste período tenha de cuidar de alguém que esteja doente ou que necessite da sua ajuda, o que provavelmente fará com gosto e dedicação. Contudo, não imponha a sua presença se acha que ela não é desejada, em especial se tem algum interesse pessoal. Poderá sentir-se marginalizado/a sem razão. VIRGEM 23/08 A 22/09
SAGITÁRIO 22/11 A 21/12 A troca de ideias e de experiências será a tendência que prevalecerá durante este trânsito. As conversações e relacionamentos estão favorecidos, sobretudo se orientados num interesse comum que pode ser a filosofia ou até ideias abstratas. Preste atenção a conversas casuais pois subitamente podem ganhar mais profundidade. CAPRICÓRNIO 22/12 a 20/01
Vai encontrar as soluções de que precisa dentro de si. A meditação e a espiritualidade vão ajudá-lo/a a planificar a vida e a conhecer-se melhor, mas não se feche demasiado, inconscientemente poderá estar a fugir da realidade. Apesar de não sentir vontade de conviver faça-o, numa conversa ocasional poderá encontrar alguém especial.
Durante este período é possível que esteja mais sensível às energias e humores das pessoas que giram à sua volta, uma vez que o seu lado emocional está destacado. A sua vida amorosa está neste momento favorecida, pelo que é possível que inicie agora uma nova relação, ou simplesmente aprofunde a já existente.
BALANÇA 23/09 A 22/10
AQUÁRIO 21/01 A 19/02
Esta não deverá ser a altura de se isolar, mas pelo contrário é ideal para trabalhar em equipa, para se relacionar com amigos ou colaborar em atividades coletivas. Há um aumento da sua criatividade e uma maior abertura. Nestes dias poderá ter uma boa ideia que mude a sua vida para melhor.
ESCORPIÃO 23/10 A 21/11 As situações de conflito podem ser minimizadas, eliminando assim os desentendimentos, corrigir e esclarecer mesmo as relações mais íntimas. Evite situações polémicas e utilize as boas energias. Tenha cuidado redobrado com os assuntos legais, que lhe poderão trazer problemas com a justiça.
O seu poder de discernimento lógico e racional encontram-se especialmente aguçados. Examine o modo como resolve as situações e assume as suas responsabilidades quotidianas. Esta é uma fase de trabalho e de serviço prestado aos outros, cujos benefícios só serão rentabilizados numa fase posterior da sua vida.
PEIXES 20/02 A 20/03 Nesta semana o seu intelecto estará particularmente ativo. É um período de grande capacidade de trabalho pelo que o deverá utilizar por forma a obter resultados em algum plano mais ousado, anteriormente concebido por si. A argúcia que demonstra levará os outros a apoiar os seus projetos, contribuindo para a sua realização.
Soluções 7 C O M P 2 3 E B I R S D T E 4 P U N D S T I M A I R F I 12 V I C 8 A N T E R
15 D 14 E X I S 5 C P E R R 1 E F E 10 V O A R I 11 F A L A R
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Agenda comunitária
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Classificados
Casa da Madeira Community Centre
Procura Senhora de limpeza a tempo parcial ou tempo integral a trabalhar em Mississauga (Hurontario e QEW). Os deveres incluem: limpeza, lavanderia e preparação ocasional de refeições. Interessados favor entrar em contato 647-500-9192 entre às 18h a 21h em qualquer dia da semana.
Festa do Emigrante
1621 Dupont St., Toronto - July 23-24. Um fim de semana a celebrar os emigrantes. Informações ligar 416-533-2401
Casa da Madeira Community Centre Festa da Nossa Senhora do Monte 1621 Dupont St., Toronto - Agosto 20-21. Festa da Nossa Senhora do Monte. Para reservas favor contactar:416-533-2401
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Fado Night - a tribute to Amalia Rodrigues. With fadistas, Claudia Madur and Jorge Fernando and musicians, Guilherme Banza, Bernardo Viana & Frederico Gato. For more informations 905-286-1311
Portuguese Cultural Centre of Mississauga Guinness World Record Attempt 17 de setembro, às 12 horas Join us in beating a world record attempt for most people dancing a Portuguese folk dance. Register today and be part of Mississauga history. For more informations 905-286-1311
Portuguese Cultural Centre of Mississauga PCCM Annual Golf Tournament
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Portuguese Cultural Centre of Mississauga Fadoalado
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*Lease: Anticipated delivery will be late 2022/early 2023. Offer valid at participating dealers to eligible retail lessees in Canada (excluding Quebec) who have entered a lease agreement with GM Financial between July 1, 2022 and August 2, 2022 of a 2022 Cadillac XT4/XT5/XT6. Lease based on suggested retail price of $65,867 for an eligible new 2022 XT6 Sport at participating dealers. $0 down payment required. Bi-Weekly payment is $443 at 3.5% APR for 24 months. 52 bi-weekly payments required. Total lease obligation is $22,977. 20,000-kilometer allowance; charge of $0.16/km for excess kilometers. Cost of borrowing is $3,912. Taxes, license, insurance, registration and applicable fees, levies, duties and, dealer fees (all of which may vary by dealer and region) are extra. Option to purchase at lease end is $46,402. Rate will be honoured, but the residual and payment amounts reflected in the representative example are subject to change. See dealer for details. Dealer may sell for less. Limited time offer, which may not be combined with certain other offers. General Motors of Canada Company may modify, extend or terminate offers in whole or in part at any time without notice. Conditions and limitations apply. Offers may not be redeemed for cash and may not be combined with certain other consumer incentives. On approved Credit. While supplies last. Dealer order or trade may be necessary, but may not be available in all cases. ++Cadillac Premium Care Maintenance Program provides eligible customers who have purchased, leased or financed in Canada a new eligible Cadillac with a GM dexos1™ oil and oil filter change, and tire rotations (limit of up to eight (8) in total) in accordance with the oil life monitoring system and your vehicle’s Owner’s Manual, along with limited inspections and other select services, for 4 years from your vehicle’s delivery date or 80,000 km, whichever occurs first, performed at participating authorized Cadillac dealers. CTS-V may be eligible for additional services. Fluid top offs, brakes, wheel alignments etc. and dealer recommended maintenance are not covered. May not be redeemed for cash or combined with certain other consumer incentives. General Motors of Canada Company reserves the right to amend or terminate this offer, in whole or in part, at any time without prior notice. Additional conditions and limitations apply. See dealer for details.
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