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Revista graciosa country club ed 235

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um marco na história do golf

No ano em que completa 90 anos, a Diretoria inaugura seu novo Campo de Golf, um marco para história esportiva não apenas do Clube, mas do Paraná.

O primeiro campo do Graciosa Country Club foi inaugurado em 14 de julho de 1928 e, desde o início, tido como um dos mais bonitos do país. Com a incrível evolução dos equipamentos e técnicas deste esporte nos últimos anos, o campo precisava ser readaptado.

Mantivemos o número de buracos – nove – mas o campo se tornou mais competitivo e desafiador. É o chamado estilo resort , definido por uma grande versatilidade. Se por um lado oferece desafios para os golfistas mais experientes e das categorias principais, por outro lado tem o potencial de atrair novos jogadores e agradar também aos amadores.

O projeto do campo foi assinado pelo renomado arquiteto norteamericano Dan Blankeship e coordenado pelos Capitães de Golf Leslie Bocchino e Guilherme Ferreira da Costa, com a supervisão da Comissão de Obras; a todos, parabenizamos pelo excelente trabalho e pela observância do cronograma e do orçamento estabelecidos. Não poderia deixar de agradecer a dedicação e comprometimento dos nossos funcionários envolvidos nesta grande obra.

Para conhecer o novo campo, organizamos um Torneio de Abertura no dia 18 de março.

Para nós é uma grande satisfação realizar uma obra como esta em nossa gestão.

Abraços

sumário

/06 news comunicados . pensando o brasil /10 obras renovação do campo de golf /18 cultura pensando o brasil . novos títulos . títulos mais requisitados . dicas dos leitores /34 saúde alimentação /46 cp maratona . espaço funcional /48 golf glossário . aviso /52 tênis torneio raquetinha de verão . tenistas que brilham . encontro . artigo /60 eventos comunicado . regras do poker . glossário

A Revista Graciosa Country Club não se responsabiliza pelos espaços publicitários comercializados, bem como pelos artigos assinados, sendo as duas formas de promoção de inteira responsabilidade de seus anunciantes e autores. expediente

Jornalista responsável / Caroline Nogarolli > MTB 5271 direção de criação / Alessandra Saltori > Ideale Design diagramação / Renato Nogueira impressão / Corgraf comercialização de publicidade / Saltori Mídia Estratégica > renato@saltori.com.br . www.saltori.com.br 41. 3016-9094 / 99996.9995 foto de capa / Lucas Lopes

revista / raciosa country club

chá da tarde

Reúna suas amigas para uma deliciosa tarde.

data 29 de março

data 26 de abril

data 31 de maio

/ Informações e reservas 41. 3025-1333

happy hour

Ele está de volta em um dos ambientes mais charmosos e aconchegantes do Clube. Programe-se!

data 05 de abril

data 03 de maio

data 07 de junho

gastronomia

comida J aponesa

Toda terça feira a partir das 19 horas delicioso buffet de comida japonesa na Sede Social.

Q uinta da pi ZZ a

Toda quinta-feira no Bar do Tênis das 18 às 21 horas.

B u FF et de F ei J oada

Todos os sábados a partir das 11h30 no Restaurante do Golf.

B u FF et de domingo

Almoço a partir das 12 horas na Sede Social.

pensando o B rasil

“Histórias Públicas e Privadas do Império Brasileiro” com Mary Del Priore, autora de 47 livros sobre História do Brasil, vencedora de mais de 20 prêmios literários nacionais e internacionais. O convite deverá ser retirado na Biblioteca do Clube mediante a troca de uma lata de leite em pó.

data 27 de abril

hora 20 horas

data Sede Social

Graciosa inau G ura novo campo de gol F

No ano em que completa 90 anos, o Graciosa Country Club apresenta uma grande novidade aos sócios - e mais um marco na história esportiva do Paraná. Depois de uma reforma completa, realizada ao longo de oito meses, o clube inaugura seu novo campo de golf no próximo dia 17 de março.

Com sua primeira versão inaugurada em 14 de julho de 1928, o campo de golf do Graciosa se consagrou desde os primeiros tempos como um dos mais bonitos do país. Nunca deixou de receber manutenções e melhorias, mas necessitava de uma atualização mais efetiva. “Os equipamentos e técnicas deste esporte evoluíram de forma incrível nos últimos anos. Com isso, o campo precisava ser readaptado, explica o presidente Glaucio Bley Filho. O resultado é um campo completamente novo”, ressalta.

fotos lucas lopes

Foi mantido o número de buracos - nove -, mas os jogadores serão brindados com uma experiência bem diferente. “Nosso campo se tornou mais competitivo e desafiador, mas ao mesmo tempo permite um jogo muito prazeroso”, destaca o Bley Filho. “É o chamado estilo resort, definido por uma grande versatilidade. Se por um lado apresenta desafios para os golfistas mais experientes e das categorias principais, por outro é capaz de divertir e conquistar os jogadores amadores, de mais idade ou de handicap maior”.

O BRA s DE p E s O

A entrega do novo campo representa uma das grandes realizações da atual diretoria, juntamente com ampliação e modernização do Centro Poliesportivo. Eles fazem parte de um conjunto importante de obras que englobou ainda a construção de quadras de paddle e beach tennis, além da reforma das piscinas externas. “Os dois espaços serão entregues atualizados com o que há de mais moderno em seus segmentos”, aponta o presidente Gláucio Bley Filho. “Um legado para as futuras gerações de sócios, uma vez que tão cedo não será necessário fazer outras mudanças”. Ele destaca ainda que prazos e orçamentos foram cumpridos à risca, fruto de uma ação conjunta entre Diretoria e Comissão de Obras, além de muito planejamento e estudos com profissionais reconhecidos em diferentes segmentos.

“Tivemos o cuidado de em cada detalhe procurar a melhor solução técnica”, acrescenta Bley Filho. O presidente explica que a opção por realizar as obras ao mesmo tempo levou em conta a logística. “Uma acabou ajudando a outra, principalmente no que diz respeito à entrada de materiais de construção e à saída de resíduos. A maior parte do acesso foi feita pelo próprio campo de golf”.

pARECER DO s CA p I tã E s

Os greens, área final de cada buraco, estão entre os principais destaques, como destaca a capitã do golfe Leslie de Oliveira Bocchino. “Tiveram seu tamanho aumentado e privilegiam o jogo de precisão, no qual a busca pela bandeira é essencial. O jogo curto torna-se fundamental na busca de um melhor score. O arquiteto Dan Blankeship, com toda sua experiência reavaliou as distâncias e estabeleceu novas metas e desafios para todos os golfistas: mulheres, homens e Scratch.”, explica.

Para Leslie, o novo projeto privilegiou a beleza já consagrada do espaço esportivo.

É um lugar espetacular para o esporte, entre os mais bonitos do país, e agora com um projeto moderno de alto nível, as bancas foram melhor posicionadas e o grande destaque é o novo buraco do 8 que nos brinda com um novo e belo lago, aumentando a dificuldade e o charme do campo ”, diz. “Esta obra será motivo de orgulho para todos nós, pois demonstra a capacidade do clube em se reinventar, modernizando e melhorando seus espaços”.

Um A REFER ê NCIA NACIONAL

Já o Capitão do Golf, Guilherme Ferreira da Costa, destaca que o campo do Graciosa sempre foi referência no Brasil e agora voltará a ter um lugar de destaque como um dos melhores do país. Os greens seguem os critérios da USGA (United States Golf Association). A grama escolhida para ser plantada foi a Bermuda Tifeagle, utilizada nos mais modernos campos pelo mundo, ela traz o benefício de ser mais resistente ao nosso inverno, deixando o campo sempre com boas condições de jogo. Para sua manutenção o sistema de irrigação e drenagem foi refeito.

Entre obstáculos e outros elementos, as bancas foram reposicionadas e não faltam surpresas como o novo lago do 8 (foto pág 14) e destacamos os novos buracos do 6,7 e 8 que darão uma imponência jamais imaginada ao compo do Graciosa.

O projeto também teve especial cuidado com a arborização. Árvores condenadas foram substituídas, novas espécies foram plantadas e um bosque inteiramente novo ganhou corpo - são mais de 200 árvores, num processo acompanhado por um engenheiro florestal e todas as licenças ambientais necessárias.

Outra novidade é que agora os nove buracos contam com caminhos para os golf carts, podendo ser percorridos mesmo em dia de chuvas aumentando a disponibilidade de jogos, além de facilitar o acesso com mais comodidade a todas as idades.

Todo o conceito de modernização do campo foi fundamentado na idéia de atender aos anseios do maior número possível de associados golfistas. Com a introdução do sistema de 3 tees de saída, será possível dar mais flexibilidade à escolha do grau de dificuldade de jogo que cada um deseje”, detalha o capitão. “Quem optar por jogar dos tees de trás encontrará um campo mais desafiador, com mais dificuldades. Quem sair dos tees da frente encontrará um campo mais amigável e divertido”.

Costa também aponta a entrega da obra como um novo marco na história do Graciosa: “O golf é um dos maiores diferenciais que o nosso clube possui. O golfista é um apaixonado e com a inauguração do campo, imagino que muitos daqueles que ao longo dos anos foram se afastando ficarão tentados a retornar e usufruir do nosso novo campo”.

C URI t IBA NA v ANGUARDA

O projeto do campo de gole foi assinado pelo arquiteto norte-americano Dan Blankenship. Radicado no Brasil há 22 anos, ele iniciou carreira atuando ao lado de um dos maiores nomes do segmento em todo o mundo, Pete Dye, e seu filho, Perry Dye. Blankenship já executou grandes projetos no Japão, Tailândia e em seu país natal, além de obras por todo o Brasil, somando 24 novos campos, entre outros trabalhos de reforma. Todo este conhecimento foi um dos fatores determinantes para que seu projeto fosse eleito pelo Graciosa, além de ainda ter apresentando a melhor proposta financeira entre as empresas consultadas.

Blankenship conta que todo o trabalho teve como ponto de partida muitas pesquisas. “Foi realizada uma mudança muito grande, pois o espaço merecia uma remodelação deste porte. Posso dizer que poucos clubs no mundo têm essa posição dentro da cidade, uma localização tão próxima da área central de Curitiba. E ao mesmo tempo, com um belíssimo visual natural. Segundo Blankenship, o salto técnico é marcante. Agora, com o novo campo, o Graciosa adquire condições técnicas de campos que estão entre os melhores do mundo, sem dúvida!”

pERFEI t O E m t ODO s O s DE t ALHE s

A obra começou com a retirada da grama. Foi feita a terraplenagem e os serviços para drenagem. A fase seguinte, o emprego de pedra brita e areia para a criação das bases dos greens e obstáculos. Todo o sistema de irrigação foi remodelado para receber a grama definitiva.

O maior desafio foi o espaço limitado para concretizar a obra, por conta das demais estruturas do clube e propriedades vizinhas”, prossegue o arquiteto. “Mas como tivemos apoio total do Graciosa, tudo correu muito bem. Ao final, não foi um desafio, mas um grande prazer transformar este projeto em realidade”.

Dan Blankenship já conhecia o clube, mas há 15 anos não retornava a Curitiba. “Fiquei impressionado com as mudanças e evolução. Afinal, além de trabalhar com o golf, também jogo muito. Espero poder jogar aqui em breve”.

Exp EC t A t I v A E p RI m EIRA s t ACADA s

A expectativa entre os golfistas graciosanos é grande. Mas já tem data para terminar. O clube realiza no dia 18 de março um torneio fechado para que os golfistas de todos os níveis possam jogar e conhecer o novo campo. O Graciosa conta hoje com 349 associados federados (273 homens, 67 damas e 9 juvenis).

“Somando todas as melhorias que foram executadas, não tenho dúvidas em afirmar que o novo campo será uma grata surpresa a todos que vierem jogar o nosso Aberto”, aponta o capitão Guilherme Costa. E a capitã Leslie Bocchino conclui: “Os desafios técnicos serão um ponto alto da competição, que exigirá do competidor maior atenção as suas tacadas do que à admiração a beleza do nosso campo. Tudo isso propiciará uma grande confraternização e diante do charme do nosso campo. Os vencedores serão mero detalhe”.

A GRADECI m EN t O s E sp ECIAI s

Presidente, Capitães e Diretoria agradecem a compreensão dos sócios no período de obras e celebram a participação dos colaboradores, que foram fundamentais para o bom andamento do trabalho.

“Contamos com o trabalho dedicado de 50 funcionários do clube que atuaram diretamente na obra. O novo bosque do campo conta com uma placa homenageando todos eles”, relembra Bley Filho. “O plano de manejo teve como grande destaque o plantio de 144 árvores nativas, de espécies como Ipê Roxo, Pau Ferro, Jequitibá, Guapuruvu, Aroeira e Cássia”.

O Presidente presta ainda homenagem especial ao Capitão do Golf do Clube Curitibano, Patrice Vian, que abriu as portas para que os jogadores do Graciosa pudessem jogar no clube parceiro durante a reforma.

69ª E DI çã O DO A BER t O DE G OLF C IDADE DE C URI t IBA

Organizado pelo Graciosa, em sua sexagésima nona edição, o Aberto de Golf acontecerá de 13 a 23 de abril e reunirá cerca de 300 jogadores de todo o país, nas categorias profissional e amador, masculino e feminino.

Os jogos acontecem em duas etapas, quem joga a primeira não joga a segunda. O torneio contabilizará pontos para o ranking Paranaense e Mundial.

A 69ª Edição do Aberto de Golf Cidade de Curitiba conta com o patrocínio de: AG7 Ícaro Jardins do Graciosa e Mandala, Honda Niponsul e Granado.

Apoio: Nomaa Hotel e CostaCurta Odontologia

a h istória das coisas

(e

das pessoas)

ou, a simplicidade venceu a simplificação

Quem construiu t ebas, a das sete portas? Nos livros vem o nome dos reis, mas foram os reis que transportaram as pedras?

Na noite de 27 de abril, o Projeto Pensando o Brasil, coordenado pela Diretora Cultural Liana Leão, em parceria com B’nai B’rith, Casillo Advogados, Solar do Rosário e UniBrasil Centro Universitário , receberá Mary Del Priore : historiadora, professora, membro da Academia Portuguesa de História, da Real Academia de la Historia na Espanha, do PEN Clube do Brasil, da Academia Carioca de Letras, de inúmeras academias latino-americanas. E isso diz pouco da autora de 45 livros de História que recebeu mais de vinte prêmios literários, da intelectual que não se intimida com temas: religião, sexualidade, erotismo, beleza, feiura, famosos, infames, desconhecidos...

Há muitas maneiras de estudar, aprender, pesquisar, ensinar, escrever, descrever História. Algumas correntes a tratam como resultado do choque contínuo entre capital e trabalho. Outras tratam os atos dos apóstolos, revolu -

cionários, reis e generais como causa única e suficiente para as venturas e desventuras dos povos. Existem as que deixam tudo a cargo de uma natureza imprevisível, tempestades destroem armadas invencíveis, secas prolongadas trazem fome e revolução, calmarias no oceano propiciam a descoberta de continentes.

Evidentemente, bons historiadores contemplam todos esses aspectos e muitos mais, dosando-os segundo suas metodologias, e até ideologias; mas quase sempre tratando de fatos, de acontecimentos, de guerras, movimentos. De modo geral, afora os personagens principais de quem tudo se sabe, sabe-se tão pouco dos demais que não há registro na psiquiatria de algum delirante ter se declarado “ordenança de Napoleão Bonaparte”. As pessoas “não representativas” são simplificadas, tratadas como meros estereótipos.

A palestrante está lançando “Histórias da Gente Brasileira”, serão quatro livros, dois já publicados: 1 – Colônia, 2 – Império, 3 – República até 1950, 4 – República de 1951 até 2000 . E optou pela simplicidade: trata de pessoas, de hábitos, de modos de vida e trabalho. Não encontraremos as habituais “personalidades” e sim nós mesmos como talvez fossemos naquelas épocas, o que se comia, como se vestia, de que forma se trabalhava. História se faz, também, das histórias de pessoas em seu cotidiano, em seus afazeres, neste sentido as “Histórias da Gente Brasileira” são a História do Brasil. Índios, europeus, africanos, os habitantes, voluntários ou não, desta terra são apresentados como o que foram, pessoas que, bem ou mal, construíram um país.

Mary teve a gentileza de conceder a seguinte entrevista:

_Como realiza as pesquisas para seus livros? É fácil o acesso às fontes confiáveis?

m ary d el p riore /// O Brasil tem um passado riquíssimo e complexo que se esconde nos arquivos. Públicos ou privados, eles nos contam como viveram, amaram ou morreram nossos antepassados. Revelam, também, sua luta pela sobrevivência e por dias melhores. A mobilidade social de inúmeros brasileiros já é percebida desde o século XVIII e ela reforça a ideia de um povo trabalhador e criativo que tenta, de várias maneiras, suprir as carências que não são preenchidas por políticas públicas desde o período colonial, ao Império ou à República. O grande inimigo de nosso passado são as traças, nos arquivos públicos, maltratados e esquecidos pelas autoridades. Ou os decoradores de "Feng Shui" que pedem que se jogue tudo de "velho e antigo", fora! Isso leva muitos arquivos privados para o lixo!

_Você já falou que até os anos 1970 o padrão de beleza feminina era mais “aberto” e que posteriormente houve o advento da ditadura do “tipo único” a que poucas mulheres conseguem corresponder. A “customização” pessoal que as jovens de hoje praticam não expandiu novamente o conceito de beleza?

Escrevo para quem gosta de ler e gosta de história. É preciso democratizar o conhecimento e a gente não o faz falando difícil e discutindo teorias herméticas numa torre de marfim. O leitor comum quer ter o prazer na leitura.

— M A ry D e L Pri O re —

m ary d el p riore /// O conceito de beleza é construído pela cultura. Na África, mulheres muito gordas são consideradas as mais belas. No Oriente, bonitas só as muito jovens. Durante séculos, entre nós, belas eram as morenas, cheinhas, de cabelos longos e olhos vivos. A moda das louras chegou ao Império, junto com as bonecas de porcelana, as cocottes, ou prostitutas francesas. Nos anos 70, o modelo Barbie se impôs: seios de silicone, bocas idem, cabelos tingidos etc. As academias de ginástica, que se expandiram na mesma época, também propunham o modelo do corpo "malhado e esculpido", pedaço por pedaço. Passados mais de trinta anos, aprendemos que não há modelo único de beleza e o importante é a saúde. Mais: as diferentes tribos urbanas, impuseram elas também, variados conceitos de beleza implodindo o "modelo único". Dou um exemplo: na zona sul do Rio de Janeiro, o modelo é da "mulher-frango": magra e branca. Na zona Norte: a mulher-filé: curvilínea e morena. Nossa sociedade que está se tornando um "país das cabeças brancas" precisa também rever o conceito de velhice. E ver beleza nessa fase da vida que ainda é discriminada por muitos, mas é, inexorável.

_Há um número grande de mulheres muito competentes e bem sucedidas em todas as áreas privadas e públicas. Em que se diferenciam de seus equivalentes masculinos?

m ary d el p riore /// A luta das brasileiras por representatividade na vida política é antiga e contou com nomes como Leolinda Daltro, Gilka Machado e Bertha Lutz. Pode-se dizer que se alguém conquistou plena igualdade política, foram as brasileiras. Elas fazem campanhas e são eleitas, sem as perseguições movidas no passado como, por exemplo, a que atingiu Bertha Lutz acusada de fraude eleitoral. E a igualdade com os políticos é absoluta: elas têm isonomia no horário político eleitoral e não encontram barreiras para o financiamento de suas campanhas. Mas o que nos trazem os jornais e a mídia são informações sobre outra forma de igualdade: nossas eleitas roubam gastam cartão corporativo e mentem como seus pares do sexo masculino. Integram “mensalões”, “mensalinhos” e dossiês de todo o tipo. Às vezes, na primeira linha. Outras, nos bastidores. Parecem ter esquecido da agenda arduamente amadurecida durante o movimento de redemocratização do país.

Ou inspirada nas ideias extraídas das lutas feministas no estrangeiro, notadamente as vindas da França e EUA, cujos alvos são o Direito ao Aborto, a luta contra a violência doméstica e outros. No Brasil, continuamos sem ações eficientes que atendam direta e majoritariamente os problemas femininos como gravidez na adolescência, aumento de creches e de programas de saúde na Terceira Idade e educação para a inserção profissional da mulher. Quanto às nossas candidatas à vida política, saídas de um Congresso majoritariamente deteriorado, o que terão a oferecer de novo, quando as alianças para a eleição continuam a se escorar na corrupção? A história já demonstrou que só a diferença sexual, não basta.

_Qual é o seu leitor ideal?

tanto democrático, o conhecimento construído de maneira séria. Tais obras, talvez não tenham a complacência dos acadêmicos, mas ajudam a entender quem somos e por quê somos o que somos. Sabemos que a escrita da história não é neutra. Ela sempre tem objetivos. O meu, é simples: multiplicar o interesse pelo passado, pela memória, pela nossa história que é riquíssima, complexa e apaixonante.

_Aguardamos com ansiedade o lançamento dos outros dois volumes desta coleção. Pode nos dar um pequeno spoiler?

Com milhares de leitores e muito respeito na área acadêmica, Mary d el p riore é indispensável a todos que desejam pensar – melhorsobre o Brasil.

m ary d el p riore /// Escrevo para quem gosta de ler e gosta de história. E acredito que o historiador tenha três obrigações: pesquisar, dar aulas e divulgar seu conhecimento. É preciso democratizar o conhecimento e a gente não o faz falando difícil e discutindo teorias herméticas numa torre de marfim. O leitor comum quer ter o prazer na leitura. E os livros de divulgação - como os que faço - tem a preocupação de tornar acessível, agradável e por-

m ary d el p riore /// O terceiro volume, sobre os anos 1900 a 1950, já apresenta uma novidade: ele é todo baseado em memórias de grandes escritores brasileiros. De Érico Veríssimo a Adalgisa Néri, de Zé Lins do Rego a Thiago de Mello. A memória ali, funciona como uma janela que se abre para o mundo de quem se lembra. E uma janela que nos permite, também, alargar o nosso. Águas passadas? Nada disso. Um arquivo de crenças, de valores coletivos que persistiram na forma de hábitos e costumes. A memória é fonte rica, pois é a voz direta dos atores de um tempo. Eles nos falam e contam o que viram, ouviram e viveram. Não estamos preocupados com o estilo, mas com o testemunho de seu modo de vida: o de uma geração que assistiu passar a História da República Velha e do Estado Novo. Para muitos, e em diferentes partes do país, as mudanças no cotidiano trouxeram maior impacto do que as revoluções ou a vida política. Por exemplo, o advento da radiola ou do Ford bigode ocasionou maior impressão do que a vitória de Getúlio em 1930 ou a revolução constitucionalista de 1932. Já o volume IV, que cobre de 1960 a 2000, contará com testemunhos de protagonistas conhecidos ou anônimos sobre esses complexos anos de nova vida política. De porteiros e cozinheiros à artistas e políticos vamos registrar, por meio de entrevistas, a forma como viveram. E buscar resposta para a pergunta que não quer calar: somos uma sociedade conservadora? Apoiamos a Ditadura? Por que tantos milhares de brasileiros viveram esse período como uma "dita-branda"? E insisto: não quero levar o leitor a concordar com nada, mas a tirar suas próprias conclusões.

wanda camargo e ducadora e Assessora da Presidência do Complexo de e nsino Superior do Brasil – UniBrasil

F im das

F érias e retorno às aulas

Férias são aQueles dias, seguidos em que há tempo para aproveitar, para descansar, passear no clube, fazer viagens, encontrar família e amigos, conhecer novos lugares e recarregar as energias para um novo ciclo.

Entretanto, ao final deste período, é muito comum ouvir queixas sobre a dificuldade em adaptar-se a rotina do dia-a-dia escolar.

Isso acontece, principalmente, em virtude da mudança de rotina familiar, pois neste período de férias escolares, os horários para acordar e adormecer são mais elásticos, bem como os dias são mais livres de compromissos e a própria dinâmica de uma casa vai tomando uma configuração de maior liberdade, condizente ao que se espera das férias. Contudo, com o fim das férias escolares e o retorno às as aulas, faz-se necessário pensarmos na importância de reconexão com a rotina, tanto para as crianças, quanto para seus familiares, isso porque a rotina é um instrumento educacional importante para a formação dos seres humanos, já que ela organiza; oferece segurança e direcionamento ao dia-a-dia de todos os indivíduos.

f ERNANDA CA b RAL bo NA to Psicóloga Clínica - CrP 08/10.734 Mestranda em Psicologia – UFPr especialista em Psicopedagoga - PUCPr especialista em Sexualidade humana - FMUSP

Na realidade, desde o nascimento o ser humano é condicionado à uma construção de horários e hábitos para se alimentar, dormir, fazer higiene tão fundamentais para a organização pessoal e construção da identidade, entretanto, na medida que o tempo passa, as atividades naturalmente aumentam de complexidade e o prazer muitas vezes acaba sendo substituído por necessidades nem tão prazerosas assim.... Por isso, esta transição entre as férias escolares, período tão repleto de liberdade, diversão e brincadeiras, deve ser introduzida paulatinamente na vida familiar, para que a mesma não seja vivenciada como algo sofrido pelas crianças em fase escolar.

Deve-se ter cuidado para que as crianças não associem esta rotina vivenciada em período escolar ao desprazer, já que a associação escola/desprazer é extremamente prejudicial a qualquer aprendiz e ao ato de aprender.

Desta forma, é importante que a rotina vivenciada no retorno às aulas não seja rígida; que haja foco em horários de descanso, de alimentação e de produção, mas que ao mesmo tempo não aprisione as crianças exclusivamente ao papel de aprendiz.

MARIA S í Lv IA to DESC h I S ou SA

Psicóloga Clínica– CrP 08/9.314 especialista em Psicopedagogia - PUCPr Atuação em ludoterapia e terapia familiar sistêmica

texto F ernanda ca B ral B onato / maria sílvia todeschi sousa

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ter ou não ter , eis a Q uestão !

A Sabedoria do Consumo

Nilton bonder

Em Ter ou não ter, eis a questão! Nilton Bonder nos leva a mais uma estimulante viagem para dentro de nós mesmos. O livro trata de forma criativa e profunda do Ter como um dilema de cada um de nós, colocando a questão de forma ampla e rica e argumentando que a famosa frase de Shakespeare Ser ou Não Ser tem tudo a ver também com o ter, especialmente em uma sociedade moderna.

O tema é abordado de forma didática, situando o dilema do título em quatro esferas paralelas: física, emocional, intelectual e espiritual. A partir daí, surgem elos com o bem-estar de cada um, ligados à sobrevivência, à plenitude do sentimento, à paz interior e à continuidade (ou de outra forma, à nossa finitude). A argumentação é interessante e por vezes complexa, mas Bonder sempre consegue trazer o leitor a terra falando de sentimentos

como a perda, a traição (e a injustiça), o embotamento, a depressão e, é claro, a posse!

Para um economista como eu, acostumado a pensar no ser humano de forma estilizada e às vezes até simplista, a leitura de um ensaio como este, que busca iluminação na psicologia, na filosofia, na religião e, sobretudo, na experiência de vida do autor, foi enriquecedora e agradável.

Distanciando-se da abordagem tradicional, que trata a busca da posse como uma malignidade espiritual, um obstáculo ao “ser”, Nilton Bonder resgata sua centralidade existencial. Não é possível “ser” sem “ter”, ou melhor, não é possível “ser”, sem estar-se constantemente submetido à questão: “ter ou não ter?”

Este é um livro capaz de romper muros de hipocrisia entre os conceitos de “ser” e “ter”, estabelecendo pontes que esboçam uma possível “Economia do Desejo”. Uma Economia que relaciona itens e desejo, revelando valores capazes de permitir a posse. Posse essa composta de tudo o que, por opção, conseguimos “ter”, em relação a tudo que, também por opção, preferimos “não ter”. Uma forma de posse que, além de não ser pecado, se faz bagagem indispensável à existência.

Nilton Bonder , como é próprio de seu pensamento e de sua obra, arroja-se na contramão do senso comum da moral e da espiritualidade, e reafirma o imperativo e o imprescindível da posse.

o livro de h enri Q ue

hilary Mantel

Em 1535, Thomas Cromwell , o filho do ferreiro, muito se distanciou de suas origens humildes. Principal ministro de Henrique VIII, sua sorte se elevou junto à de Ana Bolena, segunda esposa do rei, por quem o monarca rompeu com Roma e criou a sua própria Igreja. Contudo, as ações do soberano conduziram a Inglaterra a um perigoso isolamento, e Ana Bolena não conseguiu cumprir aquilo que prometera: gerar um filho e assegurar a linhagem Tudor . Ao acompanhar Henrique em sua visita a Wolf Hall , Cromwell percebe a repentina paixão do rei pela discreta e silenciosa Jane Seymour . O ministro está certo de que não apenas o contentamento do rei está em jogo, mas também a segurança da nação. Enquanto abre caminho por meio das políticas sexuais da corte e rumores maliciosos, Cromwell precisa negociar uma “verdade” que satisfaça Henrique e que proteja a própria carreira. Mas nem o ministro nem o rei emergirão intactos do sanguinário teatro dos últimos dias da rainha. Em “O Livro de Henrique, continuação de “ Wolf Hall ”, Hilary Mantel explora um dos episódios mais enigmáticos e impactantes da história inglesa: a queda de Ana Bolena. Este novo romance é um quadro vivo, uma visão audaciosa da Inglaterra da era Tudor , lançando uma luz no mundo moderno. É o trabalho de uma das maiores escritores da atualidade, no ápice de seu talento.

n esse J ogo irônico e re F inado, o leitor é condu Z ido pelo la B irinto de e ros até as pro F unde Z as do amor e da perdição

o todomeu

Andrea Camilleri

Um romance surpreendente, para se ler num só fôlego Ariadne acaba de completar trinta e três anos, mas seu temperamento ainda é deliciosamente infantil. Giulio, seu marido, se empenha em realizar todos os seus desejos — inclusive aquilo que ele, por conta de um grave acidente, não pode mais proporcionar. Assim, da rotina de ambos, começam a fazer parte os encontros de quinta-feira, quando Ariadne se deita com outro homem, pago pelo próprio Giulio, respeitando poucas, mas invioláveis regras. Não há segredos na vida desse casal, embora às vezes Giulio desconfie que algo esteja errado. E Ariadne tem mesmo muitos segredos, como o todomeu, um cantinho especial escondido no sótão, tal qual a diminuta caverna onde se refugiava na infância, quando vivia no campo. E é ali, no todomeu, que Ariadne faz confidências a Stefania, sua única e verdadeira amiga. O jogo de Ariadne e Giulio é misterioso e sedutor demais para não representar perigo, especialmente porque ela, como qualquer criança, não compreende com clareza o limite entre a fantasia e a realidade. Em O Todomeu, Camilleri põe em cena uma protagonista extraordinária: inquietante na sua pureza, assombrosa na luz que irradia. Nesse jogo irônico e refinado, o leitor é conduzido pelo labirinto de Eros até as profundezas do amor e da perdição, onde – como no mito de Ariadne – o Minotauro devora os desejos mais obscuros e inconfessáveis.

o morcego

Do submundo de Sydney às lendas aborígines, Jô Nesbo conduz o leitor por uma trama violenta e eletrizante, no primeiro grande caso de Harry Hole O corpo de uma jovem norueguesa é encontrado em um rochedo no fundo de um penhasco. O caso intriga a polícia: a vítima apresenta sinais de estrangulamento e suspeita-se de violência sexual, mas não há qualquer vestígio de DNA ou impressão digital do criminoso. Para colaborar com as investigações, a Divisão de Homicídios da Noruega envia o inspetor Harry Hole à cidade. Junto com o policial Andrew Kensington , Harry se depara com um caso mais complexo do que imagina: o que inicialmente parecia ser um crime isolado é apenas mais um em uma série de assassinatos cometidos por todo o país, sem qualquer relação aparente entre si. Um serial killer está à solta na cidade e, para Harry, a caçada começou.

a garota i taliana Lucinda Riley

Lucinda Riley já vendeu mais de 7 milhões de livros no mundo. Uma inesquecível história de amor, traição, paixão, obsessão e música. Aos onze anos de idade, Rosanna Menici conhece o cantor Roberto Rossini , uma estrela em ascensão no mundo da ópera italiana - e o homem que mudaria sua vida para sempre. Incentivada - e apaixonada - por ele, Rosanna passa a se dedicar ao estudo do canto lírico, torna-se cantora profissional, e logo os dois se encontram nas salas de concerto mais famosas do mundo, dividindo não só o palco como também o mesmo destino. Com seu talento inco mum para descrever ambientes e evocar sensações e sentimentos universais, Lucinda Riley nos leva a acompanhar a trajetória de Rosanna, desde os bairros pobres de Nápoles até os teatros mais glamorosos do planeta, trazendo à tona, com sua prosa inconfundível, as alegrias, tristezas, frustrações, decepções e redenções do amor.

a revolução da lua

A Revolução da Lua - Na Palermo do século XVII, a ilegalidade trabalhava a todo vapor. Entre as pompas de um rico aparato, arquitetavam-se complôs, tramavam-se atentados e ensanguentavam-se as mãos; leis eram violadas, subornos eram pagos, favores eram distribuídos; roubava-se, depredava-se e prostituía-se sem que o Vice-Rei tomasse conhecimento. Com a morte repentina do Vice-Rei, em 1677, sua esposa, dona Eleonora de Moura, é designada a substituí-lo. Decidida na defesa das leis e da justiça social, a governante mulher compartilha com a lua a duração de sua justa ‘revolução’: nos vinte e oito dias que permaneceu no poder, a Vice-Rainha combateu as indignidades do governo sob acusação de cumplicidade com o demônio por fanáticos instigados pelo bispo da cidade. Entre realidade histórica e feliz invenção, A Revolução da Lua tem alto nível de vivacidade e humor. E é também uma homenagem à grandeza da mulher, assinada por um dos maiores artesãos da literatura italiana contemporânea.

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De Miguel Sanches Neto, sobre um professor, recluso há muitos anos (mora numa sala comercial do Edifício Asa!), que tem sua rotina monástica abalada pela visita de um amigo do passado. Entre outros temas, faz um bem-humorado relato sobre a corrupção no Brasil, mas também sobre o amor, a solidão, os relacionamentos. Personagens muito bem construídos, delícia de leitura!”

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n a sua versão e Q uili B rada você ad Q uire poder

texto B i BB a pacheco

Com que frequência você se questiona “Quem sou eu? O que eu quero? Qual é o meu propósito de vida?” Essas questões provêm da profundidade do ser humano, induzindo-o a olhar além do nível superficial de existência, para desenvolver o seu potencial elevado. Nós existimos para aprender. E quando atingimos um nível de equilíbrio perfeito nos conectamos com uma versão poderosa de nós mesmos, estabelecendo uma existência repleta de saúde, sucesso, liberdade e felicidade.

Há tanta ansiedade, competição e insegurança no mundo que as pessoas já estão conscientes em relação à busca do equilíbrio, paz de espírito e poder pessoal. O estado ansioso, muitas vezes justificado erroneamente por euforia exacerbada, não é saudável e nem normal, ao passo que libera hormônios nocivos à saúde. Há incontáveis patologias - doenças cardíacas, distúrbios

graves de personalidade, vícios, transtornos alimentares, mal funcionamento dos órgãos vitais, e até mesmo câncer - provenientes do estresse o qual a ansiedade gera ao organismo. Como diminuí-la?

Pensando na sua felicidade, bem-estar e saúde lancei o livro “O Poder da Alegria”, baseado nos Vedas, primeiros registros literários de sabedoria humanidade, que deram origem aos ensinamentos ancestrais da yoga. Nele dou uma volta ao mundo guiando o leitor para uma viagem profunda para dentro de si mesmo. O autoconhecimento liberta e as dicas valiosas dessa leitura positiva lhe orientarão para obtenção do equilíbrio pleno através do autocuidado, alimentação equilibrada, yoga, meditação, energização, imposição de limites saudáveis, práticas de discernimento, desapego, compreensão, perdão, fé, aceitação de si mesmo e do próximo, ... consciência no momento presente!

Para obter o poder da serenidade basta estar plenamente consciente. Tudo que você precisa é ter a sua mente no aqui e agora. A mensagem clara de que tudo está bem virá da sua sensação de equilíbrio, tranquilidade e expansão. Por isso deixe todo o resto de lado. Viva inteiramente agora. Existe algo de sagrado em tudo que você percebe quando se concentra no presente. Quanto mais consciente você viver, mais sentirá a simples e profunda alegria de ser.

A yoga e pranayama – técnicas de respiração profundatêm o poder de lhe conectar com o momento presente, quando tudo é perfeito e possível. A yoga traz liberdade e tem a habilidade mágica de trazer serenidade no meio do caos. É a ciência do equilíbrio entre os opostos, entre a dualismo que vivemos neste planeta. Através da prática você se abre, começa realmente a sentir e se concentrar, daí vem a profunda conexão interna. Praticar yoga é resgatar a simplicidade do ser, voltar a ser aquilo que já se é por essência. Através da prática se desenvolve o amor próprio e, através dele, o amor por todos. É assim que nos tornamos um.

Para promover um estado durável de satisfação, é de suma importância que você procure estabilizar a sua vida nas áreas mental, sentimental, física e espiritual. Este equilíbrio virá seguido por uma sensação de plenitude. Você aprenderá a apenas ser, sem a necessidade de incessantemente realizar, buscar, provar algo para alguém. Vale a pena achar o ponto de equilíbrio, vivendo de forma consciente “o caminho do meio”. Existir em “piloto automático”, pouco atento à maneira que os seus atos afetam - a sua - e a vida dos outros lhe mantém estagnado. Ao se conectar com o seu silêncio interno, construirá relacionamentos amorosos saudáveis e parcerias profissionais prósperas, criando a vida dos seus sonhos.

Viver é uma técnica que deve ser aprendida, é uma arte, uma habilidade a ser desenvolvida. Cada um é responsável pela sua realidade. Quando você produz paz em si mesmo, emana a mesma energia para o mundo. Então, o melhor que você pode fazer é equilibrar as suas emoções, o seu corpo e a sua mente. Você sempre terá a escolha de manter a calma, independente do que estiver acontecendo ao seu redor. Tenha emoções, mas não se torne emotivo. Mantenha o equilíbrio emocional. A paz no planeta chegará quando um número suficiente de seres humanos a encontrarem e a manifestarem. A principal mudança começa dentro de você. Seja a mudança que você quer ver no mundo.

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A sua presença é valiosa. As suas escolhas trazem mudanças para o coletivo. “O Poder da Alegria” o auxiliará a desenvolver o seu poder, promovendo o encontro com uma versão pura, equilibrada e poderosa de si mesmo. Tudo à sua volta provém do que você cultiva no seu interior. Você é um reflexo do que pensa e transmite. E apenas você pode se curar, ninguém mais tem essa responsabilidade. A melhor ajuda que você pode prestar à humanidade é simplesmente ser capaz de manter a sua energia elevada. É assim que você entra em comunhão com fluxo divino de milagres. A força, a coragem e o poder já estão no seu interior, procure por eles. Tome controle do que é seu, assim qualquer obstáculo se tornará um aprendizado.

Eu honro a paz, o amor e a sua verdade interior porque também estão dentro de mim. Eu reconheço, aceito e respeito a sua luz, pois mantenho o mesmo brilho divino no olhar. Ao compartilharmos sentimentos elevados nós nos tornamos um. E juntos somos mais fortes.

a limentos orgânicos

são melhores para a sua saúde?

texto d aniel s . F. Boarim, r al F Brepohl, m arcieli p Bandeira

vERDADE INCON v ENIEN t E

O vertiginoso progresso técnico-científico do último século, particularmente nas áreas de medicina, agricultura e ciências aliadas, deu à luz impensável variedade de compostos bioativos potencialmente úteis, como drogas e pesticidas. E também potencialmente nocivos, revelando o lado vilão desse fenômeno, só mais recentemente avaliado e mensurado - a poluição ambiental e os danos à saúde humana.

Quando Rachel Carson lançou, na década de 60, o polêmico Silent Spring (Primavera silenciosa), talvez não tivesse ideia da enorme repercussão de sua obra nas décadas que se seguiriam. Hoje a consideramos visionária e pioneira

do desenvolvimento sustentável e respeitador do verde, muito embora Carson tivesse sido alvo de perseguição e cerceamento na época.

Começava a despontar o lado sombrio do modelo tóxico e poluidor do desenvolvimento, com suas consequências desastrosas, ao mesmo tempo que nascia uma nova era de questionamento e busca pelo retorno ao equilíbrio natural. Em 1976 foi a vez de Theo Colborn lançar à voragem da agitada opinião pública Our Stolen Future (Nosso futuro roubado), seguido mais contemporaneamente por An Inconvenient Truth (Verdade inconveniente) de Al Gore

C ONFLI t O DE IN t ERE ss E s

Os ecologistas por muito tempo conviveram com a pecha de reacionários fundamentalistas, fanáticos, excêntricos. Muita gente os via, como ainda os vê, como alarmistas e até antiprogressistas.

Porém, como mais cedo ou mais tarde a verdade, por mais “inconveniente”, acaba vindo à lume, hoje distinguimos claro conflito entre interesses humanitários, autenticamente sociais, pró saúde e preservacionistas, e interesses puramente econômico-financeiros, inconsequentes, nada alinhados com o meio ambiente e o bem-estar humano.

Foi na esteira desse conflito que foram surgindo propostas de retorno ao natural, um aparente paradoxo entre a modernidade e um modo de vida e de produção pacificamente coexistentes com o meio ambiente.

n ão há como ignorar o acúmulo cada vez maior de evidências que associam com muitas doenças o consumo de alimentos contaminados por agrotóxicos.

E COLOGICA m EN t E CORRE t O s

E assim os alimentos orgânicos ganhavam espaço, tornando-se cada vez mais populares, na medida que ingressavam no seleto clube do “ecologicamente correto”.

A opinião publica hoje tende fortemente a apoiar a ideia de que os orgânicos são mais saudáveis do que os convencionais. E assim assistimos, na última década, a um aumento expressivo da demanda pela comida orgânica.

Mas ainda há opositores poderosos, que os encaram como mero “modismo alimentar”, mais do que uma cultura essencialmente pró-saúde e pró-ecologia. E surpreendentemente, o número de estudos indexados sobre o assunto ainda é limitado, o que pode ser em parte explicado pelo lamentável fato de que a maior parte da investigação científica baseia-se no financiamento fornecido pelos governos e pela indústria. O FDA e o USDA chegaram a alegar que os alimentos não-orgânicos são “tão saudáveis” como os alimentos orgânicos. Mas essa afirmação, embora advinda de fontes reconhecidas, sofre cada vez mais oposição, revelando-se tão frágil quanto discutível.

B RA s IL /

CA mp E ã O NO CON s U m O DE AGRO tóx ICO s

Voltando o olhar para nosso País, desde 2008, o Brasil vem sendo o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Isso é em grande parte explicado por nosso atual modelo de desenvolvimento, baseado na produção de bens primários para exportação. Não poucos estudiosos admitem que o impacto do uso e abuso de venenos agrícolas sobre os ecossistemas e a saúde pública é enorme, envolvendo os trabalhadores diretamente expostos, os moradores do entorno e todos os que consumimos alimentos contaminados. www.icict.fiocruz.br/sites/www.icict.fiocruz.br/files/ DossieAbrasco_2015_web.pdf

Em 2012 a Organização Mundial de Saúde emitiu um alerta mundial sobre os perigos dos “desreguladores endócrinos”, ou substâncias que podem alterar a função do sistema hormonal no nosso organismo, aumentando consideravelmente o risco de efeitos de adversos à saúde. Esses desreguladores – chamados “disruptores” pelos cientistas - reúnem numerosas substâncias com potencial patogênico, e entre elas se destacam os agrotóxicos.

São numerosas as doenças relacionadas a esses desreguladores endócrinos, com ênfase, segundo a OMS (Effects of human exposure to hormone-disrupting chemicals examined in landmark UN report) a hiperatividade em crianças, câncer de tiroide, câncer de mama, câncer de próstata, alterações no desenvolvimento do sistema nervoso e não descenso dos testículos em crianças.

R I s CO s DA

E xp O s I çã O A AGRO tóx ICO s

Já desde a década de 80 relaciona-se a exposição a pesticidas ou agrotóxicos, especificamente, a doenças como anemia aplástica (De Souza, 1989)

Um estudo brasileiro realizado na zona rural do Rio Grande do Sul associa o aumento da incidência do câncer nessas áreas com o uso crônico de agrotóxicos. Trata-se de um estudo longitudinal realizado na micro-região do município de Ijuí, RS, entre 1979 a 2003. Os dados foram coletados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde (DATASUS). Os resultados, segundo o estudo, sugerem que a relação entre o uso crônico de agrotóxicos e câncer não pode ser negada e merece ser melhor investigada (Jobim PF et al, 2010).

Estudos realizados na Tailândia revelaram que a exposição ocupacional a pesticidas e as tarefas agrícolas no campo de arroz podem estar associadas à crescente prevalência de doenças do trato respiratório e sintomas musculares (Sapbamrer R, 2014)

R I s CO s DA E xp O s I çã O

AO s p E st ICIDA s NA

GRAv IDE z

Estudos recentes propõe que a exposição a pesticidas durante a gravidez pode aumentar o risco de várias doenças, como retinoblastoma em crianças (2017, Omidakhsh et AL) e déficits neurológicos no cérebro (2017, Chen XP et AL), para citar apenas alguns exemplos. Aliás, não resta dúvida de que na gravidez, especialmente no primeiro trimestre, a exposição a disruptores endócrinos pode ser altamente nociva ao bebê, e precisa tanto quanto possível ser evitada.

Um estudo polonês publicado no Journal of Environmental Pathology, Toxicology and Oncology (Matysiak M et AL, 2016) salienta “parecer certo que a exposição a produtos químicos nocivos é um dos fatores que podem causar o declínio na fertilidade e problemas com a concepção, enquanto a exposição durante a gravidez pode prejudicar o desenvolvimento fetal. A exposição pré-natal também pode resultar da ocorrência de câncer infantil e distúrbios neurocomportamentais.”

A ANVISA desenvolve desde 2001 o Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos. Segundo a versão mais recente desse programa (2013-2015) os dois principais problemas que enfrentamos são: (1) Resíduos de agrotóxicos acima dos limites permitidos (LMR), (2) presença de agrotóxicos não autorizados para um alimento específico.

Como as análises levam em consideração o alimento inteiro, incluindo a casca, concluiu-se que no caso de alguns alimentos é melhor desprezar as cascas. A Anvisa salienta que no caso da laranja e do abacaxi, suas cascas não são comestíveis.

O ranking dos alimentos que apresentam mais irregularidades, oferecendo, por conseguinte, maiores riscos, são, nesta ordem, pimentão, morango, pepino, alface, cenoura e abacaxi.

A metodologia empregada, preconizada pela FAO/0MS, reuniu nada menos que 12.051 amostras coletadas no mercado varejista das capitais de todo Brasil, analisou 232 agrotóxicos e monitorou 25 alimentos, incluindo frutas, tubérculos, raízes, bulbos, hortaliças folhosas e não folhosas, cereais e leguminosas. A maior parte das situações de risco agudo está relacionada a presença de carbofurano. E os mais frequentemente detectados de maneira irregular foram o acetado, carbendazim e clorpirifós.

O RG â NICO s /

RECONHECIDO s CO m O pAR t E

DE U m A DIE tA s AUDÁ v EL

Em contrapartida ao conhecimento sobre os danos potenciais à saúde advindos do consumo de alimentos contaminados, recente estudo francês com 28.245 participantes (Baudry J et AL, 2016) lançou luz sobre os perfis dietéticos dos consumidores de alimentos orgânicos, permitindo novos insights sobre a compreensão do consumo de alimentos orgânicos como parte de uma dieta saudável.

Enfim, reina certo consenso quanto a necessidade de diminuir os agroquímicos, ou pelo menos racionalizar seu uso, e sempre que possível preferir alimentos advindos de uma cultura orgânica.

Atenção: caso não seja possível obter algum alimento da cultura orgânica, não é sábio privar-se dos benefícios das frutas, hortaliças e outros alimentos in natura

Dicas para diminuir os riscos oferecidos pelos agrotóxicos. s egundo a Anvisa:

Higienize cuidadosamente os alimentos em água corrente, usando uma escovinha ou bucha, destinada só para essa finalidade;

Prefira alimentos com rótulos que identifiquem o produtor;

Prefira alimentos da época;

Para balancear sua dieta, não deixe de consumir alimentos in natura;

Frutas, legumes e verduras estão associados a um menor risco de desenvolver alguns tipos câncer e outras doenças crônicas não transmissíveis.

Gostaríamos de acrescentar a essas dicas a preferência, sempre que possível, pelos alimentos orgânicos devidamente identificados, com procedência assegurada. Desta forma, você estará diminuindo os riscos ligados aos dispuptores endócrinos, que comentamos aqui.

Caso porém – vale a pena frisar – não for possível obter algum alimento da cultura orgânica, não é sábio privar-se dos reconhecidos benefícios das frutas, hortaliças e outros alimentos in natura. Em outras palavras, não consumi-los por “medo dos agrotóxicos” é mais nocivo à saúde do que consumi-los numa dieta balanceada, observando-se os cuidados que já citamos anteriormente.

O

QUE É AFINAL U m

p RODU t O

ORG â NICO ?

Pela legislação brasileira, considera-se produto orgânico, seja ele in natura ou processado, aquele que é obtido em um sistema orgânico de produção agropecuária ou oriundo de processo extrativista sustentável e não prejudicial ao ecossistema local. (referência)

Vemos na própria definição de um produto orgânico que sua produção não é prejudicial ao ecossistema, visa à sustentabilidade e o bem-estar geral.

Mais do que simplesmente não utilizar defensivos, conservantes químicos e agrotóxicos, a produção de um produto orgânico, seja vegetal, animal ou processado, envolve procedimentos que respeitam a natureza.

Isto significa que, na produção de orgânicos, temos que nos preocupar com a vida em seu todo. A terra precisa ter vida, o ecossistema deve ser preservado; as fontes de água, os rios e os córregos, protegidos; os animais, ter qualidade de vida; os produtores bem como suas famílias, estar integrados à sociedade, com respeito ao bem-estar de todos.

Equilíbrio talvez seja a expressão mais coerente para nos referirmos a um sistema de produção orgânica.

Buscar a preservação dos recursos hídricos envolve desde o plantio em níveis, para evitar a erosão, manter a terra o mais coberta possível com vegetação morta para manter o equilíbrio térmico e hídrico do solo, o que favorece novamente as boas condições de vida para os microrganismos da terra.

Toda planta, bem como os animais, requerem alimento para se desenvolverem, e num sistema agroecológico, necessariamente de boa qualidade.

Assim a fertilização do solo deve ser feita de forma orgânica, com utilização de compostos e fertilizantes naturais que não agridam a vida do sistema em seu conjunto, e como consequência, não ofereçam perigo à alimentação humana e animal. Estes produtos devem ter seu devido registro no MAPA, denominados “produtos fitossanitários com uso aprovado para a agricultura orgânica”. Os materiais permitidos para utilização constam da legislação brasileira, bem como os níveis máximos de contaminantes permitidos.

E esta mesma lei exige uma cadeia de custódia claramente definida para que se garanta que o produto vendido como orgânico realmente o seja.

Os ALI m EN t O s ORG â NICO s OFERECE m vAN

tAGEN s

NU t RICIONAI s?

Os meios de comunicação têm divulgado as vantagens da alimentação orgânica, o que vem contribuindo para aumentar o número de consumidores de produtos orgânicos.

Esse crescimento do consumo não está diretamente relacionado com o valor nutricional dos alimentos, mas aos diversos significados que lhes são atribuídos pelos consumidores. Tais significados variam desde a busca por uma alimentação individual mais saudável, de melhor qualidade e sabor, até a preocupação ecológica de melhorar ou preservar a saúde ambiental.

Quanto ao valor nutritivo dos orgânicos comparado aos convencionais, reina certa polêmica nos meios acadêmicos. Não se pode, entretanto, negar o enorme conflito de interesses do setor, que pode influenciar resultados. Sem nos delongarmos, gostaríamos de citar alguns estudos que falam a favor dos orgânicos, alguns deles antigos, mas que apresentam dados nada negligenciáveis.

É fundamental que um produto orgânico adquirido tenha na embalagem o selo de conformidade s isOrg, bem como o órgão certificador deste produto.

A rastreabilidade do produto é garantida desta forma.

Est UDO s CO mpARANDO

ALI m EN t O s ORG â NICO s CO m

CON v ENCIONAI s

O estudo de Smith , publicado em 1993, analisou o teor de minerais de alimentos adquiridos em várias lojas da cidade de Chicago. Durante o período de dois anos, analisaram-se alimentos como maçã, pera, batata e milho, selecionados entre amostras de alimentos convencionais e orgânicos. Considerando-se variedades e tamanhos similares, os resultados revelaram que nos alimentos orgânicos, as concentrações de cálcio e ferro foram superiores em 63 e 59%, respectivamente. O mesmo estudo sugeriu que existem diferenças significativas ao se comparar a composição dos alimentos orgânicos com a dos convencionais, no que diz respeito a nutrientes e contaminantes minerais como magnésio, fósforo, potássio, zinco, sódio e selênio. Por outro lado, foi verificado menor conteúdo, nos orgâncios, de alumínio, chumbo e mercúrio, os quais, em excesso, são considerados tóxicos ao organismo

Uma pesquisa realizada na Alemanha por Schuphan em 1974, durante um período de doze anos, comparou dois padrões de aplicação de fertilizantes na produção de espinafre, batata, cenoura e repolho. Em um processo, foi utilizado um fertilizante convencional de alta solubilidade, contendo NPK (nitrogênio, fósforo e potássio), e no outro, houve o emprego de adubo orgânico.

Os resultados revelaram um decréscimo de 24% na produtividade, quando se utilizou adubo orgânico. Porém, ao levarem-se em conta os demais resultados, obtidos para os alimentos adubados organicamente, observaram-se acréscimos de proteína (18%), vitamina C (28%), açúcares totais (19%), metionina (23%), ferro (77%), potássio (18%), cálcio (10%) e fósforo (13%).

No estudo de Premuzic et. al 1998, a superioridade do valor nutricional dos produtos orgânicos foi pontuada a partir do conteúdo de ácido ascórbico (vitamina C) de tomates, que, quando cultivados com substrato orgânico apresentou-se maior que nos tomates cultivados hidroponicamente. O conteúdo de polifenóis de cinco hortaliças (couve, repolho chinês, espinafre, alho e pimentão verde), amplamente consumidas no Japão, é maior nos alimentos orgânicos do que nos produzidos pelo método convencional.

Os conteúdos dos alimentos orgânicos em flavonóides (quercetina) e ácido caféico foram de 1,3 a 10,4 vezes superiores aos encontrados nos convencionais, sugerindo assim a influência exercida por diferentes práticas de cultivo sobre o valor nutritivo, como foi demonstrado no estudo de Ren et. al.em 2001

No Brasil registrou-se que tomates provenientes do sistema orgânico de produção apresentaram maior teor de fenólicos totais e ácido ascórbico do que tomates produzido por cultivo convencional (Borguini, 2006).

A Agence Française de Sécurité Sanitaire des Aliments (AFSSA) realizou estudos sobre a qualidade nutricional dos alimentos orgânicos, comparando-os aos convencionais (Lairon, 2009) , e chegou aos seguintes resultados: maior teor de vitamina C na batata, alho-poró, couve e aipo, maiores quantidades de betacaroteno no tomate, cenoura e leite orgânicos, maiores quantidades de fitoquímicos na maçã, pêssego, pêra, laranja, cebola, tomate, batata, pimentão, óleo de oliva (compostos fenólicos), vinho (resveratrol) e tomate. O estudo francês ainda destaca o maior teor de ácidos graxos poli-insaturados no leite, ovos e carnes orgânicas, uma vez que a dieta à base de pasto e a criação livre, preconizadas no manejo animal orgânico, têm como resultado carne e leite com menores teores de gordura saturada.

Uma dieta baseada em alimentos orgânicos pode apresentar efeito positivo no quesito fertilidade, uma vez que muitos pesticidas são disruptores endócrinos (uma dieta isenta de agrotóxicos pode ter um efeito benéfico sobre a fertilidade masculina).

ALI m EN t O s

ORG â NICO s x

CON v ENCIONAI s:

vARIÁ v EI s A CON

s IDERAR

NA CO mpARA çã O

Quanto às comparações de valor nutricional, muitos fatores e variáveis devem ser considerados nas pesquisas, tais como o tempo de produção orgânica, o restabelecimento da vida do solo, o tipo de sistema orgânico utilizado, a variabilidade dos fatores externos (luz solar, temperatura, chuva), o armazenamento e o transporte, que influenciam diretamente o conteúdo de nutrientes nas plantas. O desempenho de sistemas produtivos orgânicos e convencionais deve ser estudado na propriedade de origem.

No que diz respeito aos aspectos sensoriais, embora faltem evidências conclusivas, existem indicações de que os alimentos orgânicos sejam mais saborosos.

Outro aspecto a considerar é a questão da durabilidade, uma vez que a adubação utilizada na agricultura convencional promove um aumento no teor de água dos vegetais, tornando tais alimentos menos perecíveis. Mas a que custo?

C ONCLU sã O /

Pode-se afirmar que a produção e o consumo de alimentos orgânicos estão inseridos em um movimento que propõe mudanças não apenas no comportamento alimentar, mas também na forma de se atuar com relação ao meio ambiente. A divulgação dos perigos dos agrotóxicos e demais produtos usados na agricultura convencional é apenas um dos aspectos de um programa mais amplo de educação ambiental. Enfim, apesar da polêmica que dura décadas e ainda deverá se estender por tempo indeterminado, a balança das escolhas saudáveis parece agora pender fortemente para o lado da alimentação orgânica, seja por oferecer menos riscos de contaminantes nocivos (disruptores endócrinos), seja por constituir mais uma entre muitas medidas que atendem, em conceito e prática, ao grito de socorro pela preservação ambiental.

m ais que uma opção interessante o alimento orgânico é uma opção inteligente, apresentando-se como algo que vem para ficar e crescer, vital à preservação do maior patrimônio de todos - nossa casa planetária e nossa saúde.

r eferências / Bibliografia

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Premuzic Z, Bargiela M, Garcia A, Rondina A, Lorio A. Calcium, iron, potassium, phosphoros and vitamin C content of organic and hidroponic tomatoes. hortscience. 1998; 33: 255-257.

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Sapbamrer R, Nata S. Health symptoms related to pesticide exposure and agricultural tasks among rice farmers from Northern Thailand. Environ Health Prev Med. 2014 Jan;19(1):12-20. doi: 10.1007/s12199-013-0349-3. epub 2013 Jul 9.

Schuphan W. Nutritive value of crops as influenced by organic and inorganic fertilizer treatment. Qualitas Plantarum: plant foods for human nutrition. 1974;23 (4): 333-358. Smith BL. Organic foods vs. supermarket foods: element levels. J Appl Nutr. 1993; 45 (1): 35:39.

www.who.int/mediacentre/news/releases/2013/hormone_disrupting_20130219/en/ - Effects of human exposure to hormone-disrupting chemicals examined in landmark UN report

dois pra Z eres em ve Z de um

Exagerou nas festas de fim de ano e nas férias? Vive exagerando nos finais de semana? Se é o seu caso, esse artigo vai fazer bem a você.

texto d r. d aniel s . F. Boarim* Médico, Nutricionista, Especialista em Nutrição h umana, Escritor e Diretor Médico da Lapinha.

Tr adicionalmente, comemoramos tudo em volta de uma mesa. Mesa farta, cheia de comes e bebes, com calorias de sobra. Muita gordura, álcool e açúcar.

Quem não sente, no dia seguinte, corpo e consciência um pouco pesados, para não dizer, frequentemente “pesando toneladas”? Quem já não experimentou uma avassaladora ressaca de segunda-feira ou pós-festas?

Muita gente tem “estômago de avestruz”. Come e bebe qualquer coisa e o estômago lembra um processador mecânico. Nada sente e nada reclama. Pelo menos por algum tempo.

Já outros são sensíveis demais, como um alarme que dispara à toa, e às vezes terminam suas comemorações no pronto socorro, com direito a doses extras de Plasil e Ranitidina.

Nossa “vida social”, nossas comemorações festivas, com ênfase às comemorações de fim de ano, não raro cobram um preço alto, que se pode contabilizar em quilos, muitos quilos. Ou, ao longo do tempo, em vários centímetros a mais de cintura, “cartucheiras” e “pneuzinhos”. A propósito, você já viu aquela charge que circula na internet da Barbie antes e depois do Natal?

E daí, vamos virar seres antissociais, em nome do “puritanismo” da “vida saudável”? Como conciliar “festas” com “controle do peso”, ou ainda, como harmonizar “jantares”, “coquetéis” e “comemorações” com “saúde”?

Eis a questão. Somos seres sociais e a vida social exige mesa farta. Caso contrário, não é comemoração, e ponto. Você concorda? Assunto polêmico. Principalmente numa época em que a obesidade virou epidemia e continua crescendo.

C O m O t UDO I ss O CO m E ç OU ?

Comemorar é de raiz latina, e quer dizer lembrar-se, trazer à mente. Mas não é de agora que a comilança se juntou de modo quase obrigatório ao senso coletivo de qualquer comemoração.

Desde tempos imemoriais, há abundância de registros de que as antigas civilizações realizavam grandes banquetes, que podiam durar dias, até semanas, em diferentes eventos comemorativos, de caráter religioso, militar, político, etc.

Um interessante registro da antiguidade, do poderoso império medo-persa, nos dias do rei Assuero, séculos antes de Cristo, dá conta de que, em homenagem à “grandeza do glorioso reino” um grande banquete foi oferecido a todos os príncipes, nobres e oficiais das províncias, as quais se contabilizavam em nada menos que 126, da Índia até a Etiópia, e as festividades duraram (pasmem!)180 dias, após os quais o rei festeiro abriu as portas para todo o povo da capital participar das comemorações por mais sete dias.

Diga-se de passagem, naqueles tempos não havia produtos industrializados, açúcar, massas beneficiadas, refrigerantes, aditivos químicos, agrotóxicos, guloseimas, nem junk food que, juntos, tornam o cardápio atual das festividades o mais calórico e intoxicante de todos os tempos!

B OO m DE CALORIA s

É algo inimaginável o quanto as calorias provenientes de alimentos processados e ultraprocessados se popularizaram em questão de pouco mais de um século, após a revolução industrial, trazendo consequências médicas desastrosas para a humanidade.

A obesidade atinge níveis inéditos, e na sua esteira veem o diabetes, a hipertensão, as doenças articulares, as enfermidades cardiovasculares etc. E a abundância de calorias da dieta moderna é reconhecidamente o maior de todos os vilões. As calorias estão cada vez mais baratas, acessíveis, irresistíveis e viciantes. Não é fácil domar a compulsão por comidas que avassala o planeta.

Venho lidando com obesidade há 30 anos, e é comum receber, logo depois das festas de fim-de-ano e férias, pacientes quase irreconhecíveis de tanto que engordaram em tão pouco tempo. Há quem se sinta deprimido e impotente ao sentir na pele a crueldade do efeito sanfona.

A maioria das pessoas não tem ideia da enxurrada calórica de um descontrole alimentar de uma simples festa. Quem “sai da linha” todo final de semana pode facilmente ingerir duas a três mil calorias a mais no sábado e no domingo (os mais comilões e beberrões podem ingerir muito mais).

Se você está “de regime”, a dieta do dia-a-dia costuma cortar cerca de 300-500 calorias/dia. É só fazer as contas para entender facilmente que um final de semana de “pé na jaca” pode sabotar tudo!

mA s p RECI s A s ER A ss I m?

Este é o “x” da questão. Vivemos numa cultura alimentar perversa que nos empurra rumo à doença, não à saúde. Rumo ao corpo feio e doente, não ao nosso corpo dos sonhos.

Mas ninguém é forçado a abusar. Comer é um ato que provém da liberdade de escolha de cada um. Por outro lado, controlar-se é uma virtude ao alcance de todos. E que virtude! Reflita com calma nos seguintes pontos:

Não preciso virar um ET, nem ermitão, nem antissocial para tomar partido dos hábitos saudáveis e melhorar minha qualidade de vida.

Sigo com as boas festas e amizades, mas escolho - e todo sucesso vem das escolhas certas – a postura de não perder o controle. Estou no controle, e não passo dos limites. Se fizer isso na comemoração de hoje, amanhã vou comemorar duas coisas: corpo leve e cabeça leve. Se não fizer, amanhã vou amargar uma ressaca daquelas, além da consciência pesada.

Uma dica que ajuda é não ir com fome nem ao supermercado nem às festas. Faça sua refeição habitual antes.

“A dieta do dia seguinte” pode ajudar. Desde que você não tenha se excedido, reduzir um pouco mais as calorias no começo da semana após a comemoração (aumentar um pouco o “corte” calórico por um ou dois dias) pode ser uma alternativa de “compensação”. Mas não vai adiantar muito se você tiver exagerado. E criar o hábito de ficar reduzindo demais as calorias durante a semana para se empanturrar no fim de semana é péssimo, é comprometedor para sua nutrição e sua saúde. A “dieta do dia seguinte” deve ser apenas uma redução discreta para uma fuga da linha igualmente discreta e calculada. Tudo com bom senso.

Depois dos inevitáveis excedentes de fim de ano e férias (que não precisam também tocar as raias do exagero) o “detox” de uma dieta hipocalórica é bem-vindo. A intensidade do corte calórico dependerá de cada caso, mas só retirar as “bombas” como doces, guloseimas, bolos, refrigerantes, massas, salgadinhos e chocolates já é um grande passo, e reduzir sensata e balanceadamente a comida como um todo. Fique longe das travessas e panelas, acostume-se ao “prato feito” e obtenha de seu nutricionista uma orientação das porções adequadas ao seu caso.

Separar um dia por semana ou quinzena para uma desintoxicação alimentar pode ajudar. Não deve ser num dia de atividades físicas nem mentais intensas. Nem é adequado para pessoas com problemas debilitantes de saúde, anemia, diabetes, hipoglicemia, doenças agudas ou descompensadas, ou ainda muito magras. Seria um dia de dieta excepcionalmente “leve”, a base de poucas variedades em cada refeição, um cardápio nada gourmet, mas ótimo para oferecer ao seu sistema digestivo e nutro-neuro-metabólico o “alívio” que merecem. Exemplo: Só frutas no período da manhã (tipo mamão, mamão e banana picados), no meio da manhã uma fruta (se fome), almoço de arroz integral com alguns legumes ao vapor e um ovo cozido, uma fruta à tarde (se fome) e uma sopinha leve à noite com algumas bolachinhas de arroz integral.

E finalmente, desejo a você dois prazeres em vez de um prazer e um desprazer. O que quero dizer? Em vez do prazer de festejar e o desprazer de sentir-se mal, com quilos a mais depois, fique com o prazer de festejar e acrescente o grande prazer de sentir-se bem e em forma depois. Certamente, você não vai se arrepender!

maratona dos três países

Amaratona dos três países é conhecida como Sparkasse-Marathon der 3 Länder am Bodensee , é a única prova de corrida do mundo que cruza três países. A prova é uma Maratona (42,195 km), com largada na Ilha Medieval de Lindau (Alemanha), passando por Bregenz (Áustria) e St. Margrethen (Suiça), retornando para a chegada na cidade de Bregenz (Áustria), tudo isso contornando o Lago de Constança (Bodensee).

É uma prova bem interessante que pode figurar facilmente na lista de desejos de todo corredor. Não é todo dia que uma maratona cruza três países.

No dia 09 de outubro, às sócias Carolina Artigas Faucz e Andrea Maranhão correram a prova de 42km, cruzando as fronteiras da Áustria e Suíça, terminando na cidade de Bregenz, na Áustria. A filha de Carolina, Gabriela Faucz Bendhack correu os 11km correndo 1/4 do percurso da maratona, largando de Lindau na Alemanha e terminando em Bregenz na Áustria. Simplesmente emocionante!

Fonte > porfalaremcorrida.com/ maratona-que-cruza-tres-paises-da-europa

> Percurso da maratona
> Carolina Artigas Faucz e Andrea Maranhão

novo espaço

F uncional graciosa

texto m arcus a ugusto de s ou Z a

Educador f ísico - pós-graduado em Medicina do Exercício

Antes de tudo, é importante esclarecer que o treinamento funcional se baseia nos movimentos naturais do ser humano, como pular, correr, puxar, agachar, girar e empurrar. O praticante ganha força, equilíbrio, flexibilidade, condicionamento, resistência e agilidade. É um método que ajuda a prevenir lesões, gera melhorias cardiovasculares, a redução do percentual de gordura, emagrecimento e definição muscular. Para trabalhar a musculatura profunda, são utilizados acessórios como elásticos, cordas, bolas, cones, discos e hastes. A frequência considerada ideal para realizar a modalidade é de três vezes por semana, variando de acordo com o nível de condicionamento (treinamento) do aluno/praticante. Além de fatores como idade e sexo, a prática do treinamento funcional tem muito a ver com o histórico de cada praticante. O treinamento vai ser construído em cima dessas informações, deixando a atividade agradável para todos os níveis de aluno/praticante, desde o completamente inexperiente ao mais experiente, deixando a atividade muito divertida e estimulante.

Um dos pilares do treinamento funcional é o fortalecimento do core , o centro de força do corpo, que inclui os músculos do abdômen, dos quadris e da região lombar e responde pela estabilização da coluna vertebral.

A sacada do funcional é acionar essa musculatura em todos os exercícios, não só nos abdominais. Como no afundo, por exemplo: para evitar que o corpo oscile e o movimento perca efeito, o abdômen tem que estar ativado. Como em um movimento de rotação de tronco: contraindo o abdômen, você impede que os quadris girem, o que reduziria o benefício do exercício. Resultado: abdômen muito forte.

Agora, pense em tudo isso feito em um espaço especialmente dedicado para esse fim. Pensou?

Pois é isso que o Graciosa Country Club vai oferecer aos seus sócios, um espaço multifuncional, com muitos acessórios, desde cordas, gaiolas de treinamento, trenó, elásticos, e a novíssima tecnologia Skillmill da Technogym, uma linha de esteiras desenvolvidas para melhor sua energia, velocidade, resistência e agilidade, bem como usufruir dos benefícios do treinamento esportivo profissional de forma segura, envolvente e eficiente. Segue bem essa linha de pensamento do treinamento funcional. Entre outros acessórios. Aguardamos vocês muito inspirados! Preparem-se!

Um abraço da equipe do Studio Funcional Graciosa.

Em breve divulgaremos mais informações!

termos técnicos d o gol F

Para os jogadores profissionais de Golf, eles são bem familiares, já os amadores usam, mas por vezes sem saberem exatamente o que significam. Consulte este glossário e aprenda todos os termos usados neste desporto.

a l B atro Z /// Acertar o buraco com três tacadas abaixo do par estabelecido.

a pproach /// Tacada que leva ao green.

a ir shot /// Errar completamente a bola ao fazer o swing.

Birdie /// Acertar o buraco com uma tacada abaixo do par.

Bogey /// Acertar o buraco com uma tacada acima do par.

c addie /// Carregador de tacos.

c hip shot /// Tacada curta, perto do green.

d rive /// Primeira tacada a partir do tee.

e agle /// Acertar o buraco com duas tacadas abaixo do par.

Bun K er /// Bancos de areia que servem como obstáculo.

fotos lucas lopes

d river /// Nome do taco usado para tacadas de longa distância, usado para a saída.

d ivot /// Pedaço de grama arrancada com a cabeça do taco ao bater na bola.

Fairway /// Região no centro do campo, situada entre o tee e o green.

g reen /// Área onde fica o buraco, onde a grama é fina, compacta e aparada rente ao solo.

h a ZZ ard /// Obstáculo (de água ou areia).

hcp (handicap) /// Tipo de pontuação que mede o aproveitamento de cada golfista, sendo subtraído do total de tacadas. É usado para igualar dois jogadores de níveis diferentes.

h ole /// Buraco sinalizado por uma bandeira colorida.

h ole-in-one /// Acertar o buraco com uma tacada.

i ron /// Taco de ferro, usado para jogadas curtas.

m atch-play /// Modalidade em que a equipe vencedora é a que acerta o maior número de buracos.

o ut o F B ounds /// Terreno considerado fora de campo. O jogador é obrigado a repetir a tacada, do local onde bateu, perdendo o stroke.

p ar /// Referência da média de tacadas para embocar a bola. Cada buraco tem seu par e cada campo tem um par total.

p utt /// Tacada no green para atingir o buraco. O taco para esse tipo de jogada chama-se putter.

p utter /// Taco específico usado para no putting green, ou seja, para colocar a bola no buraco

r ough /// Local de grama mais alta e difícil de jogar, geralmente perto de árvores e arbustos.

s cratch /// Partida onde não há desconto de handicap.

s tance /// Posição do jogador na hora da tacada.

s tro K e-play /// Modalidade em que vence o jogador que cumprir os 18 buracos com menor número de tacadas.

t ee /// Local onde é dada a primeira tacada em cada buraco. Também é o nome do pino de plástico que sustenta a bola na primeira tacada.

w ood /// Taco de madeira, usado para jogadas de longa distância.

yards /// Jardas. No golf, as distâncias são medidas em jardas. Cada jarda equivale a 91,4 centímetros.

s wing /// Balanço do corpo para dar a tacada.

CoMU niCAdos

Dra. Larissa Michaelis

CR O 15.916 /P R

Prof. Dr. Italo

Nogiri Filho

CRO 12.305/PR

Alguns detalhes que desejamos mudar em nós mesmos, podem ser mais simples do que parecem. Com tecnologia de primeira e a equipe altamente especializada do Atelier 32, você pode ter o sorriso que sonhou. Esse é um grande motivo para você sorrir mais.

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torneio ra Q uetinha de verão

fotos lucas lopes

A temporada 2017 foi aberta com a realização do Torneio Raquetinha de Verão. Nele os participantes jogam com raquetinhas de praia de madeira. Apesar da chuva no dia 25 de janeiro, as disputas foram acirradas e os competidores disputaram cada um 3 set’s na fase classificatória.

r esultados

CAtEGoRIA A

Campeões Guilherme Lobo e Rodrigo Carvalho

v ice-Campeões Miguel Riskala e Caue ferreira

CAtEGoRIA b

Campeões fernando Grossi filho e Cosme Gomm

v ice-Campeões Luis Afonso hauer e Gilberto Schermann

> Guilherme P. Silva, Daniel V. isfer, Gilberto Scherman e rodrigo Castilho
> Gustavo Milani, Leonardo Krause e Guilherme P. Silva
> Miguel riskalla, Cauê G. Ferreira, rodrigo Carvalho e Guilherme B. Lobo
> raphael Manzoni, José V. Godoy, Gal Czerny e Cauê G. Ferreira
> Abdon Uadi, Leonardo Krause, Miguel Riskalla e Gabriel Riskalla
> Sergio Fleishfresser, Luiz Afonso hauer e Alberto Veiga
> Fernando Grossi Filho, Gilberto Scherman e Cosme Gomm

tenistas

Q ue B rilham

Novo ano e com ele novas conquistas dos nossos jovens tenistas. Confira quem começou o ano com o pé direito.

c ircuito

s ul Brasileiro

3ª e 4ª eTAPA

data /// 14 a 24 de janeiro

l ocal /// Londrina / PR

DuPLAS – 12 ANoS (feminino )

Campeã Juliana Sperb

c ircuito

s ul Brasileiro

6ª E TAPA

data /// 28.01 a 02 de fevereiro

l ocal /// Maringá / PR

SIMPLES – 12 ANoS (masculino)

Campeão Percy Buffara

c ircuito

s ul Brasileiro

5ª eTAPA

data /// 24 a 28 de janeiro

l ocal /// Londrina / PR

SIMPLES – 12 ANoS (feminino )

finalista Juliana Sperb

DuPLAS – 12 ANoS (feminino )

Campeã Juliana Sperb

SIMPLES – 12 ANoS (masculino)

Campeão Percy Buffara

DuPLAS – 12 ANoS (masculino)

Campeão Percy Buffara

SIMPLES – 18 ANoS

Campeã Giovana bertoldi

encontro anual

B arreado das amigas tenistas

A tenista Bettina Muradas, realizou na terça – feira dia 31 de janeiro o encontro anual das tenistas do Clube em sua casa em Caiobá. Durante o evento arrecadou fundos em prol do Instituto TMO de apoio ao transplante de medula Óssea.

voluntário no tênis olímpico

texto r omeu Friedlaender
Andy Murray, campeão da categoria Simples Masculino nos Jogos Olímpicos Rio 2016

Em 2016 ocorreu algo histórico na America do Sul, sediamos os Jogos Olímpicos pela primeira vez na historia. Isso representava uma chance única de poder acompanhar de perto os melhores atletas do mundo em mais de 40 modalidades esportivas que estariam em nosso pais, na cidade do Rio de Janeiro, cerca de uma hora de voo de Curitiba.

Eu nao poderia perder a oportunidade de assistir o Rio 2016, curtir, vibrar, acompanhar de perto o que tem de melhor nos esportes. Comprei alguns ingressos e numa das vezes que acessei o site olímpico resolvi me inscrever para ser voluntário nessa jornada. Acabei sendo escolhido para trabalhar voluntariamente no Rio de Janeiro no período olímpico, na função de Protocolo e Relações Internacionais no Centro Olímpico de Tênis.

As Olimpíadas começariam na sexta-feira, 5 de agosto, o ténis no sábado dia 6. Eu chegaria no dia 3 no Rio de Janeiro, mas havia um ensaio geral da cerimonia de abertura desses Jogos no domingo anterior, dia 31 de julho, por sorte eu fui um dos voluntários que conseguiu ingresso para assistir ao ensaio, entao fui ao Rio de Janeiro dias antes para esse evento. Saber em primeira mão o que o Brasil iria mostrar ao mundo no dia 5 foi sensacional, emocionante acompanhar o voo do 14 Bis com o Santos Dumont pelo Maracana e Rio de Janeiro. Mas me controlei e nao contei para ninguém como seria essa cerimônia, ou quase ninguém.

Sábado, 6 de agosto, 16 horas, iniciava a minha jornada no Centro Olímpico de Tênis, cheguei um pouco antes para sentir o clima, como estava o ambiente por lá, uma energia contagiante tomava conta de toda a cidade olímpica. O complexo tenístico era o maior dentre todos as modalidades, contando com a quadra central, para 10 mil lugares, a quadra 1 para 5 mil, a 2 para 3 mil espectadores e as quadras 3 a 9 para pelo menos 250 cada, ou seja, eram quase 20 mil pessoas circulando pela estrutura do tenis todos os dias. Minha função era acompanhar e fazer com que autoridades, chefes de Estado, membros dos cômites olímpicos dos países e de todos os esportes olímpicos pudessem ter seus lugares cativos para assistir as partidas do torneio. Todas as quadras tinham lugares reservados para esse pessoal. Além das quadras tinha um lounge apenas para esse público, sua circulação pelo complexo tenístico também sempre era acompanhado por alguém da minha área e alguma forma de segurança, seja Polícia Federal ou Força Nacional.

quadra 1 jogavam duplas os irmãos britânicos Andy e Jamie Murray contra Tomaz Belucci e Andre Sa , deixando a quadra 2 para a estréia do japonês Key Nishikori . Nas quadras menores, de 3 a 9 ainda podia-se assistir, por exemplo, a suiça Martina Hingis jogando duplas. Ou seja, para o lado e quadra que se olhasse tinha jogos de tênis da melhor qualidade possível, digno de um torneio de Grand Slam

o s Jogos olímpicos representavam uma chance única de poder acompanhar de perto os melhores atletas do mundo

No primeiro dia já podia sentir o que viria pela frente, na quadra central tinha jogos do servio Novak Djokovic contra o argentino Juan Martin Del Potro , enquanto na

Todos os dias aparecia algum presidente ou primeiro ministro de algum país para assistir as partidas de tênis, os presidentes do COI (Cômite Olímpico Internacional) e do COB (Cômite Olímpico Brasileiro) também frequentavam as quadras de tênis.

Alem do tênis ainda consegui acompanhar outros estádios, arenas e esportes, como as eliminatórias dos 200m rasos com o jamaicano Usain Bolt , o novo recorde feminino para os 10.000m, a campeonissima equipe chinesa de tênis de mesa, jogos de vôlei, futebol, maratonas, provas de rua, bem como sentir toda a energia e ambiente que foi criado nesses Jogos Olímpicos, além de conseguir assistir a cerimônia de encerramento das Olimpíadas 2016.

Como voluntário eu tinha que pagar todas as minhas despesas para chegar e ficar no Rio de Janeiro, como passagem aérea e hospedagem, apenas o transporte ate o Parque Olímpico e uma refeição durante o expediente nao eram por minha conta. Mas valeu a pena, foi uma experiência única que nao tem preço, quem sabe possa repetir em Tóquio, em 2020, esperar para ver.

> romeu Friedlaender
CoMU niCAdos

regras do po K er

fonte www.po K erstars.com/ B r/po K er

Esta chegando o Circuito Graciosa de Texas Hold’em 2017. Listamos algumas noções básicas para voltar afiado ou começar um novo esporte.

Antes de chegar nas mesas de poker, você precisa se familiarizar com as noções básicas de ranking de mãos e as regras que regem o t exas Hold’em. Aqui estão as 10 mãos que todo jogador deve conhecer antes de participar da ação.

dez do mesmo naipe.

da sequência vence.

Quatro cartas de mesmo valor, e uma outra carta como ‘kicker’. Em caso de empate, o jogador com a maior carta restante (‘kicker’) vence.

Três cartas do mesmo valor, e duas outras cartas diferentes de mesmo valor. e m caso de empate, as três cartas de mesmo valor mais altas vencem.

Flush /// 5ª melhor mão

Cinco cartas do mesmo naipe, não em sequência. e m caso de empate, o jogador com a maior carta de maior valor vence.

Cinco cartas de naipes diferentes em sequência. e m caso de uma mão similar, o valor da carta mais alta da sequência vence.

t rinca /// 7ª melhor mão

Três cartas do mesmo valor e duas outras não relacionadas. em caso de empate, o jogador com a maior carta restante, e caso necessário a segunda mais alta carta restante vence.

d ois pares /// 8ª melhor mão

Duas cartas de mesmo valor e mais duas cartas diferentes de mesmo valor, além do kicker. No caso dos jogadores terem Dois Pares idênticos, o maior kicker vence.

par /// 9ª melhor mão

Duas cartas do mesmo valor, e três outras não relacionadas. em caso de empate, o jogador com o maior kicker, e caso necessário a segunda ou terceira carta restante mais alta vence.

c arta a lta /// 10ª melhor mão

Qualquer mão que não esteja nas categorias acima. e m caso de empate, a carta mais alta vence, como um ‘as-alto’.

t ermos de

& g lossário

1 c ontra 1 /// Um pote que está a ser disputado apenas por dois jogadores. Exemplo:”No turn ficou 1 contra 1.”

a ção /// (1) Oportunidade para agir. Caso um jogador não se aperceba que é a sua vez de jogar, o dealer irá dizer “É a sua vez de jogar.” (2) Apostas e subidas. “Se uma terceira copa aparecer no tabuleiro de jogo e existir muita acção, tem de assumir que alguém fez o flush.”

a ll- i n /// Ficar sem fichas enquanto aposta ou iguala. Em jogos de mesa de apostas, um jogador não poder ir buscar dinheiro ao bolso durante uma mão. Se ficar sem dinheiro, é criado um pote paralelo no qual ele não tem qualquer participação. No entanto, ele ainda pode ganhar o pote no qual ele apostou fichas. Exemplo: “Pobre Bob. Ele tinha quads contra um full house alto, mas foi all-in na segunda aposta.”

a nte ( a posta i nicial) /// Uma pequena porção de uma aposta com a qual contribuiu cada jogador para prover o pote no início de uma mão de poker. A maioria dos jogos hold’em não têm aposta inicial; recorrem a “blinds” (“casadelas”) para introduzir o dinheiro inicial do pote.

a posta em s e Q uência /// Uma aposta (normalmente uma subida) na qual um jogador não coloca todas as fichas necessárias para a subida no pote com um só movimento. A não ser que ele declare verbalmente a subida, pode ser forçado a retirar a aposta e a igualar. Isto evita a jogada não ética de colocar apenas fichas suficientes para igualar, ver o efeito provocado nos outros jogadores, e decidir então se sobe ou não.

a rco-íris /// Um flop que tem três naipes diferentes, não possibilitando qualquer flush no turn. Pode também significar um tabuleiro completo de cinco cartas que não tenha mais de duas com o mesmo naipe, não permitindo assim qualquer flush.

atingir /// Como em “o flop atingiu-me,” significa que o flop tem cartas que ajudam a sua mão. Se tiver AK e no flop sair K-7-2, atingiu-o.

a posta em s e Q uência /// Aproveitar a carta do turn e do river para fazer uma mão de draw. Por exemplo, suponhamos que tem A -7 No flop sai A-6 -4. Aposta e todos igualam. O turn é o T, que toda a gente passa e, em seguida, o river é o J . Fez um nut flush “backdoor”. Veja também “runner.”

Bad Beat /// Ter uma mão muito inferior que ganha a uma mão muito superior. É normalmente usado para indicar que o vencedor do pote não tinha qualquer motivo para entrar naquele pote e que teve a maior das sortes ao sair a única carta do baralho que lhe poderia dar a vitória. Não damos qualquer exemplo; irá ouvir falar de inúmeros exemplos destes durante a sua carreira no poker.

Bet ( a posta) /// As primeiras fichas colocadas no pote em qualquer street. No pré-flop, o small blind vai ser classificado como a primeira aposta.

Blan K /// Uma carta no tabuleiro que parece não afectar as classificações na mão. Se o flop é A-J-T , então a carta 2 no turn será considerada uma “blank”. Por outro lado, o 2 não será assim considerado.

Botão /// Um disco branco em acrílico que indica o dealer (nominal). Também usado como referência ao jogador com o botão. Exemplo: “Oh, o botão subiu.”

Burn /// Eliminar a carta superior do baralho, com a face para baixo. Esta acção é efectuada entre cada rodada de apostas, antes de distribuir a(s) seguinte(s) carta(s) da comunidade. É uma segurança para evitar que qualquer jogador beneficie do facto de ter reconhecido ou visto a próxima carta a ser colocada no tabuleiro.

Buy ( c omprar) /// (1) Como em “comprar o pote.” Fazer bluff, com a esperança de “comprar” o pote sem que qualquer jogador iguale. (2) Como em “comprar o botão.” Apostar ou subir, com esperança que os jogadores entre si e o botão desistam, permitindo assim que possa agir em último lugar nas seguintes rodadas.

c all ( i gualar) /// Colocar no pote uma quantia de dinheiro igual à aposta ou à subida mais recente. O termo “ver” (como em “Eu vejo essa aposta”) é considerado coloquial.

c alling s tation /// Um jogador fraco-passivo que iguala muito, mas não sobe ou desiste muito. É o tipo de jogador com quem gostaria de jogar.

c ap /// Colocar a última subida permitida numa rodada de apostas. É normalmente a terceira ou quarta subida. Os dealers na Califórnia gostam de dizer “Capitola” ou “Cappuccino.”

c arta g rátis /// Uma carta do turn ou do river sobre a qual não tem de igualar uma aposta devido à jogada efectuada anteriormente na mão (ou devido à sua reputação em relação aos seus adversários). Por exemplo, se for o botão e subir quando fizer um flush draw no flop, os seus adversários poderão passar no turn. Se fizer o seu flush no turn, poderá apostar. Se não conseguir fazer no turn, poderá também passar, vendo assim a carta do river “gratuitamente.”

c arta i ntimidatória /// Uma carta que pode transformar a melhor mão na pior. Se tiver T -8 e o flop for Q-J-9 , terá quase de certeza a melhor mão. Contudo, se a carta do turn for o T , tal será bastante intimidador, pois irá quase de certeza provocar a sua derrota.

c arta s uperior /// Uma carta superior a qualquer carta no tabuleiro. Por exemplo, se tiver AQ e no flop sair J-7-3, tal significa que não tem um par, mas tem duas cartas superiores.

c artas da c omunidade /// Cartas que são apresentadas com a face para cima no meio da mesa de poker e partilhadas pelos jogadores em jogos como Hold’em e Omaha. São também referidas como cartas do tabuleiro ou “o tabuleiro”.

c artas de Bolso /// As suas cartas exclusivas, que mais ninguém consegue ver. Por exemplo, “Ele tinha um par de seis nas cartas de bolso “ ou “Eu tinha um excelente ás-rei nas cartas de bolso.”

c artas h ole /// Cartas distribuídas a um jogador com a face para baixo – usado mais frequentemente quando se descrevem as primeiras duas cartas do jogador no Hold’em e as primeiras quatro cartas do jogador no Omaha.

c asa /// O estabelecimento que está a realizar o jogo. Exemplo: “Os $2 que colocas no botão são para a casa.”

c asadela ao v ivo /// Uma aposta forçada, colocada por um ou mais jogadores antes de ser distribuída qualquer carta. “Ao vivo” significa que aqueles jogadores ainda podem subir quando a acção chega novamente a eles.

c asadela e xtra /// Uma casadela colocada por um jogador que acabou de entrar no jogo, que voltou ao jogo ou que mudou de posição na mesa. Veja também “casadela” e “colocar.”

c asadela g rande /// A maior das duas casadelas usadas normalmente num jogo hold’em. A casadela grande é normalmente uma aposta do valor total da primeira rodada. Veja também “casadela” e “casadela pequena.”

c asadela p e Q uena /// A mais pequena das duas casadelas usadas normalmente num jogo hold’em. Normalmente, a casadela pequena é de um terço a dois terços da aposta da primeira rodada. Veja também “casadela grande” e “casadela.”

c asadela /// Uma aposta forçada (ou aposta parcial) colocada por um ou mais jogadores antes de ser distribuída qualquer carta. Normalmente, as casadelas são colocadas pelos jogadores imediatamente à esquerda do botão. Veja também «casadela ao vivo.”

c ase /// A última carta de um determinado valor no baralho. Exemplo: “O flop veio J-8-3; tenho um par de valetes nas cartas de bolso, ele tem um par de 8 nas cartas de bolso, depois sai um oito case no river e ele bate o meu full house.”

c hec K ( p assar) /// 1 / Não apostar, com a opção de igualar ou subir mais tarde na sequência de apostas. Equivale a apostar zero dólares. 2 / Outra palavra para ficha, como em ficha de poker.

c hec K r aise ( p assar s u B ir) /// Passar e depois subir quando um jogador atrás de si faz uma aposta. Ocasionalmente, ouvirá pessoas dizer que não se trata de poker justo ou ético. Disparate. Quase todos os casinos permitem o passar-subir e é uma táctica de poker importante. É particularmente útil no hold’em de limite baixo onde necessita de uma força extra para limitar o campo se possui a melhor mão.

c o B ertura /// Uma aposta de casadela opcional, normalmente efectuada pelo jogador imediatamente à esquerda da casadela grande, equivalente ao dobro da casadela grande. Na realidade, isto é uma subida e força qualquer jogador que deseje jogar a pagar duas apostas. Para além disso, a cobertura é a última acção antes do flop e pode haver uma “nova subida.”

c old c all /// Igualar mais do que uma aposta numa única acção. Por exemplo, pense no primeiro jogador a agir após as subidas da casadela grande. Nesse momento, qualquer jogador a agir depois disso tem de fazer duas apostas “cold.” Isto é diferente de fazer uma única aposta e depois proceder a uma subida posterior.

c olocar /// Colocar uma aposta de casadela, normalmente necessária quando se senta pela primeira num jogo, numa sala de cartas. Pode também ser necessário colocar uma casadela se mudar de lugar na mesa, para um lugar afastado das casadelas. Exemplo: um jogador sai de um lugar na mesa e vai para outro de forma a ficar mais afastado das casadelas. Ser-lhe-á solicitada a colocação de uma casadela extra para receber uma mão. Veja também “casadela extra.”

c ome h and /// Uma mão de draw (provavelmente do um termo proveniente dos dados).

c omissão /// Percentagem de dinheiro retirada de todos os potes pelo dealer. Este é o rendimento da sala de cartas.

c ounter F eit /// Tornar a sua mão menos valiosa, pois as cartas no tabuleiro duplicam-na. Exemplo: tem 87 e o flop sai 9-T-J; assim sendo, tem um straight. Agora sai um 8 no turn. Isto “falsificou” a sua mão e tornou-a praticamente sem valor.

c rac K (Bater) /// Bater uma mão - normalmente uma mão alta. Irá ouvir este termo aplicado mais frequentemente a um par de ases nas cartas de bolso: “É a terceira vez esta noite que o meu par de ases nas cartas de bolso é batido.”

c ripple ( i ncapacitar) /// Como em “incapacitar o baralho.” Significa que possui a maioria ou todas as cartas que qualquer pessoa gostaria de ter com o tabuleiro actual. Se tiver um par de reis nas cartas de bolso e os outros dois reis saírem no flop, neste caso “incapacitou” o baralho.

d ealer /// O jogador num jogo de poker que realmente (ou teoricamente) dá as cartas. Quando um dealer profissional (casino ou sala de cartas) ou quando um dealer automatizado (online) está presente – é necessário identificar o jogador que irá dar as cartas, pois as casadelas e as apostas são efectuadas a partir do lado esquerdo do dealer. Esta identificação é efectuada utilizando um marcador denominado botão do dealer, que se movimenta à volta da mesa no sentido dos ponteiros do relógio, deslocando-se para o jogador seguinte após a conclusão de cada mão.

d ica /// Uma pista ou um sinal que um jogador inadvertidamente dá sobre a força da sua mão, sobre a sua próxima acção, etc. Pode derivar da utilização óbvia de que ele dá uma “dica” do que vai fazer antes do o fazer.

d og /// Abreviatura de “underdog.”

d ois p ares d ivididos /// Uma mão de dois pares na qual uma de cada uma das suas cartas de bolso aparece também no tabuleiro. Exemplo: tem T9, o flop é T-9-5 e, assim sendo, tem dois pares divididos. Isto é em comparação com dois pares em que um dos pares está no tabuleiro. Exemplo: tem T9, o flop é 9-5-5.

d raw d ead /// Tentar obter uma mão que, mesmo após ter sido obtida, não irá ganhar o pote. Se estiver a tentar obter um flush e o seu adversário já tiver um full house, está a “drawing dead.” Naturalmente, é uma má posição para se estar.

d raw /// Jogar uma mão que ainda não é boa, mas pode ficar boa se sair a carta certa. Exemplo: “Ainda não consegui - Estou à espera.” Também usado como substantivo. Exemplo: “Tive de igualar porque tenho um bom draw.”

d uplo p ar s uperior /// Dois pares, com as suas duas cartas hole a fazer par com as duas cartas mais altas no tabuleiro.

e struturada /// Termo usado para ser aplicado a determinadas estruturas de apostas nos jogos de poker. A definição típica de um jogo hold’em estruturado é um montante fixo para apostas e subidas antes do flop e no flop e, em seguida, o dobro desse montante no turn e no river. Exemplo: um jogo hold’em estruturado $2-$4: apostas e subidas de $2 antes do flop e no flop; apostas e subidas de $4 no turn e no river.

e xpectativa /// (1) A quantia que espera ganhar em média se efectuar uma determinada jogada. Por exemplo, suponhamos que coloca $10 num pote de $50 para fazer o draw numa mão que irá fazer 25 % das vezes e que irá ganhar em todas as vezes que a fizer. Três em cada quatro vezes não irá fazer o seu draw, perdendo assim $10 de cada vez num total de $30. À quarta vez irá fazer o seu draw, ganhando $50. O seu ganho total, durante estas quatro mãos em média, é de $50$30 = $20, uma média de $5 por mão. Assim sendo, igualar os $10 tem uma expectativa positiva de $5. (2) A quantia que espera ganhar numa mesa de poker num período específico de tempo. Suponhamos que em 100 horas de jogo ganha $527. Então, a sua expectativa é de $5,27/h. Naturalmente, não irá ganhar essa quantia exacta a cada hora, mas é uma forma de medição dos seus ganhos antecipados.

Favorita /// Uma mão de poker que é estatisticamente favorita para ganhar.

Flop /// As primeiras três cartas da comunidade, colocadas ao mesmo tempo com a face virada para cima.

Fold ( d esistir) /// Renunciar a qualquer hipótese de ganhar o pote actual no poker. Baixar ou renunciar a sua mão em vez de igualar ou subir a aposta.

Foul ( a nular) /// Uma mão que pode não ser jogada por uma qualquer razão. Um jogador com uma mão anulada não pode reclamar nem receber qualquer porção do pote. Exemplo: “Ele acabou com três cartas após o flop e, assim sendo, o dealer declarou a sua mão anulada.”

Free r oll /// Um jogador tem a oportunidade de ganhar todo o pote quando está empatado com outro jogador. Por exemplo, suponhamos que tem A-Q e o seu adversário tem A-Q. O flop é Q -5-T . Neste momento está empatado com o seu adversário mas está em free roll, pois pode ganhar todo o pote e o seu adversário não. Se não sair nenhum pau, irá dividir o pote com ele; se sair um pau, irá ganhar tudo.

g rati F icação /// Um pequeno montante (normalmente $.50 ou $1.00) oferecido ao dealer pelo vencedor do pote. As gratificações representam frequentemente a maioria do rendimento do dealer.

i gualar n ovamente /// Igualar uma aposta após um ou mais jogadores já terem igualado.

i gualar s uavemente /// Igualar. Igualar suavemente implica por vezes jogar lentamente uma mão forte. Exemplo: “Fiz um nut flush com o flop mas igualei suavemente quando o jogador à minha frente apostou –Não quis assustar ninguém.”

Jac K pot /// Um bônus especial pago ao perdedor de uma mão no caso deste ter perdido com uma mão muito boa. No hold’em, o “perdedor” é normalmente obrigado a ter um full de ases ou superior. Em alguns dos maiores clubes de cartas do Sul da Califórnia, houve jackpots que ultrapassaram os $50,000. Naturalmente, o jackpot é criado com dinheiro retirado do jogo, como parte da comissão.

Jogada l enta /// Jogar uma mão forte de forma fraca, de modo a que se mantenham no pote mais jogadores.

Jogar com o ta B uleiro /// Apresentar uma mão, no hold’em, quando as suas cartas não fazem uma mão melhor do que as cartas existentes no tabuleiro. Por exemplo, se tiver 22 e o tabuleiro for 4-4-9-9-A (sem possibilidade de flush), então tem de “jogar com o tabuleiro”: a melhor mão possível que pode fazer não usa nenhuma das suas cartas. Tenha em atenção que, se jogar com o tabuleiro, o melhor que pode vir a acontecer é dividir o pote com todos os jogadores restantes.

Kic K er /// Uma carta desemparelhada usada para determinar a melhor de duas mãos quase equivalentes. Por exemplo, suponhamos que tem AK e o seu adversário tem AQ. Se o flop tiver um ás, ambos têm um par de ases mas irá ganhar porque tem um rei como kicker. Os kickers podem ser extremamente importantes no hold’em.

l igação /// Uma mão inicial no hold’em na qual as duas cartas têm uma diferença de um ponto no valor. Exemplos: KQ, 76.

l imite v ariado /// Uma estrutura de apostas na qual um jogador pode apostar qualquer montante, dentro de um determinado limite superior e inferior, em todas as rodadas de apostas. Uma estrutura típica de limite variado é $2-$6, onde um jogador pode apostar, no mínimo, $2 e, no máximo, $6 em todas as rodadas de apostas.

m aníaco /// Um jogador que faz um grande número de subidas, apostas e bluff, de forma hiperagressiva. Um verdadeiro maníaco não é um bom jogador, apenas faz muito jogo. Contudo, um jogador que ocasionalmente age como um maníaco e confunde os seus adversários é muito perigoso.

m ão c ompleta /// Uma mão que é definida pelas cinco cartas – um straight, flush, full house, quadra ou straight flush.

m ão d ominada /// Uma mão que irá quase sempre perder para uma mão mais forte mas que as pessoas normalmente jogam. Por exemplo, K3 é “dominada” por KQ. À excepção de flops estranhos (por ex., 3-3-X, K-3-X), irá sempre perder para KQ.

m esa de a postas /// Uma regra em jogos de poker que não permite a um jogador ir buscar dinheiro ao bolso durante uma mão. Apenas pode investir no pote actual o montante disponível à sua frente. Se ficar sem fichas durante a mão, é criado um pote paralelo no qual ele não tem qualquer participação. Todo o poker de casino é jogado em mesa de apostas. Por vezes, a definição inclui também a regra que não permite a um jogador retirar fichas da mesa durante um jogo. Apesar de haver a possibilidade desta regra não ser referida como “mesa de apostas,” é aplicada quase universalmente nos jogos de poker públicos.

m ostrar o Jogo /// O momento em que todos os jogadores restantes na mão viram as suas cartas com a face para cima e determinam quem tem a melhor mão – por ex. após estar concluído a quarta rodada de apostas. Naturalmente, se uma aposta final ou subida não for igualada, as cartas não serão mostradas.

m uc K ( c artas e liminadas) /// O monte de cartas, resultantes das desistências e retiradas do baralho (burn), colocado à frente do dealer. Exemplo: “A mão dele caiu no monte e o dealer ordenou a sua desistência, apesar dele querer a devolução das suas cartas.” Também usado como verbo. Exemplo: Ele não tinha qualquer saída e, assim sendo, eliminou a sua mão.”

n uts /// A melhor mão possível com o tabuleiro disponível. Se o tabuleiro for K-J -T-4 -2, então A -X é o nuts. Irá ocasionalmente ouvir este termo aplicado à melhor mão possível numa determinada categoria, embora não sendo o nuts usado em termos gerais. No exemplo descrito em cima, um jogador com A-Q poderá dizer que tem o “nut straight.”

oFF suit /// Uma mão inicial no hold’em com duas cartas de naipes diferentes. Uma mão inicial no hold’em com duas cartas de naipes diferentes.

o ne- g ap /// Uma mão inicial no hold’em com duas cartas com uma diferença de dois pontos no valor. Exemplos: J9, 64.

p agar /// Igualar uma aposta quando o apostador aparenta ter uma mão que não pode ser vencida mas, mesmo assim, o pote é suficientemente grande para justificar a acção de igualar. Exemplo: “Ele jogou exactamente como se tivesse feito o flush, mas eu tinha um trio alto, por isso paguei-lhe.”

p ar i n F erior /// Um par com as cartas mais baixas no flop. Se tiver A -6 e o flop for K-T-6 , tem um flop com um par inferior.

p ar nas c artas de Bolso /// Uma mão inicial no hold’em com duas cartas do mesmo valor, fazendo um par. Exemplo: “Tive pares altos nas cartas de bolso sete vezes na primeira hora. O que mais se pode pedir?”

p ar s uperior /// Um par com a carta mais alta no flop. Se tiver A -Q e o flop for Q-T-6 , tem um flop com o par superior. Veja “segundo par.”

p ar s uperior /// Um par nas cartas de bolso superior a qualquer carta no flop. Se tiver QQ e no flop sair J-8-3, terá um par superior.

p atrimónio /// A sua parte “justa” do pote. Se o pote tiver $80 e se as suas hipóteses de ganhar forem de 50%, terá $40 de propriedade no pote. Este termo é de certa forma imaginário, pois na realidade irá ganhar $80 ou $0, mas dá-lhe uma ideia de quanto “poderá” ganhar.

p ilha p e Q uena /// Um número de fichas que não é muito elevado em comparação com os restantes jogadores na mesa. Se tiver $10 à sua frente e todos os outros jogadores nessa mesa tiverem mais de $100, está a jogar com uma pilha pequena.

p ote c entral /// O primeiro pote criado durante uma mão de poker, em contraste com um ou mais potes “paralelos” criados se um ou mais jogadores aposta tudo (all-in). Também designado por “pote principal”.

p ote d ividido /// Um pote que é dividido por dois ou mais jogadores devido às suas mão equivalentes.

p ote Familiar /// Um pote no qual todos (ou quase todos) os jogadores igualam antes do flop.

p ote p aralelo /// Um pote no qual um jogador não tem qualquer participação, pois ficou sem fichas. Exemplo: O Al aposta $6, a Beth iguala os $6 e o Carl iguala mas tem apenas $2. É criado um pote paralelo de $8, o qual apenas o Al ou a Beth podem ganhar, não o Carl. O Carl, contudo, pode ainda ganhar todo o dinheiro no pote original ou “central”.

p ote- l imite /// Uma versão de poker em que um jogador pode apostar até ao valor existente no pote sempre que for a sua vez de jogar. Tal como o sem limite, este é um jogo muito diferente do poker de limite.

p reço /// As probabilidades do pote que está a obter de um draw ou ao igualar. Exemplo: “O pote estava a proporcionar um preço suficientemente elevado, por isso mantive o meu straight draw por instinto.”

p ro B a B ilidades do p ote /// O montante de dinheiro no pote comparado com o montante que tem de colocar no pote para continuar a jogar. Por exemplo, suponhamos que há $60 no pote. Alguém aposta $6, sendo o valor do pote agora de $66. Terá de apostar $6 para igualar e, assim sendo, as suas probabilidades do pote são 11:1. Se a sua probabilidade de ter a melhor mão for de, no mínimo, 1 em 12, então deve igualar. As probabilidades do pote também se aplicam a draws. Por exemplo, suponhamos que tem um draw para o nut flush com uma carta por sair. Neste caso, está a um underdog de cerca de 4:1 para fazer o seu flush. Se forem necessários $8 a igualar a aposta, então tem de haver cerca de $32 no pote (incluindo a aposta mais recente) para tornar a sua aposta correcta.

p ro B a B ilidades i mplícitas /// As probabilidades do pote que não existem no momento mas que podem ser incluídas nos seus cálculos devido às apostas que espera ganhar se conseguir obter a sua mão. Por exemplo, pode igualar com um flush draw no turn mesmo que o pote não lhe proporcione uma probabilidade exacta de 4:1 (a sua hipótese de fazer o flush), pois tem a certeza que pode ganhar uma aposta do seu adversário no river se fizer o seu flush.

p roteger /// (1) Manter a sua mão ou uma ficha sobre as suas cartas. Isto evita que elas sejam confundidas com uma mão descartada ou acidentalmente eliminadas pelo dealer. (2) Investir mais dinheiro num pote de modo a que o dinheiro da casadela colocado anteriormente não seja “desperdiçado.” Exemplo: “Ele protege sempre as suas casadelas, independentemente das suas cartas serem muito más.”

Quads /// Quatro cartas com o mesmo valor (quadra).

r agged /// Um flop (ou tabuleiro) que parece não ajudar ninguém. Um flop com J -6-2 irá parecer ragged.

r ápido /// Como em “jogar rápido.” Jogar uma mão agressivamente, apostando e subindo o mais possível. Exemplo: “Quando fizer um trio com o flop mas existir a possibilidade de fazer um flush, tem de jogar rápido.”

r epresentar /// Jogar como se tivesse uma determinada mão. Por exemplo, se subiu a aposta antes do flop e, em seguida, subiu novamente quando no flop saiu um ás como carta superior, estará a representar pelo menos um ás com um bom kicker.

r ing g ame /// Um jogo de poker normal como oposição a um torneio. Também referido como um jogo “ao vivo”, pois está em jogo dinheiro real em vez de fichas de torneio.

r iver /// A quinta e última carta comunitária, colocada sozinha com a face para cima. Também conhecida como “fifth street”. As metáforas envolvendo o river (rio) são dos clichés mais apreciados do poker, por ex., “Ele afogou-se no river (rio).”

r ochedo /// Um jogador que joga de forma muito rectilínea, sem grande criatividade. Ele sobe apenas com as melhores mãos. Um verdadeiro rochedo é bastante previsível: se ele subir a sua aposta no fim, pode deitar fora praticamente qualquer jogo.

r unner /// Normalmente diz-se “runner-runner” para descrever uma mão que foi feita apenas porque saíram as cartas correctas no turn e no river. Exemplo: “Ele fez um flush runner-runner para vencer o meu trio.” Veja também “backdoor.”

s aída /// Uma carta que torna a sua mão vencedora. Termo normalmente usado no plural. Exemplo: “Qualquer espada pode fazer o meu flush, por isso tenho nove saídas.”

s egundo p ar /// Um par com a segunda carta mais alta no flop. Se tiver A -T e o flop for K-T-6 , tem um flop com um segundo par. Veja “par superior.”

s emi-Blu FF /// Um conceito poderoso discutido por David Sklansky. É fazer uma aposta ou subida com esperança que não seja igualada mas se tal acontecer, continua a ter algumas saídas. Um semi-bluff pode ser acertado quando não for coveniente apostar pelo valor; , quando tal não for conveniente é preferível um bluff puro. No entanto, uma combinação dos dois pode ser uma jogada com expectativas positivas. Exemplo: tem K-Q e o flop é T-5 -J. Se apostar agora, será um semi-bluff. Provavelmente não tem a melhor mão e gostaria de ver os seus adversários a desistir imediatamente. Contudo, se alguém igualar, ainda pode vir a ter a melhor mão.

s em- l imite /// Uma versão do poker em que um jogador pode apostar qualquer quantidade de fichas (até ao número limite à sua frente) sempre que for a sua vez de jogar. É um jogo muito diferente do poker de limite. A melhor descrição do poker sem-limite está no Doyle Brunson’s Super/System.

s et ( t rio) /// Três cartas com o mesmo valor, estando duas na sua mão (cartas de bolso) e uma no tabuleiro.

s o B o g atilho /// A posição do jogador que age primeiro numa rodada de apostas. Por exemplo, se estiver do lado esquerdo da casadela grande, está “sob o gatilho” antes do flop.

s traight d raw de e xtremidade aB erta /// Procurar uma de duas cartas para fazer um straight. Por exemplo, um jogador com 9-8 com 2-7-6 no tabuleiro pode fazer um straight com um dez (6-7-8-9-T) ou com um cinco (5-6-7-8-9). É também conhecido como straight draw “para cima e para baixo”.

s traight d raw i nterior /// Procurar uma carta com um valor específico para fazer um straight. Por exemplo, um jogador com 9-5 e 2-7-6 no tabuleiro de jogo pode fazer um straight com qualquer oito. É também conhecido como straight draw por “instinto”.

s traight por i nstinto /// Um straight que o jogador pressentiu no seu “interior.” Se tiver 9-8 , no flop sai 7-5 -2 e o turn é o 6 , fez um straight por “instinto”.

s u B ir /// Aumentar o montante da aposta actual.

s uited /// Uma mão inicial no hold’em na qual as duas cartas são do mesmo naipe. Exemplo: “Tive de jogar com J-3 – eram suited.”

s uperior e i n F erior /// Dois pares, com as suas duas cartas hole a fazer par com as cartas mais alta e mais baixa no tabuleiro.

ta B uleiro de J ogo /// Todas as cartas da comunidade num jogo hold’em - as cartas do flop, turn e river em conjunto. Exemplo: “Não existia uma única copa no tabuleiro.”

t empo /// (1) Pedido de um jogador para suspender a jogada enquanto ele decide o que vai fazer. Basta dizer “Tempo, por favor!” Se um jogador não solicita este tempo e houver bastante acção atrás dele, o dealer pode declarar que o jogador desistiu. (2) Montante de dinheiro recolhido no botão ou a cada meia hora pela sala. Esta é outra forma da casa recolher os seus rendimentos (veja “comissão”).

t ilt /// Jogar de forma desajustada e imprudente.

Diz-se que um jogador está “em tilt” se não estiver na sua melhor forma, se jogar demasiadas mãos, tentar bluffs imprudentes, subir com mãos más, etc.

t rio /// Três cartas com o mesmo valor.

t rio s uperior /// O trio mais elevado possível. Exemplo: tem T -T e o flop sai T-8-9 . Fez um trio superior.

t urn /// A quarta carta da comunidade. Colocada sozinha com a face para cima. Também conhecida como “fourth street”.

u ltrapassar /// Vencer. Exemplo: “A Susie ultrapassou o meu trio quando a sua carta de flush saiu no river.”

u nderdog /// Uma pessoa ou mão que não é matematicamente favorita para ganhar um pote. Por exemplo, se tiver um flop de quatro cartas para o flush, não é exactamente um underdog de 2:1 para fazer o seu flush no river (isto é, irá fazer o seu flush cerca de uma em cada três vezes). Veja também “dog.”

v alor /// Como em “apostar pelo valor.” Isto significa que gostaria realmente que os seus adversários igualassem a sua aposta (o contrário de fazer bluff). Isto deve-se normalmente ao facto de ter a melhor mão. Contudo, pode também ser um draw que, se tiver suficientes a igualar, tem uma expectativa positiva.

v alor /// O valor numérico de uma carta (como oposição ao seu naipe). Exemplo: “valete,” “sete.”

v ariação /// Um factor para medir as oscilações ascendentes e descendentes dos seus recursos. Uma variação não é necessariamente um factor a ter em consideração para determinar se joga bem ou não. Contudo, quanto maior for a sua variação, mais oscilações poderá ver nos seus recursos.

v ender /// Como em “vender uma mão.” Num jogo de limite variado, este termo significa apostar abaixo do limite máximo quando tem uma mão muito forte, com esperança de os jogadores igualarem, o que não fariam se tivesse feito a aposta máxima.

p RE s IDEN t E

Glaucio fernando bley filho

v ICE- p RE s IDEN t E

Gustavo Mussi Milani

v ICE- p RE s IDEN t E AD m INI st RAt I v O

Alexei Affonso Schrappe Antoniuk

v ICE- p RE s IDEN t E FINANCEIRO

Guilherme Jacques teixeira de freitas

D IRE t OR DO C p

Alcy vilas boas Junior

D IRE t OR DE sQUA s H

Daniel do Amaral Marqueno

D IRE t ORA sOCIAL

Eliana fadel farracha de Castro

D IRE t OR DE sEDE francisco Luiz Klimovicz

C A p I tã O DE G OLF

Guilherme ferreira da Costa

D IRE t OR DE sAUNA

Guilherme Godinho Zornig

D IRE t OR DE t ê NI s

Guilherme Luis Buffara Lobo

D IRE t OR O U v IDOR Gustavo de Pauli Athayde

D IRE t OR DE sINUCA

Joaquim Afonso Guimarães

D IRE t OR DE O BRA s José hillani

D IRE t OR DE F U t EBOL

José Roberto Loyola Chaves

pRE s IDEN t E DO G R êm IO F LA m INGO

Leonardo Correa Scheidt

C A p I tã DE G OLF

Leslie de oliveira bocchino

D IRE t ORA C ULt URAL

Liana de Camargo Leão

D IRE t ORA DO C LUBINHO DA C RIAN ç A

Luciana Kalinowski Ceccon bianco

D IRE t OR J UR í DICO

Luiz Alberto Cartaxo Moura

D IRE t ORA DE t ê NI s F E m ININO

Marisa Grein Moniz de Aragão

D IRE t ORA DO C p

Nicole Molteni Lopes

D IRE t OR DE INFOR m Á t ICA

Roberto Artigas faucz

D IRE t OR DE B A s QUE t E

Roberval Kugler Mendes

D IRE t OR mÉDICO

Sergio Luis Keinert

COORDENADORA DE RE sp ON s ABILIDADE s OCIAL

Sueli Marlene Steffen Gossling

CON s ELHO DELIBERAt I v O

PRESIDENtE Do CoNSELho

tobias de Macedo

vICE-PRESIDENtE

José Eduardo Moraes Sarmento

1º SECREtARIo

bernardo Luiz Duarte

2º SECREtARIo

Gilberto Guimarães Monastier

mE m BRO s N At O s

fernando Antonio Miranda

Geroldo Augusto hauer

Norberto f f. de Castilho

Marcos Antonio hauer

Rubens Pinho

Edgard Luiz Cavalcanti Albuquerque

João Carlos Ribeiro

Nelson Menicucci Rezende

João Manoel de oliveira franco

tobias de Macedo

Antonio Alves de Araújo filho

Gerson de Sá tavares filho

Jorge Nacli Neto

João Candido da Cunha Pereira

Antonio Luiz C. teixeira de freitas

Cleverson Marinho teixeira

José Candido Muricy

Nelson Luiz velloso filho

Paulo henrique Rocha Loures Demchuk

mE m BRO s E LEI t O s

Adalberto Scherer filho

Andre Diniz Affonso da Costa

Attilio Comodo Neto

bernardo Luiz Duarte

Carlos Alberto Santos Pinho

Carlos Eduardo de Athayde Guimarães

Cassio fernando de b. Prestes

Claudio Roth

Edson José Ramon

Edson vieira Abdala

freddy Jacques S. Lima Kesselring

Gilberto Guimarães Monastier

José Aristeu Pereira Neto

José Eduardo Moraes Sarmento

Luiz Affonso Borrelli Costacurta

Luiz Carlos Caggiano Santos

Luiz otávio Leão

Marcelo Iwersen

Marco Antonio Peixoto

Marco Antonio Simões

Marco Demeterco

Miguel Carlos Riella

oilson Centa Negrelle

omar Camargo filho

osvaldir benato

Ricardo Michelin

Ricardo Mueller

Rubens Curi

Silvio Luhm

tarcisio Araújo Kroetz

CON s ELHO FI s CAL

Luiz Claudio Maia vieira

Mauricio Alhadeff

Nagib Georges fattouch

CON s ELHO FI s CAL s U p LEN t E

Alvaro de Quadros Neto

Lauro Alves de oliveira Junior

Renato Jacques teixeira de freitas

s ECRE tARIA GERAL

De segunda a sexta, das 9 às 19 horas.

R AMA is : 1325, 1385 e 1367

CLUBINHO DA CRIAN ç A

Segunda das 8h40 às 12h50.

De terça a sábado das 8h40 às 18h20. Domingo e feriados das 8h40 às 17h20.

R AMA l : 1383

s ECRE tARIA DO tê NI s

De segunda a sexta, das 8 às 21 horas. Sábado, das 8 às 15 horas. Domingo e feriados das 8 às 14 horas.

R AMA is : 1337 e 1348

s ECRE tARIA DO GOLF

Segunda, das 7h30 às 17h30. De terça a sexta, das 7h30 às 18 horas. Sábado, das 8 às 15 horas. Domingo só abre em dias de torneio.

R AMA is : 1361, 1380 e 1387

stAR t ER

De terça a domingo, das 7 às 17 horas.

R AMA l : 1360

sEC DO C EN t RO pOLIE sp OR t I v O

De segunda a sexta, das 7h às 20 horas. Sábado, das 8 às 18 horas. Domingo e feriados, fechado. R AMA is : 1352 e 1338

FI t st O p CAFÉ

De segunda a sexta-feira, das 08h30 às 20 horas.

R AMA l : 1354

sAUNA mA s CULINA

Segunda a sexta, das 14h às 22h30. Sábado, das 14h às 21h30. Feriados, das 14 às 20h30. Domingo, não abre.

R AMA is : 1353 e 1375

B ARBEARIA

De segunda a sexta, das 17h30 às 22h30. Sábado, das 16 às 21h30.

Domingo, não abre. R AMA l : 1324

A CQUA s p A

Segunda das 13h às 20h

Terça a sábado das 9h às 20h30

Domingo, não abre.

R AMA l : 1378

B IBLIO t ECA

Segunda a sexta, das 9h30 às 18h30. Sábado das 9h30 às 13 horas horas.

Domingo, não abre. R AMA l : 1335

R E stAURAN t E E B AR DA sEDE

Segunda a sábado, das 18 às 23 horas. Domingo, das 11h30 às 17 horas.

R AMA l: 1322

R E stAURAN t E DO G OLF

Segunda a sexta-feira, das 11h30 às 15 horas. Sábado, das 11h30 às 16 horas.

Domingo, não abre. R AMA is : 1336 e 1330

B AR D E p A ss AGE m

Aos sábados buffet de café das manhã das 7 às 9 horas. Segunda-feira das 15 às 21 horas.

Terça a sábado das 7 às 21 horas.

Domingodas 7 às 19 horas. R AMA l : 1347

R E stAURAN t E DO t ê NI s

Aos domingos delicioso buffet de café da manhã das 8 às 10 horas. Segunda-feira das 12 às 21 horas.Terça a sábado: 10 às 21 horas Domingo das 7 às 19 horas. R AMA l : 1373

CA s A DE FE stA s

Segunda a sexta, das 9 às 18 horas. R AMA l : 1333

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