Skip to main content

Resenha crítica

Page 1

GÊNEROS TEXTUAIS A Resenha Crítica


RESENHA CRÍTICA 

“Consumir

ou não os últimos lançamentos de livros, filmes, cds, e estreias de espetáculos musicais e teatrais, exposições artísticas, etc?”


RESENHA CRÍTICA  “Quem

nunca esteve diante das dúvidas: que livro ler? A que filme assistir? Que cd escutar? A que peça de teatro assistir?...”


RESENHA CRÍTICA

“A sociedade contemporânea está imersa na oferta de uma inumerável quantidade de produtos culturais que estão aí para serem consumidos.”


RESENHA CRÍTICA  “Fazer

escolhas baseadas nas leituras de opiniões de críticos respeitados da imprensa as resenhas críticas - pode ser uma boa alternativa.”


RESENHA CRÍTICA  “Assim

como saber emitir um ponto de vista sobre os objetos culturais contemporâneos e argumentar em seu favor podem auxiliar outros nas suas escolhas.”


RESENHA CRÍTICA  “Portanto,

compreender e produzir uma resenha crítica são ferramentas importantes para participar do mundo cultural de hoje”.


RESENHA CRÍTICA  Mas

afinal, o que é a resenha?

 Como  Qual

é a forma de uma resenha?

é o objetivo desse gênero textual?

 Quais

são as características da resenha?


RESENHA CRÍTICA 

“Um gênero textual argumentativo da esfera jornalística , como também o são o editorial, o artigo de opinião e a carta do leitor.


RESENHA CRÍTICA É

um texto em forma de síntese que

expressa a opinião do autor sobre um determinado fato cultural, que pode ser um livro, um filme, peças teatrais, exposições, shows etc.”


RESENHA CRÍTICA  “O

objetivo da resenha é guiar o

leitor pelo emaranhado da produção cultural que cresce a cada dia e que tende

a

confundir

familiarizados conteúdo”.

com

até

os

todo

mais esse


RESENHA CRÍTICA  “Como

ir

uma síntese, a resenha deve

direto

ao

ponto,

mesclando

momentos de pura descrição com momentos

de

crítica

direta.

O

resenhista que conseguir equilibrar perfeitamente esses dois pontos terá escrito a resenha ideal”.


RESENHA CRÍTICA um gênero necessariamente breve, é perigoso recorrermos ao erro de sermos superficiais demais. O texto precisa mostrar ao leitor as principais características do fato cultural, sejam elas boas ou ruins, mas sem esquecer de argumentar em determinados pontos e nunca usar expressões como “Eu gostei” ou “Eu não gostei”.”

 “sendo


RESENHA CRÍTICA  “Fazer

uma resenha parece muito fácil à primeira vista, mas devemos tomar muito cuidado, pois dependendo do lugar, resenhistas podem fazer um livro mofar nas prateleiras ou transformar um filme em um verdadeiro fracasso”.


RESENHA CRÍTICA  “As

resenhas são ainda, além de um ótimo guia para os apreciadores da arte em geral, uma ferramenta essencial para acadêmicos que precisam selecionar quantidades enormes de conteúdo em um tempo relativamente pequeno”.


DIVERGENTE


Divergente é o primeiro livro de uma trilogia distópica com público jovem, escrito pela americana Veronica Roth. A história ocorre no futuro, onde hoje é Chicago (EUA), e a sociedade se encontra dividida em cinco facções: Abnegação, Erudição, Amizade, Audácia e Franqueza. Essas facções surgiram há muitos anos, no momento em que as pessoas perceberam que as guerras não deveriam ser atribuídas à ideologia política, à crença religiosa, à raça ou ao nacionalismo, mas sim à personalidade humana e na sua inclinação para o mal.


Dessa forma, criaram esses grupos ou facções com o intuito de acabar com essas características que, na opinião deles, eram responsáveis pela desordem no mundo. Nesse cenário está a nossa protagonista e heroína, Beatrice Prior, que, junto com seu irmão, Calleb Prior, que é um pouco mais velho que ela, mas que também conta com dezesseis anos, devem escolher seu caminho. O livro é escrito em primeira pessoa, portanto, dessa forma, acompanhamos as angustias, pensamentos, conflitos e emoções de Beatrice Prior.


Esse livro possui uma leitura leve e, apesar de suas 500 (quinhentas) páginas, consegui lê-lo em um dia. A leitura de Divergente é muito prazerosa, porém, é um livro que deixou muito a desejar, devido à sua previsibilidade. Não houve nenhuma parte em que fiquei muito empolgada ou muito surpresa com os acontecimentos do enredo e, na minha opinião, ele é uma mistura de Jogos Vorazes com Harry Potter. Espero, realmente, que os próximos livros da série sejam bem melhores e nos surpreendam com acontecimentos mais empolgantes, para que a gente consiga desvendar os mistérios dessa sociedade. Disponível em: http://www.skoob.com.br/livro/resenhas/195226/edicao:218109


A menina que roubava livros é uma história ambientada na Alemanha nazista, e nela conhecemos Liesel Meminger, uma menina doada a uma família de alemães por sua mãe, que a deixou para trás por proteção, por ser comunista. Liesel era muito jovem quando entrou em uma casa totalmente nova e desconhecida, com novos pais igualmente desconhecidos, e tudo o que lhe restava era acostumarse àquele ambiente e àquelas pessoas. Ou fugir. Porém, esse objetivo nunca foi concretizado, e Liesel, com o tempo, aceitou que aqueles estranhos, já não tão estranhos assim, eram seu novo pai e nova mãe.


A produção cinematográfica foi tão bela, tão fiel e emocionante que, mesmo já conhecendo a história, as cenas me fizeram derramar lágrimas de dor, de tristeza por um país que sofria os ataques de uma guerra que deixou tantas pessoas órfãs – tanto de familiares quanto de sonhos. Na noite dos Cristais, a noite em que dá início a história do filme neste cenário de guerra, 91 judeus foram mortos cerca de 25 a 30 mil levados a campos de concentração (informação detalhada do Wikipedia). Imaginem-se vivendo em um mundo devastado, no qual não se podia prever o dia de amanhã, não se podia esperar que o amanhã trouxesse paz ou soldados armados para dentro das casas. As cenas da Alemanha fria, literal e metaforicamente, foram vividamente dolorosas e emocionantes. [...] Disponível em: http://fluffy.com.br/2014/03/resenha-de-filme-a-menina-que-roubava-livros /


Turn static files into dynamic content formats.

Create a flipbook
Resenha crítica by marcia ferreira - Issuu