ANO 30 | EDIÇÃO 330 | JANEIRO 2026
brazilian magazine
GABY CABRINI
AUTENTICIDADE E EQUILÍBRIO NA NOVA GERAÇÃO DO ENTRETENIMENTO
NEGÓCIOS
ESTRATÉGIAS PARA USAR O LINKEDIN
MODA
TENDÊNCIAS PARA 2026
TURISMO
OS HOTÉIS MAIS FAMOSOS DE MIAMI
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ANO 30 EDIÇÃO 330 JANEIRO 2026
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DIOR ESTREIA A VISÃO DE JONHATAN ANDERSON EM SUA NOVA COLEÇÃO
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A CONEXÃO EM UM MUNDO DIGITAL SAIBA COMO USAR O LINKEDIN TRUMP AVALIA SUBSTITUIR O IMPOSTO DE RENDA POR TARIFAS EM 2026 CAPA GABY CABRINI SUSTENTABILIDADE NA DECORAÇÃO TURISMO OS HOTÉIS MAIS FAMOSOS DE MIAMI
JANUARY 2026 JANUARY 2026
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EDITORIAL brazilian magazine
ANO 30 | EDIÇÃO 330 | JANEIRO 2026
GABY CABRINI
AUTENTICIDADE E EQUILÍBRIO NA NOVA GERAÇÃO DO ENTRETENIMENTO
NEGÓCIOS
ESTRATÉGIAS PARA USAR O LINKEDIN
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TENDÊNCIAS PARA 2026
TURISMO
OS HOTÉIS MAIS FAMOSOS DE MIAMI
COVER GABY CABRIN photo: lourival ribeiro publisher & editor at large
laine furtado
executive director joe souza
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AS EXPECTATIVAS PARA 2026
ano de 2026 se anuncia como um período de redefinições importantes em escala global. Depois de anos marcados por instabilidades políticas, ajustes econômicos e transformações sociais aceleradas, a expectativa predominante é de um mundo mais cauteloso, porém estrategicamente orientado para reconstrução e adaptação. Não se trata apenas de retomar ritmos, mas de escolher novos caminhos.
No cenário político internacional, 2026 tende a ser um ano de decisões relevantes. Nos Estados Unidos e em outras grandes economias, temas como crescimento econômico, imigração, inovação tecnológica e sustentabilidade devem ocupar o centro do debate público. As escolhas feitas nesses campos terão impacto direto sobre mercados globais, fluxos migratórios e relações comerciais, influenciando também países emergentes que buscam estabilidade e previsibilidade institucional. A economia global entra no novo ano com projeções moderadas, sustentadas mais pela eficiência e pela inovação do que por expansões aceleradas. Setores como tecnologia, saúde, energia limpa e agronegócio seguem como motores estratégicos, enquanto empresas e governos são pressionados a adotar modelos mais sustentáveis e resilientes. O consumo tende a se tornar mais seletivo, refletindo um público atento ao valor real dos produtos e serviços. No campo social, 2026 consolida mudanças já perceptíveis. A valorização do equilíbrio entre vida pessoal e profissional, o cuidado com a saúde mental e a busca por propósito deixam de ser tendências e passam a orientar decisões individuais e corporativas. Há uma redefinição silenciosa do que significa sucesso, produtividade e qualidade de vida. Nesse contexto, o jornalismo assume papel essencial ao oferecer informação qualificada, análise e contexto. Em um mundo complexo e em constante transformação, 2026 se apresenta menos como um ano de promessas e mais como um tempo de escolhas conscientes, que irão definir os próximos passos da sociedade global.
Laine Furtado
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QUANDO O AGORA É TUDO O QUE TEMOS: VIVER SEM ADIAR A VIDA
uitas vezes, adiamos a vida esperando o cenário perfeito. Esperamos a estabilidade emocional, a segurança financeira, o tempo ideal, a disposição plena, o momento em que tudo finalmente parece alinhado. Criamos mentalmente um ponto de chegada onde acreditamos que, só então, estaremos prontos para viver de verdade. Mas esse cenário ideal raramente chega. E, enquanto o aguardamos, vamos negligenciando o que é possível agora. Vamos empurrando decisões, sentimentos e experiências para um futuro incerto. O resultado é que o presente passa, silenciosamente, quase sem ser vivido. O agora se esvai enquanto estamos ocupados demais projetando um depois que talvez nunca se materialize da forma como imaginamos. Guardamos palavras que deveriam ser ditas. Postergamos sentimentos que pedem expressão. Evitamos conversas importan-
tes por medo de desconforto, rejeição ou conflito. Deixamos encontros, despedidas, pedidos de desculpa e declarações para depois. Vivemos como se a vida sempre oferecesse uma segunda chance para tudo, como se o tempo fosse um recurso infinito e garantido. Mas é justamente aí que mora o engano. A vida não exige perfeição — ela exige presença. Ela não pede que tudo esteja resolvido, apenas que estejamos disponíveis para viver o que se apresenta. No fim das contas, não é o que acumulamos que define o que deixamos para trás. Não são os bens, os títulos ou as metas cumpridas que constroem sentido, mas a forma como estivemos presentes ao longo do caminho. O que realmente permanece são as experiências que vivemos e a diferença que fizemos na vida de alguém. São os gestos, as palavras, os encontros e até os erros que nos atravessaram com verdade. É essa memória — invisível, mas profundamente humana — que nos mantém vivos
no outro, mesmo quando já não estamos mais aqui. Talvez o maior ato de liberdade seja esse: abrir mão da ilusão de controle. Aceitar que não teremos domínio sobre todas as variáveis, que nem tudo será previsível, confortável ou perfeito. E, ainda assim, escolher viver. Escolher sentir. Escolher estar inteiro no presente, mesmo com medo, mesmo com dúvidas, mesmo sem garantias. Viver, afinal, não é acumular certezas, mas atravessar experiências com consciência. Nada é para levar. Tudo é para viver aqui. E o aqui, quando vivido com inteireza, é sempre o lugar mais valioso que existe. É no presente que a vida acontece — não no plano, não na espera, não na promessa. Que tal levar essa reflexão para o seu novo ciclo de 2026? Talvez não como uma meta, mas como uma escolha diária: viver com mais presença, menos adiamento e mais verdade.
DRA. ANDREA LADISLAU é psicanalista e especialista em saúde mental e comportamental. Ela escreve para vários veicuilos de comunicação no Brasil. 6
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EM FOCO QUASE METADE DOS BRASILEIROS PENSA EM EMIGRAR: JOVENS LIDERAM INTERESSE POR OPORTUNIDADES NO EXTERIOR
Quase metade dos brasileiros demonstra interesse em deixar o país. Segundo o 18º levantamento do Observatório Febraban, 40% da população afirma ter vontade de emigrar, enquanto 57% dizem não ter essa intenção. A pesquisa, que ouviu 3 mil pessoas nas cinco regiões do Brasil entre os dias 15 de novembro e 2 de dezembro, revela um retrato significativo das expectativas, frustrações e projeções de futuro da sociedade brasileira, especialmente entre os mais jovens. O desejo de morar no exterior varia de forma expressiva conforme a faixa etária. Entre os integrantes da Geração Y — nascidos entre 1980 e 1995 — o índice é o mais elevado: metade dos entrevistados (50%) declarou interesse em emigrar. Logo em seguida aparece a Geração Z, formada por pessoas nascidas entre 1995 e 2010, com 44% manifestando a mesma intenção. Os números indicam que, quanto mais jovem o brasileiro, maior a propensão a buscar oportunidades fora do país. Nas gerações mais maduras, o interesse diminui de forma gradual. Entre os integrantes da Geração X, nascidos entre 8
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1965 e 1981, 35% afirmaram considerar a possibilidade de viver no exterior. Já entre os Baby Boomers, grupo que reúne pessoas nascidas entre 1946 e 1964, apenas 25% demonstraram esse desejo. O dado sugere que fatores como estabilidade profissional, vínculos familiares e adaptação cultural tendem a reduzir o impulso migratório com o avanço da idade. A pesquisa também revela para onde os brasileiros gostariam de ir. As preferências se concentram majoritariamente em países ocidentais, especialmente aqueles que já contam com comunidades brasileiras consolidadas. A Europa lidera como destino mais citado, reunindo 60% das menções. Portugal aparece no topo da lista, com 22%, impulsionado pela proximidade cultural, facilidade com o idioma e acordos migratórios. Em seguida vêm Itália (12%), Espanha (8%), Inglaterra (7%) e Suíça (6%), países associados a melhores indicadores econômicos e qualidade de vida. A América do Norte ocupa a segunda posição entre os continentes mais desejados. Os Estados Unidos continuam sendo o principal destino individual de
imigração para brasileiros, citados por 37% dos entrevistados, reflexo do apelo econômico, das oportunidades de trabalho e da forte presença de brasileiros no país. O Canadá aparece em seguida, com 9%, beneficiado por sua imagem de país acolhedor e políticas migratórias estruturadas. Embora com menor representatividade, a Ásia também surge no radar dos brasileiros que desejam emigrar. Japão e China foram mencionados por 5% e 4% dos respondentes, respectivamente, indicando interesse em mercados dinâmicos e culturalmente distintos, muitas vezes associados a oportunidades específicas de trabalho ou estudo. Os dados do Observatório Febraban evidenciam um movimento de aspiração migratória que vai além da curiosidade ou do desejo pontual. Eles refletem uma geração que busca melhores perspectivas econômicas, estabilidade, segurança e qualidade de vida. Ao mesmo tempo, o levantamento expõe um desafio estrutural para o Brasil: reter talentos, oferecer oportunidades e construir um ambiente capaz de transformar o desejo de partir em vontade de permanecer.
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[celebridades]
TIMOTHÉE CHALAMET CONQUISTA HOLLYWOOD COM “DAWN OF TOMORROW"
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imothée Chalamet voltou a se destacar no cenário internacional com “Dawn of Tomorrow”, dirigido por Denis Villeneuve, e já começou a temporada de premiações em grande estilo ao vencer o Critics Choice Awards como Melhor Ator. A performance do ator é elogiada por sua intensidade, sensibilidade e profundidade dramática, consolidando Chalamet como um dos talentos mais admirados de sua geração. O filme, que estreia em agosto de 2026, também desponta como forte candidato a Golden Globes e Oscar, com destaque não apenas para a atuação, mas também para direção, design de produção e fotografia, elementos que reforçam o impacto da obra. A colaboração entre Chalamet e Villeneuve equilibra emoção e estética, criando uma narrativa envolvente que conquista tanto público quanto crítica. Nos bastidores, a vitória no Critics Choice funciona como selo de credibilidade para o longa, ampliando sua visibilidade em festivais e eventos internacionais. Além do talento na atuação, Timothée mantém forte presença midiática, consolidando sua imagem como ícone global do cinema contemporâneo. Com “Dawn of Tomorrow”, ele não apenas reforça seu prestígio individual, mas também eleva o filme como um dos grandes destaques da temporada de premiações de 2026, deixando claro que seu nome continuará entre os principais concorrentes até o Oscar..
MARGOT ROBBIE BRILHA EM “BARBIE 2” E DESPONTA NA TEMPORADA DE PRÊMIOS
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argot Robbie Robbie retorna ao centro das atenções internacionais com seu novo projeto, “Barbie 2”, que estreia em julho de 2026 e já é considerado forte candidato para a temporada de prêmios, incluindo Golden Globes e Critics Choice Awards. A atriz australiana impressiona novamente com sua capacidade de equilibrar leveza e profundidade dramática, transformando um personagem icônico em uma performance emocionalmente rica. Embora ainda seja cedo para previsões de Oscar, a crítica especializada aponta Margot como uma das favoritas em categorias de atuação, graças à entrega impecável e à química com o elenco principal. A direção do filme, assinada por Greta Gerwig, reforça o apelo da produção, combinando estética cuidadosa, narrativa envolvente e humor sofisticado, características que vêm sendo valorizadas pela indústria em premiações recentes. Nos bastidores de Hollywood, Margot Robbie é celebrada não apenas pelo talento, mas pela postura estratégica na carreira, escolhendo projetos que garantem visibilidade, relevância cultural e impacto comercial. Com uma presença forte em tapetes vermelhos e campanhas de mídia, a atriz consolida seu papel como uma das artistas mais influentes de sua geração, enquanto “Barbie 2” desponta como uma das grandes apostas da temporada de prêmios de 2026.
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ZENDAYA BRILHA EM NOVO FILME DA MARVEL: ESTREIA MARCADA PARA JUNHO DE 2026
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endaya volta a ocupar o centro dos holofotes de Hollywood com seu novo projeto no Universo Cinematográfico da Marvel, com estreia marcada para junho de 2026. A produção figura entre as mais aguardadas da próxima fase do estúdio e reforça o status da atriz como um dos nomes mais influentes e consistentes de sua geração. Reconhecida por performances que equilibram apelo comercial e profundidade dramática, Zendaya chega ao novo longa em um momento decisivo da carreira, após consolidar seu espaço tanto em grandes franquias quanto em projetos autorais de forte impacto cultural. O filme faz parte de um calendário estratégico da Marvel, que busca renovar sua narrativa, apostar em personagens mais complexos e reconectar o público ao aspecto emocional que marcou o auge da franquia. Dentro desse contexto, a presença de Zendaya é vista como um diferencial, não apenas pelo carisma e alcance global, mas pela capacidade de entregar interpretações que dialogam com diferentes públicos e gerações. Além do cinema, a atriz mantém forte influência no universo da moda, da beleza e do comportamento, tornando cada novo trabalho um evento midiático que reverbera nas redes sociais e na indústria do entretenimento. Sua imagem está associada a autenticidade, representatividade e escolhas artísticas estratégicas, atributos cada vez mais valorizados por grandes estúdios. Com lançamento previsto para o início do verão norte-americano, o novo filme aposta em Zendaya como um de seus pilares criativos e promocionais. A expectativa do mercado é de que a produção figure entre os maiores sucessos de bilheteria de 2026, consolidando ainda mais a trajetória ascendente da atriz e sua posição de destaque no cenário global do cinema.
WAGNER MOURA GANHA DESTAQUE INTERNACIONAL AO ESTRELAR O FILME “O AGENTE SECRETO"
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filme “O Agente Secreto”, protagonizado por Wagner Moura e dirigido por Kleber Mendonça Filho, consolidou sua força no circuito internacional ao conquistar o prêmio de Melhor Filme Estrangeiro no Critics Choice Awards, um dos principais termômetros da temporada de premiações, mesmo sem levar o troféu de atuação para o ator brasileiro. A vitória reforça o prestígio da produção e amplia suas chances em outras cerimônias de peso, como o Golden Globes e o Oscar, especialmente em categorias voltadas ao cinema internacional. A atuação de Wagner Moura, embora não premiada individualmente no Critics Choice, foi amplamente elogiada pela crítica especializada, sendo apontada como um dos pilares emocionais do longa, marcada por intensidade, sobriedade e forte carga dramática. O reconhecimento do filme também destaca o trabalho do diretor Kleber Mendonça Filho, cuja condução narrativa e estética foi decisiva para o impacto da obra junto aos votantes, equilibrando linguagem autoral, relevância temática e apelo universal. Nos bastidores de Hollywood, a vitória no Critics Choice é vista como um selo de credibilidade que fortalece a campanha do longa para as próximas premiações, já que o prêmio costuma antecipar tendências e indicar favoritos no circuito do Oscar. A presença de Wagner Moura nos eventos internacionais, representando o filme e o cinema brasileiro, tem sido interpretada como um movimento estratégico, ampliando a visibilidade da produção e reforçando o espaço de artistas latino-americanos no mercado global. JANUARY 2026
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O LINKEDIN COMO ESPAÇO ONDE RELAÇÕES COMEÇAM ANTES DOS NEGÓCIOS
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texto CAROL MOYA @CAROLCARDOSOMOYA
odo começo de ano provoca o mesmo tipo de reflexão. O que vale manter. O que precisa mudar. E, principalmente, com quem faz sentido seguir caminhando. No mundo dos negócios, essas perguntas nem sempre aparecem de forma explícita, mas influenciam decisões o tempo todo. Minha frase, “não é sobre fazer amigos é sobre fazer negócios.” Nos últimos anos, algo ficou cada vez mais claro. As oportunidades mais interessantes raramente surgem do nada. Elas nascem de relações bem construídas, de confiança mútua e de um histórico coerente. É por isso que networking deixou de ser um tema periférico e passou a ocupar um lugar central nas estratégias de crescimento.
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O LinkedIn acompanha esse movimento de perto. O que antes era visto como uma plataforma de currículo evoluiu para um espaço onde reputações se formam, percepções são criadas e conversas começam muito antes de qualquer reunião. E posso te falar que já usei a plataforma para procurar emprego, fechar negócios, captar leads... Sempre falo que a beleza no LinkedIn são as “portas abertas” é ter acesso a quem você quiser e o melhor sem precisar de indicação, um mar azul de oportunidades. Quando alguém acessa um perfil, não está apenas conferindo cargos ou empresas. Está tentando entender como aquela pessoa pensa, se comunica e principalmente se posiciona. Pequenos detalhes
fazem toda a diferença. A forma como a trajetória é contada, por exemplo um grande erro que vejo nos perfis de brasileiros são os textos longos, muita história... E temos que lembrar que ninguém quer ler a nossa história e sim saber o que resolvemos e os nossos resultados. Os temas abordados nos conteúdos são de extrema importância, a constância ou a ausência de presença. Tudo comunica. E a pergunta que sempre me fazem, qual conteúdo engaja mais Carol? Vou sempre responder “servir”, quando você passa um pouco do seu trabalho servindo sua audiência. LinkedIn é lugar de agregar, não de postar por postar.
Em um mercado mais atento e criterioso, essa leitura silenciosa se tornou parte
do processo de decisão. Muitas conexões acontecem porque existe identificação. Outras deixam de acontecer justamente pela falta dela. Linkedin nunca foi sobre números de seguidores e sim da qualidade deles é de extrema importância que as nossas conexões sejam sempre com o nosso nicho de atuação, caso contrário vamos dispersar. O networking de 2026 pede mais consciência. Menos aproximações automáticas e mais conexões intencionais. Não se trata de falar com todo mundo, mas de construir relações que tenham sentido para o momento e para os objetivos profissionais. Conteúdo, nesse contexto, deixou de ser JANUARY 2026
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palco. Ele funciona como uma ponte. Uma forma de mostrar visão, compartilhar aprendizados e atrair pessoas que se reconhecem naquele discurso. Quando há coerência, o diálogo acontece de forma natural. Ao longo do tempo, essas interações se transformam em confiança. E confiança é o que sustenta negócios duradouros. Não por acaso, muitas oportunidades surgem de conversas que começaram meses antes, de forma despretensiosa, a partir de um post, um comentário ou uma troca de mensagens.
Janeiro é um convite para revisar essa presença. Ajustar narrativas, alinhar discurso com prática e escolher com mais cuidado onde investir energia. O LinkedIn oferece esse espaço de construção contí-
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nua, sem pressa, mas com direção.
Quem entende essa dinâmica não força conexões nem corre atrás de atenção. Constrói presença, cria relações e permite que as oportunidades cheguem no SOBRE A AUTORA
Carol Moya é empresária, palestrante e mentora, reconhecida mundialmente como referência em LinkedIn, posicionamento estratégico e geração de negócios. Criadora do Método LINK, já ajudou centenas de profissionais e empresas a transformarem autoridade em resultados. Com mais de 20 anos de experiência internacional e milhões de visualizações nas redes sociais, Carol inspira pessoas e marcas a alcançarem um novo nível profissional. @carolcardosomoya
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[filme]
JANEIRO NO CINEMA: OS FILMES MAIS COTADOS PARA COMEÇAR 2026 COM ESTILO
28 YEARS LATER: THE BONE TEMPLE: O TERROR RETORNA AINDA MAIS SOMBRIO. 28 YEARS LATER: THE BONE TEMPLE REVISITA UM MUNDO DEVASTADO, ONDE A SOBREVIVÊNCIA COBRA SEU PREÇO MAIS ALTO.
O primeiro mês do ano sempre marca um novo ciclo de estreias cinematográficas, com uma mistura de gêneros que vai do terror e suspense à ficção científica e drama. Embora tradicionalmente janeiro seja considerado um período mais calmo nas bilheterias — após o grande volume de filmes que dominam o fim do ano — 2026 promete uma série de estreias variadas e de alto interesse do público. Para os amantes da sétima arte, o calendário de janeiro traz pelo menos cinco a seis títulos que merecem destaque, seja por sua expectativa de crítica, elenco, temática ou potencial de público. Entre eles estão grandes produções internacionais, filmes de gênero e obras com potencial de chamar atenção para prêmios, ou simplesmente proporcionar grandes experiências nas salas escuras dos cinemas.
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1. 28 YEARS LATER: THE BONE TEMPLE – TERROR PÓS-APOCALÍPTICO
Abrindo as estreias de janeiro com impacto está 28 Years Later: The Bone Temple, sequência direta da saga iniciada com 28 Years Later (ou “28 Anos Depois”). O filme retorna a um mundo devastado por um vírus mortal e acompanha personagens em uma Inglaterra pós-apocalíptica tentando sobreviver em meio ao caos. Dirigido por Nia DaCosta e estrelado por Ralph Fiennes e Jack O’Connell, o projeto combina estética visceral e construção de tensão, elementos que consagraram a franquia como referência moderna do terror. Programado para estrear em 15 de janeiro, a produção é uma das mais aguardadas do mês para os fãs de gênero, especialmente depois do sucesso e impacto visual dos filmes
anteriores da franquia.
A expectativa é que o filme impulsione o interesse do público pela temporada inicial do ano, já que o gênero de terror costuma ter desempenho resiliente em janeiro, quando ainda há menos competição direta com grandes franquias blockbuster. 2. THE RIP – THRILLER POLICIAL COM GRANDES NOMES Outra estreia que tem gerado burburinho é The Rip, um thriller policial com grandes nomes no elenco, incluindo Matt Damon e Ben Affleck. Estrelado pelos dois e com temas de confiança, crime e ambiguidade moral, o filme é programado para 16 de janeiro de 2026. A trama acompanha uma equipe de policiais em Miami que encontra
THE MOMENT: UMA SÁTIRA AFIADA SOBRE FAMA, MÍDIA E A CULTURA DA EXPOSIÇÃO PERMANENTE. THE MOMENT BRINCA COM OS BASTIDORES DO ESTRELATO E PROVOCA REFLEXÕES SOBRE IDENTIDADE, IMAGEM PÚBLICA E O PREÇO DE VIVER SOB OS HOLOFOTES. UM FILME ATUAL, IRREVERENTE E INTELIGENTE.
uma grande quantia de dinheiro em um esconderijo degradado. À medida que a narrativa se desenrola, desconfianças e traições começam a surgir, criando um clima de tensão e incerteza.
Produções desse tipo costumam agradar tanto o público quanto a crítica quando bem executadas, dado o envolvimento de atores com carreiras sólidas e a expectativa de um roteiro inteligente e envolvente. The Rip veio acompanhado de antecipações bastante positivas em pré-estreias e trailers, fazendo dele um dos lançamentos mais cotados para janeiro fora do universo de grandes franquias. 3. MERCY – FICÇÃO CIENTÍFICA E AÇÃO COM CHRIS PRATT Dateado para 22 de janeiro de 2026, Mercy surge como uma fusão de ação e ficção científica. O longa, dirigido por Timur Bekmambetov, traz Chris Pratt no papel principal como um detetive
em um futuro próximo, lutando para limpar seu nome após ser falsamente acusado de um crime.
Com uma estética futurista e um enredo centrado em temas como vigilância, justiça e tecnologia, Mercy promete oferecer entretenimento mainstream com potenciais sequências de ação sofisticadas e reviravoltas narrativas. A presença de Pratt — que já liderou franquias de sucesso como Jurassic World — agrega apelo comercial ao título, que deve figurar entre os principais filmes de público no mês. 4. THE MOMENT – SATÍRICO E INOVADOR No fim do mês, em 30 de janeiro de 2026, chega The Moment, dirigido por Aidan Zamiri e estrelado pela também cantora Charli XCX, além de um elenco de destaque que inclui Alexander Skarsgård e Rachel Sennott. Classificado como um
mockumentary satírico, The Moment brinca com a ideia da cultura pop e do estrelato, trazendo uma história meta-reflexiva sobre a própria mídia e a fama. Embora não seja um blockbuster tradicional, o filme tem gerado expectativas positivas entre críticos por sua abordagem criativa e pela performance de Charli XCX, cuja participação marca um ponto de atração tanto para fãs de música quanto de cinema. Mesmo em um mês tradicionalmente mais “quieto” do ponto de vista de lançamentos cinematográficos, janeiro de 2026 reserva ao público uma gama de filmes capazes de surpreender, emocionar e divertir. Entre thrillers intensos, aventuras futuristas e filmes de gênero com forte identidade, o primeiro mês do ano promete aquecer as salas de cinema e iniciar 2026 com diversidade narrativa e boas histórias. JANUARY 2026
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POR FERNANDA NORONHA DESTAQUE LEGADO, CULTURA POP E A HISTÓRIA POR TRÁS DE UM TRIBUTO ICÔNICO
QUEM É MATHEW KNOWLES? O PAI DE BEYONCÉ, UMA MAS CANTORAS MAIS FAMOSAS DO MUNDO
Algumas histórias da música pop não podem ser contadas apenas a partir do palco — elas começam muito antes disso, nos bastidores, moldadas por decisões certas tomadas no momento certo. É nesse espaço que Mathew Knowles se destaca como uma figurachave. Seu nome atravessa décadas da indústria musical e ajuda a explicar como certos fenômenos globais foram cuidadosamente construídos. 18
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Mathew Knowles esteve diretamente envolvido na formação e no direcionamento artístico do Destiny’s Child, acompanhando o grupo desde seus primeiros passos até sua consolidação como um dos nomes femininos mais influentes da história do R&B e do pop. Sua atuação foi fundamental para transformar talento em carreiras duradouras, música em narrativa e canções em legado cultural. Pai de Beyoncé e Solange, Knowles também participou do início das trajetórias das duas artistas, ajudando a estruturar caminhos que mais tarde se tornariam referências mundiais em identidade, performance e
empoderamento feminino. Essa vivência próxima — ao mesmo tempo pessoal e profissional — proporcionou a ele uma perspectiva rara sobre criação artística, mercado musical e longevidade, algo que poucos conseguem expressar com tanta profundidade. Hoje, Mathew Knowles é reconhecido não apenas pelo que ajudou a construir, mas pelo que representa: uma ponte entre música, estratégia e cultura pop. UM TRIBUTO QUE TRANSFORMA MEMÓRIA EM EXPERIÊNCIA POP O Destiny’s Child – Iconic Reimagined Tribute acontece em diversas cidades dos Estados Unidos, como parte de uma turnê que celebra a música, a influência e o legado de um dos grupos femininos mais icônicos da história do pop.
O tributo começou em Houston no último dia 09 de janeiro, convidando o público a se reconectar com um legado musical poderoso, sem perder o vínculo com o presente. O espetáculo revisita canções que marcaram gerações e as apresenta sob uma nova perspectiva — contemporânea, vibrante e profundamente conectada com o público atual. Além de Houston, o tributo passa por outras grandes cidades americanas, como Miami (dia 13 de Fevereiro, no Pinecrest Gardens), reforçando seu alcance nacional e relevância cultural. Cada apresentação oferece uma experiência única, que equilibra nostalgia e reinvenção, celebrando o impacto duradouro da música do grupo. A programação completa, com
todas as datas e cidades, pode ser consultada no site oficial da turnê: https://destinyschildreimaginedtour. com/#experience
mensagem nasceram — não como uma aula, mas como um diálogo direto e pessoal com alguém que viveu todo esse processo por dentro.
Mais do que revisitar sucessos, o tributo reconstrói a atmosfera de uma época em que as vozes femininas na música ganharam força, atitude e protagonismo. Cada performance carrega temas como empoderamento, união e identidade — elementos que sempre estiveram no centro da proposta artística do Destiny’s Child.
Para quem deseja obter mais informações sobre as próximas datas, contratações ou parcerias relacionadas ao Iconic Reimagined Tribute, os detalhes e canais de contato estão disponíveis no site oficial da turnê: https://destinyschildreimaginedtour. com/#experience
A participação especial de Mathew Knowles acrescenta profundidade à experiência. Sua presença traz histórias, reflexões e percepções que ajudam o público a compreender como aquele som, aquela estética e aquela
O Iconic Reimagined Tribute se consolida, assim, como uma celebração pop completa — onde música, história e cultura se encontram para lembrar que grandes legados não envelhecem; eles evoluem.
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A ADMINISTRAÇÃO DO PRESIDENTE DONALD TRUMP REACENDEU UM DEBATE DE ALTO IMPACTO AO CONSIDERAR A ELIMINAÇÃO COMPLETA DO IMPOSTO DE RENDA FEDERAL PARA TRABALHADORES AMERICANOS. A PROPOSTA, QUE ATÉ POUCOS ANOS ATRÁS PARECERIA POLITICAMENTE IMPOSSÍVEL, RETORNA AGORA COM NOVA TRAÇÃO GRAÇAS AO CENÁRIO ECONÔMICO DE 2025, QUE A CASA BRANCA DESCREVE COMO “O MAIS FORTE EM DÉCADAS”. CONFIRA OS AVANÇOS ECONÔMICOS DE 2025 QUE REFORÇAM CONFIANÇA DA CASA BRANCA PARA O PRÓXIMO ANO.
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TRUMP AVALIA SUBSTITUIR IMPOSTO DE RENDA FEDERAL POR TARIFAS EM 2026 Por CARLO BARBIERI @OXFORD.USA
AVANÇOS ECONÔMICOS DE 2025 REFORÇAM CONFIANÇA DA CASA BRANCA PARA 2026
O contexto é relevante: indicadores divulgados ao longo de 2025 mostram um ambiente mais favorável do que o projetado no início do ano. A inflação anual, embora pressionada por tarifas, tem se mantido dentro de níveis considerados administráveis pelos formuladores de política econômica. O núcleo da inflação desacelerou no terceiro trimestre, e a indústria registrou seu melhor crescimento desde 2018. O mercado de trabalho também surpreendeu positivamente. O TAMANHO DO DESAFIO FISCAL — E A SOLUÇÃO PROPOSTA
Em 2024, o governo federal arrecadou cerca de US$ 2,2 trilhões em impostos de renda individuais, valor que corresponde a aproximadamente metade da receita total do Tesouro. Para substituir essa fonte de recursos, a administração Trump aposta em tarifas e no conceito ampliado do “External Revenue Service”, um modelo no qual parte significativa do financiamento do governo viria de empresas e governos estrangeiros. A lógica é clara para os formuladores da proposta: se o país ampliar sua autonomia industrial e aumentar tarifas estratégicas, poderá capturar receitas substanciais de produtos importados, preservando a renda dos trabalhadores.
A política tarifária já mostrou efeitos mensuráveis. A receita federal obtida com tarifas aumentou de forma consistente em 2025, impulsionada tanto pelos ajustes de alíquota quanto pela reorientação de cadeias produtivas. Em setores como aço, semicondutores e equipamentos elétricos, empresas anunciaram retorno ao território americano, atraídas por incentivos e pela previsibilidade regulatória. A ENGENHARIA ECONÔMICA POR TRÁS DA VISÃO DE TRUMP
Joseph Lavorgna, conselheiro econômico do Tesouro, tem sido uma das vozes mais enfáticas em defesa da proposta. Segundo ele, a combinação de tarifas estratégicas, crescimento JANUARY 2026
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A E S T R AT É G I A E C O N Ô M I C A S E A P O I A E M T R Ê S P I L A R E S C O M P L E M E N TA R E S : TA R I FA S G R A D U A I S E S E T O R I A I S , E S T Í M U L O A O C R E S C I M E N T O PA R A A M P L I A R A B A S E T R I B U TÁ R I A E RESHORING ACELERADO, F O R TA L E C E N D O A P R O D U Ç Ã O D O M É S T I C A E R E D U Z I N D O I M P O R TA Ç Õ E S
industrial e expansão do emprego cria “uma janela histórica para aliviar a carga tributária da classe média”. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, reforça que 2026 poderá ser “um ano espetacular” para os trabalhadores, com aumentos reais de renda e restituições substanciais.
Internamente, a Casa Branca argumenta que a economia americana — com o maior mercado consumidor do mundo, ampla capacidade tecnológica e uma classe empresarial inclinada a investir — possui a estrutura necessária para sustentar uma mudança tributária que antes pareceria impensável. A MATEMÁTICA CONTINUA DESAFIADORA — MAS NÃO IMPOSSÍVEL
O cálculo mais simples indica que substituir US$ 2,2 trilhões de imposto de renda demanda-
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ria tarifas médias muito elevadas sobre os US$ 3,2 trilhões em bens importados. No entanto, assessores econômicos apontam que esse número não deve ser interpretado de forma literal. A ADMINISTRAÇÃO TRABALHA COM TRÊS PILARES SIMULTÂNEOS
Tarifas graduais e setoriais, que aumentam a arrecadação sem precisar atingir níveis uniformes inatingíveis. Crescimento econômico ampliado, que eleva a base tributária corporativa.
Reshoring acelerado, que reduz importações e aumenta a produção doméstica. A ESTRATÉGIA POLÍTICA E ECONÔMICA CONVERGEM
Há, sem dúvida, um forte componente político. A promessa de eliminar o imposto de renda mobiliza eleitores de forma poderosa, especialmente em um ambiente no qual famílias de classe média enfrentaram, durante anos, perda real de renda. Mas, diferentemente de ciclos anteriores, o governo acredita que agora há fundamentos econômicos para viabilizar a mudança. A confiança empresarial, os índices de produção manufatureira e a entrada de novos investimentos privados sugerem que 2025 pode ser um ponto de virada. CONCLUSÃO: VISÃO OUSADA COM POTENCIAL DE REDEFINIR A POLÍTICA FISCAL AMERICANA
Trump jamais evitou propostas ambiciosas — e a eliminação do imposto de renda pode ser sua
iniciativa mais audaciosa desde 2017. O desafio matemático é real, mas o governo acredita que o momento econômico oferece uma oportunidade única para reformular a estrutura tributária dos Estados Unidos. Se a visão se confirmar, Trump poderá reivindicar um dos maiores marcos de política econômica da história moderna dos EUA. FREE TRADE ZONE: UM PASSO ESTRATÉGICO PARA AMPLIAR PRESENÇA NO MERCADO AMERICANO
Entrar nos Estados Unidos exige mais do que vender um produto. Exige estratégia, eficiência, planejamento fiscal e logístico, além de compreensão profunda do ambiente regulatório americano. A Free Trade Zone (FTZ) se apresenta, hoje, como um dos instrumentos mais eficazes para empresas brasileiras que buscam competitividade e presença sustentável no maior mercado
consumidor do mundo. Ao contrário do que muitos imaginam, a FTZ não é uma solução momentânea. POR QUE A FREE TRADE ZONE É UMA ESTRATÉGIA — E NÃO UM ATALHO?
Uma operação dentro de uma FTZ permite que sua empresa:
Reduza ou elimine tarifas sobre produtos importados para processamento, estocagem ou reexportação.
Otimize o fluxo de caixa ao adiar impostos até a saída do produto para o mercado americano. Aumente velocidade de entrega ao manter estoque já dentro dos EUA, reduzindo prazos e ampliando competitividade comercial. Ganhe previsibilidade com regras claras, compliance robusto e total aderência à legislação americana. Amplie sua participação no mercado dos EUA
com uma base operacional estruturada, segura e reconhecida.
Mais do que economizar, uma FTZ cria capacidade operacional para que a empresa evolua de exportadora eventual para player relevante no mercado americano.
............................................................................................ Carlo Barbieri é CEO da Oxford, uma das instituições mais tradicionais no apoio à internacionalização de empresas brasileiras. Com 52 anos de atuação — sendo 41 nos Estados Unidos —, a Oxford auxilia companhias a operar com segurança, conformidade e visão estratégica no mercado americano. Sob a liderança de Barbieri, a empresa se consolidou como referência em estruturas de expansão e uso estratégico de Free Trade Zones. Sua gestão transforma operações táticas em modelos estruturais, eficientes e escaláveis. Uma liderança voltada ao crescimento sustentável e à competitividade global das empresas brasileiras nos EUA. @OXFORD.USA. JANUARY 2026
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mundo CHINA NÃO VAI SUPERAR OS EUA COMO MAIOR ECONOMIA DO MUNDO, APONTAM PROJEÇÕES
Há décadas, o debate sobre quando a China ultrapassará os Estados Unidos como maior economia mundial vem ganhando destaque. No entanto, novas projeções da Bloomberg Economics indicam que esse cenário pode estar mais distante do que se imaginava — e que, possivelmente, a China jamais conseguirá manter de forma consistente a liderança global. Segundo a instituição, a confiança na economia chinesa sofreu um declínio estrutural que compromete o crescimento do país. “A China está caindo para uma trajetória de crescimento mais lento mais cedo do que esperávamos”, afirmam os economistas da Bloomberg. A recuperação pós-Covid, que inicialmente indicava retomada acelerada, perdeu força, refletindo principalmente o aprofundamento da crise imobiliária e a percepção de incerteza quanto à gestão econômica de Pequim. As novas projeções apontam que o Produto Interno Bruto (PIB) chinês só deverá ultrapassar o dos Estados Unidos pela primeira vez em meados da década de 2040 — e mesmo assim de forma temporária e por uma margem mínima. Depois desse breve período, os EUA devem retomar o posto de maior economia global, 24
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mantendo a liderança histórica. Antes da pandemia, estimava-se que a China alcançaria e manteria o primeiro lugar já por volta de 2030. Atualmente, os Estados Unidos seguem no topo do ranking global, com um PIB projetado de US$ 31,8 trilhões em 2026. A China, em segundo lugar, deve atingir US$ 20,6 trilhões. As outras maiores economias do mundo incluem Alemanha (US$ 5,3 trilhões), Índia (US$ 4,5 trilhões) e Japão (US$ 4,4 trilhões), segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI). Especialistas destacam que a desaceleração chinesa é resultado de fatores estruturais que vão além do impacto da pandemia. Entre eles, estão o envelhecimento populacional, a desaceleração do setor imobiliário, o endividamento crescente e a redução da confiança de investidores nacionais e estrangeiros. “A confiança fraca corre o risco de se arraigar, resultando num obstáculo duradouro ao potencial de crescimento”, alertam os economistas da Bloomberg. Enquanto isso, os Estados Unidos se beneficiam de uma economia diversificada, inovação tecnológica contínua e políticas que fortalecem a produtividade e a confiança do mercado. Mesmo enfrentando
desafios internos, como inflação e dívida pública, o país mantém uma posição sólida na economia global. A trajetória projetada da China levanta questões sobre o futuro do equilíbrio econômico mundial. Países que apostavam em uma transição de liderança para Pequim podem precisar reconsiderar estratégias comerciais e geopolíticas, especialmente em áreas como tecnologia, comércio internacional e investimentos estratégicos. Embora a China continue sendo uma potência econômica significativa e um motor do crescimento global, especialistas acreditam que o “efeito surpresa” de uma liderança sustentável sobre os Estados Unidos é improvável no horizonte próximo. A nova realidade reforça que a narrativa de um país asiático dominando a economia mundial de forma contínua deve ser vista com cautela. No cenário global, a competição econômica entre Estados Unidos e China permanece intensa, mas as projeções indicam que a supremacia americana não será facilmente contestada. O futuro próximo deve ser marcado mais por flutuações temporárias do que por uma mudança definitiva de poder econômico.
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CONJUNTO EM COURO PATRÍCIA FONTANIVE @PATRICIA_FONTANIVE
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O FUTURO SE VESTE ASSIM TENDÊNCIAS DE MODA PARA 2026
Por ALDACELI DI PAULA @aldacelidipaula
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ALFAIATARIA, TÉCNICA E FORMA SE UNEM PARA REVELAR, NA SUPERFÍCIE, TUDO O QUE CARREGAMOS NA ESSÊNCIA
moda em 2026 abandona de vez a estética do excesso e entra em uma fase de construção consciente. Não é sobre chamar atenção; é sobre sustentar presença. As roupas vão além do ornamento e passam a compor a arquitetura do corpo. O resultado é uma temporada com mais reinterpretações, nas quais forma, função e matéria se organizam de maneira precisa, técnica e visualmente forte. A moda traz para a superfície o que carregamos na essência.
A alfaiataria assume papel central nesse novo ciclo. Blazers reaparecem com ombros mais estruturados, cintura marcada, extremamente bem construídos, com entretelas internas que criam linhas limpas e um desenho quase geométrico da silhueta. A construção interna das peças torna-se protagonista: pences invisíveis, costuras internas de sustentação e recortes que organizam o tecido de dentro para fora. Os cortes deixam de seguir o corpo de maneira óbvia e passam a redesenhá-lo com inteligência. Camisas ganham colarinhos mais largos, punhos estendidos e barras levemente anguladas.
Vestidos transitam por dois universos bem definidos. De um lado, peças de linha reta e verticalidade acentuada, com caimento pesado o suficiente para não marcar, mas leve o bastante para acompanhar o movimento. De outro, vestidos com engenharia interna, que criam curvas, torções e dobras estruturadas, sem recorrer a volume óbvio. O comprimento se estabiliza em versões mídi e longilíneas, justamente por permitir elegância contínua.
Os tecidos têm fluidez no design, tecidos esvoaçantes como chiffon e jersey, camadas transparentes de tule e organza e superfícies táteis, como os plissados, entram em JANUARY 2026
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SAPATO DIOR @DIOR
mais alongado, criando uma linha de pé mais elegante. Sandálias e flats em faixas mais largas, que abraçam o pé de forma estratégica ganham destaque e criam um contraste interessante com a alfaiataria. Mules mais estruturadas, com palmilhas firmes e construção reforçada são desejo febril. Botas de cano médio aparecem com cortes retos, quase gráficos, valorizando a pureza da forma. Loafers ressurgem com solados menos pesados, mas tecnologicamente projetados para absorver impacto. AS JOIAS ENTRAM EM UMA FASE DE MAXIMALISMO TOTAL
BOLSA MODELO EAST WEST DA GIVENCHY @GIVENCHY
cena. Lãs volumosas e frias de alta torção garantem estrutura sem rigidez. As tramas ficam mais fechadas, os fios mais longos, a superfície mais limpa. Tricôs deixam de ser associados ao conforto trivial e passam a surgir em versões compactas, técnicas, quase sólidas. Malhas ganham densidade e elasticidade estratégica, moldando sem deformar. Tecidos naturais, como linho e algodão continuam em alta e aparecem em um visual mais fosco. O couro surge mais fino, com acabamento mate e memória de forma, respeitando movimento e estrutura ao mesmo tempo. Tecidos tecnológicos surgem de forma discreta, mas presente, entregando controle térmico, resistência ao amassado e leveza real. A maxibolsa deixa de ser tendência cíclica e vira necessidade urbana. Couros mais encorpados, porém maleáveis, e camurça
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dominam as superfícies. Os pingentes personalizam, o brilho intenso dá lugar ao acabamento fosco e sofisticado. Formatos verticais, modelos tote de linhas puras e bolsas de base reta criam presença visual sem esforço. Alças mais largas distribuem o peso de forma funcional, enquanto ferragens se tornam mais discretas, quase silenciosas.
Os sapatos passam por uma verdadeira reengenharia estética e funcional. O salto volta a ser destaque com sua escultura. Saltos blocados ganham formas geométricas, bases mais largas e distribuição inteligente de peso. O tradicional salto fino se transforma em versões mais angulares e arquitetônicas. O bico fino retorna de maneira mais orgânica, com abertura mais ampla e laterais reforçadas. O bico quadrado permanece relevante, porém
O grande movimento é atrair o olhar. A mistura de metais se torna mais sofisticada. Dourado fosco convive com prata escovada, ródio escuro, titânio e acabamentos oxidados. Brincos surgem com volumes ampliados, formas densas, curvas arquitetônicas e sensação de peso visual.
outras cores”, diz Blanca Lliahnne, expert em cores Pantone.
Uma outra faceta importante do Cloude Dancer é que ele permite o uso de muitos acessórios em todas as cores e matérias primas, desde o plástico reciclável até peças feita à mão. Ele adiciona frescor e sofisticação silenciosa em joias, bolsas e sapatos. FASHION JEWELRY @CRISTINASABATINI
As correntes incorporam robustez, passando a explorar elos maiores e design gráfico. Pulseiras rígidas se transformam em estruturas para o pulso, com superfícies escovadas, acetinadas ou foscas. Colares passam a dominar o colo com placas metálicas curvas, estruturas orgânicas ou alongados com pingentes relevantes. As fashion jewelry acompanham esse mesmo raciocínio, com a vantagem da liberdade criativa. Resinas de alta densidade surgem em formas esculturais, com acabamento matte ou acetinado. Acrílicos aparecem em camadas sobrepostas, criando profundidade visual. Acetatos translúcidos se misturam a superfícies sólidas. As formas se ampliam: elos gigantes, esferas exageradas, placas de grande escala e volumes orgânicos dominam a cena. Fashion jewelry se consagra como elemento de design.
A COR DO ANO
As previsões de cor para 2026 apontam para uma moda que conversa diretamente com o comportamento das pessoas. O Cloud Dancer, um branco diáfano, emerge como protagonista não apenas por ser versátil, mas pelo significado que carrega hoje: ele traduz o nosso desejo coletivo por calma, simplicidade e recomeços, um respiro visual em meio ao excesso de estímulos.
A cor se destaca pela versatilidade e capacidade de se adaptar a diferentes tons de pele e permitir que outras cores brilhem, criando combinações limpas sem esforço. “A ideia de que a cor do ano pode ser a estrutura de tudo é a sua grande força. Acredito que a Pantone foi muito inteligente ao escolher uma cor tão neutra que tenha essa qualidade empática com as
Para Blanca Lliahnne, as misturas incomuns de cores privilegiando o contaste com os tons terrosos, neutros ou muito coloridos, fazem uma contraposição a uma década de neutralidade. A Paleta ATMOSFÉRICO é a aposta da expert em cores: uma mistura sofisticada do branco com azuis claros, ao branco com azul-esverdeado. Outra cor que ganha força é o Transformative Teal. Um verde-azulado que se destaca por transmitir renovação e mudança interna. Juntas, essas duas direções mostram que as cores de2026 expressam as nossas necessidades reais: o desejo de desacelerar e, ao mesmo tempo, se reinventar. A moda aposta em paletas que fazem sentido no dia a dia e ajudam cada pessoa a comunicar seu estado emocional com intencionalidade. Em 2026, vestir-se deixa de ser apenas escolha estética e se transforma em gesto de afirmação. Cada tecido, estrutura e acessório existe para apoiar uma presença cada vez mais intencional. A moda como comportamento é a linguagem do tempo presente. JANUARY 2026
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EM FOCO
AS CINCO CHAVES DE FELIPE MOURA PARA CONSTRUIR UMA IDENTIDADE FORTE NO NOVO ANO
Felipe Moura, profissional com mais de uma década de atuação nos universos dos negócios, tecnologia, beleza e comunicação, destaca-se pela forma como une estratégia, imagem e autenticidade. Depois de atravessar momentos difíceis — incluindo relacionamentos abusivos, ansiedade e crises de pânico — encontrou na espiritualidade, no autocuidado e na consciência emocional o caminho para reconstruir a própria identidade. É justamente essa integração entre propósito, presença e posicionamento que o tornou reconhecido pela capacidade de inspirar e transformar pessoas. Agora, ele partilha cinco chaves essenciais para quem deseja entrar no novo ano com uma identidade mais clara, poderosa e verdadeiramente alinhada consigo. 1. Clareza de quem você é Quando penso em posicionamento, a primeira coisa que vem antes de qualquer conteúdo é identidade. É impossível construir algo sólido se você não sabe exatamente o que quer que as pessoas sintam ao te ver online, qual valor você realmente entrega e como deseja ser 30
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lembrado. No fim das contas, a regra é simples: se o público não consegue te definir em uma frase, é porque ainda falta clareza no seu posicionamento.
posicionamento acontece na imagem que você entrega para o mundo.
2. Conteúdo que mostra poder
Também percebo que as pessoas não se conectam com perfis, elas se conectam com histórias. E é por isso que construir uma narrativa clara — com sua origem, seu motivo, seu propósito, sua virada e o caminho que está seguindo agora — faz tudo ganhar outra dimensão. Quando você mostra vulnerabilidade na medida certa e força na hora certa, o público começa a torcer por você, porque entende quem você é e para onde está indo.
Eu acredito que posicionamento não se explica, se mostra. Por isso, o foco não está em dizer que você é bom, mas em deixar evidente. É quando você compartilha antes e depois reais, mostra seus processos, abre seus bastidores, aparece em ambientes que validam seu trabalho. Esse tipo de conteúdo faz o público pensar automaticamente: “Essa pessoa é diferente”, porque eles enxergam e sentem o poder, sem que você precise apontar para ele. 3. Imagem visual coerente Outra coisa que não dá para ignorar é a imagem. A estética fala muito antes da legenda — e às vezes até mais alto. Ter uma paleta consistente, escolher roupas que traduzem o que você quer comunicar e manter fotos limpas, bem iluminadas e intencionais faz uma diferença absurda. No fundo, é simples: metade do seu
4. Narrativa pessoal que conecta
5. Consistência que gera expectativa E, por fim, nada disso funciona sem consistência. O público precisa saber o que esperar e quando esperar, e isso não significa postar todos os dias — duas ou três vezes por semana já criam percepção. Repetir temas, manter seu padrão de fala, escrita e estética… tudo isso reforça quem você é. A consistência cria reconhecimento, e é justamente o reconhecimento que constrói poder.
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CUISINE SHAKES FUNCIONAIS QUE UNEM SABOR E SAÚDE
Janeiro marca mais do que um novo calendário: é o momento em que a cozinha assume papel central na reorganização da rotina. Após semanas de excessos, cresce o interesse por uma alimentação mais leve, funcional e, sobretudo, prazerosa. Nesse cenário, os shakes deixam de ser apenas uma tendência fitness e passam a ocupar espaço no universo da cuisine wellness, combinando técnica, ingredientes naturais e equilíbrio nutricional. Nutricionistas apontam que o sucesso de uma alimentação saudável no início do ano está menos na restrição e mais na qualidade das escolhas.
Os shakes, quando bem elaborados, funcionam como refeições completas ou complementos inteligentes, fornecendo fibras, proteínas e gorduras boas, além de praticidade para o dia a dia. SHAKE ENERGÉTICO DE CAFÉ DA MANHÃ Ideal para começar o dia com saciedade e disposição Ingredientes: – 1 banana madura congelada – 1 colher (sopa) de aveia em flocos finos
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– 1 colher (sopa) de pasta de amendoim integral – 200 ml de leite de amêndoas ou aveia – 1 pitada de canela
Modo de preparo: Bata todos os ingredientes no liquidificador até obter uma textura cremosa. Sirva imediatamente. Rico em carboidratos de absorção gradual e gorduras boas, esse shake mantém a energia estável ao longo da manhã e evita picos de fome. SHAKE VERDE REFRESCANTE Para dias quentes e uma digestão mais leve Ingredientes: – 1 fatia média de abacaxi – 1 folha de couve sem o talo – Suco de ½ limão – 200 ml de água de coco – 1 pequeno pedaço de gengibre
Modo de preparo: Bata tudo no liquidificador. Coe apenas se desejar uma textura mais líquida.
Essa combinação auxilia o funcionamento intestinal, contribui para a hidratação e traz
frescor ao paladar, sem abrir mão do valor nutricional.
SHAKE PROTEICO PÓS-TREINO Foco em recuperação muscular e saciedade Ingredientes: – 1 pote de iogurte natural ou kefir – ½ xícara de frutas vermelhas – 1 colher (sopa) de chia – 1 dose de proteína (whey ou vegetal) – 100 ml de água ou leite vegetal
Modo de preparo: Bata até ficar homogêneo. Consumir após a atividade física. Além de favorecer a recuperação muscular, esse shake ajuda a prolongar a saciedade, evitando beliscos fora de hora.
Mais do que seguir receitas, começar o ano em forma passa por transformar a cozinha em aliada do bem-estar. Investir em ingredientes frescos, respeitar o próprio ritmo e encontrar prazer no preparo são atitudes que sustentam hábitos saudáveis ao longo do tempo. Na prática, cuidar do corpo também é um exercício de sabor, consciência e equilíbrio — exatamente como pede a boa cuisine contemporânea.
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GABY CABRINI foto: arquivo pessoal 34
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GABY CABRINI
AUTENTICIDADE, BRILHO E EQUILÍBRIO NA NOVA GERAÇÃO DO ENTRETENIMENTO BRASILEIRO reportagem & texto de ALETHÉA MANTOVANI @aletheamantovani
E
la é filha de um dos maiores nomes do jornalismo investigativo brasileiro, Roberto Cabrini, e cresceu entre câmeras, bastidores e histórias impactantes. Estamos falando de Gaby Cabrini, 35 anos, uma comunicadora que aprendeu desde cedo o valor da verdade e da responsabilidade diante do público.
Ao contrário do que muitos imaginavam, o seu destino não seria seguir exatamente os passos do pai. Gaby decidiu construir um novo caminho, pulsando no ritmo vibrante do entretenimento — um percurso marcado por carisma, espontaneidade e uma paixão visível pelo que faz.. Gaby admite que a influência do pai é inegável, mas deixa claro que sempre soube que o seu lugar era outro. “Crescer vendo meu pai trabalhar com tanta paixão obviamente me inspirou. Mas sempre senti que meu universo era o entretenimento, esse caos delicioso de brilho, gente e bastidores”, conta.
Com naturalidade, ela encontrou um jeito próprio de contar histórias, mais leve e totalmente alinhado à sua essência: “No fundo, segui o exemplo dele, mas não os passos. Achei os meus”, enfatiza. No universo das celebridades, cada conversa exige sensibilidade e preparo. Para Gaby, a chave está na verdade. “Eu estudo muito sobre cada pessoa, mas o principal é ouvir com empatia e respeito. Quando o entrevistado percebe autenticidade, tudo flui”, explica. Para a jornalista, o público também reconhece quando a entrega é genuína, e é justamente essa transparência que vem definindo a sua trajetória. Gaby acredita que a conexão verdadeira nasce da troca, por isso, faz questão de estudar cada convidado, acompanhar as tendências do entrete-
nimento e manter um olhar atento ao comportamento das redes sociais. Essa dedicação, aliada à sua escuta cuidadosa, tem lhe proporcionado entrevistas marcantes, grande repercussão online e uma relação cada vez mais próxima com os seus seguidores. Ser filha de Roberto Cabrini é, como ela mesma diz, um misto de orgulho e peso. “As duas coisas! Tenho muito orgulho, mas também senti a comparação. Meu pai é um gigante!” Hoje, porém, a apresentadora enxerga a herança como um privilégio: “É uma métrica alta de referência para nunca se acomodar”, afirma.
Como toda figura pública, Gaby Cabrini precisou aprender a lidar com a exposição e também com as críticas. Hoje ela já está mais acostumada e foi aprendendo a não se importar tanto com os comentários desagradáveis ou com os haters, que eventualmente possam aparecer por suas redes sociais – algo comum para celebridades ou pessoas públicas que estão diariamente na telinha. “Já me incomodou mais. Hoje foco nas mensagens positivas e no carinho de quem me acompanha.” A maturidade digital chegou e ela escolheu priorizar o que realmente agrega. Gaby é moderna e muito espontânea, e se destaca também por seguir um estilo despojado e alinhado com as últimas tendências no quesito moda. “Eu amo a moda! Moda é comunicação! Todo dia você consegue saber como eu estou através do que estou usando”, conta. Ela enfatiza que gostaria de mergulhar ainda mais nesse universo, e quem acompanha o seu visual sabe: seria um match perfeito. Ao ser questionada sobre beleza e saúde, a jornalista é enfática ao apontar o equilíbrio como palavra-chave. Sem extremismos ou modismos
passageiros, ela resume a própria rotina em um único conceito: Equilíbrio. Me permito comer e fazer tudo, mas com equilíbrio. Para Gaby, esse é o caminho para manter o bem-estar sem abrir mão dos prazeres da vida. Ela reforça que não se deixa levar por padrões inalcançáveis; prefere cultivar um estilo de vida leve, consciente e, acima de tudo, sustentável — daqueles que se constroem dia após dia, com gentileza consigo mesma. Com gravações, eventos e compromissos imprevisíveis, manter tudo organizado é um desafio para ela. “Tento respeitar meus limites e reservar tempo para mim e para quem eu amo. Tem que equilibrar os pratinhos, cada departamento da nossa vida”, enfatiza.
Ao receber o convite da Linha Aberta Magazine para estar na edição de janeiro da revista, Gaby mostrou ter um carinho especial pelos Estados Unidos, especialmente pela Flórida, destino do qual ela não abre mão de visitar todos os anos. “A Flórida é o lugar, fora o Brasil, onde mais me sinto em casa. É meu happy place”, destaca. E morar aqui nos Estados Unidos, na Flórida? Ela não descarta a possibilidade e diz “Meu sonho seria metade aí e metade aqui.”
Sobre o seu momento de sucesso na TV brasileira, Gaby revela estar vivendo uma fase muito feliz. “Claro que sonho com um programa próprio, mas, acima de tudo, quero continuar em movimento.” E ela completa o assunto fazendo elogios ao SBT, emissora que considera transformadora em sua carreira: “O SBT mudou a minha vida e eu amo a minha história lá dentro!” Confira a entrevista que Gaby Cabrini concedeu à primeira edição da Linha Aberta Magazine de 2026. JANUARY 2026
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GABY CABRINI foto: arquivo pessoal
LINHA ABERTA - Apesar de seguir os passos do seu pai, o renomado jornalista Roberto Cabrini, você decidiu trilhar um caminho próprio dentro do jornalismo, voltado para o entretenimento e o universo das celebridades. Essa escolha aconteceu por acaso ou sempre foi o seu objetivo desde o início da carreira? GABY CABRINI - Olha, eu acho que foi um mix das duas coisas. Crescer vendo meu pai trabalhar com tanta paixão obviamente me inspirou — não tem como negar. Mas, ao mesmo tempo, sempre senti que meu universo era outro. Eu amo gente, brilho, câmera, bastidor, aquele caos delicioso do entretenimento, sabe? Então, quando a carreira começou a acontecer, percebi que meu caminho era esse mesmo: contar histórias, mas com outra energia, outro ritmo… mais a minha cara. No fundo, segui o exemplo dele, mas não os passos — fui achando os meus próprios. E estou bem feliz por isso! LINHA ABERTA - Entrevistar celebridades vai muito além das perguntas de praxe — exige 36
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sensibilidade e jogo de cintura. Como você se prepara para esses encontros e o que considera essencial para conquistar a confiança dos entrevistados? GABY CABRINI - Eu estudo muito sobre cada pessoa, mas o principal é ouvir com empatia e respeito. Quando o entrevistado sente verdade e respeito, tudo flui naturalmente. Ser coerente e verdadeira. O público sente quando você faz com amor e transparência.
LINHA ABERTA - Ser filha de um grande jornalista como Roberto Cabrini certamente traz oportunidades quanto desafios para você. Essa herança familiar abriu mais portas ou gerou mais cobranças e comparações? Como você lida com isso? GABY CABRINI - As duas coisas! (risos) Tenho muito orgulho, mas também senti o peso da comparação. Meu pai é um gigante do jornalismo! Hoje vejo que tudo foi e é um privilégio sem
tamanho, pois você tem uma métrica alta como referência para nunca se acomodar, e seguir evoluindo.
LINHA ABERTA - As redes sociais aumentam tanto o alcance quanto as críticas, especialmente para quem está sob os holofotes. Como você lida com a exposição e com os comentários nas redes? Já precisou enfrentar algum episódio com um hater? GABY CABRINI - Já me incomodou mais. Hoje, eu foco nas mensagens positivas e na troca boa com quem me acompanha. O carinho sempre fala mais alto. LINHA ABERTA - O seu estilo moderno e despojado chama a atenção do público tanto nas redes sociais quanto na TV. Você se considera uma pessoa conectada ao mundo da moda? Como define o seu estilo? GABY CABRINI – Eu amo a moda! A moda é uma
GABY CABRINI foto: sbt
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GABY E ROBERTO CABRINI foto: arquivo pessoal
grande paixão. Eu adoraria explorar mais esse universo. Moda é comunicação! Todo dia você consegue saber como eu estou através do que estou usando. Sinto que a moda permite com que a gente se expresse de uma maneira única.
LINHA ABERTA - No dia a dia, quais são seus principais cuidados com a saúde e a beleza? Você é adepta de procedimentos estéticos modernos, como os preenchedores e tratamentos de última geração, ou prefere uma rotina mais natural? GABY CABRINI - Equilíbrio! Simples assim! Me permito comer e fazer tudo, mas com equilíbrio!
LINHA ABERTA - O ritmo da profissão é intenso e, muitas vezes, imprevisível. Como você consegue equilibrar a vida pessoal com o 38
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trabalho, que exige tanta dedicação e horários irregulares? GABY CABRINI - É um desafio (risos). Tento me organizar, respeitar os meus limites e reservar tempo para mim e para quem eu amo. De novo essa palavra: equilíbrio, tentar balancear as coisas é essencial para continuar com energia. Tem que equilibrar os pratinhos, cada departamento da nossa vida.
LINHA ABERTA - Você costuma passar os seus momentos de lazer e férias aqui na Flórida. O que mais te encanta nos Estados Unidos? Você se imagina morando aqui algum dia? GABY CABRINI - A Flórida é o lugar, fora o Brasil, que mais me sinto em casa. Amo a energia e o estilo de vida! Todo ano não abro mão de passar
férias aí. É o meu “happy place”, sabe? O lugar onde eu me desligo e me reconecto comigo mesma. Morar aí um dia? Meu sonho seria metade aí e metade aqui! Quem sabe um dia? LIHA ABERTA - Para encerrar, existe algum projeto especial, sonho profissional ou meta que você ainda deseja realizar neste ano que está começando ou nos próximos?
GABY CABRINI – Eu estou numa fase muito feliz da minha carreira. Claro que sonho com um programa próprio, mas, acima de tudo, quero continuar em movimento. Estou ganhando horas de voo, vivendo formatos diferentes e trabalhando com profissionais que admiro demais. O SBT mudou a minha vida e eu amo a minha história lá dentro.
GABY CABRINI foto: lourival ribeiro
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beauty
BELEZA EM FOCO: POR QUE OS PRODUTOS COREANOS CONQUISTARAM UM LUGAR CATIVO NA ROTINA DE SKINCARE Nos últimos anos, a cosmética coreana deixou de ser um segmento de nicho e se tornou uma referência global em skincare. Com fórmulas inovadoras, foco em eficácia e rotinas detalhadas, os produtos coreanos chegam ao mercado ocidental com promessas ambiciosas — e, em muitos casos, resultados que correspondem às expectativas. Marcas como Medicube, Laneige, Cosrx, Sulwhasoo e Innisfree tornaram-se nomes conhecidos entre quem busca não apenas cuidados de pele, mas soluções específicas para problemas como acne, sensibilidade, ressecamento e envelhecimento precoce. A cultura de beleza na Coreia do Sul vai muito além da vaidade: ela está enraizada em rituais cuidadosos que celebram o autocuidado diário. Essa filosofia se traduz em produtos que combinam tecnologia avançada com ingredientes naturais e ativos de alta performance. São fórmulas pensadas para tratar a pele de dentro para fora, fortalecendo sua barreira, equilibrando o microbioma cutâneo e promovendo uma aparência saudável, 40
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jovem e luminosa. Uma das marcas que mais se destacou neste cenário é a Medicube. Reconhecida pela eficácia no combate à acne e por seu portfólio formulado com ingredientes dermatologicamente testados, a marca conquistou adeptos que buscam soluções que realmente funcionem. Os produtos da linha Red e Zero Pore — conhecidos por sua ação anti-inflamatória e pelo controle de oleosidade e poros — são frequentemente apontados como favoritos por quem enfrenta pele acneica ou propensa a cravos e espinhas. A proposta da Medicube é simples e direta: respostas concretas para desafios da pele, sem complicar a rotina de cuidados. Outro ponto forte dos produtos coreanos é a diversidade de texturas e formatos. As essências leves, os toners calmantes, os séruns altamente concentrados e as máscaras em folha (sheet masks) são elementos que transformaram a rotina de skincare em um ritual prazeroso e sensorial. Essa democratização do cuidado, que valoriza passar o tempo
necessário com cada etapa, reforça a ideia de que saúde da pele é um compromisso diário e não apenas um esforço esporádico. Além disso, muitas marcas coreanas investem em pesquisa científica robusta, aliando tecnologia de ponta com ingredientes tradicionais da medicina oriental, como centella asiática, chá verde, bambu e ginseng. Essa combinação resulta em produtos com múltiplos benefícios: hidratação profunda, ação antioxidante, redução de vermelhidão e suporte à renovação celular. O sucesso dos cosméticos coreanos também está ligado à transparência das fórmulas e ao engajamento com as comunidades de beleza online. “K‑beauty” virou sinônimo de inovação acessível, estimulando consumidores a entender melhor suas necessidades cutâneas e a construir rotinas personalizadas. Hoje, não se trata apenas de seguir tendências, mas de reconhecer que a beleza começa com uma pele saudável — e os produtos coreanos mostraram que essa jornada pode ser eficiente, prazerosa e, acima de tudo, transformadora.
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DIOR ESTREIA A VISÃO DE JONATHAN ANDERSON EM SUA NOVA COLEÇÃO laine furtado
@lainefurtado_fashionreporterter A Maison Dior inaugura uma nova era sob a direção criativa de Jonathan Anderson, lançando oficialmente sua primeira coleção Spring/Summer 2026, já disponível nas boutiques e no e-commerce da marca. Combinando tradição e modernidade, Anderson oferece uma releitura sofisticada do legado da casa, trazendo peças que traduzem elegância, leveza e inovação.
A coleção contempla ready-to-wear femininas e masculinas, com paleta de cores suaves, estampas
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delicadas inspiradas em flores e trevos, e referências literárias que evocam clássicos como Madame Bovary e Dangerous Liaisons. Entre os destaques, as bolsas icônicas da Dior, como a Lady Dior e o Book Tote, surgem reinterpretadas com bordados e motivos lúdicos, enquanto a nova Dior Bow Bag se apresenta como peça-chave da temporada. Além das roupas e acessórios, a Dior lançou sua primeira campanha coed (unissex) sob o comando de Jonathan Anderson,
reforçando a visão contemporânea e inclusiva do designer para a Maison. Cada detalhe da coleção reflete seu olhar inovador: tradição e modernidade coexistem de forma harmoniosa, resultando em peças que se adaptam ao lifestyle cosmopolita sem perder o charme atemporal da marca.
No vestuário, Anderson aposta em silhuetas fluidas, tecidos leves e construção refinada, explorando transparências sutis, alfaiataria desconstruída e sobreposições que dialogam com a ideia de
movimento e liberdade. Vestidos ganham cortes etéreos e detalhes artesanais, enquanto blazers, camisas e trench coats aparecem repaginados, com volumes suavizados e acabamento impecável. A proposta une sofisticação clássica a uma sensibilidade contemporânea, criando peças pensadas tanto para o dia quanto para ocasiões mais formais.
As bolsas ocupam papel central na narrativa da coleção. A icônica Lady Dior surge atualizada com novas texturas, aplicações bordadas e variações cromáticas que transitam entre tons pastel, azul-marinho, dourado e branco clássico, reforçando sua elegância atemporal. Já a Dior Book Tote mantém sua estrutura robusta, mas ganha estampas literárias e motivos gráficos delicados, reforçando o diálogo entre moda, arte e cultura, marca registrada desta nova fase criativa. A grande novidade da temporada, a Dior Bow Bag, traduz a visão lúdica e feminina de Anderson. Com design estruturado, laços esculturais e acabamento refinado, a bolsa surge como símbolo de modernidade e desejo, equilibrando ousadia e sofisticação. Assim como nas roupas, cada acessório carrega uma narrativa própria, onde tradição, inovação e estética contemporânea se encontram de forma elegante. JANUARY 2026
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A coleção já pode ser conferida nas boutiques Dior e no site oficial, permitindo que clientes em todo o mundo experimentem essa nova fase da casa francesa, marcada por criatividade, sofisticação e liberdade estética. Para Jonathan Anderson, este lançamento é mais do que uma coleção; é o início de um capítulo onde o legado da Dior encontra novas formas de expressão, pronta para inspirar fashionistas e viajantes globais.
Encerrando a narrativa da coleção Spring/ Summer 2026, a Dior reafirma sua capacidade de se reinventar sem romper com suas raízes. Seja na delicadeza das roupas, na força simbólica de bolsas como a Lady Dior, a Dior Bow Bag e a Book Tote, ou na escolha cuidadosa de cores e materiais, cada criação reflete uma Maison que olha para o futuro com respeito à sua história. Sob a direção criativa de Jonathan Anderson, a Dior inicia uma fase marcada por frescor, desejo e relevância global, consolidando-se como uma das principais referências do luxo contemporâneo.
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brasil
SALÁRIO MÍNIMO DE R$ 1.621 EM 2026: O QUE MUDA PARA TRABALHADORES, BENEFÍCIOS E ECONOMIA texto de laine furtado @lainefurtado
Entrou em vigor em 1º de janeiro de 2026 o novo valor do salário mínimo no Brasil: R$ 1.621 por mês, representando um aumento de R$ 103 em relação ao piso anterior de R$ 1.518, que vigorou em 2025. O reajuste equivale a uma alta de 6,79% em termos nominais e segue a política de valorização do salário mínimo adotada pelo governo federal — uma regra que busca reajustar o piso com base na inflação e no crescimento econômico, preservando poder de compra e promovendo ganho real à população de menor renda. COMO O REAJUSTE FOI CALCULADO
O cálculo do novo salário mínimo é feito considerando dois componentes principais: o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que mede a inflação para famílias de menor renda, e o cres-
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cimento do Produto Interno Bruto (PIB) de anos anteriores. Em 2026, a inflação acumulada usada foi de cerca de 4,18%, e o crescimento do PIB contribuiu para um ganho real. Contudo, por limitações fiscais estabelecidas pelo arcabouço fiscal em vigor, o ganho real foi ajustado para 2,5% acima da inflação, resultando no reajuste final de 6,79%. Além do valor mensal, o novo piso representa R$ 54,04 por dia e R$ 7,37 por hora trabalhada — parâmetros importantes para trabalhadores em jornadas parciais ou contratos proporcionais. QUEM É IMPACTADO PELO NOVO PISO
Segundo estimativas do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), cerca de 61,9 milhões de brasileiros têm renda
diretamente referenciada ao salário mínimo — seja por meio de salários formais, benefícios ou programas sociais. Isso inclui trabalhadores com carteira assinada, autônomos, domésticos, aposentados e pensionistas que recebem o piso. BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS E SOCIAIS
O impacto do reajuste vai além dos salários. Aposentadorias, pensões e benefícios previdenciários do INSS que são pagos no valor do mínimo também serão automaticamente reajustados para R$ 1.621. Estima-se que isso aumente as despesas previdenciárias em aproximadamente R$ 39,1 bilhões ao ano, dada a grande proporção de beneficiários que recebem este piso. O Benefício de Prestação Continuada
(BPC), direcionado a idosos (65 anos ou mais) e pessoas com deficiência de baixa renda, também ajusta o valor para o novo piso, e o critério de renda familiar per capita para ter acesso ao programa (até 25% do salário mínimo) igualmente sobe. Outros benefícios, como o abono salarial do PIS/Pasep e o seguro-desemprego, também serão recalculados com base no novo mínimo. INJEÇÃO DE RENDA NA ECONOMIA
Um dos efeitos mais comentados do aumento do salário mínimo é o impacto econômico mais amplo. Segundo o Dieese, o novo valor deverá injetar R$ 81,7 bilhões na economia brasileira ao longo de 2026, estimulando consumo, produção e arrecadação. Esse incremento de renda decorre não apenas da maior renda disponível para os beneficiários diretos do mínimo, mas também do efeito multiplicador que o consumo tem sobre setores como comércio, serviços e alimentação.
CRÍTICAS E LIMITAÇÕES
Apesar do impacto positivo de renda, a nova correção do salário mínimo também recebe críticas de especialistas. Um estudo recente do Dieese aponta que, mesmo com o reajuste, o piso atual de R$ 1.621 ainda está muito aquém do valor considerado necessário para cobrir um conjunto de necessidades básicas de uma família de quatro pessoas, que, segundo cálculos, seria cerca de 4,4 vezes maior que o salário mínimo atual. Isso reflete desafios estruturais relacionados ao custo de vida real e à desigualdade econômica.
EQUILÍBRIO FISCAL E DESPESAS PÚBLICAS
O reajuste do salário mínimo também torna mais complexa a equação fiscal do país. Como o piso salarial impacta diretamente despesas obrigatórias — como salários públicos atrelados ao mínimo e benefícios previdenciários — o aumento
pode pressionar ainda mais as contas públicas, em um contexto de restrições fiscais e disputas sobre prioridades orçamentárias. PERSPECTIVAS PARA 2026
Para os trabalhadores e beneficiários, a elevação do salário mínimo para R$ 1.621 representa um ganho real e melhora do poder de compra, sobretudo diante de um cenário de inflação moderada nos últimos meses. Para a economia como um todo, a expectativa é de que o aumento da renda estimule consumo e ajude a dinamizar setores produtivos ao longo do ano. No entanto, o debate sobre um salário mínimo que cubra de fato o custo mínimo de vida — tomando como base o custo da cesta básica, moradia, transporte, saúde e educação — deverá permanecer no centro das discussões econômicas e sociais em 2026. JANUARY 2026
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américa
ECONOMIA AMERICANA EM 2026: CRESCIMENTO MODERADO E DESAFIOS PERSISTENTES
A economia dos Estados Unidos entra em 2026 com sinais de crescimento moderado, inflação resiliente e um mercado de trabalho em transição, refletindo tanto forças expansivas — como investimentos em tecnologia — quanto desafios macroeconômicos acumulados. PIB EM CRESCIMENTO, MAS ABAIXO DE POTENCIAl
As projeções mais recentes de instituições financeiras e órgãos econômicos apontam que o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA deve crescer em torno de 1,9% a 2,6% em 2026 — uma expansão consistente, porém inferior ao ritmo observado logo após a pandemia.
Relatórios do Federal Reserve e de consultorias privadas sugerem que o crescimento pode acelerar um pouco em relação a 2025, impulsionado por políticas fiscais e redução do efeito negativo de tarifas sobre importações, mas o cenário ainda é de expansão moderada. INFLAÇÃO ACIMA DA META E JUROS EM FOCO
Um dos temas centrais da trajetória econômica dos EUA é a persistência da inflação acima da meta oficial de 2% do Federal Reserve. Projeções consensuais indicam que o índice de preços ao consumidor deve terminar 2026 entre 2,5% e 3,0%, com pressões vindas de setores como serviços, habitação e ainda influências de custos ligados à tecnologia.
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Esse cenário de inflação moderada resulta em um Banco Central cauteloso: analistas e membros do Fed estimam que a política monetária vai manter os juros reais mais altos por mais tempo, com cortes graduais sendo possíveis apenas se houver sinais consistentes de desaceleração nos preços.
mente ligado a inteligência artificial (IA). Esses investimentos sustentam ganhos de produtividade e atraem capital estrangeiro, ao mesmo tempo em que alimentam setores como computação em nuvem, semicondutores e serviços de tecnologia.
O mercado de trabalho americano, que antes era caracterizado por baixo desemprego e forte criação de vagas, mostra sinais de arrefecimento em 2026. Economistas destacam um crescimento mais lento na geração de empregos e um aumento suave da taxa de desemprego, que pode se estabilizar entre 4,2% e 4,5%, refletindo uma economia que se ajusta após um ciclo de expansão prolongado.
Além disso, o setor manufatureiro segue sob pressão, com atividade em níveis historicamente baixos, refletindo aumento de custos e menor demanda global por bens, o que pode limitar a criação de empregos e retardar a recuperação industrial.
MERCADO DE TRABALHO EM TRANSFORMAÇÃO
Esse enfraquecimento é atribuído tanto ao envelhecimento demográfico quanto a uma menor imigração e à adoção de tecnologias que aumentam produtividade, mas reduzem a necessidade de mão de obra em determinados setores. SETORES EM DESTAQUE E RISCOS EMERGENTES
Um dos motores de crescimento da economia americana continua sendo o investimento em tecnologia e infraestrutura digital, especial-
No entanto, essa mesma dinâmica tecnológica pode trazer um risco pouco falado: a possibilidade de inflação impulsionada por excesso de gastos em IA e infraestrutura relacionada, segundo alertam analistas financeiros.
PERSPECTIVA GERAL
No conjunto, a economia dos EUA em 2026 está longe de um cenário recessivo, mas enfrenta um equilíbrio delicado entre manter crescimento real, controlar a inflação e ajustar um mercado de trabalho que perdeu parte do ímpeto dos anos recentes. Crescimento moderado, inflação acima da meta e transformações estruturais por tecnologia e políticas comerciais são os vetores que vão definir o ritmo econômico ao longo do ano.
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flash SOUTH FLORIDA CRITICS CHOICE AWARDS 2025:
UMA NOITE HISTÓRICA — E CONTROVERSA — PARA O CINEMA BRASILEIRO
by laine furtado
@lainefurtado
WAGNER MOURA E KLEBER MENDONÇA FILHO COLOCAM O CINEMA BRASILEIRO EM DESTAQUE NO CRITICS AWARDS
A
31ª edição do Critics Choice Awards ficou marcada por decisões polêmicas da organização. Para “ganhar tempo” e priorizar categorias americanas, diversos prêmios foram entregues no red carpet, fora do palco principal — gerando constrangimento entre convidados, críticos e grande repercussão nas redes sociais.
MELHOR FILME: “ONE BATTLE AFTER ANOTHER”
PAUL THOMAS ANDERSON RECEBE O PRÊMIO DE MELHOR DIRETOR POR “ONE BATTLE AFTER ANOTHER” DURANTE A 31ª EDIÇÃO DO CRITICS CHOICE AWARDS.
Entre eles, o prêmio de Best International Film, vencido por Kleber Mendonça Filho com O Agente Secreto. O episódio foi duramente criticado, já que o prêmio tem o mesmo peso institucional dentro da premiação. Após a reação negativa, a organização chamou Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura ao palco para anunciar o prêmio de Melhor Filme (Best Film). Foi então que Wagner fez um comentário tão elegante quanto simbólico: para os brasileiros, aquele era o filme estrangeiro — porque o deles é brasileiro. A frase arrancou aplausos e resumiu, com inteligência, as tensões ainda presentes nas grandes premiações. Destaques da noite: Melhor Filme: One Battle After Another Melhor Diretor: Paul Thomas Anderson Melhor Ator: Timothée Chalamet Melhor Atriz: Jessie Buckley Melhor Filme Internacional: O Agente Secreto
O recado ficou claro: o cinema internacional é cada vez mais plural — e o Brasil ocupa, sim, um lugar de protagonismo. Estejam prontos. 50
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MELHOR ATOR: TIMOTHÉE CHALAMET MELHOR ATRIZ: JESSIE BUCKLEY
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tecnologia
REGULAÇÃO DA IA: ATÉ ONDE OS GOVERNOS PODEM (OU CONSEGUEM) CONTROLAR A TECNOLOGIA
GOVERNOS AO REDOR DO MUNDO ACELERAM A CRIAÇÃO DE LEIS PARA REGULAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, ENQUANTO SISTEMAS CADA VEZ MAIS AUTÔNOMOS AVANÇAM MAIS RÁPIDO DO QUE A CAPACIDADE DE CONTROLE DO ESTADO A rápida evolução da inteligência artificial deixou de ser uma pauta futurista para se tornar um desafio concreto e imediato para governos em todo o mundo. Sistemas cada vez mais autônomos, capazes de aprender, decidir e criar conteúdo, avançam em velocidade superior à capacidade regulatória dos Estados nacionais. Diante desse cenário, Estados Unidos, Europa e países da América Latina buscam estabelecer marcos legais que tentem equilibrar inovação, segurança e direitos fundamentais — uma tarefa complexa e ainda em construção.
Na Europa, o debate regulatório é mais avançado e estruturado. O continente adotou uma abordagem baseada em risco, classificando sistemas de IA de acordo com seu potencial impacto social. Aplicações consideradas de “alto risco”, como aquelas usadas em reconhecimento facial, crédito, saúde ou segurança pública, passaram a exigir maior transparência, auditorias e responsabilização. O objetivo europeu é claro: criar um ambiente de confiança para o uso da tecnologia sem sufocar a inovação, ao mesmo tempo em que se preservam direitos como privacidade, não discriminação e proteção de dados.
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Já nos Estados Unidos, a estratégia segue um caminho mais fragmentado e pragmático. Em vez de uma lei federal única e abrangente, o país tem apostado em diretrizes, ordens executivas e regulações setoriais. O foco está em mitigar riscos associados à segurança nacional, ao uso indevido de dados e à influência da IA em eleições e mercados financeiros. A preocupação central do governo americano é não comprometer a competitividade das empresas de tecnologia, que lideram o desenvolvimento global de sistemas de inteligência artificial. Na América Latina, o debate regulatório avança de forma desigual, mas com crescente urgência. Países como Brasil, Chile e México discutem projetos de lei inspirados, em parte, no modelo europeu, mas adaptados às realidades locais. A região enfrenta desafios específicos, como desigualdade digital, baixa alfabetização tecnológica e limitações institucionais para fiscalização. Ao mesmo tempo, governos reconhecem que a ausência de regras pode ampliar abusos, reforçar vieses algorítmicos e aprofundar desigualdades sociais já existentes. Um dos principais dilemas da regulação da IA é a própria natureza da tecnologia. Sistemas baseados em aprendizado de máquina evoluem
continuamente, muitas vezes de forma opaca até para seus desenvolvedores. Isso dificulta a criação de normas fixas e duradouras. Além disso, a atuação transnacional das grandes empresas de tecnologia desafia legislações nacionais, tornando a cooperação internacional um elemento cada vez mais necessário — e igualmente difícil.
Especialistas apontam que a regulação, por si só, não será suficiente. Ela precisa vir acompanhada de investimentos em educação digital, capacitação de reguladores, incentivos à inovação responsável e mecanismos de governança ética. Transparência, explicabilidade dos algoritmos e responsabilização por danos causados por sistemas automatizados tendem a se tornar conceitos-chave nos próximos anos. No fim das contas, a pergunta que se impõe não é apenas até onde os governos podem controlar a inteligência artificial, mas até onde devem. O desafio está em construir regras que protejam a sociedade sem travar o avanço tecnológico. Em um mundo cada vez mais moldado por decisões algorítmicas, a regulação da IA deixou de ser uma escolha política para se tornar uma necessidade democrática.
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interior design
debora lousa @deboralousa
SUSTENTABILIDADE NÃO É MAIS OPCIONAL: O FUTURO DA DECORAÇÃO EM 2026 Em 2026, a sustentabilidade deixou de ser uma opção estética ou uma declaração de valores para se tornar uma expectativa fundamental em projetos de decoração e design de interiores. Mais do que um capricho de estilos de vida eco‑conscientes, a integração de materiais reciclados, upcycled e eco‑friendly está se consolidando como um padrão exigido tanto por consumidores quanto por profissionais do setor. Dados globais do mercado de materiais sustentáveis confirmam essa mudança de paradigma: o segmento de couro vegano de base vegetal, por exemplo, atingiu um valor estimado em mais de US$ 5 bilhões em 2024, com projeções de continuar em expansão nos próximos anos à medida que alternativas ecológicas substituem materiais
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tradicionais como o couro animal. DO REAPROVEITAMENTO À INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Em vez de simples reaproveitamento, a decoração sustentável em 2026 abraça novas fronteiras tecnológicas e materiais biofabricados. Compostos de micélio — a estrutura de raiz dos fungos — já estão sendo moldados em peças como painéis acústicos e luminárias compostáveis, enquanto superfícies que incorporam vidro reciclado, metal reaproveitado e resíduos industriais ganham espaço em pisos e bancadas. Hackrea Simultaneamente, materiais ecológicos mais “mainstream”, como bambu e cortiça, con-
tinuam crescendo em popularidade devido ao seu equilíbrio entre estética, durabilidade e renovabilidade. Bamboo, por exemplo, é colhido sem destruir a planta e se regenera rapidamente, o que o torna uma alternativa sustentável ao uso de madeiras rígidas em pisos ou móveis. CONSUMO CONSCIENTE E QUALIDADE DURADOURA A tendência não se limita apenas ao que está sob os pés ou pendurado nas paredes. Texturas naturais, como jute, rattan e cerâmica artesanal, compõem ambientes que refletem uma nova filosofia de consumo: menos é mais, e melhor ainda quando é duradouro e significativo. Peças artesanais e locais, por exemplo, reduzem a pegada de
carbono do transporte e ainda fortalecem cadeias produtivas locais, somando beleza à sustentabilidade.
refletindo uma crescente valorização de características sustentáveis pelos compradores.
bem‑estar, com muita luz natural, integração de plantas e superfícies que evocam elementos naturais.
A busca por qualidade também se estende a têxteis compostáveis — tecidos feitos de algodão orgânico, linho e cânhamo que, ao fim de sua vida útil, retornam ao solo sem poluir. Essa prática representa um ponto de inflexão significativo frente aos materiais sintéticos tradicionais, que podem levar décadas para se decompor.
Essa tendência se reflete também nas escolhas dos elementos de design — desde o uso de tintas com baixo VOC (compostos orgânicos voláteis), que melhoram a qualidade do ar interno, até a preferência por madeiras certificadas e reaproveitadas, que diminuem a pressão sobre florestas e ecossistemas. Vistaar Designs
Nesse contexto, o movimento do “design regenerativo” — que busca não apenas reduzir impactos, mas restaurar ecossistemas — está ganhando relevância, influenciando desde a seleção de materiais até práticas de construção e manutenção de interiores.
EXPECTATIVAS DO CONSUMIDOR E DO MERCADO IMOBILIÁRIO
SUSTENTABILIDADE COMO ESTILO DE VIDA
No mercado imobiliário dos Estados Unidos, indicadores apontam que a sustentabilidade está deixando de ser um diferencial e se tornando um requisito: buscas por residências “zero‑energy ready” (preparadas para zero consumo de energia) cresceram mais de 70% em descrições de imóveis,
Arquitetos e designers afirmam que a sustentabilidade deixou de ser um nicho e passou a ser particularmente valorizada por consumidores jovens e de classe média alta, que buscam um estilo de vida mais saudável, consciente e conectado à natureza. Isso se traduz em espaços que promovem
Em resumo: em 2026, a sustentabilidade não é mais um detalhe decorativo opcional, mas uma tendência central que influencia escolhas de materiais, processos, valores de mercado e critérios de compra. O resultado é uma decoração que combina beleza, responsabilidade ambiental e conexão com as narrativas pessoais dos moradores, abrindo caminho para um futuro onde a estética é indissociável da consciência ecológica. JANUARY 2026
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turismo
faena hotel miami
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the setai miami beach
OS HOTÉIS QUE DEFINEM MIAMI
COMO A HOSPITALIDADE DE ALTO PADRÃO MOLDOU O ESTILO DE VIDA DA CIDADE laine furtado
@lainefurtado_fashionreporter
Miami deixou de ser apenas um destino de praia para se tornar um dos polos mais sofisticados da hotelaria global. A cidade construiu, ao longo das últimas décadas, uma identidade que mistura entretenimento, arte, design, gastronomia e bem-estar — e os hotéis estão no centro dessa transformação. Ao destacar 12 propriedades que ajudam a definir o cenário da hospitalidade local, a Forbes reforça um movimento claro: em Miami, hospedar-se é vivenciar um estilo de vida. O levantamento percorre bairros emblemáticos como South Beach, Mid-Beach, Bal Harbour e Surfside, revelando como cada região traduz uma faceta diferente da cidade. Da energia intensa e cosmopolita à sofisticação silenciosa à beira-mar, os hotéis selecionados
funcionam como verdadeiros protagonistas da experiência urbana.
SOUTH BEACH: ONDE O LUXO ENCONTRA A PULSAÇÃO DA CIDADE South Beach segue sendo o cartão-postal mais reconhecido de Miami, e não apenas por sua arquitetura Art Déco. É ali que estão alguns dos hotéis mais icônicos do país, capazes de combinar tradição, inovação e uma agenda social intensa. O The Setai Miami Beach ocupa um lugar quase mítico nesse cenário. Instalado em um edifício histórico, o hotel se tornou sinônimo de luxo silencioso, serviço altamente personalizado e uma estética que une
influências asiáticas ao design clássico de Miami. Frequentemente premiado por guias internacionais, o Setai é conhecido por atrair um público que valoriza exclusividade e discrição, mesmo estando no coração de uma das áreas mais movimentadas da cidade. Já o Faena Hotel Miami Beach representa o oposto complementar: exuberância, arte e espetáculo. Desde sua inauguração, o hotel redefiniu o conceito de hospedagem ao integrar performances artísticas, design teatral e uma curadoria cultural contínua. O espaço abriga apresentações, exposições e eventos que transformam o hotel em um polo criativo permanente, atraindo artistas, celebridades e viajantes em busca de experiências. JANUARY 2026
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O Loews Miami Beach, por sua vez, mantém seu status como um dos hotéis mais democráticos e estratégicos da região. Com localização privilegiada, estrutura robusta e acesso direto à praia, tornou-se referência tanto para famílias quanto para grandes eventos, mantendo um equilíbrio raro entre escala, conforto e sofisticação. Com uma proposta mais contemporânea, o Miami Beach EDITION traduz o conceito de resort urbano. Criado sob a visão de Ian Schrager, o hotel combina gastronomia de alto nível, vida noturna, áreas de lazer inesperadas — como pista de boliche e rinque de patinação — e um design minimalista que conversa com o espírito moderno de Miami. MID-BEACH E O NOVO LUXO: DESIGN, SUSTENTABILIDADE E BEM-ESTAR 58
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À medida que Miami amadureceu como destino de luxo, o conceito de hospedagem também evoluiu. A região de Mid-Beach tornou-se palco de uma nova geração de hotéis que privilegiam bem-estar, consciência ambiental e integração com a natureza. O 1 Hotel South Beach é um dos exemplos mais emblemáticos dessa virada. Com forte apelo sustentável, o hotel aposta em materiais naturais, práticas ecológicas e experiências focadas em saúde e longevidade. Piscinas com vista para o oceano, programas de wellness e gastronomia orgânica fazem parte de uma proposta alinhada ao viajante contemporâneo, que busca conforto sem abrir mão de responsabilidade ambiental. O Ritz-Carlton South Beach, recém-reposicionado, também integra essa nova fase, combinando o glamour clássico da marca com
um olhar renovado para design, gastronomia e experiências personalizadas. BAL HARBOUR E SURFSIDE: O PODER DA SOFISTICAÇÃO SILENCIOSA Se South Beach representa a energia vibrante de Miami, Bal Harbour e Surfside simbolizam seu lado mais reservado e refinado. Essas áreas atraem viajantes que buscam privacidade, serviço impecável e um ritmo mais contemplativo. O St. Regis Bal Harbour Resort é um dos grandes símbolos desse luxo discreto. Localizado ao lado de um dos shopping centers mais exclusivos dos Estados Unidos, o hotel se destaca pelo serviço altamente personalizado, suítes espaçosas e uma atmosfera que privilegia o conforto absoluto.
four seasons hotel surfside O Ritz-Carlton Bal Harbour segue a mesma linha, oferecendo uma experiência voltada ao relaxamento, com spa de alto nível, vistas amplas para o oceano e uma sensação constante de refúgio, mesmo estando a poucos minutos das áreas mais movimentadas da cidade. Em Surfside, o Four Seasons Hotel at The Surf Club ocupa um lugar especial na história da hotelaria americana. Antigo clube social frequentado por nomes como Frank Sinatra e Elizabeth Taylor, o espaço foi transformado em um resort ultraluxuoso que preserva sua herança histórica enquanto oferece uma experiência contemporânea impecável. É um destino que une nostalgia, arquitetura sofisticada e um padrão de serviço reconhecido internacionalmente. ALÉM DA PRAIA: TRADIÇÃO E DIVERSIDADE DE EXPERIÊNCIAS A seleção da Forbes também reconhece
hotéis que ampliam o conceito de Miami para além do litoral. O Biltmore Hotel, em Coral Gables, é um exemplo clássico. Com sua arquitetura mediterrânea, campo de golfe histórico e uma das maiores piscinas do país, o hotel mantém viva a elegância dos anos 1920 e segue sendo um ícone de tradição e prestígio. Já o Trump National Doral Miami representa o lado resort da cidade, com foco em golfe, grandes áreas verdes e uma experiência voltada a lazer e negócios, atraindo um público diversificado e internacional. Outros endereços destacados reforçam como Miami oferece experiências distintas dentro do mesmo destino, seja à beira da baía, em ilhas exclusivas ou em bairros mais residenciais. MAIS DO QUE HOTÉIS, SÍMBOLOS DE UM ESTILO DE VIDA
O que une todos esses hotéis não é apenas o luxo, mas a capacidade de traduzir o espírito de Miami em experiências completas. Cada propriedade funciona como uma extensão da cidade, refletindo sua diversidade cultural, sua vocação internacional e sua constante reinvenção. Ao destacar esses 12 hotéis, a Forbes não aponta apenas onde se hospedar, mas ajuda a compreender por que Miami se consolidou como uma das capitais globais da hospitalidade. São endereços que influenciam tendências, movimentam a economia local, atraem eventos internacionais e reforçam a imagem da cidade como sinônimo de excelência em serviço, design e lifestyle. Em Miami, o hotel não é apenas o ponto de partida da viagem — ele é parte essencial da experiência. JANUARY 2026
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saúde
O BOOM DOS MEDICAMENTOS PARA OBESIDADE E DIABETES TRANSFORMA A MEDICINA E DESAFIA SISTEMAS DE SAÚDE
Medicamentos desenvolvidos inicialmente para o tratamento do diabetes tipo 2 estão no centro de uma das maiores transformações recentes da medicina metabólica. As drogas da classe dos agonistas do receptor GLP-1, que atuam regulando a produção de insulina e promovendo maior sensação de saciedade, passaram a ser amplamente utilizadas no combate à obesidade, alterando protocolos médicos, hábitos alimentares e o próprio mercado farmacêutico global. O interesse por esses medicamentos cresceu de forma exponencial após estudos clínicos demonstrarem perdas de peso significativas e sustentadas, algo raro entre terapias tradicionais contra a obesidade. Ao reduzir o apetite e retardar o esvaziamento gástrico, os GLP-1 mudam a relação do paciente com a comida, diminuindo compulsões e facilitando o controle calórico. Para muitos especialistas, trata-se de uma mudança de paradigma: a obesidade passa a ser tratada como uma doença crônica de base metabólica, e não apenas como consequência de escolhas individuais. O impacto clínico é relevante. Além da perda de peso, pesquisas apontam melhora no controle glicêmico, redução da pressão arterial e diminuição 60
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do risco cardiovascular em pacientes com diabetes e obesidade. Esses efeitos ampliam o interesse da comunidade médica e fortalecem a ideia de que o tratamento farmacológico pode prevenir complicações futuras, como infartos, AVCs e insuficiência renal — doenças que pressionam sistemas públicos e privados de saúde. Ao mesmo tempo, o crescimento acelerado da demanda levanta desafios importantes. O alto custo dos medicamentos limita o acesso, especialmente em países de renda média e baixa. Sistemas de saúde enfrentam o dilema de incorporar ou não essas terapias em larga escala, avaliando custo-benefício e impacto orçamentário a longo prazo. Em alguns mercados, a popularização do uso para emagrecimento estético gerou escassez temporária, afetando pacientes diabéticos que dependem do tratamento. O boom dos GLP-1 também provoca mudanças culturais. Há uma revisão do discurso moralizante em torno do peso corporal, com maior reconhecimento dos fatores biológicos e hormonais envolvidos na obesidade. Ao mesmo tempo, especialistas alertam que os medicamentos não substituem hábitos saudáveis. A adesão ao tratamento cos-
tuma ser contínua, e a interrupção pode levar ao reganho de peso, reforçando a necessidade de acompanhamento médico e mudanças no estilo de vida. No mercado farmacêutico, o efeito é bilionário. Grandes laboratórios ampliam investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novas moléculas, com formulações mais potentes, de ação prolongada e menos efeitos colaterais. A concorrência se intensifica, enquanto governos e agências regulatórias acompanham de perto a segurança e a indicação adequada dessas drogas, especialmente diante do uso fora das recomendações clínicas. O avanço dos medicamentos GLP-1 evidencia um momento de transição na saúde global. Eles representam uma ferramenta poderosa no enfrentamento da obesidade e do diabetes, duas das maiores epidemias do século XXI. No entanto, seu uso levanta questões sobre acesso, sustentabilidade financeira e expectativas irreais. O desafio agora é integrar essa inovação a políticas de saúde equilibradas, baseadas em ciência, prevenção e cuidado contínuo — evitando que uma solução promissora se torne apenas mais um privilégio de poucos.
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DESTAQUE RECONCILIAR-SE COM A PRÓPRIA HISTÓRIA: A CHAVE PARA UMA VIDA LEVE E PRÓSPERA
POR SOLANGE MESQUITA GOMES
Neste início de ano, o Projeto Superar e Ser Feliz apresenta um artigo que convida à reflexão sobre como a reconciliação com a própria história é fundamental para construir uma vida mais leve e próspera em 2026. Partindo da ideia de que novos ciclos nos oferecem a oportunidade de elaborar o passado com mais consciência, o texto aborda a diferença entre trauma e aprendizado e destaca o auto perdão como um gesto profundo de amor próprio e amadurecimento emocional. Inspirado pelo simbolismo do Ano do Cavalo no horóscopo chinês, o artigo propõe seguir adiante com mais serenidade, coragem e autenticidade, transformando experiências difíceis em sabedoria e liberdade interior. AUTO PERDÃO E APRENDIZADO: COMO TRANSFORMAR TRAUMAS EM FORÇA PESSOAL
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A vida se torna mais leve e próspera quando o coração se reconcilia com a própria história. Embora o tempo seja apenas uma convenção, ele está profundamente enraizado em nossa rotina. Existem momentos específicos que nos convidam a encerrar ciclos: o Réveillon, o Ano Novo Chinês, o Hanukkah, aniversários. São ocasiões que nos inspiram a fazer um balanço: onde estamos, com quem estamos, o que aprendemos, quais feridas ainda precisam cicatrizar e o que desejamos levar adiante. Mas afinal, o que diferencia um trauma de um aprendizado?
O trauma é um passado que permanece presente, uma dor que ainda não foi processada e que não se transformou em sabedoria. Ele enfraquece. Já o aprendizado potencializa. Passar por experiências difíceis – como relações
tóxicas, patrões abusivos, mães narcisistas ou famílias disfuncionais – pode tanto nos fortalecer quanto nos trincar por dentro. Sem elaborar essas vivências, seguimos nos criticando e nos cobrando em excesso.
Frases como “Por que eu fiquei?”, “Por que não percebi?” ou “Por que deixei acontecer?” podem surgir ao relembrar fatos. Apesar de parecerem tentativas de compreensão, na prática mantêm a dor viva. Usando a metáfora da ferida, inflamam o machucado e drenam nossa energia vital. O trauma, portanto, é isso: um passado que não passa, uma ferida que continua sangrando no presente. O que transforma o trauma em aprendizado é o processo de elaboração, e um elemento essencial nesse processo é o auto perdão.
SOLANGE MESQUITA GOMES, PSICOEDUCADORA SISTÊMICA. ESPECIALISTA EM TRAUMA E DESENVOLVIMENTO HUMANO.
PROJETO SUPERAR E SER FELIZ
O auto perdão é o gesto mais profundo de amor próprio. É quando conseguimos olhar para a pessoa que fomos – aquela que suportou o que pôde, que acreditou que amar era o mesmo que aguentar – e dizer: “eu te acolho”. Perdoar-se significa abandonar o tribunal interno que julga e castiga, um castigo que se manifesta em angústia, tensão, autoboicote e, muitas vezes, até sintomas físicos ou doenças autoimunes.
Perdoar não é esquecer. É aceitar o mundo como ele foi, com suas falhas, injustiças e paradoxos. É compreender que a vida não é linear, que o amor às vezes confunde, que o medo paralisa, e que tudo isso faz parte da experiência humana. É reconhecer que fizemos o melhor possível dentro do nível de consciência, força e esperança que tínhamos naquele momento.
Quando isso acontece, a energia vital volta a fluir. A culpa cede lugar à ternura, e a exigência dá espaço à benevolência. O auto perdão transforma dor em sabedoria, culpa em aprendizado e passado em passado. Quando a alma entende isso, algo dentro de nós respira aliviado e diz: agora posso seguir. Com essa permissão interna, deixamos a vida acontecer de forma mais leve, autêntica e nossa. E, já que 2026 será o ano do Cavalo no horóscopo chinês, fica um convite simbólico: tome as rédeas da própria vida com força, elegância e leveza. Tenha coragem de galopar em direção ao novo, com a serenidade de quem compreendeu que o passado é aprendizado, não prisão. Amadurecer é isso: aprender a andar em paz com o que foi para seguir inteira com o que é.
O Projeto Superar e Ser Feliz, criado pela professora Anete Lobo, tem como foco ajudar pessoas que passaram ou estão passando por episódios de sofrimento e trauma a encontrar meios de superação para sua dor. A cada mês,uma mulher é selecionada para contar sua história de dor e superação, ajudando assim, outras pessoas que possam se motivar através de seus relatos. O projeto dispõe de uma lista de recursos com recomendação de diversos profissionais da área de saúde mental, grupos de apoio, artigos, livros e vídeos com conteúdo para dar suporte aos interessados em encontrar superação. Basta acessar o website do projeto. Comentários, perguntas, sugestões podem ser enviados para o email superareserfeliz@gmail.com . Contato: Anete Lobo Website: www.superareserfeliz.com
Parcerias: Rosana de Rosa – Life Coach e Terapeuta Rosali de Castro Aguiar - Psicóloga, Advogada, Mediadora e Consteladora Familiar Sistêmica Flavia Duarte - Fundadora do Projeto Flavia Se Cuida Wanessa Surdine – Personal da Mente Solange Gomes - Psicóloga Josie Oliveira - Terapeuta, Psicóloga, Criadora do Método VEM (Você Emocionalmente Madura) Anete P. Lobo Criadora do Projeto Superar e Ser Feliz superareserfeliz@gmail.com
JANUARY 2026
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highlights
PRIVACY AT RISK: ARE WE LIVING THROUGH THE END OF PERSONAL DATA? WRITEEN BY LAINE FURTADO
In the digital age, personal data has become one of the most valuable assets in the global economy. Every click, search, purchase, location check-in, and biometric scan feeds a vast ecosystem powered by big tech companies, artificial intelligence systems, and increasingly data-driven governments. What once seemed like a trade-off for convenience has evolved into a structural shift: personal information is now continuously collected, analyzed, and monetized at a scale unprecedented in human history. This reality raises a fundamental question—are we approaching the end of personal data as we once understood it? At the center of this transformation are big technology companies whose business models rely on data extraction. Platforms offering “free” services generate revenue through targeted advertising, predictive analytics, and algorithmic profiling. The more data they collect, the more accurately they can influence consumer behavior, shape content exposure, and anticipate future actions. Over time, this has blurred the line between user consent and silent surveillance, as data collection often happens passively, embedded in everyday digital interactions.
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Artificial intelligence has accelerated this process dramatically. Modern AI systems require massive datasets to function effectively, driving demand for increasingly granular and continuous data streams. From voice assistants and facial recognition tools to health apps and wearable devices, AI expands the scope of what can be measured, inferred, and predicted. Even data that appears anonymous can often be re-identified when combined with other sources, challenging traditional notions of privacy protection. Governments, too, play a growing role in this data ecosystem. Public authorities collect personal information for purposes ranging from national security and law enforcement to healthcare, taxation, and social services. While many of these uses are legitimate and necessary, the expansion of digital governance raises concerns about oversight, proportionality, and long-term data retention. In some countries, surveillance technologies are integrated into public infrastructure, enabling real-time monitoring of citizens’ movements and behaviors.
The convergence of corporate and state data interests complicates accountability. In many cases,
governments rely on private technology companies to build and operate digital systems, creating partnerships that blur responsibility for data protection. When breaches, misuse, or overreach occur, citizens often face limited transparency and few avenues for redress. This dynamic fuels public mistrust and reinforces the perception that individuals have lost control over their personal information.
Regulatory responses vary widely across regions. The European Union has positioned itself as a global leader in data protection through comprehensive privacy frameworks that emphasize user rights, consent, and corporate responsibility. These rules seek to rebalance power between individuals and data collectors by granting citizens access, correction, and deletion rights over their personal information. While enforcement remains uneven, the European approach reflects an attempt to preserve privacy as a fundamental right rather than a market commodity.
In contrast, the United States maintains a more fragmented regulatory landscape. Data protection is largely sector-based, with different rules applying to healthcare, finance, children’s data, and consumer privacy. This patchwork system prioritizes innovation and market flexibility but often leaves gaps that companies can exploit. As a result, individuals may have limited awareness of how their data is used and minimal control over its distribution. In many developing regions, including parts of Latin America, Africa, and Southeast Asia, privacy
regulation struggles to keep pace with technological adoption. Rapid digitalization, combined with limited institutional capacity, creates vulnerabilities. Citizens may gain access to digital services without adequate safeguards, exposing sensitive information to misuse. At the same time, these regions increasingly serve as testing grounds for emerging technologies, intensifying concerns about digital inequality and data exploitation. For the average citizen, the consequences are both practical and psychological. Data-driven profiling can influence credit decisions, insurance pricing, employment opportunities, and access to services. Algorithms trained on biased datasets may reinforce discrimination, while opaque decision-making systems leave individuals unable to challenge outcomes that affect their lives. Beyond tangible harms, there is a growing sense of resignation—a belief that privacy loss is inevitable in a connected world.
Yet the narrative of inevitability is contested. Privacy advocates argue that data protection and technological progress are not mutually exclusive. Emerging concepts such as privacy-by-design, data minimization, and decentralized data storage aim
to reduce exposure while preserving functionality. Some companies are beginning to position privacy as a competitive advantage, responding to consumer demand for greater transparency and control.
The future of personal data will likely be shaped by a combination of regulation, technology, and public awareness. Stronger laws alone may not be sufficient without effective enforcement and international cooperation. Likewise, technical solutions must be accompanied by ethical standards and democratic oversight. Ultimately, the question is not whether data collection will continue—it will—but whether societies can redefine the rules governing who benefits, who decides, and who is protected.
As digital systems become more deeply embedded in everyday life, the stakes continue to rise. Personal data reflects identity, behavior, and autonomy. Preserving meaningful privacy in the age of AI and big data is not merely a technical challenge; it is a political and social one. Whether personal data becomes a fully extractable resource or remains a protected extension of individual rights will define the balance of power in the digital century ahead. JANUARY 2026
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PONTO DE VISTA
jorndana luchetti
@jordanaluchetti
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A POESIA POR TRÁS DOS EVENTOS QUE NOS TOCAM
A IMPORTÂNCIA DA CURADORIA
á algo quase místico no instante em que um evento começa. As luzes ainda não se acenderam por completo, mas já existe um clima no ar uma vibração que antecede o encontro, um sussurro de expectativa que se espalha como perfume. Nada disso é acidente. É curadoria.
Curadoria é escolha mas é, principalmente, renúncia. É decidir o que não cabe, o que não combina, o que não conversa com a intenção. É olhar para um salão vazio e enxergar nele a experiência antes de qualquer item ser colocado. É compreender o ritmo de quem chega, a respiração de quem escuta, o silêncio necessário entre uma fala e outra.
. No aroma que recebe o convidado, . No intervalo que permite respirar, . Na pausa que gera reflexão, . Na paleta de cores que acolhe, . Na ordem das falas que cria uma narrativa emocional.
Por trás de cada experiência que nos atravessa dos grandes congressos que movimentam cidades às delicadas reuniões boutique feitas para poucas dezenas de pessoas existe uma arquitetura invisível. Uma coreografia silenciosa que organiza intenções, emoções, sons, cores, tempos. Curadoria é a alma que antecede qualquer palco.
. Nos eventos grandiosos, ela é o fio que costura a grande narrativa. . Nos eventos médios, é a precisão que impede o excesso. . Nos eventos boutique, é a delicadeza que torna o íntimo inesquecível. . E nas experiências sensoriais, é a assinatura que mistura arte, presença e propósito.
Em tempos em que vivemos correndo, entre telas, prazos e ruídos, a curadoria devolve algo precioso: o lugar do sentir. Ela não organiza apenas eventos; organiza estados de presença. É a arte de desacelerar o olhar e convidar o público a viver algo verdadeiro, mesmo que por poucas horas.
A curadoria desenha o invisível. E é justamente o invisível que faz um evento permanecer. Hoje, em um mundo saturado por agendas intermináveis e encontros que se repetem, eventos memoráveis deixaram de ser aqueles com a maior estrutura, a iluminação mais cara ou o palco mais imponente. O que permanece não é o grandioso é o essencial. É aquilo que foi pensado com intenção, costurado com elegância e entregue com sensibilidade.
E é por isso que a curadoria está em tudo o que nos inspira nos grandes festivais internacionais, nos jantares intimistas sob luz âmbar, nos congressos que moldam ideias e até nos encontros discretos que mudam vidas sem alarde. Ela é a cena antes da cena. A base antes do impacto. O silêncio antes do aplauso.
Enquanto muitos imaginam que eventos são feitos de roteiros e cronogramas, a verdade é que os melhores nascem muito antes do primeiro teste de microfone. Eles começam na pergunta que define tudo: qual é o sentimento que queremos gerar? É a partir dessa pergunta que os eventos ganham textura. . Que um simples café se torna ritual. . Que uma palestra se transforma em atmosfera. . Que um encontro se desdobra em memória.
A curadoria encontra beleza no detalhe. . Na música que abre um dia,
Ela não busca impacto. Ela busca permanência.
No fim, o que lembraremos não será a estrutura, e sim o sentimento. E o sentimento esse luxo raro e imensurável é sempre obra da curadoria.
» JORDANA LUCHETTI é CEO da JLC Public Relations & Marketing, estrategista internacional de visibilidade e autoridade, apresentadora de TV, especialista em curadoria de eventos e posicionamento global. @jordanaluchetti
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