

ELALI CELEBRA O NATAL COM FÉ,FAMÍLIA E LANÇAMENTO MUSICAL DE FIM DE ANO



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ELALI CELEBRA O NATAL COM FÉ,FAMÍLIA E LANÇAMENTO MUSICAL DE FIM DE ANO



medida que dezembro chega ao fim, o Natal se anuncia com suas luzes, aromas e tradições familiares. É tempo de celebrar encontros, reforçar vínculos e refletir sobre o ano que passou. Mais do que presentes e ceias, a data lembra a importância da empatia, da atenção ao outro e do cuidado coletivo, especialmente em um mundo marcado por desigualdades.
O Ano Novo, por sua vez, convida à introspecção e à projeção de metas. A chegada de 2026 simboliza um ponto de reinício, uma oportunidade de aprender com desafios enfrentados em 2025 e de traçar caminhos mais conscientes. É o momento de equilibrar ambição e responsabilidade, crescimento pessoal e compromisso social, lembrando que cada escolha impacta não apenas nossa trajetória, mas também a comunidade em que vivemos.
Em 2025, testemunhamos avanços tecnológicos, transformações econômicas e mudanças culturais profundas. Esses movimentos reforçam que adaptação, aprendizado contínuo e atitudes conscientes serão essenciais para prosperar no novo ano. Pequenas mudanças consistentes, aliados a valores sólidos, podem gerar impactos duradouros e fortalecer vínculos pessoais e sociais.
Culturalmente, as celebrações de Natal e Ano Novo também refletem diversidade e identidade. Respeitar diferentes tradições e formas de família é fundamental para construir sociedades mais coesas e inclusivas. Ao mesmo tempo, momentos de festa oferecem espaço para gratidão, esperança e inspiração, lembrando que emoções moldam escolhas e decisões.
Enquanto as luzes de Natal brilham e os fogos de artifício anunciam 2026, surge um convite silencioso: viver o ano novo com propósito, ética e atenção. Que as lições de 2025 nos guiem, que nossas ações reflitam responsabilidade e que a esperança se transforme em atitudes concretas. Celebrar é essencial, mas preparar-se para o futuro é vital. Que 2026 seja um ano de renovação, crescimento e conexão verdadeira.



COVER MARINA ELALI
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Especialistas em comportamento humano vêm apontando um fenômeno recorrente nas relações contemporâneas: o impacto do silêncio na construção de interpretações distorcidas. O texto a seguir expõe, com precisão, como a ausência de clareza abre espaço para histórias internas que moldam — e muitas vezes prejudicam — vínculos afetivos e emocionais.
E onde faltam palavras claras, sobram interpretações distorcidas.A mente, em busca de coerência, preenche lacunas com hipóteses — quase sempre guiadas pelas próprias inseguranças e crenças.
Na ausência do diálogo, criam-se narrativas.
E é assim que vínculos se fragilizam: não por falta de afeto, mas por excesso de suposições.
Quando o silêncio ocupa o lugar da conversa, o comportamento do outro deixa de ser um fato e passa a ser uma versão criada pela nossa percepção — que nem sempre corresponde à realidade. A falta de clareza alimenta
a dúvida, e a dúvida, com o tempo, nutre a insegurança e a imaginação.
A comunicação é o alicerce da segurança emocional. Não porque elimina conflitos, mas porque os torna nomeáveis, reais e possíveis de resolver.O que não é dito não desaparece. Apenas muda de forma — e se manifesta em distanciamentos, defesas, mal-entendidos.
Falar exige vulnerabilidade.
Mas calar cobra um preço alto: viver relações sustentadas por suposições, e não por verdade.
Optar pelo diálogo é escolher continuar, mesmo quando é mais fácil se afastar.
Porque a transparência cria pontes onde antes havia muros invisíveis. E é nela que se restaura a confiança perdida, devolvendo ao vínculo a leveza que o silêncio sufocou.
Conversar é, muitas vezes, um ato de coragem: o de ver o outro como ele é e permitir que ele também nos veja. É aceitar que a
verdade pode ser desconfortável, mas sempre será mais libertadora do que qualquer história criada pela mente em dias de incerteza.
No fim, relacionamentos não se fortalecem pela ausência de conflitos, mas pela disposição de enfrentá-los juntos. E, entre o medo de falar e o risco de perder, quase sempre a palavra dita com honestidade é o que salva.
E é através dessa troca sincera que aprendemos que o outro não é inimigo, mas parceiro de construção. Quando existe abertura, há espaço para reparar, reconstruir e renovar aquilo que parecia perdido. A verdade, dita com cuidado, tem o poder de reorganizar afetos e devolver a cada um o direito de ser compreendido.
Porque, no fundo, toda relação é feita de pontes que precisam ser atravessadas dos dois lados. E cada palavra escolhida com gentileza é um passo em direção ao encontro — aquele lugar onde a compreensão finalmente vence o ruído, e onde o vínculo deixa de sobreviver para, enfim, voltar a florescer.
DRA. ANDREA LADISLAU é psicanalista e especialista em saúde mental e comportamental. Ela escreve para vários veicuilos de comunicação no Brasil.


A cidade de Orlando se prepara para receber, nos dias 16 e 17 de janeiro de 2026, a 25ª edição de “O Poder do Network – Orlando 26”, idealizado por Bruno Avelar. Considerado um dos eventos mais relevantes de desenvolvimento humano, negócios e performance da atualidade, o projeto já passou por diversos países desde 2022 e consolidou um movimento baseado em três pilares centrais: mentalidade, ambiente de alto valor e conexões estratégicas.
A proposta da imersão é proporcionar uma experiência transformadora para empresários, líderes, executivos e profissionais que desejam clareza de posicionamento, aceleração de resultados, visão de próximo nível e oportunidades reais para 2026. Nesta edição especial, o evento desembarca nos Estados Unidos com um dos line-ups mais fortes
de sua história, reunindo personalidades que influenciam milhões em suas áreas de atuação.
Entre os confirmados está Pablo Marçal, empresário, mentor e escritor, reconhecido por seus métodos de expansão de mentalidade, liderança e ativação de propósito. Seu trabalho já impactou grandes públicos no Brasil e no exterior. Outro destaque é Tiago Brunet, referência em inteligência espiritual e propósito de vida, que inspira audiências globais ao unir sabedoria, autoconhecimento e liderança transformadora.
O evento também recebe Joel Jota, doutor, empresário, ex-atleta e uma das principais vozes de alta performance no Brasil. Ele aborda temas como mentalidade, disciplina, produtividade e excelência, pilares centrais para o cres-
cimento pessoal e profissional. Complementando o time, Deive Leonardo, um dos maiores comunicadores cristãos da atualidade, conduz mensagens de fé e transformação que conectam espiritualidade ao desenvolvimento emocional.
Outro nome de peso é Paulo Vieira, criador do Método CIS — considerado o maior treinamento de inteligência emocional do mundo — e autor best-seller com carreira internacional focada em reprogramação de crenças, protagonismo e performance. No universo do empreendedorismo e da beleza, o evento traz Natália Beauty, multiempreendedora internacional que revolucionou o setor ao transformar sua marca em um ecossistema global de educação, gestão, branding e inteligência de negócios.
A programação também conta com Camila Vieira, mentora que trabalha temas como propósito, plenitude e equilíbrio, guiando pessoas a construírem vidas mais integradas e intencionais; Chepe Putzu, líder conhecido por criar culturas corporativas baseadas em fé, impacto e valores; e Paulo Kazaks, estrategista global e CEO com experiência em mais de 70 países, trazendo uma visão ampla sobre negócios, expansão e escalabilidade.
À frente da imersão está Bruno Avelar, considerado hoje um dos maiores nomes do networking estratégico. Após viver 19 anos como imigrante em Portugal, Inglaterra, Espanha e Estados Unidos, Bruno desenvolveu uma visão multicultural que fundamenta seu trabalho em desenvolvimento humano e conexões de alto impacto. Ele é palestrante exclusivo da Non Stop — maior agência de influenciadores da América Latina — e sócio da MLS (Mentoring League Society). Seu propósito é claro: ativar pessoas, destravar potencial e criar ambientes que impulsionem crescimento real.
Ao celebrar sua 25ª edição, “O Poder do Network – Orlando 26” reforça o protagonismo de Orlando como destino de grandes conferências brasileiras nos Estados Unidos, atraindo participantes que buscam visão, propósito, estratégia e expansão global.www.poderdonetwork.com/orlando2026o em massa.


Enquanto 2025 se aproxima do fim, o mundo da moda e do entretenimento volta os olhos para a temporada de premiações que marca a transição para 2026. Golden Globes, Critics Choice e Oscars prometem não apenas celebrar talentos do cinema e da televisão, mas também ditar tendências que irão moldar o estilo global no próximo ano. Entre os nomes mais aguardados no tapete vermelho estão Zendaya, Timothée Chalamet, Florence Pugh, Beyoncé e Harry Styles. Cada aparição é cercada de expectativa: do vestido que vai gerar memes a detalhes sutis que influenciam coleções de alta-costura. O público e a imprensa observam não apenas a beleza, mas a narrativa que cada look transmite, combinando moda, identidade e inovação. Especialistas já apontam algumas tendências que devem dominar 2026: silhuetas estruturadas e minimalistas, tecidos metalizados, cores vibrantes contrastando com tons neutros, e o retorno de acessórios statement, como joias oversize e sapatos icônicos. O red carpet continua sendo um laboratório de criatividade, onde celebridades e estilistas experimentam combinações ousadas que rapidamente inspiram o mercado de luxo e a moda de consumo. Neste cenário, cada passo no tapete vermelho é mais do que glamour: é comunicação, estilo e influência global, definindo o ritmo da moda para o ano que se inicia.
Oano de 2025 foi histórico para Taylor Swift, consolidando sua posição como uma das artistas mais influentes e lucrativas da música mundial. Com o encerramento do The Eras Tour, a cantora não apenas lotou estádios em todos os continentes, mas também bateu recordes de público, ticket sales e engajamento digital. Cada show gerou uma repercussão massiva nas redes sociais, transformando momentos da turnê em fenômenos virais e consolidando a artista como referência absoluta em marketing e experiência de fãs. Além da performance ao vivo, Taylor dominou as plataformas de streaming. Suas músicas acumulam bilhões de reproduções, com faixas antigas ressurgindo nas playlists globais e os lançamentos mais recentes garantindo o topo das paradas. Em 2025, Taylor também protagonizou polêmicas com gravadoras, evidenciando sua postura firme em defesa dos direitos dos artistas sobre masters e royalties. Ao mesmo tempo, expandiu sua presença para o cinema, participando de projetos que reforçam sua versatilidade artística e ampliam sua marca além da música. Essa estratégia multifacetada fortalece não apenas sua carreira, mas também seu impacto cultural e econômico. O fenômeno Taylor Swift em 2025 mostra como uma artista pode transformar talento, estratégia e narrativa pessoal em influência global. Seu sucesso não se mede apenas em números: é também um reflexo de sua capacidade de inovação, reinvenção constante e conexão profunda com os fãs. Enquanto o mundo se prepara para 2026, fica claro que Taylor Swift não apenas encerrou 2025 quebrando recordes — ela redefiniu padrões, consolidou seu legado e mostrou mais uma vez como dominar a indústria de forma criativa, estratégica e inspiradora.

Todo dezembro, um fenômeno se repete com a mesma pontualidade das luzes que iluminam as cidades: Mariah Carey retorna ao topo das paradas como se nunca tivesse saído. All I Want for Christmas Is You, lançada em 1994, não apenas envelheceu bem — ela se tornou um ritual global. Em 2025, a faixa ultrapassou novamente as principais playlists do Spotify e da Apple Music, somando centenas de milhões de streams só no último mês, reafirmando o status da artista como “The Queen of Christmas”. O sucesso não é apenas simbólico. Estimativas da indústria musical apontam que Mariah Carey lucra entre US$ 2,5 e US$ 3 milhões por ano apenas com royalties da faixa durante a temporada de festas. Esse rendimento recorrente, que se renova há mais de duas décadas, transforma a música em um dos produtos culturais mais rentáveis já criados para o Natal — uma combinação de nostalgia, melodia contagiante e apelo universal que se mantém forte mesmo em uma era dominada por redes sociais e consumo fragmentado. Culturalmente, o impacto é ainda mais amplo. A música tornou-se trilha sonora oficial de shoppings, comerciais, feiras natalinas e produções audiovisuais em diversos países.


Oano de 2025 consolidou uma geração de celebridades que redefiniu a forma como fama, influência e mercado se conectam. Líderes em seguidores, engajamento e faturamento, esses nomes dominaram conversas globais, impulsionaram tendências e movimentaram bilhões na economia da cultura pop. Lionel Messi segue no topo entre os atletas mais influentes, combinando recordes no futebol, contratos publicitários robustos e uma presença digital que mobiliza torcedores em todos os continentes. No universo do entretenimento, Kim Kardashian reforçou seu império ao expandir suas marcas de beleza e moda, mantendo longevidade em um cenário altamente competitivo. Kylie Jenner, por sua vez, continua entre as personalidades com maior capacidade de conversão comercial, transformando lançamentos em fenômenos imediatos. Entre os jovens, Zendaya desponta como símbolo de estilo e versatilidade, tanto no cinema quanto no impacto cultural entre públicos mais jovens. Bad Bunny mantém sua força como o artista latino mais influente do mundo, ampliando conquistas em streaming, moda e publicidade. Já Selena Gomez combina alcance digital, engajamento genuíno e relevância social, especialmente por meio de pautas de saúde mental e empreendedorismo feminino. Juntos, esses nomes formam o núcleo de influência global em 2025: celebridades que moldam comportamentos, impulsionam mercados e comprovam que, hoje, poder cultural vale tanto quanto poder econômico.


texto LUCYANE NOVAES
@LUNOVAES.UYB
No ritmo acelerado da vida híbrida, entre videochamadas, mensagens instantâneas e calendários lotados, um movimento silencioso vem ganhando força: o desejo de voltar a se conectar presencialmente. Embora a tecnologia facilite trocas rápidas, não garante profundidade. Interações presenciais têm um impacto significativamente maior no bem-estar emocional e na construção de confiança social do que as interações digitais. O mundo corporativo confirma essa tendência. No relatório mais recente da Gallup (2025), apenas 32% dos trabalhadores nos Estados Unidos se dizem engajados no trabalho. Além disso, somente 32% afirmam sentir forte conexão com a missão ou propósito da organização. Um sinal claro de que vínculos humanos e sentido continuam entre os maiores desafios de liderança.

À medida que empresas investem em inteligência artificial, automação e dashboards, cresce entre profissionais um desejo igualmente profundo: o de viver momentos de presença, colaboração e pertencimento.
A aprendizagem experiencial reaparece como uma resposta contemporânea a esse vazio. Jogos de tabuleiro, dinâmicas estratégicas e atividades criativas presenciais têm sido procuradas por equipes de diferentes setores. Não pela nostalgia, mas pelo que representam.
Ao redor de uma mesa, pessoas fazem algo raro no ambiente corporativo atual:
prestam atenção. Interagem sem filtros, sem telas e sem os rituais formais das reuniões tradicionais.
O foco deixa de ser simplesmente resolver problemas e passa a ser entender como trabalhar juntos, de forma mais clara e intencional.
Como criadora de um jogo estratégico voltado para equipes, observo constantemente o mesmo fenômeno: quando profissionais têm espaço para dialogar, refletir e cocriar, surgem clareza, alinhamento e uma energia de colaboração que dificilmente aparece em conversas digitais.
Esses encontros não estimulam apenas
ideias. Eles despertam um senso de direção compartilhada.
FORÇA
Dezembro costuma ser um período de fechamento e expectativa para o novo ciclo que se aproxima. No trabalho, isso se traduz em avaliações de desempenho, conversas sobre prioridades e decisões estratégicas para o ano seguinte. Mas esses momentos nem sempre precisam ter o peso de mais uma reunião.
Eles podem ser oportunidades de criar significado, especialmente quando estruturados de forma mais humana, colaborativa e inclusiva.

Experiências presenciais, mesmo simples, trazem à tona algo que atravessa gerações, culturas e setores: o desejo de ser ouvido, contribuir e fazer parte de um coletivo com propósito.
UM EXERCÍCIO PARA CONCLUIR O ANO COM INTENÇÃO
Antes de iniciar o planejamento para 2026, experimente reunir sua equipe de forma diferente:
Não para uma apresentação.
Não para uma lista de tarefas. Mas para uma conversa.
Você pode começar com três perguntas:
O que nos energizou este ano?
O que nos drenou?
O que queremos construir juntos no próximo ciclo?
O simples ato de pausar para refletir em conjunto e não apenas reagir, já transforma a forma como as equipes se conectam.
CONEXÃO NÃO É TENDÊNCIA É NECESSIDADE
A tecnologia continuará moldando o trabalho. Mas são os encontros humanos que moldam a cultura.
E, muitas vezes, o movimento mais estratégico que uma equipe pode fazer é sentar à mesa, explorar ideias, jogar, conversar e lembrar o que significa, de fato, construir algo em conjunto.
SOBRE
Lucyane Novaes é executive coach e especialista em desenvolvimento de liderança, carreira e aprendizagem experiencial, com mais de 15 anos de atuação internacional. Fundadora do ecossistema Unlock Your Brilliance, combina coaching, assessments e ferramentas gamificadas para ajudar profissionais e equipes a crescerem com clareza, autenticidade e impacto. Vive nos EUA e trabalha com empresas, líderes e times que buscam evoluir de forma estratégica e humana.


DISFARCE
Com a chegada de dezembro de 2025, o calendário cinematográfico norte-americano ganha novos tons de vermelho, verde e dourado. É o mês em que as grandes estreias disputam espaço com produções natalinas que aquecem o coração, criando uma agenda variada para quem busca emoção, romance ou simplesmente uma história leve para acompanhar a época festiva. Entre salas de cinema e plataformas de streaming, o público encontra desde superproduções aguardadas até lançamentos feitos especialmente para celebrar a magia do Natal.
MY SECRET SANTA
Romance, humor e um toque mágico de Natal
Entre os destaques da temporada
está My Secret Santa, uma comédia romântica que estreia no streaming e promete se tornar um dos queridinhos do mês. A história acompanha uma mãe solteira que, após perder o emprego, aceita trabalhar como Papai Noel disfarçado em um resort de esqui. O plano parecia simples — até que o surgimento de um interesse amoroso transforma a tarefa em um jogo de segredos e revelações. Com clima leve e aquele toque de fantasia que combina com dezembro, o filme chega como uma opção perfeita para entrar no espírito natalino já nos primeiros dias do mês.
OH. WHAT. FUN.
Uma comédia sobre reencontros, caos familiar e afeto
Outro lançamento que deve chamar atenção é Oh. What. Fun., uma comédia doce e bem-humorada sobre uma mãe que percebe estar se tornando invisível para a própria família durante as festas. Determinada a recuperar o brilho e o afeto do lar, ela embarca em uma jornada que mistura humor, emoção e situações caóticas típicas da época. O filme aposta na combinação de riso e sensibilidade que tradicionalmente funciona muito bem para o público de final de ano.
TWELVE DATES 'TIL CHRISTMAS
Uma contagem regressiva romântica rumo à véspera de Natal
O Hallmark Channel, conhecido por dominar o gênero natalino,

reforça a programação de dezembro com Twelve Dates 'Til Christmas, baseada no livro de Jenni Bayliss. A trama segue uma protagonista que encara doze encontros diferentes na contagem regressiva para o Natal, explorando possibilidades de romance enquanto tenta entender o que realmente busca para sua vida afetiva. Charmoso, divertido e impecavelmente temático, o título promete conquistar os fãs de comédias românticas.
SHE'S MAKING A LIST
O Natal visto pelos olhos de quem ajuda o Papai Noel
Na mesma linha, o Hallmark lança She's Making a List, história que acompanha uma consultora contratada pelo próprio Papai Noel para ajudá-lo a atualizar a famosa lista de “comportados e malcomportados”. No meio da tarefa improvável, ela se envolve
com um pai viúvo que reacende sua crença em segundas chances. É um filme leve, doce e cheio daquele sentimento reconfortante típico das produções natalinas.
Blockbusters, animações e aventuras de fim de ano
Apesar do forte domínio dos filmes de Natal, dezembro também reserva estreias de grande impacto nos cinemas, incluindo superproduções e animações aguardadas. Grandes franquias retornam às telas, e novos títulos familiares chegam para animar o período de férias escolares. Ainda assim, a aura festiva do mês continua sendo o centro das programações de streaming e TV, que concentram suas apostas em histórias luminosas e reconfortantes.
O ESPÍRITO DO FIM DE ANO
Por que dezembro continua sendo o reino do cinema natalino
A verdade é que o público de dezembro busca mais do que entretenimento: procura uma sensação de pausa, aconchego e familiaridade. Seja através de romances nevados, reencontros emocionantes ou tramas que celebram gratidão e solidariedade, os filmes de Natal continuam sendo um porto seguro afetivo para essa época do ano.
Assim, dezembro de 2025 se desenha como um mês repleto de opções — mas, acima de tudo, como uma temporada que reafirma a força do cinema natalino. Entre risos, abraços, memórias e novas tradições, as histórias lançadas este ano prometem acompanhar o público ao longo de todo o período festivo, iluminando a tela e aquecendo a alma.
EVENTO ACONTECE EM NOVA YORK E MIAMI, DE 12 A 23 DE NOVEMBRO

Miami acaba de conquistar o 26º lugar no ranking World’s Best Cities 2026 da consultoria Resonance, em uma posição que reforça seu papel crescente como polo global de cultura, negócios e inovação. O reconhecimento não chega por acaso: a cidade vive uma transformação profunda, que vai muito além das praias e da vida noturna que por décadas definiram sua imagem internacional.
O relatório da Resonance avalia as principais cidades do mundo com base em três eixos — qualidade de vida, atratividade cultural e prosperidade econômica. Em todos eles, Miami aparece como destaque, refletindo
uma combinação rara de energia criativa, diversidade e oportunidades. A metodologia da consultoria cruza dados estatísticos com percepções globais, oferecendo um retrato abrangente sobre o impacto e o potencial de cada metrópole.
Um dos pontos mais elogiados no estudo é a postura acolhedora de Miami diante de novos moradores. A cidade se tornou sinônimo de reinvenção e está atraindo empreendedores, artistas, profissionais de tecnologia, chefs e criadores de todo o mundo. Essa migração qualificada está remodelando a economia local, fortalecendo o ecossistema de inovação e
impulsionando um ambiente cultural vibrante. Bairros antes tradicionais passam por requalificação acelerada, enquanto novos polos de gastronomia, arte contemporânea e tecnologia surgem em ritmo intenso.
A ascensão, no entanto, vem acompanhada de desafios. O crescimento acelerado da população pressiona a oferta de moradia, o transporte público e a infraestrutura urbana como um todo. A cidade enfrenta, em tempo real, a necessidade de conciliar expansão econômica com qualidade de vida, mobilidade e planejamento sustentável. O relatório também aponta que Miami ainda precisa avançar em resiliência
urbana diante das demandas atuais, especialmente no contexto climático que afeta todas as cidades costeiras.
Apesar dessas questões, o sentimento predominante entre analistas e moradores é de otimismo. Para muitos, Miami não está apenas atravessando uma fase de popularidade; ela está consolidando um novo patamar. Seu posicionamento no ranking reconhece a cidade como uma referência contemporânea de desenvolvimento urbano: jovem, veloz, multifacetada e aberta ao mundo. A confiança que se percebe nas ruas, nos investimentos e nos projetos públicos e privados reflete essa maturidade emergente.
No cenário estadual, Miami também se destaca. Embora Orlando apareça no ranking, é Miami quem lidera como a principal representante da Flórida entre as melhores cidades do mundo. Isso reafirma seu papel como vitrine das tendências urbanas e econômicas
que estão moldando o sul dos Estados Unidos. A cidade tornou-se exemplo de como diversidade cultural, ambiente de negócios favorável e forte apelo internacional podem convergir para gerar inovação e impacto global.
A expansão dos setores de tecnologia, turismo, gastronomia e arte acompanha o crescimento do mercado imobiliário, que segue aquecido com novos empreendimentos e reconfigurações urbanas. Ao mesmo tempo, a chegada de talentos de diferentes origens mantém a cidade plural, dinâmica e culturalmente rica — um dos elementos que mais contribuem para sua atratividade global.
Embora tenha perdido algumas posições em relação ao ranking anterior, Miami mantém uma performance sólida e continua entre as 30 melhores cidades do planeta, algo que poucas metrópoles conseguem
sustentar em um cenário competitivo e em constante mudança. A queda leve não diminui o impacto da cidade na economia global, mas reforça a importância de enfrentar seus desafios estruturais com políticas públicas estratégicas e investimento contínuo.
Em síntese, o 26º lugar de Miami no World’s Best Cities 2026 não é apenas um título — é um diagnóstico da evolução da cidade. Reflete a capacidade de se reinventar, de atrair talento global e de construir uma identidade urbana contemporânea.
Miami se posiciona não apenas como um destino desejado, mas como um laboratório vivo de criatividade, diversidade e ambição. Se conseguir equilibrar crescimento com sustentabilidade e inclusão, sua trajetória será não apenas brilhante, mas duradoura no mapa das grandes metrópoles globais. Um crescimento acima das expectativas.


A SÍNDROME DE ULISSES NÃO É SÓ SOBRE CRUZAR FRONTEIRAS, MAS SOBRE O EXÍLIO INTERNO QUE TANTAS MULHERES VIVEM AO CARREGAR TUDO SOZINHAS. ENTRE COBRANÇAS, AUTOSSUFICIÊNCIA E ALTA PERFORMANCE, NASCE UM CANSAÇO SILENCIOSO. É QUANDO ESTAR “EM CASA” JÁ NÃO SIGNIFICA ESTAR EM PAZ CONSIGO MESMA. COMO ULISSES, NOSSA MAIOR BATALHA É NÃO ESQUECER QUEM SOMOS EM MEIO ÀS TEMPESTADES DO COTIDIANO. O VERDADEIRO RETORNO COMEÇA QUANDO RESISTIMOS À ANESTESIA EMOCIONAL E ENCONTRAMOS O CAMINHO DE VOLTA PARA NÓS MESMOS.


Há exílios que não se veem no mapa. Alguns começam quando cruzamos fronteiras; outros, quando nos afastamos de nós mesmos.
A Síndrome de Ulisses, também chamada de “síndrome do imigrante com estresse crônico e múltiplo”, descreve um sofrimento emocional profundo vivido por quem deixa seu país e enfrenta o peso da solidão, da perda de identidade e da necessidade constante de adaptação.
O termo foi cunhado pelo psiquiatra espanhol Joseba Achotegui, da Universidade de Barcelona, para nomear o impacto psicológico extremo que muitos imigrantes sofrem ao enfrentar rupturas culturais, linguísticas e afetivas. O nome vem de Ulisses, o herói grego que, após a Guerra de Troia, enfrentou longos anos de
Por Martha de Sousa @mathacdesousa
travessia para voltar à sua terra — uma jornada marcada por medo, saudade e resistência.
Mas a Síndrome de Ulisses vai muito além da migração física. Ela fala sobre o exílio emocional — essa sensação moderna de estar deslocado mesmo quando se está “em casa”. É o que tantas mulheres e líderes enfrentam ao viver sob o peso da autossuficiência, da cobrança por resultados e da constante necessidade de provar o próprio valor. Por fora, tudo parece bem; por dentro, há um cansaço existencial, uma distância de si mesma.
Nos meus atendimentos e vivências com executivos e mulheres de alta performance, reconheço um padrão recorrente: pessoas que funcionam brilhantemente, mas que já não sentem
com profundidade. Elas seguem produtivas, eficientes, reconhecidas — e, paradoxalmente, emocionalmente exiladas. A mente segue no comando, mas o coração perdeu o endereço.
Esse exílio não nasce do fracasso, mas do excesso. Excesso de exigência, de metas, de comparações. Excesso de expectativas externas e de silêncio interno. É o preço da performance constante. E, assim como o imigrante que precisa se adaptar a uma nova cultura, muitas mulheres precisam se adaptar a papéis que não necessariamente refletem sua essência. Elas aprendem a falar a língua da razão, mas desaprendem a ouvir a própria emoção.
A Síndrome de Ulisses convida a uma reflexão profunda sobre identidade e pertencimento. Na

ULISSES, O PERSONAGEM MITOLÓGICO, NÃO APENAS LUTOU CONTRA MONSTROS E TEMPESTADES — ELE LUTOU CONTRA O ESQUECIMENTO DE QUEM ERA. ESSA É, TALVEZ, A LUTA SIMBÓLICA MAIS ATUAL DO SER HUMANO: RESISTIR À ANESTESIA EMOCIONAL E LEMBRAR O CAMINHO DE VOLTA PARA SI.

A SÍNDROME DE ULISSES NOS LEMBRA QUE O VERDADEIRO RETORNO COMEÇA DENTRO, QUANDO DEIXAMOS CAIR AS MÁSCARAS E RECUPERAMOS QUEM SEMPRE FOMOS. A FORÇA NASCE NÃO EM EVITAR AS DORES, MAS EM TRANSFORMÁ-LAS EM CONSCIÊNCIA E PERTENCIMENTO.
psicanálise, o “pertencer” é um dos pilares da saúde emocional — é o que nos ancora no mundo. Quando o pertencimento é rompido, surge a fragmentação: a pessoa passa a viver em função do que deve ser, e não do que realmente é. No contexto corporativo e social, esse rompimento aparece como burnout, ansiedade, apatia ou uma sensação difusa de vazio, mesmo em meio a conquistas.
Ulisses, o personagem mitológico, não apenas lutou contra monstros e tempestades — ele lutou contra o esquecimento de quem era. Essa é, talvez, a luta simbólica mais atual do ser humano: resistir à anestesia emocional e lembrar o caminho de volta para si.
O retorno de Ulisses não é apenas uma viagem geográfica, mas uma travessia interna. É o
processo de reconectar-se à própria essência, reencontrar propósito e permitir-se sentir — mesmo quando isso significa enfrentar o desconforto da vulnerabilidade. A força, afinal, não está em suportar tudo calado, mas em reconhecer o limite e escolher cuidar de si com consciência.
Como mentora estratégica e estudiosa da psicanálise, acredito que o verdadeiro desenvolvimento humano não acontece apenas no campo das competências, mas no território da alma. Liderar — a si mesmo ou aos outros — exige presença, e presença exige enraizamento. E só se enraíza quem sabe onde é sua casa interior.
A Síndrome de Ulisses, quando olhada com compaixão, deixa de ser um diagnóstico e se torna um chamado ao retorno. Um lembrete
de que o pertencimento começa dentro. Que a força não está em ser imune às dores, mas em transformá-las em consciência. Que “voltar para casa” é, na verdade, lembrar-se de quem sempre fomos — antes das pressões, dos papéis e das máscaras.
Porque, no fim, o maior de todos os exílios é viver longe de si. E o mais belo dos retornos é aquele que nos reconcilia com a própria alma
Martha de Sousa é mentora estratégica em desenvolvimento de liderança, palestrante internacional, criadora do Executive Precision 360™️ e psicanalista em formação. Acredita que a liderança é o caminho mais poderoso para transformar pessoas, culturas e organizações. Instagram: @marthacdesousa


A corrida global pela liderança em Inteligência Artificial deixou de ser apenas um capítulo da inovação tecnológica para se tornar um eixo central da geopolítica contemporânea. Hoje, os principais blocos de poder — Estados Unidos, China e União Europeia — disputam uma supremacia que ultrapassa fronteiras econômicas e influencia segurança, diplomacia, mercado de trabalho e modelos de sociedade. Não se trata apenas de quem cria os modelos mais avançados, mas de quem define as regras, controla os dados e figura como referência ética e estratégica na era da IA generativa multimodal.
Nos Estados Unidos, a liderança tecnológica ainda se sustenta pela força de seu ecossistema privado. Gigantes como OpenAI, Google, Meta, Microsoft e Amazon impulsionam a inovação por meio de investimentos bilionários e um ambiente regulatório mais flexível, que favorece risco e experimentação. O país entende a IA como instrumento-chave de segurança nacional, estimulando parcerias público-privadas para garantir autonomia em chips, computação avançada e modelos de grande escala.
A China adota uma estratégia híbrida e centralizada. O governo chinês transformou a IA em prioridade de Estado, com metas para 2030 que integram infraestrutura, educação, inovação e militarização tecnológica. O país investe massivamente em chips, data centers e clusters de IA enquanto expande o uso doméstico da tecnologia em reconhecimento facial, vigilância e serviços públicos. A disputa sino-americana, portanto, não é apenas tecnológica: é ideológica, estratégica e econômica.
Já a União Europeia tenta se posicionar como o grande regulador do futuro digital. Sem a mesma força industrial de EUA e China, o bloco aposta na criação de padrões globais de segurança, transparência e privacidade. Esse movimento se fortaleceu com o AI Act, a primeira legislação abrangente do mundo voltada para a Inteligência Artificial. O objetivo é claro: proteger consumidores e definir limites éticos que podem influenciar práticas em escala global.
Esse triângulo geopolítico tem impactos diretos no mercado global. A disputa por semicondutores — concentrados em
Taiwan, Coreia do Sul e Japão — tornou-se sensível ao ponto de influenciar acordos diplomáticos e estratégias militares. Empresas de tecnologia competem por acesso a GPUs, infraestrutura de nuvem e talentos especializados, elevando salários e escasseando mão de obra. Ao mesmo tempo, países emergentes entram na corrida por meio de parcerias estratégicas e incentivos fiscais, tentando garantir seu lugar na nova ordem digital.
A privacidade também se tornou campo de batalha. Enquanto a Europa lidera a defesa de dados pessoais, os Estados Unidos enfrentam debates internos sobre limites da IA, e a China opera sob um modelo de vigilância estatal. Esses contrastes definem três visões distintas de futuro: a inovação acelerada dos EUA, o controle centralizado da China e a regulação rígida da Europa.
No mercado de trabalho, a IA já reconfigura profissões em escala global. Automação, sistemas generativos e ferramentas multimodais estão reduzindo tarefas repetitivas, acelerando processos criativos e exigindo requalificação em massa.



texto de LAINe FURtAdo @LAINeFURtAdo

Durante décadas, o mercado de luxo viveu apoiado em códigos muito claros: exclusividade, tradição, materiais raros e campanhas estreladas por rostos humanos cuidadosamente escolhidos. Mas essa paisagem já não existe. A agenda recente da moda, da tecnologia e do consumo premium mostra que estamos atravessando uma revolução silenciosa — e irreversível — que desmonta os pilares do luxo tradicional e inaugura um novo mapa de poder. A pergunta já não é mais se o setor vai mudar, mas como os profissionais, criadores, marcas e consumidores vão se adaptar.
Os dados reunidos por análises da CNN Brasil, V4 Company, Revista VEJA, Kantar, Comex do Brasil, JeansWear, Consumidor Moderno e Sebrae confirmam: o luxo antigo morreu. No lugar dele nasce um ecossistema híbrido, ético, rastreável e profundamente digital. O luxo hoje não está no objeto — está na experiência, na prova e no propósito.
1. MODELOS DE IA E O COLAPSO DO GLAMOUR TRADICIONAL
A presença crescente de influenciadores virtuais e modelos gerados por inteligência artificial está transformando campanhas de moda e publicidade em ritmo acelerado. Relatórios da CNN Brasil e análises da V4
Company destacam o impacto das primeiras campanhas polêmicas que substituíram modelos humanos por avatares hiper-realistas que não comem, não dormem, não exigem seguro e nunca se envolvem em escândalos.
O resultado? Um boicote espontâneo do público, especialmente entre consumidores jovens, que identificam a prática como desumanização e oportunismo corporativo. Ainda assim, marcas seguem testando a tecnologia pelo apelo da eficiência. A tendência revela um dilema ético: até que ponto a IA torna o mercado mais competitivo — e em que momento ela dilui valores humanos fundamentais?

O que sabemos é que a discussão não é mais técnica, mas filosófica. A IA redefine estética, trabalho e autenticidade. Ela cria novas possibilidades e destrói velhas estruturas. Para alguns analistas, essa é a mudança mais impactante da década.
2. LUXO COMO EXPERIÊNCIA: O PRODUTO VIROU SÓ O INÍCIO DA JORNADA
Se antes possuir um item raro era o ápice do desejo, hoje o luxo é sentir, não ter. Estudos de comportamento publicados pela Revista VEJA mostram que consumidores de alto padrão estão priorizando experiências personalizadas, atendimento ultrassensível, imersões sensoriais e serviços customizados que prolongam o significado de cada compra.
O “cliente premium” de 2025 compra
menos e exige mais. Ele quer:
• lojas phygitais que mesclam tecnologia e acolhimento;
• jornadas de compra imersivas;
• narrativas culturais que justifiquem o valor;
• peças ajustadas a estilo de vida e não a tendências.
É por isso que o capsule wardrobe — antes nichado — virou mainstream. Segundo a Kantar, cresce a busca por qualidade extrema, durabilidade e atemporalidade. O luxo tradicional, marcado pela ostentação, perde espaço para um consumidor que associa excesso à falta de inteligência estratégica.
O novo luxo é silencioso, minimalista e emocional.
3. SUSTENTABILIDADE E RASTREABILIDADE: A EXIGÊNCIA DA PROVA
A terceira grande força dessa transformação é a sustentabilidade. Mas não aquela “de discurso”, e sim a comprovada. A Geração Z, segundo dados do Guia JeansWear e do Comex do Brasil, exige rastreabilidade total: de onde vem a matéria-prima, como ela foi produzida, qual impacto ambiental gerou e quais condições sociais envolveram o processo.
A transparência deixou de ser diferencial. Agora é obrigatória.
Os consumidores querem QR codes que mostrem a cadeia produtiva, certificações verificáveis, materiais biodegradáveis, processos circulares e iniciativas que reduzam os danos do setor.

O luxo sem prova documental é, para essa geração, sinônimo de mentira.
Essa mudança está empurrando grandes marcas a adotarem blockchain para rastrear peças, investir em algodão regenerativo, desenvolver tinturas de baixo impacto e criar modelos de logística reversa. O mercado jeanswear — símbolo máximo da cultura de consumo de massa — tornou-se referência em tecnologia de transparência.
Sustentabilidade, aqui, não é só agenda ambiental. É critério de valor, estratégia e credibilidade.
4. O VAREJO PHYGITAL E O NASCIMENTO DO CONSUMIDOR HÍBRIDO
Relatórios do Consumidor Moderno e estudos do Sebrae mostram que o varejo de luxo está passando por um processo inevitável: a integração total entre o físico e o digital. O cliente contemporâneo transita entre canais com fluidez e espera que a marca o acompanhe com a mesma naturalidade.
Esse movimento gerou o conceito de phygital, que combina:
• personalização digital;
• atendimento humano;
• inteligência de dados;
• ambientes sensoriais;
• processos automatizados;
• curadoria humana de alto nível.
O novo luxo vive nessa fronteira. As marcas que não entenderem essa fusão correm o risco de perder relevância em um mercado no qual tempo, conveniência e tecnologia valem mais que luxo estático.
5. A MORTE DO LUXO ANTIGO: O QUE REALMENTE ACABOU?
O que morreu foi:
• o luxo baseado apenas em posse;
• o marketing construído exclusivamente em cima de celebridades;
• a ideia de que exclusividade significa inacessibilidade;
• a ausência de responsabilidade ambiental;
• a propaganda sem transparência.
O que nasce é:
• luxo ético, comprovável e rastreável;
• experiências imersivas que justificam o valor;
• tecnologia usada com propósito e não como espetáculo;
• consumidores críticos e informados;
• produtos com longevidade e significado real.
Essa é a verdadeira ruptura. A pergunta final ao leitor. Diante de tudo isso, surge uma provocação estratégica — não para gerar polêmica, mas para criar consciência de mercado: A IA é a mudança mais impactante? OU a transparência sustentável é o ponto central da nova era do luxo? Ambas moldam o futuro. Mas cada profissional, consumidor e marca precisa decidir de que lado dessa revolução pretende estar. E, acima de tudo. Ele funciona como um manual de sobrevivência para navegar o mercado de luxo, que já não pertence ao passado — mas a um futuro intenso, híbrido, ético e profundamente humano.

A frase pode soar divertida — “nascemos lindos, mas não nascemos ricos” —, porém descreve com precisão o desafio contemporâneo: em um mercado em transformação acelerada, beleza não paga boleto. O que paga é adaptabilidade. E, diante de um cenário onde tecnologias emergentes, automação e novas dinâmicas sociais remodelam todas as áreas profissionais, a urgência por atualização nunca foi tão evidente.
Um levantamento recente da The Futura Lab reacendeu o debate ao divulgar um mapeamento de 100 novas carreiras que devem ganhar força nos próximos anos, com base em estudos de instituições como McKinsey, Fórum Econômico Mundial (WEF), OCDE, PwC e Deloitte. Embora o laboratório não detalhe, ponto a ponto, a metodologia que conecta cada função às pesquisas originais, o movimento reflete um consenso global: grandes consultorias e organismos internacionais estão alinhados na previsão de que o mercado de trabalho viverá uma reconfiguração profunda até o fim da década.
O relatório Future of Jobs, do WEF, por exemplo, aponta que mais de 40% das habilidades exigidas atualmente serão obsoletas até 2030. Já a McKinsey alerta
que entre 300 e 800 milhões de trabalhadores no mundo precisarão se requalificar devido ao avanço da automação, especialmente em setores de atendimento, serviços administrativos, logística e manufatura.
A OCDE reforça o alerta ao mostrar que quase um terço das profissões tradicionais está em risco moderado ou alto de automação. Nesse contexto, novas carreiras surgem não como tendências futuristas, mas como respostas diretas a mudanças tecnológicas e comportamentais que já estão em curso.
A lista da The Futura Lab traduz esse movimento com funções como especialista em IA generativa, designer de experiências imersivas, curador de dados, engenheiro de viés algorítmico, gestor de transição energética, terapeuta digital e consultor de longevidade. São títulos que, há dez anos, pareceriam distantes, mas que hoje já aparecem em vagas globais e em currículos de universidades de ponta. O denominador comum entre elas é claro: cruzam tecnologia, comportamento humano, ética e impacto ambiental — os quatro eixos que moldam o século 21. Outro ponto central das pesquisas internacionais é a migração do valor econô-
mico: antes concentrado em produtos, agora prioriza experiências, criatividade e capacidade analítica. Mesmo áreas consideradas “clássicas” — como marketing, direito, saúde, educação ou comunicação — estão sendo remodeladas por IA multimodal, sistemas autônomos, computação espacial e novos padrões culturais. Profissionais que integram diferentes linguagens, plataformas e repertórios terão vantagem competitiva.
O avanço dos modelos de IA substituindo tarefas humanas também provoca tensões. O WEF destaca que, embora a automação elimine milhões de funções, criará outros milhões — porém, essas novas vagas exigirão competências profundas em resolução de problemas, pensamento crítico, governança digital e interação com tecnologias inteligentes. Ou seja: não é o emprego que está acabando, é o emprego tradicional que está mudando de forma.
O futuro do trabalho, portanto, não é sobre prever qual profissão vai “bombar”, mas entender a lógica da transformação. Quem se destaca não é quem sabe tudo, mas quem reaprende rápido. E, para isso, não basta nascer bonito — é preciso nascer de novo em cada fase da carreira.



A mesa de Natal é o lugar de celebração, onde os sabores se encontram com as emoções, criando memórias que permanecem para sempre.
As sobremesas ocupam um lugar tão especial que são esperadas com grande expectativa e carregam um significado maior: representam gratidão, união e despertam doces lembranças que passam de geração em geração.
Como profissional da confeitaria gourmet há mais de oito anos, esse é o meu verdadeiro propósito: transformar ingredientes de alta qualidade em experiências memoráveis na Blessed Brigadeiros. Cada doce que é criado carrega propósito, cuidado e a busca incansável por excelência — porque acredito que sobremesas não são apenas sabores, mas momentos que ficam guardados para sempre.
Neste Natal, apresento com alegria os cinco top produtos que conquistaram nossos clientes e se tornaram líderes absolutos de venda.
São escolhas que unem tradição, sofisticação e aquele toque especial que só a Blessed sabe entregar:
1 — GUIRLANDA DE FUDGE BROWNIE
A estrela das mesas natalinas! Nosso brownie fudge super macio ganha cobertura de chocolate branco belga e frutas vermelhas. Linda, impactante e irresistível — um verdadeiro presente para o paladar e para os olhos.
2 — BOLO GELADO DE ABACAXI COM COCO E MERENGUE SUÍÇO TOSTADO
O queridinho de todos os tempos. Desde que entrou para o menu, nunca mais saiu. Refrescante, delicado e incrivelmente equilibrado. Um clássico que transforma qualquer celebração em um momento especial.
3 — CAIXAS DE BRIGADEIROS BELGAS SORTIDOS E DECORADOS

THAÍS VISO
@BLESSEDBRIGADEIROSUSA

O presente perfeito para espalhar carinho e gratidão. Feitos com chocolate belga premium, nossos brigadeiros são cremosos, intensos e cheios de personalidade. Ideais para amigos, familiares e também para empresas que desejam surpreender.
4 — TORTA CROCANTE DE DULCE DE LECHE
Uma explosão de texturas e sabores. Ultra cremosa, com o doce de leite no ponto perfeito e a crocância irresistível do pé-de-moleque. Lançada no último ano, rapidamente se tornou uma das mais desejadas — e com razão.
5 — TORTA DE PISTACHE COM FRUTAS VERMELHAS
Sofisticação em forma de sobremesa. A combinação do pistache presente e marcante com nossa geleia artesanal de frutas vermelhas cria uma experiência rica e surpreendente. Uma obra-prima que conquista desde a primeira colherada.


Ofim de ano chega carregado de símbolos: luzes que se acendem, presépios, cidades que brilham, famílias que se reencontram e uma atmosfera de esperança que parece conectar tudo isso. Para a cantora Marina Elali, 43 anos, essa é a época mais especial do calendário — um período que ela vive com intensidade, emoção e profunda espiritualidade. “Eu sou completamente apaixonada pelo Natal e pelo Ano Novo!”, afirma a artista que celebra não apenas as tradições, mas também o significado profundo da data, com fé, união, esperança e gratidão.
Para a estrela potiguar, a magia do Natal sempre esteve ligada à família. Em meio a uma carreira que a levou para longe de casa ainda jovem, dezembro se tornou o seu porto seguro, o momento garantido para voltar às suas raízes.
Entre as lembranças mais fortes e marcantes estão os seus avós — presenças de afeto que ela guarda com carinho e saudade. “Eu sempre consegui estar perto da minha família nessa época. Era um período inesquecível! Tudo me remete à gratidão”, conta.
Apesar da festa, Marina reforça o verdadeiro foco da celebração: “O Natal é sobre Jesus Cristo. É sobre pedir proteção, renovar a fé e agradecer.”
É justamente esse espírito que inspira o seu novo projeto: uma série de músicas natalinas e
espiritualizadas. “Quero levar mensagens de fé e amor. Este ano foi muito especial espiritualmente para mim”, diz.
Marina celebra duas décadas de trajetória artística — um caminho que ela define como repleto de vitórias, aprendizados e superação. Dos sonhos de menina, que ouvia rádio e sonhava em tocar no Faustão, até chegar às trilhas sonoras da TV Globo, a cantora se reinventou, amadureceu e conquistou lugares inesperados — como cantar o hino dos Estados Unidos em uma cerimônia oficial do governo americano e integrar a programação oficial de Copas do Mundo. “O que eu sinto é gratidão. Viver tudo isso, inclusive os momentos difíceis, me fortaleceu”, conta.
Hoje, ela encara os “nãos” da vida com serenidade: “Às vezes é livramento. É porque não era para ser.” E segue a sua missão com convicção: levar amor, fé e alegria por meio da música.
A lista de ídolos que influenciaram Marina é extensa — e começa na adolescência, quando Ivete Sangalo se tornou a sua primeira grande referência. Com o tempo, nomes importantes passaram a fazer parte de sua trajetória, muitos deles com quem ela viria a dividir o palco: Gilberto Gil, Agnaldo Rayol, Fábio Júnior, entre tantos outros.
No plano internacional, grandes divas dos anos 90 moldaram sua formação musical: Mariah Carey, Whitney Houston e, principalmente, Celine Dion — que recentemente repostou um
vídeo de Marina cantando My Heart Will Go On. O reconhecimento viralizou e emocionou a cantora: “Foi um dos momentos mais felizes da minha trajetória.” Além delas, o cantor Jon Secada também marcou sua carreira. Os dois realizaram alguns shows juntos, e ele acabou se tornando um amigo querido.
A formação na prestigiada Berklee College of Music foi transformadora. “Eu era uma cantora antes da faculdade e saí outra”, afirma. Além do canto, ela se aprofundou em teoria musical, harmonia e composição — habilidades que ampliaram o seu universo criativo e a fortaleceram como compositora.
Na vida pessoal, a artista é casada com o produtor musical Juan Carlos Salvatierra e é mãe da pequena Luna, de 6 anos. Marina sabe bem o que significa equilibrar uma carreira intensa com a vida familiar. “Maternidade é um desafio diário. Eu quero ser a melhor mãe, a melhor profissional, a melhor esposa”, destaca.
Saber que a sua história inspira jovens artistas emociona Marina. A cantora, que viu alguns fãs tatuarem o seu nome no início da carreira, compartilha seus principais conselhos: humildade, respeito, foco, estudo e fé. “Cada um tem o seu lugar. Nada de puxar o tapete do outro! As coisas não caem do céu — e, se caírem, não duram. É dedicação, persistência e amor pelo que se faz", enfatiza.
Acompanhe a seguir a entrevista que Marina Elali concedeu à Linha Aberta Magazine.

LINHA ABERTA – O Natal e o final de ano costumam despertar sentimentos de renovação, união e esperança. Para você, o que essa época representa? Há alguma tradição ou lembrança especial que marca esse período?
MARINA ELALI – Final de ano é uma das épocas que mais gosto. Sou apaixonada pelo Natal e Ano Novo, pois é um momento em que as pessoas ficam mais reflexivas, emotivas, e pensam no que realmente importa: fé, família, amor e momentos simples. Gosto também do início do ano, quando a energia positiva toma conta e as pessoas sonham com novos projetos. Das lembranças, estar em família sempre me marcou. Vivi muitos anos longe, mas essa época sempre me permitiu estar próxima das pessoas que amo. Lembro muito dos meus avós, que infelizmente não estão mais aqui, mas só tenho gratidão por eles.
É claro que trocar presentes e decorar a casa é prazeroso, mas o foco do Natal deve ser a fé, a proteção de Jesus Cristo e as orações de gratidão. No final do ano, gosto de refletir sobre conquistas, aprendizados e o que não deu certo. Este ano, por exemplo, lancei músicas natalinas, religiosas e
espiritualizadas, com mensagens de amor e fé. Foi um período muito especial, com momentos fortes de conexão com Deus, e espero que as pessoas sintam isso a cada canção.
LINHA ABERTA – Sua trajetória é marcada por grandes conquistas: trilhas sonoras, Grammy Latino, interpretações em cerimônias oficiais e na Copa do Mundo. Como foi construir esse caminho?
MARINA ELALI – Estou completando 20 anos de carreira e só sinto gratidão. Muitos sonhos de infância se realizaram, como ter músicas em novelas, ganhar discos de ouro e viajar cantando. Tive momentos felizes e difíceis — as dificuldades fortalecem. No começo, cada “não” me deixava triste; hoje, vejo como aprendizado e até livramento. Foram 20 anos de música, shows e conquistas. Peço a Deus saúde para continuar cumprindo minha missão: levar amor, fé e alegria através da música.
LINHA ABERTA – Quais artistas te inspiraram ao longo da vida?
MARINA ELALI – Minha lista é grande! No Brasil, Ivete Sangalo foi uma referência, especialmente na adolescência. Cantei com Gilberto Gil, Agnaldo Rayol e Fábio Júnior, além de mais de 20 duetos nacionais. Internacionalmente, sempre admirei Mariah Carey, Whitney Houston e Celine Dion, e mais tarde conheci Jon Secada, com quem gravei e fiz turnês.
Um momento marcante foi aos 17 anos, em Boston, quando vi Celine Dion ao vivo. Foi inspirador e reforçou meu desejo de estudar música. Recentemente, postei My Heart Will Go On no Instagram e ela repostou, um reconhecimento que virou notícia nacional e reforçou a importância de lutar pelos sonhos.
LINHA ABERTA – Você participou do “Sucessos do Rei”, interpretando clássicos de Roberto Carlos. Como foi essa experiência?
MARINA ELALI – Cantar as músicas do Roberto Carlos foi um dos maiores sonhos da minha vida. Sempre fui fã, como minha mãe. Quando estava grávida, pedi ao produtor Guto Graça Melo que falasse com Roberto e consegui realizar o projeto.


Trabalhar com o maestro Eduardo Lages desde 2009 tornou essa experiência ainda mais especial. O projeto gravado pela Globo virou um especial e hoje está disponível no YouTube.
LINHA ABERTA – Como a sua formação na Berklee College of Music contribuiu para sua carreira?
MARINA ELALI – Eu era cantora antes da faculdade e saí outra. Estudar fez toda a diferença: aprimorei técnica, teoria musical e fortaleci meu lado de compositora. Continuo fazendo cursos e acredito que estudar é essencial para desenvolver talentos naturais e construir identidade artística.
LINHA ABERTA – Ganhar um Grammy Latino é um reconhecimento importante. Como foi essa conquista?
MARINA ELALI – Foi mais um sonho realizado. Olhar para trás e ver tudo que conquistei me
enche de gratidão. Nada foi fácil, mas valeu a pena. Espero realizar ainda mais sonhos no futuro.
LINHA ABERTA – Como você equilibra maternidade, vida familiar e carreira artística?
MARINA ELALI – É um desafio diário. Quero ser boa mãe, profissional e parceira do meu marido. Nos primeiros anos, a dedicação era quase exclusiva à minha filha, Luna, especialmente durante a pandemia, quando não pude fazer shows. Hoje, com a escolinha, ficou mais fácil. A maternidade me ensinou o verdadeiro amor e me trouxe uma conexão incrível com minha filha.
LINHA ABERTA – Que conselhos você daria a jovens artistas que desejam construir uma carreira sólida?
MARINA ELALI –Primeiramente, humildade. Desde os meus 15 anos, eu aprendi que precisamos manter os pés no chão porque somos todos
iguais, todos filhos de Deus. A outra é que sempre devemos ter muito respeito por nós mesmos e pelo próximo, além de carinho, amor, dedicação e determinação. O artista é muito sensível, então, se ele tiver uma queda, deve se levantar e ir em frente. E, acima de tudo, vem a fé. Acreditar, de verdade, que o que estiver nos planos de Deus para acontecer, vai acontecer, pois cada pessoa tem a sua missão, o seu propósito de vida.E nada de puxar o tapete de ninguém! Cada um tem o seu lugar..
LINHA ABERTA – Quais são seus projetos e sonhos para 2026?
MARINA ELALI – Eu estou lançando um projeto com músicas de fé, regravações e inéditas, acompanhadas de clipes. Este ano foi de grande conexão espiritual, e espero que minhas mensagens toquem a vida das pessoas, trazendo amor, paz, fé e esperança. Um beijo carinhoso! Fiquem com Deus! Me sigam nas redes sociais: @marinaelali.


ANDRÈA FELIZARDO @ANDREAFELIZARDOMUA

O final do ano se aproxima, trazendo consigo um clima de celebração, reflexão e, claro, muito glamour! Entre festas natalinas, encontros especiais e a vibrante virada de ano, este é o momento em que a beleza ganha novos significados — não apenas como expressão estética, mas como linguagem de presença, confiança e estilo.
As tendências que marcam a temporada de festas de 2025 apontam para uma maquiagem luminosa, com texturas leves, acabamentos acetinados e cores que trazem vida ao rosto, valorizando cada traço com naturalidade e sofisticação.
A seguir, destacamos quatro produtos que se tornaram favoritos entre maquiadores e consumidoras exigentes — itens que combinam desempenho, inovação e o toque radiante que esta época do ano pede.
DIOR FOREVER GLOW LUMINIZER

um pó-gel (gel-powder) com fórmula que combina micropigmentos perolados dentro de uma base de gel transparente, o que aumenta a durabilidade. Contém ácido hialurônico, ingrediente responsável por manter a pele hidratada ao longo do dia. Sofisticado, com acabamento fino, o produto entrega um brilho elegante e duradouro, ideal para iluminar pontos estratégicos do rosto durante as festas.
NARS LAGUNA
BRONZING POWDER

Na tonalidade clássica, esse bronzer traz microesferas translúcidas e pigmentos sedosos em dourado perolado, garantindo um acabamento polido sem acentuar poros ou imperfeições. É um item versátil, perfeito para criar profundidade, aquecer o rosto e adicionar aquele toque sunkissed típico dos looks de fim de ano.
RARE BEAUTY STAY
VULNERABLE MELTING BLUSH
Acompanhando a preferência crescente por fórmulas que derre-

tem na pele, este blush entrega um efeito natural e etéreo, destacando o frescor do rosto sem brilho excessivo. A tendência da temporada combina tons rosa e laranja, criando um visual inspirado no pôr do sol — delicado, feminino e moderno.
FARMASI MATTE LIQUID LIPSTICK

Vegano e gluten free, o produto tem cor intensa e alta durabilidade. Seus pigmentos puros e orgânicos garantem um efeito matte impressionante, enquanto o aplicador em formato de amêndoa facilita a aplicação. A cor Super Star é a grande aposta para esta temporada de festas.


laine furtado @lainefurtado_fashionreporterter
Com a chegada das festas de fim de ano, o guarda-roupa ganha um brilho especial. Natal e Réveillon pedem produções marcantes, que combinem elegância, tradição e personalidade. Das cores clássicas natalinas aos tons iluminados que dominam a virada, grandes maisons internacionais oferecem peças capazes de transformar qualquer celebração em um momento memorável. A seguir, uma curadoria com oito sugestões — separadas por clima e cor —

para inspirar leitoras que desejam encerrar 2025 com sofisticação.
PARA O NATAL
O vermelho é a cor definitiva do Natal: vibrante, elegante e cheio de presença. Para a noite de celebração, um vestido vermelho Gucci é aposta segura. A maison italiana trabalha essa paleta de forma intensa, com drapeados, cortes estruturados e brilho moderado que valorizam qualquer
silhueta. Em peças midi ou longas, o vermelho Gucci cria um visual festivo sem perder a sofisticação.
O tradicional verde natalino ganha uma leitura contemporânea quando substituído pelo marrom — tom quente, sofisticado e surpreendentemente festivo. A Loewe explora essa cor com maestria, trazendo vestidos em seda, couro macio ou tecidos estruturados com detalhes esculturais. O marrom confere elegância



discreta, ideal para jantares, ceias intimistas e celebrações familiares.
Para quem deseja fugir do óbvio, o azul-marinho surge como alternativa moderna e igualmente refinada. A Balenciaga apresenta vestidos longos e minimalistas nesta tonalidade, criando um visual sofisticado com linhas limpas e silhuetas fluidas. É a escolha perfeita para um Natal elegante, especialmente em eventos noturnos.
O clássico preto é eterno — e sempre apropriado nas celebrações natalinas mais formais. A Chanel domina essa estética com peças que unem tradição e modernidade: tweed, renda delicada, recortes refinados e comprimentos que vão do midi ao longo. Um vestido preto Chanel transforma qualquer ocasião em um encontro de pura sofisticação.
Brilho e celebração são quase sinônimos de

Réveillon — e o prata é sua expressão mais icônica. A Dior traz vestidos metalizados, plissados e iluminados por detalhes cintilantes que refletem a energia da virada. A paleta prateada cria um visual futurista, elegante e impecável nas primeiras horas do novo ano.
Para quem busca um look de impacto absoluto, nada supera o dourado de Schiaparelli. A maison, conhecida por sua estética artística e ousada, transforma o dourado em espetáculo: drapeados arquitetônicos, brilhos luxuosos e silhuetas que impressionam. Perfeito para festas glamourosas, jantares sofisticados e celebrações que pedem protagonismo.
O branco é o grande clássico do Ano Novo, símbolo de renovação e leveza. A Prada entrega um minimalismo elegante em vestidos brancos de corte impecável, seja em tecidos fluidos ou estruturados. A estética clean da marca ajuda a criar um visual fresco, moderno e versátil, ideal para celebrações à beira-mar, rooftops ou festas mais formais.


saint laurent
Para quem deseja fugir dos tons luminosos da virada sem abrir mão da sofisticação, o duo preto e branco é sempre uma escolha infalível. Saint Laurent domina esse contraste com peças que combinam minimalismo gráfico e sensualidade contida. Vestidos bicolores, recortes estratégicos e cortes esculturais criam um visual moderno, forte e atemporal
Seja com o romantismo do vermelho, a modernidade do azul-marinho, a ousadia do dourado ou a elegância clássica do branco, cada peça assinada por grandes maisons carrega sua própria narrativa. Mais do que tendência, são escolhas que traduzem personalidade e marcam as memórias de Natal e Réveillon com beleza e significado. Vestir-se para celebrar o fim do ano é também um gesto simbólico, que reflete aquilo que desejamos atrair para o ciclo que se inicia: confiança, brilho, atitude e renovação. Ao apostar em peças icônicas de Chanel, Dior, Balenciaga, Loewe, Prada, Saint Laurent, Gucci e Schiaparelli, a leitora transforma sua presença em um verdadeiro manifesto de estilo. É moda que celebra, ilumina e inspira — como deve ser em qualquer grande começo. chanel


Viver com propósito e eficácia é um desafio em um mundo saturado de informações, distrações e exigências simultâneas. Para construir uma trajetória de sucesso que vá além de resultados momentâneos, especialistas e estudiosos de produtividade, neurociência e desenvolvimento pessoal apontam sete leis que podem transformar a vida cotidiana e profissional. Cada uma delas combina princípios práticos com filosofia de vida, mostrando que disciplina, foco e propósito caminham juntos.
A primeira é a Lei de Muroh, que enfatiza a importância de fazer o que precisa ser feito, mesmo quando a vontade falta.
A neurociência demonstra que hábitos consistentes moldam o cérebro, criando circuitos de disciplina que tornam a ação mais automática. Em outras palavras,
texto de LAINe FURtAdo @LAINeFURtAdo
grandes conquistas dependem menos de inspiração momentânea e mais do compromisso com a rotina e a responsabilidade diária. Essa lei evidencia que o esforço constante é a base para o crescimento pessoal e profissional.
Complementando esse conceito, a Lei de Murphy alerta que imprevistos acontecem: “Se algo pode dar errado, dará”. Essa lei não é pessimismo, mas uma chamada à preparação. Reconhecer que falhas e obstáculos são inevitáveis permite planejar soluções, reduzir riscos e manter a calma diante de situações inesperadas. Assim, disciplina e preparação caminham lado a lado, criando resiliência e consistência.
A segunda lei é a Lei de Pareto, baseada no princípio de que 20% das ações pro-
duzem 80% dos resultados. Em um cenário de excesso de tarefas e informações, priorizar o essencial se torna estratégico. Focar no que realmente importa aumenta produtividade, reduz desgaste emocional e gera resultados significativos. Estudiosos apontam que pessoas que aplicam o princípio de Pareto conseguem alcançar metas mais rapidamente e com menor desperdício de energia, demonstrando que eficiência está diretamente ligada à escolha consciente das prioridades.
A terceira lei, a Lei de Kidlin, recomenda colocar pensamentos no papel para clarear a mente. Externalizar ideias e preocupações ajuda a organizar o raciocínio, reduzir estresse e planejar estratégias mais eficazes. Pesquisas em neurociência indicam que escrever ativa áreas cerebrais responsáveis pelo pensamento lógico e pelo controle emocional, tornan-

do mais fácil a tomada de decisões. Esse processo transforma confusão mental em clareza, transformando pensamentos dispersos em ação estruturada.
A Lei de Wilson, quarta na lista, reforça a importância de agir antes de buscar a perfeição. A espera por condições ideais é um dos maiores bloqueios à ação, gerando estagnação. Estudos de comportamento mostram que começar mesmo de forma imperfeita permite aprendizado constante e ajustes estratégicos, enquanto esperar pelo perfeito muitas vezes leva à inércia. Essa lei evidencia que a prática consistente supera a expectativa de perfeição e acelera o progresso real.
A quinta lei, a Lei de Gilbert, orienta a não se comparar aos outros, mas a focar no próprio crescimento. A sociedade contemporânea, especialmente com o impacto das redes sociais, estimula a comparação constante, que aumenta ansiedade e diminui autoestima. Psicólogos destacam que o foco no desenvolvimento pessoal e na evolução interna gera motivação duradoura e satisfação real, diferentemente da competição externa, que é limitada e mui-
tas vezes ilusória. Crescimento sustentável depende da medição do progresso em relação a si mesmo, não aos outros.
A Lei de Hick, sexta da lista, refere-se à tomada de decisões com foco. O excesso de opções pode gerar paralisia e esgotamento mental. Estudos em neurociência mostram que decisões claras e priorizadas reduzem estresse e aumentam eficiência cognitiva. Escolher com foco significa definir objetivos e agir de forma estratégica, evitando dispersão e indecisão. O impacto é direto: pessoas que aplicam essa lei tomam decisões mais rápidas, precisas e alinhadas ao que realmente importa.
Finalmente, a mais importante de todas é a observância das leis divinas universais. Especialistas em espiritualidade e filosofia afirmam que conquistas desprovidas de propósito profundo tendem a gerar exaustão e vazio emocional. Neurociência e estudos de psicologia positiva indicam que a motivação sem significado não é sustentável: resultados externos podem até ser alcançados, mas a falta de alinhamento ético e espiritual provoca desgaste interior. Essa lei ressalta que prosperida-
de verdadeira depende de agir de acordo com princípios universais, que sustentam a vida e a alma.
A combinação dessas sete leis — disciplina, priorização, clareza mental, ação prática, autodesenvolvimento, foco decisório e alinhamento espiritual — forma um conjunto de diretrizes para viver de maneira plena e significativa. Mais do que estratégias de produtividade, elas oferecem um guia para construir sentido em cada escolha. Profissionais e líderes que aplicam essas práticas relatam maior resiliência, satisfação pessoal e capacidade de tomar decisões estratégicas mesmo em momentos de pressão intensa.
A ciência reforça a relevância dessas leis. Neurociência mostra que hábitos consistentes, foco no essencial e decisões claras reduzem estresse e aumentam eficiência cognitiva. Psicologia positiva demonstra que crescimento pessoal, ação deliberada e percepção de propósito estão diretamente ligados ao bem-estar emocional. Por outro lado, ausência de propósito e comparação constante estão associadas ao burnout, ansiedade e insatisfação.

DEZEMBRO NA AMÉRICA: UM BALANÇO DE CONQUISTAS, DESAFIOS E TENDÊNCIAS QUE VÃO MOLDAR 2026. POLÍTICA, ECONOMIA, CULTURA E TECNOLOGIA SE CONECTAM PARA UM NOVO CAPÍTULO DO CONTINENTE
À medida que 2025 chega ao fim, cidades e governos na América se preparam para fechar o ano refletindo sobre conquistas, desafios e tendências que moldarão 2026. Nos Estados Unidos, o cenário político se aproxima de momentos decisivos, com eleições regionais, debates sobre reformas e movimentações partidárias que sinalizam possíveis mudanças no próximo ano.
Decisões do governo, desde políticas econômicas até iniciativas sociais e ambientais, tiveram impacto direto na vida de milhões de americanos, influenciando desde o poder de compra até o mercado de trabalho. Na América Latina, países como Brasil, México e Argentina encerram o ano avaliando resultados de políticas internas, crises econômicas e projetos de integração regional, enquanto se projetam para fortalecer alianças comerciais e diplomáticas.
No campo econômico, dezembro é tradicionalmente um mês de análise e projeção. O câmbio, a inflação e os índices de crescimento industrial e de consumo refletem o impacto das políticas adotadas ao longo do ano. Miami, Nova York, São Paulo e Bogotá destacam-se como centros de investimento, com o mercado imobiliário mostrando resiliência e atraindo atenção de investidores internacionais. Startups e empresas de tecnologia tiveram um papel central em 2025: soluções em inteligência
artificial, fintechs, energias renováveis e saúde digital movimentaram bilhões, consolidando a América como polo de inovação global. Além disso, programas de incentivo à economia verde e políticas de sustentabilidade ganharam força, influenciando decisões de empresas e consumidores e alterando tendências de mercado para 2026.
Culturalmente, o final do ano combina celebração e reflexão. O Natal e o Ano Novo ganham destaque em diferentes países, com tradições que vão desde as iluminações icônicas em cidades norte-americanas até feiras e festivais populares na América Latina. Eventos musicais, exposições de arte, festivais de cinema e mostras gastronômicas consolidam 2025 como um ano de criatividade intensa, conectando comunidades e atraindo turistas.
Para a comunidade brasileira e latina nos Estados Unidos, o período também é momento de reforçar identidade cultural, promovendo encontros, festas e projetos sociais que marcaram o ano. A valorização da diversidade cultural e das expressões artísticas locais contribui para o fortalecimento de vínculos e para a projeção internacional dessas comunidades.
A tecnologia, por sua vez, segue moldando comportamentos e oportunidades. A inteligência artificial, que se consolidou em diferentes seto-
res ao longo do ano, trouxe debates sobre ética, privacidade e impactos no emprego. Projetos de cidades inteligentes avançaram em mobilidade urbana, energia sustentável e gestão de serviços, transformando a rotina das populações urbanas. Startups e grandes empresas investiram em soluções que conectam sustentabilidade e tecnologia, enquanto governos americanos e latino-americanos discutem regulamentações para equilibrar inovação e proteção ao cidadão. Essas iniciativas oferecem uma perspectiva promissora para 2026, sinalizando que adaptação e inovação serão palavras-chave no continente.
Enquanto 2025 se despede, a América observa seus resultados, celebra conquistas e projeta desafios para o ano que se aproxima. Política, economia, cultura e tecnologia formam uma teia complexa que evidencia o dinamismo e a diversidade do continente. Dezembro, portanto, não é apenas um mês de encerramento, mas de preparação para novas histórias, estratégias e oportunidades que definirão o rumo da região em 2026. O fechamento do ano convida governos, empresas e cidadãos a refletirem sobre aprendizados, consolidarem projetos e iniciarem planos que possam garantir crescimento sustentável, inovação contínua e fortalecimento da integração regional. A América encerra 2025 com um olhar atento para o futuro, pronta para transformar desafios em oportunidades e consolidar sua relevância global.





by laine furtado @lainefurtado

OConsulado-Geral do Brasil em Miami recebeu o congresso do Focus Brasil, oficialmente aberto pelo Cônsul-Geral André Odenbreit Carvalho. O evento reuniu palestrantes e autoridades em uma celebração da literatura, do português e da cultura brasileira no exterior. Entre os preletores, estiveram Nereide Santa Rosa, Eugênia Fernandes, Márcia Collinge e Steve Butterman, refletindo sobre o papel da literatura na construção de identidade cultural e bilíngue.
Um dos momentos mais marcantes foi a exibição do curta-metragem “Ways of Remembering”, com Maria Curi, Hudson Loverno e a atriz e escritora Betty Rosen, seguida de um Q&A conduzido por Carlos Borges, com Hudson participando online e Beth Rosen presencialmente, discutindo memória, criatividade e cultura.
No coquetel de encerramento, foram homenageados os jovens talentos do Concurso Literário, premiando:
Elementary K–2: Alessandro Moreno
Elementary 3–5: Alice Toledo
Middle School: Antonio Medeiros da Rocha e Leah Scelza

High School: Lais Dietrich Probst e Rodrigo Carvalho
Um encontro que reforçou a importância do português, da literatura e da comunidade brasileira no exterior. O evento uma uma produção da Focus Brasil Foundatiom em parceria com a Underline Publishing apoio do Consulado Geral do Brasil em Miami.



O ano de 2025 se consolida como um marco para o ecossistema de startups e inovação na América, com empresas de tecnologia, saúde, finanças e sustentabilidade redefinindo mercados e impulsionando tendências globais. Em um cenário marcado por rápidas mudanças, competitividade acirrada e crescente investimento de venture capital, startups de diferentes portes conseguiram se destacar, transformando ideias em soluções concretas para problemas complexos e captando a atenção de investidores internacionais.
Nos Estados Unidos, hubs tecnológicos tradicionais como Silicon Valley, Nova York e Boston continuam sendo o centro de grandes inovações, mas cidades emergentes como Miami e Austin ganharam destaque, atraindo talentos e capitais estrangeiros.
Empresas de inteligência artificial, fintechs e healthtechs lideraram o crescimento, trazendo soluções que vão desde automação de processos corporativos até ferramentas de análise preditiva e personalização de serviços financeiros e de saúde. Startups como a NeuraTech, especializada em IA aplicada a análise de dados de consumo, e a GreenPulse, focada em tecnologias sustentáveis para energia renovável, figuram entre as mais promissoras do ano, com rodadas de investimento que ultrapassaram centenas de milhões de dólares.
Na América Latina, cidades como São Paulo, Santiago e Bogotá consolidaram-se como polos
de inovação regional, com ecossistemas que crescem rapidamente graças a políticas de incentivo, programas de aceleração e maior acesso a capital de risco. Fintechs continuam a liderar o setor, oferecendo soluções para inclusão financeira e simplificação de pagamentos digitais, enquanto healthtechs e edtechs surgem como protagonistas, atendendo demandas locais de saúde e educação de forma eficiente e tecnológica. Empresas como a PayFlow Brasil, que oferece soluções de crédito digital, e a EducaSmart Chile, focada em ensino híbrido, foram destaques regionais em 2025, ampliando sua presença internacional e atraindo investimentos estratégicos.
O impacto dessas startups não se limita ao mercado financeiro. Inovações em sustentabilidade, mobilidade urbana e cidades inteligentes se tornaram tendência, evidenciando que negócios com propósito social e ambiental são cada vez mais valorizados por consumidores e investidores.
A startup EcoMove, por exemplo, revolucionou o transporte compartilhado sustentável em cidades latino-americanas, enquanto a AgriTech Nova, no setor agrícola, utiliza IA e sensores para otimizar produção e reduzir desperdícios, mostrando como tecnologia e impacto socioambiental podem caminhar juntos.
Investidores internacionais também intensificaram sua presença na América em 2025. Fundos de venture capital de Europa e
Ásia passaram a destinar recursos significativos para startups americanas e latino-americanas, estimulando expansão e consolidação de negócios inovadores. Além disso, aceleradoras e programas de incubação desempenharam papel essencial ao conectar empreendedores a mentorias estratégicas, mercados e oportunidades globais, criando um ciclo virtuoso de crescimento sustentável para o ecossistema.
Olhando para o futuro, 2026 promete ser um ano de consolidação e diversificação. Startups que nasceram em 2025 estão se preparando para escalar operações, explorar novos mercados e integrar tecnologias emergentes como inteligência artificial generativa, blockchain e soluções de sustentabilidade avançadas. O aprendizado do ano reforça que inovação não é apenas sobre tecnologia: envolve visão estratégica, adaptação rápida ao mercado, engajamento de talentos e capacidade de impactar positivamente a sociedade.
Em resumo, 2025 foi um ano emblemático para o ecossistema de startups na América, marcado por crescimento acelerado, inovação disruptiva e investimentos robustos. As empresas que se destacaram demonstraram que criatividade, tecnologia e propósito social podem andar juntos, abrindo caminhos para um mercado mais dinâmico e competitivo. À medida que 2026 se aproxima, o continente observa com atenção, pronto para consolidar tendências, ampliar oportunidades e fortalecer seu papel de protagonista global em inovação.

A decoração de fim de ano ganhou um novo protagonista – ou melhor, um ícone que retorna com força total: a estética Ralph Lauren. Muito além das passarelas, o universo criado pelo estilista americano se consolidou como referência de um estilo de vida que combina tradição, aconchego e sofisticação. Em 2025, esse visual clássico inspira mesas postas, árvores de Natal e espaços de convivência que evocam um charme atemporal, justamente no momento em que o público busca casas com mais história e menos aparência de showroom.
Depois de anos dominados pelo minimalismo e pelo branco absoluto, cresce a busca por ambientes com textura, profundidade e
memória afetiva. Nas redes sociais, termos como “Ralph Lauren Home décor” e “tartan holiday table” se tornaram tendência. O motivo é claro: as pessoas querem sentir algo, não apenas decorar. Procuram ambientes que acolham, que “contam história”, que pareçam vividos — exatamente o que a estética Ralph Lauren entrega.
O RETORNO DA SOFISTICAÇÃO ACOLHEDORA
A força desse estilo está em sua mistura equilibrada entre conforto e elegância. Madeira escura, couro, veludo, xadrez tartan, louças clássicas e uma iluminação sempre quente compõem um décor que remete a


debora lousa @deboralousa
chalés de inverno, bibliotecas forradas de livros e casas que celebram tradição. É uma estética de “refúgio emocional”, que dialoga com os desejos pós-era digital: desacelerar, conviver e resgatar rituais.
MESA POSTA: A GRANDE ESTRELA DO MOMENTO
Um dos elementos mais emblemáticos dessa tendência é a mesa posta. O estilo Ralph Lauren transformou o ato de receber em cena: tudo é pensado para criar atmosfera. Entre os itens mais usados neste fim de ano estão:
Guardanapos e toalhas em tartan vermelho, verde ou azul-marinho
Sousplats de rattan escuro ou couro Louça branca com detalhes dourados Castiçais altos, velas creme e arranjos naturais



É uma mesa que não é apenas estética — é emocional. Representa cuidado e intenção. Em tempos de correria, esse ritual ganha força, e as vendas de itens clássicos como cristal, prata e tecidos tartan confirmam a tendência.
A árvore inspirada na estética Ralph Lauren também vem dominando a temporada. Diferente das árvores minimalistas dos últimos anos, o estilo RL aposta no tradicional
chique: vermelho profundo, dourado antigo, verde clássico, laços de veludo, ornamentos de metal, madeira e cristal, além de luzes quentes. A árvore transmite memória, aconchego e tradição — e isso tem sido exatamente o que o público procura.
Três fatores explicam essa ascensão: Busca por estabilidade emocional: Ambientes clássicos comunicam permanência e segurança. Cansaço do minimalismo: A estética limpa demais deu lugar ao desejo por casas com alma. Luxo acessível: Qualquer pessoa

pode incorporar esse estilo com elementos inspirados — tartan, velas, livros antigos, arranjos naturais e luz quente.
A estética Ralph Lauren tem uma qualidade rara: ela não envelhece. Em um mundo acelerado, ela oferece uma pausa — uma casa que abraça, um Natal que emociona, uma mesa que reúne. Por isso, neste fim de ano, mais do que tendência, ela se torna símbolo: o retorno da elegância que tem história, calor e beleza.

GRAND PALAIS

laine furtado @lainefurtado fashionreporter
O Natal é uma das épocas mais aguardadas do ano e, para muitos, a viagem perfeita para celebrar a temporada de festas envolve destinos que encantam pelos mercados iluminados, decorações exuberantes e experiências únicas. De cidades europeias tradicionais a grandes metrópoles americanas, passando por festivais de luzes no Japão e celebrações especiais na América Latina, a lista de lugares que transformam o Natal em uma experiência inesquecível é vasta e repleta de charme.
EUROPA: A MAGIA CLÁSSICA
DOS MERCADOS NATALINOS
A Europa é famosa por seus mercados de Natal, onde a tradição se mistura com gastrono-
mia, artesanato e luzes que transformam ruas e praças em cenários de conto de fadas.
Viena, Áustria, é um dos destinos mais procurados. A cidade se transforma em um verdadeiro palco natalino, com o “Christkindlmarkt” na Praça da Prefeitura oferecendo artesanatos típicos, doces tradicionais como o “Lebkuchen” e vinhos quentes. Além disso, apresentações de música clássica, concertos e pistas de patinação no gelo completam a experiência.
Na Alemanha, cidades como Nuremberg e Dresden se destacam pelo espírito natalino intenso. Nuremberg abriga o “Christkindlesmarkt”, um dos mercados mais
antigos e famosos da Europa, conhecido por seus brinquedos artesanais e o famoso biscoito “Lebkuchen”. Dresden, por sua vez, encanta com a tradicional feira de Natal “Striezelmarkt”, que existe há mais de 500 anos, oferecendo desde artesanato fino até comidas típicas da região da Saxônia.
Praga, na República Tcheca, combina história e tradição. A Praça da Cidade Velha recebe um grande mercado de Natal, com decorações cuidadosamente elaboradas e árvores iluminadas que parecem saídas de um cartão postal. Os visitantes podem desfrutar de concertos de Natal e apresentações teatrais que transportam adultos e crianças para a magia da temporada.

ESTADOS UNIDOS: LUZES, SHOWS E EXPERIÊNCIAS INOVADORAS
Nos Estados Unidos, o Natal é celebrado com criatividade e grandiosidade. Cidades como Nova York, Chicago e Orlando oferecem experiências icônicas que atraem turistas do mundo inteiro.
Nova York é, sem dúvida, um destino clássico. A famosa árvore de Natal do Rockefeller Center se tornou símbolo das festas, enquanto a vitrine das grandes lojas na Quinta Avenida encanta com decorações temáticas. Além disso, eventos como os shows de luzes do “Dyker Heights” no Brooklyn transformam bairros inteiros em espetáculos luminosos que atraem milhares de visitantes.
Chicago se destaca com o “Christkindlmarket Chicago”, inspirado nos tradicionais mercados alemães, e o “ZooLights”, uma experiência noturna que transforma o zoológico
para famílias.
Para quem busca diversão temática, Orlando, na Flórida, oferece pacotes especiais em parques como Walt Disney World e Universal Studios. Além dos desfiles e shows natalinos, há experiências imersivas, como encontros com personagens, feiras de artesanato e menus especiais de fim de ano.
JAPÃO: A BELEZA DA LUZ EM MEIO À MODERNIDADE
No Japão, o Natal não é um feriado tradicionalmente religioso, mas a época é marcada por uma explosão de luzes e festivais que encantam pela estética e criatividade.
Cidades como Tóquio e Osaka investem em iluminações espetaculares, conhecidas como “illumination shows”. Rios de luzes, árvores decoradas e projeções em prédios transfor-
mam as ruas em cenários mágicos, atraindo turistas locais e internacionais. Um exemplo é o Tokyo Midtown Christmas, que combina arte, música e gastronomia, proporcionando experiências que misturam tecnologia e tradição.
Além das luzes, é comum no Japão presentear-se com doces temáticos de Natal, como bolos de morango e panettones adaptados ao gosto japonês, além de participar de eventos comunitários que celebram o espírito de confraternização.
CALOROSAS E CORES VIBRANTES
A América Latina também tem seus encantos natalinos, com celebrações que misturam religiosidade, música e gastronomia.
No México, cidades como Cidade do México e Guanajuato se destacam pelos mercados

natalinos coloridos, presépios elaborados e desfiles típicos. A tradição das “posadas”, encenações que reconstituem a busca de Maria e José por hospedagem, transforma ruas e praças em teatros a céu aberto.
No Chile, Santiago e Valparaíso recebem iluminações e eventos culturais que combinam gastronomia local e shows de música ao vivo, criando experiências únicas para famílias e turistas. Já em Brasil, cidades como Gramado, na Serra Gaúcha, se tornam referência nacional com o Natal Luz, espetáculo que combina desfiles, shows pirotécnicos, apresentações teatrais e mercados de artesanato, atraindo visitantes de todas as regiões do país.
DICAS PARA APROVEITAR DESTINOS NATALINOS
Viajar no período de Natal exige planejamento, pois a alta temporada impacta voos, hospedagem e eventos. Para aproveitar ao máximo, algumas estratégias podem tornar a experiência mais agradável:
Reservas antecipadas: hotéis e passagens tendem a esgotar rapidamente, especialmente em cidades europeias e grandes metrópoles.
Roteiros temáticos: priorizar experiências de mercados, shows e iluminações permite vivenciar o espírito natalino completo.
Transporte local: em algumas cidades, como Praga ou Viena, o transporte público é eficiente e evita congestionamentos típicos da época.
Gastronomia típica: não apenas visitar mercados, mas experimentar comidas e bebidas tradicionais, como vinhos quentes, biscoitos e pratos típicos, garante uma experiência autêntica.
EXPERIÊNCIAS ALÉM DOS MERCADOS
Além dos mercados e festivais de luz, algumas cidades oferecem experiências exclusivas que tornam o Natal ainda mais inesquecível. Por exemplo:
Passeios de trenó e patinação no gelo: comuns em Viena, Praga e cidades alemãs.
Concertos de música clássica: igrejas e teatros oferecem apresentações especiais de Natal.
Atividades gastronômicas: workshops de culinária, degustações de doces típicos e vinhos da estação.
Para famílias, casais ou viajantes solo, essas experiências complementam o roteiro e permitem que cada destino seja vivido de forma completa e memorável.
Viajar no Natal não é apenas conhecer novos lugares; é mergulhar em culturas, tradições e experiências que despertam emoção e encanto. Cada cidade tem seu charme particular, seja na Europa, nos Estados Unidos, no Japão ou na América Latina.Os mercados de Natal, festivais de luzes, gastronomia e eventos culturais transformam ruas, praças e centros urbanos em cenários mágicos, capazes de criar memórias que duram para toda a vida.
Com planejamento, curiosidade e espírito de descoberta, o final de ano se torna não apenas um momento de celebração, mas uma oportunidade de vivenciar a magia do Natal de forma única, conectando viajantes ao que há de mais encantador nas tradições de cada canto do mundo.

O consumo de ultraprocessados (UPFs) nos Estados Unidos ultrapassa 60% da dieta média, segundo pesquisas recentes. Esses alimentos, caracterizados por altos teores de açúcares, sal, gorduras industrializadas e aditivos químicos, estão associados não apenas à obesidade e aos distúrbios metabólicos, mas também a problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão.
Estudos recentes evidenciam que o impacto dos UPFs vai muito além do ganho de peso. Uma meta-análise publicada em 2023 no BMJ Public Health concluiu que pessoas com alto consumo de alimentos ultraprocessados apresentam risco 50% a 80% maior de desenvolver sintomas de ansiedade e depressão. Entre os fatores apontados pelos pesquisadores estão alterações no microbioma intestinal, inflamação crônica e desequilíbrios hormonais, que influenciam diretamente o humor e a regulação emocional.
Enquanto isso, em grande parte da Europa, observa-se um padrão alimentar diferente. Dietas que privilegiam alimentos frescos, minimamente processados e preparados em casa — como a dieta mediterrânea — estão associadas a me -
nores índices de doenças metabólicas e psicológicas. A alimentação europeia não se limita à escolha dos ingredientes: envolve também rituais, como refeições compartilhadas, horários regulares e momentos de desaceleração. Esse estilo de vida contribui para o equilíbrio do metabolismo, fortalece o microbioma intestinal e oferece efeitos positivos sobre a saúde mental.
Especialistas enfatizam que não é apenas o que se come, mas como se come. O ritmo das refeições, a atenção plena ao ato de se alimentar, a qualidade dos ingredientes e a combinação de atividade física regular compõem a base de um estilo de vida saudável. Nos Estados Unidos, o consumo rápido e massivo de ultraprocessados reflete não só uma preferência alimentar, mas também um ritmo de vida acelerado, marcado pela conveniência e pelo imediatismo. Já em muitos países europeus, a alimentação ainda preserva o caráter social e cultural da refeição, tornando o ato de comer um momento de cuidado com o corpo e com a mente.
A ciência reforça que hábitos alimentares influenciam diretamente a saúde mental. Além de nutrientes essenciais, o
equilíbrio de gorduras boas, fibras, vitaminas e minerais presentes em alimentos frescos contribui para a produção de neurotransmissores como serotonina e dopamina, fundamentais para o bem-estar emocional. Por outro lado, o consumo constante de ultraprocessados promove picos de glicose, inflamação e alterações hormonais que podem agravar quadros de ansiedade e depressão.
O contraste entre os padrões americanos e europeus evidencia que escolhas alimentares vão muito além da nutrição: refletem cultura, estilo de vida e prioridades de saúde. Promover a educação alimentar, investir em refeições frescas e valorizar momentos de desaceleração são estratégias que podem reduzir os impactos negativos dos ultraprocessados e melhorar significativamente a qualidade de vida.
No fim, a lição é clara: saúde não é apenas o que entra no prato, mas como se vive. Escolher alimentos de verdade, dar atenção à rotina de refeições e integrar movimento e bem-estar à vida diária é tão importante quanto a dieta em si. A cultura do cuidado com o corpo e a mente pode começar exatamente no que se coloca no prato.



A TERAPIA DA ALMA E A ARTE DE SUPERAR Ao morar em outros locais além do Rio de Janeiro, fui tornando o mundo meu consultório e, ao longo desse percurso, me especializei em psicoterapia breve, individual e grupal — o que chamo de terapia da alma , sempre buscando oferecer à Psicologia uma visão mais abrangente. Essa trajetória me conduz naturalmente ao tema da superação, ou como gosto de dizer, da “super-ação”, quando os desafios, que são parte dessa grande escola chamada vida, nos transformam em mestres de circunstâncias nas quais a única saída é o enfrentamento.
Às vezes, é o perdão que se cansa de perdoar; outras vezes, é a saúde que se distancia da harmonia esperada; ou ainda, são as perdas e as mudanças que chegam sem aviso prévio e nos sacodem. Alguns desafios nos alertam, é verdade, mas nem sempre os percebemos — e, quando a dor chega de alguma forma, nos perguntamos como sair dessa situação, se, na maioria das vezes, a ansiedade, o desespero ou o medo nos cegam.
Ouvi muitas histórias e, como todas as mu-
lheres, também tenho algumas para contar — histórias que poderiam ser chamadas de desafios emocionais: traições, incompreensões, divórcios, separações, rejeições, ameaças e perseguições de ex-maridos, cuidar dos filhos, garantir o sustento, e tudo isso com o medo sempre por perto. Mas aprendi a não deixar o medo me paralisar, a ir com medo mesmo. Fui enfrentando, aprendendo, buscando soluções para a hora do “como saio dessa?” e deixando para depois a hora do “por que estou aqui?”.
DIAS DE GUERRA, NOITES DE MEDO
No entanto, há situações em que o controle é muito mais complicado, como vivenciar um estado de guerra, o que experimentei recentemente. Falo de inesquecíveis fugas para refúgios, várias vezes ao dia, inclusive de madrugada; do sono que se fragmentou entre sirenes, estrondos, sustos, clarões e notícias imprevisíveis, com imagens aterradoras de destruição, ferimentos, mortes — e sem saber nada sobre o próximo minuto do meu dia.
Falo também sobre dormir vestida e sempre alerta. Sobre o medo, o estresse — no corpo
físico e na alma —, e sobre aquela sirene que podia tocar a qualquer momento, ecoando em meu plexo solar. Aprendi a deixar uma bolsinha com água, meu floral Rescue e o celular pendurados perto da porta, para, em um minuto, estar no abrigo. Minha respiração, ao subir até o local de refúgio, não facilitava, e o fôlego curto me fez, algumas vezes, precisar dar a mão aos vizinhos para conseguir chegar.
Chorei todas as lágrimas que tinha, por compaixão, pela enorme dor da situação e de todos ao meu redor. Fui desaprendendo a relaxar, minha alegria de viver sofreu um grande baque, deixando que uma espécie de aceitação anestésica me absorvesse. Meu estômago doía a cada sirene ouvida e, mesmo não tendo passado por ferimentos ou destruição de meu lar (o que agradeço a Deus diariamente), vivi uma exaustão como nunca me lembro de ter sentido.
DEPOIS DA TEMPESTADE, A LUZDESCOBERTAS SOBRE FÉ, PROPÓSITO E O PODER DE CUIDAR DE SI E DO OUTRO Esse desafio me trouxe um novo olhar sobre

significados e valores da vida. Passei a me interessar pelas questões do tempo, dos limites e das possibilidades das pessoas mais idosas, sobre o envelhecimento com dignidade e sabedoria.
Decidi me voluntariar na casa de idosos do kibutz onde moro, em Israel, facilitando grupos de convivência juntamente com a coordenadora do espaço. Fiquei disponível para atendimentos on-line gratuitos às pessoas em situação de risco ou em pânico; comecei a registrar emoções no meu blog; fiz duas mentorias de Chi Kung — o que foi e ainda é muito importante —, pois vem me ajudando na questão energética. Retornei aos estudos sobre espiritualidade e participo de grupos de estudos on-line.
Disse a mim mesma que agora eu era a minha principal cliente e precisava voltar a ter esperança. Abracei meus antigos aliados - os Florais de Bach, de maneira pontual, e me conectei com amigos on-line que permaneceram ao meu lado o tempo todo, preocupados e presentes. Percebi então a mudança em meu sistema de crenças sobre a vida, após essa angústia extrema, desejando compreender o que
realmente importa. Talvez assim possamos entender melhor nossa própria coragem diante dos enfrentamentos que se tornam necessários e, dessa forma, ajudar quem precisa. De onde vem essa coragem? Do medo? Do amor?
A vida segue, e a melhor atitude diante das superações que se apresentam é respirar fundo, enfrentar o que tiver de ser enfrentado, da forma que for possível — e pedir ajuda! Há mulheres se ajudando, e isso é maravilhoso. Lembra aquela música: “levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”! Há muitas experiências a serem trocadas, para que possamos ensinar umas às outras ferramentas que auxiliam nas superações — além de aplacarmos a solidão em momentos de carência e insegurança, em seus diversos níveis.
QUEM É RUTTY STEINBERG?
Rutty é carioca de nascimento, tem 73 anos e é psicóloga e escritora. Atualmente, vive em Israel, em um kibutz cercado pela natureza. Há cerca de cinquenta anos, decidiu seguir o caminho da ajuda ao próximo e formou-se em Psicologia, escolhendo a área clínica como sua vocação.


O Projeto Superar e Ser Feliz, criado pela professora
Anete Lobo, tem como foco ajudar pessoas que passaram ou estão passando por episódios de sofrimento e trauma a encontrar meios de superação para sua dor. A cada mês,uma mulher é selecionada para contar sua história de dor e superação, ajudando assim, outras pessoas que possam se motivar através de seus relatos.
O projeto dispõe de uma lista de recursos com recomendação de diversos profissionais da área de saúde mental, grupos de apoio, artigos, livros e vídeos com conteúdo para dar suporte aos interessados em encontrar superação. Basta acessar o website do projeto. Comentários, perguntas, sugestões podem ser enviados para o email superareserfeliz@gmail.com . Contato: Anete Lobo Website: www.superareserfeliz.com
Parcerias:
Rosana de Rosa – Life Coach e Terapeuta
Rosali de Castro Aguiar - Psicóloga, Advogada, Mediadora e Consteladora Familiar Sistêmica
Flavia Duarte - Fundadora do Projeto Flavia Se Cuida
Wanessa Surdine – Personal da Mente
Solange Gomes - Psicóloga
Josie Oliveira - Terapeuta, Psicóloga, Criadora do Método VEM (Você Emocionalmente Madura)
Anete P. Lobo
Criadora do Projeto Superar e Ser Feliz superareserfeliz@gmail.com


In 2025, global influence is shaped by a blend of digital presence, cultural resonance, business power, and the ability to move entire audiences in real time. The year’s most influential celebrities don’t just entertain — they shape markets, spark conversations, and set the tone for global culture. Lionel Messi, Kim Kardashian, Kylie Jenner, Zendaya, Bad Bunny, and Selena Gomez form a core group whose reach crosses industries and continents. Each represents a different facet of modern fame, and together they illustrate how influence now functions as a hybrid of creativity, brand strategy, and cultural leadership.
LIONEL MESSI: A TIMELESS ICON
Even in the later stages of his career, Lionel Messi remains one of the most recognizable and impactful athletes in the world. His ability to generate massive engagement — from match broadcasts to social media — demonstrates the lasting power of sports icons. Messi’s participation in major tournaments continues to produce record-breaking viewership, while his endorsements with global brands keep him at the center of the sports marketing economy. What sets him apart is his authenticity. In an age
when athletes often rely on self-promotion, Messi’s quiet, grounded presence enhances his universal appeal. His influence extends beyond football, shaping fashion, gaming, youth culture, and international fan communities.
KIM KARDASHIAN: THE BLUEPRINT OF MODERN INFLUENCE
Kim Kardashian remains one of the world’s most strategically influential celebrities. In 2025, she continues to expand her presence in beauty, fashion, and wellness, maintaining an empire built on adaptability and precise brand positioning. Kim’s ability to reinvent herself — from reality star to billionaire entrepreneur to public advocate — showcases a mastery of narrative control. Her brands consistently generate strong revenue, and her ability to set trends on social media remains unmatched. Beyond commerce, Kim’s work in criminal justice reform has added a new dimension to her influence, shifting perceptions of how celebrities can engage with social issues. Her global reach proves that influence today is multidimensional, extending far beyond entertainment.

LIONEL MESSI, KIM KARDASHIAN E KYLIE JENNER
Kylie Jenner continues to represent the pinnacle of digitally driven celebrity branding. Despite increasing competition in the beauty market, Kylie retains one of the strongest conversion rates in the industry. Her product launches routinely sell out


within minutes, supported by a massive, highly engaged following. In 2025, Kylie has repositioned her brands with a more sophisticated aesthetic, allowing her to maintain relevance as her audience matures. Her influence is anchored not just in visibility, but in her ability to convert cultural trends into consumer demand. She embodies the modern celebrity-entrepreneur whose impact is rooted in digital fluency and business instinct.
ZENDAYA: A CULTURAL POLESTAR
Zendaya continues to be one of the most influential cultural figures of her generation. Her film roles, awards-season presence, and fashion partnerships have solidified her status as an international icon. What distinguishes Zendaya is her consistency — every public appearance feels intentional, polished, and aligned with her identity. Her red-carpet moments dominate global fashion coverage, and her collaborations with major designers reinforce her influence in shaping contemporary style. Beyond aesthetics, Zendaya represents a shift in celebrity values: authenticity, representation, and thoughtful communication. For younger audiences especially, she stands as a symbol of creativity, integrity, and modern femininity.

Bad Bunny holds a unique position as the most influential Latin artist of 2025. His impact transcends music, extending into fashion, activism, and cultural identity. He challenges gender norms through his visual style, speaks openly about political issues, and elevates Puerto Rican culture onto the global stage. His tours generate enormous economic impact, and his streaming numbers consistently dominate international charts. Brands seek his endorsement not only for his popularity but for his cultural credibility — an increasingly valuable currency in today’s marketing landscape. Bad Bunny embodies the new global celebrity who operates across languages, continents, and artistic boundaries.
SELENA GOMEZ: INFLUENCE BUILT ON AUTHENTICITY
Selena Gomez continues to be one of the world’s most trusted public figures. Her influence in 2025 is rooted in a combination of transparency, emotional intelligence, and business success. Her beauty brand remains a global leader, powered by its inclusive message and focus on well-being. Selena’s advocacy for mental health resonates with millions, creating a powerful emotional connection with her audience. Her social media platforms — among the most followed globally — function not only as promotional tools, but as spaces where she discusses personal challenges with unusual candor. This authenticity has become central to her influence, especially among younger generations seeking sincerity in a curated digital world.
THE FRAMEWORK OF INFLUENCE IN 2025
The most influential celebrities of 2025 share a set of defining traits that illuminate how global fame functions today:
1. MULTIPLATFORM PRESENCE
They are active and effective across Instagram, TikTok, streaming platforms, traditional media, and live events. Their influence isn’t confined to one space — it moves fluidly across the digital ecosystem.
2. COMMERCIAL POWER
Their brands, endorsements, and projects generate billions collectively. They are economic engines whose decisions shape entire industries, from fashion and beauty to sports entertainment and music.
3. CULTURAL IMPACT
They shape trends, challenge norms, and influence the values of emerging generations. Their presence is felt in language, aesthetics, identity, and social conversations.
4. STRATEGIC SELF-NARRATION
They maintain strong control of their personal narratives, communicating directly with audiences to shape public perception without relying solely on traditional media.
5. GLOBAL REACH
Their influence spans borders, languages, and market categories, reflecting a world in which fame is increasingly international rather than regional.
In 2025, these six figures demonstrate what it means to hold cultural power in a hyperconnected era: they are adaptable, strategic, creative, and deeply embedded in global conversations.

Eu amo trazer histórias de inspiração para você. A presença da mulher no universo da saúde sempre foi marcada por dedicação, sensibilidade e competência técnica. Mas, nos últimos anos, um movimento ainda mais poderoso tem se consolidado: o avanço de mulheres que assumem papel de liderança estratégica em áreas antes pouco exploradas por elas, como gestão da saúde, inovação científica e estética regenerativa.
A trajetória da Dra. Karen Colosio é apenas um dos muitos exemplos que ilustram essa virada histórica. Formada em Odontologia e Enfermagem, e hoje aprofundando seus estudos em gestão da saúde em Nova York, ela representa uma geração de profissionais que escolheu ocupar espaços que vão muito além do atendimento clínico. São mulheres que traduzem dados, coordenam equipes, entendem de negócios, constroem redes internacionais e levam para o setor um olhar que combina rigor científico com humanidade.
Esse movimento merece destaque não por reconhecer conquistas individuais,
mas por revelar uma mudança coletiva: mulheres assumindo protagonismo em áreas de alta complexidade e impacto social. Na estética regenerativa, por exemplo, a presença feminina tem sido fundamental para ampliar a visão sobre regeneração, prevenção, longevidade e segurança temas que hoje vão muito além da estética tradicional e exigem conhecimento multidisciplinar.
Enquanto cursa um mestrado nos Estados Unidos, a Dra. Karen Colosio simboliza algo maior: a busca incessante de tantas mulheres por qualificação, autonomia e participação ativa nos espaços de decisão. Cada aula, cada pesquisa, cada experiência internacional representa não apenas avanço acadêmico, mas também o reflexo de um desejo coletivo de mulheres que querem e podem ocupar o mundo com suas ideias, competências e narrativas.
Esse cenário torna evidente uma verdade que há anos vem ganhando força: quando mulheres lideram, a saúde se torna mais integrada, mais consciente e mais humana. Isso não tem relação com exaltar um rosto

específico, mas com reconhecer que a liderança feminina está redefinindo setores inteiros e trazendo novas camadas de profundidade ao trabalho científico e clínico.
O protagonismo feminino dentro e fora do Brasil, especialmente em áreas técnicas, mostra que ainda há muito a conquistar, mas também evidencia que estamos vivendo uma era em que mulheres finalmente ocupam o espaço completo da sua competência. Elas não apenas atuam; elas pensam, criam, inovam, comandam e elevam a qualidade daquilo que entregam.
A estética regenerativa, ao unir ciência, tecnologia e cuidado, torna-se um reflexo perfeito desse novo tempo. E histórias como a da Dra. Karen Colosio mostram, de maneira elegante e silenciosa, que o futuro da saúde global está sendo construído por mulheres que carregam propósito, coragem e consciência e que transformam cada ambiente onde passam.
Mais do que procedimentos, números ou títulos, é essa força feminina que continua movendo o setor para frente.
» JORDANA LUCHETTI éCEO da JLC Public Relations & Marketing, estrategista internacional de visibilidade e autoridade, apresentadora de TV, especialista em curadoria de eventos e posicionamento global. @jordanaluchetti

