Skip to main content

KITE EDITION - ENDOMARKETING

Page 1


MULHERES QUE CRIAM

Simara Carbone conta tudo sobre a sua trajetória na Kite.

Leia na pág. 3

BACKSTAGE KITE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Descubra as etapas de desenvolvimento de coleções que surgem na Kite.

O Sebrae está com vagas abertas para cursos de Gestão de Pessoas.

Leia na pág. 5

Leia na pág. 14

KITE EDITION

Esta revista nasceu como uma forma de valorizar e colocar em foco os voadores que fazem a Kite ser o que é hoje. Aqui você encontra entrevistas, curiosidades, informações e um canal dediálogo mais descontraído e informal com a Kite. ED. 1 JUL 26

Backstage Kite

Faces da Kite

Kite News

Kite Lab

Kite indica: Formação Profissional

Curiosidades Kite

Kite Formação Continua

Kite indica: Agenda Cultural

Kite Lembrete

Caça Palavras

Simara:

A mulher que transformou disciplina em visão e fez da Kite uma potência da moda nacional.

Antes da Kite existir, antes dos tecidos, dos showrooms, dos containers vendidos antes mesmo de chegarem ao Brasil, existia uma menina alta, inquieta, extremamente disciplinada e movida por uma necessidade constante de superação. Simara não começou na moda. Começou no esporte. Atleta profissional de vôlei, surfista em uma época em que quase não existiam mulheres no mar, competidora desde muito nova, aprendeu cedo sobre pressão, liderança, treino e resiliência. Cresceu entre São Bernardo e a praia, em uma rotina onde performance nunca foi opcional era linguagem de vida.

“Eu sempre coloquei a régua lá em cima.”

A frase resume muito mais do que uma personalidade exigente. Resume uma construção inteira.

Filha mais velha, criada em uma casa onde o esforço vinha antes de qualquer privilégio, Simara cresceu entendendo que precisaria conquistar espaço através da excelência. Foi aluna destaque, participou de Olimpíadas de Matemática, encerrou o ensino médio com mérito acadêmico e desenvolveu, desde cedo, uma relação quase visceral com aprendizado. O curioso é que o plano inicial nunca foi empreender. Ela queria ser dentista. Depois pensou em jornalismo. Sonhava em ser âncora de TV.

A publicidade surgiu no meio do caminho, quase como consequência de uma mudança de rota provocada pelo esporte. A moda apareceu pouco depois, primeiro no varejo depois nas revistas, nas marcas, nos bastidores e, finalmente, no tecido. Mas não no tecido commodity. No tecido como repertório estético, comportamento e construção de desejo.

Como curiosidade, repertório e observação ajudaram a construir uma empresa voltada para o futuro.

Muito antes da Kite se tornar referência em moda e pesquisa de tendência, Simara já enxergava o tecido de uma forma diferente e como ele poderia impactar negócios.

Entre maternidade e a coragem de se reinventar

Por trás da empresária visionária existe uma mulher profundamente atravessada pela maternidade.

Simara teve sua primeira filha aos 27 anos, em um momento ascendente da carreira corporativa. Trabalhava em uma grande marca, ocupava posições importantes e vivia uma fase profissional intensa quando precisou interromper tudo para viver a maternidade. E ela não romantiza isso. Fala sobre conflito interno, medo e sobre a dificuldade de equilibrar duas versões de si mesma: a profissional e a mãe.

“Em muitos momentos vi o desafio de equilibrar duas versões verdadeiras de mim.”

Sem rede de apoio, vivendo em outra cidade e emocionalmente incapaz de deixar a filha pequena para voltar ao trabalho, esperou um ano e oito meses antes de retomar a carreira.

Foi no varejo nos anos 80 e 90, absorveu repertório de produto, modelagem, comportamento de consumo, visual merchandising e construção de marca. Foi ali que desenvolveu um olhar refinado para estética e desejo algo que mais tarde se tornaria um dos pilares da Kite.

“Eu amo produto. Amo tecido. Sou apaixonada pelo resultado que ele pode trazer.”

Talvez seja exatamente isso que explique a longevidade da empresa.

A Kite nunca nasceu apenas para vender tecido. Nasceu para conectar produto, comportamento e mercado de forma estratégica. Na época, o setor ainda era extremamente focado em commodity. Importar tecido era raro, complexo e distante da realidade da maioria das empresas brasileiras.

O primeiro passo foi produzir no Brasil. Com uma pequena estrutura, uma engenheira têxtil parceira e muita pesquisa de mercado, nasceu a primeira tricoline da Kite — vendida diretamente para confecções do Bom Retiro e do Brás e foi daí que veio a virada.

Quando os tecidos chineses começaram a entrar com força no mercado brasileiro, Simara percebeu rapidamente que competir apenas por preço seria inviável. Era preciso mudar de posicionamento. A decisão de importar transformou a empresa.

O primeiro tecido importado da Kite foi um tafetá. Os primeiros containers chegaram praticamente vendidos. A partir dali, a empresa começou a consolidar aquilo que se tornaria sua assinatura: trazer produtos alinhados ao que o mercado ainda começaria a desejar.

Mais tarde, já durante a construção da Kite, viveu anos exaustivos entre Santos e São Paulo, conciliando filhos, empresa e uma rotina brutal de deslocamentos. Essa atravessia moldou sua liderança e resiliência.

Uma liderança baseada em prevenção, responsabilidade, visão sistêmica e antecipação de problemas algo que ela mesma reconhece carregar até hoje, tanto na empresa quanto na vida pessoal.

A visão que transformou a Kite em referência. Quem convive com Simara fala frequentemente sobre sua capacidade de antecipar movimentos. Ela, no entanto, reduz

Seu olhar nunca esteve restrito ao mercado têxtil. Grande parte das referências que alimentam sua criatividade vem de outros segmentos — beleza, comportamento, arquitetura, varejo, tecnologia e consumo. Projetos como a Caixa Branca, a Caixa Verde e, mais recentemente, o Espaço Kite nasceram justamente dessa necessidade de transformar a marca em experiência, comunidade e repertório — muito antes de isso se tornar tendência no setor.

Mais do que vender tecidos, Simara sempre quis criar ambientes de troca, inspiração e construção estética. E isso mudou a forma como muitas confecções passaram a consumir o produto.

Feminismo, força e responsabilidade

Apesar de evitar o lugar de “inspiração”, Simara reconhece a importância de ocupar espaços de liderança feminina. Em uma empresa majoritariamente formada por mulheres, entende que sua trajetória também carrega uma responsabilidade simbólica.

“Acho que as mulheres conquistaram espaço mas ainda enfrentam barreiras importantes.”

Da mulher que vendeu tecido grávida carregando mala. Da executiva que conciliou maternidade e empresa. Da empresária que começou pequena, estudou mercado, antecipou movimentos e construiu uma empresa sólida ao longo de mais de duas décadas.

Hoje, ao olhar para a Kite, Simara não enxerga apenas crescimento. Enxerga protagonismo, desenvolvimento feminino, orgulho do time que ajuda a construir e a satisfação de ver pessoas evoluindo junto com a empresa.

Ao longo dos anos, também acompanhou clientes crescerem, expandirem suas marcas e consolidarem seus negócios. Hoje, presencia uma nova geração assumindo o comando, dando continuidade a histórias que ajudou a construir e acompanhou desde os primeiros passos.

Uma empresa que se tornou extensão de um olhar. Talvez a grande habilidade de Simara nunca tenha sido apenas empreender. Mas perceber movimentos antes deles acontecerem e ter coragem suficiente para agir antes da maioria.

Mesmo depois de construir uma empresa consolidada, ela continua olhando para frente.

Quando fala sobre futuro, seus olhos ainda brilham como alguém que está começando. Joias, design, editorial, comunicação. As possibilidades ainda habitam seu imaginário criativo com a mesma intensidade de quem nunca perdeu a curiosidade.

“Eu gostaria de trabalhar com joias. Talvez desenhar uma coleção um dia desses.”

Existe algo muito simbólico nisso. Porque, no fundo, sua trajetória nunca foi apenas sobre tecidos. Sempre foi sobre estética, comportamento, sensibilidade e construção de desejo. Talvez por isso a Kite tenha ultrapassado há muito tempo o lugar de uma simples importadora têxtil.

Ela se tornou extensão de um olhar. Um olhar que conecta comportamento, produto e experiência antes mesmo do mercado perceber os movimentos. E pessoas assim raramente param de criar.

Entre Pesquisa Global, Desejo e Comercialidade:

Os Bastidores do Desenvolvimento de Coleções na Kite

Com Giselle Fernandes, Gerente de Desenvolvimento de Produtos da Kite

Das feiras internacionais às cartelas de cor que chegam ao mercado brasileiro, o desenvolvimento de uma coleção na Kite passa por um processo que mistura pesquisa estratégica, sensibilidade estética e visão comercial.

Em conversa exclusiva, Giselle Fernandes compartilha como a empresa interpreta tendências globais, traduz comportamento em produto e equilibra inovação com performance de vendas. Ao lado de Stephanie, Coordenadora de Desenvolvimento de Produtos da Kite, e de uma equipe que atua em frentes estratégicas como aplicabilidade e estamparia, Giselle revela os bastidores criativos que sustentam a construção das coleções da marca.

“Uma coleção começa muito antes do produto existir.”

Como nasce o desenvolvimento de uma coleção na Kite?

O desenvolvimento de uma coleção começa muito antes do lançamento. Na Kite, esse processo parte de sinais estratégicos de mercado e de um intenso mapeamento de tendências, realizado aproximadamente um ano antes da coleção chegar ao cliente.

Existe uma pré-pesquisa aprofundada: a equipe observa bureaus internacionais, plataformas como a WGSN, comportamento em redes sociais e sinais culturais que começam a despontar globalmente. Depois disso, acontece um segundo momento fundamental: as feiras internacionais. No caso das coleções de verão, por exemplo, o mapeamento das macrotendências começa ainda no final do ano anterior. Em fevereiro, a equipe visita feiras como Première Vision e Texworld, na França, onde confirma direcionamentos de bases, cartelas de cores, novos tecidos e movimentos estéticos que irão impactar o mercado global.

TIME DE

“O mercado quer design, mas também quer preço.”

Segundo Giselle, existe uma busca cada vez mais intensa pelo diferencial estético mas sempre alinhado ao preço.

O desafio está em unir design e viabilidade comercial. Não basta trazer algo extremamente novo se o mercado ainda não está preparado para consumir. A equipe da Kite trabalha constantemente nesse equilíbrio entre relevância estética, comportamento de compra e realidade comercial do mercado brasileiro.

O desafio de antecipar o futuro sem perder o timing.

Qual é o maior desafio na escolha dos tecidos?

Para Giselle, o maior desafio é mensurar o tempo. Quem trabalha com pesquisa está sempre olhando para frente. Existe um desejo constante de antecipar movimentos, mas o mercado nem sempre acompanha essa velocidade. Por isso, a Kite precisa equilibrar aquilo que parece potente criativamente com o que efetivamente será vendido naquele momento. É um exercício fino entre futuro e presente.

“Nem sempre o mais conceitual é o que vende”

Ao longo da conversa, Giselle relembra tecidos que pareciam promissores durante o desenvolvimento, mas que tiveram baixa adesão comercial quando

É por isso que a Kite estrutura suas coleções em uma lógica estratégica:

▪ Uma parcela voltada ao risco criativo;

▪ Outra sustentada por produtos clássicos e comerciais;

▪ E um intermediário que conecta moda e segurança comercial.

Segundo Giselle, os produtos mais ousados costumam representar entre 10% e 20% da coleção.

O retorno do maximalismo

Quais tendências femininas estão mais fortes atualmente?

Depois de anos marcados pelo minimalismo e pela alfaiataria limpa, o mercado começa a sinalizar um retorno intenso ao maximalismo.

Brilhos, pedrarias, bordados, técnicas manuais e estampas exuberantes voltam a ganhar força algo que já aparecia nas pesquisas internacionais e que agora começa a se consolidar também no Brasil.

Ao mesmo tempo, existe uma convergência entre o boêmio contemporâneo e um novo olhar voltado ao bem-estar, à natureza e ao lifestyle.

Cartelas de cores: entre tendência e identidade

Embora as feiras internacionais indiquem direções cromáticas, Giselle explica que cada empresa precisa construir sua própria interpretação.

Na Kite, a escolha das cores passa por múltiplas camadas:

▪ Confirmação das tendências globais;

▪ Pesquisas de varejo;

▪ Análise histórica de vendas;

▪ Comportamento do mercado brasileiro;

▪ Aderência comercial.

Nesse processo, Stephanie, Coordenadora de Desenvolvimento de Produtos da Kite, também participa da leitura crítica das tendências e da construção de uma cartela que converse com o mercado, mas preserve o DNA da empresa.

FACES DA KITE

Algumas pessoas trabalham em uma empresa. Outras ajudam a construir sua história. Zé Maria pertence ao segundo grupo. Quando entrou oficialmente na Kite, em janeiro de 2009, ele já carregava uma longa trajetória ao lado de Tarcísio e Simara. Antes disso, havia trabalhado por dez anos com eles em outra empresa do segmento têxtil. A conexão profissional já existia mas o vínculo construído ao longo do tempo ultrapassaria qualquer relação comum de trabalho.

“Tudo que eu conheço na vida de trabalho, eu aprendi com eles.”

A fala vem carregada de emoção. E faz sentido. Porque, para Zé, a Kite nunca foi apenas um emprego. Foi formação, amadurecimento e pertencimento.

Zé Maria

Logística

ZÉ MARIA.

O HOMEM QUE APRENDEU TUDO NA PRÁTICA

Diferente de muitas histórias corporativas construídas sobre títulos e especializações, a trajetória de Zé Maria foi desenhada na experiência.

Sem cursos técnicos, sem formação em logística ou qualidade têxtil, ele aprendeu tudo vivendo o dia a dia da operação. E talvez exista algo muito poderoso nisso. Na antiga empresa, trabalhava na expedição, diretamente no estoque. Quando chegou à Kite, precisou assumir um desafio completamente novo: a área de qualidade. E ele não queria.

“Eu não gostava da qualidade.”

Mas aceitou. Começou devagar, entendendo processos, aprendendo na prática, observando, errando, ajustando. Aos poucos, aquilo que parecia desconforto virou domínio.

Foi dentro da Kite que ele se transformou profissionalmente.

“Tudo que eu sei de têxtil, aprendi aqui dentro.”

CRESCER JUNTO COM A EMPRESA

Existem colaboradores que acompanham as fases de uma empresa. Zé acompanhou a construção dela. Literalmente. Ele viu a Kite nascer em um pequeno galpão. Participou da mudança, da expansão, da construção do prédio atual. Carregou caixas, viveu reformas, acompanhou crescimento de equipe, mudança de estrutura e transformação de mercado.

“Eu coloquei tijolo aqui.”

A frase, dita quase como brincadeira, resume uma relação rara entre empresa e colaborador: a sensação genuína de pertencimento. Hoje, enquanto a Kite se consolida como referência nacional no segmento têxtil, Zé olha para trás e enxerga uma vida inteira atravessada por aquela trajetória.

“Ela é uma filha minha.”

Porque, de certa forma, cresceu junto com ela.

LEALDADE EM TEMPOS DESCARTÁVEIS

Em um mercado onde relações profissionais se tornaram cada vez mais rápidas e descartáveis, a história de Zé chama atenção justamente pela permanência.

Mesmo tendo saído por um breve período, ele sabia que voltaria. Quando ligou para Simara em 2009, pedindo uma oportunidade para retornar, conta que já sentia que aquilo daria certo antes mesmo da conversa terminar. E deu.Hoje, prestes a completar três décadas ao lado dos mesmos líderes, ele fala sobre a empresa com algo raro de encontrar: gratidão verdadeira.

“O mundo pra mim foi o mundo 4K e o mundo Kite.”

Existe emoção quando ele fala disso. Não pela estabilidade. Mas pelo acolhimento.

Porque, para ele, trabalhar tantos anos ao lado das mesmas pessoas significa construir confiança, respeito e história.

O VALOR DO ESFORÇO

Ao longo da conversa, Zé retorna diversas vezes a uma palavra: oportunidade. Para ele, a Kite sempre ofereceu espaço para crescimento desde que exista disposição para construir uma trajetória.

“Ninguém vira gerente de um dia pro outro.”

Seu discurso não romantiza o trabalho pesado. Pelo contrário. Ele reconhece as dificuldades, o desgaste e o tempo necessário para crescer profissionalmente. Mas acredita profundamente na força da constância. Talvez porque sua própria história tenha sido construída exatamente assim: um dia de cada vez.

Sem atalhos, Sem pressa e Sem abandonar o processo.

SONHOS SIMPLES, MAS GIGANTES

Entre tantos anos de trabalho, crescimento e dedicação, Zé ainda guarda objetivos pessoais importantes. O maior deles hoje é conquistar a casa própria. E fala sobre isso com a honestidade de quem nunca perdeu a simplicidade, mesmo carregando uma trajetória tão longa.

“Agora eu quero comprar meu apartamento. E vou conseguir.”

Existe algo muito simbólico nisso. Porque sua história não é construída sobre glamour corporativo. É construída sobre permanência, responsabilidade e dignidade. Sobre alguém que encontrou propósito em fazer parte de algo maior.

O HOMEM QUE QUER TERMINAR ONDE COMEÇOU

Talvez o momento mais forte da entrevista seja quando Zé fala sobre aposentadoria. Não existe plano de mudar de empresa. Não existe desejo de recomeçar em outro lugar. Seu objetivo é simples: encerrar sua carreira na Kite.

“Se eu aguentei 30 anos, eu aguento mais cinco.”

E enquanto diz isso, existe orgulho. Orgulho de olhar para trás e perceber que ajudou a construir algo sólido. Orgulho de ter se tornado referência para os mais novos. Orgulho de saber que sua história está misturada à própria história da empresa. Em tempos de relações rápidas, a trajetória de Zé Maria lembra algo que o mercado quase esqueceu: empresas também são feitas de vínculos. E alguns deles atravessam décadas

fortalece alinhamento e desenvolvimento na Kite. Kite News

A Kite retomou suas reuniões mensais de liderança e deu início à Escola de Líderes, iniciativa conduzida pelo RH com foco no desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais dos gestores. O primeiro encontro reuniu lideranças de diferentes áreas para compartilhar resultados, projetos em andamento e perspectivas para os próximos meses.

Segundo Janayna, do RH, a proposta vai além do acompanhamento de indicadores. O objetivo é criar um espaço permanente de alinhamento estratégico, troca de experiências e fortalecimento da cultura organizacional, garantindo que as lideranças estejam cada vez mais preparadas para apoiar o crescimento da empresa.

Durante o encontro, também foram apresentados os pilares da liderança de sucesso na Kite e discutido o papel dos gestores como agentes de desenvolvimento, comunicação e conexão entre as áreas. A iniciativa reforça o compromisso da empresa com uma liderança alinhada aos valores da organização e focada em resultados sustentáveis.

Automação de processos aumenta eficiência operacional na Vinil

Cursos Gratuitos para Desenvolver sua Carreira

Marketing Digital e Redes Sociais | SEBRAE

Entenda melhor como atrair clientes, fortalecer a presença digital das marcas e criar estratégias mais eficientes de relacionamento e posicionamento.

Gestão de Pessoas | SEBRAE

Um curso voltado ao desenvolvimento de competências essenciais para quem lidera equipes ou deseja se preparar para novos desafios profissionais.

Excel na Prática FUNDAÇÃO BRADESCO

Domine uma das ferramentas mais utilizadas no ambiente corporativo para análises, controles, indicadores e organização de informações.

Análise de Resultados

em Marketing Digital | SEBRAE

Aprenda a interpretar dados e métricas para transformar informações em decisões mais estratégicas e eficientes.

curiosidades KITE

Você sabe onde tudo começou?

Hoje, ao olhar para a estrutura da Kite, é difícil imaginar que toda a operação da empresa já funcionou em um espaço de apenas cinco metros de largura. Mas foi exatamente assim que a nossa história começou.

O primeiro endereço da Kite ficava na Rua José Monteiro, nº 244, em um galpão de aproximadamente 5 metros de frente por 40 metros de fundo. Um espaço simples, mas que abrigava grandes sonhos e uma equipe determinada a construir algo duradouro.

Naquela época, a empresa contava com apenas quatro colaboradores. O desafio era fazer tudo acontecer em um local extremamente compacto. As prateleiras ocupavam os dois lados do galpão, deixando um corredor central estreito para a circulação dos carrinhos com tecidos. Segundo Tarcísio, fundador da Kite, a logística exigia criatividade:

"Quando estava descarregando, não conseguia carregar. E quando estava carregando, não conseguia descarregar."

O espaço era tão reduzido que cada metro precisava ser aproveitado ao máximo.

No piso inferior funcionavam o faturamento e o PCP. Já no andar superior, duas mesas acomodavam a diretoria e uma pequena sala reunia o time financeiro.

Apesar das limitações, todas as operações da empresa aconteciam ali. Era naquele galpão que pedidos eram recebidos, tecidos eram movimentados, decisões eram tomadas e o futuro da Kite começava a ser construído.

Uma conquista que virou patrimônio

Inicialmente, o imóvel era alugado. Alguns anos depois, quando a empresa já havia conquistado maior estabilidade financeira, surgiu o desejo de adquirir o espaço.

A negociação não foi simples. A proprietária não tinha interesse em vender, pois o aluguel representava uma renda importante. Mas, após algum tempo e mudanças em sua situação pessoal, ela decidiu aceitar a proposta.

O resultado? A Kite tornou-se proprietária do galpão onde deu seus primeiros passos.

E o mais interessante é que esse imóvel continua fazendo parte da história da empresa até hoje. Mais do que um endereço, a José Monteiro representa um símbolo da trajetória da Kite: começar pequeno, superar desafios diários e crescer sem perder a essência de quem constrói o futuro com trabalho, visão e persistência.

Com Tarciso Konstantyner Diretor Executivo da Kite.

LIDERANÇA E CRESCIMENTO

EM PAUTA

NO G4 GROWTH

A participação de Marina Carbone no G4 Growth trouxe insights valiosos sobre os fatores que impulsionam o crescimento sustentável das empresas. Entre os principais temas discutidos estiveram a importância de uma gestão estruturada, o alinhamento claro de expectativas, a tomada de decisões baseada em dados e o papel da liderança na construção da cultura organizacional.

O encontro também reforçou que resultados consistentes são consequência de acompanhamento contínuo, melhoria constante e equipes engajadas com os objetivos do negócio.

A principal reflexão compartilhada foi que empresas crescem de forma sustentável quando contam com lideranças capazes de gerar clareza, direcionamento

CAPACITAÇÃO EM MAPEAMENTO DE PROCESSOS REFORÇA VISÃO DE MELHORIA CONTÍNUA

Maria Luiza concluiu recentemente o curso de Mapeamento de Processos BPM, ampliando seus conhecimentos em identificação, documentação e análise de processos organizacionais.

Durante a capacitação, foram abordadas ferramentas de mapeamento, elaboração de fluxogramas, levantamento de informações e identificação de oportunidades de melhoria.

O conteúdo também trouxe metodologias para documentar processos e analisar cenários atuais, contribuindo para iniciativas de otimização e ganho de eficiência.

Os conhecimentos adquiridos fortalecem a busca por processos mais estruturados, padronizados e produtivos, apoiando a melhoria contínua e a evolução das operações da empresa.

Conteúdos para expandir sua visão de mundo

Grandes profissionais não se desenvolvem apenas por meio de cursos. Livros, documentários, filmes e séries também ampliam repertório, estimulam novas formas de pensar e ajudam a compreender melhor comportamento, negócios, inovação e liderança. Selecionamos algumas sugestões que valem o seu tempo:

Abstract: The Art of Design (Netflix)

Uma série documental que explora o processo criativo de alguns dos maiores designers do mundo. Cada episódio mergulha em diferentes áreas do design, mostrando como criatividade, estratégia e inovação caminham juntas.

Por que assistir?

Desenvolve repertório visual, pensamento criativo e percepção sobre construção de valor.

O Jogo da Imitação (Filme)

Baseado na história de Alan Turing, matemático responsável por decifrar códigos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. O filme aborda inovação, resolução de problemas complexos e a importância de desafiar padrões estabelecidos.

Por que assistir?

Inspira pensamento analítico, coragem para inovar e perseverança diante de desafios.

O Fundador (Filme)

Conta a trajetória de Ray Kroc e a expansão do McDonald's, mostrando como visão estratégica, modelo de negócios e execução podem transformar uma pequena operação em uma potência global.

Por que assistir?

Traz reflexões valiosas sobre crescimento, posicionamento de mercado e construção de marca.

O Dilema das Redes (Documentário)

Uma análise dos impactos das redes sociais na sociedade, no comportamento humano e nos processos de tomada de decisão. Um conteúdo essencial para quem trabalha com comunicação, marketing e consumo.

Por que assistir?

Ajuda a compreender melhor o ambiente digital e o comportamento dos consumidores atuais.

Na Kite, acreditamos que conhecimento pode ser adquirido de muitas formas. Reservar algumas horas para conteúdos de qualidade é um investimento que amplia perspectivas, fortalece habilidades e contribui para o crescimento profissional e pessoal.

Nem sempre é possível controlar o ritmo dos dias, mas é possível escolher como cuidar de si durante a jornada.

Respirar, fazer uma pausa, movimentar o corpo, conversar, descansar e pedir apoio quando necessário também fazem parte de uma rotina saudável.

Um lembrete O Projeto VOA para o seu dia

acredita que o bem-estar é um compromisso diário.

Afinal, para voar mais alto, é preciso cuidar de quem faz a jornada acontecer.

CAÇA-PALAVRAS

Turn static files into dynamic content formats.

Create a flipbook
KITE EDITION - ENDOMARKETING by Tecidos Kite - Issuu