

Po RT 2026 Fo IIo II I I
Kelly Ribeiro Simões trabalhos selecionados



Olá,
Sou a Kelly Ribeiro Simões, arquiteta formada pela Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa. Ao longo do meu percurso académico e profissional, desenvolvi uma forte ligação à prática de obra, acompanhando diferentes fases do processo construtivo e colaborando com equipas técnicas.
A experiência em contexto real permitiu-me consolidar competências técnicas e aprofundar o conhecimento de materiais e soluções construtivas. O intercâmbio no Rio de Janeiro contribuiu para alargar a minha perspectiva arquitectónica e reforçar a minha capacidade de adaptação.
Procuro integrar um atelier onde possa iniciar o estágio profissional na Ordem dos Arquitectos, contribuindo com rigor, sentido de responsabilidade e vontade de aprender.
Email: kellysimoes37@gmail.com
Telemóvel: +351 910268349
Educação
Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa | 2018 - 2025
Mestrado Integrado em Arquitetura na Área de Especialização em Interiores e Reabilitação do Edificado
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro | 2023 - 2024
Programa de Intercâmbio em Arquitetura
Línguas
Português (Lingua materna)
Inglês ( Intermédio-alto)
Francês (Intermédio)
Espanhol (Básico)

Software
AutoCAD
ArchiCAD
SketchUP
Rhino
Adobe Photoshop
Adobe Ilustrator
Microsoft Office
Experiência
Eurobetonilhas, Lda | 2018 - Presente
-Acompanhamento de diferentes fases de obra
-Participação em reuniões com empreiteiros e equipas técnicas
-Visitas técnicas a obra
-Apoio à coordenação entre projeto e execução
-Contacto com processos construtivos, materiais e soluções técnicas
Atividades
Complementares
Projecto Morrinho | 2023 - 2024
Apoio a crianças da comunidade Pereira da Silva, no Rio de Janeiro, por meio de atividades educativas
Trienal de Arquitetura de Lisboa | 2023
Lisbon Open House-Acolhimento, Informação ao público e Orientação de visitas







Aterro da Boavista
Cultura e Habitação na Frente Ribeirinha
Reabilitação e Nova Construção | Concurso Saint-Gobain
Aterro da Boavista, Lisboa, Portugal (2022)
O projeto propõe a transformação de um conjunto edificado situado no Aterro da Boavista, na frente ribeirinha de Lisboa. Inserido numa área historicamente ligada ao rio e à atividade industrial, o lote integra atualmente um edifício destinado a serviços municipais, cuja reconfiguração permite introduzir um novo programa cultural e residencial.
A intervenção parte da reabilitação do edifício existente, reconvertendo-o na Lisbon Video Library e na Lisbon Film Commission, dedicadas à preservação, gestão e consulta do património audiovisual da cidade. A proposta reorganiza os espaços interiores e adapta a estrutura às exigências contemporâneas, mantendo a presença urbana do edifício.
Paralelamente, é introduzido um novo edifício residencial de carácter híbrido, combinando habitação privada com uma componente de co-living, complementada por comércio, galerias e ateliers no piso térreo.
A diversidade programática é reforçada pela qualificação do espaço exterior, promovendo permeabilidade e convivência.
A intervenção entende reabilitação e construção nova como partes de uma mesma estratégia, onde cultura e habitação coexistem e contribuem para a regeneração da frente ribeirinha de Lisboa.



Planta da Área de Intervenção ( Aterro da Boavista)
Perfil Transversal A





Planta de Cobertura
Planta | Piso 2
Planta | Piso 1
Planta Piso Térreo




Alçado Oeste
Alçado Sul
Corte D Corte E Corte F
Corte G




Planta de Cobertura
Planta | Piso 8- Terraço
Planta | Piso 7- Habitação



Alçado Este
Alçado Sul





Planta | Piso 2-7 - Habitação
Planta | Piso Térreo - Comércio
Planta | Piso -1





Corte B Corte C



Maquete do Projeto


Laboratório a Céu Aberto
Paisagem com infraestrutura Viva
Reabilitação Paisagística do Campus da PUC-Rio Gávea, Rio de Janeiro, Brasil (2023)
O Laboratório a Céu Aberto propõe a transformação do campus da PUC-Rio num ecossistema ativo de aprendizagem e convivência. Num contexto tropical marcado pela presença dominante de estacionamento e superfícies impermeáveis, a intervenção parte de um princípio claro: devolver o espaço às pessoas.
Ao retirar o automóvel do interior do campus e reorganizar a mobilidade, o projeto liberta o solo para a criação de uma infraestrutura verde contínua, estruturada pelo rio e por percursos pedonais sombreados.
A paisagem deixa de ser cenário e assume-se como agente climático, social e pedagógico, um território vivo de permanência, interação e experimentação.
*Projeto finalista em concurso institucional para possível implementação.











Planta de Vias e Limites
Diagrama Solar
Corte AA | Antes da Intervenção
Corte BB | Antes da Intervenção




Situação Existente | Caminhos
Participação da Comunidade | Urbanismo Tático
Apropriação | Intervenção







Colagem | Urbanismo Tático
Colagem | Urbanismo Tático
Planta | Corte
Planta | Corte
Planta | Corte

Social/Estudo
Contemplação
Interativo
Espiritual/Emocional



Isométrica do Projeto

Vistas da Intervençõo







(Dypsis lutescens) Palmeira Areca-Bambu
(Artocarpus heterophyllus) Jaqueira
(Mangifera indica) Mangueira
(Syzygium cumini) Jamelão
((Dendrocalamus giganteus) Bambu-Gigante
(Bambusa vulgaris) Bambu-Açu

03

RE(habitar) a cidade
Património como Continuidade Viva

Reabilitação do Edifício Histórico na Praça do Giraldo Évora, Portugal (2024)
O projeto Re(habitar) a Cidade propõe a intervenção num edifício com origens no século XIV, implantado na emblemática Praça do Giraldo, em Évora. Integrado num contexto urbano de elevado valor patrimonial, o edifício assume especial relevância pela preservação das suas fachadas históricas, que constituem memória construída e parte integrante da identidade da praça.
Apesar da sua permanência ao longo dos séculos, os interiores revelam-se desprogramados e desajustados às dinâmicas contemporâneas, não respondendo às necessidades e formas de habitar do século XXI.
A proposta parte de um equilíbrio entre conservação e transformação: preservar a expressão exterior enquanto se reconfigura o interior, introduzindo novos usos, novas circulações e uma organização espacial capaz de reativar o edifício e reintegrá-lo na vida urbana atual. A intervenção procura ainda diluir o limite entre praça e edifício, trazendo a convivência e a vitalidade do espaço público para o interior.
Reabilitar, neste contexto, não é apenas conservar, é permitir que a memória continue a ser habitada, assegurando a continuidade histórica através da adaptação consciente ao presente.



Mapa de Évora | Enquadramento Territorial
Centro Histórico de Évora | Edifício em Estudo




Planta Da Praça do Giraldo
Perfil Urbano AA´
Perfil Urbano BB´
Perspetiva Desenhada da Praça do Giraldo






Planta de Cobertura
Planta | Piso 3
Planta | Piso 2

LEGENDA DE COMPARTIMENTOS
Fogo A - T2 (74.57 m²)
A.1. Quarto 1 (12.95 m²)
A.2. Instalações sanitárias 1 (4.43 m²)
A.3. Quarto 2 (12.48 m²)
A.4. Instalações sanitárias 2 (6.62 m²)
A.5. Área de circulação (2.74 m²)
A.6. Cozinha e Sala de estar (30.57 m²)
A.7. Varanda (4.18 m²)
Fogo B - T1 (54,43 m²)
B.1. Quarto 1 (16.50 m²)
B.2. Cozinha e sala de estar (26.37 m²)
B.3. Lavandaria (1.94 m²)
B.4. Instalações sanitárias (6.22 m²)
B.5. Varanda (3.40 m²)
Fogo C T2 (76.13 m²)
C.1. Quarto 1 (17.83 m²)
C.2. Instalações sanitárias 1 (5.12 m²)
C.3. Instalações sanitárias 2 (5.00 m²)
C.4. Quarto 2 (13.25 m²)
C.5. Área de circulação (5.51 m²)
C.6. Cozinha e sala de estar (29.42 m²)
Fogo D T2 (70.15 m2):
D.1. Quarto 1 (13.32 m²)
D.2. Instalações sanitárias (3.94 m²)
D.3. Lavandaria (1.92 m²)
D.4. Quarto 2 (17.27 m²)
D.5. Área de circulação (4.7 m²)
D.6. Cozinha e sala de estar (29 m²)
Fogo E T3 (83.95 m²)
E.1. Quarto 1 (14.20 m²)
E.2.Instalações sanitárias 1 (3.78m²)
E.3.Instalações sanitárias 2 (3.77m²)
E.4.Lavandaria (2.19 m²)
E.5. Quarto 2 (12.92 m²)
E.6. Área de circulação (1.92 m²)
E.7. Cozinha e sala de estar (27.62 m²)
E.8. Quarto 3 (13.54 m²)
E.9. Varanda (4.01 m²)
Espaço comercial Farmácia (147.05 m²)
F.1. Armazenamento de medicamentos (17.5 m²)
F.2. Instalações Sanitárias (3.08 m²)
F.3. Gabinete de apoio ao doente (6.7 m²)
F.4. Copa (5.92 m²)
F.5. Corredor de circulação (5.25 m²)
F.6. Corredor de circulação (13.22 m²)
F.7. Área de atendimento ao público (30.2 m²)
F.8. Gabinete/sala de arquivo (11.81 m²)
F.9. Corredor de circulação (12.47 m²)
F.10. Apoio ao armazém (40.63 m²)
Cobertura (77.67 m²)
G.1. Zona de Deck e Piscina (36.90 m²)
G.2. Solário e Zona de estar (40.77 m²)
Zonas Comuns - (166.66 m²)
Z.C.1. Espaço de trabalho (41.5 m²)
Z.C.2. Sala comum (55.51 m²)
Z.C.3. Corredor de circulação (15.78 m²)
Z.C.4. Instalações Sanitárias (2.97 m²)
Z.C.5. Arrumos(10. 67 m²)
Z.C.6. Zona técnica(4.33 m²)
Z.C.7. Espaço de mobilidade/bicicletas(27.45 m²)
Z.C.8. Entrada/ Ponto de bicicletas (17.45 m²)
Saguões (74.68 m²)
S.1. (43 m²)
S.2. (31.68 m²)


Planta | Piso 1
Planta | Piso Térreo
Planta | Piso -1





Corte Transversal A
Corte Transversal B
Corte Transversal C
Corte Transversal D


Corte Longitudinal E
Corte Transversal F
Corte Transversal G

01 | Planta Piso Térreo
01 | Planta Piso 1

Ampliação 01 | Corte E



Ampliação 01 | Corte A
Ampliação
Ampliação



Ampliação 02 | Planta Piso Térreo
Ampliação 02 | Planta Piso 1
Ampliação 02 | Corte C
Ampliação 02 | Corte E
Ampliação 03 | Planta Piso Térreo

03 | Corte E
Ampliação 03 | Planta Piso 1
03 | Corte D


Ampliação
Ampliação
DC1 | Light Steel Frame
1. Acabamento Exterior
2. Rede de Fibra de Vidro
3. Isolamento Rigido
4. OSB
5. Placa de Gesso Cartonado 2X
6. Lã de Rocha 2x
7. Perfil C150
DC2 | Canteiro
1. Guarda corpos em vidro com fixação lateral
2. Capeamento em pedra natural com pingadeira assente em argamssa de assentamento
3. Geotêxtil filtrante
4. Geotêxtil de proteção da impermeabilização
5. Membrana impermeabilizante betuminosa
6. Camada de regularização em argamassa
7. Substrato Vegetal
8. Camada drenante em brita lavada
9. Estrutura em betão armado
DC3| Cobertura
1. Contra-ripas de madeira tratada (câmara de ar ventilada)
2. Painel de suporte OSB
3. Barrote/viga de madeira
4. Telha cerâmica tipo lusa
5. Ripas de madeira para suporte da telha
6. Membrana de subcobertura impermiável e transpirável
7. Isolamento rigido
8. Parede de alvenaria de pedra
DC4 | Escada
1. Longarina metálica lateral
2. Degrau em chapa de aço soldado
3. Betão aramado com malha electrosoldada pigmentado e com acabamento afagado
4. Chumbador metálico em aço galvanizado Ø16 mm
5. Chapa metálicaa



