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Festival de Observação de Aves & Atividades de Natureza em Sagres
Água estará em destaque na Feira Nacional de Agricultura Fim de Semana Gastronómico destaca cozido à Terras de Bouro
Caldas da Rainha será o palco do maior debate nacional sobre turismo interno Marca Serra da Estrela vai promover território de forma organizada
Gastronomia Tradicional é o tema do Prémio Literário Pedro da Fonseca Índio Rei Encruzado Dão DOP Grande Reserva 2017 recebeu medalha de Ouro
Chegou o novo Quinta das Marias Dão DOC Tinto SEM 2018 Vital e Uva Cão são oficialmente os progenitores da casta Sercialinho Comissão vitivinícola quer vinhos do Algarve nos restaurantes da região
Cronicas Rurais: Um dia no monte II - Pastor por um dia
Ficha técnica Ano XV | N.º 358 Periodicidade: Quinzenal Director: José Luís Araújo (CP n.º 7515) E-mail: jla.viseu@gmail.com | 968 044 320 Editor: Classe Média C. S. Unipessoal, Lda Sede: Lourosa de Cima - 3500-891 Viseu Redacção: Luís Pacheco Opinião: Paulo Barracosa | Rita Barata | Catarina Simões Departamento Comercial: Beatriz Fonte Sede de Redacção: Lourosa de Cima 3500-891 Viseu | Telefone: 232 436 400 E-mail Geral: gazetarural@gmail.com Web: www.gazetarural.com ICS: Inscrição nº 124546 Propriedade: Classe Média - Comunicação e Serviços, Unip. Lda Administrador: José Luís Araújo Sede: Lourosa de Cima - 3500-891 Viseu Capital Social: 5000 Euros CRC Viseu Registo nº 5471 | NIF 507 021 339 Detentor de 100% do Capital Social: José Luís Araújo Dep. Legal N.º 215914/04 Execução Gráfica: Novelgráfica R. Cap. Salomão, 121 - Viseu | Tel. 232 411 299 Estatuto Editorial: http://gazetarural.com/ estatutoeditorial/ Tiragem Média Mensal: 2000 exemplares Nota: Os textos de opinião publicados são da 4 www.gazetarural.com responsabilidade dos seus autores.
Águas termais da região Centro são eficazes no tratamento da rinite crónica Sernancelhe vai ter Centro de Interpretação da Castanha Martaínha
Acesso à Montanha do Pico com novas regras a partir de Abril
UPL promete revolucionar a agricultura em Portugal Florestas estão a perder capacidade de retirar dióxido de carbono da atmosfera Semana do Mar 2020 com cartaz muito atrativo
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Em Vila do Bispo de 2 a 5 de Outubro
Festival oferece oportunidades únicas aos amantes da natureza A
décima primeira edição do Festival de Observação de Aves & Atividades de Natureza vai ter lugar de 2 a 5 de Outubro, altura em que os amantes da natureza rumam novamente a sul para dedicar quatro dias à Natureza. O festival, organizado pela Câmara de Vila do Bispo em parceria com a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) e a Associação Almargem, vai, mais uma vez, oferecer um rol de oportunidades para os amantes da natureza descobrirem que o Algarve é muito mais do que praia. Cada edição do Festival é única, mas as atividades de observação de aves, as caminhadas e as palestras fazem sempre parte do programa. Paralelamente, haverá também muitas iniciativas para as famílias, desde passeios para observar baleias e golfinhos até jogos e sessões de anilhagem. Em Outubro, milhares de aves sobrevoam a zona de Sagres, a caminho dos seus territórios de invernada em África. Este é, sem dúvida, um dos principais atrativos deste evento, mas o convívio e a diversidade de atividades são também mais do que razões para centenas de pessoas regressarem ano após ano. O programa e as inscrições serão anunciados em Agosto.
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Indigo Work: uma empresa de prestação de serviços agrícolas A Indigo Work é uma empresa de prestação de serviços agrícolas, sedeada em Viseu, com o objectivo de responder às solicitações do sector. A empresa dispõe de mão de obra qualificada para os diferentes trabalhos agrícolas, como tratamento e protecção de culturas (inclui a pulverização aérea); podas de árvores e de arbustos; transplantação de arroz e desbaste de beterrabas; colheita de produtos agrícolas; exploração de sistemas de rega; manutenção de solos em condições agrícolas e ambientais adequadas; aluguer de máquinas e equipamentos agrícolas com operador, mas também serviços de jardinagem. 6
Telefone: 964 167 119 | 966 026 566 | E-mail: indigowork@gmail.com www.gazetarural.com
Em Santarém, de 6 a 14 de Junho
Água estará em destaque na Feira Nacional de Agricultura A
água é tema central da 57ª Feira Nacional de Agricultura/67ª Feira do Ribatejo, que irá decorrer no Centro Nacional de Exposições, em Santarém, de 6 a 14 de Junho. A importância da água na agricultura é uma evidência, especialmente em Portugal que tem um clima mediterrânico e particularmente sujeito às alterações climáticas que se fazem sentir. A FNA 20 é uma grande oportunidade comercial para os agentes que atuam no mercado, uma forma de reforçar a notoriedade e imagem das empresas e de realizar negócios. A presença no evento é garantia de uma ótima visibilidade como o comprovam os mais de 200.000 visitantes, a visita dos principais responsáveis políticos e a notoriedade mediática que o certame oferece através da presença de vários meios de comunicação social.
Fatores de produção Paralelamente, realce para a presença de empresas que representam outras áreas como agroquímicos, adubos, sementes, rações ou outros alimentos para animais e que encontram na FNA o espaço ideal de promoção dos seus produtos. A Feira Nacional de Agricultura também é um espaço reservado a várias organizações do sector como associações, cooperativas agrícolas, instituições e equipamentos, como é o caso da nave B. Neste espaço, os visitantes também podem conhecer empresas de referência. Salão Prazer de Provar
A Feira Nacional de Agricultura é a grande montra do mercado e representa o que de melhor se produz em Portugal contando com grande adesão dos principais operadores. Na Nave A, no Salão Prazer de Provar, destacam-se os produtos agro-alimentares, Exposição de Maquinaria Agrícola equipamentos, acessórios ou serviços destinados a este mercado com realce para as áreas destinadas aos vencedores dos ConA exposição de maquinaria na Feira Nacional de cursos Nacionais e ao Portugal Sou Eu, iniciativa que tem como Agricultura é um dos principais sectores do evento, objetivo a valorização dos produtos portugueses. que atrai não só os profissionais da área para conheA FNA 20 não esquece as origens e o papel fundamental da cer as novidades, mas também muitos outros visitantradição ribatejana. Por isso, o evento conta com várias ativites impressionados com a dimensão desta exposição dades equestres e taurinas como espetáculos, provas de camque conta com as principais marcas do mercado. pinos, demonstrações de toureio, treinos de forcados, equitaEsta é uma área em que a tecnologia e a inovação esção do trabalho, dressage, concursos de saltos, entre outras. tão sempre presentes e que possibilitará, decerto, inúOs visitantes da Feira Nacional de Agricultura também pomeros contactos e bastantes negócios aos expositores. A dem aproveitar o evento para descontrair assistindo a mozona de Maquinaria Agrícola será um espaço privilegiado mentos tradicionais como as largadas ou usufruindo de uma de promoção e de demonstração para que os interessazona de diversão noturna que contará com vários bares e dos possam observar no terreno as principais caracterísdiscoteca. ticas destes equipamentos. www.gazetarural.com
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Nos dias 20, 21 e 22 de Março, nos restaurantes aderentes
Fim de Semana Gastronómico destaca cozido à Terras de Bouro O
cozido à Terras de Bouro e a deliciosa aletria vão estar em destaque nos restaurantes aderentes aos “Fins de Semana Gastronómicos”, iniciativa conjunta do Turismo do Porto e Norte de Portugal e dos municípios que promovem a região através da gastronomia. A edição deste ano decorrerá em Terras de Bouro nos dias 20, 21 e 22 de Março e elevará, certamente, a importância da promoção deste concelho e das suas potencialidades gastronómicas. Os restaurantes aderentes à iniciativa estão disponíveis na página eletrónica do Município de Terras de Bouro. As características naturais, patrimoniais e culturais do concelho, que são um fator decisivo para a forte procura turística que se regista, representam, a par da rica oferta gastronómica, elementos fundamentais na afirmação de Terras de Bouro enquanto destino de excelência na oferta do turismo de natureza, complementada com a diversidade e confeção das iguarias locais, nomeadamente, o cozido à Terras de Bouro e a deliciosa aletria.
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VII Fórum Vê Portugal vai decorrer de 4 a 7 de Maio
Caldas da Rainha vai ser o palco do maior debate nacional sobre turismo interno A
Oeste tem um conjunto de elementos icónicos e cidade das Caldas da Rainha vai acolher, de 4 a 7 de Maio, a um posicionamento estratégico decisivo. As Caldas sétima edição do Fórum de Turismo Interno “Vê Portugal”. Esta da Rainha, terra de água e de artes, é um destino é uma iniciativa emblemática do Turismo Centro de Portugal, que com muitos espaços criativos para visitar. Além distodos os anos junta especialistas nacionais e internacionais para so, reúne todos os requisitos para receber um fóuma discussão alargada sobre os desafios colocados pelo turismo rum com estas características e oferecer as melhointerno. As Caldas da Rainha sucedem a Viseu, Aveiro, Coimbra, Leires condições para que todas as iniciativas tenham ria, Guarda e Castelo Branco, as cidades que acolheram as edições sucesso e qualidade”, considerou. anteriores, sempre com grande sucesso. A grande novidade da edição deste ano, que terá A apresentação do evento aconteceu na Galeria do Edifício do lugar no Centro Cultural e de Congressos das Caldas Turismo das Caldas da Rainha, com a participação de Pedro Mada Rainha, é o aumento da duração do Fórum Vê Porchado, presidente do Turismo Centro de Portugal, de Tinta Ferreitugal, que passa de dois para quatro dias. Este prograra, presidente da Câmara Municipal caldense, e de Hugo Oliveira, ma alargado deve-se à realização de uma bolsa de convereador com o pelouro do Turismo da mesma autarquia. tactos “One-To-One Meetings” e de uma visita guiada Na ocasião, Pedro Machado destacou a importância da realiao território. zação deste fórum, em especial face à situação delicada que o O primeiro dia do encontro, o dia 4, será ocupado, país atravessa neste momento, devido à ameaça do Covid-19. precisamente, pela bolsa de contactos. Esta destina-se “Todos esperamos que em Maio se esteja perante um cenário a operadores turísticos nacionais, empresários do setor normal de retoma da atividade turística. O Fórum Vê Portugal da hotelaria e turismo, líderes de opinião e outros profisquer ser um sinal de esperança, num momento difícil para o sionais da atividade turística. O objetivo é incentivar os país e para este setor. Esta região está habituada à adversicontactos de negócios entre os participantes, promover dade e acreditamos que este evento, o maior que se realiza em Portugal sobre o mercado interno de turismo, representa internamente o Centro de Portugal enquanto destino privilegiado de produtos turísticos diferenciados e reforçar a um sinal positivo que vai assinalar essa retoma da atividade importância do turismo interno no setor turístico em Pornormal. Queremos um Centro de Portugal mais forte, mais tugal. robusto, mais competitivo, com resultados melhores de ano Os dias 5 e 6 serão preenchidos por sete painéis com tepara ano”, sublinhou. mas diversos, em que especialistas nacionais e internacioTinta Ferreira, por sua vez, elogiou a escolha das Caldas nais abordarão a situação atual do turismo interno. “Recurda Rainha como palco do encontro de quatro dias. “A região 10
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sos Humanos | Valorização e Capacitação dos Recursos Humanos”, Turismo do Centro volta a homenagear persona“Território | Sustentabilidade, Alterações Climáticas, Mobilidade, lidades em Jantar de Gala Coesão e Valorização Territorial”, “Estruturação e Qualificação de Produtos”, “Desenvolvimento e Qualificação da Oferta / Agentes Já uma tradição instituída em edições anteriores Turísticos”, “Marketing Digital e Marketing Relacional”, “Internaciodeste fórum, o Jantar de Gala “Vê Portugal” será um nalização e Dinamização Comercial junto dos Mercados Externos” dos momentos altos do programa. Esta é a ocasião e “Investimento | Análise Prospetiva, Monitorização e Inovação e em que o Turismo Centro de Portugal homenageia Networks de Stakeholders e Empreendedorismo” são os sete temas personalidades que se destacaram no setor turístico em análise. O programa completo pode ser consultado em https:// nacional e regional. turismodocentro.pt/ve-portugal-2020/ e o filme de apresentação Durante o Jantar de Gala serão também entregues do evento está disponível em https://vimeo.com/396689567. os Prémios de Concurso de Empreendedorismo TurísAna Abrunhosa, ministra da Coesão Territorial, Albert Salman, tico José Manuel Alves, instituídos pelo Turismo Centro presidente da Fundação “Green Destinations”, John T. Bowen, de Portugal e que visam apoiar projetos inovadores no professor da Universidade de Houston, Mieke Broeders, memsetor do Turismo, assim como os Prémios de Teses Acabro da Comissão Executiva da European Network for Accessible démicas, que incidem sobre o Centro de Portugal. Tourism, Marta Poggi, consultora de Turismo Digital, Carlos Melo A participação no Jantar Gala “Vê Portugal”, tal como Brito, vice-reitor para a Investigação na Universidade Portucano Fórum, é gratuita e limitada, com obrigatoriedade de lense Infante D. Henrique, Tiago Phillimore, responsável pelas inscrição e sujeita a confirmação. áreas de eCommerce e Digital da TAP, José Maria Júdice, Industry Manager- Travel da Google, Simon Press, Senior Exhibition Director da WTM London, Roberto Antunes, diretor executivo do NEST - Centro de Inovação do Turismo, Tim Vieira, da Iberia Hospitality Property Fund ou Francisco Calheiros, presidente da CTP – Confederação do Turismo de Portugal são alguns dos oradores já confirmados. No dia 7, os oradores, convidados, jornalistas e operadores turísticos são convidados a integrar uma visita guiada a Caldas da Rainha e à região Oeste. www.gazetarural.com
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Uma iniciativa da CIM Beiras e Serra da Estrela
Marca “Serra da Estrela” vai promover território de forma organizada A
Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de AlgoComunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMdres, Guarda, Gouveia, Manteigas, Meda, Pinhel, -BSE) vai lançar a marca “Serra da Estrela” para promover o Seia, Sabugal e Trancoso) e três do distrito de Casterritório de forma organizada junto dos operadores turísticos. “O telo Branco (Belmonte, Covilhã e Fundão). objetivo é ter a oferta sistematizada e organizada, para podermos Luís Tadeu disse que a marca “Serra da Estrela” promovê-la, para a podermos transportar para junto dos operadoe “todos os elementos que lhe estão associados” res turísticos para capitalizarmos a vinda de mais turistas, de mais serão “bandeira obrigatória na promoção de todos público, para estes territórios, sob esse chapéu da marca `Serra da os eventos, em articulação com todos os agentes Estrela`”, adiantou o presidente da CIM-BSE, Luís Tadeu. ligados à área do turismo, para a promoção do terSegundo o autarca, a marca “Serra da Estrela” foi apresentada ritório e dos eventos que ele encerra e das riquezas em Lisboa, numa sessão que contou com a presença da ministra próprias”. da Coesão territorial, Ana Abrunhosa, entre outros responsáveis. A CIM-BSE refere em comunicado que a marca “SerLuís Tadeu referiu que a marca vai passar a ser o “chapéu” de ra da Estrela” tem como objetivo “construir uma idenpromoção turística da CIM-BSE junto dos operadores do setor. “A tidade e linha de comunicação agregadora”, que perComunidade Intermunicipal pretende apresentar, de uma forma mita, ao mesmo tempo, “potenciar a sub-região como organizada e sistematizada, um produto turístico que reúna um um todo e promover o património natural e cultural conjunto diverso de ingredientes, desde o património natural, à único existente, assim como potenciar o crescimento de parte cultural, aos eventos, à gastronomia, enfim, a tudo aquilo fluxos turísticos no país”. “Neste sentido, criou-se uma de muito rico e de muito bom que temos no nosso território identidade simples, atual e dinâmica, que capitaliza diredos 15 municípios, sob a bandeira da marca `Serra da Estrela` tamente os valores e o espírito do território convidando enquanto marca ícone deste território”, referiu. à descoberta deste destino em estado puro, 365 dias por A marca abrange todo o território da CIM-BSE e “será trabalhada como chapéu de todo o conjunto de ações e de iniano - 366, se o ano for bissexto”, explica. A marca “Serra da Estrela” está enquadrada no Projeto ciativas que vão decorrer e já decorrem”. “É uma forma de “Produtos Turísticos Integrados”, cofinanciado pelo Portuorganizadamente fazermos a promoção de todos esses evengal 2020, Centro 2020 e União Europeia através do Fundo tos e ao promovermos os eventos estamos a promover, obEuropeu de Desenvolvimento Regional. viamente, o território”, sublinhou. A CIM-BSE, com sede na Guarda, é constituída por 15 municípios: 12 do distrito da Guarda (Almeida, Celorico da 12
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Alargado prazo do concurso até 31 de Março
Gastronomia Tradicional é tema do Prémio Literário Pedro da Fonseca em Proença-a-Nova O
prazo de entrega de trabalhos da terceira edição do Prémio Literário Pedro da Fonseca foi alargado até ao próximo dia 31 de Março, mantendo-se, no entanto, a data de anúncio dos vencedores a 13 de Junho, Dia do Município, em Proença-a-Nova. Assim, os textos devem ser enviados para os Paços do Concelho até ao último dia útil do corrente mês, estando o concurso aberto a todos os cidadãos, desde que redigidos em Língua Portuguesa. O regulamento, disponível aqui, define a forma como os trabalhos devem estar identificados e devem ser enviados bem como outros elementos operacionais inerentes ao concurso. Serão escolhidos vencedores nas categorias de prosa e poesia, cada um com prémio pecuniário no valor de 1.500 euros. O palato – Gastronomia Tradicional é a temática deste ano e engloba as tradições e pratos típicos como a tigelada, o plangaio, o maranho, o pão e broa em forno de lenha, os que resultem da matança do porco, o afogado da boda, o cabrito assado, o bolo finto, as broas de mel, a salada de almeirão, as filhós, o queijo de cabra ou outros que derivem dos recursos do território e que nele sejam tradição. Esta escolha, à semelhança dos anteriores, tem como objetivo valorizar 14
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o património material e imaterial do concelho, neste caso concreto, a cultura gastronómica. Iniciado em 2016, deste concurso literário já resultou a edição de dois livros com os textos vencedores. Da primeira edição foram editados os textos de Maria do Rosário Cristóvão, na categoria de conto/prosa com “O Guarda das Janelas Verdes” e de Paulo Renato de Jesus, na categoria de poesia, com “Ondulações sob Eros e Psyche: Estórias de uma mulher entre Zero e Infinito”; e da segunda edição: “Encomendação”, de Lucília Nunes, e “Gente de bem”, de Inês Montenegro, que venceram respetivamente nas categorias de poesia e prosa, e ainda a Menção honrosa atribuída ao conto “Outras Vidas” de Carlos Paixão Lopes.
No concurso Mundus Vini 2020
Índio Rei Encruzado Dão DOP Grande Reserva 2017 recebeu medalha de Ouro O
vinho branco Encruzado Dão DOP Grande Reserva Branco 2017, da gama Índio Rei, da Amora Brava, foi galardoado com a medalha de ouro no Mundus Vini, um dos concursos mais renomados a nível mundial, que decorreu na Alemanha. No mesmo concurso a Amora Brava recebeu também a medalha de Ouro para o Índio Rei Red Label Dão DOP Grande Reserva Tinto 2015. A marca Índio Rei da Amora Brava, a empresa de Susana de Melo Abreu e do enólogo Carlos Silva, tem vindo progressivamente a impor-se num mercado cada vez mais competitivo. A empresa, sedeada em Viseu, tem vindo a apostar cada vez mais nos concursos internacionais. Susana Abreu diz que o Encruzado Dão DOP Grande Reserva Branco 2017 é “o vinho mais exclusivo” da gama, enquanto o tinto de 2015 “é um dos melhores ‘Reserva’ à venda no mercado nacional”. A CEO da Amora Brava destaca também o trabalho de Carlos Silva, enólogo e sócio da Amora Brava, que “não deixa de surpreender”, até porque, no mesmo concurso, outros vinhos com a sua ‘chancela’ trouxeram “seis medalhas de ouro para a região do Dão, uma das quais associada ao título de melhor vinho branco do Dão”. Neste concurso, foram atribuídas três medalhas à Soito Wines; uma medalha à Quinta de Chão de S. Francisco e outra à Julia Kemper Wines, produtores vitivinícolas têm a ‘chancela’ enológica da Carlos Silva Vinhos, empresa de consultoria do enólogo.
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Há várias novidades do produtor de Oliveira do Conde
Chegou o novo Quinta das Marias Dão DOC Tinto SEM 2018 O
Quinta das Marias Dão DOC Tinto SEM 2018 é o mais recente lançamento do produtor de Oliveira do Conde, Carregal do Sal, na região do Dão, num projeto que, segundo Peter Eckert, visa produzir um vinho sem sulfitos adicionados. A Quinta das Marias, que tem, desde 2017, a ‘chancela’ enológica de Luís Lopes, está a fazer novas apostas. Brevemente chegará ao mercado um rosé feito com uvas da casta Alfrocheiro. Luís Lopes diz que “é um vinho fresco, aromático e com pouca cor, fruto de uma prensagem relâmpago, que esperamos seja bem recebido pelos consumidores”. Foram produzidas apenas 1300 garrafas. Mas há também um novo branco Encruzado, da colheita de 2019. “É um grande vinho”, refere Luís Lopes, que se mostra “satisfeito”, com o produto final. “É um vinho fresco, com boa acidez, com a mesma intensidade de sabor que o 2018, mas é mais aromático”, diz o enólogo, confiante que “os consumidores irão gostar ainda mais que o do ano passado”. Luís Lopes está na Quinta das Marias desde Agosto de 2018 e o seu primeiro trabalho neste produtor foi “fazer o lote dos vinhos de 2017”, dos quais o Cuvée TT e o Alfrocheiro já estão engarrafados e à venda. “O Touriga Nacional 2017 foi a minha seleção das melhores barricas que havia na adega e em Maio de 2019 fiz o lote final”, diz o enólogo. São quatro mil garrafas que chegaram brevemente ao mercado. Mas uma das novidades mais ‘aclamada’s no início de 2020 da Quinta das Marias é o novo Barcelo 2018, “um vinho surpreende, com um aroma complexo, consistentemente seco no palato e moderadamente pesado”, como o definiu o site https:// bellevue.nzz.ch. “Tem um teor alcoólico moderado de 12,5%, muito fresco, elegante, bem estruturado e termina com um final longo e mineral”, acrescenta a publicação, salientando ser uma “raridade promissora”, das quais existem apenas 260 garrafas. Barcelo 2018 resultou de uma fermentação espontânea com leveduras silvestres, envelhecido em barril usado e engarrafado sem filtragem. 16
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Inspirado nas heranças do Dão
Sogrape lançou novo Quinta dos Carvalhais Branco Especial T
odo o esplendor da região do Dão e o seu enorme potencial para vinhos brancos de guarda é revelado no novo lote de Quinta dos Carvalhais Branco Especial. Um vinho que exalta os padrões de qualidade das vinhas da Sogrape na região, num blend elegante, difícil de esquecer. Este vinho traz consigo uma extraordinária herança do Dão, onde o estágio de vinhos brancos se fazia por longos períodos, em velhos toneis de carvalho, atravessando várias condições ambientais ao longo do ano e confirmando a excelência da região na produção de vinhos brancos. Na sua quarta edição, Quinta dos Carvalhais Branco Especial reúne uma combinação de 45% Encruzado, 28% Gouveio, 13% Semillon e 14% de outras castas igualmente típicas da região, resultando num vinho denso e austero, que se apresenta na boca com uma grande amplitude aromática. A acidez é muito viva e está muito bem equilibrada com a riqueza de aromas terciários e com as notas de carvalho conferidas pelos anos de vida em barrica. Sem dúvida, um lote que faz jus aos seus antecessores! A enóloga responsável pelos vinhos da marca apresenta este Branco Especial como mais um “grande branco da Quinta dos Carvalhais”. Para Beatriz Cabral de Almeida, “esta é mais uma prova do compromisso que assumimos de explorar o máximo potencial de um terroir de excelência. Além disso, é extraordinário poder acompanhar e observar a evolução dos nossos brancos, que nos dá a conhecer vinhos cheios de frescura e com acidez muito marcante”. O lote que está na base deste Branco Especial reúne a complexidade climatérica das oito colheitas de que é composto e o resultado é entusiasmante. É um vinho com um volume extraordinário e um final de boca fresco, elegante e harmonioso. “É muitíssimo gastronómico e versátil. Difícil de esquecer!”, conclui Beatriz Cabral de Almeida. Com um novo rótulo que expressa ainda mais a alma de Quinta dos Carvalhais, Branco Especial é um vinho com uma média de sete anos e com um enorme potencial de guarda, conferido pelo longo estágio em barricas de carvalho francês e pelas castas que compõem o lote. Foram produzidas apenas 175 garrafas, que já estão no mercado. 18
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Sogrape revela progenitores da rara casta portuguesa
Vital e Uva Cão são oficialmente os progenitores da casta Sercialinho A
quando do lançamento de Série Ímpar Sere Alvarinho não eram os progenitores de Sercialinho, como historicacialinho 2017, uma das mais recentes nomente se assumia. vidades da Sogrape, o mistério quanto à origem Junto dos principais centros de investigação em genética da videira desta rara casta portuguesa instalou-se. Após váem Portugal (BIOCANT, INIAV, PORVID) e na Alemanha (JKI), identifirios contactos com as principais instituições naciocou-se o Vital como um dos progenitores, mantendo-se o outro desnais e internacionais dedicadas à genética das casconhecido. Recentemente, um estudo luso-espanhol publicado em tas, a resposta acaba de chegar: Vital e Uva Cão são revista científica de renome confirmou a identidade do segundo prooficialmente os progenitores da casta Sercialinho. genitor: Uva Cão. Esta inesperada descoberta revelou, ainda, uma No universo do vinho, escreve-se história não só irmã do Sercialinho – a Malvasia de São Jorge, também conhecida a cada nova colheita lançada ou quando um novo por Malvasia na região da Madeira. vinho ou uma nova marca é apresentada. O vasto A título de curiosidade, e porque o conhecimento não ocupa esmundo das castas de uva esconde, por si só, inúmepaço, sabe-se que o Vital é também conhecido em algumas regiões ros mistérios e histórias por revelar. por: Boal Bonifácio, Malvasia Corada e Cagado dos Pardais. Já a No final de 2019, o lançamento de Série Ímpar – o Uva Cão é, em alguns casos, designada como Cachorrinho e Canovo projeto da Sogrape que promove a criação de sarinho. Apesar da sua invulgaridade apelar aos sentidos da imavinhos de inspiração, originais, especiais e únicos – ginação, nenhum destes sinónimos é reconhecido oficialmente. trouxe consigo um Sercialinho 2017. A chegada deste Numa Sogrape contadora de histórias e ávida por conhecimenbranco da Bairrada ficou marcada por conversas e conto, estas descobertas dos seus parceiros científicos vêm confirjeturas acerca dos progenitores desta casta portuguesa, mar a autenticidade, a origem e a identidade dos seus vinhos, rara, mas de enorme potencial. baseados no património botânico e cultural conservado em A Sogrape tem promovido, em colaboração com parPortugal. ceiros nacionais e internacionais, a conservação da diversidade das castas portuguesas. Por isso, o seu depar tamento de I&D está a organizar a informação existente sobre as suas genealogias. Ainda antes do lançamento do vinho, já tinha sido confirmado através do ADN que Sercial
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A marca líder da região do Dão
Cabriz associa-se a eventos culturais e quer simplificar o consumo de vinho C
abriz, a marca líder de vinhos da região do Dão, está a associar-se a eventos culturais com tradição e prestígio no país, ou em circuitos mais alternativos, para simplificar o consumo de vinho e assim aumentar o número de consumidores junto de novos públicos. Estas são duas das principais metas a atingir com esta nova estratégia. “Pretendemos descomplicar o consumo de vinhos, amplificar os momentos bons da vida e interagir diretamente com os consumidores, num conceito de proximidade e capaz de criar uma relação emocional mais próxima”, considera a equipa de marketing de Cabriz. “Acreditamos que as relações afetivas são as que mais perduram no tempo e aquelas que podem ser um fator decisivo na hora do consumidor escolher o que vai beber”, salientam. A conquista de públicos que tradicionalmente não consomem vinho é outro dos propósitos da estratégia. Os denominados millenalls, um público mais informado, urbano, e predisposto a experiências novas, únicas e exclusivas. “Um público mais apto a consumir outro tipo de bebidas e nós queremos chamar esses consumidores para o mundo do vinho, partilhando valores de sociabilidade, simplicidade, autenticidade e convívio que estão associados a Cabriz”, consideram ainda os responsáveis pelo marketing da empresa. Recentemente, Cabriz esteve presente na exposição ‘ARMosphere 3.0.’, no espaço do ‘Colectivo 284’, em Lisboa, numa mostra de graffiti e arte urbana, e promoveu, no Porto, um concerto intimista com o cantor, autor e violinista brasileiro Cauê Nardi. Já no Verão, a marca esteve presente com um espaço próprio no mais antigo festival de música da Península Ibérica, o ‘EDP Vilar de Mouros’. 20
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Apesar de escoar cerca de 80% da produção
Comissão Vitivinícola quer mais vinhos do Algarve nos restaurantes da região A
Comissão Vitivinícola do Algarve (CVA) quer promover uma maior A questão do preço dos vinhos algarvios, em presença dos vinhos algarvios nas cartas dos restaurantes e horelação a outros de outras regiões, chegou a ser téis da região, onde a produção tem aumentado nos últimos anos. apontada como um dos entraves à sua comerciaÀ margem da sessão de apresentação da nova imagem da marca lização, mas é uma situação que “já não se coloVinhos do Algarve, que decorreu em Portimão, a presidente da CVA ca”, sublinhou Sara Silva, notando que “há vinhos afirmou que o objetivo da estratégia de comunicação agora lançada é com preços acessíveis e com boa qualidade”. “ultrapassar a ideia que muitas pessoas ainda têm de que não há viA estratégia de promoção envolve ações diriginho na região”. Sara Silva diz que “há vinho de qualidade no Algarve”, das ao mercado do turismo, nacional e internaciomas é importante “criar momentos de contacto” entre produtores e nal, em parceria com a Região do Turismo do Algarempresários do setor da restauração e da hotelaria. ve, nomeadamente, em feiras, postos de turismo e A promoção dos vinhos algarvios conta com um investimento no aeroporto de Faro. “Há que aproveitar o facto de reforçado de cerca de 120 mil euros para os próximos dois anos, estarmos na região de excelência do turismo no país embora, nos últimos anos, mesmo com “um orçamento reduzido” e os milhões de turistas, ao longo e todo o ano, para tenham sido feitas ações de promoção em feiras internacionais. promover os produtos e oferecer e até uma oferta na No entanto, frisou Sara Silva, a atual aposta da direção é o “merárea do enoturismo”, concluiu. cado regional”, já que o volume de produção não permite, por enquanto, uma quantidade suficiente “para exportação”. Produtores de vinho no Algarve triplicam A dirigente justificou a aposta com o “enorme potencial” de e relançam setor refreado pelo turismo escoamento da produção através da hotelaria da região, solução que começou a ser explorada por alguns produtores e a comisA produção de vinhos algarvios já ultrapassa um misão. O objetivo, realçou, é ajudar “a criar momentos de contaclhão de garrafas e numa década o número de produtoto” e potenciais negócios entre “quem produz e o canal HoReCa res triplicou, após o abandono quase total das vinhas na [hotéis, restaurantes e cafés]”. região devido ao ‘boom’ turístico a partir da década de Sara Silva admitiu que a oferta turística regional “ainda não 1970. aderiu aos vinhos algarvios” e a quem a CVA pretende mostrar Há dois anos foi atingido um marco no crescimento na que “há uma aposta na qualidade” e que os vinhos “devem ser produção, quando foi ultrapassada a barreira de um miapresentados e consumidos” na hotelaria e restauração da relhão de selos”, revelou a presidente da Comissão Vitivinígião. “Sentimos essa falha, ainda não conseguimos chegar a cola do Algarve (CVA), Sara Silva, acrescentando que o nútodo o lado. Tem sido feito um trabalho notório no reconhemero de produtores triplicou de 16, em 2010, para 45, no cimento dos vinhos do Algarve, mas ainda há um caminho a ano passado. Contudo, de acordo com aquela responsável, percorrer na valorização dessa qualidade e da variedade dos apenas “30 e poucos estão a colocar produto no mercado produtos”, destacou. ativamente”, sendo que os outros aguardam para lançar o 22
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produto “ainda este ano”, o que faz com que do país onde se formularam os processos legais e os procedimentos que seja expectável um “aumento de referências no estiveram na base da criação das muitas adegas que se lhe seguiram. mercado” em 2020, sublinhou. Lamentando não ser possível aferir dados fiáveis de vendas reais dos Os Vinhos do Algarve têm registado um auvinhos algarvios, a presidente da CVA adiantou que na campanha de mento de produção, contando atualmente com 2018 foi atingido o recorde de “um milhão e 400 mil selos”, divididos cerca de 300 referências, nas várias marcas da repelas cerca de “300 referências das várias marcas da região”. Em 2019 gião, sendo que a campanha 2018/2019 totalizou foram vendidas menos 100 mil garrafas, no que Sara Silva classificou mais de 1,3 milhões de garrafas. como “variações normais”, já que há anos em que os produtores lanNo Algarve há atualmente 1.500 hectares de çam “mais vinhos de reserva ou lotes especiais”. vinha cultivada, mas “apenas 800 são controlados No último ano, a CVA efetuou um controlo “muito intenso” ao pela comissão e inscritos para a produção de vinho cadastro dos viticultores, para que se tenha uma “noção real” dos de indicação geográfica e denominação de origem hectares de vinha existentes na região e seja possível “garantir a Algarve”, havendo ainda uma parte da vinha que proveniência das uvas”, que é a “essência” de todo o processo de “não é canalizada para a produção de vinho de quacertificação, realçou. “Temos uma aposta na certificação dos nossos lidade”, informou. No entanto, há uma previsão de produtos de qualidade, que passa por técnicos formados, por um crescimento, já que existem “vários projetos” para rigor na análise em todos os momentos, desde a vinha até à colonovas plantações, “seja de produtores já inscritos na cação do selo e no controlo do mercado”, afirmou, reforçando que CVA” ou de potenciais novos produtores, sendo que assim “se garante ao consumidor” que o produto tem “garantia de em 2019 houve pedidos para um aumento de cerca qualidade”. 150 hectares para novas plantações para produção de As vendas dos vinhos algarvios “têm crescido” na restauração, vinho certificado. acima de tudo no Algarve, região para onde é escoada 80% da O crescimento do número de produtores e da área produção, já que a produção “não permite muito mais”. Segundo de vinha cultivada dá-se após um período de declínio Sara Silva, apenas 10% da produção é exportada, através de condo setor, sobretudo no litoral, onde, a partir 1970 as vitactos diretos, uma vez que 40% dos produtores são estrangeinhas foram sendo substituídas por campos de golfe e ros, o que “facilita a venda no mercado europeu”. empreendimentos. A região demarcada do Algarve data de 1980, existindo quaA adega cooperativa de Lagoa, por exemplo, chegou a tro regiões que produzem vinho com Denominação de Origem: produzir por ano quase quatro milhões de litros de vinho, Lagoa, Lagos, Portimão e Tavira. sendo que era o vinho desta zona do Algarve que abastecia os militares que lutavam nas ex-colónias portuguesas em África. Formada por agremiação de agricultores locais em 1944 e oficialmente declarada em 1951, foi a primeira www.gazetarural.com
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Flashes Vinhos do Dão e Bairrada juntos na Quinta das Lágrimas
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s vinhos do Dão e da Bairrada estiveram ‘juntos’ numa mostra de vinhos que decorreu na Quinta das Lágrimas, numa iniciativa dos alunos da Escola Superior de Hotelaria de Coimbra.
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Crónicas Rurais II
Um dia no monte: Pastor por um dia Por Júlio Sá Rêgo “Minha alma é como um pastor, Conhece o vento e o sol E anda pela mão das Estações A seguir e a olhar”. (Alberto Caeiro, 1925, poema I)
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enetrei o monte sem saber o que me esperava. De pastorícia não e, quando muito, intervínhamos para guiar os conhecia nada além do imaginário construído pelos contos da mianimais aos pontos de água. Como os humanha infância. Desenhava-me o pastor a conduzir o rebanho para o cimo nos, naturalmente, as cabras se desidratam duda serra de manhã cedo, ao crepúsculo, sempre à frente com seu cajado rante o percurso e é necessário dessedentá-las e acompanhado de seu fiel cão. Atrás, calmamente, seguiriam as cabras para que continuem a alimentar-se. ao ritmo dos chocalhos e da flauta do pastor. “Uma vida tão bonita, que Esta serra do Alvão é rica em água e o Pastor até os santos gostavam dela e os poetas antigos a cantavam! […] O céu tinha também o privilégio de desfrutar de água por cima, o ar livre, o nascer do Sol visto lá do alto... À noite, as estresempre gelada nas abundantes nascentes que las...” (Ferreira de Castro, A Lã e a Neve, 1947). jaziam. Eu, enquanto isso, teimava em carregar A realidade encontrada nessa serra do Alvão, porém, era outra. A minhas garrafinhas de água já morna e esquivavaharmonia entre o pastor, os cães, as cabras e a paisagem até lá esta-me de beber na ‘fonte’ a cada nova paragem, até vam; a beleza dos montes ondulados a perder de vista também se minha água acabar. Com sede e receoso, cedi ao dizia presente; mas os versos dos poetas ofuscados pelo bucolismo convite de compartilhar a nascente. esqueciam que a pastorícia era mais um trabalho, como um outro Inexperiente e desajeitado, precipitei meu rosto qualquer. na poça de água cristalina para me refrescar um Saímos do curral às 10 horas da manhã. O sol, apesar de forte, pouco e limpar o suor que escorria pelas sobrancevia-se amenizado por uma brisa que vinha do Oeste. Armado de um lhas, contaminando, por inadvertência, a água que bastão de caminhada emprestado pelo Pastor, tentava arduamente íamos beber. Muito diplomático, e provavelmente segui-lo pelo monte sem demonstrar receio quanto à minha capaespantado pela minha falta de bom senso, o Pastor cidade de terminar nossa jornada laboral. A temperatura amena simplesmente comentou: “agora há de esperar um daquela serra autorizava um longo e contínuo percurso até o pôr pouco antes de beber!”. A água da fonte era de fato do sol, às 21 horas. saborosa e de ali em diante passei a beber nas nascenAs cabras Bravias pareciam perfeitamente adequadas àquela tes com ele. paisagem. Pequenas e robustas, elas saltavam felizes de buraco O pastoreio de percurso praticado no Alvão é peculiar em pedra, a cumprir metodicamente o percurso planeado, ena esta região. À medida que visitava diferentes serras, quadradas por três cães. Dantes os cães que por ali se via eram apercebia-me que não havia um único padrão e que o ‘vira-latas’ quaisquer. Hoje, o Pastor podia contar com o serviço percurso dependia intrinsecamente do clima, da paisainfalível de cães pastores de raça Castro Laboreiro, introduzigem, da localização dos alimentos, mas também refletia dos por uma associação de conservação do lobo ibérico há uns diferenças geracionais entre pastores tradicionais e noquinze anos para melhorar a proteção aos rebanhos e erradivos pastores. car o abate retaliativo de lobos. Na serra da Peneda, por exemplo, tive a ocasião de Os três Castros Laboreiros ordenavam orgulhosamente o reobservar um maneio diferenciado. As cabras cruzavam o banho, a fêmea na frente, o macho de mais idade nas laterais cimo da montanha sozinhas, acompanhadas apenas de e o macho jovem atrás. É certo que a fêmea e o macho idodois cães de guarda. Elas eram geolocalizadas em tempo so abandonaram por vezes o ofício para estar connosco em real e o pastor monitorava o progresso do percurso diretabusca de descanso e lanche, mas sem jamais perder de vista mente no seu telemóvel. Quando estas chegavam ao outro o rebanho. O jovem macho, por sua vez, não deixou nunca lado da serra, o Pastor ‘hightech’ pulava no carro, contoro serviço. Nós apenas observávamos o movimento de longe nava a serra e ia ao encontro do rebanho para ordenar a 26
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meia-volta. Horas depois, ele dirigia-se ao estábulo para acolhê-las de volta e assim, durante o dia, ter tempo para se dedicar a outras atividades da quinta. Um responsável de um baldio resumiu-me as diferentes abordagens de forma judiciosa: os novos pastores são mais planificados, meticulosos, e apoiam-se em conhecimentos validados na literatura; os pastores tradicionais tomam suas decisões na hora, baseadas no conhecimento secular dos animais e do ambiente transmitidos de geração em geração. É certo que novos pastores, não tendo sidos iniciados na profissão, estão sujeitos a uma maior liberdade de improviso e de inovação, como pude experenciar na serra do Açor. Lá, o maneio dos animais foi um tanto ou quanto peculiar: a caminhada e o cajado foram substituídos por um veículo. Quando visitei, calhou de ser um carro, mas o Pastor confidenciou usar também bicicleta ou ir montado num burro. Enquanto, o rebanho trafegava calmamente à beira da via rural, o Pastor do Açor guiava as cabras da janela do carro. Ele confidenciou não dominar muito as técnicas formais e ler bastante para aprender. É um aprendizado constante, confessou. Face ao improviso construtivo do Pastor do Açor, o Pastor do Alvão dispunha de um conjunto de conhecimentos e práticas seculares. Nosso percurso do dia, por exemplo, havia sido determinado por um ator exógeno e não menos importante: o vento! O Pastor explicou-me que as cabras preferem caminhar contra o vento para se protegerem e, assim, farejar predadores ou perigos à proximidade. Astuto, o Pastor disse-me que esse conhecimento nem os zootécnicos possuíam. Tive de concordar posteriormente com ele quando num evento académico sobre pastorícia a informação soou como novidade. www.gazetarural.com
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Revela uma investigação da Universidade da Beira Interior
Águas termais da região Centro
são eficazes no tratamento da rinite crónica
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s resultados preliminares de um estudo científico que está a Na primeira vertente, a análise in vitro, usando decorrer em termas da região Centro, nomeadamente em São um aparelho de exposição experimental, verifiPedro do Sul e Unhais da Serra, demonstram que a inalação de águas cou que a nebulização com água mineral natural minerais sulfúreas é eficaz para aliviar os sintomas e tratar quem sosulfúrea melhorou de forma notória a resistência fre de rinite e rinossinusite crónica. de fragmentos de mucosa nasal, com efeitos visíA rinite e rinossinusite crónica são doenças que têm como base a veis após nebulizações de dois minutos, o que não inflamação da mucosa respiratória do nariz. Desde há muito que a se verificou quando as nebulizações eram efectuainalação de aerossóis de água mineral natural sulfúrea é uma teradas com soro fisiológico. Ao mesmo tempo, as nepêutica recomendada para melhorar a resistência e o fluxo nasal, bulizações com água sulfúrea associaram-se a uma conhecendo-se o seu papel anti-inflamatório e tratando assim didiminuição dos níveis de quimiocinas, moléculas que versas patologias das vias respiratórias. No entanto, a base cientícontribuem para inflamações. Desta forma, segundo a fica de tal ação terapêutica é principalmente empírica, baseada no equipa de investigadores, parece ser evidente o efeito conhecimento adquirido ao longo do tempo e não em evidências protetor das águas minerais naturais sulfúreas em recientíficas. Embora existam estudos científicos não controlados, lação à inflamação num modelo experimental de rinite faltam estudos científicos com desenho robusto (ensaios clínicos crónica alérgica, embora estudos complementares secontrolados com placebo) que avaliem a eficácia das águas mijam necessários. nerais sulfúreas na mucosa respiratória – uma lacuna a que esta Na segunda vertente, concluiu-se que, sob ação da investigação procura dar resposta. água mineral natural sulfúrea, houve uma redução signiO estudo, conduzido por uma equipa de investigadores da ficativa da proliferação de culturas de linfócitos T, células Universidade da Beira Interior (UBI) e coordenado pelo Profesque são as principais intervenientes na coordenação das sor Luís Taborda Barata, foi dividido em duas partes: uma fase respostas inflamatórias. Na terceira vertente, a análise in de investigação in vitro e um ensaio clínico. vitro visou verificar se a água mineral natural sulfúrea teria A fase de investigação in vitro teve como objetivo verificar alguma eficácia perante a exposição a factores tóxicos ama eficácia das águas minerais naturais sulfúreas na mucosa bientais como o mercúrio, em concentrações relevantes respiratória nasal, em três vertentes: as suas capacidades hispara a saúde humana. As conclusões foram particularmentoprotectoras (de proteção e regeneração dos tecidos), as te animadoras: a água mineral natural sulfúrea registou um suas capacidades imunomoduladoras (de alterar a resposta efeito protetor generalizado ao mercúrio, muito evidente imunológica) e as suas capacidades protetoras contra a toxiem comparação com o efeito do soro fisiológico. Um efeito cidade de agentes ambientais. de tal forma importante que os investigadores sugerem ago28
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cio em abril do corrente ano. Caso se comprove a eficácia clínica no âmbito da patologia nasal, espera-se, numa fase posterior, submeter novos projetos, no âmbito de outras doenças respiratórias, como a asma brônquica e a doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC)” Adriano Barreto Ramos, coordenador da rede Termas Centro, saEnsaio clínico vai envolver 200 pacientes lienta o impacto que esta investigação pode ter para as estâncias termais da região. “Desde tempos muito antigos que se sabe que os Após os resultados promissores da fase de estutratamentos termais são eficazes para combater várias doenças do do in vitro, a equipa de investigadores da UBI vai foro respiratório e não só. Mas não se sabia exatamente o como agora realizar um ensaio clínico, que visa verificar nem o porquê. Ao responderem a estas questões, de forma estritaos efeitos das águas minerais sulfúreas em doentes mente científica, esta e outras investigações assumem uma imporcom rinite e rinossinusite crónica. Um total de 200 tância enorme para o reconhecimento das estâncias termais como pacientes serão envolvidos no ensaio, que já foi aproparceiros privilegiados para quem procura tratamentos eficientes vado pelo Infarmed e está em fase de registo internae naturais. Aguardamos com muita expetativa, pelas potencialidacional no clinicaltrials.gov. des que tem, os resultados do estudo, no que se refere às propriePara o Professor Luís Taborda Barata, coordenador dades imunomodeladoras”, destaca. da investigação, este estudo irá permitir avaliar de O estudo conta com o apoio da rede Termas Centro e é da forma cientificamente rigorosa as propriedades teraautoria dos investigadores Luís Taborda Barata (Coordenador pêuticas das águas minerais sulfúreas no tratamento Geral), Ramiro Pastorinho (Biólogo), Fernando Arosa (Bioquímide rinite / rinossinusite crónica: “Da forma como está co), Elsa Cardoso (Bioquímica), Olga Lourenço (Farmacêutica), desenhado, como um ensaio clínico duplamente cego Mafalda Fonseca (Bioquímica), Luiza Granadeiro (Farmacêutie controlado com placebo, efectuado em duas unidades ca), Joana Viegas (Bioquímica) e Ana Filipa Esteves (Bioquímitermais com águas sulfúreas, envolvendo 200 doentes ca). Conta ainda com equipas de clínicos e técnicos em cada com rinite ou rinossinusite crónica, este será um estudo unidade termal, liderados pelo Dr. António Jorge Santos Silva pioneiro a nível mundial. Foi planeado com o máximo de (Termas de Unhais da Serra) e pelo Dr António Sousa Gomes rigor e cumpre todos os preceitos científicos e éticos, ten(Termas de São Pedro do Sul). do sido aprovado pela Comissão de Ética do Infarmed. As equipas clínicas e técnicas das unidades termais envolvidas estão entusiasmadas e está previsto o ensaio clínico ter iníra testar o efeito protetor destas águas em relação a outros químicos voláteis e contaminantes aos quais estamos regularmente expostos.
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Ficará concluído durante o ano 2020
Sernancelhe vai ter Centro de Interpretação da Castanha Martaínha S
ernancelhe, a Terra da Castanha, vai ter o primeiro Centro In300 quilómetros são efetuados em Portugal, sendo terpretativo da Castanha Martaínha em Portugal, prevendo-se Sernancelhe referenciado por possuir na fachada sua que fique concluído durante este ano. Quase três décadas depois Igreja Românica uma imagem do apóstolo Santiago, deste território ter apostado, de forma decidida, na castanha como o que confere acrescido simbolismo à passagem dos marca e esteio económico, hoje o fruto é parte da identidade local peregrinos pelo nosso Concelho. Passagem que coe símbolo de celebração cultural, que Sernancelhe quer valorizar meça pela Ponte do Abade, percorre as vereadas dos ainda mais, em especial junto das novas gerações, do público essoutos da Seara, passa ao lado do futuro Centro Intercolar e virado preparado para o turismo. pretativo da Castanha e segue em Direção do Centro Na principal entrada da Vila de Sernancelhe, a poucos metros Histórico. do Expo Salão, e no acesso à Seara, a maior mancha de castaCom um custo total de cerca de 250 mil euros, comnheiros da variedade martaínha em Portugal, está em construparticipados pelo Turismo de Portugal, Programa Vação um equipamento singular, que promete dar à castanha dos lorização Turística do Interior, este espaço terá ainda Soutos da Lapa o sentido pedagógico que é necessário para importantes valências culturais e sociais, com zona de chegar junto das escolas e, para quem visita o concelho e a exposição, sala de projeção e espaço para showcooking região será um novo espaço com importantes argumentos tue workshops. O Centro Interpretativo dará a conhecer a rísticos, podendo ser um ponto de partida para a descoberta cultura da castanha, como fica bem patente nas imagens dos soutos seculares ou do património do Centro Histórico ou que anexamos. do Planalto da Lapa. Este espaço interpretativo está também localizado na Rota dos Caminhos de Santiago, mais exatamente do Caminho de Torres, recentemente sinalizado, e que liga historicamente Salamanca a Santiago de Compostela, sendo que mais de 30
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Segundo dados do Instituto Português do Mar e da Atmosfera
mês de Fevereiro, em Portugal, foi o mais quente deste 1931, com uma temperatura média do ar de 12,43º Celsius. O valor médio da temperatura máxima do ar também foi o mais alto deste 1931, de 17,89°C. Caracterizou-se como um mês “extremamente quente e seco”, sendo o mais quente desde 1931, com uma temperatura média do ar de 12,43º Celsius (+2.45). Segundo dados do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o valor médio da temperatura máxima do ar situou-se nos 17,89° C e foi também o mais alto desde 1931, com uma anomalia de +3.51° C. O valor médio da temperatura mínima do ar foi de 6,96° C, também superior ao normal (+1.39° C), sendo o décimo valor mais alto desde 1931 e o segundo mais alto desde 2000 (o mais alto foi em 2008). Durante o mês de Fevereiro, o IPMA destaca que no território nacional a temperatura máxima diária registou-se “sempre acima do valor médio mensal”, sendo de realçar os períodos de 2 a 3 e de 21 a 24, com valores médios diários superiores a 20°C; A temperatura média diária foi também sempre acima do valor médio mensal, exceto no dia 18, enquanto a temperatura mínima diária ficou acima do valor médio mensal nos primeiros 17 dias do mês e a 29 de Fevereiro. Nos dias 23 e 24 foram ultrapassados os maiores valores da temperatura máxima do ar para o mês de Fevereiro em cerca de 40% das estações meteorológicas da rede IPMA. Fevereiro de 2020 foi o quinto mês mais seco desde 1931 (o mais seco foi em 2012), pois o valor médio da quantidade de precipitação foi de 16.6 mm, correspondendo apenas a 17% do valor normal (1971-2000, com 100 mm. Em termos de distribuição espacial, os valores de precipitação foram inferiores ao normal em todo o território, sendo que em grande parte das regiões o valor foi inferior em 25% do normal. No final do mês de Fevereiro verificou-se, em relação ao final de Janeiro, uma diminuição significativa dos valores de percentagem de água no solo em todo o território, sendo de destacar alguns locais das regiões do Baixo Alentejo e Algarve, com valores inferiores a 20%. De acordo com o índice PDSI (índice de severidade de seca), no final Fevereiro aumentou a área e a intensidade da seca meteorológica nas regiões a sul do Tejo sendo de realçar as regiões do Alentejo e Algarve nas classes de seca severa e extrema. Nas regiões a norte do Tejo diminuiu significativamente a área das classes de chuva. A distribuição percentual por classes do índice PDSI no território é a seguinte: 0,8 % chuva moderada, 9,1 % chuva fraca, 37,5% normal, 11% seca fraca, 15,1% seca moderada, 19,2% seca severa e 7,3% seca extrema.
ADICES/PACTO 2020 Águeda| Carregal do Sal| Mortágua| Stª Comba Dão| Tondela
PERÍODO DE APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS De 20 de fevereiro a 30 de abril de 2020
5.º CONCURSO Operação 10.2.1.1 PEQUENOS INVESTIMENTOS NAS EXPLORAÇÕES AGRÍCOLAS
Investimentos em ações cujo custo total elegível apurado, em sede de análise, seja igual ou superior a 1.000€ e inferior ou igual a 40.000€ e incidam na área geográfica correspondente ao território de intervenção do GAL ADICES, de modo a promover a melhoria das condições de vida, de trabalho e de produção dos agricultores, bem como contribuir para o processo de modernização e de capacitação das empresas do setor agrícola.
ADICES: 232 880 080|adices@adices.pt Consulta de Anúncios e Legislação em www.pdr-2020.pt ou www.adices.pt
Figueira da Foz le invita Figueira da Foz invites you Figueira da Foz vous invite
PORTO 140 KMS
FIGUEIRA DA FOZ
LISBOA 206
KMS
COIMBRA 57 KMS
PORTUGAL
Fevereiro deste ano foi o mais quente em Portugal desde 1931 O
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Governo dos Açores deu mais um passo com vista ao registo
Alho da Graciosa a caminho de ‘ter’ Indicação Geográfica Protegida O
Secretário Regional da Agricultura e Florestas afirmou que foi notoriedade e valorização junto dos mercados e dado mais um passo no processo de registo do Alho da Graciosa dos consumidores”, frisou. como Indicação Geográfica Protegida (IGP), através da assinatura do O Secretário Regional considerou que a Gradespacho que valida o pedido da Adega e Cooperativa Agrícola da Graciosa tem excelentes condições naturais para a ciosa e que será submetido formalmente à Direção Geral da Agricultuprodução de alho, bem como infraestruturas mora e Desenvolvimento Rural, entidade a quem compete apresentar o dernas e capazes de responder ao crescimento da pedido à Comissão Europeia. produção, como é o caso da nova Adega e Coope“Findo o prazo da consulta pública do pedido de registo do Alho rativa, além de um apoio técnico preparado para da Graciosa IGP e não tendo havido qualquer manifestação de opoajudar a valorizar ainda mais uma produção tradisição, iniciamos agora uma nova etapa neste processo, que reúne cional e emblemática. todas as condições para ser validado pela Comissão Europeia”, reNesta ilha, com cerca de uma dezena de produferiu João Ponte. tores, existe uma área aproximada de sete hectares Para o governante, a denominação IGP constitui uma proteção dedicada à cultura do alho, com uma produção de importante para a cultura do alho ao nível da notoriedade da cerca de 25 toneladas anuais. O alho implementouprodução e da garantia de qualidade junto dos mercados e dos -se com sucesso na ilha Graciosa desde a chegada dos consumidores, que traz mais valias aos produtores, melhorando primeiros povoadores, no início do século XV, devido o seu rendimento, promovendo novas oportunidades de negócio às condições edafoclimáticas propícias ao seu cultivo. e contribuindo para o crescimento e modernização da economia O Secretário Regional da Agricultura recordou que, da ilha. além do Alho da Graciosa IGP, está também em fase de “O regime de certificação da União Europeia constitui, por registo a certificação da Manteiga DOP e do Chá DOP, si só, uma garantia e uma marca de qualidade que os nossos estando em fase de avaliação a Anona e a Banana dos produtos agrícolas devem ambicionar, pelo que tal acarreta de Açores. Art_Corsa_LemosIrmao_205x45.pdf
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09/02/2018
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Plataforma eletrónica foi apresentada pelo director Regional do Ambiente
Acesso à Montanha do Pico com novas regras a partir de Abril H
á um novo regulamento de acesso à Re“o tempo máximo de permanência, assim como um aumento da taxa de serva Natural da Montanha do Pico, que acesso ao Piquinho, a zona mais vulnerável da Montanha do Pico”. passa a prever a possibilidade de os visitantes Para o Diretor Regional, estas alterações surgem do “imperativo de autónomos efetuarem reservas através de uma melhoria constante na gestão e valorização dos recursos e valores naplataforma eletrónica, o que até agora estava liturais e culturais da área protegida”, o que “exige não só a regulamenmitado às empresas que operam naquela área tação das intervenções suscetíveis de provocarem impactes e a sua protegida. adequação à dinâmica verificada e à experiência acumulada, como A nova plataforma eletrónica, que foi apresentaa capacidade efetiva de controlo dos acessos, que só é possível pela da pelo director Regional do Ambiente na Casa da existência da Casa da Montanha e das condições, recentemente meMontanha, estará disponível, a partir de 1 de Abril, lhoradas, que esta oferece”. através do endereço montanhapico.azores.gov.pt, “O sucesso e a eficácia da preservação do património natural em coincidindo com a entrada em vigor do novo reguáreas com presença humana ou procuradas por visitantes passa, lamento. necessariamente, por uma gestão ativa desses espaços, integrando Entre as alterações introduzidas, além das novas esses usos e atividades de forma sustentável”, afirmou. regras para as reservas através da plataforma eleHernâni Jorge referiu que “a gestão ativa do património natural trónica, Hernâni Jorge destacou “o alargamento do não colide com o desenvolvimento ou a inovação e, sem prescinperíodo de funcionamento da Casa da Montanha nos dir da sua preservação, pode ser geradora de oportunidades de meses de Abril e Maio, simultaneamente com a internegócio e de emprego”. “Não podemos ficar amarrados a perspedição de subidas fora dos períodos em que está aberta tivas dogmáticas, que conduzem, inevitavelmente, à degradação ao público”. O diretor Regional salientou, no entanto, ambiental e à estagnação económica, seja daqueles que acham que esta interdição não se aplica “a residentes nos Açoque qualquer regra ambiental constitui um entrave ao desenvolres”. vimento, seja dos que vêem um crime ambiental em qualquer Por outro lado, tendo em vista a segurança dos visiintervenção no território”, frisou. tantes e a preservação do património natural, Hernâni A Montanha do Pico é uma das mais antigas áreas protegiJorge frisou “a exigência das empresas disponibilizarem, das do país, classificada desde 1972, tendo sido escalada por pelo menos, um Guia de Montanha por cada grupo de 12 20.049 pessoas em 2019. visitantes, quando o limite até agora era de 15 visitantes por guia”. No mesmo sentido, revelou que vai ser reduzido www.gazetarural.com
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Fornece novas pistas para um sistema de produção mais sustentável.
Feijão Português pode ter a resposta no combate à fusariose O
feijão (Phaseolus vulgaris L.) é a leguminosa de maior consuresistência é controlada por vários genes, tendo mo humano mundial, com 12 milhões de toneladas produzidas sido identificadas várias regiões do genoma do anualmente. Uma das doenças mais devastadoras para a sua produfeijão associadas a esta caraterística localizadas ao ção é a fusariose, causada pelo fungo Fusarium oxysporum, presente longo de quatro cromossomas diferentes. Alguns nos solos, que infecta as raízes das plantas levando ao apodrecimendesses genes estão relacionados com a produção to do caule e à perda prematura das folhas, entre outros sintomas. de compostos antimicrobianos de largo espectro, A resposta a esta doença poderá estar no ainda pouco explorado naturalmente sintetizados pelas plantas. germoplasma português de feijão, revela um trabalho publicado na Os resultados serão agora aplicados num novo revista Phytopathology APS pelo laboratório PlantX, liderado pela programa de melhoramento genético do feijão para investigadora Carlota Vaz Patto do ITQB NOVA. O germoplasma desenvolver variedades mais resistentes, respondenvegetal é um conjunto de recursos genéticos, como sementes e do às preocupações dos agricultores e consumidores outros órgãos de propagação de plantas. Portugal tem um germopor uma agricultura mais sustentável com menos funplasma de feijão muito promissor, que resulta do cruzamento de gicidas. variedades originárias da América do Sul e da América Central e O trabalho agora publicado resulta de uma colaborada seleção efetuada pelos agricultores desde que esta cultura foi ção do ITQB NOVA com o Instituto de Agricultura Sosintroduzida no país, no século XVI. tenible- Consejo Superior de Investigaciones Científicas Algumas das características interessantes deste germoplasma (IAS - CSIC, Espanha), o U.S. Department of Agriculture são a qualidade nutricional, a resistência à seca e a doenças. O - Agricultural Research Service (USDA-ARS, EUA) e a Wapouco conhecimento deste recurso tem dificultado a sua utiligeningen University & Research (WUR, Holanda). zação em programas de melhoramento genético. Pela primeira vez, uma coleção diversificada, com centenas de variedades tradicionais de feijão português, foi investigada para identificar regiões do genoma associadas à resistência à fusariose. O estudo encontrou importantes marcadores moleculares que poderão ser usados para selecionar de uma forma mais rápida e eficiente novas variedades de feijão resistentes a esta doença. Mais de metade das amostras de feijão português analisadas são total ou parcialmente resistentes à fusariose. Essa 34
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Apresenta-se ao mercado sob o lema OpenAg
UPL promete revolucionar a agricultura em Portugal A
UPL, uma das cinco maiores empresas do pulgão-lanígero. Em Portugal, a UPL vai avançar com um programa de de soluções agrícolas do mundo, apreensaios semelhante em Armamar e Alcobaça. senta-se ao mercado português sob o lema “Estima-se que em 2022 as biosoluções representarão 10% do mercado OpenAg, uma rede de agricultura aberta que total da proteção das culturas a nível mundial e a UPL assume-se como alimente todos, sem limites e sem fronteiras. A líder neste segmento. Somos uma empresa global com presença local, empresa deu a conhecer o seu portfólio integraqueremos viver e sentir o mercado português e vamos trazer soluções do de biosoluções e fitofármacos para proteção inovadoras para a proteção das culturas”, assegura Sérgio Trindade. das culturas agrícolas em Viseu e Alcobaça. No portfolio da empresa destaca-se a linha de bioestimulantes GöeA UPL pretende envolver todos os atores da mar, fabricados à base da alga marinha Ascophyllum nodosum, colhida cadeia de valor alimentar - agricultores, grossisda costa da Bretanha, em França, e processada nos laboratórios Göetas, cadeias de grande distribuição alimentar e mar, que há mais de 40 anos investigam e desenvolvem produtos para consumidores - através do conceito OpenAg. “O agricultura à base de algas. Estes bioestimulantes ativam o metabonosso objetivo é ajudar os agricultores portuguelismo das plantas, melhorando a floração, o vingamento e a engorda ses a produzir mais e melhores alimentos, com um dos frutos. nível de resíduos próximo do zero, dando resposta No segmento do biocontrolo, a estrela da companhia é o fungicida ao mercado e aos consumidores biológico Vacciplant, formulado à base da alga Laminaria digitata. O nacionais e europeus, cada vez mais exigentes produto atua como um indutor das auto-Defesas das plantas, proteem qualidade e segurança alimentar”, explica Sérgio gendo-as dos ataques dos agentes patogénicos, sem deixar resíduos Trindade, responsável comercial da UPL em Portugal. na fruta. Esta nova forma de encarar o negócio da proteção Nas Jornadas Técnicas de Fruticultura realizadas pela UPL no das culturas está a ser implementada a nível internaINIAV em Alcobaça os técnicos das organizações de produtores cional pela UPL através do programa Pronutiva, que presentes fizeram uma apreciação positiva das soluções apresenintegra soluções biológicas (bioproteção, bioestimutadas pela empresa. “Devido às exigências dos nossos clientes e lantes e bionutrição) e produtos convencionais para dos consumidores, que querem fruta de qualidade e isenta de controlo de pragas e doenças nas culturas agrícolas. resíduos químicos, a Cooperfrutas está sempre em busca de noO Pronutiva teve início no Brasil há mais de uma vas alternativas. A gama de biosoluções da UPL parece-me uma década e expandiu-se para a Europa, alcançando remais-valia sultados promissores na Polónia, Alemanha e, mais reneste caminho para uma agricultura resíduo zero”, disse Carla centemente, em Espanha. Neste último país, a UPL está Germano, técnica da Cooperfrutas. a realizar ensaios na cultura da maçã, em parceria com Anabela Maurício, técnica da Frubaça, reforçou a ideia, afiro instituto de investigação agrária da Catalunha, o IRTA, mando que “estratégias como a apresentada pela UPL são de aplicando a sua gama integrada de soluções. O objetivo facto importantes para responder às exigências dos supermeré aumentar a quantidade e a qualidade da fruta e atingir cados e dos consumidores. Os agricultores precisam deste um nível de resíduos próximo do zero. O programa está tipo de soluções para controlar o crescente número de pragas especificamente orientado para o controlo do pedrado e e doenças nos pomares, sem deixar resíduos na fruta”. www.gazetarural.com
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Revela uma investigação liderada pela universidade britânica de Leeds
Florestas estão a perder capacidade de retirar dióxido de carbono da atmosfera A
s florestas tropicais estão a perder a prazo” em África e que a Amazónia “continuará a enfraquecer rapidamencapacidade de absorver dióxido de carte” até se tornar uma fonte de carbono em meados da década de 2030. bono emitido para a atmosfera, segundo um Na década de 1990, as florestas tropicais virgens retiraram cerca de estudo realizado ao longo de 30 anos sobre 46 mil milhões de toneladas de dióxido de carbono da atmosfera, descentenas de milhares de árvores. A investigação cendo para 25 mil milhões de toneladas na década de 2010. O que se liderada pela universidade britânica de Leeds, perdeu é o equivalente ao que França, Alemanha, Reino Unido e Canadá publicada na revista Nature, revela que as floresemitem em conjunto durante dez anos para a atmosfera pelo consumo tas tropicais começaram a passar de depósitos de combustíveis fósseis. Em percentagem, de 17% das emissões provode dióxido de carbono para emissores daquele cadas pela atividade humana retiradas na década de 1990, passou-se gás que provoca o efeito de estufa. para apenas 6% vinte anos depois. As florestas perderam 33% da sua As florestas tropicais sequestram o carbono, recapacidade de reter dióxido de carbono e a área de floresta intacta tirando-o da atmosfera e depositando-o nas árvodiminuiu 19%, enquanto as emissões aumentaram 46%. res, combatendo assim lentamente as alterações O investigador Simon Lewis, da faculdade de geografia da Universiclimáticas, mas os novos dados indicam que essa dade de Leeds, notou que “as florestas tropicais intactas continuam capacidade atingiu o seu pico na década de 1990 e a ser um sequestrador de carbono vital, mas sem políticas que pertem vindo a diminuir. mitam estabilizar o clima da Terra é apenas uma questão de temA equipa de cientistas analisou três décadas de po até já não serem capazes de absorver dióxido de carbono”. As crescimento e morte de árvores em 65 florestas troperdas começaram primeiro na Amazónia em meados dos anos 90, picais virgens em África e na Amazónia e chegou à enquanto em África começaram quinze anos mais tarde. conclusão que na década passada, a capacidade de A diferença explica-se por as florestas amazónicas serem mais sequestro de carbono da floresta diminuiu em um dinâmicas que as africanas e estarem mais sujeitas a impactos cliterço, o que acontece porque mais árvores morrem e máticos fortes, com temperaturas mais altas, com subidas rápidas, a floresta perde a capacidade de capturá-lo. e secas mais severas e frequentes. Mais de 100 instituições colaboraram na investigaOs autores ressalvam que as florestas tropicais ainda são enorção que demonstra pela primeira vez em larga escala mes reservatórios de carbono, armazenando 250 mil milhões de que já está a acontecer uma perda preocupante num toneladas só nas árvores, o que equivale a 90 anos de emissões modelo que normalmente se considerava a salvo nas globais geradas pelo consumo de combustíveis fósseis. próximas décadas. O investigador camaronês Bonaventure Sonké, da UniversidaO aumento de dióxido de carbono na atmosfera fade Yaounde I, afirmou que “os países africanos e a comunidade vorece o crescimento de árvores, “mas a cada ano este internacional terão que investir seriamente na preparação para efeito está a ser neutralizado pelos impactos negativos os impactos atuais das alterações climáticas nas regiões tropidas temperaturas altas e das secas que atrasam o crescicais”. mento das árvores e as podem matar”, afirmou o invesOutro cientista da Universidade de Leeds, Oliver Phillips, tigador e principal autor do estudo, Wannes Hubau, da acrescentou que é preciso apoiar o trabalho dos cientistas de Universidade de Leeds, no norte de Inglaterra. África e da Amazónia, cujas “capacidades e potencial têm sido “Combinando dados de África e da Amazónia, começámenosprezados”. “Caberá à próxima geração de cientistas mos a perceber porque estão estas florestas a mudar, prinafricanos e da Amazónia vigiar estas florestas notáveis para cipalmente por causa dos níveis de dióxido de carbono, das ajudar a geri-las e protegê-las”, considerou. temperaturas, secas e das dinâmicas florestais”, acrescenOs perigos mais urgentes são a desflorestação, a indústria tou. O que os dados mostram é “um declínio futuro a longo madeireira e os incêndios. 36
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41ª
Reunião de Primavera da SPPF 16e17deabril’20
Castro Verde Cineteatro Municipal
Sistemas agropecuários extensivos na região do Campo Branco
Concursos Nacionais Leguminosas, Ervas Aromáticas e Licores
Manjericão e Licor de Figo Seco são “os melhores dos melhores”
INSCRIÇÕES ONLINE
www.sppf.pt teresacarita@sppf.pt
INFORMAÇÕES CONTACTOS
apoio
organização ASSOCIAÇÃO DE AGRICULTORES DO CAMPO BRANCO
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“Manjericão”, produzido pela empresa Aromáticas Vivas de Viana do Castelo, e o “Licor de Figo Seco” produzido por Natália Maria Oliveira das Neves Filipe – Licores Artesanais Segredos da Tradição, de Torres Novas, conquistaram o prémio de o “Melhor dos Melhores” no VIII Concurso Nacional de Ervas Aromáticas Tradicionais Portuguesas e no IX Concurso Nacional de Licores Tradicionais, respectivamente. Os Concursos Nacionais de Leguminosas, Ervas Aromáticas e Licores realizaram-se em Fevereiro, no Centro Nacional de Exposições, em Santarém. Já o Chícharo de Alvaiázere produzido por LDCA – Produção e Comércio de Licores, Lda, de Alvaiázere, conseguiu a “Medalha de Ouro” no I Concurso Nacional de Leguminosas Tradicionais Portuguesas. Estas iniciativas, que o CNEMA realizou em conjunto com a Qualifica/oriGIn Portugal, tiveram como objetivo estimular a produção de qualidade, dar a conhecer os melhores produtos nas diferentes regiões do país, incentivar o seu consumo, promover o encontro de produtores, empresas, técnicos e apreciadores. Com a realização destas atividades o Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas pretendeu premiar, promover, valorizar e divulgar a qualidade, especificidade e a diversidade dos produtos portugueses. www.gazetarural.com
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Na cidade da Horta de 31 de Julho a 09 de Agosto
Semana do Mar 2020 com cartaz muito atrativo M
ickael Carreira, Katia Guerreiro, Elas, Piruka, Expensive Soul e la que é a verdadeira festa da família e, claro está, Melim são nomes já confirmados na Semana do Mar, que vai dinamizar ainda mais os espaços concessionados decorrer na cidade da Horta de 31 de Julho a 9 de Agosto. O progranaquela zona da festa. ma integra também um Festival Internacional de Folclore, que este Perante os representantes de diversos organismos ano conta com 15 grupos, incluindo do Chile e da Colômbia. oficiais, o autarca destacou a importância do festival A 45ª edição vai trazer algumas novidades, nomeadamente no náutico e das suas duas dezenas de modalidades, que à segurança e ao ambiente diz respeito, com a instalação de bem como da Exponar e ainda da Feira Gastronómica uma tenda coberta no recinto do palco principal que funcionará e da Festa do Livro. ainda como tenda de after-party. Para José Leonardo Silva, “a Semana do Mar não é Esta medida, conforme anunciou José Leonardo Silva, “vai evisó um festival de Verão, é uma invasão de alegria e ditar a fragmentação da festa e propiciar um convívio mais sadio nâmica para o nosso concelho. É um investimento na entre os festivaleiros uma vez que permitirá uma auto regulação divulgação da nossa ilha, cidade, porto e Baía. mais facilitadora da segurança da festa, uma vez que o afterDurante a edição deste ano vai ainda ser promovido o -party será condensado naquele espaço, durante cinco dias e Dia do Emigrante, um momento de agregação de todos apenas até às quatro da manhã, ao invés de ser sete dias até às aqueles que vivem com o Faial no coração. Igualmente sete da manhã”. nesta semana vai ser promovido o Dia do Triângulo, um Esta novidade permitirá ainda que os concertos do palco momento de exaltação a estas três ilhas. principal se realizem mesmo em condições meteorológicas adversas, bem como diminuir as horas de ruído e assim preservar de forma mais eficiente o ambiente. “Queremos que a Semana do Mar seja cada vez mais uma festa da família, amiga do ambiente e com segurança”, reforçou José Leonardo Silva, que considera “estarem criadas todas as condições para que possamos ter uma grande Semana do Mar”. É ainda, no entender do edil, uma forma de potenciar aque38
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