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Fábrica da Volkswagen em Taubaté celebra 50
anos com carros icônicos
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Dana implanta modelo de ativação no varejo
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Janeiro Branco ganha força nas empresas com a NR-1
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O setor de reposição automotiva está em plena transformação, e a Autopar 2026, marcada para ocorrer em Curitiba, consolida a cidade como um ponto central dessa evolução. O evento, que acontece de 06 a 09 de maio de 2026 no Expotrade Pinhais, é reconhecido como o maior encontro de autopeças da América Latina nos anos pares. Para os profissionais do setor, a feira é mais do que uma simples vitrine de produtos; é um indicador essencial para as estratégias de sucesso futuro.
Adaptação ao Novo Mix de Veículos
A edição de 2026 da Autopar foca na adaptação ao novo mix de veículos no Brasil, com a chegada prevista de quase 100 novos modelos. Isso aumenta a demanda por peças específi cas e tecnologia avançada, exigindo que lojistas e mecânicos estejam atualizados com os lançamentos das fabricantes. O evento oferece uma plataforma para conhecer soluções em componentes para veículos híbridos, elétricos e sistemas de conectividade, que se tornaram essenciais no mercado.
Qualifi cação Técnica e Oportunidades de Negócio
Além da inovação, a Autopar 2026 destaca a necessidade de qualifi cação técnica em um setor que enfrenta a escassez de mão de obra especializada. O evento promove discussões sobre esse tema crucial e oferece o conhecimento necessário para que ofi cinas independentes mantenham sua competitividade. O ambiente de negócios está favorável, com projeções de crescimento na produção de veículos e exportações, proporcionando um espaço para networking e parcerias diretas com fornecedores.
Compromisso Estratégico
Participar da Autopar 2026 é um movimento estratégico para liderar o mercado de pósvenda automotivo. O evento fortalece a cadeia automotiva ao unir tecnologia, gestão e relacionamento. Em um cenário onde precisão diagnóstica e agilidade logística são essenciais, estar presente em Curitiba em maio é garantir que sua empresa esteja na vanguarda da reposição automotiva no Brasil.
Désirée Sessegolo Editora
Veículo de Comunicação da Projeto Marketing Rua Hermógenes de Oliveira 90 B Curitiba PR CEP 81510-450 WhatsApp 41 99963-2784 www.projetomarketing.com
Quando se pensava que a maior feira do mundo dedicada aos eletrônicos de consumo (CES, na sigla em inglês), encerrada sexta-feira passada em Las Vegas (EUA), fosse continuar colocando os veículos elétricos na posição de maior interesse, ou seja nos bancos dianteiros, estes foram passados para o banco de trás. A linguagem figurada foi a manchete da Automotive News (AN), centenária publicação americana especializada em automóveis.
“Robotáxis, robôs operários, sistemas de direção assistida e recursos de I.A. integrados aos veículos dominaram os assuntos relativos aos automóveis na CES deste ano, tirando os veículos elétricos do centro das atenções”, escreveu a AN. O quadro econômico é preocupante. A GM teve uma queda de 43% nas vendas de elétricos no quarto trimestre de 2025 sobre o mesmo período de 2024. O prejuízo financeiro foi US$ 7,6 bilhões (R$ 41 bilhões). Custos adicionais poderão ser registrados em 2026. Um furgão de entregas elétrico, totalmente novo, foi descartado pela baixa demanda e fim de incentivos fiscais.
Na Ford a situação é semelhante. Somente no ano passado, amargou prejuízo de US$ 5 bilhões (R$ 27 bilhões) com veículoselétricos. Na América do Norte, substituirá um furgão deste tipo por modelos híbridos e a gasolina. Também descartou a produção de um furgão elétrico na Europa, mas manterá versões híbridas. Todavia anunciou uma parceria estratégica com a Renault para desenvolver veículos elétricos comerciais e de passageiros.
Prejuízos de curto prazo não significam, nos dois lados do Atlântico Norte, que elétricos estão descartados, mas sim que haverá atrasos. Por outro lado, diferentes tipos de híbridos (semihíbridos, plenos e plugáveis) tendem a avançar. Elétricos de alcance estendido, com motorgerador de combustão interna (MCI) para recarga de uma bateria menor e mais barata, tendem a despertar interesse cada vez maior. Esta solução afasta a ansiedade de pesquisar recarregadores em estradas e a perda de tempo em viagens. E também comprar um elétrico para uso urbano e um veículo convencional para sair de férias, em feriados ou a trabalho.
Estratégia da Jeep deu mais fôlego nas vendas para o ano-modelo 2026 da versão de entrada Longitude. O preço do SUV médio-grande Commander de sete lugares encolheu R$ 19.000 em resposta à forte estratégia de preço de concorrentes chineses BYD e GWM. Ainda agregou alguns equipamentos importantes como assistência ao motorista (ADAS, em inglês) de nível 2, seis airbags, multimídia com conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, faróis full LED, abertura elétrica do porta-malas e quadro de instrumentos 100% digital.
Introduziu também algumas modificações estéticas em especial na grade de sete fendas, para-choque, faróis de neblina, rodas de 18 pol. e na traseira a ligação iluminada das estreitas lanternas. No interior, apenas o banco do motorista tem ajuste elétrico, mas os materiais de
Versão Eletrônica: https://issuu.com/jornalreposicao Portal: www.jornalreposicao.com.br
Direção: Désirée Sessegolo desiree.sessegolo@projetomarketing.com
Financeiro: Ana Paula Pimpão financeiro@projetomarketing.com
acabamento são bons e o amplo espaço no banco traseiro continua (terceiro banco com limitações óbvias). Dimensões (mm): comprimento, 4.764; entre-eixos, 2.794; largura, 1.959; altura, 1.682; vão livre, 211; porta-malas, 233 a 661 L (destaque no segmento).
Sem alterações de motor e câmbio: turbo flex, 176 cv e 27,5 kgf·m (gasolina ou etanol); automático epicíclico, seis marchas. Consumo (km/L): urbano, 6,9 (E)/10 (G); estrada, 8,3 (E)/11,5 (G), padrão Inmetro. Na avaliação do dia a dia, o Commander pode exigir mais atenção do motorista por seu porte, contudo sem reservar surpresas como dificuldade em curvas, estabilidade direcional e potência dos freios, apesar de sua massa em ordem de marcha de consideráveis 1.668 kg.
Silêncio a bordo é um dos pontos altos. Mesmo em pisos irregulares, com buracos ou fora do asfalto, as suspensões independentes funcionam muito bem e passam sensação de robustez.
Preço: R$ 228.79 (no site da marca há promoção “últimas unidades” por R$ 197.990).
Modelos chineses têm um estilo bem parecido, independentemente de qualquer marca, e o EX5 elétrico não é exceção. No caso do Geely, um SUV médio-grande, a parte frontal mostra alguma diferenciação. Mas as laterais e principalmente a parte traseira com as lanternas interligadas, além do onipresente defletor de teto, parecem inspiradas no Porsche Cayenne. As rodas de 19 pol. são exclusivas da Max, versão de topo avaliada.
Suas dimensões estão dentro do padrão reinante na categoria (mm): comprimento, 4.615; entreeixos, 2.750; largura, 1.901; altura, 1.670; vão livre, 173; porta-malas, 461 L (apenas kit de reparo, sem estepe). Motor: 218 cv, 32,6 kgf·m. Tração dianteira. Acelera de 0 a 100 km/h em 7,1 s. Com bateria de 60,2 kW·h o alcance, referência Inmetro, é de 349 km, sem distinguir entre uso urbano e rodoviário, o padrão internacional estranhamente aceito e indicado por todos os fabricantes de elétricos ao redor do mundo.
Maior destaque do EX5 está em seu interior espaçoso. Encostos dos bancos dianteiros podem ser totalmente rebatidos. Há apoio para pernas ajustável para o passageiro. Ocupantes do banco traseiro dispõem de ajuste do encosto até 35°, além de apoio para as pernas. Sob este banco existe uma gaveta de 14 L e, no total, a fabricante informa “um total 33 nichos de armazenamento espalhados pela cabine”. Sob o console central flutuante dispõe de um grande espaço aberto para bolsas ou itens maiores.
Na avaliação dinâmica ficou clara a escolha por uma calibragem de suspensões voltada demais ao conforto de marcha, exigência do mercado chinês. Para as condições de rodagem no Brasil não é o acerto ideal. Até mesmo a direção apresenta maciez excessiva. Dá para o motorista se adaptar, mas com cinco passageiros e bagagem exige mais atenção com lombadas e buracos. No final do mês passado, uma atualização pelo ar (OTA, na sigla em inglês) incluiu Android Auto para a tela multimídia de 15 pol. Ponto de destaque: 13 sistemas de assistência ao motorista (ADAS, em inglês).
Preço: R$ 225.800.

O principal segmento do mercado brasileiro de veículos, o de automóveis e comerciais leves, deve ter mais um ano de crescimento morno em 2026, segundo a Fenabrave. Esta associação reúne todas as concessionárias de automóveis, veículos comerciais, motocicletas, máquinas agrícolas e implementos rodoviários. Ao longo do ano passado sua previsão para automóveis e comerciais leves, segmento que representa 94% do total de vendas, recebeu apenas uma revisão.
Estimativas da Fenabrave costumam ser bem calibradas. No último trimestre de 2025, revisou para baixo o resultado esperado para o ano depois de um vendaval destruir a cobertura da fábrica de motores da Toyota, em Porto Feliz (SP). Sua previsão para veículos leves e pesados foi corrigida para 2,6% e o ano fechou com 2,1% de avanço, uma diferença de apenas 13.000 unidades.
Para 2026, as vendas devem avançar apenas 3%. Significam só mais 80.000 unidades para todos os segmentos, incluindo veículos pesados. O programa Carro Sustentável e uma discreta queda da taxa de juros Selic são insuficientes para mudar o humor dos compradores. Para o Banco Central trazer a inflação perto do centro da meta (3,5%) este ano, exige uma queda moderada dos juros e assim será feito.
Segundo Sergio Zonta, vice-presidente da federação das concessionárias, se o Marco Legal de Garantias for aplicado para valer em 2026, os juros de financiamento do CDC (Crédito Direto ao Consumidor) podem cair e auxiliariam a superar os 2,770 milhões de unidades previstas frente às 2,689 milhões do ano passado. Caso o programa Carro Sustentável passar a incluir modelos híbridos, também ajudaria a vender mais.
A previsão ainda está 30% abaixo do ano recordista de 2012.
www.fernandocalmon.com.br
Colaboradores: Fernando Calmon
Tiragem: 10.000 exemplares impressos 30.000 exemplares digital *Os conteúdo enviados por colaboradores são de inteira responsabilidade dos autores. *Os anúncios publicados são de responsabilidade exclusiva dos anunciantes.

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A frota envelhecida redefine o mercado automotivo no Brasil e muda a rotina de quem vive de manutenção, peças e serviços. Hoje, a idade média dos veículos leves no país passa de 11 anos, segundo dados setoriais. Isso muda tudo. Muda a demanda. Muda o custo. Muda a decisão. Você já sentiu isso no balcão ou na oficina? Mais falhas previsíveis. Mais retorno de cliente. Mais pressão por preço. Ao mesmo tempo, cresce a chance de vender serviço certo e peça certa. Especialistas do setor apontam que veículos mais antigos puxam manutenção corretiva e elevam o giro no aftermarket. O problema é ignorar o sinal.
Não perca esta oportunidade de entender o cenário antes de agir no escuro. Milhares de profissionais já ajustam processos e estoque com base nesse movimento. Quer saber o que está por trás desses números e como isso afeta o seu dia a dia? Siga a leitura. O impacto é direto. E a preparação começa agora.
A frota brasileira envelhece por um motivo claro: o carro novo ficou mais distante da realidade de boa parte da população. O preço médio dos veículos subiu de forma consistente nos últimos anos. O crédito encurtou. Os juros pesaram. A troca foi adiada.
Esse adiamento vira padrão. Quem antes trocava o carro com cinco ou seis anos agora estica para dez ou mais. Frotistas fazem o mesmo. A conta precisa fechar. Segundo dados do setor, o ritmo de renovação da frota cresce menos que o total de veículos em circulação. O resultado aparece nas ruas.
Há também uma mudança de comportamento. Muitos proprietários preferem manter o veículo conhecido do que assumir um financiamento longo. Outros investem em manutenção para ganhar tempo. Isso sustenta a frota antiga ativa por mais anos.
Você já percebeu esse movimento? Mais clientes chegam pedindo “só mais um reparo”. Querem rodar mais um pouco. Querem evitar a troca agora. Esse cenário não é pontual. Ele se repete em todo o país e pressiona o mercado de manutenção, peças e serviços. Entender essa causa ajuda a prever o próximo passo. Quem se antecipa ajusta estoque, serviço e abordagem. Quem espera reage tarde.
Como a frota envelhecida redefine o mercado automotivo no Brasil
A frota envelhecida muda o mercado porque altera a demanda. Veículos mais antigos exigem mais manutenção. Exigem mais reposição. Exigem decisões rápidas. Isso afeta oficinas, distribuidores e fabricantes.
O efeito aparece nos números. O gasto com manutenção cresce à medida que a idade do veículo aumenta. Sistemas como freios, suspensão, arrefecimento e ignição passam a falhar com mais frequência. O cliente retorna mais vezes. O tempo de diagnóstico aumenta. O custo por serviço sobe.
Esse cenário muda o jogo. O mercado passa a valorizar disponibilidade de peças, qualidade técnica e agilidade no atendimento. Quem trabalha com dados e histórico acerta mais. Quem improvisa perde margem. Especialistas apontam que o aftermarket ganha peso quando a frota envelhece, pois a reposição deixa de ser pontual e vira rotina.
Você já notou essa virada? Mais serviços por veículo. Mais atenção ao processo. Mais cobrança por resultado. A frota envelhecida não é um detalhe. Ela redefine prioridades e separa quem se prepara de quem corre atrás.
Frota envelhecida e mercado automotivo: impactos diretos na manutenção
A frota envelhecida pressiona a manutenção de forma clara. Veículos com mais tempo de uso apresentam falhas previsíveis. Pastilhas acabam mais rápido. Mangueiras ressecam. Sensores perdem leitura. O reparo deixa de ser pontual e vira recorrente.
Esse cenário muda a rotina da oficina. O diagnóstico exige mais atenção. O histórico do veículo pesa mais. O cliente chega com urgência e orçamento curto. Segundo dados do setor, carros acima de dez anos concentram maior volume de serviços corretivos. Isso aumenta o fluxo, mas também eleva o risco de retrabalho.
A manutenção preventiva perde espaço quando o dono adia revisões. O custo aparece depois. Paradas inesperadas crescem. O tempo de veículo parado aumenta. A oficina que orienta bem reduz conflito e ganha confiança. A que só reage perde tempo e margem. Você também sente isso no balcão? Mais retorno pelo mesmo problema. Mais pressão por prazo. A frota envelhecida exige processo, não improviso. Quem entende esse impacto organiza agenda, peças e equipe com mais controle.
Frota envelhecida e veículos mais tecnológicos: um desafio técnico crescente
A frota envelhecida não significa tecnologia simples. Muitos veículos antigos já usam injeção eletrônica, sensores e módulos. O tempo passa, mas a eletrônica fica. Isso muda o reparo.

O problema surge no diagnóstico. Falhas intermitentes aparecem. Leitura de sensores varia. Conectores sofrem desgaste. Um erro de análise vira troca desnecessária. O custo sobe. O cliente questiona.
Oficinas sentem a pressão. O técnico precisa combinar experiência prática com leitura de dados. Equipamentos de diagnóstico ajudam, mas não resolvem tudo. O histórico do veículo pesa. Segundo especialistas, boa parte dos retornos acontece por diagnóstico incompleto em carros com mais idade.
Esse cenário exige preparo. Treinamento técnico vira rotina. Processo ganha valor. Quem domina o diagnóstico reduz retrabalho. Quem não domina perde tempo e credibilidade.
Você também enfrenta isso? O carro “não acusa falha”, mas o problema segue. A frota envelhecida cobra método e atualização constante.
Os custos invisíveis da frota envelhecida para oficinas
A frota envelhecida gera custos que não aparecem no orçamento inicial. Eles surgem depois. Surgem no retorno do cliente. Surgem na parada não planejada. Surgem no retrabalho.
Veículos acima de dez anos exigem mais horas de serviço. Exigem mais testes. Exigem mais atenção. Segundo levantamentos do setor de manutenção, carros mais antigos concentram maior índice de corretiva, o que aumenta o custo total da operação.
Indicador operacional Veículos até 5 anos Veículos acima de 10 anos
Frequência de manutenção corretiva Baixa Alta
Retorno por falha recorrente Até 8% Entre 18% e 25%
Tempo médio de diagnóstico 30 a 40 minutos 60 a 90 minutos
Paradas não planejadas Menor incidência Maior incidência
Custo médio por serviço Menor Até 35% maior
Esses números explicam a pressão no dia a dia. O veículo fica mais tempo parado. A agenda da oficina aperta. O frotista perde produtividade. O custo cresce sem aviso.
Você já sentiu esse peso? Um serviço que parecia simples se alonga. O retorno consome tempo. A margem some. A frota envelhecida cobra planejamento e processo. Quem mede consegue agir. Quem não mede reage tarde.
A frota envelhecida aumenta o risco na estrada. O motivo é direto. Componentes críticos trabalham além do limite. Freios perdem eficiência. Suspensão cansa. Pneus rodam fora do ideal. O painel nem sempre avisa.
Os dados reforçam o alerta. Estudos de segurança viária indicam que veículos mais antigos concentram maior incidência de falhas mecânicas ligadas a freios, pneus e direção. Em carros com mais de dez anos, a chance de rodar com item vencido ou desgastado cresce de forma relevante.
O impacto aparece no cotidiano. O motorista adia a revisão. O veículo segue rodando. O problema surge em uma frenagem forte ou em pista molhada. A oficina entra tarde no processo. O custo já aumentou.
Você já viu esse filme? O cliente chega após o susto. Quer resolver rápido. Quer gastar pouco. A frota envelhecida exige orientação clara e revisão focada nos sistemas certos. Quem age antes reduz risco. Quem espera lida com consequência.
A frota envelhecida pesa no meio ambiente. O motivo é simples. Veículos antigos consomem mais combustível e emitem mais poluentes. A eficiência cai com o tempo. O desgaste aumenta perdas.
Os números ajudam a entender. Estudos do setor indicam que carros com mais de dez anos podem emitir até 30% mais gases do que modelos mais novos, mesmo quando passam por manutenção básica. Catalisadores perdem eficiência. Sensores ficam imprecisos. O consumo sobe.
Esse impacto afeta cidades e empresas. Frotistas enfrentam custos maiores. A imagem ambiental piora. A pressão por controle cresce. A manutenção correta reduz parte do problema, mas não elimina tudo. Revisões focadas em emissões ajudam. Trocas no tempo certo fazem diferença.
Você já mediu isso? Um ajuste simples pode reduzir consumo e fumaça. Ignorar o tema custa caro depois. A frota envelhecida exige atenção técnica e decisões conscientes.

O que muda no mercado automotivo brasileiro diante desse cenário



A frota envelhecida muda prioridades. O mercado passa a valorizar serviço bem feito, peça disponível e resposta rápida. O foco sai da troca do veículo e entra na manutenção contínua.
Esse movimento afeta toda a cadeia. Fabricantes ajustam portfólio. Distribuidores revisam estoque. Oficinas investem em processo e capacitação. Segundo análises do setor, o crescimento do aftermarket acompanha o avanço da idade média da frota. A reposição ganha espaço. O relacionamento com o cliente pesa mais.
Também muda a decisão de compra. O cliente compara. Pergunta mais. Exige garantia. Quem entrega clareza ganha confiança. Quem promete demais perde credibilidade. A frota envelhecida seleciona quem trabalha com método.
Você já percebeu essa virada? Mais atenção ao pós serviço. Mais cobrança por resultado. O mercado automotivo brasileiro segue esse caminho. Preparação define quem cresce e quem fica para trás.
Por que atualização técnica e acesso à cadeia se tornam decisivos
A frota envelhecida exige conhecimento atualizado. Veículos antigos acumulam adaptações. Peças mudam. Procedimentos mudam. Quem não acompanha erra mais.
A rotina mostra isso. Um diagnóstico falha quando a informação está desatualizada. Um reparo atrasa quando falta contato com fornecedor certo. O custo aparece rápido. Especialistas do setor reforçam que oficinas com acesso a treinamento e parceiros técnicos reduzem retrabalho e melhoram prazo.
O acesso à cadeia também pesa. Fabricantes, distribuidores e prestadores precisam trocar informação. Isso encurta o caminho. Evita tentativa e erro. Melhora o resultado final. A frota envelhecida não perdoa improviso.
Você já sentiu essa diferença? Quando a informação chega antes, a decisão melhora. Quando chega tarde, o problema cresce. Atualização técnica vira base. Conexão vira vantagem.
Onde o setor automotivo discute e se prepara para esse novo cenário
O setor automotivo precisa de troca direta de informação. A frota envelhecida acelera essa necessidade. Problemas se repetem. Soluções também. Quem conversa aprende mais rápido.
Esse debate acontece onde a cadeia se encontra. Fabricantes apresentam soluções. Distribuidores mostram caminhos. Oficinas trocam experiência real. Dados circulam. Casos práticos aparecem. Esse contato reduz erro e encurta decisões.
Eventos do setor cumprem esse papel. Eles reúnem quem vive o problema e quem desenvolve a solução. O profissional sai com visão mais clara. O empresário volta com ideias aplicáveis. A frota envelhecida pede esse ambiente de aprendizado contínuo.
Você já participou desse tipo de troca? Uma conversa certa evita semanas de tentativa. Informação direta poupa custo e tempo.
Como a AUTOPAR se conecta aos desafios da frota envelhecida
A Autopar em 2026 chega para auxiliar nas respostas para o cenário. A frota envelhecida exige acesso direto à cadeia, atualização técnica e contato com quem resolve problemas no dia a dia. É isso que a feira entrega.
Na AUTOPAR, fabricantes, distribuidores e profissionais se encontram para trocar informação real. Produtos, soluções e conhecimento aparecem no mesmo espaço. O visitante entende o que muda no mercado. O expositor fala com quem decide. O diálogo acontece sem ruído.
Esse ambiente ajuda a antecipar movimentos. Ajuda a ajustar estoque. Ajuda a escolher parceiros. Milhares de profissionais já usam esse contato para melhorar processos e resultados. Ignorar esse tipo de atualização custa tempo e margem.
Você quer acompanhar o mercado ou correr atrás depois? A frota envelhecida já mudou o jogo. A preparação começa com informação certa e contato direto com o setor.

A MTE-THOMSON, indústria especialista na fabricação de componentes para os sistemas de arrefecimento, injeção eletrônica e exaustão, começa 2026 complementando ainda mais o seu portfólio de sensores de velocidade da roda, também conhecidos no mercado como “sensor ABS”, lançando mais 37 códigos que abrangem mais de 130 aplicações para veículos de diversas montadoras.
Com esse lançamento, a MTE-THOMSON consolida-se como uma das marcas com o catálogo mais completo de sensores ABS do mercado. Os novos códigos atendem veículos fabricados pelas maiores montadoras do mundo, como:
• Audi;
• Chevrolet;
• Fiat;
• Ford;
• Hyundai;
• Kia;
• Nissan;
• Mitsubishi;
• Toyota;
• Volkswagen.
Para que serve o Sensor ABS?
Os sensores ABS, desempenham um papel fundamental para a segurança dos motoristas, sendo responsáveis por realizar o monitoramento constante da velocidade das rodas, evitando o travamento durante uma frenagem repentina. Assim, garantem maior estabilidade e controle, aliado à redução considerável dos riscos de acidentes.
Os sensores ABS da MTE-THOMSON são desenvolvidos com a mais moderna tecnologia, qualidade e precisão, garantindo segurança, durabilidade e um desempenho que atende aos padrões mais exigentes da indústria automotiva e dos reparadores. Para conferir detalhes e aplicações, basta baixar o informativo diretamente no site da MTE, na parte de "catálogos".
Curso de Sensores ABS na Oficina Do Saber
Para quem quiser entender mais sobre o assunto, a MTE-THOMSON mantém na plataforma Oficina do Saber, um curso sobre os conceitos essenciais sobre o sistema ABS. Vale lembrar que os cursos são gratuitos e com certificado.
Suporte Técnico e Informações ao Alcance dos Mecânicos
Para consultar peças e aplicações, os mecânicos podem contar com o SIM (Serviço de Informações MTE), que oferece atendimento especializado através do 0800 704 7277, do sim@mte-thomson.com.br ou ainda pelo WhatsApp: (11) 95559-7775 (atendimento em horário comercial).
Além disso, o CatE (Catálogo Eletrônico) da marca está disponível online, permitindo consultas rápidas e práticas sobre a linha de produtos. Também liberado o CatE-Zap, o Catálogo Eletrônico da MTE por Whatsapp. Para ter acesso, basta cadastrar no celular o número (11) 4393-4361 como se faz com qualquer contato e mandar um “olá” que automaticamente, o Thom, personagem já conhecido da marca, se apresentará como o assistente virtual da MTE e pronto! A busca da peça é feita através da placa do veículo, para que a dúvida na hora da compra seja eliminada. Serão fornecidas informações sobre aplicação, foto e dados técnicos do produto, de forma simples, direta e objetiva.
Para auxiliar na instalação e aplicação dos produtos, a MTE-THOMSON também mantém um canal oficial no YouTube, com mais de 117 mil inscritos e 1.400 vídeos, com explicações técnicas, dicas práticas e tutoriais detalhados. Basta acessar o www.youtube.com.br/ mtethomson.
Paula Skoretzky PSC Comunicação

Inaugurada em 14 de janeiro de 1976, a fábrica da Volkswagen do Brasil em Taubaté (SP) chega aos 50 anos de história com 8 milhões de unidades produzidas.
Taubaté, 14 de janeiro de 2026 – A fábrica da Volkswagen do Brasil em Taubaté (SP) completa hoje 50 anos de história. Inaugurada em 14 de janeiro de 1976, a planta tem uma trajetória marcada pela produção de modelos icônicos, desde o Passat, passando pelo Gol, Voyage, Parati, Saveiro e up! Atualmente são fabricados em Taubaté o Tera, Polo e Polo Track, que são fenômenos de vendas da marca. Entre os diversos motivos de celebração está o marco de produção da fábrica, que alcançou em dezembro de 2025 o número histórico de 8 milhões de veículos produzidos.
“É uma alegria imensa celebrar mais uma data importante para a fábrica da Volkswagen do Brasil em Taubaté. Aos 50 anos, a planta está em sua melhor forma, com mais de 8 milhões de veículos produzidos desde 1976, sendo atualmente a casa do SUV Tera, nosso novo ícone pop, do Polo e Polo Track, modelos que são fenômenos de vendas da marca no Brasil e na América Latina. Taubaté é uma fábrica de referência não só para a Volkswagen do Brasil, mas também para a marca de maneira global. Alcançar um legado com tantas conquistas históricas é para poucos, por isso Taubaté continua recebendo investimentos, do nosso aporte de R$ 20 bilhões para a América do Sul até 2028, se mantendo na vanguarda da tecnologia e inovação no setor automotivo”, afirma Ciro Possobom, Presidente e CEO da Volkswagen do Brasil.
Quando foi inaugurada, a fábrica de Taubaté foi a segunda planta de produção de automóveis da Volkswagen no Brasil; a primeira fábrica inaugurada foi a Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), em 1959; a marca iniciou suas atividades no Brasil em 1953, em um galpão no bairro Ipiranga, em São Paulo (SP).
Uma das plantas mais tecnológicas da Volkswagen em todo o mundo, a fábrica de Taubaté foi a responsável pela produção de diversos modelos icônicos como Gol, Passat, Voyage, Parati, Saveiro e up!. Hoje, a unidade produz o Tera, Polo e Polo Track, que são fenômenos de vendas no Brasil e na América Latina.
Em 2025, no Brasil, o Polo teve 122.677 emplacamentos, sendo o carro de passeio mais vendido do País e líder entre os hatches pelo terceiro ano consecutivo.
O Tera é outro grande protagonista da Volkswagen. Lançado em junho de 2025, o modelo teve rápida ascensão no mercado e, após o ramp-up de produção, assumiu a liderança do seu segmento já em setembro, o primeiro mês de produção em ritmo pleno. Desde então, o Tera figura de forma consistente entre os três veículos mais vendidos do Brasil e encerrou o ano passado com 48.143 unidades vendidas (desde junho de 2025), além da liderança do seu segmento.
No segmento de SUVs, o Novo T-Cross fechou 2025 como o SUV mais vendido do Brasil no acumulado do ano, também pelo terceiro ano consecutivo, com 92.842 unidades comercializadas. O desempenho consistente do modelo foi determinante para que a Volkswagen mantivesse a liderança no segmento de SUVs, o que mais cresce no mercado brasileiro, com 204.899 unidades vendidas dos modelos Tera, Nivus, Nivus GTS, Novo T-Cross, Taos, Tiguan e ID.4. Isso representa mais de 80 mil unidades à frente da marca segundo colocada.
Em 2025, a Volkswagen registrou total de 436.336 veículos vendidos no Brasil, alcançando 17,1% de participação de mercado no segmento de veículos de passeio. O resultado é fruto de uma estratégia sustentada por um portfólio competitivo, liderança em segmentos-chave e produtos alinhados às demandas do consumidor brasileiro.
Os dois modelos fabricados em Taubaté são os mais exportados pela Volkswagen do Brasil. O Polo foi o mais exportado em 2025, com 32.579 unidades embarcadas no ano e um crescimento

de 10% em relação a 2024. O Polo é exportado para 11 mercados da América Latina, sendo os principais Argentina, México, Colômbia e Uruguai.
O Tera é o segundo modelo mais exportado pela Volkswagen, com 25.763 unidades embarcadas em 2025. O Tera já é exportado para 18 mercados: Argentina, México, Chile, Colômbia, Uruguai, Peru, Equador, Paraguai, Guatemala, Bolívia, Panamá, República Dominicana, El Salvador, Costa Rica, Honduras, Curaçao, St. Maarten e Aruba.
Em 2025, a Volkswagen do Brasil exportou um total de 116.495 veículos, com crescimento de 29% em relação a 2024 (90.142 unidades embarcadas).
50 anos de inovações
Logo no começo de sua trajetória, a fábrica teve a responsabilidade de produzir o Passat, que foi um modelo revolucionário para a Volkswagen no Brasil, fabricado entre 1978 e 1988 em Taubaté, depois de estrear em 1974, com produção em São Bernardo do Campo (SP).
No entanto, o maior ícone de Taubaté (e do Brasil) surgiria alguns anos depois. Em 1980, a Volkswagen lançava o Gol no País, com produção na fábrica do interior de São Paulo. E junto com o hatch veio sua família, com Voyage, Parati e Saveiro sendo fabricados a partir de 1982 em Taubaté.
Ícones e fenômenos de vendas
Fabricado e vendido no Brasil por 42 anos, o VW Gol é o modelo de maior sucesso da Volkswagen no País, com 8,5 milhões de unidades produzidas. Desse total, cerca de 5 milhões foram produzidas em Taubaté.
Nos anos 1990, a planta começou a receber processos avançados de automação, incluindo robôs para montagem e pintura, até mesmo para iniciar a fabricação do Gol Geração 2, o popular “bolinha”, cuja produção começou ainda em 1993, para dar conta do estoque necessário para o lançamento oficial em 1994.
Anos depois, em 2003, a fábrica de Taubaté foi a responsável pela produção em massa do primeiro carro flex nacional. O Gol, já em sua terceira geração, inaugurou a tecnologia Total Flex, que revolucionou o mercado brasileiro ao permitir o uso de etanol, gasolina ou ambos os combustíveis em qualquer proporção. Em 2008, a quinta geração do Gol trouxe ainda mais inovação e modernidade para a fábrica, com um projeto totalmente refeito e que manteve o modelo na liderança absoluta do mercado até 2014, sendo o carro mais vendido do País por 27 anos. O Gol e o Voyage encerraram
suas trajetórias de sucesso em 2022, com o fim da produção dos modelos. Mas Taubaté não parou e seguiu sendo modernizada para receber novos projetos.
Moderna e sustentável
Como parte dos investimentos de R$ 20 bilhões da Volkswagen na América do Sul, sendo R$ 16 bilhões no Brasil até 2028, a unidade de Taubaté recebeu inovações em todas as etapas de sua produção e logística para fabricar o Tera.
A Estamparia, área onde as chapas de aço são transformadas em peças automotivas, contou com aumento de 80,6% na quantidade de ferramentas. Com as 158 novas ferramentas que chegaram para o Tera, agora a fábrica conta com 354. A área também recebeu um novo GOM (equipamento de medição automática de peças), entre outras inovações.
A Armação, onde as peças de aço são soldadas e transformadas na carroceria, contou com aumento de 81% em equipamentos, sendo 347 novos robôs (totalizando agora 875), 227 novas pistolas de solda (totalizando 514), 120 novas pinças (totalizando 268), entre outros.
A Pintura de Taubaté também faz parte de um dos maiores projetos de sustentabilidade da empresa: a Volkswagen do Brasil é pioneira no setor automotivo a usar biometano em sua matriz energética. O fornecimento de biometano teve início em 2024 para as fábricas Anchieta e Taubaté, que recebem aproximadamente 1,35 milhões de m³ de biometano por ano. O volume de biometano é destinado principalmente ao processo produtivo da Pintura de carrocerias das duas fábricas, permitindo redução de até 99% nas emissões de CO2 nesse processo, se comparado à alternativa fóssil.
Além da utilização do biometano, a fábrica de Taubaté tem a Certificação Lixo Zero, que foi concedida a todas as plantas da Volkswagen no Brasil. Este é um reconhecimento oficial às empresas que adotam práticas eficazes de gestão de resíduos, sendo baseada em padrões internacionais da Zero Waste International Alliance. Essa certificação garante que pelo menos 90% dos resíduos gerados sejam encaminhados para reutilização, reciclagem ou compostagem. Em 2025, a fábrica de Taubaté recebeu novamente a nota máxima “A” em boas práticas.
Atualmente, 100% da energia elétrica tem origem em fonte renovável, com certificados iREC (International Renewable Energy Certificate) que garantem a rastreabilidade. Por conta das preocupações com o meio ambiente, a Volkswagen realiza desde 2022 o inventário de
emissões.
A Montagem Final da fábrica de Taubaté também teve aumento de capacidade e de automatização de processos. Recebeu novos equipamentos, incluindo upgrade para recursos ADAS (Advanced Driver Assistance System) e comissionamento eletrônico, melhorias no sistema doorless e montagem automática de molas nas rodas traseiras, aumentando ainda mais a capacidade e qualidade do processo.
A Logística da unidade teve aumento de 51% em peças. São 1.825 novas peças para o SUV Tera, totalizando agora 5.385 itens movimentados na área da fábrica. Com a chegada do Novo Tera, são 65 caminhões a mais por dia, totalizando agora uma movimentação diária de 345 caminhões na unidade de Taubaté. A Fábrica Piloto, uma área de relevância em novos projetos, também recebeu investimentos em infraestrutura.
Ao longo das cinco décadas de história, a fábrica de Taubaté alcançou feitos expressivos. Com 3.700.000 m² de área total, sendo 392.000 m² de área construída, a planta é a segunda maior unidade da Volkswagen do Brasil.
Em 1990, a unidade de Taubaté celebrou seu primeiro milhão de carros produzidos. A marca de 5 milhões de veículos fabricados foi alcançada em 2009. E agora, no fim de 2025, a planta chegou a 8 milhões de carros produzidos.
Esse total é responsável por mais de 30% de todos os carros fabricados pela Volkswagen no Brasil. Em seus 72 anos de história, a marca já produziu 26,2 milhões de carros no País, sendo a maior fabricante de automóveis da história do Brasil.
Fábrica de Taubaté em números:
Mais de 8 milhões de carros produzidos desde 1976.
3.700.000 m² de área total, sendo 392.000 m² de área construída.
Durante 42 anos, produziu o best-seller VW Gol, líder de vendas no Brasil por 27 anos.
Com início da produção em 1980, o VW Gol foi o modelo mais produzido do País (mais de 8,5 milhões de unidades fabricadas em Taubaté e na Anchieta, em São Bernardo do Campo, sendo 7 milhões vendidas no Brasil) e o mais exportado (mais de 1,5 milhão de unidades embarcadas).
Linha do tempo da fábrica de Taubaté:
- 1973: Início da construção da fábrica.
- 1976: Primeiras peças prensadas e injetadas.
- 1978: Início da produção do Passat.
- 1980: Início da produção do Gol.
- 1982: Início da produção do Voyage, Parati e Saveiro.
- 1990: 1 milhão de carros produzidos.
- 1993: Início da produção do Gol Geração 2.
- 2003: Lançamento do Gol Total Flex, primeiro veículo bicombustível do Brasil.
- 2008: Início da produção do Gol G5 e do Novo Voyage.
- 2009: 5 milhões de carros produzidos.
- 2013: Nova área de Pintura, Small Transfer e nova prensa PXL.
- 2014: Início da produção do up!.
- 2022: Modernização para a plataforma MQB.
- 2023: Início da produção do Polo Track.
- 2025: Início da produção do Tera e 8 milhões de carros produzidos.
Volkswagen do Brasil

Ruídos excessivos durante a condução podem indicar a necessidade de lubrificação da corrente.
A falta de lubrificação adequada na corrente das motocicletas tem sido uma das principais causas de desgaste prematuro do kit de relação, conjunto formado por pinhão, corrente e coroa, condição que pode gerar ruídos excessivos durante a condução. Mas não é apenas o desempenho da moto que fica comprometido: a situação também coloca em risco a segurança do motociclista.
Responsável por transferir a potência do motor para a roda traseira, o sistema de transmissão é fundamental para o funcionamento da motocicleta. “Sem esse sistema, a moto não se movimenta. Por isso, as avaliações periódicas e a correta lubrificação da corrente são essenciais para evitar falhas”, afirma Leandro Leite, coordenador de Assistência Técnica e Garantia da Nakata. Segundo o especialista, a lubrificação insuficiente ou inadequada pode provocar danos aos componentes, aumentar o nível de ruído e gerar retrabalho nas oficinas,
afetando inclusive a credibilidade do serviço prestado. Para evitar esses problemas, Leite orienta motociclistas e profissionais a seguirem alguns cuidados básicos.
Como realizar a lubrificação – A manutenção começa com a inspeção da corrente, coroa e pinhão para identificar possíveis desgastes.
A limpeza deve ser realizada com produto específico e escova de cerdas duras, girando a roda traseira para facilitar o acesso e finalizando com pano seco. Após a limpeza, é necessário ajustar a tensão da corrente conforme as especificações do fabricante, observando folgas em diferentes pontos.
A etapa final é a aplicação do lubrificante próprio para correntes de motocicletas. O produto deve ser aplicado em spray, com jato contínuo e uniforme, na parte interna dos elos, enquanto a roda traseira é movimentada. Leite reforça que a lubrificação deve seguir o intervalo recomendado no manual da moto e ser refeita após lavagens ou exposição à chuva.
Verso Comunicação e Assessoria de Imprensa

A Magneti Marelli Aftermarket anuncia a ampliação de sua linha de cubos de roda voltada para veículos eletrificados. Sob a marca Cofap, o catálogo passa a contar com quatro novos códigos, desenvolvidos para atender aos modelos Song Plus e Dolphin, ambos da BYD.
O conjunto do cubo de roda tem a função de sustentar as rodas do veículo e está posicionado entre o eixo e os tambores ou discos de freio. O componente é responsável por transmitir o torque das juntas homocinéticas às rodas e desempenha papel essencial no sistema de direção, contribuindo diretamente para a estabilidade e a segurança na condução do veículo.
Os cubos de roda são divididos em 1ª, 2ª e 3ª geração, com e sem rolamentos, para veículos com e sem ABS, sendo que os de primeira
Exposição à maresia, areia e uso intenso pode comprometer componentes como velas, correias e roletes, exigindo revisão preventiva

São Paulo, janeiro de 2026 - Com a chegada do início do ano, período em que muitas pessoas aproveitam as férias para viajar à praia, o uso da motocicleta em viagens que combinam estrada e regiões litorâneas se intensifica. No entanto, a exposição à maresia, areia, poeira e à alta exigência do motor demanda cuidados específicos com a manutenção preventiva, já que esses fatores podem comprometer componentes importantes para o desempenho e a segurança da motocicleta.
Pensando nisso, a Niterra do Brasil, importadora oficial da marca de correias e roletes japonesas Bando e referência mundial em sistemas de ignição, destaca orientações importantes sobre correias, roletes e velas de ignição, itens diretamente impactados por essas condições.
Como identificar sinais de falha
De acordo com Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da Niterra, a maresia acelera os processos de oxidação, enquanto o acúmulo de resíduos pode acelerar o desgaste de peças que trabalham sob atrito constante, como é o caso das correias de transmissão dos sistemas CVT utilizadas em scooters, reduzindo sua eficiência e vida útil. “A atenção aos primeiros sinais de desgaste é fundamental. Em situações de uso mais severo, como em regiões litorâneas, falhas recorrentes, ruídos anormais, vibrações excessivas ou perda de desempenho indicam a necessidade de procurar um mecânico especialista para uma revisão mais completa. A manutenção de sistemas CVT é complexa e exige conhecimento específicos, negligenciar desgastes de polias dianteiras, traseiras, presença de folgas e desgaste no sistema de embreagem centrifuga, uso de peças de baixa qualidade afetam a durabilidade do sistema, além desses cuidados, a limpeza do sistema e os corretos pontos de lubrificação são importantes para evitar problemas na manutenção. Outro cuidado muito importante é evitar a contaminação da correia e polias por óleo e graxa. Desta forma podemos garantir a segurança, evitando danos mais graves ao conjunto mecânico”, afirma o especialista.
Além disso, manter uma rotina de inspeção preventiva contribui para a segurança do motociclista e ajuda a preservar o desempenho do motor, reduzindo o risco de quebras e custos elevados com reparos corretivos. A atenção a pequenos sinais pode fazer a diferença entre uma manutenção simples e um problema mais sério.
geração são comumente encontrados nas rodas dianteiras e sem rolamento acoplado, enquanto os de 2ª e 3ª gerações são aplicados nas rodas dianteiras e traseiras e podem ter rolamentos acoplados.
A Cofap ressalta que, apesar de ser um componente resistente e que apresenta longa vida útil, alguns fatores podem danificar o cubo de roda como pancadas fortes geradas por buracos presentes nas vias, transporte de carga excessiva ou infiltração de água, que pode ocorrer ao trafegar em regiões alagadas. Ronco grave vindo das rodas em movimento ou a vibração no volante podem ser um indício de que a peça não está funcionando como deveria e que está na hora do componente ser substituído.
Os cubos de rodas Cofap são desenvolvidos de acordo com as especificações dos produtos genuínos, passam por tratamento térmico e rigorosos processos de homologação para garantir ao consumidor o mesmo nível de qualidade, desempenho e confiabilidade dos itens comercializados pelas montadoras. Atualmente, a marca possui mais de 200 códigos ativos que atendem mais de 90% da frota circulante brasileira.
Mais informações sobre os produtos podem ser encontradas no catálogo eletrônico disponível para celulares IOS e Android e no site www.mmcofap.com.br. Outro canal é o serviço de atendimento ao consumidor: 08000194054.
1 – Velas de ignição: responsáveis por iniciar a combustão da mistura ar/combustível, as velas de ignição devem ser verificadas após viagens longas ou exposição à umidade. É recomendado observar sinais de corrosão, falhas de ignição, dificuldade na partida e perda de desempenho. Velas desgastadas ou contaminadas comprometem a eficiência do motor, aumentam o consumo de combustível e podem causar falhas durante o funcionamento, alerta a empresa. Em viagens é comum abastecermos as motocicletas em postos na estrada ou em cidades onde não se conhece a qualidade do combustível, uma inspeção pode indicar presença de resíduos e uso de combustível de má qualidade. A substituição deve sempre seguir as especificações do fabricante.
2 – Correias de transmissão: em scooters com transmissão automática tipo CVT, a correia é um componente crítico. A presença de areia e poeira, aliada ao calor gerado em trajetos prolongados, pode acelerar o desgaste do material. É preciso que o estado da correia seja avaliado após esse tipo de uso, observando trincas, desgaste irregular ou perda de elasticidade. A troca preventiva evita falhas que podem deixar o motociclista na estrada. Scooters são veículos desenvolvidos para trajetos urbanos, seu uso em rodovias e com velocidades muito elevadas deve ter cuidado redobrado.
3 – Roletes: os roletes do sistema CVT também merecem atenção especial. Resíduos de areia combinados com o uso intenso podem causar desgaste prematuro, afetando a aceleração e o desempenho geral do scooter.
Quando a substituição de componentes se faz necessária, contar com peças de qualidade e procedência confiável é fundamental. A NGK e a Niterra oferecem soluções completas para o mercado de reposição, sendo a Niterra a importadora oficial das correias Bando no Brasil, garantindo produtos com padrão original, alta durabilidade e confiabilidade.
Sobre a Niterra
A multinacional NGK SPARK PLUG entrou em um processo de expansão e passou a se chamar Niterra Co., Ltd. Fundada em 1936, em Nagoia, no Japão, é a maior fabricante e especialista mundial em velas de ignição, com forte presença em todos os continentes. No Brasil, a empresa atua há 66 anos, conta com cerca de 1.300 funcionários e possui uma fábrica com 625 mil m² em Mogi das Cruzes (SP). Em 2023, a companhia passou a se chamar oficialmente Niterra – a combinação das palavras latinas niteo e terra, que significam, respectivamente, “brilhar” e “planeta terra”. Tratase de um marco na história do grupo o novo nome, que expressa o comprometimento em contribuir para uma sociedade mais ambientalmente sustentável e um planeta mais brilhante, bem como reflete tanto a jornada da empresa pela expansão contínua de seu portfólio de negócios quanto as transformações em curso na indústria automotiva, conforme o Plano de Gestão de Longo Prazo NGK SPARK PLUG 2030, que estabelece a direção da organização em cinco diferentes segmentos: Mobilidade, Medicina, Meio Ambiente & Energia, Comunicações, e Agronegócio. As marcas NGK e NTK (componentes automotivos) foram mantidas para ambos os negócios. Para mais informações, acesse http://www.ngkntk. com.br/.
RPMA Comunicação


Falhas na montagem e na avaliação prévia das peças comprometem o sistema de arrefecimento e elevam o risco de superaquecimento e desgaste prematuro do motor

A instalação inadequada de hélices e embreagens viscosas está entre as principais causas de falhas no sistema de arrefecimento de veículos comerciais e de passeio. Erros aparentemente simples durante a montagem podem resultar em vibração excessiva, perda de eficiência térmica, aumento do consumo de combustível e até danos irreversíveis ao motor.
Segundo a Modefer, líder nacional na fabricação de hélices e embreagens viscosas para veículos, a maior parte desses problemas está ligada à falta de atenção técnica no momento da instalação.
1) Utilizar peças fora das especifi cações do fabricante
Instalar hélices ou embreagens viscosas incompatíveis com o modelo do veículo compromete diretamente a refrigeração do motor. Diferenças de diâmetro, rotação ou capacidade de acoplamento alteram o fluxo de ar e geram sobrecarga térmica.
“O uso de componentes fora da aplicação correta interfere no equilíbrio do sistema e acelera o desgaste de peças vitais. Esse erro costuma gerar superaquecimento progressivo”, alerta Hermes Santos, CEO da Modefer.
2) Ignorar o alinhamento entre hélice e embreagem viscosa
O desalinhamento do conjunto gera esforços irregulares durante a rotação, afetando mancais (peças que sustentam e permitem o movimento de eixos e partes giratórias), rolamentos e o próprio motor. Esse problema tende a evoluir silenciosamente até causar falhas mais graves.
“Uma hélice desbalanceada ou mal alinhada compromete toda a dinâmica do sistema de arrefecimento, gerando vibrações constantes e esforços irregulares que se propagam por todo o conjunto mecânico. Se não for corrigido a tempo, esse tipo de falha afeta diretamente componentes como mancais e rolamentos, podendo até evoluir de forma silenciosa e causar danos mais severos ao motor, reduzindo significativamente a vida útil do sistema”, destaca Santos.
BYD lidera a procura entre as marcas que estrearam nos últimos cinco anos no país
São Paulo, janeiro de 2026 - Um levantamento da Webmotors acaba de revelar o interesse crescente dos paranaenses pelas marcas recém-chegadas ao Brasil. Segundo dados do Webmotors Autoinsights, ferramenta que fornece dados e informações sobre o mercado automotivo brasileiro, as buscas por modelos de marcas que estrearam no mercado brasileiro nos últimos cinco anos dobraram no estado, atingindo um patamar 104% superior com relação ao ano anterior considerando os modelos novos e usados. O levantamento considera as principais marcas que iniciaram vendas no Brasil nos últimos anos. São elas: BYD, GWM, GAC, Omoda, Zeekr, Geely, MG Motor e Leapmotor.
Segmento que engloba todos os modelos eletrifi cados das marcas chinesas apresentou os melhores resultados em rentabilidade no último mês
3) Instalar embreagens viscosas já comprometidas
Vazamentos de fluido viscoso (líquido usado para controlar a transmissão de força e a velocidade de rotação entre componentes) indicam perda do fluido de silicone (tipo específico de fluido viscoso), essencial para o funcionamento correto da peça. Mesmo uma hélice nova não compensa esse problema.
“Quando há perda desse fluido, a embreagem deixa de cumprir sua função. O resultado pode ser superaquecimento ou funcionamento irregular do motor”, afirma o CEO.
4) Deixar de testar o sistema após a instalação
Não realizar testes após a montagem impede a identificação precoce de ruídos, vibrações ou falhas de acoplamento. Esse descuido aumenta o risco de que pequenos erros evoluam para danos estruturais.
“O veículo sempre dá sinais antes de falhar, seja por meio de ruídos anormais, vibrações excessivas ou alterações no desempenho do sistema. Ignorar esses indícios após a instalação é assumir um risco desnecessário e potencialmente caro, já que pequenos ajustes ou correções preventivas podem evitar falhas mecânicas graves, paradas inesperadas e custos elevados de manutenção”, conclui Hermes Santos.
Sobre a Modefer
Com quase 40 anos de história, a Modefer é líder nacional na fabricação de hélices e embreagens viscosas para veículos comerciais. Reconhecida pela qualidade, performance e durabilidade de seus produtos, a empresa se destaca no setor automotivo brasileiro por sua forte atuação no mercado de reposição e por seu compromisso com a capacitação técnica de toda a cadeia — de distribuidores a aplicadores.
Com o portfólio de mais de 800 part numbers, compatível com a maior parte da frota circulante do país, a Modefer oferece soluções que aliam tecnologia e eficiência para caminhões, ônibus e outros veículos a diesel. Em 2024, iniciou sua expansão para a América Latina, levando a excelência da engenharia nacional para novos mercados por meio de parcerias estratégicas e distribuição especializada.
Para mais informações acesse: www.modefer.com.br.
Like Leads
Segundo o levantamento, a procura por modelos usados dessas marcas foi o que mais cresceu no período, com alta de 109% no estado na comparação com 2024. Neste cenário, a BYD desponta como a marca que mais recebeu buscas na comparação com as sete outras, respondendo por 63,55% do total de visitas no período. Na sequência, estão GWM (31,92%), Zeekr (2,96%), Geely (0,49%), Omoda (0,47%), MG Motor (0,31%) e GAC (0,31%). BYD e GWM, vale lembrar, são marcas que, embora recém-chegadas, têm mais tempo no mercado brasileiro com relação às demais, que se estabeleceram majoritariamente no País a partir de 2025.
O segmento de 0KM também observou forte alta no período, com crescimento de 94% nas buscas e visitas no Paraná em 2025 contra o ano anterior. Neste mercado, a BYD segue líder entre as demais, com 56,61% do total de buscas e visitas, seguida por GWM (23,28%), GAC (6,15%), Zeekr (5,78%), Omoda (4,77%), Geely (2,06%), MG Motor (1,14%) e Leapmotor (0,20%).
Confira abaixo a participação nas buscas e visitas das marcas recém-chegadas ao mercado brasileiro.
MERCADO DE USADOS NO PARANÁ
Montadora/Participação entre buscas e visitas em 2025
BYD 63,55%
GWM 31,92%
Zeekr 2,96%
Geely 0,49%
Omoda 0,47%
MG Motor 0,31%
GAC 0,31%
Leapmotor
MERCADO DE 0KM NO PARANÁ
Montadora/Participação entre buscas e visitas em 2025
BYD 56,61%
GWM 23,28%
GAC 6,15%
Zeekr 5,78%
Omoda 4,77%
Geely 2,06%
MG Motor 1,14%
Leapmotor 0,20%
RPMA Comunicação
A alta nas vendas do segmento de carros usados, no Brasil, fez com que o preço dos veículos atingisse um patamar recorde em dezembro de 2025, chegando a um tíquete médio de R$ 90.892. No período, a redução no giro de estoque, que esteve na média de 37 dias, também reforçou o bom momento do setor. Os dados são do Estudo Megadealer de Performance de Veículos Usados (PVU) powered by Auto Avaliar. Segundo o levantamento, esses indicadores compensaram a queda na margem bruta de lucro, que ficou em 10,1%.
Para Fábio Braga, Country Manager da Megadealer, esses números somados ao patamar histórico alcançado pelo segmento no ano passado reforçam as boas perspectivas para 2026. “Em 2025, atingimos o recorde histórico na venda de carros usados, segundo a Fenauto, com mais de 18,5 milhões de unidades comercializadas em um ano. Esse volume representa um crescimento impressionante de 17,3% sobre 2024. Em termos de rentabilidade, o nosso estudo mostrou que, na média geral, o ROI (retorno sobre investimento) ficou na casa de 62%, indicando que o mercado começa o novo ano ainda mais forte e competitivo”, avalia.
Segundo a Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores foram, ao todo, 18.508.929 veículos seminovos e usados comercializados em 2025, superando as projeções da entidade feitas em janeiro do ano passado.
Entre os modelos mais rentáveis, o Corolla Cross, da Toyota, se manteve na primeira posição, com preço médio em R$ 157 mil, margem de lucro de 9,4% e um impressionante giro de estoque médio em 26 dias. Em segundo o lugar, o Renault Duster surpreendeu com um preço médio de R$ 98 mil, margem de 10% e giro de estoque médio de 32 dias. O Toyota Corolla fechou o Top 3, com valor médio de R$ 142 mil, margem de lucro de 9,7% e giro médio de 32 dias.
O especialista da Megadealer cita, ainda, a consolidação das marcas chinesas que, no geral, entregaram os melhores resultados em seminovos e usados durante o ano de 2025. “Ao analisarmos em conjunto os veículos elétricos e híbridos em todas versões das marcas BYD e GWM, temos um ROI médio de 101% nos dois últimos meses do ano, superando as demais categorias”, ressalta Fábio Braga.
A amostra do Estudo Megadealer de Performance de Veículos Usados engloba 3.089 concessionárias de 22 diferentes marcas conectadas na plataforma Auto Avaliar, que atingiu, em 2025, volume recorde histórico de Avaliações e Captações. Com presença em sete países, a Auto Avaliar atende, atualmente, 4.200 concessionárias e mais de 38.000 lojas independentes e realiza US$1,4 bilhão de vendas anualmente. Compliance Comunicacação
Dana fortalece relacionamento com distribuidores e revendedores através de programa exclusivo de incentivos Após seu retorno ao mercado da reposição (Aftermarket) e sua consolidação junto a uma rede de distribuidores com presença em todos os estados brasileiros, a Dana lançou em agosto de 2025 o programa de incentivo junto aos varejistas com foco em 12 estados num total de 101 lojas – o programa Aqui Tem Dana.
O programa garante o crescimento das lojas que já trabalhavam com o portifólio de produtos Spicer, Victor Reinz e Albarus, bem como a iniciação de lojas que não mais tinham essas linhas em seus estoques. Com uma estrutura de 20 profissionais, entre promotores, representantes e equipes de apoio, a presença em campo foi determinante para garantir ritmo, acompanhamento e consistência — algo que, na prática, diferencia as campanhas que só geram pico de vendas das que constroem uma base sólida e continuada de vendas.
O Aqui Tem Dana se consolida como uma plataforma de ativação contínua, que combina materiais de PDV, treinamento técnico, geolocalização e presença constante no campo. É uma leitura alinhada ao que o aftermarket exige hoje: menos campanha pontual, mais relacionamento estruturado.
A primeira mecânica da ação foi simples e direta: Time do Coração. Ao associar o engajamento comercial a um território emocional familiar ao varejo e ao aplicador — o futebol —, a Dana distribuiu 140

premiações, entre camisas oficiais e ações de relacionamento com as equipes de vendas. O incentivo funcionou como gatilho, mas o valor ficou no pós-campanha.
Aberto a novos parceiros e a clientes históricos, o programa permite que o varejo amplie portfólio com produtos originais e que a indústria construa presença com previsibilidade. A adesão ocorre pelo portal universodana.com.br, onde o lojista escolhe os formatos de campanha e acompanha sua evolução.
No fim, o que a Dana implanta é um modelo no
qual ativação, serviço e execução caminham juntos. Num mercado cada vez menos tolerante a iniciativas genéricas, isso faz diferença.
Se é Dana, então manda
A Dana é líder de mercado no fornecimento de sistemas tradicionais e eletrificados para veículos comerciais médios e pesados que ajudam clientes do mercado de reposição a obter o melhor peso, desempenho e eficiência, assim como o menor custo de propriedade, independentemente da configuração do conjunto de transmissão. Desenvolve, fabrica e distribui produtos no mercado de reposição
combinando uma rede global de 18 Centros de Distribuição com 145 grandes operações de manufatura, prestando serviço e suporte especializados, uma rede de serviço mundial com milhares de profissionais locais, que atendem as demandas de produtos de reposição para automóveis, caminhões leves e pesados e ônibus.
Sobre a Dana
Dana é líder no projeto e fabricação de soluções de propulsão e gerenciamento de energia altamente eficientes que alimentam veículos em todos os mercados de mobilidade automotiva em todo o mundo. A empresa ajuda a moldar o progresso sustentável através das suas soluções de energia limpa e convencionais que apoiam praticamente todos os fabricantes de veículos mundiais com sistemas de transmissão e movimento; tecnologias eletrodinâmicas, incluindo software e controles; e soluções térmicas, de vedação e digitais.
Com sede em Maumee, Ohio, nos EUA, a empresa reportou vendas de 10,3 bilhões de dólares em 2024, com 39.600 pessoas em 30 países em seis continentes. Com uma história iniciada em 1904, a Dana foi nomeada entre as “Empresas Mais Éticas do Mundo” em 2024 pela Ethisphere e como uma das “Empresas Mais Responsáveis da América do Norte em 2023” pela Newsweek. A empresa é impulsionada por uma cultura de alto desempenho que se concentra em valorizar uns aos outros, inspirar a inovação, crescer com responsabilidade e vencer juntos, ganhando reconhecimento global como um empregador de primeira linha.
Na América do Sul, tem operações na Argentina, Brasil, Colômbia e Equador que empregam cerca de 5.000 pessoas. Presente há 78 anos no Brasil, tem operações em Gravataí (RS), Campinas, Jundiaí, Limeira e Sorocaba (SP). No mercado da reposição tem uma história de 78 anos de investimentos no Brasil, com produtos que são sinônimos de qualidade e tradição através das marcas Spicer, Victor Reinz e Albarus. Saiba mais em www.dana.com.br/ aftermarket


A Olimpic, empresa brasileira com mais de 70 anos de atuação no setor de autopeças, esteve recentemente na China para uma agenda estratégica voltada à inovação, tecnologia e evolução de processos industriais.
A comitiva participou da Automechanika Shanghai, a maior feira automotiva do mundo, referência global em tendências do aftermarket, além de realizar visitas técnicas a fábricas em diferentes regiões do país, com o objetivo de conhecer de perto tecnologias, processos produtivos, automação, controle de qualidade e sistemas logísticos avançados.
Segundo Ricardo Rechenbergas, diretor da Olimpic, a viagem teve como foco preparar a empresa para os próximos anos.
“A China hoje concentra boa parte da inovação industrial do setor automotivo. Nossa presença lá foi estratégica para entender o que já está em prática e o que faz sentido trazer para o nosso portfólio e processos, olhando especialmente para os próximos ciclos, incluindo 2026.”
Durante as visitas, a equipe teve contato com linhas produtivas altamente automatizadas, uso intensivo de robótica, estoque verticalizado, conceitos avançados de lean manufacturing e kanban, além de rigorosos sistemas de rastreabilidade e controle de qualidade.
As experiências e aprendizados obtidos na feira e nas visitas às fábricas já estão sendo analisados e organizados internamente, com foco no desenvolvimento de novos produtos, melhorias de processos e possíveis lançamentos previstos para 2026.
A iniciativa reforça o compromisso da Olimpic em unir tradição, tecnologia e responsabilidade industrial, mantendo-se alinhada às melhores práticas globais e às demandas do mercado brasileiro.
Olimpic
Fabricante destaca a gestão como fator relevante para a organização e sustentabilidade das oficinas mecânicas




A Fras-le disponibiliza e-books gratuitos voltados à gestão de oficinas mecânicas, reforçando sua atuação no apoio ao desenvolvimento e à profissionalização do setor de reparação automotiva. A iniciativa amplia o acesso a conteúdos educativos e de gestão, complementando a atuação da empresa no mercado de componentes para sistemas de freios.
Em um cenário automotivo marcado por constantes transformações, a gestão eficiente de uma oficina mecânica é um fator relevante para a sustentabilidade do negócio. Nesse contexto, a Fras-le disponibiliza, por meio de seu blog oficial (https://blog.fras-le.com/), materiais educativos que abordam desde os desafios iniciais da abertura de uma oficina até práticas de organização, expansão e otimização da operação.
Os e-books foram desenvolvidos por especialistas e reúnem temas recorrentes na rotina dos reparadores. Entre os títulos disponíveis estão “Como Abrir a sua Oficina Mecânica”; “Estoque para Oficina Mecânica”; “Controle de Estoque de Peças Mecânicas”; “Gestão de Oficina e Tecnologia”; “Manual da Gestão Financeira da Oficina Mecânica” e “Controle de Orçamento para Mecânica”, com orientações voltadas à organização administrativa e financeira das oficinas.
Também fazem parte do acervo materiais relacionados a estratégias de vendas, precificação e relacionamento com clientes, como “Guia Completo de Quem Quer Expandir as Vendas da Oficina”, “Guia Completo para
Definir os Preços de Venda de Produtos e Serviços da Oficina” e “Guia Completo para Conseguir Novos Clientes”. Temas ligados à gestão de equipes e integração de processos são abordados nos e-books “Boas Práticas de Integração de Áreas em Oficinas Mecânicas” e “Gestão de Pessoas na Oficina”. Há ainda conteúdos técnicos que complementam a formação prática dos profissionais. “A Frasle entende que a gestão do negócio é um fator importante para a rotina do reparador, juntamente com o domínio técnico. Por isso, investimos no desenvolvimento de conteúdos que contribuam para a organização e o dia a dia das oficinas”, afirma Sabrina Carbone, gerente global de marketing da Frasle Mobility.
O acesso aos materiais é gratuito e pode ser realizado mediante cadastro no blog da Fras-le. Além dos e-books, o canal reúne outros conteúdos informativos voltados a mecânicos, caminhoneiros e motoristas, com temas relacionados à manutenção, mercado automotivo e produtos.
A disponibilização dos e-books integra um conjunto de iniciativas digitais da Fras-le, que inclui seu site institucional (https://www. fras-le.com/pt/), plataformas de ensino a distância e catálogo de produtos (https://www. autoexperts.parts/pt/br), além da presença nas redes sociais. A empresa também realiza treinamentos presenciais e oferece suporte técnico aos profissionais da reparação de veículos.
Com a iniciativa, a Fras-le amplia a oferta de conteúdos informativos voltados ao setor de reparação automotiva, contribuindo para a disseminação de conhecimento e boas práticas de gestão no mercado brasileiro.
Sobre a Fras-le – A Fras-le, líder mundial em materiais para fricção, é uma marca Frasle Mobility. Com um portfólio completo de pastilhas de freio, lonas e sapatas para automóveis, veículos pesados e diversas outras aplicações — como ferroviária e industrial —, a empresa atende tanto montadoras quanto o mercado de reposição.
Com unidades fabris no Brasil, Estados Unidos, China, Índia e Argentina, a Fras-le possui uma rede global de atendimento comercial, com presença em mais de 125 países nos cinco continentes. Seu portfólio conta com mais de 12 mil referências em linhas de produtos.
Verso Comunicação e Assessoria de Imprensa
Muito além de uma campanha simbólica, o Janeiro Branco se consolida como um movimento de conscientização sobre saúde emocional, bem-estar humano e responsabilidade das organizações. Em um cenário em que o adoecimento psíquico cresce de forma silenciosa no ambiente de trabalho, o início do ano passa a ser também um convite para que empresas reflitam sobre a saúde emocional de quem sustenta seus resultados.
O alerta é global. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1 bilhão de pessoas vivem atualmente com algum transtorno de saúde mental, sendo a ansiedade e a depressão as condições mais prevalentes. O impacto vai além da esfera individual: o custo indireto desses transtornos para a economia global é estimado em cerca de US$ 1 trilhão por ano, em razão de perda de produtividade, afastamentos e redução da capacidade laboral.
No Brasil, o cenário é igualmente preocupante. Dados do Ministério da Previdência Social (MPS) mostram que, em 2024, foram concedidas 472 mil licenças por afastamento relacionado à saúde mental, um crescimento de 68% em relação a 2023. Já informações do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) indicam que, em 2025, houve um aumento de 143% nos afastamentos do trabalho por transtornos mentais. Entre as doenças que mais geraram benefícios por incapacidade temporária, depressão e ansiedade lideram, somando quase meio milhão de casos, o maior número registrado em pelo menos uma década.
“A saúde mental deixou de ser um tema de conscientização, uma pauta de sensibilização e passou a ser um elemento estruturante da gestão. Empresas que ignoram os riscos psicossociais estão, hoje, assumindo riscos humanos, legais e financeiros ao mesmo tempo”, afirma Vanessa Martins, Psicoterapeuta Comportamental, Chief Happiness Officer e proprietária do Instituto de Desenvolvimento Humano Lab de Ocitocina, instituição já autorizada para o credenciamento de empresas em conformidade com a NR-1.
Obrigatoriedade da NR-1
Esse debate ganha um novo patamar com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR1), que estabelece a obrigatoriedade da gestão dos riscos psicossociais no ambiente de trabalho. A saúde mental deixa de ser apenas uma pauta de boas intenções e passa a integrar formalmente as responsabilidades legais das empresas. A norma não se limita à exigência de documentos, mas demanda consciência organizacional, cultura de cuidado e práticas efetivas de proteção à saúde emocional dos trabalhadores.
Para a especialista, a mudança é profunda e exige maturidade das organizações: “A NR-1 não é sobre papel, é sobre consciência, cultura e práticas reais de cuidado. Não existe gestão eficiente sem gestão emocional”, ressalta Martins.
Cuidar da saúde emocional, além de um dever legal, passa a ser um investimento direto em pessoas, cultura organizacional e no futuro das empresas.
Paula Skoretzky / PSC Comunicação Assessoria de Imprensa Lab de Ocitocina

Número de feriados prolongados no ano incentiva viagens pelas estradas e reforça a necessidade de manutenção preventiva
Com uma agenda favorável para quem pretende viajar, 2026 terá dez feriados nacionais, sendo oito deles prolongados, próximos aos finais de semana. O cenário é um convite para pegar a estrada ao longo do ano, mas também reforça a necessidade de atenção redobrada com a manutenção dos veículos. Para isso, uma revisão minuciosa é recomendável. Ela deve considerar uma checagem integrada, que inclua alguns dos principais itens que podem afetar a performance e a segurança, como freios, suspensão, velas de ignição, faróis e limpadores de para-brisa. A DRiV, uma das líderes globais no mercado de reparação automotiva, reforça a importância de uma revisão que enxergue o veículo como um conjunto interligado.
“Carro carregado, longas distâncias, pistas irregulares e mudanças climáticas rápidas. A revisão deve enxergar o veículo como um organismo completo”, afirma Juliano Caretta, supervisor de treinamento técnico da DRiV. Na estrada o motorista pode ser surpreendido por diversas situações. E para enfrentá-las com segurança é ideal estar com a manutenção em dia, explica o executivo: “É um efeito dominó. Sem amortecimento adequado, não há aderência; sem aderência, o freio não atua como deveria. Se os freios não estiverem em boas condições, o veículo se torna mais instável e sobrecarrega a suspensão. Um motor com problemas pode afetar a dirigibilidade e demais componentes, além de ser um risco para a segurança; e isso pode piorar se o motorista tiver a visibilidade prejudicada”.

Situações comuns de risco nas férias, como curvas fechadas, chuva intensa e frenagens repentinas em congestionamentos, se tornam ainda mais críticas quando essa simbiose é quebrada. Em casos extremos, a perda simultânea de estabilidade e eficiência de frenagem pode resultar em derrapagens, aumento da distância de parada ou falta de controle em manobras de emergência. Com
o carro carregado, ar-condicionado ligado e longos trechos contínuos de uso, o motor também trabalha sob carga maior. E é aqui que entra o papel das velas de ignição, responsáveis por garantir que cada combustão ocorra na hora, intensidade e temperatura corretas.
Uma falha de ignição pode causar engasgos, perda de potência ou até pane em situações críticas, como subidas íngremes de serra. Além disso, um motor falhando transfere vibrações irregulares para a suspensão e dificulta a estabilidade do veículo, mostrando como a mecânica está sempre interconectada.
A segurança em viagem também depende da capacidade de enxergar a estrada, especialmente no verão, período em que pancadas de chuva são frequentes. Palhetas deterioradas, riscadas ou ressecadas podem reduzir drasticamente a visibilidade do motorista, que amplifica os riscos relacionados aos outros sistemas. “É uma cadeia simples: se você não enxerga bem, freia pior e desvia com atraso. E qualquer atraso reduz a ação conjunta entre freios, pneus e suspensão”, explica Caretta.
Faróis mal regulados, lâmpadas queimadas ou lanternas inoperantes reduzem a capacidade do motorista de prever situações e ser visto pelos demais condutores, especialmente em trechos de serra, neblina ou chuva intensa. Quando a iluminação falha, todo o sistema de resposta é comprometido: o motorista demora para identificar obstáculos e freia mais tarde,
sobrecarregando o conjunto suspensão–freio. O risco também aumenta em ultrapassagens, já que a leitura da distância e da velocidade dos outros veículos fica prejudicada.
O especialista da DRiV reforça que, situações de risco podem ser geradas pela combinação de falhas: a combinação de pastilhas de freio gastas com amortecedores desgastados pode gerar perda de controle ao frear. Velas de ignição falhando e fluído de radiador vencido comprometem a performance e podem provocar a quebra do motor durante a viagem. Palhetas de para-brisa desgastadas e faróis com mau funcionamento prejudicam a visibilidade sob chuva intensa e comprometem a segurança.
Para evitar situações de risco, Juliano Caretta recomenda verificar, entre outras condições do veículo: discos, pastilhas e fluido de freio; fluido de arrefecimento, dispositivos de iluminação, incluindo faróis, lanternas e setas; velas de ignição; amortecedores e itens de suspensão; palhetas dos limpadores de parabrisa e pneus.
“A segurança vem da soma do bom funcionamento dos componentes. Freio bom com suspensão ruim não resolve, motor fraco prejudica retomadas e visibilidade ruim compromete tudo”, conclui.
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