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Jornal Reposição #229

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ANO XVIII #229 AGOSTO 2026

Modificações veiculares: Até que ponto o tuning é possível e quais os riscos para a segurança veicular?

Pirelli Divulgação

Leia na página 9.

SABÓ apresenta práticas essenciais para montagem do retentor traseiro do virabrequim no motor Duramax 28L Leia na página 5.

WEGA Motors fecha parceria com a Escola do Mecânico e se torna patrocinadora oficial da instituição

Catalisador automotivo entra na economia circular após o fim da vida útil Leia na página 10.

Leia na página 5.

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EDITORIAL

COLUNA FERNANDO CALMON Nº 1.417— 01/09/2026

A Peça-Chave para o Futuro: Festival Interlagos O Pensamento Crítico nas Urnas continuou a crescer, atraiu Em um mercado dinâmico e altamente competitivo como o de reposição automotiva, o sucesso não é fruto do acaso, mas sim de escolhas estratégicas, análise minuciosa de dados e visão de longo prazo. Nós, empresários do setor, sabemos que cada peça colocada no estoque e cada investimento feito na operação exigem planejamento e discernimento. No atual cenário socioeconômico, essa mesma habilidade técnica e analítica que aplicamos diariamente em nossas empresas deve ser transposta para a nossa cidadania, tornando-se a ferramenta essencial para desenharmos o futuro do nosso país. O voto consciente e o pensamento crítico são as engrenagens que movem a verdadeira mudança estrutural de uma nação. Assim como não aceitamos componentes de baixa qualidade que possam comprometer o motor de um veículo, não podemos nos guiar por promessas superficiais ou discursos vazios que colocam em risco o ambiente de negócios e o desenvolvimento social. Exercer o pensamento crítico na eleição significa pesquisar o histórico dos candidatos, avaliar a viabilidade de suas propostas e compreender o impacto real de suas futuras decisões na economia, na tributação e na geração de empregos. Este é um chamado para liderarmos pelo exemplo, assumindo o protagonismo político com a mesma seriedade com que conduzimos nossas marcas no mercado. Olhar para as opções eleitorais com um viés técnico e racional nos permite identificar lideranças que genuinamente valorizam o livre mercado, a desburocratização e o fortalecimento do comércio. Quando o empresariado se une sob o propósito de votar com critério e inteligência, nós blindamos o nosso segmento e abrimos caminhos para um crescimento sustentável que beneficia toda a cadeia produtiva e a sociedade. Que este período eleitoral seja encarado não com desilusão ou passividade, mas como a maior oportunidade estratégica do ano para reposicionarmos o rumo da nossa história. Vamos levar para as urnas a mesma precisão, a ética e o compromisso com a excelência que definem as nossas trajetórias profissionais. Ao escolhermos nossos representantes com base em fatos, competência e propostas sólidas, garantimos que o motor do Brasil continue avançando na direção certa, rumo a um futuro de mais estabilidade, prosperidade e inovação para todos. Désirée Sessegolo Editora

fabricantes e público recordes

Balanço final confirma o sucesso da iniciativa, que sua organização o classifica como maior do mundo dedicado a experimentação em autódromos. A infraestrutura, além das tradicionais áreas VIPs, contou este ano com centro de convenções e novo pavilhão de 15.000 m². Participaram 32 marcas (das quais 14 chinesas) e ficaram de fora, entre outras, Audi, Caoa Chery, Chevrolet, Citroën, Nissan e Mercedes-Benz. VW montou parceria com Mercado Livre em estande separado, enquanto a Chery compareceu com outras marcas do grupo (iCaur, Jetour e Omoda & Jaecoo). Seguradora Suhai é a patrocinadora do evento. Este ano atraiu 215 mil visitantes em três dias e 15,2 mil testes (duas a três voltas na pista com um instrutor). No total, 36 lançamentos e apresentações, entre novos modelos, versões, pré-lançamentos e produtos exibidos pela primeira vez ao consumidor brasileiro. BMW mostrou o iX3, SUV compacto com dois motores elétricos, 469 cv e 65,8 kgf·m combinados, que chega às concessionárias no próximo dia 24. Ford confirmou a picape grande F150 Raptor com 450 cv e 70 kgf·m no primeiro trimestre de 2027. Entre as estreantes da China estava a Dongfeng, mas atuará aqui como DFM, pretende lançar 10 modelos até 2028 e há plano de produção local. GAC destacou o GS9, um SUV grande, híbrido plugável, 500 cv e 62,5 kgf·m por R$ 399.990. IM Motors é a marca de luxo da MG com o IM6, SUV cupê grande, elétrico, 767 cv, 81,7 kgf·m (acelera 0 a 100 km/h em 3,5 s). Outro SUV grande, sete lugares, híbrido plugável Jaecco 8 entrega potência combinada de 605 cv, 66 kgf·m e preço estimado na faixa de R$ 300.000. Baic tem o elétrico Arcfox T1 em pré-venda já para o próximo mês por estimados R$ 150.000 e o T5 para 2027. Outro elétrico chinês, Omoda E5, terá versão de entrada com preço em torno de R$ 150 mil. BYD Geely com produção nacional do EX5 EM-i, agora em setembro na fábrica paranaense da Renault, exibiu unidades customizadas EX2 Street e Track. Kwid 2027 foi apresentado com grade e para-choque redesenhados, além de preços promocionais. Abarth, do Grupo Stellantis, mostrou o Pulse Scorpioníssima, ainda como estudo de mercado. BYD mostrou a Mako, protótipo da picape intermediária com proposta urbana e motorização híbrida plugável flex, a ser produzida em Camaçari (BA), na faixa de preço da Toro, Rampage, Maverick e futuras Niagara e Tukan.

Audi lança duas stations como alternativas aos SUVs

Arquitetura de 800 V, bateria de 100 kW�h e alcance de 440 km (padrão Inmetro). O sistema de recarga aceita até 270 kW em corrente contínua e neste caso repõe a carga de 10% a 80% em 21 minutos. Recuperação de energia em desacelerações varia do rodar livre (coasting) ao modo one-pedal, selecionáveis por borboletas no volante. Destaque para o conjunto de telas digitais: quadro de instrumentos de 11,9 pol., central multimídia de 14,5 pol. e outra dedicada ao passageiro de 10,9 pol. Há teto solar panorâmico com opacidade variável, projetor de dados no para-brisa e pacote completo de assistência à condução (Adas). Avaliação dinâmica no trajeto entre São Paulo e Porto Feliz (SP) revelou o apuro do acerto de suspensões e isolamento acústico em ambas. A5 entrega trocas de marchas quase imperceptíveis e o A6 e-tron prima pela progressividade. A perua com motor a combustão acelera de 0 a 100 km/h em 5,9 s. Contudo, A6 Avant e-tron, mesmo com 410 kg a mais em razão da bateria e dimensões um pouco maiores, consegue melhor aceleração: 0 a 100 km/h em 5,4 s. Em resumo, modelos distintos no conceito de propulsão, mas irmãos no esmero dinâmico e na construção. Escolha recairá sobre a preferência por motor a combustão ou elétrico — além, claro, do fator preço. A5 Avant S-Line: R$ 474.990,00 A6 Avant e-tron S-Line: R$ 699.990,0 0.

Impressões: Prelude destaca-se pelo estilo e bom desempenho O cupê 2+2 da Honda voltou a ser importado depois de 34 anos, sem perder sua proposta original ao oferecer dirigibilidade e desempenho de bom nível. Não se trata, porém, de sentir as costas colarem no banco, depois de algumas voltas no autódromo de Interlagos neste primeiro contato. Prelude tem histórico de linhas atraentes desde que estreou no Japão em 1978 e assim continua. Segundo o fabricante, seu desenho remete ao perfil de um planador. Rodas de 19 pol. deixam bem visíveis as pinças de freio pintadas de azul. Pneus 235/40 R19. Com distância entre-eixos de 2.605 mm e 1.355 mm de altura apenas crianças se acomodam no banco traseiro, a exemplo de outros carros esporte. Porta-malas limita-se a 264 L. Uma característica interessante é o banco do motorista com assento mais firme que o do seu acompanhante. Ergonomia facilita acesso a todos os comandos. Há duas portas USB-C, central multimídia de 9 pol. com suporte a Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de oito airbags.

Em um mercado dominado de forma avassaladora pelos utilitários esporte (SUVs), a Audi toma uma decisão louvável e corajosa: renova a aposta no nicho das peruas (station wagons) com propostas mecânicas e abordagens tecnológicas distintas. A5 Avant S-Line traz o motor 2 L, turbo, gasolina, quatro cilindros, 272 cv e 40,8 kgf·m. Câmbio é o automatizado de dupla embreagem S-tronic de sete marchas e a tração integral sob demanda. Alcance (km): 487 (cidade); 644 (estrada).

Prelude é um híbrido pleno com motor 2-L aspirado, 143 cv, 19,1 kgf·m, mais dois elétricos (um de tração e outro gerador), que somam 184 cv e 32,1 kgf·m. Potência combinada de 203 cv e torque também combinado de 32,1 kgf·m. Câmbio, se é que assim se pode chamar, tem oito marchas virtuais e até simulação de punta-tacco. Em velocidades mais elevadas, como no autódromo ou retas longas em estradas, o motor a combustão atua diretamente nas rodas dianteiras. Na maior parte do tempo, porém, operam só os motores elétricos, enquanto o motor a gasolina trabalha como gerador.

Já a A6 Avant e-tron S-Line é 100% elétrica, maior em todas as dimensões e com porta-malas de 502 L, mais 27 L, dianteiro (no total, 54 L a mais que a A5). Motor 367 cv, 57,6 kgf·m e tração traseira.

Sua arquitetura herdada do Type R inclui amortecedores adaptativos. Precisão direcional é um dos pontos altos. Em Interlagos, essa característica sobressai. Confere confiança a

Versão Eletrônica: https://issuu.com/jornalreposicao Portal: www.jornalreposicao.com.br Direção: Désirée Sessegolo desiree.sessegolo@projetomarketing.com Financeiro: Ana Paula Pimpão financeiro@projetomarketing.com

Tiragem: 10.000 exemplares impressos 30.000 exemplares digital *Os conteúdo enviados por colaboradores são de inteira responsabilidade dos autores.

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Fernando Calmon

quem dirige mesmo na curva Ferradura, aberta e em subida, uma das mais difíceis do circuito paulistano por seu traçado. Honda não divulga no Brasil aceleração de 0 a 100 km/h, mas testes no exterior apontam entre 6,4 s (se a bateria estiver totalmente carregada) e 6,7 s. Com as marchas virtuais os tempos pioram para a faixa de 7,3 s a 9,2 s. Preço: R$ 380.000.

IA é muito boa, mas poucos concordam em pagar O interesse do consumidor brasileiro por inteligência artificial (IA) na hora de escolher um automóvel já é uma realidade. Mas a confiança na tecnologia estreita-se muito, no caso de controle total do veículo. É o que revela o levantamento Webmotors Autoinsights, realizado com 1,6 mil usuários da plataforma. Segundo a pesquisa, 51% dos entrevistados demonstram interesse em veículos com recursos de IA (22%, muito interessados e 29%, interessados). Se questionados sobre dirigir de forma 100% autônoma — sem nenhuma intervenção humana —, a aceitação despenca: 12% afirmam confiar plenamente. Os dados confirmam que se enxerga a IA fundamentalmente como assistente de condução, e não substituta do motorista. Enquanto 60% aceitariam o auxílio da tecnologia em tarefas de navegação e ajustes internos, 37% aprovam a atuação em sistemas de segurança ativa (frenagem autônoma de emergência e alertas de colisão), a direção automática plena cai para segundo plano. Na lista de funcionalidades mais desejadas, a prioridade ficou assim: alertas de colisão/ segurança, 45%; diagnóstico mecânico preventivo, 44%; rotas inteligentes, 34%; direção totalmente autônoma, somente 10%. Por outro lado, a assimilação do conceito já está avançada: 54% afirmam entender bem ou já utilizar ferramentas de IA, 30% conhecem o assunto e apenas 8% dizem ignorar o termo. Apesar de alta aceitação teórica, a disposição a pagar por isso ainda é entrave. Nada menos que 57% dos entrevistados afirmam que não desembolsariam valor adicional algum para ter IA no carro. Entre os dispostos a pagar, 20% aceitariam um teto de até 5% sobre o preço do veículo. Para Eduardo Jurcevic, CEO da Webmotors, IA deixa de ser recurso futurista para tornar-se expectativa de item de série. “O consumidor valoriza essa tecnologia quanto à segurança, praticidade e previsibilidade mecânica, mas a percebe como atributo inerente à evolução do automóvel — e não como opcional cobrado à parte”, concluiu.


EVENTO MONTADORA

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GERAL

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MAGNETI MARELLI ALERTA PARA A IMPORTÂNCIA DA MANUTENÇÃO DO KIT DE DISTRIBUIÇÃO

ElringKlinger é reconhecida pela Honda Automóveis do Brasil por excelência no fornecimento OEM A ElringKlinger do Brasil foi reconhecida pela Honda Automóveis do Brasil durante a 28ª edição do Encontro de Fornecedores da montadora. A empresa recebeu a premiação da Divisão Body, para as Categorias Qualidade e Entrega, referente ao fornecimento de Defletores de Calor para os veículos da marca, reforçando sua atuação como fornecedora de equipamentos originais (OEM) para a indústria automotiva. Sob o tema "Iniciativa e Inovação: uma aliança para o futuro", o encontro reuniu fornecedores estratégicos para apresentar as diretrizes da Honda para os próximos anos e reconhecer empresas que se destacaram pelo desempenho ao longo de 2025. Ao todo, 17 fornecedores foram premiados em diferentes categorias relacionadas à qualidade, entrega, inovação, sustentabilidade, eficiência produtiva, desenvolvimento e parceria.

A Marelli Cofap Aftermarket, líder no mercado brasileiro de reposição automotiva, reforça a importância da inspeção e da manutenção preventiva da correia e da corrente de distribuição, componentes fundamentais para o correto funcionamento do motor. Responsáveis por sincronizar o virabrequim com o comando de válvulas, a correia e a corrente garantem que as válvulas sejam acionadas no momento correto, permitindo a entrada da mistura de ar e combustível no cilindro e a saída dos gases queimados. O sincronismo adequado é essencial para evitar que as válvulas permaneçam dentro do cilindro quando o pistão sobe para comprimir a mistura. Caso isso aconteça, podem ocorrer avarias severas no motor, resultando em reparos complexos e custos elevados. As correias e as correntes estão sujeitas ao desgaste natural e devem ser substituídas conforme a quilometragem recomendada para cada aplicação. Esse intervalo pode variar de acordo com o fabricante e, em alguns casos, com o material utilizado na fabricação. Por isso, é fundamental seguir as recomendações do fabricante do veículo e, no momento da substituição, utilizar uma correia com tecnologia e especificações equivalentes à original. Diferentemente das correias, a corrente de distribuição possui vida útil significativamente maior. No entanto, a maior durabilidade não significa ausência de desgaste. Com o passar do tempo e o aumento da quilometragem, os

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componentes do sistema - como corrente, guias, tensionadores e engrenagens - podem perder eficiência e comprometer o sincronismo do motor. Sua substituição pode ser recomendada a partir de 100 mil quilômetros, dependendo das especificações do fabricante, do modelo do veículo, da qualidade dos componentes e, principalmente, das condições de uso e manutenção. Por isso, a manutenção preventiva é fundamental. Ignorar sinais de desgaste pode fazer com que um procedimento relativamente simples se transforme em um reparo complexo e muito mais caro.

Kit de distribuição Magneti Marelli Desenvolvidos sob os mais rigorosos padrões de qualidade, a Magneti Marelli dispõe de kits de distribuição por correia e corrente. Os kits distribuição por correias são compostos por correia, tensionador e polias auxiliares, de acordo com a necessidade de cada aplicação. Já os kits de distribuição por corrente, são compostos por corrente, guias, engrenagens e tensor da corrente, também dimensionados conforme as especificações de cada aplicação. A solução facilita o trabalho do reparador ao garantir que todos os componentes do sistema atuem de forma integrada, com eficiência e durabilidade, proporcionando mais segurança e confiabilidade na manutenção do veículo. A substituição do kit no momento adequado contribui para preservar o funcionamento

correto do motor e reduzir o risco de falhas capazes de comprometer seu desempenho. Entre os principais benefícios da manutenção adequada estão: · Maior precisão no sincronismo entre virabrequim e comando de válvulas; · Redução do risco de quebras e falhas mecânicas; · Manutenção do desempenho e da eficiência do motor; · Excelente custo-benefício em relação aos altos custos de reparos no sistema. Os técnicos da Magneti Marelli recomendam que motoristas e reparadores estejam atentos aos sinais de desgaste e sigam as orientações de manutenção e substituição especificadas para cada veículo. A verificação periódica do sistema de distribuição é uma importante medida preventiva, contribuindo para preservar o funcionamento adequado do motor, aumentar a confiabilidade do veículo e evitar paradas inesperadas.

O reconhecimento evidencia a capacidade da ElringKlinger de atender aos elevados padrões de qualidade, desempenho e confiabilidade exigidos pela indústria automotiva, consolidando sua posição como fornecedora OEM e parceira estratégica das principais montadoras do País. "Receber mais essa premiação é motivo de muito orgulho para todos nós. Fornecer para uma montadora exige pontualidade, precisão e compromisso permanente com a qualidade em cada detalhe do processo. Esse reconhecimento demonstra que estamos no caminho certo e reforça nossa responsabilidade de continuar evoluindo, inovando e entregando aos nossos clientes o padrão de excelência que eles esperam de nós.", afirma Fernando Petronilo, Diretor Geral da ElringKlinger do Brasil. Essa conquista soma-se a outra obtida recentemente pela empresa. Há poucas semanas, a ElringKlinger recebeu da Toyota a classificação máxima Rank A no Supplier Evaluation Program, programa global que avalia fornecedores estratégicos com base em critérios como qualidade, confiabilidade nas entregas, comunicação, competitividade, sustentabilidade, governança e alinhamento às práticas da montadora.

Mais informações sobre os produtos Magneti Marelli podem ser encontradas no catálogo eletrônico disponível para celulares IOS e Android e no site www.mmcofap.com.br. Outro canal é o serviço de atendimento ao consumidor: 0800 0191638.

Embora concedidos em contextos distintos, os dois reconhecimentos convergem para o mesmo resultado: evidenciam a consistência da atuação da ElringKlinger em atender aos elevados padrões exigidos por duas das mais importantes e exigentes montadoras japonesas, consolidando a atuação da marca no segmento OEM e demonstrando que qualidade, inovação e melhoria contínua fazem parte da cultura da empresa, compromisso que sustenta sua trajetória como parceira estratégica da indústria automotiva e fortalece relações de longo prazo construídas com clientes em âmbito global.

SD&PRESS Consultoria

PSC Comunicação


GERAL

WEGA Motors fecha parceria com a Escola do Mecânico e se torna patrocinadora oficial da instituição

SABÓ apresenta práticas essenciais para montagem do retentor traseiro do virabrequim no motor Duramax 2.8L

Iniciativa visa fortalecer a capacitação técnica, impulsionar o desenvolvimento profissional e formar a nova geração de especialistas no aftermarket automotivo

Com o objetivo de impulsionar a qualificação técnica e apoiar o desenvolvimento contínuo da reparação automotiva no país, a WEGA Motors anuncia, com muito orgulho, sua nova parceria com a Escola do Mecânico, tornando-se patrocinadora oficial de uma das maiores redes de formação profissional do setor no Brasil.

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Procedimento requer limpeza criteriosa, uso de ferramenta específica e atenção ao posicionamento invertido do retentor para assegurar vedação e durabilidade.

O retentor tem a função de impedir o vazamento de óleo entre componentes rotativos e fixos do motor, contribuindo diretamente para a preservação da lubrificação, da eficiência operacional e da integridade do conjunto. Por isso, sua aplicação correta é essencial para evitar falhas prematuras, vazamentos e danos ao sistema. No caso do retentor traseiro do virabrequim, cada etapa da instalação influencia o desempenho final e a vida útil do motor. A SABÓ, referência global em soluções de vedação automotiva, destaca orientações técnicas para a correta instalação do retentor traseiro do virabrequim SABÓ 05832GRGH, aplicado ao motor Duramax 2.8L 16V, 4 cilindros. O procedimento exige atenção a etapas fundamentais de preparação, montagem e conferência dimensional, com impacto direto sobre a eficiência de vedação, o desempenho operacional e a vida útil do conjunto. Antes da instalação, é indispensável realizar a limpeza completa do virabrequim e do alojamento destinado ao retentor. A remoção de óleo residual, contaminantes e restos de junta evita interferências no assentamento do componente e reduz o risco de falhas prematuras e vazamentos. Também é imprescindível conferir se o diâmetro do virabrequim está correto, devendo apresentar a medida nominal de Ø 100,00 mm, com tolerância entre 99,92 mm e 100,00 mm”, alerta. Qualquer medida fora desse intervalo exige intervenção técnica prévia. O acabamento superficial da pista também deve ser rigorosamente inspecionado, pois riscos, sulcos e marcas de impacto comprometem a vedação.

Ainda na análise dimensional, há outros parâmetros cruciais e pouco explorados no campo, como o STBM (Shaft-toBore Misalignment), que representa o desalinhamento estático entre o eixo e o alojamento. Sua medição é feita com uma base magnética fixada na ponta do virabrequim e a ponta do relógio apalpador apoiada no alojamento do retentor. Caso essa excentricidade esteja acima do limite, haverá excesso de pressão de contato em uma região do lábio e, em contrapartida, redução da pressão no lado oposto (180º), gerando vazamento. “Há também o batimento radial dinâmico, o STRO (Shaft Total Run Out), medido com o mesmo conjunto de relógio apalpador e base magnética. Desta vez, a base é fixada no bloco do motor e a ponta do relógio é apoiada na pista da ponta do virabrequim onde o retentor trabalhará. Ao girar o virabrequim em 360º, afere-se a variação total de leitura no relógio”, revela William Araújo, gerente de Engenharia de Aplicação – Aftermarket da Sabó. Segundo o especialista, o lábio de vedação em PTFE e a pista do virabrequim devem ser mantidos totalmente secos e isentos de óleo ou graxa durante a montagem, garantindo o correto assentamento e a formação da película funcional do material. Na sequência, Araújo destaca que o retentor deve ser posicionado cuidadosamente, alinhado à face do virabrequim, observando sua montagem na posição indicada, com as costas voltadas para a sede do virabrequim. “A utilização da ferramenta própria de montagem recomendada para esse motor é essencial para garantir a aplicação de carga

uniforme, evitar montagens inclinadas e preservar a integridade do componente.” Nos retentores SABÓ fabricados em PTFE, também é fundamental o uso correto da luva de montagem que acompanha o produto. Desenvolvida para proteger o lábio de vedação durante o encaixe e prevenir cortes, torções ou deformações na superfície do lábio de vedação, a luva plástica nunca deve ser removida antes da instalação do retentor no eixo. Após a instalação, é necessário verificar se o retentor ficou paralelo e devidamente alinhado à face do bloco e do virabrequim, respeitando a profundidade correta de alojamento. “Esse controle final é determinante para assegurar a vedação eficiente do sistema e o funcionamento confiável do motor Duramax”, completa. Sobre a SABÓ: Com mais de 80 anos de atuação, a SABÓ é referência global em soluções de vedação para montadoras de veículos, máquinas e equipamentos agrícolas. Desenvolve produtos de alta performance para o mercado original e o aftermarket, combinando engenharia, inovação e manufatura avançada. Parceira estratégica da cadeia automotiva, oferece um portfólio completo, ampla cobertura de linha e suporte técnico especializado, com qualidade, disponibilidade e excelência no atendimento. Com forte presença na América Latina e atuação global, acompanha o veículo ao longo de todo o seu ciclo de vida, atendendo aos mais rigorosos requisitos técnicos e às novas demandas da mobilidade Verso Comunicação e Assessoria de Imprensa

A união reafirma o compromisso da fabricante com a valorização do profissional e o fortalecimento do mercado de reposição. Reconhecida por sua metodologia focada no ensino prático e pelo desenvolvimento de mão de obra altamente qualificada, a Escola do Mecânico conta com dezenas de unidades espalhadas por diversos estados e já formou milhares de especialistas Por meio da nova parceria, a WEGA Motors atuará ativamente na formação e atualização de alunos e reparadores através de um cronograma integrado de treinamentos técnicos, palestras, eventos, workshops e produção de conteúdo especializado. A iniciativa também permitirá que os estudantes tenham contato direto com o portfólio, aplicações e inovações da WEGA, aproximando o aprendizado teórico da rotina real das oficinas. Fundada como um negócio de impacto social focado em formação profissional e geração de renda, a Escola do Mecânico tornou-se referência nacional. A instituição já capacitou cerca de mais de 120 mil alunos em Linha Leve, Pesada e Motocicletas. Diante da constante modernização e da chegada de novas tecnologias à frota nacional, a fabricante reforça que investir em educação técnica é essencial para preparar o setor para os novos desafios da indústria. "Mais do que fornecer produtos de alta qualidade, acreditamos que nosso papel é contribuir para o desenvolvimento do mercado. Estar ao lado da Escola do Mecânico representa um importante passo para aproximar ainda mais a WEGA dos profissionais da reparação, compartilhando conhecimento, tecnologia e inovação", destaca Thuanney Castro, gerente de marketing. Com essa parceria, a WEGA Motors se consolida como uma marca que investe continuamente em inovação, qualidade e desenvolvimento profissional, contribuindo diretamente para a evolução do aftermarket e para a capacitação dos especialistas que movimentam a mobilidade no país. INSIGHT

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GERAL

No Paraná, maior piso regional do país não cobre nem metade do custo de vida de uma família O salário mínimo ideal é 4,7 vezes o piso nacional e 3,2 vezes o piso no Paraná, aponta o Dieese

O desafio, porém, mudou de natureza. Se antes a preocupação das empresas era encontrar mão de obra em um mercado com alto desemprego, agora cresce a pressão para oferecer remuneração competitiva, benefícios e perspectivas de desenvolvimento profissional em um cenário em que o custo de vida pesa cada vez mais sobre o orçamento das famílias.

O Paraná reúne alguns dos indicadores mais positivos do mercado de trabalho brasileiro. O Estado tem uma das menores taxas de desocupação da série histórica, segue entre os líderes na geração de empregos formais e mantém o maior piso salarial regional do país. Ainda assim, uma pergunta começa a ganhar espaço entre economistas e especialistas em relações do trabalho: ter emprego e carteira assinada ainda é suficiente para garantir poder de compra?

Para Sandro Silva, manter o mercado aquecido dependerá menos da quantidade de vagas abertas e mais da qualidade dessas oportunidades. "A economia continua criando empregos, mas em um ritmo menor. As perspectivas dependerão da capacidade de manter investimentos, estimular a atividade produtiva e preservar um ambiente favorável ao crescimento. O desafio agora não é apenas continuar gerando vagas, mas garantir que elas ofereçam renda e estabilidade para os trabalhadores."

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), uma família de quatro pessoas precisaria de R$ 7.687,01 por mês, em julho deste ano, para cobrir despesas básicas como alimentação, moradia, transporte, saúde, educação, vestuário, higiene, lazer e previdência. O valor equivale a mais de três vezes o maior piso regional paranaense e a 4,7 vezes o salário mínimo nacional. A diferença ajuda a explicar uma mudança importante no debate sobre emprego. Se há alguns anos a principal preocupação era criar vagas, hoje a discussão passa pela qualidade da remuneração e pela capacidade que ela tem de acompanhar o aumento do custo de vida. Esse cenário aparece em um período de crescimento econômico. Entre 2021 e 2025, o Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná avançou 15,4%, enquanto a economia brasileira cresceu 17,8%. O Estado manteve ritmo elevado de contratações formais e consolidou um dos mercados de trabalho mais aquecidos do país. Mas, para o Dieese, olhar apenas para os indicadores de emprego já não é suficiente. Segundo Sandro Silva, coordenador técnico do Dieese-PR, o mercado mudou e exige uma

análise que vá além da taxa de desocupação. "É importante fazer uma análise qualitativa, pois, quando comparamos o mercado de trabalho de hoje com o de 2013 e 2014, percebemos que, apesar da menor taxa de desocupação, a qualidade das ocupações piorou. Houve aumento da informalidade, da precarização, do trabalho por conta própria, muitas vezes como estratégia de sobrevivência, e da terceirização. Esses fatores impactam diretamente a renda e a estabilidade do trabalhador." Na avaliação do economista, o piso salarial regional continua sendo um dos principais instrumentos para fortalecer a renda e estimular a economia estadual. "A experiência do Paraná mostrou justamente o contrário do que muitos defendiam. O Estado continuou gerando vagas com salários mais elevados, o que fortaleceu o consumo e dinamizou a economia. O piso regional desempenha um papel importante para o desenvolvimento econômico porque melhora a renda dos trabalhadores e movimenta o mercado interno." Apesar disso, Sandro chama atenção para uma mudança recente. Desde 2023, o piso regional continua registrando ganho real, mas passou a crescer em ritmo inferior ao salário mínimo nacional. Na prática, a diferença entre os dois valores vem diminuindo, reduzindo uma

pexels Salário

Em 2026, o piso salarial regional varia entre R$ 2.105,34 e R$ 2.407,90, dependendo da categoria profissional, enquanto o salário mínimo nacional está fixado em R$ 1.621. Os valores colocam o Paraná no topo do ranking nacional, mas permanecem distantes do rendimento considerado necessário para sustentar uma família.

das vantagens históricas dos trabalhadores paranaenses. Para Márcio Kieller, mestre em Ciência Política, a valorização do salário mínimo precisa ser tratada como uma política permanente, e não como uma medida pontual. "A valorização do salário mínimo precisa ser uma política constante, construída de forma tripartite e não adotada de maneira esporádica. Não basta promover ganhos em alguns momentos e depois deixar que o poder de compra volte a ser corroído pela inflação. É preciso manter uma política permanente de valorização, que considere a realidade econômica e permita que o trabalhador tenha aumento real de renda ao longo do tempo". Os números mostram que o mercado continua contratando, embora em ritmo mais moderado. O setor de serviços permanece como o maior gerador de empregos formais no Paraná, enquanto a indústria voltou a apresentar recuperação após um período de retração. Já a construção civil se destaca pelo crescimento das admissões, impulsionada pelo avanço de investimentos em infraestrutura e no mercado imobiliário.

Para Kieller, o mercado de trabalho entrou em uma nova etapa. Segundo ele, o debate já não pode se limitar à geração de empregos, mas precisa considerar o quanto esses salários conseguem acompanhar o custo de vida. "O principal indicador era a criação de empregos; hoje, isso já não basta. O debate passa pela qualidade da remuneração e pela capacidade que ela tem de garantir uma vida digna. Quando o trabalhador percebe que o salário perde força diante do custo de vida, cresce também a importância da negociação coletiva como instrumento para aproximar a renda da realidade econômica." Na avaliação do especialista, estados como o Paraná, que combinam baixo desemprego e atividade econômica aquecida, tendem a viver uma nova fase nas relações de trabalho. "O desafio agora não é apenas abrir vagas, mas construir condições para que elas sejam sustentáveis. Empresas que conseguem equilibrar produtividade, valorização dos profissionais e diálogo com os trabalhadores criam ambientes mais estáveis, reduzem a rotatividade e fortalecem sua competitividade. Essa passa a ser uma agenda econômica, e não apenas trabalhista", conclui. ENGENHARIA DE COMUNICAÇÃO

Wega Motors reforça time na América Latina

Reconhecida como uma das principais referências em filtros e peças de reposição no aftermarket automotivo, a Wega Motors vem investindo na aproximação com mercados estratégicos para ampliar sua capacidade logística, oferecer suporte técnico especializado e garantir ainda mais agilidade no atendimento aos distribuidores e parceiros da região. As novas operações foram planejadas para atender um volume superior a 7 milhões de peças, com foco em eficiência operacional, redução de prazos de entrega e fortalecimento da presença regional da marca. No México, além da ampliação estrutural, a empresa reforçou sua equipe local para atender à crescente demanda do mercado e consolidar o relacionamento com clientes e distribuidores.

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A Wega Motors segue acelerando sua estratégia de expansão internacional e anuncia o fortalecimento de sua operação no México, ampliando a estrutura local e aumentando o número de colaboradores no país. O movimento faz parte do novo ciclo de crescimento da empresa na América Latina, que também inclui a abertura de uma filial no Panamá.

Segundo Cristian Neto, CEO da empresa, a expansão internacional representa mais um passo importante na consolidação da marca no continente. “Nossa essência sempre foi levar ao mercado produtos de excelência, com inovação e confiança. Agora, queremos que clientes de toda a América Latina experimentem essa mesma entrega de valor com ainda mais proximidade”, afirma. A implementação das novas filiais contou com suporte direto da equipe brasileira da Wega Motors, responsável por treinamentos,

padronização de processos e integração operacional, garantindo que as unidades internacionais mantenham os mesmos padrões de qualidade que consolidaram a reputação da empresa no Brasil e na Argentina. Com mais de cinco décadas de atuação no setor automotivo, a Wega reforça que a expansão para novos mercados vai além do crescimento comercial. A estratégia busca criar conexões mais próximas com clientes e parceiros, fortalecendo a confiança e a presença da marca em diferentes regiões da América Latina.

“O México e o Panamá são mercados estratégicos para nosso crescimento e consolidam nossa meta de ser referência não apenas no Brasil, mas em toda a América Latina. Este é apenas o começo de um novo ciclo de expansão que trará ainda mais oportunidades para nossos clientes e parceiros”, destaca Cristian Neto. Atualmente, a empresa atende veículos leves, pesados, comerciais, agrícolas e motocicletas, oferecendo um dos maiores portfólios de filtros e componentes da América Latina. O avanço internacional reforça o posicionamento da Wega Motors como uma companhia que alia tradição, inovação e eficiência logística para atender às demandas do aftermarket moderno. No Brasil, a empresa também ampliou sua atuação com a aquisição da Autoimpact, fortalecendo seu portfólio na linha de palhetas automotivas e ampliando sua capacidade logística e de atendimento ao mercado nacional. A operação, centralizada em Itajaí (SC), faz parte da estratégia da companhia de oferecer soluções cada vez mais completas para o aftermarket automotivo. INSIGHT

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A ZM, tradicional fabricante de componentes para sistemas de suspensão e direção, 100% brasileira e com sede em Brusque, Santa Catarina, alerta que a identificação precoce dos sintomas é essencial para evitar reparos mais complexos e preservar o desempenho do veículo. Além do barulho efetivo na suspensão, outros indícios também podem indicar desgaste nos pivôs. Entre eles podemos destacar estalos ao esterçar o volante, vibração ou sensação folga na direção, instabilidade em linha reta, necessidade frequente de alinhamento de rodas ruídos ao passar por buracos e desgaste irregular dos pneus.

Nakata reforça confiança na marca com campanha dos amortecedores HG para TV e rádio e o slogan "Nakata.Pode contar"

Bárbara Brier e MTE-THOMSON lançam a série “Dicionário de Mecaniquês” sobre mecânica automotiva

Campanha também reforça para o consumidor final o pioneirismo da Nakata no desenvolvimento do amortecedor HG no Brasil, tecnologia que proporciona conforto e segurança na condução.

Responsável por conectar a manga de eixo às bandejas da suspensão, o componente é fundamental para a estabilidade, a dirigibilidade e a segurança do veículo. Quando apresenta desgaste, pode comprometer o comportamento do automóvel e provocar danos em outros itens do sistema. Segundo especialistas da ZM, muitos motoristas acabam associando esses sintomas apenas aos amortecedores ou aos pneus, quando, na verdade, a origem do problema pode estar em outro componente. "Submetido continuamente a impactos e esforços durante a operação do veículo, o pivô da suspensão está sujeito ao desgaste natural. Quando surgem ruídos, folgas ou perda de estabilidade, é importante realizar uma inspeção completa do sistema para evitar que o problema evolua e comprometa outros componentes da suspensão e da direção.", explica Márcio de Souza, Supervisor de Vendas da ZM. Outro sinal que merece atenção é a sensação de instabilidade ao dirigir. Quando o pivô apresenta folga excessiva, o motorista pode perceber o veículo "puxando" para um dos lados ou exigindo correções constantes no volante, reduzindo a precisão da direção e comprometendo a segurança na dirigibilidade do veículo. A recomendação é que a inspeção dos pivôs seja incluída nas revisões periódicas, especialmente em veículos submetidos a uso severo, como veículos de transporte de cargas, de aplicativo ou que circulam frequentemente em vias com buracos e irregularidades. Para mais informações sobre produtos, dúvidas e aplicações, basta entrar em contato com a Central do Cliente pelo Whastapp no (47) 3251-2900 em horário comercial ou ainda, baixar o aplicativo do Catálogo ZM no celular pelo Google Play para sistema Android ou App Store para IOs. PSC Comunicação

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ZM destaca sinais de desgaste nos pivôs da suspensão que podem comprometer a segurança do veículo

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GERAL

A dificuldade em compreender termos técnicos usados em oficinas mecânicas e no dia a dia da manutenção automotiva é o ponto de partida da série de vídeos "Dicionário de Mecaniquês", iniciativa que busca traduzir a linguagem da mecânica automotiva para os donos e donas de carros de forma simples, acessível e educativa. O projeto é idealizado por Bárbara Brier, criadora de conteúdo e idealizadora do selo Oficina Amiga da Mulher<https:// oficinaamigadamulher.com.br/>, em parceria com a MTE-THOMSON<https://www.mtethomson.com.br/>, e tem como objetivo aproximar motoristas do funcionamento do carro, incentivando o entendimento sobre componentes automotivos e manutenção preventiva. A série é estruturada no formato de "alfabeto automotivo", em que cada episódio apresenta uma letra e um componente correspondente, explicando termos e peças de veículos de forma leve e didática. Na letra "A", por exemplo, são abordados itens como air bag, alternador e amortecedor, itens essenciais para a segurança veicular e o desempenho do carro, mas que ainda geram dúvidas entre muitos motoristas.

A Nakata, fabricante de autopeças líder em componentes para suspensão, segue veiculando sua campanha publicitária em TV e rádio com foco na linha de amortecedores HG. O comercial destaca a credibilidade da marca por meio do slogan “Nakata. Pode contar”, reforçando a confiança construída junto aos consumidores e profissionais da reparação automotiva ao longo de sua trajetória. Os atributos técnicos e a trajetória do produto no mercado brasileiro também são evidenciados, associando a escolha da peça a critérios como segurança, conforto e dirigibilidade. A campanha reforça ainda o posicionamento de liderança da Nakata em componentes de suspensão no mercado de reposição, lembrando que o modelo HG foi o primeiro amortecedor pressurizado fabricado no Brasil e mantém forte aceitação e preferência entre os profissionais da reparação automotiva. Pioneira no desenvolvimento da tecnologia no País, a Nakata lançou o amortecedor pressurizado HG na década de 1980, trazendo ganhos de conforto, estabilidade e segurança para a condução. Hoje, a tecnologia é amplamente utilizada na frota circulante brasileira.

A fabricante investe em comunicação voltada ao grande público desde 2012, quando passou a anunciar no rádio, fortalecendo sua proximidade com o consumidor final. Atualmente, a Nakata está presente nas rádios Bandeirantes e 105 FM, além da Band TV.

O objetivo do conteúdo é reduzir a distância entre o consumidor e a linguagem técnica da mecânica automotiva, ampliando o conhecimento sobre sistemas automotivos e contribuindo para o conhecimento sobre manutenção, sintomas, diagnóstico, aumentando inclusive a confiança dos motoristas no setor de reparação.

Além de um portfólio completo de amortecedores para linhas leves, pesadas e motocicletas, a Nakata oferece diversos outros produtos para os sistemas de suspensão, transmissão e direção, garantindo ampla cobertura para a frota circulante.

"Quando o conteúdo técnico é traduzido para uma linguagem simples, o motorista passa a ter mais autonomia para entender o que está sendo feito no seu carro, o que o mecânico está propondo arrumar ou substituir e por quê.", explica Brier.

Sobre a Nakata – Com mais de 70 anos, a Nakata, marca Frasle Mobility referência na fabricação de autopeças para o mercado de reposição, é líder em componentes de suspensão para veículos leves, pesados e motocicletas. Com pioneirismo, qualidade e compromisso com o mercado, se tornou reconhecida pela alta performance de seus produtos e elevado padrão de serviços, atendendo o mercado nacional e exportação, com linhas completas para sistemas de suspensão, direção e transmissão.

A iniciativa também reforça o posicionamento da MTE-THOMSON no incentivo à educação automotiva, proporcionando um diálogo mais claro, objetivo e esclarecedor entre o mecânico e o dono do carro e à produção de conteúdo informativo sobre peças automotivas, manutenção de veículos e segurança automotiva, aproximando a marca do dia a dia dos motoristas.

Verso Comunicação e Assessoria de Imprensa

Os vídeos da série estão disponíveis nos perfis oficiais no Instagram da @ o f i c i n a a m i g a d a m u l h e r < h t t p s : // w w w . instagram.com/oficinaamigadamulher> e da @mtethomson<https://www.instagram.com/ mtethomson>. Paula Skoretzky / PSC Comunicação


SEGURANÇA

Modificações veiculares: Até que ponto o tuning é possível e quais os riscos para a segurança veicular? Pneus, freios e sistema de suspensão podem interferir na segurança viária em casos de modificações

“A originalidade do conjunto rodas, pneus, suspensão e freios não é um detalhe técnico: é a base da segurança do veículo. Cada componente é desenvolvido e testado para funcionar de forma integrada aos demais, e qualquer alteração fora dessas especificações pode comprometer justamente o momento em que o motorista mais precisa de resposta segura do carro, como uma frenagem de emergência”, afirma Roberto Falkenstein, consultor de tecnologias inovativas da Pirelli para a América Latina. Pneus: preservar a originalidade do conjunto Como único ponto de contato do carro com o solo, o pneu é um elemento sensível a alterações, e a principal recomendação técnica é clara: preservar a originalidade é crucial. Alterar a medida original do pneu sem critério pode:

Quando falamos em suspensão, o rebaixamento da mesma altera a geometria de direção e o curso útil dos amortecedores, reduzindo a capacidade do veículo de absorver impactos e manter a aderência em manobras evasivas. Já a troca de discos e pinças de freio por peças de maior diâmetro só é segura quando compatível com o restante do conjunto — incluindo o tamanho da roda —, sob risco de gerar frenagem desigual entre os eixos e comprometer a estabilidade justamente no momento em que a segurança é mais exigida.

Pirelli Divulgação

São Paulo, 03 de setembro de 2026 – A personalização de veículos, o chamado tuning, faz parte da cultura automotiva e atrai entusiastas em todo o Brasil. Mas rebaixar a suspensão, trocar rodas e pneus ou modificar o sistema de freios exige muito mais que estilo: demanda segurança. A Pirelli alerta que alterações fora dos parâmetros técnicos do fabricante podem comprometer diretamente a capacidade de frenagem, a estabilidade e o controle do veículo.

Distorcer a leitura de velocímetro, odômetro e sistemas como ABS e controle de estabilidade, que dependem do diâmetro externo original para calcular a velocidade do veículo; Provocar desgaste irregular e perda de aderência, quando a largura do pneu não é compatível com a da roda. Pneus mais largos tem a tendência de aquaplanarem com mais facilidade, por exemplo; Comprometer a capacidade de carga e a velocidade máxima segura, caso o índice de carga e o código de velocidade do pneu original não sejam respeitados; Prejudicar o funcionamento de sistemas eletrônicos de segurança, como TPMS e ESP, calibrados especificamente para os pneus de origem do veículo.

“E ainda temos o ponto de não ser permitido que o pneu fique posicionado fora do espaço do paralama. Ou seja: se o usuário colocar espaçadores de rodas ou trocar os pneus por modelos mais largos, ele pode estar descumprindo uma lei e estar sujeito a multas”, explica Roberto Falkenstein. Um conjunto, um só sistema de segurança Rodas, pneus, suspensão e freios não funcionam de forma isolada: são calibrados pelo fabricante como um conjunto único, testado para garantir estabilidade, frenagem eficiente e resposta segura em situações de emergência. Modificar qualquer um desses itens sem avaliar os demais rompe esse equilíbrio e pode gerar riscos que só aparecem em condições críticas, como frenagens bruscas, curvas em alta velocidade ou pista molhada.

Personalização, sim — mas sem abrir mão da segurança “A segurança é um princípio inegociável para a Pirelli. Por isso, antes de chegar às ruas, um pneu passa por uma extensa bateria de testes. O desenvolvimento de um novo produto começa ainda no ambiente virtual, com ferramentas de virtualização que permitem simular seu comportamento e antecipar etapas do projeto, tornando o processo mais ágil e eficiente. No Brasil, a fabricante também conta com laboratórios de P&D, situados em Campinas (SP), onde são realizados mais de 40 tipos diferentes de testes para avaliar o desempenho e a segurança dos produtos. Essa estrutura se completa com o Circuito Panamericano, em Elias Fausto (SP), o maior complexo de testes de pneus da Pirelli no mundo, onde os produtos são submetidos a diferentes condições de uso antes de serem liberados para a produção”, finaliza Falkenstein. Néctar Comunicação Corporativa

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MEIO AMBIENTE

Catalisador automotivo entra na economia circular após o fim da vida útil Catalisadores automotivos podem ser reciclados e ter componentes reinseridos na cadeia produtiva Processo de recuperação permite manter materiais nobres em circulação e reduzir a necessidade de novas matérias-primas Presente no sistema de exaustão de veículos a combustão e híbridos, o catalisador automotivo tem a função de transformar gases poluentes em substâncias menos nocivas antes que sejam lançados na atmosfera. Além disso, ao chegar ao fim de sua vida útil, o componente ainda possui valor e pode retornar à cadeia produtiva por meio da recuperação de seus materiais.

já estiveram em circulação sejam recuperados e utilizados novamente. Globalmente, 65% das matérias-primas processadas pela Umicore são materiais secundários, ou seja, materiais que já foram utilizados anteriormente na economia e são reintroduzidos por meio da reciclagem e recuperação. Em sua unidade global de reciclagem de metais, a empresa processa mais de 400 mil toneladas de matérias-primas por ano, provenientes de mais de 200 tipos de materiais, e recupera 17 metais diferentes.

O principal interesse da reciclagem dos catalisadores está nos metais nobres presentes em seu substrato interno. Esses elementos podem ser recuperados e reutilizados em diferentes aplicações, contribuindo para reduzir a dependência de matérias-primas provenientes da mineração e para o abastecimento sustentável desses metais.

Destinação correta evita perdas e garante rastreabilidade A destinação do componente usado deve ser realizada por canais adequados para garantir a destinação correta de todos os componentes, evitar perdas e assegurar a sua correta reciclabilidade. Além disso, o encaminhamento incorreto pode incentivar o mercado informal, resultar em uma valorização inadequada do material e comprometer a rastreabilidade de sua destinação ambiental.

“O catalisador automotivo é um exemplo claro de como a economia circular pode transformar um material que chegou ao fim de sua vida útil em uma nova fonte de recursos. Para que esse ciclo aconteça de forma adequada, porém, é fundamental que os catalisadores sejam destinados por canais oficiais, que garantam rastreabilidade, segurança e conformidade ambiental em todas as etapas do processo”, afirma Gabriel Cruz, Gerente Comercial da Umicore.

A viabilidade do processamento diretamente pela Umicore depende do volume disponível. A empresa recebe materiais de montadoras, empresas do setor automotivo, gerenciadores de resíduos e grandes empresas de sucata.

Além de produzir catalisadores automotivos, a Umicore também conta com uma unidade de negócios para realizar a reciclagem dos metais nobres presentes no componente. Na companhia, o processo de reciclagem começa com uma etapa fundamental para determinar a quantidade de metais presentes em cada lote: a amostragem. No Brasil, essa atividade é realizada na planta da empresa em Americana (SP), que recebe resíduos contendo metais estratégicos de diferentes origens, como sucatas de catalisadores automotivos, catalisadores químicos e industriais, sucata eletrônica, resíduos de joalheria e resíduos de mineração. Para garantir que a análise represente de forma adequada todo o material recebido, os resíduos são homogeneizados antes da retirada de uma pequena amostra. Essa amostra é então encaminhada para análise laboratorial, que identifica e quantifica os metais de interesse, principalmente platina, paládio e ródio, no caso dos catalisadores.

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Como funciona a reciclagem

Após a etapa de amostragem e valorização realizada no Brasil, o material segue para a unidade de reciclagem de metais da Umicore em Hoboken, na Bélgica, uma das maiores e mais ecoeficientes instalações do mundo para a reciclagem de fluxos de resíduos complexos contendo metais nobres. É nessa etapa que entram os processos pirometalúrgicos, por meio dos quais os metais são recuperados e, posteriormente, refinados para retornar ao mercado e serem utilizados novamente em diferentes aplicações. Todo o processo é acompanhado por procedimentos de controle e rastreabilidade. Desde o recebimento até o refino, cada lote é identificado, amostrado e analisado, garantindo

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Metais retornam à cadeia produtiva Após serem recuperados e refinados, esses recursos podem voltar à cadeia produtiva e ser utilizados em diferentes aplicações. Além da fabricação de novos catalisadores automotivos, os materiais recuperados podem ser empregados em catalisadores industriais, aplicações químicas e equipamentos eletrônicos, entre outros produtos. A reutilização desses metais contribui para a economia circular ao permitir que recursos que

Além disso, somente empresas previamente cadastradas e aprovadas no processo de compliance da Umicore podem realizar entregas. A medida contribui para assegurar que os fornecedores atendam às exigências legais e ambientais e para que os materiais sigam uma cadeia de destinação rastreável. “A reciclagem sustentável só se completa quando existe controle sobre toda a cadeia, desde o recebimento do material até o retorno dos metais à economia. Por isso, a destinação por canais oficiais é fundamental para garantir rastreabilidade e conformidade ambiental”, conclui Gabriel Cruz. Grupo Printer Comunicação

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Confiança Total em Direção

transparência na valorização do material e sua destinação ambientalmente adequada. A Umicore possui, entre outras, as certificações ISO 9001 e ISO 14001.

Para pequenos volumes, a Umicore orienta e indica parceiros homologados para a destinação adequada. O material deve ser armazenado em local coberto, evitando a absorção de umidade, e pode ser acondicionado, por exemplo, em tambores metálicos. A entrega deve ser acompanhada de Nota Fiscal.


EMPRESA

Cobreq celebra 65 anos com campanha #AquiTemFreio e reforça liderança em sistemas de freio “A campanha #AquiTemFreio representa a essência da Cobreq e tudo o que construímos ao longo de quase 65 anos. É uma forma de reafirmar nosso compromisso com a segurança, a inovação e a confiança conquistada junto ao mercado. Estamos falando de uma marca presente na rotina das oficinas brasileiras e preparada para os desafios da mobilidade do futuro.”, explica Thiago Lacerda, Especialista de Marketing da marca.

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Próxima de completar 65 anos de história, a Cobreq, marca brasileira da TMD Friction, multinacional alemã e uma das principais referências quando o assunto é sistemas de freio, apresenta ao mercado a campanha #AquiTemFreio, iniciativa que reforça a trajetória da empresa e sua conexão com milhões de motoristas, reparadores e profissionais do setor automotivo. Mais do que um simples slogan, #AquiTemFreio traduz a experiência de uma marca que há mais de seis décadas investe em qualidade, tecnologia e segurança para oferecer soluções em frenagem para diferentes segmentos da mobilidade e deve estar presente em todas as comunicações da empresa, para ser lembrada e usada sempre que o assunto for componentes Cobreq.

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Ao longo de sua história, a empresa consolidou sua posição como referência em componentes de freio, levando ao mercado produtos desenvolvidos com os mesmos padrões de qualidade e tecnologia empregados pelas montadoras. Essa atuação permite que oficinas mecânicas, distribuidores, varejistas e consumidores tenham acesso a soluções confiáveis e alinhadas às exigências da indústria automotiva. Por esse motivo também, a marca tem sido constantemente celebrada como uma das mais lembradas pelos reparadores do Brasil quando o assunto é peça de reposição para o sistema de freios.

Integrante do maior grupo de freios do mundo, a Cobreq está conectada às principais tendências globais do setor, aos mais avançados centros de pesquisa e desenvolvimento e às tecnologias que irão moldar a próxima geração de sistemas de frenagem. A empresa segue investindo na ampliação de seu portfólio, na modernização de processos e no desenvolvimento de soluções cada vez mais completas para o mercado automotivo. Com um dos mais amplos portfólios e cobertura de frota do mercado, a Cobreq atende desde veículos das linhas leve e pesada, tanto no mercado de reposição quanto no fornecimento original (OE), até motocicletas de vários tipos e cilindradas. Com a campanha #AquiTemFreio, a marca celebra seu legado e reforça uma mensagem que acompanha sua trajetória: onde há segurança, qualidade e confiança em sistemas de freio, a Cobreq sempre estará presente. PSC Comunicação

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Marca, referência em componentes para freios e segurança veicular, destaca sua tradição, inovação e presença no mercado de reposição e fornecimento original


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