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Jornal Reposição #184 Outubro 2022

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ANO XV #184 OUTUBRO 2022

DIA DO

BALCONISTA DE AUTOPEÇAS

DIVULGAÇÃO

A nossa homenagem a esse profissional que desempenha papel fundamental no aftermarket brasileiro.

União Europeia aprova o banimento dos carros a combustão até 2035 LEIA NA PÁGINA 4.

ZF ultrapassa a marca de seis milhões de componentes eletrônicos produzidos em Limeira LEIA NA PÁGINA 5.

Inspeção das velas: como identificar 5 sinais de problemas no motor LEIA NA PÁGINA 11.

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EDITORIAL

ADMINISTRAÇÃO

Era da tecnologia Dia do Balconista de Autopeças Na realidade, existe o Dia do Balconista, comemorado anualmente em 30 de outubro, em todo o Brasil e o Dia do Balconista de Autopeças, comemorado em 26 de novembro, apenas na cidade de São Paulo, data instituída pela Câmara Municipal no Calendário de Eventos da Cidade, por meio da Lei n° 15.322/10. A data nacional foi criada em 2013 como o Dia Oficial do Comerciário e, consequentemente, Dia do Balconista. A data foi escolhida pelo fato de que em 30 de outubro de 1932, o Presidente Getúlio Vargas assinou o Decreto de Lei nº 4.042, determinando a jornada de trabalho de 8 horas por dia e o repouso remunerado aos domingos para todos os comerciantes. Seja em outubro ou em novembro, o importante é que a data homenageia os profissionais responsáveis pelo atendimento aos reparadores, desempenhando papel fundamental na engrenagem do Aftermarket. Além de transmitir conhecimentos técnicos sobre os produtos e serviços, o balconista de autopeças alia simpatia e cordialidade com os clientes, estabelecendo relações de amizade e confiança. Sempre atento às novidades do mercado e à evolução tecnológica dos automóveis, o balconista de autopeças merece o nosso reconheimento!

Désirée Sessegolo EDITORA

Recentemente fui convidado por um empresário criador de um SOFTWARE exclusivo para o segmento de autopeças, aqui de Curitiba, e já atuando em alguns estados brasileiros, mas com alguma dificuldade em Curitiba. Fomos trocar ideias, portanto, sobre as particularidades que envolvem esse cenário empresarial de autopeças aqui em nossa região, procurando entender um pouco de seu comportamento. Como escrevo periodicamente abordando, os princípios básicos sobre administração e sempre focando na importância da utilização de forma eficaz dos SOFtWARE, quer me parecer, pela troca de informações, que muito pouco ou quase nada evoluiu em nosso segmento de autopeças. Falamos especificamente do segmento de micros e pequenas empresas, empresas do Simples Nacional, que, com raras exceções atuam da mesma forma que se fazia há muito tempo. Quase nada mudou! Já vemos, entretanto, um bom desenvolvimento nas médias empresas distribuidoras que usam a ferramenta de informática em bom nível, porém, também, se ressentindo das necessidades de mudanças que o mercado está a exigir, de forma geral. Certamente, por isso, o mercado pode estar caminhando a passos largos e poderá mudar o conceito conservador: varejos x distribuidores nos moldes atuais, e, que, de certa forma, e lentamente já vem ocorrendo. Já temos informações de que em várias cidades ou capitais do país, estão partindo para os grandes “varejões”, que possuem grande potencial de compras diretamente das fábricas e estrutural de diversificações de itens dos vários modelos de carros existentes. Veja, p. ex. a empresa Koga Koga autopeças, em São Paulo, loja antiguíssima e oferecendo que sistema de venda, atualmente, além de as portas abertas? O pequeno varejo existente hoje desaparecerá? Não. Não acredito desde que venha a melhorar e se estruturar a exemplo do que ocorre nos pequenos “mercadinhos” existentes nos bairros em relação aos grandes supermercados. O que vemos? Pequenos “mercadinhos” muito bem estruturados, utilizando-se da mesma tecnologia dos grandes e oferecendo um grau

de competividade demostrada na competência quando usado adequadamente à ferramenta software em todos os fundamentos necessários: mark-up, e, principalmente na formação de preços, por exemplo, a chamada margem bruta ou margem de contribuição que calcula o lucro efetivo de venda do produto, ou seja, o método que leva em consideração o ganho, possibilitando calcular o Ponto de Equilíbrio em se apropriando das despesas fixas, variáveis e lucro. É importante ressaltar, portanto, que as informações adquiridas baseadas nas experiências ao longo do tempo são necessárias e capazes de orientar, mas, as exigentes evoluções tecnológicas obrigam aos empresários a buscar e aumentar os conhecimentos a fim de criar uma base mais sólida para continuar a desenvolver os negócios. Vemos isso claramente no desenvolvimento sustentável da agricultura, onde os antigos agricultores não são mais os mesmos que usavam enxadas para revolver a terra e sair plantando os grãos com as mãos. Atualmente, são escorados na mais e mais pura tecnologia, e acompanhados dos consultores agrônomos, sem o que a produção não se sustentaria! Por que o mercado de autopeças em sua maioria ainda continua fazendo as mesmas coisas de anos atrás? Além do SEBRAE e SENAC, que oferecem cursos e treinamentos, repetimos: Já existe em nossa cidade de Curitiba, conforme citado, esse SOFTWARE exclusivo para o segmento de autopeças, oferecendo todas as ferramentas necessárias para o bom desempenho administrativo, e mais: sendo um software de qualidade e com essa linguagem de autopeças, sinaliza, a melhor opção em relação aos software multiuso. Como já mencionei, anteriormente, os empresários do segmento de autopeças desde já tem que pensar em alternativas para enfrentar as mudanças que estão e vão surgir se quiser permanecer no mercado, seja pequeno ou mesmo os médios empresários. O METAVERSO (banda 05G) abre a possibilidade de pessoas de todo o mundo entrar na sua loja! Você está preparado?

Genésio Guariente

Somados a tudo isso, vou dar como exemplo de outra visita que fiz a um empresário do segmento de restaurante. Surpreendentemente, para mim, apresentou-me uma estrutura administrativa moderna, com ambiente muito bem estruturado, grande investimento, em um ponto central da cidade, em local estratégico de grande movimentação de pessoas. Deparou-se, entretanto, com queda abrupta de faturamento, tornando-se incompatível com a demanda que obtinha antes da pandemia COVID 19. Por isso e utilizando-se de sua condição segura em sua administração, em todos os seus fundamentos, desde já está buscando possíveis alternativas, e de certa forma, completamente inovadoras, sem sair do local, e do ramo, mas num modelo de atuação, de forma persuasiva, ou seja, simplesmente ter a força e a habilidade de conduzir outro processo para alavancar o negócio, aproveitando apenas a circunvizinhança, num determinado raio de ação. Terá sucesso? O tempo dirá! Ele, entretanto, não está esperando pelo que pode acontecer, mas, sim, o que está projetando fazer acontecer! É fácil, portanto, reconhecer que ambos os empresários mencionados tem algo em comum: O primeiro, com um SOFTWARE de excelente qualidade aqui em Curitiba (e quer me parecer enfrentando o velho chavão de que “Santo de casa não faz milagre, provoca-lhe encontrar apoio e reconhecimento, mais acentuadamente, em mercados fora de seu entorno, quando tem tudo a oferecer em diferentes abordagens, visões, modelos e ferramentas de acordo com as circunstâncias e prioridades da empresa. O segundo, da mesma forma, cheio de otimismo, não está de braços cruzados lamentando a possível queda de mercado, mas igualmente ao primeiro, está indo antecipadamente em busca de ampliar a necessidade de maior demanda para não ficar depois “chorando pelo eventual leite derramado”, como se diz no popular”! Genésio Francisco Guariente.

EXPEDIENTE Veículo de Comunicação da Projeto Marketing Rua Hermógenes de Oliveira 90 B Curitiba PR CEP 81510-450 41 3155-2532 WhatsApp 41 99963-2784 www.projetomarketing.com

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Versão Eletrônica: https://issuu.com/jornalreposicao Portal: www.jornalreposicao.com.br Direção: Désirée Sessegolo desiree.sessegolo@projetomarketing.com Financeiro: Ana Paula Pimpão financeiro@projetomarketing.com

Colaboradores: Genésio Guariente e Fernando Calmon Tiragem: 10.000 exemplares impressos 30.000 exemplares digital

*Os conteúdo enviados por colaboradores são de inteira responsabilidade dos autores. *Os anúncios publicados são de responsabilidade exclusiva dos anunciantes.


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MEIO AMBIENTE

União Europeia aprova o banimento dos carros a combustão até 2035

Proposta aprovada na última quinta-feira segue o acordado da COP26 e faz parte de medidas contra o aquecimento global Fonte: Pixabay

São Paulo, outubro de 2022 - Na última quintafeira (27/10), a União Europeia determinou que os automóveis movidos à combustão serão banidos do bloco até 2035. A mudança segue o que foi acordado entre nações e montadoras na COP26. A medida prevê o banimento de automóveis movidos a diesel e gasolina e pode ser uma grande oportunidade de mercado para automóveis elétricos e a biocombustíveis. Segundo Ricardo David, sócio diretor da Elev, empresa que apresenta soluções para o setor da mobilidade elétrica, o mundo só tende a ganhar com a nova mudança. “Estamos acompanhando uma transformação no segmento da mobilidade urbana e a União Europeia está dando um grande passo no caminho para o futuro”, afirma o executivo. Segundo as informações divulgadas pela Reuters, os países da União Europeia, o Parlamento Europeu e a Comissão Europeia acordaram que os montadoras precisam eliminar 100% das emissões de CO2 até o ano de 2035, algo que torna impossível vender novos automóveis movidos a combustíveis fósseis nos 27 países que compõe o bloco. “O Brasil precisa observar o cenário como uma grande oportunidade já a partir do ano que vem, preparando-se para se tornar uma potência no setor, principalmente porque nosso país tem as condições de produzir as baterias para essa demanda que alcançará outro patamar em 2035”, afirma o executivo. Ainda segundo as informações da Reuters, o novo acordo também inclui um corte de 55% de emissões de CO2 para novos automóveis vendidos em 2030, em comparação com os níveis de 2021. Algo que é muito superior ao objetivo anterior, de 37,5% de redução até o final do mesmo período.

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A pressão legislativa é um dos fatores que está fazendo as montadoras buscarem alternativas, como a eletrificação total dos seus modelos. Algo visto no Brasil, recentemente, com a Caoa Cherry e que está acontecendo com empresas como a Volkswagen. A medida faz parte de um pacote de propostas sustentáveis que estão sendo apresentadas no bloco e segue proposições estabelecidas na COP26 que, no total, teve cerca de 200 países acordando na mudança de práticas em prol da sustentabilidade e contra as mudanças climáticas.

“Vamos lembrar sempre da COP26 como um passo inicial para as mudanças que nós estamos acompanhando neste momento, mas o Brasil ainda precisa se adaptar e buscar não ficar para trás nessa corrida”, declara Ricardo David.

ao mês anterior. Nos primeiros nove meses do ano, o total de carros elétricos e híbridos emplacados no Brasil já somam 34,2 mil unidades. Porém os resultados ainda estão longe de alcançarem os países que pertencem à União Europeia.

Em setembro deste ano, o volume mensal de emplacamentos de carros híbridos e elétricos bateu mais um recorde. Segundo dados da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE), tivemos um total de 6,4 mil emplacamentos no mês, o maior desde 2012. A alta foi de 50,4% em relação

Sobre a Elev Fundada em 2021, a ELEV é uma empresa que oferece ao mercado soluções para o ecossistema de mobilidade elétrica, desde o aplicativo que indica os eletropostos pelo país, até a implantação de pontos de carregamento elétrico e atuação em Pesquisa e Desenvolvimento.


DESTAQUE

ZF ultrapassa a marca de seis milhões de componentes eletrônicos produzidos em Limeira, SP A unidade de eletrônicos de segurança da ZF em Limeira, SP, possui uma das mais modernas linhas da empresa no mundo para produção de eletrônicos de segurança automotiva e alcançou a produção acumulada de mais de seis milhões de componentes desde o início de suas operações, sendo eles ACUs (Airbag Control Unit), unidades de controle eletrônico para ABS (Anti lock Braking System), EPS (Electric Power Steering) e EPP (Electric Power Pack). De acordo com Gustavo Ducatti, Head de Engenharia e Operações das Unidades de Negócio de Segurança Passiva e Eletrônicos da ZF América do Sul, a produção nacional iniciou pioneiramente em 2013, com unidades de controle de acionamento de airbags e de controle eletrônico para ABS.

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O início de sua operação ocorreu justamente para dar suporte a seus clientes em território brasileiro, em atendimento às legislações de segurança. Em 2014, o Contran baixou uma resolução determinando que veículos nacionais fossem equipados tanto com ABS, que são sistemas de freios antitravamento, quanto com Airbag frontais, sistemas de proteção para condutor e passageiro. Hoje, a linha ainda é a única no País a produzir eletrônicos para segurança veicular e fornece as mais recentes tecnologias disponíveis mundialmente. “Os eletrônicos produzidos na planta de Limeira são os mais modernos que a ZF oferece a todas as montadoras mundo afora. Inclusive, nossa unidade de eletrônicos em Limeira foi a primeira a produzir a mais recente geração de EPS da empresa e, desde 2021, a mais nova geração de ACUs de todo o Grupo ZF”, afirma Ducatti.

Perspectivas de crescimento do mercado de eletrônicos no Brasil De acordo com as projeções da ZF, o mercado de sistemas eletrônicos de segurança deve crescer nos próximos anos. “É uma tendência global. A partir de 2024, a legislação vai exigir que os carros nacionais também sejam equipados com ESC e, naturalmente, muito em breve, com sistemas que detectam a presença de outros carros, pessoas e objetos à frente, como câmeras frontais”, comenta Casante. “Estimamos que, em 2025, um a cada quatro veículos produzidos no Brasil será equipado com câmeras frontais, uma tecnologia essencial para diversas funcionalidades atreladas à segurança e conforto dos veículos.” Para Ducatti, o compromisso da ZF vai além das exigências de legislação. Segundo o executivo, a maior preocupação da ZF, em todo o mundo, é tornar a mobilidade cada vez mais segura e sustentável. “Investimos globalmente em alta tecnologia, a fim de oferecermos produtos que sejam capazes de ajudar a preservar a vida, em todos os sentidos”, destaca o executivo.

Eletrônicos produzidos na planta de Limeira são os mais modernos que a ZF oferece a todas as montadoras mundo afora

Qualidade 100% assegurada Os processos produtivos da linha da ZF em Limeira seguem os princípios Lean e da Industria 4.0: automatizada, com máquinas totalmente conectadas e operadores qualificados. De acordo com Casante, todos os operadores são certificados “White Belt”, com base na metodologia “Lean Six Sigma”. Essa certificação garante que os profissionais estejam conscientes e capacitados sobre sua responsabilidade em cada etapa do processo de montagem e aptos a suportar projetos de melhoria e solução de problemas. Praticamente sem utilização de papel, a unidade de eletrônicos é inteiramente digitalizada e há o controle de qualidade de 100% das peças, cujas verificações vão desde a inspeção ótica 3D de volume de pasta de solda antes da montagem até a inspeção ótica 3D da montagem, raio X para componentes que não permitem a inspeção por câmera, testes paramétricos dos componentes, teste funcional do produto em alta temperatura e teste funcional final em temperatura ambiente. “Todos os itens são rigorosamente checados e, ao menor vestígio de alguma suspeita de não conformidade, a máquina imediatamente separa a peça para ser avaliada por um profissional experiente e qualificado. Vale lembrar que a grande maioria dos clientes não permite retrabalhos na placa eletrônica, exigindo assim grande estabilidade nos processos para evitar

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A unidade da ZF de eletrônicos tem capacidade para produzir anualmente 1 milhão de ACUs, 800 mil ECUs EPS/EPP e 800 mil ECUs ABS. Segundo Casante, por sua modularidade e flexibilidade, a linha tem, ainda, potencial para aumentar essa capacidade para atender localmente as demandas de seus clientes. Além disso, Casante diz que a operação foi projetada para também atender prontamente às demandas por ESC (Controle Eletrônico de Estabilidade).

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De acordo com Plínio Casante, Gerente Sênior de Engenharia e Operações da Unidade de Eletrônicos na ZF América do Sul, “nossos clientes utilizam os eletrônicos de segurança da ZF porque entendem que são dotados com a mais inovadora tecnologia e oferecem elevados padrões de confiabilidade e eficiência. Um dos motivos de conquistamos essa distinção foi o fato da unidade brasileira ser dotada com o estado da arte em processos produtivos”, comenta.

Unidade de Limeira, SP, onde são produzidos componentes eletrônicos para air bags, freios ABS e direção elétrica

o descarte de produtos”, explica Casante. O executivo complementa, “temos um retrospecto de qualidade que é benchmark no Grupo ZF e no mercado, em que a quantidade de reclamações de clientes não supera a 5PPM, ou seja, menos de cinco para cada 1 milhão de peças produzidas. Com muito orgulho, em Limeira, nós completamos mais de dois anos consecutivos sem nenhuma reclamação.”

que a linha tem capacidade para montar 300 mil componentes SMD por hora (cada produto – ECUs ABS, ECUs EPS/EPP ou ACUs - recebe cerca de 300 a 650 componentes eletrônicos). Ao todo, são checados individual e automaticamente mais de dois milhões de itens utilizados na produção dos módulos, diariamente. MM Editorial

Além disso, todos os componentes e dados de processo e performance de testes são rastreados digitalmente. Para se ter uma clara ideia da alta eficiência desse processo, é preciso destacar

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GERAL

As últimas semanas de outubro são agitadas para a Sampel Marca forte, a Sampel cumpriu uma agenda intensa em grandes eventos no mês de outubro. Nos dias 11 e 14 de outubro marcou presença na feira Automechanika em Buenos Aires, na Argentina. Na sequência dias 15 e 16 de outubro a Sampel participou do Race Valley em Tremembé, São Paulo. Na pista de arrancada, os carros com velocidade máxima empolgam a arquibancada. Depois, nas datas de 19 a 22 de outubro a Sampel destacou-se na feira Centro Parts com grandes atrações.

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22 de outubro, participou do 5° Congresso Brasileiro do Mecânico - CBM, maior evento brasileiro com foco nos mecânicos automotivos que trabalham de modo independente.

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E ainda com combustível no tanque e muita energia, a Sampel realizou dia 23 de outubro uma ação de vendas durante a Velocitta. Sempre antenada nas demandas do mercado e com as tendências, A Sampel produz peças que atendem a alta demanda industrial.

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Marca 100% brasileira está sempre reunida com mecânicos, pilotos e fabricantes.

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DICA TÉCNICA

LANÇAMENTOS

NGK fornece 5 dicas para quem vai comprar um carro usado ou seminovo

Especialista da empresa recomenda ao motorista fazer vistoria cautelar, checar os documentos do veículo, realizar um test drive, agendar uma avaliação técnica e observar a vela de ignição

VALEO SERVICE LANÇA LINHA DE LÂMPADAS PARA VEÍCULOS LEVES NO MERCADO REPARADOR

Sucesso na Europa, os produtos atendem veículos de todas as montadoras do país com cobertura superior a 95% da frota circulante Referência em inovação e qualidade no mercado reparador, a Valeo expande seu portfólio com o lançamento de uma linha de lâmpadas especialmente para o aftermarket. A novidade inclui 37 itens como lâmpadas de 12 volts para faróis dianteiros e traseiros, além de lâmpadas internas e para o painel de veículos leves.

Service South América.

Já comercializadas na Europa, os produtos desembarcam no Brasil com cobertura superior a 95% da frota circulante atendendo todas as montadoras instaladas no país com a mesma tecnologia e qualidade já aclamadas no exterior, uma vez que a Valeo é líder mundial no segmento de iluminação automotiva. A linha de lâmpadas será comercializada com uma gama de quatro tipos de produtos. São eles:

O atendimento ao cliente Valeo Service também está presente no pós-venda. A marca oferece as melhores ferramentas para dar suporte ao reparador, distribuidor e cliente final no mercado de reposição brasileiro, e recentemente modernizou seus processos para oferecer um atendimento ainda mais assertivo e satisfatório a toda a cadeia de suprimentos.

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Essential: lâmpadas halógenas e de sinalização com a qualidade standard da Valeo;

São Paulo, setembro de 2022 - Dados da Webmotors revelam uma maior busca dos brasileiros por carros usados em relação a novos se compararmos de janeiro a agosto de 2021 com o mesmo período de 2022. O levantamento, realizado com 2 mil usuários da plataforma, reflete o atual momento do setor automotivo: o consumidor está mais interessado por modelos usados e seminovos. De acordo com a última pesquisa sobre intenção de compra e venda de carros realizada pela Webmotors, 83% dos usuários da plataforma esperam efetivar o negócio ainda no segundo semestre de 2022. Diante da expectativa de alta demanda por veículos seminovos e usados, a NGK, multinacional japonesa especialista em velas e cabos de ignição, traz cinco importantes dicas e cuidados para os motoristas que desejam planejar e efetuar uma compra mais segura neste ano:

1- Realizar vistoria cautelar ou inspeção pré-compra “Hoje, muitas empresas fazem a inspeção do veículo, chamada vistoria cautelar, que é uma solicitação dos órgãos de trânsito para realização da transferência. Isso evita dor de cabeça por parte do comprador, que recebe um veículo inspecionado e com histórico das condições gerais”, comenta Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da NGK Brasil. Outra boa prática é levar o veículo para uma inspeção pré-compra com seu mecânico de confiança. “Essa atitude pode evitar a aquisição de veículos com problemas mecânicos e facilitar a negociação de um desconto para cobrir os custos com manutenção”, aconselha o consultor.

2- Verificar a documentação do veículo “É fundamental checar se os documentos do veículo estão em ordem e livres de notificações ou multas, porque, se a venda do automóvel for feita com débitos pendentes, o comprador ficará responsável por realizar todos os pagamentos”, recomenda Mori.

Com a placa do veículo e o número do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores) em mãos, é possível pesquisar esses dados relevantes por conta própria nos portais do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) ou Denatran (Departamento Nacional de Trânsito).

3- Fazer um test drive Um bom test drive possibilita que o comprador entenda o estado em que está o veículo. Testar a partida do motor e trocar todas as marchas com o carro em movimento estão entre as principais recomendações de Mori para os motoristas. “São precauções simples que podem identificar se há problema no sistema de ignição ou na bateria e até mesmo caso exista algum ruído ou dificuldade para engate ao passar por obstáculos”, explica Mori.

4- Agendar uma avaliação técnica Para ter ainda mais segurança na compra, outra indicação é conversar com um mecânico de confiança e agendar uma avaliação técnica. “Nessa avaliação, o profissional pode verificar os principais componentes do carro e identificar se há problemas, como sinais de batidas, vazamentos ou falhas nos módulos eletrônicos”, diz Mori. “Outra dica é, se possível, levar seu mecânico para avaliar o veículo ou marcar com o proprietário anterior na oficina para que seu mecânico examine o carro antes de fechar o negócio."

5- Observar a vela de ignição Um dos componentes de desgaste natural que deve ser observado é a vela de ignição. “Pelo aspecto das velas de ignição, um profissional qualificado consegue indicar como está o estado geral do motor, o que pode evitar custos elevados na reparação do veículo e possíveis desgastes após a sua compra”, finaliza Mori. RPMA

Blue Effect: lâmpadas halógenas e de sinalização com luz azul e efeito xenônio para um maior conforto. Ela possui luz semelhante à luz do dia e não atrapalha a visão dos condutores da direção contrária; Life X2: lâmpadas halógenas com o dobro de duração para um número menor de substituições; +50% Light: lâmpadas halógenas com 50% mais luz que melhoram a visibilidade; Os novos produtos, assim como todo o portfólio da Valeo, são submetidos a rigorosas avaliações que atestam sua eficiência e durabilidade. Eles possuem ainda certificação do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). Dessa forma, o consumidor pode conferir, na própria embalagem do produto, o selo do órgão regulador e garantir a procedência da peça. A nova linha chega para complementar a gama de produtos de iluminação da marca, reconhecida no aftermarket por sua excelência e composta também por faróis e lanternas da Valeo Cibié, de longa tradição no mercado brasileiro. “Até o final de 2022 essa linha deve crescer ainda mais. Nosso objetivo é continuar expandindo a gama de lâmpadas com a comercialização de lâmpadas de 24 volts para veículos comerciais”, comenta Marco de Luca, Diretor Geral da Valeo

Venda de autopeças para montadoras evolui 35,7% no ano É o segmento com melhor desempenho até agosto. Uso da capacidade instalada nos fornecedores chegou a 80%. Por Alzira Rodrigues

Graças ao aumento de vendas para as montadoras, a indústria de autopeças alcançou 80% de uso de capacidade instalada em agosto, conforme pesquisa conjuntural do Sindipeças que teve os dados atualizados sem seu site neste final de mês.

As novas lâmpadas possuem garantia de três meses e já estão disponíveis para distribuição em todo o país. Suporte ao cliente exclusivo no aftermarket

Entre os serviços diferenciados está o Suporte Remoto Conectado. Único no mercado brasileiro, a ferramenta utiliza da tecnologia para prestar um atendimento interativo e visual aos mecânicos de qualquer lugar do Brasil. Totalmente digital, a ferramenta faz a ponte entre o cliente e a Valeo Service, o que viabiliza a resolução de problemas técnicos em tempo real e na hora em que o cliente precisa. Para facilitar no diagnóstico, o sistema permite que a Valeo acompanhe a aplicação e instalação de componentes esclarecendo, assim, quaisquer dúvidas. Para ter acesso à tecnologia, basta que o cliente entre em contato com a empresa pelo telefone 3004 5693 (Capitais, Regiões metropolitanas e celulares) ou 0800 770 5693 (para as demais localidades). Valeo é um fornecedor automotivo, parceiro de todas as montadoras em todo o mundo. Como empresa de tecnologia, a Valeo propõe produtos e sistemas inovadores que contribuem para a redução das emissões de CO2 e a melhoria da segurança viária. Em 2019, o Grupo gerou vendas de € 19,5 bilhões e investiu 13% de suas vendas de equipamentos originais em Pesquisa e Desenvolvimento. Em 31 de dezembro de 2020, a Valeo tinha 191 fábricas, 20 centros de pesquisa, 39 centros de desenvolvimento e 15 plataformas de distribuição, e empregava 110.300 pessoas em 33 países em todo o mundo. Valeo está listado na Bolsa de Valores de Paris. SD&PRESS Consultoria

Segundo a entidade, o índice de 80% – três pontos porcentuais acima do registrado em julho – reflete avanço da produção automotiva, “apesar das dificuldades que ainda são enfrentadas no supply chain”. Os negócios OEMs foram os que mais cresceram no mês (mais 14,8% sobre julho) e também os que apresentam a maior evolução no ano. Considerando todos os segmentos, a receita nomial das autopeças fechou agosto com alta de 11,9% sobre julho e de 32,8% em relação ao mesm mês de 2021. o ano anterior. “Resultado em linha com o recorde da produção automotiva em 2022 observado pelo levantamento da Anfavea no oitavo mês do ano”, ressalta o Sindipeças.

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COLUNA FERNANDO CALMON #1.125 01/11/2022

Elétricos podem representar até 10% dos carros mais caros no Brasil Avanço de carros 100% elétricos no Brasil, nos próximos anos, estará concentrado no segmento de marcas premium cuja definição ultimamente vem apresentando certa elasticidade de interpretação, além de discussões intermináveis que pretendo abordar numa coluna futura. A barreira do preço elevado para os elétricos ainda vai demorar para ser superada. Em mercados emergentes como o brasileiro é natural que clientes com dois ou mais carros na garagem tenham a iniciativa de sentir de perto a alta aceleração, ausência de ruídos e vibração, além, é claro, de uma pegada local amiga do meio ambiente, entre motor e rodas, pela zero emissão de CO2. Também há a vantagem do baixo preço baixo da energia elétrica para recarregar a bateria, apesar de não existir garantia de que isso se manterá para sempre pelo que se observa hoje no exterior. Mudar a matriz energética para zero emissão de CO2 do poço à roda e criar uma rede capilar de recarga em estradas exigem investimentos de grande monta. Marcas como Audi, BMW e Mercedes-Benz preveem que até 10% de todas as suas vendas em 2023, no Brasil, sejam de modelos elétricos a bateria (sem incluir híbridos comuns e/ou plugáveis). Cada uma delas terá de quatro a cinco modelos com essas características. A Mercedes-Benz acaba de lançar três elétricos simultaneamente: EQA 250 (R$ 480.900), EQB 250 (R$ 502.900) e EQE 300 (R$ 709.900) já incluídos carregador de parede instalado e as três primeiras manutenções preventivas. Modelos elétricos estão isentos do imposto de importação de 35%. Os dois primeiros são SUVs de cinco e sete lugares, respectivamente, cujas arquiteturas derivam dos modelos com motor a combustão. O terceiro é um sedã equivalente ao Classe E, porém trata-se de desenvolvimento específico. Primeiro contato com os três modelos foi bem curto e rápido no entorno do Parque Ibirapuera em São Paulo (SP). Os dois SUVs têm rodagem firme e agradável, acabamento e materiais no mesmo padrão elevado da marca, mas sentem a massa total de 2.040 kg (EQA) o que afeta o desempenho, em especial o EQB (2.110 kg). Ambos têm o mesmo motor de 190 cv de potência e 39,2 kgf.m de torque.

O sedã médio-grande EQE 300 de 245 cv e 56,1 kgf.m vai bem melhor no para e anda do trânsito com acelerações mais fortes, apesar dos 2.380 kg de massa. Apresenta quadro de instrumentos e tela multimídia com mais recursos tecnológicos, além de vários comandos no volante de três raios vazados. A distância entre eixos de nada menos que 3.120 mm (10 mm superior ao Classe S) proporciona espaço extraordinário para as pernas de quem senta no banco traseiro. Outro SUV interessante é o iX3 (R$ 475.950) cedido pela BMW para avaliação por cerca de uma hora em estradas na Grande Campinas (SP). Versão elétrica do X3 tem 286 cv, 40,8 kgf.m e 2.185 kg de massa. Tração traseira e comportamento mais agradável em curvas que o EQA de tração dianteira, além de melhor desempenho. Na viagem a regeneração de frenagem dispensou totalmente o uso dos freios. Isso é comum em trânsito urbano, porém em estradas é necessário manter um pouco mais de distância do veículo à frente e o sensor de radar do carro também ajuda.

BYD produzirá elétricos e híbridos na Bahia Os rumores já existiam, porém no último dia 28 o governo baiano anunciou um protocolo de intenções com a chinesa BYD para começar a produzir chassis de ônibus e caminhões elétricos a partir de 2024. Haverá subsídios estaduais por 10 anos. Mesmo sem pormenores é fácil concluir que SUV e picape elétricos, além de híbridos plugáveis, estão previstos para 2025. Desde o começo deste ano comenta-se que parte das instalações da Ford, em Camaçari (BA), onde se produziam Ka e EcoSport até o início de 2021, seria a base de uma segunda operação da BYD no Brasil. A empresa produz ônibus elétricos em Campinas (SP) desde 2015 com baixo índice de conteúdo local e em volume quase simbólico. Como sempre acontece nesses casos, a marca (ainda) não confirmou que produzirá veículos leves na Bahia. Muito menos a Ford se pronunciou, mesmo porque as instalações e o parque de fornecedores em volta da fábrica inaugurada há 21 anos são bem maiores do que as necessidades da BYD e ainda restará uma grande área industrial. O acordo com o governo baiano inclui a produção de ônibus elétricos para as regiões Nordeste e Norte. Por que motivo haveria duas fábricas de ônibus? A prefeitura de São Paulo anunciou no mês passado que novos ônibus a diesel não poderão circular e serão substituídos por elétricos. Por motivo de escala produtiva, é provável que tudo fique concentrado mesmo em Camaçari.

Fernando Calmon

Híbridos flex são prioridades de Stellantis e VW Etanol está na rota de alternativas para o Brasil como uma transição dos motores a combustão para os elétricos. Stellantis e Volkswagen confirmaram que os planos estão em marcha durante o Congresso Autodata Perspectivas 2023, que se encerrou em 28 de outubro. A tecnologia não esconde segredos, mas se trata de decisão estratégica. Afinal, um híbrido flex abastecido com etanol produzido no Brasil apresenta emissões de CO2, quando se calcula o ciclo do poço à roda, bem abaixo de um carro 100% elétrico fabricado hoje na Europa com a matriz energética existente no continente. Antônio Filosa, CEO da Stellantis, afirmou que o etanol exige menos investimentos por parte das fabricantes, dos fornecedores e do próprio governo e com resultados muito positivos para o meio ambiente. A tecnologia híbrida flex pode ser exportada para países vizinhos e outros continentes, em especial para a Índia, que é grande produtora de cana-de-açúcar e já tem etanol disponível. O presidente da VW, Ciro Possobom, defende igual ponto de vista e anunciou que este mês será inaugurado o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Biocombustíveis, na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). Quanto à expansão do mercado interno de veículos leves em 2023 o presidente da Renault, Ricardo Gondo, espera crescimento de 5% a 10%. Confirmou um novo SUV produzido no Brasil com a mesma arquitetura CMF-B hoje existente na Europa e a produção aqui do motor 1-litro turbo. Este será flex, embora não tenha entrado em pormenores.

Exportações de autopeças injetaram nas fabricantes US$ 6 bilhões até setembro Principal destino dos componentes produzidos no Brasil segue sendo a Argentina, informou Sindipeças

As exportações de autopeças injetaram, nas fabricantes instaladas no Brasil, US$ 6,1 bilhões no acumulado até o mês de setembro, informou balanço do Sindipeças, a entidade que representa no setor. O resultado indica alta de 21,7% sobre aquele aferido no janeiro-setembro do ano passado. As importações, por sua vez, somaram US$ 15 bilhões, crescimento de 17% em relação a igual período do ano anterior. Na comparação a setembro do ano passado, houve aumento de 10,3% e retração de 8,9% no comparativo com agosto, apontaram dados do balanço. Argentina é principal destino das exportações de peças A balança comercial do setor, portanto, registrou déficit de US$ 8,9 bilhões no acumulado do ano. A variação observada foi de 13,9% frente a igual período do ano passado. Apesar de cenário econômico adverso, a Argentina segue como principal destino das autopeças fabricadas no Brasil, com participação de 36,2% no acumulado de 2022. O parceiro mais participativo nas importações em 2022 tem sido a China, com 16,1% de participação. Redação AB

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GERAL

Motul realiza campanha para levar distribuidores à Moto GP na Espanha e World Superbike na a frota circulante na Argentina América do Sul Convidados da marca francesa

vCatálogo online Auto Experts possibilita busca TecAlliance de peças da lança VIO com Fras-le por placa informações sobre Ferramenta, que facilita e agiliza a busca por informações de peças, aplicações e especificações técnicas, permite pesquisa por placa de veículo

A empresa passa a fornecer as informações para atender ao mercado sul-americano em sinergia com a sua atuação em mais de 75 países ao redor do mundo

vão assistir de perto à etapa de encerramento do Campeonato Mundial de Motovelocidade em Valência, em novembro

VIO (Vehicles in Operation) é uma solução que fornece informações detalhadas sobre a frota circulante para o Brasil e países da América do Sul aos fabricantes e distribuidores de autopeças para o mercado de reposição. Ao disponibilizar uma base de dados técnicos completa de cada veículo (marca/modelo/versão) sobre a frota brasileira e demais países sul-americanos, o VIO dá suporte para a tomada de decisões mais assertivas na gestão do ciclo de vida dos produtos, logística, produção, formação de estoques e planejamento de investimentos de curto, médio e longo prazos. Esta solução já está disponível em mais de 75 países e conta com mais de 1 bilhão de veículos registrados e apresenta potencialmente mais de 60 atributos técnicos, em função das características e disponibilidade de dados em cada país.

A Fras-le, líder mundial em fabricação de componentes para materiais de fricção, oferece seu catálogo online de peças na plataforma Auto Experts, ferramenta que reúne informações sobre aplicações e especificações técnicas de seus produtos, facilitando e agilizando, assim, a pesquisa, que pode ser feita até por meio da placa do veículo. Reparadores, distribuidores, lojistas e consumidores finais podem também fazer a pesquisa do produto por montadora e modelo do veículo. Essa plataforma digital é um canal muito eficaz no momento de adquirir a peça automotiva já que, além de proporcionar rapidez e praticidade ao comprador, garante também assertividade na hora da escolha do produto. Assim, basta ter a placa para visualizar todas as peças do veículo, disponíveis no catálogo. A consulta por meio da placa auxilia muito, especialmente, àqueles que desconhecem detalhes das peças do veículo. Está disponível no Auto Experts todo o portfólio das marcas Fras-le, Lonaflex, Controil, Fremax e Nakata, com elevados padrões de qualidade, resultado dos diversos testes que realiza, desde avaliação de matérias-primas até análises de performance e resistência, no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento, laboratórios e no campo de provas no CTR Randon. Para acessar o catálogo eletrônico, basta entrar no link www.autoexperts.parts Verso Comunicação e Assessoria

O VIO traz informações precisas sobre o mercado de veículos, pois é aprimorado por Inteligência Artificial e Machine Learning. Seus dados possibilitam ter uma visão completa de todos os veículos registrados e, a partir dos insights fornecidos, torna-se possível avaliar e otimizar as estratégias a serem adotadas na gestão do portfólio de produtos dos usuários desta solução. Desenvolvido internamente, ele é continuamente refinado pela adição de novos recursos, enquanto os existentes são ajustados e aprimorados. A diretora de Vendas da TecAlliance na América do Sul, Heloísa Monzani, explica que com o VIO é possível obter informações completas para a tomada de decisões de negócios de forma mais concreta e com informações de grande qualidade. “É importante enfatizar que a TecAlliance é uma empresa que conhece a realidade do mercado automotivo brasileiro e sul-americano e nossos números são baseados nos dados brutos originais que obtemos de fontes globais oficiais. Usando uma combinação de ferramentas de Inteligência Artificial ao trabalho de uma equipe altamente especializada, os dados são traduzidos e convertidos para o padrão TecAlliance. O VIO, inclusive, pode e deve ser integrado a outras soluções da companhia, tais como as Pesquisas de Referências Originais (OE) para uma gestão de produtos mais completa e abrangente”, afirma a executiva.

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Especialista em padronização e digitalização de dados para o mercado de peças de reposição automotiva, a TecAlliance amplia seu portfólio no mercado regional com o lançamento de soluções que unem inovação e tecnologia.

São Paulo, outubro de 2022 - A Motul, multinacional especializada em lubrificantes e fluidos de alta tecnologia, realizou uma campanha para levar distribuidores a importantes competições internacionais apoiadas pela marca, como Moto GP de Valência e World Superbike na Argentina. Seis convidados estiveram, neste final de semana, em San Juan, no país vizinho, para assistir de perto ao WSBK e a empresa levará outros três à Espanha para acompanhar a etapa de encerramento da temporada do Campeonato Mundial de Motovelocidade, em 6 de novembro. Para participar da iniciativa da Motul, os distribuidores oficiais da empresa foram divididos em grupos de acordo com o tamanho do mercado e a quantidade de consumo. Para que estivessem elegíveis à campanha, os parceiros precisariam atingir as metas de sell in - processo de venda B2B - e sell out - processo de comercialização direta ao cliente final. O primeiro lugar de cada grupo poderia ser premiado com um convite para a etapa do Moto GP de Valência a ser usado pelo dono ou diretor do distribuidor, e dois ingressos para a etapa do World Superbike na Argentina a serem utilizados por um vendedor do distribuidor e varejista. A Motul tem nas pistas de todo o mundo o seu principal laboratório para desenvolver o produto certo para cada aplicação. Neste ano, a companhia segue apoiando grandes equipes em importantes competições no Brasil e no exterior. Sobre a Motul Há mais de 165 anos no mercado mundial, a Motul é uma multinacional francesa especializada na formulação, produção e distribuição de lubrifi cantes e fl uidos de alta tecnologia para diferentes segmentos, como carros, motos, pesados, veículos clássicos, agrícolas, náuticos e karts. A empresa também conta com a vertente MotulTech para a oferta de lubrifi cantes industriais.

Os dados do VIO estão disponíveis em diferentes formatos, desde uma planilha Excel, arquivos TXT, através do sistema Vehicle Data Portal e ferramentas de gestão de produtos PMA ou CCU.

A Motul, presente no Brasil desde 1992, tem as pistas como o seu principal laboratório para desenvolver o produto certo para cada aplicação, com apoio a grandes equipes em competições nacionais e internacionais, como Dakar, 24 Horas de Le Mans, FIA World Endurance Championship, Super GT, Drift, MotoGP, World Superbike, MXGP, IOM TT, Imsa, Rallycross, F1 Boat e Sertões.

Comunicação Estratégica Campinas

RPMA Comunicação

Como o brasileiro passou de apaixonado por carro a adepto de carsharing *Por Guilherme Cavalcante

Que o brasileiro sempre foi um dos públicos mais interessados em automobilismo, e que possui paixão por carro é fato. Todo mundo conhece aquele vizinho ou parente que tem ciúmes do seu veículo, e que trata bem dele como se fosse um filho ou um animal de estimação. Também é fato, que as novas gerações já possuem um menor interesse nesse tipo de assunto, é comum vermos adolescentes que não tem como uma meta tirar a sua “carteira de motorista”, aos 18 anos, como era quase que uma regra há alguns anos. As novas gerações possuem um interesse diferente quando o assunto é o investimento em seu carro próprio, o que é identificado em várias pesquisas ao redor do mundo. Levantamento da consultoria norte-americana Allison+Partners com jovens do país mostrou que a maioria deles vê os carros como um mero meio de transporte, e não como algo que define a identidade. Além disso, de acordo com estudo desenvolvido pela Bright Consulting, revela que em 2030, os jovens da geração Z (nascidos a partir de 1997), poderão deixar de comprar algo como 250 mil carros/ano. Outras duas pesquisas também trazem apontamentos parecidos. A World Resources Institute (WRI), apurou que anualmente, pelo menos 5 milhões de pessoas utilizam o carsharing em todo o mundo como forma de deslocamento urbano. A Shared Mobility, da Universidade da Califórnia, identificou que 25% dos usuários de carsharing venderam os seus veículos e outros 25% adiaram a compra de um novo carro, muito por conta dos custos com combustíveis. Devemos atribuir esta mudança de hábitos e de costumes a forma como a nova geração enxerga o seu dia a dia. Com as redes sociais, o mundo se tornou mais dinâmico e prático, de forma a ser mais digital. Ou seja, passar horas dentro de um carro para ir de um local ao outro, sem poder realizar outras tarefas no período, virou algo “estranho”. Além disso, claro, as crises no setor econômico, com o aumento dos combustíveis, bem como do custo de um veículo “popular”, pesam na balança de uma geração que se tornou mais crítica ao investir o seu dinheiro em bens materiais. E é por isso que o carsharing ganha força nesta fatia da população. Seria impensável, até pouco tempo atrás, utilizar um veículo somente pelo tempo e distância que necessitasse, e mais, sem que o veículo fosse seu, e que pudesse ser utilizado por diferentes pessoas. Isso é parte de uma das novas tendências mundiais e de mercado, a chamada “economia compartilhada”, que nada mais é que um sistema social e econômico que se baseia no compartilhamento de recursos. Este modelo possui um alto potencial de crescimento e pode gerar investimentos por parte de grandes players do mercado, principalmente, quando o objetivo for o de reduzir custos e, também, aumentar os benefícios oferecidos, seja para seus colaboradores ou usuários. Outro ponto de influência para a aposta no carsharing por esta nova geração, se dá pelo fato de ser um público mais ligado a questões ambientais, e de acordo com estudo do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) os automóveis são responsáveis por 72,6% das emissões de gases efeito estufa (GEE), vilões do aquecimento global. Ou seja, além de sustentável, também tem como benefício a diminuição na frota de veículos rodando nas ruas, reduzindo os custos com impostos, como o IPVA, e ajuda a otimizar os tempos de deslocamentos e a reduzir o fluxo de trânsito, aumentando espaços de lazer, como ciclofaixas, por exemplo. E, por isso, apesar de ainda ser um público apaixonado por carros, é muito provável que o Brasil se torne um dos países com o maior número de pessoas adeptas do carsharing, e com certeza, não levará muito tempo para isso. *Guilherme Cavalcante é CEO e fundador do app UCorp. O executivo tornou-se especialista em desenvolver modelos de negócios e produtos digitais com foco em mobilidade. Guilherme é formado em Tecnologia e Mídias Digitais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC) e possui pós-graduações em Design de Projetos Especiais (BAU-Barcelona) e Inteligência de mercado (Universidade de São Paulo - USP).

Thiago Tertuliano

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NOVIDADES

Jurid conta com Grupo Universal pastilhas de freio Automotive para o Fiat Pulse apresenta lançamentos da Produtos atendem várias versões do novo modelo da Fiat linha Amortex em evento DIVULGAÇÃO

Gates do Brasil apresenta Mangueiras Turbo Charger para mercado de reposição Com qualidade OE, lançamento atende demanda de manutenção em turbocompressores para diversas aplicações no Brasil

Durante o Congresso Brasileiro do Mecânico, especialista da empresa fará palestra sobre escorvamento e equalização dos amortecedores

SOBRE O GRUPO UNIVERSAL AUTOMOTIVE SYSTEMS O Grupo Universal Automotive Systems (antiga Universal Maçanetas), nascido pela paixão por automóveis, está no mercado há 45 anos. Focado inicialmente, na distribuição de maçanetas e fechaduras, ao longo de sua trajetória identificou novas oportunidades de negócio e passou a não somente distribuir, mas também fabricar os próprios produtos, além de expandir a atuação para outras linhas do segmento, lançando e adquirindo outras marcas. Atualmente, são 27 mil produtos, que atendem mais de 48 montadoras e incontáveis veículos das linhas leve e pesada, além da exportação para mais de 20 países. Entre as linhas de produtos estão UNI1000®️ - Divisão Química; Electric-Life®️ - Lâmpadas e Elétrica; Univel®️ - Indústria Metalúrgica; Universal®️ - Ferragens; Uniflex®️ - Borrachas de Vedação, Guarnição e Mangueiras; Unick®️ - Tampas Automotiva; Micro®️ - Máquinas do Vidro, Amortex®️ - Suspensão, Direção, Transmissão e Amortecedores (Suspensão e Mola a Gás), e Micro®️ Palhetas. São 700 colaboradores distribuídos entre a matriz, unidade industrial (Osasco/SP) e os Centros de Distribuição (SP e GO), que totalizam mais de 50 mil m² de área construída.

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Sempre em busca de inovação para oferecer o melhor para o mercado brasileiro, a Gates apresenta as Mangueiras Turbo Charger, com qualidade de equipamento original para a reposição. O produto atente a demanda de reparação em motores de tamanho reduzido com turbocompressores, comuns em veículos produzidos a partir de cinco anos, fabricados com requisitos de redução de emissão de gases e eficiência de combustível, e que estão fora do período de garantia. As Mangueiras Turbo Charger da Gates são produzidas atendendo os mais altos padrões de qualidade das mangueiras originais, o que proporciona a manutenção com padrões de fábrica. “A Gates tem mais de 30 anos de experiência na fabricação de mangueiras e possui homologações das montadoras, o que permite total controle do processo produtivo e de qualidade do produto”, explica Sidney Aguillar, Diretor de Vendas e Marketing da América do Sul da Gates. O fato da mangueira de turbocompressor ser compatível com a peça original é crítico para o sistema do turbocompressor, onde as temperaturas do ar podem atingir +200°C. “As mangueiras de turbocompressor da Gates oferecem a vantagem única de vir com os conectores padrão OE, e com todos os outros componentes necessários já montados. A extensão do nosso portfólio garante componentes para grande parte das marcas e modelos existentes no mercado”, explica Frederico Muller, Gerente de Produtos da Gates do Brasil.

Procurando complementar o portfólio para atender com agilidade o mercado de reposição com produtos para modelos de veículos recémlançados, a Jurid do Brasil, fabricante especializada em componentes de freios com as marcas líderes globais Jurid e Ferodo, está sempre em evolução com desenvolvimento de novos produtos. Para o Pulse, modelo da Fiat lançado no final de 2021, a Jurid do Brasil conta com pastilhas de freio, sendo os códigos HQJ – 2499 (eixo dianteiro) para a versão Pulse Drive 1.3 – 2022 e HQJ 2497 (eixo dianteiro) para os modelos Audace turbo 200 – 2022/Drive turbo 200 – 2022 e Impetus turbo 200 – 2022. A fabricante possui disponibilidade de itens com linhas de produtos para freios com linhas de pastilhas, sapatas, lubrificantes e fluidos. Também atende montadoras para o equipamento original, entre os projetos, o mais recente nessa área é o fornecimento de pastilhas de freio para o New City da Honda. Com retorno de garantia nulo referente ao fornecimento para montadoras pelo sexto ano consecutivo, a marca Jurid segue os mais rígidos processos e certificações internacionais, garantindo alto padrão de qualidade e cuidado com o meio ambiente.

O material usado na construção das Mangueiras Turbo Charger Gates é o EPDM (Etileno-PropilenoDieno), sendo este o padrão para turbocompressor, que atende às altas temperaturas requeridas neste sistema. Frederico Müller explica a diferença. “O EPDM padrão não foi projetado para suportar as demandas de algumas aplicações em turbocompressores, o que pode acarretar falhas precoces. Por isso, as mangueiras Gates são fabricadas em um EPDM específico para estas aplicações. É sempre bom estar atento a isso na hora de escolher a mangueira correta para a manutenção do turbocompressor”, ressalta.

Sobre a Jurid do Brasil A Jurid do Brasil é fabricante de componentes de freios por meio das marcas líderes globais Jurid e Ferodo, reconhecidas mundialmente como referência em pastilhas de freio no fornecimento para as principais montadoras. Possui diversificado portfólio para veículos leves e motocicletas para atender o mercado de reposição com o mesmo nível de excelência e qualidade do equipamento original. Com planta em Sorocaba-SP, a Jurid do Brasil produz pastilhas de freios, sapatas, com padrão de qualidade e tecnologia, atendendo certificações internacionais das normas IATF 16949, ISO 9001, ISO 14001, ISO 45001 e os produtos pelos órgãos INMETRO, IRAM AITA e SGS . Com compromisso contínuo no desenvolvimento de soluções para frenagem, também comercializa fluidos e lubrificantes para freios.

A! Fonte Comunica

Verso Comunicação e Assessoria de Imprensa

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Brasil, outubro de 2022 - Profissionais mecânicos, donos de oficinas e pessoas interessadas em expandir o conhecimento técnico sobre o universo da autopeça e suas instalações, podem participar do Congresso Brasileiro do Mecânico, marcado para acontecer neste sábado, 22, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). O evento é uma oportunidade de aproximar os participantes das montadoras e autopeças, com demonstrações de procedimentos e exposições de profissionais da indústria. Na ocasião, o Grupo Universal Automotive Systems, referência em aftermarket de automóveis, apresentará todos os lançamentos da linha Amortex, que incluem sistemas de suspensão, direção, câmbio e amortecedores mola a gás e suspensão. Voltada ao mercado de reposição automotiva, a Amortex oferece os produtos como kits de proteção do amortecedor e homocinéticas, coxins, bieletas, pivôs, terminais axiais e de direção, bandejas, suportes e barras tensoras, além de molas a gás de tampas e portas em geral. Durante o Congresso, o engenheiro técnico e coordenador do Centro tecnológico de Formação do Grupo, Fábio Waldomero, vai liderar a palestra “escorvamento ou equalização dos amortecedores, para que serve?”. O assunto deve abordar instruções práticas de como retirar o ar, presente na parte interna do tubo dos amortecedores. A instalação da peça, seja a óleo ou a gás, requer cuidado especial antes de ser instalada no veículo. “O procedimento é necessário, pois os amortecedores ficam armazenados na embalagem na posição horizontal e muitas pessoas sentem dificuldades em manusear corretamente a peça”, aponta Fábio. A aula especial será feita no Unimóvel, espécie de carro didático utilizado nas ações de treinamento e integração do CTF na sede da empresa e que deve servir de apoio para interagir com o público proporcionando dicas e tirar dúvidas sobre diferentes áreas da mecânica ao longo do congresso.

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As mangueiras de turbocompressor da Gates oferecem a vantagem única de vir com os conectores OE Divulgação/Gates do Brasil

Echlin traz interruptores automotivos com linha completa e melhor custo X benefício

A Echlin voltou ao Brasil em 2019 e se tornou conhecida como a principal marca dos interruptores automotivos, que conta com um amplo portfólio trazendo qualidade original de montadora, para veículos leves e pesados, nacionais e importados. São eles: Interruptor de luz de freio, Interruptor de luz de ré, Interruptor de embreagem, interruptor de pressão do óleo, Interruptor pneumático (linha pesada), Interruptor de transferência (linha pesada), Interruptor de pressão da direção hidráulica (linha leve) e sensor de pressão. A empresa traz componentes que representam qualidade e durabilidade, com o mesmo padrão e exigência das montadoras e com preço ultra competitivo. Os componentes possuem resistência térmica, isolamento elétrico, tratamento galvânico e têm lançamentos constantes. Conheça o portfólio de Interruptores em www. echlinbrasil.com.br Insight


DICA TÉCNICA

Inspeção das velas: como identificar 5 sinais de problemas no motor NGK lista os principais indicativos de mau funcionamento das velas de ignição e as consequências que a falta de inspeção deste item pode causar em outros componentes do veículo módulo de injeção (Centralina ou ECU),”afirma Hiromori. Nesses casos, um mecânico experiente pode identificar facilmente tanto um eventual problema nas velas de ignição - apenas com uma inspeção visual do item - quanto a condição de queima na câmara de combustão. Por isso, a NGK recomenda que o cliente leve o seu veículo ao mecânico e peça para ele examinar as velas de ignição uma vez por ano ou a cada 10 mil quilômetros. “As velas de ignição podem e devem ser inspecionadas constantemente por profissionais qualificados e de confiança. Caso o motorista necessite de um auxílio extra, em nosso SAC ele encontrará uma equipe técnica especializada para fornecer total apoio”, finaliza Mori.

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RPMA

São Paulo, outubro de 2022 - Um componente tão pequeno como uma vela de ignição é de fundamental importância para o funcionamento do motor do seu veículo. A fim de ajudar a detectar eventuais problemas, a manutenção periódica e preventiva do automóvel é a melhor opção: além de evitar custos desnecessários com o veículo e economizar combustível e tempo do usuário, o procedimento evita pequenas falhas de funcionamento que podem elevar o consumo de combustível e a emissão de gases poluentes, acarretando no aumento dos impactos ambientais. Estas falhas nem sempre são percebidas pelo usuário, porém geram grandes impactos. Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da NGK Brasil, multinacional japonesa especialista em sistemas de ignição, apresenta dicas para os motoristas ficarem atentos a possíveis problemas no motor de seu veículo, enfatizando as principais consequências que a falta de inspeção das velas pode causar em outros componentes do motor.

5 principais sinais que indicam mau funcionamento das velas de ignição: O tempo que o motor demora para pegar fica maior, ou seja, o tempo de partida. Além do incômodo gerado pelo fato de perdemos mais tempo para podermos sair com o veículo. O aumento no tempo de partida força os componentes como motor de arranque (peça que gira o motor na partida) e a bateria, reduzindo a vida útil destes componentes e aumentando o custo com a manutenção do veículo.

Aumento considerável do consumo de combustível, parte do combustível que é injetado não é queimado no motor, sendo necessária a injeção de mais combustível para manter o mesmo rendimento. Marcha lenta irregular, devido às falhas de ignição. Falha no funcionamento do veículo, principalmente em condições de aceleração e retomadas de velocidade. Elevação dos níveis de emissões de poluentes ambientais - a medição é realizada por meio de uma análise dos gases de escape com equipamento específico. Estes limites são estipulados pelo Proconve (programa de controle de emissões veiculares).

6 principais consequências que a falta de inspeção das velas de ignição pode causar em outros componentes do veículo: Uso de combustível de má qualidade, que normalmente gera acúmulo de resíduos nas velas de ignição. Através da inspeção das velas podemos identificar estes resíduos. Infiltração de água na câmara de combustão, que ocasiona sinais de oxidação nas velas. Esse cenário pode causar problemas que afetam diretamente a eficiência do sistema de arrefecimento, podendo levar a falhas de superaquecimento do motor, que se agravam com o tempo.

Encharcamento das velas de ignição, que é facilmente identificado pela coloração do isolador cerâmico (ponta de cerâmica) da vela caso o dono do veículo esteja utilizando como combustível a gasolina. Quando a preferência é pelo etanol, sua identificação é mais difícil. Neste caso, pode indicar um problema de falta de estanqueidade dos injetores de combustível. Resíduo ou encharcamento de óleo, que indica um problema de vazamento do óleo lubrificante para a câmara de combustão, gerando resíduos na câmara de combustão, que podem levar a falhas graves no motor como pré ignição. Normalmente são provocadas por excesso de desgaste e folgas fora do especificado. Acúmulo de carbono nas velas de ignição, que aponta uma mistura muito rica de ar e combustível, levando ao consumo elevado de combustível ou óleo lubrificante.Normalmente indicam um problema no sistema de injeção de combustível. Falhas de ignição, que podem provocar danos ao catalisador do veículo - peça com custo elevado para troca que trabalha em temperaturas muito elevadas. Quando o combustível não é queimado no motor, ele sai pelo coletor de escapamento e encontra a peça aquecida, acima de 400°C de temperatura, que é sua temperatura normal de trabalho. Podendo queimar esse combustível em seu interior e levar a danos na peça. “As velas de ignição são componentes de desgaste natural, o que significa que elas se desgastam com o uso do motor. As montadoras de veículos indicam em seus manuais o período de troca das velas de ignição. Caso o cliente não faça a manutenção recomendada, o desgaste das velas provoca o arredondamento dos eletrodos e aumento da folga, o que eleva a tensão para o centelhamento, podendo provocar danos em cabos de ignição e bobinas e, em alguns casos, danificar também o

Controil dá dica de como resolver alterações na marcha lenta irregular Mecânico deve ficar atento aos problemas na válvula de vácuo Alterações na marcha lenta, como falhas ou até mesmo desligamento do motor, não são raras, principalmente em veículos cujos motoristas têm o hábito de acelerar o mínimo possível para que o carro fique ligado mesmo não estando em movimento. A marcha lenta irregular pode acarretar sérios problemas ao motor do veículo, se não resolvida rapidamente. Filtros entupidos, desgaste na correia de distribuição, ou problemas em componentes elétricos são algumas das causas do mau funcionamento da marcha lenta. Trincas na válvula de redenção de vácuo, responsável por garantir a passagem de fluxo de vácuo em apenas um sentido e presente em todos os servos freio, também interferem na marcha lenta. Por isso, é importante que, ao buscar o diagnóstico de falhas na marcha lenta, o mecânico sempre verifique essa válvula, em busca de trincas ou vedação. A manutenção deve ser feita com a substituição da válvula usando um kit de reparação adequado. Verso Comunicação e Assessoria de Imprensa

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Jornal Reposição #184 Outubro 2022 by Portal Jornal Reposição - Issuu