ISSN 1679-0189
o jornal batista – domingo, 28/01/18
Órgão Oficial da Convenção Batista Brasileira
Ano CXVII Edição 04 Domingo, 28.01.2018 R$ 3,20
Fundado em 1901
Foto: Leone Ferreira
Projeto Pés no Arado reúne mais de 160 jovens Batistas de todo Brasil
Evento promovido pela Juventude Batista Brasileira aconteceu entre os dias 05 e 15 de janeiro em sete pontos do estado do Rio de Janeiro. O tema desta edição foi “Compartilhando a Esperança” Páginas 08 e 09 Missões Nacionais
Missões Mundiais
Aluno da Cristolândia restaura família após 10 anos de afastamento
JMM e Fernandinho nos 70 anos dos Embaixadores do Rei; Saiba mais!
Página 07
Página 11
Notícias do Brasil Batista
Notícias do Brasil Batista
PIB em São Caetano BA lança livro do pastor Epaminondas Bastos
Igreja Batista em Sítio Novo - PE comemora aniversário de 83 anos
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reflexão
EDITORIAL
Vivendo o Reino de Deus através da Palavra
O JORNAL BATISTA
Órgão oficial da Convenção Batista Brasileira. Semanário Confessional, doutrinário, inspirativo e noticioso. Fundado em 10.01.1901 INPI: 006335527 | ISSN: 1679-0189 PUBLICAÇÃO DO CONSELHO GERAL DA CBB FUNDADOR W.E. Entzminger PRESIDENTE Luiz Roberto Silvado DIRETOR GERAL Sócrates Oliveira de Souza SECRETÁRIA DE REDAÇÃO Paloma Silva Furtado (Reg. Profissional - MTB 36263 - RJ) CONSELHO EDITORIAL Celso Aloisio Santos Barbosa Francisco Bonato Pereira Guilherme Gimenez Othon Avila Sandra Natividade EMAILs Anúncios e assinaturas: jornalbatista@batistas.com Colaborações: decom@batistas.com REDAÇÃO E CORRESPONDÊNCIA Caixa Postal 13334 CEP 20270-972 Rio de Janeiro - RJ Tel/Fax: (21) 2157-5557 Fax: (21) 2157-5560 Site: www.batistas.com A direção é responsável, perante a lei, por todos os textos publicados. Perante a denominação batista, as colaborações assinadas são de responsabilidade de seus autores e não representam, necessariamente, a opinião do Jornal. DIRETORES HISTÓRICOS W.E. Entzminger, fundador (1901 a 1919); A.B. Detter (1904 e 1907); S.L. Watson (1920 a 1925); Theodoro Rodrigues Teixeira (1925 a 1940); Moisés Silveira (1940 a 1946); Almir Gonçalves (1946 a 1964); José dos Reis Pereira (1964 a 1988); Nilson Dimarzio (1988 a 1995) e Salovi Bernardo (1995 a 2002) INTERINOS HISTÓRICOS Zacarias Taylor (1904); A.L. Dunstan (1907); Salomão Ginsburg (1913 a 1914); L.T. Hites (1921 a 1922); e A.B. Christie (1923). ARTE: Oliverartelucas IMPRESSÃO: Folha Dirigida
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este tempo em que estamos trabalhando com o tema: “Vivendo o Reino de Deus”, todo nosso parâmetro de orientação tem que ser a Bíblia, Para nós, a Bíblia é e sempre será a fiel, inerrante e infalível Palavra de Deus; contém toda verdade e a mais completa revelação de Deus. Tudo que os homens precisam saber a respeito de Deus, da Sua criação e Seus mistérios encontra-se na Bíblia. Não precisamos buscar outras revelações e nem reveladores para conduzir a nossa vida. Toda orientação, direção quanto ao nosso passado, quanto ao presente
! Aviso importante
e ao futuro estão claros e revelados nela. Ela é suficiente quanto ao conhecimento que precisamos possuir de Deus. Ela é a única fonte autorizada por Deus para nos orientar em nossa vida, portanto, ela exclui qualquer insinuação ou experiência que não esteja claramente definida por ela. Os dias atuais têm sido difíceis para os crentes. Há uma verdadeira confusão em muitas Igrejas, pelo abandono da Bíblia e apego a revelações místicas, as revelações e experiências humanas que não resistem a mais simples confrontação com a Palavra de Deus, mas que tem causado danos à vida de muitas pessoas. A Bí-
blia deixou de ser a revelação para muitas pessoas cujo os interesses pessoais, a vaidade, a mentira tem dominado o coração e a mente de tal forma e com tanta intensidade que até muitos dos verdadeiros crentes se tem deixado enganar por tais pessoas. O misticismo tem crescido tanto que parece que voltamos ao período da Idade Média, a idade das trevas, exatamente quando se esperava que este tempo seria o século das luzes, quando as pessoas, de posse das formas modernas de comunicação, da era da informação e das transformações em tempo real fossem capazes de abandonar práticas e mode-
los irracionais pela busca da Verdade, da absoluta Verdade; de forma racional conhecer ao Deus verdadeiro, Criador dos céus e da terra. Diante destes fatos aumenta nossa responsabilidade de fazer conhecido os ensinos da Palavra de Deus a todos os homens. Precisamos a tempo e fora de tempo fazer conhecida as verdades da Palavra do Senhor, de ensinar que fora de Jesus Cristo não há salvação, ainda que a Bíblia e sua linguagem estejam sendo usadas como pretexto, mas não a sua mensagem. É hora de estarmos comprometidos com a Bíblia.
A partir da primeira edição de O Jornal Batista do ano de 2018, todas as Igrejas vinculadas à Convenção Batista Brasileira passarão a receber o OJB apenas em formato digital. Pedimos que a liderança das Igrejas atualizem os seus cadastros de e-mail, para evitarmos equívocos.
SOS
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bilhete de sorocaba JULIO OLIVEIRA SANCHES
Os anos passam
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Bíblia inteira chama a atenção para a brevidade do existir humano no planeta Terra. Figuras, as mais variadas, são usadas pelos escritores sacros para despertar a nossa atenção para a brevidade dos nossos dias. Jó usa a figura da lançadeira do tecelão, que não mais existe, para dizer que a vida passa rapidamente. (Jó 7.6). Moisés, no salmo 90, é pródigo em figuras para afirmar a mesma verdade descoberta por Jó. As torrentes das águas, o sono, erva que cresce de madrugada e à tarde não mais existe. Um conto ligeiro que é esquecido com facilidade. (Salmos 90.5 e 9b). Isaías repete a comparação da erva do campo e as flores perecíveis (Isaías 40.6-8). Mas a Palavra do Senhor permanece para sempre.
Tiago faz uma observação aterrorizadora. A vida é como vapor que desaparece ao sair da panela ou da chaleira. Podemos usá-lo para mover a máquina a vapor, caso do passado, mas se não for alimentada perde sua eficácia em segundos (Tiago 4.14). Apesar de todas as advertências continuamos a crer e a viver como se os nossos dias sobre a Terra fossem eternos. Tudo fazemos para prolongá-los. Esta verificação se torna mais visível na chegada de um novo ano, que nada tem de novo. Os acontecimentos continuam os mesmos. Os maus continuam praticando o mal. Os bons continuam se esforçando para melhorar, para realizar coisas novas, mas prisioneiros da natureza pecaminosa que os impede de praticar o bem. Foi a luta
de Paulo na busca da santificação. Desejava praticar o bem, mas a estrutura pecaminosa o impedia de fazê-lo (Romanos 7.24). Ao reconhecer a sua impotência, gerada por si mesmo, abre caminho para a manifestação da graça de Deus em seus anseios. “A minha graça te basta” (II Coríntios 12.9). Esse é o momento crucial na vida do salvo, reconhecer que todos os esforços humanos são inúteis; Produzem resultados aparentes, mas não frutos verdadeiros. Aqueles velhos e obsoletos bons propósitos de fim de ano que muitos fazem e repetem no dia 31 de dezembro, continuam a não funcionar, mas em nossa teimosia continuamos a repeti-los. É como mercadorias ou remédios com datas vencidas: não funcionam, precisam ser
descartados, pois fazem mal à saúde espiritual. Não há encanto em o novo ano iniciado há poucos dias. As guerras vão continuar com maior ferocidade. Crianças vão continuar morrendo de fome e doenças que há muito deveriam ter sido erradicadas. Os governantes das nações continuarão seus discursos hipócritas. Os ricos ficarão mais ricos e os pobres descendo para a linha da miséria. A corrupção que assola o nosso país vai continuar aumentando geometricamente. Novos corruptos surgirão e os larápios antigos serão colocados em liberdade pela caneta de algum juiz injusto. O governo vai continuar trocando nossas riquezas naturais pelas benesses do poder. Os nossos sistemas de educação, segurança e saúde continuarão péssimos,
a caminho do caos. Ministros inescrupulosos continuarão a usar o erário para comprar votos de políticos sem caráter. Cumprir-se-ão, a cada novo dia, a sentença de Apocalipse 22.11. Não se assuste, caminhamos para o fim de todas as coisas. Como salvos e como Igreja cabe-nos aprofundar a nossa intimidade com Deus e Sua Palavra. Firmar a cada momento a fé em Jesus Cristo, não só como Salvador, mas como Senhor. Os votos de boas festas, feliz ano novo não possuem poder mágico capaz de mudar ou colocar ordem no caos, mas sim, vidas comprometidas com Cristo. A Igreja há que cumprir a missão recebida do Senhor. O ano de 2018 traz no seu bojo grandes desafios. Precisamos vigiar.
sência de disputa. Paz é uma tranquilidade autêntica com Deus. Paz é o prazer de pertencer a Deus. Essa paz de Deus em nossos corações é a motivação que devemos ter para transmiti-la na sociedade. A proposta de Jesus é que devemos ter uma vida “missional”, ou seja, temos que viver com foco na nossa missão. Devemos viver pensando em como divulgar a paz. Jesus não admite a ideia de sermos “recipientes” da paz. Não podemos armazenar a paz de Deus em nós.
Da mesma forma que Jesus foi enviado por Deus para ser uma manifestação da paz, Ele nos convoca para esse grande privilégio, de sermos agentes da paz. A Igreja deve ser propagadora da paz de Jesus nesse contexto de guerra. Somos enviados para a missão de divulgar a paz. Sejamos submissos e obedientes às orientações do Príncipe da paz. Felizes, segundo Jesus, são “os pacificadores porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5.9). Seja feliz e transmita a paz de Jesus.
Igreja: propagadora da paz Jeferson Cristianini, pastor, colaborador de OJB
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história da humanidade é marcada pela busca da paz. A tão sonhada paz sempre esteve em pauta nas preocupações do ser humano. Desde a entrada do pecado no mundo, nós carecemos dela. O Antigo Testamento inteiro fala sobre um Rei que traria a paz: Jesus. Deus, no Antigo Testamento, era chamado de “Jeová Shalom”, que significa “O Deus da paz”. O profe-
ta Isaías, profetizando sobre Jesus, disse que Ele seria O “Príncipe da paz”. O profeta Miquéias disse que Ele seria “a nossa paz”. Jesus vem ao mundo para trazer a paz. Ele disse: “Deixo-vos a minha paz, a minha paz vos dou, não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (Jo 14.27). Após a ressurreição, a primeira orientação que Jesus deu a seus discípulos foi a missão de propagar a paz. “Disse-lhes, pois, Jesus outra
vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” (Jo 20.21). Esse discurso de Jesus sobre a paz, não é somente para os Seus discípulos. Não é para ficarmos vivendo essa paz maravilhosa que Jesus deixou sem compartilharmos; ela resolverá os conflitos das pessoas que nos cercam. Quando Jesus fala pela segunda vez sobre a paz, ele desafia seus discípulos a irem ao mundo e a proclamarem. Paz, aqui, é a ausência de rivalidade, ausência de competição, au-
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Maravilhosa Graça
GOTAS BÍBLICAS NA ATUALIDADE
OLAVO FEIJÓ pastor, professor de Psicologia
O Senhor age com motivo José Manuel Monteiro Jr., pastor, colaborador de OJB
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ma das histórias mais emocionantes que encontramos no Antigo Testamento é a de Mefibosete. Quem é Mefibosete? Ele é neto do rei Saul, filho de Jônatas, amigo de Davi, que se tornou rei em Israel. Quando criança, seu coração se enchia de alegria só de pensar que seu avô era rei e que seu pai, possivelmente, também seria. Entretanto, algo trágico aconteceu. Aos cinco anos de idade, uma queda o deixa paralítico (II Samuel 4.4). Talvez, se olhássemos para trás, para a nossa infância, veríamos que certas situações que aconteceram lá nos impedem de caminhar plenamente hoje. Creio que a Graça de Deus pode fazer toda diferença em nossa vida, a ponto de conseguirmos suplantar as mazelas do passado. Foi justa-
mente a Graça que fez a diferença na vida de Mefibosete. Vemos na bondade de Davi para com o jovem Mefibosete a maravilhosa Graça de Deus. Vamos elencar alguns pontos para a nossa reflexão. Em primeiro lugar, Deus, por Sua Graça, toma a iniciativa de buscar o perdido (II Samuel 9.3). O fato de Davi ter tomado a iniciativa de resgatar Mefibosete nos lembra de que foi Deus quem deu o primeiro passo em nos buscar e não nós. O Deus Criador dos céus e da terra, o Todo Poderoso, está à sua procura. Ele estende Suas mãos de poder para você hoje. Não endureça o seu coração. Não deixe passar a oportunidade que hoje é concedida a ti. Em segundo lugar, Deus, por meio de Sua Graça, não se esquece de nós (II Samuel 9.5). Em consequência do trauma físico e familiar, Mefibosete é levado a um lugar denominado Lodebar (lugar do
esquecimento). Foi neste lugar que ele viveu por mais de vinte anos. Ser esquecido é um dos piores sentimentos sociais que alguém pode sentir. Ele foi esquecido pelos homens, mas lembrado por Deus. O que isso significa? Que a nossa causa não está esquecida. Ela está bem viva no coração do nosso Deus. Em último lugar, a Graça de Deus é superabundante (II Samuel 9.7). É interessante observar que nesta passagem Davi, por quatro vezes, diz que ele comeria pão a sua mesa. Deus faz além daquilo que pedimos ou pensamos. Mefibosete achava que viveria em Lodebar e que ali morreria. Agora, ele está no palácio, em posição de honra, na presença do rei. De igual forma, quando vamos a Cristo, passamos a desfrutar da mesa do Rei dos Reis e Senhor dos Senhores. Que sua vida seja alcançada pela maravilhosa Graça de Cristo.
á pessoas que só prestam atenção à própria cabeça quando dão uma cabeçada. O Senhor sabe disso e, por amor a nós, permite que experimentemos o resultado construtivo dos nossos próprios erros, quando nós os reconhecemos. Contrariamente ao que muitos acreditam, o Senhor não depende do acaso: Ele sempre age de acordo com Seus motivos, Seus soberanos motivos. “Vocês se sentirão consolados quando virem a conduta e as ações deles, pois saberão que não agi sem motivo em tudo quanto fiz ali. Palavra do Soberano, o Senhor” (Ez 14.23). Viver pela fé significa, dentre outras coisas, acreditar que o mundo segue determinadas
leis e que o Senhor e administrador de todas as leis é Deus Jeová. Agir de acordo com esta convicção implica, então, buscar conhecer os processos divinos, revelados nas páginas da Bíblia. Os motivos divinos, como revelados biblicamente, são mostrados a nós através dos modos detalhados usados pelo Senhor, quando de Sua abordagem concernente à administração de nossa história. Quantas vezes nos percebemos no pecado de Davi, nas revoltas de Paulo, nas negações de Pedro. Nossa responsabilidade, como discípulos de Jesus, não é “entender intelectualmente” as intervenções divinas. Nossa responsabilidade é a de aceitar e obedecer, não importando quão difícil seja o mandamento que Deus nos imponha. O Senhor é Deus. Seus motivos não são os nossos motivos. Se acreditamos que Deus é amor, nosso desafio é viver de acordo com a realidade do amor divino.
ouviu de Daniel que ele e seus companheiros não morreriam, a menos que Deus desejasse a morte deles, e não em razão do rei babilônico desejar matá-los. Ele mandou aquecer o forno cinco vezes mais, e nenhum deles, para espanto do rei, morreu queimado. Saíram ilesos da fornalha. Várias razões esgotam o amor, a paciência dos humanos uns pelos outros, mas Deus jamais nos abandona pelo que somos uns para com os ou-
tros, prova disso é a promessa do malfeitor que morreu ao lado de Cristo. Quão gloriosa foi a promessa: “Hoje estarás comigo no paraíso”. Quantas vezes esse malfeitor terá feito o mal? Arrependeu-se e creu, e Cristo não perdeu a chance de perdoá-lo e salvá-lo. Nunca deixe de crer na promessa de João 3:16. “Deus tanto amou o mundo que deu seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crer, não pereça, mas tenha a vida eterna”.
“E sereis consolados, quando virdes o seu caminho e os seus feitos; e sabereis que não fiz sem razão tudo quanto nela tenho feito, diz o Senhor DEUS.” (Ez 14. 23)
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Amor infinito Manoel de Jesus The, pastor, colaborador de OJB
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o verso 15, do capítulo 16, do livro de Jeremias, Deus afirma: “Antes dirão; Juro pelo nome do Senhor, que trouxe os israelitas do norte e de todos os países para onde ele os havia expulsado. Eu os conduzirei de volta para sua terra que dei aos seus antepassados”. Os israelitas tinham o cos-
tume de, ao mencionarem o nome de Deus, citarem que Deus os havia tirado do Egito. Dias viriam, apesar dos pecados dos israelitas, mencionados no livro de Jeremias, que eles citariam que Deus os tirou das mãos bem mais poderosas, como a dos babilônicos e dos persas. Certo dia enviaram-me uma mensagem que dizia o seguinte: nenhum pecado é maior que o poder do sangue de Cristo derramado por nós.
Deus está dizendo a Israel que, apesar dos grandes pecados que estavam cometendo, tais pecados não o levaria a abandoná-los. Por maior que tenha sido a apostasia de Israel, ela jamais esgotaria a paciência divina. Apesar de serem levados para o exílio, Ele zelosamente guardaria cada um deles. Nenhum deles deixaria de voltar para a terra que ele lhes houvera dado, pois era deles e não dos conquistadores. Nabucodonosor
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Força vinda da alegria
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Alegria; Alegria; Ano novo, nova vida – fomos salvos por Jesus D’Israel (Israel Pinto da Silva), membro da Quarta Igreja Batista do Rio de Janeiro, colaborador de OJB I Neste mundo de tristezas; nosso ânimo de vida Nunca deve ser mudado; somos o povo de Deus Redimidos e lavados pelo sangue de Jesus Do seu Filho abençoado; o Cordeiro imaculado Nosso salvador do mundo.
Natanael Cruz, pastor, colaborador de OJB “Portanto, não vos entristeçais, pois a alegria do Senhor é a vossa força.” (Neemias 8.10b)
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odos nós somos acometidos por tristezas, por sonhos não realizados, por ingratidão, traição, abandono, falsidade, calúnia, da perda de um ente querido que partiu para a eternidade, entre outras realidades. Neemias era um copeiro alegre, servia ao rei Artaxexes com alegria, mas foi impactado pela tristeza, ao ouvir sobre a
situação desastrosa de Jerusalém. Com isso, perdeu a força e o estímulo de viver. Via na sua frente empecilhos, pensamentos negativos, tristezas e dores. Os empecilhos foram muitos, mas todos eles foram vencidos quando o povo buscou a alegria no Senhor. Os pontos culminantes para sobressair dessas situações foram a leitura da Palavra de Deus, as orações e o arrependimento. Depois disso, a alegria, outrora perdida, foi readquirida. Agora, o povo se alegrou, ao concluir que Deus é Deus de alegria. É a alegria do Senhor que nos dá forças, que se sobrepõe às angústias, às incer-
tezas, ao medo e ao desespero. Deus faz superar os obstáculos, restaura o que o pecado danifica. Deus enxuga nossas lágrimas, como fez com Neemias, permitindo-lhe realizar seus sonhos. O Espírito Santo está sempre ao nosso lado, confortando, guiando e intercedendo com “gemidos inexprimíveis”. Nossa alegria está no Senhor, só no Senhor. À vista destas coisas, meus amados irmãos, vamos buscar mais a alegria no Senhor, vamos nos alegrar com os que se alegram, vamos nos alegrar sempre; porque “A alegria do Senhor é a nossa força.”
Alegria Cleverson Pereira do Valle, pastor, colaborador de OJB
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m uma entrevista, o professor da Universidade de São Paulo (USP), Clóvis Barros Filho, afirmou que amor é alegria. Ele, citando um filósofo, disse que amar é estar satisfeito com aquilo que me alegra. Se eu valorizo o que tenho, eu amo. Alegria pelas coisas que possui foi a tônica da resposta dele sobre a definição de amor. A pergunta que eu faço é: o que é alegria? Alegria é possuir coisas, bens materiais ou estar contente em toda e qualquer circunstância. O Salmista, no Salmo 126, diz:
“Grandes coisas fez o Senhor por nós, por isso estamos alegres”. É interessante entender que alegria é ser grato por tudo que Deus já fez, e o que ele fez? O fato de estarmos aqui já é Graça de Deus; Ele é o autor da vida. Aqueles que confessaram os seus pecados a Cristo receberam o perdão e a vida eterna. Então, temos motivos de estarmos alegres. Como é bom saber que Deus nos ama, cuida e nos dá esperança. Temos motivos para expressarmos nossa alegria diante de todos os que nos cercam. Nossa alegria não é efêmera, passageira. Nossa alegria não é por algo banal, pelo contrário, nossa alegria
é por aquilo que já temos em Cristo. A nossa alegria é por aquilo que temos sim, não algo material, mas é pelo fato que temos garantido, a vida eterna em Cristo. Se você não sorri, não encontra prazer na vida, não está satisfeito com nada, algo errado está acontecendo. Ou você nunca experimentou o novo nascimento em Cristo, ou você está esquecido pelo que Deus já fez. Viva e desfrute desta alegria permanente, desta alegria eterna, que não dura apenas um dia, uma noite. Que não é por algo fútil que possuímos, pelo contrário, é por algo de muito valor espiritual.
II É por isso que eu digo; alegrai-vos; alegrai-vos A vitória é toda nossa; fomos salvos, libertados E não há ninguém que possa tomar nossa coroa. Nosso galardão no céu, nosso prêmio, recompensa E se há alguém que pensa que também irá entrar Sem tornar-se uma criança, pura, limpa, inocente Toda isenta de pecados; está muito enganado Vai ficar todo espantado quando lá for impedido Com os anjos lhe dizendo: Teu lugar é no inferno! Porque és um pecador… III Nossa alma foi lavada; está limpa, imaculada Restaurada, com certeza; nós já fomos batizados Confessamos que Jesus é o Filho de Deus O que foi ressuscitado; que depois voltou a Terra Para dar-nos a missão de pregar o Evangelho E agora somos filhos e não só criaturas. Nossa alma ficou alva e mais branca que a neve Nosso fardo ficou leve; muito fácil de levar. IV Nós estamos alojados no seu ninho de amor Somos a sua Igreja; sua noiva esplendorosa Ele vive em nossas vidas; e em nossos corações Deu-nos o Consolador que ficou nos envolvendo Todos juntos protegendo, nós, os servos do Senhor. V Ano novo; nova vida; fomos salvos por Jesus Por sua graça imerecida; pela fé que nEle temos... Este mundo está perdido; muitas almas vão morrer Ser lançadas no inferno, sem qualquer apelação. Meu Jesus tal não queria; só queria salvação Entretanto a rebeldia desses homens debochados Acabaram se perdendo na estrada do pecado E agora não tem volta; pois já foram condenados A não ser que ainda a tempo implorarem seu perdão! Ano novo; nova vida; alegria; alegria Mande a tristeza embora pois é hora de cantar “Que prazer eu senti no dia em que me converti Agora sinto o Seu amor; e segurança, paz, fervor Sou feliz, tão feliz; pois em Jesus me satisfiz. VI Veio para os doentes e morreu naquela cruz Para nós sermos sarados pelas Suas pisaduras Sua voz não escutaram e tamparam seus ouvidos; Vão viver nas suas trevas; receberam seu castigo Nunca vão entrar no céu! VII Queres tu entrar no céu: assentar-te com Jesus? Ter um belo ano novo com sua paz e salvação? Derrotar o satanás? Venha à frente; vem agora Tua alma também chora; Ela quer um ano novo Cheia do seu bom renovo Sai das trevas; vem pra luz; Vem andar com meu Jesus Venha ser filho de Deus!
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A sabedoria do alto é cheia de misericórdia e de bons frutos Rubin Slobodticov, pastor, colaborador de OJB
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sabedoria que vem do alto, é, primeiramente, (1) pura, depois (2) pacífica, (3) amável (moderada), (4) tratável (compreensiva), (5) cheia de misericórdia e de bons frutos, (6) sem parcialidades (imparcial), e (7) sem hipocrisia (sincera)”. A ênfase é: sabedoria cheia de misericórdia e bons frutos. A compreensão comum entende que misericórdia é sentimento de pesar, de caridade, despertado pela infelicidade de outra pessoa; é piedade e compaixão. E a prática dessa
sabedoria misericordiosa é a demonstração do perdão, por exemplo, como ato de bondade, de Graça. A sabedoria misericordiosa de Deus foi manifestada nas boas obras praticadas por Jesus que chegaram até a cruz. Ele ensinou que quem pratica misericórdia, alcança misericórdia (Mateus 5.7). Essa sabedoria misericordiosa não deve ser rasa em obras, mas cheia de boas. Sabedoria misericordiosa é exigente. Como distinguir uma sabedoria cheia de misericórdia e de boas obras? Primeiro: ela está em um coração salvo e regenerado. Jesus disse que “Sua mise-
ricórdia se estende àqueles que o temem…” (Lc 1.50). Essa misericórdia nos perdoou completamente a ponto de garantir a vida eterna. Mesmo que o crente não tenha discernimento suficiente, a sabedoria cheia de misericórdia está à disposição dos que a pedem ao Senhor. Entretanto, o salvo por Jesus tem sabedoria para entender a parábola do servo incompassivo (Mt 18. 23-27): “aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, sê generoso para comigo e tudo te pagarei. Então o senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, mandou o embora e perdoou-lhe a
dívida! Entretanto, nos versos 28 a 31 narram que o servo malvado fez exatamente ao contrário o que fizeram com ele, e foi censurando. Segundo: ela está nas boas obras a revelar estar cheio de misericórdia. “Ele te declarou, ó homem, o que é bom. E o que é que o Senhor pede de ti, senão que pratiques a justiça, ames a misericórdia e andes humildemente com o teu Deus?” (Mq 6:8). É preciso meditar profundamente sobre o tipo de sabedoria que temos. Tiago ensina que temos que ter uma sabedoria “cheia de misericórdia e de boas obras”, capaz de encarar assuntos relacionados
com a vingança, o castigo, a culpa, arrependimento, o perdão e a vida eterna, semelhante a casos como o de Caim (Gênesis 4.3-16); Davi (II Samuel 11 e 12); a mulher adúltera (Jo 8.1-11); os malfeitores na cruz (Lucas 23. 39-43); eu e você perante Deus (Romanos 3.9-10,23-24; Romanos 5.1-11; Romanos 6.20-23; João 3.16-18; Efésios 2.1-11). Pessoas precisam ser salvas e dependem da nossa misericórdia espelhada na grande misericórdia do Senhor (Tito 3.5; Hebreus 4.16; Salmos 6. 2). Que a Igreja reconheça os que tem “sabedoria cheia de misericórdia e de boas obras”.
A sabedoria sobrepuja o conhecimento Juvenal Netto, colaborador de OJB
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odas as pessoas sábias possuem algum tipo de conhecimento, mas nem todos aqueles que possuem conhecimento podem ser considerados sábios. O conhecimento deve ser buscado incansavelmente; ele traz progresso e facilita muito a vida daqueles que o buscam, pois lhes proporcionará a oportunidade de terem suas necessidades supridas e, consequentemente, poderem aproveitar melhor tudo aquilo que uma sociedade capitalista pode oferecer. O conhecimento sempre virá de
alguma doutrina, pensamento, filosofia, etc., já existente. Já a sabedoria é capaz de levar o homem além das fronteiras do capitalismo; ela transcende o mundo físico e todas as limitações científicas e sociológicas; é capaz de proporcionar qualidade de vida, na sua essência, que independe de bens conquistados e de altas contas bancárias, pois existem outros parâmetros a serem levados em conta, como saúde física, mental, emocional e espiritual; ela é capaz de marcar para sempre o nome de pessoas na história, precursores de um conhecimento nunca alcançado até então e que poderá trazer incontáveis benefícios às gerações vindouras.
Tiago afirma que aquele que necessita de mais sabedoria, deve pedir a Deus (Tiago 1.5). Segundo Tiago, aquele que se considera sábio deve abominar qualquer tipo de sentimento ambicioso e egoísta, bem como a inveja. Sentimentos e atitudes propícios de pessoas inseguras, presunçosas, arrogantes e facciosas, que causam toda a sorte de males. A esta sabedoria, ele chama de terrena e diabólica, portanto, falsa (Tiago 3.14-15). A verdadeira sabedoria traz consigo algumas características que lhe são peculiares. Aqueles que a alcançam serão dotados de um coração puro; tudo o que fazem será
visando o bem comum, ou seja, se alegram demasiadamente com a felicidade e o bem-estar de outrem; serão propagadores incansáveis da paz; se desviarão dos extremos,- que a solução brotará sempre de decisões e comportamentos equilibrados; serão pessoas sempre tratáveis, quer dizer, estarão sempre prontos a ouvir conselhos; estarão sempre abertos a mudanças; jamais desprezarão a repreensão, conselho ou crítica, pois entendem que isto tudo contribuirá para o seu amadurecimento; reconhece que é falho e imperfeito, por isso, sempre usará de misericórdia com as pessoas que o cercam. Ele não apenas fala,
ele demonstra e faz; em vez de julgar, procura ajudar; ele não apenas aponta o caminho, mas vai à frente indicando a direção correta a ser seguida. Ele nunca faz nada esperando reconhecimento e jamais se autointitula, não obstante, será sempre reconhecido pelos excelentes frutos que apresentará (Tiago 3.17). Além de tudo isso, o verdadeiro sábio dará crédito a Bíblia e procurará fazer tudo de acordo com os seus ensinamentos, pois ela tem poder para salvá-lo através da confissão de fé em nosso senhor Jesus Cristo (Tiago 1.21; I Coríntios 1.21; ITimóteo 1.15; II Timóteo 3.15).
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Ex-morador de rua, hoje aluno da Cristolândia, restaura família depois de 10 anos de afastamento
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le era dado como morto pela avó. A tia pensava que estivesse preso. A mãe faleceu sem saber o paradeiro do filho, que tinha pouco mais de 30 anos. Viciado em drogas desde os 13, Rodrigo Carneiro da Silva passou os últimos cinco anos sem contato algum com a família. Mesmo tendo encontrado acolhimento e carinho em sua família de fé – a Cristolândia do Rio de Janeiro – ele sentia falta daqueles que tanto se preocupavam com ele. Depois de tantos percalços, Rodrigo reencontrou sua família. O sorriso nas fotos do reencontro retrata uma realidade muito diferente da vivida pelo jovem de apenas 34 anos durante muito tempo. Aos 24 anos – depois de 10 anos viciado em maconha e cocaína – Rodrigo foi viver nas ruas. A partir daí, pouco via sua família. Como ele mesmo descreveu, se encontrava em um estado em que nenhuma pessoa merece estar. “Vivia nas ruas, abandonado, sem expectativa. Estava vivendo para morrer. Um dia, quando eu vi, vinha aquele monte de gente, todos de amarelinho, louvando ao Senhor. Um homem chegou perto de mim, estava chovendo, ele não teve vergonha, nojo ne-
Fotos: Laís Lima
nhum. Sentou do meu lado e perguntou se eu queria mudar de vida”, conta o jovem, que foi alcançado durante uma Operação Jesus Transforma nas ruas do Rio de Janeiro em julho deste ano. Durante os seis meses que está acolhido pela Cristolândia, Rodrigo conheceu a esperança que só Cristo oferece. Voltou a estudar, fez cursos profissionalizantes, conheceu o Evangelho. Mas faltava algo. De acordo com o relato do missionário Juan, da Cristolândia Campo Grande, Rodrigo andava triste pelos cantos da unidade e chorava ao relembrar de sua família, principalmente da filha, que ele não pôde ver crescer. Milena, que passou a adolescência sem o pai, conta que ficou triste por não o ter
perto em seu aniversário de 15 anos. Hoje, com 16, ela diz que não guarda mágoa por sua ausência, mas sim agradece esse presente. “Quando eu soube dele eu me emocionei e agradeci muito a Deus. Porque há dois meses eu perdi minha avó, então ele foi um presente de Natal.” Depois de anos orando pelo sobrinho, a tia de Rodrigo, Ana Cristina, considerou um milagre o reencontro. “Minha mãe achava que ele tinha morrido. Eu pensava que ele estivesse preso. É uma droga muito devastadora. Um dia, os missionários chegaram a minha casa e perguntaram se eu conhecia aquele rapaz. Naquele dia eu vi que Deus resgatou meu sobrinho das drogas. Alguns olhavam e diziam que não tinha mais jeito,
mas nós sabemos que para Jesus tem jeito.” O coordenador da Cristolândia do Rio de Janeiro, Aider Gouveia, descreve a importância de proporcionar reencontros como esse. “Quando eu perguntei qual presente ele gostaria de receber, ele disse que queria ver a família. A restauração dele junto à família é algo que nós perseguimos. Porque família é algo de Deus e nós sabemos a força que ela dá para ele se recuperar. Momentos como esse do Rodrigo fazem a gente ficar muito feliz; isso faz parte da compaixão e graça. Hoje, ele tem convicção de que a vida dele está na mão de Cristo.” Ao lado da avó, da filha, da tia, de primos e sobrinhos, Rodrigo sorri com esperança de um futuro diferente.
“Hoje me encontro na presença de Deus. Fui resgatado pela Cristolândia e tenho uma nova vida. Eu não tinha esperança nenhuma de viver, mas, para honra e glória do Senhor, Ele usou pessoas para me resgatar. Só Jesus pode curar e transformar a vida. Foi Deus que me deu essa oportunidade de ter minha família de volta. Agora eu só quero dar orgulho para minha família.” Conheça o projeto Cristolândia, de Missões Nacionais, e saiba como ser voluntário em uma das 39 unidades em oito estados. Ore e invista no PAM Brasil para que mais pessoas sejam transformadas para a glória de Deus. Acesse www.missoesnacionais.org. br ou www.cristolandia.org e informe-se. A obra de Deus não pode parar!
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notícias do brasil batista
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Projeto Pés no Arado reúne mais Dione Aguiar, jornalista, membro da Igreja Batista da Pedreira – Registro - SP
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e 05 a 15 de janeiro de 2018, 163 jovens de 16 estados e 69 cidades do país participaram do projeto Pés no Arado, promovido pela Juventude Batista Brasileira. Este ano, o projeto aconteceu no Rio de Janeiro, com o tema Compartilhando a Esperança e teve o apoio da Convenção Batista Carioca e Convenção Batista Fluminense. Mais uma vez, o projeto cumpriu seu objetivo principal, que é levar o Evangelho de Cristo às pessoas. Nos dois primeiros dias, os jovens, que foram recebidos na Igreja Batista do Tauá, na Ilha do Governador, e lá participaram de um treinamento específico de evangelismo pessoal. Também reforçaram o estudo do livro de Neemias, grande homem de Deus que ajudou a reconstruir os muros de Jerusalém, mesmo diante de tantas dificuldades. O livro já havia sido tema de estudo para cada jovem que se dispôs a participar do Pés no Arado. Durante o treinamento, o grupo pôde ouvir experiências como a do pastor Nilton Souza, diretor executivo da Convenção Batista Carioca. Pastor Nilton relembrou como o Evangelho chegava às comunidades mais distantes ha décadas, e ressaltou que hoje Cristo é o mesmo e quer continuar se aproximando das pessoas. Os jovens também ouviram experiências como a do pastor Juan Gonçalves, da Casa Cruzeiro, no Morro da Providência, uma comunidade que aos poucos tem conhecido o Evangelho e Jesus têm transformado vidas. Depois desse treinamento intensivo, os 163 participantes foram divididos em sete grupos. Durante o projeto, cada grupo é chamado de família, porque durante uma semana passam a conviver juntos em bases diferentes, programadas pela organização do projeto. Este ano, as famílias tiveram bases no Morro da Providência, Jaconé, Leme, Sampaio, Nova Friburgo, Mangueira e
Família Leme Família Friburgo
Família Providência Família Piam
Crianças foram alvo de ações dos missionários nas comunidades Igreja Batista do Tauá, na Ilha do Governador - RJ foi a base do projeto em 2018
Lideranças da denominação compareceram ao culto de encerramento do evento, no dia 15 de janeiro
Jovens de várias partes do Brasil dedicaram suas vidas ao Senhor através do Pés no Arado
Belford Roxo. Separadamente, as famílias desenvolveram um planejamento de evangelismo nessas comunidades. Tudo isso sob o comando de uma liderança do projeto que também acompanhava os jovens nas bases. Na prática, fizeram uma comunicação direta com os moradores
9.32, também muda a vida de quem participa dele. “Pra mim, o Pés no Arado foi uma lição de vida. Sair do conforto do meu lar e experimentar uma realidade diferente da minha, fez-me entender o chamado de Deus pra mim. Apesar de ter ficado no Morro da Mangueira, bem no meio de uma
orando nas casas, falando do amor de Deus, promovendo culto nos lares, EBF para crianças, cantando, realizando dia da beleza para as mulheres... Enfim, mostrando que Jesus faz bem, e que quem o tem, pode ter uma vida melhor. O projeto Pés no Arado, que lembra o versículo de Lucas
operação policial, não senti medo, pois senti o cuidado de Deus. Esse foi o meu primeiro Pés e posso dizer que a minha vida nunca mais será a mesma. Com certeza vou seguir o meu chamado missionário compartilhando a esperança até que Ele venha.” - Núbia Brito, 31 anos, advogada,
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160 jovens Batistas de todo Brasil
Família Mallet Família Mangueira
Família Saquarema Pastor Sócrates Oliveira de Souza, diretor executivo da CBB falou com os participantes no culto de encerramento
Pés no Arado também proporcionou momentos de louvor e adoração
Oração manteve os participantes de pé durante o projeto
Participantes puderam orar uns pelos outros
Não faltou alegria durante os dias de Pés no Arado em solo carioca
membro da Igreja Batista Belém - Teixeira de Freitas - BA. Para os jovens, viver uma realidade diferente da sua também trouxe experiências incríveis para a vida cristã. “Para mim, o Pés foi algo além de compartilhar esperança, foi algo que renovou minha esperança no amor, na Igreja e no
Os campos estão brancos e prontos para a colheita, é preciso ir!” - Jônathas Primo, 20 anos, estudante, membro da Primeira Igreja Batista de Seropédica - RJ “Pra mim, o Pés foi a representação clara do amor e sonho de Deus na minha vida. Foi a prova de que o Rio de
que Deus pode fazer através dela!” - Sara Wilis Cussuol Gomes, 25 anos, biomédica pesquisadora, membro da Igreja Batista do Prado - Nova Friburgo - RJ. “O Pés 2018 foi pra mim o divisor de águas na forma como eu via e agora vejo missões. Não basta sustentar.
Janeiro é muito melhor do que tudo que ouvimos falar sobre ele. No Morro da Providência eu encontrei sonhadores, encontrei amor e encontrei pessoas cheias de esperança.” - Beatriz Pereira Dantas, 19 anos, estudante, membro da Primeira Igreja Batista de Formosa - GO.
Para muitos, essa foi a primeira vez no projeto Pés no Arado. “Para mim, o Pés foi uma oportunidade de realinhamento. Realinhar minhas vontades com as de Deus, realinhar os meus planos com os dEle. Percebi que não há nada melhor para fazer além da vontade do Pai, que sempre será infinitamente melhor do que as nossas vontades.” - Alana Muniz,18 anos, estudante, membro da Primeira Igreja Batista de Paracambi - RJ. “O Pés no Arado foi uma experiência que mudou a minha vida, me fez de fato entender o peso da oração e as batalhas espirituais. Me deu uma visão sobre o cuidado de Deus na vida de tantas pessoas que, apesar da carência, Deus tem suprido todas as necessidades e cuidado das nossas vidas . Entendi o cuidado e quão importante é ir e falar do amor de Deus em comunidades carentes.” - Victoria Moura Galeno, 21 anos, estudante, membro da Terceira Igreja Batista de Planaltina - DF. Ao final de uma semana desenvolvendo trabalho no campo (nas bases), cada família pôde voltar para a Igreja sede do projeto, a Igreja Batista do Tauá, e lá apresentar o tudo o que foi promovido para a glória do Senhor esses dias. Foram dias intensos para todas as famílias, onde o amor de Deus se manifestou claramente. O culto de encerramento, chamado de Culto da Vitória, foi no último dia do projeto, dia 15 de janeiro, e foi uma noite de gratidão e consagração ao Senhor. Além de falar de Jesus e viver experiências fantásticas com Ele, o projeto proporciona novas amizades e troca de experiências. O Pés no Arado acontece todo ano nessa época em janeiro. Não fique de fora, acompanhe o site da Juventude Batista Brasileira e também as redes sociais como Facebook e Instagram. Participe: você não vai apenas abençoar vidas, mas também será muito abençoado. Site: www.juventudebatista. com.br Facebook: facebook.com/ juventudebatistabrasileira Instagram: @somosjbb
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notícias do brasil batista
Pastor Batista é homenageado no Dia do Capelão em Ribeirão Preto - SP
Homenagem pelo dia do capelão em Ribeirao Preto - SP
Paulo Rós, pastor da Igreja Batista Marincek - Ribeirão Preto - SP
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provado na sessão do dia 31 de Outubro de 2017, o Projeto de Lei nº 288/17, que põe o dia 31 de Outubro como “O dia Municipal do Capelão na cidade de Ribeirão Preto - SP”. Na noite do dia 11 de dezembro de 2017, em sessão
solene realizada na Câmara Municipal de Ribeirão Preto - SP, o pastor Paulo Rós foi homenageado pelo trabalho realizado junto às equipes profissionais do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP). Pastor Paulo Renato Marques Rós, pastor da Igreja Batista Marincek, em Ribeirão Preto - SP, vem atuando como capelão no Hospital das Clíni-
Pastor Paulo recebendo homenagem
cas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto desde 2009, no apoio espiritual do hospital, principalmente junto com a equipe profissional da saúde das UTI’s Neonatal, Pediátrica, Berçário e com equipe multiprofissional de Cuidados Paliativos dando suporte a pacientes e familiares. Em 2011 foi criada a Rede de Apoio Espiritual de Ribeirão Preto, onde o pastor tem coordenado os treinamentos e
é um dos líderes da Rede, capacitando pessoas para levarem a palavra do Senhor aos leitos; já são 350 voluntários visitando cinco hospitais do município. Esses voluntários doam duas horas da sua semana para levar uma palavra de Amor aos enfermos dos hospitais. Servir no hospital neste tempo tem sido uma grande oportunidade de vivenciar os ensinamentos deixados por Jesus Cristo, em visitar e acolher aos
necessitados em seu leito, ou dar suporte as famílias, para demonstrar o amor cristão. Sou grato ao Senhor por esse privilégio e pela visão da amada Igreja Batista Marincek e da minha esposa Carina, que tem apoiado e incentivado a participar desses momentos singulares a cada semana no HC Campus. Que o Senhor abençoe cada vez mais por esse privilégio de servir na expansão do Evangelho do Reino de Cristo.
Igreja Batista em Sítio Novo - PE comemora aniversário de 83 anos Alzeni Duarte, professora, secretária da Igreja Batista em Sítio Novo - Olinda - PE
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s comemorações começaram no dia 22 de outubro de 2017, com o Culto de Gratidão pelos 80 anos do diácono Manoel Lima, e culminaram nos dias 09 e 10 de dezembro de 2017 com uma série de conferências pelos 83 anos da Igreja (completados em 19 de novembro). Devido a uma reforma no prédio, o aniversário foi comemorado junto ao Dia da Bíblia. O preletor foi o seminarista Max Maranhão, formando do curso de Teologia do Seminário Teológico Batista do Norte
Grupo de Mulheres Cristãs em Missão participou através de inspiração musical
do Brasil (STBNB) e membro da Primeira Igreja Batista em Rio Doce, em Olinda - PE. Na programação, participaram a cantora Kétsia Duarte, da Igreja Evangélica Batista
em Casa Amarela, em Recife PE, o cantor David Cunha, da Primeira Igreja Batista em Beberibe - PE, o casal Alexandra e Fábio Souza e os Conjuntos de Crianças e das Mulheres
Igreja comemorou aniversário no fim de 2017
Cristãs em Missão (MCM) da Igreja local. A direção dos louvores ficou sob a responsabilidade do professor Fábio Menezes, ministro de Música da Igreja Congregacional da
Tamarineira, em Recife - PE. A Igreja foi fundada em 19 de novembro de 1934, pelo pastor Rodolfo Alves e atualmente é pastoreada pelo pastor Marinaldo Lima.
missões mundiais
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Missões Mundiais e Fernandinho nos 70 anos dos Embaixadores do Rei Marcia Pinheiro – Redação de Missões Mundiais
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omo temos pedido a Deus para que não nos deixe de fora do que está fazendo no mundo, Ele tem nos ouvido e mais uma vez nos inseriu em seus planos de mobilizar o Brasil e ganhar o mundo para Cristo. Começamos 2018 participando do aniversário dos 70 anos dos Embaixadores do Rei no Brasil, durante o Acampamento Nacional de Verão, no Sítio do Sossego, em Casemiro de Abreu- RJ. E no dia 16 de janeiro, surpreendemos os acampantes, meninos com idade entre 09 e 17 anos, com uma apresentação especial do cantor Fernandinho, que também já foi embaixador. Nosso convite a eles foi: “Vamos mudar o mundo”. “Parece que foi ontem. Eu me lembro de eu chegando aqui, meu pai tinha uma Brasília e ele veio me trazer. Havia crianças de todos os lugares do Brasil. O sítio estava muito, muito cheio. Foi tudo novo para mim”, conta o cantor logo
Mosaico trazia a frase “Vamos mudar o mundo”
na chegada ao sítio. Antes de cantar e pregar para os meninos, Fernandinho conversou com a equipe de Missões Mundiais que estava no evento. Ele se mostrou muito grato pela oportunidade de reviver um passado tão significativo e apresentar aos atuais embaixadores que vale a pena ouvir a voz de Deus. “Eu tinha 9 anos. Era um menino muito criativo, tinha muitas habilidades. E meu pai veio se certificar que tudo estaria bem. Eu olho para tudo isso aqui com muito carinho e muito amor. Posso dizer que aqui foi o primeiro toque de Deus na minha vida”, emociona-se. Fernandinho conta que não entendia muito bem o que es-
tava acontecendo em sua vida naquele primeiro acampamento. E lembra que foi durante uma cantata com um grupo de São Paulo, que ele falou para Deus: “Eu não sei o que é isso. Não entendo muito bem todas aquelas histórias missionárias, mas eu quero isso”. Ele queria viver mais para Deus e se entregar. Para Fernandinho, o acampamento não é apenas de descoberta da vocação missionária. É também um lugar para comunhão, um momento de fazer amigos de todas as partes do Brasil. E nós pudemos perceber isso claramente, convivendo com os embaixadores de vários estados. Há oito anos como embaixa-
dor, Caio Batista Barbosa tem 17 anos, é membro da Igreja Batista Central de Taguatinga - DF e diz que a embaixada é uma forma de fazer amigos e se desenvolver como pessoa. Para ele, uma forma também de entender o seu chamado. “Eu conheço missionários. Ajudo missionários através do PAM. Vários missionários já estiveram na minha Igreja. Se este for o chamado de Deus para a minha vida, amém”, conta Caio. E neste acampamento, não só Caio, mas todos os embaixadores presentes ao Sítio do Sossego tiveram a oportunidade de conhecer mais sobre o trabalho missionário. Além de participar das atividades desenvolvidas por nossa equipe, eles conversaram com o missionário César Queiroz, que durante seis anos foi missionário no deserto do Atacama, no Chile. “Há 22 anos sou profissional de Educação Física e entendi que Deus me chamou para falar do Seu amor através do esporte. Existem muitas ferramentas que Deus pode colocar em nossas mãos. E pelo menos uma delas Ele usará para
que possamos glorificar o Seu nome”, contou César em uma atividade com as crianças. Foram muitas as atividades que levaram comunhão e senso de responsabilidade na missão de levar o Evangelho ao mundo. Uma delas foi aplicada pela gerente de Comunicação e Marketing de Missões Mundiais, Danielle Lira Bigarani. Um enorme mosaico com 400 peças envolveu todos os embaixadores. Ao ser finalizada, a peça mostrava o mapa-múndi com a frase: “Vamos mudar o mundo”. Um convite aos embaixadores vocacionados. Entre uma atividade e outra, Fernandinho deu uma mensagem aos embaixadores, mostrando-lhes o quanto são importantes para Deus e o quanto o Senhor conta com eles em seu Reino. E claro, todos puderam cantar e se alegrar com músicas como Galileu e até o hino dos Embaixadores do Rei. Ao final, os meninos recitaram o termo de compromisso dos embaixadores e Fernandinho foi homenageado com uma medalha de honra ao mérito.
Campanha 2018 é apresentada Willy Rangel – Redação de Missões Mundiais
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m culto muito especial marcou a apresentação da campanha 2018, com o tema “EU SOU, esperança às nações” e divisa em João 14.6, aos colaboradores da sede de Missões Mundiais, no Rio de Janeiro. Foi uma oportunidade de ter contato com o material do kit da campanha, que já começou a ser enviado para as Igrejas filiadas à Convenção Batista Brasileira e cadastradas em Missões Mundiais, e também conhecer a música “Eu Sou”, fruto de mais um ano de parceria com Alexandre Magnani. Na abertura do culto, realizado no dia 12 de janeiro, o gerente de Missões, pastor Alexandre Peixoto, destacou que o culto é um momento singular pelo fato de a campa-
nha ser “um fio condutor” para que vocacionados se apresentem a Missões Mundiais. E lembrou ainda que a campanha é sempre um momento especial para as Igrejas, que se mobilizam de várias formas para participar com a oferta do Dia Especial e intercedendo por missionários e projetos. “Nós sabemos qual é a verdadeira esperança para as nações. Nossa esperança está no EU SOU”, afirmou o gerente de Missões, que convocou um momento de oração de dedicação da campanha 2018. Igualmente focando em intercessão, a gerente de Comunicação e Marketing, Danielle Lira Bigarani, pediu que cada colaborador saísse do culto com uma ficha de oração, com pedidos pelos projetos de Missões Mundiais. Em seguida, o coordenador de Promoção e Mobilização,
zará em 2018 um culto de lançamento da campanha. Será na noite do dia 05 de fevereiro, no templo da Igreja Batista Itacuruçá, na Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro. Crentes de outras regiões poderão acompanhar a transmissão ao vivo do culto, que contará, inclusive, com a participação de Alexandre Magnani, autor da música da campanha deste ano. O endereço do templo da Culto de apresentação da campanha a colaboradores da sede JMM IB Itacuruçá é Praça Barão de aconteceu em 12 de janeiro Corumbá, 49, Tijuca, Rio de Alípio Coutinho, deu uma pa- servir ao Senhor em Missões Janeiro. lavra motivacional aos cola- Mundiais” e também ver que Site da Campanha boradores e também levou a crentes e Igrejas de toda parte 2018 já está no ar mensagem. Também da equipe não querem ficar fora do que Logo após o culto, entrou de Promoção, o mobilizador Deus está fazendo no mundo. no ar o site da campanha “EU Cleverson Bigarani disse ser SOU, esperança às nações”. um privilégio compartilhar naCulto de lançamento Acessando www.missoesmunda campanha acontece quele momento um pouco de diais.com.br/campanha, você em 05 de fevereiro como é a campanha nas Igrejas tem acesso a todo o material do no Rio de Janeiro que visita. Ele, atuante na reRepetindo o feito do ano pas- kit. Conheça agora mesmo e já gião da capital paulista, diz que tem sido uma grande “alegria sado, Missões Mundiais reali- comece a mobilizar a sua Igreja.
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Igreja Evangélica Batista do JK completa 10 Anos Multiplicando o Amor de Deus em Arcoverde - PE João Batista Januário dos Santos, pastor da Igreja Evangélica Batista do JKArcoverde - PE
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om gratidão a Deus e muita alegria, a Igreja Evangélica Batista do JK - Arcoverde - PE celebrou, nos dias 02, 03 e 15 de dezembro de 2017, seus 10 anos de organização, com uma Conferência Evangelística, tendo como conferencistas os pastores Maurílio Mendes, da Primeira Igreja Batista de Venturosa - PE, e Carlos Alberto, da Igreja Central de Arcoverde - PE. A Bíblia diz que o amor é paciente, é benigno. O amor não inveja, não se vangloria, não se ensoberbece. Não se porta inconvenientemente, não busca seus próprios interesses. (I Coríntios 13. 4-5). Foi motivado e inspirado neste amor que 17 irmãos, conforme registro, decidiram se organizar como Igreja no dia 15 de dezembro de 2007, na Rua Cuba, nº 545, Bairro JK, sob a orientação doutrinária da Convenção Batista de Pernambuco e, consequentemente, da Convenção Batista Brasileira, tendo como Igreja mãe a Primeira Igreja Batista de Arcoverde - PE.
Pastor João Batista Januário dos Santos, diácono José Carlos, diaconisa Corina Arcoverde, diácono Anselmo Pacheco e diácono Marivan Nascimento
Louvamos a Deus pela iniciativa destes irmãos, que efetivamente e com muito amor, constituíram a novel Igreja: Abimael Almeida Cavalcanti, Ivanilde Almeida Cavalcanti, Nádja Maria Cavalcanti Pacheco, Cristalino Vanderlei, José Alexandrino da Silva, Corina de Melo Arcoverde, Edeilda Lima de Almeida, Elizabete Ferreira da Silva, Félix Cardoso da Silva, Roseane Rodrigues de Souza Cardoso, Vitor Rodrigues Cardoso, Izabel Rodrigues Cardoso, André Dias Falabella, Paulo Romero Duque Porto, Nadir Bezerra Raimundo Porto, Nathalia Bezerra Porto, Maria do Socorro Duque Porto,
Aretuza Cavalcanti Lima. Seu primeiro pastor efetivo foi o ilustre obreiro Marcos Valério Cristóvão de Souza que pastoreou por sete anos este rebanho do Senhor Jesus Cristo. Agradecemos a Deus por sua vida, família e ministério profícuo. A Igreja também contou sempre com o apoio do pastor emérito, Cristalino Vanderlei. A Bíblia diz que Deus derramou o Seu amor no nosso coração (Romanos 5.5a) e com base na dimensão e expansão desse amor, a Igreja local tem caminhado, procurando ser um canal de benção para os membros, novos decididos, frequentado-
Alguns líderes da Igreja Evangélica Batista do JK, em Arcoverde - PE
res, comunidade e munícipes da bela cidade de Arcoverde. São testemunhos constantes que irmãos, amigos, famílias, lares, têm sido abençoados ao longo de 10 anos de existência da Igreja. As vigílias de oração, os batismos, os regastes de vidas, casamentos, serviço, comunhão, discipulado, capacitação, integração, evangelização, ampliação patrimonial, louvor, adoração são sinais visíveis que a Igreja tem multiplicado o amor de Deus no extremo agreste e portal do Sertão pernambucano. Pouco tem sido feito, mas há muito ainda por fazer, pois Jesus disse que faríamos uma obra
maior. Portanto, a Igreja tem sido desafiada pelos seus projetos fundamentados na palavra de Deus a continuar multiplicando amor, paz, misericórdia, acolhimento, solidariedade, santidade e, consequentemente, relações saudáveis. É bem verdade que durante os 10 anos de existência desta Igreja, é possível que na sua jornada muitas vezes sofreu atribulações, angústias e até desânimos. Mas o que fica bem evidente também, que em tudo ela não se desesperou, porém olhou e continua olhando para Jesus no cumprimento da missão. A Ele toda honra e glória!
PIB em São Caetano - BA lança livro do pastor Epaminondas Bastos Fotos: Elias Dantas
Primeira Igreja Batista em São Caetano - BA
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Primeira Igreja Batista em São Caetano lançou, no dia 26 de novembro de 2017, o livro “O Deus da nossa fé”, de autoria do pastor Epaminondas de Souza Bastos. A obra literária reúne valiosas mensagens doutrinárias para o enriquecimento espiritual da família e da Igreja. Formado em Teologia, Filosofia e Psicanálise, o pastor Epaminondas exerce seu ministério desde 1972. Foi presidente da Convenção Batista Baiana por três mandatos, marcando a história dos Batistas na Bahia. Relevantes serviços tam-
“O Poder da Nossa Fé”, de Epaminondas Bastos
PIB em São Caetano - BA foi responsável pelo lançamento do livro
bém foram realizados quando atuou em cargos executivos na Junta de Missões Mundiais, entre outras entidades religiosas e de ensino, a exemplo do Seminário Batista da Bahia e
Colégio Taylor Egídio. Líder de referência espiritual, o pastor é um servo que sempre dedicou sua vida na propagação do reino de Deus, trabalhando, arduamente,
Família do pastor também participou da programação
pela transformação de almas. A celebração foi marcada por muita alegria e contou com a presença dos membros e visitantes. Louvado seja o nome do Senhor pela vida do pastor
Epaminondas. “Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos”. Salmos 126:6
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OBITUÁRIO
Pastor Nilson Dimarzio: um príncipe de Deus! Vanderlei Batista Marins, pastor titular da Primeira Igreja Batista em Alcântara RJ, presidente da Convenção Batista Fluminense, expresidente da Convenção Batista Brasileira e amigo do pastor Nilson Dimarzio.
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notável Mário Quintana, poeta e cronista brasileiro, assim se expressou: “O tempo não para! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo”. Como não sentir saudade de um colega tão amado e cordial como o pastor Dimarzio? Homem de fino trato, educado, elegante, diplomata e amável! Falar sobre a sua vida, obra e ministério é trazer à memória uma geração de líderes que fez diferença em seu tempo. Pastor preparado, advogado competente, jornalista que amava as letras, músico de notável sensibilidade e professor destacado; mas, sobretudo, servo de Jesus Cristo, comprometido com o Evangelho e que empregava todos os seus recursos, dons e talentos para abençoar a Igreja do Senhor e promover o Seu reino. Nilson Dimarzio nasceu em Campinas - SP, no dia 26 de setembro de 1927; era filho do senhor Nicola Dimarzio e da senhora Maria Teixeira Dimarzio e irmão de Ilza, José, Gérson, Mírian, Nelson, Sérgio Paulo, Samuel, Eunice e Mariza, estes três últimos já na glória. Desde tenra idade, com a conversão dos seus pais ao Evangelho da Graça de Jesus Cristo, começou a frequentar a Primeira Igreja Batista de Campinas, fazendo sua profissão de fé e sendo batizado aos 14 anos, em dezembro de 1941, pelo pastor Fernando Machado Borges. Desde cedo, começou a se despontar na vida da Igreja; incentivado pelo pastor, pregou o seu primeiro sermão aos 15 anos de idade. Foi também presidente da União de Adolescentes, presidente da União de Mocidade, diretor da Escola Bíblica Dominical, violinista e regente do coro. A sua consagração ao santo Ministério da Palavra acon-
teceu no dia 16 de julho de 1955, no templo da Igreja Batista em São João da Boa Vista - SP; tomando posse nesta mesma data no pastorado da Igreja em epígrafe. Tive o privilégio e a honra de ter sido convidado por ele para pregar por ocasião dos seus 50 anos de ministério pastoral, em um culto bastante concorrido, com a presença de vários pastores e líderes da região sul fluminense. Foi uma noite de grande alegria e emoção! Casou-se com a irmã Aparecida Cardoso Dimarzio em 15 de janeiro de 1949, em Campinas - SP, e desta união nasceram os filhos: Ismênia Regina Dimarzio Callegário Gomes, casada com o pastor Maximo Callegário Gomes, ambos na glória; Heloísa Helena Dimarzio e Nilson Dimarzio Júnior, casado com Marizete Freitas Dimarzio, que lhes deram netos e bisnetos. Pastor Dimarzio, ao ficar viúvo, contraiu novas núpcias com a doutora Helenice Morett Romano, defensora pública, líder de expressão e influência na obra Batista, especialmente na Convenção Batista Fluminense, no dia 10 de abril de 2016, em cerimônia oficiada pelo pastor José Laurindo Filho, na Primeira Igreja Batista em Niterói - RJ. O pastor Nilson Dimarzio, ao longo dos seus 61 anos de ministério, pastoreou as seguintes igrejas: A. Igreja Batista em São João da Boa Vista - SP; B. Primeira Igreja Batista de Ponta Grossa - PR; C. Primeira Igreja Batista de Petrópolis - RJ D. Iglesia Bautista Central de Port Lavaca, Texas, EUA; E. Igreja Batista de Irati (interino) - PR F. Terceira Igreja Batista de Nova Odessa - SP G. Igreja Batista Central de Volta Redonda - RJ H. Igreja Batista em Vila Muri, Volta Redonda - RJ Nesse tempo de pastorado, realizou mais de 2.000 batismos e organizou 07 Igrejas. Sua formação acadêmica era digna de todos os encômios. Fez o seu curso de música no Conservatório Musical Carlos
Gomes de Campinas - SP, em 1954, tornando-se exímio e requisitado professor de violino. Em 1957, fez o bacharelado em Teologia no Seminário Teológico Presbiteriano de Campinas - SP. Em 1971, fez Direito na Universidade Federal Fluminense, em Niterói - RJ. Para ilustrar o bom preparo do referido obreiro destaco outros cursos que, pela graça de Jesus, pôde fazer: Oratória, em Petrópolis (1968); Jornalismo e Relações Humanas na Academia Petropolitana de Letras; Psicologia, no Cook Institute, Jackson, Mississipe - EUA; Inglês; Mandado de Segurança pela OAB São Paulo; Clínica Pastoral pela Ordem dos Ministros do Estado do Rio de Janeiro, dentre outros. Foi advogado militante nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. Ao longo da vida recebeu vários Diplomas Honorários: Cidadão Petropolitano, pela Câmara Municipal de Petrópolis; Honra ao Mérito Ministerial pela Ordem dos Pastores Batistas do Brasil Seção Fluminense; Sócio Efetivo do Centro Cultural “Euclides da Cunha” em Ponta Grossa - PR; Peregrino de Jerusalém, pela Prefeitura Municipal de Jerusalém; Cidadão Voltarredondense, pela Câmara Municipal de Volta Redonda - RJ. Vale destacar que o pastor Dimarzio, como jornalista, colaborou com a imprensa secular e evangélica, através de artigos para jornais e revistas. Produziu substanciais lições para a Escola Bíblica Dominical, meditações para a Revista Manancial, além de ter sido redator do Jornal Batista Paranaense, do Escudeiro Batista e diretor de O Jornal Batista, órgãos oficiais, respectivamente, da Convenção Batista do
Paraná, da Convenção Batista Fluminense e da Convenção Batista Brasileira. Era um notável escritor; de sua lavra temos as seguintes obras: “Como cultuar a Deus”; “O Dilema de um Jovem”; “A Escolha Suprema”; “Ciência & Fé: Milagres e Mensagens”; “Milagres”; “Clínica Pastoral”; “A separação entre igreja e estado”; além de vários folhetos evangelísticos. O último livro do pastor Dimarzio, “Uma bela história de amor: um sonho que veio de Deus”, é uma homenagem à sua esposa, onde ele relata carinhosamente os detalhes da história do reencontro entre os dois depois de tantos anos. Por ocasião dos seus 90 anos assim ele escreveu: “minha gratidão ao Senhor também por esses anos recentes de novas núpcias com minha esposa Dra Helenice Morett Romano, com quem tenho uma união feliz, como bênção de um casamento na presença de Jesus”. Em 2001 lançou o CD “Cordas que Louvam”, com solos de violino, em uma belíssima solenidade realizada na Igreja Batista Central em Volta Redonda - RJ, onde pastoreava. Foi membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil, tomando posse como primeiro ocupante da cadeira número 35, em solenidade realizada no templo da Igreja Batista de Itacuruçá - RJ em 25 de setembro de 1994. Com certeza o aludido obreiro de forma brilhante honrou àquele sodalício. Exerceu atividades educacionais, atuando como professor no Seminário Teológico Unido de Petrópolis - RJ, na Faculdade Teológica Batista em Campinas - SP e pertenceu também ao Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro, por dois mandatos. Como conferencista, pregou a Palavra de Deus em vários estados da Federação e no exterior, nos Estados Unidos da América, México, Portugal, Egito e Israel. Na denominação, em intensa cooperação no país, dentre outros cargos de liderança, pôde servir como presidente da Associação Batista de Campinas e Adjacências, da Associação Batista Centro do Paraná, da Asso-
ciação Batista Sul Fluminense e da Convenção Batista Paranaense. No âmbito da Convenção Batista Brasileira, foi presidente da Juratel, JUERP, Junta de Missões Nacionais, Junta de Missões Mundiais e diretor de O Jornal Batista. Também foi, por dois mandatos, presidente da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil Seção Fluminense. Esteve presente na cooperação denominacional internacional, junto aos Congressos da Aliança Batista Mundial no Rio de Janeiro, Coreia do Sul e Argentina. Um homem que verdadeiramente amava a Jesus, a família, a Igreja - rebanho que o Senhor lhe confiara - e a Denominação. O pastor Nilson Dimarzio descansou no Senhor no dia 07 de outubro de 2017. Seu corpo foi levado para o templo da Igreja Batista Central em Volta Redonda - RJ, Igreja que pastoreou por aproximadamente 22 anos, onde aconteceu um lindo e emocionante culto de gratidão por sua preciosa vida. Com a Igreja repleta de familiares, amigos e ex-ovelhas, o pastor Carlos José de Oliveira Gonçalves da Silva, que, quando recém-nascido, foi apresentado ao Senhor pelo pastor Dimarzio na PIB em Petrópolis - RJ e que veio a ser o seu sucessor na Central de Volta Redonda, dirige a celebração de louvor ao Senhor, canta o Laudate Dominum, coro oficial da Igreja e prega a Palavra de Deus o pastor Vanderlei Batista Marins, presidente da Convenção Batista Fluminense. O sepultamento ocorreu no entardecer do dia 08/10/2017, no cemitério Portal da Saudade em Volta Redonda - RJ. Então, com gratidão por uma vida tão inspiradora, podemos afirmar: “… o Senhor deu e o Senhor tomou; Bendito seja o nome do Senhor”. (Jó 1.21) “E o seu Senhor lhe disse: ‘Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor.’” (Mt 25.21). Com as homenagens dos Batistas Fluminenses e a saudade dos seus familiares, amigos e colegas.
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ponto de vista
Onde está a nossa glória?
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udo o que somos e o que temos pertence ao Senhor. Somos do Senhor por direito de criação e por direito de redenção. Somos feitura Sua, obra de arte, poema, criados em Cristo Jesus para as boas obras, nas quais devemos andar sempre (Efésios 2.10). A nossa glória, portanto, está nAquele que nos criou e nos redimiu em Cristo Jesus (João 1.3; Colossenses 1.13-16). Seja a benção de ser pai ou mãe; receber um presente muito valioso; comprar imóveis, carros; auferir um título acadêmico ou qualquer outro; a performance dos nossos filhos; o reconhecimento no
que fazemos ou qualquer outra coisa, a glória é sempre do Senhor. Somos apenas coadjuvantes. Paulo testemunhou: “Longe de mim orgulhar-me ou gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu para o mundo” (Gl 6.14). Toda a glória do velho apóstolo estava na cruz, no sacrifício de Cristo. Por que razão? Porque, para ele, a obra da cruz era vital, central, insubstituível e completa. Para ele, o viver era Cristo e o morrer, lucro (Fl 1.21). Eugene Peterson, na sua tradução livre de Gálatas 6.14, diz: “Quanto a mim,
não vou me orgulhar de nada a não ser da cruz de nosso Senhor Jesus Cristo. Por causa daquela cruz, fui crucificado aos olhos do mundo, libertado da atmosfera sufocante da necessidade de agradar os outros e me encaixar nos padrões mesquinhos ditados por eles”. A proposta do apóstolo é viver para Cristo e não para agradar os outros, para fazer média com as pessoas e colher os frutos da promoção ou glória pessoal. Nada deve nos impressionar, tomar o nosso coração e a nossa mente mais do que a cruz, a obra redentora de Cristo, a Sua morte e a Sua ressurreição por nós. Diante
dos apelos do mundo e da religião, do desejo ser relevante aos olhos humanos, devemos dizer como Paulo, “já estou crucificado com Cristo e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim” (Gl 2.20). Isso significa não viver na dependência da glória deste mundo, mas viver na dependência de Cristo e me satisfazer nEle. Um servo do passado, citado por Tozer, orou: “Rogo-te que purifiques os intentos do meu coração com a indizível dádiva da tua graça, a fim de que te possa amar de modo perfeito e louvar-Te de um modo que seja digno”. A nossa glória, portanto, está no Senhor e na Sua obra
perfeita por nós na cruz e na ressurreição. Aprecio muito a adoração paulina: “Ó profundidade da riqueza, da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos e quão inescrutáveis os seus caminhos! Pois, quem conheceu a mente do Senhor? Quem se tornou o seu conselheiro? Quem primeiro lhe deu alguma coisa, para que lhe seja recompensado? Porque todas as coisas são dele, por ele e para ele. A Ele seja a glória eternamente! Amém” (Rm 11.33-36). Aqui está a nossa glória e o nosso contentamento. Que O sirvamos com essa motivação.
A grande missão da Igreja Celson de Paula Vargas, pastor, colaborador de OJB “Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação” (II Cor 5.18)
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lhando para o texto em destaque, podemos concluir que a obra maior, ou o milagre de reconciliação do homem, desconciliado de Deus pelo pecado, já foi concluída por Ele mesmo, através do envio de Jesus ao mundo
com essa missão. Também nos diz o texto que, aos que forem sendo reconciliados por Cristo, cabe-lhes a missão de anunciar essa reconciliação aos ainda não alcançados por ela. Isso é a grande e principal missão da Igreja de Cristo nesse mundo. Precisamos, como Igreja, tomar alguns cuidados importantes para bem cumprirmos essa missão urgente: Primeiro, termos consciência de que há um poderoso elemento, que tem como objetivo restringir ao máximo esse anúncio pela Igreja, que
é Satanás. Isso porque, cada alma que é reconciliada por Cristo, o inferno está sendo despovoado e o céu povoado. A estratégia mais comumente usada por ele é impedir a pregação do Evangelho pela Igreja, a induzindo a liturgias de cultos quase que totalmente preenchidas de músicas, danças, histórias e até de testemunhos, mais de caráter emotivo, do que de confirmação de fé e reafirmação de compromissos com a obra do Reino. Com isso, a pregação se restringe ao tempo que sobrar, para os poucos, que já exaustos, fica-
rem no templo. Normalmente, os atores e os expectadores do show, vão embora se vangloriando. Uma segunda estratégia tem sido a mudança da ordem de valores estabelecidos por Deus, para a pregação do Evangelho, ou seja, o Senhor ordena que se pregue em primeiro lugar o Seu reino e Sua justiça e que as demais coisas serão concedidas aos que de bom grado receberem Sua palavra, segundo seus propósitos para cada um. O que está ficando muito comum, é a “igreja” passar
a pregar em primeiro lugar as demais coisas, interpretadas por eles como: curas, benesses financeiras, eventos festivos, vivência normal com o pecado. Isso muito aumenta os volumes numéricos da “igreja” (pessoas e dinheiro) e diminui, em muito, o número de pessoas reconciliadas com Deus. “Mas buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.33). Essa é a ordem de valores do Evangelho. Preservá-la e assim pregá-la, é a grande e principal missão da Igreja.
o jornal batista – domingo, 28/01/18
ponto de vista
OBSERVATÓRIO BATISTA LOURENÇO STELIO REGA
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ó é possível começar a entender a razão do mundo e da humanidade “começando do começo”, isto é, compreendendo a narrativa da criação divina, e isso por meio dos três primeiros capítulos do livro de Gênesis. Temos, neste trecho, os princípios essenciais que demonstram o plano de Deus ao criar o mundo e o ser humano. Em outras palavras, temos aqui os “arquétipos” (para adaptar um conceito de Carl Gustáv Jung) ou matrizes que determinam como e para quê fomos criados. A partir disso é possível mapear e entender a história humana. Todo processo da criação se constituiu a partir destas matrizes que marcam o funcionamento do Universo e da “pessoa humana”. Na área da informática é como chamamos de “firmware”, isto é, a parte de um computador, tablet ou smartphone que tem as instruções essenciais e básicas para o seu funcionamento. É como um sistema operacional “embarcado” dentro de nós e na natureza que faz as coisas acontecerem. Também chamamos de “built-in”, isto é, algo que está dentro de nós, da natureza criada. Isso é fácil de entender quando lemos Romanos 2,14ss, em que temos a lei de Deus gravada em nosso interior. A própria natureza criada funciona segundo leis físicas que, quando desconsideradas, trazem consequências ambientais graves. Neste artigo, vamos focalizar a natureza humana; no futuro, vamos falar sobre a criação e os princípios bíblicos aplicados à realidade ambiental. Deus criou nosso mundo preparando-o para que o ser humano pudesse nele viver de modo saudável. Deu vida
às plantas, aos animais, criou leis físicas que promovessem equilíbrio ambiental. Fomos criados para a vida. É comum, no campo da Teologia, afirmarmos que Deus nos criou para sua glória (Romanos 11.36; Isaías 43.7). Mas, o que isso significa na vida prática, como aplicar isso no cotidiano? Consegui uma pista ao considerar os dois grandes mandamentos que Jesus mencionou, sobre os quais não existe algo superior (Marcos 12.28ss). Temos dois mandamentos, mas três níveis de relacionamentos – Deus, eu e o próximo. Assim, é possível compreender que viver para a glória de Deus é viver em amor e harmonia com Deus, em primeiro lugar, comigo mesmo, em segundo lugar e, em seguida, com o próximo. Mas, nesta conexão com o propósito principal da criação, temos ainda de considerar a própria natureza criada, isto é, viver em amor e harmonia com essa natureza. Aqui entra nossa responsabilidade ambiental com a “morada” que Deus nos deu para vivermos. O valor da vida era tanto, que Deus colocou no jardim a “árvore da vida”. Provavelmente, seu fruto tinha substâncias orgânicas que promoviam estabilidade metabólica e, assim, a manutenção equilibrada da vida. Em Gênesis 3.22 temos, no hebraico, um verbo no presente que pode indicar ação contínua, dando a ideia de que o ser humano tinha acesso a essa árvore. A vida é tão importante, que essa árvore estará na Nova Jerusalém (Apocalipse 22.2). Infelizmente, em Gênesis 3 temos a rebelião do ser humano com esse propósito original da criação, o que provocou
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A maior prioridade de Deus: a vida!
ruptura com Deus e com a vida. Rompendo com Deus, o ser humano rompe consigo mesmo (consciência de culpa, surge o senso da vergonha, ele se esconde), rompe com o seu próximo (lança a culpa em Deus e na mulher) e a própria natureza passa a produzir espinhos e ervas daninhas. Os quatro componentes que explicam o viver para a glória de Deus entram aqui em colapso e toda vida entra em crise. Ao romper com Deus, o ser humano rompe com a vida, é expulso do Éden e deixa de ter acesso a árvore da vida, colocando data de validade para a própria vida em direção à morte total – física, emocional/ mental e espiritual. Mas, como Deus optou pela vida como matriz da criação, temos em Gênesis 3.15 a esperança – o proto-evangelho – na descendência da mulher, que foi a expressão do amor de Deus por nós (Romanos 5.8), a vinda de Jesus Cristo, que morreu pela nossa rebelião nos dando vida (Romanos 5.12ss). A isto chamamos de salvação, isto é, o meio pelo qual Deus providenciou a recuperação da história humana, trazendo-nos novamente para a vida. Ao reconhecer nosso estado de rebelião e a obra salvadora de Jesus, temos a chance de retornar ao plano original de Deus, sendo reposicionados na história e na ordem das coisas criadas para novamente viver para a glória de Deus. A vida é tão importante para Deus, que o centro da história da recuperação humana possui dois eventos essenciais que lhe dão significado – a morte e a ressurreição de Jesus. Em Romanos 6ss aprendemos que, se fomos crucificados com Cristo, também devemos
nos considerar ressuscitados para um novo modo de vida. No final dos tempos seremos ressuscitados ou arrebatados para continuar a viver. Infelizmente, com o decorrer do tempo, aquilo que foi um meio de expressão do amor recuperador de Deus para a vida, para a história da criação – a salvação – acabamos tornando um fim em si mesmo, tornamos a cruz o símbolo máximo do Cristianismo e, nem sempre, nos lembramos da ressurreição de nosso Salvador (I Coríntios 15. 1-4). Em geral, nossa mensagem evangelizante aponta para a escatologia e para a volta de Jesus no futuro, preparando-nos para a morte, em vez de nos preparar para a vida, prover nossa transformação em suave e agradável perfume de Deus por meio de uma vida alegre, exemplar, “contaminante” da esperança e da razão de viver, dando-nos sentido ao nosso projeto de vida dentro do território daqueles quatro componentes que demonstram o “viver para a glória de Deus”. Em muitas ocasiões, salvação passou a ser a oferta de uma espécie de “seguro contra o incêndio do inferno”, se tornou um fim em si mesma de modo a nos levar a priorizar o meio e não o fim – recuperação da vida para os propósitos originais da criação. Tanto isso é verdade que, por muito tempo, entendemos e ensinamos que o foco da Grande Comissão (Mateus 28.19,20) era o “ir” pregar a salvação, enquanto que o imperativo (no original grego) é o “fazer discípulos”, transformar vidas, fazer “transfusão” de uma vida em outra. Neste caso, trocamos vidas transformadas por atividades,
estruturas, programas e eventos. Para isso, não precisamos necessariamente demonstrar vida, mas competência. Deus nos criou para a vida, tanto que no Novo Testamento, sem contar a parte histórica e escatológica, o que temos em geral focaliza a vida humana, os relacionamentos. Precisamos rever o plano da salvação que pregamos, que precisa deixar de ser apenas a aceitação de uma verdade conceitual para ser o arrependimento de nosso estado de rebeldia contra Deus, contra o seu plano criador, reconhecer a recuperação que temos pela morte e ressurreição de Jesus, seu filho, que veio nos trazer muito mais do que a garantia do céu no futuro; veio nos trazer de volta para a vida, pois Ele mesmo nos ensinou que veio para nos dar vida abundante (João 10.10). A tão necessária salvação precisa ser reconhecida como um meio, um conserto, para nos trazer de volta para as nossas origens em Gênesis, e não um fim em si mesma ou a principal preocupação de Deus. Antes do plano redentor, temos o plano criador. O plano redentor é um meio para consertar e nos trazer de volta para o plano criador de Deus. Assim, temos o desafio de rever nossa Teologia, nossa Missiologia, nossas ações missionárias, nossas prioridades eclesiásticas, de modo que tudo se torne um meio para nos trazer de volta para esse plano criador. Até que Jesus volte, precisamos tornar imperativo o “fazer discípulos” como “A” estratégia divina para trazer novamente vida à própria vida humana que está sem rumo e caminhando para sua autofagia e destruição.