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OJB EDIÇÃO 01 - ANO 2022

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ANO CXXI EDIÇÃO 01 DOMINGO, 02.01.2022

R$ 3.20 ISSN 1679-0189 ÓRGÃO OFICIAL DA CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA FUNDADO EM 1901

Notícias do Brasil Batista

Notícias do Brasil Batista

Missões Mundiais

Notícias do Brasil Batista

Encontros das Organizações na Assembleia

Centenária

Viva a compaixão

Natal Cultural

PIB em União dos Palmares (AL) fala dos desafios e alegrias no centenário

JMM vai lançar nova campanha na próxima semana em Vitória (ES)

Programação da PIB em BH entra no circuito cultural de Minas Gerais

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Confira locais e horários das programações na Semana Batista pág. 08


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REFLEXÃO

O JORNAL BATISTA Domingo, 02/01/22

EDITORIAL

Busquemos a paz com misericórdia Ao longo do ano que estamos iniciando, os Batistas Brasileiros trabalharão com ênfase na expressão temática: “Busquemos a paz com misericórdia”, tendo como base bíblica o texto de Efésios 4:32, que diz: “Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo”. Mais do que uma expressão temáti-

ca, este tema ainda que descreva uma ação coletiva é um desafio pessoal para cada discípulo de Jesus, é mais que uma atitude ou uma ação temporária. Deve ser um estilo de vida, deve ser uma busca continuada como recomendado na mesma carta de Efésios 12.14, onde se lê “Esforçai-vos para viver em paz com todas as pessoas e em santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. Portanto, buscar a paz

faz parte da vida de cada um de nós. O tema desafia a busca pela paz com misericórdia, buscar a paz com um sentimento de solidariedade em relação aos que vivem sem conhecimento da verdade, longe do Senhor e sem direção. Misericórdia é um sentimento de compaixão, despertado pela desgraça ou pela miséria alheia. A palavra misericórdia tem origem latina, é formada pela junção de mi-

serere (ter compaixão), e cordis (coração). Se pudermos alcançar uma pessoa com a nossa voz, com a nossa atuação, em cada dia, com certeza teremos um mundo cada dia melhor. Este é o nosso desafio por toda nossa vida cristã, buscar a paz com misericórdia. n Sócrates Oliveira de Souza diretor executivo da Convenção Batista Brasileira

( ) Impresso - 120,00 ( ) Digital - 50,00

O JORNAL BATISTA Órgão oficial da Convenção Batista Brasileira. Semanário Confessional, doutrinário, inspirativo e noticioso. Fundado em 10.01.1901 INPI: 006335527 | ISSN: 1679-0189 PUBLICAÇÃO DO CONSELHO GERAL DA CBB FUNDADOR W.E. Entzminger PRESIDENTE Fausto Aguiar de Vasconcelos DIRETOR GERAL Sócrates Oliveira de Souza

SECRETÁRIO DE REDAÇÃO Estevão Júlio Cesario Roza (Reg. Profissional - MTB 0040247/RJ) CONSELHO EDITORIAL Francisco Bonato Pereira; Guilherme Gimenez; Othon Ávila; Sandra Natividade EMAILs Anúncios e assinaturas: jornalbatista@batistas.com Colaborações: decom@batistas.com REDAÇÃO E CORRESPONDÊNCIA Caixa Postal 13334 CEP 20270-972 Rio de Janeiro - RJ

Tel/Fax: (21) 2157-5557 Fax: (21) 2157-5560 Site: www.convencaobatista.com.br A direção é responsável, perante a lei, por todos os textos publicados. Perante a denominação Batista, as colaborações assinadas são de responsabilidade de seus autores e não representam, necessariamente, a opinião do Jornal. DIRETORES HISTÓRICOS W.E. Entzminger, fundador (1901 a 1919); A.B. Detter (1904 e 1907); S.L. Watson (1920 a 1925); Theodoro Rodrigues Teixeira

(1925 a 1940); Moisés Silveira (1940 a 1946); Almir Gonçalves (1946 a 1964); José dos Reis Pereira (1964 a 1988); Nilson Dimarzio (1988 a 1995) e Salovi Bernardo (1995 a 2002) INTERINOS HISTÓRICOS Zacarias Taylor (1904); A.L. Dunstan (1907); Salomão Ginsburg (1913 a 1914); L.T. Hites (1921 a 1922); e A.B. Christie (1923). ARTE: Oliverartelucas IMPRESSÃO: Folha Dirigida


REFLEXÃO

O JORNAL BATISTA Domingo, 02/01/22

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DICAS DA IGREJA LEGAL

A importância do orçamento para a Igreja

Jonatas Nascimento “Quem planeja tem futuro, quem não planeja tem destino” São poucas e tímidas as obras que versam sobre administração eclesiástica no mundo evangélico. Não foi sem razão que o Manual da Igreja e do Obreiro, de autoria do saudoso pastor e doutor Ebenézer Soares Ferreira, lançado em 1973, transformou-se em best seller e por muito tempo tem sido leitura obrigatória para quem milita na área de gestão e pastoreio em espaços eclesiásticos. Da bibliografia constam nada menos que setenta e oito fontes, mas nenhuma obra citada tem cunho predominantemente administrativo. Ressalte-se que apenas dois capítulos tratam de administração e finanças, isso numa obra de aproximadamente 450 páginas. Digna de registro foi a contribuição do pastor e advogado Genésio Pereira, através de O Jornal Batista, e que mais tarde escreveu uma obra de muita utilidade, intitulada Igreja Pessoa Jurídica. Somente no ano de 2006 chegou até nós uma obra mais robusta, de autoria de Aristeu e Valdo Romão, incontestes autoridades nos temas abordados no Manual do Terceiro Setor e das Instituições Religiosas, publicado pela Editora Atlas, pois que são operadores do Direito e das Ciências Contábeis, sendo o último pastor evangélico. Considerei importante fazer esse registro para que tais obras e autores não caiam no esquecimento, pois grandes foram as suas contribuições, especialmente para os Batistas brasileiros. Feita esta introdução, e considerando o início de

um novo ano, quando certamente muitas Igrejas ainda estão brigando com as suas finanças para honrar compromissos que deveriam ter sido honrados no ano findo, transcrevoalgunsensinamentosextraídos da já mencionada obra de Oliveira e Romão, pedindo ao Senhor bênçãos infindas às Igrejas, tesoureiros e gestores: Transcrição: “Como preparar um orçamento? Sua importância na execução Um orçamento exige três momentos: 1º) sua previsão; 2º) sua execução; e 3º) sua avaliação. 1º: Sua previsão. Analisaremos num primeiro instante a sua previsão. Nesta etapa temos uma ordem a seguir, partimos de uma pesquisa e este é o momento em que precisamos ter em mãos informações das entradas e saídas que a Igreja teve em determinado período que julgamos suficiente para dar elementos para compreendermos como se comportaram as receitas e as despesas da Igreja. Esse período pode ser de doze meses ou até mais. Apuram-se as receitas do período, faz-se a média delas, considerando as diferentes rubricas, como dízimos, ofertas de construção, missões etc. O mesmo deve ocorrer em relação a cada item de despesas, tais como literatura, água, luz, telefone, construção, proventos pastorais, manutenção do prédio etc. Da somatória de cada um desses itens apura-se a média que teve no ano, se este for o período definido. Feito isto, não temos ainda os valores dos itens das receitas e das despesas previstas para o período do orçamento que estamos elaborando; precisamos corrigir esses valores obtidos para o momento de

aplicarmos algum indexador que atualizará a média obtida, podendo ser usado o IGP-M, o dólar ou outro índice oficial divulgado pela imprensa. Outropassoaserconhecidonestaetapa da previsão é conhecer os planos que a Igrejatemparaassuasatividadesparaoperíodo que está sendo orçado, pois esses interferirão no orçamento. Como, por exemplo, compra de imóveis, móveis e instrumentos, reformas, construção, abertura de novos campos missionários, organização de Igreja. Neste caso, especialmente as despesas costumam ser maiores e ocorre também a redução de receita em face de transferência de membros para uma nova Igreja. Apósessescuidados,estamosemcondições de preparar um mapa orçamentário, os valores das receitas e despesas já podem ser projetados, pois já estarão livres de possíveis fatos que não estão sendo observados e que por certo refletiriam na projeção a ser considerada no orçamento. É de suma importância que todo este trabalho já devidamente organizado seja apresentado à Igreja e por ela aprovado, pois de nada adianta fazer um estudo e preparar um orçamento se a Igreja não o adotou. 2º: Sua execução. Uma vez aprovado pela Igreja, agora sim você dispõe de parâmetros para desenvolver o seu trabalho. Você não pode esquecer que existe um planejamento financeiro que a Igreja se autopropôs e que precisa ser obedecido. E isto implica em conscientização da Igreja e aqui se requerem a segurança e a firmeza do tesoureiro; exige-se o apoio de toda a liderança da Igreja e especialmente

do pastor. Nesta fase, o trabalho do tesoureiro torna-se desgastante, mas absolutamente necessário para o cumprimento fiel do que a Igreja decidiu. Veja como você é exigido. Você agora tem um trilho onde você deve andar e, sem dúvida, isto é de fundamental importância para a execução do seu trabalho, isto lhe dará tranquilidade e limites, além de indicar para a Igreja a sua realidade financeira, impedindo assim despesas não orçadas que tantas vezes comprometem a vida financeira dela. 3º: Avaliação. Verifica-se neste tópico o real comportamento das finanças diante da previsão orçamentária, onde comparamos as contas orçadas e divergências que poderão ocorrer. Como exemplo: diminuíram os dízimos da Igreja. Qual a razão? Os crentes estão de férias? Há esfriamento? Houve erro de registro por parte do tesoureiro? O orçamento permite visualizar tais questões, ao passo que sem essa ferramenta problemas como esses poderão causar furos de caixa, quando se gasta mais do que se tem. A consequência natural é o endividamento da Igreja, que merece ser cuidado para mostrar sua relevância no mundo e seu diferencial. Portanto, do tesoureiro exigem-se dedicação, zelo e disposição parta cumprir esta tarefa tão importante que o cumprimento do orçamento”. n Empresário contábil, diácono Batista e autor da obra “Cartilha da Igreja Legal” E-mail: jonatasnascimento@hotmail.com WhatsApp: (21) 99247-1227


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REFLEXÃO

O JORNAL BATISTA Domingo, 02/01/22

Olavo Feijó

Vitoriosos por Cristo

Paz pela confraternização Rubsin Slobodticov

pastor, colaborador de OJB

Estabeleceu-se que todo dia 01 de janeiro de cada ano deva ser comemorado como o Dia Mundial da Confraternização Universal, também reconhecido como Dia da Paz Mundial. Confraternização é ato de conviver fraternalmente uns com os outros; é um conviteparaasocialização,especialmente entre pessoas que possuam sentimentos ou opiniões convergentes. A confraternização dá mostras a uma manifestação amigável entre fraternos. Por isso, demonstra-se a relação de amizade fraternal entre pessoas que convencionam relacionamentos nos mais diversos níveis de comunicação. A confraternização implica em laços de convivência pacífica. Daí, o subtítulo de Dia Mundial da Paz ser apropriado para trabalhar o tema. Pela confraternização é

pastor & professor de Psicologia

“Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (Jo 16.33).

possível se encontrar a paz. A Bíblia diz em Jó 22: 21: “Apega-te, pois, a Deus, e tem paz, e assim te sobrevirá o bem.” Então, paz significa estar bem com Deus. A Palavra ensina: “Justificados, pois, pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1). Afirma-se, pois, que paz é um dom de Deus. Em João 14:27 Jesus disse: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; eu não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” A paz é um resultado da obediência às leis de Deus. O Rei Davi diz no Salmos 119:165: “Muita paz tem os que amam a tua lei, e não há nada que os faça tropeçar.” Assim, paz é um objetivo que vale a pena alcançar. A Bíblia ensina o modo prático dessa conquista: “Assim, pois sigamos as coisas que servem para a paz e as que contribuem para a edificação mútua” (Rm 14.19) Entende-se que paz significa proteção.

Antes da Sua morte e ressurreição, Jesus fez questão de instruir espiritualmente Seus discípulos, preparando-os para resistir às perseguições advindas do mundo: “Todos odiarão vocês, por serem Meus seguidores” (Mt 10.22). Estêvão foi o primeiro mártir, na história do Cristianismo. O livro de Atos

Esta deve ser trabalhada intencionalmente. A Bíblia diz no Salmo 122.6-7: “Orai pela paz de Jerusalém; prosperem aqueles que te amam; haja paz dentro de teus muros, e prosperidade dentro dos teus palácios.” Ao vislumbrar a paz, deve-se mantê-la. A Palavra afirma que sua manutenção exige confiança no objetivo de se obter sua segurança, na profecia de Isaías: “Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti. Confiai sempre no Senhor; porque o Senhor Deus é uma rocha eterna” (26.3-4).

dos Apóstolos o descreveu como “um homem muito abençoado por Deus e cheio de poder, que fazia grandes maravilhas e milagres entre o povo” (Atos 6.8). O mesmo “Espírito de Cristo”, que deu poder a Estêvão, continua trazendo vida espiritual aos seguidores do Mestre, nos dias de hoje. Somos missionários do Cristo, chamados para viver neste mundo o poder espiritual da vida eterna, revelada na Bíblia. Nossa pregação é a de repetir a vitoriosa revelação de Jesus Cristo: “Eu venci o mundo” (João 16.33).

Ser feliz com o próximo é realização do espírito fraternal que normalmente é celebrado em datas especiais. Daí, o esforço predileto a cada dia 01 do mês de janeiro celebrar com esforço redobrado a renovação do espírito fraternal da convivência pacífica entre os semelhantes. Jesus ensina: “Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus” (Mt 5.9). Então, os reflexos do dia destacado devem se perpetuar durante o tempo da existência humana, entre os povos, especialmente. n

“Férias” de Deus?!

Rogério Araújo (Rofa) colaborador de OJB

O mês de janeiro é marcado, para muitos, pelo descanso. E viajar é a escolha da maioria, que tira alguns dias para arejar a mente e mudar de ares para sair da grande rotina em que vivem. Que maravilha! Realmente não há

nada melhor do que fazer uma viagem de vez em quando e, principalmente, nessa época do ano. Na vida cristã parece que acontece mais ou menos assim: crentes que parecem estar “de férias” de Deus e de sua Igreja. Não estou dizendo sobre viagens, passeios e saídas como mencionei no início do texto, mas de “descanso” espiritual, das

atividades e funções na Igreja de Cristo. Como tem gente acomodada por aí! Reclama de tudo e de todos e nada fazem para ajudar à causa do Evangelho! Frequentam a Igreja dependendo de quem prega ou se a “sua turma” estará presente. Esses agem como se tivessem o desejo de ver o “circo pegar fogo”, pois imaginam que as coisas não funcionarão sem ele. Já imaginou se Deus também tirasse

“férias” de Seus filhos? Seria o caos! Não aguentaríamos nem um dia sequer! O nosso Pai não se cansa de nos proteger e nos abençoar, independentemente de quais atitudes tomamos nessa vida. Vamos nos colocar nas mãos do Senhor para que, através de nós, Ele possa agir como achar melhor. Trabalhe na obra de Jesus com disposição e nunca pense em tirar “férias de Deus”! n


REFLEXÃO

O JORNAL BATISTA Domingo, 02/01/22

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Lavando o rosto Jeferson Cristianini

pastor, colaborador de OJB

Aprendi, na infância, a lavar o rosto antes de ir para a escola. Minha mãe me explicou os motivos pelos quais deveria lavar o rosto pela manhã, e um deles era para despertar e fazer a higiene no rosto. Agora estou na fase de ensinar meu filho a fazer o mesmo antes de sair de casa. Tem sido interessante esse processo de ensiná-lo algumas coisas que aprendi, mas ele sempre pergunta os motivos e quer saber qual a finalidade de tudo. Está na fase do “por que”. Essa fase exige mais, mas é interessante. Jesus, em Seu ministério, combateu veementemente a hipocrisia dos líderes religiosos de Seu tempo. Os escribas e fariseus eram hábeis em viver uma espiritualidade dissimulada e hipócrita. Eles ganharam grande atenção de Jesus e nosso Senhor tentou de todas as maneiras abrir os seus olhos, a fim de que saíssem da proposta da performance religiosa, para uma piedade real que revelasse a verdadeira espiritualidade. Os fariseus se portavam diante das pessoas

como exemplos de devoção e zelo espiritual, mas, na realidade, era só aparência; como na linguagem de Jesus, eles eram “sepulcros caiados”, ou seja, tinham uma bela aparência mas interiormente tinham cheiro de morte (cf. Mateus 23.27). Certa ocasião Jesus, ao falar de uma vida religiosa baseada na ostentação e na encenação, ensinou o anonimato da oração no quarto em vez das praças públicas, e dar a esmola em secreto sem visar a atenção do próximo. Quando Jesus fala da prática do jejum, que tem como ênfase o quebrantamento e contrição diante de Deus, eles usavam essa prática espiritual para se mostrarem como religiosos e piedosos.Jesusensinouosfariseusalavarem o rosto, pois se mostravam “contristados, porque desfiguram o soroso, para que aos homens pareça que jejuam” (Mateus 6.16). A orientação de Cristo é parar com a encenação, querendo impressionar as pessoas, e lavar o rosto, pois o jejum é um momento entre nós e Deus. Para Jesus, o que importa é o interior e não o exterior. As pessoas veem o exterior, mas Deus nos vê por dentro, como de fato nós somos. Ele sonda as nossas motivações. Enquanto ensinava meu filho a lavar

o rosto e me lembrava das palavras de Jesus, recordei a frase de Martinho Lutero, que me marcou e me impactou muito. “Sempre que você lavar o rosto de manhã, lembre-se de seu batismo e a quem você pertence, vá e viva o dia de acordo”. Martinho Lutero nos chama a reflexão sobre o batismo. Sabemos que o batismo bíblico é uma ordenança de Jesus, e em obediência ao nosso Senhor e como ato de demonstração pública que aceitamos o Evangelho, nós passamos pelo batismo. Vale lembrar que o batismo não salva, mas os salvos buscam o batismo para mostrar e testemunhar que morreram para o mundo e nasceram para Deus. O batismo é uma ordenança de Jesus e os discípulos dEle, que passaram pelas águas do batismo, sabem como é inexplicável esse momento. Também tem um simbolismo como um “rito de passagem”, quando declaramos publicamente que somos parte do povo de Deus, e assim temos que ter uma vida que reflita que tememos e amamos a Deus Pai. Certamente, os discípulos de Jesus têm esse dia do batismo como um dia especial em suas vidas. Precisamos manter vivo em nós o compromisso que assumimos quando fomos batizados, e cada vez que lavarmos o rosto

pela manhã e sentirmos a água em nosso rosto, devemos nos lembrar de que somos salvos pela graça e que devemos olhar para Jesus como nosso Mediador ao Deus Pai. A cada manhã somos chamados a lembrar do Evangelho de Deus disponibilizado em Jesus, nos lembrando que somos salvos pela graça e misericórdia de Deus em nos conceder o perdão de Deus. Somos lembrados a viver de maneira digna de um discípulo de Jesus, uma vida pautada pelos valores do alto (cf. Colossenses 3.1-3). Quando você lavar o rosto, lembre-se que você é de Deus, lavado pelo sangue de Jesus. Lave o rosto e agradeça; vá viver mais um dia na dependência da graça e da misericórdia de Deus. Se você ainda não se batizou, obedeça a ordenança de Jesus, e se você já é batizado (a), lembre-se sempre que você entregou sua vida a Jesus. Pense nisso e faça do momento de lavar o rosto pela manhã, um tempo de louvor e contrição e verá que seu testemunho será eficaz e sentirá mais a presença de Deus. Lavar o rosto não tem nada de místico, mas nos lembra que nos entregamos a Deus por meio de Jesus nosso Salvador. Lave o rosto! n

Tempo para nossa família Celson Vargas

pastor, colaborador de OJB

“Estas palavras que hoje te ordeno, estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar e ao levantar” (Dt 6.6-7). Após passar aos chefes das famílias da nação de Israel os Seus mandamentos, Deus determinou que esses os repassassem a seus filhos, usando todos os momentos presenciais em suas famílias, sob a promessa de que, com isso, seriam em tudo bem-sucedidos. “Ouve, pois, Israel, e atenta em cumprires, para que bem te suceda, e muito te multipliques na terra que mana leite

e mel, como disse o Senhor Deus de teus pais” (Dt 6.3). A palavra de Deus não se aplica a tempos distintos, ela é para todos os tempos, portanto, para esse tempo. Isso deve nos levar a uma autoavaliação, de como estamos praticando esse mandamento do Senhor em nossas famílias. Para isso devemos, primeiramente, nos vermos como exemplos espirituais para nossos filhos, dando-lhes provas de nossa fé no único e verdadeiro Deus (Deuteronômio 6.4). Amando a Deus de todo nosso coração, alma e força (Deuteronômio 6.5). Tendo a Palavra de Deus como ordem guardada em nosso coração (Deuteronômio 6.6). Ao ver isso, nossos filhos estarão prontos para, então, receberem de nós os en-

sinamentos que os levarão a obter essa mesma fé, e, portanto, preparados para tambémrepassá-lasàssuasgerações.Não podemos ser a causa da quebra desse elo divino para as famílias. Qual tempo você tem dedicado à sua família para isso? Muitas são as armas que o inimigo tem usado para nos impedir nessa missão. Exemplos: nessa pandemia, onde os mais idosos foram orientados a não terem muito contato com a própria família, o que foi correto, não pode, entretanto, se perpetuar; nossas agendas disponíveis para todo tempo que exijam nossos compromissos, e não para nossa família; nossas indisposições de cultivar o diálogo na família, ouvir nossos adolescentes; nossa omissão em participar de seus estudos, ajudando-os nas tarefas escolares, mo-

tivando-os; não cultivarmos a confiança deles para que nos tenham como amigos e consultores; não sermos determinados em nossa comunhão com Deus, através de nossas orações e leituras diárias da Palavra de Deus, demonstração de fé, pontualidade nos cultos e serviços de nossa congregação, fidelidade a Deus. Nossosfilhosprecisamdessasociabilização espiritual; sem ela, eles a procurarão em outras fontes e encontrarão as fontes do maligno que, hoje, mais do que nunca, estão disponíveis, por exemplo, em todas as redes sociais. Lute pela sua família, determinando tempo para isso, ela ainda pode ser salva. n


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REFLEXÃO

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A família na formação do caráter cristão da criança Gilmara Ferreira Pina de Santana educadora cristã

Há algum tempo tenho observado o desenvolvimento crescente do ministério com crianças. Antes, a maioria dos líderes e pais viam o ministério como um espaço onde as crianças ficavam entretidas enquanto seus pais prestavam culto a Deus em um templo maior e, na maioria das Igrejas, um espaço sem nenhum cuidado para que as crianças tivessem um ambiente apropriado para o seu aprendizado. Hoje, já conseguimos experimentar uma cultura, um olhar diferenciado para esse grupo. Os espaços que recebem os pequenos deixaram de ser apenas “salinha” e passaram a ser uma Igreja mirim, templo infantil, culto infantil…As pessoas que se dedicam a esse ministério deixaram de ser apenas “tios” e passam a ser também evangelistas de crianças e pastores de crianças. A dedicação, a entrega e os estudos passaram a complementar a unção dada por Deus. Investir em ministério infantil é investir em vidas, em almas que precisam ser alcançadas para Cristo, vidas que precisam ser cuidadas, ensinadas, transformadas para o Reino. Mateus 19.14 diz: “Jesus, porém, disse: Deixai vir a mim as crianças e não as impeçais, porque o reino do céu é dos que são como elas”. Hoje, muitas crianças levam suas famílias para Jesus e para a Igreja. A igreja é uma auxiliadora da família na formação da identidade cristã da

criança. Porém, a responsabilidade do cuidado, da orientação e da provisão de uma criança continua sendo da família. É com a família que a criança deve ter suas primeiras experiências com Deus. Através do exemplo de seus pais, tios ou avós, a criança vai entender que tudo aquilo que ela aprende aos domingos na Igreja é bom para a sua vida e vai fazer diferença na sua maneira de pensar, agir e sentir. A Bíblia nos mostra que o dever de ensinar e instruir a criança acerca de Deus é responsabilidade dos pais. As coisas que as crianças aprendem quando crianças vão orientar o resto das suas vidas. Nenhuma educação é perfeita, mas o ensino baseado nos princípios bíblicos é o melhor alicerce. Deus nos deu um manual, que é a Bíblia. Provérbios 22.6 nos dá uma missão: “Instrui a criança no caminho em que deve andar, e mesmo quando envelhecer não se desviará dele”. Deuteronômio 6.6-7 complementa: “E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos e delas falarás sentado em casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te”. Somos profetas de Deus sobre a vida dos nossos filhos! Deus nos deu uma autoridade espiritual sobre a vida dos nossos filhos! Uma autoridade que deve ser exercida por exemplo e não por autoritarismo ou negligência. Ensine com persistência, com sabedoria, com a direção de Deus. O apóstolo Paulo, em II Timóteo 3.15 lembra ao jovem Timóteo um

momento que ele tem que tomar decisões: “[…] pois desde a infância sabes as Sagradas Letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus”. Paulo lembra a Timóteo que os ensinamentos bíblicos devem modelar a sua fé e vida. Paulo se refere sobre a fé sem fingimento que lhe foi ensinada desde pequeno pela sua mãe e sua avó. Salmos 78.4-7 nos fala para contarmos a nova geração os louváveis feitos do Senhor, o Seu poder, Suas maravilhas. Ordenou aos nossos antepassados que a ensinassem aos seus filhos de modo que a geração seguinte a conhecesse, e os filhos que ainda nasceriam, contassem aos seus próprios filhos. Depositando a confiança em Deus, não esquecerão os Seus feitos. Deus nos confiou Seus próprios filhos, nos encarregou, nos deu uma missão de cuidar, de zelar por cada um deles. Deus nos deu o Seu único Filho, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha vida eterna. Se a alma de uma criança perece por negligência, por omissão de seus pais, há uma consequência para eles. Os pais são responsáveis diante de Deus pela alma de seus filhos. A Bíblia nos diz: “Mas a quem fizer tropeçar um destes pequeninos que creem em mim seria melhor se lhe pendurassem no pescoço uma pedra de moinho e afundasse nas profundezas do mar” (Mt 18.6). Não somos perfeitos, temos erros, mas o nosso erro não deve ser pedra de tropeço para que um desses pe-

quenos se aproximem de Deus. Em Gênesis Deus, desde a criação, tem demonstrado Seu grande amor pela Sua obra. Deus tomou o homem para Si e o colocou no Jardim do Éden para o cultivar e o guardar, e foi justamente quando Adão e Eva desviaram os seus olhares das coisas de Deus, que houve a queda de toda a humanidade. Acharam que seriam autossuficientes para fazerem suas próprias escolhas sem a direção de Deus e com isso todas as gerações sofrem uma consequência. Se existe algo em você que impede que o seu filho conheça a Deus, a ordem que Ele nos dá é que arranquemos fora (Mateus 18.7-9). Mas Ele também nos acalma dizendo: “Quem receber uma criança, em meu nome, a mim recebe”. Antes de qualquer papel que assumimos, somos filhos, e quando nos colocamos na posição de filhos do Pai, nós permitimos que Deus cuide, ensine e dê orientação para que sejamos reflexo do Seu amor na vida dos nossos filhos e da nossa família. Educar filhos é um grande desafio que exige sacrifícios, porém esses sacrifícios se tornam pequenos diante do amor que nasce junto. Conduzir o coração de um filho a Deus precisa ter coragem, força, ânimo, esperança e fé. Acredito na promessa que diz: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor”. E devemos nos apegar a essa promessa, crendo que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus! n


MISSÕES NACIONAIS

O JORNAL BATISTA Domingo, 02/01/22

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Acolhidas da Cristolândia Paraná são batizadas

Wagner Junior

Redação de Missões Nacionais

A Cristolândia Feminina em Mandirituba, no estado do Paraná, está em festa! Isto porque a unidade coordenada pela missionária Sayara realizou o batismo de quatro acolhidas: Camila Bertapeli, Gisele Cordeiro, Jéssica Rodrigues e Kelly Moreira. Juntas, elas confessaram a Cristo como seu único e suficiente Salvador e desceram às

águas batismais. O trabalho nas Cristolândias por todo o Brasil segue avançando e, para a Glória de Deus, ajudando vidas a serem transformadas. “Para mim, o batismo significou um recomeço, uma confirmação de que não desejo mais viver na prostituição e no consumo de drogas, numa vida que cada dia mais estava me levando à morte. Vou recomeçar, agora, com Jesus como meu Senhor e Salvador”, conta uma das acolhidas.

JesustransformaeaCristolândiaéprova disso. “Para mim, o batismo significou deixar para trás um passado de maldade. Uma vida no mundo do crime. Uma vida na ilegalidade, que destruiu meu relacionamento com minha filha e trouxe muita tristeza para minha mãe. No batismo, confirmei o início de uma vida nova, meu compromisso com Jesus”, comenta outra batizanda. Foi um momento de muita alegria para quem se batizou, mas também para quem

trabalha na unidade: “Confesso que, como pastor, fico muito feliz quando uma aluna me pede que seja eu o ministro oficiante do seu batismo. Nesses casos, peço permissão ao pastor da Igreja local onde a acolhida ficará membro. O batismo deve se tornar algo memorável, cheio de significado. A confirmação do desejo de mudar de vida”, explica o pastor Hugo Eduardo, que trabalha na unidade. Louvamos a Deus por esse trabalho! n


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NOTÍCIAS DO BRASIL BATISTA

O JORNAL BATISTA Domingo, 02/01/22

Igreja Batista Emanuel, em Caruaru-PE completa 26 anos Aniversário foi comemorado em culto na via pública.

da Segunda Igreja Batista de Caruaru, com direção da vice-presidente, Raquel Félix de Albuquerque. Ambas as situações foram A celebração de aniversário de 26 prestigiadas por evangélicos de várias deanos de organização da Igreja Batista nominações e também por praticantes de Emanuel, em Caruaru-PE (Ibec) ocorreu outras religiões. nos dias 11 e 12 de dezembro de 2021, Histórico sempre às 19h. Seguindo a temática da campanha de Missões Nacionais, A Ibec foi organizada no dia 09 de o tema da série de conferências foi “Jesus Cristo é a Única Esperança”, dezembro de 1995, por intermédio de também com divisa no livro de Atos, uma sessão extraordinária, realizada a capítulo 4, versículo 12. Com uma partir das 21h, que teve como ‘fundo membresia de cerca de 50 pessoas, a musical’ o hino O Estandarte (456 CC). Igreja se localiza na rua Elias Ferreira, A reunião foi agendada pela ‘Igrejano bairro das Rendeiras, periferia da -mãe’ da Ibec: a Primeira Igreja Batista em Caruaru. Após o exame da Mesa cidade. No primeiro dia (sábado, 11), a progra- formada pelo pastor Valdir Penaforte mação foi realizada em via pública, na área (presidente), pelo pastor Israel Guerra frontal do templo. Cerca de 200 pessoas e a secretária Lindacy Cordeiro (exaestiveram reunidas para celebrar a Deus. minadores) - a então congregação torA prédica foi realizada pelo pastor Cosme nou-se Igreja, adquirindo atribuições Santos, da Igreja Batista El Shaday. Na oca- autônomas com relação à Convenção sião, a direção do culto ficou a cargo do Batista Brasileira (CBB). Na mesma pastor Edmilson Lemos, interino da Ibec. data, o pastor Manoel Nascimento Já no domingo (12), o sermão foi minis- ministrou um sermão embasado no trado pelo pastor Eliezer Bezerra, interino texto bíblico de Atos 9.31. Na prédica, Jénerson Alves jornalista

o reverendo ressaltou o crescimento espiritual e numérico através da paz, do temor ao Senhor e do auxílio ao Espírito Santo. Após emancipada, a Ibec foi pastoreada por Dario Teodósio da Silva. Em 2001, o então seminarista Ednaldo Moraes de Lima (que, posteriormente, formou-se pastor) assumiu a liderança da Igreja. Em seguida, a Igreja teve o teólogo Levir Perêa Merlo como pastor interino. Atualmente, Merlo se encontra em Manaus-AM, liderando a Igreja Batista Monte Horebe. Na Ibec, ele foi sucedido pelo pastor Samuel Couto Feitosa, que também é psicanalista e escritor. Após a passagem de Couto, a Ibec foi pastoreada por Célio Correia. Em 2013, ele também foi presidente da Associação Agrestina das Igrejas Batista de Pernambuco. No dia 19 de março de 2016, o pastor Nelsino Ribeiro da Silva tomou posse na Igreja Batista Emanuel, em uma solenidade que contou com a participação do pastor Aécio Alves, então líder da Igreja Batista do Parque Jardim 13 de Maio,

em João Pessoa-PB. Nelsino - que também era tenente da Polícia Militar - faleceu no dia 03 de setembro de 2020, aos 51 anos, em um trágico acidente ao ser atropelado enquanto praticava exercícios físicos. No domingo que antecedeu o acidente, o pastor registrou: “Estou muito feliz com a Igreja. Vejo que os irmãos estão crescendo e avançando na Palavra do Senhor”. Atualmente, a comunidade está em processo de sucessão pastoral. Os fiéis da Ibec permanecem como afirma o hino: trabalhando, resolutos, por Jesus, levantando o estandarte, “espalhando a sua luz”. n

Encontros das organizações durante a 101a Assembleia da Convenção Batista Brasileira CONGRESSO E ASSEMBLEIA DA OPBB 11 e 12 de janeiro de 2022 8h30 Igreja Evangélica Batista de Vitória Av. Saturnino Rangel Mauro, 725 – Vitória (ES) 98ª ASSEMBLEIA DA UFMBB 12 de janeiro de 2022 8h Centro de Celebrações da PIB em Jardim Camburi Av. José Maria Vivácqua Santos, 720 Jardim Camburi - Vitória (ES) ENCONTRO NACIONAL DE HOMENS BATISTAS 12 de janeiro de 2022 14h Primeira Igreja Batista em Laranjeiras Rua Santos Dumont, 486 - Parque Residencial Laranjeiras - Serra (ES) 38º CONGRESSO DA ASSOCIAÇÃO DOS MÚSICOS BATISTAS DO BRASIL 11 e 12 de janeiro de 2022 9h Primeira Igreja Batista em Jardim Camburi (Templo Sede) Av. Italina Pereira Mota, 500 - Jardim Camburi - Vitória (ES) JUVENTUDE BATISTA BRASILEIRA 12 de janeiro de 2022 9h

Primeira Igreja Batista de Vitória Av. Mal. Mascarenhas de Moraes, 595 - Centro - Vitória (ES) UNIÃO DE ESPOSAS DE PASTORES BATISTAS DO BRASIL 11 de janeiro de 2022 9h às 17h Igreja Batista em Mata da Praia Av. Desembargador Dermeval Lyrio, 501 - Mata da Praia - Vitória (ES) JUNTA DE MISSÕES MUNDIAIS Culto de Lançamento da Campanha 10 de janeiro de 2022 19:30h às 21h30 Primeira Igreja Batista de Vitória Av. Mal. Mascarenhas de Moraes, 595 - Centro - Vitória (ES) Noite missionária 15 de janeiro de 2022 19:30 Centro de Celebrações da PIB em Jardim Camburi Av. José Maria Vivácqua Santos, 720 Jardim Camburi - Vitória (ES) JUNTA DE MISSÕES NACIONAIS Inauguração da Cristolândia Linhares 10/01/2022 Segunda-feira 14h 4º Encontro de ex-alunos STBSB 11/01/2022 Terça-feira

17h30 Igreja Evangélica Batista de Vitória 12º Encontro de Parceiros do PAM Brasil 13/01/2022 Quinta-feira 17h30 Centro de Celebrações da PIB em Jardim Camburi Av. José Maria Vivácqua Santos, 720 Jardim Camburi - Vitória (ES) 6º Encontro de Igreja Multiplicadora 14/01/2022 Sexta-feira 17h30 Centro de Celebrações da PIB em Jardim Camburi Av. José Maria Vivácqua Santos, 720 Jardim Camburi - Vitória (ES) Noite Missionária 14/01/2022 Sexta-feira 19h30 Centro de Celebrações da PIB em Jardim Camburi Av. José Maria Vivácqua Santos, 720 Jardim Camburi - Vitória (ES) 11º Encontro de Atuação Social 15/01/2022 Sábado 17h30 Centro de Celebrações da PIB em Jar-

dim Camburi Av. José Maria Vivácqua Santos, 720 Jardim Camburi - Vitória (ES) Celebração Jesus Transforma 16/01 Domingo 16h Centro de Celebrações da PIB em Jardim Camburi Av. José Maria Vivácqua Santos, 720 Jardim Camburi - Vitória (ES) ASSOCIAÇÃO DOS DIÁCONOS BATISTAS DO BRASIL 11 de janeiro de 2022 19h Primeira Igreja Batista em Laranjeiras Rua Santos Dumont, 486 - Parque Residencial Laranjeiras - Serra (ES) ASSOCIAÇÃO DOS EDUCADORES CRISTÃOS BATISTAS DO BRASIL 11 de janeiro de 2022 8h às 20h Primeira Igreja Batista de Vitória Av. Mal. Mascarenhas de Moraes, 595 - Centro - Vitória (ES) ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE ESCOLAS BATISTAS 12 de janeiro de 2022 09h Primeira Igreja Batista de Vitória Av. Mal. Mascarenhas de Moraes, 595 - Centro - Vitória (ES) n


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Seminário no Norte Fluminense cola grau da 31ª turma de bacharéis em Teologia STBNF formou mais 10 alunos. Marcos Vinicio Dias Ribeiro

jornalista da Associação Batista Itaperunense de Educação Teológica

Fotos: Print Color Formaturas No dia 11 de dezembro de 2021 foi realizada a cerimônia de colação de grau da 31ª turma de bacharéis em Teologia do Seminário Teológico Batista do Noroeste Fluminense (STBNF), no templo da Primeira Igreja Batista de Itaperuna, no Noroeste Fluminense. O STBNF é referência no Ensino Teológico em Itaperuna e na Região, bem como, de parte da Zona da Mata de Minas Gerais e do Sul do Espírito Santo. O STBNF faz parte da Associação Brasileira de Instituições Batistas de Ensino Teológico (ABIBET). Os formandos homenagearam o pastor Samuel Amaro dos Santos como patrono dando-lhe o seu nome à turma. O pastor Edvaldo Lopes Bartholazzi, presidente da Associação Batista Extremo Norte Fluminense (ABENF), da Associação Batista Itaperunense de Educação Teológica (ABIET) falou em nome das 57 Igrejas Batistas da região, abençoando a cada formando. “Louvamos a Deus por conceder e formar mais uma turma. Como diretor da ABIET venho trazer o nosso abraço a cada formando. Esta é mais uma vi-

31a turma de Bacharéis em Teologia do Seminário Teológico Batista do Nordeste Fluminense tória como instituição teológica e que possamos a cada dia honrar e zelar por estes momentos que Deus tem nos concedido em tempos tão difíceis. Em nome da ABENF, também quero dar os parabéns aos formandos, tendo a certeza de que Deus tem preparado um ministério para cada um. E que neste momento começa esta vida ministerial e tudo aquilo que Deus preparou e planejou para cada um de vocês”, disse o pastor Edivaldo. O Paraninfo na solenidade foi o pastor Rômulo Vinícius Dias, que é pastor da Igreja Batista do Cubatão, em Itaperuna, que proferiu o seu sermão baseado nas monografias apresenta-

das pelos formandos na conclusão do curso. Na mensagem, o pastor destacou a experiência de cada formando no decorrer dos anos acadêmicos e o crescimento de cada um na condução de Deus pela submissão à Sua vontade e na dependência da direção do Pai. O aluno Kaique Moura Pinto da Silva foi eleito o mais bem aplicado no ano de 2021 no STBNF, conforme indicou a computação de seu aproveitamento nas matérias ministradas em seu período. O orador da 31ª Turma do STBNF foi o aluno Hyan Saraquino Silva, que destacou os desafios, as lutas e vitórias de cada aluno e a família por eles

formada, onde cada um se comprometia a ser ajudador do próximo e, assim, caminharam juntos até a conclusão do curso. Após a diplomação os formandos fizeram o tradicional juramento no comando do seminarista Lenilson Silva Oliveira. O Seminário Teológico Batista do Noroeste Fluminense está localizado na rua Thomaz Teixeira dos Santos, 148 - bairro Cidade Nova - Itaperuna. Contatos pelo WhatsApp (22)997987930. n

Primeira Igreja Batista em União Dos Palmares - AL celebrou 100 anos em 2021 História da Igreja conta perseguição ao Evangelho no estado.

Lara Fragoso Costa

primeira secretária da Primeira Igreja Batista em União Dos Palmares - AL

A Primeira Igreja Batista em União dos Palmares, distante 77,8 km de Maceió-AL, celebrou seu Centenário nos dias 26, 27 e 28 de novembro de 2021. Na ocasião, a Igreja louvou e agradeceu a Deus pelas vitórias através de Cristo Jesus ao longo destes 100 anos. Pois, entre os municípios de Alagoas, em União dos Palmares foi onde ocorreu a perseguição mais feroz ao Evangelho de Cristo. Os primeiros pastores e irmãos sofreram grande perseguição e resistência para estabelecer uma Igreja evangélica no município. Entretanto, apesar das adversidades, no dia 07 de agosto de 1921, a Igreja Batista em União dos Palmares foi organizada

Celebração do centenário da Primeira Igreja Batista em União dos Palmares-AL com 20 membros, chegando a 41 no final daquele ano. No decorrer das festividades houve a participação da Banda da Polícia Militar do Estado de Alagoas, do Coral da Igreja e dos conjuntos Sal da Terra e Adoradores por Excelência. Os preletores foram o pastor Irlan Chaves Pimentel, capelão da PMAL; pastor Evilásio Prad; professora Elizete Fragoso e o pastor Jonas Bispo. Ocorreu também

a inauguração da galeria dos pastores, com a presença do ex-pastor da Igreja, Israel Pinto Pimentel. Durante os 100 anos, a Igreja teve como seus líderes, os pastores: Eloy Correia de Oliveira, John Mein, José Raimundo Lucena, José Tavares, Eurico Calheiros, Gamaliel Perruci, Aurino Ferreira, Donald Richard, Boyd O’Neal, Israel Pinto Pimentel, Willians Moreira, Valdemiro Simões de Paiva e atual-

mente o pastor Edson Gomes da Costa. Pastor Edson assumiu a presidência da Igreja em 2005. E foi em seu ministério que a Igreja deu início ao projeto de construção de um templo com maior capacidade e de um prédio de educação religiosa. As obras foram iniciadas em 2007 e estão em fase de acabamento. Toda a construção é feita com recursos próprios e através de campanhas da Igreja. n


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NOTÍCIAS DO BRASIL BATISTA

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Igreja Batista da Lagoa, em Recife-PE celebra quarto aniversário No fim de dezembro, Igreja batizou 31 pessoas.

Igreja Batista da Lagoa-PE implantou duas Igrejas durante os seus quatro anos de existência Adriana Costa Nascimento

Equipe do Ministério de comunicação Igreja Batista da Lagoa-PE.

“Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento” Para colher frutos precisamos plantar. Mais do que simplesmente plantar, preparar a terra, abrir o solo, depositar as sementes, cobri-las e regá-las, aguardando o milagre da germinação e do crescimento, que pertence somente a Deus. A Ele damos toda Glória por tudo que temos vivenciado em nossa comunidade de fé, a Batista da Lagoa, em Recife-PE. Um milagre que começou há pouco mais de quatro anos, em que o pastor Miguel (na época ainda seminarista) e mais 12 amigos inicia-

ram essa plantação, no bairro da Imbiribeira, localizado no Recife. Através de muita oração e dependência de Deus nasceu uma Igreja disposta a servir a comunidade e apresentar as Boas Novas de salvação. Nestes últimos dois anos, durante a pandemia, que ainda estamos vivendo, o desafio foi maior, e nesse momento de nossa história vimos ainda mais os milagres do Senhor, principalmente através de um crescimento exponencial, pois além do crescimento numérico, o crescimento espiritual foi algo quase que palpável. Nesse período, Deus tem nos dado a riquíssima oportunidade de estarmos plantando outras duas Igrejas, uma na cidade de Jaboatão dos Guararapes, a Igreja

Batista ARTE, e outra no sertão de Pernambuco, cidade de Custódia, a Igreja Batista Memorial de Custódia. A crise mundial nos forçou as sermos mais criativos e a fazermos as mesmas coisas por meio de métodos que jamais imaginaríamos, uma liderança proativa surgiu e o trabalho em equipe foi totalmente eficaz, nossas redes sociais e canais de comunicação se expandiram e mais pessoas foram alcançadas. Mostrando que a Igreja somos nós, pessoas, e não prédio. A Igreja do Senhor Jesus sempre triunfa em tempos difíceis e a nossa família da Lagoa é a prova disso e nossa história é um testemunho vivo de que apesar das circunstâncias adversas, não desistimos, persistimos e perse-

veramos porque Deus está no controle de tudo. Com fé, as coisas acontecem no tempo e do jeito Dele. “Não temas, crê somente!” é a palavra de ordem que Jesus nos deu e continua dando. No dia 12 de dezembro de 2021, ao batizar 31 irmãos, fazendo agora parte oficial de nossa família, só reforça o que citamos inicialmente aqui: “Deus deu o crescimento”, mas é um trabalho em conjunto, pois a Igreja de Cristo precisa ter essa iniciativa e assumir tal desafio. O trabalho continua! “É Deus quem faz tudo acontecer. Então para sempre declararemos: Porque Dele, Por ele e para Ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre! Amém” (Rm 11.36). n

Convenção Batista do Pará participa de concílio e consagração ao ministério pastoral Lideranças da COBAPA participaram das programações. João Luiz

estagiário do Departamento de Comunicação da Convenção Batista Brasileira* (com informações das redes sociais da Convenção Batista do Pará)

No dia 11 de dezembro de 2021, a Convenção Batista do Pará (COBAPA) participou do Concílio Examinador ao ministério pastoral do candidato Ormezindo Neto, membro da Igreja Batista Agulha, em Icoaraci, na cidade de Belém-PA. O presidente da COBAPA, pastor Raimundo Anselmo Lobato, foi o examinador nos assuntos conversão, chamada pastoral e Teologia; o pastor Sidney Santos, missionário coordenador da Regional Metropolitana 3, participou do presbitério. . Oito pastores participaram, sete deles filiados à Ordem dos Pastores

Líderes da COBAPA participaram das programações de concílio e ordenação pastoral Batistas do Brasil (OPBB). À noite, na mesma Igreja, foi o momento de consagrar os novos pastores aprovados em concílios recentes, pastor Ademar Correa e pastor Carlos Al-

berto Cunha da Silva. A COBAPA pre* Sob supervisão de Estevão Júlio, senteou os dois novos pastores e o jornalista no Departamento de Comupastor presidente da Igreja Batista nicação da Convenção Batista BrasiAgulha, Tiago Marcondes, com exem- leira plares da Bíblia. n


MISSÕES MUNDIAIS

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Culto de lançamento da campanha 2022 Missões Mundiais convida você para o lançamento oficial da campanha 2022 “Viva a Compaixão”, que acontecerá no dia 10 de janeiro, na Primeira Igreja Batista de Vitória-ES, a partir das 19h30. Após quase dois anos, retomaremos esse encontro presencial com você que ora, oferta, vai e mobiliza. Será uma oportunidade única de, juntos, celebrarmos, agradecermos e louvarmos a Deus pelo sustento durante todo esse tempo. Não perca esta chance de entender, conhecer e aprender sobre um sentimento que só Jesus pode nos ensinar, a compaixão. “Assim, já não sou eu quem vivo, mas Cristo vive em mim” (Gl 2.20). Este é o versículo base da campanha Viva a Compaixão, que nos mostra que quando aceitamos a Jesus, Ele vive em cada um de nós e por isso conseguimos exercer o amor, bondade e compaixão para com o nosso próximo.

No dia 10 de janeiro, você será inspirado com testemunhos missionários, a música oficial, a música infantil e muito mais! Tudo para você e sua Igreja fazerem a melhor campanha de todos os tempos. A nossa missão é sinalizar o Reino de Deus por onde passarmos. Esperamos que neste ano de 2022 possamos Viver a Compaixão espalhando o viver de Cristo que habita em cada um de nós. Ore, divulgue e compareça. A celebração acontecerá presencial e online no Canal JMM no Youtube: youtube.com/c/CANALJMM Para o culto presencial, respeitando as normas de segurança contra a COVID-19, use máscara. Endereço: Primeira Igreja Batista de Vitória - Av. Marechal Mascarenhas de Moraes, 595, Centro 29010-330 Vitória, ES. VIVA A COMPAIXÃO!  n

Fim de ano nos campos missionários O Natal é uma data celebrada mundialmente? Infelizmente, não. Existem 18 países que não comemoram o Natal de forma nenhuma, entre eles estão o Afeganistão, a China, a Coreia do Norte, o Paquistão, a Somália, a Mongólia, a Arábia Saudita e outros. Os povos desses países tristemente não podem celebrar o nascimento de Jesus; e levar a Palavra de Deus a eles é mais difícil, uma vez que muitos desses lugares são fechados para o Evangelho. Contudo, em outras nações, o Natal é celebrado e muitas vezes é uma oportunidade dada pelo Senhor aos missionários para compartilhar do verdadeiro sentido do Natal, Jesus. Em um país no Sul da Ásia, por exemplo, os missionários Áquilas e Priscila Dantas decidiram fazer uma atividade natalina especial com as crianças. Elas confeccionaram diferentes itens para vender e, com o valor arrecadado, ajudaram o ministério com imigrantes. Os migrantes sempre vão à cidade para trabalhar em serviços gerais e sustentar suas famílias que vivem em estados mais empobrecidos. As crianças se animaram tanto que toda a Igreja foi mobilizada. E juntos conseguiram doações de Novos Testamentos em 3 idiomas comuns locais, que serão distribuídos aos visitantes, durante a festa de Natal na Igreja. Ore por esse momento. Já na Colômbia, o Natal é celebrado durante os 31 dias de dezembro, de

forma bem festiva com decorações nas ruas, comidas típicas e muito mais. A Fundação PARE se atentou para a realidade das crianças abandonadas e totalmente vulneráveis que vivem nas ruas de Medelín. Com o propósito de alcançar 600 pequeninos, a Fundação, junto com o apoio de mais quatro Igrejas locais, conseguiu doações de presentes e apoio para realizar uma “fiesta navideña” (festa de natal). Entre os dias 16 e 24, separados em grupos devido a pandemia, as crianças estão sendo recebidas na Fundação, ou

sendo alcançadas nos hospitais e nas ruas, pelos líderes e voluntários que levam alegria através de um alimento, brinquedos e, sobretudo, a mensagem do nascimento de Jesus. Em Moçambique, as festas de Natal foram realizadas antes, pois é tradição local viajar para passar as festividades com a família, aproveitando também que é a época de férias escolares das crianças. A missionária Ana Cristina, do Projeto Sublime Tarefa, realizou um encontro na casa de uma das alunas. Ao todo, são 62 mulheres que participam dos estudos bíblicos e que es-

tiveram juntas para um momento de louvor, adoração, apresentações de grupos de dança e musicais especiais. Além de um tempo para testemunhos, agradecimentos, trocas de presentes e, é claro, um delicioso e abençoado almoço. Na Espanha, os missionários Armando e Catarina Oliveira, seguem fortalecendo os relacionamentos com os espanhóis. Para o Natal, eles realizaram a operação “Niño de la Navidad” (Criança do Natal) com a participação de seis famílias. No apartamento dos missionários foi realizado a entrega de presentes em caixas ornamentadas para ajudar crianças do deserto do Saara. Também houve o mover do Espírito Santo nos corações dos pais, porque eles permitiram a entrega de bíblias infantis a seis crianças. Através dessa ação, foi possível também combinar com algumas famílias a realização da Ceia de Natal na casa dos missionários. A época do Natal na Espanha é um momento delicado, de sensibilidade espiritual e religiosa, mas os missionários estão confiantes que Deus trará oportunidades de apresentar Jesus. Agradeça a Deus pela vida dos missionários nos campos que continuam levando o amor e a Palavra do Senhor às pessoas ao redor do mundo, em qualquer tempo. De Missões Mundiais para você, um Feliz ano novo com Jesus! n


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NOTÍCIAS DO BRASIL BATISTA

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Cantata de Natal da PIB Belo Horizonte - MG participa do Circuito Cultural Liberdade É a estreia da Igreja na programação cultural. Extraído do site da Convenção Batista Mineira No ano de 2021, a Primeira Igreja Batista de Belo Horizonte (PIBBH) fez a sua estreia na programação cultural “Circuito Liberdade”, realizada pelo Governo do Estado de Minas Gerais com a Cantata de Natal. A apresentação aconteceu no último dia 19 de dezembro, na Igreja. Segundo o pastor Ruan Noce, líder da PIBBH, a Cantata entrar no circuito cultural da cidade faz parte da visão da Igreja em exercer influência em várias esferas da sociedade, inclusive, a cultural: “Entendemos de maneira muito clara que a melhor forma de se propagar valores e princípios na sociedade é através da arte, por exemplo: os EUA através da música e do cinema propagaram os seus valores no mundo inteiro. Portanto, desde 2018, temos trabalhado em letras e composições, apresentações na escadaria da Igreja, conteúdo infantil e adolescente para internet, podcasts, livros e filmes de curta duração, como por exemplo o curta metragem que produzimos em 2020”. A Cantata de Natal da PIBBH apresentou ao público o verdadeiro sentido

PIBBH fez sua estreia no circuito cultural de Minas Gerais do Natal e a construção do projeto se deu a partir de algumas importantes questões: “Já é natal?” E a resposta foi: “depende do que você entende por Natal”. Se Natal para você é tempo de compras, então, já é Natal. Mas, Natal não é apelo consumista, troca de presentes, mesas fartas, mas corações vazios. Natal não é luzes por todas as partes. Natal é o nascimento de Cristo e, de acordo com o texto de Isaías 9, onde Jesus nasce, a luz vence as trevas, a alegria vence a tristeza e a paz vence as guerras. Natal, portanto, é dizer nasça em mim não apenas

Cantata de Natal natalina teve objetivo de influenciar o público através da mensagem do nascimento de Jesus

como um menino, mas como senhor e salvador da minha vida! Natal é o nascimento de Cristo e onde Cristo nasce ele transforma as realidades! Esse foi o enredo da nossa cantata”, explicou Noce. Para as próximas edições do Circuito Liberdade a PIBBH já garantiu sua participação de forma que continuará colocando em prática a sua visão de influência na capital mineira.

2010, após a inauguração da Cidade Administrativa e a transferência oficial da sede do governo da Praça da Liberdade para a região Norte de Belo Horizonte. A sua criação visava transformar os prédios históricos esvaziados em espaços com vocação para a arte, a cultura e a preservação do patrimônio, reunidos como complexo cultural referência para moradores da capital mineira e visitantes. Hoje, o Circuito é composto por 33 instituições, Sobre o Circuito Liberdade que permeiam por diferentes aspectos O Circuito Liberdade foi criado em do universo cultural e artístico.

Igreja Batista em Cajueiro - AL completa 23 Anos pregando a Palavra de Deus Missionários Batistas ajudaram a emancipar a Igreja. Extraído do site da Convenção Batista Alagoana (adaptado) Nos dias 04 e 05 de dezembro de 2021, a Igreja Batista em Cajueiro-AL agradeceu a Deus por 23 anos de trabalho. O pastor Djalma Inoue, secretário-executivo da Convenção Batista Alagoana (CBAL) esteve na comemoração. Entre os preletores estava o pastor José Urbano, da Comunidade Batista da Graça, em Caruaru-PE. Segundo o pastor Carlos Rubens, presidente da Igreja, foram mensagens genuinamente bíblicas. História Cumprindo o ide de Jesus, a Igreja Batista do Farol, em parceria com a Convenção Batista Alagoana (CBAL) e Junta de Missões Nacionais (JMN), enviou para Cajueiro as missionárias

Igreja Batista em Cajueiro recebeu secretário executivo da CBAL Vera Lúcia e Suely, com o propósito de implantar uma Igreja Batista na cidade, e em 12 de dezembro de 1998, foi, então, organizada a Igreja Batista em Cajueiro. Nestes 23 anos de história, a Igreja teve a frente do seu ministério os pastores Pedro Barros de Góes; José Cló-

Durante os 23 anos, Igreja foi liderada por cinco pastores

vis Lins; Luciano Ricardo Miranda de Souza; Julio Cesar Almeida da Cunha; e, hoje, Carlos Ruben França Siqueira. O pastor Carlos Ruben diz que a Igreja Batista do Cajueiro é grata a Deus por tudo que Ele tem feito e por tudo que ainda há de fazer nesta cidade; é grata a Igreja Batista do Farol,

pela visão missionária, a Convenção Batista Alagoana e a Junta de Missões Nacionais pelo apoio e parceria desenvolvida para que o trabalho no campo pudesse ser realizado e, assim, chegar aos 23 anos de trabalhos ininterruptos de pregação da palavra nesta cidade. n


O JORNAL BATISTA Domingo, 02/01/22

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PONTO DE VISTA

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Educação Cristã e seus fundamentos

A Declaração Doutrinária da CBB e seus princípios - Parte II Genivaldo Félix

diretor geral do Seminário Teológico Batista Goiano

“O ensino e treinamento são básicos na comissão de Cristo para os Seus seguidores, constituindo um imperativo divino pela natureza da fé e experiências cristãs. Eles são necessários ao desenvolvimento de atitudes cristãs, à demonstração de virtudes cristãs, ao gozo de privilégios cristãos, ao cumprimento de responsabilidades cristãs, à realização da certeza cristã. Devem começar com o nascimento do homem e continuar através de sua vida toda. São funções do lar e da Igreja, divinamente ordenadas. E constituem o caminho da maturidade cristã. Desde que a fé há de ser pessoal e voluntária em cada resposta à soberania de Cristo, o ensino e treinamento são necessários antecipadamente ao Discipulado Cristão, e a um testemunho vital. Este fato significa que a tarefa educacional da Igreja deve ser o centro do programa. A prova do ministério do ensino e treinamento está no caráter semelhante ao de Cristo e na capacidade de enfrentar e resolver eficientemente os problemas sociais, morais e espirituais do mundo moderno. Devemos treinar os indivíduos a fim de que possam conhecer a verdade que os liberta, experimentar o amor que os transforma em servos da humanidade e alcançar a fé que lhes concede a esperança no Reino de Deus. A natureza da fé, experiência cristã, a natureza e necessidades das pessoas, fazem do ensino e treinamento um imperativo”. Conforme o enunciado do item 7 - ensino e treinamento, traz uma referência à Grande Comissão (Mateus 28.19,20). No conteúdo do enunciado, a relação didática entre o “Ensino e treinamento”, termos utilizados para se referir a natureza da fé e da experiência cristã. Entendo que o “ensino” é um termo mais restrito a prática educativa do professor em sala de aula, seja presencial ou nos ambientes virtuais, enquanto, o termo “educação”, em relação ao “ensino” é mais amplo, podendo ser aplicado, ao âmbito da gestão de educação cristã na Igreja local. Com relação ao termo “treinamento”, sugiro substituir por outros termos como: capacitação, aperfeiçoamento. Treinamento é um termo empregado para algo de “curto prazo” e resulta-

dos imediatos. Ou seja, um termo mais adequado à realidade vivida atualmente, implica no desenvolvimento de competências, no plural; em outras palavras, conteúdo do conhecimento (aprender saber), habilidades (aprender fazer) e atitude (aprender a sentir). É muito comum, no contexto educacional, determinados termos apresentarem uma conotação mais polissêmica e polifônica, isto é, com vários sentidos, dependendo do lugar que se lança o olhar sobre o objeto em análise. Percebe-se que tal princípio está relacionado a termos como: “atitudes”, “virtudes”, “privilégios”, “responsabilidades” e a “certeza” cristã. Ou seja, uma diversificação e diversidade de termos, com sentidos e significados diferentes, a partir de uma cosmovisão cristã. Sempre que necessário, é fundamental conceituar esses termos, dando uma maior clarividência ao texto. No enunciado do princípio - item 7, constata-se também a função do lar e da Igreja, Instituições sociais, relevantes para o processo educativo, porém, não especifica quais são essas funções. Entende-se que tais funções, refere-se ao fato de que tudo começa “com o nascimento do homem e continua através de sua vida toda”. Ou seja, uma formação lifelong learners, “formação ao longo da vida”, ou “aprendizes ao longo da vida”. Como vimos, a ênfase recai sobre a relação “ensino e treinamento”. Em um contexto social, cuja tendência implica no desmantelamento destas Instituições, faz-se necessário redescobrir a relevância tanto da família e da Igreja como Instituições educativas. Ressaltando que, diferente da Declaração Doutrinária da CBB, a expressão é “Educação Religiosa”, nos itens 7 e 8; nos Princípios Batistas, a expressão é “Educação Cristã”. Tal caracterização, entre “Educação Religiosa ou Cristã”, é tratada por outros autores e livros. Para alguns especialistas, são termos sinônimos, enquanto para outros, se trata de adjetivos diferentes. Quanto ao item 8 - Educação cristã, entre outras relações, se estabelece a relação entre “fé e razão”. O enunciado traz outros termos importantes, como: liberdade, liderança, papel das escolas cristãs e das Igrejas. Aqui também se aplica a necessidade de conceituar os termos citados no enunciado do

princípio, em discussão. O princípio menciona outras expressões como “padrões acadêmicos elevados”, mas sem descrever o que se quer dizer. Vamos a releitura do item 8, conforme descrito abaixo. “A fé e a razão aliam-se ao conhecimento verdadeiro. A fé genuína procura compreensão e expressão inteligente. As escolas cristãs devem conservar a fé e a razão no equilíbrio próprio. Isto significa que não ficarão satisfeitas senão com os padrões acadêmicos elevados. Ao mesmo tempo, devem proporcionar um tipo distinto de educação – a educação infundida pelo espírito cristão, com a perspectiva cristã e dedicada aos valores cristãos. Nossas escolas cristãs têm a responsabilidade de treinar e inspirar homens e mulheres para a liderança eficiente, leiga e vocacional, em nossas Igrejas e no mundo. As Igrejas, por sua vez, têm a responsabilidade de sustentar condignamente todas as suas instituições educacionais. Os membros de Igrejas devem ter interesse naqueles que ensinam em suas instituições, bem como naquilo que estes transmitem. Há limites para a liberdade acadêmica; deve ser admitido, entretanto, que os professores das nossas instituições tenham liberdade para erudição criadora, com o equilíbrio de um senso profundo de responsabilidade pessoal para com Deus, a verdade, a denominação, e as pessoas a quem servem. A educação cristã emerge da relação da fé e da razão e exige excelência e liberdade acadêmicas que são tanto reais quanto responsáveis”. O item 8 - propõe pensar o dualismo entre “fé e razão”, em relação ao conhecimento, adjetivado de verdadeiro, “fé genuína”, compreensão e expressão inteligente. Quando se refere a “escolas cristãs” visa a manutenção da “fé e a razão”. Propõe ainda, “um tipo distinto de educação”, com a perspectiva cristã e dedicada aos valores cristãos. Neste artigo pretendo inicialmente desenvolver uma breve análise destes dois itens contidos nos Princípios Batistas, sem pretensão de esgotá-los, mas apenas fazer algumas provocações e tentativas de releitura deles. Constata-se que os dois itens seguem uma lógica, estão conectados um ao outro, no item 8 - um viés mais filosófico, ou uma filosofia da educação cristã. Um tipo de conhecimento,

menos relativo, mas absoluto, a partir de uma cosmovisão cristã. Outra relação importante neste princípio trata-se da relação conhecimento e educação. Conhecimento cuja fundamentação encontra-se nas Escrituras. Toda educação cristã sedimenta-se nas Escrituras. É saudável, quando se dá ênfase a figura das “escolas cristãs”, natureza e missão, na formação de liderança “eficiente, leiga e vocacional”. Essas “escolas cristãs” pode ser uma referência às nossas Instituições de ensino teológico, cujo papel, consiste em servir as Igrejas na formação de liderança por excelência para atuar à frente dos ministérios. Cabe às Igrejas, por sua vez, sustentar suas “instituições educacionais”. Creio que isso faz parte da nossa cultura, constituição, nossa vocação enquanto Igrejas. Creio que o ministério pastoral e de educação cristã, tem uma extensão na docência de nossas Instituições de ensino teológico e ministerial. Entendo que todo educador cristão, sempre que possível, deve atuar na docência de nossas Instituições de ensino, na formação das novas gerações de vocacionados. Considerou neste artigo, breve ensaio, sobre dois fragmentos dos Princípios Batistas, que tratam, no item 7 do ensino e treinamento e da Educação Cristã e, no item 8 - Educação Cristã. Espero ter contribuído para o ensino e a pesquisa, sobre referências documentais relevantes, para se pensar a educação cristã e seus fundamentos. E como disse o autor do enunciado, deste princípio, “A educação cristã emerge da relação da fé e da razão e exige excelência e liberdade acadêmicas que são tanto reais quanto responsáveis”. Referências AMARAL, Othon Ávila; BARBOSA, Celso Aloísio Santos. O livro de Ouro da CBB. Epopéia de fé, lutas e vitórias. Rio de Janeiro: JUERP, 2007. MARTINS, Jaziel Guerreiro. Manual do Pastor e da Igreja. 2005. SILVA, Roberto do Amaral. Princípios e doutrinas batistas. Os marcos de nossa fé. Rio de Janeiro: JUERP, 2007. (Como a Bíblia nos fala hoje). SOUZA, Sócrates de Oliveira. Pacto & Comunhão. Rio de Janeiro: 2010. n


PONTO DE VISTA

O JORNAL BATISTA Domingo, 02/01/22

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Sete passos para criar uma cultura de inovação na Igreja Elana Ramiro

presidente da Associação de Educadores Cristãos Batistas do Brasil

Para implantar uma cultura de inovação é fundamental reconhecer o papel da equipe no alcance da missão educacional da Igreja e valorizar o potencial criativo de cada um, independente da sua posição como servo. Afinal de contas, todo mundo gosta de atuar em ambientes onde os desafios são encarados com coragem e a participação de todas as pessoas é considerada indispensável para a resolução de problemas. As equipes podem aprender a analisar situações e criar soluções de forma natural e contínua, o que certamente as tornarão automotivadas e proativas. Este tipo de cultura, além de potencializar o alcance do programa educacional, também pode ajudar muito na mordomia dos recursos, uma vez que a avaliação constante diminui os custos, ao mesmo tempo em que aumenta a efetividade. Mas, a grande questão é: como ajudar a minha equipe atual a tornar-se altamente engajada numa cultura de inovação e cooperação? O que preciso mudar na minha forma de liderar o ministério, que pode facilitar o desenvolvimento deste tipo de cultura? Vamos conversar agora sobre sete passos

simples que você pode começar a toQuais são as limitações? mar agora mesmo e que podem mudar Como essa ideia contribuirá para o curso da sua liderança: as pessoas? Quanto vai custar? 1. Deixe sempre o canal de ideias Quais são os riscos? aberto Quanto tempo vai demorar? É fundamental garantir que as pesComo você vai medir os resultados? soas saibam que podem dar ideias e Essas perguntas podem ser ajustaqual é o meio adequado para fazer das, o importante é que todos saibam isso. Os métodos podem ser variados, que novas ideias são bem-vindas. como ter uma caixa de sugestões, um momento nas reuniões, maratonas de 3. Refine ideias de forma coletiva construção de projetos, fóruns de dis- e contínua cussão ou conversas direcionadas. O Quando uma ideia surge, ela precisa importante é que o meio seja acessível ser avaliada e refinada coletivamente, a todos, afinal, nunca se sabe de onde num processo colaborativo baseado virá uma grande ideia. nos objetivos e diretrizes da área educacional. Diversas partes interessadas 2. Ajude as pessoas a aprimorarem devem ser convidadas para ajudar a suas ideias refinar a ideia. Este tipo de ação permiA inovação é algo que pode partir te que os participantes acompanhem de qualquer pessoa, mesmo que não se o processo de aprimoramento coletivo ache capaz ou que não tenha experiên- das ideias. cia nenhuma com processos criativos. Ela só precisa saber que não fará isso 4. Teste as ideias antes sozinha e que encontrará um ambiente Certifique-se de que há um procesde acolhimento para as suas ideias. A so claro para testar e avaliar cada nova maioria das pessoas precisa de ajuda ideia. As pessoas se sentirão encorapara desenvolver ideias em potencial. jadas a fazer sugestões e recomendaQuando alguém da sua equipe chegar ções se perceberem que suas ideias com uma sugestão, use um conjunto serão devidamente consideradas e se de perguntas simples para ajudá-la a a sua liderança inspirar isso. amadurecer a ideia: Qual é o seu objetivo? 5. Coloque as ideias em prática Como isso pode ser feito? Com as ideias devidamente testa-

das, chegou a hora de planejar estrategicamente para colocá-las em prática com mais pessoas. É nessa hora que você vai definir se os recursos financeiros serão suficientes, qual equipe está preparada para executá-la e o tempo de ação. 6. Cresça com as falhas Ao buscar a inovação é necessário aceitar que nem todas as ideias obterão sucesso, porém, as falhas podem ajudar a aprimorar ou criar soluções inovadoras. Erros podem ser transformados em oportunidades e melhorias, basta enxergar o potencial de cada um. O maior risco que o ministério pode correr pode ser exatamente não tentar nada inovador. Mas cuidado, as falhas não podem estar relacionadas ao conteúdo da Palavra de Deus! 7. Reconheça as colaborações Para finalizar, é muito importante reconhecer o trabalho de todos. Sempre que uma ideia for colocada em prática e agregar valor ao ministério, valorize publicamente quem tornou isso possível. Além de motivar as pessoas, o reconhecimento incentivará outras pessoas a inovar sempre. Seguindo estes sete passos você dará início a uma nova fase na sua liderança. n

Recomeçar Eliszangela Santos de Oliveira educadora cristã

“Pois eu bem sei que planos tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; planos de prosperidade e não de mal, para vos dar um futuro e uma esperança” (Jr 29.11). Vivemos um tempo de tribulações diárias com violência espalhada por todos os cantos, fome e falta do temor de Deus. Jeremias 29.11, fala da promessa de Deus para o Seu povo, ao mesmo tempo traz a promessa de um futuro melhor. Como podemos recomeçar nesse tempo tão obscuro e ao mesmo tempo tão revelador? Romanos 15.13 fala: Que o Deus da esperança vos encha

de toda alegria e paz na vossa fé, para que transbordeis na esperança pelo poder do Espírito Santo. Essa é uma promessa para o hoje, nos dando esperança para um futuro melhor, como podemos ler em Romanos 14.4: “Quem és tu, que julgas o servo alheio? É para seu próprio senhor que ele está em pé ou cai; mas estará firme, pois o Senhor é poderoso para o firmar.” O contexto da história relatada no livro de Jeremias fala do povo que foi levado cativo de Jerusalém e a ordem deixada por Deus a eles, que diz: “Edificai casas e habitai nelas; plantai pomares e comei do seu fruto. Casai-vos com mulheres e gerai filhos e filhas; também tomai esposas para vossos filhos e dai vossas filhas em casamento para que tenham filhos e

filhas. Multiplicai-vos ali e não venhais a diminuir” (Jr 29.5-6). Essa história nos faz pensar que estamos vivendo dias de cativeiros. São dias onde sofremos perseguições por sermos cristãos, somos proibidos de expressar o que pensamos, sentimos e acreditamos. Vamos pausar o tempo e refletir… Em II Crônicas 36.20 temos a promessa de Deus ao Seu povo cativo por 70 anos na Babilônia: “Quem escapou da espada, ele levou para Babilônia; e se tornaram servos dele e de seus filhos, até o tempo do reino da Pérsia. Depois desse tempo finalmente terminou e o povo voltou a Jerusalém”. Para recomeçarmos precisamos avaliar o que fizemos e servirá como aprendizado para vida futura, porque Deus permite que cada pessoa escolha

o que vai fazer na vida. Desde o tempo cativo o povo escolheu o que fazer, se queriam ou não servir a Deus e ter um futuro. E, assim continua, o nosso Deus não promete riquezas, mas paz e vida tranquila. Chegou a hora de escolhermos e assim recomeçar. Se você buscar a Deus, Ele, de todo o coração, fará a melhor escolha no seu recomeçar Referências: Bíblia Nova Versão Internacional. Bíblia Shedd – SBB: Editora Vida Nova. n


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