HÁ 15 ANOS LEVANDO INFORMAÇÃO DE QUALIDADE À REPOSIÇÃO AUTOMOTIVA
VEM AÍ UM NOVO ANO



CONFIRA AS PREVISÕES PARA O PRÓXIMO ANO 2022 será de desafios, mas com muito otimismo, na visão dos executivos entrevistados do setor. Tendo em vista que há uma grande demanda reprimida por manutenção, a postergação da troca de veículo e também a falta do 0 KM. Escassez de peças e insumos ainda preocupa.
SINCOPEÇAS-SP
Comemorando 80 anos, entidade apresenta livro que conta toda a sua trajetória
Balcão Automotivo faz série de lives com vendedores do varejo e distribuição DIA DO BALCONISTA
PESADOS & COMERCIAIS
Até novembro, foram quase 117 mil caminhões comercializados no País
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HÁ 15 ANOS LEVANDO INFORMAÇÃO DE QUALIDADE À REPOSIÇÃO AUTOMOTIVA
Balcão Automotivo é uma publicação dirigida aos profissionais automotivos e tem o objetivo de trazer referências ao mercado, para melhor conhecimento de seus profissionais e representantes.
Os anúncios aqui publicados são de responsabilidade exclusiva dos anunciantes, inclusive com relação a preço e qualidade. As matérias assinadas são de responsabilidade dos autores.
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QUE VENHA 2022!
Definitivamente, 2021 não foi fácil, assim como já tinha sido o ano passado. A única e significativa diferença, no entanto, é que felizmente com o advento da vacina para combater à Covid-19, o mercado reagiu em praticamente todos os elos da cadeia de distribuição de autopeças, o que traz um panorama melhor do que ano que se avizinha.
2022 virá desafiador, mas com muito otimismo, na visão dos executivos do setor. É bom que se diga que há uma grande demanda reprimida por manutenção, a postergação da troca de veículo e também a falta dos 0 KM. A verdade é que o este ano foi difícil para a reposição, principalmente por conta da falta de peças e insumos.
caminhões comercializados no País, alta de 46% em relação ao mesmo período de 2020. Também no período, foram comercializados 80 caminhões movidos a gás e 240 caminhões elétricos, ante 45 e 41, respectivamente, no mesmo intervalo do ano passado.
Ainda: Sincopeças coroa as comemorações de seus 80 anos de atividades ininterruptas com a publicação de livro que conta a trajetória da entidade. Nesta edição, trazemos fragmentos de uma grande história de empreendedorismo, perseverança e paixão por automóveis, seus componentes e o negócio de comercializá-los.
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Em homenagem ao Dia do Balconista, comemorado no dia 26 de novembro, o Balcão Automotivo realizou uma série de cinco lives. Além de vendedores do varejo e distribuição, Ranieri Leitão, presidente do SSA-Ce e Sincopeças Brasil, Heber Carvalho, presidente do Sincopeças-SP, e Rodrigo Moreira, presidente do Sincopeças-RJ, participaram das transmissões.
Em Pesados & Comerciais, no acumulado do ano até novembro, foram quase 117 mil
E como terceira reportagem da série, em outubro, a Auto Norte estreou no Sudeste com a sua nova marca, a Peça Brasil, em Belo Horizonte. No primeiro semestre de 2022 será a vez de São Paulo. Com a nova marca, o objetivo da Auto Norte é estar fisicamente em todas as regiões do País, já com planos de abertura de uma filial em Goiânia (GO).
A você, leitor (a), Feliz Natal e um 2022 só de boas notícias!
Até o ano que vem!
O EDITOR
DIRETORIA
DIRETOR COMERCIAL
Edio Ferreira Nelson edio@jornalbalcaoautomotivo.com.br
CONSELHEIRO CONSULTIVO Carlos de Oliveira
COMERCIAL
EXECUTIVO DE CONTAS Richard Faria richard@jornalbalcaoautomotivo.com.br
REDAÇÃO
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Karin Fuchs redacao2@jornalbalcaoautomotivo.com.br
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NORMA ABNT PARA VENDEDOR
VIGOR

Conquista de todo o mercado brasileiro de reposição – por iniciativa do Sincopeças-SP e Sincopeças Brasil – a Norma Técnica para Qualificação Profissional de Vendedor de Peças e Acessórios para Veículos foi aprovada e já publicada pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, sob número 16999:21.
MARELLI ANUNCIA PLANO PARA NEUTRALIZAR AS EMISSÕES DE CO2 ATÉ 2030
A Marelli anuncia seu compromisso de alcançar a neutralidade de carbono em suas operações até 2030. A conquista dessa meta se dará através de um conjunto de medidas que visam reduzir o consumo de energia, assegurar a utilização de energias renováveis e neutralizar as emissões residuais inevitáveis.
ZF AFTERMARKET E MERCADOCAR

A ZF fechou no ano passado uma parceria com a MercadoCar, com nove megalojas de autopeças na Grande São Paulo. Por meio de seus programas e qualificação on-line de profissionais de oficinas e de vendedores de autopeças, oferece treinamento para toda a equipe técnica das lojas. Até agora foram mais de 700 certificados emitidos.
PILOTO PERCORRE PRINCIPAL

AVENIDA DE OSASCO COM
CARRO DO GRUPO UNIVERSAL
AUTOMOTIVE SYSTEMS
Beto Monteiro, tetracampeão brasileiro de Truck e o primeiro piloto da história a competir uma temporada completa na Stock Car e na Copa Truck, percorreu a Av. dos Autonomistas, em Osasco (SP), com carro de volta rápida. O evento celebrou a parceria realizada recentemente entre a Prefeitura de Osasco e o Grupo Universal.
ZM ESTÁ,
MAIS UMA VEZ, ENTRE AS “500 MAIORES EMPRESAS DO SUL DO BRASIL”
A ZM, com sede de mais de 56 mil m2, na cidade de Brusque (SC), destaca-se em 284° lugar na classificação geral e reconhecida com a 74ª maior empresa do estado. Já entre as indústrias do setor automotivo, a empresa destaca-se em 1° lugar, como a maior em rentabilidade do estado e em 5° lugar da região Sul do País.


MTE-THOMSON LIBERA EM SEU CATÁLOGO ELETRÔNICO BUSCA DE PEÇAS PELA PLACA DO VEÍCULO

O catálogo on-line da marca já funciona com mais de 3.000 itens cadastrados, para as linhas de Temperatura, Injeção Eletrônica, Linha Moto, Diesel e Sonda Lambda através da busca por ano, modelo, tipo de motorização e códigos originais, concorrentes e de barra, e agora pode receber também através da placa do veículo.
SAMPEL 2022: CRESCIMENTO PRODUTIVO E AUTOMATIZAÇÃO DE PROCESSOS ESTÃO NA PAUTA

Em janeiro, a Sampel, que fornece para a reposição, sistemistas e montadoras, terá 10 novas injetoras com sistemas automatizados e robóticos, instaladas no novo parque fabril de 5 mil m2, ao lado da zona industrial principal. Ao todo, a serão 42 injetoras de metal / borracha, evoluindo a capacidade produtiva em 30%.
NAKATA LANÇA EAD GRATUITO PARA CAPACITAÇÃO DE VENDEDORES DE AUTOPEÇAS QUE ATENDE À NORMA ABNT
Lançado no dia 26 de novembro, data da comemoração do Dia do Vendedor de Autopeças, o curso atende às necessidades de capacitação de vendedores de autopeças e está totalmente em conformidade com a norma ABNT NBR 16999 – Qualificação de Vendedor de Peças e Acessórios para Veículos.
Confira os canais digitais da Nakata: EAD “Consultor de Vendas Nakata”: https://www.nakata.com.br/treinamento
Canal YouTube: https://www.youtube.com/user/ComponentesNakata
Instagram Feras da Venda: https://www.instagram.com/ferasdavendanakata/ Blog Nakata para vendedores: https://blog.nakata.com.br/category/para-o-vendedor/

SEMINÁRIO DESAFIO 21/22 É DESTAQUE EM FORTALEZA (CE)
Nos dias 22, 23 e 24 de novembro, em Fortaleza (CE), aconteceu de forma híbrida o Seminário Desafio 21/22, sob o comando do presidente do SSA-Ce e Sincopeças Brasil, Ranieri Leitão, onde foram apresentadas as tendências do setor automotivo através de palestras dos renomados consultores Cláudio Araújo e Sérgio Alvarenga.




DANA LANÇA PROMOÇÃO TRINCA DA SORTE PARA
OS REPARADORES
COM VÁRIOS PRÊMIOS TODOS OS DIAS
A Dana lançou no mês de novembro a promoção Trinca da Sorte / Raspadinha de Natal, direcionada para os profissionais da reparação automotiva. A promoção tem uma raspadinha digital através do site e validade até 30 de dezembro, premiando os reparadores com 325 prêmios instantâneos.


FORD TRAZ UM NOVO
POSICIONAMENTO PARA A MARCA NO BRASIL

A Ford apresentou a nova assinatura da marca, “Ford Ready for More”, com um filme criado especialmente para o lançamento. O novo posicionamento da Ford no Brasil reflete o perfil do consumidor moderno – ativo e que tem paixão por conquistas, vai em busca dos seus objetivos e está sempre pronto para mais – e a força do seu portfólio, com uma linha de veículos totalmente conectados, sinalizando também o futuro da marca com o Mustang Mach-E.
BMW CONCEPT XM APRESENTA POTÊNCIA E LUXO
A BMW M GmbH apresenta no evento Art Basel de Miami, Estados Unidos, o BMW Concept XM, o primeiro modelo exclusivo projetado pela marca esportiva desde o BMW M1. O novo esportivo é um presente e tanto para comemorar os 50 anos da BMW M em 2022. O poderoso conceito é o carro mais potente de produção da história do fabricante. A produção terá início no fim de 2022, concentrada em Spartanburg, Carolina do Sul, Estados Unidos.
HONDA inicia a pré-venda do New City no mercado brasileiro
TOYOTA É A PRIMEIRA
MARCA
AUTOMOTIVA
A PARTICIPAR
DA BLACK
DAS BLACKS
DO MAGALU

Atenta às mudanças de consumo provocadas pela pandemia, como a maior presença digital dos consumidores, a Toyota do Brasil teve espaço publicitário durante o show da “Black das Blacks”, do Magalu, realizado em dia 25 de novembro. Desde 2019, o Magalu organiza o evento com grandes nomes do entretenimento brasileiro para ampliar as ofertas e ações da Black Friday e, pela primeira vez, uma empresa do setor automotivo participou do mega show.


A Honda realizou em novembro o lançamento virtual do New City e New City Hatchback para o público e anunciou oficialmente o início da pré-venda do sedã. Os clientes poderão reservar o modelo junto às concessionárias da marca a partir de janeiro de 2022. Os preços são: EX: R$ 108.300,00; EXL: R$114.700,00 e Touring: R$ 123.100,00. (*Preço público sugerido para todo o território nacional, exceto Estado de São Paulo e cidade de Manaus)






AUDI do Brasil renova estratégia de embaixadores e apresenta nova integrante
A Audi do Brasil revelou sua nova estratégia com a plataforma de embaixadores de marca para os próximos anos e apresentou a mais nova integrante, a influenciadora Silvia Braz, que se junta a Alex Atala, Gabriel Medina, Gustavo Cerbasi, Isabelle Drummond e Tiago Alves. O grupo foi apresentado na House of Progress, um dos projetos de experiências mais marcantes da história da Audi no Brasil.





2022 VIRÁ COM MUITOS DESAFIOS, MAS COM
MUITO OTIMISMO




Por: Karin Fuchs | Foto(s): Divulgação




Ainda há uma grande demanda reprimida por manutenção, a postergação da troca de veículo e também a falta dos 0 KM
Oano de 2021 foi de muitos desafios para o setor de reposição, principalmente pela falta de peças e insumos. “O ano deveria ter sido de franca retomada no mercado de reposição. Mas, foi marcado por grande escassez de insumos, principalmente no primeiro semestre, elevada variação de custos e significativa flutuação cambial, tornando-se um ano de grandes desafios para todo o mercado”, diz Marcelo Sanches, Aftermarket Director – LATAM Dayco.
Para tentar minimizar esses impactos e atender aos seus clientes, Sanches conta que o caminho foi utilizar todos os recursos disponíveis. “Seja empenho das equipes regionais, centros de distribuição espalhados em todo o mundo e sinergia entre as áreas”. E que o resultado de 2021 poderia ter sido melhor. “A Dayco encerrará o ano com crescimento de um dígito versus 2020. Poderia ter sido acima de dois dígitos, se não fosse a falta de peças”.
Tatsuya Satoh, presidente da KYB do Brasil - Divisão Aftermarket, diz que 2021 foi ainda melhor em termos de crescimento. “Conseguimos um grande salto para o reconhecimento de nossa marca e o crescimento de market share do aftermarket. Acreditamos que ele não será apenas um crescimento de demanda especial (temporário) após a pandemia, mas a nossa tendência de crescimento. O que contribuiu para isso foi o reconhecimento da alta qualidade dos nossos produtos pelos distribuidores e pelos mecânicos de oficinas”.
Gerente Comercial da CVN Autoparts, Ricardo Cesar Abreu, informa que eles
“A frota circulante de veículos, com idade média de 10 anos, demanda manutenção e movimenta toda a cadeia. O aftermarket é responsável por 80% dos mais 46 milhões de veículos que circulam pelo País. É um mercado que cresce de forma contínua e estável”.
Rodrigo Carneiro, presidente da Andap
também colheram bons resultados. “Levando em conta a falta de mercadoria e o aumento desordenado de insumos e transportes, além do segundo ano da Covid-19”. Percalços similares foram presenciados no Grupo Real, de acordo com o diretor Executivo, João Alberto Leles Gomide.
“Enfrentamos uma segunda onda da Covid-19, problemas de produção e entrega e aumento de preços. Mesmo com todas essas adversidades, finalizaremos o ano com números positivos, graças ao trabalho de todos os nossos colaboradores, que buscam estar cada vez mais próximos de nossos clientes”, especifica.
Na SKF, mesmo 2021 ter sido mais um ano adverso pelo impacto da segunda onda da Covid-19 e instabilidade macroeconômica, eles registraram resultado positivo de vendas. “Em alguns meses do ano, chegou a superar a nossa marca histórica. Temos a convicção de que os principais fatores que contribuíram para mais um bom ano são os valores e prioridades estratégicas da SKF, tais como: trabalho em equipe, ética, segurança, paixão, empatia e coragem”, conta o gerente de Vendas Reposição Automotiva, Ademar Oliveira.
MAIS RESULTADOS
O planejamento prévio e as ações em 2021 levam a Pacaembu Autopeças a encerrar 2021 com crescimento em relação a 2020 e a 2019, na casa de dois dígitos. “Não terminamos o ano, mas o trabalho focado da nossa equipe, o qual a satisfação dos clientes e o bem-estar dos nossos colaboradores são nossos principais objetivos, nos ajudou a ter um ano de conquistas e muitas novidades. Os resultados foram fruto de muito trabalho, nossas pessoas foram fundamentais nesta trajetória, mesmo com os inúmeros desafios e incertezas de 2021”, diz a diretora de Marketing e Compras, Ana Paula Cassorla.


Neste ano, foi reformulada a marca Pacaembu. “Ela ganhou um apelido carinhoso, PABU, e será nossa marca no mundo digital. Trabalhamos um conceito mais digital, ampliamos nossa participação nas redes sociais e lançamos a nossa loja virtual. Estamos muito focados na digitalização dos nossos processos onde poderemos oferecer uma experiência diferenciada e satisfazer ainda com mais qualidade nossos clientes”.
Diogo Sturaro, diretor de Marketing e TI da Cobra Rolamentos e Autopeças, também informa que o balanço até o momento é positivo. “Enfrentamos desafios com falta de produtos e aumentos de preços recorrentes anunciados pela cadeia de suprimentos. Este cenário pressionou os clientes a investir mais nos seus estoques para evitar a falta de peças no balcão”.

Para minimizar a falta de produtos, foram aprimorados e ampliados o uso de ferramentas e soluções de machine learning, gerando maior assertividade na reposição de estoques e disponibilidade de produtos para as suas 28 unidades localizadas no Brasil. “Também revisamos e fortalecemos nosso portfólio oferecendo opções de marcas e itens a nossos clientes”, acrescenta.
Outro ponto que ele destaca é o comprometimento da equipe. “O foco constante na melhoria do serviço e o nosso atendimento, tão valorizado pelos nossos clientes, fortaleceu ainda mais nossa atuação e contribuiu para os resultados obtidos pelos nossos clientes e pela Cobra”.
Diretor Comercial da Jahu Borrachas e Autopeças, e presidente do Sicap Alcides José Arcebi Neto, informa que o desempenho da distribuidora foi dentro do planejado. “Crescemos em relação a 2020 e a 2019, acima da inflação, graças ao esforço de toda a nossa equipe, que aproveitou o período de ociosidade para corrigir e ajustar procedimentos internos. Recompomos nossos estoques, lançamos novos produtos e investimos na nossa digitalização. Em 2022 teremos muitas novidades. A meta principal é a abertura de filiais”.
Na Luporini, as vendas também cresceram em relação a 2020. “A Luporini atua em nichos de mercados. Um desses segmentos, o mercado de manutenção de Vans, foi bastante afetado devido aos veículos estarem rodando pouco, uma vez que são utilizados para atividades que estiveram bastante tempo quase fechadas, como escolas, turismo e até transporte coletivo. Com o retorno gradativo das atividades, a possibilidade de crescimento que era real está se concretizando”, expõe Antonio Carlos de Paula, vice-presidente do Sicap e diretor Comercial da Luporini.

ABASTECIMENTO
Sobre a falta de peças e os impactos nos resultados, todos foram impactados de alguma forma. Pela abrangência do portfólio, Sturaro informa que eles conseguiram equilibrar os negócios. “O que nos possibilita trabalhar com uma grande diversidade de marcas e uma política comercial pronta para atender aos diferentes perfis de clientes. Os nossos fornecedores ainda sofrem pela falta de matéria-prima e outra questão que também impacta de forma representativa é o alto custo do frete, uma vez que muitos de nossos fornecedores dependem de produtos importados”.
Avaliando todos estes pontos, Sturaro acrescenta: “a flutuação cambial agressiva e os entraves logísticos nos fazem acreditar que o cenário deverá permanecer inalterado no primeiro semestre de 2022”. Ana Paula compartilha da mesma opinião. “Nossa perspectiva é que esta situação deve se estender durante o primeiro semestre do próximo ano, devendo estar mais normalizada a partir do segundo semestre de 2022”.
Ela destaca que a falta de peças foi um dos maiores desafios enfrentados em 2021. “Aliado a isto, nós tivemos a volta da inflação onde os reajustes de preços pesaram muito no bolso das empresas e


Oliveira
dos consumidores. Sem dúvida poderíamos ter tido resultados melhores se as entregas das indústrias estivessem normalizadas”.
No caso da Luporini, grande parte da linha de produtos é importada e Antonio Carlos diz que a pandemia desregulou o mercado. “Refletindo em aumento dos preços dos produtos e do transporte. Isto afetou com forte impacto o abastecimento. Calculamos que se o abastecimento estivesse regularizado teríamos um volume de vendas pelo menos 25% maior”.
A SKF possui mais de 5.000 itens em seu portfólio e apesar do impacto em algumas linhas de produtos, eles buscaram atender aos clientes assumindo uma postura proativa. “Tanto que investimos de maneira significativa em meios alternativos de transporte (aéreo) e canais de produção para suprir as demandas do mercado de reposição automotiva, dada a atual conjuntura da cadeia logística mundial”, afirma Oliveira.
De acordo com ele, “o cenário de disponibilidade de peças está em um processo gradativo de melhoria e vamos manter esse ritmo ao longo do próximo ano. No caso da SKF, um dos facilitadores que se converte em uma vantagem competitiva é a nossa forte fabricação local e uma rede global com 103 unidades de negócios em 130 países que atuam de maneira colaborativa e interconectada fortalecendo as operações em diferentes lugares”.
Como dito anteriormente por Sanches, o crescimento também poderia ter sido maior, de dois dígitos, se não fosse a falta de peças. “Isso, porém, vem se revertendo de forma positiva neste segundo semestre, em especial ao longo dos últimos três meses. A expectativa é que já a partir de dezembro e, por todo o ano de 2022, toda a cadeia de suprimentos esteja normalizada”.
Previsão similar faz Gomide. “A falta de peças teve grande impacto durante todo o




Diogo Sturaro, diretor de Marketing e TI da Cobra Rolamentos e Autopeças
ano de 2021, mas já vemos uma melhora quando comparado com o ano de 2020. Acreditamos que o cenário vai melhorar no próximo ano, mas ainda encontraremos falta de alguns itens importantes”.
Já Abreu acredita que a normalização levará mais tempo. “Tivemos uma perda real bem abaixo do que poderia ter sido, mas as perdas da imagem da empresa no mercado foram muito maiores. A normalidade de algumas linhas ou produtos sim, mas de maneira geral, ainda levaremos de dois a três anos, sem percalços para uma normalização”, prevê.
Neto ressalta que o desabastecimento tem sido um dos temas mais tratados no setor. “Inúmeras reuniões foram feitas para se achar maneiras de minimizar seus impactos negativos. Deixamos de vender e, consequentemente, de atender nossos clientes como de costume. Muitas vezes, a alternativa foi buscar novos parceiros que conseguissem nos atender e minimizar













a falta de produtos. Atualmente, já notamos uma melhora no abastecimento e esperamos que em breve tenhamos o fornecimento das indústrias normalizado”.
Na contramão, a KYB Brasil sofreu pouco impacto com este problema em comparação a outras empresas. “Um dos fatores deste baixo impacto é porque a maior parte dos nossos amortecedores é produzida no Japão e a nossa fábrica no Japão tem produtividade estável”, explica Satoh.
O QUE ESPERAR DE 2022
Na opinião de Gomide, 2022 ainda será um ano de muitas incertezas. “Ainda teremos muitos impactos da Covid-19, aumento de preços, falta de produtos, desemprego. Mesmo assim, vemos um cenário positivo para o segmento de autopeças, um setor que tem um histórico muito bom em períodos mais conturbados”.

Alcides José Arcebi Neto, diretor Comercial da Jahu Borrachas e Autopeças, e presidente do Sicap
O Grupo Real continuará investindo em pessoas, inaugurará algumas unidades em pontos importantes no território nacional e investirá cada vez mais em tecnologia para trazer agilidade em suas relações.
Para Abreu, da CVN Autoparts, as perspectivas são as melhores possíveis não só para 2022, mas também para os próximos anos. “A grande oportunidade está no tamanho e na variedade do mercado brasileiro, onde atuamos com a nossa rede de distribuidores regionais, representantes e no e-commerce, onde a Corven é uma Loja Oficial Mercado Livre”.
Ele acrescenta que “os desafios são desenvolver novos fornecedores e lançarmos uma gama cada vez maior de produtos para todos os nossos segmentos de produtos. Além de agregar valor, fortalecendo as marcas Corven e Bendix para todas as aplicações, em todo o Brasil, assim como hoje somos uma marca líder na Argentina (Corven)”.
Sanches, da Dayco, prevê que 2022 deverá ser um ano em que a falta de peças não deverá ser o maior desafio, mas sim a forte pressão inflacionária. “Ainda há no mercado uma demanda reprimida “pós-pandemia”, que urge ser atendida. A retomada mais constante de iniciativas presenciais, combinadas com o atendimento virtual de qualidade que aprendemos nos últimos dois anos, deverão ser diferenciais importantes a serem considerados no próximo ano”.

Antonio Carlos de Paula, vice-presidente do Sicap e diretor Comercial da Luporini
Ele antecipa as novidades para o segundo semestre. “Apresentaremos recentes lançamentos nas linhas de produtos existentes, bem como lançando novas linhas de produtos durante a Autop. Será um ano “frenético”, em que a Dayco atuará com muito mais energia e muito mais conhecimento, após vários meses de certa reclusão durante a pandemia. Estamos cautelosos com as incertezas econômicas, mas bastante otimistas apesar delas”.
Satoh, da KYB do Brasil, também antecipa as novidades. “Em 2022, lançaremos uma nova linha de produtos que possibilitará atender mais clientes e as demandas de um perfil de novos de clientes. Divulgaremos de forma mais ativa aos usuários do Brasil, a imagem de que os nossos amortecedores são de alta qualidade. Após o próximo ano, colocaremos no mercado brasileiro outros produtos, além de amortecedores”.


Ranieri Leitão, presidente do Sincopeças Brasil e do Sistema Sincopeças/Assopeças (Ce)
MAIS PREVISÕES
Na visão de Oliveira, da SKF, a tendência é de que as montadoras continuem enfrentando desafios de disponibilidade com relação ao abastecimento de componentes automotivos. “Estimamos que isso deve se estender ainda no primeiro semestre de 2022, mantendo as vendas de veículos usados e seminovos em alta e, consequentemente, o mercado de reposição aquecido. A SKF, enquanto fornecedora de montadoras e do Aftermarket Automotivo, buscará manter o equilíbrio da demanda para atender com eficiência aos dois segmentos de negócios. Por isso, continuamos a investir pesado na tecnologia da fábrica com a expectativa de manter o ritmo de crescimento acelerado”.
Entre as novidades da SKF, ele conta que será intensificada a digitalização dos processos e o fortalecimento dos programas de relacionamento com todo
o mercado. “Queremos estar cada vez mais conectados com a nossa cadeia de distribuição, aplicadores e consumidores finais para melhorarmos a experiência com a marca SKF e garantirmos o crescimento de todos sob a perspectiva da Economia Colaborativa. Além disso, vamos impulsionar a nossa estratégia One Stop Shopping com lançamentos de produtos, ampliando o leque de soluções completas para a reposição automotiva e consolidação da nossa posição de liderança como uma das principais marcas de autopeças no Brasil”.
Como diretor da Jahu e presidente do Sicap, Neto avalia que se os casos de Covid se mantiverem dentro de números aceitáveis, a perspectiva é de crescimento. “Os desafios ficam por conta da produção fabril, que ainda não se normalizou, e também pelos constantes aumentos de preços das peças e dos combustíveis. Já a oportunidade está na manutenção dos veículos, que está com sua demanda reprimida”.


Sturaro, da Cobra, prevê um ano bem agitado, com diversos temas como Copa do Mundo, eleições, alta inflação e a incerteza sobre o futuro da pandemia.
“Por outo lado, os desafios trazem oportunidades, o comportamento de compra dos nossos clientes mudou, a digitalização do mercado foi acelerada e as empresas que estiverem atentas a estas e outras mudanças vão poder vislumbrar caminhos menos tortuosos”.
Outro ponto que influencia diretamente o aftermarket, explica Sturaro, é o atraso na entrega de carros novos e o alto custo deles. “Boa parte dos donos de veículos irá postergar a compra de um carro novo e optará por realizar a manutenção no seu usado. Esta situação vai continuar beneficiando o mercado de reposição. A Cobra continuará preocupada em sempre buscar novas alternativas para oferecer o

melhor serviço para os nossos clientes”.
E no próximo ano, a empresa celebrará os 35 anos de sua fundação. “O que muito nos orgulha. Como parte da celebração, vamos focar em expandir os nossos canais de atendimento, oferecendo soluções cada vez mais modernas e adequadas às necessidades de nossos clientes”, afirma Sturaro.
Antonio Carlos comenta que além da situação da saúde não estar totalmente normalizada, 2022 é ano de eleições e, se a inflação, o baixo crescimento, as taxas de juros elevadas, bem como o dólar super valorizado, se mantiverem a situação deverá ser muito parecida com a de 2021. “Ainda continuaremos enfrentando falta de produtos, de transporte marítimo, elevação de preços e custos. Todas essas variáveis em conjunto poderão afetar o volume de negócios”.
Por outro lado, ele comenta que “a equipe da Luporini está preparada para enfrentar estes desafios e prestar os melhores serviços aos clientes. Uma das novidades que deve estar disponível aos clientes em breve é a nossa entrada no e-commerce através de uma plataforma própria. Além disso, temos diversas iniciativas em andamento. À medida que estiverem prontas, elas serão incorporadas ao portfólio de produtos ou serviços”.
Todas as situações expostas por Antonio Carlos para o próximo ano, são similares
às de Ana Paula, da Pacaembu. “São questões que trazem grandes incertezas e imprevisibilidade para as empresas e para as pessoas. Crises normalmente trazem grandes oportunidades, estamos passando por grandes transformações e as empresas precisam estar atentas a estas mudanças. A agilidade na leitura e na adaptação a estas novas práticas e modelos serão fundamentais para a manutenção dos negócios”.
Para 2022, ela diz que será ampliada a força da marca, mantendo o foco principal nas pessoas. “Vamos iniciar o ano promovendo treinamentos que visam a formação de novos líderes, capacitando de maneira efetiva nossos colaboradores. A Pacaembu continuará com seu plano de crescimento através das lojas físicas. Além disso, continuaremos investindo de forma significativa em nossa plataforma digital, com o intuito de entregar uma loja virtual repleta de informações, reforçando e reafirmando a imagem de especialistas na distribuição de autopeças para veículos pesados e comerciais”.
Representatividade
Nas palavras de Ranieri Leitão, presidente do Sincopeças Brasil e do Sistema Sincopeças/Assopeças (Ce), 2021 foi um ano aparentemente bom para o setor, porém, é preciso olhar os números e verificar se o crescimento foi real ou reflexo da inflação. “Principalmente no nosso setor,

o qual a inflação foi galopante”, destaca. Para 2022, ele diz que “o salário achatado e a massa salarial ganhando bem menos por causa da inflação, poderão refletir em um ano muito desafiador para o setor de autopeças”.
Presidente do Sincopeças-SP, Heber Carvalho, coloca que com a falta de veículos novos, o setor apresentou um crescimento até que expressivo. “Com a economia um tanto quanto alterada, o setor de autopeças sofreu mudanças. Porém, os veículos usados precisam de manutenção e revisões naturais. Nas lojas de autopeças e oficinas mecânicas, apesar de o cliente estar apreensivo, ele acaba fazendo os consertos necessários e a manutenção periódica”.
Para 2022, ele não tem muita expectativa de crescimento para economia do País, “acredito que não será um ano muito promissor”. Mas, ele prevê que o mercado de veículos novos deverá estar regularizado

e o comércio de peças continuará em crescimento natural. “Os desafios vêm junto com as oportunidades. As empresas que chegaram até aqui vão e estão criando novas formas de empreender”.
E um cenário bastante pujante para o setor. “A frota circulante de veículos, com idade média de 10 anos, demanda manutenção e movimenta toda a cadeia. O aftermarket é responsável por 80% dos mais 46 milhões de veículos que circulam pelo País. É um mercado que cresce de forma contínua e estável”, especifica o presidente da Andap, Rodrigo Carneiro.
Segundo ele, o mercado da reposição se mostra resiliente ante as crises e isso não está sendo diferente com a pandemia. “Claro que em 2020 houve queda nas vendas e elas vêm se recuperando. O setor continuou operando, mesmo nos períodos mais críticos, neste ano as vendas aumentaram com relação a 2020 e a previsão para 2022 é manter o ritmo de crescimento”.
Na visão de Neto, presidente do Sicap, as coisas estão voltando ao normal. “Com a redução dos casos de Covid e a flexibilização das restrições sanitárias, o País vem reestabelecendo sua rotina e sua economia”. E que a falta de veículos novos, quanto o aumento de vendas dos veículos usados, estão impulsionando o mercado de reposição de autopeças. “Esse cenário continuará em 2022. Mesmo que no próximo ano a produção de veículos volte
ao normal, os veículos usados poderão até “mudar de mão”, mas continuarão circulando”.
Antonio Fiola, presidente do Sindirepa-SP, afirma que o setor de reparação de veículos vem evoluindo e o aumento do movimento nas oficinas em 2021 é 20% superior ao registrado em 2020. “As pessoas deixam de trocar o carro e acabam fazendo a manutenção no usado por conta da situação econômica e também pela falta de carros novos no mercado”, afirma.
Para 2022, ele prevê um ano melhor do que 2021. “A maioria dos consumidores ainda só faz o necessário na manutenção. Então, o movimento aumentou, mas o tíquete é mais baixo de antes da pandemia. Essa condição está relacionada diretamente ao poder de compra do consumidor e essa situação depende do comportamento da economia, mas tudo indica que 2002 será melhor do que este ano”, conclui.
“PREPARADOS PARA POSSÍVEIS TURBULÊNCIAS”
A respeito do que foi 2021, “nosso resultado até o momento é positivo. Devemos fechar o ano com crescimento sobre 2020, mesmo desconsiderando os aumentos de preços que inflacionam o resultado”, afirma Ivan Furuya, sales Manager - Automotive Aftermarket na DRiV.

Segundo ele, alguns fatores podem ser atribuídos a esse resultado. “Um mercado aquecido, até o meio do ano ainda tínhamos muita falta de produtos no mercado. Como temos pouca dependência de produtos importados, conseguimos suprir a demanda com produção local, o que nos deu uma boa vantagem competitiva. Outro fator é a expansão da cadeia de distribuição, por meio de abertura de novos pontos de vendas dos nossos clientes atuais”.
Com relação a 2022, “as perspectivas para o ano são boas, com crescimento projetado sobre os números de 2021, que por sua vez também já foi um ano de recuperação sobre 2020. Estamos preparados para as possíveis turbulências, para as quais já traçamos um único norte para todas as áreas-chave da companhia a fim de buscar um bom resultado, colocando todos os nossos esforços numa mesma direção”, conclui Furuya.

Comportamento



por: Valtermário Rodrigues



O SHOPPING NA PALMA DAS SUAS MÃOS
stamos chegando ao final de mais um ano. Historicamente, o mês de dezembro é sempre marcado pelo incremento nas vendas e sempre foi bastante esperado pelos comerciantes, de modo geral.
Por conta da pandemia, a partir de 2020, e principalmente em 2021, as vendas online cresceram de forma linear, afinal, alguns consumidores que antes eram resistentes em realizar compras virtuais estão aderindo a essa tendência e multiplicando suas experiências com familiares e amigos, fato que ajuda alavancar esse tipo de negócio.
Um casal combina de ir ao shopping às 9h do sábado. A esposa precisa comprar um sapato para usar no Réveillon. Saindo de casa naquele horário é tempo suficiente, entende o esposo, para que ele chegue às 13h ao restaurante, onde combinou com um cliente, na expectativa de fechar uma importante venda de um novo produto comercializado em sua empresa. A esposa, também, marcou horário com a manicure, no salão de beleza, às 15h.
VEJAMOS ALGUMAS SITUAÇÕES:
No horário combinado, a esposa ainda não estava pronta. Até aí normal, ele combinou o horário com folga, pois esse atraso já era mais ou menos previsto.
O que ele não contava é que o trânsito, no trajeto até o shopping, estivesse meio congestionado. Já no shopping, não foi tão fácil conseguir uma vaga de estacionamento, como acontece de forma costumeira, afinal, no mês de dezembro o movimento aumenta consideravelmente. Após circular por alguns corredores do shopping, já cansados, a esposa se interessou por um modelo de sapato exposto
numa vitrine. Ao entrar na loja, informou qual modelo e tamanho de sapato desejava e o vendedor, gentilmente, foi providenciar no estoque. Ao retornar com outros modelos de sapato, pois a loja não dispunha da numeração por ela informada, já em cima da hora do almoço de negócios agendado pelo esposo, o telefone dela toca: era o filho para informar sobre um acontecimento em casa, algo simples, porém, necessário a presença da mãe para uma solução, enfim, diante de todos esses contratempos, desistiram da compra.
À tarde, no salão de beleza, enquanto a manicure fazia suas unhas dos pés, pelo celular, ela acessou um aplicativo de compras pelo celular, digitou o modelo de sapato desejado e encontrou exatamente o que queria por um preço atrativo, melhor que os preços praticados pelas lojas físicas e, ainda, frete grátis, prazo de entrega em até 5 (cinco) dias, com opção de retirar na própria loja, não pensou duas vezes, gerou um cartão de crédito provisório pelo aplicativo de sua conta corrente e fechou a compra em poucos minutos.
A manicure, já cansada após praticamente um dia inteiro de trabalho, havia programado para ir ao shopping após o expediente para realizar uma compra específica. Ao ouvir o comentário de sua cliente, se interessou e pediu informações sobre o tal aplicativo, decidiu que, ao chegar em casa e descansar um pouco, realizaria a compra de forma online.
Já uma outra manicure que estava ao lado, comentou que raramente realiza compras presenciais e que se sente bastante à vontade em realizar compras online e que nunca teve qualquer tipo de problema.
Uma cliente que estava sendo atendida ao lado, pediu permissão para participar da




*Analista Administrativo Sênior da Distribuidora Automotiva S/A – Filial Salvador; Bacharel em ADM; MBA em Gestão de Empresas; MBA em Liderança Coaching; Co-autor dos livros “Ser Mais Inovador em RH” – “Motivação em Vendas” e "Planejamento Estratégico para a Vida”

conversa e relatou que nada tem contra em realizar compras online, porém, prefere compra presencial, a interação com o vendedor, prefere tocar e avaliar o produto, etc.
E, por falar em interação entre vendedor e cliente, manicures e clientes interagiram bastante sobre o tema e chegaram à conclusão que as vendas online vieram para ficar e aos consumidores, cabe a decisão de, a depender do momento, optar por realizar suas compras de forma presencial ou virtual.
Uma das manicures, inclusive, comentou que as vendas online estão crescendo em todos os tipos de negócios e que seu esposo, que trabalha numa distribuidora de autopeças, a informou que as vendas de autopeças de forma online estão atingindo números bastante expressivos.
Por final, manicures e clientes acabaram criando um grupo no whatsApp para conversar mais sobre o tema e trocar experiências sobre compras presenciais e compras online.
Enfim, que 2021 sirva de aprendizado para todas nós, que as experiências positivas que vivenciamos ao longo do ano sejam conduzidas para 2022 e que esse novo ciclo, que em breve se inicia, seja marcado de saúde, paz, sucesso e momentos felizes!
SINCOPEÇAS-SP | 80 ANOS
UMA TRAJETÓRIA DE EMPREENDEDORISMO E PERSEVERANÇA

Sincopeças coroa as comemorações de seus 80 anos de atividades ininterruptas com a publicação de livro que conta a trajetória da entidade. Veja fragmentos da edição
Por: Robson Breviglieri e Equipe Balcão Automotivo
Fotos: Acervo Sincopeças-SP e Fábio Ladeira






























APRESENTAÇÃO




A N O S

Caros Leitores, começa aqui uma grande história de empreendedorismo, perseverança e paixão por automóveis, seus componentes e o negócio de comercializá-los. Uma história que percorreu oito décadas de esforços e lutas para organizar, representar e desenvolver o comércio de peças e acessórios para veículos em todo o Estado de São Paulo. Contar a história do SINCOPEÇAS-SP é contextualizar o desenvolvimento e modernização do segmento varejista de autopeças e as tantas e tamanhas conquistas alcançadas junto às esferas pública e privada, preservando a relevância de seu papel em prol de uma sociedade melhor, mais justa e com mais oportunidades.
Há 80 anos o SINCOPEÇAS-SP atua como entidade representativa de 37.500 lojas de peças e acessórios para veículos no Estado de São Paulo, 80% delas EPPs – Empresas de Pequeno Porte que empregam diretamente 180 mil colaboradores. É filiado à FecomercioSP –Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo, que congrega 136 sindicatos ligados ao comércio e serviços da Capital e do Interior.
Sua história formaliza-se, oficialmente, no ano de 1941, mas começa três anos antes, em 1938, quando um grupo de empresários paulistas resolveu criar uma entidade que representasse os interesses da categoria e estimulasse o desenvolvimento do setor, e assim foi feito. Cerca de 20 comerciantes autônomos de automóveis reuniram-se em uma sobreloja da rua José Bonifácio, no centro da Capital paulista, com a ideia de criar um sindicato para o setor varejista. Nascia aí o
Sindicato dos Comerciantes de Automóveis e Accessórios de São Paulo (Accessórios com dois “c”, conforme a grafia da época), com atuação na cidade de São Paulo.
Em 15 de maio de 1941, o governo Vargas reconheceu oficialmente a entidade e, em 1948, recebeu a denominação Sindicato do Comércio Varejista de Automóveis e Accessórios do Estado de São Paulo e conquistou a expansão de sua base territorial. Em 1974 obteve nova mudança de nome, passando a se chamar Sindicato do Comércio Varejista de Acessórios para Veículos no Estado de São Paulo. Cinco anos mais tarde, em 1979, recebeu sua denominação definitiva de Sindicato do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos no Estado de São Paulo – SINCOPEÇAS-SP.
Ao longo desses anos, seguindo a linha mestra traçada por aqueles homens de visão, o SINCOPEÇAS-SP tem participado ativamente da vida do segmento varejista de autopeças, ajudando a promover o aperfeiçoamento operacional, a defesa e a coordenação de interesses econômicos e profissionais de seus representados, contemplando a defesa do comércio independente de autopeças, pois dele dependem os consumidores de todas as regiões brasileiras, mesmo as mais afastadas. Todos os varejistas do setor têm seus interesses amparados pelo Sincopeças, desde pequenos lojistas estabelecidos nas pequeninas cidades do Interior até o grande comércio de componentes em funcionamento nos grandes centros urbanos.
Apreciem essa rica e encorajante história, protagonizada por visionários empreendedores que construíram, consolidaram e muito orgulham o setor automotivo brasileiro.

PALAVRA DO PRESIDENTE
“Fico muito feliz com as comemorações dos 80 anos do SINCOPEÇAS-SP, por coincidirem com a minha gestão. O aniversário foi em maio e estamos comemorando o ano inteiro com várias ações. O ponto alto dessas comemorações é a edição deste livro, com o apoio da nossa Diretoria, dos nossos colaboradores e da imprensa. Ele é um registro de toda a história da entidade, pela qual passaram vários presidentes e acho que nem eles imaginavam que chegaríamos aos 80 anos. Viver esta experiência junto ao SINCOPEÇAS-SP chega a ser quase inexplicável, pois sei dos desafios e da minha responsabilidade junto ao setor automotivo”.
HEBER CARVALHO, Presidente

Desde a sua posse, em 1977, Figliolia profetizava o que viria a acontecer anos depois. Ele dizia para a equipe do Sincopeças que eles tinham um fantasma e que, pela sua idade, não iria ver o dia em que as contribuições sindicais seriam extintas no Brasil – o que de fato só aconteceu em 2017. Antevendo isso, ele sempre defendeu a representatividade em Brasília e a compra de imóveis.
Foi assim que durante a sua gestão, nos anos de 1990, foram adquiridos imóveis na avenida Paulista, 1.009, no edifício Numa de Oliveira, mais especificamente, as compras do 1°, 5° e 6° andares. Posteriormente, o 6º andar foi vendido e no 1º andar está a sede da Andap, inquilina do Sincopeças.
Figliolia faleceu em 2008 e, entre todas suas iniciativas, duas delas que ele começou e não terminou foram o projeto de associativismo do Sincopeças, que começou em 2005 e está em fase de implantação na atual gestão de Heber Carvalho, e a criação do Sincopeças Nacional, que viria a se chamar Sincopeças Brasil, lançado oficialmente em 2016.
COMUNICAÇÃO




















O LEGADO DE LUCIANO FIGLIOLIA (1977-2008)
Por 31 anos, Luciano Figliolia esteve à frente do Sincopeças, sendo o presidente mais longevo do sindicato. Com uma postura visionária, ele deixou um grande legado que vai perpetuar por muitas gestões. Uma delas foi a convicção de que o sindicato deveria ter um patrimônio para garantir a sua permanência.

























COMUNCAÇÃO DIRETA COM O VAREJO































Desde a década de 1970, o SINCOPEÇAS-SP investe no que há de mais moderno. E foi assim desde o lançamento das máquinas elétricas IBM, depois com o telex, o fax e os primeiros computadores, que na época tinham tela verde. O sindicato também chegou a ter uma mini gráfica internamente, equipada com uma máquina offset Rotaprint alemã, onde eram produzidos circulares e boletins informativos.
O primeiro Boletim Informativo Mensal data de 30/11/1970. Em julho de 1982, o Boletim chegou ao seu 13º ano de publicação e ganhou cabeçalho com logotipo Sincopeças. No final da década de 80, a publicação do SINCOPEÇAS-SP moderniza-se. A expressão Boletim Mensal Informativo dá lugar ao novo logotipo SINCOPEÇAS e, especificamente em 1987, ela passar a rodar no formato de revista.


A revista Sincopeças é a mais antiga do mercado automotivo e chegou a ter 23 anunciantes mensalmente, entre indústrias e atacadistas, e 60 páginas em 4 cores com papel couchê 120 gramas.





UM PORTAL PARA O MERCADO
Em continuidade ao espírito inovador que sempre permeou suas gestões, o SINCOPEÇAS-SP entra de vez na era digital com a reformulação do Portal da Autopeça (www.portaldaautopeca.com. br), onde o varejo encontra uma gama de informações de interesse da categoria, dentre elas notícias atuais, todas as Convenções Coletivas, esclarecimento de dúvidas quanto ao recolhimento da contribuição sindical e a oportunidade de canal DIRETO com o presidente do Sindicato.
Além disso, consolida seus canais de comunicação nas redes sociais, levando diariamente informações a toda sua base de representatividade pelo Facebook, Instagram, Twitter e WhatsApp, estreitando as relações entre as empresas e o sindicato.








EM SINTONIA COM OS NOVOS TEMPOS



Cada vez mais o mundo é digital, novas tecnologias vieram e o comércio varejista de autopeças precisa estar alinhado aos novos tempos. Pensando nisso, em parceria com o SINCOPEÇAS-SP, Luiz Sergio Alvarenga, diretor da Alvarenga Projetos Automotivos, criou dois projetos: Empresa Amiga do Varejo e o projeto de associativismo chamado Loja Legal. O projeto Empresa Amiga do Varejo tem como foco aproximar a indústria do varejo, através do SINCOPEÇAS-SP, que faz a ponte com a indústria e de como ela quer se comunicar com o varejo.
Já o projeto Loja Legal propõe às empresas a conotação de ser uma loja “bacana” e legalizada. O Sincopeças não tem competência de legislar sobre esse assunto, mas ajuda a promover a formalização. Para isso, criou vários serviços para que as lojas se tornem mais competitivas, que vão ao encontro das suas necessidades, como o intercâmbio de informações sobre normas, capacitação e construção de cursos específicos, entre outras iniciativas.

MEMÓRIAS DE QUEM FAZ O SINCOPEÇAS-SP



Álvaro Pereira
1º Tesoureiro e 2º Delegado Efetivo
Mais antigo membro do SINCOPEÇASSP, desde 1970 Álvaro Pereira participa das atividades sindicais em todos os seus aspectos. Começou no setor de autopeças aos 12 anos de idade e hoje, com 86 anos, orgulha-se em dizer que foi o primeiro varejista a fazer parte do sindicato. “Quem não me conhece é porque não está no mercado de autopeças. Sou o mais antigo do setor”.


Francisco Wagner De La Tôrre
Presidente (2008 – Licenciado em 2021)
Francisco De La Tôrre entrou no ramo de autopeças em 1985, atuando pela Rachidão Autopeças. Foi um dos fundadores da Rede Âncora, em 1999. No Sincopeças, entrou como diretor em 1998 e, em 2008, na condição de 1º vice-presidente, assumiu a gestão do sindicato com o afastamento de Luciano Figliolia, permanecendo na presidência até 2021, quando se licenciou. “O Sincopeças é forte, tem um passado representativo, robusto, ao longo dos anos se reestruturou econômica e financeiramente, o que lhe deu a possibilidade de, apesar das dificuldades que enfrenta hoje na questão financeira e de sustentabilidade, ainda atuar e se manter ativo, principalmente depois de 2017, com o fim da contribuição sindical obrigatória”.

Heber Carvalho


Presidente desde 2021
Contador por formação e com um escritório de contabilidade há 50 anos na cidade de Ribeirão Preto (SP), Heber Carvalho está no ramo de autopeças há 23 anos, desde que adquiriu a Said Autopeças. Em 2001 foi para o Sincopeças como Delegado de Ribeirão Preto e região e desde 2021 está no comando do sindicato, no lugar do presidente licenciado, Francisco Wagner De La Tôrre. “A pandemia nos ensinou a trabalharmos remotamente. A minha proposta hoje é conduzir o sindicato de forma híbrida, online e virtual. Muitas coisas vão mudar, pois o Sincopeças cresceu e vamos mantê-lo atuante em prol do varejo de autopeças”.



Edson Shosaburo Koga
2° Tesoureiro e Diretor da Koga, Koga & Cia. Ltda.
Por dez anos, de 1980 a 1990, Édson Koga participou da gestão do Luciano Figliolia como diretor do Sincopeças. “Sempre fomos filiados e sem dúvida, durante todos esses anos, a firme posição do Sincopeças nos deu um norte e segurança em continuar”.




“Acompanhar o crescimento de um Estado como o de São Paulo é um desafio que, ao longo de oito décadas, credenciou o SINCOPEÇAS-SP como sinônimo de um sindicato forte, coerente em seus princípios e atento aos interesses de uma categoria que soma mais de 37 mil estabelecimentos comerciais no Estado”.
ABRAM SZAJMAN, Presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo, entidade que gere o SESC e o SENAC no Estado
“Ao falar do comércio de peças e acessórios para veículos, imediatamente vem à mente a força de um setor de alta relevância em termos econômicos, vinculado de forma direta ao desenvolvimento do mercado automotivo brasileiro. E o epicentro histórico desse movimento tectônico que mudou a economia do País é o Estado de São Paulo, onde o SINCOPEÇAS-SP consolidou sua atuação”.
JOSÉ ROBERTO TADROS, Presidente da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo)
“Fazer parte de um registro de tamanha representatividade para o setor de autopeças é, sem dúvida, uma oportunidade de certificar o trabalho de uma entidade que se manteve forte durante oito décadas de atuação”.
MÁRCIO OLÍVIO FERNANDES DA COSTA, presidente do Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Pneumáticos do Estado de SP (Sicopneus) e vice-presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de SP (FecomercioSP)
“Saudar os 80 anos do SINCOPEÇAS-SP é uma enorme satisfação. A pujança da economia do estado está refletida na grandeza do sindicato, com seu poder de influência, suas realizações e sua importância para a sociedade. Tenho certeza de que sua história continuará a ser estabelecida com a eficiência e a determinação que são características do SINCOPEÇAS-SP”.
DARCI PIANA, Presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac Paraná / Vice-Governador do Estado do Paraná
“Quando entidades representativas de empresas e trabalhadores dialogam, pensando no bem comum, cumprem assertivamente seu papel e promovem o equilíbrio nas relações trabalhistas entre patrões e empregados. Assim tem transcorrido a história entre o Sindicato dos Comerciários de São Paulo e o SINCOPEÇAS-SP, uma harmoniosa relação de parceria que tem trazido importantes conquistas tanto para os trabalhadores quanto para os empresários”.
RICARDO PATAH, Presidente do SECSP (Sindicato dos Comerciários de São Paulo)
“O SINCOPEÇAS-SP completa 80 anos e o MercadoCar orgulha-se de fazer parte dessa história. Uma trajetória que atravessou uma grande guerra mundial, acompanhou as transformações econômicas no País nos anos dourados com a implantação da indústria automobilística nacional, vivenciou mudanças políticas e sociais nas décadas seguintes e sobreviveu a crises de toda ordem, sempre atuando em defesa e pelo progresso das empresas varejistas de autopeças”.
RODRIGO CARNEIRO – CEO
LUIZ ROBERTO CELESTE GANDRA – Presidente
“O Sindipeças tem trabalhado harmonicamente com as entidades parceiras que representam a distribuição, o varejo e a reparação e sente muito orgulho e satisfação com os resultados alcançados. Diante de tantos desafios que temos de enfrentar, é imprescindível a capacidade de trabalhar em conjunto para eliminar qualquer dificuldade que possa interromper o percurso”.
DAN IOSCHPE, Presidente do SINDIPEÇAS (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores)
ELIAS MUFAREJ, Diretor de Mercado de Reposição e de Fomento à Exportação
Que orgulho fazer parte dessa história. Parabéns, Sincopeças-SP.
É uma honra andar lado a lado com vocês.

80 anos


“Com a força das entidades como o SINCOPEÇAS-SP, o setor de reposição se mantém atuante e revigorante, acompanhando a evolução do mercado”.
ALCIDES JOSÉ ACERBI NETO, Presidente do SICAP (Sindicato do Comércio Atacadista Importador, Exportador e Distribuidor de Peças, Rolamentos, Acessórios e Componentes)
“A história do SINCOPEÇAS-SP está totalmente ligada à trajetória da ANDAP que também chega a meio século. As entidades são muito próximas e parceiras por representarem elos da cadeia do aftermarket tão importantes para garantir o fornecimento de autopeças nas milhares de oficinas de todo o País”.
RODRIGO CARNEIRO, Presidente da ANDAP
“SINCOPEÇAS-SP e SINDREPA-SP nasceram ao mesmo tempo e participam de toda a evolução do mercado de reposição no Brasil, que possui características bem peculiares e consegue ser representativo, sendo responsável por mais de 80% da frota circulante de veículos estimada em mais de 45 milhões de unidades”.
ANTONIO FIOLA, Presidente do SINDIREPA-SP e SINDIREPA NACIONAL
“Acompanho esta entidade desde o presidente Luciano, momento em que já nos reuníamos com o propósito de unir o setor em nível nacional. Em seguida o querido amigo De La Tôrre assumiu e deu grande impulso à entidade, conquistando excelente representatividade sindical. Esse ano o nosso querido Heber recebeu a incumbência de liderar a casa e tenho certeza de que teremos um grande Presidente, que deixará o seu legado para as próximas gerações”.
RANIERI PALMEIRA LEITÃO, presidente do SSA-Ce e Sincopeças Brasil
“O Sindicato do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos no Estado de São Paulo, desde 1941, tem atuação fundamental no segmento, participando ativamente da construção de uma rede sindical sólida em direção ao desenvolvimento”.
ITAMAR MANSO MACIEL JÚNIOR, Presidente do Sincopeças-RN
“Falar dos 80 anos do SINCOPEÇAS-SP, aparentemente, pode parecer fácil em sua grandeza conquistada pelos seus gestores ao longo desses anos pelos seus brilhantes feitos. Parabéns aos valorosos gestores que passaram pelo SINCOPEÇAS-SP nesses 80 anos, desejando ao atual Presidente, Heber Carlos de Carvalho, uma profícua gestão nesta caminhada dignificante”.
JUAREZ BERTI FRIZZO, Presidente do Sincopeças-PR


“Aprendemos bastante com o SINCOPEÇAS-SP, trouxemos muito conteúdo para implementar e ressaltamos que estamos aqui, de braços abertos, para que continuemos fortalecendo o setor”.
JOSÉ CARLOS SANTANA, Presidente do Sincopeças-PE
“O Sindicato do Comércio Varejista de Automóveis e Acessórios de Belo Horizonte (Sincopeças-BH) parabeniza o SINCOPEÇAS-SP pelos 80 anos de um trabalho fértil e de grandes realizações”.
HELTON ANDRADE, Presidente do Sincopeças-BH
“O SINCOPEÇAS-SP, por meio de seus presidentes, diretores e colaboradores de todos os níveis, conseguiu acompanhar de perto as mudanças que impactaram diretamente as empresas que representa, sendo o parceiro ideal nessa tarefa árdua enfrentada pelos empresários do setor no dia a dia de suas empresas”.
RODRIGO MOREIRA, Presidente do Sincopeças-RJ
“O SINCOPEÇAS-SP é referência no País pelo empreendedorismo e incansável trabalho de seus diretores, empresários dedicados a promover o crescimento e fortalecimento das autopeças no Estado de São Paulo”.
GERSON NUNES LOPES, Presidente do Sincopeças-RS
“Ao longo das últimas oito décadas, o mercado automotivo brasileiro tem experimentado constantes evoluções promovidas pelo empreendedorismo de abnegados visionários que consolidaram esse segmento no Brasil. Destaco aqui todas as lideranças empresariais que, com pioneirismo e ousadia, fundaram o SINCOPEÇAS-SP”.
SERGIO COMOLATTI, Presidente do Grupo Comolatti
“Para a Bosch, é uma enorme satisfação fazer parte desse momento de celebração. Ao longo desses anos, percebemos o papel extremamente importante dos varejos para as oficinas na capilaridade, financiamento, dentre outros serviços”.
CARLOS BARBOSA FILHO, Diretor de Vendas para Mercado de Reposição Automotiva Robert Bosch Limitada
“O SINCOPEÇAS-SP chega aos 80 anos de história com uma trajetória repleta de conquistas, representando o elo da cadeia que faz a peça chegar aonde a demanda acontece, ou seja, na oficina”.
EQUIPE NAKATA
DEPOIMENTOS
“O SINCOPEÇAS-SP vem atuando ao logo de todas as gestões com representatividade em todas as esferas de modo a fortalecer o varejo e, consequentemente, toda a cadeia produtiva do aftermarket ao qual a ANDAP pertence”.
RODRIGO CARNEIRO, Presidente da ANDAP
“Parabéns ao SINCOPEÇAS-SP pela trajetória de 80 anos contribuindo sempre para o desenvolvimento do varejo de autopeças e fortalecendo todo o segmento de reposição automotiva”.
MARCELO HOREMANS, Presidente Freudenberg-Corteco
“Celebrar estes primeiros 80 anos do SINCOPEÇAS-SP é notável e um orgulho por fazer parte deste registro, que reconhece o trabalho dos que nos antecederam e inspira e ilumina o nosso trabalho e o dos que nos sucederão”.
LUIS PEDRO FERREIRA, Diretor de Relações Institucionais, Comunicação e Marketing da Dana
“Nós, da KYB do Brasil, reconhecemos e parabenizamos as várias mãos que ajudaram a construir e sustentar esse trabalho de oito décadas de comprometimento para o mercado que mais cresce no Brasil”.
GÉLCIA FEDALTO BATISTEL, Gerente de Marketing e Desenvolvimento
“O SINCOPEÇAS-SP, como entidade representativa de lojas de peças e acessórios para veículos, contribui na defesa do comércio independente de autopeças, amparando a categoria em constante crescimento”.
FABIO MOURA, Diretor de Vendas Automotive Aftermarket e Marketing da MANN+HUMMEL no Brasil



“Um parceiro de longa data, que suporta um dos principais elos da cadeia de comercialização das nossas marcas”.
EDISON CARVALHO VIEIRA, Diretor de Vendas e Marketing da DRiV, divisão de Motorparts da Tenneco
“Parabenizamos o SINCOPEÇAS-SP pelos seus 80 anos de representatividade e atuação no setor de autopeças, amparando, orientando e ajudando o desenvolvimento, crescimento e a organização dos varejistas, responsáveis por entregar nossos produtos ao consumidor final”.
MARCUS VINÍCIUS PEREIRA DA SILVA, Diretor de Vendas para o Mercado de Reposição
“Cada cliente, fornecedor e colaborador é uma peça de nossa engrenagem. Somos agradecidos a todos que nos ajudaram a construir essa história, como o SINCOPEÇAS-SP”.
CORINA CAPUTTO, Presidenta, e ALESSANDRA CAPUTTO RMAIH, Diretora Administrativa
“O varejo de autopeças é parte indispensável dos negócios no mercado automotivo brasileiro. Nessas oito décadas, o SINCOPEÇAS-SP vem fortalecendo e defendendo, com profissionalismo, os direitos e interesses desta importante classe da cadeia de reposição”.
FERNANDA GIACON, Gerente Sênior de MKT e Comunicação da ZF América do Sul









EXPANSÃO A TODO VAPOR
Junto à marca Peça Brasil, Auto Norte projeta um crescimento de dois dígitos para este e para o próximo ano, e a abertura de novas unidades

Por: Karin Fuchs | Foto(s): Divulgação
m outubro, a Auto Norte estreou no Sudeste com a sua nova marca, a Peça Brasil, em Belo Horizonte. No primeiro semestre de 2022 será a vez de São Paulo. O local já está definido, em um galpão de 4.000 metros quadrados na Vila Guilherme com cerca de 60 colaboradores diretos. Com a nova marca, o objetivo da Auto Norte é estar presente fisicamente em todas as regiões do País, já com planos de abertura de uma filial em Goiânia (GO). Já a Auto Norte fecha a região Nordeste com as unidades que faltavam em dois Estados: Alagoas, inaugurada neste ano, e a do Maranhão, no final de 2022.
E“A grande vantagem em Maceió é que já temos um bom histórico e já começamos vendendo muito bem”, diz Carlos Eduardo Monteiro de Almeida, mais conhecido como Cacai. Sobre os planos de expansão, ele conta que “nós vamos devagarzinho, solidificando e cada vez mais atingindo novas regiões. O importante é fazer da Peça Brasil um nome mais forte no Sul e no Sudeste, mas logicamente, por trás dela tem a Auto Norte com uma experiência de 41 anos. Isso tem sido muito marcante e gratificante para a gente”.







Para este ano, a Auto Norte deverá crescer 25%

A Peça Brasil tem praticamente o mesmo modelo da matriz, a Auto Norte. “O nosso grande diferencial é que a nossa equipe não é somente muito profissional, mas muito comprometida e propensa a fazer um trabalho diferenciado em todas as regiões em que nós chegamos. Isso nos dá motivação e um estímulo muito grande para chegarmos em todas as regiões”.
Diferencial que ele destaca também para a parceria com os fornecedores. “Quando o pessoal vem nos visitar na matriz, eles percebem que a empolgação é geral em todos os nossos setores para conseguirmos cada vez mais alcançar degraus mais altos, com muita consistência e perseverança, sabendo que aquele trabalho está sendo solidificado e será um comprometimento para um grande passo da Auto Norte e agora, para a Peça Brasil”.
Atento às oportunidades, em Minas Gerais (MG), Cacai já vislumbrou um nicho de mercado. “Eu fui para Montes Claros e percebi que é uma região muito forte na parte de peças de motos. É surpreendente a quantidade de lojas de serviços e de peças para motos na cidade, são cerca de 240, um número maior do que a de peças para carros. O projeto para 2022 é desenvolver um trabalho
muito forte para duas rodas na região”, antecipa.
A MARCA
Sobre a Peça Brasil, Cacai conta que eles foram muito felizes com essa iniciativa e que tiveram uma sorte muito grande em criá-la. “Pegou muito bem neste momento em que o Brasil está precisando de mais trabalho e dedicação, de algo diferente para melhorar qualquer segmento que esteja passando por um processo de mutação. A pandemia nos mostrou que a gente tem que fazer algo diferente, temos que inovar, sedimentar um trabalho contínuo e sempre, com muita perseverança e insistência. Percebo que este trabalho está sendo muito bem aceito e muito bem ingerido pelos nossos colaboradores”.
DESEMPENHO
Para este ano, Bruna Almeida, diretora Administrativa da Auto Norte, conta que o crescimento previsto é de 25%. “Entre os motivos, estão o mercado aquecido, incrementos de linhas, incrementos de novas filiais, trabalho comercial forte com clientes e fornecedores.




Já a Peça Brasil representou três meses de faturamento neste ano, o que ainda é pouco representativo em termos de tempo para o nosso faturamento”.
Para 2022, Cacai projeta também um crescimento na casa dos 20%. Entre as oportunidades, ele destaca a acentuada venda de veículos usados, impulsionada pela falta de novos no mercado. “Cada vez mais o carro usado, que é o nosso mercado, está muito mais valorizado. Hoje, estamos vendendo carro usado mais caro do que o novo, o que é surreal, o correto é o inverso”, afirma.
Ele prevê que levará no mínimo 18 meses para normalizar a produção de componentes para veículos novos. “E não é após esse prazo que ficará tudo a mil maravilhas. Vão haver dificuldades de componentes. É um processo e com o crescimento do home office o mercado de eletrônicos disparou e por aí vai a dificuldade de componentes”.
Cacai pontua quais são os principais desafios do setor. “Os maiores são a falta de peças e a variação cambial, o que encarece demais o produto, e principalmente o preço do combustível que está em um nível muito alto em relação ao poder aquisitivo do brasileiro. É preciso melhorar esse poder aquisitivo. O brasileiro está de um jeito que não está nem podendo comer”.
Além disso tudo, 2022 é ano de eleições. “Será crucial para que haja uma mudança maior no comando da nação. Acho que isso vai acontecer, vai existir a terceira via, o País está precisando disso. Já bastam os que olham somente para o seu próprio umbigo, tem que ser melhor para todos os brasileiros. O Brasil nunca vai melhorar se só pensar em si e no seu grupo. Se for melhor para todos, todos irão usufruir”, explica.

PERFIL






A Auto Norte, fundada em 1980 pelo Cacai, atua com as linhas leve, pesada e moto peças. São mais de 60.000 itens comercializados de mais de 150 fornecedores. Com a marca Peça Brasil, o foco é estar presente em todas as regiões do País, com um atendimento diferenciado e a parceria certeira com os seus fornecedores, para garantir a satisfação e a consequente fidelização dos clientes graças à garantia de confiabilidade.
“Começar por Minas Gerais foi uma opção estratégica por considerarmos a cultura nordestina e a mineira muito próximas por essência em seus valores. A identificação com o mercado mineiro de autopeças foi imediata, fluindo com maior facilidade nosso trabalho”, diz Cacai.

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DA ESQUERDA, DO ALTO, PARA A DIREITA:


Carlos Maia, gerente Comercial da Josecar Autopeças / Daniel Alves de Moraes Jr, da SK Mobility, de Osasco (SP) /Julio Cesar Sampaio, “Balconista dos Pampas”, da Cristal Auto Peças, de Porto Alegre (RS) / André Figueiredo, da Total Auto Peças, de Campo Grande (MS) / André Keppe, da Keppe Consultoria / Danielle de Oliveira, da Embrepar Distribuidora de Peças (PE) / Wellington de Oliveira, da Molina Auto Peças, de São Paulo (SP) / Max Soares, da Cobra Rolamentos e Autopeças, do Rio de Janeiro (RJ) / Nicolau Neto, da Onn Consultoria / Alexandre de Souza, da Rolemar Distribuidora de Autopeças / Rodrigo Feil, da BL Auto Peças, de Ivoti (RS) / Laura Rocha, da Auto Imports, de Vila Velha (ES)




UMA PROFISSÃO DINÂMICA E COMPENSATÓRIA
Para quem trabalha com vendas, dedicação, paixão e capacitação constante fazem a diferença, como mostram os exemplos # 6 DEZEMBRO/2021
Texto: Karin Fuchs e Silvio Rocha | Foto(s): Divulgação




Em homenagem ao Dia do Balconista, comemorado no dia 26 de novembro, o Balcão Automotivo realizou uma série de cinco lives, durante toda a semana do dia 22. Ranieri Leitão, presidente do SSA-Ce e Sincopeças Brasil, e Heber Carvalho, presidente do Sincopeças-SP, falaram sobre a importância da certificação ABNT para os vendedores de autopeças.
“Ter por trás uma Associação Brasileira de Normas Técnicas normalizando a sua profissão, para que ele possa ser certificado e ganhar notoriedade no Brasil, isso tem um espaço muito interessante para esse profissional”, disse Leitão. “A norma já foi homologada, agora ela precisa ser posta em prática. Isso vai valorizar muito mais as empresas, em função do balconista profissionalizado”, comentou Carvalho.
Rodrigo Moreira, presidente Sincopeças-RJ, falou sobre a dificuldade de renovação de profissionais no balcão, uma preocupação que não é só das autopeças. “Eu vejo isso acontecendo em vários ramos do comércio. A troca de experiência dos mais experientes com os mais novos que estão começando é fundamental para qualquer empresa e em autopeças não é diferente”.
Nas palavras de Max Soares, da Cobra Rolamentos e Autopeças, do Rio de Janeiro (RJ), é preciso querer aprender. “Trazer novas pessoas para esse segmento é muito difícil, pois o vendedor balconista precisa ser técnico, tem que estudar e entender de autopeças, tem que
querer aprender e está aí a dificuldade, pois hoje não existem cursos profissionalizantes para se formar balconista de autopeças, ele vai aprender no dia a dia”.
TECNOLOGIA
Gerente Comercial da Josecar Autopeças, Carlos Maia, destacou a importância das tecnologias nos dias atuais, independentemente do perfil do público-alvo da loja. “A empresa perfeita hoje tem que entender que existem diversos tipos de clientes. Há pessoas que gostam de comprar pela internet e que gostam de tecnologia. Tem que ter pessoas preparadas para esse nicho de mercado”.
Na SK Mobility, de Osasco (SP), Daniel Alves de Moraes Jr., conta que a tecnologia já faz parte do dia a dia, em especial, o WhatsApp. “De uns anos para cá, ele se tornou uma ferramenta indispensável. Antigamente, atendíamos muito via rádio, mas ele foi extinto. O WhatsApp tomou o lugar do rádio e de parte do telefone, embora a gente ainda use-o muito”.
Julio Cesar Sampaio, o Balconista







dos Pampas, da Cristal Auto Peças, de Porto Alegre (RS), contou que pela característica de sua região, eles estão na contramão desta tendência. “A nossa loja prioriza o atendimento no balcão, o nosso público prioritário é o mecânico. Temos três linhas fixas de telefone e, para nós, WhatsApp é apenas para comunicação, para tirar alguma dúvida”.
PROFISSÃO




Heber Carvalho, presidente do Sincopeças-SP
Para André Figueiredo, da Total Auto Peças, de Campo Grande (MS), a profissão mais completa que existe no mundo é a de vendedor. Depois de um bom tempo como balconista, ele fundou a sua própria loja e vê que ainda há um futuro longo para o balcão. “Pode mudar muito o formato dele, mas ele não vai acabar. E se acabar, tem muitos anos ainda para a gente ganhar dinheiro com o balcão, além de ele ser uma paixão”.
Paixão que André Keppe, da Keppe Consultoria, confirma. “Eu comecei bem cedo na profissão, aos 13 anos de idade, cheguei a ter minha própria loja e-commerce, 100% virtual, há 10 anos, me afastei por um ano para gravar o meu CD (ele é cantor) e voltei para gerenciar uma loja. Hoje, eu atuo mais na consultoria de peças e serviços, quase 100% externo”.
Danielle de Oliveira, da Embrepar Distribuidora de Peças (PE), está no setor há quase 20 anos e deixa uma mensagem: “Não deixem o ramo, ele é muito bom”. Mas tem que ter força de vontade. “Chegar de manhã, esperar o cliente e depois ir embora, grande parte dos novos balconistas faz isso. Tanto que se falar para o balconista se ele quer ser fixo ou comissionado, 95% dirão que querem ser fixos. Para mim, o céu é o limite”. Ainda de acordo com ela “às vezes, ele não será o que mais vende, mas tem que estar entre os melhores”.
REMUNERAÇÃO
Da Molina Auto Peças, de São Paulo (SP), Wellington de Oliveira, segue à risca o que Danielle disse. “Eu não penso só em ganhos, mas em tratar bem o nosso cliente para que ele venha e nos procure, sem ele, não temos ganho. Na loja eu tenho o fixo e a comissão dos produtos vendidos. Quanto mais eu vender, mais serei remunerado. Eu me sinto um profissional recompensado pelas minhas habilidades e tenho o maior orgulho de ser balconista, foi a profissão que eu aprendi”.
Max Soares também falou sobre remuneração. “Quem trabalha com comissão, o desafio é diário. O ganho dele depende mais dele do que da própria empresa, quem trabalha com comissão tem que se desafiar diariamente. A remuneração de um profissional de autopeças, tanto no atacado como no varejo, é muito boa. Quem já está estabilizado não quer sair”.
CAPACITAÇÃO
Na visão de Nicolau Neto, da Onn Consultoria, nada substitui o contato pessoal, o olho no olho e o encantamento. “As capacitações técnicas são necessárias, porém, as paralelas, como a comunicação e as técnicas de vendas, mesmo que não ligadas diretamente a setores específicos, e as capacitações de relacionamentos interpessoais, são de extrema importância”. Por outro lado, ele disse que por comodidade e um novo hábito de vida, as pessoas vão continuar comprando pela internet.
E na parte de capacitações, ele destacou a internet, em especial o YouTube que proporciona conhecimento de forma gratuita, só temos que investir o nosso tempo. “Todo mundo fala em capacitação de forma constante, eu acho isso maravilho, a gente nunca vai saber tudo. E a gente pode estar tanto se renovando, se reciclando para acompanhar as novas tendências como também uma capacitação técnica específica ou paralela de forma independente da empresa investir ou não na capacitação”.





Também para Alexandre de Souza, da Rolemar Distribuidora de Autopeças, as ferramentas digitais não substituem o relacionamento presencial. “O público jovem acha que vai substituir tudo, ele (o digital) é um complemento valioso, tanto que desenvolvemos o nosso programa novo de compras pela internet. Ao mesmo tempo, tivemos que ter o cuidado de mostrar que o relacionamento é muito importante. A máquina é fria, às vezes por um centavo ou por não entender a relação custo/benefício daquele produto, o cliente te troca, ou troca a marca pelo concorrente”.
Para Rodrigo Feil, da BL Auto Peças, de Ivoti (RS), com a entrada cada vez mais de novos veículos e novas tecnologias, informação nunca é demais. “Tem que se especializar e estudar. A cada dia são novos itens e não conseguimos ter todos eles”. Segundo ele, o vendedor precisa ser completo. “Ele tem que ler o cliente, não basta apenas o telefone, o Skype e o WhatsApp”.

Eu fui... eu vi!
Domingo, 21 de novembro, para muitos, dia descanso, de fazer churrasco com os amigos, mas não para mim, um balconista de autopeças RAIZ. Já tinha tudo planejado e fui seguindo o rumo do meu coração. Acordei cedo, e no horário acordado, fui juntamente com um casal de amigos a Novo Hamburgo, cidade metropolitana de Porto Alegre (RS), para apreciar o último dia da Reparasul.
Logo no estacionamento, já senti o clima, entre um chimarrão e fotos, não perdi muito tempo. Com a devida inscrição antecipada, peguei meu crachá (foto 3) e entreguei nos pavilhões da feira automotiva. Os olhos brilhantes e radiantes começaram a circular pelos corredores com direito a tapete vermelho.
Muitas atrações (até mesmo de outros países), visitas aos
Estar sempre aprendendo e dar o melhor de si, foi o que disse Laura Rocha, da Auto Imports, de Vila Velha (ES). “Quando a gente trata bem o cliente volta, se ele vê confiança e profissionalismo em você. Por mais que tenha o WhatsApp, o contato físico ou por telefone é essencial. Temos sempre que pegar dicas no YouTube sobre novidades, nem sempre as empresas nos mandam, e temos que correr atrás”.

A respeito da sua profissão, Laura falou que não tem do que reclamar. “Está muito bom, sempre queremos mais, pois no setor de vendas ganha-se por comissão e na comissão você ganha um extra muito bom. Um vendedor hoje está ganhando melhor que muitas pessoas formadas e que não atuam no seu ramo”.






estandes para rever os amigos e conhecer novos produtos. Novas tecnologias em todo o setor automotivo. Mas também teve os clássicos como um Dodge Dart (foto 2). Pessoal das pistas com apoio dos seus patrocinadores, entre eles Cacá Bueno, Ingo Hoffmann, Mano Cobalt. Inúmeros palestrantes que dividiram seus conhecimentos e experiências no 3° Congresso Sul-brasileiro, arena do conhecimento e as tendências da reparação automotiva no Congresso Ítalo-brasileiro.
Foi uma feira onde a expectativa se tornou uma grande realidade, uma ótima oportunidade de se atualizar em todos os setores da cadeia automotiva, rever os amigos e, com certeza, a feira do otimismo, da alegria (notório o sorriso dos olhos), da retomada e um gostinho de quero mais.
Também não poderia deixar de citar as caravanas que vieram dos mais longínquos rincões do Brasil, muitas cidades do interior do RS, mas também teve comitivas do Acre e Tocantins, apoiadas por empresários e entidades do setor automotivo, entre elas sindicatos, Senai e Sebrae.
Por aqui, deixo o meu cordial abraço do tamanho do meu Rio Grande do Sul... na expectativa de poder estar presente na Reparaul 2022 e vivermos juntos novamente essa experiência que somente o presencial pode nos proporcionar.
Até uma próxima!
Júlio César, Balconista dos Pampas
5 TÉCNICAS DE VENDA
POR TELEFONE PARA
COMERCIALIZAR AUTOPEÇAS

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, as vendas por telefone ainda são extremamente eficientes. Contudo, para obter sucesso nessa estratégia, é fundamental conhecer algumas técnicas de vendas por telefone.
Hoje em dia, uma loja de autopeças que deseja atrair e fidelizar seus clientes deve marcar presença em plataformas de atendimento virtual, como as redes sociais e de trocas de mensagens, mas é preciso se lembrar que também existe um grande público que ainda prefere o atendimento telefônico. Pensando nisso, preparamos este informativo com as 5 melhores técnicas de venda por telefone para que você possa atender os seus clientes da melhor maneira possível e aumentar a sua performance em vendas de autopeças.
1. REALIZE UM ATENDIMENTO HUMANIZADO
Muitas vezes, a compra de uma peça para o carro ocorre porque o veículo apresentou problemas inesperados e, portanto, não era um gasto previsto no orçamento do cliente. Neste momento, oferecer um atendimento humanizado é uma das técnicas de vendas por telefone mais relevantes. Para tanto, é preciso mostrar sensibilidade com a situação em que o consumidor se encontra. É claro que o vendedor precisa considerar as particularidades de cada caso, mas é importante perceber as necessidades do cliente e sanar as dúvidas para oferecer um atendimento humanizado em todas as ocasiões.
2. TENHA INFORMAÇÕES SOBRE O PERFIL DO COMPRADOR
Cada comprador tem um perfil específico, ou seja, cada um deles tem um motivo particular para a compra de uma autopeça. Assim, entender o perfil da pessoa que você está atendendo é relevante para que seja possível fornecer de maneira acertada o que ela procura. O vendedor que deseja aprimorar suas vendas não deve oferecer o mesmo atendimento para indivíduos de diferentes perfis, justamente porque cada um deles tem objetivos, necessidades e expectativas diferentes com a compra.
3. FAÇA UM ATENDIMENTO CONSULTIVO SOBRE AS AUTOPEÇAS
Especialmente no ramo de autopeças, existem muitos clientes com dúvidas sobre o item que desejam comprar. Por isso, é fundamental que o vendedor ofereça um atendimento consultivo, apresentando as particularidades e os diferenciais do produto, especialmente nas vendas por telefone em que o comprador não está vendo o item pessoalmente.
4. VENDA SOLUÇÕES, E NÃO PRODUTOS PARA CARROS
A tendência ao estar em uma ligação é que o vendedor de autopeças procure falar sobre as características do seu produto. Contudo, essa técnica muitas vezes não é eficiente, pois o ideal é apresentar soluções ao comprador.
Em geral, as pessoas procuram por uma peça de automóvel porque elas estão com um problema que deve ser sanado. Assim, o ideal é que o vendedor solucione a questão, em vez de apresentar características ou termos técnicos sobre o produto.
5. MAPEIE AS POSSÍVEIS OBJEÇÕES E SAIBA COMO CONTORNÁ-LAS
As objeções são as barreiras impostas pelos clientes para que a venda não se concretize, ou seja, são os contra-argumentos usados para negar ou adiar a aquisição de um item.
Ocorre que, de maneira geral, os clientes costumam utilizar objeções semelhantes. Por isso, um vendedor que sabe contorná-las é capaz de aumentar as suas vendas. Para atingir esse objetivo, é preciso mapear as barreiras mais usadas e criar maneiras de driblá-las.
Como exemplo, podemos citar um cliente que diz que não tem dinheiro para comprar determinada peça automotiva. Nesse caso, o ideal é que o vendedor procure tirar o foco da questão financeira e apresente os benefícios da compra, demonstrando que se preocupa com os problemas e com a dor do consumidor.

Agora que você já conhece 5 técnicas de vendas por telefone, coloque-as em prática o quanto antes para melhorar os seus resultados! Se você deseja aprimorar ainda mais a sua performance, não se esqueça de que estar atualizado é fundamental — para tanto, é possível assistir canais do YouTube sobre vendas e ouvir podcast de vendas, por exemplo.
Para conhecer mais dicas sobre vendas e descobrir como se tornar um consultor, assista ao nosso vídeo no YouTube sobre o tema! Acesse https://www.youtube.com/watch?v=yZSZmjA72Q4










Balcão dos Pesados & Comerciais
TEXTO: KARIN FUCHS | FOTO(S): DIVULGAÇÃO
MERCADO AQUECIDO PARA CAMINHÕES E AINDA DEVAGAR PARA ÔNIBUS


Pelos balanços da Anfavea e da Fenabrave, e com a análise do consultor automotivo, Valdner Papa, há muitos movimentos para acontecer




No acumulado do ano até o mês de novembro, foram quase 117 mil caminhões comercializados no País, alta de 46% em relação ao mesmo período de 2020. Também no período, foram comercializados 80 caminhões movidos a gás e 240 caminhões elétricos, ante 45 e 41, respectivamente, no mesmo intervalo do ano passado. Segundo Gustavo Bonini, vicepresidente da Anfavea, o segmento é muito puxado pelo agronegócio, pela construção, mineração e também pelo e-commerce, e não houve mudança significativa no mix, caminhões pesados continuam representando mais de 50% das vendas.
“Neste ano, o segmento de caminhões está se recuperando bastante do susto que foi com o início da pandemia, quando as produções das montadoras pararam e logo em seguida nós vimos, o que é óbvio, a conexão de serviços essenciais com o de transporte de carga, como o de alimentos, combustível e de medicamentos, e isso foi seguido pelos demais segmentos, como o e-commerce”, disse Bonini.
Somados ao desempenho da mineração e da construção, ele contou que todos esses fatores motivaram os volumes do segmento de caminhões. “E dentro da própria segmentação, os caminhões pesados representando quase 50% têm sua relevância no transporte de longa distância”, destacou.
Sobre a produção, também no acumulado até novembro, o resultado foi o melhor para o período desde 2013, totalizando 146,4 mil

unidades e 82% acima do mesmo período de 2020. “Mesmo com todas as dificuldades com a parte de peças e semicondutores, houve um incremento de outubro para novembro na ordem de 4,7% na produção; o melhor novembro desde 2013”, afirmou Bonini.
ÔNIBUS
Até o mês de novembro, o segmento de ônibus registrou uma produção de 17,5 mil unidades, um aumento de apenas 0,3% no acumulado do ano, quando comparado ao mesmo período de 2020. Em número de unidades licenciadas foram 12.900, no mesmo intervalo, um resultado muito próximo ao de 2020 e o melhor acumulado desde 2019.
“Foi o segmento mais afetado pela pandemia e continua sendo. Por isso, a importância de criar estímulos também para o setor. Estamos falando de mobilidade urbana, que é um tema bastante importante para o nosso País e em encontrar uma maneira para crescer esse mercado, dada a sua importância”, afirmou Bonini. Por segmento neste ano, 29% das vendas foram de ônibus urbano, fretamento, 13% e rodoviário, 12%; 27% foi a participação dos micro-ônibus, e do programa Caminho da Escola, quase 9%.
FATORES
Sobre o que vem pela frente, o executivo da Anfavea disse que a entidade ainda não fez as projeções para 2022, mas deu uma prévia. “Há fatores que podem puxar o volume e outros


No acumulado do ano até o mês de novembro, foram quase 117 mil caminhões comercializados no País, alta de 46% (em relação ao mesmo período de 2020)


Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave
Pelos números da Fenabrave, computados até setembro, no acumulado do ano o volume de caminhões emplacados cresceu 56,6% em relação a igual período de 2020

“Naquele momento, em função desse subsídio, o mercado de caminhões subiu fortemente, os grandes frotistas e até os individuais optaram pela troca de seus caminhões”.
Valdner Papa, consultor do mercado automotivo e presidente da Consult Motors
que são desafios a serem superados pelas montadoras. A estimativa da Conab para a safra 2021/2022 é de uma produção de 390 milhões de toneladas de grãos, um número bastante significativo, que representa um aumento de quase 15% em relação à safra anterior”.
Segundo ele, um número positivo que pode levar a uma demanda de caminhões. “Por outro lado, a inflação e as revisões do PIB também impactam o setor de transporte e a falta de semicondutores também é um desafio. Temos oportunidades, mas muitos desafios a serem superados”, concluiu.
EMPLACAMENTOS
Pelos números da Fenabrave, computados até setembro, no acumulado do ano o volume de caminhões emplacados cresceu 56,57% em relação a igual período de 2020. “A procura por esse tipo de veículo permanece com boa demanda, na maioria de seus subsegmentos (pesado, semipesado, médio, leve e semileve)”, afirmou o presidente da entidade, Alarico Assumpção Júnior.
Na contramão ficou o segmento de ônibus. Também no acumulado até setembro, o volume de emplacamento teve uma queda de 24,28% em relação ao mesmo período de 2020. “Neste ano, é o segmento com menor crescimento em relação a 2020, mas é algo até compreensível, em função da pandemia e das restrições de circulação, que vigoraram no primeiro semestre de 2021”, destacou Assumpção.
ANÁLISE
Na avaliação de Valdner Papa, consultor do mercado automotivo, fundador e presidente da Consult Motors, o segmento de caminhões terminará 2021 com um volume menor de vendas, mas com margens muito maiores. “Toda vez que você tem uma demanda maior
do que a oferta, acaba por ter margens maiores. O que está sustentando em tese o mercado da distribuição são as margens praticadas pela ausência de produtos. Porém, a concorrência poderia ter sido maior se todos os players estivessem produzindo volumes maiores”.
Ele explicou que anos atrás houve um aquecimento de mercado muito grande, com a liberação de financiamentos para caminhões a taxas baixíssimas pelo Finame. “Naquele momento, em função desse subsídio, o mercado de caminhões subiu fortemente, os grandes frotistas e até os individuais optaram pela troca de seus caminhões. Isso é um processo de gestão que leva tempo, pois as frotas têm um tempo de maturação. Quando o caminhão fica velho, os custos começam a ser muito altos e cada um estabelece um período de manutenção e depois procede a troca”.
Após essa renovação, aconteceu o contrário. “O País começou a passar por muitas dificuldades, principalmente econômicas e houve o impedimento da renovação da frota”. Além disso, aumentou a concorrência. “Até então, duas marcas dominavam o mercado, Scania e Volvo, e ele começou a ser preenchido por outras marcas, como a Volkswagem (MAM). O mercado passou a ser mais suprido e mais competitivo. Só que esse mercado vem a reboque, principalmente, do agrobusiness. Todo o nosso conceito de logística está diretamente ligado ao rodoviário”.
O melhor desempenho do agrobusiness, naturalmente, impacta diretamente o segmento de caminhões. “Como é um instrumento de trabalho, faz parte do dia a dia, do motorista individual ou da empresa de transporte, o cálculo de rentabilidade de retorno de investimento e isso iniciou novamente uma busca pela renovação, mas vieram a pandemia e a escassez de componentes, e uma redução muito forte na oferta de produtos”.
Fora o tempo de espera. “Se nós fizermos
uma fotografia como compradores de um caminhão pesado ou médio, a carência de tempo de recebimento é de quatro a dez meses, dependendo do modelo. Nós teremos um 2022 ainda melhor para a agricultura, então, esse problema se intensificará. Mais ou menos, a partir de setembro de 2022, teremos uma volta paulatina de volumes e, consequentemente, um ajuste de margens”.
Como termômetro, o setor de máquinas agrícolas deve crescer 40% neste ano em relação a 2020. De janeiro a outubro, a receita líquida do setor foi de R$ 32 bilhões, um aumento de quase 50% em comparação ao último ano, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).
Ônibus – É um segmento totalmente diferente do de caminhões, por estar diretamente vinculado às ações das prefeituras, a partir dos seus limites de financiamento individuais para a renovação de suas frotas. “Esse é um primeiro limitador, o comprador básico são as prefeituras, elas são um verdadeiro caos na locação de recursos e buscam sempre se utilizarem desses limites de crédito de financiamentos governamentais
direcionados para compras de ônibus”, afirmou Papa.
O segundo ponto colocado por ele é a politicagem. “Essas decisões são tomadas em momentos importantes de eleições, pois renovar uma frota de ônibus em uma cidade é visual. Isso também tem uma utilização política, então, o mercado de ônibus é o mais difícil de se prever, pois ele não tem uma lógica de renovação como o de caminhões, que depois de x anos, dependendo do seu uso, tem que ser substituído, caso contrário, não será produtivo e rentável. O critério do ônibus é trocá-lo quando o prefeito tiver a liberação de um limite de crédito e tem interesse político”.
Por esse motivo, Papa prevê que 2022 será um ano melhor para o segmento. “2022 é um ano de eleições e, como sempre, em um ano de eleição esse mercado cresce. Tenho certeza de que 2022 será melhor do que 2021 para o segmento de ônibus, mas também nos seis ou oito primeiros meses do ano, ele estará afetado por problemas com o fornecimento de componentes”, finalizou.

Valdner Papa, consultor do mercado automotivo, fundador e presidente da Consult Motors






Texto: Redação | Foto(s): Divulgação





FPT INDUSTRIAL, PRESENTE NO ROTA DIGITAL FENATRAN, FOI O PRIMEIRO FABRICANTE A HOMOLOGAR UM MOTOR EURO VI NO BRASIL

ZF ANUNCIA PROJETO HYFLEET DE E-MOBILIDADE PARA VEÍCULOS COMERCIAIS PESADOS


Líder no desenvolvimento de soluções MultiPower, a FPT Industrial foi o primeiro fabricante a homologar um motor Euro VI junto ao Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) no Brasil. O motor apto à fase PROCONVE P8 é um FPT F1C de 165 cavalos equipado com os sistemas de póstratamento EGR (recirculação de gases de escape) e SCR (redução catalítica seletiva), para aplicações em caminhões leves.
MERITOR BRASIL INVESTE EM MANUFATURA DE PADRÃO MUNDIAL

Diante da demanda crescente por veículos comerciais no mercado brasileiro, a Meritor intensifica investimentos em softwares, processos de manufatura e robotização, com ganhos em produtividade, qualidade, ergonomia e segurança, que contribuem para aumentar a capacidade e ampliar a oferta de seus produtos para clientes. De 2014 a 2021, foram aplicados US$ 18,6 milhões em modernização, automação e substituição de equipamentos antigos.
Em cooperação com a Freudenberg, Flixbus e a ONG do clima Atmosfair, a ZF está participando de um projeto de tecnologia de célula de combustível. O objetivo do projeto “HyFleet” é desenhar e testar um ônibus movido exclusivamente a eletricidade. O projeto está programado para funcionar por três anos e visa identificar descobertas importantes para o design ideal de células de combustível em ônibus.
FÁBRICA DA CUMMINS EM GUARULHOS PASSA PELA MAIOR TRANSFORMAÇÃO DE SUA HISTÓRIA

Investir em produtos e processos sempre foi prioridade para a Cummins em seus 50 anos de Brasil. Mas a transformação em curso na fábrica de Guarulhos, SP, certamente será uma das mais importantes na sua história no País. “É um divisor de águas”, resume o diretor de operações, Celso Ricardo de Oliveira, ao falar dos ganhos de produtividade, qualidade e segurança na área de manufatura, e do trabalho de localização de componentes.

DANA AMPLIA PORTFÓLIO DE DIFERENCIAIS SPICER
A Dana ampliou sua linha de itens diferenciais Spicer com o lançamento de mais de 30 novos códigos de aplicação, em caixa de diferencial completa, vazia, kits de reparo da caixa diferencial, coroa e pinhão, porca de pinhão, kits de parafuso da caixa, terminal do diferencial, semieixo, retentor do pinhão, bujão, tampa da carcaça e kits de calço, atendendo a caminhões, picapes e utilitários VW, Ford, Jeep, GM, Troller, Mitsubishi, Agrale, Toyota, Hyundai e Iveco.

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2021 chega ao fim, ano em que fizemos 15 anos... e estamos aqui para agradecer todo o respaldo dos nossos parceiros comerciais, fornecedores, equipe e, principalmente, dos profissionais de todos os elos do mercado de reposição automotiva, seja prestigiando nosso conteúdo no ambiente on e off-line, seja nas nossas ações de campo.
Ano que vem prometemos muito mais. CONTINUEM COM A GENTE!

A TODOS, UM
Feliz Natal e um 2022 de muita saude e prosperidade

DA EQUIPE BALCÃO AUTOMOTIVO



