Para viabilizar a continuidade de relacionamento com clientes de todos os elos do aftermarket, empresários aumentaram o uso das ferramentas digitais e adaptaram seus processos/negócios. O relacionamento pessoal ficou distante, mas tende a voltar com a vacinação em massa.
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VENDEDORES HÍBRIDOS
No mundo digital, houve uma mudança na função
Boas-vindas ao novo colunista e diretor da Linx RENATO LASS
SEGMENTO DE CAMINHÕES
Atinge em julho o melhor patamar desde 2014
HÁ 15 ANOS LEVANDO INFORMAÇÃO DE QUALIDADE À REPOSIÇÃO AUTOMOTIVA
Balcão Automotivo é uma publicação dirigida aos profissionais automotivos e tem o objetivo de trazer referências ao mercado, para melhor conhecimento de seus profissionais e representantes.
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NOSSA PLATAFORMA DIGITAL
NADA SERÁ COMO ANTES
Em tempos de pandemia, para viabilizar a continuidade de relacionamento com clientes de todos os elos do aftermarket, empresários aumentaram o uso das ferramentas digitais com mais intensidade e adaptaram seus processos e negócios. O relacionamento pessoal ficou distante, mas tende a voltar aos poucos com a vacinação em massa. Uma coisa é certa: muitas coisas mudaram.
#LiveDoBalcao - No dia 29 de julho, Alexandre Kohara, da Braskape Autopeças, e José Natal da Silva, da Mega Car Centro Técnico Automotivo, participaram da 85ª live do Balcão Automotivo. Com o tema: “Varejo e reparação avaliam o 1º semestre e o mês de julho de 2021”, conduzida por Silvio Rocha, editor-chefe do Balcão Automotivo, entre outros assuntos, eles falaram sobre a falta de peças, o aumento de preços, o trato com as garantias e o futuro dos veículos.
atendimento ao cliente novas habilidades foram impostas e são um caminho sem volta. Afinal, com o mundo digital e todas as pessoas navegando pelas mídias sociais, e outras formas de se comunicar na internet, o trabalho de um vendedor mudou significativamente.
Em Pesados & Comerciais, o mercado de caminhões continua a todo vapor e já superou os resultados de 2014, tanto na média mensal pelo último balanço da Anfavea, com base em julho, como também no acumulado do ano. Em números, as vendas de julho tiveram um acréscimo de 25,5% em relação a julho de 2020, somando quase 12 mil unidades, e de janeiro a julho foram 70,7 mil unidades vendidas, quase 50% a mais que em igual período de 2020.
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Ainda: Há 29 anos, o empresário Roberto Rocha abriu a sua primeira loja de autopeças em Campinas (SP), dando início a uma bemsucedida empreitada. Hoje são seis lojas abraçando a região de Campinas, novas filiais estão previstas, há também um centro de distribuição que foi inaugurado em 2012 e no próximo ano será inaugurada a sede própria, um marco para os 30 anos da empresa. E quem conta essa história é ele mesmo.
No nosso Suplemento Especial Automotivo, vendedores cada vez mais híbridos, versáteis pela própria profissão, no
Por fim, o artigo de Renato Lass, diretor do Segmento Automotivo da Linx e nosso novo colunista: “Autopeças on-line: emergencial na pandemia, estratégico para o futuro”. O mercado automotivo foi um dos mais impactados pela pandemia. Nesse período, abastecimento e estoque de autopeças foram pilares centrais do setor, com as montadoras apontando problemas nas linhas de produção por falta de semicondutores, por exemplo.
Boa leitura, continue se cuidando e até mês que vem!
O EDITOR
DIRETORIA
DIRETOR COMERCIAL
Edio Ferreira Nelson edio@jornalbalcaoautomotivo.com.br
CONSELHEIRO CONSULTIVO Carlos de Oliveira
COMERCIAL
EXECUTIVO DE CONTAS Richard Faria richard@jornalbalcaoautomotivo.com.br
Dois importantes profissionais da Driveway ratificam, em entrevista exclusiva, o compromisso de atualizar o portfólio e passar para os clientes Driveway a confiança de um produto que há 70 anos é sinônimo de qualidade
Prestes a completar 70 anos de atividades, o Balcão Automotivo conversou com Paulo Mosna, diretor Comercial da Driveway, e Olympio Piolla Jr., gerente Nacional de Vendas, e traz entre outros assuntos as impressões sobre os negócios da empresa, que diga-se de passagem ganhou reforços de peso em plena pandemia com as entradas dos dois profissionais.
Balcão Automotivo - Com as novas tendências do mercado e as inovações nos veículos, quais as principais novidades e tecnologias nos produtos da Driveway?
Paulo Mosna - Nossa linha de produtos está 100% voltada para peças de suspensão e direção, estamos sempre buscando as inovações tecnológicas. Segurança é primordial nestes produtos, assim estamos sempre atualizados em nossas certificações (Inmetro e ISO-9001) e com parcerias de fornecedores, buscamos sempre matérias-primas que visam segurança e durabilidade em nossos produtos. Investimentos em nosso parque industrial com
máquinas e equipamentos de ponta, que tornam nossos produtos cada vez mais eficazes, aliado a um corpo técnico de engenheiros que buscam na engenharia desenvolver produtos com qualidade original.
BA – A um ano do seu septuagenário, discorra a respeito do posicionamento da empresa no aftermarket e quais as ações com o setor de reposição.
PM - Uma marca histórica como a Driveway sempre exige uma postura de liderança e competitividade, estamos trabalhando com políticas comerciais agressivas e resgatando clientes que ao longo de décadas eram parceiros da marca. Está sendo um trabalho desafiador atualizar nosso portfólio e passar para nossos clientes a confiança de um produto que há 70 anos é sinônimo de qualidade. Esperamos com nosso trabalho mostrar ao mercado que em suspensão e direção não podemos usar qualquer produto, afinal não é qualquer indústria que permanece no mercado por 7
UM TRABALHO DESAFIADOR
décadas. Campanhas de divulgação da marca e novidades em novos produtos são ações que estão sendo oferecidas ao mercado, quanto mais concorrência, maior nossa responsabilidade em oferecer o melhor.
BA - Como a Driveway enxerga o atual cenário no quesito oportunidades e desafios?
Olympio Piolla Jr. - O negócio do nosso cliente é vender peças e não comprar, ou seja, tanto os distribuidores como os varejos visam fazer cada vezes menos estoques e atender ao máximo a exigência do nosso cliente maior e a razão de existir de qualquer indústria de autopeças, que é o Mecânico ou, como alguns chamam, o Reparador. Esta é uma equação que não é simples de fechar porque exige da fábrica uma agilidade fora do comum em atender rapidamente seus pedidos e hoje, com a falta de matéria-prima, mesmo com os aumentos abusivos, fazemos esta ginástica para que nossos produtos cheguem aonde precisam. Redefinimos as políticas comerciais e através da transparência e retidão mantivemos praticamente todos os clientes, abrimos novos e resgatamos outros. Isso faz a gente acreditar que estamos no caminho certo.
BA - Comente sobre o que a empresa tem feito para manter os vendedores de autopeças e reparadores atualizados e treinados. A Driveway, nesse momento de pandemia, realizou treinamentos online? Além disso, quais outras ações para estreitar o relacionamento com estes públicos?
OP - Buscamos no ano passado incrementar nossas ações de trade marketing e trouxemos como parceira da Driveway a ZMIX Marketing Integrado, pois tem todo know-how para acessar os profissionais de todos os níveis da cadeia de reposição: mecânicos, balconistas, vendedores de distribuidores, etc. Efetuamos inúmeros treinamentos por vídeos, participamos de lives mostrando a nova dinâmica da fábrica e resgatando um nome que tem um recall invejável. Os nossos representantes espalhados por todo o Brasil têm estruturas, além de comercial, também promocional, e andam alinhados com a fábrica para ações efetivas no mercado. Contamos com quatro promotores em São Paulo que realizam dentre as funções da promoção a técnica também. Ainda neste semestre teremos o novo site totalmente dinâmico com todos os lançamentos e, claro, com nosso catálogo à disposição, mantemos o estreitamento através do nosso 0800, do Whatsapp e em todas as redes sociais (Instagran, Facebook e Linkedin).
BA - O que os vendedores de autopeças e reparadores podem esperar de lançamentos neste ano?
OP - Daremos continuidade ao aumento do nosso portfólio de barramento e, como o Paulo já mencionou anteriormente, somos uma empresa especialista em suspensão e teremos novidades nesta linha com novos produtos ligados a undercar.
BA – Ainda um assunto que gera muita dúvida no setor, ressalte também como é o processo de garantia dos produtos da Driveway.
PM - Devido à excelente qualidade de nossos produtos, o índice de retorno é praticamente zero, mas nosso processo é pautado na agilidade e, para isso, seguimos as normas que a ISO-9001 exige. Temos um setor que cuida exclusivamente das garantias e através dos nossos canais de comunicação a resposta é rápida. O aplicador tem acesso aos nossos canais e os distribuidores também. Através do QRcode em nossas embalagens o processo torna-se menos burocrático e mais eficaz.
BA - Como foi esse período de pandemia para a empresa, em que coincidiu com as entradas de vocês, Paulo Mosna (diretor Comercial) e Olympio Piolla (gerente Nacional de Vendas), e quais as expectativas para o fechamento deste ano?
PM - Nossa chegada à Driveway coincidiu com o início da pandemia, mas conseguimos atender as necessidades de nossos clientes e, principalmente, com planejamento e visão, passamos pelo pior momento mantendo nossas metas e objetivos. O mercado automotivo, como sempre, reagiu muito bem ao momento e vem demostrando uma retomada forte como é peculiar ao nosso setor. Novamente reitero que com responsabilidade e oferecendo as melhores alternativas aos clientes sempre estaremos no radar do mercado.
BA – Faça suas considerações finais...
PM - A Driveway tem um foco e um objetivo que é o crescimento sustentável e o trabalho forte com uma marca de muita tradição e respeito. O mercado não espera e a cobrança é diária, procuramos fazer uma gestão voltada para o cliente, atendendo suas expectativas e aproximando o cliente da fábrica. Sabemos das dificuldades, mas temos o compromisso de levar com seriedade esta missão, afinal estamos dirigindo uma marca de 70 anos.
Paulo Mosna, diretor Comercial da Driveway
Olympio Piolla Jr., gerente Nacional de Vendas
TECFIL é eleita pelo 5º ano consecutivo a marca de filtros automotivos mais lembrada e comprada pelos mecânicos
A Tecfil, um dos maiores fabricantes em filtros automotivos da América Latina, foi eleita, novamente, pela “Pesquisa O Mecânico 2021”, como a marca mais lembrada e comprada pelos profissionais da manutenção automotiva, nas categorias Filtro de Ar, Filtro de Cabine, Filtro de Combustível e Filtro de Óleo. Realizada pela Revista O Mecânico, em parceria com o Instituto Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec), a 5ª edição da pesquisa revela as preferências dos profissionais da manutenção automotiva na hora de comprar autopeças, ferramentas e equipamentos.
MARELLI é eleita empresa de autopeças do ano no Prêmio REI
A Marelli foi eleita a empresa de autopeças do ano na 11ª edição do Prêmio REI (Reconhecimento à Excelência e Inovação), promovido pela Automotive Business. Os vencedores foram anunciados na terça-feira (3), durante o evento #ABPlan 2021 – Planejamento Automotivo. Essa é a quarta vez que a Marelli é vencedora do Prêmio REI. A empresa já havia sido reconhecida com a premiação nos anos de 2011, 2014 e 2016. Em 2015 ficou entre os finalistas. O Prêmio REI reconhece, anualmente, empresas e profissionais que são destaques e geram impactos positivos no setor automotivo brasileiro com novas soluções.
TOP RELAY
anuncia Jane de Castro como nova gerente
Comercial e Marketing
A Top Relay - Relemix - Indústria nacional fabricante de linha elétrica e acessórios automotivos e industriais, há mais de 19 anos no mercado, anuncia a contratação de Jane de Castro como nova gerente Comercial e Marketing, onde será responsável pelo aftermarket. Profissional com 16 anos de mercado automotivo, ela chega à empresa para contribuir e reestruturar a área Comercial e Marketing. O intuito é levar toda a estrutura fabril e marca desde a distribuição até o reparador. Jane é formada em Marketing com MBA em estratégias de negócios, e tem expertise em Branding: Gestão de marcas.
LINX lança primeira plataforma aberta para o varejo automotivo
A Linx anuncia o lançamento da Linx Smart API, primeira plataforma totalmente aberta exclusiva para o varejo automotivo, que promete tecnologia flexível para integrar ferramentas e soluções de fornecedores diferentes, que sejam complementares ao negócio. A arquitetura aberta da plataforma permite que a comunicação entre sistemas seja estruturada de forma direta e fluida, com menor risco de erros humanos. Com a novidade, o varejista poderá desenvolver suas próprias soluções e produtos dentro da plataforma, customizando-as para seus clientes, e complementá-las com facilidades da Linx ou de outros parceiros.
GRUPO UNIVERSAL Automotive Systems investe em treinamento móvel para oficinas e revendedores
O Grupo Universal Automotive Systems, com 44 anos de história e oito marcas voltadas ao mercado de reposição, investe em treinamento móvel para levar informações técnicas diretamente aos clientes. Além do Centro Tecnológico de Formação (CTF), localizado na sede da companhia, em Osasco (SP), o Grupo Universal conta com quatro veículos, equipados com showroom e equipamentos para que a equipe possa ministrar treinamentos e demonstrações in loco. Até agora, a empresa já acumula mais de 760 horas de capacitação somente nas unidades móveis.
Renato Lass, diretor do Segmento Automotivo da Linx
NGK comemora 62 anos de história no Brasil
A NGK completou no domingo, 1º de agosto, 62 anos de história no Brasil. A companhia chegou ao País em 1959 e inaugurou, em Mogi das Cruzes (SP), a sua primeira fábrica fora do Japão. Situada no bairro Cocuera desde 2007, a unidade tem 70 mil m² de área construída em terreno de 625 mil m², onde emprega mais de 1,3 mil funcionários, que produzem componentes, como velas de ignição, cabos de ignição e terminais supressivos, além de pastilhas de porcelana para a construção civil, que atendem ao mercado nacional e de exportação. A planta ainda abriga um dos seis centros tecnológicos da companhia no mundo.
ARTEB É FORNECEDORA DO PULSE, NOVO SUV DA FIAT
A ARTEB participa como fornecedora do Pulse, novo SUV da Fiat, lançado recentemente pela montadora. O novo carro da montadora, que teve o nome definido pelo público com divulgação pelas redes sociais, vem com a nova geração de motores Turbo da Fiat 1.0 de apenas três cilindros. A fabricante participa do projeto da Fiat, como desenvolvimento do break light e das lanternas, levando tecnologia de ponta nos sistemas de iluminação, itens cada vez mais destacados pela eficiência e desempenho e também pela parte estética do veículo.
A Fremax, uma das empresas Fras-le, obteve a certificação internacional ISO 14001:2015 em Sistemas de Gestão Ambiental. Dessa forma, a companhia qualifica seus processos de gerenciamento industrial, buscando a melhoria contínua com sustentabilidade. Com um parque fabril de 25 mil metros quadrados em Joinville (SC), a Fremax fabrica e comercializa autopeças para veículos de passeio, utilitários e comerciais de pequeno porte. O processo para obtenção da certificação foi iniciado em janeiro de 2020 e a auditoria final, que garantiu o cumprimento dos requisitos normativos, ocorreu no último dia 30 de julho.
ZF reporta sucesso no primeiro semestre de 2021
A ZF concluiu o primeiro semestre de 2021 com números positivos de vendas e lucro. Em contraste com o primeiro semestre de 2020, que foi significativamente impactado pela pandemia da Covid-19, a empresa gerou vendas de 19,3 bilhões de euros (2020: 13,5 bilhões de euros) nos primeiros seis meses deste ano. Ano após ano, isso corresponde a um aumento nas vendas de 43%. O EBIT ajustado ficou em 1,0 bilhão de euros (2020: menos 177 milhões de euros). O desenvolvimento positivo dos negócios contrasta com um ambiente de mercado internacional geralmente difícil e volátil.
DRIV anuncia nova Supervisora de Marketing
A Monroe Amortecedores e Monroe Axios, marcas da DRiV, anunciam uma nova supervisora para seu time de Marketing, Daniella Pascarelli. A executiva comandará as ações de comunicação da companhia e o fortalecimento das marcas no mercado nacional, se reportando a Edison Carvalho Vieira, Head of Sales and Marketing. Entre suas atividades está o desafio de desenvolver e fortalecer a comunicação com todos os canais da cadeia do aftermarket automotivo até os proprietários de veículos, utilizando os canais tradicionais de comunicação e aumentando cada vez mais a participação e utilização dos canais digitais.
Wolf-Henning Scheider, CEO da ZF
FIQUEPORDENTRO
KITS DE CORREIA SINCRONIZADORA
SKF: soluções que aliam o sincronismo perfeito em qualidade, segurança, desempenho e durabilidade
A SKF apresenta sua nova linha de Kit de Correia Sincronizadora, uma solução que chega ao mercado com a mais alta qualidade e desempenho em sistemas de sincronismo. O produto tem o conceito de kit completo e contempla sistemas convencionais, com lubrificação e também com bomba d`água, acompanhando todos os componentes necessários para as aplicações desde motores básicos até os mais potentes. Quer saber mais sobre essas e outras novidades da SKF? Então acesse os canais de relacionamento: WhatsApp: (11) 99269-6623 / CaRisMa: 0800 014 1152.
ZM
LANÇA CAMPANHA “EU APLICO E CONFIO”
Para estreitar ainda mais o relacionamento com os aplicadores e consolidar a confiabilidade na marca, o departamento de Marketing da ZM idealizou e lançou a campanha “Eu aplico e confio”. São vídeos gravados e enviados espontaneamente pelos próprios reparadores e aplicadores de autopeças contando o porquê eles usam e confiam na marca. Qualquer usuário de produtos ZM pode enviar seu vídeo que deve ser gravado preferencialmente com o celular deitado e encaminhado diretamente para a ZM, seja através de seu Canal de Relacionamento pelo whatsapp (47) 9221-5328 ou pelas redes sociais da empresa.
FREUDENBERG-CORTECO traz dicas de montagem do kit de roda
A Freudenberg-Corteco possui amplo portfólio no Brasil e está presente em mais de 70% das montadoras do País. Na reposição tem entre os seus principais produtos os kits de roda com rolamento 54006k (VW), 54010k (GM) e 54002k (Ford) sendo nacionalmente reconhecida como um dos principais fornecedores desses itens. Além dos retentores, juntas para linha pesada, coxins, transmissão automática e kit de direção hidráulica completam o seu portfólio. Visando divulgar informações relevantes para os reparadores, a empresa disponibiliza vídeos com dicas técnicas em seu canal do YouTube. Acesse o canal do YouTube no link https://www.youtube.com/watch?v=4GgSfy5XI0&t=202s e siga o passo a passo para montar o kit de roda do Gol G5.
SUMITOMO RUBBER DO BRASIL comemora 10 anos de brasil com olhar em um futuro ainda mais promissor
O ano de 2021 é ainda mais importante para a Sumitomo Rubber do Brasil. Há 10 anos, a Sumitomo Rubber Industries desembarcava no País para dar início a uma história caracterizada por grandes investimentos e conquistas. Otimista com a economia brasileira, a empresa já investiu mais de R$ 1,42 bilhão desde a sua chegada por aqui. “Estamos muito felizes em comemorar essa data tão especial. Durante esses dez anos a Dunlop focou constantemente seus esforços em inovações, utilizando-se das mais avançadas tecnologias para oferecer produtos de alta qualidade”, comemora Rodrigo Alonso, diretor de Vendas e MKT da Dunlop.
NAKATA oferece cursos online gratuitos de amortecedores, suspensão e direção
Por meio de plataforma digital, os EADs promovem capacitação de profissionais e estudantes de todo o Brasil, oferecendo conhecimento técnico que ajuda na execução dos serviços na oficina. A Nakata, uma das líderes em componentes para o sistema de suspensão, disponibiliza cursos online gratuitos para mecânicos, estudantes e pessoas interessadas em conhecer mais sobre amortecedores, o funcionamento dos sistemas de suspensão e direção de veículos leves. Todas as aulas têm formato de audiovisuais, acompanhadas de questionários do tipo “quiz” para a memorização do conteúdo. Para se inscrever, basta acessar https://www.nakata.com.br/treinamento
FIQUEPORDENTRO
MONTADORAS
CHERY APRESENTA NOVA VERSÃO DO MINI VEÍCULO ELÉTRICO EQ1
A Chery lançou recentemente no mercado chinês o novo EQ1. A nova versão do mini veículo elétrico, apresentado ao segmento pela primeira vez em 2017, traz novidades em relação à inteligência, segurança, eficiência e resistência, com o objetivo de seguir ocupando a liderança dentro da sua faixa de preço. Em quatro anos de mercado, o Chery EQ1 já ultrapassou o volume de 200 mil unidades comercializadas e ocupa, atualmente, o primeiro lugar no ranking de vendas da sua categoria. O novo EQ1 traz tecnologias que ajudam a entender melhor as necessidades do motorista.
TOYOTA do Brasil celebra sucesso do novo Corolla Cross com o retorno de edição limitada Special Edition
AUDI do Brasil abre pré-venda de lote limitado a 300 unidades do novo A3 com motor 1.4
A Audi do Brasil confirmou a chegada das novas gerações do Audi A3 Sedan e do A3 Sportback em versão única, Performance Black, com motorização 2.0 TFSI. A fabricante alemã oferecerá um lote limitado a 300 unidades do modelo com motor 1.4 TFSI, em versão batizada de S line Limited, que entra em prévenda a partir de 6 de agosto e pode ser encomendada nas concessionárias a partir de R$ 229.990, na modalidade venda direta, nas duas carrocerias. Para Daniel Rojas, responsável pela área de Vendas na Audi do Brasil, “o Audi A3 é um carro querido pelos clientes desde seu lançamento”.
Com mais de 10 mil unidades vendidas no mercado brasileiro desde o lançamento, em março deste ano, a Toyota do Brasil celebra o sucesso de seu mais novo SUV com edição limitada da versão Special Edition do Corolla Cross. O modelo já pode ser encontrado nas concessionárias Toyota com preço sugerido de R$ 192.690 (Preço base Brasília).
Baseado na versão topo de linha, XRX Hybrid, o SUV da marca traz equipamentos exclusivos como carregador por indução para celular (wireless charger) e alguns acessórios, tais como estribo lateral, soleira nas portas e bandeja do porta-malas.
Baseado no Nivus, VW Taigo é apresentado na Alemanha, com foco no mercado europeu
A Volkswagen apresenta o Taigo, o novo SUV cupê da marca, baseado no Nivus brasileiro. O Taigo será o primeiro modelo fabricado e comercializado no mercado europeu, após desenvolvimento na região América do Sul. Com um detalhe: o design foi um trabalho conjunto dos irmãos José Carlos Pavone, chefe de design da Volkswagen SAM, e Marco Pavone, chefe de design exterior da Volkswagen na Alemanha. “Nós queríamos fazer algo diferente”, revela José Carlos Pavone, chefe de design da Volkswagen SAM, que desde o início tinha a ideia de desenhá-lo com uma pegada cupê e ao mesmo tempo muito funcional.
Donos de carros da FORD ganham acesso personalizado no site da marca
A Ford criou uma nova página no seu site que dá acesso a informações personalizadas para os proprietários de modelos da marca. Basta entrar na seção Proprietários do site www.ford.com.br e colocar o número do chassi do carro, ou seu ano e modelo, para encontrar de forma rápida num só local tudo o que se relaciona com aquele veículo. O sistema inclui informações de modelos a partir de 2017. A nova página faz parte da transformação digital da Ford, que busca oferecer uma experiência aprimorada aos clientes. Nela é possível, por exemplo, saber se o carro já realizou ou tem algum recall a fazer, o preço das revisões, etc.
Campanha Comercial DUCATI tem aceitação bastante positiva
A aceitação da campanha comercial lançada em julho foi muito positiva, por isso a Ducati do Brasil prorrogou a promoção até o final de agosto. A Ducati Multistrada 950S se destacou no mês de julho, sendo pela primeira vez a moto mais emplacada do line up da marca italiana. No mês de agosto a Ducati Multistrada 950S (ano/modelo 2021) continua sendo a principal estrela da Campanha Comercial da marca, e na compra do modelo o cliente escolhe o pacote de acessórios da sua preferência e ganha 12 meses de extensão de garantia dentro do programa Ever Red.
HONDA Motos lidera vendas de scooters em julho
No mês de julho, o segmento de scooters registrou um recorde histórico no volume de emplacamentos: foram 10.195 unidades. No ranking de marcas, a Honda Motos lidera as vendas, com a comercialização de 6.589 unidades, melhor resultado da série histórica, com participação de mercado de 64,6%. Com um line up diversificado de scooters, que atende aos diversos perfis de clientes, a Honda possui modelos de entrada, como a Elite 125. Pelo segundo mês consecutivo, o modelo lidera as vendas em sua categoria, ampliando a sua vantagem em relação à concorrência, com 61,2% de participação de mercado.
DIA DO
MOTOCICLISTA:
NGK DÁ DICAS PARA REVISÃO DE MOTOS
Com a passagem de mais um Dia do Motociclista, comemorado em 27 de julho, a NGK, maior fabricante e especialista mundial em velas de ignição, listou algumas dicas para a revisão de motos, considerada essencial para garantir segurança e evitar imprevistos. Item importante para o bom funcionamento do veículo de duas rodas, as velas de ignição demandam atenção especial dos motociclistas, porque trabalham em condições mais severas nas motos do que nos carros. O especialista da empresa recomenda sempre buscar referências da oficina onde a revisão será feita. A escolha não deve ser feita apenas pelo preço ou proximidade.
DIA DO MOTOCICLISTA: MOTUL realiza ação promocional em parceria com Mottu
Em comemoração ao Dia do Motociclista (27 de julho), a Motul fez uma ação promocional com a Mottu, startup focada em locação de motos para entregadores, com a qual fechou uma parceria recente. A iniciativa contará com estande para apresentação de produtos por experts da Motul e distribuição de brindes*, como adesivos, chaveiros, canetas e máscaras, para os trabalhadores de delivery clientes da Mottu. Segundo Vitória Isberner, responsável pelo marketing da Mottu, a ação voltada para os entregadores é um pequeno reconhecimento da importância do trabalho de cada um.
Proteção e estilo: TEXX lança linha de roupas para o dia a dia dos motociclistas
Referência na produção de vestuário e acessórios para motociclistas, a paranaense TEXX, marca da Laquila, empresa líder do mercado de motopeças na América Latina, acaba de lançar suas mais novas opções de jaqueta, calça jeans e corta-vento. Desenvolvidas para oferecer um design anatômico e com muita eficiência em proteção sem perder as características de roupa casual, os produtos, para se ter uma ideia, se encaixam perfeitamente em diferentes usos, estilos de pilotagem e condições climáticas para quem não abre mão de qualidade, conforto e tecnologia.
A ADAPTAÇÃO DOS ELOS DA CADEIA
Por: Karin Fuchs | Foto(s): Divulgação
Cada um à sua maneira inovou para manter o relacionamento com o cliente o mais próximo possível, mesmo que no digital
m tempos de pandemia, para viabilizar a continuidade de relacionamento com clientes de todos os elos do aftermarket, empresários aumentaram o uso das ferramentas digitais com mais intensidade e adaptaram seus processos e negócios. O relacionamento pessoal ficou distante, mas tende a voltar aos poucos com a vacinação em massa. Uma coisa é certa: muitas coisas mudaram.
Consultor da Complement Consultoria & Marketing, Luis Fernando Martins Pingueiro, lembra que em março do ano passado, devido à Covid-19, os fabricantes de autopeças diminuíram o ritmo de suas operações, colocando grande número de funcionários em férias coletivas, ocorreu escassez de peças, o que afetou os negócios das empresas automotivas como um todo.
“Normalmente, os negócios B2B de maior porte atuam com maior nível de planejamento, possuindo políticas de estoque bem definidas, que visam a otimização dos valores alocados neste ativo de curto prazo. Aliado ao maior nível de planejamento, a própria dinâmica de mercado B2B já exigia maior participação em canais de interação como o e-commerce e demais interfaces digitais, o que certamente auxiliou na adaptação do relacionamento comercial”.
Quanto ao relacionamento com o consumidor, ele explica que isso exigiu mais criatividade. “O B2C, por sua vez, exigiu mais criatividade em razão da maior diversidade deste público, da exigência de fechamento dos estabelecimentos e do isolamento social. Para viabilizar a continuidade de relacionamento com clientes B2C de forma não presencial,
“O
estabelecimento de um programa de relacionamento com o cliente também é um excelente caminho para a manutenção e sucesso nos negócios, o fortalecimento do diálogo fortalece os laços, nos aproximando das necessidades do cliente. Aqui, o marketing é um forte aliado”
Luis Fernando Martins Pingueiro, consultor da Complement Consultoria & Marketing
intensificou-se o uso de ferramentas práticas como o WhatsApp”.
Além do WhatsApp, portais eletrônicos em parceria com marketplaces, e-mails Facebook, LinkedIn e Instagram, também estão sendo amplamente utilizados.
“O estabelecimento de um programa de relacionamento com o cliente também é um excelente caminho para a manutenção e sucesso nos negócios, o fortalecimento do diálogo fortalece os laços, nos aproximando das necessidades do cliente. Aqui, o marketing é um forte aliado”, ressalta.
DINAMISMO
Da mesma forma que o digital tem velocidade, na retaguarda é preciso agilidade na resposta, no atendimento. Nas palavras de Pingueiro, não basta ter um portal para receber pedidos e não processálos em tempo hábil para entrega. “Tornar a estrutura ágil e econômica é o desafio, e a logística empresarial pode auxiliar a manter a competitividade, tornando disponíveis os produtos e serviços onde são necessários, no momento desejado e por custos mínimos”.
Ele informa que há várias as metodologias logísticas empregadas. “O recomendável é avaliar aquela que seja mais adequada às operações mercantis de cada player. A título de exemplo, cito o VMI, Vendor Managed Inventory. O VMI é um sistema de parceria desenvolvido entre fabricantes e fornecedores, com foco na gestão de estoques e controle de informações sobre compra e venda”.
E sobre o relacionamento comercial, Pingueiro prevê que as interações continuarão sendo de forma concomitante: o presencial, os atendimentos humanos de forma remota e o autoatendimento digital, e explica o que é o SAC 2.0. “Ele engloba o suporte por ferramentas de chat e autoatendimento online, indo além das redes sociais, o que não impede que sejam integradas. Há também uma curva de aprendizado que proporcionará maturidade ao SAC 2.0. Porém, o que não pode se perder de vista no SAC 2.0 é que as abordagens sejam humanizadas e não apenas transacionais. Este é outro desafio”.
TRANSFORMAÇÃO CONTÍNUA
Gerente da área de Marketing de Reposição Automotiva da Bosch na América Latina, Christiane Verne, conta
Luis Fernando Martins Pingueiro, consultor da Complement Consultoria & Marketing
que a pandemia trouxe impactos e desafios para toda a sociedade e que foi preciso parar e repensar a maneira de fazer negócio, buscar formas de estar próximos aos clientes, adaptar-se e aprender.
“Pouco a pouco, as oportunidades estavam surgindo e chegamos ao final de 2020 com resultados muito positivos e superiores aos do ano anterior. Isso mostra o quanto fomos capazes de atender as necessidades e as demandas do mercado. Graças a um trabalho em time, acabamos conseguindo ocupar espaços que foram
A ADAPTAÇÃO DOS ELOS DA CADEIA
deixados por alguns concorrentes que talvez não conseguiram reagir com a mesma rapidez. Aprendemos junto com nossos clientes a utilizar a tecnologia para aproximar as pessoas. Hoje, estamos muito mais preparados para esta comunicação direta com clientes e parceiros”.
Ferramentas – Um exemplo de adequação à nova realidade foi a realização de treinamentos, seminários técnicos e congresso online, em plataformas interativas, promovidos pelo Centro de Treinamento Automotivo da Bosch (CTA). Além disso, a plataforma Super Profissionais Bosch teve um crescimento exponencial desde o início da pandemia, trazendo um forte aumento no número de novos alunos, assim como de cursos realizados e certificados emitidos.
“Outra estratégia de relacionamento comercial implantada em 2020 foi a ampliação dos canais de venda com foco em e-commerce. E temos o eXtra, um programa de fidelidade para o setor de reposição automotiva lançado em 2019, que recentemente também passou a estar presente na “palma da mão”, via aplicativo,
Christiane Verne, gerente da área de Marketing de Reposição Automotiva da Bosch na América Latina
tornando mais rápida e fácil a experiência dos usuários”.
E no que tange aos investimentos da Bosch em transformação digital, ela informa que eles já vinham ocorrendo antes da pandemia. “Eles são contínuos e fundamentais para a competitividade dos negócios, além de estarem diretamente ligado à estratégia da empresa, que é ser uma líder global em AIoT (Inteligência Artificial e Internet das Coisas)”.
Na divisão de Reposição Automotiva
CAPA A ADAPTAÇÃO DOS ELOS DA CADEIA
Alcides Arcebi Neto, diretor Comercial da Jahu Borrachas e Autopeças
da Bosch, este processo começou efetivamente em 2017 com o objetivo de identificar as demandas do mercado e propor soluções baseadas nas novas tecnologias e soluções digitais. “Para isso, foram utilizadas metodologias centradas no ser humano, como design thinking e user experience, a fim de trazer elementos fundamentais para construção da estratégia da Bosch, seja para o curto ou longo prazos”.
ao atender os clientes”.
No geral, ela acrescenta que em outras situações de relacionamento que antes eram presenciais, as empresas se adequaram por meio de estratégias, ferramentas e canais digitais para continuarem atendendo e se comunicando da melhor forma com os clientes. “Acredito que essas mudanças foram positivas, têm benefícios e não serão deixadas de lado. No entanto, oportunamente devem convergir com a retomada da convivência social”.
MAIS EFETIVO
Nas palavras de Alcides Arcebi Neto, diretor Comercial da Jahu Borrachas e Autopeças, o relacionamento pessoal é muito mais efetivo. “Muito do que fazemos, escolhemos e resolvemos vem de um bom e proveitoso bate-papo. Pode ser por telefone, vídeo ou mensagem, mas quando presencial, é muito mais efetivo”. No póspandemia, Neto acredita que a reunião virtual é uma ferramenta que permanecerá.
“Outra estratégia de relacionamento comercial implantada em 2020 foi a ampliação dos canais de venda com foco em e-commerce. E temos o eXtra, um programa de fidelidade para o setor de reposição automotiva lançado em 2019, que recentemente também passou a estar presente na “palma da mão”, via aplicativo, tornando mais rápida e fácil a experiência dos usuários”
Christiane Verne, gerente da área de Marketing de Reposição Automotiva da Bosch na América Latina
Presencial – Na avaliação de Christiane Verne, no mercado de reposição automotiva, o relacionamento comercial presencial é insubstituível no momento da prestação de serviços, sobretudo para realizar a manutenção dos veículos. “Ainda assim, considerando a necessidade de distanciamento social imposta pela pandemia e todos os protocolos de saúde e segurança, foi preciso se adaptar e promover mudanças
“Ela facilita e agiliza muito as tratativas comerciais, com participação de pessoas que provavelmente não teriam condições de comparecer, caso elas fossem presenciais. Também os sistemas de vendas para uso pelos clientes permanecerão, agilizando parte do atendimento que os vendedores continuarão prestando”.
No relacionamento comercial com seus clientes, logo no início da pandemia foi
adotado na Jahu somente o atendimento por telefone, mensagem e online. “Ao longo deste período, fomos nos preparando e antecipando a digitalização das áreas. Atendendo as recomendações de distanciamento social e tomando os cuidados necessários para evitar o contágio pela Covid-19, aos poucos retomamos o trabalho presencial da equipe comercial, retomando também as visitas aos clientes que concordam em receber nossa equipe de vendas”.
Ferramentas – Mesmo antes da pandemia, as ferramentas digitais para o atendimento já eram utilizadas. “O que implementamos foram melhorias em nosso catálogo eletrônico, divulgamos o acesso por WhatsApp coorporativo, implementamos novas funções aos sistemas de vendas dos nossos representantes, disseminamos o B2B e integramos nosso sistema com mais clientes. Todas elas passaram a ser mais utilizadas, de acordo com a preferência do cliente”, especifica. Para finalizar, diz Neto: “Sempre estamos buscando a melhoria no atendimento. Continuamos com os treinamentos, palestras online e melhorias sistêmicas para prestar o melhor serviço ao cliente”.
PROXIMIDADE MAIOR
Gestor da Rodrigues Auto Peças, Rodrigo Rodrigues da Silveira, de São Paulo (SP), diz que a principal mudança com a pandemia foi estarem cada vez mais próximos aos
Rodrigo Rodrigues da Silveira, gestor da Rodrigues Auto Peças, de São Paulo (SP)
A
clientes, seja por meio de contato ativo da equipe comercial ou na criação de conteúdo relevante aos clientes nas redes sociais. E que a ferramenta mais utilizada pela equipe de vendas foi o WhatsApp e pela empresa nas redes sociais foram o Instagram e o Facebook.
“O uso do WhatsApp Web vem contribuindo muito para a agilidade no atendimento aos clientes. Já em relação às redes sociais, ativamos o sistema de notificações em dois usuários, para diminuirmos ao máximo o tempo de resposta aos clientes. Eu acredito que
todas as ferramentas continuarão sendo muito importantes, pois os consumidores estão cada vez mais digitalizados. Os clientes estão buscando mais agilidade e praticidade, mas sem abrir mão da confiabilidade e reputação da empresa”.
E para ele o contato pessoal é imprescindível. “A relação comercial é essencialmente humana. Em meio a um ambiente omnichannel de consumo, que consiste na multicanalidade de interação do consumidor com a empresa, acredito que o cliente sente a necessidade de ter a opção de ir ao PDV do varejo, caso julgue importante em algum momento antes, durante ou depois de sua decisão compra. E nesse momento a habilidade da interação humana com o cliente é insubstituível”, afirma.
Na oficina AutoToki, também da capital paulista, pelo perfil de negócio, o contato com o cliente é fundamental. “Aqui virou um consultório”, brinca o empresário Claudio Marinho Guedes, acrescentando que o cliente já está indo na oficina e faz questão de estar presente. “Claro que temos uma fatia de consumidor, a geração hi-tech, que mesmo antes da pandemia já queria tudo
rápido e resolver pelas redes sociais, o que para nós é um desafio, pois estamos muito acostumados a explicar presencial o que é necessário ser feito no carro”.
E na AutoToki o WhatsApp se tornou uma ferramenta imprescindível, tanto para enviar o orçamento para o cliente, “hoje, o meu cadastro de clientes é praticamente todo no WhatsApp”, comenta, como também para a aquisição de peças e produtos. “Esse processo está cada vez mais digital, o que facilita muito, pois além de ter documentado o que está sendo falado com o fornecedor, o envio da foto da peça, quando necessário, facilita muito a compra”.
Ainda no relacionamento com o fornecedor, Guedes diz que leva mais vantagem quem faz um atendimento presencial. “É nítido que eu acabo fechando com um fornecedor que está presente. Faz falta o relacionamento pessoal, acho que esse é um momento de transição e que daqui em diante vamos ter algo mais híbrido (presencial e digital). O relacionamento por parte dos fornecedores se tornou muito via WhatsApp e acho que leva certa vantagem o que está presente”, conclui.
“Ao longo deste período, fomos nos preparando e antecipando a digitalização das áreas. Atendendo as recomendações de distanciamento
social
e
tomando os cuidados necessários para evitar o contágio pela Covid-19, aos poucos retomamos o trabalho presencial da equipe comercial, retomando também as visitas aos clientes que concordam em receber nossa equipe de vendas”
Alcides Arcebi Neto, diretor Comercial da Jahu Borrachas e Autopeças
Claudio Marinho Guedes, da oficina AutoToki, de São Paulo (SP)
Tendências
por: Renato Lass
Diretor de negócios do segmento automotivo da Linx
AUTOPEÇAS ON-LINE: EMERGENCIAL NA PANDEMIA, ESTRATÉGICO PARA O FUTURO
Omercado automotivo foi um dos mais impactados pela pandemia. Durante esse período, a questão do abastecimento e estoque de autopeças foi um dos pilares centrais do setor, com as montadoras apontando problemas nas linhas de produção por falta de semicondutores, por exemplo.
Paralelo a isso, o isolamento social congelou as operações do varejo físico – e, tradicionalmente, o setor automotivo funcionava muito apoiado nesse formato presencial. O impacto econômico causado pela quarentena, em um primeiro momento, começou a ser revertido no setor de autopeças no final do ano passado. Segundo o Sindipeças, o faturamento do segmento no primeiro trimestre de 2021 aumentou 45,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A verdade é que as empresas de autopeças precisaram se reinventar rapidamente para aproveitar a oportunidade, chegar nessa recuperação e reverter o cenário para uma performance positiva. E o grande ponto de virada foi a mudança de mentalidade em relação à operação digital.
Nessa transformação do setor para entrar no e-commerce, o varejista de autopeças se apoiou em algumas estratégias importantes. Entre elas, catálogos bem planejados e prontos para atender às necessidades do público-alvo. Materiais bem elaborados, com informações assertivas, bem detalhadas e descritivas, e fotos de qualidade passaram segurança para o cliente comprar virtualmente pela primeira vez em muitos dos casos. Assim como na organização da loja física, o catálogo deve ser pensado de acordo com a variedade de modelos de veículos disponíveis no Brasil, especificando quais carros são atendidos por cada peça, adequando também o anúncio desse estoque a esses modelos.
Outra estratégia importante foi uma gestão de estoque focada na demanda e perfil do cliente. Por incrível que pareça, o público virtual facilita a gestão do estoque, permitindo a avaliação fácil dos itens mais buscados e, com o tempo, o alinhamento dos itens aos interesses dos clientes da base e novos visitantes do dia. Esse controle favorece não só o planejamento de novas compras de peças, mas também a elaboração de campanhas de marketing pontuais. No final do dia, o varejista pode tomar decisões com base em um conjunto rico de dados, reduzindo custos atrelados ao aumento do faturamento.
O terceiro pilar para a virada digital do varejo de autopeças foi um sistema dedicado ao nicho. Os varejistas que optaram pelo amparo de um software de gestão específico para o setor saíram na frente, digitalizando serviços, otimizando a equipe e analisando indicadores em tempo real. Automatizando as tarefas operacionais e burocráticas, há mais tempo para cuidar da expansão, estratégia de venda e atendimento ao cliente.
Herança positiva desse período de desafios, o varejo de autopeças entrou no universo do e-commerce com o pé direito. E a mudança veio para ficar, já que 80% dos consumidores querem continuar comprando on-line de acordo com dados apresentados na NRF deste ano. Para o setor de autopeças, essa intenção de compra digital, somada ao fato de que o Brasil tem uma das frotas mais antigas dos últimos 25 anos, torna o e-commerce e a digitalização do negócio um tema urgente. Se quem acelerou o comércio on-line durante a pandemia saiu na frente, aqueles que não aderirem ao e-commerce daqui para frente estarão pisando no freio do próprio negócio.
Varejo
Por: Karin Fuchs | Foto(s): Divulgação
ROCHA AUTO PEÇAS: 29 ANOS
Com seis lojas na região de Campinas (SP), Roberto Rocha planeja expandir ainda mais. Em 2022 será vez da nova matriz
Há 29 anos, o empresário Roberto Rocha abriu a sua primeira loja de autopeças em Campinas (SP), dando início a uma bem-sucedida empreitada. Hoje são seis lojas abraçando a região de Campinas, novas filiais estão previstas, há também um centro de distribuição que foi inaugurado em 2012 e no próximo ano será inaugurada a sede própria, um marco para os 30 anos da empresa. E quem conta essa história é ele mesmo.
eu saí de lá para abrir a minha loja própria, em agosto de 1992.
BA – Quando se deu o processo de expansão?
RR – Seis meses depois da abertura da primeira loja, eu abri a segunda, em Indaiatuba (SP). Havia um funcionário de uma distribuidora que morava em Indaiatuba e trabalhava em Campinas, e sempre que os clientes de sua cidade pediam peças específicas para motor, ele vinha buscá-las comigo, por serem mais baratas do que ele conseguia vender pela distribuidora. Ele sugeriu que eu abrisse uma loja lá e foi trabalhar comigo. E começamos a crescer. Depois demorou um pouco mais para abrir a terceira loja, que foi inaugurada em 2005, em Campinas, na saída para Valinhos.
Balcão Automotivo – Como o senhor começou no setor?
Roberto Rocha – Eu trabalhava na Unicamp, Universidade Estadual de Campinas, e minha irmã namorava um rapaz que tinha uma retífica. Teve uma greve na universidade e eu fui ver como funcionava a retífica. Ele queria abrir uma loja e eu fui trabalhar com ele. Depois,
BA – Como está estruturada a Rocha Auto Peças?
RR – Hoje são seis lojas, um centro de distribuição, 170 funcionários e cerca de 38 motoqueiros terceirizados. O que falta no mercado é gente especializada para trabalhar.
Colaboradores da Loja 6
Rocha Autopeças
Antiga loja
Rocha Autopeças
Loja Campos Elíseos
Rocha Autopeças
Loja 2
BA – O mercado fala muito sobre a falta de mão de obra. Faz tempo que isso é uma realidade?
RR – Já faz mais de dez anos que temos enfrentado a falta de mão de obra, pois está difícil formar novos gestores. Se a pessoa não tiver esse perfil, não adianta. Teve uma pessoa que me disse que não consegue ser gestor de empresa e de pessoas ao mesmo tempo. Essa é a realidade.
BA – Quais são as metas futuras?
RR – Estamos treinando funcionários e o foco é abrir pelo menos mais três lojas nos próximos três anos, sendo duas no eixo da rodovia Anhanguera para crescermos mais, pois já atendemos essa região com entregas.
BA – No próximo ano será a inauguração da nova matriz?
RR – Sim, já era para ela ter sido inaugurada, mas o atraso nas obras fez com que adiássemos para o próximo ano. A ideia seria inaugurar para comemorar os 30 anos da empresa (em agosto de 2022), mas o prédio antigo foi vendido para uma construtora e eles querem que a gente saia logo. Nós vamos mudar de um prédio antigo e alugado, para um prédio novo que terá 2.200 metros quadrados, devido ao escritório administrativo sair do centro de distribuição e ir para este prédio novo. Nós vamos dobrar a área administrativa para comportar todos os colaboradores que se encontram em outros prédios. A nova matriz está sendo construída próxima ao nosso centro de distribuição e será um prédio diferenciado na parte de autopeças em Campinas.
BA – Hoje, qual é a movimentação mensal da Rocha Auto Peças?
RR – Nós temos como movimentação mensal em torno de 15.000 itens e temos em estoque da ordem de 30.000, nem todos vendem mensalmente. E o nosso centro de distribuição (inaugurado em 2012) tem 1.200 metros quadrados.
BA – Em sua opinião o que mais mudou no varejo de autopeças nos últimos anos?
RR – Perceptivelmente, aumentou o número de clientes no balcão. Antigamente, as pessoas deixavam o carro no mecânico e iam buscá-lo pronto. Hoje, o número de pessoas que faz o orçamento no mecânico e vai comprar peças cresceu bastante. Antes era em torno de 40% e, atualmente, cerca de 60% vêm no balcão comprar peças.
Rocha Autopeças
Loja 3
BA – E as vendas pela internet?
Rocha Autopeças
Loja 6
RR – Elas existem, porém da parte mecânica, eu considero a pior parte da venda. Até nós, na hora de comprarmos, às vezes, ficamos em dúvida se é a peça certa, se não estiver bem especificada no catálogo. Acho que pela internet é mais para quem fará a manutenção preventiva. No entanto, hoje o brasileiro faz praticamente a manutenção corretiva, só conserta se quebrar e estica o máximo a vida útil da peça. No nosso segmento, as vendas pela internet são mais da linha de acessórios e acabamento, até porque em caso de devolução, o frete de retorno é caro e muitas vezes o lucro é perdido nele.
“ Já faz mais de dez anos que temos enfrentado a falta de mão de obra, pois está difícil formar novos gestores. Se a pessoa não tiver esse perfil, não adianta. ”
BA – Acha que o atendimento dia digital, via WhatsApp, veio para ficar?
RR – Sem dúvida, diferentemente das vendas online, nós fazemos a venda pelo WhatsApp e conseguimos interagir com a pessoa e achar o mais próximo possível o que ela quer, sem ter retorno. A venda fica o mais certo possível.
BA – Para finalizar, qual é o futuro do setor de autopeças. Muitos falam que desaparecerá um dos elos da cadeia. Acredita nisso?
RR – Eu não sei se desaparecerá algum elo da cadeia, talvez diminua um pouco a cadeia, pois não tem mercado para todo mundo. Por mais que a frota continue crescendo, o carro está mais durável. Antes, um motor era feito com 70 mil ou 80 mil km, hoje, o motor já vira 400 mil km e dura mais ainda conforme a manutenção é feita. A manutenção brasileira é sempre mínima, na Europa e nos Estados Unidos, eles fazem revisão por quilometragem, aqui no Brasil, a manutenção é feita por quebra.
Por: Karin Fuchs e Silvio Rocha | Foto(s): Divulgação
LADO A LADO, VAREJO E REPARAÇÃO AVALIAM O PRIMEIRO SEMESTRE
Assista à live acessando o QR CODE
Os resultados foram melhores para o período, mas a falta de peças e o aumento de preços persistem impactando o setor
o dia 29 de julho, Alexandre Kohara, da Braskape Autopeças, e José Natal da Silva, da Mega Car Centro Técnico Automotivo, participaram da 85ª live do Balcão Automotivo. Com o tema: “Varejo e reparação avaliam o 1º semestre e o mês de julho de 2021”, conduzida por Silvio Rocha, editor-chefe do Balcão Automotivo, eles falaram também sobre a falta de peças, o aumento de preços, o trato com as garantias e o futuro dos veículos. E como bem diz o título, cada um avaliando o seu business.
“O primeiro semestre começou temeroso, não sabíamos como seria o ano e janeiro foi bem difícil. Nós estávamos com muitas restrições e dúvidas sobre a vacinação. Apesar da falta de mercadorias, para nós o primeiro semestre foi melhor, nós tivemos um crescimento bom, não foi algo que suprisse toda a queda anterior, mas estamos superando-a. Com um público maior vacinado e o prefeito (de São Paulo) sinalizando a retirada de algumas restrições isso dá mais confiança, mas não podemos nos esquecer dos cuidados”, disse Kohara.
Seguindo a linha dele, Natal também prevê que com mais pessoas vacinadas, a tendência é de um segundo semestre melhor, mais precisamente, melhor ainda no último trimestre deste ano. “Houve um crescimento na oficina no primeiro semestre e com a conclusão
da vacinação nesse segundo semestre, a expectativa é de que melhore mais. As pessoas vão fazer a manutenção para viajarem de carro e vão evitar viagens de avião. Acredito que no último trimestre iremos trabalhar bastante e teremos uma faixa de faturamento subindo bem”.
No movimento da oficina, Natal comentou que houve uma mudança no perfil do cliente. “Percebemos um aumento de procura (por serviços) na oficina, mas por outro lado, a cautela do consumidor está muito grande. O tíquete médio caiu muito em relação ao que era antes, isso também está dificultando a execução de alguns serviços. Aumentou a procura e até de novos clientes, mas principalmente pela manutenção básica”.
FALTA PEÇA E O PREÇO AUMENTOU
– A partir do segundo semestre de 2020, e mais acentuadamente neste ano, a falta de peças e o disparo dos preços impactaram todos do setor. “Essa falta de mercadoria gerou um retrabalho para nós. Antes, conseguíamos fazer uma cotação e fechar pedidos com facilidade com alguns parceiros que tinham um estoque melhor, hoje temos que fazer um trabalho de repescagem. Se antes fechávamos com dois ou três parceiros, hoje chega até a sete e, mesmo assim, ainda não estamos encontrando algumas peças”, lamentou Kohara.
E quando encontra, a questão é o preço. “Como não temos tanta oferta no mercado, o preço sobe e acabamos por absorvê-lo e repassando-o para o consumidor. Os preços estão subindo muito e não vejo expectativa disso voltar atrás”, queixou-se Kohara.
Cenário similar é na oficina de Natal, cujo aumento de preço inevitavelmente tem que ser repassado para os clientes e muitos não entendem, pois pesquisam pela internet e encontram outros valores nem sempre de peças originais. “Você concorre com a internet até de forma desleal”, destacou, afirmando que “a falta de peças e o aumento de preços impactaram na entrega final ao cliente”. E mais ainda quando o carro fica parado na oficina por falta de peça. “A falta de peça impacta no faturamento da oficina por ficar parado ocupando a vaga de outro veículo”.
INOVAÇÃO – Em tempos de pandemia, principalmente no início em que as lojas tiveram que fechar as suas portas, Kohara aproveitou para rever o seu sistema de informática. “Eu fiz uma revisão dos produtos para ajudar os nossos vendedores a serem mais assertivos no atendimento à oficina mecânica e ao consumidor final, evitando o envio da peça errada. Isso eu aprendi que é muito válido para podermos atender melhor”.
O segundo ponto foi reduzir custos. “Custo é igual à unha, tem que cortá-lo sempre. Nós tivemos que olhar melhor para os nossos custos, revisá-los, e eu percebei que muitas oficinas (mesmo com a não realização do serviço) ficavam com a mercadoria e a expectativa de que logo venderiam para outro cliente. Hoje, elas nos devolvem e nem tem porquê elas ficarem com ela. A autopeça tem que ser a solução no dia a dia da oficina mecânica, do centro automotivo, se não soubermos de fato atender bem, não estaremos no caminho certo”.
Uma iniciativa que foi aprovada por Natal. “Tem que ser parceiras, você (Kohara) colocou muito bem. Hoje, a oficina não consegue mais segurar a peça esperando o cliente, até porque, como eu disse no início, teve queda do tíquete médio, então não sobra para a oficina gordurinha para deixar a peça parada”.
Natal aproveitou para contar que, em termos inovação, a sua oficina, que é uma SKF Car Center, utiliza o sistema dela. “Ela tem um software que ao digitarmos a placa do carro, ele nos informa todos os componentes do veículo e isso facilita para que a peça chegue
correta para nós”. Ele também disse: “é muito bacana sabermos que as autopeças estão se movimentando nesse sentido”, elogiando a iniciativa de Kohara para aprimorar a entrega de peças sem erros.
Aliás todos sabem que um dos maiores problemas do mercado e que causa muito estresse no cliente é a garantia de peças. “Nesse momento (da garantia), nós precisamos trabalhar em par e acharmos a solução. O que facilita muito é o 0800 de algumas fábricas que falam diretamente com as oficinas, tira um pouco a gente do caminho, pois se virar um cabo de guerra só para trocar o produto e não atender, não chegaremos a lugar nenhum, e só perderemos o cliente”, afirmou Kohara e, ainda, ele defendeu: “não queremos negar a garantia, temos que trabalhar em conjunto, o cliente não pode ficar na mão”.
Na visão de Natal, as fábricas deveriam estar mais próximas. “As fábricas deveriam ir direto na fonte onde tem o problema, mostrar para o mecânico se for improcedente (a garantia) ou se ela quiser fazer uma cortesia. Mas não deixar de atendê-lo, não dar as costas para o mecânico, pois é ele quem abre a caixinha para usar a peça”.
HÍBRIDO OU ELÉTRICO –
Outro ponto alto na live conduzida por Silvio Rocha foi sobre o futuro dos veículos. Para Alexandre Kohara, os veículos híbridos até agora são uma incógnita no Brasil. “Ainda haverá uma resistência, pois o consumo de combustível é doutrinado pelo governo e não sei até que ponto ele dará incentivo para essa tecnologia. Apesar de acontecer a venda do carro híbrido, pode ser que a gente tenha um problema: como a bateria será substituída ao longo dos dez anos desse veículo? Existe a solução, mas ela é cara. Pode ser que depois desse prazo tenha o carro trabalhando só com o motor no ciclo Otto”.
Na visão de Natal, hoje, o carro elétrico não irá adiante no País, mas é preciso estar a par das novas tecnologias. “Há relato de carros Tesla que trouxeram para cá e que estão sendo devolvidos para os Estados Unidos, pois qualquer probleminha ninguém consegue encontrar, o nível de tecnologia é muito alto. Temos que estar preparados, mas não precisa partir para nenhum desespero”.
Em mais um ponto em comum, Natal e Kohara disseram que é preciso estar preparado para onde o mercado for, ou melhor, para onde o mercado for o varejo e o mecânico terão que ir também.
José Natal da Silva, da Mega Car Centro Técnico Automotivo
Alexandre Kohara, da Braskape Autopeças
Balcão dos Pesados & Comerciais
TEXTO:
KARIN FUCHS | FOTO(S): DIVULGAÇÃO
SEGMENTO DE
CAMINHÕES ATINGE
O MELHOR PATAMAR
DESDE 2014
O resultado poderia ser ainda melhor se não houvesse falta de semicondutores e insumos
Omercado
de caminhões continua a todo vapor neste ano e já superou os resultados de 2014, tanto na média mensal pelo último balanço da Anfavea, com base em julho, como também no acumulado do ano. Em números, as vendas de julho tiveram um acréscimo de 25,5% em relação a julho de 2020, somando quase 12 mil unidades, e de janeiro a julho foram 70,7 mil unidades vendidas, quase 50% a mais que em igual período de 2020.
“É o melhor resultado desde dezembro de 2014 e o melhor também desde julho de 2014. O mercado de caminhões continua bastante demandado pela pujança do agronegócio, da mineração e do e-commerce”, disse Marco Antonio Saltini, vice-presidente da Anfavea. Segundo ele, no segmento de caminhões, os pesados e semipesados representam quase 73% das vendas.
Por outro lado, o segmento de ônibus não tem apresentado o mesmo desempenho, muito influenciado pelo transporte escolar. Comparando o mês de julho com o anterior, a queda foi de 11%, com 1.300 unidades vendidas. Já no acumulado do ano, foram 8,8 mil unidades vendidas, um volume 21,7% maior do que 2020, até pelo efeito pandemia, e o melhor resultado
de acumulado desde 2019.
“O segmento tem uma influência grande do caminho da escola, da última licitação, só falta o emplacamento. Essa influência, impacta no volume de ônibus vendidos. Mesmo assim, percebemos que independentemente do caminho da escola, o segmento de ônibus continua sendo o que mais sofreu entre os pesados. Julho foi o pior resultado desde abril deste ano e o pior julho desde 2017, o que mostra um mercado bem fragilizado”, avalia Saltini.
PRODUÇÃO
A começar por caminhões, até o mês de julho foram 89,5 mil unidades produzidas, um acréscimo de 115% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em relação aos ônibus, a alta foi de 12,1%, comparando os dois períodos, totalizando 11,9 mil unidades.
Hoje, um dos maiores problemas enfrentados na indústria automotiva é a falta de semicondutores. Segundo a pesquisa da KPMG, “Sobrevivendo à tempestade do silício”, (Surviving the silicon storm, em inglês), embora as montadoras sejam responsáveis por cerca de 10% das vendas globais de semicondutores,
O mercado de caminhões continua a todo vapor neste ano e já superou os resultados de 2014, tanto na média mensal pelo último balanço da Anfavea, com base em julho, como também no acumulado do ano. Em números, as vendas de julho tiveram um acréscimo de 25,5% em relação a julho de 2020, somando quase 12 mil unidades, e de janeiro a julho foram 70,7 mil unidades vendidas, quase 50% a mais que em igual período de 2020.
Marco Antonio Saltini, vice-presidente da Anfavea
Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave
Segundo a pesquisa da KPMG, “Sobrevivendo à tempestade do silício”, (Surviving the silicon storm, em inglês), embora as montadoras sejam responsáveis por cerca de 10% das vendas globais de semicondutores, elas sofrerão cerca de 80% dos US$ 125 bilhões em vendas perdidas devido à escassez desses componentes, um prejuízo estimado em US$ 100 bilhões. Além disso, sem o fornecimento de chips, há montadoras que já tiveram que reduzir a produção e suas receitas foram afetadas.
“É o melhor resultado desde dezembro de 2014 e o melhor também desde julho de 2014. O mercado de caminhões continua bastante demandado pela pujança do agronegócio, da mineração e do e-commerce”
Marco Antonio Saltini, vice-presidente da Anfavea
elas sofrerão cerca de 80% dos US$ 125 bilhões em vendas perdidas devido à escassez desses componentes, um prejuízo estimado em US$100 bilhões. Além disso, sem o fornecimento de chips, há montadoras que já tiveram que reduzir a produção e suas receitas foram afetadas.
O segmento de pesados no Brasil também é afetado pela falta de semicondutores, porém, em menor proporção do que no de automóvel pelos diferentes volumes de produção. Mesmo assim, se não houvesse esse percalço e a falta de peças, a situação estaria mais confortável.
“O mercado está bastante demandante e se não tivessem esses percalços com insumos e semicondutores, estaríamos em um patamar de produção um pouco acima, consequentemente, o mercado também. Estamos rodando entre 11,5 mil e 12 mil unidades vendidas mensalmente, é muito difícil estimarmos como seria, a pandemia provocou esse desarranjo na cadeia e isso varia de fornecedor para fornecedor, de empresa para empresa. Certamente, seria mais tranquilo para produzir”, comenta Saltini.
Pelos dados da Anfavea, a média de emplacamentos de caminhões é de 540 veículos/dia, superior aos patamares dos anos de 2019 e de 2020. “Normalmente, esse é um segmento em que o cliente programa a compra, em um prazo que ele define de acordo com as suas necessidades”, disse o executivo. Portanto, ainda não se trata de uma antecipação de compra, o que é previsto para acontecer a partir do próximo ano, conforme analisa Saltini.
“O que observamos hoje é uma retomada em função de todos os efeitos de um agronegócio pujante, da própria atividade
econômica que vem retomando após a pandemia. Não é um efeito de antecipação de compra, está muito cedo para isso acontecer. Talvez em 2022 nós tenhamos essa sensação de antecipação de compra, como foi em 2011 para 2012, para evitar o aumento de custo”.
No segmento de ônibus, ainda há muitas incertezas. “Ele até o momento está muito fragilizado. Já era um setor que não tinha uma situação confortável antes da pandemia, tem a questão da tarifa que impacta na inflação, mais os custos para os transportadores e é sempre uma conta difícil. Com a pandemia, o fechamento das cidades, muitos ônibus urbanos deixaram de circular, ao mesmo tempo em que a frota circulou sem passageiros, o segmento se fragilizou mais ainda. A oportunidade veio com o fretamento”.
NA PONTA
Na análise da Fenabrave, o cenário é similar ao da Anfavea: o segmento de caminhões tem sido impulsionado pelo mercado agrícola aquecido e pelo crescimento da economia nos primeiros meses. No primeiro trimestre, o PIB cresceu 1,2%, resultado que fez com que mercado financeiro projete um crescimento de 5,3% para o PIB neste ano.
Pelas projeções da Fenabrave, divulgadas no início de julho, o segmento de caminhões é um dos destaques do setor e pode ter neste ano um dos melhores resultados de sua história. A previsão é de fechar o ano com alta de 30,5%, somando 116.415 emplacamentos e de 10,6% para ônibus, ou 20.150 emplacamentos.
“Hoje, cerca de 8 a cada 10 fichas de financiamento são aprovadas. Temos modelos com programação de entrega agendada para
janeiro de 2022. São veículos já negociados, mas que, em virtude da demanda, só poderão ser entregues no próximo ano”, afirma Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave.
E mesmo com todos os impactos sofridos pelo segmento de ônibus, Assumpção comenta que “ao menos, os números no acumulado do ano são superiores aos do mesmo período de 2020. Acredito que o avanço da vacinação e a consequente flexibilização das quarentenas poderão provocar reflexos positivos neste segmento, mas, enquanto isso não acontecer, muitas empresas continuarão em compasso de espera”. Pelas contas da Fenabrave, no
acumulado do ano até julho, o volume de emplacamentos de ônibus cresceu 11,3% quando comparado ao mesmo período do ano de 2020.
Pela análise da Fenabrave, ônibus é um dos segmentos que mais tem sofrido os impactos da pandemia, já que a restrição de circulação de pessoas fez com que as empresas de transporte cancelassem ou adiassem investimentos em renovação ou ampliação de suas frotas.
Caminhões 89,5 mil + 115% 70,7 mil + 49,2% unidades unidades
Ônibus 11,9 mil + 12,1% 8,8 mil + 21,7% unidades unidades
Fonte: Anfavea
* Produção: Janeiro a julho de 2021
**Vendas: Janeiro a julho de 2021
***Variação: Em relação ao mesmo período de 2020
Texto: Redação | Foto(s): Divulgação
LUBRAX APRESENTA NOVO
LUBRIFICANTE PARA VEÍCULOS PESADOS
A linha de lubrificantes Top of Mind no mercado brasileiro leva aos consumidores seu mais novo lançamento: o Lubrax Extra Turbo PRO CI-4, recomendado para motores a diesel com nível de desempenho API CI-4 e viscosidade SAE 15W-40, proporcionando alta proteção, elevada limpeza e maior vida útil do motor. Entre os benefícios do novo lubrificante está sua formulação, que controla a formação de depósitos no motor e nos filtros, reduzindo o desgaste e a corrosão das partes lubrificadas. Da mesma forma, sua aditivação garante ainda baixa oxidação, assegurando maior vida útil ao produto, impedindo que se formem vernizes.
FPT INDUSTRIAL LANÇA
LINHA DE MOTORES
REMANUFATURADOS PARA MÁQUINAS AGRÍCOLAS E DE CONSTRUÇÃO
Sempre dedicada à melhor experiência dos clientes, a FPT Industrial, marca da CNH Industrial líder em inovação, anuncia a chegada ao Brasil da linha Original Reman FPT para motores de máquinas agrícolas e de construção. A partir de agora os motores das famílias S8000, NEF e Cursor do segmento off-road poderão ampliar a vida útil com uma remanufatura completa, elevando a durabilidade do equipamento, com a mesma performance e a qualidade de um motor novo. Ao todo, serão mais de 200 aplicações disponíveis que proporcionarão maior autonomia e poder de compra ao cliente, trazendo uma série de vantagens.
CUMMINS ANUNCIA OS RESULTADOS DO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2021
A Cummins Inc. divulgou no último dia 3 os resultados do segundo trimestre de 2021. As receitas do segundo trimestre, de US$ 6,1 bilhões, aumentaram 59% em relação ao mesmo trimestre de 2020. As vendas na América do Norte aumentaram 74%, enquanto as receitas internacionais aumentaram 42%, impulsionadas pela forte demanda em todos os mercados globais em comparação com o mesmo trimestre de 2020, que foi impactado significativamente pela pandemia. O câmbio impactou positivamente as vendas em 3%, principalmente devido ao dólar americano mais fraco.
ZF CONQUISTA O PRÊMIO REI NA CATEGORIA
“MOTORES E TRANSMISSÕES” COM
TRANSMISSÃO TRAXON
A
A ZF é a vencedora do Prêmio REI na categoria “Motores e Transmissões” com a TraXon, uma das mais modernas transmissões automatizadas do mundo. Modular e flexível, é um equipamento tecnicamente avançado e já preparado para as futuras exigências de redução de emissões em caminhões pesados no País. O Prêmio REI (Reconhecimento à Excelência e Inovação), do Portal Automotive Business, destaca empresas, projetos e pessoas que entregam um novo valor à indústria automotiva, à mobilidade e à sociedade. Os indicados de 2021 receberam cerca de 40 mil votos, número considerado recorde pelos organizadores.
“É um importante reconhecimento para a ZF conquistar o Prêmio REI na categoria Motores e Transmissões”, afirma Fernanda Giacon, gerente Sênior de Marketing e Comunicação da ZF América do Sul
AFTERMARKET DA MERITOR CRESCE 160% EM CINCO ANOS
A unidade de aftermarket da Meritor tem bons motivos para comemorar os 65 anos da empresa no Brasil. Suas vendas estão em alta nos últimos cinco anos, movimento mantido inclusive em 2020 apesar das dificuldades provenientes da eclosão da pandemia da Covid-19 no País e no mundo. Os negócios da empresa no mercado de reposição cresceram mais de 160% entre 2015 e 2020. No comparativo de 2020 com 2019 houve expansão de 34% e no primeiro semestre deste ano o crescimento chega a 63%, conforme revela Gerson Backrany, gerente nacional de Vendas do Mercado de Reposição da Meritor América do Sul.
COM CAMINHÕES
AINDA
MAIS CONECTADOS, VOLVO LANÇA PLANO DE MANUTENÇÃO FLEXÍVEL
Novo Plano de Manutenção Ouro Flex se adapta à operação, não importa o tamanho da frota, da rota ou da carga. Transportador paga exatamente o que consumiu ou percorreu de quilômetros no mês. Flexibilidade é possível pela captura em tempo real de um conjunto inédito de dados da nova linha de caminhões Volvo FH, FM, FMX e FMX MAX. Plano é ideal para operações sazonais ou com picos de uso. A opção Ouro Flex, com as mesmas coberturas do Plano Ouro, inclui atendimento preferencial nas mais de 100 concessionárias pelo Brasil, suporte do VOAR, serviço de atendimento emergencial da marca, e um sistema interligado.
PACCAR PARTS COMEMORA PRIMEIRO ANO DO CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO
RECORDES
COM RESULTADOS
A PACCAR Parts comemora o primeiro ano do Centro de Distribuição de Peças, em Ponta Grossa (PR), com resultados recordes: a empresa cresceu 120% em faturamento, aumentou em 100% o volume de peças comercializadas, ampliou em 60% o inventário de produtos, além de investir em equipamentos e tecnologias, que proporcionam ganhos logísticos, possibilitando mais de 98% de taxa de disponibilidade de peças. Com investimento de R$ 100 milhões, 16mil m² de área construída, o Centro de Distribuição tem capacidade para armazenar mais de 50 mil locações, com tecnologia para operação e logística de peças.
FORD AMPLIA
A LIDERANÇA EM VEÍCULOS
COMERCIAIS NA
EUROPA COM A TRANSIT
A Ford liderou o segmento de veículos comerciais na Europa no primeiro semestre de 2021, fortalecendo a posição que ocupa desde 2015. A Transit praticamente retornou ao patamar de vendas de antes da pandemia, com mais de 150.000 unidades – volume 345% maior que o do mesmo período de 2020 e só 4% inferior ao de 2019. No Reino Unido, a Transit Custom também foi o veículo mais vendido entre todas as categorias do mercado. O crescimento no segmento de veículos comerciais é essencial para as operações da Ford na Europa, região onde a marca voltou à rentabilidade no quarto trimestre de 2020.
SUSPENSYS APRESENTA SOLUÇÕES EM SUSPENSÕES PARA SEMIRREBOQUES NA EXPO PROVEEDORES DEL TRANSPORTE
Líder na América Latina e um dos maiores players globais no desenvolvimento de tecnologia e fabricação de sistemas e componentes de suspensões e eixos para veículos pesados (semirreboques, caminhões, ônibus e linha agrícola), a Suspensys participou em agosto da Expo Proveedores del Transporte, em Monterrey, no norte do México. Entre os dias 4 e 6, estiveram reunidas empresas do setor dos transportes do mercado local para apresentarem seus produtos e serviços. Uma das unidades das Empresas Randon, a Suspensys está presente no México desde o início de 2020.
FENATRAN REÚNE GRANDES NOMES DO SETOR EM SUA ROTA DIGITAL COM O TEMA GESTÃO DE FROTAS E CONECTIVIDADE
A Rota Digital Fenatran abordou em sua edição deste mês o tema Gestão de Frotas e Conectividade, reunindo algumas das principais marcas e experiências do mercado. Os participantes destacaram como a tecnologia e o bom gerenciamento trazem vantagens competitivas no segmento de transporte e logística. O evento, 100% alinhado com tudo o que a RX apresenta de soluções para diversas indústrias, gerou 2.000 novos inscritos para julho e impactou mais de um milhão de pessoas com ações de comunicação. Desde janeiro, a RX gerou mais de 14 mil recomendações para impulsionar os negócios.
DAF CAMINHÕES BRASIL LANÇA WEBSÉRIE ‘DAF E AS HISTÓRIAS
QUE MOVEM O BRASIL’
A DAF Brasil lançou recentemente a websérie “DAF e as histórias que movem o Brasil”, com primeiro episódio em comemoração ao Dia dos Pais. A série tem como objetivo homenagear os caminhoneiros que rodam o País em busca dos seus sonhos, com relatos emocionantes, tendo os caminhões DAF como personagem dessas histórias. O enredo baseia-se na história de vida do caminhoneiro Mauro Francisco de Moura, o Marão, que, aos 12 anos, em uma viagem com o irmão para Belém, descobriu seu desejo por se tornar caminhoneiro. Quando adulto, comprou seu primeiro caminhão e, depois de cinco meses, conseguiu quitar o veículo. Para mais informações, acesse: https://www.dafcaminhoes.com.br
CABOVEL APOIA EQUIPE ODAPEL RACING NA COPA TRUCK’21
As corridas de veículos sempre foram muito importantes em todas as categorias mundiais para que indústrias de autopeças testem seus produtos em um ambiente extremo. Tanto é que muitas delas são fornecedoras exclusivas das equipes desses torneios. Outro ponto também explorado pelas empresas desse setor, já que falamos de transmissões em horários de grande visibilidade em TVs aberta e fechada, é a exibição de suas marcas nesses veículos. Um exemplo disso, na 3ª e 4ª etapas da Copa Truck, realizadas na cidade de Cascavel (PR), a Cabovel esteve presente no caminhão VW da equipe Odapel Racing, do piloto Jô Augusto, nº 81.
MERCEDES-BENZ CAMINHÕES USA CIÊNCIA DE DADOS PARA MANTER LIDERANÇA DO MERCADO
Engenheiros, designers, mecânicos e outros profissionais especializados em construir caminhões continuam trabalhando na Mercedes-Benz Caminhões do Brasil. Mas, já não são os únicos que orientam a produção dos novos veículos. A eles agora se somam outros profissionais, que todos os dias produzem uma grande quantidade de dados para o segmento de Marketing a partir de clippings de imprensa, estatísticas setoriais e até de redes sociais, o que permite à montadora saber, com uma antecedência de meses, o que vai acontecer no mercado e assim antecipar suas decisões de produção, vendas e pós-vendas.
PELO SEGUNDO ANO CONSECUTIVO, DANIEL RANDON ESTÁ ENTRE MELHORES CEOS DA AMÉRICA LATINA
O CEO das Empresas Randon, Daniel Randon (foto), alcançou a primeira posição entre os líderes empresariais de melhor desempenho da América Latina, segundo pesquisa da Institutional Investor Research, editora internacional com foco em melhores práticas no mercado financeiro. No mesmo estudo, o CFO da companhia, Paulo Prignolato, também ocupa a primeira posição entre os melhores CFOs. Ambos figuraram na categoria bens de capital, entre as companhias classificadas como Small Caps. Este é o segundo ano consecutivo que Daniel e Paulo estão em destaque no reconhecimento da Institutional Investor.
MARCOPOLO AMPLIA PARTICIPAÇÃO DE MERCADO PARA 54,1% NO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2021
No segundo trimestre de 2021, a Marcopolo registrou crescimento de produção acima do percentual registrado no mercado nacional. No 2T21, o Brasil registrou aumento de 4,7%, com 3.456 unidades produzidas, no comparativo a 2T20. No mesmo período, a Marcopolo atingiu crescimento de 21,6%, com 2.483 unidades produzidas nas unidades brasileiras, incluindo a produção de modelos Volare. O setor de fretamento está entre os segmentos que contribuíram positivamente com o desempenho da companhia no 2T21, seguido pelos modelos entregues ao programa Caminho da Escola.
NOTÍCIAS SINCOPEÇAS-SP | AGOSTO 2021
Fale com o Sincopeças-SP pelo WhatsApp (11) 95852-2732 - E-mail sincopecas@sincopecas.org.br
Trabalhadores com contrato suspenso podem ter 13º salário menor neste ano
Entenda o que o governo e a MP 1.045 definiram sobre o cálculo do 13º salário em caso de suspensão de contrato de trabalho durante a pandemia
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
Alguns trabalhadores poderão ter o 13º salário reduzido neste ano. Isso porque a Medida Provisória 1.045, que autoriza a redução de jornada e salário e a suspensão de contratos, não tem uma definição sobre o tema, o que levantou dúvidas sobre o pagamento integral desse benefício. https://portaldaautopeca.com.br/noticias/local/trabalhadores-comcontrato-suspenso-podem-ter-13o-salario-menor-neste-ano/
Câmara aprova MP que altera regras trabalhistas e renova programa de redução de jornada
Novo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda garantirá o pagamento de uma parte do seguro-desemprego ao trabalhador que tiver o contrato suspenso ou o salário e a jornada reduzidos
A Câmara dos Deputados aprovou em (12/08) a Medida Provisória (MP) 1045/21, que renova o programa de redução ou suspensão de salários e
jornada de trabalho com o pagamento de um benefício emergencial aos trabalhadores. As regras valem para quem tem carteira assinada e para os contratos de aprendizagem e de jornada parcial. Agora a matéria será enviada ao Senado.
Adesão ao sistema de Logística Reversa evita sanções e multas para comerciantes
FecomercioSP participa de alguns termos de compromisso e facilita cumprimento de diferentes legislações por parte
Além de evitar a contaminação do meio ambiente pelo descarte inadequado, o sistema permite a realização de outros pontos importantes para a sociedade e para os empresários (Arte: TUTU)
Os estabelecimentos comerciais que vendem pilhas, baterias portáteis, baterias de chumbo-ácido e eletroeletrônicos de qualquer tipo e porte, seja por meio de loja física, seja pelo comércio eletrônico, são obrigados, por legislação, a aderirem aos sistemas de Logística Reversa (LR), em cumprimento à responsabilidade no ciclo de vida do produto pósconsumo.
Versáteis pela própria profissão, no atendimento ao cliente novas habilidades foram impostas e são um caminho sem volta # 3 AGOSTO/2021
Texto: Karin Fuchs | Foto(s): Divulgação
Com o mundo digital e todas as pessoas navegando pelas mídias sociais e outras formas de se comunicar na internet, o trabalho de um vendedor mudou significativamente, conforme diz Caio Cunha, presidente da WSI Master Brasil, co-Fundador da WSI Consultoria e membro do Global WSI Internet Consultancy Advisory Board. “As pessoas aprenderam que podem conhecer muito mais sobre suas dores ou necessidades, entender como essas podem ser solucionadas, e ainda analisar todas as possíveis soluções e alternativas disponíveis no mercado, sem precisar dar uma única palavra com um vendedor”.
Ele acrescenta que as pessoas podem conhecer as opções de empresas com as melhores soluções e ainda saber o que o público pensa sobre essas empresas, ouvindo comentários e opiniões a respeito delas no mundo digital. Mas isso não significa que a função do vendedor acabou e que o público não precisa mais dele. Para Cunha, ele precisa mudar a sua forma de agir ante a um possível cliente.
“O vendedor precisa conhecer seu público-alvo, entender onde ele navega e estar presente participando junto com eles e trocando ideias,
compartilhando experiências e disponibilizando informações que podem ser úteis ao seu público-alvo em cada passo que ele caminha do processo pelo mundo digital por onde esse público navega”, afirma.
Presidente do Conselho Administrativo da Pathfind, empresa brasileira de software, membro do Conselho da BBM Logística e sócio da Awro Logística e Participações, Antonio Wrobleski, conta que a profissão de vendedor está se adaptando aos novos tempos. “O vendedor passa muito mais a ser um consultor, evidentemente não perde este papel, porque empatia não se faz por sistemas. O processo de vendas hoje é quase totalmente feito por leads e máquinas. Mas o papel do vendedor continua sendo fundamental”.
E mais importante ainda, destaca ele, para determinados tipos de vendas, como, por exemplo, de veículos. “Eu não vejo quase muita tendência em se comprar automóveis por internet. É possível até realizar todo processo, mas é preciso fazer um test drive no veículo e essa função do vendedor consultor mudou, mas cada vez mais se faz necessário. Portanto, vendedor de automóveis precisa se
Caio Cunha, presidente da WSI Master Brasil, co-Fundador da WSI Consultoria e membro do Global WSI Internet Consultancy Advisory Board
Antonio Wrobleski, presidente do Conselho Administrativo da Pathfind, membro do Conselho da BBM Logística e sócio da Awro Logística e Participações
5 TÉCNICAS DE VENDA
POR TELEFONE PARA
COMERCIALIZAR
AUTOPEÇAS
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, as vendas por telefone ainda são extremamente eficientes. Contudo, para obter sucesso nessa estratégia, é fundamental conhecer algumas técnicas de vendas por telefone.
Hoje em dia, uma loja de autopeças que deseja atrair e fidelizar seus clientes deve marcar presença em plataformas de atendimento virtual, como as redes sociais e de trocas de mensagens, mas é preciso se lembrar que também existe um grande público que ainda prefere o atendimento telefônico. Pensando nisso, preparamos este informativo com as 5 melhores técnicas de venda por telefone para que você possa atender os seus clientes da melhor maneira possível e aumentar a sua performance em vendas de autopeças.
1. REALIZE UM ATENDIMENTO HUMANIZADO
Muitas vezes, a compra de uma peça para o carro ocorre porque o veículo apresentou problemas inesperados e, portanto, não era um gasto previsto no orçamento do cliente. Neste momento, oferecer um atendimento humanizado é uma das técnicas de vendas por telefone mais relevantes. Para tanto, é preciso mostrar sensibilidade com a situação em que o consumidor se encontra. É claro que o vendedor precisa considerar as particularidades de cada caso, mas é importante perceber as necessidades do cliente e sanar as dúvidas para oferecer um atendimento humanizado em todas as ocasiões.
2. TENHA INFORMAÇÕES SOBRE O PERFIL DO COMPRADOR
Cada comprador tem um perfil específico, ou seja, cada um deles tem um motivo particular para a compra de uma autopeça. Assim, entender o perfil da pessoa que você está atendendo é relevante para que seja possível fornecer de maneira acertada o que ela procura. O vendedor que deseja aprimorar suas vendas não deve oferecer o mesmo atendimento para indivíduos de diferentes perfis, justamente porque cada um deles tem objetivos, necessidades e expectativas diferentes com a compra.
3. FAÇA UM ATENDIMENTO CONSULTIVO SOBRE AS AUTOPEÇAS
Especialmente no ramo de autopeças, existem muitos clientes com dúvidas sobre o item que desejam comprar. Por isso, é fundamental que o vendedor ofereça um atendimento consultivo, apresentando as particularidades e os diferenciais do produto, especialmente nas vendas por telefone em que o comprador não está vendo o item pessoalmente.
4. VENDA SOLUÇÕES, E NÃO PRODUTOS PARA CARROS
A tendência ao estar em uma ligação é que o vendedor de autopeças procure falar sobre as características do seu produto. Contudo, essa técnica muitas vezes não é eficiente, pois o ideal é apresentar soluções ao comprador.
Em geral, as pessoas procuram por uma peça de automóvel porque elas estão com um problema que deve ser sanado. Assim, o ideal é que o vendedor solucione a questão, em vez de apresentar características ou termos técnicos sobre o produto.
5. MAPEIE AS POSSÍVEIS OBJEÇÕES E SAIBA COMO CONTORNÁ-LAS
As objeções são as barreiras impostas pelos clientes para que a venda não se concretize, ou seja, são os contra-argumentos usados para negar ou adiar a aquisição de um item.
Ocorre que, de maneira geral, os clientes costumam utilizar objeções semelhantes. Por isso, um vendedor que sabe contorná-las é capaz de aumentar as suas vendas. Para atingir esse objetivo, é preciso mapear as barreiras mais usadas e criar maneiras de driblá-las. Como exemplo, podemos citar um cliente que diz que não tem dinheiro para comprar determinada peça automotiva. Nesse caso, o ideal é que o vendedor procure tirar o foco da questão financeira e apresente os benefícios da compra, demonstrando que se preocupa com os problemas e com a dor do consumidor.
Agora que você já conhece 5 técnicas de vendas por telefone, coloque-as em prática o quanto antes para melhorar os seus resultados! Se você deseja aprimorar ainda mais a sua performance, não se esqueça de que estar atualizado é fundamental — para tanto, é possível assistir canais do YouTube sobre vendas e ouvir podcast de vendas, por exemplo.
Para conhecer mais dicas sobre vendas e descobrir como se tornar um consultor, assista ao nosso vídeo no YouTube sobre o tema! Acesse https://www.youtube.com/watch?v=yZSZmjA72Q4
tornar consultor. É preciso dizer qual motor, tipo de câmbio, tecnologias e assim por diante”.
VENDA FÍSICA
Segundo uma pesquisa realizada em janeiro de 2020 pela Boa Vista, as vendas presenciais ainda representam quatro em dez empresas brasileiras e o e-commerce é só 10% da receita. “Não tenho dúvida de que a figura física vai continuar existindo. É bom entrar em uma loja e um vendedor ser explicativo. Vão ser fatores contributivos, ou seja, o físico ajuda a venda via internet. Acredito em vendas que provoquem a ida do comprador à loja. Vendedores de bens maiores, como automóveis, ele pode até ver pela internet, mas sempre irá à loja para olhar e ter a empatia que é necessária ter”, defende Wrobleski.
Visão similar compartilha Cunha. “A figura física do vendedor nunca deixará de existir. O cliente ainda deseja ter alguém com quem dialogar e ouvir sobre suas necessidades e como elas serão atendidas, quer também poder ver fisicamente o produto e poder tocá-lo. Logo, o vendedor deverá continuar existindo. No entanto, a presença física entre cliente e vendedor só vai acontecer na fase final do processo decisório de compra”.
Ele cita um estudo antigo do Google que mostrava que o público navegava sozinho durante um processo de decisão de compras 60% do tempo sem querer falar com nenhum representante de vendas da empresa no digital. E só quando ele já tivesse chegado na fase mais avançada do processo, nos últimos 40% do tempo, que ele vai querer conversar com um vendedor.
“Logo, hoje o vendedor precisa estar próximo, mas não vendendo e sim ajudando o cliente a entender o mercado, as soluções como eles ajudam a resolver seu problema de modo que quando ele chegar no momento de tomada de decisão, ele vai lembrar e querer que você o acompanhe até o final”, valida.
A SEU FAVOR
Nesse mundo cada vez mais híbrido em que o presencial e o virtual se fazem presentes, eles deixam algumas dicas. “A tecnologia sempre pode ser utilizada pelo vendedor. Por exemplo, participar de redes sociais ou ser ativo no LinkedIn ou Twitter. Isso cria uma préempatia entre ele e o eventual cliente. A dica maior é que olhe com carinho as mídias sociais, participe delas e com isso, ele conseguirá receber promoções e assim por diante. Nunca esquecer que precisa demonstrar a competência que ele sabe o que está vendendo e que é acessível via esse meio”, afirma Wrobleski.
“Treine muito com o digital. Não deixe de usar as mídias sociais para navegar e conhecer seu público-alvo, onde ele navega, que temas são interessantes para ele. E contribua com mais informações e explicações e materiais que podem ajudá-lo a encontrar o que realmente precisa. Crie conteúdo, nas mídias sociais, como LinkedIn e Instagram. Para que o público possa conhecê-lo e depois de um certo tempo ter seu nome na sua mente. Use vídeos para se comunicar”, orienta Cunha.
Ele destaca que o digital também serve para ganho de eficiência para o vendedor e que há muitas ferramentas que podem ser usadas para pesquisar e contactar possíveis clientes, comunicando-se com eles através de mensagens ou de e-mails de forma automatizada. “E, assim, ganhar eficiência nos seus processos de busca de clientes. Boa sorte a todos nesse novo mundo digital!”.
André Keppe, consultor de Vendas da Vila Nori Auto Peças, de Curitiba (PR)
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POR TODOS OS MEIOS
Na Valdir Auto Peças, em Campo Grande (MT), o vendedor Rafael da Silva Arruda conta que a pandemia só reforçou algo que já vinha acontecendo: a necessidade do marketing digital, via mídias sociais, e que algumas dificuldades tiveram que ser contornadas para conseguir atender o cliente em meio a paralisações devido à pandemia. “Já que o nosso público-alvo não pode parar, teríamos que atendê-los de forma rápida e segura, sempre considerando todos os protocolos de segurança, então, tivemos que reforçar a frota de moto entregadores, para termos condição para tal”.
E em meio a isso tudo, a falta de peças. “Essa é outra dificuldade que ainda enfrentamos devido à pandemia e que vai deixar “sequelas” no mercado. A indústria diminuiu drasticamente a produção, por vários motivos, falta de insumo ou até por medo em um primeiro momento, e isso está refletindo muito no mercado de reposição, tanto em disponibilidade do produto quanto ao preço”.
No atendimento ao cliente, Arruda informa quais ferramentas ganharam notoriedade. “Muitos clientes deixaram de frequentar a loja física. O Instagram e, principalmente, o WhatsApp foram alternativas de divulgar o produto e atender melhor o cliente. Outra ferramenta que deu muito resultado foi a publicidade via rádio”.
Nesse novo formato híbrido foi necessário adequação. “Nós, vendedores, tivemos que nos adequar, pois são muitas ferramentas que utilizamos, como o Skype, telefone, e-mail e agora essas outras que foram adicionadas, sem contar que começa a voltar o atendimento presencial no balcão, isso acaba congestionando algumas vezes, mas prezamos por atender todos da melhor maneira possível”.
O que, segundo ele, o digital é um caminho sem volta. “Na nossa linha de atuação, acredito que todas as ferramentas acima citadas não só se manterão como também muito em breve se tornarão o principal meio de vendas.
A pandemia nos deu um vislumbre que não podemos ficar ‘engessados’, temos que sempre buscar inovações, isso é o futuro”. Por outro lado, Arruda avalia que o atendimento presencial ainda é o que mais cativa o cliente.
“A forma como ele é atendido e como muitas vezes conseguimos resolver o problema dele, ainda é a principal ferramenta. Muitos de nossos clientes até o momento não se enquadraram nessa nova modalidade de atendimento digital e preferem o atendimento de forma pessoal”, conclui.
VALORIZAÇÃO DO CONTATO FÍSICO
Em Curitiba (PR), o consultor de venda da Vila Nori Auto Peças, André Keppe, comenta que o relacionamento durante a pandemia ficou mais concentrado no telefone e nas plataformas digitais. Migrou muito para o atendimento digital e algumas dificuldades apareceram. “Como a necessidade de mais funcionários ao telefone, mais entregadores, mais separadores. Alguns ajustes para que o serviço não demorasse e identifiquei que com a demora maior pra ser atendido presencialmente e para receber a peça em casa, aos poucos, os clientes ficaram mais pacientes. Por aqui, o entendimento tem sido muito bom”.
Para o atendimento, Keppe diz também que a ferramenta que ele mais utilizou foi o WhatsApp. “Migrou muito o atendimento do telefone para o Whats. Agora com os APIs, que ajudam demais no atendimento simultâneo, fica melhor ainda e muito mais dinâmico. Mas eu continuo visitando os clientes, voltando aos poucos à rotina que acho essencial para o nosso relacionamento permanecer forte: a visita o olho no olho”.
Da mesma forma que o digital tem velocidade, na retaguarda é preciso agilidade na resposta. Para Keppe, esse é o principal desafio, o de atender rápido usando a tecnologia a seu favor. “Hoje, nós temos vários controles internos que cobram o tempo todo para não ficar pedido pra trás, como o atendimento incompleto, impressão que não saiu e o vendedor que não tirou o pedido. A engrenagem não para, se um parar compromete o trabalho de todos. Mas é um desafio, o segredo é achar a pessoa certa para função certa. Mas, estamos melhorando”.
Assim como Arruda, ele também acha que o atendimento ficará cada dia mais virtual, porém, no futuro será o inverso. “Quem investir ou conseguir manter o relacionamento bem estreito, através de visitas, palestras, atendimento personalizado para o consumidor, entre outros, estará à frente de quem optar por se robotizar demais”.
Aliás, ele não dispensa o contato físico. “Eu adoro uma conversa, seja fiada ou não, então, defenderei o contato físico. Ele traz segurança e mais confiabilidade nas negociações. Um vendedor ruim consegue se esconder atrás do telefone ou do computador, mas tem sua habilidade testada no confronto frente a frente. Então, acredito que o atendimento presencial feito muito bem uma única vez vale mais do que um ano tentando cativar um cliente que você nunca viu”.
Para finalizar, Keppe analisa que as mídias sociais hoje têm um impacto fortíssimo nos negócios. “Isso só vai crescer, não dá pra você fechar os olhos para “como o meu negócio está sendo visto na mídia?”. Desde o endereço e horários corretos no Google Maps, como também sites e e-commerce. Não dá pra ficar de fora e o cuidado tem que ser redobrado, hoje se alguém não gostar do que você vende, ele já publica isso para muita gente”.
Rafael da Silva Arruda, da Valdir Auto Peças, de Campo Grande (MT)
A importância da manutenção das correias de acessórios e demais componentes do seu sistema
A função da correia Poly-V, é movimentar os acessórios dos veículos, tais como: ar-condicionado, direção hidráulica, ventilador, alternador, bomba d´agua, entre outros itens assíncronos. Mas para que o todo o sistema trabalhe corretamente, é fundamental utilizar produtos de qualidade, desenvolvidos com as melhores matérias-primas e aprovados pelas principais montadoras do mundo, além de verificar o estado das polias e de outros componentes que apresentarem desgastes, junto com as correias.
A Dayco é líder em produtos para motores e especialista em sistemas de transmissão para as indústrias automotiva, linha industrial e de reposição e, não é apenas considerada uma fornecedora de soluções preferida para componentes de equipamentos originais de alta tecnologia em todo o mundo, mas também uma parceira técnica estratégica no projeto e fabricação de sistemas completos.
Ao aplicar as correias de Poly-V Dayco, o mecânico está optando por um produto que atende aos mais altos graus de qualidade, mas da mesma forma, recomendamos a análise geral de todos os componentes do circuito, que podem sofrem desgastes naturais no decorrer de sua vida útil. Cada veículo possui em seu manual de instrução a quilometragem e prazo indicado para a troca, porém, alguns fatores podem ajudar no diagnóstico para a reposição: aspecto visual, histórico de manutenção do veículo, última troca da correia e
em alguns casos, os desgastes podem ser maiores, quando o veículo é utilizado em condições severas (trânsito intenso, poeira, areia, lama, etc...).
Para exemplificar essa situação, podemos mencionar a análise feita em veículos VW Amarok 2.0 16v TDi. Antes da aplicação da correia de acessórios, 6PK1560, indicamos verificação e substituição dos respectivos itens: APV2517 polia guia, APV2511 tensionador - testar e se necessário substituir, polia do alternador roda livre e também, a polia da direção hidráulica, que pode sofrer desgaste acentuado.
Importante ressaltar, que no momento da manutenção, jamais devemos utilizar ferramentas inadequadas, como chave de fenda, alavancas entre outros, pois podem gerar danos à correia, abreviando sua vida útil. A substituição dos componentes deve ser realizada por profissionais habilitados, utilizando sempre as ferramentas adequadas e homologadas para aquele determinado veículo, a fim de garantir a integridade da correia, e a sua vida útil.
Não utilize solventes para limpar as polias e em caso de dúvidas, não hesite realizar a substituição de todos os componentes, pois os gastos posteriores gerados pelo problema em uma única peça desgastada, com certeza serão muito superiores ao custo da reposição na manutenção preventiva.
Entre em contato com os técnicos e canais de comunicação da Dayco em caso de dúvidas de instalação, através do telefone 0800 77 0033, ou WhatsApp 11 99385-1313
Para maiores informações sobre a Dayco e seus produtos, acesse o website da empresa: www.dayco.com.
Comportamento
por: Valtermário Rodrigues
POR DENTRO DO ASSUNTO
Já estamos vivenciando as inúmeras pesquisas de intenção de votos para as próximas eleições que serão realizadas em 2022 e algo sempre nos chama atenção, ou seja, o percentual de pessoas que ao serem abordadas: “não opinaram” ou “não souberam responder”.
Tratar sobre política não é o foco desse artigo e sim fazer uma analogia do resultado de uma pesquisa eleitoral com o balcão de uma loja de autopeças, com o setor de vendas de uma concessionária ou qualquer outro ramo de negócios, quanto à importância de uma equipe bem informada com o que acontece, principalmente, no mercado em que atua, bem como, antenada sobre os diversos acontecimentos da atualidade, quer seja, na política, no mercado financeiro, sobre o coronavírus, os jogos olímpicos..., enfim.
É verdade que o conhecimento do produto e uma boa comunicação são os requisitos básicos para o profissional de vendas. Logicamente que não é necessário ter domínio e profundo conhecimento sobre tudo o que acontece no mundo extra balcão, afinal, o domínio geral pode acarretar em uma “cultura inútil” em se falando dos resultados em vendas, e corre-se o risco de o balconista se tornar um ser deslocado de sua realidade diária ou dos seus objetivos, que é bater as metas de vendas, porém, ao ser questionado ou provocado por um cliente, o balconista precisa demonstrar que seu conhecimento vai além da simples ação de vender um determinado produto.
Imagine as seguintes situações:
• Um cliente que chega em uma concessionária e ao decorrer da conversa pergunta ao vendedor qual dos modelos de veículos que lhe foram apresentados o vendedor lhe sugere, e como resposta ouve: “prefiro não opinar. Essa é uma decisão pessoal. Cabe ao senhor pensar direitinho e decidir entre esses modelos que lhe apresentei”;
• Em uma loja de pneus, o cliente pede informação ao vendedor sobre qual dos modelos é mais adequado para uso em estrada asfaltada e o vendedor simplesmente diz que: “não sabe responder”;
• Muito comunicativo, o cliente chega ao balcão de uma loja de autopeças, conversa sobre diversos assuntos e quando aborda sobre a “Variante Delta”, um dos balconistas que não estava atento ao assunto fica
pensativo e depois pergunta ao colega: Que novo veículo é esse tal Variante Delta, o qual ainda não ouvi falar?
O dia a dia em um balcão de atendimento é bastante dinâmico. Clientes dos mais diferentes comportamentos, níveis de conhecimento e informação se dirigem ao balcão das mais diversas modalidades de negócios. Cabe aos balconistas a habilidade para atender cada um deles da melhor forma possível. Daí a importância de manter-se sem bem informado.
Como afirma o ditado, “o homem bem informado vale por dois”, assim sendo, até podemos concluir que um balconista bem informado vale por dois, afinal, ele conseguirá entender e atender ao cliente com mais rapidez e assertividade e, consequentemente, gerar melhores resultados para si e para a empresa.
“Informação é poder”, e se bem utilizada e compartilhada, pode acarretar em ótimos resultados nos processos de negociação/vendas.
Uma ótima sugestão para manter-se bem informado é a leitura, seja através de sites confiáveis, jornais, revistas e/ou bons livros, mantendo o cuidado com as famosas fake news, para não passar adiante informações inverídicas.
A boa leitura, além de um bom passatempo, sempre acrescenta algo de novo e benéfico ao nosso conhecimento e possibilita o aprimoramento intelectual, moral e espiritual.
O preparo espiritual, a capacidade de desarmar o outro, coerência, objetividade, empatia, a comunicação, o conhecimento do produto e o bom nível de conhecimento geral se constituem, portanto, em poderosas armas no processo de vendas.
A pessoa bem informada, geralmente, gosta de gente, gosta de conversar, sabe ouvir, tem sede pelo saber, tem empatia e evita pré-julgamentos.
Saber ouvir é uma arte. O “sabe tudo” perde oportunidades de aprender com o outro. O bom vendedor sabe ouvir, contextualizar e responder dentro do que lhe foi perguntado ou evidenciado pelo cliente.
Como “Tudo demais é sobra”, no processo de venda, excesso de informação pode ser um fator prejudicial. Vejamos um exemplo:
Certa vez, desisti de uma compra por uma questão de detalhe. Decidi pela aquisição de um determinado produto e após o vendedor praticamente concretizar a venda, faltando apenas me encaminhar para providenciar o pagamento, ele continuou falando, falando, falando... enaltecendo o produto até que, em determinado momento durante sua fala, captei algo muito importante sobre o tal produto que me passou despercebido durante a negociação. Resultado: esse detalhe me fez desistir da compra.
O vendedor atualizado, bem informado, tem chances de bater sua meta diária de vendas logo no “primeiro turno” e ao final do mês conquistar seu objetivo e a sua “medalha de ouro”
Pense nisso e sucesso!
*Analista Administrativo Sênior da Distribuidora Automotiva S/A
O CAMINHO PARA A MOBILIDADE
LIVRE DE EMISSÕES DE CO2
A BMW vai apresentar o conceito iX5 Hydrogen no próximo IAA Mobility 2021, salão que será realizado entre os dias 7 e 12 de setembro, em Munique, Alemanha. O modelo, que será lançado pela BMW i (adicionalmente aos modelos elétricos de bateria como o BMW i3, BMW iX3, BMW iX e BMW i4), poderá ser testado pelos visitantes do evento nos deslocamentos entre as diferentes atrações que serão erguidas no centro da cidade alemã.
O iX5 Hydrogen é um SAV (Sport Activity Vehicle) que combina tecnologia de ponta com o design já poderoso de um BMW X. O carro tem toques no tom azul da BMW i por toda a parte, da grade duplo rim às rodas aerodinâmicas de 22 polegadas. Algumas peças foram construídas por meio de
BMW iX5 a hidrogênio poderá ser testado pelo público no próximo IAA Mobility 2021
impressão em 3D. Tudo foi pensado na sustentabilidade, até mesmo os pneus Pirelli. Eles são feitos de borracha natural certificada e são usados pela primeira vez para um veículo de produção global.
Equipado com a quinta geração do sistema BMW eDrive, o iX5 Hydrogen tem potência de 374cv (275kW). O carro gera apenas vapor d’água, nada de poluentes. O hidrogênio é armazenado em dois tanques de fibra de carbono (CFRP), que juntos comportam quase seis quilos do gás. “Encher os tanques leva de três a quatro minutos - então, não há limites em usar o BMW iX5”, explica Juergen Guldner, head do Grupo BMW para tecnologias de hidrogênio e células de combustível e projetos de veículos. Por: Redação | Foto(s):
C-MOVE apontará caminhos para
veículos elétricos no Brasil nos próximos anos
O encontro vai acontecer nos dias 23 e 24 de setembro, das 9h às 18h, no auditório do Museu do Futebol, no Pacaembu, em São Paulo
O avanço da eletromobilidade pelo mundo vem provocando debates cada vez mais importantes no mercado brasileiro, envolvendo fabricantes, importadores, fornecedores de componentes, especialistas, entidades do setor, membros da academia, representantes do Legislativo e atores dos Governos Executivos nas três esferas – federal, estaduais e municipais.
O objetivo é entender os desafios e obstáculos atuais, definir metas e propor políticas públicas para pavimentar o caminho que o mercado de veículos elétricos trilhará por aqui nos próximos anos.
Carro elétrico na Noruega: país é destaque mundial em eletromobilidade
Um dos mais importantes fóruns do País para estas discussões é o “Congresso da Mobilidade e Veículos Elétricos” (C-MOVE). O encontro vai acontecer nos dias 23 e 24 de setembro, das 9h às 18h, no auditório do Museu do Futebol, no Pacaembu, em São Paulo (SP).
O C-MOVE ocorre dentro do evento “Veículo Elétrico LatinoAmericano” (www.velatinoamericano.com.br), que acontece de 23 a 25 de setembro, das 12h às 20h.