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Jornal Balcao Automotivo ed 174

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CRESCIMENTO DO MERCADO DE REPOSIÇÃO FICARÁ ENTRE

Conclusão do estudo realizado pela consultoria McKinsey e apresentado durante o 2º Encontro da Indústria de Autopeças, promovido pelo Sindipeças, ocorrido no início de abril, em evento virtual. O segmento de reposição automotiva brasileiro movimenta R$ 100 bilhões.

TENDÊNCIAS PARA A REPOSIÇÃO AUTOMOTIVA E A INDÚSTRIA DE AUTOPEÇAS PELO MUNDO

Na nossa edição de abril de 2021, trazemos o que de melhor aconteceu no 2º Encontro da Indústria de Autopeças do Sindipeças, realizado virtualmente no dia 5/04. No painel da reposição automotiva, Roberto Fantoni, sócio sênior da McKinsey e líder do setor de Indústrias Avançadas da McKinsey na América Latina, apresentou o estudo “Mercado de Reposição Automotiva no Brasil”, desenvolvido pelo Centro para o Futuro da Mobilidade, da McKinsey.

No mesmo painel, participaram Delfim Calixto, vice-presidente de Aftermarket da Bosch, Gerson Prado, diretor da ANDAP, CEO da SK Mobility e presidente da Nexus Automotive International, e Francisco De La Tôrre, presidente licenciado do Sincopeças-SP. Dividido em três capítulos, o estudo abordou: implicações da Covid-19 na reposição automotiva, tendências do segmento de reposição e como se preparar para vencer nesse mercado.

Fantoni comentou que apesar do impacto da pandemia ter sido relativamente severo na indústria automotiva, na parte autopeças de reposição ele foi relativamente modesto. Em 2020, o crescimento dos fabricantes foi na casa de 4,4% e dos distribuidores e varejistas, de 3,9%. Pelo estudo da McKinsey, no pré-pandemia, veículos de mais de 12 anos de idade eram menos de 35% da frota. “No pós-pandemia, imaginamos que chegarão a 45%”, explicou.

Também nesta edição um giro pelo Brasil. No

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varejo de autopeças, comportamentos que se mantêm desde 2020 e novos que estão surgindo. Para se ter uma ideia, depois de um segundo semestre aquecido e de um início de ano com vendas em alta, alguns varejistas já registram uma inversão nesse cenário. Agravado a isso, continuam a falta de peças e o disparo de preço em muitos itens.

Na série de lives, ratificadas ainda que a falta de peças e a alta de preços são recorrentes no setor. Por outro lado, há boas oportunidades para quem tem uma eficiente gestão de estoque. Na terceira edição do varejo avaliando mês a mês o ano de 2021, participaram Marcos André Thomé, da Truck Comercial e JAP Auto Peças, do Rio de Janeiro (RJ), e João Pelegrini, do Grupo Pelegrini, de Uberlândia (MG).

Como reportagem de capa do Caderno Balconista Automotivo, B2B, o que você precisa saber para se destacar. Amplie as suas vendas com o uso das ferramentas digitais que estão ao seu alcance. E ainda: não perca o artigo de Valtermario de Souza Rodrigues com o título “Por gentileza...”. Fechando, os números da Anfavea que indicam que a produção no 1º trimestre cresce 2% em relação ao mesmo período de 2020, mas vendas caem 5,4%.

Até mais!

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UM GIRO PELO BRASIL

No varejo de autopeças, comportamentos que se mantêm desde 2020 e novos que estão surgindo

Depois de um segundo semestre aquecido e de um início de ano com vendas em alta, alguns varejistas já registram uma inversão nesse cenário. Agravado a isso, continuam a falta de peças e o disparo de preço em muitos itens. “O ano começou bem, mas agora estamos percebendo uma desaceleração, tanto por parte dos mecânicos como do consumidor final”, diz Sidney Campos, da Campos Auto Peças, localizada em São Paulo (SP).

No Estado de São Paulo, que teve praticamente dez dias de feriados no final de março e início de abril, ele comenta que, infelizmente, isso afetou muito. “Na semana de paralisação, nós ficamos abertos até às 13 horas e trabalhamos com uma venda de 30% a 35% do faturamento. Na semana seguinte recuperou, em 80% do faturamento, mesmo assim, não é o ideal”.

Em Curitiba (PR), Michelle Saori Miyake, da Injepremium, conta que o cenário foi similar. “Janeiro e fevereiro foram meses bons. No dia 27 de fevereiro, Curitiba entrou na fase de vermelha e saímos dela no dia 4 de abril. Em março, a maioria do comércio fechou e tivemos uma queda de vendas, porém não tanto quanto tem sido em abril, que está horrível e preocupante”.

Júlio Laska, da Auto Accessórios Bangu, no Rio de Janeiro (RJ), informa que houve uma desaceleração em relação a dezembro de 2020. “O segundo semestre de 2020 até o mês de dezembro foi excelente. Posteriormente, as vendas começaram a cair e cada dia estão caindo mais”. Também com uma parada similar à do Estado de São Paulo, a Bangu permaneceu aberta.

Segundo ela, várias fábricas estão atrasando os pedidos e até para a entrega de velas uma fabricante já informou que não tem previsão. “Graças a Deus que nós temos um portfólio muito amplo, 19 mil itens ativos, mas já tem coisas de giro faltando”.

Ter o estoque abastecido tem sido desafiador para Campos. “Está um absurdo. Não conseguimos mais ter o estoque abastecido com as marcas que estamos acostumados a trabalhar. E na reposição de cada peça vendida estamos levando um susto, o que nos levou a diminuir um pouco as margens de lucro, em virtude do aumento de preços, para não repassarmos tudo para o cliente”.

“O movimento caiu absurdamente, mas conseguimos atender o público mantendo cada vez mais o distanciamento social. Mas, infelizmente, não há muito respeito em relação ao uso de máscara”, lamenta.

Em Belém (PA), Roberto Alcolumbre, da Autopeças Macapá, diz que o primeiro trimestre foi aquecido. “Porém, no começo de abril nós tivemos uma considerável queda nas vendas. Também no nosso Estado teve paradas, mas por sermos considerados como essencial, nós continuamos funcionando”.

Na Edson Autopeças, em Cuiabá (MT), Silvano Ramalho mostra uma outra realidade. “O mercado continua bem movimentado, praticamente não teve queda. O mês de março foi muito bom e eu venho quebrando recordes de vendas consecutivas. A nossa atividade está como essencial, não teve nenhum dia em que fechamos as nossas lojas, o atendimento foi normal, tomando todas as precauções. No Mato Grosso não parou”.

Abastecimento e preços

Em comum, todos comentam o quanto a falta de peças ou os aumentos excessivos têm afetado os negócios. “Principalmente os importados vêm sempre subindo, alguns alegam pela falta de matéria-prima, outros, pelo aumento exorbitante do frete. A nossa sorte é que tínhamos um pouco de estoque, suspendemos ofertas e não estamos baixando as margens, pois hoje o diferencial não é quem tem preço, mas quem tem a peça”, informa Michelle Miyake.

Laska também coloca a mesma situação. “Há muita falta de peças, porque passaram a importá-las e deixaram de lado a fabricação no Brasil. Alegam também para o aumento de preços os custos do frete. Hoje, quem tem o produto nos fornece por preços astronômicos”.

Na Edson Autopeças, por fazerem parte da Rede Âncora, muitas das compras foram antecipadas, mas faltaram alguns itens, principalmente na linha de lubrificantes, pneus e derivados de plástico. “Nós compramos um volume muito grande, o que compensou para nós. Mas houve muitos aumentos de preços, de 30%, 40%, tivemos que comprar e isso é repassado para a ponta, mesmo com as altas de preços, nós continuamos vendendo igual”, diz Ramalho.

Segundo ele, é melhor ter a mercadoria do que

Campos Auto Peças, de São Paulo (SP)
Injepremium, de Curitiba (PR)
Auto Accessórios Bangu, do Rio de Janeiro (RJ)

Formato de atendimento

Questionados sobre como o cliente tem preferido ser atendido, pelo balcão ou pelo delivery, Campos comenta que nada mudou. “As nossas vendas no balcão sempre representaram 50%, o que continua. Como o nosso setor não foi afetado como outros que tiveram que se reinventar, mesmo com a atual fase de restrições, os clientes estão vindo comprar na loja”.

não ter. “E quem tiver vai vender, independentemente do preço que estiver. O consumo, a procura aumentou muito. E eu não sei o porquê, pois hoje com a pandemia eu vejo menos carros nas ruas, só que estamos vendendo mais peças”.

Alcolumbre conta que o pior já passou em termos de abastecimento, mas não em relação aos preços. “As entregas estão normalizando, ainda faltam muitas peças, mas já estamos vendo uma luz no fim do túnel para a normalização do estoque. Ainda não estamos conseguindo trabalhar com o que temos e os preços aumentaram absurdamente, em alguns casos, em mais de 50%, e infelizmente, temos que repassá-los para o cliente”.

O mesmo acontece na Bangu. “A nossa venda ainda é maior no balcão pela dificuldade técnica, pois para o mesmo carro há uma série de peças diferentes”, explica Laska. Ele acrescenta que o que realmente está prejudicando os varejistas é a concorrência desleal.

“Um absurdo que acontece no nosso ramo são os atacadistas, principalmente os nacionais, estarem disponibilizando as suas filiais em Goiânia e Mato Grosso, incentivando os clientes a comprarem por lá para não pagarem a substituição tributária e isso afeta bruscamente a gente que trabalha corretamente. Eles acham que essa é a solução, ficam com o passivo fiscal e tributário durante cinco anos e a gente fica sem vender por conta desses absurdos”.

Na Autopeças Macapá, mesmo tendo aumentado os pedidos por telefone, o forte continua sendo o balcão. “Os pedidos por telefone aumentaram 15%, mas o maior

REFLEXO NA PONTA

Com todo esse movimento de falta de peças e alta nos preços, Kleybson Lucena, da Lucena Auto Service, em Recife (PE), conta como isso tudo tem refletido nos negócios e, principalmente, por serem especializados em marcas francesas. “Em janeiro e fevereiro, nós tivemos um crescimento de 12% e janeiro 15%, respectivamente, comparado aos mesmos meses de 2020. Agora estamos percebendo que estamos sofrendo um pouco mais por eu ser especializado”.

Impacto também foi pelas restrições. “Em março, o governo do Estado aumentou bastante as restrições de circulação, o lockdown foi do dia 18 de março até o final do mês, e as nossas vendas caíram mais de 45%. Foi pior do que no mesmo período de 2020. Abril começou muito timidamente e está prometendo ser igual a 2020”.

E desde o óleo lubrificante até os itens mais simples, que não têm quase expressão no segmento, Lucena conta que em algumas peças o aumento já passa dos 50%. “Ninguém sabe se é por falta de matéria-prima, pelas demandas de outros países que não estão chegando no Brasil, mas principalmente de óleo lubrificante que vendemos muito, o aumento foi de quase 20%, dependendo da especificação”.

volume de vendas continua vindo do balcão”, valida Alcolumbre. Na Edson Autopeças, Ramalho conta que em ambos as vendas aumentaram, no balcão e delivery. “E eu tive que contratar mais pessoas, desde a pandemia, e ainda estamos contratando”.

Já na Injepremium, o forte sempre foi o delivery. “Nós temos uma frota de 18 motoboys, a nossa entrega é rápida e no balcão continua vindo um ou outro. O que nos coloca com uma vantagem competitiva, pois tínhamos muitos concorrentes que não estavam preparados para esse delivery, eles colocavam no roteiro do carro para entregas. Nós trabalhamos com velocidade, tanto que aumentamos a frota de motoboys, que é terceirizada”, informa Michelle Miyake.

Por serem especialistas, diz ele, “não podemos depender só do distribuidor, a gente sempre tem que ter estoque. Eu reduzi em mais de R$ 200 mil o meu estoque comparado a 2019, 2020 nós já demos uma enxugada, estamos praticamente fazendo a política da venda casada”. Em relação às vendas, ele conta que no balcão aumentou bastante. “A minha demanda de atendimento presencial ainda é predominante. A venda no balcão aumentou mais em 15% comparada à de 2019”, conclui.

Autopeças Macapá, de Belém (PA)
Edson Autopeças, de Cuiabá (MT)
Lucena Auto Service, de Recife (PE)

DENTRO

Grupo Real entra no e-commerce B2B com apoio da Magento e

Néctar Consulting

O Grupo Real, um dos maiores distribuidores de peças e acessórios automotivos do Brasil, acaba de lançar uma loja eletrônica própria para oferecer mais agilidade para seus clientes no B2B e digitalizar suas 20 filiais distribuídas pelo País. A expectativa é que o novo canal de vendas digital seja responsável por 5% das vendas da companhia, atendendo toda a base até o final do ano. Para alcançar esses objetivos, o Grupo Real contou com dois parceiros especialistas em desenvolvimento de e-commerce B2B: a plataforma Magento Commerce Cloud, da Adobe, e a Néctar Consulting, responsável pelo desenvolvimento da loja online.

ZF AFTERMARKET implanta soluções digitais que mudarão padrões logísticos da reposição

A ZF Aftermarket inova ao implementar uma nova tecnologia de rastreamento e controle de cargas em seu centro de distribuição localizado em Itu (SP). Trata-se do Sistema RFID – Radio Frequency Identification, ou sistema de identificação por radiofrequência, um recurso completo que pode identificar e rastrear os produtos ao longo de toda a cadeia de reposição de peças de forma quase instantânea. Associando com a adoção de outros processos de automação e digitalização, a empresa registrou um aumento de 18% de produtividade nas operações do CD e a perspectiva é de aumentar esse percentual gradativamente.

MONROE CLUB 2021 está com diversas novidades

Criado há mais de 20 anos, o Monroe Club, programa de relacionamento da Monroe e Monroe Axios, passou por inovações e apresenta importantes novidades para este ano. O objetivo é oferecer capacitações, atualizações e outros benefícios para os revendedores das marcas de forma ágil e em linha com as necessidades do setor automotivo. Um dos destaques é o módulo de treinamento online, com emissão de certificado ao final de cada módulo. No portal Monroe Club (www.monroeclub.com.br), os associados têm acesso a cursos especializados, com programa técnico para promover a capacitação e reciclagem dos profissionais da reparação.

OFICINA AMIGA DA MULHER promove 2ª Temporada de Lives

“Empodera: Mecânica & Mulheres”

Já é sabido do mercado que cada vez mais as mulheres estão comprando, influenciando a compra e cuidando da manutenção de seu próprio veículo. Então, fica fácil imaginar que cada vez mais elas também vão buscar mais conhecimento e entendimento sobre os seus veículos. Pensando nessas mulheres, é que a Barbara Brier, mecânica, idealizadora e fundadora do projeto Oficina Amiga da Mulher, promoverá a segunda temporada de lives, em seu canal oficial no Youtube Oficina Amiga da Mulher. Ela fará a segunda temporada com temas diferentes da anterior, que impactou quase 600 mulheres. http:// oficinaamigadamulher.rds.land/2021empodera

TECFIL lança linha de filtros para câmbio automático

A Tecfil, uma das maiores fabricantes de filtros automotivos da América Latina, anuncia a nova linha de filtros para câmbio automático, um dos lançamentos mais aguardados do ano. Composta inicialmente por 25 produtos, a linha é aplicável em mais de 230 modelos de veículos nacionais e importados, e ganhará novas opções ao longo deste ano. O lançamento integra a estratégia da companhia para manterse com o portfólio mais completo possível e atende à demanda crescente do mercado e dos profissionais que atuam com manutenção e reparação de sistemas de câmbio automático.

AMPRI, especialista em sistemas de direção, fortalece seu portfólio com lançamentos

Já está disponível para o mercado de reposição, a nova linha de produtos com o Braço Pitman, Barras de Direção e Articulação da Coluna de Direção. O Braço Pitman, também conhecido como Braço de Direção, é responsável por transmitir os esforços e movimentos entre o mecanismo da direção ou suspensão às rodas do veículo. Quando o volante é virado para a esquerda ou para a direita, uma engrenagem se move e aciona o Braço Pitman, fazendo então com que a direção mova as rodas conforme o direcionamento do condutor. A outra novidade é a linha de Acoplamento e Articulação da Coluna de Direção. https://www.ampri. com.br/wp-content/uploads/2020/02/catalogo_ampri_2018.pdf

NOVA MARCA E PROPÓSITO REFORÇAM A ESSÊNCIA DA

TUPER

No ano em que completa meio século, a Tuper, com o faturamento em 2020 de R$ 1,3 bilhão, apresenta sua nova marca ao mercado e aos mais de 2.100 colaboradores e representantes comerciais de todo o País. Na data escolhida para o anúncio da nova marca, 09/04, comemora-se o Dia Nacional do Aço. A renovação da marca é um dos eventos planejados para tornar o ano do cinquentenário ainda mais memorável. Com isso, a Tuper se junta a um grupo de grandes empresas que já passaram pelo chamado rebranding. Além da nova marca, definiu-se o novo propósito da companhia: Inspirar pessoas a criar soluções surpreendentes.

NAKATA APRESENTA LINHA DE MOLAS DE SUSPENSÃO

A Nakata disponibiliza uma linha completa de molas para mais de 80 modelos de veículos nacionais e importados, como Toyota Hillux, Fiat Toro ou Volkswagen Passat. Com o lançamento, a marca completa o portfólio de itens para suspensão. As molas de suspensão Nakata são produzidas sob rigoroso controle de qualidade, 100% testadas durante e após a fabricação realizada a partir de uma barra de aço especial, enrolada e protegida com pintura epóxi, garantindo assim excelente proteção contra corrosão e contam com geometria específica de cada veículo.

RIO dobra sua oferta de anéis de pistão e passa a cobrir mais de 70% da frota de leves

Com muitos motivos para comemorar os seus 75 anos de atividades, a RIO – Riosulense S.A. (Rio do Sul/SC), fundada em 1946 e hoje reconhecida mundialmente, vem com lançamentos impactantes para o mercado em 2021. Nesse primeiro trimestre, passa a oferecer mais de 100 novos códigos de anéis de pistão, que atenderão mais 50 motores. Com esse complemento de itens, somados aos atuais, a empresa tem em seu portfólio um total de 250 códigos de anéis, com cobertura acima de 70% da frota de veículos leves (cerca de 33 milhões dos 44,8 milhões existentes), das marcas Fiat, Volkswagen, Peugeot, Renault, Chevrolet, Hyundai, entre outras.

FRAGA apresenta projeção de crescimento da frota no mercado automotivo nacional

A Fraga Inteligência Automotiva disponibiliza, desde março de 2021, a versão atualizada da Frota Circulante. A tecnologia, que apresenta o cenário atual e as projeções da frota de veículos e consequente demanda de autopeças no mercado brasileiro, é considerada a mais precisa e apurada no mercado segundo especialistas do setor. Hoje em dia, a empresa também é a única a fornecer aos clientes uma projeção de crescimento da frota de veículos em circulação no mercado brasileiro em um período de cinco anos, considerando as categorias de veículos das linhas leve, ônibus, caminhões e motos.

Válvulas Termostáticas MAGNETI MARELLI: Qualidade é essencial para a vida útil do motor

A Marelli Cofap Aftermarket investe constantemente na qualidade de seus produtos através de processos produtivos que empregam as tecnologias mais recentes, o uso de matérias-primas selecionadas e a realização de testes que garantam a durabilidade e confiabilidade das autopeças Magneti Marelli equivalentes aos dos produtos originais. É o caso, por exemplo, da linha de válvulas termostáticas Magneti Marelli. Um dos componentes mais importantes do sistema de arrefecimento, cuja função é manter a temperatura do motor dentro dos parâmetros especificados pelo fabricante do veículo em qualquer condição de utilização.

Pelo 3º ano consecutivo, CABOVEL é contemplada com o Prêmio Aliança

“Ficamos felizes com o 2º lugar na categoria Bronze e agraciamento como destaque de Melhor Nível de Serviço, além de acrescentarem às conquistas das duas últimas edições em 1º lugar”, diz Nasser Barbosa, gerente Comercial Reposição da Cabovel, sobre o 18º Prêmio Aliança, da Companhia. DPaschoal. “Esse reconhecimento evidencia o esforço da Cabovel em melhorar o atendimento ao mercado, reforçando que o investimento em toda a cadeia, desde a matériaprima até a satisfação do cliente final, é reconhecido. O Parceiro DPK investe na qualidade dos fornecedores e prima pelo zelo ao cliente e fornecedor”, conclui.

SKF conquista Prêmio Aliança

em Reconhecimento pela sólida parceria com a DPK

Por mais um ano consecutivo, a SKF se destacou na categoria Platina entre grandes marcas da indústria de autopeças que fazem a diferença para os resultados do grupo DPaschoal. A DPK, distribuidora de autopeças que faz parte da Companhia DPaschoal, realizou no dia 16 de março, a 18ª edição do Prêmio Aliança, com o objetivo de valorizar as parcerias de sucesso dentro da proposta de valor do grupo. A iniciativa é realizada anualmente e avalia diferentes quesitos de boas práticas da cadeia de suprimentos. A entrega da premiação ocorreu virtualmente e contou com a participação de 300 pessoas de diferentes regiões do Brasil.

SCHAEFFLER publica relatório de sustentabilidade 2020

O Grupo Schaeffler expande o seu compromisso no campo da proteção climática: A empresa conseguiu novamente melhorar o seu desempenho em classificações de sustentabilidade importantes em 2020. “Estamos orgulhosos em conseguir melhorar a nossa classificação climática no CDP de “D” para “A-” em apenas dois anos”, afirma Corinna Schittenhelm. Ela é integrante da diretoria da Schaeffler AG e responsável pelo RH e sustentabilidade. “Conseguimos atingir essa meta um ano antes do que planejamos inicialmente”. O Grupo Schaeffler foi escolhido como um dos 50 Líderes em Sustentabilidade e Clima. https://www.schaeffler-sustainability-report.com/2020/

SERRAF Autopeças inaugura mais uma loja em São Paulo

Recentemente foi aberta mais uma loja da rede SERRAF distribuidora de autopeças em São Paulo. A nova loja fica na Vila Brasilândia, na zona norte da capital paulista, tem 142m² de espaço e possui em seu estoque mais de 7 mil itens, entre peças para motor, freio, suspensão, produtos químicos e lubrificantes. É a 17ª loja SERRAF Autopeças. A empresa espera ainda em 2021 inaugurar mais duas lojas. “As oficinas estão abertas, veículos fazem parte de serviços essenciais e mesmo os que estão em casa, precisam de manutenção. Nossa empresa tem estoque e está pronta para atender os reparadores”, explica Julio Serra Filho, CEO da SERRAF.

JAMAICA Mangueiras lança um filme contando um pouco mais sobre seus produtos

Quem vê o produto final pronto nas auto peças, não imagina a quantidade de processos, o controle de qualidade e o número de empregos diretos e indiretos gerados em toda a cadeia produtiva. Com esse objetivo, a Jamaica Mangueiras lança um filme mostrando como seus produtos são fabricados, que mostra desde o processo de fabricação da massa de borracha, conexões produzidas internamente nas injetoras, controle de qualidade, até o produto final para o consumidor. Para a indústria, o compromisso e a transparência com o consumidor são valores importantíssimos. https://www.youtube. com/watch?v=UF0xh5cxf10&t=28s

VALEO CLIM SPRAY™ e eleito o Produto do Ano em 2021

O Valeo ClimSpray™ recebeu o selo “Voted Product of The Year”, maior prêmio mundial de inovação e marketing votado pelo consumidor. Com uma simples borrifada, o Valeo ClimSpray™ desinfeta a cabine de um veículo em 15 minutos e acaba com qualquer vírus, como o coronavírus, bactérias e fungos inativos. A solução contida no produto foi certificada por um laboratório médico independente, demonstrando sua conformidade com padrões anti-microbiais europeus.* O produto tem a dupla vantagem de não só prevenir o espalhamento de micróbios infecciosos na fonte, mas também de soltar uma fragrância prazerosa.

SABÓ BUSCA STARTUPS PARA O PROJETO ROTA 2030 EM

PARCERIA COM SENAI-SP

No final de 2020, o SENAI-SP publicou edital para empresas do setor automotivo se inscreverem e participarem do projeto Rota 2030. Segundo o gerente de Inovação do SENAI-SP, Osvaldo Maia, mais de trezentos especialistas, dois Institutos de Inovação e oito de Tecnologia estão à disposição do setor. A SABÓ participará na categoria “Desafio automotivo” como “empresa âncora” para que “startups” interessadas (com até 5 anos de mercado), que possuam soluções e ideias inovadoras para atendimento a empresas consolidadas, (no modelo B2B), apresentem projetos.

MOTUL assina com Nelson Piquet Jr.

e marca sua estreia

na Stock Car

A Motul Brasil anunciou a maior ação de patrocínio de sua história nas américas. A empresa francesa, uma das líderes em fluidos para veículos de alto desempenho, fechou acordo com a Piquet Sports e, a partir de agora, terá Nelsinho Piquet como novo embaixador da marca. O contrato de patrocínio, que tem duração inicial de três anos (2021/2022/2023), levará a Motul pela primeira vez à Stock Car, a principal categoria do automobilismo brasileiro, além de apoiar a equipe nos Sertões e na Porsche Endurance Brasil. Durante o período, a Motul será o lubrificante oficial da Piquet Sports.

ARTEB realiza convenção de vendas em formato digital

A ARTEB promove convenção nacional de vendas online. O evento, realizado, no dia 23 de março, reuniu a equipe de vendas de todo o País com seus escritórios regionais. Devido à pandemia, a convenção acontece em formato digital para a divulgação dos resultados alcançados em 2020 e alinhamento da Política Comercial 2021. Mesmo com todos os desafios e adversidades impostos pela pandemia, a empresa obteve bom desempenho no mercado de reposição apresentando um crescimento significativo ante o ano anterior garantindo um equilíbrio ante a queda de produção de veículos novos.

BRIDGESTONE fornece pneus premium para o novo Toyota

Corolla Cross

A Bridgestone foi selecionada pela Toyota para fornecer os pneus de aro 18 do novo SUV da empresa, o Corolla Cross. O veículo será equipado com o modelo premium Alenza 001, que oferece performance superior, com segurança e conforto aos motoristas. “O Alenza 001 proporciona uma experiência de condução de alto desempenho com manuseio preciso em condições secas e molhadas. Além disso, ele foi desenvolvido com tecnologias que estendem sua vida útil e contribuem para a melhora no consumo de combustível”, comenta Andrés Gabrielli, diretor de Equipamento Original da Bridgestone Latin America South.

OSRAM

anuncia a versão 2021

do Concurso de Fachadas

A OSRAM entendeu que é preciso auxiliar seus parceiros de negócios como uma forma de incentivo para aumentar o prestígio e credibilidade dos estabelecimentos.

“Nós sabemos que uma boa comunicação visual pode aumentar e atrair fregueses, mas percebemos que muitos de nossos clientes ainda não estão com olhar voltado para essa preocupação, até gostariam, mas não dispõem de recursos para tal, por isso, criamos o Concurso de Fachadas da OSRAM para sermos um facilitador para nossos parceiros, tão fundamentais em nosso sucesso”, explica Marieli Senedez Miguel, gerente de Marketing LATAM da OSRAM. https://www.osram.com.br/cb/

ESCOLA DO MECÂNICO

COMEMORA 10 ANOS E QUEM GANHA O PRESENTE É O ALUNO

Fundada em março de 2011, pela ex-gerente de loja de serviços automotivos, Sandra Nalli, a ideia surgiu para ajudar a profissionalizar os menores da Fundação Casa, de Campinas, onde trabalhava voluntariamente, pois percebia em sua profissão que faltava mão de obra especializada para o setor. Assim, de um projeto social, formou-se um negócio. Nascia efetivamente a ideia da Escola do Mecânico. Atualmente, são 37 escolas franqueadas, espalhadas em 9 estados brasileiros. São mais de 30 mil pessoas que conseguiram se matricular e iniciar uma nova etapa em sua vida. https://materiais.escoladomecanico.com.br/10-anos-da-escola-do-mecanico

Academia

YPF

BRASIL oferece capacitação

profissional ao mercado de lubrificantes

O mercado de lubrificantes passa a ter uma opção a mais para capacitação profissional com a plataforma Academia YPF. Isso porque o projeto está disponível para o público em geral, de forma gratuita. Desde o lançamento, em novembro de 2020, o projeto acumula cerca de 70 conteúdos educativos, entre conceitos da lubrificação, dicas, curiosidades e outros. Além de informações técnicas sobre os produtos do portfólio da YPF Brasil, a plataforma ainda explica sobre diversos mitos e verdades do setor. Acesse o site www.academiaypf.com.br e efetue o seu cadastro. https://academiaypf.com.br/

TENDÊNCIAS PARA O MERCADO DE REPOSIÇÃO E A INDÚSTRIA DE AUTOPEÇAS AO REDOR DO MUNDO

No 2º Encontro da Indústria de Autopeças do Sindipeças, players globais comentaram sobre a pandemia e as transformações do mercado

Em abril foi realizado virtualmente o 2º Encontro da Indústria de Autopeças do Sindipeças. No painel da reposição automotiva, Roberto Fantoni, sócio sênior da McKinsey e líder do setor de Indústrias Avançadas da McKinsey na América Latina, apresentou o estudo “Mercado de Reposição Automotiva no Brasil”, desenvolvido pelo Centro para o Futuro da Mobilidade, da McKinsey.

No mesmo painel, participaram Delfim Calixto, vice-presidente de Aftermarket da Bosch, Gerson Prado, diretor da ANDAP, CEO da SK Mobility e presidente da Nexus Automotive International, e Francisco De La Tôrre, presidente licenciado do SincopeçasSP. Dividido em três capítulos, o estudo abordou: implicações da Covid-19 no mercado de reposição automotiva, tendências do mercado de reposição e como se preparar para vencer nesse mercado.

Fantoni comentou que apesar do impacto da pandemia ter sido relativamente severo na indústria automotiva, na parte autopeças de reposição ele foi relativamente modesto. Em 2020, o crescimento dos fabricantes foi na casa de 4,4% e dos distribuidores e varejistas, de 3,9%. “Não foi na mesma proporção que o esperado antes da pandemia, mas foi relativamente saudável, isso em grande parte pelo impacto da pandemia na compra de veículos novos e no envelhecimento da frota”.

Pelo estudo da McKinsey, no pré-pandemia, veículos de mais de 12 anos de idade eram menos de 35% da frota. “No pós-pandemia, imaginamos que chegarão a 45%”, explicou. O crescimento do mercado de reposição é impulsionado pelo tamanho e idade da frota, o que é mais favorável para veículos com mais de 12 anos.

Mercado estimado

Pelos cálculos da McKinsey, o mercado de reposição automotiva brasileiro é estimado em R$ 100 bilhões ao ano, em valor de peças na ponta para o consumo final, incorporando todo o valor agregado ao longo da cadeia, excluindo mão de obra, devendo crescer de 6% a 7%, até 2023. O que na visão de Fantoni deveria ser bem maior.

“Entendemos que deveria ser relativamente robusto, por todas as tendências e o próprio envelhecimento da frota. Vemos que o crescimento nominal de 6% a 7%, até 2023,

considerando uma inflação de 4,5%, teríamos um crescimento de 2% a 3% em termos reais”. Do mercado estimado, pouco mais de 60% são de reposição de peças para veículos de passeio, pouco menos de 30% para veículos pesados e o restante, para motocicletas.

Ele comentou que desses R$ 100 bilhões, uma parte importante deste mercado está no segmento de manutenção e consumíveis, como pneus e óleos para o motor, o que representa R$ 38 bilhões, seguido pelo grupo de reparos, de R$ 26 bilhões. Sobre a retomada do setor, Fantoni avaliou que isso não ocorrerá ainda neste ano, devido à ruptura da cadeia de suprimentos pelo período em que foram suspensas as operações e pelo câmbio desvalorizado.

Aceleração digital

Nas palavras de Fantoni, a pandemia trouxe um grande benefício que foi acelerar a transformação digital do setor de autopeças. “Ela forçou o setor a considerar e a aplicar muitas ferramentas”. No curto prazo, ele colocou que a digitalização da comercialização e do atendimento em geral são tendências importantes, bem como o uso de ferramentas digitais de análise avançadas, o que está muito mais acelerado em outros setores.

“Gradualmente, deveríamos ver mais no de autopeças, no lado de eficiência e desenvolvimento da demanda. Vemos também um gradual crescimento da relevância de frotas com toda a tendência de mobilidade no País. A necessidade de mobilidade das pessoas está mudando, isso reflete na forma com que acontece a propriedade, a relevância de frotas corporativas é absolutamente importante e vamos continuar vendo isso no futuro”.

Sobre as novas plataformas online no mercado de reposição, pelo estudo, 65% a 80% dos compradores no B2B preferem interações humanas remotas ou autoatendimento digital em vez de interações presenciais. As três principais razões são: economia nas despesas de viagem, agendamento mais fácil e melhor experiência de compra.

Estratégias

Entre as conclusões do estudo da McKinsey, as empresas do mercado de reposição devem seguir uma abordagem em três etapas para adaptar sua estratégia:

Painel da reposição automotiva
Roberto Fantoni, sócio sênior da McKinsey e líder do setor de Indústrias Avançadas da McKinsey na América Latina

- Avalie quais tendências são as mais relevantes para o seu modelo de negócio, identifique qual cenário o mercado de reposição provavelmente irá seguir. Verifique os pontos fortes e fracos individuais da sua empresa à luz das mudanças no mercado de reposição.

- Faça projeções sobre mudanças no modelo de negócio e respectivos diferentes cenários. Estime o quanto as tendências afetarão sua empresa e como acompanhar sua evolução.

- Defina sua estratégia e posicionamento específico. Identifique lacunas no posicionamento atual versus desejado. Desenvolva um plano de negócios para aproveitar ao máximo as oportunidades geradas pelas mudanças no mercado de reposição.

Visão da indústria

Com base no estudo apresentado por Fantoni, Delfim Calixto comentou que a digitalização é uma realidade que chegou para ficar. “A pandemia apenas acelerou esse processo. As plataformas ganharam importância e nós vimos um crescimento forte das vendas online, novos players surgiram e novas formas de fazer negócio apareceram. Aprendemos nesse período que nós não temos mais a nossa forma de fazer negócio, nós temos que nos adaptar a cada dia”.

Segundo ele, o mundo digital derrubou barreiras, encurtou distâncias, criou transparência e aproximou players, criando condições para todos os níveis da cadeia. “Nós vimos nas plataformas de e-commerce todos os players atuando ao mesmo tempo, isso é impressionante, o dinamismo que trouxe para o nosso mercado. Acho que hoje, nós estamos muito mais envolvidos com toda a cadeia e muito mais próximos do cliente final”.

O grande desafio para as marcas, disse ele: “é conseguir se comunicar de formas ágil e efetiva com o público que busca de uma maneira muito ávida por informações e respostas. A dinâmica mudou, há uma necessidade de rapidez e eficiência, e serviços se tornaram imperativos nesse processo. A nossa resposta tem que ser da mesma forma: verdadeira, rápida e precisa”.

Visão do distribuidor

Questionado se a tecnologia substituirá o ser humano, Gerson Prado fez uma análise, com base nos dados do estudo da McKinsey: de 65% a 80% das pessoas no B2B preferem uma interação humana mais remota ou autoatendimento. “Eu até entendo que isso acontece naquele momento em que você vai fazer o pedido, mas o momento prévio do estudo da compra, é difícil imaginarmos o ser humano não tendo essa interação”.

Ele lembrou que algumas coisas já estão acontecendo digitalmente na via do vendedor. “Como o WhatsApp, e-mail, Skype ou qualquer outra ferramenta a qual o cliente já faz a interação com o vendedor. Cada vez menos o cliente liga e cada vez mais ele interage por essas plataformas, mas ele precisa interagir no momento decisório com o profissional”.

Segundo Prado, quem conseguir unir o vendedor (ser humano) com a tecnologia terá muito sucesso. “Na área de vendas, quem não tiver interação com a tecnologia vai ter problema. Não acredito que o vendedor irá desaparecer”.

Visão do varejo

Sobre digitalização, Francisco De La Tôrre comentou que esse processo já vem de longa data no varejo, portanto, não se trata de uma adaptação do varejo tradicional, mas sim, de uma transformação do varejo, devido ao impacto que as tecnologias têm trazido para os negócios. Já que desde os anos de 1990, os varejistas iniciaram seus processos de informatização e a partir de 2010 foi a vez do WhatsApp, que ganhou impulso com a pandemia.

“O WhatsApp passou a ser uma importante ferramenta de comunicação nas oficinas mecânicas e isso foi introduzido paulatinamente nas lojas. Porém, a pandemia impôs uma velocidade muito grande e com um agravante, por conta do fechamento e da queda bruta do faturamento dessas empresas, o impacto econômico que dificulta em tudo a capacidade delas em investirem massivamente e atuarem em todas as plataformas”.

De La Tôrre destacou que a transformação do varejo é baseada em três pilares: gestão, digitalização e a experiência do consumo. “Uma das oportunidades é a otimização das compras e gestão de estoque na cadeia de suprimentos. E eu vou além. Por conta da queda do fluxo de caixa, a gestão financeira também se tornou crucial e a gestão de pessoal para fazer com que seus colaboradores acompanhem essas transformações”.

Sobre a digitalização, ele comentou que esse é um processo no dia a dia das empresas há bastante tempo. E quanto à experiência do consumidor, “o varejo precisa começar a trabalhar isso também desde já, por conta dessa mudança de hábito do consumidor. Antes, nós achávamos que isso aconteceria com o 5G no País”. E ela aconteceu com a pandemia.

No Brasil e no mundo

Com as participações de executivos de entidades que representam a indústria de autopeças em outros países do mundo, o 2º Encontro da Indústria de Autopeças do Sindipeças trouxe uma visão do que está acontecendo. A começar pelo Brasil, Dan Ioschpe, presidente do Sindipeças, falou sobre a resiliência do setor.

“Ao longo dos últimos anos em que enfrentamos severas crises no mundo e em nosso

Dan Ioschpe, presidente do Sindipeças
Painel visão de futuro

Sigrid de Vries, secretária Executiva da Cepla, entidade que representa a indústria de autopeças na Europa

País, isso não diminui os desafios à frente dos nossos associados, de se capacitarem cada vez mais para enfrentarem os riscos e aproveitarem as oportunidades que se aproximam e que não são poucas”.

Exemplo disso, Ioschpe falou sobre a manufatura com o avanço da indústria 4.0 e o setor com um pensamento mais voltado à integração no mundo e a maximização de esforço de pesquisa, desenvolvimento e inovação, tão bem representado pelo Rota 30. “Para isso, além do esforço individual de cada empresa e de cada um dos profissionais do setor, necessitamos de um avanço mais relevante de nosso País numa direção que faça mais sentido”.

Os benefícios do acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul foi um dos temas expostos por Sigrid de Vries, secretária Executiva da Cepla, entidade que representa a indústria de autopeças na Europa. “Isso pode criar um mercado comum de 700 milhões de consumidores, o que é significativo e importante”. Segundo ela, a expectativa é que a ratificação aconteça neste ano. “Para isso, é preciso mais progresso entre as autoridades. Precisaremos de um tratado colateral para estabelecer as questões ainda em aberto”.

Bill Long, presidente da MEMA, entidade que representa as indústrias de autopeças nos Estados Unidos, expôs os impactos da pandemia na indústria automotiva, que representa 2,5% do PIB americano e gera mais de 4,8 milhões de empregos, sendo 900 diretamente nas montadoras.

“Os fatores desfavoráveis são a incerteza relacionada à pandemia global, os regulamentos das leis norte-americanas, os custos e a taxa de adoção de uma tecnologia tão nova nos veículos (eletrificação) e a infraestrutura para dar apoio a esses novos veículos”. Em relação ao mercado de reposição, a demanda continua robusta. “Há muito otimismo entre os fabricantes de que o negócio vai continuar firme e forte em 2021. Logicamente, existem desafios como conectividade e demanda, como também a disponibilidade de trabalho”.

Presidente da INA, entidade que representa a indústria de autopeças no México, Oscar Albin, falou sobre competitividade. “Nós produzimos US$ 78 bilhões em 2020, o que coloca o México como o 5ª maior produtor de peças do mundo. Vamos passar de US$98 bilhões neste ano, aumentando a produção devido ao acordo de livre comércio que temos entre México, Canadá e os Estados Unidos. Mais de 90% da nossa produção são exportadas”.

Internamente, o setor conta com incentivos fiscais. “O que nos torna muito competitivos em relação a outros países. Nós temos 26 centros de engenharia, com mais de 15 mil engenheiros empregados, e muitos desses trabalhos são criados para fornecer produtos para os Estados Unidos”.

Da Argentina, o presidente da AFC, Raúl Amil, disse que é muito difícil falar da cadeia de valor automotiva, sem fazer referência à situação macroeconômica do país. “A pandemia afetou muitíssimo o nosso setor, foram 70 dias de parada da indústria, e ela impediu que muitas atividades da economia se desenvolvessem. Em 2020, o PIB teve uma queda de mais de 10%, a segunda queda histórica da Argentina nos últimos 50 anos, desde 2002”.

O que influenciou muito o setor automotivo. “No início de 2020, as projeções apontavam para uma produção superior a 400 mil veículos, que no final ficou em 260 mil. O que acabou não sendo tão ruim como se previa no meio da pandemia”. De acordo com ele, são dois principais fatores que tornam a indústria de autopeças na Argentina pouco atrativa.

“A desordem econômica há muitos anos, com exceção de pouquíssimos momentos de estabilidade macro, o que dificulta fazer previsões para o futuro, e a carga tributária aplicada à indústria, que gira em torno de 50%, o que faz com que a rentabilidade seja baixa”.

Na Índia, Vinnie Mehta, diretor Geral da ACMA, entidade que representa cerca de 80% do mercado de autopeças indiano, ilustrou a relevância do setor. “A indústria automotiva é muito estratégica para a economia indiana, ela contribui com 27% do PIB industrial e 7,1% do PIB do país”. A Índia produz veículos de todos os tipos, incluindo o de três rodas, comum no país.

“Entre 2019 e 2020, a queda na produção de veículos foi de 11% quando comparada a 2018 e 2019. Da indústria de componentes de veículos, mais de 25% da nossa produção são para as exportações, que foram de US$ 50 milhões, entre 2018 e 2019, e caíram para US$ 14,5 milhões, em 2020”.

Já o mercado de pós-venda, “ele é bastante forte, apesar de todos os segmentos da indústria terem caído, ele se manteve estável na pandemia”. O momento agora é de recuperação, conforme colocado por Mehta.

“Estamos em uma recuperação bastante estável, o PIB da Índia crescerá 11% neste ano, a vacinação está levando esperança e confiança e o governo trouxe um esquema muito interessante chamado PLI, com medidas de políticas positivas de alocação para a indústria automotiva para fazer um aumento incremental de produção, dando incentivo a essa indústria”.

Painel visão de futuro

MONTADORAS

COMPLEXO INDUSTRIAL DA

NISSAN EM RESENDE (RJ)

COMPLETA 7 ANOS

Trabalhando para atender ao mercado brasileiro e também a demanda de outros países da América do Sul, sempre seguindo rigorosos protocolos de segurança para assegurar a saúde de seus funcionários, o Complexo Industrial da Nissan em Resende, no Sul do estado do Rio de Janeiro, completou recentemente 7 anos de atividades. Inaugurada em 2014 e já tendo recebido mais de R$ 3 bilhões em investimentos, a unidade, para se ter uma ideia, é uma das mais modernas da marca no mundo e reforça diariamente o compromisso da Nissan com o Brasil.

Volvo Car Brasil avança entre os

híbridos e ocupa mais de 71% entre os modelos plug-in hybrid

A Volvo Car Brasil alcança mais um feito histórico e chega à marca de 71,2% de participação entre todos os veículos híbridos plug-in vendidos no Brasil no primeiro trimestre deste ano. Somente no mês de março, a marca chegou a 91,9% de vendas entre todos os modelos. “Mesmo com as restrições impostas pela pandemia, com dificuldade de estoque e importações, estamos conseguindo crescer, nos mantendo na vice-liderança do segmento Premium com 17,9% de mercado”, destaca João Oliveira, diretor geral de Operações e Inovação da Volvo Car Brasil.

Novos Q4 e-tron e Q4 Sportback e-tron são os primeiros SUVs compactos elétricos da AUDI

A Audi apresentou ao mundo seus novos veículos 100% elétricos: o Audi Q4 e-tron e o Audi Q4 Sportback e-tron, os primeiros SUVs compactos elétricos da fabricante alemã. Os modelos impressionam pelo design externo e interno, interior espaçoso e inovações tecnológicas pioneiras, como o head-up display de realidade aumentada que conecta os mundos virtual e real. A gama compreenderá três versões de tração, duas como um motor no eixo traseiro e uma versão quattro com dois motores, um em cada eixo – dependendo da versão, a autonomia pode chegar até 520 km de acordo com o ciclo WLTP.

FORD Mustang é o esportivo mais vendido do mundo pelo segundo ano consecutivo

O Ford Mustang somou dois novos títulos à sua galeria: o carro esportivo mais vendido do mundo pelo segundo ano consecutivo e, pelo sexto ano seguido, líder mundial dos cupês esportivos. Um belo presente para o modelo que comemorou em 17/04 o seu 57º aniversário. Puxado pelo aumento de vendas dos modelos Bullitt, Shelby GT350, Shelby GT350R e Shelby GT500, o Mustang superou todos os concorrentes em 2020 com a venda global de 80.577 unidades, segundo os dados mais recentes da consultoria IHS Markit. Esse volume representa 15,1% do segmento de cupês esportivos, comparado a 14,8% no ano anterior.

HONDA apresenta o novo Accord híbrido, o primeiro modelo com a tecnologia e:HEV no Brasil

A Honda Automóveis do Brasil lançará, no início do segundo semestre, o novo Accord híbrido, o primeiro modelo da marca com a inovadora tecnologia e:HEV híbrida de dois motores elétricos. O sedã de luxo é um dos três carros híbridos que a Honda planeja lançar no Brasil até 2023. Como parte da estratégia global, a Honda investe constantemente em pesquisa e desenvolvimento para continuar proporcionando a alegria da mobilidade com zero emissões de carbono. O objetivo é que 2/3 das vendas globais da marca sejam de veículos eletrificados até 2030, com a visão de atingir a neutralidade de carbono até 2050.

VOLKSWAGEN do Brasil destaca avanços de 2020 no Anuário de Sustentabilidade

A Volkswagen do Brasil lança seu Anuário de Sustentabilidade 2020. Em sua 9ª edição, o Anuário reúne os principais indicadores e avanços da empresa no ano passado. "Em um ano desafiado pela pandemia, conseguimos colocar a Volkswagen em destaque no Brasil e na Região América do Sul. Evoluímos com a nossa Ofensiva de SUVs, terminando o ano como líderes do segmento, lançamos novos modelos de negócios e intensificamos as ferramentas digitais de vendas e pós-vendas para atender um consumidor cada vez mais conectado", garante o presidente e CEO da Volkswagen América Latina, Pablo Di Si.

Rodrigo Lombardi é o novo embaixador do CAOA CHERY Arrizo 6

O ator Rodrigo Lombardi é o novo embaixador do Arrizo 6, o sedan referência em design, sofisticação e tecnologia da CAOA CHERY. Durante um ano, ele representará o Arrizo 6 em campanhas publicitárias e ações de marketing da montadora, além de poder conferir em seu dia a dia todos os diferenciais que fazem do modelo um dos sedans mais completos da sua categoria. A primeira campanha do ator com a CAOA CHERY estreou hoje na TV aberta e nas mídias digitais da montadora. A ação, idealizada pela agência Z515, destaca os principais atributos do Arrizo 6 e como o novo embaixador do veículo se identifica com eles.

Sucesso na pré-venda, MINI elétrico ganha

nova versão para o Brasil

A versão MINI Cooper SE Top Collection 3 portas, com uma série de novos detalhes que caracterizam a personalidade do urbano mais desejado do mundo e preço sugerido a partir de R$ 269.990,00 na pré-venda - ao contrário de outras versões, já está disponível no valor que considera custos da pintura e do teto do veículo. "Expandir as opções no portfólio faz parte da nossa estratégia para ser uma marca 100% elétrica até 2030. Estreamos na categoria com a chegada do MINI Cooper SE este ano e esperamos apresentar mais novidades ao mercado brasileiro", afirma Rodrigo Novello, diretor de Vendas e Marketing da MINI no Brasil.

NVAREJO AVALIA O TERCEIRO MÊS DE 2021

Ainda a falta de peças e a alta de preços são recorrentes no setor. Por outro lado, há boas oportunidades para quem tem uma eficiente gestão de estoque

a terceira edição do varejo avaliando mês a mês o ano de 2021, participaram Marcos André Thomé, da Truck Comercial e JAP Auto Peças, do Rio de Janeiro (RJ), e João Pelegrini, do Grupo Pelegrini, de Uberlândia (MG). Ambos fizeram um balanço do primeiro trimestre do ano, comentaram sobre os aumentos de preços e a necessidade de uma gestão de estoque eficiente, os reflexos da aceleração digital e as perspectivas para o póspandemia.

Pelegrini contou que o disparo nas vendas online dos mais diversos segmentos da economia saturou a logística de transporte, o que impactou também a entrega de peças automotivas. “Por décadas, a cultura foi a da venda casada. Os nossos clientes, por exemplo, faziam um estoquezinho, compravam dos distribuidores. Com a nova roupagem do mercado, o distribuidor passou a ter falta ou morosidade de entrega e, com isso, as pequenas empresas, auto centers e oficinas deixaram de ter estoque”.

Na Casa do Chevrolet, que é essencialmente varejo e há anos tem uma gestão de estoque eficiente, Pelegrino comentou o que foi posto em prática. “São mais de 13 mil itens que conseguimos fazer o giro em 53 dias, claro que alguns itens estão obsoletos, e percebemos de imediato que o caminho era aumentar estoque”. O resultado foi o mínimo de vendas perdidas. “Ao mesmo tempo, conseguimos passar esse período difícil com a dedicação de buscar a peça o mais rápido possível, sempre orientando os nossos clientes sobre o prazo”.

Thomé informou que as vendas vinham crescendo desde o segundo semestre de 2020 e que março deste ano sinalizava que isso continuaria, porém, o cenário mudou. “Vieram os lockdowns, prefeitos e governadores fechando as cidades. Foram praticamente 10 dias de feriados, parados. Nós estamos autorizados a trabalhar, mas não estamos como essenciais, então fica uma dúvida muito grande e os números caem. Eu tenho vários clientes da distribuidora que pediram para eu segurar os pedidos por uma semana”.

Antes disso, ele recorda-se que o auxílio emergencial do governo, de R$600,00, que somados todos os beneficiados chegou a R$50 bilhões, movimentou todo os setores da economia. Outro fator que impulsionou as vendas de autopeças, desde o segundo semestre de 2020, foi a preferência das pessoas pelo transporte individual. “Os carros que ficavam na garagem passaram a sair, a quebrar e têm que comprar peça, mais um motivo para a roda girar. Não se vê gente, mas há muitos carros nas ruas. Com a pandemia, os engarrafamentos continuaram praticamente iguais”.

ABASTECIMENTO

No quesito abastecimento, Thomé falou sobre a experiência dele que é muito maior na parte de importação do que na distribuição. Eles também atuam como varejista, principalmente das marcas Jeep e Land Rover. “Eu importo regularmente de todos os lugares, principalmente da China há mais de 20 anos. Eu nunca vi uma demora tão grande para a entrega. Antes da pandemia, os prazos eram de 30, 35 dias, agora chegam a 90 dias”.

Fora o aumento de preços. “Haverá um aumento muito grande, o dólar não para de subir e o frete está uma loucura, cinco vezes mais caro do que antes da pandemia, e o dólar na China está caindo, o que também afeta nos preços. O aumento (do preço) de peças importadas será razoavelmente grande, bem acima dos 5% e 8% que as pessoas estão acostumadas a aumentar. Eu estou muito

receoso, pois existe um limite para as pessoas, para alguns carros não tem como cobrar uma peça que ficará um terço do preço do (valor do) carro”.

Na parte de autopeças, Thomé expôs a importância das parcerias, mas mesmo assim, não estão imunes à falta de peças. “Nós temos parceiros bem específicos (na linha Jeep) que atuam com um estoque muito grande. Normalmente, de tudo o que eu peço eu tenho 100% de entrega. Na parte de Land Rover, também temos muitas coisas importadas e algumas peças que nos abastecemos no mercado nacional, também importadas. Existem itens que estão faltando, demora a entrega e importar é um trabalho bem demorado de “90 a 120 dias para receber a peça. Tem que trabalhar com o estoque”.

Mesmo com todo o aumento de preços, Pelegrini mostrou o lado das oportunidades. “O aço aumentou 132%, depois a parte de plástico que aumentou um absurdo e dos derivados de óleo, e ainda tem as exportações. Foi muito trabalhoso e sofrido para que alinhássemos esse aumento de preços. Claro que quem produz tem que repassá-lo, uma média em torno de 35%, com a inflação que vai ser de 5%. Mas vejo também oportunidades em estarmos falando sempre com os nossos parceiros”.

Nesse sentido, ele explicou que quando há uma gestão eficiente do estoque é possível fazer a previsibilidade. “O ano de 2020 foi aquecido, todo mundo andando de carro, com isso, você também percebe essa velocidade e começam aumentar os seus pedidos na fábrica. Existe essa dificuldade (abastecimento), mas tem a nossa parte em fazer a programação correta para não perdermos tanto. Não foi fácil para ninguém”. O importante, ressaltou ele, é a rede de contato, os relacionamentos. “É muito importante nos momentos difíceis, não só na parte das indústrias, mas também das transportadoras, que nos ajudam muito. E ao nosso parceiro cliente, mostrarmos a nossa realidade”.

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

Os executivos também foram questionados sobre a transformação digital nas suas empresas. A começar por Thomé, ele contou que a JAP Auto Peças tem uma loja virtual, na qual são vendidas peças para as linhas Jeep e Land Rover. “Sempre com percentual crescente nas vendas online”, afirmou. Eles também atuam com delivery. “Temos tido bastante crescimento nas vendas online, acho que é um segmento que tem que ser reforçado. O novo normal vai ser as pessoas não saírem muito de casa para comprarem coisas. Pessoalmente, eu acho que o Tête-àtête é muito melhor”.

Na visão de Pelegrini, o online é um caminho sem volta, “o que iríamos gastar 10 anos para chegarmos nesse volume de compras, realizamos isso em um ano, e tivemos que aprender”, disse, referindo-se ao disparo das vendas online, de maneira geral, em tempos de pandemia. E, segundo ele, chegará ao ponto em que as vendas mais técnicas de peças serão diferentes.

“O nosso negócio é muito técnico, precisa de muitas informações quando se fala de um câmbio, uma embreagem ou de uma determinada peça no veículo, o cliente ainda não consegue comprar. Mas, quando se fala em acessórios, isso já é um sucesso. Nós temos peças obsoletas que disponibilizamos (no online) e é por onde se consegue vender. Deve haver alguma startup para qualquer um dar conta de comprar, mesmo sendo técnica, mas sendo autoexplicativo. Isso demorará um pouco, mas acredito, sem sombra de dúvida, que é um meio interessante”.

PÓS-PANDEMIA

Respondendo aos participantes, um deles perguntou se os executivos acham que haverá uma explosão de vendas de autopeças após a pandemia. Pelegrini foi enfático ao dizer que ninguém tem essa resposta: se será uma explosão ou se as vendas serão péssimas. Mas que há um longo caminho pela frente.

“Só existe explosão a partir do momento em que existe dinheiro circulando. Há várias mudanças econômicas, como as reformas tributária e fiscal, a questão dos impostos, cada Estado é um país, o que nos impacta muito aqui no Triângulo Mineiro. Estamos perto de três Estados e cada um deles tem a sua legislação de ICMS. Criar um equilíbrio entre os Estados é a primeira coisa, dando poder aos empresários e o que irá diferenciá-los são as suas competências. Nós temos um caminho dolorido pela frente”.

Já Thomé afirmou que não há como ter uma explosão de vendas, uma vez que o mercado não deixou de crescer. “Ele nunca caiu para ter uma explosão. No mês de março e um pouco em abril (de 2020), as empresas ficaram fechadas, depois disso, só vi o setor crescer. Representantes de vendas me disseram que nunca venderam tanto durante o período de pandemia e tem lojas que falaram que cresceram. Explosão para mim é dobrar, triplicar as vendas. Não caímos o suficiente para termos uma retomada que vira uma explosão. O mercado está em uma crescente leve e acho que continuará crescendo”.

João Pelegrini, do Grupo Pelegrini, de Uberlândia (MG)
Marcos André Coimbra Thomé, da Truck Comercial e JAP Auto Peças, do Rio de Janeiro (RJ)

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NÚMEROS DO SETOR

PRODUÇÃO NO 1º TRIMESTRE CRESCE

2% EM RELAÇÃO AO MESMO PERÍODO

DE 2020, MAS VENDAS CAEM 5,4%

Foi um desempenho em grande parte impulsionado pelos ótimos resultados de caminhões e comerciais

leves

Oprimeiro trimestre do ano fechou com desempenho frustrante nas vendas de autoveículos. As 527,9 mil unidades licenciadas representaram queda de 5,4% sobre o mesmo período de 2020. Mas o que mais preocupa é a retração de 23% em relação ao último trimestre do ano passado, freando a recuperação que vinha desde a metade do ano. Tradicionalmente, essa queda era de apenas 15%. A comparação entre março deste ano e de 2020 traz um ilusório crescimento de 15,7%, lembrando que o mercado parou quase por completo na metade de março de 2020 em função do início da pandemia do coronavírus.

De acordo com o balanço divulgado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA), a produção no primeiro trimestre registrou 597,8 mil unidades, 197 mil delas em março, melhor mês do ano. Foi um desempenho 2% superior ao do primeiro trimestre de 2020, em grande parte impulsionado pelos ótimos resultados de caminhões e comerciais leves. Apesar da paralisação de algumas fábricas pelo agravamento da pandemia, várias montadoras conseguiram, num esforço logístico, completar unidades que estavam paradas nos pátios com alguma peça faltando.

Ainda segundo a Anfavea, o melhor resultado no acumulado do trimestre foi o das exportações, de 95,8 mil unidades, volume 7,6% superior ao dos embarques do início de 2020. Para se ter uma ideia, o estoque de veículos nas fábricas e

nas concessionárias se mantém estável num patamar baixo, de 101,1 mil unidades. Também chama a atenção a relativa estabilidade do nível de empregos diretos104,7 mil postos entre as montadoras de autoveículos. Em um ano de pandemia, houve cerca de 2,3 mil perdas de vagas, 2,1% da força de trabalho.

Hora de chamar a responsabilidade

Para o próximo trimestre, a expectativa é de uma travessia penosa até uma aguardada melhora no segundo semestre. "Temos três pontos de grande preocupação", alerta Luiz Carlos Moraes, presidente da ANFAVEA. “Um deles é a situação alarmante da pandemia no País, que só deve se estabilizar a médio prazo com a aceleração da vacinação. O segundo é o conjunto dos fundamentos econômicos, ameaçado não só pela pandemia, mas também pelo excesso de ruídos políticos”, completa.

“Finalmente, temos alguns gargalos na produção, sobretudo de componentes eletrônicos, um problema global sobre o qual não temos controle e que deve perdurar ao longo do ano", enumera Moraes. Para o dirigente, o momento é de chamar a reponsabilidade de todas as esferas de poder para um esforço de vacinação e para o controle das contas públicas, além do destravamento das pautas reformistas no Congresso Nacional, que podem ajudar a reduzir o Custo Brasil.

Luiz Carlos Moraes, presidente da ANFAVEA

EMPRESAS RANDON SE CONSAGRAM COMO A MARCA INOVADORA MAIS LEMBRADA

PELO MERCADO GAÚCHO

As Empresas Randon estão entre as marcas mais lembradas e preferidas por gestores de companhias e altos executivos de negócios do mercado gaúcho. O reconhecimento é da pesquisa Marcas de Quem Decide, na 23ª edição, promovida pelo Jornal do Comércio em parceria com a Qualidata. A companhia é a mais lembrada e a segunda entre as preferidas na categoria Marca Gaúcha Inovadora. Está ainda entre as cinco preferidas e mais lembradas na categoria Apoio ao Empreendedor. Na categoria Grande Marca Gaúcha do Ano, alcançaram o 3º lugar na preferência e na lembrança entre o público pesquisado, entre outras menções.

EATON LANÇA NOVA

LINHA DE ROLAMENTOS E LUBRIFICANTE PARA EIXOS DIFERENCIAIS

A EATON anuncia seu primeiro lançamento para o segmento automotivo da marca EATON Aftermarket Parts. Em 2020, a EAP entrou no mercado com componentes agrícolas e agora amplia sua presença com uma nova linha de rolamentos para caminhões e ônibus. “A EAP surgiu da premissa de entregarmos aos consumidores a qualidade EATON em peças com longa durabilidade e preços mais competitivos. A nova marca foi muito bem recebida no segmento agro e nossa expectativa é replicar este sucesso para as aplicações automotivas”, comenta Felipe Bolognesi, gerente de Produtos e Inteligência de Mercado do Aftermarket da EATON.

FOTON FECHA PARCERIA COM A MARCA DE LUBRIFICANTES MOBIL™ NO BRASIL

A Foton fechou parceria com a Moove, uma das maiores produtoras e distribuidoras de lubrificantes e óleos básicos da América do Sul. A companhia possui o direito de produzir e comercializar os lubrificantes Mobil™ no Brasil e também está presente na Europa e nos Estados Unidos. O acordo prevê a utilização exclusiva da linha completa de lubrificantes nos caminhões Foton comercializados no Brasil. De acordo com Leandro Gedanken, diretor de Engenharia e Pós-venda da Foton no Brasil, o contrato firmado inclui o primeiro enchimento nos caminhões montados no País, bem como a reposição e aftermarket.

COM 1º CAMINHÃO ELÉTRICO,

DHL SUPPLY CHAIN EXPANDE SERVIÇOS LOGÍSTICOS SUSTENTÁVEIS NO BRASIL

A DHL Supply Chain agregou mais um veículo elétrico à sua frota própria de distribuição urbana, aprofundando assim a abrangência de seus serviços logísticos sustentáveis. O modelo escolhido foi o JAC iEV1200T, caminhão VUC, 100% movido a energia elétrica. Além de não emitir quaisquer gases poluentes, o veículo possui baixo custo operacional, autonomia de 200 km, baterias de fosfato de ferro-lítio de 97 kWh e um custo por km rodado cinco vezes menor que um caminhão movido a diesel equivalente. Ele se integra à frota de mais de 25 veículos elétricos da DHL Supply Chain já rodando no Brasil.

LÍDER NA PRODUÇÃO DE AÇÚCAR, ETANOL E BIOENERGIA NO

PAÍS, RAÍZEN RECEBE 210 CAMINHÕES VOLVO

Referência global em bioenergia e player nº 1 na produção e comercialização de açúcar, a Raízen utilizará caminhões Volvo em suas operações de São Paulo e do Mato Grosso do Sul na safra de cana-de-açúcar 21/22. A companhia já recebeu 210 unidades dos modelos FMX e FH, todas com plano de manutenção Ouro. Os veículos trabalharão no transporte de cana picada, levando cargas da área de transbordo na lavoura até o local de moagem, dentro das instalações das usinas. “O negócio com a Raízen sela uma parceria de sucesso”, declara Alcides Cavalcanti, diretor executivo de Caminhões da Volvo no Brasil.

TMD FRICTION É A MELHOR FORNECEDORA DE VEÍCULOS

COMERCIAIS’20 PELA TEMOT INTERNATIONAL

A TMD Friction levou o prêmio de melhor fornecedora de veículos comerciais de 2020 no evento internacional “Temot Global Forum 2021”, organizado pela Temot International, rede líder de valor estratégico que opera na indústria automotiva de reposição. “Como marca líder mundial de componentes de fricção de freio de veículos comerciais e fornecedora de equipamento original e reposição de pastilhas, e lonas para freios a disco e tambor, a TMD Friction tem muito orgulho de ser premiada pela TEMOT”, explica Jörg Schmuck, diretor de Vendas e Marketing International Buying Groups.

VALVOLINE POSSUI DOIS ÓLEOS LUBRIFICANTES DE MOTOR DIESEL ORIGINAIS CUMMINS

A Vavoline, fabricante com referência mundial em fluidos lubrificantes e mais de 150 anos de história, tem mais dois produtos no portfólio para motores diesel. Os PREMIUM BLUE 8100 (Atende as especificações API CJ-4/SN & CUMMINS CES20081, entre outras.) e 7800 (Atende as especificações API CI-4/SN & CUMMINS CES20078, entre outras) são originais da fabricante Cummins com formulação única para garantir desempenho superior a modernos motores diesel e contam com altos padrões de lubrificação e maior proteção ao motor. Os produtos estão disponíveis em embalagens de 1 litro, 20 litros, 200 litros e 1.000 litros.

DELPHI TECHNOLOGIES CELEBRA

REMAN DAY COM O MARCO DE 9 MIL TONELADAS DE RESÍDUOS TRATADOS

A Delphi Technologies Aftermarket, marca da BorgWarner Inc., celebra o Reman Day, programa global de conscientização sobre o uso de peças remanufaturadas, com processos sustentáveis, que contribuem para a preservação do meio ambiente. Com o programa, em 10 anos, a empresa, mundialmente, já evitou o descarte de 9 mil toneladas de lixo em aterros sanitários, reaproveitando as peças e recolocando no mercado de reposição os produtos remanufaturados, como injetores e bombas de diesel. Outro destaque do programa Reman é que permitiu à empresa reduzir o uso de matéria-prima e energia em 85%, etc.

UFI FILTERS LANÇA DIVISÃO HIDRÁULICA NO BRASIL

Mais um feito na história da UFI Filters, líder em filtragem e gerenciamento térmico. A empresa tem o prazer de anunciar o lançamento da UFI Divisão Hidráulica no Brasil. A fábrica do Brasil irá distribuir os produtos da linha hidráulica, tanto para o equipamento original quanto para o mercado de reposição. A posição de liderança do Grupo UFI no setor de filtragem, para se ter uma ideia, tem como base a perfeita união de tecnologia, inovação, desempenho e, acima de tudo, da capacidade única em aumentar as sinergias entre as várias empresas do Grupo.

ZF AFTERMARKET INCLUI

WABCO NOS PROGRAMAS

AMIGO

BOM DE PEÇA E AMIGO BOM DE VENDA

MARCOPOLO CONQUISTA QUATRO PRÊMIOS NA PESQUISA "MARCAS DE QUEM DECIDE 2021"

A Marcopolo é uma das empresas destaque na preferência e lembrança dos gestores de empresas e altos executivos do Rio Grande do Sul, na 23ª edição da Pesquisa Marcas de Quem Decide, do Jornal do Comércio e a Qualidata. A empresa está em primeiro lugar como lembrada e em segundo como preferida na categoria "Marca Gaúcha Inovadora"; em terceiro na categoria "Marca Gaúcha Ambiental", pelo segundo ano seguido; em sexto entre as marcas mais lembradas e preferidas, na categoria "Grande Marca Gaúcha do Ano", e entre as dez marcas mais lembradas e preferidas na categoria excepcional "Proatividade na Pandemia".

Os programas de capacitação da ZF Aftermarket Amigo Bom de Peça e Amigo Bom de Venda já contam com novos conteúdos WABCO voltados para o segmento de veículos comerciais. Com o ingresso dos primeiros vídeos na plataforma, reparadores e balconistas poderão ter acesso a treinamentos preparados com exclusividade sobre a marca. De acordo com Fernanda Giacon, gerente Sênior de Marketing e Comunicação da ZF na América do Sul, o ingresso da marca nos programas faz parte da estratégia de integração do portfólio da WABCO, adquirida pelo Grupo ZF em maio de 2020.

CUMMINS

ANUNCIA

NOVO

PRESIDENTE NO BRASIL

A Cummins anunciou que em 1ª de maio o engenheiro Adriano Rishi será o novo presidente da Cummins Brasil e líder da Unidade de Motores Brasil. Rishi substitui a Luis Pasquotto, atual vice-presidente da Cummins Inc., presidente da Cummins Brasil e líder da Unidade de Motores América Latina, que se aposenta após 29 anos de empresa. Nesta nova posição, Rishi será responsável por impulsionar o crescimento da companhia e buscar novos negócios, além de trazer uma agenda de fomento à diversidade e impactos positivos na comunidade. Ele seguirá como líder da Engenharia para a América Latina, cargo que ocupa desde 2016.

SISTEMA DE TRANSMISSÃO DO CAMINHÃO REQUER MANUTENÇÃO E LUBRIFICAÇÃO DAS CRUZETAS

Peças com papel essencial nos caminhões, ônibus, utilitários e veículos com tração traseira, as cruzetas merecem atenção na manutenção. Localizadas nas extremidades do eixo cardan, são compostas por dois eixos que se cruzam a 90º, sendo as mais comuns as responsáveis pela transmissão da força do câmbio para o diferencial. “A falta de lubrificação e também o uso da graxa inadequada podem superaquecer a cruzeta e até fundi-la”, adverte Jair Silva, gerente de Qualidade e Serviços da Nakata. Segundo ele, caso as cruzetas trabalhem em ângulos muito acentuados ou haja torque elevado aplicado ao cardan o cuidado deve ser intensificado.

FRAS-LE É RECONHECIDA ENTRE OS 10 MELHORES FORNECEDORES

NA CHINA

A Fras-le recebeu no mês de março um importante reconhecimento na unidade localizada na China. A empresa está entre os 10 melhores fornecedores da Huajing, uma das maiores produtoras chinesas de eixos para reboques. Única fornecedora de materiais de fricção a receber essa distinção, a Fras-le Ásia foi representada no “Huajing’s Annual Supplier Meeting” (Encontro Anual de Fornecedores Huajing) pelo gerente de Vendas, Kevin Zhang. “O mercado chinês de montadoras e reposição vem ganhando cada vez mais representatividade nos resultados da companhia”, comemora o diretor geral da Fras-le, Anderson Pontalti.

CLIQUE AQUI e leia estas notas na íntegra no portal jornal Balcão Automotivo

Você, Fabricante de Autopeças, quer ter maior acesso às Frotas?

DESCUBRA AS SOLUÇÕES QUE A SIMÉTRICA TEM PARA VOCÊ!

Desenvolvemos o PROJETO FROTAS, que atende às necessidades de abastecimento de produtos originais para o mercado de reposição, promovendo aos seus consumidores especialização técnica, serviços e informações personalizados de acordo com o perfil e necessidade da Frota.

• Fortalecimento da marca e da rede de distribuição

• Geração de demanda de abastecimento

• Homologação de peças junto às empresas de Frotas

• Aumento do market share do Fabricante

• Mapeamento e cobertura de novos mercados

• Relatórios detalhados da capacidade de utilização de produtos junto às Frotas

Prorrogação de programa que reduz jornada e salário ajuda a manter empregos

Redução proporcional, prevista no PL 1.058, vai ajudar a manter empregos e, consequentemente, a renda da população

Mecanismos que auxiliem na manutenção do emprego e da renda são apoiados pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), que entende como necessária a adoção deste tipo de medida para evitar o aprofundamento da crise econômica gerada pela pandemia de coronavírus. Sendo assim, a Entidade apoia o aumento da vigência até 31 de dezembro de 2021 do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda.

Veja íntegra da matéria no Portal da Autopeça

https://portaldaautopeca.com.br/noticias/local/prorrogacao-de-programa-que-reduzjornada-e-salario-ajuda-manter-empregos/

Multas por descumprimento de obrigações acessórias são desproporcionais

É importante que as empresas sigam corretamente os prazos para cumprimento de suas obrigações acessórias ou, ao menos, tenham ciência das pesadas multas decorrentes de sua não observância

As obrigações acessórias, quando não apresentadas no prazo estipulado pelo legislador, se sujeitam a penalidades que muitas vezes podem ser exorbitantes em relação às informações que deveriam ser declaradas, em especial aos tributos informados.

Veja íntegra da matéria no Portal da Autopeça

https://portaldaautopeca.com.br/noticias/local/desproporcionalidade-das-multas-pordescumprimento-de-obrigacoes-acessorias/

Confira as novas regras para atestados médicos durante o isolamento

Regulamentação acrescenta parágrafos sobre descanso semanal remunerado e pagamento de salários nos feriados

Foi publicada em Edição Extra do Diário Oficial da União de 26/03/2021, a Lei Federal nº 14.128, de 26/03/2021, que, dentre outras disposições, acrescentou dois parágrafos à Lei Federal nº 605/49, que dispõe sobre o descanso semanal remunerado e o pagamento de salários nos feriados.

Veja íntegra da matéria no Portal da Autopeça

https://portaldaautopeca.com.br/noticias/local/confira-novas-regras-para-atestados-medicosdurante-o-isolamento/

Fique por dentro das atualizações das regras para a DCTF e a DCTFWeb em 2021

Normas referentes às declarações constam na Instrução Normativa 2.005/2021

A Receita Federal atualizou as regras de apresentação da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) e da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais Previdenciários e de Outras Entidades e Fundos (DCTFWeb) para 2021.

Veja íntegra da matéria no Portal da Autopeça

https://portaldaautopeca.com.br/noticias/local/fique-por-dentro-das-atualizacoes-das-regraspara-dctf-e-dctfweb-em-2021/

Autenticação de livros empresariais poderá ser feita de forma digital

Válida para as 27 juntas comerciais do País, instrução normativa simplifica e desburocratiza procedimento que pode levar dois meses para ser finalizado

A autenticação de livros empresariais, tanto os contábeis como os não contábeis, deve ficar mais fácil em breve. Isso porque o Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (Drei) publicou uma instrução normativa que possibilita que o procedimento seja realizado de forma digital.

Veja íntegra da matéria no Portal da Autopeça https://portaldaautopeca.com.br/noticias/local/autenticacao-de-livros-empresariais-poderaser-feita-de-forma-digital/

Ampliação de carência do Pronampe já está disponível

na Caixa

O prazo para pagamento do empréstimo pode ir de oito para 11 meses

A partir de 12/04, empreendedores que contrataram crédito pelo Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) na Caixa podem pedir a ampliação da carência para pagamento do empréstimo. O prazo pode ir de oito para 11 meses. De acordo com o banco, o procedimento não altera o prazo total do contrato e pode ser feito pelo Internet Banking da Caixa, no espaço destinado aos contratos, na opção Solicitar Prorrogação de Pausa Pronampe. Desde o início das contratações do Pronampe na Caixa, em junho de 2020, foram financiados R$ 16,4 bilhões pelo banco, o que representa 41,7% de todos os contratos firmados no País nessa modalidade.

Fonte: Agência Brasil

Veja íntegra da matéria no Portal da Autopeça

https://portaldaautopeca.com.br/noticias/local/ampliacao-de-carencia-pronampe-ja-estadisponivel-na-caixa/

Heber Carvalho Presidente do Sincopeças-SP

Entenda se a empresa pode interromper, adiantar ou vender férias de funcionário

As tão esperadas férias têm regras definidas na CLT para trabalhadores com carteira assinada, que devem ser seguidas pelas empresas (Por Marta Cavallini, G1)

As férias são um dos períodos mais esperados pelos trabalhadores – mesmo que, por enquanto, seja desaconselhável viajar. Mas até que ponto as empresas podem mexer no período de descanso dos funcionários, alegando necessidades ou dificuldades com a pandemia, por exemplo?

Fonte: G1

Veja íntegra da matéria no Portal da Autopeça

https://portaldaautopeca.com.br/noticias/local/entenda-se-empresa-pode-interromperadiantar-ou-vender-ferias-de-funcionario/

Estudo aborda contribuição do Regime Monofásico para PIS/Pasep e Cofins

Estudo aborda também a venda e industrialização pelas pessoas jurídicas produtoras e pelos importadores das autopeças, de pneus novos e câmaras de ar de borracha

Este estudo tem por finalidade a abordagem do regime monofásico (tributação concentrada) decorrente da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins em relação a determinados produtos, principalmente no que diz respeito à sua aplicação para as empresas optantes pelo Simples Nacional, incluindo a decisão do Supremo Tribunal Federal – STF sobre a revenda de produtos de perfumaria, de toucador e de higiene pessoal.

Veja íntegra da matéria no Portal da Autopeça

https://portaldaautopeca.com.br/noticias/local/estudo-aborda-contribuicao-regimemonofasico-para-pis-pasep-e-cofins/

Portaria CAT dispõe sobre regimes especiais do regulamento do ICMS

O regime especial visa facilitar ao contribuinte o cumprimento das obrigações fiscais, poderá ser permitida, a critério do fisco, por meio de pedido no Sistema Eletrônico de Regimes Especiais da Secretaria da Fazenda e Planejamento

Foi publicada no Diário Oficial do Estado (D.O.E.), na data do dia 24 de março de 2021, a Portaria CAT-18, de 23 de março de 2021, que dispõe sobre os pedidos de regimes especiais de interesse dos contribuintes, para pagamento e escrituração fiscal do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS.

Veja íntegra da matéria no Portal da Autopeça

https://portaldaautopeca.com.br/noticias/local/portaria-cat-dispoe-sobre-regimesespeciais-regulamento-icms/

Prazo para entrega da DEFIS é prorrogado até 31 de maio

A medida tem por objetivo reduzir os impactos causados pela pandemia, beneficia cerca de 5 milhões de empresas

No dia 30 de março de 2021 foi publicada a Resolução CGSN nº 159, que prorrogou o prazo para apresentação da Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (DEFIS), anocalendário 2020.

Veja íntegra da matéria no Portal da Autopeça

https://portaldaautopeca.com.br/noticias/local/prazo-para-entrega-da-defis-2021-eprorrogado-ate-31-de-maio/

Falta de regulamentação do Regime Optativo de Tributação da Substituição Tributária causa insegurança jurídica

Dispositivo permite ao varejo solicitar a dispensa de pagamento do imposto correspondente à complementação do ICMS retido por Substituição Tributária

Muitos contribuintes buscam a adesão ao Regime Optativo de Tributação da Substituição Tributária (ROT-ST), mas esbarram na falta de regulamentação dos Estados. O assunto foi discutido, na quinta-feira (25/3), em reunião do Conselho Estadual de Defesa do Contribuinte de São Paulo (Codecon-SP).

Veja íntegra da matéria no Portal da Autopeça

https://portaldaautopeca.com.br/noticias/local/falta-de-regulamentacao-rot-st-causainseguranca-juridica/

Empresas do Simples afetadas por crise podem parcelar dívidas

Negociação abrange tributos vencidos entre março e dezembro de 2020

As micro e pequenas empresas afetadas pelo agravamento da pandemia de Covid-19 podem parcelar os débitos com o Simples Nacional até o fim de junho, com desconto na multa e nos juros. A renegociação vale para dívidas vencidas de março a dezembro de 2020 e não pagas até hoje em decorrência da crise provocada pela doença.

Fonte: Agência Brasil

Veja íntegra da matéria no Portal da Autopeça

https://portaldaautopeca.com.br/noticias/local/empresas-simples-afetadas-por-crise-podemparcelar-dividas/

“Conheça

todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana seja apenas outra alma humana”.

Carl C. Jung

Gentileza é característica de quem é gentil, de quem age com postura, cortesia, atenção, educação, civilidade, respeito e empatia.

“Gentileza gera gentileza”, essa frase de José Datrino, mais conhecido como Profeta Gentileza, um personagem icônico do Rio de Janeiro nas décadas de 80 e 90, resume com perfeição o tema desse artigo.

Por suas inscrições peculiares nas pilastras do Viaduto do Gasômetro, no Rio de Janeiro, o paulistano Sr. Gentileza, que completaria 104 anos em 11 de abril, se tornou uma espécie de personalidade carioca.

O Dia Mundial da Gentileza, comemorado em 13 de novembro, foi instituído em Tóquio, no Japão, após uma conferência realizada em 1996, que reuniu grupos que propagavam o conceito pelo mundo.

A Gentileza deve fazer parte das relações, sejam elas pessoais ou profissionais.

“Você sabe com quem está falando?”. Essa frase é o símbolo da arrogância, uma forma estúpida de humilhar e intimidar o outro. Meu pai conta uma história que se passou há muitos anos em uma pequena cidade. Assim foi recebido um rapaz pelo pai de uma moça com quem desejava namorar:

“...quem você pensa que é fulano, para ter audácia de vir até minha casa pedir minha filha em namoro? Você tem casa? Você tem cavalo? Você tem relógio? Antes mesmo de saber a resposta, ao perceber o rapaz cabisbaixo, aos gritos ele disse: se não tem, então chispa da minha casa”.

No atendimento ao cliente, foco desse artigo, arrogância e preconceito não combinam. Empatia, ética e respeito, sim, são habilidades que normalmente estão presentes em um atendimento de excelência.

45 CADERNO BALCONISTA AUTOMOTIVO

por um próximo cliente.

Essa outra história é o resultado da maior venda realizada no balcão de uma certa concessionária. Um jovem e principiante balconista de 18 anos, por conta de sua postura livre de preconceito e prejulgamento, simplesmente, efetuou uma venda correspondente ao seu objetivo de, praticamente, 12 meses de trabalho.

Era um dia de sábado, dia em que a expectativa é de um bom volume de vendas. Em dado momento, um senhor com vestes simples se dirige ao balcão da concessionária e vários balconistas se esquivam, não demonstrando interesse em atender um cliente que na concepção deles, por inferência, como faziam de costume, estaria apenas orçando algum item de valor inexpressivo, diferentemente do jovem balconista, que fazia questão de atender bem todo o tipo de cliente, sem se importar em vender apenas um parafuso ou realizar uma venda de valor considerável, pois entendia que independentemente da expectativa de venda, todo cliente merece o mesmo tipo de atenção e bom atendimento.

Enganaram-se a maioria dos balconistas: o tal senhor, atendido pelo jovem, com vestes de mecânico e sujo de graxa, uma simplicidade em pessoa, se tratava do engenheiro mecânico de uma grande empresa ferroviária, inclusive, precisou ser encaminhado pelo garoto até à sala da diretoria, pois ao confirmar a possibilidade de comprar 30 (trinta) motores, 30 (trinta) caixas de marcha e mais “X” quantidade de diversas outras peças, realizaria uma compra que seria a maior venda da concessionária desde a sua fundação.

A comissão recebida por conta dessa venda, para o então jovem balconista, possibilitou a ele antecipar e realizar um grande sonho, algo muito importante para a sua vida pessoal, um projeto previsto para ser concretizado uns três anos à frente, sem contar que abriu caminho para sua trajetória profissional de sucesso.

A falta de gentileza pode acarretar conflitos, incompreensão, estresse... ao tempo em que a pessoa que é gentil é beneficiada com saúde, bem-estar, resultados positivos nos negócios, além de possível gratidão e gentileza por parte daqueles com quem se relaciona.

Imagine as seguintes situações:

Em uma época em que a venda de veículos novos estava em baixa, dois clientes entram ao mesmo tempo em uma concessionária.

O CLIENTE A, muito bem vestido com roupas e tênis de marca, resolve matar o tempo em um dia de sábado e, de passagem em frente à concessionária, resolve entrar, sem intenção de realizar alguma compra, apenas para apreciar alguns modelos de veículos recém-lançados.

O CLIENTE B, após desligar-se do emprego, resolve investir o valor da rescisão na compra de um veículo que será utilizado como táxi. Realizou pesquisas na internet, consultou alguns amigos, escolheu a marca e o modelo e aproveitou o sábado para efetivar a compra. Pessoa simples, usando chinelo e bermuda e barba por fazer, se dirigiu à concessionária decidido a comprar o automóvel e efetuar o pagamento à vista.

Por sua vez, o VENDEDOR A, ao perceber no CLIENTE A uma excelente oportunidade de negócio, adiantou-se na abordagem, com a intenção de que o CLIENTE B fosse atendido pelo seu colega VENDEDOR B

Em resumo, o VENDEDOR A pagou pelo preconceito e viu o seu colega, VENDEDOR B, em poucos minutos vender um veículo, enquanto teve que esperar

Cabe às empresas investir em treinamento da sua força de vendas e acompanhar o atendimento ao cliente, afinal, por mais que a tecnologia avance no sentido de criar facilidades ao consumidor final, o contato pessoal com o vendedor/balconista, a abordagem gentil e competente sempre será valorizada pelo cliente.

Ao vendedor/balconista, é importante saber lidar com a pressão por resultados, problemas pessoais, ansiedade e estresse, considerando que gentileza faz bem à saúde. É sinônimo de educação e elegância, dessa forma, é importante uma preparação espiritual antes de iniciar o dia de trabalho a fim de lidar com clientes dos mais diferentes perfis, ter habilidade na comunicação e evitar conflitos.

É necessário, portanto, trabalhar a gentileza, seja com os superiores, “sem puxar o saco”, com os colegas de trabalho, “sem puxar o tapete” e com os clientes “sem puxar a sardinha” apenas em seu benefício, afinal, negociações com resultados “ganha- ganha” fidelizam clientes.

Caro leitor, se gostou do artigo, por gentileza, compartilhe com seus contatos.

Texto: Valtermário de Souza Rodrigues* Foto(s): Divulgação
Administrativo Sênior da Distribuidora Automotiva S/A – Filial Salvador; Bacharel em Administração de Empresas; MBA em Gestão de Empresas; MBA em Liderança Coaching; Co-autor dos livros “Ser Mais Inovador

# 18 ABR 2021

CADERNO BALCONISTA AUTOMOTIVO

Contribuindo para o aprimoramento do profissional do varejo de autopeças

B2B, O QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA SE DESTACAR

Amplie as suas vendas com o uso das ferramentas digitais que estão ao seu alcance

TEXTO: KARIN FUCHS | FOTO(S): DIVULGAÇÃO

Fausto Mello, Co Founder e COO na neoxs, plataforma digital de treinamentos corporativos por assinatura, dá uma série de dicas para os balconistas de autopeças desenvolverem novas habilidades e fazerem novas prospecções. A primeira delas é identificar previamente possíveis Dores e Ambições dos clientes. Segundo ele, Dores são problemas que impactam os clientes a atingirem algum objetivo e Ambições são desejos dos clientes para melhorar algum aspecto do seu dia a dia.

“Estar preparado para atender seu cliente é fundamental para o bom vendedor ou vendedora. Para um cliente que procura uma loja de autopeças, dependendo do seu veículo, o balconista deveria já ter estudado quais são os possíveis problemas ou desejos do proprietário daquele tipo de veículo. Isso ajuda a melhorar a produtividade do vendedor ou vendedora, além de criar as bases para fidelização”, diz, seja para o cliente direto ou para o chamado B2B.

No B2B, o vendedor ou empresa que vende para outra empresa, ele lembra que ele também é formado por pessoas/consumidores. “Esquecemos que, mesmo nos relacionando com uma empresa, estamos sim atendendo um consumidor. Esse consumidor B2B moderno, com todas as influências digitais, tem comportamentos idênticos aos consumidores individuais”.

Ele destaca que ele também quer ser atendido de forma rápida, ter informações e recomendações de

Fausto Mello,

Co Founder e COO na neoxs, plataforma digital de treinamentos corporativos por assinatura

consumo, fazer comparações e receber o produto no tempo correto. “Se o vendedor ou vendedora ajudar seus clientes nesses objetivos, terá mais chance de melhorar seus resultados e fidelizar seus clientes”, acrescenta.

Meios de prospecção

Em recente pesquisa realizada pela neoxs, o telefone e os meios digitais foram apontados pelos vendedores como as ferramentas de prospecção mais utilizadas. “O LinkedIn, o Facebook e o Instagram são poderosas ferramentas de prospecção. A grande questão é fazer essas abordagens de forma correta, o que não tem sido comum na grande maioria dos contatos que observamos”.

Mais uma vez, ele lembra que todos os clientes

B2B têm Dores e Ambições. “Se a abordagem do vendedor ou vendedora conectar aquilo que eles estão oferecendo a essas demandas e se essa abordagem for realizada para a pessoa correta, as chances de sucesso aumentam muito. Os clientes estão evitando as abordagens massificadas, sem nenhum preparo ou personalização. Se o cliente percebe que a mensagem foi preparada para ele e que traz algum Insight de negócios relevantes, ele vai querer escutar e entender melhor”.

Para isso, o vendedor deve sempre estar atento às informações sobre seu cliente. “Conhecer produtos e especificações é quase como uma obrigação, mas conhecer bem a sua freguesia é o grande diferencial nas vendas”, destaca. O cliente espera um vendedor que entenda suas demandas e que o ajude a encontrar soluções. “Pelo lado do consumidor, são tantas opções e fontes de informações que o processo de decisão de uma compra também ficou mais complexo. Tudo que o cliente deseja é contar com alguém que o ajude nesse processo”.

Prepare-se

Para atender os clientes, Mello orienta que a primeira etapa é entender muito bem o que você irá oferecer aos seus fregueses. “O que o seu produto ou solução faz pelo seu cliente?”, questiona. A segunda etapa é estudar o cliente e identificar possíveis Dores ou Ambições. A terceira etapa é identificar a quem será direcionada sua abordagem. “Finalmente, preparar

48 CADERNO BALCONISTA AUTOMOTIVO

uma boa mensagem, clara, concisa e direta sobre seu objetivo naquele contato”.

Para os empresários da reparação, o executivo lembra que é importante investir na preparação do time. “Preparar as equipes de vendas com metodologias atualizadas e que ajudem os vendedores a entenderem quais etapas do processo de vendas devem ser cumpridas para uma venda de sucesso. Há muito tempo pensava-se que vendas era uma arte, e que como toda arte, o improviso e adaptação eram comportamentos importantes. Vendas não é arte. Vendas é uma ciência comportamental”.

E como tal, Mello explica que as vendas podem ser treinadas e desenvolvidas em todos e também medida e gerenciada. “Os clientes B2B não têm mais paciência e tempo para vendedores que não entendem muito bem sobre seus problemas. Todas as vezes que vendedores ou vendedoras, bem treinados, ajudam seus clientes a melhorar seus negócios, os resultados são muito melhores, criando um relacionamento de confiança para vendas e negócios futuros. É essa venda que funciona e que acreditamos na neoxs”, conclui.

Aprimoramento

Alessandro Braun, da Auto Peças Zagonel, em Lajeado (RS), conta que há mais de três anos as suas vendas são feitas basicamente pelo WhatsApp, o que representa 96% do total, e muito pouco no balcão. Ele diz que elas foram impulsionadas tanto pela pandemia, como

também por um processo natural dos clientes utilizarem cada vez mais essa ferramenta.

“Não tenho um número exato, mas acredito que cresceram entre 25% e 30%, por todas as facilidades que o aplicativo oferece e pelos períodos em que os clientes não puderam vir à loja devido aos decretos de restrição. Os pedidos pelo WhatsApp aumentaram bastante por causa da pandemia”, afirma.

Desde antes da pandemia, Braun já vem se preparando para atender o cliente. “Quase todo mundo usa o WhatsApp e temos que melhorar em termos de agilidade para não deixá-los muito tempo esperando, e atender todo mundo em tempo hábil. Hoje, nós conseguimos atender um número maior de clientes com uma qualidade melhor, do que acontecia antes da pandemia”.

A ferramenta, que há mais de um ano e meio está vinculada ao telefone fixo da loja, também rendeu novos clientes. “Pelo aplicativo se conquista novos clientes todos os dias. Há três anos, quando comecei a usar o WhatsApp, eram cerca de 50 ou 70 conversas diárias. Além desse número ter mais do que triplicado, hoje a interação é muito maior, pois antes ela era mais para esclarecer dúvidas. E quando tem muito movimento, eu peço ajuda para um colega separar peças e enviar os pedidos, para eu focar nas conversas, o que diminui muito a possibilidade de erro”.

Essa interação é tanto com o cliente final como com o B2B. “Os clientes finais que geralmente iam no mecânico pedir orçamento, acabam pedindo na loja. Às vezes no mesmo dia, eu respondo para dois ou três mecânicos, de um cliente final. Cada vez mais, ele quer preço, busca qualidade e um custo/benefício melhor”. E também para o atendimento às prefeituras, que também é um dos públicos da Zagonel.

“Acontece muito de o pessoal da prefeitura pedir orçamento pelo WhatsApp e depois de fechado, nos pedir por e-mail para fazerem o pedido de compra. Eles ainda consideram o e-mail mais oficial, por mais que pelo WhatsApp esteja tudo registrado, com todos os dados que eles precisam”. Outro meio menos utilizado é o Skype, o qual, segundo Braun, um ou outro cliente, de maneira geral, o acessa por essa ferramenta.

E devido à pandemia, ele conta que as ferramentas digitais têm sido muito utilizadas para a divulgação. “A empresa não tinha essa parte de divulgação muito eficiente nas redes sociais, agora, estamos divulgando bastante coisas via WhatsApp. Nós criamos dois ou três grupos, o que fica mais fácil para enviar mensagens, uma promoção, ou até uma mudança de horário de funcionamento da loja devido à pandemia, e também pelo Instagram e Facebook”.

Proatividade

Na Braskape, em São Paulo (SP), Luiz Ratto já estava bastante habituado a utilizar o WhatsApp. Com a pandemia, não apenas as vendas aumentaram por essa ferramenta como ele também fez uma nova carteira de clientes. “Os pedidos pelo WhatsApp aumentaram cerca de 30% e com as indicações, eu acabei formando mais uma carteira de clientes, tudo pelo WhatsApp, que é a ferramenta que utilizamos na loja”.

Sem nenhuma dificuldade para atender os clientes, ele diz que o que pode acontecer é o inverso. “Às vezes, o cliente que nos acessa não tem tanta habilidade com a ferramenta”, comenta. E no dia a dia, o que eles praticam é a proatividade. “Nós estamos sendo proativos, sempre ligamos para o cliente e estamos em contato com ele para sabermos se ele está precisando de alguma coisa, de uma cotação ou de um orçamento, e o resultado está sendo bom”, conclui.

Alessandro Braun, da Auto Peças Zagonel, de Lajeado (RS)
Luiz Ratto, da Braskape, de São Paulo (SP)

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