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Jornal Balcao Automotivo ed 173

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ELAS NA LINHA DE FRENTE

Nossa singela homenagem a todas as mulheres da reposição automotiva PÁG. 42

Simone Cátia
Evelyn
Natally
Silvana
Renata

Caros (as) leitores (as), trazemos como reportagem de capa deste mês que em 2020, o PIB sofreu uma queda de 4,1%, agravada pela pandemia. Nas palavras de Fábio Pina, assessor econômico da FecomercioSP, o maior problema em si não é a pandemia, pois o último ano em que o Brasil cresceu foi em 2013. “Nós fomos pegos em uma situação bastante fragilizada, o Brasil tinha as contas públicas frágeis, as empresas fragilizadas e crescendo muito pouco”.

No entanto, para o professor docente em diversas disciplinas das áreas de Macroeconomia, Economia e Finanças Corporativas, da Universidade Cidade de São Paulo (Unicid), Walter Franco, o cenário poderia ser pior. “Comparativamente às principais economias centrais do capitalismo, até que nos saímos muito bem, com uma queda de apenas 4,1% do PIB em um ano de pandemia, em função basicamente das ações do governo e do Banco Central”.

Na avaliação de Luiz Rabi, economista da Serasa Experian, com a queda do PIB em 2020, nós ficamos mais pobres como País. “O que significa menos emprego, menos produção e menos renda”. Para ele, o cenário é de estagnação. “Se projetarmos o ritmo de produção até o final do ano, se não produzirmos nada ou a mesma quantidade de bens e serviços, o PIB crescerá 3%. Na margem não cresceremos nada neste ano, a economia está estagnada”.

Mudando de assunto, no mês das mulheres, a homenagem do Caderno Balconista Automotivo é para quem faz a diferença nas autopeças. De Norte a Sul do País, são tantas histórias para contar de quem venceu em um setor prioritariamente masculino,

DIRETORIA

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Silvio Rocha redacao@jornalbalcaoautomotivo.com.br

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COLABORADORES

chegando até a cargos de coordenadoras e de gerentes comerciais. Nessa matéria, seis delas compartilham as suas histórias, vivências, desafios e conquistas.

Nossa homenagem às mulheres da reposição automotiva: Simone Montiel, da Tropical Peças, de Cuiabá (MT); Cátia Souza Nogueira, da Jocar, de São Paulo (SP), Evelyn de Souza Santos, da Fasa Autopeças, de Curitiba (PR), Natally Grace Pereira de Lima Oliveira Barros, da Lucena Autopeças, em Recife (PE), Silvana da Solidade Almondes, da Braskape e Kohara, de São Paulo (SP), e Renata de Oliveira Grasson, da Auto Peças Rey Maco Cham, de Bragança Paulista (SP).

Como destaques desta edição, o Balcão Automotivo deu início à produção de seu podcast. A estreia teve a participação de Elias Mufarej, diretor do Sindipeças para o Mercado de Reposição e Fomento à Exportação. E na live de fechamento de mês, realizada em 25/02, José Antônio Masteguim, da Jaçacar, Matrocar e Mastecar Autopeças, da capital paulista e grande São Paulo, e de Bruno Reginatto, da BL Autopeças, de Novo Hamburgo (RS) e região.

Para completar todo nosso pacote, a edição tem os artigos de: Adilson Souza, gerente Comercial do InfoJobs; Jomar Napoleão, consultor da Carcon Automotive; e no Caderno Balconista Automotivo Valtermário de Souza Rodrigues. Ainda, informações sobre montadoras, dos setores de leves e pesados, este último com uma matéria sobre novidades DAF Caminhões, e do Sincopeças São Paulo.

Boa leitura!

Valtermário de Souza Rodrigues Robson Breviglieri Fauzi Timaco Jorge DEPTO DE ARTE Supervisor de Arte/Proj. Gráfico Fabio Ladeira fabio@jornalbalcaoautomotivo.com.br

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Jornal Balcão Automotivo é uma publicação mensal, dirigida aos profissionais automotivos e tem o objetivo de trazer referências ao mercado, para melhor conhecimento de seus profissionais e representantes.

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UMA VOZ DO MERCADO

Na estreia do podcast do Balcão Automotivo, Elias Mufarej, entre outros assuntos, faz uma ampla análise do setor, incluindo a falta de peças e as feiras presenciais previstas para este ano

OBalcão Automotivo deu início à produção de seu podcast. A estreia teve a participação de Elias Mufarej, diretor do Sindipeças para o Mercado de Reposição e Fomento à Exportação. Conduzida pelo editor-chefe Silvio Rocha, o executivo falou sobre o panorama do mercado, em meio à falta de peças e insumos, os impactos da saída da Ford no Brasil e sobre o calendário das principais feiras presenciais do setor, previstas para este ano.

“Desde fevereiro (deste ano), vemos claramente que ainda há muitas deficiências em relação à questão de abastecimento, há muita necessidade de fazer produção e a falta de insumos tem causado um problema de deficiência de entregas. Consequentemente, isso irá afetar os faturamentos das fábricas e dos distribuidores”, afirmou.

Ainda que os números de 2020 não estejam fechados, Mufarej comentou que eles foram positivos. “Foi muito melhor do que esperávamos, o problema é que aconteceram certos níveis de demanda que agora não sabemos se eles serão consolidados no decorrer de 2021 ou se foi uma demanda que ocorreu por falta de materiais e produtos, que podem ter acarretado uma demanda fictícia. Isso pode distorcer alguns números, principalmente no começo deste ano”.

Ele acrescentou que aguarda com ansiedade o resultado de fevereiro. “Ele irá determinar se nós continuamos crescendo ou se houve uma estabilização, e em que nível estamos hoje. Uma pergunta que não se consegue responder é: qual é o nível de carteiras de produtos que as fábricas têm?”.

Pedidos pendentes – Mufarej contou que na reunião do Comitê de Reposição, em fevereiro, um dos distribuidores da região Norte falou que tinha carteiras de pedidos desde outubro, seus níveis de estoque não permitiam fazer qualquer alteração aos pedidos em carteira e que ele desejava deixar os pedidos pendentes para receber o máximo possível até quando as fábricas pudessem entregar.

“Este é um exemplo, mas acho que esta é a toada que acontecerá nos próximos três meses, cada um tentando preservar a sua carteira de pedidos, de uma forma ou de outra, e com a expectativa de poder entregar”, analisou.

E também deixou um conselho: “ter o máximo de cautela e de atenção, e procurar fazer uma triagem muito importante daquilo que os fabricantes têm de pedidos e, principalmente, nos pedidos que os distribuidores têm nos seus fabricantes. Para que em um determinado momento não haja um choque de receber um número enorme de pedidos pendentes e não ter um mercado receptível para absorver essa quantidade de produtos”.

Preços – A combinação falta de insumos, de matériasprimas e a questão cambial faz com que não haja como

subir os preços de autopeças. “Tem matérias-primas faltando no mundo inteiro, o Brasil vai sentir isso e terá a necessidade de se adaptar a essa situação”.

Para quem se precaveu, o cenário é outro. “O juro do Banco Central (taxa Selic) é muito inferior ao praticado há cinco ou oito anos, isso também deu um estímulo muito grande ao setor, no caminho do investimento do estoque. Deu condições aos distribuidores de porte médio usarem o dinheiro em seu próprio negócio, consolidando uma possibilidade de ganho, porque a demanda continuava alta. Este ano continuará na mesma toada de 2020”.

Segundo ele, haverá altos e baixos, como a necessidade por tipos de peças que requerem matériasprimas especiais, como as eletrônicas. “Elas já são uma grande incógnita pela dependência de matérias-primas específicas e também do mercado externo. Isso levará a uma conjuntura em que valerá administração de cada um”. Ainda de acordo com ele, o setor venceu o seu grande desafio. “Você não ouviu falar em nenhum veículo parado nesse momento de pandemia, por não ter peças adequadas para poder circular”.

Aumento das vendas dos usados – “Se você não consegue um carro novo em uma condição favorável, ou você faz a manutenção (do que já tem), ou tenta comprar um seminovo, que precisa estar muito bem tratado para ter um preço bom. Isso ajuda de maneira muito expressiva o mercado de reposição independente e também na questão da manutenção preventiva. É fundamental para que o carro rode corretamente e não dê problemas, principalmente na questão de segurança”.

Saída da Ford do Brasil – “Não posso fazer nenhuma referência se ela acertou ou errou, o fato é que ela largou um mercado que já tinha construído ao longo de 100 anos em que estava no Brasil. Agora, ela pagará um “preço” por essa saída. Na questão de corrosão na marca, na opinião pública e a questão trabalhista não será fácil de ser resolvida, mas ela está encaminhada. A saída da Ford, de uma forma ou de outra, beneficiou as que estão no mercado. As grandes companhias, provavelmente, vão pegar essa fatia da Ford com facilidade”.

Para a reposição, Mufarej comentou que a Ford terá que garantir pelo menos cinco anos de reposição, a exemplo das suas peças cativas, feitas por ela mesma, vendendo através das marcas Motorcraft, das peças originais e da caixa azul. “Ela deve ter aproveitado esse momento de incerteza, tentando fazer um estoque e mantê-lo para quem trabalha com a Ford poder sobreviver. Em contrapartida, existem os próprios fornecedores que deixaram o site que podem se aproveitar do mercado de reposição”. Para ele, o mercado de reposição vai sair beneficiado com isso, sem dúvida nenhuma.

Feiras presenciais – Contato com a Reed Exhibitions (responsável pela Automec) dentro do Sindipeças, principalmente na questão institucional e na realização de

Elias Mufarej, diretor do Sindipeças para o Mercado de Reposição e Fomento à Exportação

eventos, e na direção do setor de fomento à exportação, que tem um programa muito ativo com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e que manteve o calendário de feiras para o segundo semestre, Mufarej comentou:

“Nós estamos sempre dormindo com o dilema: acontecerão as feiras? Elas se normalizarão no segundo semestre conforme programado? Eu não posso dar uma resposta contundente, mas estamos alertas, acompanhando o que está acontecendo. Temos a certeza de que sem uma vacinação mundial com um volume expressivo, de 50% da população vacinada, será muito difícil que sejam liberadas principalmente as relações aeronáuticas entre os países”.

Ainda de acordo com ele, “nesse momento a nossa resposta é que achamos que devem ser realizados os eventos previstos no segundo semestre, inclusive, há uma feira que norteará toda essa situação mundial, que é a Automechanika, em Frankfurt, que foi transferida de setembro do ano passado para setembro deste ano. Nós tivemos uma reunião com eles recentemente e eles afirmaram que realizarão a feira. Mas acho quase que impossível garantir uma situação sanitária saudável do jeito que é a feira de Frankfurt”.

Sobre a Automec, transferida de abril deste ano para este segundo semestre, em novembro, há também uma grande preocupação em oferecer condições sanitárias adequadas. “Quando fizemos a transferência da Automec, conversei bastante com quase todas as multinacionais que participam do Sindipeças e que têm participação expressiva na Automec. A resposta de todas foi positiva, mas sempre pairando uma preocupação, a de dar condições sanitárias aos participantes e visitantes. É ter a certeza de que ao visitar um estande o visitante não terá risco de contaminação. Essa é a nuvem negra que paira ainda em toda a situação”.

CASTROL FAZ PRIMEIRO TESTE COM EQUIPE LCR HONDA PARA O MOTO GP 2021

Líder em lubrificantes premium, a Castrol deu o start com a equipe LCR Honda no Qatar, no sábado (6/3), e realizou o primeiro teste oficial com pilotos e motos. O novo visual da equipe foi apresentado pelo novo piloto Álex Márquez, bicampeão mundial. Álex experimentou pela primeira vez a versão deste ano da RC213V sob os holofotes do Circuito Internacional de Losail, completando um total de 48 voltas com um melhor tempo de 1 '55.278.

NAKATA SE DESTACA ENTRE AS MARCAS PREFERIDAS NO RANKING DE AUTOPEÇAS

A Nakata, líder em componentes para o sistema de suspensão no mercado de reposição, consolida seu posicionamento no aftermarket automotivo em mais uma edição da pesquisa Marcas na Oficina, realizada pela Cinau – Central de Inteligência Automotiva. A marca é uma das mais lembradas (Share of mind) pelos reparadores na hora das compras, figurando entre as preferidas dos mais de 1,4 mil profissionais que atuam em oficinas mecânicas do País.

PRÊMIO ALIANÇA CONSAGRA

INDÚSTRIAS QUE MAIS SE DESTACARAM EM 2020

A Companhia DPaschoal, rede de oficinas automotivas e detentora dos grupos DPK, AutoZ, Maxxi Training e Fundação Educar, reconheceu, durante a 18ª edição do tradicional Prêmio Aliança, os principais fornecedores, parceiros e clientes da empresa no ano de 2020. O evento foi promovido exclusivamente em formato digital e interativo, em resposta às medidas de proteção contra a pandemia de COVID-19. Ao todo, 300 pessoas participaram da premiação.

SEMANA DA MULHER É COMEMORADA COM INFORMAÇÃO

E TREINAMENTO NA ZM

Em comemoração ao dia da mulher, comemorado em 8 de março, a ZM promoveu em sua fábrica com sede na cidade de Brusque, em Santa Catarina, uma semana de treinamento sobre mecânica básica para suas funcionárias. No total foram 210 mulheres divididas em pequenos grupos, do departamento de produção ao administrativo, que receberam informações sobre manutenção preventiva, ministradas pelo consultor Técnico da empresa, Cristiano Soares.

DELPHI TECHNOLOGIES ORIENTA

SOBRE BICOS INJETORES EM NOVO VÍDEO NO YOUTUBE

A Delphi Technologies Aftermarket, marca da BorgWarner Inc., traz mais um conteúdo para reparador e consumidor final em seu canal no YouTube. O tema abordado na mais recente publicação é a tecnologia exclusiva do bico injetor aquecido e as aplicações da peça. O vídeo é apresentado por Lucas Kozma, técnico de Suporte ao Cliente, que destaca ainda que os bicos injetores aquecidos da marca foram desenvolvidos em Piracicaba (SP).

Confira em: https://www.youtube.com/watch?v=ZeU0gVv_zFU

PETRONAS

A PETRONAS Lubrificantes Brasil (PLB) foi eleita, de acordo com a pesquisa

“Marcas na Oficina”, da Oficina Brasil, a empresa mais lembrada e mais consumida pelos profissionais de oficinas na categoria “óleos lubrificantes”. Foram ouvidos, em dezembro de 2020, mais de 1,4 mil profissionais que atuam em 53 mil oficinas mecânicas – o número corresponde a 70% dos estabelecimentos existentes no Brasil.

SKF MASTER FÓRUM

REÚNE LIDERES DA INDÚSTRIA NACIONAL

A SKF realizou na manhã de 16 de março o SKF Master Forum: Indústria contribuindo para o futuro. Em formato virtual, o evento teve as participações de lideranças da indústria brasileira. Sob o tema: Lições aprendidas com 2020 e como liderar em 2021, o Fórum foi conduzido pelo mediador Robert Wong. Representando a SKF, o presidente Claudinei Reche, juntamente com executivos de empresas como Randon, Gerdau e Votorantim Cimentos.

CABOVEL APRESENTA

NOVO CABO À REPOSIÇÃO

AUTOMOTIVA

Pensando em expandir seu já vasto portfólio de produtos, a Cabovel, a marca do cabo original, lança neste início de ano uma série de itens que já podem ser encontrados em toda a cadeia de distribuição de autopeças. O destaque deste mês vai para o cabo de freio para utilitário Toyota Pitbull 2005 até 2013. Para mais informações, acesse o Instagram e Facebook da indústria.

SCHAEFFLER AMPLIA SEU

PORTFÓLIO DE EMBREAGEM LUK REPSET COM NOVAS APLICAÇÕES

A Schaeffler – detentora das marcas LuK, INA e FAG – apresentou novas aplicações para cinco kits de embreagens LuK RepSet e RepSet Pro. Os lançamentos fazem parte do objetivo da empresa de aumentar a cobertura de mercado, ampliando o número de modelos de veículos que utilizam as soluções de reparo com o padrão de qualidade original Schaeffler. Com as novas aplicações, a empresa passa a atender 80% dos modelos mais vendidos no País.

BORGWARNER ACELERA O USO DE IMPRESSÃO 3D PARA VALIDAR PROTÓTIPOS

A BorgWarner está ampliando o uso de protótipos impressos em 3D para testes de montagem a fim de agilizar os processos e otimizar as linhas de produção existentes. Por meio da impressão 3D, as equipes de engenharia e manufatura podem avaliar mais prontamente o produto em cada estágio e realizar com mais eficiência os ajustes necessários para atender às necessidades de montagem e/ ou design da peça antes de entrar na linha de produção.

ZF INTENSIFICA FOCO EM DIVERSIDADE E INCLUSÃO

Para comemorar o Dia Internacional da Mulher, a Monroe, líder mundial no desenvolvimento e fabricação de amortecedores, realizou uma live com a influenciadora, pilota e apresentadora Michelle de Jesus, na noite de 8 de março. Na oportunidade, Estela Pacheco, supervisora de Marketing da Monroe, conduziu o bate-papo abordando a trajetória da Michelle de Jesus no setor automotivo.

YouTube (https://www.youtube.com/c/MonroeBrasil/featured) (https://www.youtube.com/c/MonroeAxios/featured)

A transformação na indústria automotiva e os aprendizados de um ano pandêmico desafiador são fortes indicadores da importância de equipes altamente diversificadas e inclusivas e seu impacto na inovação de longo prazo, na satisfação dos funcionários e no sucesso dos negócios. Neste contexto, a ZF reforça seu compromisso com a Diversidade por meio de novos Indicadores de Desempenho e uma abordagem global para Diversidade e Inclusão.

PROJETO ELAS EXIBE CURTA-METRAGENS

SOBRE MULHERES DE DESTAQUE

Mulheres que brilham no setor automotivo compartilharão suas histórias em três curta-metragens que serão veiculados nas redes sociais da Hipper Freios, em março. Com o projeto ELAS, a empresa também firma seu compromisso com um mundo mais justo, com oportunidades e reconhecimento iguais para todos. O início acontece no 8 de março, Dia Internacional da Mulher, com o filme de Helena Deyama e seus 26 anos de automobilismo.

Acesse: youtube.com/hipperfreios

COFAP LANÇA MAIS 19 CÓDIGOS DE BANDEJAS DE SUSPENSÃO COM PIVÔ

A Cofap expande seu portfólio a sistemas de suspensão com o lançamento de bandejas com pivôs. A marca disponibiliza o componente para o mercado reparador em duas configurações, com e sem pivô. O lançamento traz 19 novos códigos, que chegam para equipar modelos Citroën, Fiat, Honda, Peugeot e Volkswagen. Ao todo, a linha de bandejas de suspensão da Cofap, com e sem pivô, tem cerca de 300 códigos, com cobertura de 90% da frota do País.

MULHERES AJUDAM A CONSTRUIR O SUCESSO DA TECFIL

A Tecfil alcançou o posto de uma das principais indústrias nacionais, graças a uma trajetória de investimentos em tecnologia e principalmente em pessoas, na qual as mulheres dão uma valorosa contribuição, hoje são mais de 30% do quadro de colaboradores. Nos níveis gerenciais, elas estão em áreas como a Comercial, de RH, Jurídica, de Qualidade, Planejamento e Controle de Produção e Fiscal, ocupando mais de 20% dos cargos de gestão.

AMPRI COMPLETA 23 ANOS EM 2021 E COMEMORA EVOLUÇÃO

Comemorando 23 anos, a Ampri, indústria especializada na fabricação de peças automotivas do sistema de direção e 100% brasileira, sediada desde a sua fundação na cidade de Guarulhos, em São Paulo, vem a cada ano conquistando mais espaço no mercado, desenvolvendo novos produtos, investindo em equipamentos de última geração (já com iniciativas de indústria 4.0) e buscando sempre estar próxima de seus clientes, os reparadores.

SAMPEL PREMIA MECÂNICOS E BALCONISTAS

A Sampel lançou a promoção SUPER PRÊMIOS para mecânicos e balconistas. Para participar, é necessário se cadastrar no site da Sampel, seguir o perfil da empresa no Instagram e Facebook, e fazer o cadastro na plataforma. Os sorteios ocorrem ao final de cada mês, durante 5 meses consecutivos. Os prêmios serão 5 carrinhos de ferramentas e 5 celulares Samsung. Serão sorteados um mecânico e um balconista por mês.

Cadastre-se no site: www.sampel.com.br / Tecnologia: Busca na Rede

SINDIPEÇAS PROMOVE

DISCUSSÃO SOBRE O SETOR DE AUTOPEÇAS

O 2º Encontro da Indústria de Autopeças, evento on-line que ocorre dia 5 de abril, vai reunir especialistas brasileiros e estrangeiros e líderes de empresas do setor para conversar sobre os caminhos que as autopeças brasileiras devem traçar para ser cada vez mais competitivas e integradas ao mercado internacional e acompanhar os desafios e as oportunidades das transformações da indústria 4.0.

Acesse: https://www.sindipecas.org.br/area-atuacao/?a=2-encontro-daindustria-de-autopecas

VALEO ANUNCIA MAURO DIAS COMO PRESIDENTE PARA A AMÉRICA DO SUL

A Valeo anuncia Mauro Dias como novo presidente para a América do Sul. Formado em Administração, com especializações em controladoria e administração pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Mauro Dias é diplomado em Alta Gestão pelo Instituto Tecnológico e de Estudos Superiores de Monterrey, no México. Há 18 anos na Valeo, o executivo é ex-diretor geral da planta de Interlagos e de Campinas, além de ter atuado por 12 anos como financial controller.

SERRAF CHEGA AOS 29 ANOS COM NOVAS LOJAS E FORTE

PRESENÇA NO ESTADO DE SP

Fundada em 1992, no bairro de Campos Elíseos, na cidade de São Paulo, por Julio Serra Filho, a Serraf chega em 2021 como uma das principais distribuidoras de autopeças do mercado de reposição do estado. “Como todo começo de empresa, não foi fácil. No primeiro ano, contei com a ajuda de amigos e parceiros que me forneciam caixas de peças vazias para aparentar que tínhamos um grande estoque na loja”, relembra Serra Filho.

Estagnação ou crise econômica, mas com pontos que favorecem o setor de autopeças

O QUE ESPERAR DE 2021

Em 2020, o PIB sofreu uma queda de 4,1%, agravada pela pandemia. Nas palavras de Fábio Pina, assessor econômico da FecomercioSP, o maior problema em si não é a pandemia, pois o último ano em que o Brasil cresceu foi em 2013. “Nós fomos pegos em uma situação bastante fragilizada, o Brasil tinha as contas públicas frágeis, as empresas fragilizadas e crescendo muito pouco. É uma baita onda que pegou dois surfistas: um que estava morto de cansado e outro que tinha acabado de entrar no mar”.

Como em qualquer recessão, Pina diz que a perda maior é de conforto e do bem-estar, reflexo da perda dos empregos e nas reduções dos rendimentos.

“Portanto, as pessoas consomem menos serviços e bens e tem o problema social, o estar desempregado ou ter receio de ficar desempregado. A falta de perspectivas é sempre ruim”. E mesmo que o PIB cresça 3,1%, conforme projetado pelo Boletim Focus, do Banco Central, vivemos na chamada década perdida, explica Pina.

“Se o PIB crescer 3% neste ano e pelo menos 2%, em média, em 2022 e 2023, no final de 2023 nós voltaremos ao patamar de 2013. Já faz sete ou oito anos que não chegamos em um pico de crescimento, essa é a verdadeira década perdida. Também já foram consideradas outras épocas ruins, pela perda da renda per capita. Desde 2013, o brasileiro está mais pobre”.

Para o professor docente em diversas disciplinas das áreas de Macroeconomia, Economia e Finanças Corporativas, da Universidade Cidade de São Paulo (Unicid), Walter Franco, o cenário poderia ser pior. “Comparativamente às principais economias centrais do capitalismo, até que nos saímos muito bem, com uma queda de apenas 4,1% do PIB em um ano de pandemia,

em função basicamente das ações do governo e do Banco Central com o auxílio emergencial, linhas de crédito e no aumento significativo do crédito dado pelo sistema financeiro às empresas”.

Segundo ele, 2021 será também um ano complexo. “Podemos viver em um momento de crise econômica ou de recessão, tecnicamente falando, causada pela pandemia da Covid-19. Antes dela, foram três anos com crescimento econômico, mas vínhamos em um processo ruim, muito aquém do potencial do Brasil, com enormes problemas na questão do desemprego, da incapacidade de gerar riqueza na velocidade que o País precisa e com uma renda média ainda muito ruim. Tem uma série de restrições que vínhamos tendo, mas era crescimento. Essa reversão se deu pela pandemia”.

E por diversos fatores, o Brasil perdeu três posições no ranking global entre as maiores economias mundiais. Agora, ocupa a 12ª colocação. “Nós caímos por uma série de razões, entre elas, pelo período de quase dez anos com crescimentos muito baixos ou quedas do PIB. Infelizmente, as quedas têm sido maiores do que os crescimentos. E também porque o ranking é medido em dólar e tivemos uma grande desvalorização cambial em 2020”.

O professor comenta também sobre a vacinação e medidas governamentais. “Nós temos um histórico positivo de vacinação no Brasil, o que é uma característica da nossa sociedade, e eu estou confiante na capacidade da nossa logística de resolvermos isso. Claro que com todas as dificuldades para imunizar 213

Walter Franco, professor das áreas de Macroeconomia, Economia e Finanças Corporativas, da Universidade Cidade de São Paulo (Unicid)

milhões de habitantes. O segundo é a aprovação da PEC Emergencial para dar pelo menos uma ajuda financeira a quem precisa, um pouco mais selecionado do que foi em 2020, para atacar a pobreza extrema”.

A PEC Emergencial foi aprovada pelo Senado no início de março e permite ao governo federal pagar um novo auxílio emergencial aos mais vulneráveis, com R$44 bilhões por fora do teto de gastos.

Estagnação

Na avaliação de Luiz Rabi, economista da Serasa Experian, com a queda do PIB em 2020, nós ficamos mais pobres como País. “O que significa menos emprego, menos produção e menos renda”. Para ele, o cenário é de estagnação. “Se projetarmos o ritmo de produção até o final do ano, se não produzirmos nada ou a mesma quantidade de bens e serviços, o PIB crescerá 3%. Na margem não cresceremos nada neste ano, a economia está estagnada”.

Ele explica que em 2020 houve um tombo do PIB com a pandemia. “Ele afundou no segundo trimestre e

Fábio Pina, assessor econômico da FecomercioSP

no final do ano, meio que voltou ao patamar que estava antes da pandemia. Mas tem uma barrigada em 2020, fez um U, caiu e voltou. Se projetarmos horizontalmente para 2021, não haverá crescimento, ou seja, nada do que a recuperação no segundo semestre de 2020, pois se somar os pontos tudo o que foi produzido em um determinado ano já dá 3% de crescimento do PIB, que é o que eu projeto para este ano”.

Ainda de acordo com ele, “a produção industrial, as vendas no varejo até dezembro, será mais ou menos a mesma que em 2020, não vai ter nenhum crescimento positivo e se tiver será pequeno. Nós estamos praticamente numa estagnação econômica. Além disso, devemos ter uma queda do PIB no primeiro trimestre, ainda mais agora com as restrições”.

Medidas

Como lição de casa, o professor Franco defende a necessidade de reformas microeconômicas. “Poucos

falam sobre isso no Brasil, mas eu diria que as macros já estão basicamente equacionadas, não tem problemas de inflação, de taxa de juros e nem no câmbio, que flutua normalmente, e o Banco Central trabalhando de forma independente. O que existe é a necessidade de micro reformas, administrativa, fiscal, cuidar de logística, reduzir o Custo Brasil e tudo o que possa atrair investidor para o Brasil e gerar emprego. Sem gerar emprego é muito difícil pensar em crescimento econômico”.

Pina defende um choque de eficiência no País. “A proposta momentânea liberal é muito ruim, pois está reforçando uma ideia que não dá certo há 40 ou 50 anos, que é o Estado grande, ainda mais em um país que tem grandes dificuldades. A arrecadação é de 36% a 37% do PIB e o déficit é de 2% a 3%, ou seja, o Estado é 40% do PIB, que é o que ele gasta e não sobra nada para investir. Com esse dinheiro, as empresas teriam um investimento melhor. Claro que não dá para acabar com todos os impostos, mas há países com a mesma renda per capita

que a nossa e que crescem mais e têm menos injustiças. Eles têm uma carga tributária menor, isso significa que dá para fazer melhor do que estamos fazendo”.

Segundo ele, em alguns setores o Estado tem que ser mais forte, “veja o colapso da segurança pública”, mas não em todos. “A Federação (FecomercioSP) tem

Luiz Rabi, economista da Serasa Experian

um projeto chamado de Estado Ideal, que não é o estado mínimo nem o máximo. Temos que falar para a sociedade: podemos ter um estado com 40% do PIB, se acham que o Estado grande é o ideal. Porém, temos que lembrá-los que dessa forma não haverá crescimento econômico”.

Nesse sentido, Rabi coloca que além de resolver a crise sanitária é preciso que as reformas sejam feitas e as privatizações. “Ainda mais agora, com o Lula entrando no tabuleiro eleitoral, o risco de ter uma polarização aumentou, e ele vem com todo o discurso intervencionista de Estado provedor e indutor do crescimento, o que sabemos que não funciona”.

O contraponto disso, diz ele, é avançar mais rapidamente nas reformas liberalizantes, ou seja, acelerar as privatizações, a tramitação da reforma tributária e da reforma administrativa. “De tudo que de alguma forma tente diminuir a participação do Estado ou o grau de intervencionismo, ou a burocracia para destravar justamente a questão dos investimentos privados, o que no fundo gera o movimento econômico: aumento dos investimentos e produtividade. Essa é a receita para retomar o crescimento”.

Varejo

A FecomercioSP atua em várias frentes. “Participamos ativamente do Pronampe (linha de crédito especial para ajudar micro e pequenas empresas), do auxílio emergencial”, como também da MP que permitiu reduções de jornada e salário e suspensão de contrato. “No comércio, 98% das empresas são de pequeno porte, tem que pensar nelas, e nós participamos junto a outros no desenho do que pode ser feito. Estamos batalhando para segurar o ICMS (aumento). Não é o momento de aumentar os impostos, tem uma série de coisas que fazemos no nosso dia a dia”.

Ele comenta que não há uma fórmula única para ajudar o varejo. “Temos vários tutoriais e webinares explicando como formar preço, por exemplo, mas o problema vai além. Tem empresas que são pouco profissionalizadas e essa ajuda, ajuda mesmo, mas tem outras que têm outras demandas. O fato que

“Podemos viver em um momento de crise econômica ou de recessão, tecnicamente falando, causada pela pandemia da Covid-19. Antes dela, foram três anos com crescimento econômico, mas vínhamos em um processo ruim, muito aquém do potencial do Brasil, com enormes problemas na questão do desemprego, da incapacidade de gerar riqueza na velocidade que o País precisa e com uma renda média ainda muito ruim. Tem uma série de restrições que vínhamos tendo, mas era crescimento. Essa reversão se deu pela pandemia”.

WALTER FRANCO, professor das áreas de Macroeconomia, Economia e Finanças Corporativas, da Universidade Cidade de São Paulo (Unicid)

mesmo fazendo tudo isso, o consumidor não entra na loja porque não tem renda. A Federação pode estar diariamente, como estamos, tentando melhorar o ambiente de negócio, que não é só tributo, mas sim, a reforma administrativa, que é a mais importante de todas porque determinamos qual Estado nós queremos para depois determinar o quanto ele custa. Um país que está sem crescer, não gera mais renda e

não consegue evoluir o consumo, e o que cobra mais tributos, consome menos”, expõe Pina.

De maneira geral, Rabi, avalia que os impactos para os varejos são negativos. “Quanto mais prolongarem as restrições, mais o varejo será impactado, principalmente o varejo chamado de não essencial, embora o varejo como um todo não tenha ido bem em 2020, alguns setores conseguiram não cair tanto como outros. Neste ano está muito parecido, as pessoas vão priorizar gastos mais essenciais. Toda a parte de serviços que absorvia uma parcela da renda das pessoas, toda ela será deslocada para setores mais essenciais”.

Em especial autopeças, ele analisa que um dos pontos a favor é a postergação da troca do veículo por um novo ou da compra de mais um veículo pela mesma família. “O grau de incerteza e insegurança é muito grande. Isso gera demanda no mercado de reposição e isso deve continuar. Não sabemos o que acontecerá com o emprego e vai começar a subir a taxa de juros e, consequentemente, o custo de financiamento. A inadimplência também subirá e os bancos terão que repassar isso para os custos dos financiamentos, além do aumento da Contribuição Social sobre Lucro Líquido e da PEC Emergencial. Tudo isso é custo financeiro que os bancos vão repassar nas suas linhas de crédito; mais um estímulo para o mercado de usados e para o de autopeças”.

Estudioso do varejo, inclusive em linhas de trabalho na Unicid, o professor Franco prevê que este ano será desafiador para o varejo. “Não haverá o auxílio emergencial do tamanho e magnitude que teve em 2020, ao mesmo tempo, o varejo aprendeu com a pandemia e está mais enxuto, mais organizado e mais cuidadoso. É um ano para ele continuar a se modernizar, o que exigirá investimento em tecnologia, maximização de resultados, redução de custos e despesas, pois como eu disse anteriormente tem a questão do desemprego, da renda e os juros na ponta. A Selic a 2% ao ano não significa que os juros de financiamento sejam os mesmos. Ainda tem um trabalho para ser feito no crédito para que o consumidor consiga adquirir bens a juros mais baratos”, conclui.

LINHA COMPLETA PARA AS SITUAÇÕES MAIS EXIGENTES

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MONTADORAS

NOVA ATUALIZAÇÃO DE

SOFTWARE CHEGA PARA MAIS DE UM MILHÃO DE VEÍCULOS BMW

Mais de um milhão de veículos em todo o mundo receberão a versão mais recente do BMW Operating System 7 (versão 11/20), estabelecendo outro novo recorde para a maior campanha de atualização over-the-air já realizada por um fabricante europeu. No mercado brasileiro, a atualização da funcionalidade BMW M Laptimer já está disponível. Mais de 5.200 veículos serão modernizados com a nova versão dessa funcionalidade.

Compradores do Novo NISSAN KICKS poderão personalizar carros com seis acessórios exclusivos

Além de um desenho renovado e ainda mais bonito, com mais equipamentos de série, de segurança e de conforto, o Novo Nissan Kicks permitirá aos proprietários a personalização com seis novos itens dos Acessórios Nissan. Estarão disponíveis nas revendas de todo o País junto com o veículo, que começa a ser vendido a partir da semana que vem, e se somam às outras opções para o modelo, totalizando mais 30 itens.

71 anos da Kombi: ícone da VW é um dos clássicos mais procurados na OLX

Ícone da Volkswagen ao lado do Fusca, e testemunha histórica da indústria automobilística mundial, a Kombi celebrou, na segunda-feira, 8/03, 71 anos desde o início de sua produção em Wolfsburg, na Alemanha. Para se ter uma ideia, a Kombi conta com uma crescente legião de admiradores. E isso fica mais evidente graças à audiência que o modelo possui na OLX, maior plataforma de compra e venda de automóveis do País.

TOYOTA do Brasil lança novo Corolla Cross

A Toyota do Brasil lança o novo Corolla Cross, inaugurando uma nova etapa na história de sucesso da marca japonesa no País. Em mais de 50 anos, o nome Corolla se tornou referência de qualidade, durabilidade e confiabilidade. Agora, o Corolla escreve um novo capítulo em sua trajetória, além do sedã ele se transforma em um SUV, um dos segmentos que mais cresce globalmente e também no Brasil.

HONDA

inicia vendas do sedã de luxo Legend com a nova tecnologia

Honda SENSING Elite

A Honda Motor Co., Ltd. deu início às vendas no Japão, na modalidade Leasing, em 5 de março de 2021, do novo modelo Honda Legend equipado com a tecnologia Honda SENSING Elite. Empenhada em concretizar uma sociedade livre de acidentes de trânsito, com base em seu slogan "Segurança para todos", a Honda está há muito tempo na vanguarda global da pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de segurança.

MINI anuncia pré-venda de versão elétrica no Brasil

A marca sexagenária traz ao Brasil o modelo premium compacto, reforçando seu design, mantendo um estilo com menor volume exterior, mas trazendo o maior espaço interno do segmento premium em sua categoria: uma opção ideal para os grandes centros urbanos. Todas estas características foram pensadas no desenvolvimento do modelo elétrico que não perdeu espaço de pernas ou volume de porta-malas para receber as baterias de alta voltagem.

VOLVO CARS será totalmente elétrica até 2030

Com o compromisso de tornar-se líder no mercado de carros elétricos premium, a Volvo Cars planeja tornar-se uma empresa de automóveis totalmente elétricos até 2030. “Não há futuro em longo prazo para carros com motor de combustão interna”, disse Henrik Green, vice-presidente sênior de tecnologia da Volvo Cars. “Estamos comprometidos em nos tornarmos um fabricante de veículos exclusivamente elétricos e a transição deve acontecer até 2030”.

RENAULT CAPTUR ganha multimídia receiver com moldura exclusiva da Pioneer

A Pioneer do Brasil, líder mundial no segmento de som automotivo, recentemente ampliou a sua linha de multimídias receivers com moldura, desenvolvida para agregar sofisticação e tecnologia aos principais modelos de veículos do mercado. Agora, é o Renault Captur, o SUV da Renault, que passa a contar com uma multimídia receiver emoldurada de forma personalizada, considerando as dimensões do veículo.

AVAREJO AVALIA SEGUNDO MÊS DE 2021

O cenário é otimista e deverá continuar ao longo do ano, apesar das incertezas sobre o abastecimento de peças

segunda temporada de lives do Balcão Automotivo começou em janeiro. Mensalmente, os varejistas vão avaliar o desempenho de 2021, sempre na última quinta-feira do mês. Na primeira delas, participaram Roberto Rocha, da Rocha Autopeças, e César Naves, da Jaicar. Eles fizeram um balanço de janeiro. Na segunda, foi a vez de José Antônio Masteguim, da Jaçacar, Matrocar e Mastecar Autopeças, da capital paulista e grande São Paulo, e de Bruno Reginatto, da BL Autopeças, de Novo Hamburgo (RS) e região.

Ambos apresentaram resultados positivos no primeiro bimestre do ano e relataram comportamentos que se repetiram desde 2020, como a falta de peças e aumento de preços dos produtos. Na BL Autopeças, que além da matriz tem três filiais e duas franquias, Reginatto conta que para eles

o ano começou praticamente na segunda semana de janeiro.

“Nós demos férias coletivas na matriz e nas nossas três filiais, e passamos por uma reforma na loja de Novo Hamburgo, retomamos em janeiro, o comércio estava mais flexível, e como estávamos voltando de férias, nós estávamos em um ritmo diferente, mais devagar na primeira semana de janeiro. Também trabalhamos na segunda e terça de Carnaval e foi surpreendente. Os clientes tinham bastante coisas agendadas e nos favoreceu, tivemos uma venda boa nesse período de Carnaval, que habitualmente estávamos fechados”.

Para Masteguim, o mercado está excelente. “Iniciamos janeiro bem, inclusive com crescimento acima de dezembro.

Fevereiro também, entre 2% e 3% acima de janeiro. O setor vem muito bem, está bastante comprador, mas estamos sofrendo por falta de mercadorias. Nós estamos em um ritmo normal, não podemos falar que o mercado está ruim, ele está excelente”.

Falta de peças

Em números, Masteguim mostrou em que proporção está a falta de peças. De um montante que equivale a 16% do que é cotado em itens, na hora da entrega, 6% ou 7% não são entregues. “Essa conta totaliza quase 25% do que precisamos e o mercado não tem”, afirmou. A política deles sempre foi trabalhar com produtos de primeira linha e ter sempre uma opção um pouco mais em conta.

José Antônio Masteguim, da Jaçacar, Matrocar e Mastecar Autopeças, da capital paulista e grande São Paulo

“Hoje, o problema maior está em cima das grandes marcas, pois as pequenas se viram de uma forma ou de outra. O que tem que fazer é procurar ter a primeira linha e colocamos agora uma intermediária que seria uma primeira linha, mas não é a mais vendida, e temos a linha mais de combate, de forma que estamos tentando suprir o mercado”. Ele explicou que a vantagem da linha intermediária é por ser de uma fábrica conceituada.

Outra medida adotada é a alocação do estoque entre as lojas. “Uma vantagem que temos é que as lojas são mais próximas, com isso, conseguimos atender até de imediato uma necessidade mais recente”. Porém, acrescentou ele, “nós temos tido muitos problemas com mercadorias e os preços estão absurdos, coisas que antigamente o aumento era de até 5%, hoje chega até 15%, isso acaba dificultando a reposição para a gente”.

Alocação de estoque entre as lojas também é uma prática adotada na BL Autopeças. “Durante a pandemia e até agora temos usado bastante a alocação do estoque entre as lojas. Nós temos as curvas de vendas de cada uma e a partir delas fazemos esse abastecimento das outras. Assim, nós vamos jogando com o nosso próprio estoque, além de contar com outros fornecedores”, disse Reginatto.

Ele contou que o que aconteceu em 2020 está se repetindo. “Às vezes falta um produto A, uma marca que o nosso cliente está habituado e que nós trabalhamos, e acabamos por optar em trocar a marca, recorrer a outra linha ou até de faltar totalmente. No Sul estamos reféns de um número limitado de fornecedores e quando falta o nosso pedido, a gente fica sem e demora para repormos. Às vezes um pedido de São Paulo demora duas semanas e até chega incompleto”.

Um dos motivos, disse ele: “por serem indústrias e não entrarem como comércio essencial durante a pandemia, elas ficaram 30, 40 e até 50 dias sem poder abrir. E como vai retomar essa produção? Quanto tempo não demora para retomar? Entendemos o lado dos nossos fornecedores, que estão sofrendo também”.

Reabastecimento

Em conversas com o mercado, Masteguim contou que não há previsão precisa sobre a retomada do abastecimento. “A gente tem conversado bastante no mercado, praticamente o pessoal não tem muito o que informar, o que eles dizem é que aguardam as fábricas. Em conversas com as distribuidoras, a expectativa é que será mais para o final do ano. Até as montadoras estão desabastecidas. Estão todos carentes de mercadoria, às vezes a entrega é para 180 dias”.

E se antes a média era de dez promotores que os visitavam por semana, agora, é de um ou dois, a cada duas ou três semanas. “Praticamente, eles não estão rodando o mercado. Para nós não é tão importante, pois o nosso negócio de compras é com os distribuidores. Não são os promotores que viabilizam as vendas para nós, mas estamos recebendo-os”.

O mesmo cenário é visto por Reginatto. “O pessoal não está na rua, eles estão optando mais por ligações, Skype, WhatsApp e por e-mail. Os mais tradicionais, que habitualmente nos visitam, continuam, mas aquele assédio que havia antes de distribuidores ligando toda hora, e de uma marca nova, esse pessoal deu uma arrefecida no mercado agora, desde que a restrição começou”.

Sobre reabastecimento, ele avaliou que assim como em outros países sofrem com o mesmo problema, em um País com dimensões continentais como o Brasil não tem como alguém acertar um prazo. “Nem tentamos procurar muito (por uma resposta). Vamos nos virando com o que tem, olhando para o panorama de hoje e buscando as melhores soluções para os problemas”.

Lucratividade

Para manterem os negócios lucrativos, eles deram algumas dicas. A começar por Reginatto. “O que fizemos em 2020 e estamos fazendo constantemente na empresa é focar em nós, ver os pontos que podemos melhorar. Não focar no concorrente, mas sim na sua especialidade e criar uma experiência nova para o seu cliente. A questão de entrega nos ajuda muito, até brincamos aqui nas lojas que quando o cliente desliga o telefone o motoqueiro já tem que buzinar na porta da oficina ou do auto center, tentamos ser o mais rápido possível”.

Ainda de acordo com ele, “em função do novo decreto, limitamos o acesso à loja e estamos focando bastante para que não venham tanto à nossa loja, mas que usem o nosso tele-entrega. Temos isso para ajudar os nossos clientes, é um custo a mais, mas facilita muito a vida dos nossos clientes e pretendemos mantê-lo”.

A mesma dica deu Masteguim. “Trabalhar muito fortemente com a entrega. O mecânico compra e quer a mercadoria na hora, motoqueiro é primordial, é um dos maiores custos que a loja tem, mas é um mal necessário, digamos assim”. E uma orientação que ele deu para os varejos menores é ter muito cuidado com o abastecimento exagerado.

Bruno Reginatto, da BL Autopeças, de Novo Hamburgo (RS) e região

“Se não tiver a mercadoria, tem que buscar alternativas e não ficar desabastecido. Quando sair da marca tradicional e ir para um produto alternativo, cuidado com o abastecimento exagerado, pois você não sabe como será a aceitação do mercado e não sabe se ficará com o produto encalhado. E quando a outra fábrica tiver disponibilidade, você ficará com todo estoque e você não fará uso dele. Vai ter que vender abaixo do mercado para girar”.

Perspectivas

Para este ano, Masteguim está otimista. “Para nós, o mercado de autopeças é uma excelente oportunidade. As fábricas não estão entregando os carros novos, demoram 180 dias, não tem peças, o dólar está subindo e os automóveis zero estão com preços impraticáveis. A solução para quem tem (um carro) é trocar por um seminovo e é onde temos a nossa oportunidade, pois ele está fora ou prestes a vencer a garantia”.

Ele acrescentou que normalmente, quando a pessoa pega um carro seminovo, ela faz uma manutenção, pelo menos dos itens mais básicos. “É onde vemos oportunidades. Estamos muito otimistas com essa situação, é uma oportunidade para os negócios começarem a ampliar cada vez mais”.

Na mesma linha seguiu Reginatto. “Eu escuto aqui na região até lojistas de seminovos reclamando que está difícil carro bom para comprar, aí entra a nossa parte. O normal seria comprar o zero, dar o seminovo não tão rodado de entrada, a concessionária repassá-lo para uma revenda e ele vem para nós. Como o carro zero está cada vez mais caro, o pessoal vai cair no seminovo”.

A expectativa, disse ele: “esperamos que naturalmente essa venda aumente, que as montadoras comecem a entregar os carros, para esse seminovo começar a girar nas revendas e nos nossos clientes. É a roda do nosso mercado. Eles vêm para nós para fazermos a primeira manutenção do carro recém-comprado”.

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DAF CAMINHÕES BRASIL APRESENTA A NOVA LINHA CF E

O MOTOR PACCAR MX11

Modelo chega nas versões rodoviária 4x2 e 6x2, rígido 8x2, e off road 6x4; motor PACCAR MX11 trabalha em potências de 410 cv e 450 cv; marca manterá curva de crescimento em 2021

TEXTO: REDAÇÃO | FOTO(S): DIVULGAÇÃO

Anova linha CF começa a ser produzida no Brasil, renovada e com a opção de um rígido 8x2, um novo segmento para a marca no País. O modelo já consagrado no Brasil ganha um design mais arrojado e moderno, novas tecnologias de segurança, dirigibilidade e conforto, além do novo motor PACCAR MX11, de 10,8 litros, o que garante maior eficiência e economia de combustível de 15% se comparada à versão anterior. A linha fora de estrada, destinada ao agronegócio, conta com o motor PACCAR MX13, o mesmo da recém-lançada linha XF.

Ainda segundo a montadora, o projeto foi desenvolvido em uma parceria da equipe de engenharia da DAF, na Holanda, com o time de desenvolvimento de produto no Brasil, e os resultados alcançados foram bastante satisfatórios. Aliás, este intercâmbio de informações, entre muitos outros fatores, permitiu a criação de caminhões com as melhores tecnologias da marca na Europa, e totalmente adequados à realidade de operação no Brasil, o que convenhamos já é um grande diferencial.

“A chegada do novo CF é mais um marco na nossa história no Brasil, renovando totalmente o line up da DAF no País. Somado a isso, estamos ingressando em um novo segmento, de caminhões rígidos, voltados a operações rodoviárias e distribuição, permitindo a expansão da nossa participação no mercado nacional. Em 2020, crescemos 38% no segmento acima de 40 toneladas, com 8,2% em comparação ao ano anterior e vamos manter a curva de crescimento da marca em 2021”, afirma Lance Walters, presidente da DAF Caminhões Brasil.

Expansão

A fábrica já está preparada e produzindo o Novo CF. Para se ter uma ideia, foram feitos investimentos, ao longo de 2019 e 2020, em novos maquinários, contratação de pessoas e treinamento. Desde o início das operações da marca, em 2013, a unidade de Ponta Grossa, no Paraná, já sofreu diversas atualizações para acompanhar o crescimento dos volumes de vendas e lançamentos.

Em 2021, a DAF também expandirá sua Rede de Concessionárias, aumentando 23% o número de pontos de atendimento, de 44 para 54. Isso implicará em um aumento da força de venda e serviços ao cliente, o que representa uma cobertura de 100% do território nacional. Desta maneira, a DAF está mais próxima da operação dos seus clientes, o que possibilita criar parcerias mais sólidas e oferecer serviços premium na Rede DAF.

“Seguimos nosso planejamento de longo prazo no Brasil, fortalecendo a presença da DAF no País e nos renovando para atender às necessidades do mercado. Somos parte do Grupo PACCAR, uma marca centenária e uma das mais sólidas empresas globais, o que nos dá segurança para ultrapassar momentos desafiadores, sempre com o olhar no crescimento futuro”, completa Lance Walters.

Lance Walters, presidente da DAF Caminhões Brasil

A ELETRIFICAÇÃO DE VEÍCULOS PESADOS - CAMINHÕES

TEXTO: JOMAR NAPOLEÃO* | FOTO(S): DIVULGAÇÃO

Ao contrário dos veículos leves, cujo grau de eletrificação vem crescendo, em um cenário global, agressivamente nos últimos anos, nos veículos comerciais pesados esse processo vem ocorrendo mais lentamente. No gráfico abaixo vemos a participação por tipo de motorização de veículos pesados (acima de 6 Y, incluindo ônibus) no mercado global.

Em 2020 praticamente todos os veículos vendidos foram a combustão interna (Diesel, Gasolina e Gás Natural) com uma pequena participação dos elétricos puros, quase todos ônibus, a maioria na China.

Em 2032, segundo projeções da KGP Automotive Intelligence, espera-se um forte crescimento em todas as categorias de eletrificação e já mostrando uma fatia importante na tecnologia de célula de combustível (hidrogênio). Essa tecnologia tende a ser a solução futura para longas distâncias.

Esse cenário base leva em conta as legislações e políticas atuais de economia de combustível, redução de emissões e redução de gases do efeito estufa. Os países que estão na frente nesse processo são a China (que definiu que vai atingir a neutralização total de carbono até 2060, além de ter como meta nacional atingir a liderança global em tecnologias de energia sustentável) o bloco europeu e vários estados americanos que seguem as práticas da California. A China é hoje o país que mais investe em geração de energia renovável.

Temos outros cenários mais agressivos conforme essa legislação e as políticas

de redução de gases de efeito estufa venham a ser mais abrangentes.

Há inúmeros fatores que influenciam a mudança tecnológica da motorização, tais como: TCO (custo total de operação), Legislação de Emissões e de Redução de Gases de Efeito Estufa, Demanda por frete, infraestrutura de Carga, Uso de energias renováveis, políticas e incentivos, Zonas de Emissão Zero e Competitividade, entre outros.

A análise desses fatores leva a um direcionamento em que os caminhões de entrega em curta distância (VUCs) e os ônibus urbanos passem a ser os mais adequados a uma implantação rápida. Veículos de longa distância ainda vão usar as tecnologias convencionais por um tempo mais longo até que a solução por células a hidrogênio passe a ser economicamente viável. A totalidade dos países acima citados já possuem planos estratégicos de eletrificação. Mesmo alguns países da América do Sul estão implantando políticas a respeito, como a Colômbia, o Chile e recentemente a Argentina.

No Brasil ainda não temos uma estratégia nessa área e esse assunto nem parece ter prioridade atualmente. O que vemos são algumas inciativas pontuais como por exemplo uma grande empresa de distribuição que em janeiro de 2021 anunciou a aquisição de 10 caminhões elétricos tipo VUC, além de outras empresas que anunciaram planos semelhantes. No caso de longas distâncias, temos no Brasil ainda a possibilidade de aumento do uso de Gás Natural e Biocombustíveis.

No caso de ônibus urbanos vemos também iniciativas ocorrendo em algumas capitais e cidades de médio porte com planos de eletrificar suas frotas nos próximos anos.

A falta de uma política nacional nesse setor dificulta as decisões de investimento, porém vamos acompanhar a evolução dessas iniciativas pontuais que poderá direcionar futuros desenvolvimentos. Por outro lado, o desenvolvimento das iniciativas localizadas poderá direcionar uma futura política.

*É consultor da Carcon Automotive e preparou esse artigo com dados da KGP Automotive Intelligence sobre o atual cenário deste tema em nível global, como anda esse processo em caminhões e ônibus

COM FOCO EM INOVAÇÃO, 4TRUCK CHEGA AO

9º ANO DE ATIVIDADES

Investindo em inovação, gestão de pessoas e portfólio, a 4TRUCK Soluções Sobre Rodas completa neste mês de março o seu nono ano de operação. Em 2020, ano repleto de desafios em razão da pandemia, a empresa intensificou sua atuação para oferecer diferentes possibilidades aos empreendedores que precisaram se reinventar e buscar novas oportunidades.

PROMAX BARDAHL LANÇA O B12 PREMIUM; PARA CÁRTER DE MOTORES DE SUVS, PICK-UPS E VANS

A Promax Bardahl lança um novo tratamento de cárter de motores, o B12 Premium, desenvolvido para todos os tipos de óleos e utilização em motores a diesel, gasolina e flex. O novo integrante da família B12 – que reúne a tradição dos produtos como o B12 Plus, o B12 Turbo e B12 Plus Moto – segue o padrão de qualidade e eficiência embutido nos “irmãos mais velhos” pela Promax.

BICOS INJETORES DIESEL MAGNETI MARELLI TÊM MELHOR CUSTO-BENEFÍCIO PARA O CAMINHONEIRO

Lançada no segundo semestre de 2020, a linha de sistemas de alimentação diesel da Magneti Marelli pode ser encontrada em todo o território nacional graças a uma das melhores redes de distribuição do País. Com excelente relação custo-benefício, os 40 códigos de bicos injetores destinados a veículos utilitários, caminhões, ônibus e máquinas agrícolas são uma alternativa vantajosa para o reparador de veículos movidos a diesel.

A AVANÇADA E INOVADORA CAIXA DE CÂMBIO I-SHIFT DA VOLVO COMPLETA 20 ANOS

A inovadora caixa de câmbio I-Shift da Volvo completa 20 anos do seu lançamento global, na Suécia. Responsável por uma mudança de comportamento no transporte mundial de cargas, a transmissão eletrônica da marca chegou pouco tempo depois ao Brasil, quando já em 2003 começou a equipar os caminhões FH e NH fabricados no País. “A I-Shift é um marco da indústria de caminhões”, diz Pär Bergstrand, gerente de transmissões pesadas da Volvo Trucks. TEXTO:

90% DA FROTA DE COMPACTADORES DE LIXO DA LOGA USAM TRANSMISSÕES AUTOMÁTICAS ALLISON

Em sua frota, a Loga conta com aproximadamente 350 veículos, entre os quais, caminhões especiais para a coleta seletiva de resíduos dos serviços de saúde, e equipamentos para coleta mecanizada de superfície e subterrânea. Com a incorporação de novos caminhões, o número de veículos equipados com as Allison da Série 3000™ chegou a 135, ou seja, agora 90% da frota de compactadores de lixo contam com transmissões totalmente automáticas.

SINDIREPA-SP FIRMA PARCERIA

COM O APLICATIVO SOS TRUCK

O SOS Truck, aplicativo gratuito que permite aos motoristas profissionais – caminhoneiro ou lojistas fazerem a cotação online para peças e serviços, em qualquer lugar do País, é o mais novo integrante do Programa Empresa Amiga da Oficina do Sindirepa-SP. Com a parceria, os associados da entidade recebem condições especiais para participar do aplicativo que funciona por geolocalizador.

SCANIA LANÇA ACELERADOR INTELIGENTE E CAMINHÕES

CHEGAM A 20% DE ECONOMIA DE COMBUSTÍVEL

O primeiro trimestre de 2021 marca o lançamento do Acelerador Inteligente Scania, um opcional que soma mais 5% e eleva a 20% a economia de combustível da Nova Geração de Caminhões em comparação à gama anterior. O acelerador inteligente é um aliado importante para apoiar a Scania no cumprimento da meta de reduzir em 20% as emissões de CO2 de seus veículos em circulação até 2025.

MARCOPOLO MANTÉM LIDERANÇA DE MERCADO EM 2020

O consolidado dos resultados da Marcopolo em 2020 reflete os impactos da pandemia de Covid-19, que acarretou na redução das atividades de turismo e transporte terrestre de longa distância. Mesmo com o cenário desfavorável, a companhia manteve a liderança de mercado com 52,7% de participação no ano passado. A exposição ao câmbio favorável compensou parcialmente a queda de demanda.

ZF FORNECE EIXOS DIANTEIROS

TSA 09 PARA NOVOS TRATORES MAHINDRA

A ZF é a fornecedora dos inovadores eixos agrícolas TSA 09 para os novos tratores Mahindra Linha 6000 nacionalizada – versões 6060, 6065 e 6075. Os eixos TSA 09 são produzidos pela ZF no Brasil, na unidade de Sorocaba (SP), onde também está instalado o Centro Global de Excelência em Eixos Agrícolas da empresa. Os eixos TSA 09 já se tornaram bem conhecidos do setor agrícola brasileiro e destinam-se a tratores com potência de até 100hp.

RANDON IMPLEMENTOS É TOP OF MIND DO TRANSPORTE PELO QUARTO ANO CONSECUTIVO

A Randon Implementos conquistou pelo quarto ano consecutivo o prêmio “Top Of Mind do Transporte”, na categoria Implementos. A premiação é realizada pelo grupo editorial TranspoData. Os agraciados desta edição foram conhecidos na quarta-feira, 24 de fevereiro, em evento transmitido pela internet. O prêmio reconhece as marcas mais lembradas e os produtos preferidos por empresários e profissionais do segmento do transporte.

UNIPAC LANÇA TANQUES INTEGRADOS PARA CAMINHÕES E ÔNIBUS

Atenta às necessidades de mercado, a Unipac, que pertence ao Grupo Jacto e é considerada uma das indústrias de transformação de polímeros mais tecnificadas e completas do Brasil, lança mais uma inovação para o segmento automotivo. Para se ter uma ideia, trata-se de uma família de Tanques Integrados, produtos que unificam o tanque de diesel e o de ureia em um mesmo conjunto de fixação.

BANDAG APRESENTA BANDA

B269 PARA O SEGMENTO RODOVIÁRIO REGIONAL

Há mais de 30 anos no mercado, a Bandag, empresa pertencente à Bridgestone dedicada à pesquisa, desenvolvimento e manufatura de bandas de rodagem, segue inovando em seus produtos e lançou no mercado brasileiro a banda B269, para o segmento rodoviário regional. A nova banda é a emulação do último lançamento da Bridgestone, o pneu R269, e se destaca pelo excelente desempenho quilométrico.

RTE RODONAVES FAZ EVENTO EM COMEMORAÇÃO A UM ANO

DO PROGRAMA MULHERES EM MOVIMENTO

A RTE Rodonaves, um dos maiores e mais reconhecidos nomes do País no setor de transportes e logística, promoveu no dia 8 de março um evento especial em comemoração a um ano do Programa Mulheres em Movimento. Nos encontros, que acontecem mensalmente para as colaboradoras da empresa, são discutidos diversos temas, como: empoderamento, liderança feminina, saúde mental, organização financeira, entre outros.

VIA TRUCKS DÁ DICAS DE MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE PÓS-TRATAMENTO DE GASES

“A boa manutenção está diretamente ligada ao desempenho, influenciando em maior eficiência do veículo, reduzindo o consumo de combustível e, consequentemente, os poluentes. Portanto, uma boa assistência oferecida por profissionais especializados é fundamental”, explica Marcos Nogueira, gerente de Pós-vendas da Via Trucks. Além disso, diminui o risco de usar peças de reposição paralelas e fora de conformidade.

CLIQUE AQUI e leia estas notas na íntegra no portal jornal Balcão Automotivo

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Sincopeças-SP passa a representar oficialmente o comércio de placas veicular Comissão da CNC aprovou consulta do Sincopeças-SP sobre enquadramento sindical das empresas que atuam no ramo do comércio de placas para veículos automotores

Foto: Divulgação/Detran

A Comissão de Enquadramento e Registro Sindical do Comércio, reunida em sessão ordinária, no dia 9 de março de 2021, decidiu que as empresas que atuam na atividade do comércio varejista de placas de identificação veicular estão abrangidas na representação do Sindicato do Comércio de Peças e Acessórios para Veículos no Estado de São Paulo (Sincopeças-SP), estando o mesmo habilitado para exercer as prerrogativas legais, inclusive para efeitos de negociação coletiva.

A Comissão considerou que:

1) o enquadramento sindical deve ser feito por categoria – profissional ou econômica –, observado o Quadro de Atividades e Profissões a que se refere o art. 577 da CLT;

2) as empresas que exercem atividade de comercialização de placas de identificação veicular, por identidade (art. 570 da CLT), tem seu enquadramento sindical definido no 2º Grupo – Comércio Varejista –, do plano da CNC, na categoria econômica do “comércio varejista de peças e acessórios para veículos (inclusive empresas concessionárias de automóveis, caminhões, ônibus e demais veículos automotores)”; e

3) a placa de identificação automotiva é um acessório para veículos.

Histórico

Em outubro de 2020, o Sincopeças-SP, mediante carta subscrita pelo seu presidente, encaminhou consulta à Comissão de Enquadramento e Registro Sindical do Comércio (CERSC), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), objetivando a definição do enquadramento sindical das empresas que atuam no ramo do comércio de placas para veículos automotores, especificamente para saber se as mesmas estariam abrangidas na sua representação.

A consulta teve por objetivo esclarecer o correto enquadramento sindical das empresas que atuam no ramo do comércio de placas para veículos automotores, bem como se ditas empresas estão ou não vinculadas ao plano da CNC e, consequentemente, na representação sindical do Sincopeças-SP.

Veja íntegra do processo e da decisão nos links:

Enquadramento Comércio de Placas para Veículos (Processo CERSC nº 21732021)

Enquadramento Comércio de Placas para Veículos (Processo CERSC nº 21732021 - Decisão)

Heber Carvalho Presidente do Sincopeças-SP

Comissão de estudos para qualificação de balconistas realiza primeira reunião

Comissão de Estudos de Qualificação de Balconistas de Peças e Acessórios para Veículos inicia aprimoramentos nos processos dos comércios de componentes automotivos regidos por parâmetros de qualidade e eficiência

Na primeira reunião de trabalho da Comissão de Estudos de Qualificação de Balconistas de Peças e Acessórios para Veículos, realizada on-line pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, órgão responsável pela normalização técnica no Brasil, 17 profissionais do setor automotivo, entre eles representantes da indústria, distribuição, varejo, reparação, consultores, imprensa especializada, entidades e lideranças do varejo de autopeças do Brasil, encaminharam as primeiras decisões para a sequência dos trabalhos da norma.

Coordenada pelo presidente da Associação dos Sincopeças do Brasil, Ranieri Leitão, com secretaria do diretor da Alvarenga Projetos Automotivos, Luiz Sergio Alvarenga, encarregado de liderar o processo de elaboração da norma, a Comissão de Estudos definiu de imediato, por unanimidade, a mudança do nome “Balconista” para “Vendedor” de autopeças. Como explicou Alvarenga, essa determinação, embora pareça simplória, identifica a mudança de patamar alcançada pelo profissional balconista em sua atividade diária, especialmente a partir da introdução das novas tecnologias digitais, que expandiu a função de simples atendente para uma área mais relevante envolvendo a parte comercial.

Outros detalhes do texto-base definido pela Comissão de Estudos serão discutidos na próxima reunião, agendada para 24 de março, quando se espera a participação de maior número de profissionais envolvidos com o tema.

Breve histórico

A Comissão de Estudos de Qualificação de Balconistas de Peças e Acessórios para Veículos foi instalada pela ABNT em janeiro deste ano, na Câmara Brasileira de Comércio de Peças e Acessórios para Veículos da CNC – Confederação Nacional do Comércio, com a presença de representantes do Sincopeças-SP, Associação dos Sincopeças do Brasil, Associação Nacional dos Distribuidores de Autopeças e Alvarenga Projetos Automotivos. O objetivo é definir a primeira NBR para o varejo de autopeças que, na prática, representará um pontapé inicial para futuros aprimoramentos nos processos internos dos comércios de componentes automotivos regidos por parâmetros de qualidade e eficiência providos pela ABNT.

Como explicou Luiz Sérgio Alvarenga, a importância de uma norma para o balconista de autopeças é a criação de padrões e requisitos no campo da organização. “Do ponto de vista do profissional, o balconista já começa a interagir com uma palavra mágica que é a organização. Ele terá mais controle do passo a passo da atividade e do papel que ele desempenha”, diz.

Segundo Alvarenga, o mercado brasileiro de reposição já está acostumado com normas ABNT para serviços técnicos e a norma específica para o balconista também está ligada ao tema. “Tivemos um pioneirismo com a primeira norma de qualificação do mecânico que, de alguma forma, entra no campo de algumas habilidades e capacitações necessárias que a norma do balconista irá seguir, como por exemplo recomendações de nível de instrução e capacitação, que não são técnicas, mas conferem um norte sobre as competências que se deve ter para assumir as funções de balconista de autopeças”, avalia.

Ganho de qualidade para empresas e profissionais

Entre os benefícios imediatos que a normalização trará para esses profissionais está uma política mais clara de cargos e salários, com uma relação muita mais transparente entre empresários do varejo e seus colaboradores balconistas. “De imediato cria-se uma situação de meritocracia que pode ser construída nessa relação, como também de capacitação profissional, identificando habilidades ou deficiências que determinado profissional tenha e assim direcionar com maior assertividade sua capacitação, seja por iniciativa da empresa ou do próprio profissional, o que gera um ganho de qualidade entre as partes”, define Alvarenga. Como complemento dessa base estruturada entre profissional e empresa, Alvarenga detalha que a qualificação cria uma certificação de competências, também chamada de certificação profissional, acreditada pelo governo brasileiro, promovida pela Organização Internacional do Trabalho, onde o Brasil é signatário. “Existem vários testes para certificação de competência que proporcionarão forte impulso ao balconista e na projeção da sua ocupação, bem como na atividade do varejo de autopeças no Brasil”, acredita.

Ponta do iceberg para nova normas

Para as próximas reuniões, previamente agendadas para as últimas quartas-feiras de cada mês, serão convidados a participar todos os elos da cadeia, desde indústrias, distribuidores, varejistas, oficinas, até entidades como IQA, Senai, Senac, além da imprensa especializada e do próprio profissional balconista de autopeças.

Alvarenga adiantou que a CE já tem um texto-base, que é o ponto inicial para os trabalhos, e a criação dessa norma é do interesse do profissional e principalmente das lojas de autopeças porque todos ganham nesse processo. “Com isso criamos uma da cadeia de valor. O objetivo é elevar a categoria do comércio varejista de autopeças e estamos iniciando esse trabalho valorizando o balconista. Essa é a ponta do iceberg para criação de novas normas do setor. Entendemos que essa é uma das formas de profissionalizar o setor. As grandes corporações sempre se valeram de normas, as oficinas de reparação andaram mais rápido porque se utilizam de muitos dados técnicos de substituição de componentes e agora chegou a hora do varejo de autopeças, que manuseia e tem um grande trabalho de logística e comercialização de produtos, com extensa capilaridade no Brasil, que requer uniformização. A ideia é elevar o patamar para cima, valorizar o profissional, a atividade econômica e consequentemente o País, além de potencializar projetos e ações de melhoria para os dois lados, seja para o empresário criar um programa de cargos e salários, seja para o profissional se capacitar melhor”, assegura Alvarenga.

Câmara de autopeças debate inspeção veicular e influência do e-commerce no varejo

Essa foi a segunda reunião da Câmara Brasileira do Comércio de Peças e Acessórios para Veículos (CBCPave), que também tratou sobre a nova Lei Geral de Proteção de Dados

A Câmara Brasileira do Comércio de Peças e Acessórios para Veículos (CBCPave) se reuniu por videoconferência para debater temas como a inspeção técnica veicular e a influência do crescimento do e-commerce no segmento.

O coordenador das Câmaras Brasileiras do Comércio da CNC, Luiz Carlos Bohn, deu boas-

vindas ao grupo e ressaltou a importância de reuniões de trabalho para discutir a realidade dos segmentos econômicos representados pela Confederação, “principalmente em um quadro de vulnerabilidade sem precedentes para os empresários”.

Inspeção Técnica Veicular

O coordenador da CBCPave, Ranieri Leitão, destacou que a Inspeção Técnica Veicular (ITV) é uma demanda importante para o segmento e deve ganhar força em 2021. “No ano passado nos reunimos com o diretor geral do Denatran, Frederico Carneiro, e ele colocou o ITV entre as pautas principais para este ano, afirmando que gostaria de contar com a ajuda da CBCPave para resolver o problema”, diz.

Convidado a falar sobre o assunto, que tem como um dos principais objetivos evitar acidentes de trânsito por falta de manutenção nos veículos, o advogado da Divisão Jurídica da CNC, Marcus Lima, explicou que o Código de Trânsito Brasileiro já estabelece a obrigatoriedade da realização das inspeções veiculares, bem como indica quais órgãos são competentes para a realização da inspeção de itens de segurança e de verificação da emissão de gases poluentes e de ruídos, sendo eles o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), respectivamente.

No entanto, mesmo diante da obrigatoriedade amparada pelo ordenamento jurídico pátrio, a ITV não vem sendo realizada em decorrência da suspensão, por prazo indeterminado, da Resolução Contran nº 716/2017, que estabelece a forma e as condições de implantação e operação do Programa de Inspeção Técnica Veicular. Tudo indica que a suspensão das inspeções se deu por questões internas dos órgãos responsáveis, aliadas à impossibilidade técnica dos Estados (Detrans) no suporte às atividades necessárias ao cumprimento do Programa.

Segundo Marcus Lima, a CBCPave apresentou alternativas para a solução do entrave, tais como “a instituição de taxas no âmbito dos Estados para custear as inspeções e a atuação no Poder Executivo para viabilizar a realização das inspeções”.

E-commerce

De acordo com Fabio Bentes, economista da CNC, a modalidade de vendas on-line ganhou muita força na última década e foi impulsionada durante a pandemia, chegando a representar 13% da receita bruta total de vendas no comércio de autopeças, em 2020.

Bentes explicou que, embora o e-commerce traga facilidades para comerciantes e clientes, a margem de lucro é menor nesta modalidade de vendas. “Muitas empresas adotaram o modelo híbrido para tentar driblar a crise, e deu certo. A lucratividade, no entanto, é menor, pois o e-commerce facilita a concorrência desleal e aumenta o número de concorrentes”, afirma.

Segundo o economista, há dificuldade de conter irregularidades na modalidade. “Atualmente, a fiscalização não consegue acompanhar o ritmo de crescimento das vendas virtuais. O e-commerce, aliado à informalidade, traz muitos prejuízos, inclusive ao segmento do comércio de autopeças”, diz.

Bentes afirmou que para cada aumento de um ponto percentual no índice de informalidade, que já passou de 40% no Brasil, o prejuízo é estimado em R$ 1,2 bilhão na lucratividade do comércio. “A informalidade prejudica muito o varejo tradicional, favorecendo o comércio de mercadorias ilícitas e gerando custos ao combate a essas atividades. Essa é uma atividade que prejudica muito mais o varejo do que o e-commerce”, finaliza.

Fonte: CNC

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CADERNO BALCONISTA AUTOMOTIVO

Contribuindo para o aprimoramento do profissional do varejo de autopeças

Simone
Cátia
Evelyn
Natally
Silvana Renata

ELAS NA LINHA DE FRENTE

TEXTO: KARIN FUCHS | FOTO(S): DIVULGAÇÃO

Mulheres que aprenderam a lidar com um setor ainda prioritariamente masculino, conquistaram o seu espaço e posições no varejo de autopeças

No mês das mulheres, a homenagem do Caderno Balconista é para quem faz a diferença nas autopeças. De Norte a Sul do País, são tantas histórias para contar de quem venceu em um setor prioritariamente masculino, chegando até a cargos de coordenadoras e de gerentes comerciais. Nessa matéria, seis delas compartilham as suas histórias, vivências, desafios e conquistas.

Na Tropical Peças, em Cuiabá (MT), a mineira Simone Montiel começou a sua carreira em 1987, um mês depois que foi morar na cidade. Ela imaginava que seria uma profissional da área de saúde, psicóloga ou fisioterapeuta. A psicologia ela acabou usando na prática. “Todo vendedor é também um psicólogo, principalmente no atendimento ao consumidor final para descobrir a necessidade dele e ser uma boa ouvinte”.

Inicialmente como caixa, Simone passou por outras áreas na empresa e desde 1990 é vendedora. “Na época, o proprietário da empresa viu algo em mim e me deu essa oportunidade. Foi difícil no começo, eu chorava, não queria, não entendia de peças. Passei por muitas ofensas, muitos elogios e por cantadas malcriadas, mas eu soube administrar tudo isso. Tanto que estou aqui até hoje e sou

muito grata ao Roberto (diretor), que me apoiou e acreditou em mim, e outros também me ajudaram”.

Daquela época, ela deve ter sido pioneira em vendas no balcão na linha pesada. “Não sei se alguma distribuidora tinha vendedora, mas é um ramo bem masculino, e eu não deixava de ser uma novidade. No começo tinha muito preconceito de não quererem comprar comigo, o que mudou, pois a mulher está entrando nesse mercado, mas ainda são poucas vendedoras de peças de caminhões no varejo”.

O que em sua opinião deveriam ter mais. “Tem clientes que só querem comprar comigo, acho que pelo fato de a mulher ser mais detalhista, mais caprichosa e até na hora de passar o orçamento. E sem desmerecer, pois há muitos homens que são organizados”. Ilustrando como o mundo mudou, Simone conta que ela é do tempo em que não existia o catálogo eletrônico. “Eram microfichas, o que é o mais complicado do mundo”.

Também de 1990 aos dias hoje, quantos caminhões novos foram lançados? “Eu tive que me preparar muito, em todos os sentidos: conhecer o mercado, os produtos, marcas e fornecedores. Tem que acompanhar tudo isso, senão você para no tempo. Tem que saber o que tem hoje para poder

vender um produto”.

E se no início Simone levava para casa as suas inseguranças, “meu marido dizia que eu ficava falando de peças e que eu ficava preocupada. De fato, eu não sabia administrar muito bem isso. Com o passar do tempo, a gente administra bem”. Hoje segura na sua carreira, ela também é mãe de três filhos.

Autopeças por acaso

Sem nunca ter trabalhado com carteira assinada e muito menos em autopeças, em uma conversa com o seu vizinho, Cátia Souza Nogueira, coordenadora da Jocar, em São Paulo (SP), ouviu falarem muito bem da Jocar, que já tinha trabalhado lá, que era uma empresa muito séria e que ele admirava muito. “Eu pensei que se fosse para eu trabalhar, que seria em uma empresa assim, quem tem benefícios, paga direitinho e respeita os funcionários”.

Por coincidência, cerca de cinco anos depois, ao passar próxima a uma das unidades da Jocar, ela viu uma placa de precisando de balconista. “Eu lembrei que era a empresa que o rapaz tinha me dito, eu tinha saído de um trabalho e decidi tentar. Naquele tempo (2012) não tinha vendedoras em autopeças. Eu queria ser desafiada, e para quem não conhecia nada de

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carro, só volante e pneus, foi realmente um desafio”.

Ela aprendeu tudo na Jocar. “Quando me contrataram, eu achei linda a atitude do gerente, pois eu não tinha nenhuma experiência. Ensinaram-me desde o começo, me lapidaram e descobriram um talento em mim. Acredito que o que me destacou foi a educação, a simpatia e por querer mudar a visão (masculina) de autopeças. Vi que eles estavam com esse intuito de começar a contratar mulheres, pelo fato de não ter tanta procura por parte delas nesse ramo”.

O início não foi fácil. “Quando eu comecei a me destacar como vendedora e os clientes queriam ser atendidos por mim, pela educação, por eu ser mulher e dar mais atenção, eu senti um certo machismo, preconceito, por me destacar no ramo dos vendedores”. E ela foi recompensada. Chegou a sair da empresa, voltou em 2015 e um ano depois foi promovida ao cargo de coordenadora.

“O que para mim é um orgulho, sinto-me honrada, pois comecei do nada. O fato de eu ter mudado de cargo também teve certa resistência, uma mulher mandando em homens, demorou um pouco para eu conseguir ganhar o meu espaço em relação aos funcionários. Quantos aos donos, eu fui muito bem recebida”. E com o mesmo carisma, ela continua atendendo os clientes.

“O que mudou com o meu cargo foi a autonomia, sinto-me mais forte, mais autêntica e saber que eu tive essa oportunidade me dá força para continuar e mudar essa visão de que autopeças é só para homens”. E ela diz que está aumentando a presença feminina, com mais vendedoras no ramo. “Até por causa da pandemia, acho que as mulheres estão querendo se desafiar, trabalhar em um ramo que talvez não trabalharam. De uns tempos para cá, também têm vindo mais mulheres na loja e tento mostrar que eu também estou aqui, sou mulher, para elas se sentirem à vontade conosco”.

Casada e mãe de três filhos, Cátia separa bem a vida pessoal da profissional. “Quando nós fazemos o que gostamos, nós fazemos com prazer. Quando eu chego na Jocar, eu me desligo totalmente da minha vida pessoal. Eu gosto de cantar, sorrir, brincar e interagir com os meus clientes. E junto aos vendedores, eu procuro mostrar uma coisa mais leve, que é uma característica minha. E mesmo com a pandemia conseguimos transmitir essa alegria para os clientes”.

Aprendizado constante

Em Curitiba (PR), Evelyn de Souza Santos, vendedora na Fasa Autopeças, começou na loja em 2012, após sair de um estágio no setor da indústria. “Entrei no comércio pela ambição (oportunidade de melhores salários). Para a mulher o mais difícil é o tabu que ela não entende de peças, por ser um ambiente mais masculino, e aprender sobre coisas que não fazem muito parte de um universo feminino e ser reconhecida nesse ambiente”.

Em sua opinião, a presença das mulheres em autopeças não tem aumentado muito. “Acho que a mulher ainda tem um certo receio por achar que nunca vai entender sobre os componentes que fazem parte do veículo”. Sobre os desafios da profissão, ela destaca a variedade. “Acredito que seja a grande oferta de peças, porém no cenário atual (pandemia), a oferta diminui devido à matéria-prima escassa e as intervenções logísticas e cambiais”.

Reflexo disso, comenta ela, “devido à falta de peças, acredito que temos que tentar negociar prazos de entrega diferenciados, oferecendo o melhor atendimento possível. Está difícil para todo mundo, mas temos que tentar nos manter otimistas”. O segredo é gostar do que faz. “Gosto do que faço e sempre tento fazer da melhor forma possível, para que possa deixar meus compromissos profissionais no trabalho apenas no ambiente de trabalho e a minha vida pessoal da porta para fora da empresa”.

Vocação

Consultora técnica na Lucena Autopeças, em Recife (PE), Natally Grace Pereira de Lima Oliveira Barros, conta que há dez anos ela decidiu trabalhar em uma concessionária Peugeot, por se sentir à vontade com assuntos de mecânica. “Por gostar de carros, o meu maior desejo foi o de quebrar paradigmas de que mulher não entende de peças/mecânica”. Há cinco anos, ela está na Lucena.

Ao longo desses dez anos, ela avalia que o espaço vem aumentando para as mulheres. “Inclusive, em cargos de liderança e tende a continuar crescendo. Empresas com lideranças femininas podem aumentar o desempenho financeiro, com mais diversidades, gerando mais receitas, a partir de inovações”. Porém, o maior desafio é provar a capacidade.

“O maior desafio, infelizmente, ainda é ter que provar que somos mulheres entendedoras e capacitadas para estar ocupando o lugar que na maioria das visões sempre foram lugares ocupados por homens. Quebrar esse contexto ainda é grandemente presente em nossa profissão”.

Em especial no setor de autopeças, Natally diz que a presença feminina vem tendo um grande aumento. “Seja trabalhando e atraindo um grande público feminino para oficinas mecânicas, autopeças e concessionárias, como também comprando. O público feminino tem se sentido mais à vontade com um atendimento feminino e o público masculino tem se rendido ao tratamento delicado, com eficiência nas informações e paciência em todas as dúvidas explicadas. Um verdadeiro diferencial!”.

Para ela, o sucesso profissional é interligado ao pessoal. “Não misturo os dois lados, mas procuro positividade e soluções para que os dois consigam andar para frente. Ambos separados em suas necessidades de ações, porém ligados numa intensidade positiva emocional única, em busca de um crescimento múltiplo contínuo e natural”.

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Pela paridade de gêneros

Silvana da Solidade Almondes, compradora na Braskape e Kohara, em São Paulo (SP), começou no setor em 1996, por curiosidade. “Eu trabalhava com moda de luxo e queria mudar. Uma amiga me indicou para ser telemarketing na RPR MOTOSHOP (meu segundo emprego), que hoje faz parte do grupo Comolatti. Permaneci lá por 14 anos, passando por todos os setores da empresa até chegar ao de compras. Eu tive um grande mestre a quem devo muito, o Sr. Wilson R. Molina, que me ensinou quase tudo que sei hoje”.

De lá para cá, muita coisa mudou. “A forma de trabalhar e como as mulheres hoje são vistas. E o mais importante, respeitadas no mercado. No início (televendas) os próprios clientes agiam com desconfiança, pediam para falar com vendedores homens, faziam brincadeiras e piadinhas que hoje seriam encaradas de outra forma, tive muitas vezes que me impor e provar a minha capacidade, sofri muito preconceito no início”.

Em sua opinião, o maior desafio é qualificar mais mulheres para o setor automotivo e em toda cadeia de produção. “Ainda existe preconceito e competitividade entre os gêneros, principalmente na questão de salários. Nós ganhamos menos que o sexo oposto. Continuamos a ter que provar que somos capazes”. O lado bom é que tem mulheres em todos os setores, inclusive mecânicas que colocam a mão na massa.

“O fato de ter mais mulheres nas lojas e oficinas dá um certo conforto às outras mulheres que frequentam o ambiente. Hoje temos muitas clientes mulheres seja em oficina ou consumidora final. Elas pesquisam na internet e vêm com as fotos das peças, isso é ótimo”, conclui.

Mais presença feminina

Há quase 21 anos, Renata de Oliveira Grasson trabalha na Auto Peças Rey Maco Cham, em Bragança Paulista (SP). Hoje ela ocupa o cargo de gerente Comercial. “Quando eu entrei no ramo de autopeças, não foi uma opção minha, mais porque eu era muito jovem e queria fazer algo para eu ter as minhas coisas, sem ter que ficar pedindo para os meus pais. Como o meu pai era muito amigo do proprietário da empresa,

ele conseguiu que eu entrasse nessa autopeças que estou há quase 21 anos e tenho um prazer imenso por isso”.

Para chegar onde está, Renata passou por muitas etapas dentro da empresa. “Umas coisas eu posso dizer: não foi nem um pouco fácil. Hoje, eu lidero uma equipe com 22 pessoas, sou respeitada e admirada pelos meus colegas de trabalho”. E os desafios são vários. “Dentre os mais relevantes, é sempre ser firme e coerente nas minhas decisões, sempre buscando o melhor para a minha equipe”.

Ela também comenta que a presença das mulheres no ramo de autopeças teve um aumento significativo, “tanto como clientes que vêm até a loja, como as que trabalham com peças”, e que conciliar a vida pessoal com a profissional já faz parte. “Faz tanto tempo que trabalho nesse ramo que consigo muito bem conciliálas. Sempre me organizo para que tudo saia conforme o planejado, não gosto de tomar decisões em cima da hora, por isso, costumo planejar o meu dia sempre antes de ir para o trabalho”.

Enquanto alguns segmentos foram marcados por uma grande desaceleração nos últimos meses, outros mercados ganharam destaque em meio ao cenário de pandemia. Em paralelo a alguns profissionais que precisaram desacelerar e se organizar para enfrentar o momento, outros aproveitaram a oportunidade para mudar de carreira, ou o fizeram pela necessidade.

Dentre as profissões que ganharam mais ainda holofotes recentemente, estão os cargos de telemarketing, marketing digital e carreiras voltadas para o e-commerce. Assistentes administrativos se tornaram operadores de telemarketing, caixas se tornaram operadores de depósitos e ambulantes se tornaram comerciantes. Só na área do telemarketing, as contratações cresceram 67% no ano passado, segundo relatório de Empregos em Alta do LinkedIn.

E nada disso foi por acaso, uma vez que com o isolamento social, todo o contato realizado com marcas e empresas começou a ser via esse tipo de atendimento. E o mesmo caminho serve para o e-commerce. Desde o início da pandemia no país, uma loja virtual por minuto foi aberta, isso significa um mercado gigante em potencial, com oportunidades que englobam desde atividades administrativas até logística. Aliás, vale salientar que dentro do próprio e-commerce temos as áreas de vendas e telemarketing.

As novas modalidades de compra fizeram com que a profissão de vendas tivesse uma ascensão interessante nos últimos meses. Na verdade, comprar online não é exatamente uma modalidade nova, mas muitas pessoas adotaram pela primeira vez na pandemia. Sendo assim, saber captar o cliente por meio de uma boa venda passou a ser mais importante do que nunca.

O fato é que apesar de não parecer, essas profissões estão mais do que nunca interligadas. Ainda que o destino de 2021 seja incerto, com o início da vacinação e flexibilização dos comércios, as pessoas continuarão precisando de um bom vendedor para auxiliá-las, uma boa experiência de compra nos e-commerces e também um telemarketing efetivo para um contato assertivo com as empresas.

*É gerente comercial do InfoJobs, atua há anos diretamente com serviços e produtos de tecnologia voltados para recursos humanos e em estruturas comerciais de empresas de internet com expertise na comercialização de soluções de otimização em processos de recrutamento e seleção. Adilson Souza possui formação técnica em processamento de dados e graduação em administração de empresas

A GOTA D’ÁGUA

“A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las.”

Aristóteles

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Um atendimento no balcão de uma farmácia foi a gota d’agua, o motivo que me levou a escrever sobre esse tema em nossa coluna mensal no “Caderno Balconista Automotivo”.

Essa situação de conflito me relembrou a seguinte frase: “Vejo no conflito uma oportunidade para o crescimento.” Ouvi essa frase há um tempo quando presenciei balconista e cliente, ambos com os “nervos a flor da pele”, transformarem um processo de compra e venda em um conflito que talvez pudesse ter sido evitado, tivessem os envolvidos usado da empatia e da tolerância.

Embora o conflito possa ser algo desagradável, é oportuno fazer uma reflexão sobre o assunto.

Os balconistas e nós, enquanto clientes, precisamos ter o discernimento para entender o momento atual e perceber até que ponto o “balde” está cheio e prestes a transbordar com uma única gota d’agua.

dessa vez ocorreu sem problemas e ambos terminaram satisfeitos.

A verdade é que precisamos buscar formas para desestressar em prol de uma vida mais tranquila. A correria no trabalho, a pressão por resultados, os problemas particulares, etc., tudo isso acaba por implicar em problemas à saúde física e mental.

Ultimamente, temos ouvido diversos relatos de problemas relacionados à saúde mental das pessoas, principalmente os idosos, por conta do isolamento social, da perda de autonomia para resolver os assuntos do dia a dia e das notícias negativas enfatizadas pela mídia, principalmente em relação aos números da pandemia. Por conta disso, consultórios de psicologia e psiquiatria aumentaram a demanda por atendimentos, bem como as farmácias que precisaram reforçar o estoque de medicamentos relacionados à saúde da mente.

A expressão gota d'água, conforme pesquisa no google, é usada para se referir ao último excesso a ser tolerado, o esgotamento da paciência de alguém em suportar uma situação ruim. Ou seja, a última gota a cair em um balde e fazê-lo transbordar é uma metáfora ao último evento a fazer você perder a cabeça.

Cabe às empresas uma atenção constante quanto à qualidade do atendimento e investir em treinamento para a equipe de vendas, afinal, balconista treinado e preparado pode evitar situações que possam desencadear em conflito, utilizandose da empatia, da boa comunicação e habilidade em lidar com clientes dos mais diversos perfis.

Imagine a seguinte situação:

• Um motorista de caminhão viu seus rendimentos caírem bastante após o início da pandemia, por conta das restrições impostas pelos governos.

• Um balconista teve seu contrato suspenso por 60 dias. Sem a comissão sobre as vendas, seu principal ganho, as contas começaram vencer e não puderam ser honradas nas datas dos vencimentos.

Antes da primeira viagem após o período de quarentena, o motorista precisa adquirir itens para realizar a manutenção do caminhão.

Entediado em casa e ansioso por retornar ao trabalho, o balconista não vê a hora de se reencontrar com o balcão, clientes e colegas de trabalho, vender bastante e pôr as contas em ordem.

É muito importante para o balconista e/ou qualquer outro profissional, principalmente que lida com atendimento ao público, a preparação espiritual antes de começar o expediente, a concentração e o preparo para enfrentar o dia.

Um pouco de estresse é normal, principalmente após um dia de trabalho, porém, é preciso ficar atento e perceber quando esse estresse ultrapassa os limites da tolerância, afinal, como diz, um ditado popular, “tudo demais é sobra”.

Precisamos buscar ter uma vida mais tranquila, com menos estresse, seja praticando uma atividade física; uma boa noite de sono; um tempo para conversar com a família e amigos sem a presença do telefone celular; um tempo para meditação e relaxamento, sorrir mais, não levar as coisas tão a sério; não dar ouvidos a fofocas; não reclamar de tudo e de todos, enfim, eu, por exemplo, costumo idealizar os artigos mensais para o jornal Balcão Automotivo sentado à beira da praia, vendo e ouvindo o vai e vem do mar e o pôr do sol, afinal, contemplar a natureza em uma cidade como Salvador é tudo de bom.

Cada pessoa, portanto, deve identificar algo que lhe proporcione prazer e bemestar, com a finalidade de limpar o HD, esvaziar um pouco a mente das preocupações e problemas do cotidiano.

Em dado momento, motorista e balconista, cada um com seus problemas, se encontram em um atendimento no balcão da loja de autopeças e o que acontece? Conflito!

Balcão cheio de clientes, o balconista apressado para atender o maior número de clientes, motorista com pressa, pois precisa agilizar a manutenção do caminhão para a viagem e um turbilhão de emoções a ponto de explodir, dependendo apenas de uma única gota d’água para transbordar o “balde do bom senso”. E, enfim, o conflito aconteceu durante o atendimento.

Ao chegar em casa, o motorista contou à esposa o acontecido e percebeu que houve excesso de ambas as partes. Incomodado, após ter levado o caminhão ao Truck Center para realizar a manutenção, ao detectar que precisava adquirir mais uma peça, retornou à loja de autopeças, se dirigiu ao mesmo balconista e se desculpou pelo que aconteceu anteriormente. Desculpa aceita, processo de compra e venda

A propósito, Dia 22 de março é considerado o Dia Mundial das Águas, conforme resolução criada pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas através da resolução /RES/47/193 de 21 de fevereiro de 1993.

Texto: Valtermário de Souza Rodrigues* Foto(s): Divulgação

Administrativo Sênior da Distribuidora Automotiva S/A – Filial Salvador; Bacharel em Administração de Empresas; MBA em Gestão de Empresas; MBA em Liderança Coaching; Co-autor dos livros “Ser Mais Inovador em RH” – “Motivação em Vendas” e "Planejamento Estratégico para a Vida”

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