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Jornal Balcao Automotivo ed 172

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A IMPORTÂNCIA DE UMA LOGÍSTICA EFICIENTE NA REPOSIÇÃO AUTOMOTIVA

Providos de ferramentas tecnológicas, o atendimento mudou. Muita atenção à linguagem e venda mais consultiva UM NOVO PERFIL

Da ponta, na indústria, passando pela distribuição e varejo, até às oficinas mecânicas e consumidores finais.

Problemas que continuam desde o ano passado, na visão de dois empresários do varejo, de São Paulo e Goiás MÊS DE JANEIRO

ANO NOVO, PROBLEMAS NEM TANTO!

Se por um lado o mês de fevereiro trouxe um alento com o início da vacinação em diversos estados, por outro uma Nova Cepa da doença transita entre nós, e dizem os especialistas que esta é ainda mais grave e letal, o que contribui para aumentar as internações em todo o País. Bem, não vale a discussão aqui do que o Governo Federal deveria ter feito para que chegássemos nesse mês com uma oferta maior de vacinas, mas a verdade é que precisamos redobrar os cuidados em todas as idades.

Como não foge ao seu compromisso, o Balcão Automotivo instituiu no seu já conhecido canal de lives da reposição automotiva a última quinta-feira do mês como sendo de avaliação do mês corrente. Nessa linha, em live realizada em dia 28 de janeiro, Roberto Rocha, da Rocha Auto Peças, de Campinas (SP), e César Naves, da Jaicar Autopeças, apresentaram o cenário deste início de ano, avaliando a questão da falta de peças, que se alastra desde o ano passado, o déficit de mão de obra, inadimplência, crescimento e demanda.

Entre outros fatores, eles falaram sobre o aumento excessivo dos preços. “Antigamente, (o aumento) era de, em média, até 5%, agora tem indústria que está aumentando 10%, 12% e 15%, e está subindo alguns itens específicos que chega a 50%”, disse Naves. O faturamento registrado por Rocha, em janeiro deste ano, foi maior em comparação ao mesmo mês de 2020, porém, como ele diz, de forma ilusória. “Nós tivemos um faturamento crescente, mas na realidade acho que não foi pelo aumento do preço das peças”.

Sobre o mercado, ambos concordaram que o auxílio emergencial fará falta. “O dinheiro girou na mão de todos. Isso ajudou bastante o nosso segmento”, avaliou Naves. “Quem comprava carros a cada 2 ou 3 anos, ainda os encontrava. Hoje, não acha mais automóveis novos e é esse quem faz a manutenção preventiva”, opinou Rocha.

Naves comentou que no início, quando teve lockdown durante 15 dias em Goiânia, as vendas foram perdidas e a inadimplência aumentou. Sobre o tema, Rocha disse: “Realmente, teve que ser feita uma reanálise do crédito para se ter certeza de que não haveria problemas futuros. Agora, não estamos tendo uma inadimplência grande”.

Dificuldade em encontrar mão de obra também foi apontada pelos dois executivos. No caso da Jaicar, a saída foi treinar jovens sem conhecimento de peças, mas com perfil de vendedor. Rocha contou que eles estão em processo seletivo de contratação, o que está sendo difícil. “Nós estamos esquentando a cabeça para conseguir funcionários”. Aliás, nesta edição, trazemos uma matéria da assessoria de comunicação do Sincopeças-SP que fala da criação de uma norma ABNT para a classe.

Até mês que vem!

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TECNOLOGIAS A FAVOR DO VAREJO

DE AUTOPEÇAS

“Cada vez mais, o balconista de autopeças será mais vendedor e menos conhecedor técnico”, afirma Renato Lass, da Linx

Diretor de desenvolvimento de negócios do segmento automotivo da Linx, Renato Lass, dá uma série de dicas sobre um pós-venda eficiente, as ferramentas que podem ser utilizadas para reter e fidelizar clientes, pontos de atenção para quem atua com o comércio eletrônico e as soluções da Linx.

“O primeiro passo para qualquer estratégia de pós-venda é conhecer o seu cliente e ter uma carteira de clientes com dados atualizados para ter altos índices de recompra e de fidelidade. Trabalhe com um sistema de gestão que lhe facilite a atualização de dados e defina ações a partir deles. Não adianta ter dados e não ter a capacidade de poder gerar ações automatizadas, para que você possa impactar os seus clientes com o produto certo, na hora certa”.

Lass sugere ter um banco de dados baseado na quilometragem do veículo do cliente e com a média que ele roda. “Dessa forma, você consegue fazer uma abordagem preventiva, identificando quais são as peças de desgaste. Se a informação chegar ao cliente no momento correto, ele te agradecerá por isso e se sentirá especial, pois muitas vezes ele se esquece que precisa fazer a revisão”. E com base nos dados, é possível fazer uma campanha para os seus clientes que tenham veículos com quilometragens similares.

Tecnologia no pós-venda – Nas palavras de Lass, a maior parte dos varejistas atua muito focada

no balcão e no televendas, enquanto há outros canais a serem explorados, a exemplo do market place. “Existem soluções tecnológicas que permitem vender as mesmas peças que você tem no seu estoque, disponibilizá-las no online e você atinge clientes que nunca antes atingiria, pois a exposição é completamente diferente”.

No caso do WhatsApp, que já está difundido no varejo de autopeças, Lass alerta para a estrutura. “Se você não treinou o seu time para poder responder de forma assertiva as mensagens pelo WhatsApp, isso, sem dúvida, pode ser mais um problema do que uma solução. É importante se organizar tecnologicamente para atender novos canais, tanto para a parte de novos clientes como também para dar mais conveniência para quem já te conhece. Defina os padrões de atendimento pelos diferentes canais, um script de atendimento para ser assertivo e fazer as perguntas corretas”.

Mais vendedor – O grande desafio dos vendedores de autopeças é conhecer a diversidade dos fabricantes de peças e de automóveis. “Não dá mais para ter tudo isso de cabeça. Um catálogo digital de peças é super importante para ajudar a guiar o seu cliente, para conseguir indicar a peça correta e não ter devolução. O balconista de autopeças será mais vendedor e menos conhecedor técnico. Claro que isso continua sendo muito importante, mas é humanamente impossível decorar toda a gama de peças”.

SOLUÇÕES DA LINX

- LINX AUTOSHOP: Plataforma de gestão para centros automotivos e lojas de autopeças, contemplada por um sistema de gestão, que fará a gestão do seu backoffice, o que inclui toda a parte de gestão financeira, de estoque e compras, e também a operacional, de vendas e serviços com agendamento, caso eles sejam oferecidos no seu estabelecimento.

• INTEGRAÇÃO COM MARKET PLACE COM PLATAFORMAS DE E-COMMERCE: A Linx oferece uma plataforma proprietária para que se possa vender online.

• E SOLUÇÕES DE CHAT BOT E ASSISTENTE VIRTUAL, o que

Renato Lass, diretor de Desenvolvimento de Negócios do Segmento Automotivo da Linx

Comércio eletrônico – Para a venda online ser bem resolvida, o primeiro ponto, diz Lass, é ter um catálogo eletrônico, anunciá-lo para o consumidor e, principalmente, garantir que a compra está certa. “As ferramentas de market place permitem a interação do vendedor com o consumidor final e vemos muitas lojas que abriram site com sua marca colocando tecnologias, como por exemplo, chat bot, uma venda assistida para que se possa interagir com o vendedor e esclarecer todas as dúvidas antes da compra. Acreditamos muito na venda assistida, principalmente quando falamos do consumidor final”.

automatiza o atendimento. “Oferecemos uma solução completa que faz com que a autopeças ou o centro automotivo possa contar com a gente para resolver todos os problemas de tecnologia que ele tenha dentro do seu estabelecimento”.

• APLICATIVO DO CONSUMIDOR: Lass cita um case de sucesso, do aplicativo ao consumidor, utilizado pela Metro Norte Chevrolet, de Santa Catarina. “Antes da pandemia, eles lançaram o aplicativo que permite ao cliente cotar serviços e agendá-los, com o mecânico que sempre o atende na concessionária. E também para tirar dúvidas, acompanhar em tempo real o serviço, comprar peça e até mesmo comprar um carro novo”.

E-commerce cresce em meio à pandemia e DPK mantém visão de futuro

A DPK, empresa do grupo DPaschoal e uma das maiores distribuidoras de autopeças, pneus e acessórios do Brasil, se preparava para a transformação digital muito antes de a pandemia assolar o País. Há 20 anos, a companhia oferece ao mercado B2B um catálogo on-line com mais de 231 mil itens através da sua plataforma exclusiva: KDaPeça. “O KDaPeça, além de simples e intuitivo, busca atender à necessidade da busca pela peça certa. Nele, o usuário encontra itens através de apelidos, códigos de fábrica, códigos internos e até por filtros de veículos e peças disponibilizados”, explica Armando Diniz, diretor de Negócios da DPK.

TAKAO LANÇA BRONZINAS

PARA MOTOR 1.4 TURBO DA VOLKSWAGEN E DA AUDI

Marca 100% brasileira, com uma década de atuação no mercado nacional, a Takao acaba de anunciar que está lançando novas peças para 14 marcas e 50 modelos diferentes de veículos. A lista inclui bronzinas de mancal, bombas d´água, bombas de óleo, cabeçotes, comandos de válvulas, kits de corrente, pistões, parafusos de cabeçote e válvulas. Os novos componentes somam-se a um portfólio de mais de 20 mil itens e 1.300 motores diferentes. Uma das empresas mais lembradas pelos reparadores de acordo com o Ibope, em recente pesquisa, a Takao, é a única marca do mercado que atende a todos os componentes internos do motor.

IQA supera metas em 2020 e projeta crescimento em projetos de Transformação

O Instituto da Qualidade Automotiva encerrou 2020 com saldo positivo, apesar dos desafios impostos pela pandemia do novo coronavírus, e projeta para este ano ampliação dos projetos em Transformação Digital, desenvolvimento de novos postos avançados regionais, novas certificações de profissionais, entre outras atividades. “Os desafios do ano atípico que foi 2020 obrigou o IQA a se reinventar, assim como grande parte do mercado, e os resultados finais surpreenderam bastante”, afirma Cláudio Moyses, diretor executivo do IQA. A empresa diz que conseguiu desenvolver muito do previsto em todas as áreas e ampliou treinamentos.

TUPER registra um de seus maiores feitos: completar 50 anos

Com 1.800 funcionários e faturamento de R$ 1,3 bilhão em 2020, a Tuper chega a meio século. Para tornar o ano do cinquentenário ainda mais memorável, a programação prevê uma série de celebrações, incluindo a remodelação da marca e o lançamento de um livro contando sua história. A fundação da empresa foi uma iniciativa arrojada de um grupo de empreendedores que desejavam criar uma nova alternativa econômica para a cidade, até então muito dependente da indústria de móveis. Hoje, consolidada como uma das maiores processadoras de aço do Brasil, a Tuper também tem um amplo portfólio de escapamentos automotivos.

COFAP lança amortecedores Super Rally para uso Off-Road

Uma das líderes no mercado brasileiro de amortecedores e comprometida em disponibilizar ao motorista brasileiro um vasto catálogo de autopeças, a Marelli Cofap Aftermarket apresenta uma nova família de amortecedores: Super Rally Cofap. Destinada para uso fora de estrada, a linha conta, inicialmente, com 10 códigos para picapes Chevrolet, Ford e para o jipe Troller. Os amortecedores Super Rally Cofap possuem como principais diferenciais cargas mais elevadas em relação às peças convencionais e guarda-pó expansível produzido com borracha termoplástica.

MOTUL faz doação de oxigênio para a população de Manaus

A situação crítica diante da falta de insumos hospitalares e oxigênio para socorrer as vítimas do novo coronavírus em Manaus (AM) acendeu o alarme de diversas instituições no Brasil. Para amenizar o problema, que atinge milhares de pessoas na maior cidade da região Norte do País, a Motul fez uma doação de R$35 mil para a Cruz Vermelha Brasileira, entidade na linha de frente no combate à Covid no País. O montante doado será revertido em recargas de cilindros de oxigênio usados pelos moradores de áreas periféricas da capital amazonense, que estão em tratamento em suas casas, por conta da falta de leitos hospitalares na região.

SCHAEFFLER inicia a produção em série de motores elétricos

A Schaeffler colhe agora os frutos de sua decisão de criar uma divisão comercial específica para a mobilidade elétrica três anos atrás, no início de 2018. O início da produção em massa de múltiplos produtos em todos os níveis de eletrificação ratificam o sucesso da Schaeffler no campo da mobilidade elétrica e de seu status como parceiro tecnológico na evolução da forma como o mundo se move. "Nos transformamos em um fornecedor de sistemas de powertrain para soluções de mobilidade elétrica sustentável e estabelecemos como um parceiro confiável para nossos clientes", diz Matthias Zink, CEO Automotive Technologies da Schaeffler AG.

TRAMONTINA PRO oferece solução completa para a manutenção de carros híbridos e elétricos

A Tramontina PRO oferece uma linha completa de ferramentas isoladas, seguindo as exigências da norma internacional IEC 60900 e aos requisitos da NR10, oferecendo total segurança no trabalho em automóveis sustentáveis. Isso porque as tensões elétricas dos veículos híbridos e elétricos podem chegar a 600-650 volts em corrente alternada e/ou corrente contínua. Já as ferramentas Tramontina PRO são indicadas para atividades em até 1.000 volts em corrente alternada e 1.500 volts em corrente contínua. Outro grande diferencial são as maletas e kits que podem ser personalizados com as ferramentas mais apropriadas para cada oficina.

TECFIL reforça liderança de mercado em 2020 com o lançamento de 246

novos filtros

A Tecfil iniciou o ano de 2021 ampliando o seu catálogo em cerca de 20% e fortaleceu sua liderança no mercado de filtros automotivos. Para atender as demandas da reposição automotiva e de exportação, a companhia se apoiou em sua estrutura diferenciada no setor de filtros automotivos, que conjuga uma forte base de produção local com um sistema industrial avançado e ancorado na indústria 4.0. "A Tecfil tem uma produção nacionalizada que é um dos nossos grandes diferenciais competitivos, e que se tornou fundamental para apoiar a expansão do portfólio", conta Plinio Fazol, gerente de Marketing e Novos Produtos da Tecfil.

Pastilhas de freio: cautela

potencializa resultados mesmo após a troca do item

Segundo o coordenador de Assistência Técnica da TMD Friction do Brasil, Raulincom Borges da Silva, existe um tempo necessário até que as pastilhas se assentem no disco de freio e possam funcionar com todo o seu potencial. “É comum sentir uma perda de eficiência da frenagem logo após a troca das pastilhas. Para não comprometer o sistema de frenagem do veículo, é muito importante que o motorista utilize os freios com atenção, mantendo-se mais distante de outros veículos, por um período que compreenda a rodagem entre 200 e 500 km após a substituição”, explica.

Em ano atípico, DUNLOP supera marca de 30 milhões de pneus produzidos no Brasil

Apesar do forte impacto econômico e social causado pela pandemia do novo coronavírus, algumas empresas conseguiram manter o ritmo de produção e alcançaram bons resultados em 2020. A Sumitomo Rubber do Brasil, detentora das marcas Dunlop, Falken e Sumitomo, por exemplo, produziu mais de 5 milhões de pneus para veículos leves, caminhões e ônibus em 2020, ultrapassando 30 milhões de pneus produzidos na fábrica de Fazenda Rio Grande, no Paraná, desde o início das operações em 2013. Os números são frutos do planejamento para todo o ano e comprovam a solidez da Sumitomo Rubber do Brasil no mercado nacional.

Aplic Resolit apresenta Comando de Válvulas para Logan, Sandero e Clio, da Renault

A Aplic Resolit começa 2021 com lançamento de produtos. Desta vez, destaque para o Comando de Válvulas Renault para Logan 1.0, Sandero 1.0, Clio 1.0, com as devidas aplicações: Logan 1.0 16V 2013 a 2016/Sandero 1.0 16V 2013 a 2016/Clio 1.0-16V D4D 754 FLEX/Clio 16V 2013 a 2016. Com mais esse produto, a empresa segue firme no seu compromisso de levar novidades e soluções para o dia a dia de mecânicos e balconistas de autopeças, com a mesma dedicação, qualidade e inovação de quem fabrica peças para a linha motor desde 1963.

Código: 829

Nº original: 130200555R

BorgWarner fornecerá caixas de transferência para SUV e Picape da Nissan

A BorgWarner fechou um contrato para fornecimento de suas resistentes caixas de transferência do tipo part-time para a montadora japonesa Nissan, para a produção de sua picape Navara e modelos SUV Paladin. Este negócio marca a primeira vez que a BorgWarner fornece caixas de transferência para a Nissan, estendendo significativamente seu relacionamento existente com a fabricante. A caixa de transferência shift-on-the-fly de duas velocidades da empresa apresenta controles selecionáveis pelo motorista com motor elétrico para mudanças rápidas, suaves e precisas entre os diferentes modos de direção.

SKF oferece Coifa Unika de Direção, que une praticidade, agilidade e segurança

Ampliando seu já extenso portfólio de produtos, a SKF apresenta ao mercado a coifa Unika de Direção SKF Cód. VKJP 02000 A (Mecânica) e Cód. VKJP 02001 A (Hidráulica), que entre outros fatores proporciona economia de tempo ao garantir mais facilidade e rapidez na instalação. Para se ter uma ideia, o Kit é universal, sendo compatível com diversos modelos de veículos nacionais e importados (passeio, comerciais leves e utilitários). A empresa ainda disponibiliza: um vídeo de aplicação da Coifa Unika de Direção no seu canal do YouTube e sua equipe de vendas para informações acerca do produto.

BOOST

traz para o Brasil o Novo RTV Silicone Black

A importadora DRL Trade traz para o Brasil o Boost RTV Silicone Black, um formador de juntas de alta temperatura resistente a óleos, água aditivada com glicóis, graxas e fluidos em geral. O novo Boost RTV Silicone Black possui alta flexibilidade e resistência à temperatura, mantendo-se estável em trabalhos até 315oC, com picos de até 343oC e resistente também à água, óleo e anticongelantes. Ele seca e sela como uma junta, curando totalmente entre 18 e 24h após sua aplicação. Possui baixo odor e não é corrosivo. Suas principais aplicações são em tampas de distribuição e de válvulas, caixas de câmbio, termostatos, cilindros, tampas de cárter, etc.

NAKATA LANÇA MAIS TRÊS EPISÓDIOS DA SÉRIE DE PODCASTS

FERAS DA VENDA NO SPOTIFY

A Nakata, fabricante de componentes para o sistema de suspensão no mercado de reposição, continua ampliando sua atuação em canais digitais com o objetivo de levar cada vez mais informações aos profissionais da área de vendas de autopeças. Lançou mais três episódios da série de podcasts Feras da Venda no Spotify, que abordam o atendimento do pós-venda, a importância de ter conhecimento técnico dos produtos e os benefícios de usar ferramentais digitais, entre elas o WhatsApp, para agilizar o atendimento, esclarecer dúvidas dos clientes e divulgar informações e promoções.

Acesse os canais digitais Nakata: Podcast Feras da Venda Nakata: https://open.spotify.com/show/4cac3LnkNd58lm5nudTXlt

YouTube Componentes Nakata: https://www.youtube.com/user/ComponentesNakata Instagram Feras da Venda: https://www.instagram.com/ferasdavendanakata/ Blog Nakata: https://blog.nakata.com.br/category/para-o-vendedor/

Coifa Unika de Direção

WEBMOTORS Autoinsights revela

os carros mais procurados pelos

brasileiros em 2020

Levantamento do Webmotors Autoinsights, hub de notícias, dados e informações sobre o mercado automotivo, mostra as preferências dos consumidores na jornada online para compra de veículos em 2020. Ao longo do ano, o Honda Civic conquistou a liderança entre as mais de 224 milhões de visitas realizadas na plataforma Webmotors. O Honda Civic também foi o mais procurado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste; já no Nordeste, o Toyota Corolla foi o modelo com mais visitas; e, no Norte, foi a picape Toyota Hilux, com destaque para o aumento de 35% em audiência na visão Brasil em comparação com 2019.

Automobilismo virtual cresce atraindo pilotos profissionais e investimentos de grandes marcas

O ano de 2020 foi bastante complicado para o esporte em geral. Mas, assim como aconteceu com diversos setores da economia, alguns nichos cresceram em ritmo intenso e avançam para 2021 com projeção ainda mais positiva. É o caso do Automobilismo Virtual (AV), que todos os dias atrai novos pilotos, entre iniciantes e profissionais, e marcas interessadas em ser pioneiras no apoio aos eSports. A Maxon Oil, gigante do mercado nacional de lubrificantes e patrocinadora das pistas reais em diversas categorias, acaba de anunciar o patrocínio à Kings of Asphalt (Koa), equipe de ponta do automobilismo virtual brasileiro.

BRIDGESTONE É RECONHECIDA PELA EXCELÊNCIA DE SUAS INICIATIVAS ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

A Bridgestone Corporation anunciou recentemente sua inclusão na “A List” de ações contra as mudanças climáticas do CDP*, organização ambiental global sem fins lucrativos. Segundo a empresa, este reconhecimento se deve à excelência das iniciativas da companhia em resposta às mudanças climáticas. Para se ter uma ideia, a Bridgestone foi uma das 270 empresas selecionadas, entre as mais de 5.800 empresas avaliadas. Orientada pela sua visão ambiental de longo prazo para 2050, a Bridgestone busca contribuir para alcançar a neutralidade de carbono na sociedade.

Nova versão do catálogo Motorservice IDEIA 2001 tem acesso online

A Motorservice, divisão responsável pela comercialização das marcas Kolbenschmidt (KS), Pierburg e BF no mercado de reposição, acaba de lançar a versão online do catálogo IDEIA 2001, o mesmo já estava disponível desde agosto de 2020 para instalação em desktop. A nova versão online pode ser acessada por meio da página catweb.ms-motorservice.com.br. Com esta nova possibilidade do catálogo online, não é necessário fazer qualquer instalação e o acesso pode ser pelos navegadores Google Chrome, Safari, Mozilla Firefox e IE 11, sendo compatível com os dispositivos Android e iOS.

O QUANTO MUDA UMA LOGÍSTICA EFICIENTE

Da ponta, na indústria, até as oficinas mecânicas e os consumidores finais

A“Sinais de desperdício, uso excessivo de eletricidade e desgaste de funcionários indicam processos de trabalho mal gerenciados, o que pode gerar custos elevados para toda a indústria. Para evitar tais problemas, é importante criar uma gestão industrial com foco na melhoria dos processos”, pontua.

Segundo ela, uma das formas de ter uma melhor gestão industrial é desenvolver programas de melhorias de processos em conjunto com toda a corporação.

“Para que cada um entenda o papel do outro e assim encontre um caminho para melhorar a produtividade e operação, através de metas e prazos a serem cumpridos, alcançando os objetivos os colaboradores podem ser

bonificados de alguma forma”.

Conforme suas palavras, as áreas que requerem maior atenção são as de manutenção de estoque, processamento e transporte de pedidos, recebimento, controle de processos e movimentação de cargas. “Essas etapas estão diretamente relacionadas à produção e distribuição, portanto, há um alto risco de desperdício de material e desgaste”.

E, ainda, “para aplicar o conceito de logística, é necessário estudar cada processo envolvido em cada uma das etapas que já foram citadas. Após isso, é fundamental reorganizar o layout e considerar a

POR: KARIN FUCHS | FOTO(S): DIVULGAÇÃO

distribuição dos equipamentos visando a melhoria de processos. Essa é uma iniciativa que todas as indústrias deveriam adotar”.

Envolvendo também os colaboradores. “Muitas das vezes é necessário entender o processo, trazer a equipe de engenharia e desenvolvimento de produtos para mostrar que o desperdício de produtos gera maior custo na produção, sempre mostrar aos colaboradores que eles são peças de uma grande engrenagem e que se uma peça falha e não entender a função do outro pode gerar grande desperdício para toda a corporação”.

Ela acrescenta que os programas de incentivo de melhorias contínuas são um grande estímulo para alcançarem metas e motivar os colaboradores dando treinamento, palestras sobre como ser uma empresa melhor. E finaliza dizendo: “a falta de planejamento como um todo pode gerar muitos conflitos, principalmente em questões de custos, material e mão de obra”.

Gestão integrada

Na ZM, o supervisor de Vendas, Márcio Alexandre de Souza, conta que nenhuma mudança foi necessária

Márcio Alexandre de Souza, supervisor de Vendas da ZM

que, por meio de uma gestão integrada, haja uma vazão máxima de atendimento e entrega de pedidos.

na logística por conta da pandemia. “Isso porque, a ZM sempre trabalhou com quatro meses de estoque, tanto na parte de matéria-prima como de itens produzidos. Quando chegou a pandemia, com a escassez no mercado, tivemos apenas que nos readequar devido à demanda de vendas, com a contratação de pessoal, novos horários e sistemas para cumprir com os pedidos recebidos”.

Ele acrescenta que, para muitos, infelizmente a pandemia demonstrou um cenário caótico. “Mas, nós buscamos o lado positivo do momento e conseguimos cumprir com todas as solicitações”. Nos processos, ele diz que houve uma melhoria no ajuste do sistema de atendimento B2B na gestão de estoque através do controle de pedidos de seus representantes.

“Conforme os nossos estoques vão baixando, já vamos dando entrada nas solicitações, só atendemos os pedidos do que temos em estoque e com isso damos vazão e conforme vão entrando os pedidos já vamos repondo o estoque e vão sendo liberados os pedidos”.

Para evitar falta de peças, eles estão trabalhando na melhoria contínua da integração entre os departamentos de planejamento, produção, logística e comercial para

“Estamos tentando buscar as mais variadas alternativas para que não tenhamos desabastecimento de matériaprima. Se necessário, até importamos quando possível para que não haja falta de peças para o mercado. Já ouvimos de grandes clientes distribuidores que somos os melhores em entregas de produtos no momento”.

Ele frisa que a gestão integrada é fundamental nesse momento. "Essa comunicação contínua entre os departamentos envolvidos, desde a compra da matériaprima até a entrega final do produto no cliente, essa sinergia entre os colaboradores tem sido fundamental para que a logística da ZM esteja sendo uma das mais pontuais do mercado atualmente".

Controle de processos

Gerente Geral de Logística da Odapel, Alexsandra Augusto, conta que por causa da pandemia, a princípio, eles tomaram todos os cuidados com os seus colaboradores. "Como não fechamos durante a pandemia, antecipamos férias, trabalhamos com quadro de funcionários reduzido, implementamos a medição de temperatura diariamente, diversos pontos do setor e da empresa com álcool em gel e obrigatoriedade do uso da máscara".

Uma mudança que gerou ganhos foi com as embalagens. “O principal processo melhorado aconteceu na expedição, sempre utilizamos caixas padronizadas da Odapel, porém, com a falta de matériaprima aprendemos a reutilizar o máximo de caixas possíveis e alteramos algumas embalagens para o melhor aproveitamento sem perder a qualidade”.

Na parte de reposição de estoque, com o atraso nas entregas e falta de peças, o setor de compras buscou novos fornecedores com peças similares para não deixar de atender seus clientes. “Nosso diferencial está no controle de processos. Desde o recebimento da mercadoria, movimentação e manutenção de estoque, todos os processos são mapeados e cuidamos para atender todos os requisitos da norma ISO 9001”.

Como também, a empresa envolve os seus

colaboradores para participarem desse processo de melhoria logística. “Realizamos reuniões periódicas, expondo os problemas com total transparência para nossos colaboradores, e todos participam da revisão de processo interno para que estejam alinhados com os objetivos da empresa”.

Estoque afinado

Na Jocar, o diretor Executivo, Moisés Sirvente, informa como eles trataram da reposição do estoque. “Quando a pandemia começou, nós afinamos o estoque, compramos o mínimo possível, pois não sabíamos o que iria acontecer. Quando começou a abrir (as lojas) passamos a comprar para repor e quando percebemos que pedíamos e demorava para entregar ou que estava começando a aumentar os preços, passamos a comprar mais”.

Ao mesmo tempo, eles também se adequaram aos prazos dos fornecedores. “Tinham fornecedores que nos entregavam em uma semana, compramos considerando esse prazo, e quando demorou 30 dias para entregar, por exemplo, ficamos com um pouco de falta de peças. E quando voltamos a comprar deles, já considerando esse prazo, compramos em maior quantidade”.

Sirvente conta que falta de peças é praticamente inevitável. “Falta de peças sempre tem, nós trabalhamos com quase 100 mil itens e é quase impossível não ter faltas. Temos as nossas rotinas para tentar diminuir essa questão, mas tem coisa que não tem jeito”. Sobre novos fornecedores, ele diz que antes de o mercado sentir o peso da falta de peças, eles abriram espaço para os

“Depois que começou a faltar peças, eu não fui atrás, pois não era a hora. Se uma fábrica não vende para mim (neste momento), ela não consegue nem atender os seus clientes. Se caso acontecer de virem atrás de nós, o que está acontecendo muito, a gente vê se vale a pena colocar o novo”.

Sobre o que mudará na logística, Sirvente comenta que seja o que for, o principal é a empresa ter a cultura e ter procedimentos. “Às vezes, ela pode ter um bom sistema, que não é bem usado, o sistema ajuda, exatamente por falta de cultura. O que vai acontecer não sabemos, mas já se ouve falar de drones fazendo entregas. É importante ficar atento às inovações, mas as coisas básicas não podem ser esquecidas”, finaliza.

novos.
Alexsandra Augusto, gerente Geral de Logística da Odapel
Moisés Sirvente, diretor Executivo da Jocar

LINHA COMPLETA PARA AS SITUAÇÕES MAIS EXIGENTES

Amortecedores Transmissões

Pastilhas de Freio Barramentos

MONTADORAS

BMW BRASIL CELEBRA 25 MIL BMW SÉRIE 3 FABRICADOS EM SUA FÁBRICA EM ARAQUARI-SC

A BMW do Brasil acaba de atingir o histórico número de 25 mil BMW Série 3 produzidos em sua fábrica em Araquari, Santa Catarina. O modelo foi o primeiro a sair da linha de produção da fábrica, em 2014, quando estava na sexta geração. Agora na sétima geração e com motor Flex Fuel, o BMW Série 3 tem produção nacional nas versões 320i GP, 320i Sport GP e 320i M Sport, em sete cores: Branco Alpino, Preto Safira, Cinza Mineral, Sunset Orange, Portimao Blue, Phytonic Blue e Prata Glacial. O BMW Série 3 possui tecnologia Digital Key, que foi desenvolvida com o apoio da equipe de engenharia BMW Grupo Brasil.

TOYOTA consolida portfólio e mira crescimento de 25% em 2021

Para a Toyota, o ano de 2020 foi desafiador. Com o início da pandemia, a empresa tomou medidas pela segurança de colaboradores, familiares, clientes, fornecedores, concessionários e comunidades. Mesmo com três meses de fábricas paralisadas, pelas questões de segurança e fechamento do comércio, a Toyota viu uma recuperação positiva nos últimos quatro meses do ano. Com a confiança depositada pelos clientes na qualidade, durabilidade e confiabilidade de seus produtos, além dos melhores serviços de vendas e pós-vendas, a Toyota encerrou o ciclo de 2020 com 134.892 mil unidades comercializadas.

Novo NISSAN KICKS já está em produção no Complexo Industrial da Nissan em Resende (RJ)

Uma nova história de sucesso começa a seguir pelas linhas de produção do Complexo Industrial da Nissan, em Resende, no sul do estado do Rio de Janeiro. O Novo Nissan Kicks já está sendo produzido pelos mais de 2 mil colaboradores da unidade industrial com o suporte de muita tecnologia, que inclui 92 robôs e 159 AGVs (Automatic Guided Vehicles), pequenos robôs autoguiados que conduzem carrinhos de peças e plataformas. Uma das mais modernas fábricas do setor automotivo do Brasil, com um ciclo completo de produção – da estamparia à produção de motores, incluindo injeção e pintura de plásticos.

Claudia Leitte e Ivete Sangalo trocam trio por carro elétrico no Carnaval

No sábado, 13/02, Claudia Leitte e Ivete Sangalo fizeram um show juntas em uma live histórica e entraram no cenário a bordo dos 100% elétricos Audi e-tron e Audi e-tron Sportback. O evento recebeu o nome de TRIO: Ivete, Claudia e Você e teve o patrocínio da Audi do Brasil. O Carnaval é uma das festas mais tradicionais do Brasil e que atrai milhões de pessoas todos os anos. Contudo, o cenário pandêmico e a necessidade de evitar aglomerações fizeram com que as festividades presenciais fossem suspensas. Foi com o intuito de trazer a energia do Carnaval que surgiu a ideia de fazer uma live com Claudia Leitte e Ivete Sangalo.

A Volvo Car Brasil, uma das líderes em eletrificação de veículos plug-in hybrid, se une ao projeto Ecovaga, uma iniciativa da Estapar, a maior rede de estacionamentos do País, e a Enel X, empresa de soluções energéticas da Enel Brasil, para a criação da primeira rede de recarga semi-pública para veículos híbridos e elétricos do País. “A Volvo Car Brasil quer transformar a indústria com a eletrificação. Investimos na estrutura de carregadores para que possamos dar confiança, quebrar barreiras e possibilitar cada vez mais facilidade para proprietários de veículos híbridos e elétricos”, afirma Rafael Ugo, diretor de Marketing Latam Hub para Volvo Car Brasil. Em parceria com a EnelX, VOLVO CAR BRASIL terá 250 eletropostos em estacionamentos da Estapar

NIVUS estreia no VW Sign&Drive

O VW Sign&Drive, serviço de assinatura com contratação on-line criado para atender a maneira contemporânea de consumir carros, ganha em seu portfólio o VW Nivus. Com seu design inovador, novos conceitos de conectividade, tecnologias e segurança, o primeiro ‘smart car’ do País conquistou 10 prêmios no ano passado. Além de T-Cross, Tiguan, Jetta e Virtus, a Volkswagen do Brasil, em parceria com a Volkswagen Financial Services e Assobrav, inclui o VW Nivus Highline. Atualmente, o VW Sign&Drive está disponível no estado de São Paulo, com planos para expandir para outras praças ainda neste primeiro semestre.

CAOA CHERY vende 2.301 veículos em janeiro

Na contramão do mercado, que registrou queda nos emplacamentos de janeiro em relação ao mesmo período de 2020, a CAOA CHERY fechou o mês com saldo positivo. Foram 2.301 veículos comercializados no primeiro mês do ano, contra 1.684 unidades vendidas em janeiro de 2020, crescimento de 36,6%. Na comparação com dezembro, houve retração de 27%. Quando analisada a participação de mercado, no entanto, o resultado é positivo nos dois casos: a marca registrou 1,42% de market share em janeiro de 2021, contra 0,91% e 1,37% de janeiro e dezembro de 2020, respectivamente.

SUVs da LEXUS

chegam com mais tecnologia e segurança na linha 2021

A Lexus do Brasil anuncia a chegada da linha 2021 dos SUVs de luxo da marca, o RX 450h, um dos mais vendidos do mundo, e o NX 300h. Os veículos já estão disponíveis em toda a rede de concessionárias a partir de 22 de janeiro. A marca traz novidades em segurança e tecnologia para ambos os modelos, sendo comum o Lane Trace Assist (LTA), que auxilia o motorista caso o veículo avance sem seta para outra faixa, e o alerta sonoro e visual para uso dos cintos traseiros, itens estes que auxiliam na condução e na proteção do motorista e também dos demais ocupantes do veículo.

RAZÕES PARA VOCÊ PATROCINAR AS #LIVESDOBALCÃO

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Os assuntos e personagens mais relevantes da reposição automotiva

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NÚMEROS DO SETOR

Oanúncio do fechamento de algumas fábricas nos últimos dois meses levantou discussões sobre a viabilidade de se incentivar o setor automotivo no Brasil, e teses de que este segmento industrial seria um dos mais protegidos do País, sem gerar as devidas contrapartidas à sociedade. Porém, estudo apresentado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA), com base em dados oficiais, revela justamente o contrário. "Somos exageradamente tributados, pouco incentivados e geramos retornos espetaculares ao País sob todos os ângulos de análise", afirmou o presidente da entidade, Luiz Carlos Moraes, durante coletiva de imprensa.

Enquanto a desoneração fiscal sobre arrecadação tributária de todos os setores econômicos no País foi de 18% na última década, para o setor automotivo foi de 8%. Com isso, esse segmento apresentou a melhor relação entre todos os setores da economia, com R$11,1 arrecadados para cada R$ 1 desonerado pelo governo, sempre levando em conta dados coletados pela Receita Federal do Brasil (RFB).

Entre 2011 e 2017, últimos dados divulgados pela RFB, o setor automotivo jamais representou mais do que 2% de toda a desoneração fiscal realizada pelo governo federal. Por desoneração, entenda-se a redução dos impostos por conta de políticas setoriais ou regionais de estímulo à industrialização ou a investimentos em produto e desenvolvimento (P&D).

"É importante frisar que o governo não tira dinheiro do bolso ou dos contribuintes para doar às indústrias. Ele abre mão de parte da arrecadação de impostos para compensar algumas deficiências estruturais, e também para estimular regiões ou desenvolvimentos tecnológicos. Na prática, a desoneração beneficia os consumidores na forma de preços mais baixos e de produtos mais avançados, seguros, eficientes e menos poluentes", explicou Moraes. "Em certa medida, isso serve para restituir a alta carga tributária de 44% sobre o preço do automóvel, o dobro do praticado na maioria dos países da Europa e mais que

isso para casos como Japão e EUA", comparou.

Contrapartidas à sociedade em todos os níveis

Um dos exemplos de contrapartida apresentados no estudo da ANFAVEA se refere ao investimento feito no programa Inovar-Auto (2013 a 2017), que melhorou a eficiência energética (economia) de todos os motores de veículos nacionais. Na prática, a desoneração tributária de R$ 6,8 bilhões no período de 5 anos resultou em uma economia anual de R$7 bilhões (ou R$ 35 bilhões nos 5 anos de vigência do Inovar-Auto) em combustíveis aos donos desses novos veículos, e ainda a redução das emissões de CO2 em 2 milhões de toneladas por ano, equivalente ao plantio de 14 milhões de árvores.

Além disso, a elevação do padrão tecnológico nesse período proporcionou aumento de competitividade internacional, acesso a novos mercados e contribuiu para elevar as exportações de 443 mil (2012) para 766 mil unidades (2017).

Políticas industriais como o Inovar-Auto e o Rota 2030, iniciado em 2019, condicionam a desoneração fiscal a investimentos em P&D, o que tem colocado a indústria automobilística na segunda posição dos setores que mais investem em projetos tecnológicos no País, e na liderança dos que utilizam mais empregados nesses desenvolvimentos, todos altamente especializados e bem remunerados. Desde 2015, o Brasil passou a figurar no ranking dos 10 países que mais investem em P&D automotivo.

O estudo também separou as desonerações setoriais das desonerações regionais, que são o maior montante e nunca foram uma demanda do setor automotivo, mas sim uma política governamental para levar empresas para as regiões Nordeste e CentroOeste, de certa forma compensando os maiores custos logísticos de estar distante dos grandes centros urbanos e dos parques de fornecedores.

"O fato é que se criou uma falsa imagem de que o setor automotivo é muito privilegiado. E é justamente o contrário. Somos tributados absurdamente, de forma que as desonerações pouco melhoram a nossa competitividade. Apesar de todos os entraves e do Custo Brasil, entregamos produtos cada vez mais modernos e eficientes, geramos empregos de qualidade em larga escala (8 indiretos para cada direto, segundo o BNDES), geramos arrecadação e divisas nas exportações, geramos renda e PIB e ainda investimos muito em tecnologias, algumas delas estratégicas para o País e que proporcionam cursos superiores e técnicos importantíssimos para nossa inserção global", enumerou o presidente da ANFAVEA. "Feliz o país que tem uma indústria de transformação como a que temos no Brasil, em especial a automotiva".

Números de janeiro: pouco a comemorar

A ANFAVEA também divulgou os números da indústria automobilística em janeiro. A produção de 199,7 mil unidades cresceu 4,2% sobre janeiro de 2020, mas recuou 4,6% em relação a dezembro. Também as exportações trilharam esse caminho. Com 25 mil unidades embarcadas, o crescimento foi de 21,9% sobre o mesmo mês do ano passado, porém com queda de 34,8% em relação ao mês anterior.

Já o licenciamento total de 171,1 mil autoveículos representou desempenho negativo, mesmo levandose em conta os dois dias úteis a menos de janeiro em relação ao mesmo mês do ano passado. A queda foi de 11,5% em relação a janeiro de 2020 e de 29,8% na comparação com dezembro.

Luiz Carlos Moraes destacou que ainda há fatores preocupantes no horizonte, como a falta de alguns insumos (em especial semicondutores), o baixo estoque de veículos e o agravamento da pandemia, que prejudica atividades industriais e comerciais em algumas regiões do País.

VAREJO AVALIA O PRIMEIRO MÊS DE 2021

Movimentos que vieram desde o ano passado e que continuam, na visão de dois executivos do setor, de São Paulo e Goiás

Em live produzida pelo Balcão Automotivo, conduzida pelo editor-chefe Silvio Rocha, no dia 28 de janeiro, os executivos Roberto Rocha, da Rocha Auto Peças, de Campinas (SP), e César Naves, da Jaicar Autopeças, de Goiânia (GO), apresentaram o cenário deste início de ano, avaliando a questão da falta de peças, que se alastra desde o ano passado, o déficit de mão de obra, inadimplência, crescimento e demanda.

Além da falta de peças, eles falaram sobre o aumento excessivo dos preços. “Antigamente, (o aumento) era de, em média, até 5%, agora tem indústria que está aumentando 10%, 12% e 15%, e está subindo alguns itens específicos que chega a 50%”, disse Naves, atribuindo também ao aumento do frete.

Segundo ele, para a Jaicar, que trabalha com a linha leve e tem dez lojas em Goiânia (GO) e região, janeiro é um dos melhores meses, assim como novembro e dezembro. “Nós projetamos um faturamento anual que está dentro do esperado, janeiro foi muito bom, devido a uma dificuldade que temos hoje e todos do segmento, que é a falta de peças e também os aumentos no nosso segmento”. Nesse sentido, a Jaicar opera com um estoque regular de peças.

O faturamento registrado por Rocha, em janeiro deste ano, foi maior em comparação ao mesmo mês de 2020, porém, como ele diz, de forma ilusória. “Nós tivemos um faturamento crescente, mas na realidade acho que não foi pelo aumento do preço das peças, praticamente vendemos o mesmo que em 2020”.

Com seis lojas na região de Campinas e em Araraquara, o movimento se alterou pelo poder aquisitivo. “Onde tem uma população com um poder de compra maior, a queda de vendas não foi tão grande. Onde o poder aquisitivo é menor,

essa queda foi o dobro, em algumas regiões, de 12% ou 11% nas vendas, onde tem pessoal de poder de compra menor. Espero que consigamos nos equilibrar com a nossa meta de vendas para que possamos levar o ano de forma melhor”, afirmou Rocha.

A respeito da falta de peças, ele contou que as fábricas não estão dando uma posição sobre prazos de entrega, “porque ela também não tem matéria-prima para produzir”, e que a saída foi buscar outros fornecedores. “A falta de peças tem gerado uma situação que nos obrigou a fazer o equilíbrio de estoque de marcas, tem marcas que tínhamos menos participação, só que elas têm a peça para nos atender. O pessoal está começando a trabalhar com marcas que tinham menos volume de vendas”.

Mercado – Ambos concordaram que o auxílio emergencial fará falta. “O dinheiro girou na mão de todos. Isso ajudou bastante o nosso segmento”, avaliou Naves. Já Rocha, disse que apesar do auxílio ter ajudado, a falta de carros novos no mercado foi um entrave para o setor. “Quem comprava carros a cada 2 ou 3 anos, ainda os encontrava. Hoje, não acha mais automóveis novos e é esse quem faz a manutenção preventiva, apareceram um pouco mais essas pessoas que não trocaram de carro, mas o pessoal de menor poder aquisitivo continua na manutenção corretiva”.

Segundo Naves, sobre a venda de carros novos há lista de espera de até 90 dias e pelos relatos de um revendedor de veículos da sua região, em mais de 40 anos mercado, ele nunca tinha visto o mercado de usados tão aquecido como foi em 2020. “Ele está vendendo e não conseguindo repor”.

“As concessionárias que desovam os usados na troca pelos novos não estão fazendo isso, elas estão ficando com o carro para poder vender. E esses carros vão precisar de manutenção, mas quem comprar esses carros não vai querer fazê-la de imediato e vai fazer a corretiva, isso nos prejudica, pois não conseguimos ter essa previsão”, afirmou Rocha.

Inadimplência – Naves comentou que no início, quando teve lockdown durante 15 dias em Goiânia, as vendas foram perdidas e a inadimplência aumentou. “Nós conseguimos negociar muitas coisas e hoje ela entrou na normalidade. Só que também ficamos mais rigorosos na liberação de crédito. Agimos bem no início com essa exigência”.

Comportamento similar adotou Rocha. “Realmente, teve que ser feita uma reanálise do crédito para se ter certeza de que não haveria problemas futuros. Na nossa região, tivemos poucos clientes que tiveram grandes problemas, a maioria que teve, parcelou e acertou. Agora, não estamos tendo uma inadimplência grande”.

Demanda – Nas palavras de Rocha, está tendo uma bolha, mas na hora que acabar o dinheiro, ela estoura. “O setor de autopeças vai se manter, pois o pessoal vai considerar que terá que ser feita a manutenção corretiva, mas ele deixa de fazer um investimento a mais, comprando só o que quebrou no carro. E isso refletirá na nossa queda de vendas”.

“Também acho que a bolha vai estourar, mas não

sabemos quando. O mercado está aquecido, mas não sabemos se é porque está com falta de mercadoria. O mesmo cliente está buscando em duas lojas do nosso grupo, pela falta de mercadoria, o que dá a ideia falsa de demanda”.

Mão de obra – Dificuldade em encontrar mão de obra também foi apontada pelos dois executivos. No caso da Jaicar, a saída foi treinar jovens sem conhecimento de peças, mas com perfil de vendedor. “Nós fizemos treinamentos de uns 12 (jovens), em um mês, agora estamos com outra remessa (turma) e foi bem positivo. Não adianta ter conhecimento, tem que ter vontade e entusiasmo para trabalhar”.

Rocha contou que eles estão em processo seletivo de contratação, o que está sendo difícil. “Do pessoal que foi dispensado e que está procurando emprego, muitos não têm qualificação. Dá muito trabalho treinar e descobrir lá na frente que não vai compensar. Nós estamos esquentando a cabeça para conseguir funcionários”.

Sobre o projeto de norma técnica da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas - para a qualificação balconista de peças e acessórios para veículos, Rocha achou a iniciativa positiva, a partir do momento que eles fossem treinados. “Seria mais fácil para nós, hoje temos pessoas de outros mercados trabalhando com a gente, mas elas não conhecem peças e têm dificuldade de atender o reparador, que quer rapidez, e pede outro vendedor que já sabe de imediato o que ele quer. O vendedor que simplesmente vai pelo catálogo não tem essa cultura e acaba mandando a peça errada”.

A dica de Naves, a exemplo do que foi feito na Jaicar, é treinar em oficina. “Nós tivemos essa experiência (com os jovens por ele mencionada). Eles ficaram treinando dentro de uma oficina durante uma semana (desmontando componentes,). Isso é interessante, buscar conhecimento, para depois ir para a loja”. A entrevista completa está disponível no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=9cvW41DLeq0

César Naves, da Jaicar Autopeças, de Goiânia (GO)
Roberto Rocha, da Rocha Auto Peças, de Campinas (SP)

UM NOVO MODELO PARA REPRESENTAÇÃO

Com mais de três décadas no setor, Marcelo Sidoti busca inovar no segmento

REPRESENTANTE

O Balcão Automotivo começa uma nova seção que promete levar todo mês uma história de representante comercial de autopeças. Para tanto, pedimos a você, profissional da área, que entre em contato através do e-mail redacao@jornalbalcaoautomotivo.com.br para descrever um pouco da sua trajetória na profissão. Quem sabe a sua não será a próxima história contada aqui nas nossas páginas? Participe!!! SEÇÃO

Nascida da busca por uma nova experiência de vendas, a LUPI Automotiva chega ao setor com muita história para contar. Apesar de ser uma empresa jovem, com apenas 7 meses, leva consigo a experiência de mais de 3 décadas do seu fundador, Marcelo Sidoti, com passagens importantes por empresas fabricantes e distribuidoras de autopeças, ele decidiu investir em um formato de representação que se pauta pela gestão integrada de vendas, acompanhamento de resultados de seus clientes e apoio para novos produtos.

Com esta já consolidada trajetória no mercado de reposição automotiva, Sidoti sentiu a necessidade de se reinventar na carreira. Bem verdade que a ideia que surgiu em abril levou mais dois meses para estruturarse e surgir como uma empresa. “Em julho, a gente lançou as bases da representação. No início era pra ser uma representação do estilo tradicional só que paralelo a isso, por conta do seu perfil, quase que de imediato surgiram oportunidades interessantes de empresas de médio porte que nos convidaram a embarcar em projetos visando a gestão comercial deles, além da representação de vendas propriamente dita”, conta o fundador.

Lançada durante a pandemia da Covid-19, Sidoti explica que encontrou dificuldades para ir ao encontro dos seus clientes, já que alguns ainda estão com reuniões presenciais proibidas, porém, conseguiu resolver essas adversidades com visitas marcadas em horários diferenciados e videoconferências – estas últimas as quais também usa para comunicar-se com seus clientes de qualquer lugar do Brasil.

Indústrias representadas pela LUPI

Mesmo com seu recente lançamento, a empresa já possui clientes em importantes segmentos. “Temos a Meca Brazil, que produz bicos injetores, sensores de temperatura e rotação, além de outros produtos. Uma empresa brasileira fantástica, com tecnologia que gera alta qualidade. Nela, eu sou representante

na Grande São Paulo, mas também faço a gestão comercial Brasil – assessorado internamente. Depois dela veio a Limer Stamp, uma empresa com 28 anos de estrada que sempre trabalhou ligada a montadoras e sistemistas, mas que sempre teve o desejo de desenvolver uma linha de produtos para reposição. Na Limer desde novembro, eu embarquei para trazer a marca de produtos Metal Borracha ‘Part Flex’, para a reposição. Além do plano de ação geral para o mercado, trouxemos um grupo de representantes de venda onde em parte eu já havia montado na Meca Brazil”, conta ele.

“Mais recentemente, fechamos com a Ekstron. Empresa também relativamente jovem e que vem ao mercado com produtos voltados para utilitários e vans, tais como turbinas, kit relação, kit de embreagem e outros. Na Ekstron, temos a missão de a exemplo da Limer Stamp e da Meca Brazil, através de um plano bem elaborado, competir no Brasil inteiro pela preferência dos empresários do setor”, diz Sidoti.

Além destas, a LUPI possui outros nomes muito importantes em seu portfólio: Driveway, com suspensão e direção, Nidec com bombas d’água, PDX (voltada em especial para o Private Label) e MZK com atuadores de embreagem. Tendo todas essas representações geridas por Sidoti, que estuda ainda ampliar a equipe para atender mais empresas sem perder a qualidade, nos próximos seis meses. E ele se diz apaixonado por sua nova empreitada, mesmo com pouco tempo de criação e com vários percalços pelo caminho.

Sistema de vendas

Enquanto a ampliação dos funcionários não acontece, algo que como mencionado faz parte dos planos, ele conta com a ajuda de sistemas para ajudar na otimização e organização do trabalho. “A parametrização do meu sistema de vendas, que embarca as gestões das marcas que citei, é feita pelo time da Dogo & Dogo Tecnologias. Usamos como

nosso front de vendas o sistema McFly, da Dogo, um sistema B2B que fornece uma sustentação fantástica. Agora, para um aproveitamento ainda melhor, vamos entrar na fase de comunicar o McFly com os sistemas legados de cada indústria onde realizamos a gestão”.

Com todas as grandes mudanças, o fundador se diz muito satisfeito com os rumos que a empresa vem tomando. “Toda essa transição, é indolor? Não. Ela é simples? Não. Precisamos de firmeza, temos que ter claro para nós mesmos que o objetivo traçado vale muito a pena. Ainda que ao longo do caminho tenhamos de ir repensando métodos, não podemos perder o objetivo de vista”.

Para finalizar, Sidoti explica que não se trata de uma arriscada mudança, mas sim de paciência para que a empresa traga novos frutos: “Eu diria mais do que arriscar, não existe isso. Existe tempo. Existem riscos ainda que no meu entender pequenos? Existe porém, esta ideia, esta empresa, precisa de seu tempo de maturação e isso vale para qualquer iniciativa, qualquer ação nova que se queira realizar na vida. O tempo de mercado e as grandes empresas onde tive a oportunidade de servir me proporcionaram, de um jeito ou de outro, este novo momento, esta nova arrancada. Vamos pra cima!”.

EMPRESAS PARCEIRAS DA LUPI AUTOMOTIVA

Marcelo Sidoti, representante e gestor comercial LUPI AUTOMOTIVA

JOST BRASIL É UMA DAS MELHORES

EMPRESAS PARA TRABALHAR

DO

SETOR AUTOMOTIVO NO PAÍS

A JOST Brasil, uma das Empresas Randon, está entre as Melhores Empresas para Trabalhar na Indústria Nacional. A companhia foi reconhecida como Destaque Automotivo em ranking inédito desenvolvido pela organização Great Place To Work (GPTW) em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Outra das Empresas Randon, a Castertech Fundição e Tecnologia, também aparece no levantamento geral, entre as companhias de médio porte. Para o diretor da JOST Brasil, Alessandro Barbosa, esse reconhecimento reforça a importância do trabalho de atenção e cuidado desenvolvido pela companhia com o time de colaboradores.

COMPRA DE AUTOPEÇAS ON-LINE AINDA TEM MUITO FÔLEGO MESMO APÓS A TROCA DO ITEM

Não é mais novidade que as vendas on-line dispararam em 2020 e que daqui para frente o digital vai deslanchar. No segmento de autopeças não é diferente. “É a nossa missão em 5 anos tornarmos referência em compra pela internet e transformar o portal da TGF Automotive uma das maiores plataformas de vendas e excelente experiência do cliente no segmento de autopeças, além de trazer uma infinidade de produtos disponíveis. Agora um dos próximos passos é buscar grandes parceiros para decolar com a gente nesse mundo de vendas pela internet”, afirma Laura Guido, gerente de e-commerce da TGF Automotive.

SCANIA PROJETA ALTA NAS

VENDAS DE CAMINHÕES, ÔNIBUS, MOTORES

E SERVIÇOS EM 2021

Após o desafiador ano de 2020, a Scania aposta que em 2021 haverá crescimento nas vendas em todos os seus mercados de atuação: caminhões, veículos a gás, ônibus, serviços e motores industriais, marítimos e para geração de energia. Neste ano, a continuidade da retomada da economia nacional será puxada pelo agronegócio e pela recuperação produtiva da indústria. A Scania ainda anuncia que a Nova Geração de caminhões passará a entregar 20% de economia sobre a gama anterior com o lançamento do acelerador inteligente. Em 2021, também se inicia o já anunciado novo ciclo de investimentos no Brasil de R$ 1,4 bilhão até 2024.

CNT ESPERA QUE PRESIDENTES DO SENADO

E DA CÂMARA CONTRIBUAM PARA TIRAR O BRASIL DA CRISE

A CNT (Confederação Nacional do Transporte), por meio do seu presidente, Vander Costa, parabeniza os novos presidentes do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e espera que o Congresso Nacional priorize, neste ano, as pautas essenciais para a retomada do desenvolvimento do Brasil, como as reformas tributária e administrativa.

A Confederação também se compromete a trabalhar, incansavelmente, junto aos novos presidentes, para ampliar os necessários investimentos em infraestrutura de transporte.

AGCO POWER ATINGE A MARCA DE 250 MIL MOTORES PRODUZIDOS

A AGCO atingiu em 2020 a marca de 250 mil motores produzidos em Mogi das Cruzes (SP), cidade que abriga a fábrica e o laboratório de controle de emissões dos motores da companhia, entre outros produtos. A conquista foi celebrada no último mês pelos colaboradores da empresa. A importante marca foi registrada após 27 anos de trabalho. Durante este período, diversos fatos importantes relacionados a motores ficaram marcados na história da AGCO. A empresa ressalta ser um orgulho poder anunciar a marca de 250 mil motores AGCO Power produzidos em Mogi das Cruzes.

RHEINMETALL FORNECERÁ COMPONENTES DE CÉLULAS DE COMBUSTÍVEL PARA DAIMLER TRUCK FUEL CELL

O Grupo Rheinmetall amplia sua liderança técnica internacional no campo da eletrificação e tecnologia de células de combustível. Com a sua subsidiária Pierburg GmbH de Neuss, Alemanha, o grupo planeja fornecer sopradores de recirculação de hidrogênio para a Daimler Truck Fuel Cell GmbH & Co. KG, para a Daimler AG, empresa que reúne todas as atividades de tecnologia de célula de combustível. O negócio representa o volume de vendas na faixa de dois dígitos de milhões de euros, explica Rene Gansauge, chefe da divisão de Mecatrônica da Rheinmetall.

CONVENÇÃO 2021 DA RTE RODONAVES GANHA FORMATO 100% DIGITAL

A RTE Rodonaves, um dos maiores e mais reconhecidos nomes do País no setor de transportes e logística, realizou a sua Convenção Anual de 2021 em um formato totalmente digital. Durante o evento, que aconteceu nos dias 26, 27 e 28 de janeiro, foram divulgados os resultados de 2020 da companhia, além de seu planejamento e expectativas de negócios para 2021. Ao todo, cerca de 600 colaboradores, líderes e parceiros dos 12 estados onde a empresa atua participaram da convenção, que é um dos eventos mais esperados do calendário interno da organização.

SOLUÇÕES HÍBRIDAS FPT

TÊM ELETRICIDADE

ALIADA À EXPERTISE EM GÁS NATURAL

O amanhã impõe novos desafios à mobilidade. Protagonista de soluções Multi-Power, a FPT Industrial está comprometida em prover as tecnologias para o powertrain do futuro. Com mais de 150 anos de inovação, a marca da CNH Industrial desenvolve motores híbridos aliando a expertise em gás natural aos elétricos, para cada tipo de missão –seja no segmento on-road, off-road, marítimo ou de geração de energia. A energia do futuro, associada ao uso de diferentes combustíveis, apresenta como benefícios menor consumo, maior eficiência operacional e considerável redução de emissões.

João Naves e Vera Naves

VOLARE É A MARCA DE MICROÔNIBUS MAIS VENDIDA NO BRASIL

A Volare, marca brasileira no segmento de micro-ônibus, foi reconhecida pelo seu desempenho de vendas e a liderança de mercado no segmento em 2020. A empresa acaba de ser agraciada, mais uma vez, com o Prêmio Lótus 2021, promovido pela Editora Frota, na categoria Marco do Ano em Micro-Ônibus. Segundo Sidnei Vargas, gerente Comercial da Volare, a conquista do Prêmio Lótus 2021 demonstra e reconhece todas as iniciativas que a marca fez para manter estreito relacionamento com os clientes e passageiros, mesmo com todas as restrições enfrentadas ao longo do ano passado.

ALLISON TRANSMISSION RECEBE MASTER OF QUALITY DE 2019 DA DAIMLER TRUCKS NORTH AMERICA

A Allison Transmission, fabricante global de transmissões totalmente automáticas para serviços médios e pesados, recebeu o prêmio Master of Quality 2019 da Daimler Trucks of North America (DTNA). Esta é a quarta vez que a Allison recebe este prêmio de elite da DTNA, que é o maior reconhecimento que eles proporcionam aos seus fornecedores. “Quero expressar nossa profunda gratidão à Allison Transmission por fazer da Qualidade uma prioridade máxima”, diz Ken Pyne, gerente de Qualidade de Fornecedores da Daimler Trucks North America.

EATON REESTRUTURA EQUIPE DE CAMPO E AMPLIA FORÇA DE VENDAS PARA O MERCADO DE REPOSIÇÃO

A EATON começa 2021 com uma reestruturação que dobrará a equipe de campo do Aftermarket. Com a mudança, a área contará com um time mais amplo, composto por profissionais das áreas comercial e técnica, que se dedicarão integralmente à empresa. “Nosso objetivo é elevar a qualidade do atendimento que prestamos para o mercado e, sobretudo, estarmos ainda mais próximos dos nossos parceiros, distribuidores, frotistas e mecânicos, oferecendo um serviço de alto nível e atendimento integral. Os novos profissionais estarão 100% dedicados à EATONl”, comenta Fernando Piton, gerente de Vendas Nacional da EATON.

FIRESTONE REFORÇA SEU PORTFÓLIO DE PNEUS AGRÍCOLAS COM NOVA MEDIDA PARA COLHEDORAS

A Firestone, marca pertencente à Bridgestone e com mais de 120 anos de história, complementa seu portfólio adicionando ao modelo Radial All Traction DT a nova medida VF750/65R26CFO. O lançamento tem como objetivo maximizar a performance de colhedoras de alta potência, suportando o produtor rural diante nos crescentes desafios por produtividade. Entre os destaques está a utilização da tecnologia Firestone AD2 (Advanced Deflection Design), que torna possível o carregamento de até 40% mais carga a uma mesma pressão de um pneu radial padrão, contribuindo para uma maior produtividade na operação.

VOLVO É DESTAQUE NO RANKING MELHORES EMPRESAS PARA TRABALHAR GPTW INDÚSTRIA

A tradicional pesquisa Great Place to Work (GPTW) iniciou o ano de 2021 com a revelação de um novo ranking, o das Melhores Empresas para Trabalhar GPTW Indústria. Nesse seleto grupo está a marca Volvo, que recebeu destaque também no concorrido setor automotivo. É mais uma importante chancela como uma das melhores empresas para trabalhar no País. O ranking das Melhores Empresas para Trabalhar GPTW Indústria é a nova iniciativa da consultoria global Great Place to Work, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria – CNI.

SCANIA, GERDAU, TURIS SILVA E MARCOPOLO APRESENTAM PRIMEIRO ÔNIBUS A GÁS PARA FRETAMENTO

Scania, Gerdau, Turis Silva e Marcopolo entram para a história ao apresentar o primeiro ônibus rodoviário do Brasil movido a gás natural veicular (GNV) e/ou biometano para o fretamento. O modelo vai transportar colaboradores da usina de aços especiais da Gerdau, localizada em Charqueadas (RS). A operação de fretamento contínuo, sob responsabilidade da Turis Silva Transportes, será em contrato de demonstração em uma rota de Porto Alegre-Charqueadas-São Jerônimo. O modelo deverá rodar 190 km por dia. O início do trabalho do primeiro ônibus rodoviário está nos últimos detalhes do processo de certificação e homologação.

CLIQUE AQUI e leia estas notas na íntegra no portal jornal Balcão Automotivo

Você, Fabricante de Autopeças, quer ter maior acesso às Frotas?

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Desenvolvemos o PROJETO FROTAS, que atende às necessidades de abastecimento de produtos originais para o mercado de reposição, promovendo aos seus consumidores especialização técnica, serviços e informações personalizados de acordo com o perfil e necessidade da Frota.

• Fortalecimento da marca e da rede de distribuição

• Geração de demanda de abastecimento

• Homologação de peças junto às empresas de Frotas

• Aumento do market share do Fabricante

• Mapeamento e cobertura de novos mercados

• Relatórios detalhados da capacidade de utilização de produtos junto às Frotas

Sindicato do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos no Estado de São Paulo

BOLETIM INFORMATIVO SINCOPEÇAS-SP / FEVEREIRO 2021

ABNT instala comissão de estudos para qualificação de balconistas

A criação da Comissão de Estudos de Qualificação de Balconistas de Peças e Acessórios para Veículos é o primeiro passo para aprimoramentos nos processos dos comércios de componentes automotivos regidos por parâmetros de qualidade e eficiência

Participaram da reunião Sergio Alvarenga, diretor da Alvarenga Projetos Automotivos e representante do Sindirepa Nacional; Robson Breviglieri, assessor de comunicação do Sincopeças-SP; Fernando Vasconi, diretor executivo da Andap (acima); Ranieri Leitão, presidente da Associação dos Sincopeças do Brasil; Rafael Ramos, da Gerência de Normalização Nacional da ABNT; e Heber Carvalho, presidente do Sincopeças-SP

Em reunião on-line convocada pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, órgão responsável pela normalização técnica no Brasil, representantes do Sincopeças-SP, Associação dos Sincopeças do Brasil, Associação Nacional dos Distribuidores de Autopeças e Alvarenga Projetos Automotivos participaram da instalação da Comissão de Estudos de Qualificação de Balconistas de Peças e Acessórios para Veículos, que irá definir a primeira NBR para o varejo de autopeças e que, na prática, representará um pontapé inicial para futuros aprimoramentos nos processos internos dos comércios de componentes automotivos regidos por parâmetros de qualidade e eficiência providos pela ABNT.

O encontro para criação da CE aconteceu na Câmara Brasileira de Comércio de Peças e Acessórios para Veículos da CNC – Confederação Nacional do Comércio e teve aprovação unânime dos participantes pelo início dos trabalhos. Para coordenar a CE foi indicado o presidente da Associação dos Sincopeças do Brasil, Ranieri Leitão, e para secretariar os trabalhos, Luiz Sergio Alvarenga, diretor da Alvarenga Projetos Automotivos e representante do Sindirepa Nacional, encarregado de liderar o processo de elaboração da norma.

Como explicou Sérgio Alvarenga, a importância de uma norma para o balconista de autopeças é a criação de padrões e requisitos no campo da organização. “Do ponto de vista do profissional, o balconista já começa a interagir

para certificação de competência que proporcionarão forte impulso ao balconista e na projeção da sua ocupação, bem como na atividade do varejo de autopeças no Brasil”, acredita.

Ponta do iceberg para novas normas

Para as próximas reuniões, previamente agendadas para as últimas quartas-feiras de cada mês, serão convidados a participar todos os elos da cadeia, desde indústrias, distribuidores, varejistas, oficinas, até entidades como IQA, Senai, Senac, além da imprensa especializada e do próprio profissional balconista de autopeças.

com uma palavra mágica que é a organização. Ele terá mais controle do passo a passo da atividade e do papel que ele desempenha”, diz.

Segundo Alvarenga, o mercado brasileiro de reposição já está acostumado com normas ABNT para serviços técnicos e a norma específica para o balconista também está ligada ao tema. “Tivemos um pioneirismo com a primeira norma de qualificação do mecânico que, de alguma forma, entra no campo de algumas habilidades e capacitações necessárias que a norma do balconista irá seguir, como por exemplo recomendações de nível de instrução e capacitação, que não são técnicas, mas conferem um norte sobre as competências que se deve ter para assumir as funções de balconista de autopeças”, avalia.

Ganho de qualidade para empresas e profissionais

Entre os benefícios imediatos que a normalização trará para esses profissionais está uma política mais clara de cargos e salários, com uma relação muita mais transparente entre empresários do varejo e seus colaboradores balconistas. “De imediato cria-se uma situação de meritocracia que pode ser construída nessa relação, como também de capacitação profissional, identificando habilidades ou deficiências que determinado profissional tenha e assim direcionar com maior assertividade sua capacitação, seja por iniciativa da empresa ou do próprio profissional, o que gera um ganho de qualidade entre as partes”, define Alvarenga.

Como complemento dessa base estruturada entre profissional e empresa, Alvarenga detalha que a qualificação cria uma certificação de competências, também chamada de certificação profissional, acreditada pelo governo brasileiro, promovida pela Organização Internacional do Trabalho, onde o Brasil é signatário. “Existem vários testes

Alvarenga adiantou que a CE já tem um texto-base, que é o ponto inicial para os trabalhos, e a criação dessa norma é do interesse do profissional e principalmente das lojas de autopeças porque todos ganham nesse processo. “Com isso criamos uma cadeia de valor. O objetivo é elevar a categoria do comércio varejista de autopeças e estamos iniciando esse trabalho valorizando o balconista. Essa é a ponta do iceberg para criação de novas normas do setor. Entendemos que essa é uma das formas de profissionalizar o setor. As grandes corporações sempre se valeram de normas, as oficinas de reparação andaram mais rápido porque se utilizam de muitos dados técnicos de substituição de componentes e agora chegou a hora do varejo de autopeças, que manuseia e tem um grande trabalho de logística e comercialização de produtos, com extensa capilaridade no Brasil, que requer uniformização. A ideia é elevar o patamar para cima, valorizar o profissional, a atividade econômica e, consequentemente, o País, além de potencializar projetos e ações de melhoria para os dois lados, seja para o empresário criar um programa de cargos e salários, seja para o profissional se capacitar melhor”, assegura Alvarenga.

O presidente da Associação dos Sincopeças do Brasil, Ranieri Leitão, agradeceu a indicação e disse que é sempre uma honra contribuir com o setor, qualquer que seja a função. “Estarei sempre à disposição para avançar e contribuir. A normalização do balconista vai valorizar não somente os profissionais, mas também as empresas incluídas nesse processo. Contem comigo”, disse.

O presidente do Sincopeças-SP, Heber Carvalho, parabenizou as indicações para a coordenadoria e secretaria da comissão. “Manifesto aqui minha satisfação com a escolha desses nomes para comandar a comissão. Fico muito feliz porque conheço a competência de ambos. O SincopeçasSP está empenhado em contribuir para o sucesso desse trabalho”, afirma o presidente.

O diretor executivo da Andap, Fernando Vasconi, também concordou com a indicação do coordenador e do secretário por entender que são profissionais competentes, capacitados e aglutinadores. “São os melhores nomes para comandar essa comissão”, frisa.

Informações: Imprensa Sincopeças-SP imprensa@sincopecas.org.br www.portaldaautopeca.com.br

Heber Carvalho Presidente do Sincopeças-SP

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BALCONISTA

Contribuindo para o aprimoramento do profissional do varejo de autopeças

O

novo perfil

dos profissionais do balcão

Munidos de ferramentas tecnológicas, o atendimento mudou.

Atenção para a linguagem e para uma venda mais consultiva

CADERNO BALCONISTA AUTOMOTIVO

TEXTO: KARIN FUCHS | FOTO(S): DIVULGAÇÃO

Sem dúvida, 2020 ficará marcado como um ano de grandes mudanças para as empresas e para quem atua com vendas, principalmente com o impulso das ferramentas digitais para essa finalidade, uma tendência que já existia, foi acelerada e se manterá. Também mudou o comportamento do consumidor.

Segundo Mauricio Stainoff, presidente da FCDLESPFederação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo, mesmo nos segmentos que não deixaram de atender presencialmente os consumidores, as empresas buscaram demonstrar para eles uma maior segurança nos ambientes das lojas e preparo dos funcionários, especialmente os que atuavam no balcão, no atendimento.

“Mesmo no cenário antes da pandemia, os clientes já buscavam na internet mais informações dos produtos ou serviços que necessitavam, durante a pandemia esse hábito cresceu muito. O consumidor quando vai até a loja conhece em detalhes o que vai comprar, portanto o balconista que não conhecer o produto ou oferecer algo que o consumidor não está disposto a comprar, corre o risco de perder a venda e pior, o cliente”.

Stainoff acrescenta que o atendimento deve ser mais focado no consumidor. “Isto é, ele deverá sentir que aquele tratamento é exclusivo para ele. Em 2021, o perfil deve ser um de consumidor mais consciente,

cauteloso nas compras e buscando as melhores ofertas. Já para os lojistas, o atendimento tende a ser mais personalizado e atencioso, gerando valor para o seu produto e fidelização de clientes”.

Mudanças de hábitos – Almir Neves, fundador da startup de Inteligência Artificial Hubkn Inc., comenta que a pandemia do novo coronavírus obrigou as pessoas a se adaptarem a um novo estilo de vida. “Com a obrigatoriedade de ficar em casa para evitar o contágio, foi necessário mudar hábitos de consumo e também de trabalho. O home office se tornou realidade para os profissionais que atuam nos escritórios, e não foi diferente com o vendedor”.

Nesse sentido, o vendedor de rua, também conhecido no meio corporativo por field sales, foi obrigado a virar um vendedor interno, o inside sales na linguagem corporativa global. “Isso trouxe um desafio muito grande, porque são perfis diferentes. O vendedor de campo tem por principal característica estar em movimento, e de certa forma, o fato de acabar vindo para dentro da empresa obrigou-o a mudar sua rotina, de agendar reuniões presenciais e agora ter de fazer por telefone, por web conferência, o que acabou gerando um estresse muito grande para quem tinha esse perfil de estar sempre na rua”.

De maneira geral, ele coloca que mercado brasileiro de vendas é gigantesco. “São 200 milhões de consumidores em vários setores, desde produto, serviço, tecnologia, ou seja, é um mercado muito ativo. Claro que, durante a pandemia, alguns segmentos foram realmente mais impactados como o setor de hospitalidade, viagens e turismo. Mas, em contrapartida, outras verticais tiveram um crescimento estrondoso”.

Estratégias – Para Stainoff, o lojista precisa conhecer seus clientes e a tecnologia é ferramenta para isso. “Claro que ainda muitas dessas ferramentas estão fora do alcance da maioria dos lojistas, pois são pequenas empresas”. E ele deve utilizar das estratégias de redes sociais, vendas, descontos exclusivos por meio de aplicativos e estabelecer uma melhor conexão com seu cliente.

“Porém, a empresa pode começar organizando o conhecimento que ela tem dos seus clientes, com isso oferecer a ele um melhor atendimento e oferta dos

produtos de interesse. É mais barato manter, fidelizar e aumentar o ticket para seus clientes do que conquistar novos”, afirma.

Neves lembra que o comércio precisou mudar sua logística, saindo da venda no salão para entrega em domicílio, o e-commerce cresceu absurdamente e tudo isso trouxe uma necessidade de adequação das organizações e das equipes como um todo. “Dentro desse cenário, quanto mais tecnologia a empresa tiver na sua rotina comercial, mais efetivo passa a ser o processo de venda como um todo”.

Segundo ele, “não basta ter apenas um software de vendas e de gestão de relacionamento com o cliente, são necessários CRM’s mais complexos, plataformas de conhecimento de perfil do consumidor, sistemas de dados com mais informação para avaliação de cenários e obviamente a inteligência artificial (AI) vem um pouco acima disso tudo, conectando coisas que muitas vezes não são tão simples de serem conectadas”.

E capacitar a equipe. “A complexidade da atividade comercial, uma vez que no mundo todo os vendedores utilizam mais tempo realizando atividades não correlatas à venda em si, tem levado as organizações a investir cada vez mais em tecnologias inteligentes para ajudar esses profissionais a performar melhor, mas sem abandonar habilidades características do vendedor, como argumentação, expressão verbal, entre outras”.

Equipe de ponta – Como nos demais setores, Stainoff afirma que, para o perfil do balconista ou daqueles que atuam na linha de frente, conhecer os produtos que oferece e os hábitos de consumo do cliente é fundamental. “Utilizar as mídias sociais, sem incomodar e de forma bem objetiva, para se comunicar e oferecer produtos de interesse, fortalece o relacionamento e servirá para alavancar as vendas”.

Mauricio Stainoff, presidente da FCDLESP - Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo
Artificial Hubkn Inc.

40 CADERNO BALCONISTA AUTOMOTIVO

Para os empresários varejistas, a dica dele é também se atualizar e capacitar-se. “Buscar informações sobre tendências e novas tecnologias, para poder escolher o treinamento mais adequado para suas equipes. E treinamento não é despesa, é um investimento”.

Linguagem correta

Há mais de dez anos no balcão de autopeças, Jeferson Faria de Souza, da Auto Accessórios Bangu, no Rio de Janeiro (RJ), conta o que mais mudou com a pandemia. “Estamos atendendo muito mais por telefone e pelo WhatsApp, o que se tornou uma ferramenta indispensável para vendas. Tem cliente que não sabe muito bem qual é a peça que ele quer, ele nos envia

a foto e, por ela, nós conseguimos esclarecer as suas dúvidas e efetuar a venda”.

E isso é um caminho sem volta. “A venda pela internet e pelo WhatsApp foi o que mais mudou e vai continuar cada vez mais, mesmo que a situação melhore com o passar do tempo”. O que requereu adaptações. “Com certeza, nós tivemos que nos adaptar, pois presencialmente, você está cara a cara com o cliente. Pelas ferramentas digitais temos que ser muito mais assertivos, mais consultores do que vendedores”.

No presencial, Jeferson diz que não houve mudanças no perfil do consumidor, mas sim, no formato de entrega. “Já tínhamos a questão da entrega e o volume aumentou muito mais com a redução do número de clientes que vem até a loja”. Para finalizar, ele deixa uma dica, a de atentar-se à comunicação pelas redes sociais. “Tem que saber escrever corretamente pelo WhatsApp, há muitos vícios de linguagem nas redes sociais, muitas abreviações. Para lidar com o público, tem que ter esse cuidado de saber se expressar, saber falar”.

Mais bem informados

Na Perim Autopeças, em Santos (SP), Antonio Marcos Silva Santos, o Toninho, percebeu que a principal mudança é que os clientes já chegam na loja com informações detalhadas do que eles precisam. “Isso acabou possibilitando que as cotações fossem feitas de forma online, WhatsApp. Com a pandemia, aumentaram as cotações pelo WhatsApp, então, eu passei a utilizar o WhatsApp Business. Com isso, eu consegui fazer uma gestão melhor dos meus clientes”.

Nas vendas, outra mudança. “Ela ficou mais consultiva, mas, graças a Deus, estamos conseguindo fechar uma boa parte das consultas”. Para ele, a tecnologia é uma realidade. “O que facilitou o atendimento daqueles clientes que tinham dúvida do que eles realmente estavam precisando. Hoje, a maior parte dos clientes quando consulta qualquer peça encaminha a foto do que precisa, o que minimiza a chance de uma venda equivocada”.

Para Toninho, a excelência no atendimento se faz cada vez mais fundamental. “Hoje, eu acho que isso faz a diferença no momento do atendimento. E com a tecnologia cada vez mais facilitando as vendas, atender com qualidade é o que pode fidelizar um cliente. Com a tecnologia, ficou muito mais fácil ser um balconista”, conclui.

Jeferson Faria de Souza, da Auto Accessórios Bangu, do Rio de Janeiro (RJ)
Antonio Marcos Silva Santos, o TONINHO, da Perim Autopeças, de Santos (SP)

“OLHANDO PELO RETROVISOR”

“Para realizar grandes conquistas, devemos não apenas agir, mas também sonhar; não apenas planejar, mas também acreditar”.

France

Anatole

A43 CADERNO BALCONISTA AUTOMOTIVO

o ser perguntado sobre o segredo do sucesso em sua carreira profissional, Sr. Manuel respondeu:

“Sua pergunta me fez relembrar o que me ocorreu dias atrás: estava eu, descansando na cabine de um dos meus caminhões, sonolento e absorto em devaneios, olhando pelo retrovisor, de repente me vi em uma viagem ao passado. Percebi, na verdade, que não era o retrovisor do caminhão que eu olhava e sim, o que poderia chamar de “retrovisor da vida”, que me transportou a uma viagem pelo meu próprio passado ao relembrar os caminhos que me trouxeram ao presente e que me conduzem ao futuro, aos sonhos que pretendo realizar em breve, com o mesmo foco, planejamento, motivação e determinação que me são peculiares”.

Chegar até aqui não foi tarefa fácil. Posso dizer que essa viagem começou desde a adolescência, passa pelos dias atuais e não tem data definida para terminar, afinal, a cada sonho realizado, somos impulsionados a vislumbrar novas oportunidades e seguir em busca de novos desafios”.

(Sr. Manuel é um empreendedor de sucesso. Atua há seis anos no setor de transportes. Possui 8 (oito) caminhões agregados a grandes empresas).

A história do Sr. Manuel começou aos 18 anos de idade, quando saiu de uma pequena cidade do interior da Bahia, onde morava com a avó, com destino à capital, para morar com a tia, o tio e quatro primos, pessoas por quem ele tem muito apreço. Algum tempo depois, adquiriu casa própria, constituiu família e teve um filho.

Seu primeiro emprego foi na função de portaria em um prédio residencial; depois, balconista em uma loja autopeças, onde atuou por dois anos e se identificou bastante com o setor automotivo.

Ser motorista de ônibus intermunicipal sempre foi o seu sonho, desde que saiu do interior rumo a Salvador (BA). Quando surgiu a oportunidade de ingressar em uma grande empresa de ônibus não pensou duas vezes. Começou na função de portaria e seguiu carreira. Após a promoção para a função de manobrista, não demorou muito até conquistar o tão sonhado cargo de motorista, inicialmente numa linha municipal até ser indicado, por mérito, para realizar viagens de turismo e, depois, a condução de colaboradores de uma empresa multinacional da região do polo petroquímico, em Camaçari (BA).

Foram exatos 29 anos de trabalho até a aposentadoria, quando saiu com a consciência do dever cumprido.

A aposentadoria foi o fim de uma trajetória profissional? Claro que não!

Olhando pelo retrovisor da vida, Sr. Manuel fez uma nova viagem do passado ao presente, relembrou o caminho percorrido e ao mesmo tempo vislumbrou no futuro, um “caminhão de oportunidades” e uma estrada a percorrer com destino ao sucesso.

Ao perceber que a aposentadoria ainda não seria o momento de parar, ao surgir a oportunidade de continuar atuando no setor de transportes, agora com caminhão, pesaram na sua decisão de empreender nesse novo ramo de negócio, o amor pela estrada, pelas viagens e levando em consideração os muitos amigos que fez durante o tempo em que foi motorista de ônibus.

Começou com um caminhão de pequeno porte até que novas oportunidades surgiram. Atualmente, conta com uma frota de 8 (oito) caminhões, agregada a grandes empresas do Polo Petroquímico da Bahia, e projeta o crescimento do negócio com a aquisição de mais 8 (oito) caminhões, antes de passar o comando dos negócios para seu filho, pois pretende concluir a construção de sua casa de praia, no litoral norte da Bahia, um lugar tranquilo onde deseja morar com a família.

Nunca é tarde para um recomeço. Descobrir o significado; o(s) motivo(s) que o faz(em) levantar todas as manhãs é o que dá sentido à vida. Motivação, portanto, é a palavra-chave para o sucesso, e serve de referência para:

1. Os jovens que estão iniciando a carreira profissional;

2. Para aqueles que estão no meio do caminho (da trajetória profissional);

3. Para aqueles que estão prestes a concluir a caminhada e que podem descobrir novas oportunidades, novos desafios e novos sonhos.

Pelo “retrovisor interno”, em momentos de auto-reflexão, é possível perceber que a motivação é intrínseca, é de dentro pra fora.

É muito importante dar uma atenção especial aos “pontos cegos”. Ameaças que não são detectadas pelo “retrovisor da vida” podem causar acidentes, dificultar e até impedir a conquista de seus objetivos.

Para uma direção tranquila e para minimizar os acidentes de percurso, tão importante quanto olhar nossa vida para frente e não perder o foco e desviar do caminho que foi traçado rumo aos objetivos, é sempre bom olhar pelos “retrovisores externos” e se espelhar em histórias de sucesso; em histórias de pessoas vencedoras”.

Recomendo a leitura de biografia de Benjamin Franklin, considerado um dos fundadores dos Estados Unidos, mesmo não tendo chegado à presidência. Destacou-se como político, inventor, empreendedor, jornalista, escritor e diplomata dos Estados Unidos, dentre outras coisas, é o inventor dos para-raios, das lentes bifocais e do aquecedor, fundador da Universidade da Pensilvânia e do corpo de bombeiros norte-americano, autor do texto “O sermão do Pai Abraão”, considerado o mais famoso da literatura produzida na América nos tempos coloniais.

Olhando para o retrovisor da vida de Benjamin Franklin, George Washington, presidente dos Estados Unidos, escreveu dois anos antes: “...Se ser venerado por sua benevolência, admirado por seu talento, estimado por seu patriotismo, amado por sua filantropia puder satisfazer a mente humana, terá o agradável consolo de saber que não viveu em vão...”.

É importante sempre questionarmos qual legado pretendemos deixar para os nossos filhos e entes queridos. A trajetória de vida das pessoas de sucesso, geralmente, é determinada por um olhar firme na estrada à sua frente, vislumbra onde se deseja chegar, traça o melhor roteiro, observa cuidadosamente as regras e não esquece de, periodicamente, olhar pelo retrovisor da vida a fim de perceber o caminho percorrido e os obstáculos vencidos, como forma de motivação para seguir em frente, com atenção aos pontos cegos e a tudo que acontece ao seu redor, rumo aos objetivos e sonhos, portanto...

Pé na estrada e boa viagem rumo ao sucesso!

Texto: Valtermário de Souza Rodrigues* Foto(s): Divulgação

*Analista Administrativo Sênior da Distribuidora Automotiva S/A – Filial Salvador; Bacharel em Administração de Empresas; MBA em Gestão de Empresas; MBA em Liderança Coaching; Co-autor dos livros “Ser Mais Inovador em RH” – “Motivação em Vendas” e "Planejamento Estratégico para a Vida”

2ª onda da pandemia pode desacelerar venda de automóveis híbridos e elétricos no Brasil

Estudo “HEV - Veículos Híbridos e Elétricos 2020”, produzido pela

consultoria MegaDealer,

analisou dados de 5.245 negociações

realizadas por concessionárias cadastradas

Auto Avaliar

Mesmo em um momento de conquista de espaço e crescimento Brasil, as vendas de veículos híbridos e elétricos 0 km foram diretamente impactadas pela chamada segunda onda da Covid-19 no País. O estudo “HEV -Veículos Híbridos e Elétricos 2020”, produzido pela MegaDealer, consultoria com expertise em Data&Analytics, através de dados da Auto Avaliar, maior plataforma online de gestão, compra e venda de veículos usados e seminovos, identificou uma desaceleração nas vendas nos meses de novembro e dezembro.

Se em agosto e outubro do ano passado as concessionárias levavam em média 30 dias para vender um modelo dessa categoria, o giro de estoque registrado em dezembro mostrou um período de 47 dias para efetivação da negociação.

“Precisamos entender se o mercado vai se comportar da mesma maneira como ocorreu na primeira onda, quando o giro de estoque chegou a 73 dias em média em junho, e quando ele vai conseguir recuperar novamente”, afirma o Country Manager da MegaDealer no Brasil, Fabio Braga. “Porque apesar desta desaceleração, os números mostram que os elétricos e híbridos já se tornaram uma opção de compra levada em consideração pelo brasileiro, afinal o mercado passou de aproximadamente 12 mil unidades vendidas em 2019 para quase 20 mil em 2020”.

na plataforma

Valor médio dos carros supera R$ 270 mil

Ainda com opções limitadas no mercado, e muitas delas oferecidas pelas montadoras premium, o custo dos carros híbridos ou elétricos supera facilmente a casa dos três dígitos. E assim como o mercado cresceu em 2020, o preço médio também subiu.

Certamente a maior oferta de modelos premium contribuiu para a elevação do ticket médio. “O estudo mostra que o brasileiro gastava pouco mais de R$ 157 mil em um modelo do tipo em 2019, e já a partir do segundo semestre de 2020 esse valor aumentou muito, ultrapassando R$ 271 mil”, revela Braga. “E se excluirmos os dados da Toyota, que lidera as vendas do setor com os modelos Corolla e RAV4, esse valor é ainda maior, chegando a R$ 357mil”.

Mercado deve apresentar mais novidades em 2021

Diversas montadoras devem apostar mais as suas fichas no mercado de híbridos e elétricos neste ano, acirrando cada vez mais a disputa pelo share. Um bom exemplo é a Jeep, que deve apresentar modelos mais sustentáveis nas linhas Renegade e Compass. A Toyota, líder do mercado, pode inovar com uma versão Cross do Corolla. Também, são potenciais lançamentos de versões Híbridas/Elétricas no Brasil em 2021 o Volkswagen Tiguan, Nissan Kicks, Honda Accord, Fiat 500e, entre outros.

“Apesar da desaceleração provocada por essa nova onda da pandemia, este é um setor que ainda deverá crescer muito nos próximos anos”, acredita J. R. Caporal, CEO da Auto Avaliar. “Cada vez mais o brasileiro está em busca de veículos menos poluentes, mais econômicos e a indústria tem preparado novos lançamentos para atender esse público. Essa será uma das grandes tendências quando houver a retomada da economia”, aposta Caporal.

Auto Avaliar (www.autoavaliar.com.br)

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