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Para este nosso último encontro de 2020, trazemos uma reportagem especial sobre as muitas incertezas e mudanças para o mercado, a começar pela forma de fazer negócios, já que a pandemia impôs o isolamento social. Fábricas foram fechadas ou passaram a operar em turnos reduzidos e a retomada já se mostra presente. O que esperar e como se preparar para as oportunidades que o próximo ano reserva ao setor?
Para tanto, nossa equipe conversou com alguns especialistas do segmento automotivo, como: Ricardo Bacellar, sócio-líder do setor de Industrial Markets e Automotivo da KPMG no Brasil, Laurent Guerinaud, diretor Geral da GiPA do Brasil, Danilo Fraga, diretor de Inteligência de Mercado da Fraga Inteligência Automotiva, e do fundador da 2D Consultores Associados, Marco Flores, e traz o que eles pensam.
Nesta edição uma matéria sobre o varejo em expansão. Mesmo que 2020 tenha sido um ano tão atípico e de muitas incertezas, muitos empresários do varejo de autopeças não engavetaram projetos e mantiveram seus planos de expansão. Também: Como os lojistas podem aproveitar desafios e oportunidades da pandemia de Covid-19? A sabedoria popular afirma que depois da tempestade sempre vem a bonança.
Transformação digital no setor automotivo trouxe melhorias, em que o foco passou a ser no consumidor
4.0 e se tornou um dos fatores prioritários para garantir a sobrevivência em tempos tão incertos. As perspectivas do varejo tradicional e o futuro do omnichannel, segundo o relatório da Manhattan Associates, desconstrói a recente mudança de paradigma trazida pela Covid-19.
Para comemorar o Dia do Balconista de Autopeças, fizemos de 23 a 27/11 a 1ª Semana Balconista Automotivo. Foram cinco lives, cada uma delas contou com a participação de dois profissionais de vendas, que estão atrás do balcão, no telemarketing, no comércio eletrônico ou na consultoria comercial externa. E não deixe de ler também o artigo de Valtermário Rodrigues sobre “Estradas da vida.
Ainda: Números da indústria automobilística têm em novembro seu melhor mês do ano; o artigo do colunista Fauzi Timaco Jorge, de título “O câmbio”; em Pesados & Comerciais, Foton lança no Brasil a Família AumarkS. Recentemente lançados na China, os caminhões trazem atributos premium de conforto, desempenho e segurança e atenderão no Brasil os segmentos de leves e médios.
A todos, um feliz Natal e Ano Novo com muita saúde e prosperidade.
Até o ano que vem!
O EDITOR
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Jornal Balcão Automotivo é uma publicação mensal, dirigida aos profissionais automotivos e tem o objetivo de trazer referências ao mercado, para melhor conhecimento de seus profissionais e representantes.
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Empresários mantêm planos de aberturas de novas lojas, ainda que o ano tenha sido um tanto conturbado
Mesmo que 2020 tenha sido um ano tão atípico e de muitas incertezas, muitos empresários do varejo de autopeças não engavetaram projetos e mantiveram seus planos de expansão. Neste ano, o MercadoCar inaugurou mais uma loja e em 2021 abrirá mais duas unidades, conforme conta o CEO da empresa, Rodrigo Carneiro.
“Esta da loja Tito é a oitava. Além dela, na zona leste, o MercadoCar possui unidades no Tucuruvi, onde também fica a matriz, duas lojas na Barra Funda, sendo uma 24 horas e outra exclusiva para linha de veículos pesados, além de Aricanduva, Guarulhos, Santo Amaro e Santo André”, especifica.
Sobre os fatores que têm levado à expansão, diz ele: “nós temos crescimento consistente e abertura de novas unidades é um processo de expansão planejado e bem estruturado de uma empresa que vai completar 50 anos em 2021 e tem um modelo de negócio único”.


Para a abertura da loja Tito, Carneiro comenta que o mercado local e a frota circulante expressiva na região, chegando a 450 mil veículos, foram fatores decisivos. “E a possibilidade de ampliar o atendimento na zona leste da capital paulista, que já contava com a unidade Aricanduva. Buscamos oferecer sempre conforto, segurança, produtos de qualidade a um preço acessível e diversidade de itens, sejam peças ou acessórios. São mais de 130 mil itens”.
O Grupo Josecar é composto por nove unidades, sendo cinco na cidade de São Paulo e as outras quatro

distribuídas estrategicamente nas cidades de Osasco, Jundiaí e Atibaia. Recentemente, inaugurou uma loja em Itupeva. Para abastecer essas unidades, o grupo tem um centro de distribuição próprio.
Ricardo Carnevale, diretor Comercial, diz que os próximos passos são desenvolver e implementar processos de logística de abastecimento via centro de distribuição. “Para sanar e/ou melhorar a falta de mercadorias e até mesmo a perda de vendas. Com esses processos implementados, os resultados positivos poderão contribuir com as possibilidades de aberturas de novas unidades futuramente”.
Ele conta que apesar de 2020 ter sido um ano difícil para todos, o Grupo Josecar conseguiu manter o plano de consolidação da marca, que foi desenvolvido há mais de 5 anos, com a abertura da loja de Itupeva. “Um dos fatores que vale mencionar foi o trabalho crucial de estoque saudável, como também adequação dos custos fixos da empresa”.

Para finalizar, Carnevale coloca que o mercado de autopeças requer constante atuação em diversos aspectos. “Precisamos estar atentos ao posicionamento dos preços, qualidade dos produtos e prazos de entrega das nossas mercadorias, afinal, nossos clientes estão cada dia mais exigentes. Além disso, um dos pilares da Josecar é ser reconhecida como “Excelência em Atendimento”, pelos nossos clientes e fornecedores. Para isso, temos trabalhado fortemente e investido em tecnologia, treinamento e análise de mercado”.
Em oito anos no Brasil, a AutoZone já soma 44 lojas em 41 cidades no Estado de São Paulo. A primeira delas foi a de Sorocaba, em 2012, que se destacou por ser a loja de número 5.000 em nível mundial. E foi exatamente em Sorocaba que a AutoZone abriu mais uma unidade, no mês de novembro.
Fundada em 1979 nos Estados Unidos, ela é a maior varejista de peças automotivas e acessórios do mercado norte-americano. Com o conceito faça você mesmo no segmento de peças e acessórios, o seu portfólio contempla mais de 20 mil itens. Os clientes também contam com especialistas no balcão, os chamados AutoZoners, na hora da compra.
Além de peças originais, a AutoZone oferece uma série de serviços gratuitos, como teste e recarga de bateria, troca de lâmpadas e palhetas, dicas para revisão de férias, entre outros.



Em Cuiabá (MT), Silvano Ramalho, da Edson Autopeças, tem como meta cobrir a região em que ele atua, a capital, com a abertura de mais três lojas nos
AutoZone abre sua segunda loja na cidade de Sorocaba (SP) no mês de novembro. Em oito anos no Brasil, a AutoZone já soma 44 lojas em 41 cidades no Estado



próximos dois anos. Hoje, são quatro unidades. “Uma delas está prevista para o próximo ano. O mercado está crescendo muito, eu converso com vários empresários do ramo e ninguém está entendendo o que está acontecendo. Não sei se este será um ano de parâmetro para nós para os próximos anos, mas pelo tamanho da nossa frota, apostamos que o mercado crescerá muito”.
Para ele, o que impulsiona o plano de expansão é estar próximo ao cliente. “Às vezes, a gente acha que está vendendo muito em uma determinada região, mas só depois que abrimos uma loja lá é que vemos o que é vender muito e o quanto o mercado é grande. O próprio cliente que está distante de nós e fazemos as entregas para eles, nos cobram uma loja próxima a ele”.
Também na sua região, Ramalho diz que muitos varejistas de autopeças estão crescendo. “Muitos estão crescendo aqui no Mato Grosso e nós temos uma grande vantagem por sermos Rede Âncora. Trabalhamos com estoque compartilhado entre as lojas e as indústrias dão mais preferência para a Rede Âncora pelo volume que ela tem, diferentemente de quem tem uma ou duas lojas pequenas”.
Com seis lojas na região de Campinas (SP), Roberto Rocha, da Rocha Autopeças, informa que a meta é abrir pelo menos uma loja por ano. Para 2021, o objetivo é construir o prédio que abrigará a matriz, projeto que foi adiado neste ano pela falta de insumos e mão de obra. Já de imediato, a ideia é expandir a atuação considerando até as cidades vizinhas às suas unidades para atender uma carência de mercado.
“No geral, o pessoal está reclamando de falta de peças e de uma escalada no preço. Vamos ver se aos poucos conseguiremos abrir mais em volta para atender as solicitações. Fazer um caracol e aumentar a nossa atuação nas cidades vizinhas, atendendo-as pelas nossas lojas e pelo motoboy. É o delivery eletrônico no meio físico”.
Rocha também fala sobre a importância de estar próximo ao cliente. “O conserto do carro dos brasileiros é retroativo, ele só faz o serviço quando o carro para e ele quer a peça de imediato”. E compara o mercado de autopeças com o de eletrônicos. “Quem compra uma TV pelo comércio eletrônico não se importa em esperar pelo prazo de entrega, diferentemente do nosso mercado. No nosso segmento, a compra de itens pela internet não é emergencial, como por exemplo, do óleo que pode ser uma compra programada”.
Ele acrescenta que mesmo assim nem sempre comprar pela internet é mais barato, pelo setor trabalhar com uma margem pequena. E aqui ele também compara com o setor de eletroeletrônicos. “Ele tem uma margem maior e paga uma comissão maior para o vendedor. Mas quando a venda é pela internet, por exemplo de uma televisão, não é necessário o vendedor, o próprio cliente busca o produto que deseja e a comissão que seria do vendedor pode ser repassada na forma de desconto para o cliente”.




Apoiar o esporte brasileiro se tornou uma das marcas da YPF Brasil, empresa de energia e lubrificantes automotivos. Em parceria com o projeto CBF Origens (Confederação Brasileira de Futebol), a companhia passa a patrocinar as categorias sub 17 e sub 20 de campeonatos nacionais. O projeto CBF Origens desenvolve o futebol de base, algo que impulsiona a modalidade no Brasil. “Somos uma empresa de energia em expansão, o que nos possibilita apoiar atletas de base na trilha pelo sucesso no futebol”, reforça a gerente de Marketing e Comunicações da companhia, Giovanna Grassi.

A ZF Aftermarket apresenta ao mercado reparador uma nova solução em serviços por meio da Oficinas ZF [pro]Tech. Trata-se de uma nova plataforma on-line que oferece aos mecânicos informações sobre o portfólio de produtos da ZF Aftermarket, com embreagens, freios, direção, suspensão, transmissões, eixos e rolamentos. Além disso, oferece serviços e suporte aos negócios das oficinas, incluindo informações técnicas, administrativas, digitais, de marketing, mercado e networking. O Programa nasce com mais de duas mil oficinas e se estabelece como pioneiro e com o maior número de estabelecimentos deste tipo no Brasil.

Revolução da lâmpada automotiva: OSRAM lança o primeiro LED retrofit para faróis
Com o novo produto, a OSRAM, indústria número um em iluminação automotiva, é também a primeira a cumprir com os regulamentos de aprovação pela Autoridade Federal Alemã de Transporte Motor para oferecer uma substituição legal de lâmpadas LED em aplicações de faróis até o momento. Apesar de o produto ainda não estar disponível em território brasileiro, vale dizer que as lâmpadas são uma novidade absoluta em todo o mundo. Com as NIGHT BREAKER® LED, os motoristas se beneficiam de uma visão mais eficiente, com muito mais visibilidade nas estradas e nova experiência de condução dia e noite.
COBREQ apresenta pastilha de freio cerâmica para linha leve que proporciona
A Cobreq, marca da TMD Friction, uma empresa do grupo Nisshinbo, apresenta ao mercado a nova pastilha de freio Cobreq Cerâmica que atende veículos da linha leve, com foco em SUV’s, sedans médios e pickups, e chega trazendo inovação para o segmento automotivo. Elaborada com matérias-primas de alta qualidade para componentes cerâmicos, a peça garante a redução de ruído, menos pó nas rodas e uma frenagem livre de vibrações. Desenvolvida através de tecnologia avançada pela Cobreq, as pastilhas são ecológicas e apresentam diferenciais fundamentais e favoráveis para o dia a dia.

A MobilTM, marca líder em tecnologia para lubrificantes sintéticos no mundo, traz uma nova tecnologia em sua linha de produtos Mobil Super. Ao todo, três lubrificantes do portfólio contarão com a nova tecnologia ILSAC GF-6 e API SP: o Mobil Super Semissintético 10W-40 passará a ter a norma API SP e os produtos Mobil Super Sintético 5W-30 D1 e Mobil Super Sintético 0W-20 D1 contarão com as normas API SP e ILSAC GF-6. As novas normas estabelecem um novo padrão de qualidade, que apresenta diversos benefícios em relação às tecnologias anteriores.


A DRiV, detentora das marcas Monroe Amortecedores e Monroe Axios, ampliará sua presença no mercado brasileiro com o lançamento da marca Wagner® no mercado de reposição em 2021. A empresa comercializará pastilhas de freio para diversas aplicações, com a qualidade e tradição de uma marca com 129 anos de história. A Wagner® é líder nos Estados Unidos e tem presença no Canadá, China e México. Seu portfólio de produtos no mundo inclui demais componentes do sistema de freios, além de produtos para o sistema de iluminação de veículos.
A Automec será realizada em novembro de 2021 e não mais em abril, como era previsto anteriormente, segundo nova decisão da organizadora do evento, a Reed Exhibitions. Em comunicado divulgado na terça-feira, 8/12, a empresa informa que a alteração ocorre após uma reavaliação da situação atual da pandemia e o avanço da contaminação no Brasil e em São Paulo. Inicialmente, a 15ª edição seria realizada entre 6 e 10 abril no São Paulo Expo. Com a transferência do evento para o período de 9 à 13 de novembro, o local também teve que ser alterado para o Expo Center Norte, que fica na zona norte da cidade.


NSK celebra 50 anos de Brasil com ações para clientes e colaboradores
A NSK, uma das líderes mundiais na fabricação de rolamentos, tecnologia linear e sistemas de direção, comemorou em novembro cinco décadas no Brasil, promovendo uma série de ações com colaboradores e clientes, marcando a nova fase com a campanha "NSK Brasil 50 anos. Uma bela história escrita em verde e amarelo". O tema é uma referência à abertura da fábrica de Suzano, em São Paulo, a primeira da empresa fora do Japão, mas também engloba toda a dedicação ao Brasil ao longo de meio século com peças e prestação de serviços que atendem aos mais diferentes mercados, do agro ao automotivo.

O piloto Laurent Guerinaud, diretor da GiPA do Brasil, se tornou campeão da Fórmula Vee no domingo 29/11, em Interlagos, em sua primeira temporada ao volante de um monoposto. Com isso, Guerinaud está agora ao lado de grandes nomes que triunfaram na categoria, como Emerson Fittipaldi (primeiro vencedor, em 1967), Nelson Piquet (pela Super V, em 1975) e o austríaco Niki Lauda, todos campeões também na Fórmula 1. “É uma grande honra para mim estar nesta galeria de grandes campeões, não apenas da Fórmula Vee, mas do automobilismo mundial”, afirma o francês, radicado no Brasil há mais de 10 anos.
CORPORATION torna-se novo Fornecedor de Dados da TecAlliance no Brasil
A TecAlliance, uma das principais especialistas em dados que conectam o mercado de reposição digital, agora oferece aos seus clientes dados abrangentes e de alta qualidade da Gates Corporation. A fabricante global de peças automotivas deu um passo importante para impulsionar os dados digitais em formato estruturado, integrando seus dados de produtos no banco de dados mais importante, para identificação de veículos e peças de reposição, o TecDoc Catalogue. A implementação da solução PIM da TecAlliance “Carsource Catalog Utility” (CCU) também ajudará a Gates a otimizar seus processos de gerenciamento de catálogos.

No dia 2 de dezembro, das 8h às 18h, a Comercial Automotiva –DPaschoal, DPK, AutoZ e KDP, promoveu um evento digital voltado para profissionais do setor automotivo, jornalistas e interessados na área. O DP 4.0+ contou com uma programação completa de palestras com temas sobre tecnologia, inovação, tendências de consumo, mercado automotivo do futuro, entre outros. Além disso, o técnico de Voleibol Bernardinho palestrou no evento. Das 17h às 18h, Luis Norberto Pascoal, presidente da Companhia DPaschoal de Participações, e equipe concederam entrevista coletiva à imprensa.

A Marelli Cofap Aftermarket, dona do maior portfólio de peças para a reposição, anuncia o lançamento de mais 19 códigos de pastilhas de freios com a marca Cofap. As novidades atendem veículos de marcas premium como Audi, BMW e Mercedes-Benz, entre outras. Componente indispensável para garantir a segurança dos ocupantes do carro, as pastilhas de freio nem sempre recebem a devida atenção do motorista. O desgaste da peça varia muito, dependendo da forma de como se dirige. Utilizar o recurso da “banguela” em veículos com câmbio manual, segurando o carro somente no freio, acelera o desgaste das pastilhas.



Evoluindo a atuação nos canais digitais, após lançar série com podcasts Feras da Venda para profissionais de vendas no Spotify e no SoundCloud, agora a Nakata, fabricante de autopeças líder em componentes de sistema para suspensão, abre o seu perfil de músicas no Spotify e oferece playlists para vários estilos musicais, garantindo um ambiente agradável aos clientes, seja na loja ou oficina, assim como em momentos de descontração e lazer. Para cada situação, há uma playlist, entre elas, músicas clássicas da MPB, pop nacional e internacional, clássicos do rock, blues, sertanejo, entre outras. O link para acessar a Nakata no Spotify Tudo Azul, Tudo Nakata é https://open. spotify.com/user/componentesnakata
para motos
Líder absoluta no mercado de reposição de amortecedores, a marca Cofap também é referência nesse tipo de componente para motocicletas de média e alta cilindradas. São 18 códigos de amortecedores monoshock para veículos desse segmento que contemplam modelos das marcas Honda, Yamaha e Dafra. Os amortecedores monoshock são designados dessa maneira pelo fato de as motos utilizarem apenas uma peça, normalmente instalada inclinada, abaixo do banco, maior e mais resistente do que os amortecedores utilizados em motos de baixa cilindrada, na grande maioria dos casos, aos pares.


VALVOLINE
Mesmo que o veículo não tenha rodado a quilometragem indicada para troca, o óleo lubrificante tem validade e postergar a substituição pode ser prejudicial ao motor. A Valvoline, líder mundial na produção e venda de lubrificantes automotivos, comerciais e industriais, explica que, em condições normais, o ideal é seguir os intervalos de troca de óleo de acordo com as orientações do manual do fabricante do veículo, utilizar marca reconhecida e de qualidade e produto com as mesmas características e especificações indicadas para o tipo do motor.
O IQA – Instituto da Qualidade
Automotiva – acaba de certificar a Hyundai Motor Brasil, instalada em Piracicaba (SP), com o Selo
AutoRetorno IQA, que assegura a retomada da produção e demais atividades administrativas da montadora, com eficácia e garantia das operações, ao evitar a propagação do vírus da Covid-19, o absenteísmo e a perda da força de trabalho. A planta de Piracicaba da Hyundai Motor Brasil conquistou o Certificado AutoRetorno IQA, e demonstrou atendimento aos requisitos de certificação durante a auditoria realizada nas áreas administrativas e produtivas da montadora.


A Kolbenschmidt (KS), marca premium que atende as principais montadoras no mundo e é comercializada pela divisão
Motorservice, conquistou o primeiro lugar na categoria componentes motor, que contempla as linhas de produtos anel, pistão e bronzina no Prêmio
Sindirepa-RJ, resultado de pesquisa realizada, entre julho e outubro, com 115 empresas de reparação de veículos do Estado do Rio de Janeiro, que avaliaram e elegeram as que mais destacaram em 2020 em 15 categorias. Com a conquista do prêmio, a empresa fecha o ano com a sensação de ter contribuído com o setor de reposição.
O Grupo UFI Filters decidiu dar maior autonomia de gestão às regiões, atribuindo o controle do comando do Aftermarket a cada Diretor de Operações (COO - Chief Operating Diretor) de cada área EMEA, APAC, ÍNDIA, AMÉRICAS. Portanto, a gestão do Aftermarket da UFI Filters Américas está agora sob a responsabilidade de Stefano Gava (1), diretor de Operações da UFI Filters Américas, e de Matt Tenbusch, nomeado diretor de Aftermarket dos EUA. Já para a América do Sul Pedro Henrique Almeida (2) é confirmado diretor do Aftermarket Brasil, respondendo a Eugenio Marianno (3), gerente Geral da UFI Filters Brasil.


A Lamborghini escolheu a Bridgestone como fornecedora de pneus para o Lamborghini Huracán STO, um novo carro superesportivo previsto para ser lançado em 2021. A Bridgestone desenvolveu um pneu Potenza feito sob medida, de alto desempenho e capaz de maximizar a tração, a dirigibilidade, o controle e o desempenho geral excepcional do supercarro. A fusão perfeita de tecnologia e design. Os pneus Potenza da Bridgestone foram desenvolvidos especificamente para o supercarro Huracán STO da Lamborghini e são o resultado de uma nova colaboração entre dois líderes da indústria.

Os sistemas de iluminação automotiva são de grande importância para a segurança no trânsito, sendo o funcionamento adequado dependente de boas práticas de manutenção, incluindo a escolha criteriosa dos componentes quando substituições se tornam necessárias. A falta de cuidados, além de comprometer o desempenho dos faróis, infringe o Código de Trânsito Brasileiro. Segundo Carlos Moura, coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento da ARTEB, no caso dos faróis, um dos principais indícios de que há necessidade de troca reside na opacidade das lentes plásticas.



Com o objetivo de um diagnóstico mais preciso sobre um dos componentes mais importantes da Injeção Eletrônica, a Sonda Lambda, a MTE-THOMSON, em parceria com a Hybrid HeControls e a Tecnomotor, lança o SENSOR TEST. Este equipamento verifica o funcionamento tanto das Sondas Banda Estreita (Convencional e Planar) como das Sondas Banda Larga que equipam os veículos Flex e Diesel. O teste pode ser realizado tanto na bancada como também no veículo. Além disso o SENSOR TEST pode medir o Sensor de Temperatura e de Pressão do Escapamento (EGTS e EGPS), também fabricados pela MTE-THOMSON.
O curso piloto teve carga horária de 24 horas, divididas pelos três dias, e abordou o que é necessário saber para fazer a manutenção correta em veículos híbridos e elétricos, como a atenção a algumas normas de segurança, que são elas: Utilizar luvas específicas da classe de isolamento zero; Sinalizar a região ao redor do veículo; Saber como identificar o circuito de alta tensão, de acordo com a padronização de cores para os cabeamentos e conectores; Conhecer as ferramentas que também precisam ser específicas para o reparo. Mais informações em www.escoladomecanico.com.br

de pneus apresentam queda de 2,8% em novembro e acumulam baixa de 14,7% em 2020
Após indicar perda de força nos meses anteriores, as vendas totais da indústria nacional de pneus fecham novembro com 2,8% de queda. Com exceção do segmento de comercial leves, a baixa no resultado foi vista no setor como um todo, em especial no segmento de carga (-6,6%). Com isso, apesar de estar 1,3% acima das vendas apresentadas em novembro de 2019, o ano de 2020 acumula 14,7% de queda para o setor. "Os resultados da indústria de pneumáticos refletem o período de retomada da demanda na economia. Os números mostram uma boa reação", afirma o presidente-executivo da ANIP, Klaus Curt Müller.


WEBMOTORS e Ipsos anunciam parceria em pesquisas para o setor automotivo
A Webmotors acaba de anunciar uma parceria com a Ipsos, líder global em pesquisa e inteligência de mercado. As empresas somaram suas forças e expertise para fornecer ao público estudos e informações sobre o comportamento do consumidor durante a jornada de compra e venda de automóveis. Com objetivo de fornecer estudos relevantes especialmente para montadoras de veículos, as pesquisas feitas pela parceria fornecerão importantes dados sobre as razões que motivam a compra ou venda de carros, retorno financeiro, locais buscados, mobilidade e marcas, entre outros aspectos relevantes.


Ao que tudo indica, o próximo ano será bastante promissor para o aftermarket e com uma frota reparável cada vez maior





















































































































































































































































































































POR: KARIN FUCHS | FOTO(S): DIVULGAÇÃO
Para este ano, a Fraga Inteligência Automotiva prevê um crescimento de 0,8% para o mercado de reposição, baseado em seu modelo econométrico, que reúne informações reais e previstas de diversas variáveis macro econômicas, tais como: crescimento do PIB, taxa de câmbio, inflação, confiança da indústria e do consumidor, aliado aos dados macroeconômicos.
“Nós trazemos ao modelo variáveis micro que estão diretamente ligadas ao desempenho do mercado de reposição de autopeças, onde destaca-se a evolução real e prevista da frota circulante, distância percorrida, consumo de combustíveis, passagens nos pedágios e passagens médias nas oficinas mecânicas independentes”, diz Fraga.















Danilo Fraga, diretor de Inteligência de Mercado da Fraga Inteligência Automotiva


















Para 2021, ele avalia que as vendas de veículos novos permanecerão abaixo do registrado em 2019 e a recuperação desse mercado só ocorrerá a partir de 2023. Em contrapartida, o total da frota reparável terá um crescimento de 1,13% em relação a 2020. “Esses indicadores e a recuperação das distâncias percorridas pelos veículos, em crescimento desde o mês de julho, nos indica que não haverá falta de serviços nas oficinas mecânicas no ano de 2021”.
Hoje circulam no Brasil 47,05 milhões de veículos leves e pesados. Até 2025, ela atingirá a marca de 49,39 milhões de autos em operação, crescimento de 4,94% no período. “Parte desses veículos em circulação está em

período de garantia. Se considerarmos somente os com mais de 4 anos de idade (fora do período de garantia) o total da frota “reparável” até o final deste ano será de 38,02 milhões de veículos e de até 40,12 milhões, em 2025”.
Com a queda no volume de vendas de veículos novos em decorrência da pandemia e crises econômicas, ela passa por um acelerado processo de envelhecimento. “Atualmente, os veículos leves em circulação possuem uma idade média de 10,5 anos, até o ano de 2025 essa categoria de veículos se manterá envelhecendo com a perspectiva de fechamento do ano em 11,2 anos. Os ônibus, por sua vez, sofrerão com um envelhecimento acelerado, passando dos atuais 15,7 anos para 16,8 anos. Já os caminhões representam a única categoria com certa estabilidade, saindo de 12,9 anos para 12,8 anos de idade”.
para cada vez mais utilizar os privados. O segundo vetor positivo é que a frota circulante reparável terá acréscimo neste ano e o terceiro extremamente relevante, o faturamento de toda a cadeia está diretamente proporcional ao número de frota reparável”.
Com base em dados do Sindirepa, Flores comenta que o faturamento do setor como um todo pode ter um acréscimo de R$ 1,5 bilhão. “Em 2019, o faturamento no segmento de reparadores foi de cerca de R$ 68 bilhões. Desse total, 30% são serviços e 70%, peças. O que as oficinas pagaram de peças para varejos e distribuidores é estimado em R$ 50 bilhões. Se a frota reparável era de aproximadamente 41 milhões de unidades, cada veículo consome em torno de R$ 1.250,00 em peças/ano. Considerando que aproximadamente 1 milhão de veículos entrarão no mercado de reposição, em 2021, o faturamento do setor será de cerca de R$ 1,5 bilhão a mais que neste ano”.

Flores, fundador da 2D Consultores Associados
Ricardo Bacellar cita como termômetro as vendas de veículos novos e seminovos, com base em dados da Fenauto. “O que percebemos com as conversas no mercado é que está todo mundo se reorganizando, o componente de ocupação com qualidade sanitária está gerando um impacto muito grande nas vendas. Tanto que em novembro tivemos um boom nas vendas de usados e seminovos, de pouco mais de 15% quando comparado ao mesmo mês de 2019. Isso confirma a tendência de o brasileiro voltar a ter interesse no carro usado e seminovo, que é mais barato”.
Por outro lado, houve um decréscimo nas vendas quando comparado ao mês anterior. “Ficou praticamente no mesmo patamar, com uma diferença em torno de 4%, o que pode significar que podemos ter chegado em um platô. Ainda não temos os números de dezembro que são importantes, por causa do 13º salário, mas podemos ter chegado em um platô e isso tem que ser observado porque o ambiente macroeconômico nos dá umas nuances, o auxílio emergencial acabará e as pessoas estão inseguras se seus empregos serão mantidos”.
E ainda, o número de veículos a mais que entrará neste ano no mercado de reposição é estimado entre 800 mil a 1 milhão de unidades. Entre os vetores positivos que independem da economia, ele destaca: “questões sanitárias, a objeção de quem utiliza transporte público
Marco Flores começa por ilustrar a evolução da frota reparável. “Em 2010, a frota nacional era de cerca de 32 milhões de veículos e 22 milhões era a reparável estimada, ou seja, menos de 72% da frota total. A previsão para o final deste ano é que a frota circulante chegue a quase 46 milhões e a reparável, pouco mais de 42 milhões de veículos, cerca de 93% tornaram-se frota reparável. Isso significa dizer que ela está envelhecendo, é a mais antiga dos últimos 18 anos, com idade média de 9,7 anos”.
Além da questão consolidada da volta do consumidor de veículos usados e seminovos, Bacellar também observa a retomada do serviço de mobilidade (motoristas de aplicativos e táxi). “Todo mundo está se reequilibrando, ainda não nos patamares da pré-pandemia, mas já é um

bom sinal. Acima de tudo isso, a grande novidade em 2021 serão os veículos elétricos”.
Para Bacellar é preciso que haja uma visão de economia circular. “Se continuarmos nesse ritmo, as ruas voltarão a ficar engarrafadas e criaremos um círculo vicioso que não favorece a sociedade e nem o próprio negócio, pois haverá dificuldade também em colocar carros novos nas ruas”. Ele defende a retomada da pauta sobre renovação da frota com o Governo Federal e da pauta com as prefeituras a respeito da inspeção veicular. “Assim, conseguiremos criar um programa de renovação da frota, o que é tão necessário voltarmos aos grandes volumes de vendas, sem necessariamente causar um mega impacto nas ruas”.
Para Laurent Guerinaud, a menos que haja uma segunda onda ou outro fator extraordinário, todas as tendências serão positivas. “O aftermarket deve encerrar o ano 2020 em queda superior a 15% em relação a 2019, e para atender às necessidades dos seus clientes, a GiPA desenvolveu o SDP+ (Smart Demand Planner +), uma ferramenta inédita, que, a partir de determinadas variáveis, permite projetar a atividade do aftermarket para os três próximos anos”.
Segundo ele, considerando as projeções mais prováveis, “a retomada vai prosseguir nos próximos anos, mas o faturamento do aftermarket não vai voltar ao seu nível de 2019 antes de 2022, ainda considerando o efeito de alta dos preços. Já se considerar a atividade em volume e não em valor, vai demorar ainda mais”. Ele explica que uma das variáveis que determinam o nível
de atividade do aftermarket, claramente, é o uso que o motorista faz do carro.
“Desde 2018, e bem antes no exterior, a GiPA tinha identificado uma tendência à diminuição da quilometragem anual percorrida pelos motoristas. Para alimentar a ferramenta de projeção SDP+ e calcular a evolução do uso do carro, avaliamos e medimos o impacto de vários efeitos. O primeiro é a evolução da estrutura do parque, notadamente por idade e combustível, o segundo é a mudança de comportamento do motorista, o terceiro está relacionado à pandemia e o quarto, o medo do transporte público”.
Em relação ao desabastecimento de peças, Guerinaud conta que a GiPA publicou, no seu site internacional, uma análise aprofundada da situação no Brasil, apontando como uma das chaves do sucesso na retomada, a necessidade de acompanhar de muito perto o mercado para gerenciar corretamente os estoques. “A situação é complicada porque envolve todos os níveis da cadeia, porém, não de maneira uniforme, entre outros atores do setor, nossos clientes, tendo dados e projeções confiáveis,

conseguiram administrar seus estoques e continuam a abastecer o mercado”.
“A retomada vai prosseguir nos próximos anos, mas o faturamento do aftermarket não vai voltar ao seu nível de 2019 antes de 2022, ainda considerando o efeito de alta dos preços. Já se considerar a atividade em volume e não em valor, vai demorar ainda mais”.
LAURENT
GUERINAUD, diretor Geral da GiPA do Brasil
Fatores pelos quais ele analisa que o desabastecimento até o momento não chegou a prejudicar o motorista. “Em todos os níveis, ainda é possível encontrar algum fornecedor que atenda a demanda. Pois, uma das especificidades do aftermarket brasileiro é que as lojas de peças e oficinas costumam trabalhar com um grande número de fornecedores, entre os quais o reparador ainda consegue encontrar as peças que ele precisa: as falhas de uns são oportunidades para os outros”.
Ele acrescenta que alguns não experimentaram a crise de desabastecimento, para outros, já normalizou, e para os demais, a situação não está perto de se resolver, parte pode até chegar a não se recuperar. “Agora, além da capacidade de produção dos fabricantes e escassez de matérias-primas o grande risco é a tentação de produzir e estocar além da demanda. É imprescindível acompanhar a atividade na ponta, como faz a GiPA, e não só se atentar à demanda dos distribuidores e varejistas, que pode ser distorcida e cair de repente na medida que reduzirem o estoque de precaução”.
Na visão de Marco Flores, o desabastecimento é temporário. “Até que haja a reacomodação do desabastecimento demorará um pouco mais, eu creio que de fevereiro para março ele já estará normalizado. Quero crer que 2021 será um ano tão bom ou não tão ruim de reabastecimento como foi nos outros anos, exceto no período de Covid-19. Não haverá nem falta e nem oferta de mercadoria em excesso. A partir do segundo trimestre de 2021, as demandas estarão muito mais mapeadas por todos e haverá uma acomodação”.


Gestão eficiente
Fraga aponta que o principal ponto de atenção é em relação ao nível de abastecimento das indústrias, ainda baixo em decorrência da falta de matérias-primas, taxa de câmbio e paralizações em decorrência da pandemia. “Os agentes comerciais (varejos e distribuidores) que estiverem mais preparados em relação à gestão do portfólio, organização de pedidos e estoque terão maiores possibilidades de atender à demanda que se manterá aquecida”.
Ele comenta que a alta do dólar e falta de matériaprima irão gerar uma forte pressão nos custos das indústrias e importadores de autopeças, o que certamente desencadeará uma elevação nos índices de preços praticados no segmento como um todo.
“Já a questão do desabastecimento tem elevado a competitividade das marcas, tornado ainda mais complexa a gestão dos estoques e portfólios dos agentes comerciais do segmento”.
Fraga destaca que a gestão dos estoques e portfólios de produtos dos agentes comerciais será o ponto-chave dentro deste cenário mais complexo e competitivo, que
“Até
que haja a reacomodação do desabastecimento
demorará um pouco mais, eu creio que de fevereiro para março ele já estará normalizado. Quero crer que 2021 será um ano tão bom ou não tão ruim de reabastecimento como foi nos outros anos, exceto no período de Covid-19. Não haverá nem falta e nem oferta de mercadoria em excesso. A partir do segundo trimestre de 2021, as demandas estarão muito mais mapeadas por todos e haverá uma acomodação”.
MARCO FLORES, fundador da 2D Consultores Associados
também é agravado pelo efeito de pulverização da frota circulante. “No ano de 1990, os 10 veículos mais representativos da frota brasileira, eram responsáveis por 59,19% do mercado de reposição, até 2025 os veículos mais representativos serão responsáveis por 32,70% do mercado”.
Em contrapartida, os veículos menos populares (acima da 31ª posição no ranking ABC) representavam somente 10,87% do mercado, hoje (2020) já representam 39,26% do mercado e até 2025 representarão 41,48%. “Os agentes comerciais deverão urgentemente otimizar sua estrutura de compras para atuação nesta realidade complexa. Desenvolvendo ferramentas que os permitam identificar melhor a demanda, criando estratégias para que a cobertura de linha continue a mais completa possível sem gerar estoques morosos e ineficientes. Neste ponto as soluções de tecnologia e informações disponíveis serão grandes aliados do mercado”.
Assim como Fraga, o diretor Geral da GiPA diz que para 2021, mais do que nunca, a oportunidade é uma boa gestão, com monitoramento adequado do mercado e da sua evolução. “É primordial para se adequar às necessidades. Como disse anteriormente, as falhas de uns são oportunidades para outros. O desabastecimento

é uma oportunidade incrível para quem tem capacidade de fornecer, e não só em curto prazo, porque os clientes conquistados agora podem ser fidelizados no futuro”.
Também é importante captar clientes. “A demanda existe, mesmo que o mercado esteja se contraindo por causa do menor uso do carro e da crise econômica resultante da pandemia. Os motoristas não vão deixar de manter seus carros. É um momento de muita mudança, em que os mais bem preparados têm grandes oportunidades de conquistar novos clientes e crescer muito”.
Outro ponto a favor, comenta ele, é o envelhecimento do parque circulante. “Embora o perfil de consumo seja diferente, geralmente mais focado em preços, sabemos que o gasto anual para manutenção de um carro antigo é maior. Quem oferecer produtos e serviços adequados aos perfis de motoristas mais representados no parque pode se beneficiar muito desta evolução”.
Em contrapartida, Guerinaud analisa que um dos maiores desafios será o posicionamento de preços. “Acompanhar os preços dos competidores será imprescindível para se manter no meio da tempestade. Há muitos efeitos complexos e opostos que pressionam os preços, é muito complicado prever como vão evoluir as tarifas”.
Flores prevê que em 2021 o segmento terá aumento de faturamento. “A estimativa é que a frota reparável aumente em 3%, adicionada essa frota, acredito que em 2021, mais uma vez, o mercado de autopeças terá o melhor ano da sua história, dado ao aumento da frota, da circulação, do engarrafamento e à ineficiência do poder público em criar transporte coletivo com segurança.
Ainda que venha a vacina, acho difícil que aqueles que experimentaram o conforto de se deslocarem nos seus veículos voltem a utilizar o transporte coletivo, ineficiente e com baixa segurança física”.
Frota eletrificada
Sobre a frota eletrificada (elétricos e híbridos), Guerinaud conta que neste ano a estimativa é de aproximadamente 1,8 milhão de veículos emplacados, dos quais os eletrificados representam 1%. Já no acumulado, os 40 mil veículos eletrificados emplacados nos últimos anos representam menos de 0,01% do parque circulante no Brasil. “O mercado está em plena ascensão sim, mas ao mesmo tempo, continua incipiente no País”.
“Ainda
levará um tempo para isso gerar um mega impacto no aftermarket, mas sabemos que os ciclos na indústria são de três a cinco anos, então, nesse período, já será um problema para o aftermarket. Quanto maior for o percentual de veículos elétricos na frota brasileira, mais grave é o impacto no aftermarket”.
RICARDO BACELLAR, sócio-líder do setor de Industrial Markets e Automotivo da KPMG no Brasil
Mesmo assim o setor de autopeças precisa se preparar. “Mas em longo prazo, no momento e nos próximos 10 anos, carros eletrificados vão representar nichos de mercado, nos quais alguns atores podem se dar muito bem. Porém, não serão suficientemente representativos para gerir uma perda para quem não oferecer peças de reposição para esses veículos. A maior dificuldade em curto e médio prazos será para montadoras e concessionárias, que vão precisar atender às necessidades dos veículos eletrificados, mesmo que eles ainda representem uma porção muito pequena das suas vendas”.
Para Ricardo Bacellar, sócio-líder do setor de Industrial Markets e Automotivo da KPMG no Brasil, a maior porta de entrada para esses veículos são a locação e o aluguel. “Nós temos um problema crônico no nosso modelo
de negócio tradicional de compra e venda de veículos, são dois fortes ofensores: o tíquete de entrada médio é muito alto para os brasileiros, não conseguimos falar de carro novo por menos de R$ 40 mil, com as incertezas do médio e longo prazos, é uma decisão de compra difícil. O outro é o custo total de propriedade que no Brasil também é alto (seguro, IPVA, manutenção, etc.)”.
Ele diz que a indústria está se mobilizando para reduzir esses ofensores. “No modelo de negócio das locadoras isso já está resolvido, no aluguel de um carro, esses dois ofensores são diluídos. E há várias montadoras tomando iniciativas concretas para alugar veículos e há toda a discussão também dos modelos de assinatura que estão vindo com força. A indústria já entendeu que precisa criar uma nova linha de oferta”. Mais delicada é a locação por parte das montadoras, pelas locadoras serem suas principais clientes.
Para o mercado de reposição, Bacellar afirma que o primeiro impacto importante é o entendimento de que o veículo elétrico é muito mais simples, ele tem muito menos peças e muito menos necessidade de manutenção. “Ainda levará um tempo para isso gerar um mega impacto no aftermarket, mas sabemos que os ciclos na indústria são de três a cinco anos, então, nesse período, já será um problema para o aftermarket. Quanto maior for o percentual de veículos elétricos na frota brasileira, mais grave é o impacto no aftermarket”.
Por outro lado, ele pondera que o veículo elétrico carecerá de outros tipos de serviços para os quais o aftermarket precisa se preparar, treinar mão de obra e ter equipamentos de segurança. “Vai carecer de um trabalho de reciclagem. Em minha opinião, isso está defasado nos esforços que estão sendo feitos para criar a infraestrutura de recarga. São várias iniciativas cada vez mais robustas de criar pontos de recarga no País. Mas e os pontos de suporte?”, questiona.
O que não significa dizer que os veículos a combustão irão desaparecer. Tanto que Bacellar cita como exemplo a Fiat Chrysler Automobiles (FCA) e a Nissan, ambas anunciaram recentemente investimentos em fábricas de motores. “São sinais claros de que no Brasil ainda falaremos de motores a combustão por muitos anos, sem necessariamente associar isso a gasolina ou diesel, mas sim, ao etanol. Teremos uma geração de motores muito mais eficiente, não só de tecnologia, mas já estamos falando de etanol 2.0”.



A Audi do Brasil lança no mercado nacional as atualizações dos Audi RS 4 Avant e Audi RS 5 Sportback, modelos que combinam excelente condução com praticidade para o dia a dia. Ambos ganharam conjunto ótico com faróis LED Matrix de série e novo sistema MMI touch, além de serem equipados com o premiado motor V6 biturbo de 450 cavalos de potência. Os modelos fazem parte dos nove veículos esportivos confirmados pela marca das quatro argolas para o mercado brasileiro em meados de 2020, em conjunto com RS 6, RS 7, RS Q3, RS Q3 Sportback, RS Q8, TT RS e R8.


A Volvo Car Brasil dá mais um passo importante para difundir a eletrificação no País. Para se ter uma ideia, foi lançado no começo de dezembro o Volvo Recharge, um espaço interativo no recém-inaugurado CJ Shops, em São Paulo. “Essa é mais uma das ações que fazemos em prol da eletrificação e sustentabilidade. Temos feito diversas ações de alto impacto para que os carros híbridos e elétricos fiquem cada vez mais perto das pessoas e que elas entendam que o futuro é agora”, destaca bastante satisfeito Rafael Ugo, diretor de Marketing Latam Hub para Volvo Car Brasil.

Em novembro, a Fiat conseguiu pelo terceiro mês consecutivo subir ao topo do ranking das marcas de veículos mais vendidas do País, com 39,3 mil emplacamentos registrados, o que garantiu participação de mercado de 18,4%. O desempenho da Fiat está diretamente ligado à alta demanda pela picape Strada, lançada em julho com filas de espera até agora, que chegou a ser o veículo leve mais vendido em setembro, mas foi ultrapassado nos dois meses seguintes pelo líder da GM, o Chevrolet Onix – e em novembro as versões hatch e sedã do modelo fizeram dobradinha em primeiro e segundo lugares.
A CAOA CHERY comemora em 2020 três anos do acordo de cooperação estratégica que deu início à marca. Desde 2017 mais de 45 mil veículos foram vendidos pela montadora 100% nacional que revolucionou o mercado automotivo brasileiro com produtos marcados pela Qualidade, Tecnologia e Design, e que ocupa a 11ª posição no ranking das montadoras com 1,05% de participação. O rápido crescimento da marca no mercado nacional se explica por uma série de fatores, como: estratégia agressiva com ampliação de portfólio em tempo recorde e veículos que vão ao encontro do desejo do consumidor nacional; entre outros.


O HR-V chega à linha 2021 ainda mais completo. Todas as versões trazem faróis com regulagem elétrica de altura do facho de luz e sensor crepuscular para o acendimento automático. As versões Touring e EXL recebem novas rodas de liga leve de 17 polegadas, e novos faróis de neblina em LED. A versão EXL ganha faróis full LED, retrovisor interno fotocrômico e sensor de chuva. A versão EX conta agora com retrovisores com rebatimento elétrico e função tilt down, e mais dois airbags (de cortina). E a versão LX ganha uma central multimídia de 7¨touchscreen, com conectividade aos sistemas Apple CarPlay e Android Auto.



Design, tecnologia e segurança. Com esses atributos, o Taos, o mais novo SUV da Volkswagen, foi apresentado pela primeira vez no Brasil, em uma live comandada pelo presidente e CEO da Volkswagen na América Latina, Pablo Di Si. O evento marcou também o encontro inédito dos quatro SUVs da VW no País: Nivus, T-Cross, Taos e Tiguan Allspace. "O Taos é um carro com design moderno, diversos itens de segurança e muito conectado. Ele é mais um importante lançamento da nossa ofensiva de produtos, especialmente no segmento de SUVs, para atender plenamente às necessidades do consumidor da região da América Latina”, diz.
A BMWi, divisão de carros elétricos do Grupo BMW, passa a utilizar o sistema de serviço e inteligência artificial Alexa, da Amazon, embarcado na central multimídia de seus veículos no Brasil. Por meio dele, o usuário poderá obter de forma interativa informações em tempo real, além de entretenimento por meio de comando de voz. O sistema também está disponível para modelos Mini. A interação permitirá ainda acionar – a partir do carro – os dispositivos de casa inteligente, tal como pedir para acender luzes antes de o cliente chegar ou ligar o ar-condicionado, por exemplo, entre outros produtos que possam ser conectados à Alexa.
MERCEDES-BENZ lança série especial do AMG GT 63 S no Brasil por R$
A Mercedes-Benz já recebeu encomendas no País da série especial e limitada do seu cupê de quatro portas AMG GT 63 S 4Matic+ Carbon, que traz como destaque componentes feitos de plástico reforçado com fibra de carbono no aerofólio, nas capas dos retrovisores, no teto e na cobertura do motor. Além disso, os carros dessa série especial contam com o pacote aerodinâmico da AMG – empresa que cuida da preparação e do desenvolvimento dos modelos esportivos da montadora alemã – que inclui difusores dianteiro e traseiro exclusivos e para-choque traseiro com saídas de ar incorporadas, além do já mencionado aerofólio.


Não podemos negar que a pandemia trouxe alguns avanços em relação à utilização da tecnologia e, sem dúvidas, no setor automotivo houve grandes melhorias. O foco do segmento passou a ser no consumidor 4.0, que ansiava pela transformação digital, o que se tornou um dos fatores prioritários para garantir a sobrevivência em tempos tão incertos.
Prova disso foram os resultados da 21ª edição da Pesquisa Global com Executivos do Setor Automotivo 2020 (GAES 2020), realizada pela KPMG, que constatou que os executivos respondentes reconheceram a importância de entender as necessidades e preferências do seu público-alvo, os critérios que definem suas decisões de compra online e os recursos que estes consideram fundamentais.
Com o isolamento social, as pessoas se abriram
muito mais à possibilidade de fechar negócios online, por exemplo, destacando que garantia de satisfação (41%), vantagem de preço (38%) e marca confiável (36%) estão entre os principais fatores que os levariam a efetivar uma compra.
Visando fidelizar e atender às necessidades desses clientes, as empresas estão se reinventando. Um exemplo disso foi a questão do test drive, um dos problemas encontrados para quem desejava adquirir um carro sem sair de sua casa. A maioria das marcas e concessionarias hoje já consegue levar o automóvel desejado até onde o consumidor está, o que muda completamente a percepção que essa pessoa tem daquela marca.
Outra novidade é que agora algumas revendedoras já possuem plataformas que possibilitam assinar o contrato, fechar o financiamento com o banco e
resolver todos os trâmites com o despachante ou com o DETRAN de forma online, diminuindo 80% do tempo gasto em todo o processo. Afinal, mesmo com mais tempo disponível, a última coisa que queremos é ocupá-lo com burocracias, não é mesmo?
A pandemia, sem dúvida, está mudando de forma irrevogável o ramo automotivo, um dos mais tradicionais em nível mundial. Cabe às empresas aproveitarem esse momento para se reinventarem para oferecer uma melhor experiência para seu consumidor, e a tecnologia está aí para ajudar neste quesito. E você, vai ficar de fora dessa?
*Fredy Evangelista é CEO da Vianuvem, primeira startup com software BPM que não utiliza códigos para a construção de processos


Obrigado a todos que participaram e assistiram às nossas 48 lives de 2020
E, finalmente, obrigado a todos os patrocinadores dessa jornada que teve início em 23/abril /2020
OBRIGADO APLIC RESOLIT, OBRIGADO AUTOSHINE, OBRIGADO BORGWARNER, OBRIGADO CORTECO, OBRIGADO CVN AUTOPARTS, OBRIGADO DAYCO, OBRIGADO ISAPA , OBRIGADO MONROE AMORTECEDORES, OBRIGADO MONROE AXIOS, OBRIGADO MOTORCRAFT, OBRIGADO M&E LOGÍSTICA, OBRIGADO NGK, OBRIGADO NIDEC, OBRIGADO NYTRON, OBRIGADO SK DISTRIBUIDORA, OBRIGADO SKF, OBRIGADO WEGA, OBRIGADO ZF
em 48 Lives*
*média aferida somando as visualizações do nosso Facebook e Canal do YouTube durante e pós live
Sua marca exposta em posts nas redes sociais do Balcão Automotivo antes, durante e após a transmissão
Os assuntos e personagens mais relevantes da reposição automotiva
Uma audiência fiel e bastante qualificada: média de 5.703 views por live* Associação a um produto/marca de grande credibilidade
Sua marca perpetuada em vídeo em nosso Canal do YouTube



















































| POR: FAUZI TIMACO JORGE*
Ataxa de câmbio estabelece o preço de uma moeda, expresso em outra moeda. Assim sendo, o preço de US$1.00 é o equivalente a R$5.10.
Volatilidade é o termo que indica uma oscilação para cima ou para baixo, sob dependência das forças que interagem no mercado de compra e venda da moeda estrangeira. Assim sendo, quando existem mais compradores com um volume acentuadamente maior de procura de moeda estrangeira, o preço dessa moeda tende a se elevar. Por outro lado, como acontece com certas mercadorias, quando a oferta é maior do que a procura, a tendência é uma queda no preço, provocada pelo hiato deflacionário dado pela diferença entre a quantidade ofertada e a quantidade procurada dessa moeda. No primeiro caso, o que se observa é um hiato inflacionário, que ocorre sempre que a quantidade procurada é maior do que a quantidade ofertada. No caso em questão, quantidade procurada e quantidade ofertada de moeda estrangeira.
Os que oferecem moeda estrangeira no mercado de câmbio são os exportadores. Seus contratos de câmbio, parte indispensável da documentação de exportação, os obrigam a negociar as divisas – o total de moeda estrangeira que recebem pela venda no mercado externo de seus produtos e serviços – com um banco comercial autorizado a operar no mercado cambial. Por sua vez, quem demanda moeda estrangeira são os importadores, que levam moeda nacional a esse banco autorizado a comprar e a vender moeda estrangeira, para comprar a moeda estrangeira que deverá ser remetida para os exportadores estabelecidos em outros países.
Como já ressaltamos em artigo nesse mesmo veículo, fatores exógenos, ou seja, absolutamente fora do controle do gestor do negócio, exercem poderosa força que requer neutralização se for uma ameaça
*Mestre em Economia pela PUC/SP. Exerceu função executiva em empresas nacionais e estrangeiras nas áreas de vendas, exportação e planejamento. É sócio-gerente da Timaco Planejamento Empresarial desde 1994, uma consultoria na área de planejamento empresarial. Atua como Professor-Tutor no Pós-Graduação Online em Gestão Financeira do sistema FGV Online, desde 2010. Em suas atividades acadêmicas consta a coautoria de diversos livros versando sobre Economia, Finanças e Controladoria
ou aproveitamento, se for uma oportunidade. A neutralização é uma decorrência de perdas cambiais, provocadas por uma taxa de câmbio que esteja acima ou abaixo daquela prevista inicialmente, quando da contratação da compra ou venda do produto importado ou nacional. Quando o câmbio aumenta, importadores são obrigados a alavancarem maior quantidade de moeda nacional para a aquisição da moeda estrangeira. Esse aumento do câmbio agrada aos exportadores, que receberão maior quantidade de moeda nacional por unidade de moeda estrangeira. Mas os exportadores se veem aflitos quando há uma apreciação da moeda nacional, ou seja, quando receberão menor quantidade de moeda nacional por unidade de moeda estrangeira. Como se pode depreender, o câmbio faz parte das forças econômicas, componentes essenciais do macroambiente de operação das empresas, ao lado de forças tecnológicas, forças político-legais e forças sociais. Dada essa volatilidade, o câmbio representa o inferno astral modificado dos executivos, qualquer que seja seu signo. Um inferno astral modificado, porque dura 365 dias do ano!
A Economia Aplicada nos oferece alguns importantes instrumentos de ação para a neutralização de ameaças ou aproveitamento de oportunidades. Uma delas é o índice de taxa de câmbio real (ITCr). Trata-se de um instrumento útil para todos aqueles que importam ou exportam bens e serviços. Este índice pode ser deduzido a partir da relação entre a variação cambial e a comparação entre a inflação doméstica e a inflação do país cuja moeda se quer relacionar, medida por um indicador de mesma natureza, como é o caso do Índice de Preços ao Consumidor – Amplo (IPCA), medidor oficial da inflação brasileira e, no caso de uma comparação com a moeda dos Estados Unidos, o Consumer Price Index (CPI), numa formulação como a que segue:

onde At é a taxa cambial na época t, At-1 é a taxa cambial na época anterior t-1, a é a inflação doméstica no período compreendido entre t e t-1 e b é a inflação no país cuja moeda se quer relacionar. Nesta formulação, a inflação é expressa em número natural, tal que 7,5% corresponde a 0,075.
Porque é importante resolver esta simples operação matemática, de vez em quando? Porque se o ITCr resultar maior do que 100, significa que o exportador receberá maior quantidade de moeda nacional para cada unidade de moeda estrangeira. Já o importador terá que despender uma quantidade maior de moeda nacional para concretizar suas compras ou saldar dívidas em moeda estrangeira. Se o ITCr resultar menor do que 100, o exportador receberá menor quantidade de moeda nacional para cada unidade de moeda estrangeira e não terá outra saída que não seja o aumento do seu preço de venda em moeda estrangeira. Se isso não for possível, dada a ampla competitividade do mercado externo, não lhe restará outro caminho que não seja o encerramento de suas vendas ao exterior. Já o importador precisará de menor quantidade de moeda nacional para cada unidade de moeda estrangeira que terá que remeter ao exterior por conta de suas compras internacionais. Deu pra

Stephen
Covey, autor de “Reflexões diárias para pessoas muito eficazes”
sentir por onde passa a desindustrialização?
Tomemos os valores base novembro.2020, comparativamente a novembro.2019, para o câmbio R$/US$ e inflação oficial brasileira comparada com a inflação norte-americana. O ITCr que daí resulta é 122,51. Isso significa que os contratos de exportação estão gerando maior quantidade de moeda nacional nesse interregno de um ano. Bom para o exportador! Por outro lado, as importações ficam mais caras,
provocando, por vezes, inflação de custos, a qual nem sempre é repassada aos preços de venda. Com isso, haverá diminuição da lucratividade ou até mesmo prejuízo, dada essa impossibilidade de repasse aos compromissos assumidos a preços anteriores. Ruim para o importador ou comprador, no mercado nacional, de peças importadas...
Com base em projeções desses componentes do ITCr, ou seja, do câmbio e da inflação aqui e no país
cuja moeda se quer relacionar, é possível a adoção de medidas preventivas, como trava de câmbio, operações de hedge [proteção] e operações de mercado futuro de moeda estrangeira, conciliando interesses de exportadores e importadores, intermediadas por um banco com presença internacional. Por tudo isso, não deixe de consultar seus parceiros financeiros para uma adequação dos riscos a serem suportados em operações com o mercado externo.
Como os lojistas podem aproveitar desafios e oportunidades da pandemia de Covid-19?
| POR: FLÁVIA PINI * | FOTO(S): DIVULGAÇÃO

A sabedoria popular afirma que depois da tempestade sempre vem a bonança. É um mantra válido em todo período de crise, pois reafirma a força dos lojistas para superar as adversidades e continuar crescendo em seus segmentos
1 – Utilize os dados a seu favor
O primeiro passo é saber utilizar o que a gestão e operação de sua loja têm a oferecer. Dados como quantidade de vendas, fluxo de consumidores no estabelecimento e itens mais procurados podem ser combinados e, a partir daí, entregar inteligência e insights para a tomada de decisão. Enxergar essas possibilidades é vital para sobreviver durante a quarentena e, principalmente, crescer quando a situação se normalizar.
Os dados analíticos não são úteis apenas para a gestão da loja, mas também para conhecer a fundo os consumidores – tanto os que são ativos quanto os potenciais. A dica aqui é ir além das informações básicas do público-alvo, como idade, gênero e localização. O objetivo é decifrar seu comportamento de compra, identificando produtos que eles desejam, horários com maior propensão ao consumo, meios de pagamento e canais de relacionamento. Dessa forma, fica mais fácil criar estratégias de aproximação e vendas a essas pessoas no futuro.

A partir do momento em que o lojista conhece todos os passos do seu cliente, ele está pronto também para pensar no omnichannel, isto é, no relacionamento entre os canais com seu público consumidor. A pandemia de covid-19 obrigou a grande maioria dos empresários a adotar meios digitais para vender e disponibilizar seus produtos e serviços – mesmo aqueles que nunca tinham atuado no ambiente digital. Assim, torna-se essencial integrar a atuação da marca nos diferentes pontos de compra.
Outra recomendação essencial em tempos de pandemia (e que certamente vai ser uma norma no futuro) é a necessidade de entregar valor a seus consumidores em cada contato deles. As pessoas já estavam mudando seus hábitos de consumo nos últimos
anos, mas a quarentena e o isolamento social acentuaram essa transformação. Hoje, o indivíduo não quer apenas comprar, mas saber que a marca que ele escolheu oferece as melhores condições, está preocupada com sua segurança e com a comunidade.
Por fim, o atual momento mostra que a inovação é um elemento cada vez mais importante no dia a dia do varejo. Deixou de existir espaço para achismos na gestão de uma loja. É preciso estar em constante atualização e descobrir as principais tendências do seu segmento. Portanto, não fique parado: busque novas soluções, inove no modelo de negócio e faça parcerias. Assim, quando a pandemia passar e o “novo normal” virar a nossa realidade, o varejo estará pronto e estruturado para os futuros desafios que virão.
*Flavia Pini é CEO na FX Retail Analytics, empresa que oferece inteligência para o varejo por meio do monitoramento de fluxo – fx@nbpress.com


Definitivamente este é um ano que as montadoras vão querer esquecer, por uma série de razões, mas a principal delas foi a pandemia da Covid-19. No entanto, segundo o levantamento mensal da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), novembro manteve o viés de alta iniciado no segundo semestre, apresentando os melhores números da indústria automobilística no ano, um alento para todo o setor. Exportações e produção chegaram a superar os patamares de novembro de 2019, mas o mercado interno ainda gira 7,1% abaixo do verificado no ano passado.
A produção segue impactada pelos protocolos sanitários nas fábricas e também pela falta de componentes e insumos. Em novembro foram produzidos 238.200 autoveículos, crescimento de apenas 0,7% sobre outubro, portanto incapaz de acompanhar o aumento da demanda. Esse número é 4,7% superior ao de novembro de 2019, mas naquela época havia estoque de 330 mil veículos. Hoje há menos de 120 mil veículos estocados nas fábricas e
na rede, volume suficiente par sustentar apenas 16 dias de vendas. No acumulado do ano, a produção de 1.804.759 unidades é 35% inferior à do ano passado.
Ainda sobre os números apresentados pela Anfavea no começo deste mês, a surpresa positiva foi o volume exportado em novembro, de 44.007 unidades, melhor resultado desde agosto de 2018. Essa alta é justificada pelo represamento de envios ocorrido nos últimos meses, em função do estágio de pandemia nos nossos países vizinhos, sobretudo na Argentina. E também por conta da antecipação de embarques para o encerramento do ano. De qualquer forma, o total de 285.925 unidades exportadas ainda é 28,4% menor que em 2019, que já havia sido um ano de forte queda.
Já o mercado interno fechou com 225.010 unidades licenciadas, alta de 4,6% sobre o mês anterior, porém com queda de 7,1% sobre novembro passado. No ano, foram 1.814.470 autoveículos
emplacados, volume 28,1% inferior ao dos 11 primeiros meses de 2019. Isoladamente, o setor de caminhões mantém resultados melhores que os de automóveis e ônibus. Máquinas agrícolas e rodoviárias tiveram discreto aumento na produção e nas exportações em novembro, na comparação com outubro, apesar de um ligeiro recuo nas vendas.
"Os bons números de novembro dão alguma esperança para um 2021 melhor, desde que a pandemia seja controlada por vacinas, e que o ambiente de negócios no País seja estimulado por medidas de controle da dívida pública e reformas estruturantes que nos permitam ser competitivos", afirmou o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes. "Mas antes disso teremos de superar alguns desafios imediatos em nosso setor e no País, como o aumento dos casos de covid-19, o risco de paralisação por falta de autopeças e a pressão de custos ligados ao câmbio e insumos. Tudo isso vem prejudicando uma retomada mais rápida da indústria", ressaltou.

Recentemente lançados na China, os caminhões trazem atributos premium de conforto, desempenho e segurança e atenderão no Brasil os segmentos de leves e médios
TEXTO: REDAÇÃO | FOTO(S): DIVULGAÇÃO
AFoton apresenta ao mercado brasileiro sua nova geração de caminhões leves e médios. Trata-se da nova Família Aumark S, veículos que trazem, de série, os mais elevados conceitos de segurança, desempenho e conforto. Os novos caminhões, recentemente lançados na China, chegam ao País em três versões, sendo o Citytruck 6.5-15, Citytruck 9-16 e Citytruck 11-16.
Segundo Márcio Vita, CEO da Foton no Brasil, essa nova família é um divisor de águas no segmento. “Esses veículos serão um novo marco na história da logística urbana brasileira. São caminhões que trazem, de série, itens de conforto e segurança que até então só eram encontrados como opcionais”, comenta.
Os novos modelos da família Aumark S serão importados inicialmente. “Há uma boa expectativa em relação ao desempenho em vendas, uma vez que os veículos trazem atributos de qualidade e preços mais competitivos”, diz Vita. Na China, lançados em 2018, já apresentam resultados de vendas positivos, em torno de 280 mil unidades vendidas.
Durabilidade e resistência
O trem-de-força dos novos caminhões segue com a harmoniosa dobradinha motorização Cummins e transmissão ZF, que asseguram otimização do consumo, reduzidos níveis de emissões e atende as normas Proconve P7, além de oferecer durabilidade e resistência reconhecidas.
A versão Citytruck 6.5-15 tem motor Cummins ISF 2.8 L com potência de 150 cv e torque de 360 Nm, e é acoplado à transmissão ZF 5S 368, sincronizada com overdrive.


Já a Citytruck 11-16 traz o motor Cummins ISF 3.8 L com potência de 156 cv e torque de 500 Nm, e transmissão ZF 6S 500, sincronizada e com Overdrive. Ambas têm janela para tomada de força (PTO).
A versão Citytruck 9-16 vem equipada com o mesmo trem-de-força, portanto com mesma potência e torque. A diferença está no entre eixos menor, de 3,8 metros, tanque de combustível e pneus menores. Seu PBT é de 8.500 quilos, enquanto o modelo de 11 toneladas é de 10.116 quilos legal e 11 mil quilos na capacidade técnica.
Os veículos têm sistemas de injeção common rail e tratamento dos gases de escape com tecnologia SCR. As novas versões da família Aumark S também são as únicas da categoria com tanques de ar e combustível em alumínio e maior capacidade. O tanque do Citytruck 6.5-15 comporta 120 litros de diesel; o do 9-16, 160 litros; e o do Citytruck 11-16, 200 litros de diesel.
Os três novos caminhões da Foton Caminhões contam com freio a ar, da WABCO, reconhecido por sua alta eficiência e disponibilidade de componentes, garantindo mais segurança e conforto durante a operação. E a versão Citytruck 6.5-15 é o único da categoria que vem equipado com freio a ar, tanto no freio dianteiro como no traseiro.
Os novos modelos de caminhões da Família Aumark S contam com freio motor e possuem uma tecla de ajuste de condução. Além disso, possuem sistemas de segurança ativa da WABCO como freios ABS e EBD – Eletronic Brake Force Distribution no Citytruck 6.5-15, ABS nos 9-16 e 11-16, bem como DRL - Daytime Running Lightem LED, e têm sistema de segurança passiva.

O arrojado design das novas cabines foi inspirado em estudos da Foton sobre os caminhões urbanos do futuro, valorizando conceitos como aerodinâmica, leveza, fluidez e elegância. O design também aproxima os novos veículos comerciais urbanos a automóveis de passeio, oferecendo aos motoristas experiência e sensação semelhantes de conforto ao dirigir.
A saber, para que consiga atender ao mercado local, os lançamentos trazem duas opções de cabine, ambas com defletores de série, uma exclusividade da Foton Caminhões. Estes equipamentos aprimoram a aerodinâmica, principalmente quando o veículo vem implementado com baú.
Com vistas ao aumento da produtividade logística, os designers da Foton se preocuparam em ampliar o espaço interno das cabines da nova geração dos caminhões Aumark S. O Citytruck 6.5-15 tem largura interna de 1.690 mm e os Citytruck 9-16 e 11-16 têm largura interna de 1.880 mm.
De porta a porta, a largura da cabine é de 1.880 mm para a versão 6.5 toneladas e de 2.060 mm no caso dos 9 e 11 toneladas, atendendo a cada necessidade. A altura interna do piso ao teto é de 1.400 mm para todas as versões. Da parede traseira ao para-brisa na região central das cabines a medida é de 1.480 mm.
Para se ter uma ideia, elas são produzidas em aço de alta resistência, com novos processos de pintura que garantem maior aderência e resistência a intempéries, elas possuem revestimento interno em cores creme claro e escuro e contam com materiais de alta qualidade, resistência e fácil limpeza.
O volante dos novos caminhões da família Aumark S conta com regulagem de altura e profundidade. Teclas multifunções no volante do modelo Citytruck 11-16 ampliam o conforto e comodidade do motorista, que também possui um multimídia MP5 e oferece possibilidade de inclusão de câmera de ré, e pareamento do telefone celular.
O painel inteligente dos modelos Aumark S auxilia e alerta o motorista sobre quilometragem, consumo de combustível, marcha engatada da transmissão, código de mau funcionamento, ajuste da luz da tela, informações de manutenção, alarme do cinto de segurança e alarme de travamento da cabine durante a condução, além do para-brisa que oferece ampla visão.
Pensando no conforto do motorista e passageiro, a Foton traz aos modelos da nova família Aumark S bancos com excelente ergonomia e regulagens longitudinal e de inclinação, sendo a cabina constituída de um prolongamento na parede traseira para ajudar nesses ajustes dos bancos.
Garantia e cores
Outra grande vantagem para o cliente que adquire os novos Foton é a garantia de três anos ou 100 mil quilômetros, de para-choque a para-choque, valendo o que ocorrer primeiro, com mão de obra grátis nas duas primeiras revisões. Os novos Foton estão disponíveis nas cores branca, azul, vermelha, prata e preta.

A nova família de veículos Aumark S apresenta elevada robustez e durabilidade. O Foton Aumark S Citytruck 6.5-15 tem peso bruto total (PBT Técnico) de 6.660 quilos, enquanto o Foton Aumark S Citytruck 9-16 é de 8.850 quilos. O Foton Aumark S Citytruck 11-16 tem peso bruto total (PBT Técnico) de 11 mil quilos, ou seja, estão projetados para desafios inesperados.





























Conceituada fabricante, a Meritor Brasil celebra crescimento de vendas e participação no mercado brasileiro de reposição em 2020, mesmo diante do cenário de retração econômica. Segundo Gerson Backrany, gerente nacional de Vendas de Aftermarket da Meritor Brasil, “a previsão é fechar o ano com 20% de crescimento nas vendas em relação ao ano passado. Esse mesmo percentual, de 20%, é anotado no aumento de participação da empresa no aftermarket em 2020 em comparação com 2019, uma alta significativa considerando as adversidades do ano”.

A divisão de Sistemas de Controle de Veículos Comerciais da ZF recebeu o Wabash National Platinum Award pela excelência no desempenho como fornecedor. O prêmio reconhece os principais fornecedores pelo excepcional desempenho em apoio à fabricante de semirreboques Wabash National no ano anterior. “A ZF tem sido uma parceira dedicada por muitos anos”, disse Cody Vaught, gerente de categoria global da Wabash National. “O compromisso e o suporte da ZF para com a Wabash National têm sido incríveis. Parabéns à equipe ZF por ganhar pela décima vez o prêmio da Wabash National”.


A emoção da maior competição de caminhões do Brasil voltou ao Autódromo de Interlagos, em São Paulo, no final de semana de 11 a 13 de dezembro, acelerada pelos motores da FPT Industrial. Apaixonada pelas pistas, a marca líder em powertrain equipa na etapa final da Copa Truck 2020 os caminhões de Felipe Giaffone (#4), que disputava o título da temporada, Djalma Pivetta (#21) e Luiz Lopes (#99). Os pilotos contam com a força, a confiabilidade e a robustez do FPT Cursor 13, um dos motores mais conhecidos das estradas, que recebeu preparação especial para as pistas.

Dando prosseguimento a uma tradição de muitos anos, as Empresas Randon promoveram no início do mês de dezembro a tradicional festa de Natal, que mobiliza os milhares de colaboradores do grupo. Neste ano, seguindo as recomendações e protocolos de saúde e segurança, a companhia realizou na tarde do domingo, 6 de dezembro, esse encontro por meio virtual e aberto a toda comunidade. A live especial Natal em Família contou com a chegada do Papai Noel, apresentações artísticas e o início de sorteio de brindes especiais para os colaboradores, entre outras atrações.

A Umicore participou do Web Fórum SAE Brasil, principal evento do ano para discutir a mobilidade, que aconteceu até 03/12, totalmente digital. Na ocasião, a empresa fez a apresentação do paper “Effect of Biodiesel Blends on the Aging of EURO VI Aftertreatment System” – “Efeito das misturas de biodiesel no envelhecimento do sistema de pós-tratamento EURO VI”. Realizada por Lucas Nunes, engenheiro sênior de Tecnologia Aplicada da Umicore, a palestra aconteceu na quinta-feira, 03/12, às 10h30. O especialista introduziu os resultados de um estudo realizado pela Umicore, em seu centro de pesquisa em Americana (SP).

Responsável pelo recolhimento de resíduos domiciliares e materiais recicláveis em mais da metade da capital paulista, a EcoUrbis adquire 110 novos caminhões com transmissões totalmente automáticas Allison da Série 3000™. A compra faz parte de um plano de renovação da frota. Criada em 2004, a EcoUrbis Ambiental S.A. é a concessionária municipal responsável pela coleta, transporte e destinação final ambientalmente adequada de resíduos sólidos domiciliares, materiais recicláveis e resíduos dos serviços de saúde em todo o Agrupamento Sudeste da cidade de São Paulo.
CLIQUE AQUI e leia estas notas na íntegra no portal jornal Balcão Automotivo
Você, Fabricante de Autopeças, quer ter maior acesso às

Desenvolvemos o PROJETO FROTAS, que atende às necessidades de abastecimento de produtos originais para o mercado de reposição, promovendo aos seus consumidores especialização técnica, serviços e informações personalizados de acordo com o perfil e necessidade da Frota.

• Fortalecimento da marca e da rede de distribuição
• Geração de demanda de abastecimento
• Homologação de peças junto às empresas de Frotas
• Aumento do market share do Fabricante
• Mapeamento e cobertura de novos mercados
• Relatórios detalhados da capacidade de utilização de produtos junto às Frotas
A Aliança ZEBRA apresentou a coalizão de 17 novos investidores e fabricantes de ônibus que assumem, a partir de agora, o compromisso de trazer novos produtos e financiamento para aumentar a frota de ônibus zero emissões na América Latina. A aliança internacional está trabalhando de forma conjunta para conquistar US$ 1 bilhão (R$ 5,3 bilhões) em investimentos de modo a viabilizar a inclusão de mais de 3.000 ônibus elétricos nas cidades latino-americanas. Fabricantes irão, dentro de 12 meses, expandir seu fornecimento de ônibus elétricos para a América Latina, focando em cidades no Brasil, Chile, na Colômbia e no México.

ACELERADO PARA MERCADO DE REPOSIÇÃO
Para 2021, a EATON prevê um crescimento em relação ao Aftermarket, na casa dos dois dígitos. “Nossas metas e planos para 2021 são extremamente agressivos. Claro que ainda trabalhamos com algumas incertezas em relação à demanda real do mercado, afinal existem dúvidas sobre a extensão dos incentivos concedidos pelo governo durante o período mais acentuado da pandemia. Mas, ainda assim, enxergamos um cenário bastante positivo e promissor, principalmente porque nossas estratégias de crescimento funcionaram muito bem ao longo deste ano”, comenta Carlos Carvalho, diretor de Aftermarket da EATON.


A última etapa da Copa Truck 2020 aconteceu no domingo (13), às 14h. As pistas do Autódromo de Interlagos, em São Paulo, receberam a rodada que concluiu o torneio neste ano. A YPF Brasil participou da corrida, que mais uma vez teve Débora Rodrigues na disputa pelo pódio e representando a marca no campeonato. Como forma de manter a segurança sanitária, a etapa realizada em Interlagos não contou com a presença de público. A medida visa manter a segurança sanitária, como forma de combate ao novo coronavírus e vale tanto para os treinos como para a prova.
A Valvoline lança mais um produto no mercado destinado a veículos pesados para motores movidos a diesel. O E700 (TURBO DIESEL 15W40 E700) lubrificante mineral é fabricado conforme os padrões de qualidade que garantem alta performance e proteção ao motor, aprovado pelo Instituto Americano de Petróleo (API) como API CI-4/SL*, retrocompatível com os níveis de desempenho anteriores como CH-4. Entre as características, o lançamento possui elevada lubricidade e retenção alcalina para oferecer proteção contra oxidação e evitar formação de resíduos, atendendo a vários modelos de veículos pesados.

A DAF Caminhões Brasil recebeu o Selo Sesi ODS 2020, concedido pelo Sesi (PR), a indústrias, empresas, instituições públicas, organizações não-governamentais, e instituições de ensino públicas e privadas. Para conquistar a certificação foram avaliadas as boas práticas na prevenção da Covid-19 e nas ações pós-pandemia, relacionadas aos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), no estado do PR. Com a pandemia no País, a DAF Caminhões Brasil implantou o Programa de Prevenção e Combate à Covid-19 e realizou diversas ações para proteger a saúde dos colaboradores, fornecedores e da comunidade onde está presente.

Com mais de 1.500 unidades comercializadas já no início de dezembro, Volvo registra o maior volume anual de vendas de caminhões seminovos em mais de duas décadas de atuação da fábrica neste setor. Para celebrar, uma nova edição do “Feirão on-line de Seminovos” traz oportunidades inéditas até o Natal. “Mesmo no momento de retração de veículos novos, no início da pandemia, nosso negócio de seminovos não diminuiu. E depois, com o reaquecimento da demanda por transportes, a procura por usados também cresceu, nos levando a este recorde histórico”, comemora Rogério Kowalski, gerente Comercial de seminovos Volvo.


O Paraguai é o quarto país da América Latina a contar com ônibus Marcopolo com soluções Biosafe. A CANINDEYÚ S.R.L., operadora de transportes com sede em Assunção e atuação em todo o país, acaba de adquirir três novos veículos rodoviários Marcopolo Paradiso New G7 1800 Double Decker com sistema UV-C para desinfecção de ar-condicionado e sanitário. As soluções de biossegurança Marcopolo BioSafe estão sendo cada vez mais solicitadas pelos clientes para garantir os mais elevados padrões de segurança e bem-estar para os passageiros e usuários do transporte rodoviário.

A Confederação Nacional do Transporte - CNT recebeu, com perplexidade, o veto integral do presidente Jair Bolsonaro ao projeto de lei n.º 3.364/20, que cria o auxílio emergencial de R$ 4 bilhões para sistemas de transporte em cidades com mais de 200 mil habitantes. Para a Confederação, o veto integral é um equívoco. O texto aprovado pelo Congresso Nacional foi amplamente discutido e construído de forma conjunta com os ministérios da Economia e da Infraestrutura, atendendo as contrapartidas solicitadas pelas pastas, de modo que atendessem aos anseios de todos os envolvidos.

O relatório da Manhattan Associates desconstrói a recente mudança de paradigma trazida pela COVID-19 para o varejo tradicional e identifica três fases de recuperação
ACOVID-19 representa uma mudança de paradigma para o varejo, acelerando a adoção do consumidor pelo comércio eletrônico e questionando o varejo de loja física como padrão de opção de compra. Um novo relatório de perspectiva do setor mostra que o varejo tradicional, longe de estar morto, está apenas evoluindo - capturado no olho do furacão antes que mudanças permanentes varram todo o setor.
O relatório, publicado pela Manhattan Associates – líder em soluções de tecnologia para supply chain e comércio omnichannel, projeta, constrói e fornece soluções de ponta em nuvem e on-premises, para que, através das suas lojas, rede ou de seu centro de distribuição, você esteja pronto para obter os resultados do mercado omnichannel –, avalia as mudanças trazidas pela COVID-19 e identifica três fases necessárias de recuperação para os varejistas:
• Atendendo aos requisitos de segurança em evolução e de longo prazo dos clientes.
• Aproveitando os pontos fortes e as vantagens exclusivas de um espaço físico de varejo.
• Combinando on-line e off-line em uma estratégia omnichannel intencional e eficaz.
A pesquisa da Manhattan Associates e Forrester mostra que, embora mais consumidores norte-americanos (17 a 23%, dependendo da faixa etária pesquisada) esperem fazer mais compras online no futuro, muitos (38 a 56%) também esperam retomar seus hábitos de compra em breve. A COVID-19 não representa a morte do varejo tradicional de loja física, mas sim o nascimento de uma abordagem verdadeiramente omnichannel.
Para recuperar, manter e expandir os negócios, os varejistas devem aproveitar sua presença física e experiência na loja para atrair os compradores de volta à loja – haja vista a nossa matéria nesta edição do Balcão Automotivo Digital em que destacamos algumas lojas do varejo de autopeças, especificamente, que estão abrindo filiais –, enquanto também atualizam a experiência online para construir relacionamentos nesse ambiente.
O primeiro passo é atender aos requisitos de segurança em evolução dos clientes. Isso pode significar qualquer coisa, desde sinalização definindo claramente normas em
torno de máscaras e distanciamento social, até limpeza e higienização regulares em toda a loja. Os varejistas que desejam oferecer suporte ao tráfego na loja devem ajustar continuamente o ambiente de compras para segurança e comunicar essas mudanças aos clientes.
Enquanto isso, os varejistas devem buscar aproveitar as vantagens exclusivas de um espaço físico de varejo, desde a gratificação imediata associada às lojas físicas até o acesso a um suporte experiente e pessoal ao cliente. O apelo à natureza social e ao senso de comunidade dos clientes também garantirá melhores resultados à medida que os efeitos da pandemia se dissipam e os consumidores voltam a fazer compras na loja.
Finalmente, o relatório revela que, embora 92% dos executivos estejam alinhados com a necessidade de uma estratégia omnichannel, pouco mais da metade sentem que possuem os processos (52%), tecnologia (52%) ou métricas (46%) corretos para alcançar essas estratégias. Isso aponta para a etapa mais importante para os varejistas - tornar sua estratégia omnichannel uma prioridade. O relatório identifica as cinco etapas cruciais para conseguir isso:
• Estude o novo comportamento do consumidor;
• Encurtar o cronograma;
• Construir a tecnologia;
• Prepare-se para troca;
• Crie uma experiência holística para o cliente online-offline.
O relatório da conceituada empresa conclui ainda que: “a COVID-19 mudou a relação do consumidor com o varejo na loja. Neste momento, os varejistas hoje operam no olho do furacão, sem saber ao certo para que lado o vento vai soprar, porque as lojas físicas não são mais a opção padrão e segura que eram no passado - e o e-commerce não é mais apenas um fluxo de receita alternativo”.
Os varejistas que desejam navegar com sucesso pelos ventos fortes da mudança para permanecerem relevantes - e lucrativos - neste novo ambiente precisam abraçar o fato de que já são organizações omnichannel. E eles precisam enfrentar o desafio de fornecer essa experiência omnichannel holística a seus clientes, desde marketing online a compras na loja, a aplicativos de fidelidade móvel e atendimento doméstico ou na loja.


Foram cinco lives, com a participação de dez profissionais de vendas, das cinco regiões brasileiras, que mostraram a sua visão de mercado. Confira!
Em homenagem ao Dia do Balconista, comemorado em 26 de novembro, o Balcão Automotivo Digital realizou uma série de cinco lives, intituladas “1ª Semana Balconista Automotivo”, entre os dias 23 e 27. Cada uma delas contou com a participação de dois profissionais de vendas, que estão atrás do balcão, no telemarketing, no comércio eletrônico ou na consultoria comercial externa. A maioria falou sobre a importância dos treinamentos, do atendimento ao cliente e em como despertar o interesse do jovem para essa profissão.
No primeiro dia, participaram Leonardo de Almeida Assis, da PRPK Auto Peças, de São Paulo (SP), e Manoel Alves Guimarães Filho, da Jaicar Auto Peças, de Goiânia (GO). “Estou sentindo falta de uma grande empresa chegar na loja e falar: olha, Leonardo, nós estamos abrindo um curso para os seus balconistas mais novos. É muito importante o vendedor saber como funciona a peça e não só qual é o número dela. Isso é até um protesto meu, as grandes empresas podem abrir mais cursos para os vendedores”, disse Leonardo.
Na Jaicar, Manoel falou que isso é uma grande preocupação da empresa. “Nós sempre temos cursos. Mesmo depois do horário comercial, toda semana nós tínhamos palestras na empresa antes da pandemia. Depois desse problema, chegamos a ter palestras online, curso online de vendas. A Jaicar tem uma preocupação muito grande em relação a isso e quer sempre atualizar o colaborador”. O que inclui treinamentos na oficina.
“A Jaicar nunca parou, ela está fazendo treinamentos internos e levando os vendedores novos para uma oficina parceria para eles fazerem curso de mecânica. O aprendizado do funcionário é diário, principalmente no atendimento de televendas, por atender mais pessoas. A preocupação da nossa
empresa é muito grande em deixar o vendedor preparado para atender”.
Leonardo disse que os virtuais são mais um caminho, mas não o único. “Quanto mais portas se abrirem, mais rico ficará o setor. A internet, as lives, os catálogos online e os sistemas ERP, sistemas integrados, vieram para ficar. Tudo é válido, o que não pode acontecer é ficar só nisso, tem pessoas que são de outra época, eu, por exemplo, me especializei há pouco tempo na área de tecnologia, viemos de uma época em que a internet era quase nula. É mais uma porta, diante do momento que vivemos, para podermos usar esses recursos”.
Chamado pelos colegas de máquina de vendas, Manoel contou que atribui isso ao seu conhecimento em relação às peças e à sua curiosidade em estar sempre aprendendo. “Buscar conhecimento e se atualizar, acho que esses são os grandes diferenciais das minhas vendas. Devido a isso, eu vou conquistando novos clientes a cada dia e eles voltam
a me procurar, cada vez mais aumentando a minha carteira de clientes”.
Uma profissão que Leonardo compartilha. “Eu tenho clientes internos e externos, uma gama de meninos que está trabalhando conosco, uma juventude que está vindo para fazer a frente e que eu os ajudo muito. E os externos são os que vêm no balcão. Eu tenho os meus clientes, os mais antigos, aqueles que me procuram são do coração. No dia a dia procuramos sempre agregar, esse é o segredo em vendas. E quando não der conta, delegar para outro, sempre procurando dar o melhor atendimento ao cliente, esse é o principal”.
No segundo dia, as participações foram de Robson Macedo, da Rocha Auto Peças, de Indaiatuba (SP), e Djalma Santos Nunes, da Carbwel Auto Peças, de São Paulo (SP). “Geralmente, a pessoa que vai à loja fazer a compra não entende, a mesma coisa em relação às


marcas, você tem que falar qual seria a melhor e qual é a ruim. E, assim, vai passando o seu conhecimento para escolher o produto que ela quer, você acaba tendo a confiança dela e fazendo uma boa venda. São dois tipos de consumidores: o que busca preço e o que busca qualidade, na hora você tem que adivinhar o que ele quer”, diz Djalma.
Para Robson, o vendedor é um formador de opinião. “Entre a grande maioria de clientes que chega na loja, muitos já vêm com seus smartphones na mão, sabendo o preço da peça. Tem que descobrir a necessidade dele e passar o que realmente ele quer, se é preço ou marca. Hoje com a informação, os clientes já chegam na loja preparados, mas muitas vezes com a mensagem errada. Você precisa entender o que está acontecendo para passar as informações corretas e atender o que ele realmente precisa”.
Ainda de acordo com ele, o maior desafio hoje é formar profissionais de vendas. “É nisso que precisamos focar bem, claro que juntamente com palestras, treinamentos e com o empenho de quem quer ingressar nessa carreira. Tem que investir muito nisso para desenvolver algum projeto para chamar o jovem para o nosso mercado, primeiro ele tem que ter vontade e motivação para aprender, e o que podemos fazer é capacitá-lo, trazê-los para o nosso lado e ensinarmos o passo a passo”.
Opinião similar compartilhou Djalma. “Basicamente é o que o Robson falou: trazê-los para o nosso lado e colocar cada um com um vendedor experiente e trabalhar o passo a passo. Caso contrário, futuramente não haverá mais vendedor, mas sim digitadores”. Inclusive, ele também falou que hoje a melhor ferramenta para vendas é o WhatsApp, o que não descarta de modo algum o conhecimento em relação às peças.
“Hoje, eu fico mais no balcão, no WhatsApp e no telefone. Muitas vezes fica mais viável para o cliente (final) fazer o pedido por essa ferramenta e a entrega ser feita em sua residência”. Ferramenta que, de acordo com Robson já é a principal nas vendas. “Cai um pouco a presencial na medida em que as pessoas ingressam no WhatsApp, elas já mandam mensagens para nós, retiramos o pedido, ela vai na loja retirá-lo e ganha velocidade com isso. Hoje as minhas vendas são praticamente 99% por essa ferramenta”.
No terceiro dia, foi a vez de Jean Carlos Maciel Humenhuk, da Mundo do Caminhão, de Vacaria (RS), e Johnny Franco da Silva, da Braskape Autopeças, de São Paulo (SP). Eles contaram como começaram nessa profissão. “Eu não vim dessa área e tive que aprender na
raça, buscar conhecimento e acabei me apaixonando pelo que eu faço. Vender é uma arte, sinto-me realizado com o que eu faço. A empresa (Mundo do Caminhão) dá um suporte muito grande para você querer aprender e evoluir”, contou Jean, que também cursa a faculdade de Marketing.
“Eu também fui na raça. Eu era motoqueiro, eu tive os melhores professores no meu segmento, os vendedores que eu ficava olhando. E eu pensava: se ele conseguia vender, eu iria conseguir também. Trabalhei em uma autopeças que tinha cinco vendedores, um melhor que o outro, mais cada um deles com o seu jeito, e eu adquiri um pouco de cada um. Conhecimento é tudo e eu assisto a vários vídeos no YouTube sobre como atender melhor o cliente”, disse Johnny.
No dia a dia, ele sente falta de treinamentos. “Faz muito tempo que não participamos de palestras, mas com certeza elas voltarão quando a pandemia for embora e eles vão aprofundar mais em conhecimento”, comentou. Falando sobre clientes, “hoje eu os vejo como um parceiro, um amigo, e procuro dar opções para eles e deixá-los à vontade”. E quando o cliente busca algo mais antigo, ele diz que o jeito é recorrer ao antigo catálogo, como nos casos dos veículos carburados.
No Mundo do Caminhão, Jean conta que ele também sente falta, mas que no dia a dia essa carência é suprida. “No nosso segmento não tem tantas palestras para falar sobre itens. O que fazemos é ter um bom relacionamento com os nossos fornecedores, quando temos alguma dúvida sobre aplicação, a gente liga para eles. E quando trazemos produtos novos para o site, já tentamos entender como é feita a aplicação, a nossa equipe comercial trabalha basicamente nesse sentido”.
Aprendizado mesmo, diz ele, é com o cliente. “A gente aprende muito com o cliente, a dúvida dele se torna a nossa dúvida, e vamos em busca da resposta, assim, conseguimos agregar e ter conhecimento. A arte da venda está no nosso dia a dia, evoluindo e aprendendo”.
No quarto dia, 26/11, Dia do Balconista de Autopeças,

participaram Alexandrino Alves da Silva Junior, da Jocar Auto Peças, de São Paulo (SP), e Elias Shineider, da Dalcar Auto Peças, de Rio Branco (AC). Elias contou que na sua região, falta de peças é um problema, mas não para a Dalcar, que tem um grande estoque de peças. “Mas nem todas as autopeças têm tudo o que o cliente procura, sempre falta alguma coisa, aqui em Rio Branco o transporte é complicado, mas a gente batalha, corre atrás, pedindo de fora, atendendo o cliente e assim vamos levando no dia a dia”.
Diferentemente da realidade na Jocar. “Como estamos em São Paulo, nós temos muitos fornecedores e como temos contato direto com os distribuidores, no próprio site trabalhamos com a estrutura deles junto ao estoque da Jaicar, fica mais fácil de correr atrás e adquirir o produto para o cliente. No começo da pandemia tivemos alguns problemas, mas agora está praticamente voltando tudo ao normal”, afirmou Alexandrino.
Antes de ser coordenador de vendas, ele começou no estoque e o conhecimento sobre vendas, ele aprendeu com os seus colegas no balcão. “Até eu me tornar coordenador, eu tive outras experiências e o meu antigo gerente sempre falava: “a gente pede muitas coisas para você fazer, pois você tem capacidade e a gente vê que você é uma pessoa que pode ir longe”. Para mim o importante era trabalhar e ter
conhecimento. Com o tempo, o meu conhecimento, o meu caráter e a minha força de vontade, e o gostar de fazer o que estava fazendo, acho que foi por isso que cheguei onde estou”.
Elias também ralou um pouco até chegar no balcão. “Eu comecei como motoboy em outro Estado, comprando peças na rua e eu ia aprendendo com os vendedores que tinham na empresa. Fui transferido para o Acre por uma outra empresa e estou há quase 10 anos no balcão. A gente também tem a parte de
manutenção, centro automotivo, e aprendemos no dia a dia atendendo os clientes”. Além da falta de peças, Elias conta que a região também é carente de vendedores. “Não vejo tanto os jovens com interesse, na Dalcar a maioria é de vendedores antigos, de um total de sete, só dois são novos”.
Na Jocar, Alexandrino comenta que eles sempre dão incentivos para buscar pessoas novas, jovens aprendizes. “Vemos que não são todas as pessoas que querem entrar no ramo, acho que ficam com medo pela falta de conhecimento, mas se tiver força de vontade e interesse, ela aprende rapidamente e também precisa gostar do ramo”.
No último dia, participaram André Keppe, da Vila Nori Autopeças, de Curitiba (PR), e Idemar Sousa, da Truckão Autopeças, de Fortaleza (CE). André falou sobre a sua experiência profissional no setor de autopeças e hoje, como coordenador comercial externo, o quanto isso faz a diferença, principalmente no atendimento certeiro para o cliente.
“Como consultor comercial externo, em três meses, eu visitei umas 200 (oficinas) mecânicas em Curitiba. Estar próximo ao cliente funciona muito e olhando onde a peça é colocada, um dos mecânicos me disse que eu deveria mandar um vendedor passar um dia


com ele, para ver como ele trabalha e como é o dia a dia de uma oficina. Para o vendedor é uma experiência muito legal, se os donos das autopeças fizessem esse experimento, acho que funcionaria muito”.
Idemar está no televendas. “O André falou de oficina. No início, eu passei uns oito meses na oficina e foi onde eu mais aprendi a vender peças. Trazendo isso para o meu dia a dia, tem me ajudado muito, mesmo não estando diretamente com o cliente, eu consigo entender a necessidade dele. Atender não somente as necessidades do cliente, mas também de uma futura garantia e de identificar uma peça que ele esteja aplicando de forma errada”.
Ranieri Leitão, presidente do Sincopeças Brasil e do Sistema Sincopeças/Assopeças (Ce), também participou dessa live e falou sobre a certificação dos balconistas de peças e acessórios para veículos. “Nós iniciamos o processo de certificação, ele é de autoria do Chicão (Francisco De La Torre, presidente do Sincopeças-SP), trouxemos o Sergio Alvarenga (membro do conselho diretor do IQA – Instituto da Qualidade Automotiva) e levamos isso para a Câmara Automotiva Nacional, da Confederação Nacional do Comércio”.
O pontapé inicial para o certificado de balconista já foi dado. “Ele será muito interessante, não só para os balconistas, mas principalmente para as empresas que investirem nos seus profissionais. O balconista é


hoje um elo da cadeia, entre o lojista e seus clientes e aplicadores. Como elo, ele é um grande formador de opinião. Não tem como não valorizar demais o vendedor de autopeças do Brasil, seja ele do varejo ou do atacado”, afirmou Ranieri.
Qualificação que também foi comentada por André e por Idemar. “É uma preocupação da nossa loja fazer treinamentos, este ano atrapalhou muito, entendo que o vendedor precisa ser: flexível e multifacetado. Saber ser bem flexível na arte de vender, pois não é fácil vender, não funciona atender todo mundo igual, quem define o jeito do atendimento acontecer é o cliente. O vendedor tem que ser flexível e é difícil aprender isso”, falou André.
Na sequência, Idemar mostrou a sua visão sobre o que é ser um vendedor. “Eu sou fruto de uma oportunidade, de um investimento do Sr. Rogério (Nobre Façanha, proprietário da loja). Tenho uma gratidão por ele, pois sou o profissional que sou hoje pela Truckão, onde realmente aprendi essa profissão. É um prazer atender o cliente com satisfação, se colocando no lugar dele”.
E nas palavras de Idemar, como é vestir a camisa da empresa. “Sabendo que não sou eu quem o está atendendo, mas sim a Truckão. O cliente quando volta pode até lembrar de mim, mas ele vai lembrar do Truckão, como uma empresa séria, de pessoas comprometidas com os clientes e que atendem super bem. Esse é o diferencial, vestir a camisa da empresa mostrando-a”.


2020 exigiu de todos nós um esforço e uma capacidade de resiliência que muitos acreditavam não ter. Foi difícil, ano atípico, que muito provavelmente não veremos mais.

2021 se apresenta no horizonte com uma série de novas oportunidades para quem se preparar. E pra nós, do Balcão Automotivo, também foi um período em que migramos para o Digital, definitivamente. Por isso, continue mantendo-se bem informado acessando o nosso conteúdo a qualquer hora e lugar.
Grande ano, de muita saúde e sucesso!
Equipe Balcão Automotivo

Texto: Valtermário de Souza Rodrigues* Foto(s): Divulgação
Assim como acontece em uma viagem de carro, em que a velocidade e o tempo são grandezas inversamente proporcionais, acontece com nossos projetos pessoais e com o planejamento estratégico das empresas, ou seja, velocidade e tempo variam em função de: necessidade; oportunidade; prioridade; circunstâncias; disciplina, planejamento; perfil; missão, visão e valores, dentre outros fatores.
Quanto ao balcão de uma loja de autopeças ou de qualquer outro empreendimento, para uma maior celeridade e excelência no atendimento, o tempo de treinamento e a velocidade na dedicação devem ser constantes, a fim de que aconteça a plena satisfação do cliente.
Vejamos variadas situações que envolvem velocidade e tempo:
• Um vendedor cumpriu todas as etapas do processo de uma venda, o cliente já se convenceu dos argumentos apresentados pelo mesmo, falta apenas o vendedor “bater o martelo” e concretizar a venda, porém, ele perde o timing e protela o
fechamento do negócio;
• No futebol, quando um time necessita apenas de um resultado de empate para atingir seu objetivo, é normal que a estratégia de jogo adotada por seu técnico seja mais cautelosa defensivamente, com ritmo de jogo mais lento e cadenciado, ao contrário do time que precisa da vitória, em que, normalmente, a postura de jogo é mais ofensiva, fato que implica em correr alguns riscos na defesa. Cada time, portanto, adota uma estratégia de jogo em função da necessidade do resultado;
• Palavras de uma jovem de 26 anos ao receber da corretora as chaves do tão sonhado apartamento: “Uauu! Eu venci!! Fé, determinação e esperança nos levam a resultados incríveis!”. Após dois anos que saiu da casa dos pais para morar em um apartamento alugado, planejou adquirir sua residência própria. O choro no momento da entrega das chaves foi carregado de emoção, felicidade e sentimento de vitória;
• Por força das circustâncias, surpreendidas pela

pandemia, muitas empresas anteciparam projetos, principalmente em relação ao comércio digital e partiram para novas possibilidades de manter a lucratividade do negócio;
• Na “Fórmula 1”, Airton Senna e Alain Prost eram pilotos vencedores, porém, com perfis totalmente diferentes. Senna adotava uma postura mais agressiva. A velocidade era uma de suas principais armas; Prost era mais estratégico. Venceu inúmeras corridas se aproveitando de erros cometidos pelos seus adversários;
• Passados 35 anos de trabalho, finalmente chegou o momento da tão sonhada aposentadoria. É hora de parar? Sr. Gildásio entende que não. Acredita que esse é um bom momento para tirar alguns projetos do papel e partir para a conquista de novos sonhos.
Cada pessoa carrega consigo o próprio DNA e age de maneira diferente. Enquanto umas constroem caminhos e seguem rumo aos objetivos até conquistálos, outras iniciam projetos, desconstroem com uma facilidade enorme e não concretizam o que idealizam.

Assim mostra o ditado popular: “Para quem não sabe aonde vai, qualquer caminho serve”. Saber exatamente aonde quer chegar evita desperdício de tempo e energia.
Planejamento e estratégias devem caminhar juntos. Assim como acontece quando definimos, previamente, o roteiro de uma viagem, por menor que seja o percurso; quando um professor define um plano de aula; quando da definição de um plano de voo, todo projeto de vida deve ser bem planejado desde sua concepção até a concretização.
O planejamento em si não é garantia total de sucesso e não deve ser estático. Mudanças de rota podem e devem acontecer em função de circunstâncias que se apresentem no decorrer de sua implementação. É importante revisá-lo, periodicamente, a fim de realinhar a estratégia, caso entenda ser necessário.
Imprimir uma maior velocidade para abreviar o tempo, utlizando-se de “atalhos” não éticos que encurtem o caminho até a conclusão de um projeto,
é atitude condenável. A vida é repleta de desafios e possibilidades. É importante não “parar no tempo e seguir sempre em frente, rumo ao sucesso, com ética, motivação e determinação.
O que você está fazendo com a sua única vida?
Essa é uma pergunta memorável que o professor e filósofo José Antonio Saja, falecido em 2019, sempre fazia em suas aulas e palestras. Na estrada chamada “Vida”, somos finitos, portanto, tenhamos pressa em ser feliz por não sabermos quanto tempo nos resta.
• Um time que precisa, por exemplo, vencer seu adversário pelo placar de 4x0, inicialmente deve se preocupar em fazer o primeiro gol, depois o segundo... até conquistar o resultado almejado;
• Um piloto que larga na décima posição, para conquistar a primeira colocação, precisa utrapassar o nono colocado, o oitavo, o sétimo e assim sucessivamente até chegar à primeira posição, exceção para Ayrton Senna, quando numa corrida em que dois pilotos à sua frente brigavam por posição, em um descuido, ele utrapasou os pilotos ao mesmo
“Todos os dias quando acordo Não tenho mais O tempo que passou Mas tenho muito tempo Temos todo o tempo do mundo” Legião Urbana
tempo: uma questão de oportunidade.
Há algum tempo, desprentensiosamente, encaminhei um artigo para o Balcão Automotivo, o qual foi aprovado e publicado. A partir daí, encaminhei outro e mais outros. Hoje, já somam quase trinta artigos publicados. À época, não foi algo planejado, ser colunista do importante “Caderno do Balconista Automotivo”, do Jornal Balcão Automotivo. Não foi um projeto que de início podíamos calcular a velocidade e o tempo. Chegar até aqui é consequência de uma parceria de sucesso, construída ao longo dessa caminhada.
Portanto, pé na estrada e uma boa viagem rumo ao sucesso, com determinação, fé, disciplina e atenção especial à velocidade e ao tempo adequados para cada sonho ou projeto idealizado.
Feliz Ano Novo!
*Analista Administrativo Sênior da Distribuidora Automotiva S/A – Filial Salvador; Bacharel em Administração de Empresas; MBA em Gestão de Empresas; MBA em Liderança Coaching; Co-autor dos livros “Ser Mais Inovador em RH” – “Motivação em Vendas” e "Planejamento Estratégico para a Vida”

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