Transmissões trazem à tona importantes representantes do setor e temas para a reposição automotiva
Iniciativas de montadoras de carros, fabricantes de autopeças e demais empresas e profissionais



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Transmissões trazem à tona importantes representantes do setor e temas para a reposição automotiva
Iniciativas de montadoras de carros, fabricantes de autopeças e demais empresas e profissionais






Consultores destacam a capacidade de reinvenção de quem está também no balcão de autopeças

JULHO | 2020






O seu Caderno Balconista Automotivo quer te conhecer melhor. Para tanto, coloca à sua disposição um número de WhatsApp para que você se cadastre para receber um conteúdo voltado às suas necessidades. Adicione o nosso número à sua rede de contatos e faça a diferença na sua loja. PÁG. 38
estão preparadas para a linha de frente do mercado de reposição automotiva brasileiro



Os lojistas de autopeças, de Norte ao Sul do País, sentiram os impactos da pandemia em seus negócios, principalmente no início. Sem exceção, todos fizeram as adaptações necessárias – recomendadas pelos órgãos de saúde e exigidas pelos decretos municipais e estaduais. A boa notícia é que, mesmo aos poucos, as vendas foram retomando e alguns deles foram surpreendidos com resultados inesperados. Ainda: desabastecimento também foi uma realidade para muitos deles, um problema que persiste em algumas regiões.

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JORNAL BALCÃO AUTOMOTIVO Nº 165 | ANO XIV | JULHO DE 2020
Meu caro amigo leitor, que bom mais uma vez começar esse editorial podendo levar a você um conteúdo primoroso que nossa equipe trabalhou nesses últimos dias, ainda em esquema de home office em grande parte do tempo, mas felizmente retornando aos poucos à editora.
Não é segredo para ninguém que a pandemia fez muita gente se reinventar. Aliás, esse foi o tema aqui neste espaço na edição do mês passado, da importância de sermos resilientes com esse momento, que façamos o melhor para a situação.

Passados um pouco mais de três meses, tivemos a realização em altíssimo nível de 12 lives, que felizmente tiveram em tempo real, e ainda estão tendo, excelentes níveis com as visualizações que são conseguidas após.
Nesse período, também começamos do zero um canal do YouTube que pudesse comportar as nossas lives, mas principalmente tudo que nossa intrépida equipe pensasse em colocar de conteúdo para você.

Pois é, nós também tivemos que nos adaptar rapidamente. Se o digital fazia parte dos nossos planos, haja vista que o nosso veículo é referência em conteúdo e impressão, tínhamos a missão de transformar tudo isso em digital. E em pouco tempo.
Desde o início da segunda metade do mês de março, quando de fato iniciamos em home office, tivemos muitos encontros virtuais pelas plataformas que temos à disposição até chegar ao que você encontra hoje em nossas mídias sociais.
Nas inúmeras conversas, levamos à discussão a possibilidade de realizarmos lives com assuntos e personagens relevantes para o setor. Isso posto, começamos a pensar em temas e situações que fossem interessantes, nos colocamos para isso no lugar do espectador.

E engana-se quem pensa que paramos por aí, a nossa equipe quer mais, muito mais. Pensamos sempre em levar a você um conteúdo cada mais direcionado às suas necessidades. Para isso, não medimos esforços.
Uma prova é que criamos um WhatsApp exclusivo para o nosso Caderno Balconista Automotivo, que nasce com o objetivo de reunir num mesmo espaço um grupo de balconistas ávidos em crescer na profissão.
Por fim, que bom poder contar com a sua fidelidade, que bom ter você sempre por perto, antes no impresso e agora mais do que nunca no digital, que cresçamos juntos nesse mercado e que continuemos a trilhar nosso caminho cada dia melhores.
Até mais e cuide-se!
O EDITOR





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CONSELHEIRO CONSULTIVO Carlos de Oliveira
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Jornal Balcão Automotivo é uma publicação mensal com distribuição nacional auditada, dirigida aos profissionais automotivos e tem o objetivo de trazer referências ao mercado, para melhor conhecimento de seus profissionais e representantes.
Os anúncios aqui publicados são de responsabilidade exclusiva dos anunciantes, inclusive com relação a preço e qualidade. As matérias assinadas são de responsabilidade dos autores.







INICIA OPERAÇÃO EM
SUA NOVA PLANTA EM INDAIATUBA

ADayco começa sua operação na nova planta localizada em Indaiatuba (SP), em 17 de junho. A unidade amplia a capacidade de desenvolvimento, produção e de distribuição para o mercado de aftermarket, unificando as antigas unidades da Mooca e de Itapira e, até o final do ano, também iniciará a produção para o OE, com a integração da unidade de Contagem (MG). Com seus 12.000 metros quadrados, a nova sede também será responsável pela exportação de peças para as outras plantas da Dayco e mercados no mundo, através de suas duas marcas – Dayco e Nytron.

Ante a pandemia da Covid-19 e a flexibilização do comércio no estado de São Paulo, o AutoZ, primeiro e-commerce automotivo do Brasil, está com uma nova dinâmica de trabalho. Agora os clientes podem adquirir os produtos automotivos que vão desde autopeças para revisão e manutenção do veículo até iluminação, segurança, som e multimídia pelo site e retirar na loja física, localizada na Av. Queirós Filho, 434 - Parque Industriário, em Santo André (SP).
KBB BRASIL
LANÇA A LINHA DE PISTÃO COM ANÉIS E AUMENTA O PORTFÓLIO DE COMPONENTES DE MOTOR PARA MOTOCICLETAS


A Marelli Cofap Aftermarket tem investido fortemente no segmento de duas rodas, onde atua já há dezenas de anos com a sua principal linha de produtos, os amortecedores Cofap. No decorrer do tempo, porém, além do crescimento da oferta de códigos de amortecedores, que naturalmente acompanhou o crescimento da gama de motocicletas, outras linhas de produtos foram agregadas ao portfólio da marca, como tubos internos de suspensão dianteira e kits de transmissão, duas linhas que também fazem muito sucesso no mercado de reposição de peças para motocicletas devido ao desempenho e durabilidade.

ABorgWarner celebra a marca de três anos sem afastamentos por acidentes de trabalho, em sua fábrica em Brusque (SC). A conquista é mérito do engajamento de todas as áreas da empresa, que seguem a cultura global de priorização de programas e ações permanentes de comprometimento com procedimentos e normas. A unidade recebeu o CEO Safety Award, prêmio global de segurança da BorgWarner. “Para alcançar esse marco, o primeiro passo foi conscientizar os funcionários sobre a importância da segurança na empresa”, enfatiza Adson Silva, diretor da BorgWarner Brusque.

O Monitor de Variação de Preços – Autos (MVP) da KBB Brasil aponta que os preços de automóveis e comerciais leves vendidos em junho sofreram desvalorização em todas as faixas de idade analisadas. Com exceção dos usados os modelos
0km e seminovos observados pela amostra de 22.070 versões do estudo obtiveram variação negativa acima da registada no mês anterior e as três faixas de idade superaram a referência média mensal de todo o ano de 2019.

A YPF, empresa de energia e lubrificantes automotivos, levou o Prêmio Toyota Fornecedores 2019. O evento está na 18ª edição e foi realizado de forma online pela primeira vez, devido às medidas de isolamento social adotadas para conter a pandemia de COVID-19. Pelo segundo ano consecutivo, a premiação leva o nome de Toyota Latin America and Caribbean Suppliers Conference e premiou fornecedores das filiais na Argentina, no Brasil e na Venezuela.

VENDAS DE PNEUS FECHAM PRIMEIRO SEMESTRE DE 2020 COM QUEDA DE 29,6%
Aindústria nacional de pneumáticos fechou o primeiro semestre de 2020 com queda de 29,6% em relação ao mesmo período de 2019, devido ao impacto da Covid-19 no setor. Em junho, a baixa nas vendas foi de 31,1%, e mesmo com os resultados negativos no mercado de montadoras (-56,7%) e reposição (-21,4%), o setor teve uma recuperação de 35,6% em comparação ao mês de maio.

SUMITOMO RUBBER
INDUSTRIES INVESTE
EM TECNOLOGIA PARA CARROS AUTÔNOMOS
ASumitomo Rubber Industries, detentora das marcas Dunlop, Falken e Sumitomo no Brasil, trabalha no desenvolvimento de uma tecnologia que permitirá verificar a pressão do ar de pneus instalados em veículos autônomos. A partir dos resultados desta pesquisa será possível chegar a um pneu inteligente que contribuirá para a mobilidade da nova geração e, em breve, uma sociedade livre de acidentes.

DANA COMEMORA 73 ANOS DE BRASIL COM FOCO NA SEGURANÇA DE SUAS PESSOAS, APOIANDO



ANOVA LINHA DE LUBRIFICANTES DA SHELL COMBINA ALTOS PADRÕES COM TECNOLOGIA PUREPLUS
A nova linha de lubrificantes lançada pela Shell no Brasil atende às mais modernas especificações do segmento: API SP e ILSAC GF-6. São três produtos de alta performance - Shell Helix Ultra 5W-30 API SP GF-6A, Shell Helix Protect 5W-30 e Shell Helix Power 0W-20 -, que têm a tecnologia exclusiva PurePlus, responsável por ajudar a aumentar a vida útil do motor ao unir aditivos específicos a um processo que converte gás natural em óleo-base cristalino.
PESQUISA APONTA COBREQ COMO A MARCA
COMPRADA COM MAIOR FREQUÊNCIA E MAIS CONHECIDA EM PASTILHAS DE FREIO

ACobreq, da TMD Friction, é a marca de pastilhas de freio mais lembrada e comprada por profissionais da área mecânica. A empresa se destacou em pesquisa realizada pelo Ibope, encomendada pela revista O Mecânico, com 1020 reparadores de todas as regiões do País. Com o objetivo de levantar as marcas preferidas do setor automotivo, a pesquisa online ocorreu entre os dias 26 de março a 5 de junho deste ano.
TENDÊNCIAS
72% DOS MOTORISTAS BRASILEIROS DÃO PREFERÊNCIA A AUTO CENTERS QUE OFEREÇAM PROTOCOLOS DE SEGURANÇA, APURA PESQUISA DA CONTINENTAL PNEUS
No atual cenário de pandemia, 72% dos motoristas dão preferência à realização de serviços em auto centers que ofereçam – claramente - protocolos de segurança e 89% não se sentem confortáveis deixando um terceiro dirigir seu carro (manobristas, mecânicos ou serviço de leva-e-traz).

Essas são algumas das conclusões da pesquisa “Segurança Sanitária em Oficinas e Concessionárias”, realizada on-line pela Continental, fabricante de pneus.
A Dana celebrou no dia 10 de julho 73 anos de atividades no Brasil. A fabricante tem focado suas ações na segurança de suas pessoas, no fortalecimento de parcerias com os clientes, na excelência operacional, com apoio aos colaboradores, seus familiares e a comunidades onde possui unidades fabris. “Mesmo neste
ambiente volátil e de incerteza gerado pela COVID-19, é importante celebrarmos mais um ano de presença no mercado brasileiro e latino-americano, no qual atuamos desde antes do surgimento da indústria automotiva brasileira”, enfatiza Raul Germany, presidente da Dana para o Brasil.


A Rede PitStop foi a patrocinadora oficial da corrida virtual idealizada pelo piloto Rubens Barrichello para arrecadar fundos para o Instituto Família Barrichello e ajudar no combate à Covid-19. A corrida virtual Driving Together foi transmitida mundialmente via web e no Brasil pela TV Bandeirantes, na tarde do dia 11/07. Na disputa pelo pódio mais de 20 pilotos de renome do automobilismo mundial. Entre os principais nomes o próprio anfitrião, Rubens Barrichello, Fernando Alonso, Juan Pablo Montoya, Timo Glock, Felipe Massa, Giancarlo Fisichella, Felipe Nasr, Tony Kanaan, Bruno Senna, Nelsinho Piquet e Pietro Fittipaldi.


De acordo com o Monitoramento dos Distribuidores de Autopeças da NPD, a reposição automotiva sofreu queda de -15% no faturamento entre janeiro e abril de 2020 versus o mesmo período de 2019. Os distribuidores seguiram com suas atividades comerciais de portas fechadas para garantir o abastecimento. Como consequência, as vendas unitárias contraíram -20% e os reposicionamentos de preços no setor compensaram, ao menos parcialmente o resultado do período, com aumentos médios de +7% nos preços do acumulado. Das 14 categorias monitoradas mensalmente pela NPD no Brasil, 13 tiveram queda de faturamento.

MONROE AXIOS
A
tecnologia e qualidade dos produtos da Monroe Axios, referência na fabricação de borrachas e componentes para suspensão, estão presentes no Novo Tracker e Onix Plus, hatchback e sedã, com o fornecimento do batente do amortecedor dianteiro, diretamente para o mercado original. Além disso, a Monroe Axios equipa o novo Volkswagen Nivus com o batente do amortecedor dianteiro, que integra o sistema de suspensão do crossover. Para equipar o novo veículo da montadora, a equipe de engenharia da Monroe Axios esteve à frente do projeto, para atender às necessidades da montadora.



Os Organizadores Modulares estão entre o mix da Tramontina PRO, destinados aos trabalhos de alta performance no segmento automotivo. A linha totalmente fabricada no Brasil foi desenvolvida para a personalização de espaços de trabalho. O sistema permite a escolha de cores conforme padrão da marca ou oficina, gravação de nomes nas ferramentas e organização das peças em berços de EVA.


NOVA CAMPANHA DA CRANE PARA MOTUL É: 5000 RAZÕES PARA PILOTAR

Angélica Senise,

A ZF incluiu novas opções de cursos on-line para seus colaboradores em sua plataforma de ensino a distância da UniZF – Universidade Corporativa da ZF - a fim de promover capacitação profissional de qualidade permanente. De acordo com gerente Sênior de Recursos Humanos, a Universidade virtual da ZF possui treinamentos que abrangem diversas áreas de conhecimento para contemplar os inúmeros perfis e interesses dos públicos internos. Com o distanciamento social, os cursos presenciais foram suspensos temporariamente e os cursos on-line ganharam força.
COM FORTE BASE DE PRODUÇÃO
LOCAL E ADEQUADA À INDÚSTRIA 4.0,
TECFIL AMPLIA A COMPETITIVIDADE NO MERCADO NACIONAL
ATecfil vem crescendo e ampliando sua participação de mercado, com investimentos em automação, Inteligência Artificial e transformação digital. A empresa dobrou a sua capacidade industrial nos últimos dez anos, saltando de quatro milhões para oito milhões de unidades por mês, graças à implantação de sistemas avançados direcionados à indústria 4.0. O aumento da capacidade de produção local, aliado aos sistemas de automação, se tornou, no atual contexto da pandemia da COVID-19, um importante diferencial competitivo, por garantir o abastecimento do mercado com regularidade de preços e oferta.

O Óleo Semissintético 5000 20W-50 chega com uma campanha exclusiva. Ativação com o trade, performance, influenciadores e midia on e off fazem parte da estratégia de comunicação da CRANE, fundamentada em
três pilares: fazer com que o consumidor entenda a superioridade de um óleo semissintético; destacar os seus benefícios à motocicleta; e como este conjunto de benefícios transforma a experiência de manutenção da moto.


A Bridgestone está colaborando com a Microsoft no desenvolvimento de um sistema de monitoramento pioneiro para detectar problemas de danos nos pneus em tempo real. A saber, os problemas relacionados aos pneus assumem quatro formas principais: pressão inadequada, fadiga, desgaste irregular e, por último, danos causados por meio-fio, buracos ou itens na estrada.

Ainda durante o período de pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), a CVN Autoparts, das marcas Corven e Bendix, promoveu uma live com mais dois de seus clientes. Ela aconteceu em 09/07 com as participações de Fabiano Massariol, diretor da Auto Imports, e Giovanni Fernandes, diretor da GT Auto Peças. A condução, como nas duas lives anteriores, foi do editor-chefe do Balcão Automotivo, Silvio Rocha.


SURPREENDERAM COM UM
CRESCIMENTO EXPRESSIVO
DAS VENDAS, O PERCALÇO É A FALTA DE PEÇAS



De Norte ao Sul do País, os lojistas de autopeças sentiram os impactos da pandemia em seus negócios, principalmente no início. Todos fizeram as adaptações necessárias recomendadas pelos órgãos de saúde e exigidas pelos decretos municipais e estaduais. Aos poucos, as vendas foram retomando e alguns deles foram surpreendidos com resultados inesperados. Desabastecimento também foi uma realidade para muitos deles, um problema que ainda persiste em algumas regiões.




Em Curitiba (PR), César Kuroshi, da Peçauto Autopeças, comenta que nunca vivemos um momento desse como antes. “Por mais que nos programemos e nos adequemos, as mudanças estão sendo diárias. É quase impossível fazer o planejamento, o que serve para hoje, amanhã não serve mais. Estamos vivendo um dia de cada vez”.
Para se adaptarem, férias voluntárias foram dadas aos colaboradores que voltaram conforme as vendas melhoraram. Hoje o que ele enfrenta é o afastamento. “Famílias trabalham aqui e quando a esposa está com suspeita de Covid-19 ela é afastada e o seu marido

também, e eles só retornam após o teste ser negativado. Está um caos”.
Ele conta também que as vendas foram se normalizando aos poucos, “já estava quase perto de 100% das nossas expectativas, porém, saiu um decreto para fechar o comércio que não é essencial e isso repercute muito no nosso negócio, já sentimos uma queda novamente. Além disso, o abastecimento está bem precário. Para se ter uma ideia, de um dos nossos fornecedores faltaram 60% do pedido, isso nunca tinha acontecido antes”.
Kuroshi diz que ninguém sabe o que irá acontecer, por isso, uma das medidas adotadas foi comprar no menor prazo possível. “Antes, como estávamos mais confiantes,

comprávamos a um prazo maior, mas como não sabemos o que irá acontecer, estamos muito cautelosos”.
Em São José (SC), Marcos Roberto Rodrigues, da Toninho Peças e Acessórios, fala que antes mesmo da pandemia a equipe já estava reduzida e assim se manteve, sem ter que dispensar ninguém. “O movimento não está 100%, mas um pouco tem e tem gente em uma situação pior do que a nossa. Também já tínhamos um estoque enxuto e as compras também estão enxutas”.

O foco tem sido por itens de giro rápido e já é sentida a falta de alguns produtos. “Estamos tendo poucos problemas com falta de peças, mais com o que é importado. Os distribuidores estão com dificuldades de importar e, consequentemente, falta para a gente. Mas não é uma situação desesperadora”. Após a pandemia, uma mudança que ele pretende implementar é no horário da loja. “Talvez abriremos ao meio dia e até às 19 horas para estender um pouco mais o horário de atendimento”.
No Mundo do Caminhão, localizado em Vacaria (RS), Matheus Huff comenta que toda a equipe foi mantida. Apesar das vendas serem 100% online, 80% delas passam pelo atendimento. “A nossa equipe é de 18 pessoas, o telefone não para e também atendemos por outros canais, como pelo WhatsApp. Na linha pesada, o cliente compra itens de alto valor e ninguém faz uma compra dessas sem ter certeza do que está comprando”.
Prevendo que poderia haver desabastecimento, eles se precaveram. “Na parte de peças, a Mundo do Caminhão fez um movimento inverso do mercado. Aumentamos o estoque dessas peças, o nosso entendimento era que as fábricas estavam demitindo demais e que haveria uma escassez de produtos no mercado. Reduzimos muito o estoque de acessórios e reinvestimos em linhas de reposição. Hoje as fábricas estão atoladas de pedidos e para nós foi um tiro certeiro ter investido em compra de peça de reposição”.
Ele também conta que houve uma mudança no perfil de consumo. “Alguns produtos aceleram muito as vendas, principalmente os relacionados à alimentação do caminhoneiro, como a cozinha e a geladeira, pela orientação de eles terem uma refeição individual, não frequentaram restaurantes ou buffets. Já a linha de estética recuou bastante nas vendas”.
No geral, eles conseguiram manter mais ou menos a base de faturamento que tinham nos meses anteriores e um dos focos foi investir na qualidade do serviço da equipe. “O que precisamos é que o caminhoneiro encontre a nossa loja muito preparada para atendêlo e para satisfazê-lo 100% na sua compra. Em maio dobramos as nossas vendas, a pandemia fez com que os consumidores perdessem o medo de comprar pela internet. A maioria das empresas não estava preparada, a crise reduziu o número de concorrentes”.
Passando bem por essa primeira fase, Huff diz que agora não é o momento de se arriscar. “Não sabemos quais serão os reflexos da pandemia no consumo, já são

12 milhões de novos desempregados, o impacto chegará também no nosso setor. O que temos feito é melhorarmos a nossa operação, reavaliando tudo e contando muito com a nossa equipe para nos ajustarmos. Hoje nos preparamos para uma crise”.
Em um primeiro momento para atender o decreto Estadual, a Carbwel Autopeças, em São Paulo (SP), fechou as suas portas e operou com o serviço de delivery e com aplicativos, principalmente, o WhatsApp. Depois, ela passou a abrir as suas portas, mas com todas restrições necessárias, como por exemplo, uso de máscaras, álcool em gel e o distanciamento no balcão, entre vendedores e clientes. “Entra no máximo na loja a quantidade de pessoas que tem vendedores disponíveis para atendê-las”, conta Carlos Gomes de Moraes.

O baque veio logo. “Em março, as vendas caíram 80%, depois foi indo para 40%, 50%, hoje está em 90%. Antes eu tinha estoque, mas nesse mês está começando a faltar peças para a reposição. A informação que eu tenho é de que algumas fábricas não estão entregando para os distribuidores”.
Ainda de acordo com ele, o mercado está em alta, mas a falta de peças será um dificultador, bem como o aumento do dólar e, consequentemente, o aumento de preços. “E até que saia a vacina estamos tomando todas as precauções. O negócio está sério e vai ficar até o final do ano”.
Na Rocha Autopeças, em Campinas (SP), também foi adotado inicialmente o sistema de delivery até que as lojas pudessem ser reabertas. “Nós já tínhamos um grupo de WhatsApp de vendas para mecânicos e reparadores, e também fizemos para os consumidores finais. Os pedidos eram feitos por essa ferramenta com a opção de entrega por motoboy ou retirada na loja. Criamos tipo um balcão delivery do lado de fora e com isso fomos recuperando o movimento aos poucos”, diz Roberto Rocha.

Precavidos, ele lembra que em fevereiro foi feita uma grande compra para garantir o estoque por pelo menos dois meses. “Isso nos ajudou muito, no final de março, muitos nos procuraram dizendo que éramos os únicos que tínhamos as peças que precisavam e o nosso movimentou foi crescendo no dia a dia”. Outra ação que também impulsionou as vendas foi a antecipação da tradicional campanha anual da Rocha Autopeças, antes realizada no mês de agosto.
“Foram 300 itens que praticamente vendemos sem margem, com a campanha “Compre Barato no Aniversário do Rocha”, isso fez com que muita gente viesse comprar com a gente. São itens que têm uma diferença de até 20% no preço se comprassem em outra loja. Além disso, enquanto o mercado subiu os preços pelas dificuldades de entrega e de compra, nós baixamos os preços. Isso trouxe muitos clientes para nós”.
Assim como Moraes, Rocha prevê que pouco mudará em termos de prevenção enquanto não existir a vacina. “Não sabemos como ficará o período pós-pandemia, se

continuarão a usar máscara, se terão que ficar a distância, enquanto não sair a vacina, não poderemos ter uma situação contrária a isso”.
No Rio de Janeiro (RJ), Julio Laska, da Auto Accessórios Bangu, lembra que a loja ficou apenas um dia fechada, no dia seguinte passaram a atender somente as oficinas cadastradas e a trabalhar com horário reduzido, até voltar à normalidade. “O faturamento caiu bastante em março, mas na medida em que foram passando os meses, automaticamente, houve um certo crescimento. Tive que colocar poucos funcionários em suspensão temporária, eles já voltaram, não mandamos ninguém embora, e antecipamos as férias de alguns”.
Como a Bangu sempre trabalhou bem estocada, falta de peças eles não enfrentaram, mas nas palavras de Laska, o que está havendo são preços abusivos e desnecessários praticados pelos fornecedores. “O problema é que os grandes players passaram a não fabricar mais, trazem tudo da China e embalam com a marca deles. Isso está provocando um caos no nosso ramo com preços absurdos. Temos que rever nosso parque industrial para não ficarmos dependendo da China”, defende.
Ele conta que as vendas não voltaram totalmente ao normal. “Elas estão entre 80% e 90%. Nós trabalhamos com o que há de melhor em autopeças, eu nunca fui muito fã de produtos chineses, mas infelizmente sou obrigado, pois os grandes players estão trazendo tudo de fora”. Olhando adiante, o empresário diz que eles sempre tentam se reinventar. “Estamos buscando nos modernizar, cada vez mais atento às mudanças de mercado e do próprio cliente”.
Na Duauto Auto Parts, em Brasília (DF), Frederico Antônio dos Reis informa que a primeira medida foi diminuir em março o quadro de funcionários e a jornada de trabalho, aproveitando-se do benefício do Governo Federal, pois as vendas caíram muito. Na parte de estoque eles estavam bem abastecidos.
“De dezembro a fevereiro eu comprei muito, eu estava acreditando que esse ano seria muito bom e estávamos muito bem abastecidos. Tanto que em abril eu não comprei praticamente nada, claro que em autopeças uma coisa ou outra é preciso repor. Diminuímos as compras que fazíamos, mas desde o mês passado estamos retomando aos poucos tanto as vendas como as compras”.

Para esse segundo semestre, ele está otimista. “Estamos acompanhando alguns indicativos para sabermos o rumo que daremos na empresa. Hoje, com a pandemia, não sabemos muito o que irá acontecer, mas eu estou bem otimista com o que vem por aí. Com a parada das vendas de carros novos, a tendência é acelerar um pouco mais o nosso mercado”.
Em Goiânia (GO), Fábio Inácio Martins Filho, da GP Auto Peças, conta que incialmente foi feito um revezamento de horário entre os funcionários, uma equipe entrava uma hora antes e a outra, uma hora depois, e o mesmo com o horário de saída, e desde então todas as medidas de prevenção foram adotadas, como o isolamento do balcão entre os vendedores e os clientes. “Em março, nós tivemos que fechar a loja por uma semana, posteriormente, saiu uma liminar autorizando o funcionamento de autopeças”.
Mesmo com a reabertura, ele conta que houve um impacto no faturamento em março. “Ele foi praticamente a metade do que estávamos acostumados a vender. Depois foi retomando aos poucos, maio foi quase normal e junho já normalizou. E tivemos problemas de entregas por parte de fornecedores, principalmente de importadores da China. Nenhuma indústria entrega


100% dos pedidos, mas o índice de faltas foi aumentando gradativamente. Agora está começando a entrar nos eixos novamente”. Futuramente, ele diz que a meta é manter o organograma básico da empresa, que não teve alteração e não terá.
Silvano Ramalho, da Edson Autopeças, em Cuiabá (MT), lembra que no começo foi tudo muito confuso, uma hora podia abrir a loja, na outra não, até que foi decidido que autopeças era essencial. “Ficamos por uma semana com meia porta aberta atendendo somente delivery. Rapidamente liberaram para abrir totalmente a loja e aumentou muito a demanda, fiquei muito surpreso”.
Diretor regional da Rede Ancora, ele conta que cenário similar foi observado pelos seus pares. “No meu caso, em março as vendas caíram um pouco e no mês seguinte voltaram ao normal. Batemos recorde de vendas em maio e em junho nós quebramos o recorde do recorde nas nossas quatro lojas, e as vendas estão a todo o vapor”.
Com isso, ele diz que a pandemia não os afetou, ao contrário, ele teve que fazer novas contratações e seguem com todas as medidas de prevenção em todas as lojas. Em relação ao abastecimento, diz ele: “apesar de termos tido uma deficiência muito grande dos fornecedores no prazo de entrega das peças, demora, agora eles estão retomando. O maior problema é com as importadoras, o preço subiu muito por causa da alta do dólar”.

Segundo ele, daqui em diante é preciso ir se adaptando. “O mercado está mudando muito e também a questão de entrega aumentou bastante a minha demanda nesse sentido. Acredito que o segundo semestre será muito bom, não parei de comprar. Estou programando abrir mais uma loja, eu tinha aberto uma em setembro, me assustei quando veio a pandemia, mas a loja fez o maior sucesso”.
Rogério Nobre Façanha, da Truckão Autopeças, em Fortaleza (CE), lembra que em um primeiro momento ninguém sabia o que iria acontecer. “Reunimos toda a nossa equipe para falar o que poderia acontecer e o que estava acontecendo. Alguns foram afastados, outros demitidos e para alguns demos uma pausa do trabalho por dois meses. Fizemos os ajustes necessários em todas as nossas lojas, afastamos os que tinham idade mais avançada e abrimos as lojas por um determinado horário”.
No início, ele diz que sentiram muita falta dos clientes. “Apesar de podermos abrir, pois trabalhamos com peças e reparos para caminhões, o movimento caiu e depois foi voltando à normalidade. Nós fizemos novas contratações, fomos arrumando a casa, vendo o que poderíamos melhorar e inovar na empresa, e isso envolve toda a equipe. Todo mundo se ajudou”.
Foi um momento de ganho. “Estamos fazendo algumas reformas na empresa, contratamos pessoas que já tínhamos a necessidade de contratar, e em uma das nossas lojas aproveitamos para agregar o nosso portfólio com funilaria e pintura. Continuamos com todos os cuidados necessários, estamos mostrando essa parceria com os nossos colaboradores e para os nossos clientes que estamos cada dia mais preparados para poder atendê-los”.
Em Jaboatão dos Guararapes (PE), Eduardo Villarim, da Rediesel, lembra que em um primeiro momento, não ficou claro se autopeças seriam enquadradas como serviço essencial. “Estava muito confuso, arriscamos e abrimos, até que por intervenção sindical, autopeças entraram em serviços essenciais. Mesmo assim, tivemos queda de faturamento em março e em abril. Em maio tivemos uma queda mínima e junho foi um mês bom”.
Pontualmente, ele comenta que houve desabastecimento de algumas peças importadas. “Porém, como trabalhamos com o estoque um pouco maior, não sofremos tanto com isso”. E, internamente, todas as adaptações foram feitas para protegerem os colaboradores e os clientes. “Mesmo antes do decreto estadual exigindo o uso de máscaras, todos nós já estávamos usando”.

Também em Pernambuco, na cidade de Olinda, na São João Autopeças, Osório Nunes da Silva conta que todos estão trabalhando devidamente protegidos e com isolamento no balcão, entre vendedores e clientes. Em relação às vendas, ele prevê que o mercado sentirá por um tempo. “Até o abastecimento está enfraquecido, está tendo falta de peças e tem fábricas que me dão um prazo de 30 dias de entrega. Por outro lado, está aumentando a circulação de veículos, o que vai melhorar para nós”.

Varejo de Autopeças, informa que o primeiro passo foi diminuir os gastos e reduzir as despesas. Uma das medidas foi suspender as horas extras e a outra, utilizarse do benefício do Governo para as reduções de salários e de jornada de trabalho. “Essas medidas foram as que mais ajudaram a empresa nesse período”.

Marques completa dizendo que também tiveram que readequar o fluxo de caixa. “Trabalhar bem a questão da inadimplência, do controle de crédito, como também a negociação com fornecedores em relação ao prazo de pagamento. Essas foram as medidas mais pontuais nesse período”.
Ele lembra que março e abril foram meses de quedas na venda e também de falta de mercadoria por parte dos fornecedores, principalmente de itens da China. “De maio para cá, as vendas voltaram a reagir e as fábricas voltaram a entregar de forma pontual. Em maio e junho, nós tivemos aumento de vendas, chegando próximas e até superando o período de antes da pandemia”.
Marques prevê que não haverá muitas mudanças

neste segundo semestre. “Estamos tentando trabalhar para mantermos um fluxo de caixa saudável e a empresa operando bem, pois ainda as expectativas não são muito boas. Enquanto não tivermos um cenário de estabilização da pandemia, seguiremos sem conseguir nos planejarmos”.
Na Parente Autopeças, de Emerson Coelho Parente, em Porto Nacional (TO), as compras passaram a ser feitas diariamente. “Antes, nós comprávamos semanalmente ou quinzenalmente e agora praticamente diariamente de acordo com a necessidade e a disponibilidade do distribuidor, uma vez que está faltando muita coisa”.
Na parte de vendas, eles passaram a utilizar bastante o WhatsApp e em alguns poucos casos, o e-mail. Também foram colocadas barreiras de contenção na loja e utilizado tudo o que fosse necessário para a proteção dos colaboradores e dos clientes. “Em março, registramos uma retração de 25% nas vendas, no mês seguinte, de 31%. Em maio e junho voltamos a faturar o que era esperado para esses meses e até teve aumento em relação à nossa meta de vendas para esse período”.
Surpresa veio mesmo nesse mês de julho. “Do dia 1º ao dia 8, as nossas vendas cresceram 96,7% acima do esperado. Eu nunca vi uma situação igual a essa e estou trabalhando de forma muito cautelosa em relação às compras, cada dia é um dia. E a cada manhã é um novo pensamento. O Governo está dando os benefícios, mas uma hora essa fatura irá chegar, nós só não sabemos quando”.
Em Porto Velho (RO), na Autopeças Belém Diesel, Abdias Rodrigues do Nascimento trabalha com mais um funcionário. “Eu me dobro em dois ou em três, e estamos seguindo todos os decretos, com o uso da máscara, álcool em gel e o distanciamento entre o balcão e os clientes. Como o nosso ramo é essencial, não sentimos muito queda de vendas”.
O que ele sentiu mesmo foi uma redução no seu estoque, por falta de capital de giro. “O nosso ramo é muito bom, tem giro rápido, mas é preciso investir. Eu tenho negociado mais prazo com os fornecedores, há linhas de crédito no nosso Estado, o que me falta é tempo para ir atrás. Estamos na luta, vamos andar para a frente, pois nem o caranguejo quer andar para trás”.


Na Norte Autopeças, em Manaus (AM), o gerente da loja, Edmilson Begatti, conta que um decreto chegou a determinar o fechamento de autopeças, as três lojas ficaram fechadas por três dias, posteriormente, autopeças foi enquadrada em serviços essenciais. Também em um primeiro momento, cogitou-se demitir funcionários, o que ele foi definitivamente contrário, uma postura que depois se mostraria certeira.
“Não dispensamos ninguém, mantivemos em média 70% da equipe, os demais saíram em férias coletivas. No início, as vendas caíram muito, mas como
compramos bem menos, conseguimos nos equilibrar sem dispensarmos ninguém. Em junho, superamos as vendas até mais do que a média mensal antes da pandemia e também agora em julho. Se tivéssemos dispensado funcionários, teríamos um problema grave para contratar o profissional certo”.

Sobre desabastecimento, ele conta que no Amazonas há uma questão de logística. “Um pedido leva em média de 25 a 35 dias para entrega, faltaram peças, mas como em Manaus tem algumas distribuidoras, recorremos a elas. O mês passado foi muito aquecido e após três meses, passamos a comprar mais”.
A loja segue com todos os padrões de proteção, entre eles, uma barreira de contenção entre clientes e vendedores. Além disso, portas foram fechadas. “A loja é
muito grande, são 12 portas ao todo e mantivemos uma aberta. Reabriu o comércio, mas não acabou a pandemia. Estamos com a barreira e máscaras para todos os clientes e funcionários. A retomada do comércio melhorou muito para a gente, mas mantendo esses critérios”.
E eles estão em ritmo acelerado. “Acredito que daqui em diante só irá melhorar. Com a mesma equipe que temos, nós tivemos que contratar mais dez funcionários para alguns setores que estavam no limite. As frotas de caminhões e ônibus voltaram a circular normalmente, o comércio está aberto e o distrito industrial também, eles retomaram 100%”, conclui.













IMPORTANTES REPRESENTANTES DO

Confira o que de melhor aconteceu nas últimas quatro lives do Balcão Automotivo Digital, que já somam 12 nesse período de pandemia do novo Coronavírus (Covid-19).
25/06
“O futuro do mercado de reposição automotiva brasileiro - Perspectivas e tendências que vão influenciar o setor”
“Os meses de julho e agosto serão de transição, setembro de normalidade e outubro será o melhor deste ano. Falo isso porque outubro tem o maior número de dias úteis e também porque foi o melhor mês em sete dos últimos dez anos... e 2021 vai ser o melhor ano da história do segmento, e eu falo isso de uma forma muito tranquila e imparcial. Parece que quando falo nos vídeos, eu estou dando uma visão otimista, uma visão pautada em otimismo, apenas. Na verdade, a comunicação, o tom de voz otimista, é por conta do trabalho que tenho que é fazer auditoria. Eu vivo pesadamente os ritos de auditoria fiscal contencioso tributário e tenho que ser muito imparcial nas minhas avaliações, nas minhas considerações, e trouxe muito dessa veia paras visões de economia e macroeconomia do nosso negócio, para entender quais são as dinâmicas, as coisas que podem afetar o nosso segmento e, aqui, para falar o meu parecer, é que o mercado vai bombar e a razão disso é muito objetiva e simplista”.

Marco Flores, fundador da 2D Consultores, gestor Empresarial, Fiscal e Tributário de R$ 2 bilhões/ ano no Mercado de Reposição Automotiva e Ex-Membro do Grupo de Trabalho da SEFAZ-RJ e do Conselho Nacional de Política Fazendária dedicado ao SPED Fiscal
02/07
“O futuro do Mercado de Reposição Automotiva com o advento das tendências de conectividade, mobilidade compartilhada, veículos elétricos e autônomos”
“Eu vou dar o exemplo da minha empresa, que é de consultoria, algo bem presencial. Eu inclusive ministro palestras também e a minha empresa foi muito impactada por isso e a gente nesses 90, 100 dias, literalmente teve que se reinventar. Agora em julho, lançamos o trabalho de consultoria online, que era um recurso que todos nos tínhamos acesso e não utilizávamos da forma correta. Eu sempre ouvia falar das lives, sempre achei coisa de marketeiro. Quando comecei a usar esse recurso, tive o benefício de mostrar meu trabalho para muito mais pessoas, a gente agregou em nosso perfil no Instagram 1.300 pessoas em 90 dias por conta das lives. Foi um resultado bem significativo e todo mundo teve que ir pro online. Boa parte já estava disponível e as empresas só agora tão percebendo. A minha consultoria se tornou digital, eu vou continuar fazendo palestras presencias, mas o núcleo do meu negócio vai ser digital, porque isso me dá capacidade e atendimento ampliado”.

Alexandre Costa, diretor, consultor especializado em Inteligência de Mercado para o Setor Automotivo e palestrante da ALPHA Consultoria

“Em termos de tecnologia, a pandemia de Covid-19 acelerou o processo de digitalização de empresas. Para as que já eram digitais, que possuíam, por exemplo, seus sistemas na nuvem, fica muito mais fácil trabalhar de casa, no home office, quando você tem um sistema de CRM (Customer Relationship Management) pra controlar os seus clientes. Isso vale, principalmente, para o pessoal de autopeças que nos assiste, se você já tem na nuvem fica muito mais fácil para trabalhar de onde estiver. Outra coisa que eu destaco é que houve, sem dúvida, um salto de alguns anos. Sinceramente, eu acredito que de uns cinco anos. Então, levando tudo isso em consideração, as empresas que já estavam digitalizadas saíram na frente e quem não estava, agora está correndo atrás. E fica a dica para quem não tem seus processos digitais: que façam porque estão perdendo tempo, dinheiro e cliente. Isso é o futuro. A partir daqui, subiu a régua, a gente vai daqui para frente. Com toda certeza, não vai voltar ao que era antes”.
João Rocha, executivo da indústria de Tecnologia da Informação com passagens por gigantes do setor como Autodesk, Leica e Google
























“Como o Aftermarket Automotivo pode se reinventar neste período de pandemia do novo coronavírus (Covid-19)?”
“Eu acho que o que aconteceu - independe da falta de comunicação eletrônica - se intensificou. Todas as dificuldades que a gente resolvia no dia a dia, na empresa, a gente está tendo que resolver eletronicamente. Um exemplo é a questão da garantia. Nós temos um técnico que ia lá na loja, que falava: - “a embreagem tá boa ou ruim”, agora temos feito eletronicamente por WhatsApp, utilizando a tecnologia que a gente nem imaginava usar. O que eu vejo agora é que tá melhorando o fluxo de veículos. Falo isso porque quando vou a Sorocaba (SP), para a fábrica, eu passo por dentro da cidade justamente para ver o movimento e existe um movimento maior nas oficinas. Usamos as tecnologias disponíveis para manter o nosso mercado. Passamos por várias crises e o aftermarket costumeiramente sofre menos. Primeiro porque gostamos de carro e eles precisam andar. E com a venda menor de carro zero, se conserta o antigo e aí recomendamos: põe embreagem LuK e rolamentos INA e FAG”.

Rubens Campos, vice-presidente
Sênior Aftermarket Automotivo –
Schaeffler América do Sul
“Do meu ponto de vista, a pandemia da Covid-19 vai deixar um legado muito importante pra gente. Deu uma acelerada em muitos temas. Por exemplo, essa questão do aplicativo dos colaboradores, de manter uma conversa com eles, uma comunicação com o nosso pessoal, era uma ideia que já tínhamos e estávamos trabalhando há mais de dois anos. Seria lançado este ano, mas por conta da questão da pandemia, resolvemos o lançamento em apenas duas semanas, enquanto as pessoas estavam em casa. Sem dúvida é algo que veio para ficar, e está funcionando. Coisas que deixávamos, postergávamos, conseguimos acelerar nesse momento e a gente conseguiu inovar. Fomos obrigados a inovar, estamos sendo obrigados a inovar, a pandemia tem trazido muitas oportunidades neste sentido, não vamos ficar 100%. Algumas coisas
não vão ficar 100% porque nada é como presencial, mas muita coisa, com certeza, fica. E a pandemia deu essa oportunidade para nós, ter essa licença poética nesse momento de testar coisas novas”. Renata Costa Silva, gerente de Marketing e Comunicações Schaeffler América do Sul e México

“Como o Aftermarket Automotivo pode se reinventar neste período de pandemia do novo coronavírus (Covid-19)?”


“Olha, eu acompanho algumas entrevistas no YouTube do Marco Flores, realmente é um cara que estuda bastante o mercado, e concordo com ele, eu acho que o mercado tem uma retomada muito forte. Falo isso porque a gente tem conversado com alguns distribuidores do Nordeste, Centro-oeste e Sul do Brasil. Não são só os distribuidores de São Paulo, do Sudeste, e todos estão muito motivados. É claro que nesse momento sabemos que o distribuidor que tem o capital de giro mais apertado e estoque mais desbalanceado, esse distribuidor está sofrendo um pouco mais. Então, ele pode demorar um pouco mais para a sua retomada. Agora aquele distribuidor que está com capital de giro e estoque mais organizado, esse sim vai aproveitar o momento e crescer. Eu diria que na média teremos um bom segundo semestre e uma retomada forte no primeiro semestre do ano que vem. Mas eu diria que vamos ter algumas empresas que vão se destacar, alguns distribuidores que vão conseguir superar suas metas e números”.

Cesar Costa, diretor de Vendas e Marketing - Wega Motors

“Eu acho que essa parte do ambiente virtual é essa força nova. Vamos pensar nos números: em março, nós fizemos uma avaliação sobre as nossas mídias digitais. A Wega tinha aproximadamente 4 mil seguidores no Instagram, que hoje é uma ferramenta que gera mais engajamento pra gente... e com o passar do tempo, nessa pandemia, chegamos a 8 mil seguidores - tudo orgânico. Então, em três meses, tivemos 4 mil seguidores que falam e é esse engajamento que buscamos no ambiente virtual. Antes, a Wega gerava apenas dois conteúdos digitais por semana. Hoje, todos os dias tem coisa nova, todo dia tem conteúdo novo, como datas sazonais, vídeos, boletins técnicos, informações dos nossos produtos. Isso é muito importante porque não adianta só ter likes e curtidas, mas sim o engajamento. E o interessante também é ver que todo dia a gente recebe solicitações de clientes pedindo para colocar o logo dele nas nossas artes para que compartilhem. Isso é todo mundo falando da mesma marca, dá muito orgulho...”
Thuanney Castro, supervisora de Marketing - Wega Motors

Vale destacar que todas essas lives estão disponíveis no canal do YouTube do Balcão Automotivo. Aliás, se você ainda não se inscreveu no canal, inscreva-se e seja avisado toda vez que iniciarmos uma nova transmissão ou postarmos algum conteúdo novo. É fácil, rápido e o que é melhor: gratuito.















































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| POR: FAUZI TIMACO JORGE*
Vamos olhar de perto o negócio. Com aquele olhar crítico que nos leva, muitas vezes, a perceber o que os outros demorariam mais tempo para ver. É assim que se descobre o que pode ser modificado em procedimentos regulares, costumeiros, que nos acompanham em nossas atividades de todos os dias.
Já se tornou voz comum, a afirmação de que “custos são como as unhas: é preciso cortar sempre, regularmente”. Se isso não acontecer, corre-se o risco de perder a própria funcionalidade dos dedos. Se cortar custos é uma necessidade em momentos de recuperação de uma atividade que passou por alguma retração, ampliar as vendas também constitui uma poderosa atitude a ser desenvolvida. Um aumento da receita e uma diminuição dos custos é o melhor dos mundos. Isso porque o resultado direto será uma sobra de recursos maior do que a que existia antes de tais modificações nos procedimentos e mesmo na forma de pensar e agir.
São grandes eventos, como uma pandemia, uma guerra prolongada, a descoberta de novos e disruptivos processos e produtos, que se revestem de oportunidades para a mudança. O agente propulsor por excelência para que a mudança aconteça de fato é esta visão “com a cabeça pra fora do problema”. Isso caracteriza um processo de emersão. É o contrário da imersão, quando se está submerso, sem uma visão do que acontece ao redor.
É tempo de renegociação. Renegociação de gastos, por menores que sejam. Hora de colocar na ponta do lápis cada entrada e cada saída de recursos do seu caixa. Depois disso, uma classificação do maior para o menor e uma pergunta direta, curta e simples: “Este gasto é vital para o negócio?”. É preciso ponderar
*Mestre em Economia pela PUC/SP. Exerceu função executiva em empresas nacionais e estrangeiras nas áreas de vendas, exportação e planejamento. É sócio-gerente da Timaco Planejamento Empresarial desde 1994, uma consultoria na área de planejamento empresarial. Atua como Professor-Tutor no Pós-Graduação Online em Gestão Financeira do sistema FGV Online, desde 2010. Em suas atividades acadêmicas consta a coautoria de diversos livros versando sobre Economia, Finanças e Controladoria
cada gasto com a certeza de que sua supressão, ou seja, a não realização do gasto, não interferirá no desenvolvimento das operações. Indo mais além, coloque um “S” ou um “N” para a resposta afirmativa e negativa, respectivamente. Se o gasto é vital, coloque mais um “S” ou um “N” numa próxima coluna, para indicar se a negociação é factível ou não. Pode até ir mais longe, colocando, ainda, o percentual de redução idealizado para tal gasto. Tomemos um exemplo: um aluguel de imóvel. Temos visto que há um profundo interesse de locador e locatário em chegarem a um acordo. Para aquele, a cessação da renda do aluguel é pior do que um acerto, por algum tempo definido de comum acordo; para este, uma redução do valor deste gasto indispensável e relativamente alto é um respiro acentuado, diante de todas as dificuldades de recebimentos diversos.
Um “orçamento base zero”, também conhecido por OBZ, é uma das mais apropriadas medidas gerenciais que se poderia desenvolver neste período de incertezas. Este crivo nos gastos é acompanhado de uma revisão cuidadosa dos preços praticados. Fazer isso em consideração a preços de mercado e, principalmente, com um olhar atento no estoque e no volume regular de vendas, identificando os produtos que proporcionam maior giro e buscando renegociação de preços de aquisição de insumos, partes, peças e componentes, é uma tarefa das mais importantes para a volta à normalidade. Isso deve ser feito à exaustão, de forma sistemática, com clara evidência de preços e custos, tanto os praticados como aqueles necessários para o enfrentamento de uma nova arremetida de vendas, que interessa a todas as partes envolvidas.
Parte essencial deste “orçamento base zero” é
o que diz respeito aos investimentos. A pandemia está provocando uma antecipação das mais sérias no avanço do e-commerce. Estar acoplado a um marketplace, ou seja, a uma base de exploração de oportunidades de venda ou, alternativamente ou concomitantemente, desenvolver seu próprio site interativo para demonstração de produtos e fechamento de negócios é um investimento que veio pra ficar. Qualquer que seja a forma de exploração do e-commerce, especial atenção aos produtos ofertados, aos preços oferecidos e, sobretudo, às condições de pagamento e cálculo de frete são elementos essenciais para o sucesso neste canal de vendas.
As inúmeras lives e outros momentos síncronos de que participamos apontam para algumas tendências relevantes para a identificação de oportunidades e ameaças a serem consideradas no decorrer das próximas semanas, meses e anos. Veremos uma racionalização dos investimentos em instalações físicas no ambiente de negócios, dada a intensificação do trabalho remoto – o home office – e uso acentuado de tecnologia de comunicação. Existirão reflexos consideráveis na especialização dos colaboradores e sua familiarização com o uso desta tecnologia. O nível de emprego poderá ser afetado e, com isso, repercussões na renda dos consumidores e, consequentemente, no equilíbrio entre oferta agregada e demanda agregada. A educação a distância poderá proporcionar novas especializações e aprendizado rápido sobre formas de geração e administração de novos negócios.
Em um destes eventos a que nos referimos, uma mensagem de Elon Musk, um dos mais atuantes empreendedores em novas tecnologias, fundador da Paypal, Tesla, Space X, Solar City e outras, nos incita a uma reflexão sobre as indispensáveis mudanças:







TEXTO: REDAÇÃO | FOTO(S): DIVULGAÇÃO
Se em alguns mercados por conta da pandemia há certa morosidade, no setor de pesados as empresas estão a todo vapor, com lançamentos de produtos e serviços voltados a esse segmento que só faz crescer. Aproveite você também para surfar nessa onda.
EMPRESAS RANDON E FRAS-LE
As Empresas Randon e a Fras-le estão entre as 10 companhias mais inovadoras do Sul do País, de acordo com um ranking divulgado na quinta-feira, 9 de julho, pela Revista Amanhã. A 16ª edição da pesquisa aponta as organizações que melhor respondem aos desafios da disrupção contínua em suas linhas de negócio. As Empresas Randon subiram três posições no ranking na comparação com 2019 e aparecem na quarta posição geral e liderando na categoria Automotivo desta edição. Já a Fras-le estreia na lista neste ano e figura na sexta colocação geral e em primeiro na categoria Peças e Acessórios.

A Umicore, empresa especialista em tecnologias para o controle de emissões veiculares, alerta que na maioria dos veículos a diesel está presente o Catalisador de Redução Seletiva (SCR), um dos sistemas mais avançados na conversão de gases nocivos em vapores inofensivos à saúde. Sua função é promover a redução dos óxidos de nitrogênio (NOx) emitidos pelo motor em nitrogênio (N2) e água. Para essa reação de redução ocorrer, é necessária a presença de amônia (NH3), formada a partir de uma solução aquosa de ureia (ARLA 32), injetada antes no sistema. O resultado é a redução de até 95% das emissões de NOx.



Para a Cummins, a diversidade traz resultados positivos nos negócios e mesmo diante do cenário de pandemia causado pela Covid-19, a desenvolvedora de powertrain buscou inovação para dar continuidade em suas ações dentro desta temática. E foi além: valorizou e incluiu suas diferenças para tomada de decisões durante a retomada das operações. Como reconhecimento deste compromisso, já enraizado na cultura inclusiva da companhia, a Cummins também figura entre os destaques do Guia Exame de Diversidade 2020, iniciativa do Instituto Ethos e da Exame.



A TRP, linha multimarcas da PACCAR Parts, recebeu o primeiro caminhão DAF CF, com a identidade visual exclusiva da marca para o transporte de seus componentes e peças por todo o Brasil. O conjunto (cavalo e baú sider) foi desenvolvido em parceria com a Transportes Begnini. Com o objetivo de promover uma ação de marketing diferenciada, o caminhão será responsável pela distribuição dos produtos para concessionárias DAF e Lojas de Peças TRP do País inteiro. Além disso, o modelo simboliza a parceria entre as empresas, que atuam na região de Ponta Grossa (PR) e compartilham a mesma paixão pelo transporte e pelas estradas.



A Meritor anuncia a nomeação de Pedro Siniauskas, 60, como novo diretor de Finanças da empresa para a América do Sul. Entre os desafios, Siniauskas tem a missão de formatar e de defender projetos de investimentos em modernização dos processos lucrativos e dos produtos, para manter a competitividade e ampliação dos negócios em toda a América do Sul. “Uma empresa sem projetos de investimentos no negócio está fadada a um encolhimento. E uma empresa com projetos de investimentos, mas com aplicação de recursos equivocados está fadada ao encolhimento mais rápido”, comenta Siniauskas.




Sempre atenta à evolução da área automotiva, a Promax Bardahl apresenta mais uma novidade ao mercado: o BARDAHL MAX S10.
O produto deve ser utilizado no tratamento intensivo de qualquer tipo diesel e biodiesel, principalmente diesel S10, pois tem ação descarbonizante, bactericida, fungicida e protetiva. É indicado para veículos com motores a diesel, como pick-ups, vans, VUC (Veículo
Urbano de Carga), caminhões de pequeno porte, entre outros, e estará disponível em postos de combustíveis e lojas de autopeças a partir da primeira semana de julho.
Com o objetivo de atender cada vez melhor o segmento de caminhões e ônibus, que tem uma importância enorme para o mercado de reposição automotiva, a Tecfil está lançando a linha "Tecfil Max Pro Pesado". A nova linha de filtros, destinada a frotistas, aplicadores e também reparadores, é aplicada em mais de 1.500 modelos de ônibus e caminhões rodoviários e urbanos. A família de produtos premium possui a maior eficiência e vida útil do mercado. São filtros de ar, óleo e combustível (diesel), que foram submetidos a rigorosos testes no laboratório Tecfil, cujos resultados atestaram a qualidade e a durabilidade dos produtos.

A nova série vocacional Volvo VHD para serviços extremamente pesados chegou recentemente aos Estados Unidos. Entre suas principais atualizações, há o design e soluções mais modernas e eficientes que aumentam sua durabilidade e produtividade, como as transmissões totalmente automáticas Allison de cinco ou seis marchas. A nova série vocacional Volvo VHD para trabalhos extremamente pesados chegou recentemente aos EUA. Entre suas principais atualizações, há um design e soluções mais modernos e eficientes para aumentar sua durabilidade e produtividade.













A S.O.S Truck fez parcerias solidárias com empresas de gestão de risco, como a Raster e Apisul, e com grandes atacadistas de autopeças para caminhões e carretas, como o grupo DAF TRP, para informar aos motoristas profissionais, de forma precisa e rápida, onde eles poderiam encontrar postos e restaurantes funcionando e, sobretudo, comprarem peças. “O que fizemos foi acrescentar rapidamente esse novo serviço para que os profissionais da estrada pudessem, por geolocalização no app, encontrar essa assistência durante o período mais agudo da pandemia”, explica Gus Tambasco, CEO da S.O.S Truck.

A concessionária Bravo Caminhões e Ônibus está retornando às atividades gradativamente, com a adoção de uma série de medidas para reforçar a segurança e proteção dos seus colaboradores e clientes. Foram instalados tapetes sanitizantes na entrada da loja para higienizar os calçados antes de acessar o ambiente. Adesivos informativos orientam a circulação dos clientes, que mantêm um distanciamento com auxílio de barreiras físicas. Os aparelhos comuns, como máquinas de cartão de crédito e impressoras, foram forrados com uma proteção insulfilme, que é higienizada rotineiramente.
A nova linha de montagem das inovadoras transmissões TraXon, na fábrica da ZF em Sorocaba (SP), foi estruturada para oferecer o estado-da-arte em processo produtivo. A nova linha permite alta flexibilidade, com qualidade assegurada em cada etapa da montagem








e maior agilidade na fabricação das transmissões. Com alto nível de controle de qualidade, a nova linha aplica o consagrado método “Poka Yoke”, que consiste em parar máquinas e equipamentos quando qualquer tipo de defeito é detectado, até que o problema possa ser corrigido.
Neste período repleto de desafios por conta da pandemia de coronavírus que atingiu todo o mundo, o setor agrícola é uma das áreas de produção que continuaram a todo vapor. Foi registrado um crescimento de 0,6% no primeiro trimestre de 2020 comparado com o quarto trimestre do ano passado. E apesar do momento desfavorável para o mercado, o PIB da agropecuária brasileira deve ter alta de 2,5% neste ano, segundo previsões da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac). Sendo assim, a área de produção foi o único setor com alta registrada durante o período analisado.



O quarto programa do Podcast da Librelato - “Carregando o Brasil” – já está disponível nas plataformas Spotify e SoundCloud e aborda como acontecerá a retomada da atividade econômica em todo o País e, também, como será esse "novo normal" para os caminhoneiros. Essa edição contou com a participação do CEO da Librelato, José Carlos Sprícigo, falando sobre as mudanças atuais decorrentes do novo coronavírus, quais aprendizados foram absorvidos e quais as expectativas para o setor no semestre de 2020, tanto para frotistas como para caminhoneiros.
O mercado de veículos pesados acaba de ganhar mais um aliado na proteção de motores a diesel. A YPF Brasil, empresa de energia e lubrificantes automotivos, aumenta o portfólio e apresenta ao mercado o Extravida XV 400 TS - fluido que protege e melhora o desempenho de caminhões. A marca inclui em seu portfólio de veículos pesados um lubrificante semissintético SAE 15W-40 - tecnologia que garante a limpeza do sistema de lubrificação. Além disso, o óleo controla a formação de depósitos e pistões e apresenta um bom desempenho em longos períodos de utilização.



A EATON anuncia mais lançamentos para o segmento de reposição automotiva. A Divisão de Aftermarket da empresa acaba de expandir a linha de cabos de comando para transmissão e lança novos componentes, como os kits de vedação e as mangueiras hidráulicas. “Na hora de realizar uma manutenção nas transmissões EATON, eles são essenciais para os mecânicos, pois contemplam componentes de desgastes que devem ser substituídos e, em todo reparo, precisam ser trocados”, comenta Felipe Bolognesi, responsável pela inteligência de mercado de Aftermarket da EATON.





Levantamento da OLX Brasil apontou que a procura por caminhões ¾, categoria utilizada para circulação nos centros urbanos, subiu 34% em maio deste ano em comparação com o mesmo mês de 2019. Segundo a empresa, a alta em 2020 pode ser justificada pelo momento de pandemia de Covid-19. Os chamados ¾ são veículos de menor porte, semi-leves, usados para entregas rápidas e cargas mais leves. Por terem tamanho compacto, esses caminhões podem se locomover com agilidade em centros urbanos sem gerar grande impacto no trânsito e chegar a locais com acessos restritos à circulação de caminhões maiores.
Você, Fabricante de Autopeças, quer ter maior acesso às

Desenvolvemos o PROJETO FROTAS, que atende às necessidades de abastecimento de produtos originais para o mercado de reposição, promovendo aos seus consumidores especialização técnica, serviços e informações personalizados de acordo com o perfil e necessidade da Frota.

• Fortalecimento da marca e da rede de distribuição
• Geração de demanda de abastecimento
• Homologação de peças junto às empresas de Frotas
• Aumento do market share do Fabricante
• Mapeamento e cobertura de novos mercados
• Relatórios detalhados da capacidade de utilização de produtos junto às Frotas


MARCOPOLO EXPORTA PRIMEIRO ÔNIBUS COM TECNOLOGIA BIOSAFE
A Marcopolo apresentará a clientes da Argentina o Marcopolo BioSafe, plataforma que apresenta serviços e soluções desenvolvidos para tornar o transporte coletivo mais seguro contra contaminações de vírus, incluindo o da covid-19, e bactérias. Com 14 metros de comprimento, o Paradiso New G7 1800 DD é equipado com luz UV-C para desinfecção do sanitário, cortinas antimicrobianas e dispensers de álcool em gel nas portas de acesso.

VOLVO ATINGE A MARCA DE 100 MIL
CAIXAS I-SHIFT PRODUZIDAS NO BRASIL
A Volvo atingiu um marco histórico no País. A fábrica brasileira alcançou a produção de 100 mil unidades da I-Shift, a avançada caixa de câmbio que equipa caminhões e ônibus da marca. “A transmissão automatizada da Volvo foi o maior avanço para economia de combustível, conforto e produtividade no setor de transportes comerciais desde sua introdução no Brasil”, declara Alan Holzmann, diretor de estratégia de produto da Volvo.






























A DAF Somafertil Caminhões, concessionária DAF no Centro Sul e Sudoeste de Goiás e no Triângulo Mineiro, inaugura neste mês de julho mais uma concessionária na cidade de Rio Verde – Goiás. Atualmente, o Grupo atende 189 municípios em Goiás e 66 municípios no Triângulo Mineiro, por meio de unidades de atendimento em Aparecida de Goiânia (GO) e Uberlândia (MG), além da nova unidade em Rio Verde (GO).
Uma das marcas líderes no mercado latino-americano na fabricação de mini e micro-ônibus, a Volare apresenta sua Fan Store, por intermédio da recentemente lançada plataforma Marcopolo Parts, também dedicada à venda de peças de ônibus, tanto de carrocerias quanto de chassis. O objetivo é ampliar ainda mais a abrangência da marca e atender à crescente demanda de internautas, busólogos e apaixonados por itens da coleção Volare.
FOTON FECHA A VENDA DE SEIS CAMINHÕES PARA O TRANSPORTE DE BEBIDAS NA BAHIA
A Foton, por meio da concessionária Grupo Peça Fácil / Ideal Veículos, localizada na Bahia (BA), vendeu seis caminhões 3.5-11 DT para a empresa Trend Brasil, especializada em transporte rodoviário e logística. De acordo com Sérgio Rosado, gerente da concessionária, esta foi a primeira venda feita para a transportadora e pela primeira vez os caminhões da marca serão utilizados para o transporte de bebidas no estado da Bahia.





Contribuindo para o aprimoramento do profissional do varejo de autopeças
TEXTO: KARIN FUCHS | FOTO(S): DIVULGAÇÃO


Pedro Superti, especialista em Marketing de Diferenciação, fundador e CEO da Para o Alto e Avante, explica que por conta da crise, todos os mercados estão passando por transformações, incluindo o automotivo. “Com isso, não dá mais para vender da mesma forma que a gente vendia no passado porque o comportamento do consumidor está mudando profundamente”.
Ele orienta que os vendedores precisam entender como o consumidor de produtos automotivos mudou e o que ele precisa agora nesse novo contexto e entregar isso para ele. “Isso ajuda a tratar não só o sintoma da crise no curto prazo, mas tratar em longo prazo. O momento não é para ser resiliente, mas sim se adaptar às mudanças, pois com a pandemia muitos negócios estarão à beira da falência e vão trabalhar com o preço baixo para tentar vender, você terá que encontrar o seu diferencial para manter seu cliente perto de você”.
Marília Cardoso, sócia-fundadora da PALAS, consultoria de inovação e gestão pioneira na implementação da ISO 56.002, de gestão da inovação, avalia que a principal mudança que a pandemia trouxe foi a mudança da venda reativa para a
ativa. “Se antes o papel do vendedor era esperar pelo cliente, agora, ele precisar ir até o cliente. É preciso estimular a demanda de uma forma diferenciada”.
Para isso, ela destaca que “é importante manter um cadastro de clientes sempre atualizado, a fim de manter o relacionamento com eles mesmo com as portas fechadas. E isso pode acontecer por e-mail, WhatsApp, telefone. Uma dica importante é manter o histórico das compras. A loja precisa saber, por exemplo, quando o cliente precisa trocar o óleo. Assim, ela faz uma abordagem assertiva e oferece a solução adequada na hora certa”.
Na avaliação de Georgia Roncon, Co-Founder do ECQ Lifelong Learning, a capacidade de se reinventar permitirá que pessoas e empresas se adaptem ao cenário de pós-pandemia. “Essa habilidade adaptativa requer flexibilidade, autoconhecimento, maturidade e persistência, mas o maior desafio para a resiliência será o pessimismo. Pensamentos e habilidades comportamentais pró-ativas contribuem significativamente para o sucesso profissional”.



Segundo ela, “a dica para se reinventar é nunca parar no tempo e trabalhar fortemente o autoconhecimento e as habilidades necessárias requeridas na empresa que trabalha e no mercado em que atua”. Para Marília Cardoso, a venda tem que ser mais que uma simples de troca de um produto/serviço por dinheiro. É preciso criar vínculos para se diferenciar.
“O vendedor precisa ser um consultor, entendendo muito sobre o que vende. Mas, além disso, ele precisa se mostrar um verdadeiro parceiro do cliente. Aquele que está interessado em resolver o problema e não simplesmente ganhar o seu próprio dinheiro. O foco tem que ser o outro. O meu sucesso é uma mera consequência da felicidade e satisfação do meu cliente”, expõe.
E Superti dá dicas para se diferenciar, “o vendedor tem que ter um diferencial que o torne único, especial, diferente dos demais, senão fica na percepção do cliente como sendo somente mais um no mercado que irá atendê-lo. É preciso se preparar, entender mais do produto ou serviço que ele vende mais do que a própria indústria que o fabrica. Mesmo que isso demande muito tempo de estudo e dedicação para entender mais sobre o seu mercado”.
Ele cita como exemplo o jogador Cristiano Ronaldo. “Logo no começo da pandemia, ele fez um post em sua rede social que mostra que, enquanto muitos jogadores estão aproveitando o tempo parado para jogar videogame, contratou um campeão olímpico para treinar arrancada e melhorar sua performance. Na volta aos campos, os outros estarão despreparados e ele estará com sua performance mais alta do que nunca”.
Outra dica, diz Superti, é falar com personalidade sobre o produto ou serviço que está sendo vendido, transformando-o numa experiência. “Um vendedor pode vender uma água para matar a sede, ou vender
uma água com um PH específico que eleva os riscos de doenças no corpo, tornando-o menos ácido. Eu posso vender o item numa abordagem diferente que ele será recebido de maneira diferente. A diferenciação não está na troca de uma embalagem nem no logotipo de um produto ou serviço, mas começa dentro da cabeça de cada um, com a forma de olhar o mundo diferentemente”.
Marília Cardoso comenta que estamos entrando na era do fim do emprego. Mas, trabalho sempre haverá. “Nesse sentido, muitas empresas optarão por um staff sob demanda. Ou seja, não contratarão funcionários, mas sim freelancers. Nesse contexto, todos somos uma empresa. Vendedores se tornarão prestadores de serviços e imagino que isso aconteça em um contexto bem diferente do atual. Creio que o balcão não irá durar muito. Já existem muitos cases de sucesso de lojas autônomas, onde não há presença física de nenhuma pessoa. Os vendedores precisarão se reinventar e passar a entender não mais apenas dos produtos e serviços que vendem, mas de tecnologia”.
Na opinião de Georgia Roncon, modelos de gestão verticalizados também tendem a mudar no cenário pós-pandemia, mas essa mudança levará mais tempo porque está condicionada à desburocratização de processos e eliminação de cargos de supervisão no organograma da empresa. E também está relacionada a uma das mais importantes habilidades no cenário póspandemia: a responsabilidade dos profissionais.
“A horizontalização corporativa inicia com gestor do negócio sentindo a necessidade de mudança para esse novo modelo. É preciso, primeiramente, que os líderes mergulhem a fundo na cultura enxuta, de processos rápidos, de diminuição da burocracia e de controle de egos. Essa cultura é muito comum nas startups. Após esse processo das lideranças vem a explicação e conscientização da equipe como um todo”, esclarece.
Superti lembra que a horizontalização começou a ganhar força com as startups e tem se tornado um ponto importante no cenário pós-pandemia. “Para desenvolver esse tipo de gestão dentro de uma loja, o empreendedor precisa conhecer a fundo cada membro de sua equipe para entender suas capacidades e habilidades”, orienta.
Na parte de comunicação, Superti ressalta que o mais importante são os vendedores estarem alinhados com a visão do negócio em que trabalham, com os valores

também. “Um funcionário que entende a missão e valores da empresa sabe comunicar da maneira certa e está completamente alinhado com o negócio. Não é apenas marcar presença, mas ser uma extensão do negócio em que trabalha, porque ele entende muito bem a missão e os valores”.
Para Georgia Roncon, um profissional que exerce uma boa comunicação nunca está sozinho, ele consegue trabalhar de forma colaborativa e em equipe, aceita sugestões de mudança com mais facilidade, gerencia conflitos, consegue expor melhor suas opiniões, tem poder de persuasão e com o tempo torna-se um líder. “Saber se comunicar com eficácia também está relacionado ao ato de ouvir e compreender o que o outro diz, interpretar ideias e saber transferir elementos da comunicação falada e visual para a escrita”.
A dica que ela dá para melhorar a comunicação é, em primeiro lugar, refletir sobre o tema de quão bom, mediano ou ruim comunicador você é e quais são as situações mais fáceis e mais difíceis para você se comunicar. “Após a reflexão, é necessário levantar uma lista das dificuldades e procurar melhorar cada item sendo autocritico”.
Marília Cardoso orienta que é preciso estudar muito. “Estamos na era do life long learning. Para melhorar a comunicação, o ideal é ler cada vez mais e de assuntos bem variados. Quanto mais repertório um vendedor tiver, melhor. A leitura aumenta o vocabulário, tornando a comunicação mais rica. Também é preciso exercer a assertividade. Comunicação não é sobre o que eu digo, mas sim sobre o que o outro entende. E, para falar bem, preciso ser um bom ouvinte. Tem muita gente que ouve já se preparando para responder. Definitivamente, isso não é comunicação. É discurso. Comunicação implica em troca. E, quando a troca acontece, todos saem mais ricos desse processo”.
E também praticar a empatia, conforme explica




Georgia Roncon, empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro e será uma das habilidades mais relevantes no cenário pós-pandemia. “Isso porque, com a crise financeira, social e política causada pela COVID-19, as pessoas precisam revisar valores e entender que a solidariedade é o motor que moverá o mundo. Entretanto, para ser solidário é preciso ter empatia, entender as demandas do outro, ainda que o outro seja um colega de trabalho, chefe ou cliente”.
Para desenvolver ou melhorar a empatia, ela dá cinco dicas: “Procure ser alegre e sorrir sempre, o sorriso abre portas e deixa o ambiente leve, escute as pessoas e procure entender seus sentimentos, não julgue sem saber por completo da situação, seja gentil, gentileza gera gentileza, e quando necessário e conveniente use a linguagem corporal. Um abraço, um aperto de mão e/ ou um olhar genuíno vale mais que palavras”.
Superti afirma que quando você passa a falar sobre a vida que o cliente leva, as dificuldades que ele está passando, os momentos que mais se sente incomodado, ele sente que o vendedor tem um conhecimento profundo da situação e, por outro lado, ele se sente acolhido, valorizado e aceito. “Com isso, o vendedor mostra ao cliente que o foco não está apenas na venda do produto, mas que está entendendo o que o cliente está passando, as suas dores. Isso derruba barreiras e cria um diálogo entre eles”.
Já Marília Cardoso diz que empatia é um treino. “Fala-se muito sobre se colocar nos sapatos dos outros. Mas, ninguém é capaz de calçar os sapatos do outro se não tirar os seus próprios. Exercer empatia significa, acima de tudo, se despir de suas próprias crenças e préconceitos. E isso é desafiador. Por isso, demanda prática. Um vendedor deve colocar os benefícios do cliente acima dos seus próprios. Entendendo que o seu sucesso depende do sucesso do cliente. É um ciclo virtuoso onde o cliente sempre deve vir primeiro”.
Para Georgia Roncon, no cenário de crise se destaca quem consegue ter um pensamento crítico e aponta alternativas pertinentes para alcançar objetivos. “Isso possibilitará enxergar soluções em meio à crise, apontar falhas com maior rapidez e antecipar o negócio à ocorrência de eventualidades que possam gerar prejuízos. Se você trabalha com vendas, a visão analítica será uma das principais habilidades no cenário pós-pandemia porque permitirá que você veja erros, melhorias e foque em encontrar soluções criativas para gerar novas formas e ferramentas para vender mais”, conclui.
Na Koga Koga Autopeças, em São Paulo (SP), Lindonjhonson Alves do Amaral, conta que ele tem procurado melhorar o atendimento, sem deixar o cliente esperando muito. “Ao invés de ele passar pelo atendimento telefônico da loja, o cliente entra em contato direto comigo pelo celular, isso desafoga o atendimento para o consumidor final falar com o televendas, já que o meu cliente tem um canal direto comigo para orçamentos, enviar imagens de peça que tenha dúvida. Assim eu melhoro minhas vendas diretas e ainda faço algumas vendas para aquele cliente que já fez o orçamento pelo televendas”.
Para ele, o importante é a aproximação. “Eu procuro estar mais próximo ao cliente usando o WhatsApp. Se eu percebo que o meu cliente está sumido, procuro entrar em contato, saber se está tudo bem, procurando sempre estar atento ao que ele está querendo (cliente bom ninguém quer perder)”. No dia a dia, ele pratica a empatia.
“Sempre atento ao perfil do cliente, atendendo-o


com um bom dia, boa tarte, etc. Tem cliente que gosta de um atendimento rápido e tem o que já gosta de mais atenção. Hoje, o público feminino está bastante presente nas autopeças, então você tem que estar atento ao que fala”. Em relação à pandemia, a lição para ele é se reinventar. “Estar sempre se reinventando e não desistir nunca. A luta é grande, mas você nunca pode se deixar abater, principalmente quem trabalha com vendas”.
Na Auto Peças Zagonel, em Lajeado (RS), Alessandro Braun informa que praticamente nada mudou. “Logo no início da pandemia, em março, a loja ficou fechada por 2 ou 3 dias, depois saiu o decreto autorizando a abertura. Nesse período as vendas diminuíram, mas depois voltaram ao normal. Temos percebido que os mecânicos não estão fazendo estoque de peças, estão trabalhando com um estoque muito baixo, e as vendas estão similares ou até maiores do que antes da pandemia”.
Em Lajeado há uma característica peculiar. “Apesar de ser a maior cidade da região, conhecemos praticamente todos os clientes pessoalmente, nós temos uma relação muito próxima, o que facilita por não estarmos em uma cidade não tão grande como uma capital. E temos um convívio com o cliente fora do expediente, em churrascos, jantares e palestras que a loja promove com os fornecedores”.
Nesse período de pandemia, Braun informa que aumentou o pedido de peças por aplicativos, como pelo WhatsApp e pelo Skype, e que alguns clientes vão à loja para retirar peças ou esclarecer dúvidas. Da pandemia, ele diz que a lição que fica é a da solidariedade. “Olhar para o lado e ver como as pessoas estão se virando. Aqui na região as pessoas se ajudam bastante. Nas autopeças o movimento não mudou, mas tem setores que sentiram bastante, como o de vestuário. Também a lição que fica é de mais cuidado, não só com a transmissão do vírus, mas com a saúde de maneira geral”.




“Penso que cumprir a vida
Seja simplesmente
Compreender a marcha
E ir tocando em frente”
Almir Sáter e Renato Teixeira
Nem sempre navegamos em mares tranquilos. Situações inesperadas podem acontecer a qualquer momento.
Imagine as seguintes inesperadas situações:
1. Um rapaz pediu uma garota em casamento acreditando que não tinha a mínima chance de receber um sim e ela prontamente aceitou o pedido;
2. Um profissional da área de vendas de autopeças perdeu o emprego em um momento de mercado em turbulência, investiu em um negócio próprio e obteve resultados expressivos já nos primeiros meses;
3. Um investidor aplicou todas as suas economias em um investimento que imaginava ser de baixo risco e perdeu todo o dinheiro;
4. Uma funcionária da área de Tecnologia da Informação finalmente conquistou a tão sonhada promoção para atuar em uma unidade da empresa situada em um outro Estado e, dias antes da viagem, descobriu uma gravidez que não estava nos planos para aquele momento, fato que a impediu de assumir o novo cargo;
5. Após anos de economia, conseguiu comprar o primeiro e tão sonhado carro. Resolveu esperar mais ou menos um mês para colocar o carro no seguro, acreditando que não teria problema e foi surpreendido ao ter o carro roubado durante esse período;
6. Com pouco tempo de empresa, ela foi indicada para coordenar um grande projeto na empresa. O lançamento de um novo produto.
Situações inesperadas, portanto, podem acontecer a qualquer momento. Se o mar de repente ficou revolto, pode ser esse o momento ideal para uma virada em sua vida, quem sabe, de repente dá um passo atrás, organizar as ideias, se preparar para novos desafios, vislumbrar novas oportunidades e superar as expectativas.
O momento atual é desafiador e nem por isso devemos baixar a guarda.
Se você, de alguma forma, foi atingido pelas consequências causadas pela pandemia, é preciso parar, organizar as ideias e partir para a luta.
Em alguns momentos é possível criar algo

novo, estabelecer novas estratégias e ações. Assim estão fazendo muitos artistas que não podem fazer apresentações presenciais; bares e restaurantes que não podem receber público, escolas e shoppings fechados, etc., todos estão buscando alternativas, novas formas de se manter nesse momento de certa turbulência.
É bastante interessante, olhando para algumas das situações descritas no início desse artigo, perceber o quanto cada situação inesperada pode ser encarada: possibilidade de ressignificação e não de lamentação?
• Pedir a garota em casamento, acreditar e se preparar para receber um sim ou ficar sem saber pois não estava preparado para uma resposta positiva?
• Perder o emprego e ficar se lamentando ou partir para novas possibilidades, como aconteceu com o profissional da área de vendas de autopeças?
• A inesperada gravidez da funcionária da área de Tecnologia da Informação deve ser encarada como um problema ou um novo sentido para a vida?
Se o inesperado aconteceu, você vai se abater ou partir para vislumbrar novas possibilidades?
Você alguma vez já se sentiu confuso em relação às suas emoções?
Já explodiu com alguém por razões tão bobas?
Já perdeu alguma oportunidade na vida por não saber expressar a sua verdade ou estar inseguro?
Todos nós já passamos por situações assim, não é verdade?
| POR: BRUNO ADRIANO* | FOTO(S): DIVULGAÇÃO
Ter inteligência emocional não significa ser frio, não significa que você não tenha, ou domina exatamente as emoções. Ter Inteligência emocional é saber usar as emoções a seu favor, é usar os estados emocionais que você já tem na sua vida para o seu bem, e saber escolher o melhor caminho. Quando não temos essa inteligência, simplesmente somos arrastados por nossas emoções e, consequentemente, temos péssimas atitudes, como, por exemplo, reagir com violências verbais ou físicas a uma briga de trânsito, ou comer excessivamente quando está ansiosa.
São inúmeros os benefícios da inteligência emocional; há uma melhora nos relacionamentos interpessoais no trabalho, no ambiente familiar e no casamento a comunicação se torna mais eficiente, além disso, adultos com inteligência emocional se tornam muito mais otimistas, reclamam menos da vida, ficam livres da depressão, do medo, da ansiedade, da timidez, desenvolvem mais empatia e são mais cooperativos, mas inteligência emocional precisa ser desenvolvida.
Não tem idade para começar o desenvolvimento da inteligência emocional, quanto mais cedo, melhor, mas depois de adulto os resultados também são excelentes. Um
dos pontos importantes é desenvolver a autoconsciência, e você pode começar analisando pensamentos, sentimentos e reações e dar nomes a eles, tentando identificar se aquilo que surgiu é raiva, medo, ansiedade ou por exemplo um estado depressivo. Logo após, identifique o que governou o pensamento ou a emoção.
Também é importante avaliar as consequências das opções alternativas, procurar entender o que nos gerou aquele sentimento específico, investigar até encontrar uma resposta que parece fazer sentido. O mais interessante é avaliar nossas forças e fraquezas. Identificar que temos sim pontos frágeis nos permite aceitar nossa humanidade e nos torna mais humildes.
Outra técnica é começar a desenvolver o olhar da perspectiva do outro e o interesse verdadeiro pelo mundo dele, isso nos faz desenvolver a empatia, a compaixão e diminui a nossa tendência de julgamentos.
É importante entender que você é responsável pelo seu destino e não importa a situação em que se encontra agora, você pode mudar a sua realidade. Já pensou que muitas
pessoas empacam na sua vida, tanto profissional, quanto pessoal e não conseguem ir além por não conseguirem dominar as suas questões emocionais? A pessoa pode ter altos níveis de graduação, mas é limitada em relação às suas emoções. São pessoas que sentem ansiedade ou raiva quando não deveriam sentir, ou pessoas que não conseguem expor para as suas famílias o quanto as amam ou o quanto são gratos.
É a inteligência emocional que nos ajuda a evoluir como seres humanos e a prosperar em nossas vidas.
*Mentor, escritor e palestrante nacional. Há mais de 12 anos, Bruno Adriano compartilha a filosofia de que se você der ao menos 1% ao dia, poderá dar mais leveza a todas as áreas da sua vida e, assim, poder conquistar sua vida realizadora!




POR: REDAÇÃO | FOTO(S): DIVULGAÇÃO



Oque todo mundo já esperava, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) apresentou no balanço da indústria automobilística dos seis primeiros meses do ano. Com fortíssimo impacto da pandemia de Covid-19 nos últimos três meses, a produção acumulada de 729,5 mil veículos representou uma queda de 50,5% na comparação com o primeiro semestre de 2019.
Para se ter uma ideia, em junho, a produção de 98,7 mil unidades foi 129,1% superior à de maio, mas 57,7% inferior à de junho do ano passado. Com esses dados e com base nas expectativas econômicas do País para o segundo semestre, a associação projeta produção de 1.630 milhão de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus em 2020, volume 45% inferior ao de 2019.
"Trata-se de uma estimativa dramática, mas muito realista com base no prolongamento da pandemia no Brasil e na deterioração da atividade econômica e da renda dos consumidores", afirmou o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes. A perspectiva de produção é lastreada num mercado interno projetado de 1.675 milhão de unidades vendidas no ano (queda de 40%) e uma exportação de 200 mil itens (queda de 53%), entre outros fatores.
Por fim, com o licenciamento realizado de 132,8 mil unidades no mês de junho, o acumulado do semestre foi de 808,8 mil autoveículos, o que representa nada mais nada menos que um recuo de 38,2% sobre o mesmo período do ano de 2019. Para completar, as exportações em junho fecharam em 19,4 mil unidades, totalizando 119,5 mil no semestre, uma queda de 46,2%.
Caminhões e máquinas
Assim como grande parte dos setores, o de caminhões também foi fortemente afetado pela pandemia, embora as quedas não tenham sido tão drásticas quanto as dos veículos leves. A produção no semestre (34,8 mil) foi 37,2% menor em relação ao mesmo período do ano passado. Os licenciamentos (37,9 mil) recuaram 19,1%, enquanto as exportações (4,8 mil) encolheram 19,2%.
Parte do alívio nas vendas de caminhões deve ser creditada aos bons resultados da safra agrícola, que também ajudou o setor de máquinas a não sofrer tanto com os efeitos da pandemia. A produção acumulada no semestre (19,1 mil) foi 22,6% inferior à dos seis primeiros meses de 2019. Já as vendas de 19,6 mil máquinas caíram apenas 1,3% no primeiro semestre, enquanto as exportações (4,2 mil) tiveram retração de 31%.
"A situação geral da indústria automotiva nacional é de uma crise maior que as enfrentadas nos anos 80, 90, e essa mais recente de 2015/16. Ela veio num momento em que as empresas projetavam um crescimento anual de quase 10%. Um recuo dessa magnitude no ano terá impactos duradouros, infelizmente. Nossa expectativa é que apenas em 2025 o setor retorne aos níveis de 2019, ou seja, com atraso de seis anos", avaliou Luiz Carlos Moraes.

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O programa visa apoiar as empresas do setor automotivo neste período de crise, garantindo a retomada segura e eficaz dos negócios
OIQA – Instituto da Qualidade Automotiva – lança o Programa AutoRetorno, novo serviço que visa garantir o retorno dos negócios, assegurando a saúde dos colaboradores, fornecedores, clientes e parceiros das empresas do setor automotivo (montadoras, concessionárias, fabricantes de autopeças, distribuidores, varejistas e oficinas de reparação automotiva).
Este programa visa atestar as melhores práticas implementadas pela organização no seu retorno pós Covid-19, por meio da:
• Certificação de Saúde e Segurança das Operações
• Certificação da Eficácia das Operações Produtivas
“Diante do atual cenário de pandemia do novo coronavírus (Covid-19), faz-se necessário às empresas demonstrar confiança e transparência perante seus colaboradores, clientes e partes interessadas”, afirma Alexandre Xavier, superintendente do IQA, ao falar sobre a importância do Programa AutoRetorno.
Parceria
O IQA celebrou uma parceria com a área de Consultoria em Saúde do Hospital Sírio-Libanês, para suportar todas as
questões de melhores práticas relacionadas à medicina e à saúde das pessoas. Esta área do Sírio-Libanês desenvolve projetos em saúde para organizações públicas e privadas, cumprindo o propósito fundamental da instituição, que é Conviver e Compartilhar.
O Sírio-Libanês apoiará também treinamentos e capacitação de pessoal sobre medidas preventivas contra a Covid-19, programa de saúde corporativa, telemedicina, medicina diagnóstica e testes laboratoriais. “Desenhamos o AutoRetorno para assegurar a retomada eficaz dos negócios e produção, garantindo proteção à saúde das pessoas”, enfatiza Xavier.
Certificação
A certificação relacionada à saúde e segurança tem os requisitos de avaliação estabelecidos em um Guia de Boas Práticas, que podem ser utilizados pelas organizações como referência em sua preparação e implementação, incluindo protocolos e melhores práticas de saúde e segurança validados pelo Sírio-Libanês.
Já a certificação da eficácia das operações produtivas leva em consideração os requisitos essenciais para o reinício dos processos produtivos, de forma a manter a integridade das


operações, qualidade do produto, desde o seu planejamento, produção, controle e inspeção, e embarque ao cliente.
O AutoRetorno está baseado em uma abordagem de risco e seu processo de certificação leva em consideração a avaliação dos seguintes requisitos:
1) Mapeamento da Organização
2) Análise de Risco
3) Controles e Boas Práticas
4) Monitoramento
A certificação será feita por meio de uma avaliação presencial na organização, utilizando-se de aplicativos de auditoria com interface IQA/Cliente. Para um resultado positivo da avaliação, será emitido um Certificado de Conformidade e o direito ao uso do Selo de Certificação AutoRetorno de forma a demonstrar a confiança aos colaboradores, clientes e sociedade.
“Ao aderir ao novo serviço AutoRetorno, do IQA, a empresa garantirá a retomada dos negócios com segurança, através de diretrizes e requisitos criados e validados por duas organizações de referência no mercado em que atuam: saúde (Sírio-Libanês) e automotivo (IQA)”, conclui o superintendente.


Cada vez mais as empresas querem interagir com os Balconistas de Autopeças, em uma plataforma familiar, rápida e confiável.
O uso do WhatsApp Business em seu negócio abre as portas para uma melhor comunicação, propiciando maior envolvimento, confiança e relacionamento de longo prazo com o profissional do balcão. Um novo canal de comunicação do Balcão Automotivo Digital com os recursos necessários para uma fácil implementação.














Firme nos princípios de consciência, responsabilidade e solidariedade, a BR Distribuidora, que já investiu quase R$ 50 milhões em iniciativas que contemplaram desde os pacotes de medidas de apoio para a sua rede de revenda até consultas médicas online para caminhoneiros, está ampliando as doações de etanol para universidades e combustível para instituições que atendem comunidades em condições de vulnerabilidade.

Em meio à pandemia de COVID-19, bancos de sangue de todo o País registraram quedas significativas no número de doações. Atenta aos níveis críticos do estoque no Paraná, a Continental promoveu uma campanha para incentivar a doação de sangue entre os colaboradores da planta de Ponta Grossa (PR). Com a ação, foram doadas mais de 50 bolsas de sangue em um único dia, superando em 108% a média registrada pelo hemocentro da cidade.
A Dana arrecadou em junho quase 9 mil quilos de alimentos que permitiram a doação de 500 cestas básicas e 350 kits

de higiene. Essas ações fazem parte da campanha de doação de alimentos. “Neste ambiente volátil e de incerteza gerado pela COVID-19, seguimos atentos, ajustando nossos planos e ampliando nossos horizontes à medida que recebemos informações e damos os próximos passos”, explica Raul Germany, presidente da Dana para o Brasil.

A Delphi Technologies realizou, entre 15 e 19 de junho, a Semana da Excelência 2020, que reuniu uma série de iniciativas com o objetivo de promover a solidariedade com a comunidade da região de Piracicaba, interior de São Paulo. No total, foram arrecadados 3.173 kg de alimentos, 1.000 litros de leite, 453 itens de higiene, e 520 agasalhos e cobertores. A campanha envolveu ainda atividades para valorizar o empenho dos colaboradores.

O Grupo Ecovias promove uma ação para caminhoneiros que percorrem as estradas administradas pela empresa em 7 estados - Bahia, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul. Com o intuito de contribuir de forma positiva com a sociedade, especialmente, com os caminhoneiros, a DPaschoal colabora com o movimento no pátio de descanso da Ecovias, no KM 40, da Rod. Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP).


As Empresas Randon realizam campanha de prevenção à Covid-19 voltada aos caminhoneiros que circulam pelas rodovias brasileiras. A companhia, juntamente com outras instituições parceiras, distribuirá 10 mil máscaras reutilizáveis para a proteção dos profissionais. Os itens, em microfibra sintética e com elástico ajustável, foram desenvolvidos para essa iniciativa e foram entregues como homenagem ao Dia do Caminhoneiro, em 30 de junho.
A Fundação Grupo Volkswagen e a BASF uniram-se para apoiar a produção de máscaras de algodão laváveis com visor transparente na região da boca. O objetivo é tornar esse equipamento de proteção individual, fundamental para a prevenção à COVID-19, acessível para pessoas com deficiência auditiva que realizam leitura labial. Além disso, esse modelo humaniza o convívio em tempos de pandemia.

Nos dias 29 e 30 de junho, a cidade de Onda Verde (SP), na região de São José do Rio Preto, sudoeste do estado de São Paulo,


sediou a sétima etapa da 29ª Gincana do Caminhoneiro, maior ação itinerante das estradas brasileiras que, diante do atual contexto social, chega com novo formato, priorizando a saúde do transportador rodoviário de cargas, que não pode parar suas atividades e continua na ativa, cortando estradas Brasil afora.

Em vista da pandemia do COVID-19, a Harley-Davidson do Brasil sentiuse desafiada a desenvolver novos projetos para esse momento delicado, que está sendo enfrentado em todo o mundo. Pensando nisso, a H-DB realiza a campanha “Arte Sobre Tanques”. O objetivo principal dessa campanha foi criar uma oportunidade especial que uniu clientes, artistas envolvidos na cena da cultura custom, apaixonados por motociclismo e solidariedade.
Entre os meses de abril e julho, a Honda participou da ação social em prol do conserto de ventiladores pulmonares, com o objetivo de aumentar o número de aparelhos disponíveis para o atendimento aos pacientes infectados pela Covid-19. O auxílio foi destinado aos hospitais no entorno de suas unidades fabris de

automóveis (Sumaré-SP) e motocicletas (Manaus-AM). Foram 33 profissionais envolvidos no projeto e mais de 9 mil horas dedicadas a este trabalho.
A Marelli Cofap Aftermarket distribuiu, durante o mês de junho, 30 mil kits gratuitos compostos por 5 máscaras personalizadas Cofap para colaboradores de auto centers e oficinas mecânicas de

todo o País. Além da distribuição de kits, a empresa intensificou sua atuação em plataformas digitais para prestar suporte ininterrupto aos seus clientes durante o distanciamento social, implementando uma campanha digital com o Cofapinho.

A empresa multinacional com sede em Cajamar, na região metropolitana de São Paulo, marcou sua presença no show realizado pelo cantor sertanejo Gustavo Mioto, fazendo uma doação realmente significativa: 3.000 unidades, ou seja, 125 caixas de álcool em gel foram doadas para o Fundo Social de Solidariedade do
município. A doação foi anunciada pela jornalista e apresentadora Nadja Haddad.

O app S.O.S TRUCK, aplicativo que oferece, gratuitamente, aos motoristas de caminhões recursos como encontrar oficinas mecânicas, lojas de peças, borracharias e diversos outros serviços necessários aos profissionais da estrada, realizou no final de junho, no Ecopatio Cubatão, mais uma grande ação social voltada para a saúde dos caminhoneiros.
A equipe S.O.S Truck, em parceria com a CNNI logística, esteve presente com profissionais da área de saúde.

A ZF está doando 10 mil máscaras descartáveis para instituições sociais e de saúde onde mantém unidades industriais no interior de São Paulo. Em Sorocaba, foram contemplados o Hospital Santa Casa de Misericórdia, o Hospital Infantil GPACI, o Hospital CHS II “Adib Jatene” e o Conjunto Hospitalar de Sorocaba I. Já em Limeira, o Centro de Aprendizado Metódico e Prático de Limeira “CampL” e a Associação de Amparo a Idosos “Cantinho do Vovô”.





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Decreto permite prorrogação dos acordos de redução de salário e suspensão do contrato de trabalho
O Governo Federal editou Decreto nº 10.422/2020 (DOU de 14/07), que amplia os prazos do programa que permite a redução proporcional de jornada e de salário e de suspensão temporária do contrato de trabalho e para efetuar o pagamento dos benefícios emergenciais de que trata a Lei nº 14.020, de 6 de julho de 2020
O prazo máximo para celebrar o acordo de redução proporcional da jornada de trabalho e de salário fica acrescido de 30 (trinta) dias, de modo a completar o total de 120 (cento e vinte) dias. Já para a suspensão do contrato de trabalho foi ampliado o prazo em 60 (sessenta) dias, e também passa a completar um total de 120 (cento e vinte) dias.
Ainda em relação à suspensão foi acrescida a possibilidade da mesma ser efetuada de forma fracionada, em períodos sucessivos ou intercalados, desde que esses períodos sejam iguais ou superiores a 10 (dez) dias e que não seja excedido o prazo máximo de 120 dias.
Os períodos de redução proporcional de jornada e de salário ou de suspensão temporária do contrato de trabalho utilizados até a data de publicação deste Decreto serão computados para fins de contagem dos limites máximos resultantes do acréscimo de prazos.
Empregados com contrato de trabalho intermitente, formalizado até a data de publicação da Medida Provisória nº 936, de 1º de abril de 2020, farão jus ao benefício emergencial mensal no valor de R$ 600,00 (seiscentos reais), pelo período adicional de um mês.
Prefeitura consolida protocolos para reabertura das atividades no município de São Paulo
Artigo 625 estabelece os protocolos para funcionamento do comércio de rua na nova fase, com destaque para a taxa de ocupação de 40% do espaço designado ao público
Considerando o planejamento para a retomada das atividades econômicas na capital paulista, foi publicada no Diário Oficial da Cidade de São Paulo de quinta-feira, 9 de julho de 2020, ano 65, número 128, a PORTARIA SECRETARIA DE GOVERNO MUNICIPAL - SGM 185, de 08 de julho de 2020, que consolida os protocolos sanitários aprovados pelas Portarias PREF nº 605/2020, 625/2020, 629/2020, 683/2020 e 696/2020.
Destaca-se inicialmente que em seu bojo consta o PROCESSO SEI Nº 6010.2020/0001663-2, cujo qual serviu para depositar a norma perante o Conselho Regional de Medicina – CREMESP, considerando, de maneira individual, todos os protocolos que deram origem às portarias PREF nº 605/2020 - Autoriza o atendimento ao público em Concessionárias e revendedoras de veículos e Escritórios de prestação de serviços e determina o protocolo sanitário desses setores; 625/2020 - Autoriza o atendimento ao público dos setores econômicos comércio de rua e imobiliário e determina os respectivos protocolos sanitários.; 629/2020 - Autoriza o atendimento ao público do setor econômico Shopping Center e determina o respectivo
protocolo sanitário; 683/2020 - Autoriza o atendimento ao público de Clubes Sociais e Esportivos Municipais e do Centro de Treinamento Paraolímpico e determina cumprimento do protocolo sanitário do respectivo setor e 696/2020 - Autoriza o atendimento ao público de Bares, Restaurantes e afins; Salões de Beleza, Serviços de Beleza, Estéticos e afins e proíbe o serviço de bares e restaurantes nas calçadas e nos demais espaços públicos.
Sequencialmente, o Sr. RUBENS RIZEK JR., Secretário de Governo Municipal, usando das atribuições que lhe são conferidas por Lei,
CONSIDERANDO o disposto no artigo 12 do Decreto 59.473, de 29 de maio de 2020, que estabelece, nos termos do Decreto Estadual nº 64.994, de 28 de maio de 2020, normas para o funcionamento de estabelecimentos de comércio e de serviços localizados na Cidade de São Paulo, dispondo sobre o procedimento, condições e diretrizes para a gradual retomada de atividades, em conformidade com as diretrizes do Governo Estadual; prorroga o prazo previsto no artigo 1º do Decreto Municipal nº 59.298, de 23 de março de 2020, que dispõe sobre o combate à pandemia de Coronavírus, cujo qual determina que, compete à Secretaria de Governo Municipal a edição de normas complementares ao disposto neste decreto e a resolução dos casos omissos;
CONSIDERANDO os protocolos sanitários aprovados e publicados por portarias do Senhor Prefeito;
CONSIDERANDO a necessidade de consolidar os protocolos sanitários já aprovados de forma a possibilitar que setores similares, querendo, celebrem os termos de compromisso previstos no Decreto 59.473, de 29 de maio de 2020.
RESOLVE:
Art. 1º Consolidar os protocolos sanitários aprovados pelas Portarias PREF nº 605/2020, 625/2020, 629/2020, 683/2020 e 696/2020, conforme anexo desta Portaria.
Já o artigo segundo reveste-se para indicar que a Casa Civil, no exercício da competência prevista no artigo 7º do já citado Decreto 59.473, de 29 de maio de 2020, o qual determina que, recebida a proposta nos termos do artigo 6º deste decreto, realizará entendimentos com as entidades envolvidas, caso necessário, e, chegando a um acordo, celebrará termo de compromisso com as entidades do setor analisado, para dispor que poderão ser celebrados termos de compromisso de adesão à consolidação anexa, podendo acrescentar regras que sejam peculiares ao setor celebrante.
Do teor do dispositivo em tela, extrai-se que, caso setores conexos ou similares àqueles de cujo o protocolo já se encontra celebrado, poderão aderir à presente consolidação para a retomada de suas atividades.
Por sua vez, o artigo terceiro reveste-se para indicar que “Esta portaria entrará em vigor na data de sua publicação”.
Adentrando ao estudo do anexo - PROTOCOLO GERAL DE REABERTURA, que objetiva consolidar as portarias, têm-se como
mais relevante as disposições inseridas no item 14. Eis o teor: 14. Regras Especiais em Função do Objeto da Atividade Econômica

* Além das regras gerais dispostas nas seções anteriores, as quais se aplicam, salvo norma mais específica anteriormente publicada, a todos os setores econômicos, os estabelecimentos devidamente autorizados à retomada de suas atividades deverão observar as regras especiais desta seção e os anexos a esta Portaria, no que for cabível, em razão da atividade que exercerem.
Da análise dos pontos em destaque, observa-se que a consolidação se reveste para tratar dos casos omissos, oriundos dos protocolos anteriormente celebrados. Tal justificativa ocorre da observação de que, dentre todas as já citadas portarias, apenas a PREF 696/2020, que autoriza o atendimento ao público de Bares, Restaurantes e afins; Salões de Beleza, Serviços de Beleza, estéticos e afins, foi celebrada em razão e na égide da fase amarela do Plano São Paulo.
Pelo exposto, os setores já albergados por protocolos específicos, permanecerão a eles vinculados e, nos casos omissos ou na reclassificação da cidade no Plano São Paulo, ganha respaldo a consolidação em estudo, a qual poderá, a qualquer tempo, ser modificada.
Em complemento, estabelecimentos que executem atividades de cujo objeto contenha, indissociavelmente, o contato físico entre colaboradores e clientes, ou a intervenção de qualquer natureza sobre o corpo de outrem ou de si próprio, sujeitar-seão, também, no que for específico e cabível, às normas inseridas na consolidação, que poderão ser modificadas ou enxertadas, conforme a classificação da cidade no Plano São Paulo.
E por fim, a norma vem esclarecer a aplicação dos protocolos a “estabelecimentos que operem atividades econômicas mistas, intersetoriais, os quais sujeitar-se-ão, também, no que for específico e cabível, às regras constantes dos protocolos que regulam os setores econômicos que se sobreponham ao seu funcionamento.
O acesso integral às disposições da PORTARIA, que contempla em seu teor o “consolidado” PROTOCOLO GERAL DE REABERTURA, além do expediente perante o CREMESP, citado no início da presente análise, poderão ser realizados através dos links abaixo: http://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/portaria-secretariade-governo-municipal-sgm-185-de-8-de-julho-de-2020 http://www.cremesp.org.br/library/modulos/legislacao/ versao_impressao.php?id=17226
Por sua vez, a assessoria técnica da FECOMERCIO SP permanece ao dispor dos sindicatos filiados, para enfrentar eventuais dúvidas quanto à aplicação da presente PORTARIA, além dos PROTOCOLOS setoriais citados no teor do trabalho.
Fonte: FecomercioSP - Assessoria Técnica

