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Aestação mais quente do ano é sinônimo de liberdade e descontração. Sempre que chega, traz consigo tendências leves e despojadas. Algumas peças-chaves deste verão já caíram no gosto, como a calça pantacourt, o decote ombro a ombro (ciganinha) e os vestidos esportivos. Bolsas sacolas e gargantilhas são os acessórios preferidos da época.




pantacourt




















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itorial e Coordenação: ernanda Bark





(gargantilha)
ilha)







Equipe de profissionais de Taquari prepara homens e mulheres para os concursos de beleza.
Cidade tornou-se uma espécie de Centro de Treinamento (CT) das misses
Glamour, ascensão, prestígio circundam a vida de uma miss. Belas e simpáticas, elas são apresentadas como exemplos máximos da feminilidade. Chegaram ao topo por conter características únicas, exaltadas ao pisar na passarela e no sorriso para as fotos. Mas não é só de belos momentos que vive uma miss.

Para atingir o título da beleza, énecessário ultrapassarumcaminho de percalços, que exige força e dedicação. A taquariense Andrisa Fregapani sabe bem disso.
Desde 2014, a designer de moda e maquiadora, acompanha as misses no dia a dia e percebe o quanto a preparação é desafiadora. Tanto que hoje, após dois anos de trabalho, ela conta um rede de apoiadores para cuidar destas belezas, femininas e masculinas.
Andrisa conta que tudo co-


meçou com a preparação da primeira Miss Taquari para o Miss Mundo Rio Grande do Sul. O coordenador de Taquari no concurso, Maurício Oliveira, foi quem a convidou, na época, para auxiliar. O trabalho em conjunto os fez crescer. A pedido do Concurso Nacional de Beleza (CNB),elessetornarampreparadores oficiais das misses para concursos internacionais. No ano passado, também abriram
em sociedade a Livi Treinamento Personalizado. Desde então, já prepararam quatro misses, um mister e duas soberanas. “Procuramos ajudá-los no que eles julgam necessário e também no que nós mesmos vimos carência.” Isto vai desde a elaboração de estudos específicos sobre o concurso que eles irão disputar, até aulas de dança e passarela, e aprimoramento da fala e da própria beleza.
Trabalho colaborativo
Um processo complexo, que ultrapassou as barreiras da empresa. Hoje, o empreendimento só funciona com uma equipe de apoiadores. Trabalho que tornou Taquari uma espécie de celeiro das misses.
“Aqui há união e proximidade. Concentração de diversos serviços e profissionais, uma rede de colaboração e crescimento coletivo. Há uma concentração de colaboradores dentro de um só lugar.”
As belas chegam a passar de dezatrintadiasnacidade,hospedadas num hotel parceiro da Livi. Neste período passam por uma espécie de treinamento. Tem uma agenda diária, com compromissos totalmente focados na preparação para o concurso.
Dentre estes, academia, procedimentos estéticos, alimentação balanceada, acompanhamento com nutricionista, psicóloga, fonoaudióloga, oratória e as aulas. Além disso, a equipe ainda faz uma sessão

rina, é empresária e modelo. Depois de ficar na quinta colocação no Miss Mundo Brasil, e conquistar o posto de Rainha Brasileira do Café, passou 14 dias em Taquari, se preparando para o Reinado Internacional do Café.
Fez procedimentos estéticos, academia, aula de oratória e foi atendida por fonoaudiólogo, dentista e nutricionista. Além disso, estudou sobre o café, aperfeiçoou o desfile na passarela e o comportamento corporal.
“Quando a gente está aberto areceberoaprendizadodopróximo a gente sempre ganha.” A quantidade de profissionais qualificadosnummesmolugar, ainda mais no interior, surpreendeu Francielly.
Aqui há união e proximidade. Concentração de diversos serviços e profissionais, uma rede de colaboração e crescimento coletivo. Há uma concentração de colaboradores dentro de um só lugar”,
Andrisa Fregapani, preparadora de misses

de fotos e vídeos específicos, conforme a necessidade do concurso.
“O objetivo é qualificar as misses. Reforçar pontos positivos, aprimorar pontos negativos, tentar torná-las as mais adequadas e completas para corresponderem às necessidades dos concursos que pretendem competir.”
Até agora, dois, dos sete candidatos preparados pela Livi conseguiram vencer os concursos que participaram. Os demais ficaram no topo das competições, entre os primeiros colocados. Resultados que fazem Andrisa acreditar no potencial de seu trabalho, e dos profissionaisdacidade.“Eume apaixonei pelo mundo Miss. Adoro trabalhar com isso.”
Francielly Ouriques, 24, natural de São José, Santa Cata-
Ela conta que os seus compromissos em Taquari se resumiam em duas ruas. O que facilitou o andamento da programação. “Dou muito valor ao tempo, e isso para mim foi maravilhoso, consegui aproveitar demais.”
Tanto que, após o treinamento, ela conquistou o quarto lugar no Reinado Internacional do Café, realizado na Colômbia, entre os dias 2 e 7 de janeiro. Além disso, também ganhou as provas de melhor corpo, melhor rosto, e foi a segunda colocada do Rainha da Polícia. “Evolui muito com a ajuda deles. Se não fosse a equipe de treinamento não teria chegado a esta colocação.” O laço criado com Taquari a fez voltar para rever os amigos. Por enquanto, dá um tempo aos concursos. Antes de ganhar o quinto lugar no Miss Mundo Brasil, ela já havia chegado ao posto de Garota Ver Mais e de Musa Jurerê Internacional.

Coluna
Xiu! Todos fiquem quietinhos! Quero ouvir o som do silencio.
Difícil de encontrar, raro mesmo. O som do silencio não está disponível onde ou quando quisermos e o mais impressionante é que se não estivermos atentos aos poucos momentos em que ele se revela para nós, somos capazes de passar anos ou ate mesmo uma vida inteira sem ouvi-lo. Antes de mais nada, temos que compreender que o silencio pode apresentar o seu som em vários tons diferentes, depende mais da nossa capacidade de escuta do que dele (o silencio) propriamente dito. Algumas vezes, esse som vem embalado por notas de saudade. Em outras, chega cheio de inspiração para criação. Há também as situações em que a solidão é quem dita a melodia. Há silêncios que acontecem no nosso interior e outros no nosso exterior. Na minha opinião, sempre dependerá como eu já disse à pouco, da nossa capacidade de escutar e isso meus amigos muda muito com o decorrer da vida, das experiências e aprendizados que vamos construindo com o passar do tempo.
Bom exemplo disso eu vivi um dia desses quando em um dia de primavera, mais precisamente em um domingo cedinho da manha eu estava sentada sozinha no jardim da minha casa. Todos ainda dormiam, inclusive os cães da vizinhança. Enquanto o sol aquecia meu rosto, fui envolvida, verdadeiramente tomada, por um lindo, intenso e confortante som de silencio. Percebi que aquele som me era familiar. Já havia ouvido aquele silencio antes, mas confesso que de pronto não soube dizer quando. Aos poucos o som do silencio foi ficando mais alto.
Fechei os olhos. Concentrei-me e comecei a decifrar as notas. Algumas tinham som de insetos e outras de pássaros. O vento também assobiava aos meus ouvidos em ondas que subiam e desciam. Nenhuma das notas trazia qualquer tom de urbanidade. Havia eco de palavras ditas por crianças. Parecia-me que algumas notas traziam o som do rugido de um balanço de ferro. Era isso! Despertei quase que de um transe. Foi o rugido do balanço de ferro que se mexeu com o vento que me trouxe o som do silencio! Agora eu lembrava. Tudo fazia sentido. Realmente aquele som do silencio me era familiar. As manhãs de domingo da minha infância tinham esse som. Som do vento, dos pássaros e insetos Som do silencio do domingo. De uma época em que eu ficava sozinha no quintal da nossa casa me embalando alto e mais alto... Eu passava horas desse jeito, escutando o ruído do vai e vem das correntes de ferro do meu balanço e sonhando acordada com o futuro que um dia chegaria. Bons tempos. Uma época em que os meus tormentos interiores ainda eram poucos ou nenhum, em que era possível ouvir o som puro e alegre da vida simples e descompromissada da minha singela mas digna infância.



Desvendamos o segredo do doce de leite, servido em um badalado restaurante de Lajeado

Ingredientes
• 5 litros de leite tipo B ou fresco
• 2 kg de açúcar
• 2 favas de baunilha
• Bicarbonato de sódio
Preparo


Interessante. Agora o futuro daqueles sonhos já é o meu presente. E de presente recebi naquele domingo, um raro silencio que oportunizou calar a minha mente e me fazer sonhar acordada com um passado que já vivi. A vida tem mesmo destas.






ma das sobremesas mais apreciadas de um restaurante mexicano de Lajeado, leva também à mesa o sabor da culinária sul-americana. O segredo da Explosión de Dulce de Leche tem como base a receita coletada pelo empresário Felipe Feil, numa viagem ao Uruguai. Originalmente, o preparo leva leite fresco de vaca na mesma proporção de açúcar. Segundo a tradição, deve ser feito em forno à lenha. O cozinheiro precisa mexer o doce com a colher, sem parar, no mesmo sentido, por 8h. Porém, como o restaurante segue a filosofia do slow food, reduz mais da metade da quantidade de açúcar.
Dica:
Em uma panela de inox alta, ferva o leite com o bicarbonato de sódio e os favos de baunilha até borbulhar. Muito cuidado para a temperatura do leite não passar dos 80º C e ferver. Depois, acrescente o açúcar. Mexer sempre no mesmo sentido, por cerca de 8h ou até que a textura fique aveludada.
Para extrair o máximo de sabor da baunilha é importante abrir as favas e, com a ajuda de uma faca, raspá-las. A dica é importante para incorporar sabor ao leite.
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Temperatura elevada facilita a proliferação de fungos e bactérias, que podem estar presentes nos alimentos
Overão é a estação preferida dos vilões da intoxicação alimentar. O problema é o calor, que facilita a proliferação das bactérias, fungos, vírus e parasitas. Nestas condições, crescem os agentes como a Salmonella spp, Escherichia coli, Staphylococcus aureus, Shigella spp, Bacillus cereus e do vírus Clostridium perfringens. Para evitar a contaminação, o recomendado é escolher bem os restaurantes e procurar saber se há uma boa higiene no local. Além disso, a agente de saúde Paula Luciana Kern aconselha que os alimentos sejam conservados em temperatura adequada (abaixo de 7°C ou acima de 60°C). Os grupo mais atingidos pelas toxinfecções são crianças, idosos, gestantes e imunossuprimidos. Mariane, 6, e Marina Quevedo, 8, nunca se preocuparam com o problema. “Adoramos sorvete e já tomamos até dois litros juntas”, conta uma das meninas. Segundo Luciana, o mais importante é lavar


sempre as mãos antes de se alimentar, antes de manipular qualquer alimento ou após a utilização de sanitário. “Vegetais consumidos crus devem ser higienizados antes do consumo.” Para fazer esta limpeza, é preciso deixar o alimento de molho durante 10 min numa solução de 1 colher de água sanitária para cada litro de água. “Fazer um correta higienização do alimento evita sua degradação.”
Segundo Luciana, há uma diferença entre infecção e intoxicação. “ A primeira ocorre no consumo do alimento contaminado com a bactéria. Já a intoxicação ocorre quando há ingestão já com a toxina formada pela bactéria, que cresceu no alimento.”

Os sintomas da intoxicação são vômitos, náuseas, dor de cabeça, dores abdominais, diarreia e febre. Pode levar a morte por septicemia. “Além disso, podem ocorrer afecções extra-intestinais, em diferentes órgãos e sistemas como meninges, rins, fígado, sistema nervoso central, terminações nervosas periféricas e outros, de acordo com o agente envolvido.”
Alguns alimentos são mais perigosos para o consumo no verão. “São aqueles com atividade de água elevado, de origem animal, como carnes, peixes, leite e derivados.”
Também são perigosos os cremes utilizados nas sobremesas típicas, pois contém leite e farinha de cereais diversos, que não ganham a devida atenção no resfriamento.
Apoiadores

Doutor...minha memória não é mais a mesma depois da quimioterapia!
Esta é uma afirmação muito frequente no consultório de um oncologista. Coincidência ou não, ela é muito observada nas pacientes que fizeram alguma forma de tratamento para o câncer de mama.A queixa tem um fundo de realidade. As dificuldades apresentadas ao termino do tratamento, para o raciocínio e para a memória são reais. Elas podem ocorrer em maior ou menor intensidade, dependendo de características individuais. Fatores como a presença de ansiedade no início e até mesmo a depressão parecem contribuir.
Quando comparado a pessoas com a mesma idade e sem o diagnóstico de câncer, as mulheres com câncer de mama e que fizeram quimioterapia tiveram uma diminuição da capacidade de raciocínio e da memória da ordem de 34,8%. De forma alguma isso significa que tais pessoas, que receberam a quimioterapia tenham ficado dementes, menos inteligentes ou com uma menor capacidade intelectual. Significa apenas que algum tipo de dificuldade de raciocínio, ou memorização ou concentração foi observado em até seis meses depois do termino do tratamento. Estes mesmos efeitos também podem ocorrer nas quimioterapias feitas para outros tumores.
Como o paciente pode evitar este efeito colateral ou pelo menos diminuir os seus riscos ou a intensidade da sua ocorrência? Primeiro: a constatação de que a associação de um maior grau de ansiedade ou depressão esteja relacionado com mais efeitos sobre o pensamento humano nos dá uma pista clara de que ter sua mente livre de sentimentos pesarosos pode colaborar na prevenção ou diminuição da intensidade do efeito colateral. Como ter uma mente livre diante do câncer? Na oncologia tudo começa pela Verdadeira e Profunda relação que se estabelece entre o paciente com câncer e o seu médico oncologista. Tirar todas as dúvidas na consulta médica, entender a sua doença e juntos estabelecer um plano de ação para a busca da vitória são passos iniciais que repercutirão positivamente. Outra medida que ajuda muitoé a leitura, jogos de memória, fazer palavras cruzadas, exercitar o cérebro, literalmente. Fora estas principais medidas, vitaminas, cogumelos milagrosos, geleias de abelhas especiais, alimentadas e criadas no imaginário dos vendedores não passam de uma mera esperança sem bases científicas comprovadas.




Leandro Brust oncologista vitami as de criaes não sem






