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AH - Você |31 de dezembro de 2016 e 1º de janeiro 2017

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Mestre das baquetas

O policial civil Christian Machado da Luz, 40, aprendeu a tocar bateria na adolescência. Participou de bandas de blues e rock and roll em Santa Maria, subiu ao palco de festivais e também mandou ver na gravação de álbuns com as bandas Código de Acesso e Expresso Califórnia. Hoje, pratica o hobby para tirar o estresse e toda a energia negativa do dia a dia, após o expediente de trabalho.

QUEM FEZ ESTA EDIÇÃO voce@jornalahora.inf.br

Inspire-se

Você – O que a prática lhe proporciona?

Christian Machado da Luz –Prazer. Muito prazer! É divertido, relaxante e levanta o astral. Tenho um filho de 8 anos, que é autista e adora música. Tem um vídeo de bateria do Mike Portnoy que ele ama e assiste desde 1 ano de idade. Ele fica muito feliz ouvindo música e tem, entre as terapias, aulas de música. A bateria, toca de vez em quando, mas é muito tímido. Eu estimulo bastante, bato palmas, digo que ele é muito bom...Embora eu sinta que ele faz mais para me agradar mesmo, pois é muito querido.

Como surgiu seu interesse pelo instrumento?

Da Luz – Gosto de música desde que me conheço por gente. Lá pelos 14 anos me veio um “insight”: desmontei um relógio antigo, peguei os dois sinos do despertador e coloquei na guarda da minha cama. Peguei dois pedaços de madeira e saí tocando. Toquei em bandas de blues e rock em Santa Maria. Com uma delas, gravei três músicas que integraram uma coletânea de bandas e tocaram bastante nas rádios locais. Fiz alguns shows em pubs e festivais por lá. Ainda toco com meus amigos quando nos encontramos. Também dei aulas e um dos meus alunos é um profissional conhecido no meio artístico nacional.

Quem manda ver nas baquetas?

Da Luz – Tenho influência de Neil Peart (Rush), Ian Paice (Deep Purple), Mike Portnoy (ex-Dream Theater), John Bonham (Led Zeppelin) e Lars Ulrich (Metallica). Estão entre os melhores. Acabei absorvendo alguns ensinamentos importantes. Há outros, como Alex Van Halen, Mike Bordin, Dave Lombardo e Matt Cameron, mas os primeiros foram realmente os que me influenciaram na forma de tocar e compor.

Como concilia a paixão pela bateria com a rotina de trabalho?

Da Luz – É tranquilo. Como trabalho por escala, posso tocar praticamente a hora que quiser.

Aconselha a prática?

Da Luz – Sem dúvida. Além de ser um exercício físico completo, trabalha a concentração e a disciplina. Claro, aquece a alma e o coração.

Gosto de música desde que me conheço por gente

Direção Editorial e Coordenação: Fernando Weiss - Produção: Taciana Colombo, Anderson Lopes e Carolina Chaves - Arte: Gianini Oliveira e Fábio Costa - Foto de capa: Anderson Lopes - Tiragem: 7.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística)

2 | Você. | FIM DE SEMANA, 31 DE DEZEMBRO E 1º DE JANEIRO DE 2017

Réveillon com inspiração

O look total white promete ser o queridinho deste verão. O tom é neutro e combina com bolsas e calçados metalizados desta temporada. Tradicional nos looks de Ano-Novo, é ideal para abrir a temporada de verão com frescor e leveza. O arremate fica por conta dos acessórios, glamourosos ou mais casuais, conforme o estilo da festa.

Créditos: Modelo: Amanda Wunder /Peças: Loja Azienda ( 3748-4839)/Cabelo e make: Bel Room (3726-3020)/Locação: Lendário Pub/Fotografia: Anderson Lopes/

Sociedade

Para bons negócios

A Construtora Diamond inaugurou um novo empreendimento no dia 14. O Diamond Tower tem localização privilegiada e abre possibilidades de personalização dos ambientes, que se encaixam em quase todos os segmentos. O projeto foi pensado em detalhes bem pontuados, do acabamento à fachada, com assinatura de alto padrão.

Sim ao amor

O poema ORecomeço, de Carlos Drumond de Andrade, inspirou a troca de aliançasdocasalAlexandreR.DaFéeMicheline Rempel, no dia 17. Na bênção, nos jardins da residência, amigos e familiares celebraram a união de forma mágica. Um momento íntimo de renovação no amor e pela vida.

Fernanda e Felipe Ruschel
Marcelo e Aline Caumo
Tatiana e Gustavo Tramujas
Emily, Alexandre Da Fé, Yasmin Al Alam e Micheline Rempel
ROSE'S FOTOS/DIVULGAÇÃO
FOTOS DIVULGAÇÃO

Da Oceania à América: um passeio por mais de 50 países

Natural de Lajeado, Felipe Beleza de Quadro viaja pelo mundo faz 15 anos. Experiências agregam conhecimento e trazem sabedoria.

Arealização vista nos olhos dos pais no retorno de cada viagem foi como uma máquina propulsora na vida de Felipe Beleza de Quadro. Natural de Lajeado, hoje ele é um blogger de viagem e aproveita cada minuto da vida para conhecer o diferente.

Ao alto dos seus 36 anos, já visitou mais de 50 países. Foi da América à Oceania, até encontrar em Barcelona, na Espanha, seu local de morada, mas não de parada.

Nesta semana, Quadro realiza mais uma viagem. “Estou emplenavoltaaomundo.Agora mesmo estou na Tailândia. Depois do Ano-Novo, irei pro Myanmar, Malásia, Indonésia, Austrália e por aí vai”, relatou à reportagem nessa terça-feira pelo Facebook.

Ele conta que as aventuras começaram em 2001, quando passou alguns meses em Sydnei, na Austrália. “Essa viagem abriu meu desejo de conhecer o mundo.” Apesar de tervoltadonaépocaparaoBra-

sil, nunca esqueceu o sabor de viajar.

“Chegouummomentoemqueme vi obrigado a largar tudo e ir morar fora. O mundo é tão grande e cheio

O mundo é tão grande e cheio de culturas riquíssimas que eu me sentia preso dentro de uma única forma de pensar”

deculturasriquíssimasqueeumesentia preso dentro de uma única forma de pensar.”

Na época, foi para a Itália, onde permaneceu por dois anos. Desde então, teve a oportunidade de visitar todos os continentes. Em cada viagem, sentiu diferentes gostos, conheceu diversas culturas e modos de viver. Experiências que não são apenas uma diversão, mas um ensinamento.

Fascinado

Paraoaventureiro,cadapaístemsua magia e personalidade. O fascínio vai desde sentar com um senhor em uma yurta (espécie de oca) no deserto de Gobi, na Mongólia, a conhecer a vida dos bereberes no Marrocos, de um motorista de tuk tuk no Camboja ou ver de perto a estonteante paisagem da Capadócia, na Turquia. Quanto mais adentra e passeia por esses diversos mundos, mais motivado a conhecer fica. “Estar na estrada me faz perceber que quanto mais eu viajo menos eu conheço. Existem tantos lugares que me fascina poder aprender o máximo que puder nesta vida.”

Cliques da volta ao mundo

Em seus perfis nas redes sociais e no blog belezapelomundo.com, o lajeadense conta detalhes dos lugares por onde passou, histórias engraçadas, momentos assustadores, além de dar dicas de viagem.

Deserto de Gobi, na Mongólia
Pirâmides do Egito
Túneis do Distrito de Cu Chi, no Vietnã
São Petesburgo, na Rússia
Muralha da China
Nesta semana, o lajeadense conhece a Tailândia. No local, ele banhou os elefantes bebês

Fala, Doutor

Veja bem, meu bem

Oftalmologista

fala sobre a escolha dos óculos de sol e recomenda cautela com a exposição à luz no verão

Durante o verão, a exposição dos olhos à radiação solar é intensa. Entre as várias radiações nocivas, a ultravioleta (UV) apresenta o índice mais elevado. Sem óculos de sol, o risco de contrair uma doença é mais elevado. “A exposição prolongada ao sol sem proteção é prejudicial e tem efeito cumulativo”, alerta o oftalmologista Nedio Castoldi. Semelhante ao que ocorre com a pele, provoca degenerações e mutações, que levam ao desenvolvimento de tumores de superfície ocular e pálpebra, particularmente em indivíduos de pele e olhos mais claros.

O fotoenvelhecimento tecidual também é consequência da exposição excessiva. “Agentes agressores ambientais como a radiação UVB e UVA levam a várias alterações teciduais.” O resultado é um conjunto de alterações, que aceleram o envelhecimento dos tecidos e órgãos expostos, no caso da pele e dos olhos.

Solares protegem a pele e os olhos do fotoenvelhecimento e de outras doenças causadas pelos raios ultravioletas

Ela não vive sem

A estrelense Alice Diel, 33, nunca sai de casa sem óculos de sol. O acessório é indispensável para proteger os olhos claros da exposição durante o verão. “No dia a dia, vou e volto a pé do trabalho. Não dá para ficar sem proteção.” A auxiliar bucal tem três modelos, que costuma usar conforme a necessidade. “Tenho um preferido, que é de lente azul claro espelhada.” Quando enjoa de um modelo, compra outro. “É tipo amor à primeira vista. Além disso, cuido muito bem das lentes.”

dirigem-se para todas as direções. “O efeito da polarização é a redução de reflexos. Melhor nitidez das imagens e conforto.”

Entrevista

A tonalidade da lente afeta a quantidade de luz? Qual é a recomendada?

Nedio Castoldi –A tonalidade é uma questão pessoal relacionada à sensação de conforto. O que varia é a quantidade de filtração da radiação visível. A radiação UV é invisível ao olho humano, e mesmo lentes transparentes podem ter 100% de filtração UV.

Que tipo de dano celular cada tipo de raio pode causar?

Escolha da lente

Conforme o especialista, as lentes “escuras” devem ser livres de distorções e deformidades, filtrar não apenas radiações nocivas, mas também aquela visível em excesso.

Já as lentes polarizadas são aquelas em que os feixes de radiação luminosa não têm uma direção específica,

Apoiadores

A exposição prolongada ao sol é prejudicial e tem efeito cumulativo”

Nedio Castoldi, Oftalmologista

Castoldi – A radiação UVC com comprimento de onda menor causa dano na córnea e conjuntiva. A UVB causa danos na córnea, conjuntiva e cristalino, além de atingir a retina. A radiação UVA em exposição normal (cerca de 30 minutos ao dia e 60% da exposição corporal) não é danosa, sendo uma das fontes geradoras de vitamina D para o corpo humano.

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