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Você é a referência da sua família? Veja por que as mulheres se tornaram as chefes da família em 40% do lares. Spoiler: a tendência é aumentar!
Páginas 10 e 11








Olá, seja bem-vindo a esta edição! Nesta semana, me apresento a vocês nesta nova jornada do caderno VOCÊ. A partir de agora, assumo a produção deste material que sempre adorei ler! O colega Ed Gomes, ao alçar novos voos, passa para mim a responsabilidade (muito empolgante e inspiradora por sinal) de trazer a vocês um conteúdo leve e gostoso de ler.
Abrimos o caderno desta semana com a sessão IMAGEM PESSOAL, na qual Manuela Teixeira nos ensina looks elegantes utilizando sapatos baixos. Cá entre nós, uma dica que caiu do céu, já que muitas mulheres não podem (ou não conseguem) usar salto alto.

O SEM ERRO é mesmo o queridinho das meninas pois nos dá muitas opções de macacões para vestir, evidenciando o seu corpo e estilo.
A coluna de RAQUEL WINTER nos faz refletir sobre como lidamos com nossas batalhas pessoais? Ela nos sugere desacelerar e aprender a ter fé, já que não temos o controle do que é essencial da vida. Incluindo o domínio do surgimento de algumas doenças como a bursite, tema da matéria do FALA, DR. Hoje somos peças de uma máquina que gira o capitalismo, então, paramos para pensar: quanto custam os movimentos repetitivos para a nossa qualidade de vida?
E por falar em qualidade de vida, a matéria de COMPORTAMENTO mostra como as mulheres são capazes de melhorá-la. O número de mulheres chefes de família subiu para 40% das casas brasileiras. Isso mostra no mínimo duas coisas: elas têm poder e estão, sim, dia após dia, lutando pela equidade de gênero. Afinal, lugar de mulher é onde ela quiser!
Já que entramos no assunto “lugar”, o ARQIDEIAS exibe o projeto da Habitatus Arquitetura e Construção. Um novo prédio de quitinetes com uma pegada bem jovem. Em frente à universidade, promete cumprir com todas as necessidades dessa galera que estuda, trabalha e, claro, se diverte.



Acorreria do dia a dia nos domina, são muitas situações em apenas um dia e o que vestimos precisa se adaptar ao nosso estilo. O assunto de hoje é sapatos. Lindos, porém, muitas vezes, desconfortáveis
Muitas mulheres já optaram pelo uso de saltos baixos, umas pelo conforto, outras por prescrição médica. Por isso, falarei sobre como manter a elegância sem recorrer a saltos altos.
Isso mesmo! É possível criar looks modernos, versáteis e confortáveis com sapatos de salto baixo. Selecionei cinco tipos de flats que combinam no dia a dia e também em festas e eventos formais.
Para um evento mais chique, abuse das sapatilhas delicadas com pedrarias ou com detalhes em fivelas ou geometrismos. As sapatilhas com amarração também estão em alta! Outra dica é dar preferência a sapatilhas de bico fino ou ovalado para alongar a silhueta. As tonalidades em nude têm a mesma função.

ou até com vestidos curtos a médios.
4. Rasteira: queridinha do verão, a rasteira ultrapassa as barreiras da praia e é utilizada em festas como aniversário, formatura, casamento, dependendo do estilo do evento. Como a tendência de festas ao ar livre é crescente, aumenta o número de opções de rasteiras que são elegantes e com estilo, sem perder o glamour. O uso é mais indicado para eventos mais informais e para looks como vestidos e saias longas com fendas.


Vi vi es se ma al um me vi


E lembre-se: leu uma matéria e lembrou de alguém? Liga e combina um chimarrão. Bons momentos só acontecem ao vivo. Boa leitura!
1. Sapatilha: por ser uma peça mais fechada, a sapatilha é o sapato baixo mais indicado para eventos formais. Pode ser utilizada de diversos modos. Um deles é criar efeito degradê com as cores dela e da peça de roupa. Como moda também é criatividade, experimente utilizá-la com as estampas preferidas para contrastar com as cores do seu look.
2. Bota de cano curto: as botas sem salto e de cano curto podem passar do look dia para o look noite ao substituir calças jeans por calças mais estruturadas ou com estampas diferentes. Vestidos curtos e longos também entram na lista. A bota também compõe um visual interessante ao ser usada com meia calça fosca. Para um look ainda mais moderno, detalhes em courino fazem a diferença.
3. Flat mule: ela tem sido cada vez mais usada para momentos de lazer, trabalho e festas diurnas. As flats têm o formato de sapatilha, porém, com a parte traseira do calcanhar à mostra. Podem ser usadas com peças em alfaiataria como calça de sarja e camisa
5. Mocassim: de modelos variados, podem ser combinados com peças que devolvam o toque de feminilidade como saias, estampas florais ou cores em tons pastéis.



Beleza

Ao fazer as unhas, é comum tirar toda cutícula por considerá-la antiestética. O problema é que as cutículas existem para proteger as unhas dos fungos e das bactérias. Ao retirá-las, o organismo fica suscetível à entrada
desses micro-organismos, facilitando a instalação de doenças.
Uma forma de passar longe do alicate ou diminuir a quantidade de cutícula retirada é mantê-la bem hidratada. Esse hábito deixará a cutícula mais fina, de forma
que você possa apenas empurrá-la até a base da unha. A hidratação favorece ainda a integridade das cutículas, evitando que fiquem arrepiadas e se levantem.
Seu grande aliado, na hidratação das cutículas, pode ser o azeite! Confira duas técnicas com esse ingrediente simples e poderoso.
1. Entre uma manicure e outra
Aproveite o momento da troca de esmalte para aplicar azeite de oliva extravirgem sobre cada cutícula, massagear e deixar agir por alguns minutos. Em seguida, lave bem com água e sabonete neutro. As unhas podem ser esmaltadas quando estiverem bem secas.
Outraformadefazerissoé aquecer um pouco de azeite no micro-ondas (apenas para ficarmorno)eaplicá-losobre as cutículas com o auxílio de algodão. Deixe agir por 15 minutos e lave as mãos para remover o produto.

2. Máscara noturna para cutículas
Quem precisa fazer uma hidratação mais power nas cutículas pode recorrer a uma máscara caseira de uso noturno. Basta misturar 1 colher (sopa) de azeite de oliva com 1 colher (sopa) de hidratante e aplicar sobre as unhas e cutículas antes de dormir. Remova o produto no dia seguinte.

Há um pouco mais de um ano, preparei uma festa de pijamas para a minha filha primogênita. Agora chegou a vez de fazer o mesmo para a minha caçula.
Na primeira vez, fiquei por semanas planejando em detalhes o que seria necessário para a decoração e especialmente para a diversão das mais de 15meninas que viriam. Dessa vez, dediquei-me da mesma forma, mas com um diferencial importantíssimo: sem tensão, preocupação ou qualquer tipo de fator estressante, no entanto, foi justamente isso que me deixou o tempo todo com a sensação de que havia esquecido alguma coisa.
Quando pensei o que poderia ser, me dei conta que não havia me esquecido de nada, apenas já havia passado por aquela experiência antes, sabia o que estava por vir.
A experiência nos prepara para noites do pijama e para muitas outras coisas também.
Pelo menos é o que achamos. Sim, porque o fator surpresa sempre está à espreita, esperando para aparecer quando menos esperamos. Pois é, mas por outro lado a experiência relacionada a vivências emocionais pode nos preparar ou despreparar para as próximas vivências que virão. Tentarei exemplificar. Se passarmos uma vida inteira enfrentando dragões, certamente estaremos muito bem preparados para enfrentar leões, mas como estará o nosso preparo para


lidar com as ovelhas?
Sim, a vida nos amadurece e nos proporciona experiências. Mas tenho cá para mim que há algumas coisas para as quais não estamos nada preparados e não importa qual a idade que tenhamos. Geralmente não estamos preparados para lidar com as nossas perdas, até porque elas assumem diversas faces. Sabemos que um dia todos irão partir, mas quando acontece parece-nos uma situação imprevisível. Sabemos que podemos adoecer, mas quando abrimos aquele exame que sempre esteve com tudo normal e descobrimos que a saúde nos foi furtada sentimo-nos tão impotentes que leva um tempo até que consigamos assimilar. Pequenas perdas, como perder a hora, o emprego, a paciência, a ilusão, a namorada, um brinco, as chaves, a carteira, a fortuna ou mesmo o juízo, são exercícios para praticar o desapego e refletir o que precisamos ganhar. Ganhar tempo, oportunidades, resiliência, novos sonhos, novos amores, outras moradas, coragem, ousadia e gratidão. Grandes perdas, essas sim, reservam para nós muito mais do que aprendizado. Perder pessoas, a segurança, a saúde ou a vontade de viver acontece para que ganhemos algo que só mantemos presente quando compreendemos o quão pequenininhos somos perante o todo. Acontece para que ganhemos fé. Fé na vida, em “nosso deus”. Fé em dias melhores. Aprender a ter fé é aprender que não temos o controle de nada que é verdadeiramente essencial. Precisamos de vontade para fazer acontecer o que está sob nosso controle, mas precisamos de fé para que possamos receber e viver com o que não está, até que a roda da vida gire outra vez.







Macacão é a peça-chave desta estação. Aparece em diversos estilos, tanto para ocasiões mais formais quanto para as casuais. A variedade de comprimento e corte faz da peça um item superversátil que se adapta a todos os tipos de corpo. O segredo está nos pés! A dica é combinar com um salto: fino, anabela, tratorado. Todas as peças você encontra na Lojas Dullius.





























Fala doutor
Bursite é a inflamação dabolsasinovial,uma estrutura cheia de líquido que fica entre um tendão e a pele ou entre umtendãoeoosso.Suafunção é amortecer e auxiliar no deslizamento dos tecidos. A doença podeseragudaoucrônica,com ocorrência mais comum nos ombros,cotovelosequadril.
Pode atacar também joelho, calcanhar e dedão do pé, além de outras articulações. A causa mais comum é a repetição de movimentos em determinadas articulações ou posições que possamcausardanosàsbursas.
Lançar bolas ou levantar algo sobre a cabeça repetidamente, apoiar-se nos cotovelos ou ajoelhar-se por longos períodos podemdesencadearcrises.Ficar muito tempo sentado, principalmente sobre lugares pouco confortáveis e com superfícies duras,tambéméperigoso.
Alguns bursas, como no joelho e cotovelo, ficam logo abaixo da pele. São esses os locais com mais risco de traumas que podem ocasionar bursite. Além do uso excessivo e crônico das articulações, a bursite também pode ser causada por traumas ortopédicos,processosreumatológicos, gota ou por algum tipo deinfecção.
Qualquer pessoa pode desenvolver bursite, mas, de acordo comespecialistas,algunsfatores podem aumentar o risco do surgimento da doença. Costuma ocorrermaisemidososoupraticantes de atividades que requeremmovimentosrepetitivos.
A professora de dança Chirlei Priscila Losekann, 31, começou a sentir os primeiros sintomas porvoltados12anos.“Asarticu-

lações mais afetadas são as dos ombros, sinto muito desconforto”, conta. Ela não costuma se medicar. “Nunca tomei remédios, embora hoje ache que vou apelarpraisso”,afirma. Entre os sintomas, estão dor nasarticulaçõesesensibilidade ao pressionar a região ao redor da articulação por um período maior do que uma semana; ri-

não consigo trabalhar
gidez e dor ao mover alguma articulação; inchaço, calor ou vermelhidão na articulação.
A cabeleireira Luciane Ludwg, 40, tem bursite faz seis anos. Ela acredita que a profissão, por demandar movimentos repetitivos, tenha colaborado para o surgimento da doença. Luciane já tem os movimentos do braço direito limitados e toma anti-inflamatórios. As dores mais agudas são no ombro. “Se eu fizer mais do que três escovas em um dia, no outro, não consigo trabalhar”, conta.
Ao procurar um médico, descreva os sintomas e esteja preparado para responder às perguntas que ele fizer.
O médico iniciará os procedimentos de diagnóstico com um exame físico completo, a fim de identificar as articulações lesionadas. Também fará uma análise sobre o histórico clínico do paciente. Depois, poderá solicitar al-
guns exames de imagem. O raios X, no entanto, não é capaz de diagnosticar bursite, mas pode ajudar a eliminar outras possíveis causas. Ultrassom e ressonância magnética são usados geralmente para realizar o diagnóstico. Além deles, testes de laboratório também podem ajudar.

As articulações mais afetadas são as dos ombros, sinto muito desconforto
O primeiro passo para o tratamento de bursite envolve medidas sugeridas por médicos, comorepouso,aplicaçãodegelo no local da lesão e uso de analgésico para a dor. Dependendo do paciente, essas medidas bastamparatratar.
Caso elas não sejam suficientes, o médico pode oferecer outras formas de tratamento. Se a inflamaçãoforcausadaporuma infecção,omédicoprescreveráo uso de um antibiótico. Ele também pode recomendar fisioterapia ou exercícios para fortalecer os músculos na área afetada para aliviar a dor e prevenir a reincidênciadadoença.
Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações dele e nunca se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem conversar com seu médicoantes.



por: LeilaFranz leilafranz@jornalahora.inf.br



Uma noite emocionante reuniu amigos, funcionários e parceiros da família Heineck, na semana passada, para o lançamento do livro que conta a história da Docile e o surgimento dos candies. A obra, com o título DocesSonhosqueEmbalamos, remonta ao século passado. Escrito por Tânia e Charles Tonet, conta a evolução e as histórias dos 80 anos dedicados aos doces pelo precursor Natalício Heinenk (in memorian). A coluna registrou alguns momentos.



Domingo,19, foi dia de reviver e cantar os sucessos dos Titãs desde o seu surgimento. Um dos mais expressivos grupos de rock nacional subiu ao palco do Teatro Univates e empolgou todos. O casal de Teutônia, Fernando e Raquel Schröer, teve acesso ao camarim e conheceu de perto os músicos. Giovani Bülow e Caroline Kreling estavam ansiosos para o show.



Ícone da Jovem Guarda, Erasmo Carlos embalou o público no Teatro Ceat, em promoção do Sesc. Os sucessos e o jeito brincalhão de Erasmo permitiram a entrega da plateia. As amigas Neí Araújo, Mayca Azambuja e Luciana Rotta assistiram ao show pela primeira vez. Cláudio Irion trouxe o filho Dimitri para curtir os clássicos do ídolo, assim como Luciane Scherer e Dinalva Lammel.
A semana foi intensa para a cultura musical. Nessa quarta-feira, 22, o Teatro Univates recebeu outro espetáculo, desta vez em tributo à Elis Regina. Camila Lopez e o Arrastão interpretaram os sucessos da cantora gaúcha. Os fãs reviveram as emoções de uma voz e personalidade ímpares.
A dentista Anelise Bruxel chegou cedo com a amiga Cristiane da Silva. Fernando Berner considera Elis uma cantora exímia e convidou a namorada Marcela Dadall para curtirem juntos a apresentação.



Agora como chefes de família, as mulheres assumiram das mais miúdas responsabilidades até as mais pesadas
Talvez a frase “Ô manhêêê!” seja uma das mais ouvidas nos lares brasileiros. Falamos “talvez” porque é impossível pesquisar quantas milhões de vezes essa expressão é dita todos os dias. E mesmo que a frase seja a mesma durante gerações, a família nunca esteve tão diferente. E essas mudanças têm responsáveis: as mulheres.
Pesquisa realizada pelo IBGE em 2015 indicou que 40% das famílias braseileiras são lideradas por mulheres. Em 2002, eram apenas 28%.
Conclusões prévias do instituto apontam a modificação da estrutura familiar para o empoderamento da mulher brasileira. “A queda da fecundidade, o aumento da escolaridade e a inserção das mulheres no mercado de trabalho produziram alterações nos arranjos familiares”.
O casamento também mudou
garantir desde um pedaço de terra, títulos de nobreza até alianças entre países. Ao longo da história, as características da união mudaram

Conforme pesquisa realizada pelo IBGE em 2015, 40% das famílias do país são lideradas por mulheres. Em 2002, eram apenas 28%.
de acordo com a conquista de direitos femininos. Para a professora Margarita Rosa Gaviria Mejía, a mudança da família ocorre em um contexto em que mulheres se libertam do modelo aprisionador de casamento e desenvolvem outras formas de relacionamento. “Há a libertação da mulher do papel submisso à autoridade do homem da família, como era no modelo de família patriarcal. Temos também um papel matriarcal agora”, afirma.
poraneidade, há um empoderamento da mulher. Ela ocupa um papel ativo no crescimento e manutenção das famílias, seja no âmbito

A sociedade passou por diversas fases quando o assunto é casamento. O matrimônio do século XIX, por exemplo, servia como moeda de troca. O homem poderia contemporaneidade, há um empoderamento da mulher. Ela ocupa um papel ativo no crescimento e manutenção das famílias, seja no âmbito doméstico ou no espaço de trabalho”
O direito de votar, a inserção no mercado de trabalho e a liberdade sobre o próprio corpo acabaram aos poucos por desprender o gênero feminino das obrigações matrimoniais.
A mulher, em boa parte dos casos, não depende mais financeiramente do parceiro. Ela pode trabalhar, se qualificar e se sustentar sozinha. O matrimônio tem se tornado uma relação desprendida da de subsistência.

doméstico ou no espaço de trabalho”, explica. A histórica e estatística responsabilidade e comprometimento da mulher com os filhos barganhou benefícios a ela. O programa Minha Casa Minha Vida, por exemplo, a coloca preferencialmente como beneficiária do imóvel. Isso porque nos divórcios, conforme pesquisa de 2011 do IBGE, a quantidade de mulheres que assumem legalmente a responsabilidade de cuidar das crianças é de 87,1%, frente a 5,3% dos homens. A guarda compartilhada ocupa 5,4% dos casos.
Margarita Rosa Gaviria Mejía
O crescimento do número de mulheres na chefia das famílias, analisa Margarita, relaciona-se com a mudança nas relações de poder entre os gêneros. “Na contem-
A questão não é de o homem ou a mulher chefiar a casa, mas sim de o casal ser sensato e escolher qual dos dois é melhor para desempenhar esse papel”
Simone Duarte
Inspirada no pai, Simone Duarte, 42, conta que assumiu a chefia da família de forma natural. “Eu sempre fui muito prática, gosto de ver as coisas prontas. Então, se precisa ou deu vontade, eu planejo, vou lá e faço”. Mãe de dois filhos, Rafael, 22, e Gabriel, 7, sempre procurou ser independente financeira e psicologicamente para garantir a ela e aos






filhos uma melhor qualidade de vida.
Ao refletir sobre o modelo de casamento da geração de seus pais, Simone fala que, apesar de o sistema patriarcal prevalecer, serviu de inspiração para que ela pudesse manter a família nos trilhos. “A questão não é de o homem ou a mulher chefiar a casa, mas sim de o casal ser sensato e escolher qual dos dois é melhor para desempenhar esse papel”, explica. Simone acredita que toda a mulher deve ser independente não só na forma de pensar, mas também de agir. “É claro que sempre existe diálogo sobre os novos projetos da família, como foi na aquisição da piscina e do carro, mas o planejamento e administração do dinheiro sempre foram meus. Eu preciso ter certeza de que tudo dará certo”, afirma.
O sistema matriarcal que vem se instalando se configura de forma diferente à do patriarcal. Os homens chefes de família sustentavam a casa e administravam as finanças, já hoje as mulheres acumularam funções. “Além do papel de administradora, nós continuamos com as funções de dentro de casa. Por vezes, isso é cansativo, mas para compensar eu me permito investir em mim mesma. Tudo o que eu quero eu planejo e consigo”, comemora.
Afirma que o planejamento é a melhor solução para a realização dos sonhos.“Eu não tinha nada, mas com trabalho, vontade, planejamento e atitude eu consegui, junto ao meu marido, trazer a minha família para uma realidade confortável de viver”, comemora.
Para Lourdes Coutinho, 54, de Estrela, chefiar a família não foi uma decisão. Com a morte do marido há 21 anos, ficou sozinha com dois filhos adolescentes. O marido era responsável pelo sustento da família, também administrava as contas e rotina. “Eu cuidava da casa e das crianças”. Depois de viúva, Lourdes começou a trabalhar e, pela primeira vez, experimentou a independência. “Ao mesmo tempo que era difícil, porque eu estava em uma zona de conforto, foi muito bom porque pude decidir quais seriam os próximos passos da minha família”. Hoje, com casa própria, faz viagens anuais a locais que sempre sonhou visitar. “A minha prioridade é viver e não acumular. Não me vejo mais fora da posição de chefe de família”, diz.



APRESENTA
Em frente à universidade, o Residencial Habitatus
necessidades cotidianas, seja para estudo, descanso ou para receber um pequeno grupo de amigos.
Assacadasdevidrocom churrasqueira permitem uma boa visão da universidade, nos andares mais baixos, e da cidade, nos mais elevados.
No pavimento térreo, foi projetada uma loja comercial de pequeno porte, com a concepção de ser ocupada por uma atividade voltada para atender moradores e usuários do entorno.
As vitrinas de vidro se voltam tanto para a frente quanto ao acesso do prédio, localizado na lateral à esquerda. O paisagismo é utilizado de forma a direcionar e distinguir a área comercial da residencial. Com um total de 1.833 metros quadrados, o prédio tem boxes de estacionamento. O Residencial Habitatus I foi concluído em agosto. Está localizado na avenida Talini, 220, no bairro Universitário.

Aarquitetura contemporânea, de linhas retas em contraste com o sólido da alvenaria e a leveza do vidro, explora a linguagem jovem e atual de seus futuros usuários: os estudantes universitários. Os 29 quitinetes, distribuídos em seis andares, prometem atender o estilo de vida contemporâneo dos jovens.
A vida atarefada, entre trabalho e estudos, foi preocupação da equipe de profissionais que desenvolveu o projeto. Os pequenos espaços são dinâmicos e se moldam às
A empresa responsável pela obra, a Habitatus Arquitetura e Construção, é lajeadense e já concluiu e entregou cem unidades. Entre seus profissionais, estãoosarquitetoseurbanistas André Luís Kieling e Patrícia Gregory, o técnico em Edificações Martim Azevedo de Macedo e as engenheiras civis Thais Cemin Dewes e Elizabeth Weis.
A empresa atua desde a concepção de projetos arquitetônicos e complementares residenciais, comerciais e institucionais, execução e administração da obra, incorporação imobiliária, assessoria comercial e otimização do negócio, entre outras atividades relacionadas à área da arquitetura.








