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AH - Você | 17 e 18 de dezembro de 2016

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Arremate de pano

A professora Karla Engster dedica parte do tempo para confeccionar bonequinhas de costura. Nesta época do ano, as “costurinhas” ou “arteirices”, como costuma classificar, dividem espaço com as provas e trabalhos de alunos. Mesmo assim,encontratempopara o hobby. Não se considera

Inspire-se

Quem lhe inspira e influencia?

Trabalhos manuais fazem parte da minha vida desde a infância. Minha avó sempre desenhou comigo. Depois vieram as agulhas, crochê, tricô, tear, ponto-cruz, tapeçaria, macramê. Aprendi até a pintura folk, mas cheguei nas costurinhas. O início foi despretensioso. Entre ser mulher, mãe, professora e gestora de escola em Porto Alegre, em 2005, resolvi fazer os cursos de trabalhos manuais que sempre tive vontade.

Você parou por um tempo? Acabei guardando todo o

QUEM FEZ ESTA EDIÇÃO voce@jornalahora.inf.br

nem artista nem artesã. As inspirações vieram com o exemplo da avó. O interesse em aprofundar algumas técnicas surgiu há 11 anos. O aumento das demandas diárias impossibilitou que continuasse. Apesar de ter guardado tudo, resolveu abrir a caixa novamente e recomeçar.

material dos cursos em caixas, que foram abertas faz uns 4 anos. A partir daí, fui retomando o hobby nos fins de semana e à noite, como autodidata. Quando conheci o Arte na Praça, há dois anos, me encantei. Estava num momento de muita introspecção e coloquei como meta para sair da situação.

O que a arte faz por você? Ter um hobby é a melhor coisa que uma pessoa pode fazer por ela mesma, independente do que seja. Desde colecionar objetos, tocar instrumentos, cantar, fazer algum trabalho manual, pegar o carro e sair por aí, escrever ou ler, cuidar de uma planta.

Qualquer coisa que nos tire da rotina, do acorda, trabalha e dorme. Para mim, um hobby é o encontro consigo mesmo, uma forma de meditação e também de expressar e extravasar o que estamos sentindo.

O que mais lhe atrai na prática?

O que me atrai é exatamente a abstração dos problemas do cotidiano quando se está envolvido com um hobby. Tem dias que chego em casa exausta da rotina, do trabalho, tem o terceiro turno com os afazeres da casa e filhos, mas, no momento que sento e começo a costurar, criar moldes, tudo fica de lado. Toda a energia ne-

gativa da correria desaparece. As cores dos tecidinhos e a paciência dos pontinhos vão aos poucos ajudando a relaxar e tudo se transforma.

O que tenta transmitir ao público?

Tenho sempre comigo que, para fazer um trabalho manual, tenho que estar me sentindo bem, pois coloco muito da minha energia nele. Então, ao sentar para costurar, pintar ou finalizar um trabalho, procuro pensar em coisas boas e não tenho dúvidas de que tudo isso aparece nos relicários e em tudo mais que faço.

Comoconciliaasprofissões?

Sou professora de inglês e

o hobby também me fez ser mais disciplinada com as demandas da escola. Colocar limites nos horários dedicados a cada uma das atividades é bem importante, mas para o hobby acabam sobrando as noites e os fins de semana. Na verdade, quando faço um relicário, um patuá, um joguinho ou qualquer outra peça, procuro colocar muito amor. Pelas mãos que permitem executar cada ponto, pela sensibilidade na combinação das cores. E, acima de tudo, penso na pessoa que vai receber o que estou confeccionando. Tenho um carinho muito grande pelos relicários de santos e Jogos da Velha para as crianças.

Direção Editorial e Coordenação: Fernando Weiss - Produção: Taciana Colombo, Anderson Lopes e Carolina Chaves - Arte: Gianini Oliveira e Fábio Costa - Foto de capa: divulgação - Tiragem: 7.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística)

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Por mais afeto no Natal

Psiquiatra aconselha vivenciar o período à sua maneira para manter as emoções positivas

Compras, supermercado lotado, compromissos sociais, crise e trabalho extra antes das férias são alguns dos fatores de ansiedade durante o mês de dezembro. O período, considerado um dos mais estressantes do ano, vem saturado de tensões sociais e financeiras. O problema está nas marcas e lembranças de cada um conforme as experiências. “O fim do ano tem a característica de ser um fechamento, a preparação para um novo ano. Isso pode ter muitos significados para cada pessoa”, explica a psicóloga e psicanalista Rebeca Katz. Segundo ela, misturam-se expectativas e tudo passa a ter um outro olhar. “Ao mesmo tempo, precisamos lidar com a frustação de que o ano nem sempre foi como gostaríamos, de correr para dar conta do que falta para fechar o ano e para organizar a última semana do mês”, comenta. “Assistimos

a propagandas de Natal lindas e, muitas vezes, não nos sentimos parte daquilo. Simplesmente estamos exaustos.”

Comer, rezar e amar Para a psicanalista, não existe uma fórmula mágica para lidar com o fim de ano. “Seria como inferir nas crenças e marcas de cada pessoa. Tudo depende de um contexto.” A data é marcada por rituais culturais. “O Natal é uma festa para que se siga ações socialmente aceitas, como estar em família, juntar-se com pessoas que amamos, trocar presentes, rezar e comer, mas, como somos todos seres humanos, a vida nem sempre está assim.”

O fim de ano seria melhor aceito nas condições de cada um. Permitam-se vivenciar como melhor lhes convir, tentar se encaixar em padrões sempre será tenso e sofrido” psicanalista Rebeca Katz

Grana curta para os presentes, brigas entre parentes, e o cansaço, podem desmotivar os encontros. Há também as lembranças que causam marcas profundas, como perder alguém nesta época. “O fim de ano seria melhor aceito nas condições de cada um. Permitam-se vivenciar como melhor lhes convir, tentar se encaixar em padrões sempre será tenso e sofrido.”

Conforme Rebeca, quanto mais desconhecido for o excesso, mais intenso ele será, assim como quanto menos conhecido forem os motivos de tensão e sofrimento, maior será a tendência das perturbações aparecem no corpo, como dores ou angústia.

Colocar tudo na balança

Segundo a especialista, fazer um balanço é sempre válido. “O ideal seria que fosse realizado mais vezes por ano. Deixar tudo para o final torna inevitável a frustração frente ao desequilíbrio.” Ela aconselha pensar mais durante o ano. “Faz com que se torne conhecido o que é nosso e quanto mais se conhece de si mesmo, menos as perturbações criam sintomas.”

Se as férias forem almejadas, como uma “salvação”, sendo a única coisa importante durante todo o ano, as expectativas sobre esse momento aumentam. “Ao desconsiderar outros períodos tão importantes quanto, provavelmente o resultado será o desapontamento.” Para Rebeca, férias são boas para dedicar-se um tempo a si mesmo. “Pode ser uma viagem exuberante ou alguns dias acordando mais tarde e passando o dia no sofá. Assim como todos outros períodos do ano, o tempo deve ser vivido e não simplesmente passado.” Ansiedade

Rebeca aconselha fazer um balanço durante vários momentos do ano para evitar a frustração
ANDERSON LOPES

Sociedade

Brinde à lenda

O Lendário Pub inaugura ambiente inspirado nos típicos bares ingleses. O local projetado pelo arquiteto Michel Reis Eberharth, da Espaço 3, já nasceu para os encontros entre quem aprecia o melhor do blues, jazz, rock clássico, e também adora degustar uma boa cerveja.

Abre-portas prestigiado

Bel Inácio recebeu convidados no abre-portas da loja Carmen Flores, em endereço bem pontuado, na Benjamin Constant, Lajeado. No evento do dia 8, a fundadora que dá nome à marca – e mãe da empresária Bel, assinalou seu apurado bom gosto ao contar a história sobre a loja especializada em móveis. A Carmen Flores também está presente em Porto Alegre, Grama-

FOTOS TACIANA COLOMBO
Ivana Lazarron Pereira e Mateus de Souza
Eduarda Maioli e João Luis Giovanella
Carmen e Bel Inácio
Mauro Gasparotto e Pedro Katz
Daiana e Carla de Quadro
Rafaela Bastian e Felipe Braun

Parceria celebrada

André Damiani foi anfitrião de um encontro entre Florense, clientes e arquitetos. A festa para valorizar e agradecer aos parceiros do ano, na terça-feira, teve como cenário a loja de Santa Cruz do Sul. Para embalar a noite, os colaboradores da marca das praças dos Vales do Taquari e Rio Pardo prepararam detalhes com toda a elegância da cultura alemã, das guloseimas ao décor.

Isabela Kuhn e Jaqueline Demamam
Cristiane Bergesch
André Damiani com Ana Cláudia e Giancarlo Bervian
Ana Izabel Bergamaschi e Danieli Mior
Juraci e Carla Nicaretta

Pub: um lugar, várias possibilidades

Bares de origem britânica tornaram-se sucesso na região. O formato atrai diferentes públicos

Sair à noite para encontrar os amigos e jogar conversa fora é uma das vias de escape para o estresse e correria. De origem britânica, os pubs têm sido os locais preferidos para esses encontros. No país, a opção já se tornou febre. O Sebrae estima que haja mais de dez mil estabelecimentos do tipo instalados por aqui.

A região não deixa a desejar. Principalmente em Lajeado, há um movimento intenso nesse sentido. As características gerais desses ambientes são as mesmas: arquitetura e mobiliário inovador, bebidas geladas, petiscos diferentes e boa música. Porém, cada um tem os seus detalhes, que atraem diferentes públicos.

A estudante Chanaele Wulrlitzer, 25, busca tranquilidade. “Na maioria das vezes, vou a pubs para encontrar amigos e beber. É uma boa opção pra

Fazer novas amizades, encontrar os amigos para beber e bater papo é o que move Theilis Gasparotto a frequentar os pubs da cidade relaxar no final do dia.”

Já a projetista de móveis, Luisa Sbaraini Freitag, 22, procura novas amizades e diversão.“Gosto da diversidade de pessoas. A cidade universitária tem

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essa característica.”

Com presença confirmada nos pubs, quintas e sextas-feiras, Theilis Gasparotto, 19, afirma que as opções de atividades num mesmo lugar são o que

mais lhe chamam a atenção. “Os pubs sempre estão cheios, sempre conhecemos pessoas novas. Podemos dançar. Além de ter a opção de bebidas e comidas.”

ANDERSON LOPES

Pioneiro

Um dos primeiros bares de Lajeado no estilo pub foi criado faz cinco anos, dentro do Tombado.

A ideia surgiu como uma forma de agregar valor ao restaurante. “Torná-lo mais alegre”, explica Monica Mocellin, proprietária do local em conjunto com Adriano Alberton.

Como o ambiente é interligado ao restaurante, tornou-se comum as pessoas jantarem e depois aproveitarem as baladas do pub, nos mais diversos ritmos.

A iluminação baixa, somada à variedade de bebidas e música animada – sempre ao vivo – atrai, principalmente, jovens que estudam e trabalham na cidade. “O público busca encontrar amigos no pub, curtir uma boa música e dançar.”

Para Mônica, ao longo do tempo, o negócio mostrou-se sustentável e atemporal. “O pub tem dado muito certo. Estamos sempre em busca de novidades para melhorar cada vez mais.”

Familiar

Baseado no estilo viking, o Torden Pizza Pub está instalado faz cerca de quatro meses na cidade. Foi criado por Kiko Decker, Fernando Henz e Juliano Schwambach com o intuito de trazer algo original à cidade. “ Queríamos um local onde tivéssemos a liberdade de criar.”

Como o próprio nome diz, o Torden promove um misto entre pizzaria e bar. Ainda tem outros diferenciais, como um ambiente específico para as crianças.

O objetivo é atrair as famílias.

“Nosso intuito é proporcionar às pessoas uma experiência nova”, afirma Kiko.

O público gostou tanto da novidade que nos dois primeiros meses o estabelecimento não conseguiu atender a todos. Agora, o movimento foi normalizado.

Kikoacreditaqueomaiordesafiodos pubs é mudar a cultura. Apesar da demanda, ele observa que as pessoas não têmocostumedesairduranteasemana. “Mas já está melhorando. Nosso negóciosuperouasexpectativas.”

Situado na avenida Acvat, o Bar Marreta é a realização de um sonho antigo. Rodrigo Kober é um dos proprietários e conta que a ideia de ter um bar próprio surgiu na adolescência.

Mas, somente depois de trabalharem com vendas, no ramo imobiliário e na construção civil, ele e o irmão Wagner apostaram na ideia. Colocaram a mão na massa, de fato, e ajudaram a demolir e reconstruir o espaço onde foi instalado o bar.

A obra durou oito meses e meio e deu cara ao novo negócio. “Buscamos transmitir originalidade, aproveitar coisas que estavam sem uso e dar uma nova função a elas.”

Todos os detalhes foram pensados com base no ambiente que eles gostariam de frequentar. “O público de nossa cidade e região conhece e quer apreciar esse tipo de ambiente e produto”, acredita Kober.

Depois de alguns meses, ele vê um futuro promissor para o pub.

Original Requinte

Um novo pub foi inaugurado nessa quinta-feira. O Lendário Pub, instalado no Comercial Garden Open Mall, na BR-386, foi inspirado em um típico bar inglês.

A ideia é dos amigos Vinicios Bellini Foletto, Deise Barbosa Foletto e Fernanda Mattes. Inicialmente, eles tinham o projeto de um bar num container, o que não deu certo.

Após um período sem expecta-

ideal. “O sonho acordou.” No Lendário Pub, eles pensam em atender um público nobre e exigente. “Identificamos um nicho de mercado grande. Então, resolvemos investir”, comenta Fernanda.

Depois de dez meses em obras, o local abre as portas como mais uma alternativa para a diversão.

Além da variedade de bebidas e petiscos, a casa terá como marca a música ao vivo, nos ritmos blues,

Existente faz cinco anos, o Tombado Pub foi um dos primeiros na cidadeCom diversos ambientes, o Torden visa atender a família
O Bar Marreta foi idealizado a partir de um sonho entre amigosO Lendário Pub foi o último a ser inaugurado na cidade

Natal de dentro pra fora

Sabe, teve um tempo em que o tempo passava mais devagar. Doze meses na minha infância pareciam muito mais longos do que 12 meses na minha vida adulta. Dei-me conta disso quando minha filha perguntou-me em pleno novembro se já era tempo do Papai Noel chegar. É...os rituais mudaram. Agora é o comércio que chega anunciando prematuramente que o Noel está rondando. Ainda assim, acredito que algumas famílias mantêm antigos costumes, como aquele de fazer a grande limpeza de fim de ano. Momento em que as cortinas, janelas e telhados eram lavados. Toda a poeira, sujeira ou manchas eram removidas de onde quer que estivessem. Algumas situações eram difíceis e outras nem tanto. Também era tempo de irmos ao sótão e porão de nossos lares para que remexêssemos em tudo e descartássemos o que não era mais útil, abrindo espaço para as novas quinquilharias que se acumulariam no próximo ano. Depois da limpeza geral, era chegada a hora de montar a árvore. Hoje esse ritual ainda existe, mas por aqui as árvores naturais que nos espetavam tanto cedem espaço para as artificiais. Sem dúvida, excluso o apelo ecológico, eu preferia os pinheiros naturais. Por quê? Porque sempre eram diferentes, nunquinha um era igual ao outro e todos, para que mantivessem aquele ar natural, acabavam mesmo tornando-se o centro das atenções da família. Para galhos murchos? Aspirina na água (nunca soube se aquilo realmente funcionava). A árvore estava torta. Ajeitavam-se as pedras dentro da lata. Ah...outro ponto importante: observar e deixar aparente o lado da árvore que teria menos espaços desgalhados. Quanto às bolas, essas quebravam e eram muito coloridas. Na base da árvore de Natal, construíam-se aldeias e presépios. A neve era representada por algodão e o menino Jesus só aparecia no presépio no dia 25, quando “nascia”. Depois de tudo pronto, a missão seria alertar as crianças para que não tocassem os objetos que decoravam a árvore. Afinal, não eram descartáveis. Continham memórias de vários Natais.

Nossa! Escrever sobre isso me emocionou e fez pensar. E se decidíssemos fazer conosco o que fazíamos com as nossas moradas? Que tal viver o Natal de dentro pra fora iniciando o mês de dezembro com uma grande limpeza interior que busque remover tudo aquilo que já não serve mais, abrindo espaço para as novas experiências que o novo ano oferecerá. Reflita comigo: Como viver um novo amor se o apego ou o rancor ainda te ocupam o coração? Como alcançar o bemestar, a saúde ou mesmo o peso desejado se ainda mantivermos os velhos hábitos? Como dar espaço para a felicidade se a tristeza não der trégua?

Acessar os nossos porões (inconsciente) e sótãos (consciente) abrindo cada caixa é uma experiência renovadora. E o que pode combinar mais com o Natal do que renovação, recomeço, renascimento?

Clima de Natal É

dezembro e começam os preparativos para os festejos de fim de ano. Para criar um clima natalino na casa, bastam alguns detalhes. Aposte em arranjos de mesa. Toalhas de banho e de mesa também fazem a diferença. Os presentes podem ser encontradosemkits,que facilita a escolha. Vale pensar em algo bonito, mas também funcional.

E depois? Decore a sua árvore. Escolha o que você buscará manter consigo. Amor ou ódio? Perdão ou rancor? Coragem ou medo? Paciência ou intolerância? Autopiedade ou aprendizado? Talvez um pouco de cada, mas, lembre-se, quanto mais cor melhor.

Raquel Winter renascim E De cia? Aut do? T mas, cor

cronicasraquel@gmail.com

1|Porta-toalhas, bandeja de cobre e toalhas temáticas de Natal, da Heilly
2|Arranjo de Natal com velas, da Heilly
3|Pratos brancos e vermelhos, da Heilly
4|Toalhas de mesa natalinas, da Heilly
5|Almofada branca Feliz Natal, da Heilly
6|Kit presente de Natal com odorizantes de ambiente, da Heilly

Temporada leve

Nada melhor do que adotar um visual descontraído e com zero de caretice nas festas de fim de ano. Para celebrar com os amigos até o sol raiar, a dica é combinar peças leves, que carregam o perfume da temporada de verão.

Roupas: Loja Tribo/Modelos: Karina Stein Cenci e Zélio Kunz Júnior/Styling/Fotografia: Douglas Petry Conteúdo Criativo/Locação: Open Decor/Vestido Mob, bolsa

Ela: Blusa Triton, short Rosa Chá, sapatilha Melissa Ele: Camisa e bermuda Coca Cola Jeans
Ela: Blusa John John, calça Triton, sandália Melissa Ele: Camisa Triton e calça John John
Vestido e coroa Rosa Chá
Camisa Coca Cola Jeans, bermuda Triton
e sandália Melissa

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