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Na rua Ataulfo de Paiva, um dos endereços mais movimentados do Leblon, no Rio de Janeiro, as lajeadenses Carla Faedo e Gabriela comandam um estabelecimento especializado em fast-food saudável, o Verdin. De lá, sai comida fresca, em embalagens bonitas e funcionais, que abastece vários bairros da cidade. Lajeadenses e amigas desde a infância, residem faz mais de uma década no Rio. Carla é nutricionista e Gabriela se divide entre o marketing e a carreira de atriz. Com o músico Marcos Suhre, marido de Gabi, acabam de inaugurar mais uma filial da marca no São Cristóvão, bairro com referência industrial e comercial.
De os olhos voltados para quem não tem tempo a perder, os sócios resolveram apostar no lema de que a comida saudável deve virar rotina. Do serviço à embalagem funcional, tudo é feito com o máximo de carinho. “O Verdin tem como propósito trazer um
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Carla Faedo e Gabriela Munhoz celebram a parceria de sucesso com o Verdin, uma rede de comida pronta para consumo no Rio de Janeiro


Editorial e Coordenação:
e Carolina
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Paralelo ao trabalho do Verdin constan nico em domicílio. Ainda t como o humorista Didi. “ eu nutro carinho e admir educaç disciplina ra alime e o que me







Paralelo ao trabalho do Verdin, Carla mantém cientes sob vigilância constante, com atendimento nico em domicílio. Ainda trabalha para celebridades como o humorista Didi. “Por todos meus eu nutro carinho e admiração. Tomar a iniciativa mudar a própria educação alimentar é passo, para disciplinados e corajosos.” É avessa ao radicalismo “Ensino aquele alimento é feito, de e o que causa no corpo. mentos, invento cretas.”
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é nutricionista e atende famosos
mantém seus paatendimento clícelebridades meus pacientes iniciativa de é um grande corajosos.” “Ensino como de onde vem corpo. Trago alireceitas se-
Você–Oquelheinspira nopreparodocardápio?
Carla Faedo – Principalmente as lembranças de comidas que me marcaram, da nostalgia de sabor. Sempre guardo para um dia usar. Uso ingredientes frescos, que surgem na minha frente, as combinações que descubro na rua.
ComoévivernoRiode Janeiro?
Carla – O Rio sempre deu
oportunidade para todas as minhas vontades. Podia estudar na praia ou sair do trabalho e ir tomar banho de mar. Me rendi aos deveres em conjunto ao prazer.
Comoéseudiaadia?
Carla – Respiro Verdin. Costumo dar uma caminhada na praia antes de ir trabalhar e depois vou para o Verdin com maior demanda. Cozinho, testo pratos, coordeno, treino, experimento de tudo. Tomo um suco de

lado prático para a alimentação. Buscamos levar ao grande público uma comidinha simples, feita no dia, sempre pronta para consumo”, diz a nutricionista.
A marca nasceu da necessidade de ter acesso à comida variada, equilibrada, pronta e sem ser congelada, que lembrasse a da mamãe. “A demanda da nossa rotina envolvia um megaplanejamento de cardápios para poder alimentar-se bem”, conta Gabriela.
Carla trabalhava com culinária em domicílio. Ouvia reclamações e desabafos sobre como é difícil manter um
abacaxi atrás do outro. Depois ainda dá tempo de curtir um pôr-do-sol com meu marido.
Gabriela se divide entre o trabalho na Verdin, aula de dança, ou se exercitar. “A gente trabalha muito com
time. Fico entre reuniões de equipe, de gestão da marca”. Para ela, um dos motivos de alegria é ver a marca sendo admirada. “Ver a marca em expansão dá uma trabalheira gigante, mas a gente fica numa alegria só!”
Como é trabalhar com a Carla?
Gabriela – Ter a Carla, minha melhor amiga, de um lado, e o Marcos, meu marido, do outro, é a melhor escolha que já fiz na vida. Estar no meio deles é meu lugar favorito no espaço. Eu agradeço todos os dias não só por tê-los escolhido, mas por ter sido escolhida por eles também. Sou

planejamento alimentar por mais de uma semana. Depois de uma viagem, trouxeram uma ideia que atenderia de maneira prática a vida saudável que eles buscavam: os restaurantes tipo grab´n go. “O Verdin foi a resposta que encontramos para nossa vontade, com uma pitada de criatividade”, conta Gabriela. Na abertura, os sócios investidores eram os pacientes atendidos por Carla. “Viraram amigos e agora são sócios operadores”, conta.
O Verdin é contra qualquer tipo de desperdício. “Todos os alimentos que as pessoas cos-
Buscamos levar ao grande público uma comidinha simples, feita no dia, sempre pronta para consumo”
Carla Faedo
muito fã do trabalho deles e eles são minha melhor companhia. Então, me sinto muito privilegiada! Já me peguei olhando para ela em meio a um dia corrido de trabalho e me emocionando com essa parceria que a gente tem.
O que esperar do Verdin para este ano?
Gabriela – Estamos em um momento grande de expansão. Temos espaço suficiente para atender todos braços que queremos. Estamos entrando com uma parceria forte com a Reserva. A proposta é promover uma baita experiência para o homem consumidor da roupa.

tumam jogar fora, para o Verdin, rendem um maravilhoso caldo de legumes, que vai hidratar nossas comidinhas com todos nutrientes que temos direito”, lembra Carla.
Os clientes da marca são apaixonados pelo sagu de coco com manga, a granola e a farofa de castanhas. Também fazem o maior sucesso as saladas no copo. “São uma refeição completa, já que une proteína, carboidratos complexos, legumes, verduras e oleaginosas.”
A cozinha industrial no bairro São Cristóvão prepara as “marmitinhas saudáveis”, o
cardápio e a operação de eventos e produtos para pontos de venda. Em dezembro, os sócios também firmaram parceria com a Greenpeople, uma marca de sucos cariocas prensados a frio. “Criamos e produzimos as saladas para revenda nas lojas distribuídas em oitos pontos”, explica Gabriela. Nesta semana, outra boa notícia ganha forma: o Verdin lança parceria com a marca de roupas masculinas Reserva do bairro São Conrado. “Na loja teremos nossos produtos no mesmo esquema que temos em nossos restaurantes, comidinhas fresquinhas e prontas para consumo. O cliente vai poder fazer suas compras enquanto faz um lanche”, comenta a atriz.
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Ortopedista avalia os tipos de pisada e suas consequências à prática da corrida

Aprática da corrida traz benefícios físicos e mentais.
ções cardíacas e respiratórias. Também reduz a pressão arterial. Porém, exige que o praticante esteja em plena condição de treino. Caso contrário, pode desenvolver lesões por conta da sobrecarga e do esforço repetitivo.
Entre as mais comuns, estão as inflamações no tendão fibular, que fica na região lateral do pé, além dos ligamentos do tornozelo, nos músculos das pernas e no trato iliotibial. Esse abrange a região lateral da coxa, que segue da altura da cintura pélvica até o joelho.
Segundo o ortopedista Jamil Barghouti, eventualmente pode haver dores na região interna do joelho por
Apoiadores Fala, Doutor

conta da compensação do desnível, no caso do quadril. “A lesão mais comum é a bursite trocantérica, uma inflamação que ocorre na

“A sobrecarga gera má distribuição da força.
Jamil Barghouti


bolsa localizada na região lateral. Tem a finalidade de diminuir o atrito entre os tendões e os músculos.”
A gerente de marketing da UseFashion, Vanessa Faccioni, começou a correr em 2008 incentivada pelo personal trainer. “Logo peguei gosto: é fácil de progredir e democrático”, conta. Entusiasmou que também conquistou a mãe Vânia. Logo as duas já estavam praticando as provas de ruas. “Depois que se cruza a primeira vez uma linha de chegada, não tem mais como parar.”
Apesar da paixão, a lajeadense precisou parar o treino em 2015, devido a uma forte dor no joelho direito. “Por causa da dor, comecei

Supinada
Concentra a maior parte do apoio na borda externa do pé. Pode ser reconhecida pelas pernas arqueadas, estilo cowboy. “Dependendo do nível de supinação, porém, esse desvio postural pode sobrecarregar as articulações dos pés, joelhos e quadril.” Esse tipo de pisada força, principalmente, os tendões e ligamentos localizados na área do tornozelo. Também é perigoso ainda para a região das pernas e quadril.
Pronada
A pisada ocorre com apoio da borda interna do pé. Conhecidacomo“pisarparadentro”,geralmenteacompanha o famoso “pé chato”. “Pessoas com essa pisada têm joelhos curvos para dentro e podem sentir dores na parte de dentro.” Para evitar esse problema, o corredor deve utilizar um calçado adequado para a prática. A necessidade depende do nível de supinação ou pronação.
Caracteriza-se pelo apoio uniforme do pé no solo, não apresenta desvios rotacionais nem para dentro e nem para fora. “Por indicar um bom arco plantar, favorece a distribuição homogênea da carga corporal.”
Tratamento
Envolve o alongamento e fortalecimento dos músculos laterais. “A correção pode ser feita por meio de exercícios funcionais, reeducação postural, entre outros.” A indicação deve ser prescrita e acompanhada por um profissional da área. “A avaliação do tipo de pisada pode ser feita por baropodometria.”
a fazer reforço de musculação, algo que não gostava por achar muito repetitivo. Fazia pilates e fisioterapia.” Uma pausa de dois meses nos treinos foi necessária. “Me tratei com técnicas de osteopatia, digito-pressão e usando bandagem.” Voltou a correr em 2016. Agora percorre até cinco quilômetro, com planos para aumentar, de forma segura, o ritmo e a distância. O próximo desafio é participar de uma maratona.

Para Vanessa, a corrida faz muita falta. “Quando preciso parar, sinto saudades daquele momento meu, que libera do estresse e problemas. Já resolvi muita coisa correndo!” A sensação de “missão cumprida” de “eu posso” também são sentidas. “A corrida me dá força, por isso, hoje não exagero e não largo o trabalho de reforço. Só quem corre sabe o quanto a gente sente a privação.”



Atora lajeadense Nice
Porto resolveu buscar aprimoramento pessoal e profissional no exterior. Desde o ano passado, reside em Bankok, na Tailândia. Em busca de novos timbres, extrai experiências por meio do contato com pessoas que produzem música no local.
Apesar do calor intenso, semelhante ao do Brasil, a cultura e a língua da cidade causam estranhamento. “O tailandês é muito difícil de se aprender. Fala-se o inglês.”
Nice também ficou impactada com a questão da segurança. “As leis são muito rígidas e as prisões violentas.” De outro lado, o culto ao budismo e o comportamento do povo encantam. “A união entre eles é muito forte. São alegres e brincalhões”, conta.
Pelas ruas de Bangkok, há uma profusão de aromas e sabores. A cada metro, há uma carrocinhadecomida.“Apopulação tem o costume de comer fora. O custo é mais baixo e os negócios desse ramo se proliferam porque é uma opção de trabalho para quem não pode contar com a aposentadoria.”
Por não haver um plano de previdência, há muitos
senhores de idade nas ruas.
São sapateiros, costureiros e cozinheiros. “Me deixa triste vê-los trabalhando.” A saúde pública também incomoda. “Há muitos ratos pelos bueiros e cachorros doentes, que transitam livremente.”
Para Nice, a beleza arquitetônica da Tailândia é indiscutível. “Tudo é muito colorido.”
Quanto ao lazer, Bangkok oferece o que se pode imaginar.
“Danceterias24horas,casasde shows,baresemrooftop,como o famoso bar e restaurante Red Sky,no56ºandar.Restaurantes na beira do rio e panorâmicos, com toda a gastronomia do mundo, onde as frutas são estranhas, porém, deliciosas.”
Na Ásia, Nice conheceu parte do centro da Tailândia, Pattaya, a ilha de Ko Larn e o litoral de Chombury. Além disso esteve no Laos, país ao norte. “Tive o privilégio de estar no país num momento histórico, quefoiamortedotãoquerido rei, Bhumibol Adulyadej, em outubro do ano passado. As pessoas usaram roupas pretas até três meses da morte para expressar seu por luto.”
Assim como a romancista Liz Gilbert, autora do best-seller Comer,RezareAmar, Nice

A lajeadense assina a direção musical e trilha sonora do filme Do que te Lembras, Maria?, de Mara Salla. A obra foi selecionada para abertura da mostra de talentos brasileiros em galeria de artes em Firenze, na Itália. A exibição será ao ar livre. “Cantarei a trilha sonora ao vivo, durante a exibição do filme. Estou feliz demais com essa grandiosa oportunidade.”


vivenciaumatemporadasobos prazeres da Itália. “Quanto à la bela Itália, estou vendo a neve pela primeira vez, como uma bambina”.Estaéasegundavez que a cantora circula pelo país. “Estou no norte, onde o visual e a beleza das montanhas rou-
bam a cena e me deixam apaixonada e inspirada.” Por lá, circulou pelas cidades de Torino, Liguria, Finale Ligure, Genova, Pinerolo, Biella e Brusnengo. “Tive oportunidade de cantar Ave Maria, de Scubert, numa igreja muito antiga de mais de
mil anos em Rovasenda, numa cerimônia de batizado. Guardo com carinho”, lembra. Na Itália, onde cumpre uma temporada, sobra tempo para compor, ensaiaredarauladetécnicavocale canto. “Faço conferências pela internet com meus alunos.”
Estúdio Frente é um dos cinco selecionados para publicação internacional dedicada ao design gráfico brasileiro
OEstúdio Frente, dos sócios Rodrigo Brod, Germano Redecker e Vagner Zarpellon, foi selecionado para participar da edição de fevereiro da revista alemã Novum WorldofGraphicDesign, dedicada ao Brasil. A Novum é uma das mais importantes e antigas publicações sobre design gráfico do mundo, editada desde 1924.
A publicação traz alguns dos principais trabalhos do Frente e uma entrevista com Rodrigo Brod. Além de sócio, Brod é professor e coordenador do curso de Design da Univates. “Recebemos o convite no fim do ano passa-
do, mas a informação sobre o contexto desta edição, dedicada ao design brasileiro, e a presença de apenas mais quatro estúdios além de nós, nos surpreendeu e nos deixou muito felizes.”
A capa, assinada por Gustavo Greco, brinca com palavras que só existem no português falado no Brasil. As diferentes facetas do país também aparecem nas ilustrações de André Bergamin e nos textos de Chico Homem de Melo sobre a rica cultura brasileira no design. Ilustrações com os produtos da agência estampam a matéria do Frente.
As páginas dedicam espaço ao trabalho da Casa Rex, escritório do designer Gustavo Piqueira, que já esteve em Lajeado. Ele participou de uma aula inaugural do curso de Design da Univates. Também são contemplados os estúdios Abracadabra, ChiapaDesign e Elefante. O Frente, no entanto, é o único situado fora do eixo das




grandes capitais brasileiras. “O título da matéria, ‘nadando contra a maré’, não poderia ser sido mais apropriado”, lembra Brod.
O Frente também já participou de outras publicações nacionais e internacionais da área, como a revista ComputerArtsBrasile livros dedica-
dos a projetos de identidade visual e design gráfico, áreas que são foco da empresa.
No ano passado, a tipografia
Frente H1 foi utilizada pela série estadunidense Roadies, de Cameron Crowe, nos títulos e créditos dos episódios.
A Novum define a edição dizendo que “um vibrante la-

ranja convida nossos leitores para uma jornada ao Brasil.”
A publicação vai atrás dos bastidores de diversos estúdios brasileiros e diz que “não importa se grande ou pequenos, todos produzem excelente design e suas soluções são tão diversas e multiculturais quanto o próprio país.”

