











Por dentro das


Páginas 12 e 13










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a retomada de uma prática de infância, Cristian Lorenz, Cristiano e Rafael Schmitt, amigos e sócios na empresa Tendence, de Cruzeiro do Sul, resolveram montar um barco para navegar pelos rios e lagos do estado. “Lembramos de quando éramos pequenos e nossos pais nos levavam para pescar. Eram momentos especiais.” A ideia é navegar pelos Taquari, Jacuí, Guaíba e transitar por onde as correntezas levarem.
Quando pronto, o barco terá
QUEM FEZ ESTA EDIÇÃO voce@jornalahora.inf.br
cinco camas, cozinha, banheiro e geladeira. Diferentemente do projeto original, decidiram utilizar material personalizado, com layout interno mais trabalhado.Masfoiprecisomantera parte externa e a forma como o barco se desloca iguais ao projeto original. “Nosso foco é fazer um barco de qualidade.” Depois de um ano e meio, quando o grupo iniciou a montagem, a intenção é ter o barco pronto até o próximo inverno. Ainda falta legalizar e registrar o veículo, para que possam navegar sem impedimentos.
Nosso foco é fazer um barco de qualidade.”
Por que pratica?
Cristian Lorenz – Temos um emprego onde fazemos o que gostamos, que é produzir móveis. Na minha concepção, montar o barco é ir um limite além. Nesse projeto, lidamos com a personalização. Trata-se de um painel reto, em que transformamos em um elemento: um móvel, ou nesse caso, o barco, que é bem mais complexo. É uma atividade que agrega ao nosso conhecimento e um complemento à nossa rotina.
O que proporciona?
Lorenz – A montagem do barco anda lado a lado a uma atividade que gostamos muito: a pescaria. Vem como uma herança dos nossos pais, e é um resgate da infância. É quando você decide ficar três dias fora de casa, sem o telefone, se desconecta de tudo e tem aquele momento de pai e filho. Além de gostar do processo de montar o barco, tem o sentimento envolvido
Como iniciou a atividade?
Lorenz – O Cristiano deu início, e pesquisou bastante. Logo, compramos o projeto em um site americano. Ele veio todo em inglês e com as medidas em polegadas, então, tivemos que adaptar à nossa realidade. Foi quando colocamos a montagem em prática. Tem sido uma boa experiência, pois condiz com um lema que temos: sempre buscar novos desafios.
Como concilia com a rotina?
Lorenz – Como foi um desafio que nos propusemos a enfrentar, fazemos fora do horário de trabalho. Geralmente à noite e no sábado e domingo. Agora é uma época do ano em que cresce a demanda da empresa. Por isso, provavelmente, não mexeremos mais no barco neste ano.
Direção Editorial e Coordenação: Fernando Weiss - Produção: Tammy Moraes - Arte: Gianini Oliveira e Fábio Costa Foto de capa: Anderson Lopes - Tiragem: 7.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística)
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Ailuminação é um recurso poderoso, que ajuda a valorizar o espaço e o “cenário” que compõem o ambiente. Sem ela, se desmerece o esforço dedicado à decoração. Os lustres são peças essenciais. Os clássicos são aqueles com a forma de um candelabro pendente. Eles são iluminados com lâmpadas elétricas, normalmente as tipo vela. São utilizados em halls e salas de estar e jantar.
1| Arandela dourado em metal com cristais transparentes, da Teutoluz
2| Lustre bemmel metal cromado com cristais transparentes, da Teutoluz
3| Lustre chumbo com cristais transparentes, da Teutoluz
4| Lustre metal dourado com cristais transparentes Catherine, da Teutoluz
5| Lustre bemmel metal dourado com cristais transparentes, da Teutoluz








Dos 11 mil habitantes do município do Vale do Sol, quase 90% vive no meio rural. Iniciativas públicas contribuem para a sucessão da agricultura familiar
Colonizado em 1870, por portugueses e alemães, Vale do Sol recebeu a denominação atual 120 anos depois, baseada no clima observado pelo
médico Luiz Artur Jacobus. As neblinas nos morros contrastavam a parte baixa do vale com sol. Os moradores aproveitaram a emancipação para decidir a troca do nome.
Embora o vale tenha inspirado seu nome, é a serra que guarda belezas naturais marcantes. Os paredões e trilhas em meio à mata favorecem o turismo de aventura. Voo de para-
No vilarejo de Formosa, é possível conhecer os casarões quase centenários em contraste com as lavouras de fumo.”
pente e trilhas a pé, motos ou jipes levam a cascatas encravadas nas montanhas, algumas perto do centro.
No vilarejo de Formosa, é possível conhecer os casarões quase centenários em contraste com as lavouras de fumo. Lá, também está a primeira Igreja Batista do RS, além da ponte sobre o Arroio Alves, na ERS-153, construção de engenharia
complexa. Em Linha São Miguel, uma queda d’água forma pequenas lagoas e propicia o relaxamento. Na sede, o Centro Administrativo preserva o estilo germânico. As ruas centrais, típicas de cidade de interior, têm praças e construções bem conservadas e limpas. Próximo ao centro, na estrada de acesso à região alta, fica a Igreja Centenária. Também nas proximidades, encontra-se a Pousada do Formigão. O casarão ao estilo colonial em meio à natureza oferece tranquilidade.
A Prainha de Vale do Sol, às margens do Rio Jacuí, na localidade de Faxinal de Dentro, é destino no verão. Outros espaços de lazer são os balneários Brost, em Boa Esperança, e o Beira Rio , na entrada de Linha Bernardino.
Entre os eventos do município, o principal é a Feirasol. Destaca o potencial econômico da indústria, comércio e agropecuária. Ocorre sempre em setembro. A Semana do Município tem programação especial no aniversário, dia 10 de novembro.
Atividade em expansão é o comércio de produtos coloniais. Um estabelecimento denominado de Casa do Produtor incentiva a produção de verduras, legumes e cereais, vendidos direto aos consumidores urbanos sem intermediários. O projeto consolida culturas alternativas diante da dependência histórica da produção de tabaco.
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O mês é marcado por campanhas em todo o mundo. O acompanhamento médico e o conhecimento sobre o próprio corpo são bandeiras da Liga de Combate ao Câncer
a,
O Centro Regional de Oncologia (Cron) foi fundado faz 15 anos pelos médicos Hélio Fernandes, Inês Guterres e Paulo Sérgio Esperon
atendimento aos complexos trata-
Doações de cestas básicas e suplementos alimentares a pacientes de câncer estão entre as atividades da Liga de Combate ao Câncer de Lajeado. Mas as voluntárias vão além e, durante as visitas hospitalares realizadas todos os dias, o objetivo é dar apoio a quem precisa. Por meio de mensagens positivas, orações e conversa, as voluntárias cumprem seu papel e mostram aos pacientes que eles têm com quem contar no momento de dificuldade.
Segundo a presidente da Liga de Lajeado, Fabiani Delazzeri, a doença atinge não apenas o paciente, mas mexe com a vida da família. Por isso, todo apoio é bem-vindo. Ela conta que a intenção da Liga é desmistificar a ideia de que o câncer só existe em outubro. “Todo dia é dia de se prevenir.” E o trabalho tem sido efetivo. “Recebemos um feedback muito positivo, tanto dos pacientes quanto dos médicos
da mama

20
Faça a mesma coisa com a parte inferior, buscando nódulos ou caroços
10
Apoie o seio com as duas mãos e examine a parte superior


Deitada, com o braço dobrado sobre a nuca, examine o mamilo, se houver retração, informe seu médico; 40
30
Com o braço erguido, examine as laterais do seio


e enfermeiros.”

Se não estiver grávida ou amamentando, pressione a mama e veja se há algum tipo de secreção. Se houver, procure seu ginecologista. 50 imagens:
Parte do dinheiro arrecadado pela Liga é utilizada para compra de suplementos alimentares, doados a pacientes de câncer do SUS, com encaminhamento de médico e nutricionista. O produto é consumido durante o pré-operatório a fim de fortalecer o paciente para enfrentar a cirurgia. O resultado é visto no pós-operatório, quando se recupera mais rapidamente.


Neste mês de outubro e também em novembro, a Liga cumpre agenda cheia de atividades. As camisetas em alusão ao mês de prevenção ao câncer de mama e ao novembro azul são uma forma de divulgar o trabalho da Liga, acredita Fabiani. “Muitas pessoas não conhecem nosso trabalho ainda.”

Na Liga de Combate ao Câncer de Lajeado, diversas atividades marcam o Outubro Rosa. Em seguida, começam as campanhas para o Novembro Azul. Entre os eventos, está o Sebo e Bazar da Solidariedade, sempre no segundo sábado do mês

O Sebo e Bazar da Solidariedade ocorre todo segundo sábado do mês, na Júlio de Castilhos, em frente à Caixa Econômica. Lá é possível adquirir as camisetas da Liga, além de guarda-chuvas e artesanatos produzidos pelas voluntárias. Os livros encontrados no sebo são coletados na comunidade e vendidos a preço simbólico.
No dia 8 de novembro, será realizado o Leilão de Artes de Nicolas Bublitz em que parte do valor será destinada à
Liga. No dia 25 daquele mês, ocorre a caminhada das sombrinhas, em alusão ao Dia Nacional do Combate ao Câncer. Nos dias 25, 26 e 27, abre-se o Grande Bazar da Liga no Shopping Lajeado. Durante a Expovale, a Liga estará presente em uma tenda externa. Quem deseja ser voluntário precisa preencher um formulário simples. No Sicredi, há opção de débito em conta, a partir de R$ 10. No Banrisul, o doador deve dirigir-se à sua agência bancária para doar. A Liga recebe três tipos de voluntariado: dos contribuintes, dos que participam efetivamente da produção de artesanatos e no sebo e bazar e dos que participam de eventos, como palestras e a Expovale.
Segundo o médico oncologista, Rafael Seewald, existem hábitos que protegem do câncer de mama e ajudam a manter a saúde. Entre eles, exercícios físicos, boa alimentação e práticas saudáveis em geral. DIVULGAÇÃO

médico oncologista

A Hora – O que causa o câncer de mama? Há fatores de risco?
Rafael Seewald – Como todos os tipos de câncer, a origem da doença está em mutações que ocorrem no DNA das células do paciente. Isso faz com que elas se multipliquem de forma descontrolada. Os diversos fatores de risco são implicados, sendo que os hormônios parecem desempenhar papel fundamental. Algumas mutações são herdadas geneticamente, e aumentam o risco de desenvolver de câncer, incluindo o de mama. É o caso das mutações dos genes BRCA1 e BRCA2, que ficaram conhecidas a partir do caso da atriz Angelina Jolie. Nesse, o risco do desenvolvimento do câncer de mama é de mais de 50% ao longo da vida.
Quais os sinais ou sintomas da doença?
Seewald – Entre os achados sugestivos de malignidade estão: nódulo único endurecido, abaulamento na mama, inchaço ou vermelhidão da pele da mama, inversão do mamilo, espessamento ou retração da pele ou do mamilo, sensação de nódulo na mama ou na axila, dor na mama, saída de secreção sanguinolenta ou clara (água de pedra) pelos mamilos. Diante de qualquer suspeita, a pessoa deve procurar auxílio médico.
Qual a importância do auto-exame e consulta regular com médico?
Seewald – O auto-exame de forma isolada não é recomendado. Ele pode gerar dúvidas e angústias aos pacientes. A consulta regular com o médico é de suma importância, pois nela há a avaliação do risco de a paciente desenvolver o

câncer de mama. Além disso, discute-se a melhor estratégia para rastreio da doença, quais exames serão realizados e em qual idade serão iniciados.
Qual o tratamento para o câncer de mama?
Seewald – Não existe um tratamento universal para o câncer de mama. Isso é decidido levando-se em consideração o estágio da doença, características patológicas, resposta presumida a hormônios e a análise molecular do tumor. De maneira geral, o tratamento é multimodal, sendo utilizado cirurgia, quimioterapia (antes ou após a cirurgia), radioterapia e hormonoterapia.
Nos últimos anos, houve evolução no tratamento do câncer de mama. Aqueles casos diagnosticados em fases iniciais têm mais de 95% de chance de cura. Mesmo nos casos avançados, com metástases em outros órgãos, hoje os pacientes vivem anos após o diagnóstico devido ao desenvolvimento de novas medicações.
Existe prevenção ao câncer de mama?
Seewald – Alguns fatores protegem contra o desenvolvimento do câncer de mama, como a manutenção de um peso saudável e a amamentação.
Em pacientes com alto risco de desenvolver a doença, o uso de medicações específicas pode reduzir o risco, prevenindo-a. Em pacientes com mutações do gene BRCA1 e BRCA2, a cirurgia de retirada das mamas reduz o risco da doença. Sempre consulte seu médico para discutir essas indicações.
Rafael Seewald, médico oncologista.

Servido em porções menores, o prato reinventa o bolo pelado, com uma versão salgada da receita
Bolo integral, ricota e tomate cereja. Esses são os principais ingredientes do bolinho de tomate, que tem tudo para ser uma opção saudável de lanche. Sem cobertura, ele é feito em tamanho menor, ideal para compor um piquenique ou lanche da tarde. O molho cheio de peculiaridades dá saborespecialàreceita.Confira o passo a passo.


Bolo de tomate
Ingredientes
– 2 ovos caipiras
– 300 ml de azeite de oliva extravirgem
– 300 g de tomate seco
– 500 g de farinha integral
– 500 g de aveia fina
– 30g de fermento
Ingredientes do molho
– 2 quilos de tomate
– 100 g de alho picado
– 500 g de cebola picada
– Galhos de tomilho a gosto
– Azeite de oliva o necessário
– Sal a gosto
– 1 pote de ricota
– Pimenta-do-reino preta a gosto
Modo de preparo
Bolo:noliquidificador,bataosovoscomazeiteetomate seco e reserve. Em um pote, misture a farinha de trigo integral, aveia fina e o fermento. Em seguida, adicione a mistura no liquidificador. Asse a massa em um tabuleiro untado,noforno,a180graus.Depoisdeprontoefrio,corte o bolo em pequenos quadrados ou círculos.
Molho:tireapeledotomateecorteempequenoscubos. Refogueoalhoeacebolapicadoscomazeite,eadicioneo tomate cortado e o tomilho. Cozinhe até obter consistência de molho, em fogo baixo. Coloque sal a gosto.
Montagem: coloque a ricota sobre a massa já assada e cortada. Depois ponha pedacinhos de tomate e o molho por cima e decore com ramos de tomilho.


O evento de música tradicionalista, Lajeado EnCanto, chegou à terceira edição. Dessa vez, o público recebeu o artista Délcio Tavares, na Enter.T Eventos. O nome foi escolhido pelo público da última edição, por meio de um questionário. Conforme a organizadora, Cristiani Bolzan, a cada edição já se planeja a próxima.



O espetáculo teatral Lá Veritá, do Grupo Art&manha, do Colégio Evangélico Alberto Torres, se apresentou no Sesc Lajeado, por meio do Projeto Portal Cultura, na sexta-feira, 14. Uma aula de História Renascentista no palco, a apresentação surgiu do esforço dos próprios alunos, que assinaram o roteiro e cuidaram do figurino. A plateia acompanhou vidrada as reviravoltas da trama.


Evento será realizado em março de 2017 e recebe inscrições de curta-metragens até novembro. Na Mostra Não Competitiva, serão exibidos filmes produzidos por Lauro Bergesch e sua equipe, que mostram as belezas do estado
Motivado pela vontade de mostrar as belezas do estado ao país, o empresário lajeadense Lauro Bergesch criou o primeiro Festival de Cinema de Lajeado. O evento ocorrerá em março de 2017, no Teatro do Centro Cultural Univates, mas as inscrições estão abertas a quem quiser participar e concorrer aos prêmios de curta-metragens.
Até agora, são mais de cem filmes inscritos de todo o Brasil. Desses e dos que ainda virão, 50 serão pré-selecionados e exibidos durante os três dias de festival. Para cumprir a tarefa de escolher a dedo os melhores, a bancada de jurados é composta por grandes nomes do audiovisual gaúcho, cujos nomes ainda não foram revelados.
Na primeira edição, o festival se concretiza como um sonho de Bergesch. Nestes primeiros meses, ele é o único investidor, mas a equipe busca agora apoio e parceria de empresas. A intenção é captar recursos para transformar o festival um evento reconhecido no cenário gaúcho de cinema.
O reconhecimento da Ancine (Agência Nacional do Cinema) dá credibilidade ao 1º Festival de Cinema de Lajeado. A agência tem como objetivo resgatar o cinema brasileiro, ao auxiliar na produção cinematográfica nacional. Isso coloca o festival na vitrina do cinema brasileiro.
A ideia inicial do Festival de Cinema de Lajeado surgiu ainda longe dos filmes, com outro tipo de mídia. As fotografias feitas por Bergesch, junto da fotógrafa Fernanda Carvalho, retratavam as belezas da região. Não demorou para começarem a fazer vídeos. Sábados, domingos e feriados. Qualquer momento era aproveitado para coletar

o material. “Ela me perguntava o que faríamos com aquilo. Eu não sabia ainda, mas respondi que um dia iríamos aproveitar”, lembra Bergesch. Primeiro, resolveram lançar um livro com os materiais, que foi traduzido para outros cinco idiomas. Depois, veio a ideia de fazer um DVD,
que compreendia pontos turísticos de Arvorezinha até Porto Alegre. O lançamento do segundo livro com a temática, intitulado ExportandoBelezas, aumentou a vontade de conhecer melhor o resto do estado. Para dar conta de cobrir a maior parte do RS, Bergesch decidiu ampliar a
equipe. Passaram por Montenegro, Itapuã, em direção a Viamão, Sapiranga e Campo Bom. “Desses locais, são quatro milhões de pessoas que podem usufruir desse trabalho para conhecer melhor o local onde vivem.” O passo seguinte foi seguir para a Serra Gaúcha.
O Troféu Exportando Belezas, uma miniatura do Viaduto 13, será a premiação aos vencedores. O símbolo escolhido se localiza em Muçum. É considerado um importante ponto turístico do estado, por ostentar o título de mais alto das Américas. ApremiaçãoemdinheiroserádeR$
1,2milparaomelhorcurtadofestival. Melhores curtas de animação, documentário, curta experimental e curta ficção receberão R$ 1 mil. Melhor curta temático (Belezas Naturais) receberá R$ 500. Os filmes selecionados eexibidosnassessõescompetitivasserão avaliados nas categorias:

Em seis meses, estavam com o levantamento dos pontos turísticos em mãos, desde Poço das Antas até os cânions. Na Região das Missões, cobriram 79 municípios, começando em Ametista do Sul e terminando em São Borja
Dois livros devem ser finalizados até
– Melhor curta do festival
– Melhor curta animação
– Melhor curta documentário
– Melhor curta experimental
– Melhor curta ficção
– Melhor direção
– Melhor atriz
– Melhor ator
– Melhor roteiro
– Melhor fotografia
– Melhor trilha sonora original
– Melhor edição
– Melhor direção de arte
o fim deste ano, e serão lançados durante o 1º Festival de Cinema de Lajeado. Um dos filmes já foi finalizado, e tem um pouco mais de 30 minutos. O material completo consiste em quatro livros, quatro filmes e 20 músicas. “É uma inciativa diferente de tudo que já foi feito”, considera Bergesch. Esses filmes farão parte da Mostra Não Competitiva que ocorre durante o festival em uma das telas. A outra será dedicada aos curta-metragens da Mostra Competitiva, que concorrem aos prêmios. “O objetivo é ter um espaço específico para mostrar o RS para o resto do país.” Para Bergesch, a expectativa é grande. “A equipe toda está se empenhando para fazer um evento especial.”
A Mostra Competitiva do 1º Festival de Cinema de Lajeado recebe inscrições até o dia 19 de novembro, pelo festivaldecinemadelajeado.com.br ou pelos correios. De maneira gratuita, podem participar pessoas físicas, profissionais ou amadoras. Cada concorrente pode inscrever até dois trabalhos de curta-metragem, como realizador ou diretor.
Os filmes podem ser produzidos em coautoria, mas devem ser inscritos no nome de apenas uma pessoa. As obras devem ter até 25 minutos, incluindo os créditos, e devem ter sido ser produzidas entre janeiro de 2014 e a data de inscrição. Os filmes em outros idiomas devem ser legendados ou dublados em português. Após a inscrição, alterações não serão aceitas.
A pré-seleção dos filmes ocorre a partir de 21 de novembro. Nessa etapa, serão selecionados, no mínimo, 50 filmes. Os melhores pontuados na Mostra Competitiva serão exibidos durante o festival. O trabalho de seleção será finalizado até 21 de dezembro. A lista dos classificados para a fase eliminató-
ria será divulgada em 4 de fevereiro, na página do festival do Facebook e por e-mail, para o inscrito. O festival não aceita inscrições de filmes institucionais ou publicitários.
As primeiras atividades do 1º Festival de Cinema de Lajeado iniciarão na quinta-feira, 30 de março, às 8h45min, no Teatro do Centro Cultural Univates. O evento terá a apresentação dos jurados e exibição do spot do festival. Em seguida, surgem na tela os primeiros filmes selecionados, até as 11h30min. A reabertura ocorrerá às 14h e vai até as 17h.
A solenidade oficial de abertura será realizada a partir das 19h15min, com apresentações culturais e exibição da Mostra Não Competitiva, restrita a filmes feitos por convidados e documentários desenvolvidos pela comissão organizadora.
Quatro canções compostas pelo idealizador do evento, Lauro Bergesch, e o músico Max Lima serão apresentadas. As músicas tratam sobre as regiões ressaltadas na Mostra Não Competitiva Exportando Belezas: Missões, Serra Gaúcha, Grande Porto Alegre e Vale do Taquari. Os filmes serão ainda abordados durante as discussões.
Os debates entre diretores e jurados ocorrerão na quinta e sexta-feira, na Cafeteria do Teatro da Univates.
A programação de exibição dos filmes será nos mesmos horários nos dias 31 de março e 1º de abril. Na sexta-feira, a partir das 23h, ocorrerá a Sessão Adulta, na qual são apresentados filmes da Mostra Competitiva não recomendados para menores de 18 anos.
O encerramento do 1º Festival de Cinema de Lajeado ocorrerá no sábado, a partir das 20h. Após o show cultural, com artistas da região, serão anunciados os vencedores da mostra. Os filmes campeões serão exibidos na sequência.



Apesar da chuva dos últimos dias, a estação mais quente do ano se aproxima e já dá para saber o que vai estar em alta no mundo da moda. Um atestado de estilo, as calças pantacourt vêm com tudo neste verão. Servem para montar tanto looks profissionais quanto mais despojados. Os tecidos em marrom veludo ainda devem aparecer. As t-shirts longas e com fendas dominam os guarda-roupas das mais descoladas.











Ese você pudesse ser Batman, Lara Croft ou Rick Grimes por um dia? O ato de fantasiar-se de um super-herói, de um personagem de jogo de videogame ou de um protagonista de série é prática impensável para muitos. Mas ganha cada vez mais adeptos no país e tem nome certo. O cosplay, junção das palavras costume (fantasia) e roleplay (brincadeira ou interpretação), chegou ao Brasil na década de 1980, mas foi só nos anos 90 que tornou-se mania popular. É nos eventos voltados à cultura nerd e geek (com temática de animes, mangás, jogos, quadrinhos, filmes e séries) que os cosplayers se encontram e competem entre si para descobrir quem tem a melhor fantasia. Alguns vão além e encarnam os personagens no palco em interpretações teatrais. A aceitação e popularização da prática se deve à internet, onde há fácil acesso ao passo a passo da produção dos cosplays, além da facilidade de descobrir os eventos.
Apesar de ainda pouco difundido na região do Vale do Taquari, o cosplay virou parte da rotina da encantadense Mirella Bertinatti, 25. A fascinação surgiu ainda na infância, quando admirava personagens, principalmente de animes e jogos. Quando pequena, Mirella costumava fazer roupas de papel
Trajar e interpretar os personagens favoritos é parte da cultura geek, cujo foco é a admiração por videogames, quadrinhos, filmes e séries

pintadas com giz de cera. Em 2008, descobriu o “mundo” do cosplay e os encontros que reúnem os amantes dessa cultura.
Geralmente, todo evento dedicado à cultura geek tem na programação um concurso de cosplays. A competição é dividida em duas categorias: apresentação (interpretação) e desfile (avaliação do visual). Nos últimos anos, Mirella alcançou o pódio de quase todos os desfiles que participou. Na Comic Con Experience, maior evento de cultura geek do país, chegou
à final do concurso. Hoje, as inspirações para os cosplays não são muito diferentes daquelas da infância. A maioria vem de
animes, videogames e séries. Mirella lembra sempre de dois quesitos ao escolher um personagem para representar: simpatia a ele e gosto pelos trajes.
As roupas, acessórios e até
armaduras necessárias para os cosplays são todas produzidas por Mirella. Antes de iniciar um projeto, busca por imagens de referência e esquematiza como tudo será feito. A internet é uma grande aliada. Basta pesquisar para encontrar tutoriais ensinando o passo a passo de como fazer, quais materiais usar, como estilizar perucas e técnicas de pinturas e maquiagem, conta ela. Os materiais mais básicos, como tecidos e tintas, são encontrados na região. Mas o mais usado na produção de armaduras, um termoplástico chamado worbla, não é fabricado no Brasil. Quando não encontra um revendedor, Mirella importa.
As roupas, acessórios e até armaduras necessárias para os cosplays são todas produzidas por Mirella.
O namorado é grande incentivador. É ele quem tira as fotos que Mirella publica no Facebook, onde tem mais de 20 mil curtidas. O irmão também “entra no jogo”. Por estudar na região de Pelotas, fica encarregado de procurar materiais para a produção das fantasias de Mirella. Nos últimos anos, a encantadense dedicava a noite e os fins de semana à produção dos cosplays. Mas a rotina ficou pesada. Estava até dormindo menos. Desde o mês passado, Mirella abriu mão de meio turno do trabalho como comerciante para se dedicar ao que realmente gosta. No futuro, planeja tornar os cosplays uma profissão.

