



























Comportamento

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Dividir o trabalho e o cuidado dos filhos é um desafio das mulheres do século 21. Segundo pesquisa do IBGE, elas são responsáveis por manter 40% dos lares. Escolher o momento certo da gravidez e, por vezes, ter de optar pela carreira profissional ou a família são preocupações recorrentes.
Cintia Agostini, 38, é reconhecida no Vale por ocupar o cargo de presidente do Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari (Codevat). Mas faz sete anos que ela também é mãe da Lívia.
Uma menina esperta e independente, que é a representação de um sonho realizado. “Sempre fui mãezona de todos. Era algo natural em mim. Então eu sabia que um dia seria mãe, de verdade.”
Formada em Economia, Cintia começou a namorar Alexandre Englert em 2005.
Juntos, decidiram que, assim que ela terminasse o mestra-
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do, engravidaria. Na época, já era professora e funcionária da Univates.
Quando chegou a gravidez, ela ainda foi convidada a exercer o cargo de secretária-executiva do Codevat e do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica Taquari-Antas. Duas novas tarefas que, ao invés de limitar, motivaram Cintia. Ela não desistiu do sonho de ser mãe.
Depois de alguns exames, cessou o uso de métodos contraceptivos e, em março do ano seguinte, engravidou.“Foi muito rápido. Mas exatamente conforme havíamos pensado.” O primeiro passo após
o diagnóstico foi fazer uma planilha com todos os gastos que teria até o primeiro ano de vida da filha.
“Economista,né.Sabecomo é. Fora as brincadeiras, se você
Quando estamos juntas, aproveitamos cada segundo. Nos abraçamos, beijamos, dizemos muito eu te amo, e vamos fortalecendo nossa relação”
Cintia Agostini, mãe
tem como planejar, sempre dá para fazer melhor.” Ela lembra que, por conta da gripe A, precisou se afastar da sala de aula na época devido ao perigo de infecção. Mas com as outras atividades, Cintia nunca parou. “A gestação foi muito tranquila. Todos se lembram de mim com o barrigão.”
A vontade era de fazer parto normal, mas Lívia foi um bebê grande, e precisou nascer por cesárea. Um dia antes da cirurgia, Cintia decidiu se dar uma folga. “Me dei o direito, mas foi só também.”
Cotidiano multitarefa
Desde que a pequena completou 5 meses, frequenta a escola em turno integral. Hoje, na 2a série, mantém o mesmo ritmo. Enquanto Cintia faz o doutorado, preside o Codevat, a incubadora da Univates e também leciona.
“Ela e o pai dela precisam fazer parceria para ir a festas e praças, enquanto eu fico estudando. Tem dias que a gente nem se vê. Às vezes minha mãe ajuda, e uma ex-professora dela também.” Mas a situação não é tão fácil. Lívia cobra a mãe. Por vezes, até brinca: “Mãe, vou fazer um clone teu. Enquanto ele vai trabalhar, você fica comigo.”
Uma falta de convivência, que para Cintia tem aspectos negativos, mas também positivos. “Com isso, ela adquiriu independência, aprendizado e maturidade. Quando estamos juntas, aproveitamos cada segundo. Nos abraçamos, beijamos, dizemos muito eu te amo, e vamos fortalecendo nossa relação. Nos reconhecemos pelo cheiro, temos algo muito forte. E hoje meu maior sonho é vê-la bem.”
Daiane Caroline Bazzo tem 24 anos e é mãe do Davi, de 1 ano e 6 meses. Natural de Estrela, “Daia”, como prefere ser chamada, define a maternidade como um desafio. A mudança foi imediata com a chegada do bebê. “Foi a maternidade que me transformou num ser humano muito melhor. Que me fez ver a minha própria mãe mais de perto”. afirma.
Para aproveitar a infância do filho, decidiu largar o emprego. “Neste momento, estou sendo 100% mãe, é o tempo todo, durmo e acordo mãe, não tomo uma xícara de café sem ser mãe.” O dia a dia é com o marido, o filho e o cachorro da família. Mesmo no lar, Daia reforça que a correria ainda faz parte da rotina. “Quero viver a maternidade intensamente, sem deixar de ser gentil comigo mesma. Vou curtir bem a primeira infância do Davi e depois, aos poucos, retomo o foco na minha vida profissional.” Ser uma mãe em casa e se sentir completa pode ser desafiador. “A sociedade exige que sejamos milhares em uma só, não basta abraçar a casa, a gente tem que abraçar o mundo.”
Um novo tempo
Para Daia, a maternidade nos dias atuais é diferente da experiência que sua mãe viveu com ela. “Quando eu era criança, o mundo era imenso, hoje sei que o Davi vai crescer com o mundo a um clique. Isso assusta e me impõe a tarefa de ser muito mais próxima dele pra garantir seu desenvolvimento saudável”. Toda essa preocupação surgiu no momento do parto, quando ela viu o rostinho do filho pela primeira vez. “Eu revejo o vídeo e é avassalador o que me provoca. A Daia daquele vídeo não tinha a mínima noção do quanto seria grandioso ser mãe”. O tempo livre em casa a aproximou não só da parte prática da maternidade, mas também da questão teórica. Tanto que falar sobre o assunto acabou virando hobby e ela criou a fanpage
Mamãe Sem Vergonha. A ideia surgiu com textos poetizados que eram publicados durante a gravidez, em um blog com o mesmo nome. Hoje os assuntos amadureceram junto com a mãe, e a ideia romântica da maternidade deu espaço para olhares técnicos e temas polêmicos. “Uso esse espaço pra expressar o que a maioria delas tem vontade de dizer, ou que elas esperam ouvir de alguém. Elas se sentem abraçadas, compreendidas, acolhidas, e eu também. Isso é transformador”. Dividir as agonias, as dores e as conquistas com outras mães é a rotina mais gostosa que ela já teve.
A rede social do projeto Mamãe sem Vergonha aborda os temas mais pedidos pelas mães. Algumas de suas bandeiras são a luta contra a cesariana e o leite complementar. “Deixo sempre bem claro que respeito a escolha e o protagonismo da mulher. Eu encorajo e dissemino informação no que tange a partos naturais e amamentação – exclusiva e prolongada – pra dar apoio e incentivo pra mulheres que querem isso”. Com isso, Daia é, muitas vezes, o apoio e a fonte de informação que falta no lar de muitas mães.
Daia aponta que as mães têm um dispositivo interno de culpa, do qual tentam se livrar constantemente. Para ela, há um sentimento de que sempre é possível fazer mais. Quando não é possível, há um pensamento de frustração, diz. “Nem todas desejaram ser mães, nem todas querem ser mães, mas todas são mães. Assim como nem todas amam o trabalho a ponto de priorizá-lo e nem todas estão dispostas a deixá-lo de lado.”


Advogada, Fernanda Goerck, 40, tem uma rotina profissional atribulada. Além de manter seu escritório, faz consultoria jurídica para três municípios da região. Dedica-se muito para resolver inúmeros processos, e ter tempo suficiente para cuidar, e amar, os cinco filhos.
O primeiro chegou há 17 anos. Gabriel, hoje vestibulando em Medicina, é fruto do primeiro casamento de Fernanda. Nasceu de uma gravidez perigosa, logo após ela ter perdido um bebê recém-nascido, por não produzir progesterona.
Ciente do problema, ao engravidar de Gabriel, Fernanda buscou tratamento. Mas precisou passar sete meses na cama, para poder ter o filho nos braços. “Era um medicamento muito forte. Mas tudo nos uniu ainda mais. Fez com que valorizassemos a nossa relação.”
Aos 5 anos, Gabriel ganhou duas irmãs. Na época, Valentina tinha 6 anos – hoje 18 – e Giulliana 3 – hoje 15. Ambas filhas de Carlos Augusto Fiorioli, atual marido de Fernanda. “Tanto eu quanto ele temos guarda compartilhada das crianças. Então, de cara, todos mudaram para o meu apartamento. Ele veio com o pacote completo.”
radical
No início, a convivência em grupo assustou. Mudou totalmente a rotina dela, e de Gabriel. “Parecia complicado, mas buscamos unir eles ao máximo. Passamos a fazer o banho em série, e colocamos os três para dormir no mesmo quarto, para que se conhecessem.”
Fernanda também tinha medo de não ser bem aceita pelas enteadas. “Ainda mais por serem meninas, temia que houvesse alguma disputa.” Mas não demorou muito para que
passassem a se sentir como verdadeiras mãe e filhas. Irmão e irmãs.
“Elas vieram para alegrar a casa. Formaram laços de afinidade únicos com o irmão. E eu nunca fiz diferença entre eles. São todos meus filhos.” A casa precisou ser ampliada, eocoraçãoganhouespaçoparamais duas alegrias na vida de Fernanda.
Coroação familiar
Há três anos, chegou Vitória. Depois de fazer diferentes tratamentos para engravidar, Fernanda havia optado por adotar. “Nada dava certo. Mas quando estávamos voltando de uma viagem, descobri que estava grávida, e foi maravilhoso.”
Meses depois, Estevão veio para coroar essa relação familiar. Hoje o bebê da casa está com 1 ano. “Quando eu estava na 8a série, escrevi uma redação e falei sobre a minha vontade de ser mãe. Queria ter cinco filhos, e Deus me atendeu. Mas ainda quero adotar, ser mãe é algo que nasceu comigo.”
Elas vieram para alegrar a casa. Formaram laços de afinidade únicos com o irmão. E eu nunca fiz diferença entre eles. São todos meus filhos”
Fernanda Goerck, mãe
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Amaternidade é um sonho para muitas mulheres. Ter um filho – dois, três, e por aí vai – é algo por vezes planejado desde a adolescência. Mas no momento em que a gestação chega, de fato, as dúvidas se multiplicam na cabeça de pais e mães, e a ansiedade toma conta. A ginecologista Ana Paula Motta dá algumas dicas para garantir uma gravidez tranquila e saudável.
Período pré-concepcional
Segundo a médica, os cuidados devem iniciar antes mesmo do período de gestação, quando apenas se pensa na possibilidade de ter um bebê. O primeiro passo é fazer uma revisão ginecológica. Depois, realizar exames complementares para identificar possível anemia, patologias relacionadas à tireoide, infecções, toxoplasmose e Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs).
Para quem tem hipertensão, diabetes, asma, doenças reumáticas ou depressão, a avaliação deve ser ainda mais rigorosa, tendo em vista que essas patologias já representam um risco à saúde, que pode ser ampliado na gravidez.
Manter uma rotina de exercícios físicos e de alimentação saudável também é essencial na preparação. Ana Paula ainda indica a reposição de ácido fólico, a fim de prevenir anencefalia e defeitos de fechamento de tubo neural no bebê.
A gestação
Após o diagnóstico, o indicado é iniciar o quanto antes o pré-natal. “O pré-natal é um modo de estar atento para diagnosticar o quanto antes eventuais intercorrências”, aponta. Durante a gestação, ainda é preciso manter a atividade física e alimentação saudável. Maus hábitos podem causar complicações durante a gravidez, como diabetes e pressão alta.


“Esta cultura de que se precisa comer por dois está errada. Se estão acima do peso, sempre digo que mantendo, e até emagrecendo um pouco, não faz mal.”
Se não há restrição clínica para repouso, a grávida pode fazer qualquer atividade, desde que se sinta bem.
A ingestão de álcool, cafeína e adoçantes não é permitida. Alimentos com flavonoides não devem ser ingeridos após a 28ª semana de gestação – pesquisas apontam que o nutriente pode causar problemas cardíacos no bebê. Também deve ser redobrada a atenção com a higiene dos alimentos, para prevenir a toxoplasmose.
Hora do parto
“Vamos fazer o que for melhor para ti, e para o bebê”, essa é a opinião da ginecologista em relação à escolha por parto ou cirurgia. Normalmente, a decisão final fica para o momento em que o bebê está pronto para nascer. Antes, não há como estabelecer algo. “Acho que sempre devemos respeitar a vontade da paciente. Se ela quer tentar, normal ou
Apoiadores
Alguns problemas podem impedir que a mãe tenha esta opção de escolha. Entre eles, quando o bebê está sentado; quando a mãe já fez duas cesáreas ou a placenta está baixa. “São indicações absolutas de que não há possibilidade de parto normal.”



Após o nascimento
Quando o bebê nasce, a mãe ainda precisa de atenção. Na cesárea, há necessidade de cuidados pós-operatórios, principalmente com a cicatrização, pois há chance de infecção e dor. Nos primeiros dias, também há risco de hemorragia, inclusive para quem teve parto normal. O acompanhamento profissional é essencial neste momento. Assim como a ajuda da família. Os parentes serão os responsáveis por fiscalizar o estado emocional da mãe. Uma leve tristeza é normal, aponta a ginecologista. Porém, quando ela deixa de cuidar do bebê, há probabilidade de depressão pós-parto. O que deve ser tratado com urgência.
Esperando o grande dia
Tais Daniela Schmidt, 29, está chegando ao oitavo mês de uma gestação, em partes, planejada. A ideia era ter um filho somente no próximo ano. Por isso, ela realizou uma bateria de exames para conferir se estava tudo certo. Três meses depois de abolir os métodos contraceptivos, engravidou. No geral, Tais teve uma gestação tranquila. Apenas no terceiro mês sofreu com enjoos, vômitos e perda de apetite.Na última ecografia, Lara já estava com 1,9 quilo, causando um peso extra à mãe, que na semana passada precisou deixar alguns compromissos para dar mais atenção à gravidez. Mãe pela primeira vez, Tais continua trabalhando pela manhã e aos fins de semana em dois negócios da família: uma loja de roupas e uma pizzaria. “Até o mês passado estava tudo normal, mas comecei a ficar cansada, com dores, então, decidi me dar uma folga.”
Agora, ela só aguarda o nascimento, para completar nove meses de tranquilidade em relação a ela e ao bebê.



Odebate sobre o tipo de cidades desejadas no Vale começou. O mais recente projeto lançado pelo A Hora, com o apoio da Univates por meio do curso de Arquitetura, e da Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Vale do Taquari (Seavat), teve sua primeira atividade no dia 27. Na data, o hall da biblioteca da Univates foi o cenário para um painel que abordou o assunto que é, ao mesmo tempo, pertinente e imperativo: a ocupação dos espaços públicos por meio da cultura e da arte.
Participaram do encontro os arquitetos Adriana Carolina Broilo, Marcelo Arioli Heck e

Arquitetura vem originalmente do curso de Belas Artes”
Marcelo Arioli Heck
Patrícia Pedotte, além do artista Marcos Datsch e do mestre em Direito, Ney Arruda Filho. Eles abordaram a ligação da arquitetura com a arte e como a sociedade deve compreender esse parentesco para, então, preservá-lo.
Alinhado com o pensamento mundial
O debate evidenciou a diversidade de pensamento entre os painelistas. Mas todos foram unânimes ao concordar que é necessário criar uma percepção mais ampla e assertiva sobre “cidades criativas”.
Com base em dados, fica fácil entender a urbanização no país. A população que vive
Apartir do próximo sábado, duas páginas do caderno Você serão dedicadas a arquitetos da região, dentro da proposta do ArqIdeias, eixo do Cidades em Pauta. A publicação semanal será produzida por um jornalista do A Hora, sempre com uma entrevista com um arquiteto sobre projetos executados ou a executar. Na região, estima-se que existam mais de 500 profissionais da área.
O critério para participar do ArqIdeais é estar associado ao Seavat e ser assinante do jornal A Hora. Serão 55 profissionais ao longo de 12
Serão oportunidades para esclarecer sobre diversos processos que envolvem a arquitetura.”
Adriana
Nunes Machado
meses. O conteúdo impresso também será divulgado na plataforma on-line, no site do A Hora, em um espaço especial em construção ao projeto. Fotografias, textos, vídeos e infográficos darão amplitude ao conteúdo que estreia na próxima semana.
A presidente da Seavat, Adriana Nunes Machado, está empolgada com o espaço. Para ela, além de vitrina para os profissionais que têm como berço o Vale do Taquari, o projeto surge como um serviço para a comunidade.
“Serão oportunidades para esclarecer sobre diversos processos que envolvem a arqui-

em cidades representa 85% do total de habitantes e, até 2020, deve atingir 90%. Em quanto disso cabe à arte e à cultura? E a sustentabilidade? São perguntas como essas que o projeto Cidades em Pauta pretende trazer à tona para incitar respostas que atenuem os gar-

tetura. O ArquIdeias é uma ferramenta de empoderamento para as pessoas, os profissionais locais têm muito o que mostrar e são carentes de
APOIADORES

galos da urbanização moderna.
O Cidades em Pauta surge como uma necessidade social e vai ao encontro de iniciativas mundiais que repensam a urbanização como o Acordo de Paris, assinado em dezembro de 2015 por 195 países. Ele entrou em vigor em 4 de
novembro de 2016, inclusive no Brasil, determinando a descarbonização da economia e corroborarndo o que defende o relatório internacional do Worldwatch Institute, Cidades Podem Ser Sustentáveis?, publicado faz 33 anos consecutivos em 20 idiomas.
que é necessário trazer luz aos projetos e iniciativas desenvolvidas pelos arquitetos

espaços como esse”, sustenta.
A iniciativa pretende se consolidar como um canal para que os criadores dos cenários internos e externos da região

mostrem iniciativas diferentes e argumentem sobre como pretendem organizar o bem-estar e o conforto das pessoas que moram no Vale do Taquari.





por: LeilaFranz leilafranz@jornalahora.inf.br

A Banda Just Blues abriu a primeira edição do Garagem do Vale. O projeto musical teve a inscrição de 17 bandas e dessas nove poderão subir ao palco do Teatro do Sesc. Boa música e em diversos estilos por apenas um quilo de alimento não perecível.


Durante o mês de maio, a Galeria do Sesc abre as portas para cultura indígena. A Exposição “Os Guarani Mbyá” retrata o cotidiano, os rituais e a forma de pensar o mundo, segundo as lentes do fotógrafo Danilo Christidis e do índio Vherá Poty. Mais de 50 imagens coletadas du-

rante sete anos em comunidades indígenas expõem a cultura e a luta de quem resiste faz 500 anos. Diferente do costumeiro, as imagens valorizam a riqueza cultural e a espiritualidade in loco. A exposição encerra no dia 31. A entrada é gratuita.




“Deliciosamente divertida”
A semana foi marcada pelo lançamento da Suinofest. Com o slogan “Deliciosamente Divertida”, a maior festa gastronômica do Vale ocorre em junho, em Encantado. Com mais de 50 opções de alimentos, os visitantes também poderão apreciar cervejas artesanais, chás com erva-mate, vinhos e espumantes. Fica a expectativa.
A coluna registra os bastidores desse lançamento.
Aliar sofisticação e descontração. Essa é a proposta de Felipe Lima e Charles Noll. Eles lançaram a Faraó Gourmeteria. Uma opção de restaurante sobre rodas. Está estacionado em frente à Biblioteca Univates, e promete agradar os diferentes paladares.
O cardápio conta com receitas e ingredientes relacionados ao período dos faraós, como hambúrguer de tutancâmon, a massa alho e óleo de menés. O food truck ficará em Lajeado de terças à sábados e, aos domingos será itinerante, em diferentes cidades da região.



Escolher o presente de Dia das Mães nem sempre é tarefa fácil. Exige conhecimento e perspicácia para desvendar o que elas realmente querem ganhar. De jogo de panelas de cerâmica à linha de micro eletrodomésticos, a Arla oferece opções para agradar, inclusive, as mães mais exigentes. Se você ainda não comprou, corre para a loja neste sábado que dá tempo.














Comer é um dos prazeres da vida. Mas nem sempre há muito tempo para esse momento. Pratos de fácil preparo e poucos ingredientes são a pedida para o dia
a dia corrido. A Faraó Gourmeteria dá uma dica de receita bacana para essas horas. Servida no food truck, a massa carbonara faraó é uma delícia, e pode até ser um agrado para as mamães.
u poderia homenagear as mães com mensagens clichês (e que, mesmo clichês, nos tocam e sempre emocionam!) falando do quanto são únicas, amáveis, corajosas, incansáveis e generosas. Mas preferi, desta vez, ousar um pouco e convidar todas as mães para que calcem seus sapatos mais coloridos, levando-os para passear em locais cheios de vida, preferencialmente na companhia dos seus sonhos. Se possível, levem também para esse passeio chocolates, filhos e outras doçuras.
Não entendeu? Então me explicarei um pouco melhor.
Em uma noite atormentada por uma tosse insistente que não me deixou dormir, virei de um lado para o outro até desistir e escolher um filme entre tantos que eu não queria assistir e que estavam passando na TV a cabo.
Gosto de uma fala em que a protagonista diz: “Filha, não é fácil ser diferente.” Então, Anouk responde: “Mãe, por que você não usa sapatos pretos como as outras mães?”
Pois bem, boa pergunta. Certamente o caminho mais fácil para Vianne seria usar sapatos pretos como todas as outras mães, não causando estranheza e dançando conforme a música. No discurso, a autenticidade é reverenciada, mas, na prática, o que observo é que nem sempre é aplaudida, muito pelo contrário. O que vejo são estereotipos e padrões que se repetem. Na maioria das vezes, para pertencer, você obrigatoriamente deve calçar os sapatos pretos.
Ingredientes
•250 gramas de massa penne ou espaguete
•150 gramas de bacon
•2 dentes de alho
•200 gramas de creme de leite
•½ xícara de leite
•100 gramas de queijo parmesão
•1 colher (sopa) de sal
•Pimenta a gosto
Modo de preparo
Molho
Em uma panela, a fogo médio, frite o bacon – não é necessário acrescentar óleo. A gordura própria do bacon servirá como base para a receita. Em seguida, acrescente o alho picado. Quando ele estiver bem dourado, adicione o creme de leite e o queijo parmesão.
Mexa até derreter o queijo. Depois, acrescente o leite aos poucos até o molho grosso ir se dissolvendo.
Massa
Numa panela separada, em fogo alto, coloque água suficiente para cozinhar a massa – a medida média é de um litro para cada 100 gramas de massa. Quando a água estiver fervendo, coloque o sal e a massa crua. Deixe cozinhar de acordo com o tempo previsto na embalagem do produto. O ideal é ficar al dente – nem mole, nem dura. Depois de pronta, escorra a água e misture o molho.
A receita rende uma porção.
Por fim, felizmente, parei em um canal que exibia o filme Chocolatedirigido por Lasse Hallström e que eu assisti pela primeira vez há mais de 15 anos em um voo para Nova Iorque. Entenda, gosto tanto desse filme que poderia revê-lo centenas de vezes mais. Sob meu ponto de vista amador, o tema predominante está vinculado à mudança, à compaixão e à aceitação das diferentes culturas, modelos mentais, dores e feridas que são carregadas, reveladas ou mantidas em silêncio.
Se o filme aborda tudo isso, é evidente que também nos mostra a capacidade medonha que o ser humano tem de ser mau, preconceituosoedissimulado.Noentanto, o que mais me fascina nele é a grandeza da personagem Vianne Rouche. Mãe solteira que produz e vende chocolates para sustentar a si e à filha de 6 anos Anouk. Vianne enfrenta as adversidades mantendo-se fiel aos seus princípios e despindo-se de julgamentos. Procura encorajar sua filha estimulando-a a viver. Como ela faz isso? Com exemplos e atitudes.
O que estou tentando dizer é que ser mãe é uma missão grandiosa e naturalmente sublime, mas que, por vezes, acaba nos conduzindo a escolhas, concessões, renúncias que fazem com que nós esqueçamos, ou melhor, deixemos de lado muito de nós mesmas.
Portanto, escolher calçar os sapatos vermelhos vez ou outra é interessante para mostrar aos nossos filhos o nosso avesso, nosso diferente, nossa autenticidade. Sabe o que pode acontecer? Pode ser que eles se identifiquem e finalmente entendam que não são tão estranhos quanto pensavam. Que somos mesmo únicas e especiais como sempre acreditaram (hoje não é dia de ser modesta!) e que a fruta não cai longe do pé.
Fica a dica para o Dia das Mães: o passeio sugerido inicialmente, ou então, chocolate (em vídeo, em barra, quente, branco ou preto) com toda a filharada à sua volta!









Modernas e antenadas, básicas ou clássicas, as mães do século 21 não dispensam o prazer de fazer a própria moda. Nas roupas, calçados e acessórios, elas imprimem seus estilos próprios, em que podem trabalhar todas suas facetas, desde mãe até profissional. As Lojas Dullius apostam em marcas conceituadas do meio fashion, e num estilo urbano, para agradar as mulheres mais especiais de nossas vidas. A moda outono/inverno chega para arrasar.

Fotografia: Objetivo Fotografia / Modelo: Laís Berte / Beleza: André Schenkartczuk / Locação:Lendário Pub





