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A facilidade na escrita percebida na infância fez Meire Brod, 52, se dedicar à prática até hoje. No trabalho, enquanto lida com textos técnicos, não deixa passar ideias que servem para suas escritas pessoais. Segundo ela, as palavras muitas vezes expressam suas ideias com mais suavidade. Em 2014, ela lançou o livro Dora, pelo selo Poche da editora Libretos.
Por que pratica?
Praticar a escrita é fundamental pois dá desenvoltura e agilidade mental. Para mim, não é um hobby, mas também não classifico como uma necessidade. É um prazer. Tão grande que me sinto estranha em dizer que escrever para mim é muito fácil. Leio muito sobre o processo de criação de escritores, que costumam dizer que é muito sofrido. Mas o fato de eu escrever com facilidade não significa que tudo que escreva tenha qualidade literária. Costumo dizer que, se meus dias se resu-
QUEM FEZ ESTA EDIÇÃO voce@jornalahora.inf.br
missem a apenas escrever (e ler), seriam perfeitos.
O que proporciona?
Em primeiro lugar, uma felicidade incrível. Adoro escrever um texto, depois lê-lo e perceber que consegui expressar exatamente o que queria. Por ser uma pessoa falante e direta, muitas vezes, minhas palavras saem mais rápido do que eu gostaria. E de uma maneira nem sempre suave. Acabo sendo, às vezes, dura demais. Então, na escrita, percebo que consigo dizer o que quero e penso de uma maneira bem melhor. Se a fala não diz tudo o que sou, a escrita me traduz.
ARQUIVO A HORA
Como iniciou a atividade?
Difícil delimitar um tempo exato em que comecei a escrever. Desde que me alfabetizei, tinha gosto pela escrita. Aos 9 ou 10 anos, já escrevia redações sempre escolhidas para representar a turma. E nunca mais parei. Apesar de estar sempre escrevendo por conta do meu trabalho, concretizei essa missão de ser escritora ao lançar meu primeiro livro, Dora, em 2014.
Como concilia com a rotina?
Escrever faz parte da minha rotina de trabalho, pois muito dela envolve a escrita, mesmo com textos técnicos. Não tenho um método ou uma rotina para escrever meus textos pessoais. Acontece de eu estar escrevendo algo relacionado ao trabalho e me vem uma ideia à cabeça. Simplesmente escrevo e vou salvando no meu drive. Faço isso onde quer que esteja e em qualquer horário.
Aconselharia outras pessoas a praticarem também? Por quê?
Mais do que aconselhar, indico fortemente. Escrever é fundamental para qualquer área. Mas escrever bem demanda leitura. Pessoas que escrevem mal, provavelmente, são ruins em compreender contextos e conteúdos. Portanto, não conseguem formular e sustentar uma opinião, por exemplo. E precisamos, cada vez mais, de pessoas que pensem.
Arte e arquitetura
Local: Tratto Arquitetura. Horário: das 10h às 18h. Quadros de diversos artistas plásticos gaúchos tomam as paredes da Tratto Arquitetura. A parceria firmada entre o escritório, a empresa Costaneira e a AZ GaleriaItinerantetemoobjetivo de disseminar a arte e o debate acerca do assunto. Nestesábado,oespaçoestará aberto ao público com interesse em comprar as telas de artes plásticas.
Show Acústico Nenhum de Nós Local: Teatro Univates. Horário: 21h. Em outubro, a banda NenhumdeNóscompletou30 anos de carreira. Neste mês denovembro,estreiaoshow acústico “1 + 2 = 30” no Teatro Univates. Com marca de mais de 1,9 mil shows e participações em festivais, a banda recebeu inúmeros prêmios e destaques, reconhecimento de público e crítica. Mantendo a mesma formação desde o início, foi pioneira no rock brasileiro ao incluir o acordeon entre seus instrumentos. 10/11
Direção Editorial e Coordenação: Fernando Weiss - Produção: Tammy Moraes - Arte: Gianini Oliveira e Fábio Costa Foto de capa: Anderson Lopes - Tiragem: 7.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística)
2 | Você. | FIM DE SEMANA, 5 E 6 DE NOVEMBRO DE 2016





A fadiga dos olhos ocasiona desconforto. A indicação é parar por, no mínimo, cinco minutos a cada uma hora na frente da tela
Visão turva, lacrimejamento, dor ocular, no fundo dos olhos e na cabeça. Esses sintomas podem significar cansaço visual, condição recorrente nos consultórios oftalmológicos nos últimos anos. Isso porque a fadiga se dá pelo esforço dos olhos, muitas vezes na frente de telas de computadores e celulares.
Segundo o oftalmologista Nédio Castoldi, para definir a causa da fadiga visual, é necessário distinguir seus tipos. Esses podem ser de causa acomodativa, muscular, neurogênica, mista e outras formas de astenopia, como as decorrentes de doenças orgânicas crônicas. Isso resulta em fraqueza corporal generalizada ou toxidade, como pós-quimioterapia.

A Hora – Existe algo nos monitores de vídeos que causa o cansaço visual?
Nédio Castoldi – A resolução da tela (medida em pontos por polegada), o nível de contraste e a iluminação do ambiente podem ser fatores importantes no conforto e na melhora da fadiga visual. As telas de cristal líquido (LCD) geralmente apresentam me-

O cansaço visual, afora desconforto físico, não causa miopia.”
lhor resolução, iluminação e refletem menos a luz do ambiente.
A taxa de renovação (refreshrate) da tela refere-se ao intervalo em minutos que a tela é preenchida para produzir uma imagem. Taxas muito baixas (8 a 14 Hz) podem contribuir para ocorrência de crises convulsivas. Taxas maiores (80 a 120 Hz) podem melhorar a sintomatologia visual e o conforto do usuário. É possível ajustar nas configurações avançadas do vídeo no computador.
A posição do monitor também é importante quanto à ergonomia e conforto para a musculatura cervical. Em geral, a tela deve estar em 50 a 70cm do usuário, em um nível 10 a 20 graus abaixo dos olhos para produzir menor estresse postural.
Até quanto tempo em frente a uma tela se começa a sentir o cansaço visual? E em quanto tempo é necessário uma pausa?
Castoldi – O tempo de uso do computador e os sintomas de desgaste físico e visual estão diretamente relacionados. Sugere-se pequenas pausas, de 5 a 10 minutos por hora, de preferência fixando a linha

do horizonte. Aliadas a exercícios de alongamento cervical, causam menor desgaste visual com melhora no desempenho para o trabalho. Os turnos de quatro horas no computador devem ser intercalados por pausas maiores de 20 a 30 minutos.
Qual o perfil de pessoas mais suscetíveis a esse desconforto?
Castoldi – Pessoas com alterações refracionais, especialmente aquelas portadoras de graus mais elevados, notadamente de hipermetropia e astigmatismo. Indivíduos já portadores de desiquilíbrios da musculatura ocular, assintomáticos, portadores de alguns tipos de doenças neurológicas, especialmente as degenerativas, usuários de antidepressivos ou ansiolíticos cronicamente.
Castoldi – Naturalmente aquelas que usam o sentido visual com “alta performance”, como é o caso de tantas profissões (costureiras industriais, trabalhadores de semijoias, usuários de computadores, controladores de qualidade, entre outros).

Existem profissões em que os profissionais são mais propícios a sentirem o visual?




Quais impactos o cansaço visual pode causar na vida de uma pessoa?
Castoldi – Baixo desempenho profissional e escolar, além da redução da qualidade de vida. Sem falar no uso crônico de analgésicos para dor de cabeça.
O cansaço visual pode ocasionar miopias ou outras condições oculares?
Castoldi – O cansaço visual, afora desconforto físico, não causa miopia. Porém, a visão de alto desempenho funcional tende a associar-se com aumento do grau de miopia por vários mecanismos anatômicos. No passado, essa tese foi contestada nos


meios acadêmicos, mas veio a confirmar-se pelos estudos mais recentes.
O que ocorre nos olhos e com a visão de uma pessoa com cansaço visual?
Castoldi – As alterações funcionais que ocorrem nas diferentes estruturas oculares, retina, musculo ciliar,
musculatura externa do olho, musculatura peri-ocular, temporal, frontal, levam a uma série de alterações bioquímicas nessas diferentes estruturas. Isso resulta em sintomas de ardência ocular, sensação de olho seco, dor de cabeça, dor nucal, dor fundo do olho, olhos vermelhos e embaralhamento visual.
– Fontes de brilhos e iluminação emanadas de trás dos computadores que atingem os olhos devem ser desligadas. Se houver necessidade de iluminação adicional, colocar lâmpadas de mesa.
mp – Caso o local de trabalho
Até o início da última década, pacientes diagnosticados com tumores malignos avançados – quando já existem metástases – tinham como opção de tratamento a tradicional quimioterapia, além de radioterapia e outras terapêuticas que têm como objetivo melhorar os sintomas e a qualidade de vida, além de obviamente aumentar sua sobrevida. No entanto, em algumas doenças, esses tratamentos levavam a um ganho real de sobrevida apenas discreto.
Esse cenário mudou significativamente nos últimos anos, trazendo esperança aos pacientes e médicos, com o advento de novas modalidades terapêuticas: a terapia-alvo molecular e a imunoterapia.
– Caso o local de trabalho esteja próximo a uma janela em que entra muito sol, é indicado ajustar as cortinas ou persianas para que a luz não interfira no monitor.
O avanço no conhecimento da biologia do câncer e na capacidade de reconhecer alterações genéticas – mutações do DNA – relacionadas ao surgimento do câncer e de suas metástases, levou ao desenvolvimento de novos tratamentos contra a doença. É o caso da terapia-alvo molecular, na qual o oncologista baseia-se no resultado de testes genéticos para a escolha do tratamento do paciente.

– Evite trabalhar em locais escuros, pois o monitor fica parecendo um farol. Isso aumenta o contraste entre a ausência de luz ambiente e a luz do monitor, induzindo a uma série de alterações funcionais das estruturas oculares. Isso

– Evite trabalhar em loc a sência de luz ambiente e a luz série de funciona aumenta a fadiga.
– Utilize iluminação adequada ao local de trabalho. Existem arquitetos e casas especializadas em iluminação de alta

– Utilize iluminação adequ espec qualidade.
– Evite deixar o ambiente muito seco.
plana que telas curvas.
– Monitores de telas planas oferecem melhor visualização

– As telas LCD permitem melhor ajuste de cor, contraste
e boa definição gráfica.
Exemplo disso são os pacientes com diagnóstico de câncer de pulmão avançado do tipo adenocarcinoma, os quais têm fragmentos do seu tumor analisados quanto à presença de mutações em genes específicos, para os quais existem terapias-alvo que levam a um ganho expressivo de sobrevida. Pacientes tratados assim podem viver até quatro a cinco anos, enquanto pacientes não elegíveis para esses tratamentos vivem em média metade disso. Hoje a terapia alvo também é realidade no tratamento do melanoma, câncer colorretal, dentre outros.
– Configure adequadamente os elementos gráficos do computador para maximizar o conforto.
– adequadame maximiza
– O tamanho da fonte ta facilitar a leitura.
– O tamanho da fonte também pode ser ajustado para
– A distância do monitor deve ser entre 50 e 70 cm dos
olhos.






– Profissionais que trabalham com entrada de dados, programadores e assistentes administrativos que convertem dados em documentos para banco de dados eletrônicos devem manter as folhas de papel posicionadas ao lado da tela do computador (suporte apropriado).
– Profissionais qu programador que convertem da eletrô posiciona a


Talvez a grande virada nessa luta que empenhamos contra o câncer esteja ocorrendo com o desenvolvimento da imunoterapia. De diversas maneiras, o câncer “engana” nosso sistema imunológico e é capaz de desenvolver e disseminar-se sem ser atacado pelas nossas defesas. O conhecimento desses mecanismos levou a criação de medicações capazes de reestabelecer a capacidade do sistema imune de reconhecer o câncer e combatê-lo. Hoje a imunoterapia já é aprovada para diversos tipos de tumores. No Brasil, no momento, aprovada apenas para o tratamento do melanoma, esperando-se que em breve seja aprovada para outros tumores. A euforia da comunidade científica com a imunoterapia baseia-se no benefício demonstrado em estudos. Por exemplo, uma parcela significativa de pacientes com melanoma metastático sobrevive por mais de cinco anos com esse tratamento, quando a sobrevida média com quimioterapia não passava de um ano.




Rafael Seewald oncologista



Frente a esses recentes avanços, cabe ao oncologista discutir com seu paciente o tratamento adequado ao seu caso, levando sempre em consideração as expectativas e anseios do paciente com o tratamento a ser iniciado.
entes avanista discute o trataseu caso, consideraanseios do mento





Na sexta-feira à noite, 28, o bar Marreta recebeu os clientes para curtir a noite. Entre petiscos e bebidas, a música embalou o momento de diversão. Alguns aproveitaram para conhecer a noite lajeadense, como foi o caso da brasiliense Jaqueline Santos. Enquanto isso, o namorado Bruno Salvatori se despede da cidade para morar junto da amada. O bar abriu faz cinco meses e foi bem recepcionado pelo público, contam os proprietários Wagner e Rodrigo Kober.


O Sesc Lajeado, por meio do Projeto Portal Cultura, promoveu o espetáculo AHistóriadeNósDois, do Grupo Teatral do Centro Universitário Univates. O espetáculo foi apresentado no formato de esquete, o grupo utilizou exclusivamente a corporalidade do elenco para encenar a história de uma vida.



O mundo feminino dos negócios foi o destaque do Ideias que Alimentam, da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) Lajeado. A palestra Empreendedorismo Feminino: Da Ideia à Realização foi apresentada pela empresária, consultora e coach profissional Iva Cardinal, também conhecida por ser uma das idealizadoras da Confraria do Batom. O evento ocorreu na sede da entidade na quinta-feira, 27.


Comportamento
A empresária Iva Cardinal ministra palestra sobre o tema e analisa o papel da mulher no mundo dos negócios
Facilidade em realizar múltiplas tarefas, cuidado na hora de iniciar um negócio e disponibilidade para trocar informações. Essas são algumas das características femininas que se destacam dentro do empreendedorismo. Esse foi o tema da palestra de Iva Cardinal, uma das idealizadoras da Confraria do Batom, que ocorreu na semana passada na Câmara de Dirigentes Logistas (CDL) Lajeado.
Segundo ela, a mulher tem cada vez mais tomado espaço na área. “Pesquisas apontam que mais de 50% dos empreendedores hoje são mulheres.” É uma questão de empreender por necessidade, paixão, oportunidade ou por realização profissional, acredita. Para Iva, cada vez mais se fala em empoderamento feminino. “A ONU Mulher faz um trabalho forte nesse tema, e isso se dissemina em outras iniciativas.” A busca pela igualdade de gêneros é um caminho sem volta, acredita. “Criam-se movimentos individuais estruturados ou com uma entidade grande por trás, que buscam cada vez mais dar poder às mulheres.”
Esse poder significa a capacidade da mulher de tomar as rédeas de sua vida. Ela pode decidir se quer empreender, ser dona de casa, se quer estudar, trabalhar ou ser mãe. “E não se deixar oprimir, seja por ideias, pessoas ou pelo trabalho.” Isso tem muito a ver com o empreendedorismo, acredita Iva. Se a mulher quiser, pode ter seu próprio negócio. Ela deve se sentir capaz ou pelo menos apta a enxergar o caminho que deve seguir. “Seja para buscar parcerias, se preparar para a

gestão e procurar quem a apoie financeiramente no primeiro momento .”
Segundo Iva, um movimento evidente dentro do mundo dos negócios, que
une o empreendedorismo com necessidades femininas, é formado por mães. Elas buscam empreender por querer uma vida diferente depois de terem filhos. Essas mulheres tinham uma carreira, um trabalho formal e depois de se tornarem mães quiseram mais tempo com seus filhos, flexibilidade de horário. “Isso não se consegue dentro de uma empresa.”
O negócio próprio foi pensado para terem mais liberdade, mas não necessariamente menos trabalho. Por isso, elas identificaram uma oportunidade de negócio a partir de necessidades específicas durante o período da maternidade, relacionadas a esse momento da vida, conta Iva.
Quando você se dá conta que pode ser quem você quiser, é uma libertação feminista.”
Iva Cardinal, empresária
Para ela, as mulheres estão cada vez mais empreendendo por se sentirem seguras de si. “Muitas marcas têm falado sobre isso, mudaram até a maneira de se comunicar com o público.”
As empresas se voltaram à figura mais realística da mulher, como uma pessoa que sofre e chora, mas é guerreira e alcança degraus importantes de sua vida por mérito próprio. Não se trata mais de uma mulher frágil, e sim empoderada. “Quando você se dá conta que pode ser quem você quiser é uma liber-

tação feminista.”
Mas ainda é difícil para mulher assumir esse desafio. A pressão familiar de que não se pode trabalhar até tarde porque vai deixar os filhos e o marido desassistidos ainda é muito comum. “Existe a dupla jornada, onde ela atende seu empreendimento no horário comercial e ao chegar em casa precisa trabalhar.” Ser uma ótima mulher, mãe, empreendedora de sucesso, linda e saudável é o mito da mulher perfeita. “Isso não existe.”
A Confraria do Batom, projeto de Iva junto da amiga e empresária Daniela Arruda, surgiu em 2009 sem grandes pretensões. O objetivo era reunir mulheres, fazer um jantar e ao mesmo tempo trocar experiências que enriquecessem suas carreiras. “A ideia era aproveitar o momento de descontração para gerar um conteúdo de qualidade.” Ela se espalhou entre as amigas das participantes. A falta de momentos como esses atraiu as atenções, acredita Iva. Foi quando perceberam que a iniciativa poderia se tornar um projeto que ocorresse com frequência e seguisse temas específicos. Então, se reuniram e criaram os quatro pilares do projeto. Tratam-se de temas que norteiam as reuniões. São eles: sedução, bem-estar, beleza e independência financeira. Hoje a confraria tem mais de dez formatos de encontros, cada um de

Os parceiros locais, que viabilizam as reuniões em diversos municípios, são mulheres que participaram das primeiras reuniões em Porto Alegre e se interessaram em levar para suas respectivas cidades. Essas pessoas são a voz da confraria em cada região, diz Iva. “A intenção é ter cada vez mais eventos de acordo com o que o públi-
co local deseja.”
Nos encontros sobre independência financeira, homens são bem-vindos. Mas o protagonismo sempre será da mulher, atenta Iva. “Ela será a palestrante, a pessoa que apresenta o negócio. O tema é pensado para ela.” Ela conta ser comum receberam homens que vão acompanhar as esposas, e até
mesmo quando são convidados para conhecer a iniciativa.
Segundo a diretora comercial Lizete Kronbauer, dedicação, perseverança, planejamento, atenção às mudanças de mercado e muito trabalho são requisitos necessários à qualquer pessoa que deseja ser empreendedora bem-sucedida, independentemente do sexo.
Para ela, ser um profissional exigente consigo mesmo é parte importante. “Eu sempre digo: 'se fosse fácil todo mundo faria, mas como não é, nós faremos'.” Durante a carreira, ela busca constante desenvolvimento em diversasáreas.Entreelas,liderança,comunicação, visão empreendedora, inteligência competitiva, controle emocional, negociação e autoconfiança.
O papel da mulher dentro do empreendedorismo é fundamental e necessário, acredita Lizete. “Elas estão conquistando cada vez mais espaço e ganhando impulso, e isso é maravilhoso.” Para ela, não só as mulheres têm a ganhar, mas sim a sociedade como um todo.
Para a empresária Inês Deciam, no meio empresarial é muito importante começar com o que se tem. “Às vezes as pessoas têm as ideias, mas têm medo de dar o primeiro passo.” É preciso entender o que se deseja, e aí iniciar o negócio da forma que puder. Segundo ela, não adianta querer ter um capital grande logo de início. “Isso você conquista com o tempo.”
FIM DE SEMANA, 5 E 6 DE NOVEMBRO DE 2016 acordo com um dos pilares. O mais incentivado pelo grupo é o da independência financeira, em que falam sobre empreendedorismo, carreira, negócios e networking. A confraria já realizou encontros em Esteio, Gramado, Canela, Lajeado, Estrela e Novo Hamburgo. O próximo destino é Carazinho


Com a temperatura variante, ainda teremos dias frescos e de chuva até o início do verão. Por isso, um guarda-roupa versátil se torna uma necessidade. Uma saída interessante para quem quer variar os colares são as blusas que já vêm com a bijuteria engatada. Aposte em looks leves, sempre com uma peça clara para balancear.







Todos os dias, milhares de pessoas ouvem seus despertadores e levantam das suas camas para encarar mais um dia de trabalho, de compromissos, de vida. As padarias das esquinas da cidade aos poucos vão sendo povoadas por esses seres. Taças de café com leite, de café puro, sanduíches, pastéis e uma porção de comentários corriqueiros são servidos às mesas e balcões. Preste atenção no som harmônico que envolve esses ambientes, numa combinação interessante de cadeiras arrastadas, xícaras tilintando, pessoas falando, portas abrindo e fechando.
Alguns estão a sós em seus pensamentos, outros acompanhados conversando sobre as noticias que ocupam as capas dos jornais. Tem sempre aquele grupo de amigos que religiosamente se encontra para continuar a conversa que iniciou nos dias anteriores e um bom grupo toma seu café imerso nos diálogos whatsappianos (sei que não existe essa palavra). O fato é que todos estão iniciando mais um dia e a pergunta é: O que nos espera hoje? Não há como ter certeza.
Podemos ter uma noção das possibilidades que a nossa rotina nos reserva, como por exemplo buscar os filhos na escola, participar daquela reunião agendada, ir ao supermercado, pagar algumas contas, comprar a comida do cachorro, enfim. Mas e o que mais poderá acontecer? Que boas notícias receberemos ao tocar nosso telefone? Será que conheceremos um novo amigo? O resultado do exame será positivo? Negativo? Finalmente fecharemos aquele negócio? Haverá no dia de hoje a chance de começarmos uma nova paixão (paixão pelo que quer que seja)?
De qualquer forma, espero sinceramente que hoje não seja o dia dos acontecimentos indesejados. Nesse caso eu pergunto, quais são os seus acontecimentos desejados?
Bem, eu acordei desejando ter mais um dia especial. O que seria um dia especial para mim? Por exemplo, um dia em que não chegue a mim nenhuma noticia do tipo o encanamento está vazando, “busque sua filha na escola, ela está com febre” ou seus triglicerídeos aumentaram. Um dia em que meu trabalho flua tranquilamente. Um dia em que meus colegas e amigos ao me encontrarem me presenteiem com um “bom dia” sincero. Um dia em que eu não perca as chaves e que esteja atenta o suficiente para perceber a poesia que envolve cada expressão (triste, feliz ou apática) dos rostos que sempre encontro. É claro que ser surpreendida com a descoberta de uma nova música daquelas que se ouve por toda a vida ou por um novo “melhor filme” também seria ótimo!


Da inspiração na personagem Mulher Maravilha à representação de grandes cortes, os vestidos foram pensados pela designer Nanda Ost
C“Havia um desejo grande pela renovação do estilo dos trajes.” Para isso, migraram para um conceito moderno, mas preservando o glamour e encantamento característico das cortes, diz Nanda. A criação dos vestidos foi norteada por alguns conceitos. Entre eles, a renovação, que priorizava a liberdade de movimentos ao optar por não utilizar detalhes rígidos nos ombros.




Fico pensando quantos de nós acordam, despertam de verdade ao ouvir o despertador. Acordar é com certeza muito mais do que levantar da nossa cama. É tomar consciência de que um novo dia nunca antes experimentado nos está sendo entregue.
Raquel Winter imo! tos de am de rtateza ntar ar m es tá



om início no dia 11, a 20ª Feira Industrial, Comercial e de Serviços (Expovale) promete movimentar o Vale do Taquari e o estado até o dia 20. Como representantes do evento, a rainha Paola Sionara Lagemann e as princesas, Ana Júlia Berté e Pietra Charão Toffani, chamaram a atenção durante o lançamento dos trajes oficiais. Criações da professora do curso de Design de Moda Univates e designer gráfica, Nanda Ost, as roupas têm diversos significados.
Nanda conta que a demanda eram duas variações de trajes oficiais e duas variações de trajes casuais.
O empoderamento feminino foi representado pelos ombros em evidência e braceletes inspirados em figuras femininas emblemáticas, como a personagem Mulher Maravilha.
O glamour está representado na renda e bordados em pedrarias nas tonalidades prata e dourado. A sofisticação foi priorizada por meio da pouca variação de cores, sem excesso de elementos. A cor escolhida também foi um fator importante na construção da ideia, diz Nanda. “Sugere libertação e transformação.”
Para os trajes casuais, optaram por mais opções. Isso por conta da variação de temperatura dos diversos locais visitados pela corte. Por isso, foi pensada uma elegante saia midi e duas variações de blusas: cropped manga curta e blusa manga longa, com inspiração na moda atual. “Os vestidos foram confeccionados com muita dedicação pela profissional Rosani Dahmer.”
As coroas das soberanas foram criadas pela designer de joias Jordana Reali Ferri. Segundo ela, a inspiração veio dos traços e linhas da arquitetura dos colonizadores do município. “Podemos ver isso no nosso Parque Histórico e no movimento das águas do Rio Taquari”, diz. Segundo ela, o resultado também superou expectativas. “Foi um grande desafio para mim, mas amei participar desse momento da Expovale.”

