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Estudante de Relações Internacionais, Tamara Sopelsa é leitora assídua de autores latino-americanos. Apaixonada por bibliotecas, lê até cinco obras por mês
Foi entre os artigos sobre conjuntura das relações internacionais, que Tamara Sopelsa, 21, começou a se interessar porliteraturalatino-americana, livros de economia, história, política e sociologia. Estudante universitária, integra a equipe responsável pelos negócios internacionais de uma empresa de tecnologia. “Os livros têm a capacidade de despertar nível crítico sobre a sociedade em que vivemos e ao mesmo tempo fazem nascer uma mistura de sentimentos.”
Tamara tem como meta atual ler cinco livros por mês, mas otempoandacurto.“Poreuter uma rotina corrida, costumo ler nos intervalos do almoço, antes de ir pra aula e quando chego em casa à noite. Já no fim de semana, por ter mais tempo disponível, me detenho maisnaleituradelivrosrelacionados à faculdade.”
Ela adora bibliotecas. “O ambiente por si só te inspira a, literalmente, devorar os livros. Gosto muito de colocar a leitura em dia em ambientes rodeados pela natureza.” A lista de autores preferidos ultrapassa as fronteiras. É amante, principalmente, da literatura latino-americana. “As minhas viagens para locais como Argentina, Uruguai, Paraguai, Colômbia, além da troca de experiência com pessoas de outros países, me deixaram muito próxima de autores como Gabriel Garcia Marquez, Eduardo Galeano, Jorge Lui z Borges, Hector Abad Faciolince e Pablo Neruda.”
Como estudante de Relações Internacionais, costuma planejar experiências interna-
QUEM FEZ ESTA EDIÇÃO voce@jornalahora.inf.br

cionais para relacionar-se com pessoas de outras culturas e aprender outros idiomas. “ Itália, África do Sul e China foram essenciais para enfrentar o mercado multicultural.”
Segundo ela, muitas empresas e organizações passam a abrir suas portas para estrangeiros e, para isso, sente-se no compromisso de estar preparada para recebê-los. “Conviver de forma harmoniosa, conhecendo e entendendo os costumes culturais do colega estrangeiro.”
Arte como oxigênio
Tamara morou por dois meses em Florença, na Itália, e por sete meses em Bogotá, na
Colômbia. “Me identifico com ambas as cidades. Por Florença ter sido o berço do Renascimento, ela respira arte, moda e literatura. O ambiente é muito
Gosto de colocar a leitura em dia em ambientes rodeados pela natureza
inspirador.” Bogotá também desperta fascínio. “No centro encontra-se casas bem preservadas da época colonial, ruas superestreitas que mal passa um carro, muitos teatros, pessoas vendendo uma quantidade enorme de livros nas ruas a preços acessíveis”, lembra. Segundo ela, no local, há artistas cantando, pintando quadros, colorindo a rua com desenhos na séptima, uma rua onde apenas pessoas e bicicletas podem transitar.
Coleção de moedas
As viagens despertaram na estudante a vontade de colecionar moedas. “Tenho notas e moedasdepaísesquejáconhe-
ci. Também ganhei de amigos, que fiz ao longo das viagens. Ainda não tenho um lugar especial para guardar, mas a ideia é criar um espaço especial para elas.”
Conselho
“Se queremos uma sociedade que tenha um alto nível de conhecimento, educação e leitura crítica sobre os fenômenos e eventos atuais, não podemos exigir da criança e obrigá-la a ler, dizer pra ela que isso é importante. Nós, adultos, temos que ensiná-la a ler, ensiná-la a gostar da leitura, afinal de contas, nós somos o reflexo daquilo que eles veem, escutam e convivem.”
Direção Editorial e Coordenação: Fernando Weiss - Produção: Taciana Colombo, Anderson Lopes e Carolina Chaves - Arte: Gianini Oliveira e Fábio Costa Foto de capa: Uriel Gonçalves/divulgação - Tiragem: 7.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística)
Conteúdo patrocinado
As contusões e os estiramentos musculares são responsáveis por 90% das lesões no esporte. Manifestam-se com impotência funcional, dor local, inchaço e hematoma. Fatores como fadiga muscular, estresse psicológico, tempo frio, intensidade de treinos acima do habitual ou até erros de treinamento podem levar ao trauma. Segundo o ortopedista Jamil Barghouti, as lesões musculares no esporte são classificadas em três fases
Na maioria dos casos, o tratamento é conservador. De imediato, deve ser instituído o chamado Protocolo Price, lembra o médico


Enquanto houver dor, o médico aconselha o uso de analgésico. “Os anti-inflamatórios são usados por pouco tempo, no máximo dois dias, pois atrapalham a formação de tecido cicatricial”, explica. O retorno ao esporte depende da remissão dos sintomas.
O atleta deve ser capaz de usar, sem a dor, o grupamento muscular lesionado para as atividades mais básicas. “Ao retornar às suas atividades desportivas, de maneira progressiva, o atleta deve ser supervisionado pelo seu terapeuta físico e/ou treinador.”

Protection: proteção
Rest: repouso
Ice: gelo ou crioterapia
Compression: compressão local e enfaixamento
Elevation: elevação do membro acometido, que deve ser mantido nos primeiros 3 a 7 dias
DESTRUIÇÃO: momento inicial da lesão, quando se tem necrose, inflamação e formação de hematoma no tecido lesado
REPARAÇÃO: ocorre a formação de um tecido cicatricial e de novos vasos sanguíneos no tecido lesado
REMODELAMENTO: a fase começa quando ocorre a maturação do tecido cicatricial e a restauração da capacidade funcional do músculo
DIAGNÓSTICO
Conforme o ortopedista, a análise do problema é realizada em consultório clínico. “Baseamos o diagnóstico em uma história e exame físico sugestivos. Nos casos duvidosos ou quando é necessário ter uma noção mais exata do grau de lesão muscular, podem ser usados exames complementares, como o ultrassom e a ressonância nuclear magnética
Apoiadores




Número de casamentos no civil aumentou na maioria dos municípios da região. Namorados também

“Prometo ser fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, por todos os dias da nossa vida, até que a morte nos separe.”
Os tradicionais votos do casamento, que sacramentam o contrato de união, já não são mais ouvidos com tanta frequência quanto an-
tigamente.
Muitos casais têm dispensado a cerimônia religiosa. Na Igreja Santo Inácio de Loyola, em Lajeado, por exemplo, até 2014, eram realizados cerca de 60 casamentos ao ano.
Em 2015, a quantia caiu para 50, e em 2016 ficou em 47. Para este ano, há apenas 26 enlaces marcados. “As pessoas costumam agendar com antecedência. Então, ainda esperamos um aumento para este
ano, mas acredito que não vá passar de 35 a 40”, comenta o pároco Antônio Puhl.
A situação também é desanimadora quando se fala no curso para noivos. De acordo com o padre, era normal que cerca de 25 casais, de várias cidades da região, participassem. Porém, no primeiro treinamento realizado neste ano, apenas nove pares compareceram.
Enquanto isso, o número
“Falta purificação nesta união, falta a bênção sagrada”
O pároco da Igreja Santo Inácio de Loyola, Antônio Puhl, comenta sobre os motivos que levaram à diminuição no número de casamentos no religioso. Acredita que, quem deixa o casamento religioso de lado, perde na união.
A Hora – Ao que o senhor atribui essa redução?
Padre Antônio – Considero quatro causas principais. A primeira delas é a falta de iniciação da vida cristã. As crianças passam pela catequese, crisma e acreditam que terminaram a formação. Quando, na verdade, deveria haveroacompanhamentoda família para que isso continuasse. Muitas famílias nem mesmo fazem essa iniciação. As outras causas são o desprezo à tradição, e a secularização, quando as pessoas
de troca de alianças no civil cresce. Em Lajeado, a quantia passou de 259 em 2013, para 318 em 2016. Entre 2013 e 2015, o IBGE também contabilizou aumento em Estrela, Teutônia e Taquari. Funcionária do Registro Civil de Lajeado, Sílvia Griebeler afirma que a maioria dos casais faz o contrato de casa-
abandonam o religioso para se tornarem leigas. Nesse caso, há uma banalização do sagrado. As pessoas acreditam que não precisam mais da religião. E, por fim, atribuo às questões financeiras. Muitos deixam, ou adiam o casamentonaigreja,porfalta dedinheiropararealizaruma festa.
O senhor acredita, então, que o casamento religioso tem sido muito vinculado a grandes festas?
Padre Antônio – Na verdade é uma questão cultural. Não há como se casar sem realizar uma festa, convidar familiares e amigos. É um momento de comemoração. Claro, há os escandalosos. Mas a maioria é porque falta uma base financeira. Noto que muitos conquistam uma casa, um carro, e depois se
mento somente para formalizar a união, e garantir direitos em comum. O mesmo acontece com quem opta apenas por fazer o documento de


casam no religioso, quando já há uma situação mais estável, para poder fazer a merecida festa.
Qual a perda que os casais têm ao não se casar na igreja?
Padre Antônio – Falta purificação nesta união, falta a bênção sagrada. Deixam de
união estável. No Tabelionato Klein, cerca de 30 casais fazem o documento por mês, uma média de 360 ao ano.
União
estável
É o caso da agente de cultura e lazer, Claudine Becker, 31, e do gerente Robson Spohr, 33. Juntos faz 17 anos, oficializaram a união estável há dez. Os motivos foram o compartilhamento do plano de saúde e do clube.
Ela, evangélica luterana, ele, católico não praticante, nunca sonharam em casar na igreja. O que mais pesa na contramão são os altos custos do casório. “Preferimos ir viajar com esse dinheiro”, comenta Claudine.
Hoje, com o filho Bento, de 6 meses, ela não se arrepende
dar um passo importante para iniciação da vida religiosa de toda família.
E quanto à secularização, por que o senhor acredita que há esse afastamento do religioso?
Padre Antônio – Esse é um fenômeno mundial, né.
O ser humano ganhou essa sensação de poder, de que é capaz. Então acredita que não precisa mais do seu criador. Sozinho pode conseguir o que quer. Creio nisso, de que está muito ligado ao ufanismo, à soberba humana. Mas, apesar disso, por outro lado, percebo que quem permanece na igreja busca a formação, quer participar, se integra, quer a religião.
A igreja errou para que isso acontecesse? E se errou, o que poderia fazer para atrair essas pessoas?
Padre Antônio – Nós, como igreja, sabemos que algo deu errado. Por que antes fazíamos a catequese e todos se encaminhavam e hoje não dá mais certo? Acreditamos que devemos reforçar e rever a iniciação.
Muitas crianças têm a percepção de que a crisma é uma formatura, que ali acabou a formação, quando, na verdade, isso é apenas o começo. A partir de então, que o jovem deverá participar mais da comunidade. Mantê-lo na igreja é nosso objetivo.
(Igreja Santo Inácio de Loyola)
da atitude, e pensa que a felicidade independe do casamento. “Não perdemos nada, pois temos todos os direitos que são importantes. Acho que hoje é algo totalmente dispensável”, comenta.
A estagiária Malu Cortez, 26, compartilha da opinião. Ela está junto com Leandro Luís Cordeiro, 23, faz cinco anos. Moram juntos com a filha de 3 anos, mas não oficializaram a relação.
“As pessoas não têm mais essa ideia de que precisam casar para ter filhos. As coisas meio que ‘se atropelam’.”
Ela acredita que há questões acima da troca de alianças. “Estamos bem, e é isso que vale para nós.”
Coluna
Dizem que eles não têm sexo. Acho mesmo que não. Quando pensamos em anjos, logo vem às nossas mentes aqueles rostos fofinhos, com cabelos cacheados, pernocas gordinhas e barriguinhas salientes. Imaginamos eles voando ou então deitados em nuvens branquinhas pairando no céu. Mas, se tivéssemos que dar nomes e rostos aos verdadeiros anjos que conhecemos durante a nossa vida, certamente seriam diferentes. Teríamos anjos altos, baixos, de cabelos lisos, encaracolados e até carecas! De pele lisinha e principalmente enrugada.
E qual é o papel dos anjos? Para que servem? Bem, até onde sei, sua principal função é guardar alguém. São os anjos da guarda e eu descobri que tenho muitos, pois um só não daria conta do recado, mesmo sendo celestial! Você também os tem e aquela história de que não os vemos também pode ser uma verdade. Nossos anjos estão disfarçados. Não, não enlouqueci. É a mais pura verdade. Estão disfarçados das mais variadas formas, mas sempre a serviço do nosso bem estar.
Os primeiros anjos que conhecemos quando chegamos à luz deste planeta costumamos chamar de pai e mãe. Em alguns casos, esses anjos também são chamados de vó, vô, tio, tia. Depois podem chegar às nossas vidas alguns anjos que poderão inicialmente (com o perdão da blasfêmia) infernizar nossa vida despertando principalmente sentimentos relacionados ao ciúme e à competição. São os tais anjinhos identificados como irmãos ou irmãs. Com o tempo, vamos descobrindo a que vieram. Geralmente seus papéis estão relacionados a proteger-nos do egoísmo, ensinando-nos a dividir, perdoar, brigar pelo que queremos e apoiar incondicionalmente.
Entre tantos disfarces, há alguns anjos com uma missão de guardar nossas vidas em momentos específicos e, portanto, disfarçam-se de professores, enfermeiros, bombeiros, psicólogos, médicos, outros tantos. Há inclusive uma categoria especial de anjos e que guardam a vida das mulheres.
Esses, costumamos chamar de melhores amigas. São raríssimos, escassos, mas imprescindíveis. Eu mesma levei alguns anos para descobri-las e vale contar que foram muitos os enganos. Mas falemos dos acertos. Uma delas eu descobri ainda na adolescência, na época do Ensino Médio. Estava disfarçada de colega de aula, baixinha, tem um sorriso que vai de orelha a orelha e um coração que não cabe dentro do peito. Outras três trabalhavam comigo e eu as descobri um tempo mais tarde quando eu já tinha mais de 20 anos.
Mas o rosto do meu anjo da guarda mais poderoso revelou-se recentemente. Esteve comigo a cada segundo, me concedendo o livre arbítrio da escolha, me derrubando e por vezes me erguendo. Só sei que a sua companhia tem sido cada vez melhor e pelo visto vamos ser cada vez mais íntimos. Por anos esteve preso em meus espelhos e agora, livre, toma conta de mim. Como ele é? A minha cara!
Raquel
Winter
cronicasraquel@gmail.com



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A Comunidade Evangélica de Confissão Luterana em Lajeado (IECLB) e a Congregação Evangélica Luterana Cristo (IELB) unem esforços para celebrar os 500 anos da Reforma Protestante. Em Lajeado, a comemoração começou no domingo, 12. O espetáculo no Teatro da Univates contou com as apresentações da Orquestra Jovem do Sesi, Grupo Vocalize e Vocal Nota Livre.





O paraibano Zé Ramalho cativou o público em show para plateia lajeadense no dia 9. O artista com mais de 40 anos de carreira é dono de uma das vozes mais inesquecíveis da MPB. Abriu o espetáculo relembrando o sucesso de Geraldo Vandré, PranãoDizerquenãoFaleideFlores. O repertório seguiu com a mistura de elementos da cultura nordestina e a sonoridade da música pop.

Academia Literária do Vale do Taquari (Alivat) empossou nova diretoria nessa terça-feira, 14.
O escritor Deolí Gräff foi nomeado presidente e trabalhará em conjunto com o vice,

Ney Arruda Filho. A nova gestão quer destacar a Caravana da Alivat e a 5ª edição do Concurso Literário. Formada por 40 cadeiras, a entidade está com 27 ocupadas. Pretende escolher mais dez escritores neste ano.



Receita de camarões
grelhados, risoto picante e salsa de tomates promete surpreender paladar dos seus convidados
Prepare-se para receber elogios, pois este prato, além de muito simples, causa uma ótima impressão aos sentidos pelo aroma, frescor e beleza. Pode ser servido como uma pequena entrada também. É preciso apenas reduzir a proporção na montagem. A indicação é de Fred França. O chef é consultor e palestrante de gastronomia. Já atuou em Lajeado e hoje cumpre roteiros como chef da Madero Steak House, em Belo Horizonte (MG).
Camarões grelhados, risoto picante e salsa de tomates frescos
• 120 g de camarões rosa descascados
• 15 g de manteiga de garrafa ou clarificada
• 5 g de alho desidratado
• 90 g de arroz carnarolli
• 35 g de queijo parmesão meia cura
• 5 g de açafrão-da-terra
• 10 g de sal
• 2 g pimenta do reino
• 10 g de caldo de peixe
• 40 g de tomate-uva ou cereja
• 30 ml de azeite de oliva
• 10 ml de aceto balsâmico
• 30 ml de vinho branco
• 1 maço de salsa para decorar
Em uma panela baixa de fundo triplo, frite o arroz por 2 minutos em temperatura média, uma pitada de sal, 25 ml de vinho branco seco.
“Tenhaaoseuladoágua quente para cozimento, não tem segredo; vá adicionando água aos poucos e mexendo sempre, assim o risoto ficará cremoso; deixe desidratar até o ponto de desgrudar do fundo, coloque mais água, repita o processo quantas vezes for necessário.”


Na segunda água, coloque o açafrão. Servirá para apurar aroma, além de uma coloração interessante para prato. Despeje o queijo parmesão ralado para finalização, tempo máximo de cozimento será de 20 minutos, para al dente. Em uma frigideira, derreta a manteiga, dispense a espuma branca que desprende no cozimento com uma escumadeira (clarificação), tempere os camarões com leve toque de sal, despeje-os salteando até que dourem, finalize com o alho por mais 1 minuto. Para salsa de tomates, corte-os ao meio e tempere a gosto, infalível azeite extravirgem de boa procedência, balsâmico e pimenta-do-reino.
Montagem
Pronto para montagem, coloque na base do prato arroz, centralizando-o. Disponha os camarões. Seu dorso pressionando ao arroz, em cada intervalo com meio tomatinho gourmet. Para decorar use três metades no topo e um maço de salsa. Já centralizada a preparação, circunde-a com delicado fio de azeite. Para dar profundidade, moa a pimenta-do-reino.


Elas estão em todas as coleções, mas desta vez aparecem supergrossas e brilhantes por conta da inspiração que vem dos vestidos de crochê de famosas coleções e do street style internacional.
As cinco tendências que prometem dominar a próxima temporada de moda



O sportwear já inspirou o estilo das ruas no hemisfério norte e dá as caras por aqui. A aposta no esportivo estará presente nas coleções de diferentes marcas durante a temporada.
Brincar com cores, texturas e padronagens está permitido nesta nova temporada. A ideia é criar um look com influência hippie, mas com tempero bem romântico. Florais de patchwork nas estampas e veludo marcam forte tendência nas peças e acessórios.

Frases autênticas em camisetas que exploram temas como o feminismo devem invadir as ruas neste outono. Várias marcas apostam na ideia, que ganhou forma logo depois do desfile da Dior. Em um dos looks, Maria Grazia Chiuri estampou “Devemos todas ser feministas”. As fashionistas logo aderiram à moda.

Saem os slip dresses e entram os roupões de banho. Isso mesmo, a modelagem parece inspirar de forma literal algumas peças da estação. Nas estamparias, o nostálgico padrão xadrez está de volta.






























AdaBlusaflare,lojaAzienda

blusa flare aparece como peça-chave para as produções de outono. A inspiração vem dos anos 1970. É caracterizada pelas mangas amplas e fluidas. Está presente em vestidos e blusas nos mais diferentes materiais. Para compor o look com blusa estampada, aposte em uma cartela enxuta de cores, baseada em escalas de cinza, preto, vermelho e caramelo. Garanta o contraponto com calça jeans reta e escura, bota de salto pesado e gargantilha.





daGargantilha, lojaAzienda










Que tal começar a montar o visual de cima para baixo? Os calçados da coleção outono-inverno fornecem informações importantes para montar o look da temporada. Botas bicker, aquelas adotadas por motoqueiros, além dos coturnos, têm saltos baixos e perfeitos para encarar o dia a dia. O estilo esportivo surge para quem não renuncia o conforto de jeito nenhum. Mas não se engane, o tênis, seu principal re-
presentante, é ideal para montar um visual descolado. Aposte naqueles com saltos plataforma, detalhes em glitter ou metalizados. Modelos como o blucher e o oxford são superurbanos e ideais para encarar o friozinho de outono, assim como a tendência dos calçados cut out, com recortes que fazem o meio-termo entre as estações. Tons como verde militar, amêndoa, bordô e ocre predominam.
Fotógrafo: Uriel Gonçalves/divulgação/ Assistente de fotografia: Estevão Figueiras/divulgação/ Produção: Gregori Teixeira/ Styling: Mari Flores/ Modelos:






