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AH - Principal | 15 de janeiro de 2016

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SANTA CLARA DO SUL

1,3 mil atletas invadem a cidade

As delegações dos 23 clubes participantes da quarta Copa Cidade das Flores chegam hoje. Abertura ocorre a partir das 16h30min, com desfile.

Fundado em julho de 2002

Lajeado, sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Ano 13 - Nº 1509

Avulso: R$ 1,00

Fechamento da edição: 21h

REUNIÃO COM CODEVAT

Governo propõe mudança na Consulta Popular 2016

Representantes do Codevat e da Secretaria Estadual do Planejamento debateram o processo de participação popular deste ano. A proposta é diminuir o número de demandas pontuais de cada cidade e aumentar

Acidentes reforçam

Trafegar pela ERS-424, de Forquetinha a Canudos do Vale, exige cuidado. Na pista sem acostamento, dois ciclistas foram atropelados – e morreram – em menos de 30 dias.

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FONTE:CIH/UNIVATES

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a quantidade de projetos que englobem um grupo de municípios ou a região como um todo. Também foi abordada a elaboração do planejamento estratégico do Codevat para os próximos quatro anos.

Estrela conclui casas populares em março

de março. Assinatura dos contratos de financiamento ocorre nas próximas semanas. Cada beneficiado pagará prestações mensais de até R$ 80, com prazo de dez anos para quitar o contrato. Segunda etapa, que prevê outras 129 moradias, deve sair do papel no decorrer do ano.

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Hospital se recupera e espanta a falência

Na iminência de fechar as portas, Hospital São Gabriel Arcanjo se recupera a partir de mudanças na gestão. Ontem, teve reconhecida a filantropia, o que lhe permite receber recursos públicos. Administração da casa pretende quitar todas as dívidas até fevereiro. Página 6

CRUZEIRO DO SUL

EXPEDIENTE

Diretor Geral: Adair Weiss

Diretor de RedaÁ„o: Fernando Weiss

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REDA« O

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Os artigos e colunas publicados não traduzem necessariamente a opinião do jornal e são de inteira responsabilidade de seus autores.

Tiragem média por edição: 7.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística)

Ideias

leitor@jornalahora.inf.br

Em todo o mundo civilizado, o vinho é considerado um agroalimento. Complemento às refeições e fonte de calorias e vitaminas para homens e mulheres.

Tem sido assim, há séculos, na Europa. E também, de algumas décadas para cá, em países do Novo Mundo, como nossos vizinhos Chile ou Argentina, que incorporaram a mais saudável das bebidas (na definição de Louis Pasteur) às refeições cotidianas.

Centenas de pesquisas, conduzidas por instituições respeitadas mundo afora, comprovam desde o início da década de 1990 os benefícios do vinho para o sistema cardiovascular, o cérebro, o aparelho digestivo, os ossos, a pele etc, quando con-

INDICADORES ECONÔMICOS

MOEDACOMPRAVENDA

Dólar Comercial3,99653,9976

Dólar Turismo3,88004,1900

Euro4,33734,5500

Libra5,79615,7985

Peso Argentino0,29720,2977

Yen Jap.0,03370,0337

Cotação do dia anterior até 17:45h, Valor econômico.

ÍNDICEMÊSÍNDICE MÊS(%) ACUMULADO ANO(%)

ICV Mes (DIEESE)12/20150,789,47

IGP-DI (FGV)12/20151,768,90

IGP-M (FGV)12/20151,898,36

INPC (IBGE)12/20150,779,07

INCC12/20150,276,66

IPC-A (IBGE)12/20150,828,53

Salário Mínimo/2015 R$ 788,00

TAXAS E

Selic14.25%(meta)

TR 0,17901,5670

CDI(Mensal)12/20151,107710,7699

PrimeRate12/20153.253,25(Previsto)

Fedfundrate12/20150.250,25(Previsto)

-Ouro (dólar) – Onça Troy – USD 1087.5– cotação do dia 14/1/2016

BOLSAS DE VALORES PONTO VARIAÇÃO (%) FECHAMENTO

Ibovespa (BRA)395001,43

DowJones(EUA)16.151-2,21

S&P 500 (EUA)1.890-2,50

Nasdaq (EUA)4.6462,65

DAX 30 (ALE)9.794-1,67

Merval (EUA)10.5982,84

sumido moderadamente. Além disso, o vinho tornou-se patrimônio cultural em países como França, Itália e Portugal. Por tudo isso, é inaceitável que o governo federal queira fazer caixa em cima de uma bebida

[...]o enoturismo movimenta a economia de pequenos e médios municípios das regiões produtoras.

que é, por definição, bem cultural e complemento alimentar, elevando a cobrança do IPI de R$ 0,73 por litro para 10% do preço no varejo. O governo espera arrecadar cerca de R$ 1 bilhão tributando mais agressivamente o vinho, o uísque, a cachaça e outras bebidas ditas “quentes”.

Com o novo modelo de tributação, que vigora a partir deste mês, o imposto sobre uma garrafa de vinho de R$ 50, por exemplo, deve saltar de R$ 0,73 para R$ 5. A carga tributária sobre o vinho, que já ultrapassa 50% do preço pago pelo consumidor, ficará ainda mais pesada.

O governo ignora, além do caráter alimentar da bebida, os aspectos sociais e culturais da vitivinicultura: milhares de fa-

Sérgio Turra Deputado estadual pelo PP

cotação do dia anterior até 17h45min

Petróleo (dólar)/Brent Crude – barril – USD 30.31 em 14/01/2016

Entender por que tivemos habitantes nesse território há milhares de anos e só termos sido “descobertos” em 1500; entender por que havia milhões de habitantes nas primeiras décadas após o tal “descobrimento” e depois disso ficaram restritos a algumas dezenas de milhares; entender por que é comum falar em “descobrimento do Brasil” se não havia um “Brasil”; entender por que os negros e os índios “contribuíram” na formação da sociedade brasileira se, em boa parte da história após o “descobrimento”, essas populações formavam a maior parte da população; entender por que Domingos Calabar foi o primeiro “traidor” da pátria se ele viveu em uma época na qual o território que hoje é parte do Brasil pertencia à Espanha e estava sob domínio holandês.

Entender por que D. Pedro I era português e nobre e foi a pessoa que trouxe a “independência” ao Brasil; entender por que, logo depois, ele fecha a Constituinte e impõe um texto feito sob encomenda, manda matar seus desafetos, envolve o país em uma guerra inútil com a Argentina, arruína a economia nacional, é praticamente expulso e, até hoje,

seu nome é lembrado em um feriado nacional; entender por que seu filho, D. Pedro II, manteve a escravidão por 48 dos 49 anos que governou e, mesmo assim, é conhecido como um sábio; entender por que a República não teve participação popular; por que uma das primeiras medidas do governo de Deodoro foi censu-

mílias de pequenos agricultores vivem da atividade, e o enoturismo movimenta a economia de pequenos e médios municípios das regiões produtoras. Em sua ânsia de arrecadar cada vez mais para cobrir o rombo das contas públicas, já que não reduz seus gastos, o governo federal atropela mais uma vez o bom senso e penaliza produtores e consumidores.

A História é esse resgate e, ao mesmo tempo, esse

roteiro.

rar a imprensa; por que, durante a República Velha, a questão social “era um caso de polícia”; por que Getúlio Vargas é lembrado e homenageado mesmo tendo sido um ditador sombrio e violento na maior parte de seu governo; entender por que, na primeira experiência democrática do país, entre 1946 e 1964, dos cinco presidentes, um se matou, outro renunciou e outro foi derrubado.

Entender por que Castelo Branco assumiu prometendo uma transição rápida e os militares ficaram 21 anos no poder; entender por que a lei de anistia passou, apagando também os crimes dos torturadores; entender por que as Diretas Já não foram nem para votação, depois de milhões de pessoas terem dito “queremos votar pra presidente”; entender por que os planos econômicos de Sarney e Collor não deram certo e ninguém foi responsabilizado por isso; entender por que os preços pagos pelas estatais vendidas no governo Fernando Henrique foram tão baixos; entender por que o PT prometeu um governo ético e caiu na vala comum das transações mesquinhas. O entendimento é a razão de se ensinar e aprender História. Entendimento que passa a funcio-

Daniel Medeiros

Doutor em Educação Histórica pela UFPR e professor de História do Brasil

nar como orientador em relação ao futuro. Chave de compreensão e definição de posturas. Afinal, estamos no mundo para mantê-lo e para transforma-lo. E, para isso, precisamos entender o que se passou até aqui. Como quem chega a um filme começado. Como quem chega atrasado em uma reunião. Como quem não estava prestando atenção e por isso perdeu uma oportunidade importante.

A História é esse resgate e, ao mesmo tempo, esse roteiro. Entender o que se passou para compreender a bagunça do presente e balizar as ações. Porque o agir é a razão de existir no espaço público. E o agir é a política. E para agir é preciso entender. E por isso é que é tão importante o ensino da História. Simples assim.

Fundado em 1º de julho de 2002 Vale do Taquari - Lajeado - RS

Consulta Popular terá nova metodologia

Estado pretende regionalizar demandas para evitar fragmentação dos recursos

Não vamos interromper a Consulta Popular ou deixar que acabe.”

A Hora – Qual a importância de um planejamento estratégico para os Coredes?

José Oltramari – Desde a constituição dos Coredes, mais especificamente a partir do governo Yeda, são elaborados os planejamentos estratégicos de cada região. Esse plano interfere na estrutura do orçamento do Estado e na Consulta Popular pelos próximos quatro anos. Se fará uma avaliação do planejamento atual e para depois definir quais os grandes programas que cada região precisa para mudar o perfil ou fortalecer os pontos fortes.

Como será realizado este processo em 2016?

Representantes do Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari (Codevat) e da Secretaria Estadual de Planejamento debateram mudanças na Consulta Popular. O evento ocorreu ontem à noite na Univates e também abordou a elaboração do planejamento estratégico da entidade.

De acordo com a presidente do Codevat, Cíntia Agostini, o objetivo é reduzir o número de demandas pontuais de cada cidade e estabelecer projetos que incluam grupos de municípios ou mesmo a região como um todo.

“A consulta atende muitas áre-

as, mas acaba deixando de lado projetos mais amplos com foco no desenvolvimento regional como um todo”, ressalta. Para o presidente da Amvat e prefeito de Westfália, Sérgio Marasca, o crescimento da região só será possível por meio de projetos coletivos.

“Não temos mais espaço para trabalharmos sozinhos. É necessário pensar no desenvolvimento do Vale, estado e país como um todo”, defende. Segundo ele, nas épocas de dificuldades financeiras, a estratégia é ainda mais importante para garantir a solução das demandas da comunidade regional.

O governo estadual também apresentou a prestação de contas

da Consulta Popular. De acordo com o coordenador-geral da Consulta Popular, Theonas Baumhardt, a região recebeu em 2015 pouco mais de R$ 2 milhões referentes ao processo do ano anterior. Para este ano, a previsão é executar os R$ 60 milhões previstos em todo o estado. Desses, R$ 1,7 milhão serão destinados ao Vale. Conforme Cíntia, a consulta deste ano precisará ser adiantada devido às eleições municipais. A previsão é de realizar a votação em junho.

O Estado repassará R$ 89,4 mil para o plano estratégico do Vale. Segundo a presidente, a partir de março, ocorrerão reuniões em todo os municípios do Codevat.

Oltramari – Neste ano o planejamento terá como referência dos documentos da Secretaria do Planejamento. Um deles inclui os perfis de cada região, extraídos por meio dos projetos anteriores. O outro é o caderno da regionalização, que consiste em um conjunto de informações socioeconômicas criadas pela Fundação de Economia e Estatística. Ele faz uma radiografia da região do Corede e os gestores poderão olhar, por exemplo, se a população idosa está crescendo, se o número de nascimentos está reduzindo, se o saneamento está acompanhando o crescimento da cidade, entre outras. Serão facilitadores na realização do processo.

Em 2015 chegou-se a questionar a realização da Consulta Popular diante da falta de recursos. Como o governo percebe esse processo de participação e quais as perspectivas para este ano?

Oltramari – Entendemos como fundamental. Não vamos interromper a Consulta Popular ou deixar que acabe. Evidente que a conjuntura econômica é diferente e isso é um limitador. Historicamente se destinou muito dinheiro para a Consulta Popular e se executou muito pouco. Não por vontade dos governantes, mas pela situação financeira do estado. A média de execução em todos os anos foi em torno de R$ 40 a R$ 60 milhões Quando se coloca R$ 200 milhões e se cumpre R$ 50, existe um descrédito. Então o governador determinou valores que podemos pagar. Já temos isso consolidado e vamos executar. A estrutura que está montada é para executar os R$ 60 milhões acertados.

Vale do Taquari
Evento na Univates também abordou a elaboração do planejamento estratégico da entidade para os próximos 4 anos

Governo prevê casas populares para março

Construtora ajusta detalhes nas 250 moradias dos loteamentos Nova Morada

I e II

Osonho da moradia própria se aproxima de virar realidade para 250 famílias inscritas no projeto habita cional nova Morada I e II, do Programa Minha Casa, Minha Vida. A administração munici pal estima a conclusão do condomínio residencial em Novo Paraíso para março. A construtora responsável pelo projeto concluiu quase to dos os imóveis e trabalha nas redes de esgoto, nas ruas internas do loteamento e no alargamento da estrada de acesso para a RSC453 (Rota do Sol). No fim do ano passado, o Banco do Brasil libe rou R$ 2,9 milhões ao Executivo para obras de infraestrutura. O sorteio das residências ocor reu na última quinzena de dezembro. Do total de unidades de cada conjunto, 3% dos imóveis foram destinados para pessoas com deficiência e 3% para ido sos. Os que não foram contemplados permanecem em cadastro reserva. O Nova Morada é fruto de um investimento de R$ 17 milhões do governo federal e mais R$ 3 milhões do município. Primeira sorteada, Rosane Neves, mãe de um rapaz deficiente, enaltece o programa. “É o maior sonho da minha vida.” Ela mora em uma casa alugada no bairro Imigrantes e projeta a mudança de endereço. Com a diferença no valor da locação do imóvel, quatro vezes maior que a futura prestação da casa, quer investir no novo lar.

PROJETO EM NÚMEROS

• Área de 20 hectares em Novo Paraíso terá 250 moradias de 46 metros quadrados.

Toda documentação dos contemplados com o programa está sob análise da Caixa. Concluída a etapa, serão feitos contratos para os moradores, pois trata-se de financiamento. Cada beneficiado pagará prestações de R$ 25 a R$ 80, de acordo com a renda da família, com prazo de dez anos para a quitação do valor total.

Como o loteamento está distante do centro, haverá itinerários de ônibus específicos para atender as famílias. Tal situação, aponta o secretário de Desenvolvimento Social, Traba-

As casas têm painéis para a conversão da energia solar em eletricidade

lho e Habitação (Sedesth), José Itamar Alves, estava prevista quando iniciaram os trâmites para o projeto habitacional. O projeto é considerado o grande marco do governo municipal. Cada residência tem 46 metros quadrados. São dois quartos, sala, cozinha, área de serviço coberta e varanda. As unidades são feitas com telha romana (de barro) e o piso de revestimento cerâmico. As casas têm painéis para a conversão da energia solar em eletricidade.

Espaço para o recomeço

Com o avanço dos programas habitacionais, o município agiliza o processo de retirada das famílias instaladas em Áreas de Preservação Permanente (APP) e locais de risco. Desde o início do ano passado, três casas foram demolidas e os moradores realo-

• União destina R$ 17 milhões ao projeto e município, R$ 3 milhões.

• Cada família pagará, no máximo, R$ 80 mensais, com prazo de dez anos para a quitação.

• Até o fim do ano, devem começar as obras de outras 129 moradias, previstas para a segunda etapa do projeto.

cados. O governo busca solução a outros seis casos e tem como alternativa o condomínio popular ou terrenos baldios pertencentes ao poder público.

De acordo com a administração municipal, as três casas demolidas no ano passado, além de localizadas em APP, estavam em precárias condições e ameaçavam desabar. Duas ficavam no bairro Moinhos e a outra no Auxiliadora. Duas famílias estão recebendo aluguel social e outra colocada em imóvel do municí-

pio no Boa União até uma solução definitiva. Nas últimas semanas, aponta o secretário Alves, o governo iniciou tratativas com outras seis famílias residentes na rua dos Marinheiros, no Moinhos. Em todos os casos, as residências oferecem risco aos moradores. “É uma situação existente há vários anos. Elas serão orientadas a se inscrever na próxima fase do Minha Casa Minha Vida, que prevê a construção de mais 129 casas.”

Desde o fim do ano passado, com a liberação de financiamento, empresa trabalha nos sistemas de esgoto e de ruas do loteamento
ESTEVÃO HEISLER

União certifica filantropia de hospital

São Gabriel Arcanjo pode receber incentivos e deve quitar dívida em fevereiro

Cruzeiro do Sul

Após enfrentar graves problemas financeiros nos dois últimos anos, o Hospital São Gabriel Arcanjo inicia 2016 com perspectivas de crescimento.

A instituição recebeu do Ministério da Saúde a certificação de filantropia, que permite acesso a incentivos públicos e privados. Além disso, projeta encerrar em fevereiro a dívida que chegou a R$ 220 mil em novembro de 2014.

De acordo com a administradora da casa de saúde, Elisabeth Centena, o processo para certificar a filantropia era aguardado desde 2012. Ao assumir a gestão do hospital, Elisabeth marcou uma audiência em Brasília para receber informações sobre o andamento do processo.

“No Ministério da Saúde descobrimos que a documentação não era válida, pois havia sido enviada com atraso e sem autenticação”, relata. Os documentos foram corrigidos e reenviados.

Em dezembro do ano passado, o prefeito César Marmitt aproveitou uma viagem a Brasília para levar as últimas informações necessárias. A certificação foi publicada no Diário Oficial da União no dia 24, véspera do Natal.

Conforme Elisabeth, a filantro-

pia permite ao hospital receber doações de empresas com abatimentos no Imposto de Renda e verbas de emendas parlamentares. Também dá acesso a programas da AES Sul, para substituição de lâmpadas e aparelhos antigos por opções mais econômicas. Entidades filantrópicas ainda recebem desconto de 50% nas tarifas da Corsan.

Antes da certificação, a entidade só obtinha recursos da União, para custeio do SUS, e da adminis-

tração municipal. Em 2015, o governo do Estado cortou R$ 13 mil mensais em verbas do Incentivo de Cofinanciamento da Assistência Hospitalar (Hiosp). A instituição atende em média 30 pacientes por dia, 95% por meio do SUS.

Dívida perto do fim

As dificuldades financeiras quase resultaram no encerramento das atividades do hospital. No fim de 2014, as dívidas somavam mais de R$ 200 mil e não havia

perspectiva de recuperação. Na época, o Conselho Hospitalar exonerou o então administrador, Celso Weissheimer, e repassou a entidade ao governo municipal, que nomeou Elisabeth para a função. Desde então, medidas de contenção foram estabelecidas para sanar as contas. A comunidade também contribuiu com a instituição, com a promoção de eventos e campanhas para arrecadação de verbas. Os recursos obtidos com auxílio

da comunidade resultaram em investimentos na reforma interna da estrutura. Conforme Elisabeth, a expectativa é quitar a última parcela da dívida até fevereiro. Com o fim do débito, o hospital pretende realizar novos investimento. Ainda neste ano, devem ser instalados um elevador e uma central de oxigênio, além da aquisição de novos equipamentos. Já os recursos provenientes da filantropia devem ser utilizados para a reforma externa do prédio.

Quando a dívida do São Gabriel Arcanjo veio a público, a administração municipal decidiu intervir e assumiu o hospital, mudou o modelo de gestão e exonerou a diretoria.

Uma auditoria interna apontou inconsistências administrativas e gastos excessivos, em especial, na compra de material de expediente, encargos bancários, combustível, seguro veicular e com alimentação e bebidas.

Em acordo com o Conselho Hospitalar e o Ministério Público, o município se comprometeu a recuperar as finanças da entidade.

Governo reforça medidas de combate ao aedes aegypti

Lajeado

O Plano Municipal de Enfrentamento ao AedesAegypti está em elaboração. Exigência da Secretaria Estadual da Saúde para todos os municípios gaúchos, o trabalho deve ser concluído até o fim do mês. A Secretaria Municipal da Saúde será responsável pela elaboração do documento. Nessa quarta-feira, 14, realizou reunião com representantes das demais pastas para debater as ações a serem ser adotadas em mais uma fase de combate ao mosquito transmissor da dengue.

imóveis das famílias visitadas, ação prevista pela Portaria nº 2121, editada em dezembro pelo Ministério da Saúde.

As residências que estiverem quites com as medidas de prevenção receberão um certificado adesivado. Casos de confirmação da presença de larvas do mosquito serão encaminhados aos agentes epidemiológicos para averiguação.

MULTAS

O coordenador do Setor de VigilânciaAmbientalemSaúde,biólogo Fernando Diel, expôs as novas

medidas para coibir a proliferação do mosquito. Entre elas, o corte do período de férias dos agentes epidemiológicos por 90 dias, a fim de reforçar a fiscalização durante o verão, e a contratação de mais três profissionais.

Todas as secretarias terão que designar dois responsáveis para vistorias semanais dos espaços físicos de suas pastas e elaborar sugestões ao Plano Municipal. Além disso, os 86 agentes comunitários de saúde passarão a vistoriar os

Está sendo concluída a regulamentação da Lei 9.586, que institui o Programa Municipal de Combate à Dengue e definirá a aplicação de multas, o valor da penalidade e o responsável por receber recursos às infrações.

Em 2015, Lajeado regis-

trou dois casos de dengue, um deles autóctone (de morador que tenha permanecido na área do município), e 15 focos do aedesaegypti Neste ano, não houve registros, mas a existência de focos em municípios da região (Estrela e Teutônia) preocupa os gestores municipais.

SAIBA MAIS
Executivo municipal assumiu a gestão da entidade em novembro de 2014, com o compromisso de sanar as finanças
ANDERSON LOPES/ARQUIVO
Plano Municipal de Enfrentamento será elaborado pela Sesa até o fim do mês

Governo inicia obra de asfalto no bairro

Aimoré

Arroio do Meio

A instalação da nova rede de drenagem da rua Friedold Kuhn, no bairro Aimoré, começou neste semana. A obra inicia os trabalhos de pavimentação com pedras regulares de basalto. A construção é executada pela empresa Progetto Sul Ltda, de acordo com o molde de pavimentação comunitária, que prevê o custeio de 60% por parte dos moradores e 40% do poder público, incluindo material e mão de obra.

Ao todo, serão 4.081,91metros quadrados de pavimentação, beneficiando 30 lotes/ famílias, além da área pública municipal, onde estão instalados o Posto de Saúde (ESF) e academia ao ar livre do bairro. O investimento é de R$ 305.546,46. A conclusão está prevista para junho. NobairroBelaVista,iniciou nesta semana a pavimentação da rua dos Jasmins, no Loteamento Antares. Outras obras previstas estão em processo de licitação, contemplando pavimentações nas ruas do Loteamento Sete de Setembro, no bairro São Caetano, e rua São Miguel, na Barra do Forqueta.

Passagem de máquinas agrícolas, imprudência, pouca iluminação e nenhum

Em menos de um mês, dois ciclistas morrem atropelados

Falta de acostamento na ERS-424 representa perigo constante

Forquetinha

Ainsegurança é comum entre moradores e usuários da ERS-424, que liga o município a Canudos do Vale. Sem acostamento e com iluminação precária, a via é utilizada por pedestres e ciclistas que dividem espaço com os carros. Tráfegodemáquinasagrícolaspioraa situação. Desde dezembro, aconteceram dois atropelamentos fatais. O primeiro vitimou Luiza Mittelstadt, 33, atingida por uma retroescavadeira no dia 16, próximo ao Parque Christopher Bauer. Ela morreu no dia 24. No dia 22, Gilberto Berghahn,68,foiatropeladoporum caminhão e resistiu aos ferimentos Lajea-

Sidnei Eckert, Áurio Scherer e engenheiro Aldir de Bona acompanham execução de rede

OmotoristaJoséHosftettermora na comunidade faz três anos. Para ele, as deficiências no trajeto são a faltadeiluminação,acostamentoe redutores de velocidade e também a pouca fiscalização. “O asfalto é uma grande conquista para todos, mas trouxe perigo. A maioria não está acostumada e ainda anda como se fosse chão batido.”

O movimento intenso de carroças e máquinas agrícolas, aliado ao tráfego intenso de caminhões que transportam suínos, frangos e demais produtos agropecuários em alta velocidade, aumenta os riscos de acidentes. “É preciso cuidado e prudência. Qualquer descuido pode terminar em tragédia.”

Conscientização

Na avaliação do responsável pelo Grupo Rodoviário da Brigada Militar, sargento Joel Diehl, a solução para evitar acidentes seria a conscientização de motoristas, pedestres e ciclistas. Com 200 quilômetros de rodovia sob responsabilidade, o grupo, sediado em Cruzeiro do Sul, enfatiza a importância da prevenção. “Essas pistas não devem ser usadas para exercícios, o ideal é que se procure outra alternativa.”

De acordo com ele, para o uso de tratores e implementos agrícolas, o ideal é a escolta por outros veículos batedores. Eles, salienta, devem acompanhar os equipamentos com sinal ligado e evitar os horários de pico.

Em nota, o Daer definiu a ro-

dovia como de classe 4-b, a mais simples entre as rodovias pavimentadas. Nelas o acostamento permitido é de de apenas 0,5 metros. No documento, salienta as boas condições da pista e sinalização e exime as características dos fatores de risco. Quanto à falta de iluminação, o Daer atribui a

responsabilidade de instalação ao Executivo local. Segundo o Daer, a circulação eventual de máquinas agrícolas deve ser feita de acordo com as normas de trânsito. Os deslocamentos, destaca, precisam ser comunicados à polícia rodoviária responsável pelo trecho.

PROBLEMA REGIONAL

Os dois acidentes no local reacendem demandas percebidas em outras rodovias estaduais na região. Sério, Boqueirão do Leão, Canudos do Vale e Progresso têm vias em situações semelhantes a Forquetinha. Para o prefeito Waldemar Richter, apesar da falta de acostamento mostrar deficiências nos projetos, há pavimentação. “É elogiável a qualidade do asfalto, mas temos que ver essa parte. É um problema em todas nossas rodovias.”

Com cerca de 14 quilômetros de estrada pavimentada e sem acostamento dentro do município, o prefeito salienta a necessidade de conscientização dos usuários para evitar acidentes. De acordo com Richter, a demanda por acostamento deve ser abordada durante a próxima reunião do G8, prevista para fevereiro.

O prefeito afirma também que tenta intermediar uma reunião com o secretário de Transportes, Pedro Westphalen. Os assuntos devem ser a municipalização de partes da ERS-421 e a pavimentação de trecho próximo ao pórtico. A proposta já tem projeto finalizado, depois que o Executivo recebeu abaixo-assinados de moradores.

acostamento fazem parte da rotina de quem trafega pela rodovia estadual

Crianças recebem café, almoço e dois lanches

Projeto atende crianças durante férias das creches

Estrela

Cerca de 35 crianças de diferentes escolas do município participam do Brincadeira de Criança, projeto das secretarias da Educação e do Desenvolvimento Social, Trabalho e Habitação (Sedesth) em parceira com a Comunidade Cristo Vive.

A atividade visa sanar as dificuldades enfrentadas pelas famílias em janeiro, período de férias das escolas de Educação Infantil. O atendimento inicia às 6h30min e se estende até as 18h30min. As crianças recebem café da manhã, lanches, almoço e café da tarde.

Toda semana é proporcionada uma atividade diferente. Além da alimentação, o município cede duas servidoras para prestarem o atendimento junto com a equipe da Cristo Vive, formada por quatro monitores.

CRE abre inscrições

Vale do Taquari

A 3ª CRE comunica que estão abertas as inscrições para a seleção de candidatos ao preenchimento de vagas para a prestação de atividade voluntária no Programa RS Território Livre do Analfabetismo.

As inscrições podem ser feitas na 3ª CRE, rua Coronel Müssnich, 773, Estrela, até o dia 22, das 8h às 12h e das 14h às 17h.

Ônibus mudam de horário e usuários convocam reunião

Encontro entre moradores, Executivo e empresa debate adequações

Lajeado

Amudança de horários e roteiros das linhas de ônibus entre o bairro Jardim do Cedro e o centro motivou a convocação de reunião entre moradores e representantes do Executivo e Ereno Dörr. Ela ocorre neste domingo, às 9h, no ginásio da associação de moradores. Desde a implantação das novidades, atrasos e transtornos são relatados por usuários do serviço.

Para o presidente José Carlos Freitas, a recepção ao novo modelo é divergente. De acordo com ele, com a disponibilidade de três linhas pelo bairro e os novos roteiros, o trajeto entre bairro e centro foi agilizado. Atribui as críticas geradas à desinformação e ao pouco tempo em vigor. “É muito recente para avaliar. Metade gostou, metade não gostou.”

Entre as famílias do bairro, o casal Bruno Martens, 76, e Ernilda, 74, depende de ônibus de duas a três vezes por semana. Sem veículo próprio, nem a possibilidade de percorrer o trecho a pé, ainda buscam se adaptar às mudanças.

Eles divergem sobre os efeitos das adequações. Enquanto Bruno elogia a agilidade do novo trajeto, Ernilda afirma ser preciso mais opções de horários. Opinião similar à de Ernilda tem Lili Schivantes, 57. De acordo com ela, a insatisfação já fez moradores a iniciarem um abaixo-assinado pedindo melhorias no serviço. Um dos principais problemas indicados por ela é o

excesso de ônibus em um mesmo horário.

Problema de adaptação

As reclamações com as mudanças no bairro vêm sendo acompanhadaspelogerentedaErenoDörr, Fabrício Schneider. Para amenizar o impacto das alterações, desde dezembro, foram distribuídos mais de um mil folhetos com os novos horários nos dois sentidos da linha, de acordo com o gestor. Conforme ele, os ajustes foram uma forma de adequar o serviço à necessidade dos usuários e evitar a redução do número de passageiros. Só em 2015, segundo Schnei-

der, a empresa registrou 102 mil passageiros a menos se comparado com o ano anterior. O bairro é tido como um dos principais trajetos e tem estimativa de 800 usuários por dia.

Asnovidades,afirma,trouxeram maior agilidade ao serviço, com a inversão da rota dentro do Jardim do Cedro. A medida foi aplicada em duas das três linhas mantidas. Para o trajeto entre o bairro e o centro, a exigência caiu de uma média de 22 minutos para 10. Outra mudança, de acordo com Schneider, foi no número de horários disponíveis. Dois foram retirados da programação dos motoristas,

enquanto oito foram incluídos durante o dia.

AGENDE-SE

Assunto: mudanças dos horários e roteiros de transporte público

Onde: ginásio da Associação de Moradores do Jardim do Cedro

Quando: domingo, 17 Horário: 9h

Univates abre seleção para contratar equipe de trabalho

PormeiodoEscritóriodeRelações com o Mercado, a Univates divulgou a abertura do edital de licitação do Projeto Extensão Produtiva e Inovação (Pepi). O processo visa contratar a equipe de trabalho que atuará nos municípios do Conselho

Regional de Desenvolvimento (Corede) do Vale do Taquari em 2016. Das cinco vagas oferecidas, uma é para o cargo de coordenador e quatro para extensionista, nas nas áreas de planejamento estratégico, redução de perdas e produção mais limpa. Em seu terceiro ano de ativida-

des na região, o Pepi é resultado de convênio firmado entre a Fundação Vale do Taquari de Educação e Desenvolvimento Social (Fuvates) e a Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), com o objetivo de estimular a produtividade e a inovação nas indústrias da região.

O edital está disponível no www. univates.br/erm

Mais informações sobre o Projeto Extensão Produtiva e Inovação podem ser obtidas no Escritório de Relações com o Mercado, sala 110 do Prédio 1 da Univates (rua Avelino Tallini, 171, Lajeado), pelo 37147014 ou pepi@univates.br

MARCELO GOUVEA
Moradores do bairro Jardim do Cedro buscam adaptação a mudanças de roteiro e horários, mas cobram ajustes
Lajeado
PAULO RICARDO SCHNEIDER

Dois anos após reforma, asfalto deteriora

Reforma de trecho de 3,6 quilômetros da ERS-130

Lajeado

Uma das rodovias de maior movimentação de veículos do Vale do Taquari, a ERS-130 volta a apresentar problemas de desníveis e buracos. Trecho de 3,6 quilômetros no perímetro urbano da cidade, recapeado no fim de 2013 pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), durou menos que os cinco anos anunciados na época. Em diversos pontos, a pista começa a se desintegrar.

Exemplo ocorre no bairro Montanha, entre o viaduto da avenida Benjamin Constant e a alça de acesso à BR-386, onde o pavimento apresenta uma série de rachaduras. Além disso, dois trechos já demandaram serviço de tapa-buracos, como na ponte sobre o Arroio Saraquá. Ao longo do percurso, são pelo menos 13 buracos.

O trecho reformado no fim de 2013 – entre o entroncamento com a BR-386 e o trevo de acesso a Cruzeiro do Sul, estava em condições precárias. Havia um buraco a cada oito metros. Vencedora da licitação, a construtora Conpasul recapeou o trecho em cerca de um mês, ao investimento aproximado de R$ 900 mil. Ainda naquela época, o serviço precisou ser refeito em pelo

custou quase R$ 900 mil

Recapeado no fim de 2013, trecho no perímetro urbano da cidade apresenta uma série de desníveis e buracos

menos três pontos em virtude do aparecimento de desníveis.

Caminhoneiro faz 22 anos, Elmar dos Santos Amaral, 64, de Guaporé, critica a pouca durabilidade do novo pavimento. “Investiram centenas de milhares nesse trabalho. O dinheiro foi jogado fora, porque em poucos meses quase toda a pista estará repleta de remendos”, aponta ao cobrar intervenção do Ministério Público (MP) e do Conselho Regional de Pedágios (Corepe).

Rafael Siqueira Filho, 27, morador de Lajeado, compartilha a opinião de Amaral. De acordo com ele, o mínimo seria que estradas pedagiadas estivessem impecáveis. “Pagamos dobrado para circular nas rodovias, tanto pelo IPVA como em tarifas de pedágio. Isso é mais que o suficiente para investirem em infraestrutura e não apenas em tapa-buracos”, destaca ao lembrar a proposta do governo estadual ao criar a EGR, de melhorar rótulas

e construir viadutos.

Serviços questionados

No início do ano passado, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) instaurou inspeção especial para averiguar os investimentos realizados pela EGR. Havia indícios de superfaturamento, pagamentos por serviços não efetuados e qualidade insuficiente nos trabalhos.

O tipo de licitação utilizado tambémestavaemdesacordocom a legislação, afirmaram auditores

na época. Apesar da mobilização, que resultou na reformulação de diversos contratos, nenhum relatório final veio a público.

A condição do pavimento da ERS-130 será debatida no próximo encontro do Corepe Trecho 7, responsável pelas três praças de pedágio na região: Cruzeiro do Sul, Encantado e Boa Vista do Sul

A reunião será no início de março.

O trecho urbano da ERS-130 em Lajeado é alvo constante de reclamações. Antes do fim do contrato com a Concessionária Sulvias, a discussão era sobre a responsabilidade pela manutenção do trecho de 3,6 quilômetros. Daer e Sulvias se esquivaram da obrigação de manter a rodovia em boas condições de trafegabilidade. Ao assumir a concessão, a EGR também tomou para si a responsabilidade pelo trecho, que tinha mais de 450 buracos em apenas 3,6 quilômetros.

Executivo aplica R$ 790 mil em pavimentação

Canudos do Vale

A dona de casa Selmira Caldi, 70, conviveu durante sete anos com a poeira e o barro na rua onde mora no centro.

Após as obras de pavimentação, os problemas foram solucionados. “Resta construírem a calçada para caminharmos com mais segurança pela rua. Foi uma obra necessária.”

Conforme o prefeito em exercício Vilson Pedro Schmitt, as obras iniciaram em agosto do ano passado. O valor total do investimento chega a R$ 790 mil. R$ 487 mil são provenientes de

emendas parlamentares do deputado Enio Bacci e do senador Paulo Paim, e o restante são recursos próprios.

A empresa vencedora da licitação é a Construtora Giovanella, de Lajeado. Com o atraso no repasse das verbas federais, não há prazo para a finalização das obras. Schmitt destaca a melhora na qualidade de vida das famílias e a valorização dos imóveis. “A cidade ficou mais bonita. Terminou a poeira e o barro que prejudicavam os moradores.”

A ação beneficia as ruas A e C, Parque de Máquinas e a via Marlize Bonassina.

Ponte em Baixo Canudos

A Secretaria de Obras trabalha na recuperação do pontilhão em Baixo Canudos, danificado pelas chuvas ocorridas em dezembro. Além da retirada do cascalho e galhos, a estrutura será ampliada em oito metros.

O morador Avelino Tietzie mora nas imediações faz dois anos e destaca a importância da obra. Para ele, a ponte é a principal ligação entre as comunidades de Baixo Canudos e Rui Barbosa. “Sem ela para ir de um lado para o outro, a distância aumenta em

obras de asfaltamento,

quase 12 quilômetros.”

O trajeto é muito utilizado para escoamento de suínos, frangos, leite e ração para as propriedades.

ESTEVÃO HEISLER
Após
barro e poeira não incomodam mais Selmira

Retirada de árvores precede obras no trevo do Peteba. Trabalhos devem começar na prócima

Retirada de árvores

dá início a mudanças

Obra deve alterar trânsito no trevo do Peteba

Encantado

Orisco de acidentes devido ao grande fluxo de veículos no cruzamento entre as RS 129 e 332 deve ser amenizado.

De acordo com a administração municipal, a retirada de mais de 50 árvores do entorno, que deve terminar hoje, precede o início das obras de reformulação do entroncamento.

De acordo com o secretário de Planejamento Roberto Antônio Turatti, uma equipe da Empresa GaúchadeRodovias(EGR)devecomeçar o trabalho nesta segunda-feira, 18. O traçado da estrutura viária, adianta, deve ser alterado, além de receber uma nova rótula.

Conforme Turatti, além do corte das árvores, feito mediante licença ambiental, paradas de ônibus que ficam no entorno também serão temporariamente desativadas. Ele afirma que tais mudanças não afetarão o itinerário de linhas que passam pelo local. “Isso é temporário, depois da conclusão das obras, elas serão reposicionadas de maneira mais segura”, comenta.

Para ele, o trânsito no local

apresenta riscos em função de ser um vértice de vias importantes e de movimento intenso. Também passam pelo local, lembra, as RS 425 e 433. “Além disso, dá acesso aos bairros Jardim do Trabalhador, São José, Nova Morada e Planalto”, destaca.

Insegurança

Atropelamentos e colisões com ferimentos graves ou morte preocupam moradores e trabalhadores da área. De acordo com o jardineiro Ademir Turatti, 60, que vive próximo ao trevo faz mais de 40 anos, nunca foi seguro circular pelo local.

Para ele, grande parte dos aci-

dentes acontece em função do excesso de velocidade. Por isso, afirma que as obras só resolvem o problema se houver conscientização. “Se ninguém respeitar os limites e sinais, não adianta de nada”, aponta.

Conforme o vendedor Marciano Piccinini, 39, que trabalha em uma loja no entorno, o trecho é complicado em função do grande fluxo. As mudanças, argumenta, são válidas e podem ajudar muito, mas de nada servem sem a atenção dos condutores. “Engenheiro e operários têm um trabalhão pra fazer isso, mas não adianta ficar mudando se os motoristas ignoram”, lamenta.

OUTRAS MUDANÇAS

Conforme Turatti, além das mudanças no entroncamento, alterações em uma via paralela também devem complementar a obra. A rua que dá acesso à Picada Santa Clara, em direção a Muçum, comenta, também receberá melhorias. Segundo ele, a obra

não estava no projeto original de alteração do entrocamento, mas foi anexada, mediante negociação entre os responsáveis. “Muitas vidas se perderam nesse lugar, é um trecho difícil, Mas a obra vai melhorar consideravelmente a segurança de todos”, conclui.

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segunda-feira

Pesquisa aborda metodologias em escola municipal

Arroio do Meio

Projeto vinculado aos Programas de Pós-Graduação em Ensino (PPGEnsino) e Pós-Graduação em Ensino de Ciências Exatas (PPGECE) da Univates abordou estratégias de ensino e suporte à elaboração de projetos de pesquisa na escola São Caetano.

Com início em novembro de 2014, a iniciativa incluiu encontros entre professores e alunos, nos quais foram sugeridas e analisadas novas metodologias para a aprendizagem.

O projeto de pesquisa foi executado com duas turmas, do 7º e do 9º ano. Seis estudantes foram

convidados a participar como bolsistas de Iniciação Científica Júnior (BICJr), reunindo-se semanalmente na Univates com as professoras de ciências de cada turma, Patrícia Kroth e Fernanda Cornelius.

“Nosso objetivo era trazer sugestões que tornassem o aluno mais ativo”, afirma a coordenadora da proposta, Andreia Guimarães. Conforme ela, o trabalho realizado tornou os alunos mais críticos e autônomos.

Raiani Eduarda Sander foi uma dos seis BICJr participantes. Ela afirma que a experiência, que envolveu técnicas como peer instruction, aulas experimentais e GV/GO, ajudou na hora de absorver o conteúdo. “Muitos dos alunos que tinham dificuldade em aprender de uma só forma conseguiram entender o assunto graças às diferentes maneiras usadas para explicá-los”, ressalta. Segundo Raiani, a atividade que mais interessou os alunos foi a a elaboração do mapa conceitual. “Pesquisávamos sobre o que era passado e desenvolvíamos um esquema do nosso jeito.”

Os resultados foram apresentados em eventos científicos como a Mostra de Ensino, Extensão e Pesquisa (Meep), 5ª Feira de Ciências e Salão de Iniciação Científica, Tecnológica e de Inovação (Sicti). Para a coordenadora do projeto, o trabalho incentivou os estudantes e as professoras. “No início percebemos muita resistência, pois os alunos estavam acostumados a receber tudo nas mãos”, lembra. Segundo ela, aos poucos, a mudança foi ocorrendo, e os participantes passaram a buscar informações em sites confiáveis indicados pelos professores, além de livros on-line e artigos. Com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), o projeto de pesquisa foi enquadrado no edital Picmel/Fapergs.

Polícia

Carreta pega fogo na BR - 386

MARQUES DE SOUZA – O Corpo de Bombeiros de Lajeado controlou um incêndio em uma carreta na manhã de ontem, na BR-386. O caminhão, com placas de Caxias do

Sul, carregava produtos eletrônicos e ficou completamente destruído pelas chamas. Ninguém ficou ferido e as causas do sinistro ainda são desconhecidas.

Quadrilha explode caixas eletrônicos

Ataque ocorreu na madrugada de ontem na agência do Banrisul, no centro

Acomunidade amanheceu estremecida pelas dinamites explodidas na agência do Banrisul. Às 2h40min de ontem, quatro homens armados com fuzis e pistolas chegaram ao banco a bordo de um Santa Fé, prata, com placa clonada. Eles invadiram o local, na rua Reinaldo Noschang, e explodiram dois caixas eletrônicos. Os vidros do setor de autoatendimento foram estraçalhados com o impacto.

Os criminosos fugiram com o dinheiro em direção ao interior da cidade, sentido Venâncio Aires. Pela manhã, a polícia civil averiguou o local junto com a perícia. Alguns materiais foram recolhidos para análise. O Banrisul não tem câmeras de vigilância onde ocorreu o ataque, o que dificulta a investigação. A Brigada Militar realiza buscas pela região e o Departamento de Investigações Criminais (Deic) deve acompanhar o caso.

Em dezembro de 2014, a cidade vivenciou o mesmo crime. Os bandidos chegaram ao banco em dois veículos e armados com fuzis. Durante a fuga, fizeram uma família refém. A quantida-

de de dinheiro levada foi maior, mas não revelada pela polícia. Com base em relatos de populares, a polícia acredita serem quadrilhas diferentes. Naquela época, vários arrombamentos ocorriam pela região.

Interior vulnerável no veraneio

A polícia estava em alerta para possíveis assaltos no perí-

odo entre o Natal e o Ano-Novo. No entanto, o crime ocorreu no início de 2016. O efetivo reduzido devido ao envio de policiais para operações no litoral pode ter colaborado com a ação dos criminosos. O problema que atinge o Vale em períodos de veraneio preocupa as cidades do interior por causa da vulnerabilidade. Conforme o escrivão de polícia, Fernando Bitencourt, os municípios menores sentem o impacto disso no aumento da criminalidade.

MEDIDA PARA

INIBIR O CRIME

Depois dos frequentes assaltos a bancos no ano passado, a administração municipal de Imigrante criou lei para obrigar as instituições financeiras a investirem em segurança. A medida exige instalação de câmeras de vigilância e vidros blindados. O objetivo é inibir o crime e contribuir com provas por meio das filmagens.

Crime chocou a comunidade local, a exemplo do que ocorreu em dezembro de 2014, em ataque similar ao Banrisul JULIANO BEPPLER/GIRO DO VALE
Quatro homens, armados com fuzis e pistolas explodiram os terminais

PATROCÍNIO:

Copa Cidade das Flores

Quarta edição reúne 1,3 mil atletas

Das 23 agremiações participantes, quatro representam o Vale do Taquari. Elas enfrentam times gaúchos, catarinenses e

Aquarta edição da Copa Cidades das Flores começa hoje e se estende até o dia 21. Nos próximos sete dias, 130 partidas serão disputadas pela competição de base, em Santa Clara do Sul. Elas ocorrem nas

2000 (14), 2001 (dez), 2002 (oito) e 2003 (seis).

O clube mais distante vem de Curitiba (PR) – o SE Ferroviária. Para disputar a competição, os atletas se deslocaram cerca de 700 quilômetros.

Do Vale do Taquari, participam quatro agremiações: Santa Clara do Sul (equipe da casa), Juventus, de Teutônia, Ferinhas da Bola e Lajeadense, de Lajeado Caberá a elas manter a escrita e conquistar mais taças da competição de base. Nas primeiras três edições, as equipes do Vale se sagraram campeãs quatro vezes.

EM TEMPO PROGRAMAÇÃO DE

HOJE

8h ao meio-dia – Chegada das delegações

15h – Congresso técnico com os representantes das equipes

16h30min – Desfile com saída no Centro de Reservistas e chegada na sede do Santa Clara FC.

17h – Cerimônia de abertura

18h – Primeira partida entre Eldorado (SC) e Santa Clara do Sul, pela categoria 1998

Competição de futebol sul-brasileira inicia hoje e se estende até o dia 21 com a disputa de 130 jogos

População aumenta 20%

Cerca de 1,3 mil atletas e dirigentes estarão em Santa Clara do Sul durante o torneio. Desses, 966 pernoitarão nas escolas, clubes e sedes de entidades do município de 5,6 mil habitantes. O aumento na população chega a 17%.

A administração municipal também aguarda a vinda de cerca de oito mil torcedores e admiradores do esporte. “Cada edição atrai mais pessoas,” comemora um dos organizadores, Mauro Heinen.

Retrospecto das equipes do Vale

equipes do Vale ficaram com o título. Juventus venceu na categoria sub-13. Na sub-12, Santa Clara/Pumas levou a taça com aprovei-

De maneira invicta, o representante 2001 da Santa Clara/Pumas se sagrou campeão ao desbancar o Vila Nova nas penalidades. A equipe ficou com a prata nas categorias 2002 e 1997

Conheça os representantes do Vale

Lajeadense

Cidade

Coordenador

Kssesinski

Categorias pantes equipes), 1999, 2000, 2001, 2002 e 2003

Expectativa coordenador Kssesinski, as categorias 1998, 1999 e 2000 do Lajeadense têm as maiores probabi-

• Macleres (RS)

• Eldorado (SC)

• Juventus (RS)

• Ypiranga (RS)

• Aimoré (RS)

Lajadense (RS) • São Paulo (RS) • Uruguaiana (RS) • Ibirapuitã (RS)

Guarani (RS) • São José (RS) • Olé (RS)

• Ferinhas da Bola (RS) • Figueira (RS) • Farroupilha (RS) • Ibirubá (RS) • Genoma Viamão (RS)

Santa Clara do Sul (RS)

• Santos Meninos da Vila (RS)

• Ferroviária (PR)

• Sesc Campestre (RS)

• Tabajara (SC)

• Torino FC (RS)

Na primeira edição, Lajeadense/Mundo
Duas
FÁBIO KUHN/ARQUIVO A HORA

Lajeadense perde teste contra o Juventude

Equipe alviazul joga no domingo

Quadrangular Pentacolor

Com um gol aos 34 minutos do primeiro tempo, o Lajeadense perdeu para o Juventude por 1 a 0 e deu adeus às chances de conquistar o títulodoQuadrangularPentacolor – competição que homenageia os 118 anos do Veranópólis. Partida foi disputada na noite de ontem, no Estádio Antônio David Faria.

“Conseguimos pressionar o time do Juventude, mas não conseguimos o gol”, avaliou o goleiro Lauro, em entrevista à Rádio Independente. A competição faz parte da preparação da equipe alviazul para o Campeonato Gaúcho 2016. Para o técnico Rodrigo Carpegiani, a equipe criou boas oportunidades, mas precisa de ajustes.“Temos ainda o domingo para ver um time ideal para o Gauchão”. Ele percebeu evolução individual dos atletas.

O time de Lajeado vai disputar mais uma partida pela competição amistosa. No domingo, joga pela terceira colocação.

Até o momento, o Lajeadense disputou três amistosos. Além da derrota para o Juventude, goleou o Floriano por 5 a 0 e empatou com

Ezequiel Neitzke

Quanto vale o passe?

Com o início dos campeonatos municipais, o assunto é um só: o valor que os atletas cobram. Os preços variam de R$ 50 a R$ 500. Alguns ganham somente por partida, outros recebem para assinar e alguns têm um “plus” de gol ou assistência durante o jogo. Para decifrar um pouco esse mercado, conversei com dirigentes e jogadores para saber como estipulam o valor do passe. Veja as respostas:

Treinadores

“Vou em cima das condições que o clube me coloca, não sou de oferecer muito para os jogadores, sou taxado por eles de pão duro.” Rogério Lourenço, o “Rocha”

“Vejo a função do jogador e as opções no mercado para a posição. Analiso também o momento de cada atleta.” Sírio Pereira Duarte

“Monto um grupo parelho em que todos ganham, alguns mais, outros menos, mas o importante é todos ganharem algo.” Elton Lorscheiter, o “Pantera”

o Passo Fundo sem gols.

Derrota no terceiro teste

O técnico Carpegiani iniciou o confronto com: Lauro, Vareta, Léo, Gabriel, Higor, Maurinho, Reinaldo, Alan Bald, Diego Mirando, Danilo Goiano e Giovane.

A partida começou com poucas chances de gol. Ponto alto dos primeiros minutos foram as expulsões do zagueiro Neguete e o meio-campista Diego Miranda. Eles se desentenderam e trocaram empurrões.

Aos 34 minutos, o Juventude abriu o placar. Brenner chutou e Lauro não conseguiu segurar. A bola sobrou para Mailson colocar no fundo da rede.

Na etapa complementar, o técnico Carpegiani trocou cinco jogadores. As mudanças surtiram efeito e o Lajeadense teve três oportunidades de marcar nos primeiros dez minutos de jogo. Em uma, Giovani errou na cara do goleiro Douglas Silva. Nos 34 minutos de jogo, Cássio deixou o campo com dores na coxa direita e foi substituído pelo atacante Lima. Mesmo pressionando, o Lajeadense não conseguiu empatar.

“Consideramos o histórico do atleta com o clube, quanto mais tempo na agremiação, mais ele ganha. Outro fator avaliado é a capacidade técnica.” Gustavo Gewehr

“Você dança de acordo com a música, pois é o mercado que dita o valor de cada atleta. O certo não é pagar, pois nós também não ganhamos para comandar os times.” Paulinho Vettorello

Jogadores

“Vejo a distância e se fica bom para os dois lados. Não sou um atleta muito caro.”

Jardel Fischer, atacante

“Procuro saber quanto será a média paga aos jogadores e tento entrar em um acordo, chegando naquilo que fica bom para os dois lados.” Douglas Santos, o “Cisso”, volante

“Sempre que vou negociar, falo que não quero ganhar mais que ninguém, mas nem menos. Sempre esperei as propostas, daí vejo se estou de acordo ou não.” Sílvio Peralta Camargo, zagueiro

“O que cobro varia conforme o campeonato eotempodeduração.Cobrovaloresdiferentes para futsal, minifutebol e futebol de campo.” Diogo Ristoff, o “Dioguinho”, atacante

“Varia conforme o campeonato e o local. Pergunto para os dirigentes para ver quanto acham que valho, depois negociamos para entrar em um acordo. ” Alex Espíndola, centroavante

Estreia do fardamento

No fim de semana, os árbitros da Sociedade Lajeadense de Arbitros (Solar) estrearam onovofardamentoepediram um registro para guardar de recordação. Na sexta-feira, Felipe da Rocha e Leandro Brickmann (à direita) apitaram a Copa Pituca, em Arroio do Meio. No sábado, Juarez de Mello Júnior e Mateus Selke comandaram a rodada do Intercamping.

Técnico Carpegiani percebeu evolução individual dos jogadores no teste ao Gauchão

Adecisão da segunda divisão da Copa STR Supermercados do Clube Sete de Setembroocorreuemnovembro, após novemesesdecampeonato.

A competição reuniu 15 clubes. Viracopos/Lebber Imóveis foi o grande campeão. Registrados1.055gols,médiade4,68 por partida. O melhor ataque foi do Alcatraz, com 148 gols. O pior ataque, do Renegados B, com 31 gols. A artilharia ficou com Willyan Koelzer e Ruimar Kunzel, ambos com 38 gols. A melhor defesa foi do Real Madruga–MateusMarqueseJoão Gabriel Cardoso sofreram 37 gols. O JeDuCa teve a pior defesa – 107 gols.

Clube premia os melhores da elite

SELEÇÃO DO CAMPEONATO

Disciplina:

Meia-direita: Elisandro de Jesus (Peladeiros)
Ala-esquerdo: Daniel Dalpian dos Santos (Renegados FC A)
Treinador destaque: Claiton dos Santos (Renegados FC A) Real Madruga teve a defesa menos vazada
Ala-direito: Rubiel Sulzbach (Viracopos)
Zagueiro: Élton da Silva (Viracopos/Lebber)
Viracopos
Goleiro: Leonardo Fucks (Peladeiros)
Volante e craque do campeonato: Tomazinho Lopes (Alcatraz)
Meia-esquerda e atleta destaque: Tadeu Manini (Peladeiros)
Atacante: Ruimar Kunzel (Real Madruga) Ruimar Kunzel e Willyan Koelzer foram os artilheiros

Lajeado, sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Torneio de Verão

Jornalismo / redação: ahora@jornalahora.inf.br

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Competição municipal de Colinas inicia hoje

Jogos de voleibol e futebol ocorrem sempre as sextas-feiras, na Praça dos Pássaros, às 20h

Mais uma edição do Torneio de Verão, promovido pelo Executivo, inicia hoje. As rodadasocorremnassextas–feiras,a partir das 20h, na Praça dos Pássaros. No vôlei misto, disputam cinco equipes. No futebol, sete agremiações, com cinco equipes na sub-14. Os jogos da sub-14 iniciam apenas a partir da terceira rodada.

Na primeira rodada os confrontos são: Os Galos versus Pau Ferro (vôlei misto), Watsapp versus Ales Faloa (vôlei misto), Vila FC versus Tigers FC (futebol), EC Tupi versus Ales Faloa (futebol) e Real Street versus Lobos FC (futebol).

Abertão da Languiru

A terceira rodada da competição de minifutebol e bolão ocorre hoje com oito partidas. Às 19h45min, jogam São José/Darci Guinchos versus Ajupa (master) e Celtic versus Rudibar (sub-20); às 20h35min, Amigos do Queiroz versus Karandiru (sub-20) e Eletro Diesel Hirt (feminino); às 21h25min, DF Elétrica versus Brocadores (força livre) e Amigos do Corvo versus UPA (força livre); às 22h15min, Hlera versus Amigos de Boa Vista (força livre) e Imec versus Kaxa Baxa (força livre). No bolão, disputam Unidos, Gaúcho e Centenário.

sus Hermanos FC (força livre), Só Ceva x Atrevidos (força li-

nmar (veterano) e Ser Porque Nós versus Só Pa Sincomodar (força livre)

Copa Forquetense

A segunda rodada do certame disputado em Forqueta, Arroio do Meio, ocorre amanhã. Os jogos iniciam às 13h30min com Tomivô contra Pituca. Seguem com Estrela versus Aven, Última Hora versus Só Ceva, Ki Bola versus Só Barulho e Terça 7 versus Amigos do Mita.

Na rodada inaugural, o ACN perdeu para o Ser Bolita por 2 a 0. O Aven venceu o Ki Bola por 3 a 0. O Tomivô derrotou o Só Barulho por 2 a 1, mesmo resultado da vitória do Pituca sobre o Terça 7. O Amigos do Mita derrotou o Última Hora por 3 a 2.

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AH - Principal | 15 de janeiro de 2016 by Jornal A Hora - Issuu