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AH - Principal | 14 de janeiro de 2016

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DE OLHO NO GAUCHÃO

Alviazul faz último teste

O Lajeadense encara o Juventude hoje, às 18h. O jogo é válido pelo Quadrangular Pentacolor, torneio amistoso que ocorre em Veranópolis Esse é o último teste do Alviazul antes do Gauchão.

Exposição retrata a região

Fundado em julho de 2002

Lajeado, quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Ano 13 - Nº 1508

Avulso: R$ 1,00

Fechamento da edição: 21h

ROTATIVO DE LAJEADO

Stacione troca direção e valor da multa sobe R$

Adireção da empresa responsável pela cobrança do rotativo em Lajeado anuncia, para fevereiro, aumento de R$ 15 para R$ 20 no valor da multa para quem não pagar a tarifa. O novo gestor, Vander Eli da Silva, também prometeu a reativação dos parquímetros até segunda-feira,

18, após mais de dois meses sem funcionar. O representante da Stacione rebateu as críticas do vereador Ildo Salvi e desclassificou a lei aprovada pela câmara, que transforma multa em crédito. Segundo ele, a medida não foi regulamentada ou aditivada ao contrato de prestação do serviço. Páginas 4 e 5

Impasse

DIVULGAÇÃO/LYLIAN CÂNDIDO

O Sesc Lajeado promove a mostra fotográfica sobre as belezas do Vale do Taquari. A exposição gratuita estará aberta para visitação a partir de terça-feira. Conexão OLHARES DO VALE

TEMPO NO VALE

Quinta-feira no Vale: O sol com nebulosidade variável Mínima: 22°C - Máxima: 31°C

INDEFINIÇÃO

Consórcio de empresas alega

Página 6

EmpresainvestiráR$5milhõesemfábrica para produção de cerveja artesanal para exportação. Com capacidade para produzir até 90 mil litros por mês, a planta será instalada na localidade de Conceição. Página 10

Insetos como baratas, mosquitos e moscas se multiplicam nesta época, causando transtornos e acometendo população ao contágio de doenças. Página 8 PRAGAS E VETORES

EXPEDIENTE

Diretor Geral: Adair Weiss

Diretor de RedaÁ„o: Fernando Weiss

Diretor Comercial: Sandro Lucas

Diretor Administrativo: Fabricio Almeida

REDA« O

Av. Benjamin Constant, 1034/201 Fone: 51 3710-4200

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Os artigos e colunas publicados não traduzem necessariamente a opinião do jornal e são de inteira responsabilidade de seus autores.

Tiragem média por edição: 7.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística)

Fundado em 1º de julho de 2002 Vale do Taquari - Lajeado - RS

INDICADORES ECONÔMICOS

MOEDACOMPRAVENDA

Dólar Comercial4,00824,0098

Dólar Turismo3,86004,1900

Euro4,18004,5500

Libra5,74825,7514

Peso Argentino0,29320,2933 Yen Jap.0,03370,0337

Cotação do dia anterior até 17:45h, Valor econômico.

ÍNDICEMÊSÍNDICE

MÊS (%) ACUMULADO ANO (%)

ICV Mes (DIEESE)12/20150,789,47

IGP-DI (FGV)12/20151,768,90

IGP-M (FGV)12/20151,898,36

INPC (IBGE)12/20150,779,07

INCC12/20150,276,66

IPC-A (IBGE)12/20150,828,53

Salário Mínimo/2015 R$ 788,00

EIdeias

leitor@jornalahora.inf.br

Planejamento estratégico:

Oportunidades

começou 2016! Excelente. Estamos revivendo uma crise já vista em outros tempos, sim, não é novidade, e o pessoal de minha geração para trás sabe do que estou dizendo: dólar alto, inflação subindo, bolsas em queda, desconfiança internacional, retração do PIB, governos enfiando os pés pelas mãos e por aí vai, e o pessoal mais novo, não tem ideia do que é isso tudo, mas posso dizer: não se preocupem tanto, pois por mais escuro que pareça existe uma luz no fim do túnel.

Neste momento, além de tudo que ouvimos nos meios de comunicação sobre economizar, reduzir despesas, trocar o filé mignon por patinho, precisamos olhar para frente e limpar nosso “para-brisa”. Somos um país repleto de oportunidades, de nichos que, apesar da crise, crescem absurdamente, com ganhos acima dos 150%, como setores de estética, informática, bebidas, seguros que esperam fechar seus balanços com invejáveis R$ 9 bilhões faturados. Crise? Para eles não existe, sem contar setores que exportam, que com o aumento do dólar, passam a faturar mais. Felizmente, quando pensamos em crescer, para aqueles que ainda não o fizeram, este é o momento de olhar para esses setores e construir nossas estratégias de atuação. O que temos, o que fornecemos, o que produzimos, em que podemos

-Ouro (dólar) – Onça Troy – USD 1085.5– cotação do dia 13/1/2016

BOLSAS DE VALORES PONTO VARIAÇÃO (%) FECHAMENTO

Ibovespa(BRA)38907-1,53

Dow Jones (EUA)16.5160,72

S&P500(EUA)1.9390,78

Nasdaq(EUA)4.523-3,47

DAX30(ALE)9.961-0,25

Merval(EUA)10.320-3,16

cotação do dia anterior até 17h45min

na crise

contribuir, como se adequar para atender esses setores, são questionamentos que precisamos nos fazer urgente. Dou exemplo: o setor de bebidas artesanais, e não estou falando de seu primo que faz cerveja no fundo do quintal, fecha o ano com um crescimento acima dos 15%, e planeja aumentar sua oferta de cervejas em 2016, aumentando suas receitas em 5% acima da inflação. Uma das marcas conhecidas em Minas Gerais, de acordo com os meios especializados, quer investir algo em torno de R$ 7 milhões em novos equipamentos, dobrando sua produção para este ano.

O setor de cosméticos, beleza e estética é outro que cresce. Além das grandes indústrias de produtos, as clínicas são grandes responsáveis pelo aumento. De acordo com o Sindicato dos Empregadores em Empresas e Profissionais Liberais em Estética e Cosmetologia do Estado de São Paulo (Sidiestética), o setor está contabilizando seus resultados, mas deverá fechar 2015 com um crescimento acima dos 150% em relação a 2014; loucura, mas é real.

Oerton Fernandes

Administrador de empresas, professor e palestrante especializado em gestão de negócios, marketing e vendas

O que você prefere: reclamar da crise e afundar nela ou ser mais um que cresce?

Em cenários de crises, sem muitas perspectivas, assim como nós, empresas mudam sua forma de investir e de consumir, fugindo dos investimentos de longo prazo, preferindo administrar os de curto prazo. Neste momento, buscam investir em soluções, serviços e tecnologias que os auxiliem na redução de custos, na melhora de processos e de gestão, liberando-os para se preocuparem com o seu negócio, mesmo as em expansão, pois lucram mais.

Não estou dizendo para ig-

norar o cenário nacional atual, mas você já se perguntou o que pode fazer para resolver isso? Temos problemas institucionais nunca vistos em nosso país, mas o que podemos fazer? Já existem muitas pessoas se preocupando com essas situações e garanto que nenhuma delas está olhando para o seu negócio. Ficar sentado lamentando e reclamando não resolverá, muito menos trará resultados positivos.

Pare e veja se não existem oportunidades batendo em sua porta e você não as está percebendo. Reveja suas estratégias ou as crie para os que ainda não o fizeram, olhe para os setores que crescem na crise e se adeque a eles, nunca é tarde. O que você prefere: reclamar da crise e afundar nela ou ser mais um que cresce?

Planeje, cresça e faça diferente.

martini.jornal@gmail.com lentem.wordpress.com

A ganância impedirá o sucesso do rotativo

felicidade não reside em solo onde a ganância pisou”, dizia o pensador Somel Serip. Já falei em artigo anterior e repito: o sistema de estacionamento rotativo de Lajeado estava fadado ao fracasso antes mesmo do início da licitação, em 2013. E podem anotar. Ele não vai dar certo. Um serviço público básico como esse só poderia dar errado. Foi criado com intuito de gerar lucro tanto paraempresacomoparaoadministradormunicipal.Aganânciainicial de todo esse processo desconstruiu, de antemão, qualquer tentativa de salvaroatéentãomelindrosotrabalho apresentado pela Uambla. Iniciamos pela outorga de 17,8% repassada ao Fundo Municipal de Trânsito. Ora, se o município pensa em angariar recursos com tal serviço, que o assuma por completo. Mas não cobre do privado, cortando dele parte dos valores necessários para o bom funcionamento do serviço. É um tiro no pé. Calculado, pelo jeito. E ganancioso.

Outro erro drástico foi o alto número de vagas. Não é preciso tantas delas para o rotativo. Há ruas paralelas sem qualquer comércio instalado, mas que o governo municipal –sabe-seláporque–decidiuincluir no mapa das cobranças. Ganância? Claro. E o resultado não poderia ser outro. Não há cobradores suficientes para atender a demanda. E só essa falhajácriafortesargumentospara

Uma multa aplicada pela empresa privada, contra o contribuinte, por uso de espaço público. Tem cabimento?

o rompimento do contrato. Mas, fosse só esse o imbróglio, até estaríamos bem. Pois tamanha demanda sequer existe. No entanto, há uma avalanche de erros. Com a outorga, falta dinheiro à empresa. Sem recursos, faltam funcionários para cobrar até nas ruas onde, de fato, o serviço é necessário.

Faltadeplanejamento.Percebem?

Mas voltamos ao fator inicial do problema: a ganância. Talvez alguns não saibam que o valor de R$ 2cobradopelahoraestacionadano centro de Lajeado é o mesmo valor cobrado na capital gaúcha. Sim. O governo de uma cidade de 70 mil habitantes acha justo cobrar dos motoristas a mesma quantia cobrada em um município de 1,4 milhão de pessoas.

Tal valor foi decretado pelo prefeito, desrespeitando sugestão do Conselho Municipal de Trânsito, que repudiou os preços sugeridos

Conselho de Tombamento empolga

O governo de Anta Gorda realiza outro passo importante para tombar três imóveis antigos e transformá-los em patrimônios culturais. A criação do Conselho Municipal de Tombamento Histórico conduzirá tal processo. Ele é formado por integrantes da Associação dos Amigos dos Moinhos e dos conselhos municipais de Turismo, Cultura, Educação e Meio Ambiente.

AideiaétombaroMoinhoDallé,a Madeireira Madeborg e a Casa Martelli. O governo já firmou convênio de R$ 2,3 mil com a Associação dos Amigos, que contratou o Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo da Univates para os levantamentos arquitetônicos necessários. O intuito principal é conseguir recursos para incrementar a Rota Turística Caminho dos Moinhos.

Acidente na Fruki

Oacidenteenvolvendoumamédica lajeadense em frente à Fruki, na semana passada, em Lajeado, alerta para um grave problema. O estacionamento de caminhões em um “braço” da BR-386 é inusitado, para não dizer irresponsável. Sugiro que aquele trecho específico seja utilizado só pela empresa. Pela grandeza e importância, ela não deveria correr oriscodemancharonomeporeventual ocorrência mais grave.

pela concessionária para que ela equilibrasse as próprias contas. Um completo desatino. Ganancioso, claro.

E o maior exemplo da ganância é a pervertida multa administrativa, carinhosamente chamada de Aviso de Irregularidade (AI). Ela é tão inexata que chega a tornar justa uma lei promulgada pelo Legislativo, igualmente errônea, que transforma uma multa punitiva em um benefício para o infrator, ao lhe garantir créditos no mesmo valor da infração quitada. Outro desatino. Vejam só. É uma multa aplicada pela empresa privada, contra o contribuinte, por uso de espaço público. E sem direito a recurso administrativo. Sem defesa. Tem cabimento? Claro que não.

Agora, a empresa anuncia, por conta própria, nova regra para cobrança dessa multa, desrespeitando completamente a nova – e desalinhada – lei promulgada pela câmara de vereadores. A direção da concessionária decidiu que só 40% do valor do AI será convertido em créditos. O governo deve ter gostado. Pois assim garante a manutenção de parte do seu imposto disfarçado de outorga. Essas novas mudanças são só mais um capítulo da melancólica história do rotativo lajeadense. Outro que logo adiante será questionado,debatidoejustificadamenterevogado. É mais um disparate. Sempre com o aval do gestor municipal.

Tiro Curto

– As mais recentes licitações de Lajeado são exclusivas para micro e pequenas empresas. Uma delas, com sede em cidade vizinha, e cujo proprietário tem relação com CC da prefeitura, vem vencendo uma série de concorrências;

– Só um candidato deverá concorrer a prefeito em Travesseiro. Genésio Hofstetter (PSB) trabalha forte para garantir apoio da oposição. Deve ter sucesso;

– O PMDB de Forquetinha quer coligar com o PTB, e pode indicar Valmir Eckert para concorrer a prefeito. Mas os petebistas não abrem mão dessa indicação, e sugerem Marcelo Schmitz. Ademais, o pouco apoio dos peemedebistas em 2012 pode inviabilizar tal ação;

– No fim do ano passado, a câmara de Lajeado prometeu mais de R$ 1 milhão para 31 entidades. Os pedidos foram encaminhados ao Executivo, mas só sete pedintes foram agraciados. Em 2016, não haverá novos repasses;

– Em Bom Retiro do Sul, empresário lajeadense João Giovanella investe R$ 5 milhões na instalação de uma microcervejaria artesanal. O produto deverá ser vendido no mercado interno e também no exterior, a partir do segundo semestre;

– Estudantes de universidades públicas com renda familiar superior a 30 salários mínimos – ou R$ 26,4 mil – poderão passar a pagar anuidade escolar. A proposta foi reapresentada em 2015 pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ). Ele afirma que a parcela de estudantes em melhor situação financeira no Ensino Superior público chega a 36,4%;

– Zerar o déficit de vagas nas creches de Lajeado foi promessa de campanha de Luís Fernando Schmidt. Ontem, ele disse à Rádio Independente: “Não vamos cumprir e sabíamos que não iríamos cumprir.” Boa quinta a todos!

“Aboasorteéoqueacontecequandoa oportunidadeencontraoplanejamento”

ThomasEdison

Reportagem:

ESTACIONAMENTO ROTATIVO

Parquímetros voltam segunda.

Multa aumenta em fevereiro

RECLAMAÇÕES: com os parquímetros estragados, usuários relatam demora no atendimento dos monitores. Equipamentos eletrônicos estão estragados faz mais de dois meses

Avisos de Irregularidade custarão R$ 20, com 40% do valor revertidos em créditos. Após dois meses e meio sem funcionar, parquímetros devem retornar na segunda-feira e ficarão abertos 24 horas por dia. Cobrança na avenida Alberto Pasqualini será repensada.

Lajeado

Aempresa responsável por gerir o estacionamento rotativo prestou esclarecimentos ontem à tarde. Problemas nos parquímetros, mudanças nas cobranças dos Avisos de Irregularidades (AIs) e a tentativa de interferência dos vereadores no serviço foram abordados pelo novo gestor da Stacione, Vander Eli da Silva.

A partir de 1o de fevereiro, a punição aos usuários que não pagarem a taxa de estacionamento será de R$ 20, dos quais 40% serão convertidos em crédito. Até o dia 31 deste mês, usuários que pagarem avisos vencidos, ainda no valor de R$ 15, terão 60% do pagamento transformados em crédito. Conforme o gestor, o aumento

no AI se justifica pela elevação nas tarifas, aprovadas em 2015. “A hora passou de R$ 1,50 para R$ 2 e a punição não foi corrigi-

A hora (do estacionamento) passou de R$ 1,50 para R$ 2 e a punição não foi corrigida.”
Vander Eli da Silva

Gerente da Stacione

da”, relata. Pelo contrato, o AI deve ser equivalente ao valor de dez horas de estacionamento.

Sem funcionar faz quase dois meses, os parquímetros instalados na cidade devem retomar as operações na segunda-feira, 18. De acordo com Silva, os aparelhos ficarão disponíveis 24 horas por dia durante um período de testes. “A ideia é facilitar a compra de créditos fora dos horários de cobrança.”

Segundo ele, os equipamentos não fazem parte das exigências do contrato e o investimento de mais de R$ 300 mil ocorreu para minimizar o descontentamento da população com a forma como as cobranças são realizadas. De acordo com Silva, cerca de 15 novos parquímetros serão instalados.

Lei não foi regulamentada

Silva criticou a lei sancionada pelo Legislativo que determina a conversão de todo o valor dos AIs em créditos de estacionamento. A proposta de autoria do vereador Carlos Ranzi (PMDB) não passou pelo Executivo. “Não houve decreto para regulamentar a lei ou aditivo no contrato para assumirmos essa bonificação.”

O gestor questiona a falta de diálogo dos vereadores com a empresa. Garante ter convidado diversas vezes os representantes do Legislativo para conversar. “Eles não vêm.”

Segundo ele, se o usuário não é punido, não tem por que pagar pelo serviço. “Assim, não sairá da vaga, impedindo a rotatividade. Sem rotatividade, podemos fechar as portas e ir embora”, alega. Silva também criticou as denún-

EZEQUIEL NEITZKE

cias do vereador Ildo Salvi (Rede) feitas ao Ministério Público. Diz que a empresa cumpre o contrato definido com o Executivo. “Vamos entregar ao MP os documentos para comprovar o cumprimento dos termos estabelecidos”, assegura. Conforme o gestor, o contrato estabelece a necessidade de manter um monitor para cada 35 vagas, representando um total de 37 trabalhadores para 1,3 mil vagas.

“Hoje temos 43 monitores simultaneamente”, atesta. Quanto às dificuldades relatadas por usuários sobre a disponibilidade dos profissionais, diz que a empresa sofre com problemas de faltas ou desistência por parte dos funcionários. Mais de 500 pessoas teriam sido contratadas ao longo dos últimos dois anos.

Alteração na Pasqualini

O gestor também falou sobre os problemas de cobrança na avenida Senador Alberto Pasqualini. Segundo ele, a cobrança no local foi estabelecida sem um estudo prévio. “É uma área muito grande, movimentada e com pouca rotatividade, o que dificulta as operações.”

De acordo com Silva, um estudo em conjunto com a administração municipal determinará a melhor forma de cobrança no local. Enquanto isso não ocorre, a orientação aos monitores é de manter a cobrança, mas não emitir AIs, a não ser em casos de abuso.

Outras mudanças

De acordo com Silva, a companhia passou por alterações nos últimos dois meses, com o sócio majoritário comprando a totalidade da empresa. A administração municipal afirma não ter recebido notificação sobre a mudança.

Conforme o secretário de Governo, Auri Heisler, representantes da família Roso, de Marau, teriam assumido a propriedade total da companhia. “Ainda não recebemos essa informaçãoformalmente”,ressalta. A família também é dona da Metalúrgica Metasa, na serra gaúcha. O gestor da Stacione também anunciou o investimento em uma campanha informativa sobre as diferentes formas para efetuar a compra de créditos. “As pessoas estão acostumadas apenas com os monitores e os terminais de atendimento, mas temos a página da internet o aplicativo para celular e 52 pontos de venda no comércio”, reforça.

Também confirmou investimento de R$ 15mil na repintura dos meios-fios e vagas especiais e a criação de um portal de transparência. Segundo ele, até o fim do primeiro trimestre, a empresa disponibilizará na internet todas as informações relativas aos números das operações da Stacione.

O GOVERNO

Para o secretário de Governo, os serviços prestados pela Stacione são insatisfatórios. “Se considerarmos apenas o tempo que os terminais de atendimentos ficaram fora de operação, percebemos que é insuficiente.”

Conforme Heisler, a administração municipal solicitou uma série de alterações à empresa para ajustar o serviço. “Não ouvi as mudanças anunciadas. Vamos nos manifestar oficialmente após recebermos essas informações.”

CRÍTICA: novo gestor repudia tentativa de interferência de vereadores
THIAGO MAURIQUE

Cidades

Mudança

no atendimento do Sine

ENCANTADO – A agência FGTAS/Sine local não encaminhará documentação de requisição para seguro-desemprego de 18 de janeiro a 1º de fevereiro. Os pedidos poderão ser encaminhados jun-

to à Caixa Econômica Federal de Roca Sales. Durante esse período, o horário de atendimento da Agência FGTAS/Sine do município será das 8h às 13h sem fechar ao meio-dia.

Consórcio aguarda empenho por obras

Ritmo lento dos serviços do PAC preocupa moradores. MPF intima administração

Lajeado

As pavimentações financiadas por meio do PAC estão em ritmo lento. Ontem de manhã, moradores reclamaram da ausência de máquinas em vias. O consórcio responsável alega ter movimentado equipes para cumprir outros serviços, mas a falta de pagamento de uma parcela de quase R$ 1,5 milhão é uma das causas para a paralisação momentânea. Obras devem reiniciar hoje.

O município foi orientado – extraoficialmente – por servidores do Ministério Público Federal (MPF) a protelar empenhos até o término da investigação sobre superfaturamento. Hoje, cerca de 32% dos valores previstos para a conclusão das obras foram repassados pela Caixa Econômica Federal (CEF) – via Secretaria de Obras (Sosur) – ao consórcio formado pela Construtora Giovanella e a Coesul.

Não há prazo para o pagamento da parcela. Isso porque os empenhos são assinados de acordo com o cronograma de serviços. Gerente da construtora responsável, o empresário Nilson Giovanella garante a sequência dos serviços. “Retiramos as máquinas para cumprir outros compromissos. Mas elas logo voltam”, afirma.

quitada em até 240 meses pelos proprietários de imóveis localizados nessas 14 vias públicas.

MPF dá 10 dias para explicações

Na segunda-feira, o Ministério Público Federal (MPF) encaminhou documento para o setor jurídico da administração solicitando explicações referentes aos valores gastos e acordados com o consórcio responsável. As informações foram compiladas por uma engenheira do MPF. O Executivo recebeu prazo de dez dias para manifestação formal.

Esse inquérito civil, aberto pelo procurador da República, Cláudio Terre do Amaral, investiga denúncias de suposto superfaturamento das obras. As investigações iniciaram em setembro do ano passado, quando o então secretário da Sosur, Adi Cerutti, afirmou que

empenhos estavam com valores acima do que efetivamente custariam itens do contrato.

Os responsáveis pelas empresas negam qualquer irregularidade. Nilson Giovanella disse, à época, que a polêmica se tratava “de uma briga interna” entre agentes públicos. Cerutti se negou a assinar os empenhos. Entre os supostos erros anunciados por ele, havia implosões de rochas, escavações, transporte de cargas e assentamento de canos.

Cerutti se reportava ao conteúdo de cinco notas fiscais entregues pelo consórcio no dia 3 de setembro de 2015. O ex-secretário chegou a afirmar que houve trechos pavimentados com asfalto sem a presença de fiscal concursado do governo. Isso teria ocorrido em todo o recapeamento da av. Benjamin Constant.

Por outro lado, servidores da prefeitura garantem que tal decisão serviu para pressionar a ad-

ministração municipal para que o empenho de R$ 1,5 milhão seja avalizado. “O meu medo é que essas obras fiquem pela metade. Nos prometeram algo e parece que vai ser difícil cumprir”, comenta um morador da rua Pedro Petry, no bairro Carneiros.

Essa é uma das ruas contempladas pelo PAC. Ontem, não havia máquinas atuando no local.

As pavimentações vão custar R$ 20,5 milhões. R$ 18,5 milhões financiados pelo governo federal e o restante pago com recursos do Executivo. A quantia poderá ser

Os estudos para as obras iniciaram na gestão da ex-prefeita, Carmen Regina Cardoso. A confirmação pela CEF só veio em 2013. Depois, o processo licitatório foi suspenso por duas vezes pela atual administração, após seguidos pedidos de impugnação apresentados por empresas concorrentes.

O processo licitatório

que foi enfim concluído em 2015 não passou pelo crivo da Secretaria da Fazenda (Sefa), como todos as demais licitações públicas. Na planilha de custos do edital, os serviços estavam orçados em um montante R$ 1,8 milhão menor do que o valor apresentado pelo consórcio, e que foi efetivamente contratado pelo governo municipal.

Coren-RS esclarece atuação e justifica demora no atendimento

Lajeado

As críticas à atuação da Unidade Móvel do Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Sul (Coren-RS) repercutiram na entidade. Demora para a execução dos serviços durante a terça-feira, primeiro dia no muniíc-

pio, gerou reclamações entre os profissionais do setor. Em alguns casos, a espera superou as seis horas.

Ontem, a assessoria de comunicação do órgão emitiu uma nota de esclarecimento. De acordo com o documento, a Unidade Móvel é adaptada para atender

as demandas. Durante a atuação em Lajeado, o micro-ônibus contava com quatro servidores. Dois eram assistentes administrativos, além da assessora técnica e do motorista. A nota ainda projeta a inclusão de 50 municípios no roteiro do projeto até outubro. O órgão reconhece problemas

técnicos com sinal de internet do provedor e o atraso na prestação de alguns serviços. No documento, a chefe do Departamento de Registro e Cadastro do Coren-RS, Carmen Olsson, afirma que a autarquia está buscando oferecer o melhor à categoria, dentro dos recursos disponíveis para

um atendimento fora da sede e o atendimento não exclui o trabalho realizado em Porto Alegre e ou nas subseções.

Com problemas no sistema, 34 pessoas puderam ser atendidas na manhã da terça-feira. Ao todo, eram previstos cem atendimentos até o fim do dia.

Na rua Pedro Petry, no bairro Carneiros, máquinas não atuaram ontem
RODRIGO MARTINI

Baderna no Universitário motiva queixas

Loteamento Alto da Colina, conhecido como “Pico do 8”, é frequentado por jovens

Moradores apontam que frequentadores do loteamento consomem álcool e drogas, praticam sexo em via pública e perturbam sossego

Lajeado

As reclamações sobre barulho e sujeira em espaços públicos persistem no bairro Universitário. Mas dessa vez as queixas não se concentram nas avenidas Alberto Müller e Avelino Tallini. A baderna estaria ocorrendo nas proximidades de uma área verde, popularmente chamada de “Pico do 8”, a poucos metros do ginásio da Univates. Prefeitura já alterou regras do trânsito, mas problemas persistem.

Consumo de álcool e drogas, sexo em via pública e perturbação da ordem são fatos apontados pelos denunciantes. Os problemas costumam se acentuar durante os fins de semana. Garrafas PET, de vidro, camisinhas, copos plásticos e bitucas de cigarro são constantemente recolhidas pela equipe de limpeza do governo, e até por moradores e proprietários de outras áreas loteadas nas proximidades.

Os moradores admitem que nem todos os frequentadores desrespeitam a ordem pública. Mas

garantem que a minoria causa estragos. Morador do loteamento faz cerca de três anos, o empresário Henrique Fröhlich argumenta que a vizinhança se transformou em uma “terra sem lei”.

Segundo Fröhlich, ele não consegue mais ficar em frente à casa com a filha pequena em função do uso de drogas e da baderna causada pelos frequentadores do local. Também demonstra preocupação com uma possível desvalorização dos imóveis, e garante que muitas pessoas já deixaram de investir naquela região

por causa dos excessos cometidos nas proximidades.

Placas inibem motoristas

Naquele local, o Departamento de Trânsito, por intermédio do diretor, Euclides Rodrigues, já agilizou a instalação de placas proibindo estacionamento durante a madrugada, e alertando para o risco de multa para quem deixar veículos sobre o gramado da área verde. Quem desrespeitar e estacionar sobre canteiros, por exemplo, poderá ser autuado por infração gravíssima.

OUTRAS POLÊMICAS

Avenida Acvat: por anos os moradores do bairro Americano, nas proximidades da av. Acvat, reclamaram do excesso de barulho em função de casas noturnas instaladas naquela região. As principais queixas se resumiam à sujeira e urina verificadas em pátios de casas. Hoje, a situação amenizou com o fechamento de alguns empreendimentos; Cruzamento av. Alberto Müller com Avelino Tallini: próximo ao chamado “Pico do 8”, o entroncamento das avenidas nas proximidades do ginásio da Univates foi, por meses, palco de “rachas” e de encontro de jovens. Som alto, sujeira e manobras perigosas por parte dos motoristas eram as principais queixas. O Departamento de Trânsito proibiu o estacionamento durante a madrugada, e a BM intensificou as abordagens. O problema amenizou; Rua Piraí, no São Cristóvão: problema muito semelhante àquele verificado entre as avenidas Alberto Müller e Avelino Tallini. Recém-pavimentada e com poucas residências construídas nessa rua, jovens passaram a frequentar o local durante a noite. Som alto e sujeira geraram reclamações. O Departamento de Trânsito também interveio, proibindo estacionamento durante a madrugada.

RODRIGO MARTINI

Insetos se espalham e exigem cuidado

Calor e umidade favorecem proliferação de vetores como mosquitos, baratas e moscas

Um problema recorrente nas estações quentes, a proliferação de insetos se torna mais acentuada neste verão. O pouco frio no inverno, associado ao calor e umidade das últimas semanas, resulta em maior número de vetores. Mosquitos borrachudos, baratas e moscas, em especial, geram transtornos e condicionam a propagação de doenças.

Proprietário de uma lancheria no bairro Canabarro, em Teutônia, Paulo Adriano Schmitt aponta para o grande número de baratas nas ruas. Para evitar problemas com o ingresso dos animais no estabelecimento, também passou a fazer a dedetização nas bocas de lobo da via além do controle realizado na propriedade. “Ninguém vai querer saber se o inseto veio da rua ou se criou aqui”, aponta ao reclamar mais investimento do Executivo no controle. Schmitt gasta R$ 400 por semestre com dedetizações, valor que encareceu 25% a partir das aplicações na área externa.

Para dividir os custos e ampliar o controle das baratas na rua, o proprietário de uma farmácia próxima ao estabelecimento de Schmitt começou a contratar os mesmos serviços para aplicações nas bocas de lobo. “Praticamente conseguimos eliminar o número de insetos dessa forma.”

Diversos municípios enfrentam situação semelhante. Em Santa Clara do Sul, baratas se procriam nas bocas de lobo da área central, como em frente à Igreja Matriz. Os insetos se espalham pelas imediações e acabam ingressando em imóveis, forçando moradores a dedetizar os ambientes. Exemplo disso ocorre em um edifício na av. 28 de Maio. O grande número de insetos no estacionamento motivou a síndica Graziele Schedler a aplicar inseticidas. Após isso, o problema foi controlado.

Em Mato Leitão, onde ocorrem problemas parecidos, vereadores solicitam à administração municipal uma campanha de controle específico para baratas, serviço ainda não prestado na cidade.

Controle deve ser conjunto Coordenador de uma empresa

especializada no controle de pragas de Lajeado e mestre em Tecnologia Ambiental, Eduardo Strohschoen ressalta que investimentos na área devem ser vistos como questão de saúde pública. “Os vetores transmitem uma série de doenças.”

De acordo com Strohschoen, as baratas encontradas nas cidades se dividem em duas espécies. Aquelas chamadas “baratas de esgoto” se procriam nas redes de esgoto e, nos períodos mais quentes, saem às ruas. “Se os municípios não investi-

rem no controle, esses insetos continuarão entrando nas casas. Aquela aplicação feita pelos moradores vai ser paliativa.” Tal inseto vive entre 180e1.095dias.Nesseperíodo,cada fêmea pode gerar até 225 filhotes.

A outra espécie, chamada de “barata de cozinha”, é encontrada de forma mais frequente em ambientes internos onde a higienização é deficiente. Ambas sobrevivem de qualquer alimento e o controle deve ser periódico, pelo menos a cada 30 dias.

Proliferação na água

Outro problema desta época, os mosquitos borrachudos. De acordo com Strohschoen, o único controle eficaz ocorre pela eliminação das larvas, em arroios e córregos.

Baratas

Doenças: inseto pode ser o transmissor de doenças como hepatite A, febre tifoide, tuberculose, conjuntivites, infecções urinárias, lepra, pneumonia, enteroviroses, salmoneloses, shigeloses e outras. Além disso, produzem secreções que provocam mau cheiro e gosto ruim aos alimentos.

Prevenção: é fundamental manter o ambiente higienizado, eliminar possíveis esconderijos, como frestas em rodapés, conservar alimentos fora do alcance dos insetos e aplicar inseticidas no ambiente.

Se os municípios não investirem nesse controle, esses insetos continuarão entrando nas casas. Aquela aplicação feita pelos moradores vai ser paliativa.”

Eduardo Strohschoen

Ms. em Tecnologia Ambiental

Segundo o biólogo da empresa, Jonas Bica, a larva permanece dez dias na água para se alimentar. “Então aproveitamos a época de alimentação para aplicar um controle biológico, no qual inserimos umabactérianaáguaparasercon sumida pelas larvas. Em seguida, o inseto morre.” O produto, inócuo ao ambiente, é chamado de BTI.

A empresa realiza tal controle em Mato Leitão, onde todos arroios e córregos foram mapeados. “O ideal é aplicar o produto a cada duas semanas e assim impedir o ciclo de reprodução dos mosquitos”, aponta o biólogo.

Moscas

Doenças: causam problemas de saúde e transmitem doenças, entre elas, conjuntivite, febre tifoide, tuberculose, diarreia, erisipela, micose, berne, tracoma e cólera. A maioria das transmissões ocorre por meio da ingestão de água ou alimentos.

Prevenção: manter os alimentos guardados em recipientes fechados. Materiais orgânicos como restos de comida, devem ser eliminados do ambiente ou cobertos, para evitar a proliferação. Telas e redes de proteção ajudam a manter o imóvel livre dos insetos.

Mosquitos

Doenças: transmitem uma série de doenças. As mais conhecidas são malária, dengue, filariose, leishmaniose e, a mais recente descoberta, a zika. Além disso, as picadas costumam causar alergia em muitas pessoas.

Prevenção: eliminar recipientes com água parada e fazer o controle em arroios e afluentes, locais de proliferação dos insetos. Em locais de maior concentração de mosquitos, utilizar roupas compridas e aplicar repelente.

Municípios e donos de imóveis devem compartilhar ações de controle dos vetores
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Microcervejaria investe R$ 5 milhões

Incentivo fiscal do Executivo atrai empresas e promove a diversidade econômica

Aadministração municipal apresentou mais um investidor que escolheu a cidade para instalar negócio. A Cervejaria Salva projeta produção de cerveja artesanal, com foco em exportação, além de atender a demanda regional. O empreendimento será construído em 10 mil metros quadrados de área na localidade de Conceição, divisa com Vilanova, às margens da BR-386. A estrutura do prédio terá 1.372 metros quadrados. Todos investimentos da empresa ultrapassam R$ 5 milhões.

O maquinário já foi adquirido e a fábrica será operada por até oito pessoas. No setor de distribuição, o número sobe para 30 funcionários. Conforme o diretor da Salva, João Giovanella, 35, a estrutura terá capacidade para fermentar 90 mil litros por mês. A cozinha, onde é preparado o mosto, permite produção dez vezes superior. “Focamos na ampliação do negócio”, diz.

O catálogo inicial apresentará três linhas para pequena e média escala. Entre as variedades, o foco será nas cervejas weiss, pilsen e

lagers. A bebida será envazada em garrafas long necks e de um litro.

Preparação minuciosa

A cervejaria aposta na fermentação natural do produto, sem adição de enzima. O método garante a qualidade do líquido em 27 dias. As bactérias responsáveis pelo desenvolvimento são

oriundas do ar. As empresas que produzem em grande escala adicionam substâncias para acelerar o processo. O resultado é a cerveja pronta para a venda em quatro dias, mas sem a consistência do artesanal.

A estrutura fabril projetada permite expansão no setor. Conforme Giovanella, os equipamen-

tos adquiridos permitem produzir destilados como o gym. Para isso, o investimento seria em dois tanques de armazenamento.

Diversificação econômica

Conforme o prefeito Pedro Aelton Wermann, o interesse do empresário em se instalar na cidade demonstra o crescimento econômico. A cada ano, as solicitações de cadastros de empresas aumentam 20%. Além disso, a diversificação dos setores permite ampliar a arrecadação de ICMS e a renda per capita. A cidade conta com indústrias, fábricas de calçados, ateliês e estabelecimentos comerciais.

Em agosto do ano passado, o município anunciou a instalação de dois núcleos para produção de ovos férteis. O investimento de R$ 12 milhões surgiu de empresário espanhol que implantará sistema modelo no país. O empreendimento localizado em Mundo Novo receberá 90 mil frangos, em área de 50 hectares.

Setores na cidade

282

242

65 indústrias

218 autônomos

Férias de alunos viabiliza ampliação de escola

Enquanto os alunos aproveitam as férias, a Escola Municipal de Ensino Fundamental João Beda Körbes, do bairro Aimoré, passa por ampliação. A obra que iniciou na última semana de novembro inclui a construção de uma nova sala de aula, troca total do telhado e instalação da caixa d'água.

O investimento é de cerca de R$ 150 mil, provenientes de recursos municipais. A execução está a cargo da Gege Construções Ltda, vencedora da licitação. A escola atende 372 alunos, da Educação Infantil ao 9º ano.

O novo espaço será construído sobre a sala que abriga o labo-

ratório e, incluindo o corredor de circulação, terá uma área de 95,34 metros quadrados. O telhado será substituído por uma estrutura de fibrocimento, para evitar goteiras e infiltrações. A nova caixa d'água terá capacidade para dois mil litros.

Tais medidas atendem reivindicação da comunidade escolar, que leva em conta o aumento da quantidade de alunos. Segundo a diretora Adriana Meneghini, a demanda está relacionada ao crescimento do bairro. A localidade abriga expressivo número de empresas, que geram empregos e atraem novas famílias. “Vai melhorar nossas condições de trabalho, a conservação do espaço físico e das atividades desenvol-

vidas pelos alunos”, comenta. De acordo com o prefeito Sidnei Eckert, o destaque do trabalho é ainda maior, diante de um contexto de dificuldades financeiras nas esferas estadual e federal. “É uma conquista que tem o apoio de toda a comunidade”, celebra. Para ele, se o investimento é possível, é devido ao retorno que as empresas da localidade dão ao município. Entre 2011 e 2012, a administração municipal investiu cerca de R$ 240 mil na escola, incluindo a aquisição de dois terrenos, cercamento e construção de uma nova sala de aula, sobre a qual está sendo executada a nova ampliação. Conforme o secretário de Planejamento Henrique Meneghini, o prazo para conclusão das obras é de três meses após o início. Neste ano, as escolas Bela Vista, São Caetano e Barra do Forqueta também devem receber amplia-

ções que, além de salas de aula, incluem refeitórios, banheiros e áreas de recreação. “As obras ainda estão em licitação”, informa Meneghini.

Prefeito Pedro Aelton Wermann (e) e o empresário João Giovanella apresentaram o projeto ontem de manhã
Arroio do Meio
Reformas incluem construção de sala, troca de telhado e nova caixa d’água
MACIEL DELFINO
DIVULGAÇÃO

Morre jovem que colidiu carro em monumento

LAJEADO – Kainã Guilherme Dessoy, 21, morreu por volta das 10h de ontem na UTI do Hospital Bruno Born. O jovem, morador de Arroio do Meio, estava internado desde a madrugada de

Policial tem arma roubada em assalto

Lajeado

Dois homens armados assaltaram uma padaria na tarde de terça-feira, 12, e roubaram a arma de um policial durante a ação. O crime ocorreu na rua Carlos Spohr Filho, bairro Moinhos, por volta das 16h30min. O policial foi rendido junto com outros clientes. A dupla fugiu em uma moto CB 300, levando R$ 150 do caixa e a pistola .380.

Patram aprende oito aves silvestres

Lajeado

A Patrulha Ambiental (Patram) da BM apreendeu oito pássaros silvestres, às 11h de ontem. Os animais estavam em uma residência no Moinhos. Após ligação anônima, os policiais foram até o local e encontraramumazulzinho,umoleiro e seis canário-da-terra, além de dez gaiolas e seis alçapões. O proprietário dos pássaros, entregues a um biólogo, não estava em casa no momento da ação.

Dupla assalta loja no centro

Lajeado

Uma loja, no centro, foi alvo de assalto no fim da manhã de ontem. Por volta das 11h50min, um indivíduo armado invadiu uma loja de calçados, na rua Júlio de Castilhos. Um comparsa que aguardava do lado de fora ajudounafuga.Osdoisfugiram em uma bicicleta, e foram vistos indo em direção à região conhecida como “cantão do sapo”. Eles levaram dois celulares de clientes, uma bolsa com R$ 40, além de R$ 150 do caixa da loja.

domingo, quando colidiu o carro contra o monumento em homenagem à imigração, na avenida Alberto Pasqualini. Na ocasião, o carro pegou fogo e ele foi arremessado para fora.

Em 13 dias, polícia registra 11 casos de abuso contra mulher

Após redução nos registros em 2015, ano começa com alto índice

Teutônia

Ameaças e agressões contra mulheres são assuntos recorrentes na delegacia da Polícia Civil (PC). A Brigada Militar também é chamada com frequência para conter brigas de casais e registrar a ocorrência. Embora os números de 2015 tenham reduzido em relação ao ano passado, 2016 começa com volume elevado de registros. Desde o dia 1o de janeiro, a PC registrou 11 casos de ameaça, tentativa de agressão e vias de fato. Além disso, foram efetuadas quatro prisões em flagrante e uma preventiva emitida pela Justiça no fim de 2015. Nos casos mais recentes, a própria vítima chamou a polícia. Na maioria das vezes, o homem está embriagado. A prisão ocorre em flagrante e ambos são conduzidos à delegacia. No ano passado, foram emitidas 175 medidas protetivas, o que demonstra a consciência das mulheres em representar criminalmente contra

Redução da violência

Ameaças

2014 – 113 2015 – 85

Lesão corporal

2014 - 46 2015 – 24

Feminicídio

2014 - 1

2015 - 0

o companheiro. Os pedidos ocorrem para retirá-lo do lar e proibir qualquer contato, sob pena de prisão.

Os motivos para a violência física partem dos ciúmes e excesso de bebida alcoólica. Embora estejam mais conscientes sobre

seus direitos, muitas mulheres relatam o medo de buscar ajuda devido às agressões. A maioria dos casos envolve companheiros que vivem juntos ou namorados. Registros entre marido e mulher, com casamento civil, são poucos.

Passos da violência

Conforme a delegada Márcia Bernini Colembergue, responsável pela Delegacia da Mulher de Lajeado, tudo inicia com a agressão moral. Em geral, o homem passa a desqualificar a mulher, falando mal da aparência e comportamento. As palavras ofensivas fragilizam a vítima e acabam com a autoestima. O segundo passo é a privação da vida social. O companheiro tende a proibir a namorada de passear ou interagir com amigas, controla horários e locais. Em muitos casos, até o vínculo familiar é rompido.

Quando a mulher consegue forças para reagir contra a violência psicológica, ocorrem as agressões físicas. O crime persiste e a vítima continua no lar por diversos motivos. Os filhos são os principais. Ameaças de morte também protelam o pedido de ajuda e a saída do lar. “As mulheres sofrem e não conseguem reagir sozinhas”, diz.

Reconstrução moral

Por meio da Delegacia da Mulher, as vítimas de agressões têm acesso à orientação jurídica. Encontros com advogados esclarecem sobre os direitos e direcionam os passos para o divórcio. O acompanhamento psicológico ofertado pela rede de proteção e assistência contribui para a reconstrução e o fortalecimento emocional. “As mulheres deveriam ter consultas antes mesmo de sofrer as agressões”, comenta a delegada.

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Quadrangular Pentacolor

Alviazul testa plantel em Veranópolis

Equipe comandada por Rodrigo Carpegiani encara o Juventude às 18h de hoje

OLajeadense participa do Quadrangular Pentacolor enquanto se prepara para o Campeonato Gaúcho 2016. A competição amistosa ocorre em Veranópolis e reúne a equipe da casa, o Alviazul, Brasil de Pelotas e Juventude. Hoje, às 18h, a equipe comandada por Rodrigo Carpegiani encara o Juventude em confronto válido pela semifinal. Na outra disputa, o Veranópolis joga contra o Brasil de Pelotas, às 22h. Todos os jogos ocorrem no Estádio Antônio David Farina.

No domingo, serão disputadas as partidas finais. Às 18h, os perdedores do primeiro jogo duelam pelo terceiro lugar. Os vencedores entram em campo às 20h em busca do troféu. Premiação ocorre às 22h.

Objetivo de Carpegiani no torneio é ajustar os detalhes do plantel alviazul para a estreia no Gauchão – o dia 31, contra o Aimoré. O comandante destaca ainda o interesse de vencer a competição. “Por mais que seja amistosa, depois que o torneio

começa, todo mundo quer vencer.”

No jogo semifinal contra o Juventude, o Lajeadense deve iniciar com: Lauro, Vareta, Léo, Gabriel, Igor, Reinaldo, Maurinho, Danilo, Giovani, Miranda e Alan Bald.

Sobre a competição

O Quadrangular Pentacolor homenageia os 118 anos de Veranópolis e os 24 anos do Veranópolis Esporte Clube. Os ingressos estão à disposição até o dia dos jogos e custam R$ 30. Aposentados e estudantes pagam R$ 15.

JOGOS

18h

Lajeadense x Juventude 20h

Veranópolis x Brasil de Pelotas

Torneio amistoso serve para elenco se preparar ao Campeonato Gaúcho 2016. Estreia ocorre no dia 31, contra o Aimoré

Copa Pituca

Competição tem jogos hoje e amanhã

Alaf e DMF Esportes renovam parceria

Segunda e terceira rodada iniciam às 19h15min

As disputas das segunda e terceira rodadas da Copa Pituca de Minifutebol ocorrem hoje e amanhã. Na sede da entidade, no bairro São Caetano, em Arroio do Meio, os jogos iniciam às 19h15min.

No primeiro de hoje, o Esbornia encara o Cruzeiro do Sul pela força livre. A rodada segue com Auto Posto Universitário versus Academia Corpo e Alma (força livre), Oficina do Gerson versus Trans Café (veterano) e Taz Mania x Amigos do Shrek (força livre).

Amanhã, a rodada inicia com Só Barulho versus Hermanos FC (força livre), Só Ceva x Atrevidos

nico (força livre), Estrelas versus Trasmar (veterano) e Ser Porque Nós versus Só Pa Sincomodar (força livre).

Rodada inaugural

Na primeira rodada, o atual

campeão, Ser Porque Nós, perdeu para o Taz Mania por 2 a 0 pela força livre. Outros resultados: Hermanos 1 a 5 Racen (força livre), Galácticos 3 a 0 Só Kellas (veterano), Terça 7 0 a 4 Só Pa Sincomodar (força livre) e Amigos do Shrek 2 a 2 Pânico (força livre).

DMF Esportes, para renovar a parceria que já dura faz dez anos. “Renovaraparceriaeestaraoseu lado por todas essas temporadas

têm um valor e um significado No início do mês, a entidade le. Segundo o presidente da Alaf, Alexandre Heisler, nas próximas semanas, outras novidades serão apresentadasàcomunidadeetorcedores do clube.

Formado por jovens atletas, o Capote almeja voos mais altos em 2016. Após uma temporada cheia de altos e baixos, o time conquistou o acesso à segundona da Copa Soges de Minifutebol depois de uma partida dramática diante do Fúria FC.

Depois de ter vencido o primeiro jogo das semifinais por 5 a 2, o Capote entrou em quadra na partida de volta podendo perder por até três gols de diferença. O Fúria conseguiu abrir 4 a 0, mas Frozi, no fim da segunda etapa, marcou o gol do acesso.

A campanha teve 72,46% de aproveitamento. Foram 16 vitórias, cinco derrotas e dois empates. A equipe marcou em 80 oportunidades e sofreu 35 gols. Um saldo positivo de 45 gols. O artilheiro do foi Yuri Moura, autor de 18 gols.

A equipe iniciou a competição vencendo o Falkatrua por 3 a 2. O primeiro tropeço foi contra o Bud FC, na décima rodada, derrota de virada por 2 a 1. O Bud foi a pedra no sapato do Capote. Além de ter tirado a invencibilidade, a equipe ficou com o título da

Campanha

terceira divisão após um empate em 3 a 3 na primeira partida e uma vitória por 4 a 3 no jogo derradeiro.

Para Yuri Moura, um dos destaques da equipe, o acesso significa muito, pois o time é formado por jovens atletas que além de jogar juntos são amigos há bastante tempo. “Subir para a segunda divisão está sendo muito bom, pois é o segundo ano do time, e vamos evoluir sempre para quem sabe subir para a primeira em 2016.”

Para a temporada, o primeiro objetivo é chegar entre os oito, para depois pensar em buscar o título. “A expectativa para disputar a segunda divisão está boa, estamos nos entrosando cada vez mais para chegarmos fortes no início do campeonato.” Conforme o jogador, o grupo será quase o mesmo, com o acréscimo de dois atletas.

Como surgiu

O Capote surgiu há alguns anos, quando os atletas disputavam torneios na região. Segundo Bruno Schmitt, a maioria se destacava por outras equipes e ao fim de seus jogos se reunia para conversar e tomar cerveja. “Percebemos que juntos formaríamos um forte time, além de sermos to-

dos de um grupo de amigos que sempre andam juntos e se entendem muito bem”.

Sobre o nome, Schmitt é categórico ao dizer que é uma gíria utilizada em festas, churrascos e associa a parceria do grupo. Ele alega que o nome não tem alusão ao filme estrelado por Philip Hoffman que conta a história do escritor Truman Capote.

A campanha do acesso teve 72,46% de aproveitamento. Foram 16 vitórias, cinco derrotas e dois empates. A equipe marcou em 80 oportunidades e sofreu 35 gols. Um saldo positivo de 45 gols.

Capote FC 3 x 2 Falkatrua FCE

Capote FC 3 x 1 Amantes da Cevada FT

Capote FC 4 x 1 Galácticos

Capote FC 7 x 1 SER Nata

Capote FC 8 X 0 Alambique Original

Capote FC 1 X 1 Cetudos

Capote FC 4 x 1 Manguaça

Capote FC 5 x 1 Só Pela Ceva

Capote FC 4 X 0 Cevaria B

Capote FC 1 X 2 Bud FC

Capote FC 3 X 1 Sokanelinhas

Capote FC 2 X 1 Fúria FC

Capote FC 1 X 2 Geral Estrela

Capote FC 3 X 0 Finotrato

Capote FC 7 X 0 Amantes da Cevada FT

Capote FC 3 X 1 Geral Estrela

Capote FC 1 X 1 Cetudos

Capote FC 5 X 2 Finotrato

Capote FC 3 x 4 Finotrato

Capote FC 5 X 2 Fúria FC

Capote FC 1 x 4 Fúria FC

Capote FC 3 X 3 Bud FC

Capote FC 3 X 4 Bud FC

Elenco

Alfredo Nocilau Rossini, Bruno Schmitt, Cássio Schonarth, Eduardo Eckert Augostini, Eduardo Frosi, Emanuel Aurélio Bertolini, Felipe Kist Sulzbach, Fernando Ely, Gabriel Martins, Gustavo Goergen Strehl, Henrique Felzmann, Leonardo Hilgemann, Leonardo Vieira Kafer, Luís Henrique Braun, Luiz Henrique Frosi, Renan Antônio Barth, Thiago Theves, Thomas Fernando Mallmann, Yuri Guimarães de Moura e João Henz.

Capote teve campanha com 72,46% de aproveitamento. Durante a disputa da terceirona, marcou 80 gols

Lajeado, Quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Copa Verão

Jornalismo / redação: ahora@jornalahora.inf.br

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Fase classificatória tem nove jogos sábado

Competição em Encantado chega à quarta edição e reúne nove equipes de futebol 7

OEstádio das Cabriúvas, em Encantado, sedia a rodada de abertura da Copa Verão de Futebol Sete – competição organizada pela Secretaria de Juventude, Desporto e Turismo. Nove jogos ocorrem a partir das 14h (vejanoboxe). A entrada é gratuita.

Definição das chaves e do regulamento ocorreu na terça-feira à noite. As nove equipes foram divididas em três grupos com três times em cada. Na fase inicial, todos jogam contra todos.

Classificam-se às quartas de

final os dois primeiros de cada chave e os dois melhores terceiros colocados das três chaves. Uma equipe é eliminada na primeira fase.

PARTICIPANTES

Chave A – Pérolas Negras, Tele Entulho/Met. Planalto e Toma Ceva/Magnatas da Bola.

Chave B – Barra Brava F.C, Guarani e Didi Balu F.C.

Chave C – Cruzeiro, E.C Jaguari e A.A Luccar.

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AH - Principal | 14 de janeiro de 2016 by Jornal A Hora - Issuu