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AH - 04 de fevereiro de 2017

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AVENTURA SOBRE DUAS RODAS

De bicicleta ao litoral

DESAFIO: o casal Carolina Leipnitz e Alexandre Schmidt coloca o pé na estrada para percorrer 600 km até Maquiné

DIVULGAÇÃO

Projeto aposta na qualificação empresarial

MINHA CASA MINHA VIDA

Governo

eleva teto e anima o mercado

Lajeado, fim de semana, 4 e 5 de fevereiro de 2017

Ano 14 - Nº 1777

Avulso: R$ 3,50

Fundado em julho de 2002

Fechamento da edição: 19h

LEGALIZAÇÃO DA MACONHA

Posição de ministro reabre debate sobre a política de drogas

Chacina nos presídios e crise na segurança reacendem debate. Ministro do STF, Luís Roberto Barroso defende a legalização da

maconha para amenizar a lotação carcerária e a violência. Em Lajeado, 32,7% dos presidiários são traficantes.

Projeto do A Hora e Sincovat visa desenvolver capacidades do setor privado na região.

CASO MILTON HEISLER

Páginas 6 e 7

PC prende assassino

Ex-vereador foi morto em 97. Dionísio Conrad foi preso nessa sexta, em Mato Leitão. Página 13

O aumento de R$ 6,5 mil para R$ 9 mil na renda familiar para liberação de financiamento pelo programa habitacional traz boas pers pectivas ao setor imobiliário. Empreendedores da região aguardam confirmação das medidas para conhecer qual será o limite de empréstimo para compra de imóveis.

Página 8

EXPEDIENTE

Diretor Geral Adair G. Weiss

Diretor de Conteúdo Fernando A. Weiss

Diretor de Operações Fabricio de Almeida

REDAÇÃO

Av. Benjamin Constant, 1034/201 Fone: 51 3710-4200

CEP 95900-000 - Lajeado - RS www.jornalahora.inf.br ahora@jornalahora.inf.br

COMERCIAL e ASSINATURAS

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Os artigos e colunas publicados não traduzem necessariamente a opinião do jornal e são de inteira responsabilidade de seus autores.

EDebate pertinente e necessário

m meio a mais profunda crise penitenciária do país, com frequentes –quase diárias – rebeliões, motins e mortes nas cadeias – o ministro Barroso retoma o debate sobre a legalização da maconha no Brasil. Tema polêmico, controverso, mas de discussão imperiosa.

Fundado em 1º de julho de 2002 Vale do Taquari - Lajeado - RS

INDICADORES ECONÔMICOS

Tiragem média por edição: 6.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística) MOEDA COMPRA VENDA

Dólar Comercial 3,12 3,12

Dólar Turismo 3,06 3,25

Há comprovações científicas suficientes para que o consumo de drogas seja combatido em qualquer instância mundo afora. Os flagelos pessoais e coletivos provocados pelo uso e o tráfico de entorpecentes somam extensas listas de famílias e vidas arruinadas. Mesmo com essa clareza e afirmação irretocável, é preciso que se avance nos métodos de enfrentamento, em especial a diferenciação entre consumo e tráfico.

Barroso defende a descriminalização do usuário de maconha. Em sua justificativa, elenca os milhares de presos no Brasil – mais de 60% – por envolvimento com tráfico, com fator determinante para liberar o consumo e organizar a venda. Dessa forma, Barroso projeta combate sobre o tráfico. No momento em que a mais alta

Em síntese, com a descriminalização do porte, o Supremo poderá acabar com a polêmica sobre quem deve decidir se alguém possui drogas para consumo ou para comércio.”

O STF analisa, desde 2015, o projeto de descriminalização do usuário e, se aprovarem a medida, os ministros oferecerão uma contribuição à revisão de conceitos pelo cidadão.

Existem aspectos para estabelecer controvérsia, mas, se o STF decidir que portar drogas para consumo próprio deixa de ser crime, o Brasil passará a fazer parte do grupo de países que reconhecem a diferença entre tráfico e consumo, reafirmando uma tendência mundial. O exemplo mais recente é o Uruguai, mesmo que lá a mudança tenha sido ainda mais radical, pois o governo liberou inclusive a venda, mediante quantia controlada e legalizada.

Qualquer apologia é tão danosa quanto o uso. São inquestionáveis os estudos que mostram a relação entre criminalidade e tráfico. Essa é a realidade que precisa ser enfrentada com ideias inovadoras, e a descriminalização do usuário é uma delas.

Nos superlotados presídios brasileiros, grande percentual de presos está lá porque foi pego portando maconha, indiferentemente da quantidade. Pela proposta, é provável que criminosos de alta periculosidade não sejam mais liberados ou soltos porque as vagas estão ocupadas por usuários de maconha.

corte federal analisa a implantação de mudanças sobre a classificação de consumo e tráfico de drogas, é pertinente a sociedade brasileira imergir no tema e se aprofundar em todas as variáveis decorrentes.

Comentáriosobrematéria“Município instalaplacasdorotativonocentro”

Parabéns à CIC Teutônia por exercer a liderança e união dos empresários da rua em prol do objetivo comum! Trabalho em equipe e foco na missão de desenvolver o empresário de Teutônia

Alexander Blomker

Em síntese, com a descriminalização do porte, o Supremo poderá acabar com a polêmica sobre quem deve decidir se alguém possui drogas para consumo ou para comércio. Tal atribuição não deve ser unicamente da polícia, mas compartilhada com outros agentes públicos.

A possível decisão por um novo tratamento jurídico não significa omissão ou estímulo ao consumo.

Sobrematéria“Cincosãopresos no bairro Universitário”

Parabéns aos policiais pelo serviço, espero que não sobre pra cidadãos de bem que nada têm a ver com essa criminalidade toda.

Gabriel Heberle Lunkes

Não se espera que a mudança de postura do Judiciário em relação ao consumo determine alterações repentinas na realidade e nas estatísticas de violência e morte associadas às drogas. Mas diferenciar o consumo do tráfico é o primeiro passo para rompermos um bloqueio e enfrentarmos com mais efetividade a redução da drogadição. Antes de polícia e de presídio, usuário de drogas precisa de assistência social e acompanhamento médico.

Erramos

Diferentemente do publicado na página 4 da edição dessa quinta-feira, os cinco homicídios investigados pela polícia aconteceram em 2017 e não em 2016, como o divulgado.

Diferentemente do publicado na página 7 do Conexão dessa sexta-feira, a reportagem não conseguiu contato com a Secretaria de Educação e o Cras de Arroio do Meio

Na rede
Comentários postados na página do facebook e no site do A Hora. Participe e deixe sua opinião

Ignorância e radicalismo avançam

O desrespeito e a intolerância soterraram o bom senso

Pra onde vamos? Lembro da sátira americana, Idiocracia. O filme sugere a decadência humana, no longínquo ano de 2.500. Nele, os personagens são seres humanos alienados, comandados por um presidente da América transtornado, completamente doido. As pessoas brigam por qualquer coisa, se matam por bobagens e vivem uma bolha de ignorância inconsciente, sem intelecto.

Estamos em 2017, quase 500 anos antes. Entretanto, o comportamento extremista, medíocre e sem respeito mínimo, avança sem fronteiras.

Pasmem! Esta semana, nem a morte cerebral da ex-primeira-dama, Marisa Letícia Lula da Silva, foi poupada nas redes sociais. As condolências do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao ex-presidente Lula viraram alvo de ataques, num verdadeiro show de horror, em que o respeito mútuo e o bom senso são rechaçados.

As redes sociais contribuem para aproximar pessoas e agilizar a comunicação. Infelizmente, muitos sequer fazem ideia disso.

A completa ausência do ne -

“O drama da internet é que ela promoveu o idiota da aldeia a portador da verdade.”

cessário respeito ao direito do outro instiga o preconceito, o radicalismo e o ódio. A ignorância se revela da forma mais hostil e destoa dos mínimos preceitos éticos e morais, fundamentais para a evolução da sociedade. Os excessos e as ofensas, frutos da falta de educação e do desrespeito ao outro, são objeto de constante debate no Judiciário. No Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, as condenações de internautas que ofenderam pessoas pelas redes sociais são algo comum, tão comum quanto as ofensas que extrapolam os limites.

A Justiça não tem estrutura para julgar a onda de ações judiciais que, certamente, surgirão em escala cada vez maior. É como uma epidemia a se espalhar pelo país e o mundo, sem controle. Quando o escritor italiano Umberto Eco declarou que as redes sociais dão vazão à “legião de imbecis”, muitos vociferaram. Crítico do papel das novas tecnologias no processo de disseminação de informação, Eco foi assertivo ao observar que antes falavam apenas em um bar, sem prejudicar a coletividade. “O drama da internet é que ela promoveu o idiota da aldeia a portador da verdade. Normal -

O ator Terry Crews interpreta o personagem Camacho – presidente da América, descontrolado, egocentrista e narcisista

IDIOCRACIA: a vida imita a arte

É uma comédia dirigida por Mike Judge. Conta a história de duas pessoas num frustrado experimento científico militar de hibernação. Eles acordam 500 anos no futuro e descobrem, então, que o mundo agora vive um colapso, onde o consumismo mercantil e o anti-intelectualismo resultaram numa sociedade estúpida, insensível, sem noção de justiça e sem direitos humanos.

mente, eles [os imbecis] eram imediatamente calados, mas agora eles têm o mesmo direito à palavra de um Prêmio Nobel”, disse o intelectual.

Não é demais repetir as observações de pensadores e críticos da era digital. A idolatria aos criadores da tecnologia não pode se sobrepôr ao senso crítico daqueles que apontam os danos,

igualmente, multiplicados pela avanço tecnológico.

Para quem ainda não viu, recomendo uma “visitinha ao Youtube” e procurar pelo filme Idiocracia. Tão divertido quanto triste. Mas talvez seja útil para compreender o fenômeno atual e criar argumentos para contrapor quem ainda acha estar acima de qualquer limite.

A FAVOR

“Um dos grandes problemas que as drogas têm gerado no Brasil é a prisão de milhares de jovens, com frequência primários e de bons antecedentes, que são jogados no sistema penitenciário. Pessoas que não são perigosas quando entram, mas que se tornaram perigosas quando saem.”

Em entrevista ao jornal O Globo (1o/2/2017)

Luís Carlos Valois – Juiz do TJ de Manaus, autor do livro O Direito Penal da Guerra às Drogas.

“O Estado perde dinheiro porque poderia estar regulamentando essa droga, cobrando imposto. Mas não, passa esse dinheiro para o crime organizado, e a droga continua na rua, a população aceitando a superpopulação carcerária e a corrupção da polícia.”

Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo (30/1/2017)

Fernando Henrique Cardoso – Sociólogo, ex-presidente da República

“Hoje, no Brasil, o mercado está sob controle dos traficantes, e o usuário nas mãos deles. O consumo de drogas não deve ser encarado como crime, mas como um problema de saúde pública. O tráfico, esse sim, deve continuar a ser crime.”

Em entrevista à revista Época (20/1/2017)

Maria Lucia Karam – Juiza aposentada, presidente brasileira da ONG Leap (Juristas contra a proibição, na sigla em inglês)

DEBATE NECESSÁRIO: favoráveis à descriminalização da maconha afirmam que liberação tira capital dos criminosos

TRÁFICO DE DROGAS

“Está cada vez mais claro que a proibição não leva à diminuição de circulação das substâncias, é o contrário: elas estão cada vez mais baratas, potentes e acessíveis. Uma coisa é achar que droga faz mal, outra coisa é não conseguir ver que a proibição faz mais mal ainda.”

Em entrevista à revista Carta Capital (26/6/2014)

Números

•De 2005 até 2016, foram 2.014 ocorrências por posse de drogas em Lajeado e 753 prisões por tráfico.

•No presídio de Lajeado, 32,7% dos detentos foram presos por tráfico. Percentual acompanha a média nacional (32,6%).

•Antes de 2006, ano em que entrou em vigor a política de antidrogas, os presos por tráfico representavam 8,5% da população carcerária.

Legalização da maconha divide opiniões

Em meio à crise na segurança e no sistema carcerário, declaração do ministro Luís Roberto Barroso reacende o debate sobre a atual política de combate ao tráfico de drogas. País

Reportagem, Rodrigo Martini e Thiago Maurique

Asociedade do Vale do Taquari finalizou 2016 e iniciou 2017 falando sobre a violência gerada pela disputa por pontos de tráfico de drogas.

Em Encantado , o ano passado ficou marcado como o mais violento da história. Foram dez homicídios. A maioria, acredita a polícia, devido à ligação direta com o comércio ilegal

de entorpecentes.

Em Lajeado , o avanço da violência é assunto recorrente. Só em janeiro deste ano, já foram registrados metade dos homicídios da cidade vizinha. São cinco pessoas mortas em um intervalo inferior a 30 dias. Todas com ligações com o tráfico de drogas, e com uma suposta guerra entre facções criminosas locais e grupos da Região Metropolitana.

A sociedade é vítima dessa guerra.

Na maior cidade do Vale do Taquari, os recorrentes tiroteios envolvendo diferentes facções já atingiram inocentes. O último caso aconteceu no dia 8 de janeiro, na rua General Osório, no centro. Após troca de tiros entre grupos rivais, um jovem que passava pelo local de bicicleta foi atingido de raspão no braço.

Outro fato aconteceu em novembro de 2015, junto ao presídio estadual, envolvendo os irmãos Cristiano Mateus Soares, o “Bilé”, e José Gabriel Soares, o “Zezinho”. Ambos deixavam o albergue do semiaberto em um Omega blindado quando foram interceptados por dois veículos. Mais de 20 tiros foram disparados. Alguns atin-

giram carros de uma concessionária localizada na esquina da rua Waldemar Ely com a av. Benjamin Constant. Por sorte, não houve feridos. “A sociedade sente na pele esse movimento de avanço dos traficantes. Aqui, vivenciamos esse tensionamento entre grupos criminosos. São facções de fora, cujos chefes deliberaram o confronto com organizações locais”, afirma o juiz da Comarca de Lajeado, Luís Antônio de Abreu Johnson.

R$ 300 mil só em armamento O magistrado alerta para o poderio ofensivo dos traficantes, considerado – por vezes – mais forte do que o do próprio Estado. Segundo ele, em Lajeado, foram mais de R$ 300 mil apreendidos em armamentos recolhidos com os traficantes presos nas últimas semanas. “Havia fuzis de uso restrito do Exército norte-americano. Dá para ter uma ideia do poder dos grupos”, observa.

Segundo o juiz, foram pelo menos 11 prisões de traficantes no primeiro mês de 2017. Em 2005, por exemplo, um ano antes da criação da Lei Antidrogas, foram 13 traficantes presos

CONTRA

Contrários acreditam ser necessário aumentar a repressão policial e a punição pelo crime de tráfico de drogas

em um período de 12 meses. Já entre 2006 e o ano passado, foram 703 prisões por tráfico.

O magistrado demonstra preocupação com o crescente número de presos envolvidos com a venda ilegal de drogas. Segundo ele, muitos deles entram no cárcere em uma condição de baixa periculosidade, mas acabam aliciados por crimi nosos mais perigosos. “Essas orga nizações criminosas se fortalecem dentro do cárcere. Não podemos colocá-los juntos.”

Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, que defendeu a legalização da maconha como forma de reduzir a crise do sistema penitenciário.

Questionado sobre a possibilidade de legalizar a venda, posse da

maconha, Johnson apenas faz um alerta. “A maconha é o de menos. A maconha é droga e lucro de quadri lhas pequenas. O negócio mais ren tável envolve a cocaína. É ela quem sustenta as grandes organizações e facções criminosas, que hoje, no Brasil, são o Comando Vermelho e o PCC”, diz.

Reflexo nas cadeias

Ainda de acordo com Johnson, a guerra movida pela disputa de pon tos de venda já envolveu mais de 25 “soldados” do tráfico nas últimas semanas, tanto no Vale do Taquari como no do Rio Pardo. “Aqui na região, somos a ponta de uma chaga internacional. Nossos policiais são heróis. Mas é preciso um esforço maior para coibir a entrada de drogas nas fronteiras”, acredita. “Não comento a posição do ministro”

O juiz da comarca de Lajeado não quis se posicionar acerca da entrevista concedida pelo ministro do Supremo

A sociedade sente na pele esse movimento de avanço dos traficantes. Aqui, vivenciamos esse tensionamento

Luís de Abreu Johnson

Enio Bacci – Deputado e ex-secretário estadual de Segurança

“Minha opinião é contrária, mas não quero criminalizar o usuário. Se liberar a maconha, será a porta de entrada para os jovens conhecerem outras drogas, pois hoje muitos têm receio de usar porque sabem que vão ficar na mão dos traficantes.”

Luiz Fux – Ministro do Supremo Tribunal Federal

“Esse tema encerra um desacordo moral bastante expressivo na sociedade. Entendo que haja uma parcela maior da sociedade contrária à descriminalização. O Supremo pode vir, ou não, a adotar uma solução contramajoritária, contra a vontade social.”

Em entrevista à Agência Brasil (12/9/2016)

Com capacidade para 869 detentos, as quatro penitenciárias da região abrigam 1.215. Em Lajeado, são 550 nos regimes fechado e semiaberto. Desses, 180 estão lá por tráfico. Os índices mais próximos envolvem 49 presos por receptação, 33 por furto, 31 por roubo, 23 por latrocínio, 19 por estupro e dez por homicídio.

O aumento no número de prisões iniciou a partir de 2006, ano da instituição do Sistema Nacional de Políticas Públicas Sobre Drogas (Sis nad). Antes da nova Lei Antidrogas, em todo o país, eram 31.520 presos por tráfico nos presídios brasileiros. Em 2013, esse número passou para 138.366. Hoje, são ao menos 182.779 em um universo de 668,2 mil presos para 394,8 mil vagas.

Osmar Terra Ministro do Desenvolvimento Social

“Não existe nenhum exemplo histórico de que a liberação é a solução. Liberar não é novidade. Se os países proíbem, e são todos os 198 da ONU, deve haver uma razão. Políticas firmes reduzem o consumo e reduzem tudo que o consumo traz junto.”

Em entrevista ao Jornal O Globo (12/4/2014)

“Passamos anos esclarecendo os malefícios do cigarro, lutamos para reduzir o uso de bebida alcoólica, e a pergunta que fica é: a quem interessa e por que a legalização da maconha fumada deve ser fomentada?”

Em artigo enviado ao jornal O Globo

Antônio Geraldo da Silva – Presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria

Conheça o projeto

O jornal A Hora e o Sincovat, em parceria com o Sescon-RS, Univates/Crie, Sebrae, Capital Verde e CIC-VT, lideram projeto de encorajamento e qualificação sobre a percepção e necessidade da gestão nas empresas.

ATIVIDADES

12 workshops em sete cidades da base territorial do Sincovat, entre fevereiro de 2017 e janeiro de 2018.

Publicação de uma página semanal sobre o tema, no A Hora, e de um caderno mensal, encartado nos jornais A Hora e A Hora Boqueirão, além de uma tiragem extra para distribuição avulsa nas entidades empresariais do Vale.

Projeto será lançado no dia 22 na sede do Sincovat em Lajeado. Atividades se estendem pelos próximos 12 meses e contemplam toda região

GESTÃO DE EMPRESAS

A Hora e Sincovat apresentam projeto

Negócios em Pauta trará workshops e discussões sobre empreendedorismo e inovação

Realização do Fórum Estadual de Gestão e Empreendedorismo, no dia 27 de setembro, das 8h às 18h, no Centro Cultural da Univates.

Vale do Taquari

Acrise explicitou a necessidade de profissionalizar a gestão empresarial. Diante da instabilidade econômica, os empreendedores foram obrigados a olhar para dentro de suas companhias, estabelecer processos, rever despesas e avaliar equipes de forma a assegurar a continuidade dos negócios.

A necessidade de enfrentar esse

novo cenário estimula a criação do Projeto Negócios em Pauta. Desenvolvido pelo A Hora e Sincovat, em parceria com Sescon-RS, Univates/Crie, Sebrae, Capital Verde, CIC-VT e Governo de Lajeado, a proposta visa estimular a integração e a qualificação empresarial e promover um espaço para troca de ideias e experiências do setor.

As atividades iniciam neste mês e são direcionadas a empreendedores de pequeno e médio portes, e prosseguirão até janeiro de 2018. Serão realizados workshops mensais com temas como planejamento tributário, educação financeira, fluxo de caixa, gestão de pessoas e marketing.

O ponto alto do projeto será em setembro, quando ocorre o

Fórum Estadual de Gestão e Empreendedorismo. O evento, inédito, reunirá especialistas de renome nacional no Centro Cultural Univates e terá capacidade para receber até 1,2 mil empresários.

Ao longo dos próximos 12 meses, o A Hora veiculará semanalmente uma página com tópicos e informações sobre gestão e empreendedorismo. Também será publicado um caderno mensal com entrevistas, reportagens e artigos.

De acordo com o presidente do Sincovat, Rui Mallmann, a participação da entidade se dá pela relevância do tema para o setor contábil. Segundo ele, é a partir das informações obtidas pela contabilidade que o empreendedor terá condições de realizar uma boa administração.

“O empresário é o especialista no seu negócio, mas ele precisa tomar as decisões com base em dados disponíveis no setor contábil, e não em achismos”, alerta. Segundo ele, hoje a maior parte das empresas administra seus negócios de forma amadora. Conforme Mallmann, Vale do Taquari é uma região diferenciada das demais devido ao engajamento das entidades de classe e da vontade dos empreendedores em buscar o aprimoramento e contribuir para o desenvolvimento regional.

Entidades engajadas

Diretor-geral do A Hora , Adair Weiss ressalta a aliança estratégica com as entidades parceiras do projeto. Segundo ele, todas fazem parte do movimento re-

Reportagem, Thiago

Fevereiro 22/2/17 - Lajeado

Planejamento Estratégico: como definir as diretrizes organizacionais em um cenário de múltiplas crises e incertezas?

Março 29/3/17 - Estrela

Maio 24/5/17 - Lajeado

Educação Continuada: por que e como desenvolver as competências diferenciais corporativas?

Doze workshops percorrem sete cidades

Junho 28/6/17 - Encantado Agosto 23/8/17 - Guaporé Outubro 25/10/17 - Estrela Dezembro 20/12/17 - Lajeado

Planejamento Tributário: como melhorar o desempenho financeiro pela adequação tributária?

Educação Financeira: qual o impacto dessa postura no desempenho corporativo?

Modelos Mentais: as crenças interferem no desempenho organizacional?

Líquidas: o

Julho 26/7/17 - Arroio do Meio Setembro 18/9/17 - Taquari Novembro 29/11/17 - Teutônia Janeiro 12/1/18 - Lajeado

Plano de Marketing: quais os principais acertos e equívocos cometidos nesse planejamento? Linhas de Crédito: existem para quem e para quê?

de Pessoas e a Meritocracia: quais as interfaces para o sucesso dessa abordagem de remuneração?

gional de incentivo ao empreendedorismo e ao setor privado do Vale do Taquari.

“O Sincovat se destaca pela representatividade dos contabilistas, presentes em todas as empresas da região”, aponta. Conforme Weiss, ao propor um trabalho como esse, o A Hora cumpre a função social de impulsionar o desenvolvimento regional e encorajar os empresários a buscar conhecimento na área da gestão.

Para a gerente regional do Sebrae Vales do Taquari e Rio Pardo, Liane Klein, o Negócios em Pauta está alinhado com a mis-

são da entidade em levar inova

ção e gestão para as empresas.

Segundo ela, esses processos são importantes em qualquer cená rio econômico, mas diante da atual realidade se tornam im prescindível.

“Um empresário sem gestão comanda um barco sem rumo”, avalia. Conforme Liane, no mo mento em que o empreendedor consegue fazer a tomada de decisão baseada com base em informações, e organizar sua gestão de forma profissional e planejada, as chances de sucesso crescem exponencialmente.

A

“Caso contrário, fica impossível

e do Sincovat visa desenvolver aptidões dos empresários

saber se uma decisão será acertada”, alerta.

Presidente da Câmara de Indústria e Comércio do Vale do Taquari

(CIC-VT), Ito Lanius afirma que a gestão é o divisor de águas para o sucesso de uma empresa. “Temos que sair do achismo para aplicar efetivamente as diferentes técnicas e formas de trabalhar a administração das empresas.”

Para ele, a proposta do Negócios em Pauta tem a capacidade de agregar empreendedores que não costumam participar dos eventos de qualificação realizados na região. “São aquelas pessoas que trabalham muito, podem ser eficientes nos seus negócios e até conseguir alcançar os resultados esperados, mas não todos os possíveis.”

Fluxo de Caixa: o que fazer quando não há capital de giro disponível?
Iniciativa do
Hora

Mercado imobiliário prevê crescimento

Possível aumento do teto do Minha Casa Minha Vida anima clientes

Vale do Taquari

OPrograma Minha Casa Minha Vida terá mudanças. A criação de uma nova faixa de financiamento é uma delas. Isso aumenta o teto máximo da renda para aquisição de R$ 6,5 mil para R$ 9 mil.

O formato permite investir em imóveis de até R$ 300 mil, nas capitais. Hoje o limite é de R$ 225 mil. Na região, é de R$ 130 mil. O novo segmento usa financiamento com recursos oriundos do FGTS. Os juros anuais são maiores em relação às outras e atingem 9,16%.

O teto da renda e do valor dos empreendimentos das demais faixas será revisado. Não está confirmado se a correção abrange a linha 1. A modalidade é válida para famílias com renda de até R$ 1,8 mil. O imóvel é quase todo pago com dinheiro do Tesouro Nacional. As demais usam recursos do FGTS e do FAR.

O governo faz o anúncio oficial na segunda-feira, às 15h30min. O limite do novo teto fora das capitais será divulgado nos próximos dias. A medida é uma forma de impulsionar o crescimento do mercado imobiliário.

Impacto na região

Na avaliação do presidente do Sinduscon-VT, Roberto Jachetti, o setor está otimista com as alterações. Segundo ele, o juro previsto pode ficar ainda mais baixo. O caso se aplica na aquisição do primeiro imóvel.

A modalidade fica interessante para venda de propriedades que não estavam enquadradas no programa. Além disso, clientes que não se encaixam nas outras faixas serão atingidos.

Conforme Jachetti, os empreendimentos voltados ao Minha Casa Minha Vida foram um dos segmentos que apresentaram retração. No geral, a queda foi de 20%. Além do cenário econômico, a incerteza e a dificuldade para obter crédito têm sido complicadores.

Qualidade e preço

O vice-presidente da entidade, José Zagonel, também está otimis-

ta. Ele considera necessária a revisão das modalidades. “Hoje R$ 130 mil, praticado na faixa 2, limita muito a aquisição de um imóvel.”

De acordo com ele, é grande a

O QUE MUDA NO PROGRAMA

Como era Como fica

•Programa tinha quatro faixas de renda para financiamento. Faixa 1, 1.5, 2 e 3.

•Teto máximo da renda é R$ 6,5 mil

•Valor máximo nas regiões metropolitanas do imóvel é de R$ 225 mil

•Limite máximo da faixa 2 e 3 é de R$ 225 mil

•Governo anuncia criação da faixa 4. Com isso, programa terá cinco faixas de renda.

•Teto máximo da renda passa para R$ 9 mil

•Valor máximo do imóvel passa para R$ 300 mil

•Limite máximo da faixa 2 e 3 será atualizado para R$ 250 mil

e empresas

Outro efeito foi a permanência apenas de profissionais da área no ramo. No período de euforia, pessoas sem experiência ingressaram no setor. O fato provocou a inflação do mercado.

Apesar disso, Jachetti considera que o último ano foi positivo. O segmento de alto padrão, oferecido para classe média alta, foi o mais procurado. Os apartamentos também tiveram ampla procura.

Impacto na geração de emprego

As adaptações para se enquadrar no mercado refletem no número de empregos na construção civil. Nos últimos dois anos, o saldo de empregos foi negativo em Lajeado. Em 2015, foram fechados 41 postos de trabalho. Em 2016, houve pequena recuperação, mas foram reduzidos 16 vagas.

Estoques

As incorporadoras de Lajeado acumulam imóveis no estoque. Para reduzir o número, o governo federal estuda medidas para estimular as vendas.

Para isso, cogita aumentar o valor máximo que podem ser financiados com recursos do FGTS no mercado. O limite atual de R$ 950 mil pode aumentar para R$ 1,2 milhão ou R$ 1,5 milhão. Os números são válidos para São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Medida não incluiria unidades usadas.

Hoje R$ 130 mil, praticado na faixa 2, limita muito a aquisição de um imóvel

diferença de valores dos imóveis em relação ao limite estabelecido pelo programa. Isso afasta muitas pessoas da aquisição da casa própria. “Para produzir empreendimentos com materiais de qualidade e em uma boa localização, o custo supera o estabelecido.”

Conforme ele, apesar do ano ter sido positivo nas vendas do seu negócio, a crise foi percebida pelo setor. Hoje ele tem cerca de 12 apartamentos em estoque. “Nos anos que as vendas estavam em alta, o número de apartamentos em estoque era mínimo.”

Entre altas e baixas

O setor imobiliário do Vale sentiu menos os efeitos da crise. A retração mais perceptível ocorreu no último trimestre de 2016. Conforme Jachetti, o mercado não está na mesma euforia, em relação a outros anos.

Com um novo cenário econômico, o número de lançamentos e construções reduziu. Aspectos como a qualidade dos materiais e localização são determinantes para viabilizar os empreendimentos.

Confira os limites e valor do imóvel na região

*Valormáximoestimadopara ascapitais.Limitepararegião nãofoidivulgado.

Faixa
Limite de renda atinge R$ 9 mil e teto do imóvel R$ 300 mil nas capitais. Na segunda, governo federal anuncia as mudanças
ANDERSON LOPES

Município tem duas escolas sem alvará

Adequações pedidas pelos bombeiros resultam em um investimento de

Teutônia

Escolas da rede municipal estão sem Plano de Prevenção Contra Incêndio (PPCI). A constatação da Secretaria de Educação em dois educandários ocorreu no início de janeiro, quando fez levantamento sobre demandas emergenciais. A despesa para regularizar permeia os R$ 500 mil que não constam no orçamento.

As escolas 24 de Maio do loteamento Oito e a Teobaldo Closs são casos prioritários onde não há PPCI. Juntas, registraram cerca de 1.095 alunos em 2016.

A Guilherme Sommer, da Vila Popular, tem o projeto aprovado, mas ainda não recebeu alvará. O documento será liberado após adequações como instalação de sistema de gás e corrimão nas escadas.

A Alfredo Schneider, do bairro Teutônia, está com projeto aprovado e fazendo as melhorias necessárias. O mesmo ocorre com o Centro Municipal de Ensino Fundamental Leonel de Moura Brizola. A Leopoldo Klepker, do Alesgut, é a única dos grandes bairros que iniciará o ano com documentação em dia.

Conforme o secretário Paulo Brust, não há previsão para regularizar as pendências. O protocolo exige que seja feito projeto, encaminhado ao Corpo de

Bombeiros de Estrela, aguardar a aprovação ou apontamentos para qualificar os espaços físicos e em seguida o pedido do alvará de licença. “Já solicitamos para que a empresa contratada avance na regularização dos projetos referentes ao PPCI”.

Apesar de as escolas não apresentarem o cenário ideal, contam com extintores, sinalização de emergência, botijões de gás no lado externo dos prédios e os funcionários foram preparados a atender os alunos por meio do curso de prevenção e combate a incêndio. Nem todos os proble-

mas foram elencados durante a transição de governo. A complexidade da secretaria que envolve transporte, merenda, infraestruturas, financeiro e planejamento pedagógico justifica. “A administração fará o possível para solucionar as necessidades”.

Obra de creche será retomada

A escola infantil do Programa Pró-Infância, do governo federal, autorizada pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento à Educação (FNDE) deve sair do papel em

2017. A construção no bairro Alesgut iniciou e foi abandonada pela MVC Plásticos e Componentes em 2014. A empresa é a única habilitada para executar obra com o wall sistem. O mesmo ocorreu em mais nove cidades do país. Orçada em R$ 1,4 milhão, a construção teve apenas 7,9% de conclusão. O município ofertou terreno de 2,8 mil metros quadrados ao lado da Leopoldo Klepker. A responsável pela obra alegou falta de material e deixou o serviço em 2015, após receber R$ 120 mil. A gestão passada entrou na Justiça após 15 dias sem movi-

mentação no canteiro de obras. Como indenização, pediu R$ 250 mil.

O novo governo aposta na retomada da obra como alternativa para reduzir o déficit de vagas. A equipe de engenharia refaz o projeto, com alterações que atendam a demanda exigida pelo FNDE. A escola deve atender até 120 alunos em turno integral.

Secretaria quer ampliar grade pedagógica

Apesar de atentar para impasses técnicos e estruturais, a equipe de educação planeja inovações para a rede municipal. Na área de tecnologias, pretende promover oficinas sob coordenação de profissionais de informática e ciência. O objetivo é incentivar alunos a buscarem conhecimento em robótica, eletrônica e transformação de diferentes tipos de energia.

A sustentabilidade é assunto recorrente que deve ganhar força na comunidade escolar. Em parceria com a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, querem implantar atividades para colocar em prática hábitos em prol do ambiente e uso consciente dos recursos naturais.

Em busca de novos talentos esportivos, projetam a criação de núcleos para desenvolver práticas de futebol, voleibol e basquete.

IPTU com até 14% de desconto no pagamento à vista

As guias para pagamento do IPTU podem ser obtidas no Centro de Atendimento da Secretaria da Fazenda, na rua 13 de Maio, 360, ou no portal www.estrela.

rs.gov.br (Guia de IPTU 2017 > Consulta IPTU). As retiradas no Centro de Atendimento terão um custo de emissão de R$ 1,77.

O governo estima arrecadar pouco mais de R$ 7 milhões com o IPTU. Para pagamento à vista, o desconto pode chegar a 14%.

Até o dia 10 de março, quem quitar o tributo terá desconto de 7% e até 7 de abril, de 3%.

Os contribuintes que estiverem em dia com seus débitos até 31 de dezembro de 2016 farão jus a um abatimento de mais 7%.

A prazo, o pagamento pode ser feito em até 12 parcelas, desde que o valor não seja inferior a R$ 30. As mesmas determinações são válidas para o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza –Fixo e para a Taxa de Fiscalização ou Vistoria. O parcelamento, nesse caso, é de até três vezes, com prestações não inferiores a R$ 30.Já o vencimento da taxa de coleta de lixo será em 10 de março.

Estrela
Teobaldo Closs e 24 de Maio estão sem alvará devido a ajustes apontados no PPCI. Não há previsão para regularizar
MACIEL DELFINO

Previsão aponta para o risco de temporal

Fim de semana terá 35°C e chuva típica de verão

Oprimeiro fim de semana de fevereiro pode ter temporal. De acordo com o Climatempo, as altas temperaturas somadas ao aumento da umidade provocam abafamento e trazem esse risco à região.

Segundo o Centro de Informações Hidrometeorológicas (CIH) da Univates, a maior chance para a ocorrência de temporais é no domingo.

No sábado, as chances de chuva são menores. Conforme o CIH, o sol predomina durante o dia. O índice ultravioleta será extremo e exigirá cuidados redobrados com a pele.

O amanhecer ainda será agra-

PREVISÃO

Sábado

Sol com chances de pancadas de chuva isoladas.

Mínima: 23ºC

Máxima: 35ºC

Domingo

A instabilidade avança sobre o estado. Há risco de temporal.

Mínima: 24ºC

Máxima: 34ºC

Segunda Chance de garoa pela manhã. Predomínio do sol no restante do dia.

Mínima: 20°C

Máxima: 31°C

dável, mas ao longo dia a sensação de calor e abafamento aumenta, com a elevação das temperaturas. Esse aquecimento poderá provocar pancadas de chuva isoladas entre a tarde e noite.

Já no domingo, o dia deve começar com sol, porém, logo dará espaço às nuvens, aumentando a possibilidade de chuva.

Há previsão de trovoadas, raios e rajadas fortes de vento, que não devem culminar em cenários extremos.

Cuidados

Porém, a auxiliar técnica do CIH, Carolina Jung Heinen, ressalta que, ao ocorrerem temporais, é importante tomar cuidados, como evitar locais abertos ou próximos a árvores.

Dentro de casa, não é aconselhável se aproximar de janelas,

Pancadas de chuva atingiram a região ao longo de toda esta semana

portas metálicas e tomadas. Aparelhos ligados à rede elétrica não

devem ser utilizados.

Ar seco

O início da segunda-feira ainda pode ter algum resquício da chuva do domingo. Porém, no decorrer do dia, uma massa de ar seco avança sobre o estado, trazendo sol à região. Na terça-feira, o dia será ensolarado.

Parceria entre Emater e município

Cruzeiro do Sul

O gerente regional da Emater-RS/Ascar, Marcelo Brandoli, se reuniu com o prefeito Lairton Hauschild. Ele apresentou resultados e a importância das ações de assistência técnica e extensão rural da entidade. "Para nós é importante esse contato inicial com os novos gestores, pois representa o fortalecimento da parceria", analisou Brandoli.

O prefeito também enalteceu a importância da parceria com a Emater, especialmente aos produtores, os quais podem contar com o apoio técnico necessário.

Vale do Taquari

Projeto visa redução do desemprego

Organização entre sindicatos, empresários e Executivo

Em busca de uma alternativa para reduzir os índices de desemprego no município, o vereador Fábio Porto Martins (PSB) propôs a criação do Conselho do Trabalho, Emprego e Geração de Renda. A intenção é reunir líderes para acompanhar o mercado de trabalho, apresentar ideias e incentivos públicos para criar novas vagas no mercado de trabalho.

Martins sugere que o grupo busque qualificar da mão de obra ociosa por meio de programas estaduais e federais. Com isso, aqueles que hoje recebem seguro-desemprego podem ingressar em setores da economia que apresentem demanda de funcionários.

“Temos essa necessidade de buscar mais emprego. Anos atrás, quando tinha muitas empresas de calçados, vinham muitos ôni-

bus com funcionários, e hoje ocorre o contrário”, alega. A intenção é fazer com que o órgão contribua também para o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat).

O grupo é hoje responsável por pleitear benefícios por meio do Fundo de Amparo ao Trabalhador

(FAT), vinculado ao Ministério do Trabalho e custeia o programa de segura-desemprego e abono salarial.

Conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, em 2015, o município fechou saldo negativo. O ano seguinte foi positivo, mas não recu-

foi proposta na câmara

perou toda mão de obra ociosa. O índice mostra 656 contratações enquanto houveram 594 desligamentos.

O Sindicato dos Trabalhadores

das Indústrias Calçadistas afirma que não há grande oferta de vagas nas indústrias, quadro que deve persistir até o fim deste semestre.

Teutônia comemora índice positivo

O município está na primeira colocação nos Vales do Taquari e Rio Pardo no ranking de desempenho e metas de vagas de emprego. O reconhecimento é oriundo do relatório feito pela Secretaria Estadual do Trabalho e do Desenvolvimento Social, e a FGTAS. O levantamento considera dezembro de 2016, quando foram ofertadas 129 vagas, 416% acima da meta. O índice de cargos preenchidos foi 333% a mais do que o projeta-

do. O setor calçadista é líder na oferta de emprego, seguido de fábricas de esquadrias, frigoríficos e comércio. Nos primeiros 30 dias do ano, Teutônia ocupou a 13ª colocação no número de vagas disponibilizadas. No RS, foram ofertadas 3.665. No Sine, no Centro Administrativo, há uma lista com mais de cem oportunidades. Os interessados podem buscar os dados e funções desejadas e contatar direto com as empresas.

Estandes da Praça de Alimentação da Multifeira estão à venda

Estrela

A comercialização dos espaços da Praça de Alimentação da Multifeira 2017 inicia nesta segunda-feira. A prioridade é dada a organizações do município. Para empresas situadas fora de Estrela, as vendas serão abertas somente no dia 21. Ao todo, são 12 espaços para lancherias, e um para restaurante. O valor da locação poderá ser parcelado em até sete

vezes no boleto. Associados da Câmara de Comércio, Indústria e Serviços (Cacis) Estrela contarão com preços especiais. Para participar, o expositor deve ter CNPJ e ter como atividade principal a mesma que será exercida na feira. Ele ainda precisará apresentar fotos da estrutura e alvará atualizado da cidade onde atua, bem como atender as normas da Vigilância Sanitária. Interessados devem conta -

tar com a Lume Eventos pelo 3751-2000 ou vendas@lumeeventosrs.com.br. A Estrela Multifeira é uma realização da Cacis, em parceria com o Governo de Estrela e câmara de vereadores.

Será realizada entre os dias 6 e 10 de setembro, no Porto de Estrela. Na edição anterior, reuniu 35 mil visitantes e 186 expositores, os quais movimentaram R$ 6,5 milhões em negócios.

ARQUIVO A HORA
Cerca de 35 mil pessoas visitaram a última edição da feira, no Porto de Estrela
ARQUIVO A HORA
Setor calçadista é um dos principais em geração renda e de emprego

Falta de bombeiros limita atendimento

Base de Encantado precisa ampliar o número de servidores para manter o serviço

Vale do Taquari

Adefasagem de servi dores ameaça o tra balho dos bombeiros na região. Depois de Estrela fechar as portas por dez dias, devido à falta de efetivo e corte de horas extras, o Corpo de Bombeiros Misto de Encantado é afetado.

Mantido pela Associação Man tenedora do Corpo de Bombeiros da Região Alta do Vale do Taquari (Ambravat) e 6º Comando Regio nal de Bombeiros, o órgão tem sete bombeiros civis – o último contratado em fevereiro, e outros dois no fim do ano passado.

Há cerca de dois meses, tam bém conta com o reforço diário de um militar de Santa Cruz do Sul . Um total de oito servidores, que ainda não seriam o suficiente para atender a demanda dos sete municípios abrangidos pela base.

Corpo de Bombeiros de Encantado

Abrangência

De acordo com o comandante do Corpo de Bombeiros de Santa Cruz do Sul, tenente-coronel Cesar Eduardo Bonfanti, há necessidade que pelo menos três bombeiros prestem serviço por dia, o que exigiria um efetivo total de 12 servidores.

“É o mínimo que o Estado exige, e também o necessário para não pagar hora extra. Hoje estamos mandando pessoal daqui para lá, mas não posso manter isso sempre.” O Estado teria prometido contratar servidores permanentes, para o local, mas até agora não houve avanço nesse sentido.

Encantado, Roca Sales, Muçum, Doutor Ricardo, Relvado, Nova Bréscia e Coqueiro Baixo

Em busca de solução

O presidente da Ambravat, Rogério Pederiva, relata que, por mais de um ano, manteve apenas dois servidores diários – um civil e um militar. O aumento do efetivo teria sido solicitado somente em agosto passado, quando a associação abriu edital para novos servidores.

rocracia, mas que vão começar a pagar neste mês.”

Entraves na contratação

Pederiva relata que, além da verba, o problema se estende à falta de pessoas interessadas ou qualificadas para a vaga. Apenas três teriam se inscrito no último edital aberto pelo órgão. “O salário não é ruim, mas há muitas exigências.” É necessário Carteira de Bombeiro, Carteira Nacional de Habilitação (CNH) D e, de preferência, morar em Roca Sales, Muçum ou Encantado. Os interessados em concorrer a uma vaga podem procurar a Ambravat.

Atendimentos em 2016 240 ocorrências, sendo 66 incêndios

Três foram contratados. Agora, com a necessidade de ampliar o pessoal mais uma vez, ele busca alternativas. Pederiva afirma que um novo funcionário, com encargos, custaria cerca de R$ 5 mil mensais. “É mais barato que pagar horas extras. Mas mesmo assim é um custo alto.”

Na segunda-feira, ele se reuniu com os prefeitos das sete cidades atendidas, a fim de encontrar

uma solução. Por enquanto, nada foi resolvido.“Eles ficaram surpresos. Alguns estão assumindo agora. Mas vamos ter que agir. Eu garanto que não vai fechar.”

Uma das alternativas seria aumentar o valor pago pelos municípios. Hoje, a associação cobra R$ 0,60 mensais por habitante. “Teríamos que conversar melhor.”

O pagamento dos atendimentos feitos nas ERS-129 e 130 também daria fôlego aos cofres da entidade. Há sete meses, os bombeiros mantêm convênio com a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) para atender essas rodovias.

Mas, desde então, não recebeu pelo serviço. Por mês, deveriam ser repassados R$ 15 mil. No total, já são devidos R$ 105 mil. “Disseram que travou por conta da bu-

ESTRELA SEGUE EM DÚVIDA

O Corpo de Bombeiros aguarda o repasse de horas extras até o dia 10. Caso seja repassada a mesma quantidade do mês passado, os bombeiros de Estrela devem fechar as portas mais uma vez. “Já pedimos a mais. Mas se não vier, teremos que parar o serviço”, afirma Bonfanti. Em janeiro, a demanda foi repassada a Lajeado, que precisou atender seis ocorrências extras. Cinco foram de incêndios e uma de acidente de trânsito.

Por mais de um ano, a base do município foi mantida com apenas dois servidores diários. Agora, são exigidos três
HENRIQUE PEDERSINI / JORNAL OPINIÃO / DIVULGAÇÃO

Vinte anos após o crime, polícia prende assassino de ex-vereador

Dionísio Conrad, o Côco, foi condenado em 2010 e preso na sexta

Dionísio Conrad, o Côco, foi preso pela Polícia Civil na tarde de sexta-feira em uma cancha de bocha na localidade de Santo Antônio. Para evitar a reclusão, desde 2010 ele recorria da sentença que o condenou pelo assassinato do vereador Milton Heisler. Côco era seu suplente de vereador. O crime aconteceu em 1997.

A prisão foi expedida faz dois dias. Os agentes da Polícia Civil de Venâncio Aires vinham investigando a localização dele. Quando foi preso reiterou inocência em relação ao crime.

De acordo com o titular da delegacia, Felipe Cano, Côco não resistiu. “Quando localizamos e foi dada voz de prisão, ele achou que fosse uma brincadeira.”

Pediu aos policiais para passar em uma casa para pegar roupas. Logo após foi conduzido para a delegacia e, em seguida, ao hos-

pital para passar por exames médicos. No fim do dia foi levado para a Penitenciária Estadual de Venâncio Aires.

O condenado cumpre 18 anos de prisão. A pena inicia em regime fechado e pode ser reduzida e mudar de regime conforme a progressão. Côco foi condenado em 2010 em um dos maiores júris da história da Capital do Chimarrão. O julgamento ocorreu na Sociedade Olím-

pica de Venâncio Aires (SOVA). Centenas de pessoas acompanharam os dois dias de trabalhos. Ele e Nestor José Fortes eram acusados pelo assassinato. Fortes foi absolvido pelo júri.

Enquanto a defesa entrava com recursos pedindo redução da pena ou anulação do júri, o condenado pôde aguardar em casa a decisão da Justiça. Na época, a definição poderia se estender entre três meses

Em 1997, o vereador Milton Heisler, 57, foi encontrado morto no pátio de casa, na comunidade de Sampaio. Ele estava preso a uma corda, pendurado em uma árvore.

Os levantamentos da polícia apontavam para suicídio por enforcamento. Família e comunidade contestaram a tese. A corda utilizada não pertencia à família. No dia anterior, Heisler recebeu ligações telefônicas convidando-o para um evento “secreto” . Os fatos fizeram o caso ser reaberto em 1998.

Uma nova perícia ocorreu em 2003, quando ganhou novo impulso. Com isso, novas provas e laudos foram obtidos. Três peritos apontaram que Heisler foi estrangulado.

Depois de uma série de tentativas de levar os acusados para julgamento, o júri ocorreu em 2010. Dez testemunhas e os dois réus foram ouvidos.

a um ano. Porém, as tentativas de postergar a pena levaram sete anos.

A pena de Coco levou em consideração a condição dele ser réu primário, morar com familiares e ser ex-vereador. Pelo período ele perdeu os direitos políticos.

Mato Leitão
Milton Heisler foi morto em 1997. Júri que condenou Côco (de bengala) ocorreu em 2017. Durante sete anos, o assassino recorria da sentença para evitar a prisão CARLOS DICKOW/FOLHA

Grêmio

Fernandinho marca e almeja ano de destaque

Na terceira passagem pelo Tricolor, atacante entra no segundo tempo e marca na estreia

Depois do impasse acerca do retorno de Fernandinho à Arena, o atacante faz gol no primeiro jogo do Grêmio pelo Gauchão e projeta uma temporada com mais participação. Essa é a terceira passagem do jogador por Porto Alegre Ele voltou no início do ano após término do empréstimo junto ao Flamengo.

Após a partida contra o Ypiranga, ele elogiou o técnico Renato Portaluppi. Frisou que o comandante é responsável por repassar confiança ao elenco e enalteceu a vontade de permanecer no Tricolor nesta temporada.

Contratado em 2014, Fernandinho soma três gols no clube –no Gre-Nal vencido por 5 a 0 e na vitória de 3 a 1 sobre o Aimoré, ambos em 2015, e agora contra Ypiranga.

Na noite dessa quinta-feira, o Grêmio venceu por 2 a 0 o time de Erechim. O primeiro tempo iniciou equilibrado na Arena. O Tricolor buscou atacar, mas o time de Erechim veio fechado e dificul-

tou o caminho para os gremistas.

Mesmo assim, trabalhando bem a bola, conseguiu manter o domínio do jogo. O gol saiu aos 34 minutos, após cobrança de escanteio de Luan. O camisa 7 mandou fechado no primeiro poste e Henrique desviou para o fundo das redes. Gol contra, mas que colocou o Grêmio na frente no marcador.

Na etapa complementar, a partida seguiu disputada, com o Ypiranga pressionando nos primeiros minutos. No entanto,

os gremistas conseguiram se recuperar e chegar ao segundo gol, com Fernandinho, que substituiu Leonardo Gomes. Depois de trabalhar a bola de pé em pé, ela chegou até o atacante que fez uma boa jogada individual, cortou para perna esquerda e mandou para o fundo das redes, aos 22 minutos. A partir daí, o domínio foi gremista. O Grêmio volta a campo neste domingo pelo Gauchão. Joga contra o Caxias, às 17h.

FICHA TÉCNICA:

Grêmio: Marcelo Grohe, Leonardo (Fernandinho, 16'/2º), Geromel, Kannemann, Marcelo Oliveira, Jailson, Maicon, Ramiro, Douglas (Bolaños, 26'/2º), Pedro Rocha (Everton, 31'/2º) e Luan.

Técnico: Renato Portaluppi

Escalação

XYpiranga: Carlão, Marcio, Tairone, Carlão, Vinícius; Henrique (Hadrian, 37'/2º), Araújo, Diego Torres, Gabriel Araújo (Eder, int), Maycon (Kaio, 17'/2º) e Michel.

Técnico: Carlos Moraes

Arbitragem: Roger Goulart, auxiliado por Jorge Eduardo Bernardi e Michael Stanislau

Público total: 12.731 torcedores

D’Ale e Seijas treinam juntos e devem jogar

Inter

Depois do treino dessa sexta-feira, Antônio Zago deixou claro qual deve ser a formação do time para o jogo contra o Novo Hamburgo neste sábado, às 17h, em partida válida pela segunda rodada do Gauchão. Ao que parece, os titulares serão uma mescla dos times que entraram em campo nos

dois primeiros jogos do ano, o primeiro no empate contra o Veranópolis (domingo passado) e o outro na vitória sobre o Brasil de Pelotas (pela Primeira Liga, nessa quarta). O técnico ainda faz alguns testes no elenco e colocou como titulares o lateral-direito Júnio e o volante Charles. Uendel e Rodrigo Dourado atuaram nas duas primeiras par -

tidas e a tendência é que não entrem em campo neste fim de semana.

No lugar de Dourado, atuou Seijas. Na lateral-esquerda, apareceu o recém-contratado Carlinhos. Como não tem condições legais de jogo, a posição deve ser ocupada por Iago. Fabinho, Valdivia, Sasha, Gustavo Ferrareis, Anselmo e Ariel, lesionados, são desfalques.

Mais um atacante

O Inter tenta contratar por empréstimo o atacante Carlos, do Atlético-MG. As negociações estão avançadas. A tendência é que o jogador seja anunciado como o sétimo reforço à temporada.

Formado na base do Galo Mineiro, Carlos foi lançado em 2013. Atuou em 105 jogos e marcou 21 gols. Conquistou a Copa

sábado

do Brasil de 2014 e o Mineiro de 2015.

Próximo jogo

Inter x Novo Hamburgo

Sábado, às 17h, no Beira-Rio

Arbitragem

Anderson Farias apita o jogo, auxiliado por Alexandre Antônio Kleiniche e Mateus Olivério Rocha

Atacante voltou de empréstimo e está na terceira passagem pelo Grêmio
LUCAS UEBEL / DIVULGAÇÃO

Lajeadense faz jogo-treino neste sábado

Alviazul entra em campo às 17h

OAlviazul entra em campo pela primeira vez na temporada neste sábado. A partir das 17h, faz um jogo-treino na Arena contra um combinado de Bom Retiro do Sul. A entrada é franca. O Tales Cabeceira está otimista. “Sabemos que a divisão de acesso é um campeonato muito difícil, mas estamos fazendo uma boa preparação. Nosso elenco alia experiência e juventude.”

Falta um mês para a estreia. Antes disso, o Lajeadense disputa um torneio amistoso organizado pela Rádio Gazeta, de Santa Cruz do Sul. Participam da competição: Santa Cruz, Aveni-

ELENCO

da, Guarani, além do Alviazul. Os jogos ocorrem entre 13 e 23 deste mês. O Alviazul joga contra o Avenida. Serão dois confrontos, nos dias 13 e 16 em Lajeado Depois da competição, o time de Lajeado faz o último amistoso contra o Aimoré, no dia 25.

Divisão de acesso

O Lajeadense está no grupo B, com União Frederiquense (Frederico Westphalen), Brasil (Farroupilha), Tupi (Crissiumal), Esportivo (Bento Gonçalves), São Luiz (Ijuí), Ser Panambi (Panambi) e Glória (Vacaria)

O primeiro jogo é no dia 5 de março, contra o Glória.

• Goleiros: Paulo Henrique, Vini Parise e Willian

• Laterais: Luís Felipe, Darlã e Paulinho Araújo

• Zagueiros: Danilo Mendes, Basso, Dúh e Vitor

• Volantes: Dantas, Maurinho, Everton, Índio e Josué

• Meias: Anderson Ijuí, Marquinhos e Ariel

• Extremas: Cidinho, Maranhão, Dieguinho e Gustavo

• Centroavantes: Flávio Torres e Padu

Ala-esquerdo vem da Paraíba para a Alaf

Futsal

Considerado um dos destaques do futsal na Região Nordeste, Mallca está em Lajeado para um período de testes e adaptação. O reforço foi confirmado pelo diretor da Alaf, Alex Favaretto. Com 23 anos, o ala-esquerdo tem como características a habilidade e o passe. A comissão técnica, comandada por Edmilson Bella, promete dar oportunidade ao atleta.

Nome: Antônio Mallkeide Oliveira Sousa

Apelido: Mallca

Posição: ala-esquerdo

Data de nascimento: 24/11/1993

Idade: 23 anos

Naturalidade: Rodolfo Fernandes (RN)

Ex-time: ADBC da Paraíba

Nos pênaltis, equipes avançam de fase

Competição de minifutebol entra na reta final

Os primeiros classificados para as quartas de final do Torneio de Férias CTC/ Lojas Calci de Minifutebol foram conhecidos nesta semana. Duas partidas foram decididas nas penalidades. Após empate em 2 a 2 no tempo normal, o Shark Ataque venceu o Rebordose por 4 a 3 nas penalidades. O outro clube que levou a melhor na marca do cal foi o Lesionados que venceu por 3 a 2 o Bitterflex. No tempo normal, as equipes empataram em 2 a 2. O Aliança avançou às quartas de final ao derrotar o Coroas Mirim D/3a por 5 a 2. Já o Coroas Mirim D venceu o Ser Falcatrua por 2 a 1.

Mesmo derrotados, Coroas Mirim D/3a, Ser Falcatrua, Bitterflex e Rebordose seguem na competição porque, para ser eliminado do torneio, o time precisa perder duas partidas.

Duas equipes são eliminadas

Coroas Mirim C e S.O.S perderam a segunda partida e de-

ram adeus ao campeonato. O primeiro foi derrotado pelo Pumas por 3 a

DESTAQUES

Artilheiros: Ducho Kolling (Amnésia) e Oscar Trapp (Aliança) – 4 gols Defesa menos vazada: Coroas Mirim – 1 gol

Agenda

Dia 7 –

7ª rodada

19h – Ser Falcatrua x Rebordose

20h – Amnésia x Coroas Mirim D/3ª

21h – Coroas Mirim/ Charrua x Bitterflex

Dia 9 –

8ª rodada

19h – Coroas Mirim D x Shark Ataque

20h – Aliança x Lesionados

21h – Pumas x Vencedor do jogo entre Ser Falcatrua x Rebordose

Resultados

19h – Coroas C 2 x 3 Pumas

20h – S.O.S 3 x 5 Supérfluos

21h – Coroas Mirim D 2 x 1 Ser Falcatrua

Dia 2/2 – 6ª rodada

19h – Rebordose 2 x 2

Shark Ataque – PK 3 x 4

20h – Aliança 5 x 2 Coroas Mirim D/3ª

21h – Bitterflex 2 x 2

Lesionados – PK 2 x 3

Fim

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Lajeado,
de semana, 4 e 5 de fevereiro de 2017

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AH - 04 de fevereiro de 2017 by Jornal A Hora - Issuu