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EDUCAME - Março

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RIO TAQUARI

Mais de cinco toneladas são retiradas em ação voluntária

Especialista explica o destino dado aos resíduos que são coletados às margens do Rio Taquari. Neste ano, ação do Viva o Taquari-Antas Vivo ocorreu de forma simultânea em seis cidades da região.

Páginas 12 e 13

SAÚDE

Dia 4 de abril foi escolhido para lembrar dos animais de rua e incentivar a adoção responsável.

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Em Travesseiro, propriedade implantou o primeiro espaço de chás em formato de útero,

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DE OLHO NAS ESCOLAS

Caravana do Educame possibilitam que as instituições apresentarem seus projetos ambientais para incentivar alunos e professores da região.

PÁGINAS 4 E 5

Coluna das gurias

Ferreira

2025, entre os mais quentes

relatório Estado do

Global 2025, da World Meteorological Organization (WMO), mostrou que o período de 2015 a 2025 foi o mais quente já registrado na série histórica, desde começaram as medições, em 1850. O ano de 2025 está entre os mais quentes já registrados, com

cerca de 1,43 grau Celsius (°C) acima dos níveis pré-industriais (1850–1900). O relatório aponta que as concentrações de gases de efeito estufa impulsionam o aquecimento contínuo da atmosfera e dos oceanos e o derretimento de geleiras. A notícia foi divulgada pela Agência Brasil.

A Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) marcará presença no South Summit Brazil 2026 com uma programação focada em inovação e sustentabilidade. Correalizado pelo Governo do Estado, o evento ocorre entre os dias 25 e 27 de março, no Cais Mauá, em Porto Alegre, reunindo lideranças, empresas e especialistas para discutir soluções e oportunidades no ecossistema global de inovação. A participação da Sema começa no dia 26, às 15h02, com o painel “Pagamento por Serviços Ambientais para a cadeia orizícola”, no palco RS Innovation Stage, conduzido pela secretária Marjorie Kauffmann.

Ajuda humana

Equipe de pesquisadores, coordenada pela professora doutora Elisete Freitas, segue no trabalho de recuperação da mata ciliar do Rio Forqueta. Além de acompanhar o crescimento das plantas, o grupo monitora o solo, verificando pontos de erosão. O que as enchentes de 2023 e 2024 levaram em poucas horas, levarão anos, décadas para ser recomposto. A ajuda humana é essencial neste processo.

ARTIGO

Concurso Educame

Fique ligado! As inscrições para o Concurso Educame começam no dia 15 de abril. São três categorias para estudantes. Os desafios são a criação e desenho de um super-herói, poesia e teatro. As escolas podem participar com o conjunto de ações sustentáveis. Em breve, o regulamento estará disponível no site do Grupo A Hora.

Educação ambiental e as mudanças climáticas

Mitigação, adaptação, resiliência, neutralidade climática, transição energética. São inúmeros os termos e novos conceitos que passaram a integrar o nosso vocabulário de forma cotidiana. Isso porque durante muitos anos, a pauta ambiental esteve associada à preservação da fauna, da flora e dos recursos naturais – como rios e lagos, porém esses elementos já não são suficientes para explicar a complexidade dos desafios atuais. O meio ambiente precisa ser compreendido como um sistema que integra o planeta, os seres humanos e a capacidade de adaptação para a manutenção da vida na Terra. A humanidade vem sendo colocada à prova para poder sobreviver às mudanças que o planeta já apresenta há milhares de anos e que estão descritos dentro do arcabouço da paleontologia e da arqueologia. Essa realidade é especialmente evidenciada por quem vive no Vale do

Taquari e no Rio Grande do Sul como um todo. Eventos climáticos extremos se materializaram e passaram a fazer parte do dia a dia de milhares de pessoas. O que antes parecia distante passou a ser sentido na prática.

A pauta ambiental deixou de ser uma agenda isolada e passou a se conectar diretamente com todas as dimensões da vida: economia, planejamento urbano, produção de alimentos, infraestrutura e qualidade de vida. Para nós, gestores públicos, ter essa visão integrada é essencial. Somente com políticas públicas factíveis e transversais será possível enfrentar os desafios que se apresentam e garantir respostas para a população.

No Rio Grande do Sul, sob o comando do governador Eduardo Leite, desde 2019 temos buscado avançar nessa agenda com instrumentos como o Proclima 2050, que estabelece diretrizes para a mitigação das emissões de gases

EXPEDIENTE

PRODUÇÃO

de efeito estufa e para a adaptação às mudanças climáticas, e o Plano Rio Grande de Reconstrução, um projeto inovador e audacioso criado a partir das enchentes de 2024. Um planejamento de longo prazo que reconhece a necessidade de integrar diferentes setores da sociedade na construção de soluções.

No entanto, nenhuma política pública será plenamente efetiva sem educação. É por meio dela que conseguimos formar cidadãos capazes de compreender os desafios climáticos e participar do enfrentamento. Além de transmitir conhecimento, a educação ambiental ajuda a desenvolver uma nova forma de olhar para o planeta e de reconhecer o papel de cada um de nós nele.

Investir em educação ambiental significa construir uma sociedade mais consciente, mais resiliente e mais preparada. Se há algo de

Marjorie Kauffmann, secretária Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura_ gabinete@sema.rs.gov.br

positivo em meio a esse cenário, é o entendimento coletivo de que o planeta não é uma constante e que as relações entre sociedade e natureza estão conectadas.

IMPRESSÃO

TEXTOS
Luciane Eschberger Ferreira
Jéssica R. Mallmann
Grafica Uma/ junto à Zero Hora
FOTOS
Luciane Eschberger Ferreira
Jéssica R. Mallmann
O
Clima

Caravanas do Educame retomam atividades com um novo olhar para as escolas

Além de levar espetáculo teatral e oficinas para os estudantes, grupo dará espaço para que os alunos apresentem seus projetos ambientais nas redes sociais

Jessica R. Mallmann jessica@grupoahora.net.br

Omês de março começou agitado para a equipe do Educame, que retomou as visitas às escolas da região com a Caravana. Neste ano, 30 instituições vão receber a trupe que leva a apresentação teatral “Educa-me, por quê?”, oficinas sobre jornalismo ambiental, água, resíduos sólidos e bacia hidrográfica Taquari-Antas, além de novidades que ampliam o protagonismo dos estudantes.

Participar disso é maravilhoso. A gente sente que está fazendo algo melhor todos os dias. É aquele 1% de mudança diária, e muitos alunos realmente se dedicam para fazer acontecer.”

Dominique Weisheimer, EMEF Guido Arnoldo Lermen

Entre elas está a possibilidade de as instituições apresentarem seus projetos ambientais nas redes sociais do Educame. “Queremos incentivar que mais alunos e professores façam na prática a educação ambiental e, para isso, vamos usar a força das nossas redes”, reforça a jornalista e integrante do grupo, Jéssica R. Mallmann.

Durante as visitas realizadas em 2025, o grupo percebeu que muitas escolas desenvolviam iniciativas relevantes, mas que ficavam restritas aos bastidores. Ao mesmo

tempo, outras instituições ainda buscavam caminhos para começar. A partir desse cenário, a equipe decidiu conectar essas realidades e evidenciar que pequenas ações podem gerar grandes transformações ambientais. “Neste ano, convidamos a escola visitada na semana a escolher um projeto de destaque, gravamos um vídeo e produzimos matérias. Já nos primeiros encontros foi possível ver que os estudantes se sentem orgulhosos de poder inspirar outros jovens. Eles querem se sentir pertencentes a esse movimento”, destaca.

SOLUÇÃO PRÁTICA

PARA O DIA A DIA

A primeira escola a receber a Caravana foi o Instituto Estadual de Educação Pereira Coruja, em Taquari. Cerca de 600 alunos participaram das atividades, que incluíram oficinas de jornalismo ambiental e água. Por meio do curso técnico em meio ambiente, a instituição apresentou um projeto de implementação da coleta seletiva, desenvolvido com o apoio de empresas parceiras. A iniciativa surgiu a partir de uma necessidade prática da escola: melhorar a estrutura de separação de resíduos.

Segundo o professor do curso técnico, Israel Reis, o projeto também foi pensado como uma oportunidade de aproximar os estudantes do mercado de trabalho. “Uma das premissas era buscar parcerias com empresas para viabilizar a coleta seletiva. Esse contato foi feito pelos próprios alunos, que apresentaram a proposta e conseguiram o apoio”, destaca.

As empresas contribuíram com kits de lixeiras, que foram instalados na escola. A ação reforçou uma relação que já existia por meio de estágios e visitas técnicas, mas ganhou um novo significado com o protagonismo dos estudantes. “Eles criaram laços, foram vistos e certamente serão lembrados em futuras oportunidades.” Além da estrutura física, o projeto já começa a impactar o comportamento da comunidade escolar. “É uma mudança gradual, mas já percebemos que os alunos estão mais atentos à forma de descartar os resíduos”, completa o professor.

Aluno do curso técnico em meio ambiente, Fernando também participou diretamente da

EMEF Guido Arnoldo Lermen, em Lajeado, apresentou o projeto Eco Ponto, voltado à coleta e destinação correta de resíduos recicláveis

mobilização. Para ele, a iniciativa surge em um momento importante. “O meio ambiente está pedindo ajuda, então resolvemos agir. É um projeto que beneficia toda a escola e também a comunidade”.

A articulação com as empresas, segundo ele, aconteceu de forma simples, mas eficaz. Agora, ele projeta ampliar o alcance da ação. A ideia é levar o modelo de coleta seletiva para outras escolas do município. “Já iniciamos conversas com uma escola do interior de Taquari, que deve receber o projeto, em breve. É um sentimento de conquista, mas também de responsabilidade. Queremos ensinar e multiplicar isso.”

UMA FERRAMENTA DE TRANSFORMAÇÃO

O impacto da iniciativa também é reconhecido pelas empresas envolvidas. Representante da Certaja, Leandro Vargas destaca que o apoio vai além da estrutura oferecida. “Acreditamos que a educação é uma das principais ferramentas para promover transformações sociais e ambientais. Ao apoiar esse projeto, a cooperativa contribui para que a escola se torne um espaço de aprendizado prático sobre sustentabilidade”.

Ele ressalta ainda que ações como essa estão alinhadas aos Objetivos

Já iniciamos conversas com uma escola do interior de Taquari, que deve receber o projeto, em breve. É um sentimento de conquista, mas também de responsabilidade. Queremos ensinar e multiplicar isso.”

Fernando Instituto Estadual de Educação Pereira Coruja

de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela ONU, que incentivam a promoção de uma educação de qualidade e voltada para o desenvolvimento sustentável. Para Leandro, quando alunos, professores e comunidade se envolvem, o impacto se multiplica e ultrapassa os muros da escola, chegando até as famílias.

DESTINAÇÃO CORRETA

A segunda escola a receber a Caravana do Educame foi a EMEF Guido Arnoldo Lermen, em Lajeado, que apresentou o projeto Eco Ponto, voltado à coleta e destinação correta de resíduos recicláveis.

A iniciativa teve início em 2023, após uma palestra com uma representante da empresa Girando Sol, que explicou aos líderes de turma como funcionava o processo de coleta e reciclagem. A partir desse primeiro contato, os estudantes passaram a mobilizar a comunidade escolar para arrecadar materiais como garrafas PET, tampinhas e lacres de latas.

A estudante Dominique Weisheimer explica que o Eco Ponto funciona como um espaço dentro da escola destinado ao recebimento desses resíduos. “Os alunos trazem os materiais de casa, deixam aqui, onde fazemos a separação e o preparo. Depois, a empresa recolhe e dá o destino correto”, relata. Segundo ela, o envolvimento

dos estudantes tem sido um dos pontos fortes do projeto.

“Participar disso é maravilhoso. A gente sente que está fazendo algo melhor todos os dias. É aquele 1% de mudança diária, e muitos alunos realmente se dedicam para fazer acontecer.”

Para a professora Tânia Schena, o Eco Ponto também abriu espaço para aprofundar discussões ambientais em sala de aula. Um dos temas abordados foi o impacto do plástico em regiões remotas, como a Antártica. “Os alunos começaram a entender como resíduos descartados de forma incorreta podem chegar a lugares onde não há presença humana. Isso faz com que eles percebam que precisamos agir”, destaca.

Como forma de estimular ainda mais a participação, a escola promoveu, no último ano, uma gincana entre as turmas. O desafio era arrecadar a maior quantidade possível de materiais recicláveis, incentivando o engajamento dentro e fora da sala de aula. As turmas com melhor desempenho foram premiadas.

“É uma grande alegria perceber que esses futuros adultos já estão mais conscientes. Eles estão crescendo com outra visão, entendendo o que podem fazer pelo meio ambiente. E é para isso que trabalhamos diariamente com os alunos”, completa a professora.

Certaja foi uma das parceiras no projeto da coleta seletiva
A ideia é levar o modelo de coleta seletiva para outras escolas de Taquari MARÇO

Horto em formato de útero oferece variedade de chás para a saúde da mulher

Estrutura inédita foi montada no interior de Travesseiro e une paisagismo, educação e plantas medicinais

Jessica R. Mallmann jessica@grupoahora.net.br

Um projeto diferente no interior de Travesseiro chama a atenção de visitantes e profissionais da área rural. Na comunidade de Três Saltos Baixos, a propriedade Sítio Márcia’s implantou o primeiro horto de chás em formato de útero, criado com foco na saúde da mulher e no uso consciente de plantas medicinais. O espaço foi denominado “Frauentees”, palavra de origem alemã que significa “chás da mulher”. A iniciativa surgiu

a partir de uma parceria com a Emater/ RS-Ascar e foi pensada para integrar as atividades de turismo rural já desenvolvidas na propriedade, que é conduzida pela agricultora Márcia Dalferdh. Hoje o espaço recebe visitantes no sistema colhe-e-pague de morangos e hortaliças, e a proposta foi criar um novo atrativo que também possui uma função educativa para a comunidade. De acordo com a extensionista rural da Emater, Márcia Fonseca, a ideia partiu do interesse da agricultora pelos chás e da vontade de construir algo diferente do que já existe em outros municípios. “A propriedade está inserida no turismo rural e a Márcia sempre teve apreço

pelos chás. Pensamos em fazer um espaço que fosse visualmente didático, que as pessoas pudessem entender só de olhar. Existem hortos em formato de círculo, de relógio, mas queríamos algo que chamasse atenção e tivesse um significado, por isso escolhemos o formato de útero”, explica.

O desenho simboliza o sagrado feminino e reforça a proposta de trabalhar plantas associadas às diferentes fases da vida da mulher, como o período de cólicas intensas, a fertilidade, a amamentação, a menopausa e as infecções do trato urinário.

“Foi o primeiro nesse

difícil foi desenhar. Primeiro fizemos a marcação no solo e depois montamos a estrutura com materiais que já existiam na propriedade, pensando também na sustentabilidade e na redução de custos. Não foi simples, porque é um formato mais complexo, mas conseguimos fazer todo o desenho em uma tarde”, relembra. As espécies foram escolhidas com base em estudos sobre plantas medicinais utilizadas para o cuidado feminino, idealizados pela ATR Social da Emater/ RS - Ascar, Elizangela Teixeira. Para melhor resultado, foi feita uma seleção adaptada ao espaço e ao paisagismo do sítio, que também participa de um projeto de qualificação ambiental e turística. Para a agricultora Márcia Dalferdh, a proposta causou estranhamento no início, mas se transformou em motivo de orgulho depois de pronta. “Quando a ideia foi apresentada eu achei estranho e fiquei insegura, mas depois fui entendendo melhor e resolvi apostar. Primeiro veio o desenho e depois fomos dando vida ao horto. Hoje fico muito orgulhosa quando vejo pronto”, conta.

O espaço reúne 14 espécies de chás, entre elas melissa, tansagem, capimlimão e cavalinha, organizadas dentro do formato do útero. A disposição das plantas permite que os visitantes relacionem cada espécie ao cuidado com o corpo e às fases da vida da mulher. Segundo a agricultora, o horto tem despertado curiosidade de quem passa pela propriedade. “Quem visita acha muito interessante, principalmente pela referência de cada chá e pela explicação de como funciona. Além de mostrar para os outros, eu também uso no dia a dia”, afirma. Conforme a extensionista, a expectativa é que a ideia possa inspirar outras famílias e comunidades. “A intenção é que essa experiência se multiplique, a exemplo do que ocorreu com o horto de relógio. Além de ser bonito, esse projeto é simbólico e também contribui para a saúde da mulher”, destaca.

Márcia Dalferdh (e) e Márcia Fonseca (d) consolidaram o projeto

Do rio à torneira: água pronta para beber

A equipe do Educame visitou a Estação de Tratamento de Água da Corsan para entender a transformação da água captada no rio até chegar na torneira

Aágua distribuída pela Corsan, em Lajeado e Cruzeiro do Sul, é captada do rio Taquari bem próximo da ponte da BR-386. É ali que começa o caminho até a Estação de Tratamento de Água (ETA), localizada no bairro hidráulica. Para entender todo o processo e “limpeza” da água, a química da Corsan Carine Luisa Lermen recebeu a equipe do Educame. Uma das curiosidades é que o tratamento, da captação até seguir para distribuição, leva 4 horas. O controle de qualidade é feito de hora em hora – o monitoramento é rigoroso, a fim de atender todas as exigências da legislação imposta

pelo Ministério da Saúde. A química Carine explica que, de hora em hora, são analisadas amostras de cada fase do processo que torna a água potável (veja quadro). Este controle ocorre 24 horas, ou seja, a equipe de operadores, entre eles o Alexandre Eduardo Fausto, se revezam dia e noite para garantir a qualidade da água. Entre os parâmetros analisados estão: turbidez e pH. Conforme o resultado da análise, é possível adicionar ou reduzir produtos – aqueles usados para deixar potável a água que vem do rio. Carine destaca que os consumidores podem conferir, na conta emitida pela Corsan, os parâmetros da potabilidade da água distribuída à população.

Sobre a água

As fontes naturais de abastecimento de água são:

Água da chuva Águas superficiais (rios, arroios, lagos) Águas subterrâneas (aquíferos, mananciais)

• Embora três quartas partes da superfície da Terra sejam compostas de água, a maior parte não está disponível para consumo humano pois 97% são água salgada, encontrada nos oceanos e mares e 2% formam geleiras inacessíveis.

• Apenas 1% de toda a água é doce e pode ser utilizada para consumo do homem e animais. E deste total 97% estão armazenados em fontes subterrâneas.

Operador Alexandre Eduardo Fausto integra a equipe que faz as análises e controle da qualidade da água

Etapas do tratamento da água

• Captação: retirada de água bruta do manancial;

• Adução: caminho percorrido pela água bruta até a Estação de Tratamento de Água;

• Mistura rápida: adição de um coagulante para remoção das impurezas;

• Floculação: onde ocorre a aglutinação das impurezas;

• Decantação: etapa seguinte, em que os flocos sedimentam no fundo de um tanque;

• Filtração: retenção dos flocos menores em camadas filtrantes;

• Desinfecção: adição de cloro para eliminação de micro-organismos patogênicos;

• Fluoretação: adição de compostos de flúor para prevenção de cárie dentária;

• Bombeamento para as redes e reservatórios de distribuição.

Química Carine Luisa Lermen mostra a Estação de Tratamento de Água, no bairro Hidráulica

BICHO DO MÊS

Urutau

De hábitos noturnos e aparência curiosa, o urutau, também conhecido como mãe-da-lua (Nyctibius griseus), é uma ave que desperta a curiosidade de quem tem a sorte de observála. Sua coloração em tons de cinza, marrom e preto lembra a casca de árvores secas, uma característica que ajuda na sua incrível camuflagem. Durante o dia, ele permanece imóvel sobre troncos ou galhos secos, utilizando essa camuflagem para se confundir com a madeira e passar praticamente despercebido. Muitas vezes, mantém o corpo ereto e os olhos quase fechados, parecendo apenas parte do tronco onde está pousado. Ao anoitecer, o urutau se torna ativo e passa a caçar principalmente insetos, que captura em voos rápidos a partir de seu poleiro. Seus olhos grandes e seu bico curto, com uma abertura bucal bastante ampla, são adaptações importantes para a vida noturna, permitindo localizar e capturar presas com eficiência mesmo em ambientes de pouca luz. Outro aspecto marcante da espécie é sua vocalização melancólica e prolongada, que ecoa durante a noite e deu origem a diversas lendas populares em diferentes regiões do

Brasil. Em algumas tradições, esse som já foi associado a histórias misteriosas da mata, sendo descrito por moradores antigos até como o lamento de almas penadas agonizando na escuridão da floresta. Essa vocalização característica, muitas vezes, faz com que a ave seja ouvida com mais frequência do que vista. O urutau costuma colocar apenas um ovo, geralmente em uma pequena cavidade ou depressão em troncos ou galhos, sem construir um ninho elaborado. Tanto a camuflagem quanto o comportamento silencioso ajudam a proteger o filhote de possíveis predadores. Mesmo sendo relativamente bem distribuído em áreas naturais e rurais, o urutau pode ser afetado pela perda de habitat e pela redução de ambientes arborizados. Preservar as matas e as árvores da paisagem é fundamental para garantir a sobrevivência dessa espécie tão fascinante.

1. Qual o maior ser vivo que existe ou já existiu sobre a Terra?

2. e n Tomologia é o ramo da ciência que estuda:

3. Qual a QuanTidade média de ossos do corpo humano de um adulTo e de um recém-nascido, respectivamente?

4. Qual dos órgãos abaixo é considerado uma importante glândula do corpo humano.

Vamos plantar árvores

Pleno verão e o calor não dá trégua!

O asfalto das cidades refletem o calor e a temperatura fica ainda mais quente para quem anda por ruas sem sombra. Não podemos ter medo de plantar árvores que, de fato, irão resolver esse problema: àrvores de copa e porte maior, que fazem sombra na calçada e no asfalto e eliminam as “ilhas de calor”.

Hoje vou falar um pouquinho da Caroba (Jacaranda micrantha Cham.), árvore nativa da nossa região e da Mata Atlântica que pode ser plantada nas cidades e também nas restaurações florestais.

A caroba pode chegar até 20 metros de altura, mas nas cidades não costuma passar dos 15. Seu tronco cresce retilíneo, podendo apresentar leve tortuosidade, de cor acinzentada, e sua copa se abre proporcionando sombra e beleza quando floresce.

A floração é roxa, e suas folhas são divididas em folíolos de borda recortada que dão um charme. Floresce entre outubro e dezembro e perde parte das folhas no inverno - o que traz boa iluminação nesse período.

( ) A BALEIA AZUL

( ) A SEQUOIA, MAIOR ÁRVORE VIVA DO MUNDO

( ) O MAIOR DINOSSAURO HERBÍVORO

( ) UM CERTO FUNGO

( ) PLANTAS

( ) ANIMAIS CARNÍVOROS

( ) ANIMAIS HERBÍVOROS

( ) INSETOS

( ) 206 E 270

( ) 150 E 200

( ) 206 TANTO EM ADULTOS COMO RECÉM-NASCIDOS

( ) 300 E 320

( ) CORAÇÃO

( ) PÂNCREAS

( ) PULMÃO

( ) RIM

* CONFIRA AS RESPOSTAS NO RODAPÉ DA PÁGINA 14

Sua semente rende brincadeiras, porque é uma cápsula, que ao se abrir proporciona duas cascas que podem virar barquinhos, casco de tartaruga, capacete de bonecos e o que mais a imaginação permitir. A semente que está dentro é alada e levada pelo vento. Pode ser plantada em locais sem fiação e também em locais com fiação, mas atenção neste caso, pois o manejo precisa ser feito de forma adequada para que a árvore

seja longeva. Precisamos de sombra e precisamos saber cultivar a sombra se queremos ter sossego ao caminhar pelas ruas da cidade. Quem quer sombra para caminhar levanta a mão!... Pega a pá e vamos plantar, com responsabilidade e sem medo. Lembre-se: se você tem dúvidas, consulte um profissional ou técnico(a) da sua prefeitura.

A importância das abelhas para a alimentação e a biodiversidade

As abelhas são conhecidas pela sua capacidade de produzir mel, mas seu papel é muito mais importante. Elas fazem parte de um grupo de polinizadores, dentre eles também estão os morcegos, pássaros e os insetos. Eles são responsáveis por 90% da polinização mundial, mas acredita-se que 75% dessa polinização é feita pelas abelhas. Levando em consideração que grande maioria das plantas precisa da polinização, principalmente os alimentos de origem vegetal, esses animaizinhos tão pequenos têm grande importância para a segurança alimentar mundial.

As abelhas desempenham um papel essencial na agricultura e na preservação da biodiversidade, funcionando como polinizadoras naturais para diversas plantas. Esse processo auxilia na manutenção e na qualidade dos alimentos que chegam até o nosso prato, além disso garante a biodiversidade das espécies. Por mais pequenas que elas sejam, as abelhas são as responsáveis por garantirem a diversidade da nossa alimentação, sem elas não teríamos tantas opções de frutas, grãos e verduras que fazem parte da nossa alimentação diária. Cuidar das abelhas não é só cuidar da natureza, mas também continuar com a agricultura de qualidade e garantir a segurança alimentar mundial. Se cada um de nós fizer a sua parte para a preservação, como plantar mais flores para estimular a polinização, diminuir o uso de agrotóxicos, defender práticas sustentáveis e respeitar o meio ambiente, estaremos cuidando do planeta que vivemos e garantindo uma diversidade de alimentos para nossas futuras gerações.

Iasmin

Schmitz - Escola Estadual

Ensino

Edith Ester Zago de Mello, Bióloga
Espécie: Caroba Nome científico: Jacaranda micrantha Cham.
Conheça o morador selvagem da nossa região
Marcelo Heisler, professor, Biólogo e especialista em Meio Ambiente e Sustentabilidade
Luize
de
Médio Santa Clara

Para onde vão os resíduos retirados do Rio Taquari?

Especialista detalha como funciona a triagem e a destinação do material retirado durante ação do Viva o Taquari-Antas Vivo, que neste ano chegou a mais de cinco toneladas.

Jessica R. Mallmann jessica@grupoahora.net.br

No dia 21 de março, a Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil) e a Unidade Parceiros Voluntários (UPV) Lajeado realizaram a 19ª edição da ação Viva o Taquari-Antas Vivo. Todos os anos, os voluntários retiram

toneladas de resíduos das margens do rio Taquari, com foco na conscientização ambiental e limpeza. Em 2025, a ação resultou em quase três toneladas retiradas de três municípios.

19ª edição do Viva o TaquariAntas Vivo ocorreu em seis cidades simultaneamente

Mas para onde vai esse material retirado?

De acordo com a diretora de Responsabilidade Social Corporativa da Acil, Luana Hermes, os resíduos coletados durante a ação estão em encostas e barrancas do rio. Nestes locais, normalmente, são encontradas embalagens plásticas, sacolas, garrafas de vidros e até mesmo pneus.

Após a coleta, o material é levado para um ponto central de triagem, previamente definido pela organização. “Ali, os resíduos são separados conforme sua classificação, como por exemplo: plásticos (pet, rígidos e embalagens), papelão, tecidos, alumínios, vidro, sucatas, rejeito, entre outros”, detalha Luana.

Em seguida, cada tipo de material é pesado e registrado para geração de dados. “Por fim, os materiais são encaminhados para a destinação final conforme o sistema de gestão de resíduos de cada município, podendo incluir cooperativas de reciclagem, empresas recicladoras ou outros destinos ambientalmente adequados utilizados pela prefeitura local”.

DE OLHO NA ÁGUA

Ao todo, 1080 voluntários participaram da ação no sábado, dia 21

NOVO RECORDE

Neste ano, a ação Viva o TaquariAntas Vivo foi realizada em seis municípios de forma simultânea, sendo eles Lajeado, Estrela, Arroio do Meio, Cruzeiro do Sul, Encantado e Venâncio Aires. “O Viva Taquari Antas Vivo é um ato de responsabilidade socioambiental que mobiliza empresas, entidades e a comunidade em geral por meio do voluntariado organizado”, explica a diretora.

Ao todo, 1.080 voluntários participaram das atividades, estabelecendo recorde de engajamento, enquanto mais de 5,3 toneladas de resíduos foram retiradas das margens e do leito do Rio Taquari.

A mobilização reuniu empresas, entidades, poder público e moradores em ações de limpeza e conscientização ambiental. Em Lajeado, a programação se concentrou no Parque Ney Santos Arruda, com atividades educativas voltadas à preservação dos recursos naturais.

A ação permite colocar em prática o cuidado, a proteção e a valorização dos recursos hídricos. “Mais do que a retirada de resíduos do rio, o movimento promove conscientização, educação ambiental e engajamento coletivo, mostrando que cada pessoa e instituição tem um papel na preservação do meio ambiente”.

Um conflito que vai além do campo de batalha

Impactos ambientais da guerra não se limitam às áreas atingidas e se espalham por todo o planeta

Jessica R. Mallmann

jessica@grupoahora.net.br

Ainda que a guerra seja algo distante da realidade da nossa região, seus efeitos ambientais ultrapassam fronteiras e atingem todo o planeta. Ao longo da história, conflitos armados deixaram rastros de destruição que vão além das perdas humanas, comprometendo ecossistemas inteiros e a capacidade de regeneração da natureza. O tema é tão grave que a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu uma data para conscientizar sobre esses impactos.

As guerras demandam grandes volumes de recursos naturais, como petróleo, madeira e água. Além disso, a exploração intensiva para sustentar operações militares provoca desmatamento, escassez hídrica e

degradação do solo, o que afeta diretamente regiões que dependem desses recursos para manter sua biodiversidade e garantir a subsistência das comunidades locais.

Durante os conflitos, o meio ambiente frequentemente se torna alvo direto. Explosões, armamentos e resíduos tóxicos contaminam o solo e os recursos hídricos, gerando danos que podem persistir por décadas. Populações expostas enfrentam água imprópria para consumo, terras improdutivas e riscos à saúde, enquanto ecossistemas inteiros são comprometidos.

E muitos dos impactos alcançam a escala global. A exemplo, o uso intensivo de combustíveis fósseis em operações militares aumenta significativamente a emissão de gases de efeito estufa, contribuindo para as mudanças climáticas. A fauna também é afetada: ruídos de bombas, aviões e movimentações de tropas alteram habitats e afugentam espécies, desequilibrando cadeias ecológicas. Nesse contexto, estudos como os de Brisman, South e White classificam o meio ambiente como vítima dos conflitos, seja pela disputa por recursos, pela escassez, pela destruição direta ou pela exploração intensiva.

Outono traz novo cenário à natureza

Folhas pelo chão e dias mais curtos marcam o período de março a junho

Temperaturas amenas e folhas pelo chão anunciam a chegada do outono. A estação, de 20 de março a 21 de junho, traz mudanças na natureza. Este

novo cenário é um convite para explorar o ambiente e estimular a criatividade das crianças na confecção de peças artesanais ou mesmo a exploração sensorial que as folhas e frutas proporcionam.

Curiosidades

• Estratégia de sobrevivência: Como a absorção de água é reduzida no frio, as árvores cortam as folhas para evitar perder água através da transpiração.

• Mecanismo biológico: a planta diminui a produção de clorofila — mudando a cor para amarelo/avermelhado.

• Ciclo Natural: As folhas caídas se decompõem no solo, gerando nutrientes para a própria árvore na primavera.

Sugestões de atividades

• Colagem com folhas secas: Coletar folhas de diferentes formatos e cores para criar personagens, animais ou árvores em papel.

• Árvore de outono com materiais recicláveis: usar rolos de papel higiênico para o tronco e papéis coloridos picados para as folhas, ou mesmo folhas naturais recolhidas do chão.

• Pintura de folhas: pintar diretamente sobre folhas secas recolhidas no chão para criar padrões artísticos.

• Álbum de folhas: em folhas de caderno ou de ofício já utilizadas ou folhas de jornal, colar as folhas de plantas recolhidas do chão e identificálas, como se fosse um álbum de fotos. As molduras podem ser feitas com tinta guache.

Personagens: criar bonecos utilizando gravetos e outros materiais naturais.

• Caminhadas na Natureza: explorar parques para observar as cores da estação e sentir as texturas das folhas e galhos.

• Piquenique das frutas: realizar uma degustação de frutas típicas do outono para explorar novos sabores.

• Caixa dos sentidos: criar uma caixa com elementos naturais do outono (folhas, pinhas, gravetos) para as crianças identificarem pelo tato.

• Gincana de Cores: pedir que as crianças encontrem objetos na natureza que correspondam às cores clássicas do outono.

Decoração de sala: Montar painéis coletivos com os trabalhos das crianças para transformar o ambiente escolar.

Luciane Eschberger Ferreira lucianeferreira@grupoahora.net.br

Dia mundial dos animais de rua é lembrado em 4 de abril

Organizações nãogovernamentais focam o trabalho no resgate, cuidados e incentivo à adoção consciente

“Gostaria mesmo, de coração, que essa data não precisasse existir.” A frase é da fundadora da ONG Amando, Protegendo e Ajudando Muitos Animais (Apama), de Lajeado, Ana Rita Azambuja, a Ana da Apama. Há dez anos na causa animal, Ana já viu abandono, maus-tratos e todo tipo de crueldade com cães, gatos, cavalos… Também acompanhou muitas adoções que deram certo –uma nova vida para pets.

A maior dificuldade das ONGs, inclusive da Apama, é a situação financeira. Gastos com ração, veterinário, medicamento e tantos outros se acumulam. Só não inviabilizam o atendimento, pelo esforço dos voluntários e de pessoas que colaboram com causa. Ana faz um apelo para que as pessoas tenham consciência de que quando assumem a responsabilidade com um animal é por um período que pode chegar a 18 anos. “Eles precisam de boa ração, vacinação anual, castração, atendimento veterinário, amor e carinho. Além disso, sentem fome, dor e sofrem”, enumera.

SAIBA MAIS

O Dia Mundial dos Animais de Rua teve origem em 2010, a partir de um movimento de ONGs holandesas empenhadas em reduzir o número de animais abandonados e garantir seus direitos.

No Brasil, estima-se que haja 30 milhões de animais abandonados, sendo 20 milhões de cães e 10 milhões de gatos. Aqui, o dia 4 de abril foca na conscientização contra o abandono e sobre a necessidade de políticas de castração para evitar a superpopulação. Para contribuir, os cidadãos

podem auxiliar as ONGs com trabalho voluntário, doação de ração, medicamentos, materiais de limpeza, entre outros itens. Apoiar programas de castração, denunciar maustratos e adotar cães ou gatos de abrigos também são atitudes importantes.

O dia 4 de abril ainda serve para lembrar que o abandono é uma forma de crueldade e que a proteção animal é uma responsabilidade coletiva.

A maior dificuldade das ONGs, inclusive da Apama, é a situação financeira.”

Ana Rita Azambula Fundadora da Apama

CONHEÇA ALGUMAS INSTITUIÇÕES PROTETORAS DE ANIMAIS NO VALE:

Apante - Associação Protetora dos Animais de Teutônia, (51) 99918-8199.

Apat Taquari - Associação dos Protetores dos Animais de Taquari,  (51) 99572-7414.

Instituto Salvadores de Taquari, (51) 99696-9702.

Apama - Amando, Protegendo e Ajudando Muitos Animais, (51) 99552-8190.

APAAM - Associação de Proteção aos Animais Arroiomeensses, (51) 99269-7403.

AEDA - Associação Encantadense em Defesa Animal, @aedaencantadors no Instagram.

APACS - Associação de Proteção aos Animais de Cruzeiro do Sul, (51) 99684-7201.

Dia de que?

NO MÊS DE MARÇO SÃO

COMEMORADOS OS DIAS…

15 de abril: Dia Nacional da Conservação do Solo O solo desempenha um papel fundamental na produção de alimentos, na filtragem da água, na regulação do clima e na manutenção da biodiversidade. No entanto, ele está enfrentando sérios desafios de degradação devido à urbanização, ao uso inadequado da terra, à poluição e às mudanças climáticas. Por esses e outros motivos, a conservação do solo é tão importante para o planeta.

17 de abril:

Dia Nacional da Botânica Ele foi instituído, em 1994, em homenagem ao botânico Carl Friederich Philipp von Martius, nascido na Alemanha, em 17 de abril, de 1794, responsável por uma das maiores pesquisas botânicas do mundo, que resultou na publicação da Flora Brasiliensis • 19 de abril:

Dia dos Povos Indígenas O Dia dos Povos Indígenas valoriza a diversidade cultural e a história dos povos originários do Brasil. Instituída em 1943 e renomeada em 2022 (Lei 14.402/2022), a data substituiu o “Dia do Índio” para reconhecer a pluralidade de etnias, focando na resistência, luta por demarcação de terras, preservação cultural e direitos. A alteração de “Dia do Índio” para Dia dos Povos Indígenas reflete a busca por combater estereótipos, valorizando a identidade, línguas e a diversidade cultural dos povos, não apenas uma figura idealizada. Mais do que uma celebração, o 19 de abril é um momento de reflexão sobre os direitos indígenas, demarcação de terras, combate ao preconceito e a luta por dignidade. • 22 de abril: Dia da Terra O Dia da Terra, celebrado em 22 de abril, é uma data global dedicada à conscientização sobre a preservação ambiental, conservação da biodiversidade e sustentabilidade, instituída oficialmente pela ONU em 2009. Promover a consciência comum sobre problemas ambientais como contaminação, perda de biodiversidade e mudanças climáticas.

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